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Matemática+ +parte+2

O documento apresenta um guia de revisão para o método Revisura, focado em Matemática, com acesso a Mapas Mentais e dicas estratégicas para aprovação. Ele inclui uma lista abrangente de tópicos matemáticos a serem estudados, como operações com conjuntos, polinômios, equações e inequações. O material enfatiza a importância de uma rotina de estudos, revisão e prática de questões para o sucesso do aluno.

Enviado por

Virginia Vinhas
Direitos autorais
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Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
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825-34
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Olá, bem-vindo(a)!
Olá, Revisurando(a)! Seja muito bem-vindo(a) ao método de revisão do Revisura.
A partir de agora, vamos trabalhar juntos pela sua aprovação. Você está tendo acesso aos
Mapas Mentais de Matemática do Revisura, os mais completos do mercado. Nossos materiais
foram criados de modo que você possa revisar o assunto sem precisar voltar várias vezes para a
teoria por falta de informações nas suas ferramentas de revisão.
Ao longo dos materiais, você vai encontrar informações estratégicas, mnemônicos e os
melhores bizus. É a sua aprovação a um Revisura Maps de distância.

Antes de começar, saiba que é importante que


você se dedique nestas três esferas:
Revisura Maps
✅ Ter uma rotina de estudos.
@[Link]
✅ Revisar com Revisura Maps. @revisuravestibulares
✅ Praticar questões. (98) 98508-8856

Agora, você está pronto para começar. [Link]@[Link]


Vamos lá?
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PARTE 2 de 2

1. Operações com Conjuntos 15. Polinômios


2. Cálculos com Porcentagem 16. Raciocínio Sequencial
3. Operações com Frações 17. Progressões Aritméticas e Geométricas
4. Operações com Números Inteiros e Decimais 18. Probabilidade
5. Critérios de Divisibilidade 19. Análise Combinatória
6. Razão e Proporção 20. Geometria Plana
7. Regra de três (Simples e Composta) 21. Geometria Espacial
8. MMC e MDC 22. Geometria Analítica
9. Potenciação e Radiciação 23. Ângulos
10. Expressões (Aritméticas e Algébricas), Equações e 24. Trigonometria
Inequações 25. Números Complexos
11. Juros Simples e Compostos 26. Matrizes e Determinantes
12. Sistemas de Medidas, Orientação Temporal e 27. Sistemas Lineares
Espacial 28. Tabelas e Gráficos
13. Funções, Função 1º grau, Função do 2º Grau, Função 29. Medidas de Centralidade, Variabilidade e
Modular Dispersão
14. Função Exponencial, Logaritmos e Função Logarítmica
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Expressões (Aritméticas e Algébricas)


Equações e Inequações
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Álgebra
Expressões x Igualdades x Equações x Inequações x Funções
Expressões Equação
Estruturas que misturam números e letras
Igualdade, na qual pelo menos uma das
(variáveis), sem a presença
expressões envolvidas é algébrica.
de um sinal de igualdade ou desigualdade.
Ex.: x2 −3x + 2 = 8
Aritmética: Apenas números e sinais
*
Ex.: 6. {20 – [ 30 – 20 ÷ (6 − 4). 3]} Inequações
* Algébrica: Apresenta letras (variáveis)
Desigualdades entre expressões.
Ex.: x2 −3x + 2 Possuem os sinais de maior (>) ou menor (<).

Igualdade Ex.: 2x + 4 > 15

Apresenta o sinal de igual (=) entre duas Função


expressões. Quando comparamos Ex.:
Pode ter valor lógico verdadeiro (V) ou falso (F) variáveis. y = 5x + 4
Uma variável em função da y(x) = 5x + 4
Ex.: 5 . 3 = 15 → (V) f(x) = 5x + 4
outra.
5 . 3 = 21 → (F)
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Expressões Exemplo: Resolva a seguinte expressão.


3{20 - [45 - 16 ÷ (6 - 4). 5]}
Expressões Aritméticas
1) Tem parênteses? Resolve a expressão interna e
Regras práticas: remove o separador:
3{20 - [45 - 16 ÷ (6 - 4). 5]}
* Os termos que vierem separados por parênteses,
colchetes e chaves devem ser resolvidos nessa 2) Tem colchetes? Resolve a expressão interna e
ordem, obrigatoriamente. remove o separador:
3{20 - [45 - 16 ÷ 2 . 5]}
1° ( ) 2° [ ] 3° { }
3) Aqui resolveremos primeiro a divisão, pois ela está na
ordem de preferência, em relação à subtração, e aparece
* As operações também possuem uma ordem
para serem efetuadas: primeiro que a multiplicação.

1°: Potenciação e Radiciação 3{20 - [45 - 8 . 5]}


2°: Multiplicação e Divisão 4) Agora resolvemos a multiplicação e por último a subtração:
3°: Soma e Subtração
3{20 - [45 - 40]}
1° 3 2 9 2° ×÷ 3° +- 3{20 - 5 } 3{20 - 5 }

5) Tem chaves? Resolver primeiro: 3 . 15


45
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Expressões Produtos Notáveis


* Quadrado da soma de dois termos:
Expressões Algébricas a2 + 2ab + b2 = (a + b) 2

Em algumas questões de expressões algébricas, * Quadrado da diferença de dois termos:


há a necessidade de fazer uma fatoração.
a2 − 2ab + b2 = (a − b) 2
Fatorar: Transformar o resultado de uma multiplicação
(produto) em partes separadas (fatores).
* Produto da soma pela diferença de dois termos:

a2 − b2 = (a + b)(a − b)
Ex.: 5 ∙ 3 = 15, 5 e 3 são fatores e 15 é o produto.

* Cubo da soma de dois termos:


Lembre-se, o Fatoração a3 + 3a2 b + 3ab2 + b3 = (a + b) 3
desenvolvimento é a
ida, fatoração é a a2 + 2ab + b2 = (a + b) 2
volta: * Cubo da diferença de dois termos:

Desenvolvimento a3 − 3a2 b + 3ab2 − b3 = (a − b) 3


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Equações Exemplo: Resolva a seguinte Equação.


3x – 3 = 12

Equações de 1º Grau 1) Com objetivo de deixar o x sozinho no primeiro membro,


somamos 3 aos dois lados da equação:
Uma equação do primeiro grau é do tipo:
3x – 3 + 3= 12 + 3
ax + b = 0 3x = 15
2) Para isolar o x, podemos dividir os dois membros por 3:
Onde:
x = incógnita (variável) 3x 15 x=5
=
a e b = coeficientes 3 3
Assim, dizemos que a solução, ou conjunto solução, da
equação 3x - 3 = 12 é S = { 5 }
Resolução:
Manipulamos os dois lados da equação OBS:
(de forma igual), com o objetivo de Na prática, isolamos a variável passando os números de um
isolar a variável “x” de um lado e seu lado para o outro da equação, de modo a inverter a operação.
respectivo valor do outro.
1) 3x – 3 = 12 2) 3x = 15
3x = 12 + 3 15
x=
3
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Equações
Tipos de Equações do 2º Grau:
Completa: ax2 + bx + c = 0

Equações de 2º Grau Incompleta:


Falta o termo do 1º ax2 + c = 0

Falta o termo
Uma equação do segundo grau é do tipo: independente ax2 + bx = 0

ax2 + bx + c = 0 Equações do segundo grau da forma ax2 + c = 0

Temos 3 possíveis termos: * Chamada de incompleta de b


2 * Solucionada no mesmo método da equação do 1º grau
* Termo de segundo grau: ax

* Termo de primeiro grau: bx Equações do segundo grau da forma ax2 + bx = 0

* Termo independente: c * Chamada de incompleta de c


* Resolvemos colocando o fator comum em evidência
OBS: a precisa ser diferente de zero (multiplicando um parêntesis)
(a ≠ 0), pois do contrário não existirá uma * Como o produto é 0, um dos fatores, obrigatoriamente, deve
equação do segundo grau ser zero.

* O outro fator, resolve-se no mesmo método da equação do


1º grau
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Exemplo: Resolva a seguinte Equação. Exemplo: Resolva a seguinte Equação.

2x2 + 3 = 35 3x2 − 12x = 0

Resolução: 2x2 + 3 = 35 Resolução: 3x2 − 12x = 0


1) Subtraímos 3 aos dois lados da equação: 1) Colocamos o fator comum em evidência:
2x2 + 3 − 3 = 35 − 3 3x2 − 12x = 0
2x2 = 32 x(3x − 12) = 0
2) Dividimos os dois membros por 2: 2) Como o produto é 0, um dos fatores, obrigatoriamente,
deve ser zero.
2x2 32 (3x − 12) = 0
=
2 2
x=0 3x = 12
x2 = 16 12
x= x=4 S = {0 ; 4}
3) Tiramos a raiz quadrada dos dois membros: 3

x2 = 16 Importante: As equações de segundo grau


podem ter até duas respostas reais
|x|=4 x = ±4 distintas.
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Equações do segundo grau da forma


Exemplo: Resolva a seguinte Equação.
(Completa): ax2 + bx + c = 0
x2 − 5x + 6 = 0
* Para resolução, usamos a fórmula de Bhaskara
1) Identificar os coeficientes:
* Suas raízes serão dadas por:
a=1 b = -5 c=6
−b ± Δ
x=
2a 2) Calcular o valor de delta (Δ):
Onde:
Δ = b2 − 4ac
Δ = b2 − 4ac
Δ = (−5) 2 − 4∙1∙6 = 25 – 24 = 1
Ou:
−b + b2 − 4ac 5+1
x′= x′= =3
2a 2
−(−5) ± 1 5 ± 1
−b ± b2 − 4ac x= =
x= 2∙1 2 5−1
2a x′′= =2
−b − b2 − 4ac 2
x′′=
2a
A solução será S = {3; 2}
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Inequações Exemplo: Resolva a seguinte Inequação.


-4x > 15 + x

Inequações de 1º Grau
Resolução: -4x > 15 + x
São desigualdades onde um dos membros -4x – x > 15 + x - x
é uma expressão do primeiro grau.
-5x > 15
Simbologia: Dividiremos ambos os lados por -5. Com isso,
devemos inverter > para <
* a > b ⇒ a é maior que b
* a ≥ b ⇒ a é maior ou igual a b
−5x 15 Logo:
* a < b ⇒ a é menor que b < x < -3
Ver Exemplo! −5 −5
* a ≤ b ⇒ a é menor ou igual a b

Graficamente:
Sempre que multiplicarmos ou dividirmos a
inequação por um número negativo, o sinal da x < -3
Importante: inequação mudará de sentido.
-3
Se for > ficará <, se for ≥ ficará ≤ e vice-versa
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Inequações Inequação Simultânea: Resolução Algébrica

Exemplo: Resolva a seguinte Inequação.


Inequação Simultânea 2x − 4
8
≤1+x<
x+1
4
É quando utilizamos duas inequações para
2x − 4 x+1
simbolizar um intervalo. Resolução: 8∙ ≤ 8 ∙ (1 + x) < 8 ∙
8 4
Exemplo: x>3 2x − 4 ≤ 8 + 8x < 2x + 2

x ≤ 12
2x − 4 −2x ≤ 8 + 8x −2x < 2x + 2 −2x
x pode assumir os valores de todos os números
Reais entre 3 e 12. − 4 ≤ 8 + 6x < 2
Excluindo o valor de 3 (>). − 4 −8 ≤ 8 + 6x −8 < 2 −8
Incluindo o valor de 12 (≤)
− 12 ≤ 6x < −6
Ou seja: 3 < x ≤ 12
Graficamente:
−12 6x −6
≤ <
3 < x ≤ 12 6 6 6 − 2 ≤ x < −1
3 12 − 2 ≤ x < −1 -1
-2
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Inequação do 2º Grau
Conceito Cálculo de Δ:
É uma expressão matemática que envolve uma Δ = b2 − 4ac Logo, temos duas raízes
variável elevada ao quadrado e outras Δ = (−5) 2 − 4∙2∙2 Reais e distintas
variáveis ou constantes, em que a relação
Δ = 25 − 16 = 9
entre os termos é uma desigualdade.
Raízes: −b + ∆ −(−5) + 9 5 + 3 8
Ex.: 3x2 − 2x + 4 ≤ 0 x′= = = = = 2
2a 2∙2 4 4
2x2 − x ≥ x2 + x −b ± b2 − 4ac
Exemplo: x=
2a
Resolver a seguinte inequação: −b − ∆ −(−5) − 9 5 − 3 2 1
x′′= = = = =
2a 2∙2 4 4 2
2x2 − 5x + 2 ≤ 0 Gráfico:
Resolução:
Chamamos y a função quadrática do 1º termo.
y = 2x2 − 5x + 2
2
Coeficientes: a = 2, b = -5 e c = 2
1
2
- 1
S= x ∈ R| ≤ x ≤ 2
Concavidade: Voltada para cima, pois a > 0 2
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Juros Simples e Compostos


Juros
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Conceito Conceitos Importantes


Quantia adicional de dinheiro que é cobrada Capital (C):
ou ganha em uma transação financeira, Valor inicial ou principal de dinheiro sobre o
/
geralmente relacionada ao empréstimo de qual os juros são calculados.
dinheiro ou ao investimento de capital.
Montante (M):
Tipos de Juros Valor final que inclui tanto o capital inicial
Juros Simples: quanto os juros ganhos ou pagos.

São calculados apenas sobre o valor principal


Taxa de Juros (i):
(quantia inicial) durante um determinado
período de tempo. Porcentagem do capital que é cobrada ou
ganha como juros durante um período de
Juros Compostos: tempo específico.
São calculados sobre o valor principal e Período (t):
também sobre os juros acumulados Período de tempo durante o qual os juros
anteriormente. estão sendo calculados.
Geralmente expresso em dias, meses ou anos.
Juros Simples
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Conceito Exemplo:
São juros calculados apenas sobre o valor Um comerciante contraiu um empréstimo de R$ 800,00,
principal (quantia inicial) durante um comprometendo-se a pagar a dívida ao final de 4 meses,
determinado período de tempo. à taxa de juros simples de 5% ao mês.
Os juros permanecem constantes ao Qual o valor dos juros a serem pagos?
longo do tempo. Resolução: Bizu:
J = C∙i∙t
Fórmula A taxa de juros e o período
J = 800∙0,05∙4 devem estar na mesma unidade
J = 160 reais de tempo.
J = C∙i∙t Exemplo:
Onde: Um capital de R$ 2000,00 aplicado em regime de juros
J = Juros Simples
simples à uma taxa mensal de 5% durante 6 meses, gerou
C = Capital (valor principal) um montante de ...?
i = Taxa de juros
Resolução:
t = Período de tempo Montante M = C∙(1 + i∙t) M = 2000∙1,3
M = 2000∙(1 + 0,05∙6)
M=C+J ou M = C∙(1 + i∙t) M = 2600 reais
M = 2000∙(1 + 0,3)
Juros Compostos
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Conceito Exemplo:
São juros calculados sobre o valor principal
e também sobre os juros acumulados Pedro aplicou R$ 20.000,00 em um investimento que
anteriormente. rende 20% ao ano a juros compostos.
Qual é o montante que Pedro terá ao final de 3 anos?
A partir do segundo período, os juros são
calculados sobre o montante do período anterior
(não sobre o capital inicial). Resolução:
M = C∙(1 + i) t
Fórmula 20 3
M = 20000∙(1 + )
100
M = C∙(1 + i)t
M = 20000∙(1 + 0,20) 3
Onde: Bizu:
M = Montante M = 20000∙(1,20) 3
C = Capital (valor principal) A taxa de juros e o
período devem estar na M = 20000 ∙ 1,728
i = Taxa de juros
mesma unidade de
t = Período de tempo tempo. M = 34.560 reais
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Sistemas de Medidas,
Orientação Temporal e Espacial
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Sistema de
Transformar 5 decâmetro
Exemplo: em centímetro.

Medidas
1º Passo: Identificar na tabela a posição da vírgula.

Quilometro Hectômetro Decâmetro Metro Decímetro Centímetro Milímetro

km hm dam m dm cm mm

Comprimento 5, 0

No SI, a unidade padrão é o metro (m).


2º Passo: Mover a vírgula para a coluna centímetros.
Transformações de Unidades: Ou seja, 3 casas para a direita.
Basicamente, movemos a posição da vírgula. Decâmetro Metro Decímetro Centímetro
Para converter uma unidade, movemos a vírgula dam m dm cm
uma casa para cada coluna da tabela.
5 0 0 0,
Usamos a seguinte tabela:
Quilometro Hectômetro Decâmetro Metro Decímetro Centímetro Milímetro
Logo, 5 decâmetro é igual a
km hm dam m dm cm mm 5000 centímetros
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Sistema de
Transformar 26,5 decilitro
Exemplo: em hectolitro.

Medidas
1º Passo: Identificar na tabela a posição da vírgula.

Quilolitro Hectolitro Decalitro Litro Decilitro Centilitro Mililitro


kl hl dal l dl cl ml
Capacidade 2 6, 5

No SI, a unidade padrão é o litro (l).


2º Passo: Mover a vírgula para a coluna hectolitro.
Transformações de Unidades: Ou seja, 3 casas para a esquerda.
Basicamente, movemos a posição da vírgula.
Hectolitro Decalitro Litro Decilitro Centilitro
Para converter uma unidade, movemos a vírgula
uma casa para cada coluna da tabela. hl dal l dl cl
0, 0 2 6 5
Usamos a seguinte tabela:
Quilolitro Hectolitro Decalitro Litro Decilitro Centilitro Mililitro
Logo, 26,5 decilitro é igual a
kl hl dal l dl cl ml 0,0265 hectolitro
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Sistema de
Transformar 256,58
Exemplo: gramas em quilogramas.

Medidas
1º Passo: Identificar na tabela a posição da vírgula.

Quilograma Hectograma Decagrama Grama Decigrama Centigrama Miligrama

kg hg dag g dg cg mg
Massa 2 5 6, 5 8

No SI, a unidade padrão é o quilograma (kg).


2º Passo: Mover a vírgula para a coluna quilograma.
Transformações de Unidades: Ou seja, 3 casas para a esquerda.
Basicamente, movemos a posição da vírgula.
Quilograma Hectograma Decagrama Grama Decigrama Centigrama
Para converter uma unidade, movemos a vírgula
uma casa para cada coluna da tabela. kg hg dag g dg cg
0, 2 5 6 5 8
Usamos a seguinte tabela:
Quilograma Hectograma Decagrama Grama Decigrama Centigrama Miligrama
Logo, 256,58 gramas é igual a
kg hg dag g dg cg mg 0,25658 quilogramas
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Sistema de Exemplo:
Transformar 2580,50 decâmetro
quadrado (dam2 ) em quilômetro
quadrado (km2 ).

Medidas Quilometro
quadrado
1º Passo: Identificar na tabela a posição da vírgula.
Hectômetro
quadrado
Decâmetro
quadrado
Metro
quadrado
Decímetro
quadrado
Centímetro
quadrado
Milímetro
quadrado
Área km2 hm2 dam2 m2 dm2 cm2 mm2
No SI, a unidade padrão é o
25 80, 50
Metro ao quadrado (m2 ).
2º Passo: Mover a vírgula para a coluna quilômetro quadrado.
Transformações de Unidades:
Ou seja, 4 (2 colunas x 2 algarismo) casas para a esquerda.
Basicamente, movemos a posição da vírgula.
Quilômetro Hectômetro Decâmetro Metro
Para converter uma unidade, movemos a vírgula duas casas para quadrado quadrado quadrado quadrado
cada coluna da tabela. Em cada coluna teremos dois algarismos
(exceto pelas extremidades). km2 hm2 dam2 m2

Usamos a seguinte tabela: 0, 25 80 50

Quilômetro Hectômetro Decâmetro Metro Decímetro Centímetro Milímetro Logo, 2580,50 decâmetro
quadrado quadrado quadrado quadrado quadrado quadrado quadrado
quadrado é igual a 0,25805
km2 hm2 dam2 m2 dm2 cm2 mm2 quilômetro quadrado.
0,25805 km2
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Sistema de Exemplo:
Transformar 3,450 metro ao cubo
(m3 ) em centímetro ao cubo (cm3 ).

Medidas Quilômetro
ao cubo
1º Passo: Identificar na tabela a posição da vírgula.
Hectômetro
ao cubo
Decâmetro
ao cubo
Metro ao
cubo
Decímetro
ao cubo
Centímetro
ao cubo
Milímetro
ao cubo

Volume km3 hm3 dam3 m3 dm3 cm3 mm3


Bizu: 3, 450
No SI, a unidade padrão é o
Metro ao Cubo (m3 ). 1 m3 = 1000 l 2º Passo: Mover a vírgula para a coluna centímetro ao cubo.
Ou seja, 6 (2 colunas x 3 algarismo) casas para a direita.
Transformações de Unidades:
Metro ao Decímetro Centímetro Milímetro
Basicamente, movemos a posição da vírgula. cubo ao cubo ao cubo ao cubo
Para converter uma unidade, movemos a vírgula três casas para cada
coluna da tabela. Em cada coluna teremos três algarismos. m3 dm3 cm3 mm3
3 450 000,
Usamos a seguinte tabela:
Quilômetro Hectômetro Decâmetro Metro ao Decímetro Centímetro Milímetro
ao cubo ao cubo ao cubo cubo ao cubo ao cubo ao cubo Logo, 3,450 metro ao cubo é
igual a 3450000 centímetro
km3 hm3 dam3 m3 dm3 cm3 mm3 ao cubo.
3.450.000,00 cm3
Sistema de Medidas
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Temperatura
A temperatura pode ser medida em graus
Celsius (°C), Fahrenheit (°F) ou Kelvin (K). Transformações entre Escalas:
(Unidades mais usadas)

Escalas termométricas 5∙θF − 160


Fahrenheit para Celsius: θC =
9
Ponto de
F ºC K
ebulição da 212 100 373,15
água
158 70 343,15
Celsius para Fahrenheit: 9∙θC + 160
122 50 323,15 θF =
5
Ponto de
86 30 303,15
congelamento
da água 0 0 273,15
-22 -30 243,15
Celsius para Kelvin: θK = θC + 273,15
-58 -50 223,15
Zero -459 -273 0
absoluto

Kelvin para Celsius: θC = θK − 273,15


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Orientação Temporal
Relógio Exemplo: Converter 4600 segundos
1 dia tem 24 horas. em horas, minutos e segundos.
1 hora tem 60 minutos. Primeiro convertemos para minutos:
1 minuto tem 60 segundos.
4600 60 Logo, 4600 segundo é igual a 76
(-) 420 minutos e 40 segundos
76
Exemplo: Converter 2500 segundos 400 Agora vamos converter 76
em minutos. (-) 360
minutos para horas.
(40)
Como 1 minuto tem 60 segundos, vamos
dividir 2500 por 60. 76 60 Temos que 76 minutos é igual a
(-) 60 1 hora e 16 minutos
2500 60 1
(-) 240
(16) Logo, 4600 segundos é igual a
41 1h 16min e 40s
100
(40)
Como 1 dia tem 24 horas:
Temos o quociente igual 41 e o resto 40.
Exemplo: Converter 78 24
Logo, temos 41 minutos e 40 segundos 78 horas em dias. (-) 72 Logo, 78 horas é igual a
3
(6) 3 dias e 6 horas
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Orientação Temporal
Calendário Não são períodos regulares.
Semana Podem ter 30 ou 31 dias e fevereiro
Mês tem 28 dias ou 29 (Bissexto) .
1 semana tem 7 dias.
Os dias da semana se repetem
Bizu: Para descobrir se o mês é de 30 dias ou 31,
continuamente (sequência cíclica).
usamos a dica do punho fechado.
Os meses posicionados nos ossos têm 31 dias.
Exemplo: Supondo que hoje é Os meses posicionados nas cartilagens têm 30 dias.
segunda-feira, qual dia da semana
será daqui a 58 dias? Março Maio Outubro
Julho Agosto
Janeiro Dezembro
Devemos dividir 58 dias por 7 (dias de
uma semana) e observamos o resto. Ossos

Logo, daqui a 58 dias teremos Cartilagens


58 7
(-) 56 exatamente o mesmo dia da
8 semana que ocorrerá em 2 dias.
(2)
Fevereiro Novembro
Logo: Quarta-feira Abril Setembro
Junho
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Orientação Temporal
Mês Calendário
1 ano geralmente tem 365 dias.
Exemplo: Supondo que hoje é dia 17 Ano Exceção: Ano bissexto tem 366 dias.
de junho, que dia será daqui a 72 dias?

1º Passo: Identificar a quantidade


Ano bissexto:
de dias dos próximos meses. 1) Nesse ano, o mês de fevereiro tem 29 dias.
Total 2) Ocorre de 4 em 4 anos.
Junho: 30 dias ------ 30 3) É divisível por 4.
Julho: 31 dias ------ 61
Agosto: 31 dias ------ 92 Bizu: Para saber se um ano é bissexto, basta descobrir se é
divisível por 4. Para saber se é divisível por 4, observamos se
2º Passo: Somar os dias dos meses até chegar
os dois últimos algarismos formam um número divisível por 4.
em 72 dias, começando pelo dia 17 de junho.

Somando 30 dias, será 17 de julho Exemplo: Verificar se 1992 é bissexto.


(faltando 72-30 = 42) 92 4
Devemos verificar se Como o resto da
1992 é divisível por 4. (-)8
Somando 31 dias, será 17 de Agosto divisão é 0, logo 92 é
23
(faltando 42-31 = 11) Para isso, vamos dividir 12 divisível por 4.
92 por 4. (0)
Somando 11 dias, será 28 de Agosto. 1992 é Bissexto
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Orientação Espacial
Conceito Plano Cartesiano
Formado por duas retas perpendiculares.
Distância entre dois pontos
O ponto de encontro entre as duas retas é É obtido pelo teorema de Pitágoras.
chamado de origem. É o ponto (0, 0).
Um ponto é definido por um par de d2 = (∆x) 2 + (∆y) 2
coordenadas (x, y). Exemplo:
∆x = (7 – 4) = 3 ∆y = (10 – 6) = 4
Exemplo: A (2, 3), B (-2, 1) e C (3, -1) Calcular a distância
y entre os pontos d2 = (3) 2 + (4) 2
3 A (2, 3) A(7, 10) e B(4, 6) d =5
d= 9 + 16 = 25

B (-2, 1) Distância entre duas retas


1
Bizu: A distância entre duas retas paralelas pode ser
3 calculada das seguintes formas:
-2 O 2 x = horizontal
x (eixo das abscissas) Horizontais: Subtrair as ordenadas (y)
-1
C (3, -1) Y = vertical Verticais: Subtrair as abscissas (x)
(eixo das ordenadas) Inclinadas: Usar o teorema de Pitágoras.
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Funções, Função 1º grau,


Função do 2º Grau, Função Modular
Funções
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Lei de Correspondência
É a lei (fórmula) que associa a varável independente
Conceito (x) à variável dependente (y).
É a relação entre um conjunto de entrada Exemplo:
(Domínio) e um conjunto de saída (Contradomínio)
em que cada elemento do domínio está associado Qual a lei de correspondência que associa cada número
a um único elemento de contradomínio. Real x ao número y, sendo y o dobro de x?

D Im Resolução:
y = 2x ou f(x) = 2x 5 10

3 6
x x=5 → y = 2∙5 = 10
y = f(x)
x=3 → y = 2∙3 = 6 -2 -4
x = -2 → y = 2∙(−2) = −4 1 2
3
Domínio Imagem 1 1 2 3
x= → y = 2∙ =
3 3 3 Domínio Imagem
x = Variável independente
Bizu:
y = Variável dependente
Domínio: Conjunto de valores que podem ser atribuídos a x.
Imagem: Conjunto de valores que y assume, em correspondência aos valores de x.
Funções
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III -

Exemplos
Verificar se os esquemas representam uma função.
Domínio Imagem
SIM NÃO
I -
Cada elemento do Não pode o mesmo elemento do domínio estar
domínio está associado associado a mais de um elemento no
a um único elemento contradomínio.
no contradomínio.
IV -
Domínio Imagem

II -
SIM
Pode ter mais de um
elemento no domínio Domínio Imagem
associado a um elemento NÃO
no contradomínio. Não pode haver elemento no domínio
Domínio Imagem
que não esteja associado a um
elemento no contradomínio.
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Funções
Exemplo:
Determine as coordenadas de cada ponto no plano
cartesiano abaixo:
Y
Plano Cartesiano B

E
Conceito
A
É um sistema de coordenadas utilizado para representar
pontos no espaço bidimensional.
F I H X
É formado por dois eixos perpendiculares que se cruzam
em um ponto central, chamado de origem. C
x = horizontal (eixo das abscissas)
y = vertical (eixo das ordenadas) J G D

A interseção dos dois eixos é o ponto (0, 0) → Origem


Cada ponto no plano cartesiano é representado por Cada ponto apresenta as coordenadas no formato (x, y).
um par ordenado de números (x, y).
Para encontrar as coordenadas de A(4, 2), B(-4, 6), C(-5, -3),
cada ponto, basta conferir a D(4, -5), E(0, 4), F(-3, 0),
distância na horizontal a na vertical G(0, -6), H(5, 0), I(0, 0),
do ponto de origem (0, 0). J(-7, -5)
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Funções
Resolução:
1º Passo: Vamos supor alguns valores para x e
encontrarmos os valores para y.

Construção de Gráficos A B C D E F G
x -3 -2 -1 0 1 2 3
É possível construir o gráfico de uma função y -6 -4 -2 0 2 4 6
conhecendo a sua lei de correspondência.
y
1º Passo: Construir uma tabela relacionando os G 3º Passo:
valores de x com os valores de y, calculados através
da lei de correspondência. F
2º Passo: Representar cada par ordenado (x, y)
por um ponto no plano cartesiano. E
3º Passo: Liga-se os pontos formando uma curva
“provável” que contenha todos os pontos. D x

Exemplo: 2º Passo: C

Construir o gráfico da função y = 2x, com domínio R. B

A
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Função do 1º Grau
Conceito Gráfico
A representação gráfica de uma função do 1º grau é uma reta.
É um tipo de função que relaciona variáveis
de forma direta e proporcional. O coeficiente angular “a” determina a inclinação da reta
no gráfico da função.
Ela pode ser representada pela seguinte O coeficiente linear “b” determina onde a reta corta o eixo y.
equação geral:
Como o gráfico é uma reta, basta obtermos dois pontos e ligá-los.

f(x) = ax + b Exemplo: Construir o gráfico da função y = 2x – 1.


Onde:
Faremos x = 0 (para encontrarmos onde a reta toca em y).
f(x) = Valor da função para um dado valor de x.
Faremos y = 0 (para encontrarmos onde a reta toca em x).
x = Variável independente.
a = Coeficiente angular. x = 0 → y= 2∙0 − 1
b = Coeficiente linear. y = -1

y = 0 → 0 = 2∙x − 1 1
Ex: f(x) = 3x + 2 (a = 3 e b = 2)
1 = 2∙x 2
f(x) = -5x – 3 (a = -5 e b = -3) -1
1
x=
2
Função do 1º Grau
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Equação da reta
Equação
Encontrar a equação da reta que passa por dois pontos. Raiz da Equação
Para isso precisamos encontrar os coeficientes a e b.
É o valor da variável x que faz com que f(x) = 0.
Exemplo: Exemplo:
Obter a equação da reta que passa pelos Encontrar a raiz da função f(x) = 2x + 4
pontos A(-1, 5) e B(2, -4).
2x + 4 = 0
Sabemos que a equação da reta é dada por: y = ax + b
2x = −4
Sabemos também que as coordenadas de um ponto é P(x, y)
−4
Ponto B: x= x = −2
Ponto A: 2
Logo: −4 = a∙2 + b
5 = a∙ −1 + b
Assim temos:
5 = −a + b −4 = (b − 5)∙2 + b
a=b−5
−4 = 2∙b − 10 + b Logo:
a=b−5 a = 2− 5
−4 + 10 = 2b + b
a = −3 y = -3x + 2
6 = 3b b=2
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Função do 1º Grau
Crescimento e Decrescimento

Crescente Constante
Quando o Quando o coeficiente
coeficiente angular angular “a” for igual
“a” for maior que que zero (a = 0).
zero (a > 0).

Exemplo:
Decrescente
f(x) = 2x + 4 Crescente
Quando o
coeficiente angular f(x) = -3x + 2 Decrescente
“a” for menor que
zero (a < 0). f(x) = 2x Crescente
f(x) = 9 Constante
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Função do 2º Grau
Conceito Raízes da Equação
É a função onde a variável y é definida por um São os valores da variável x que faz com que f(x) = 0.
polinômio de segundo grau em relação a x. A função do 2º grau apresenta duas raízes.
Para resolução, usamos a fórmula de Bhaskara.
A forma geral de uma função do 2º grau é:
Suas raízes serão dadas por:

y = ax2 + bx + c
−b ± Δ
Onde: x= Onde: Δ = b2 − 4ac
2a
f(x) = Valor da função para um dado valor de x.
x = Variável independente. Ou:
a, b e c são números reais e a ≠ 0. −b + b2 − 4ac
x′=
2a
Ex.: f x = 3x2 − 2x + 1 (a = 3, b = -2 e c = 1)
−b ± b2 − 4ac
f x = 2x2 − 4x (a = 2, b = -4 e c = 0) x=
2a
f x = 5x2 + 3 (a = 5, b = 0 e c = 3) −b − b2 − 4ac
x′′=
2a
f x =−3x2 (a = -3, b = 0 e c = 0)
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Função do 2º Grau
Raízes da Equação
Bizu: 2) Calcular o valor de delta (Δ):

Δ < 0: Não há raízes reais. Δ = b2 − 4ac


Δ = 0: Há duas raízes reais e iguais. Δ = (−5) 2 − 4∙1∙6 = 25 – 24 = 1
Δ > 0: Há duas raízes reais e diferentes.
Como Δ > 0 podemos concluir que a função apresenta
duas raízes reais e diferentes.
Exemplo:
3) Calcular as raízes:
Resolva a seguinte Equação.
5+1
x2 − 5x + 6 = 0 x′= = 3
2
−(−5) ± 1 5 ± 1
1) Identificar os coeficientes: x= =
2∙1 2 5−1
x′′= = 2
a=1 b = -5 c=6 2
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Função do 2º Grau
Gráfico Concavidade da parábola
Conceito a > 0: Concavidade voltada para cima:
A representação gráfica de uma função do
2º grau é uma parábola.
Vértice

a < 0: Concavidade voltada para baixo:

Vértice

Bizu:
A parábola pode ter sua concavidade
voltada para cima ou para baixo.
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Função do 2º Grau
Coordenadas do vértice
Exemplo:
Conceito Encontrar as coordenadas do vértice da
O vértice da parábola é o ponto de máximo parábola da função:
ou mínimo de uma curva parabólica. y = x2 − 6x + 4
É o ponto dado por:
Resolução:

b ∆ Coeficientes: a = 1, b = -6, c = 4
V(− , − )
2a 4a Cálculo de xv :
b −6 6
Ou seja: xv = − =− = = 3
2a 2∙1 2
Cálculo de yv :
b ∆ ∆
xv = − e yv = −
2a 4a Δ = b2 − 4ac yv = −
4a Logo: V(3, -5)
Δ = (−6) 2 − 4∙1∙4
20
Δ = 36 − 16 = 20 yv = − = −5
4∙1
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Construção da parábola 3º Passo: Encontrar o vértice da parábola.

b −5 5
Exemplo: xv = − =− =
2a 2∙2 4 5 9
Logo: V ,−
Construa o gráfico da seguinte função: 4 8
∆ 9 9
yv = − =− =−
y = 2x2 − 5x + 2 4a 4∙2 8

Resolução: 4º Passo: Ponto em que a parábola corta o eixo y.

1º Passo: A concavidade da parábola é voltada c=2 P(0, 2)


para cima, pois a > 0.
5º Passo: Desenho da parábola.
2º Passo: Encontrar os pontos em que a parábola
intercepta o eixo x (raízes).
Δ = b2 − 4ac
Δ = (−5) 2 − 4∙2∙2 −b ± b2 − 4ac 2
x=
Δ = 25 − 16 = 9 2a
1 5
−b + ∆ −(−5) + 9 5 + 3 8 2 4
x′= = = = =2
2a 2∙2 4 4 2
9

−b − ∆ −(−5) − 9 5 − 3 2 1 8
Vértice
x′′= = = = =
2a 2∙2 4 4 2
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Função do 2º Grau
Sinal 2º Caso: ∆ = 0: Tem-se duas raízes iguais.
1º Caso:
∆ > 0: Tem-se duas raízes distintas.

- -
+ +
a<0
+ + a>0
-
3º Caso: ∆ < 0: Não admite raízes reais.
a>0

+ - -
- - + + a<0
a<0
a>0
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Inequação do 2º Grau
Conceito Cálculo de Δ:
É uma expressão matemática que envolve uma Δ = b2 − 4ac Logo, temos duas raízes
variável elevada ao quadrado e outras Δ = (−5) 2 − 4∙2∙2 Reais e distintas
variáveis ou constantes, em que a relação
Δ = 25 − 16 = 9
entre os termos é uma desigualdade.
Raízes: −b + ∆ −(−5) + 9 5 + 3 8
Ex.: 3x2 − 2x + 4 ≤ 0 x′= = = = = 2
2a 2∙2 4 4
2x2 − x ≥ x2 + x −b ± b2 − 4ac
Exemplo: x=
2a
Resolver a seguinte inequação: −b − ∆ −(−5) − 9 5 − 3 2 1
x′′= = = = =
2a 2∙2 4 4 2
2x2 − 5x + 2 ≤ 0 Gráfico:
Resolução:
Chamamos y a função quadrática do 1º termo.
y = 2x2 − 5x + 2
2
Coeficientes: a = 2, b = -5 e c = 2
1
2
- 1
S= x ∈ R| ≤ x ≤ 2
Concavidade: Voltada para cima, pois a > 0 2
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Função Modular
Conceito Gráfico
É a função do tipo f(x) = |x| A representação gráfica de uma função modular
Envolve o módulo do número. é dada da seguinte forma:

1º Passo: Construir o gráfico da função f(x) = x,


Módulo de um número representando apenas a parte em que x ≥ 0.
Módulo de um número ou valor absoluto é
o número real não negativo tal que: 2º Passo: Construir o gráfico da função f(x) = -x,
representando apenas a parte em que x < 0.
x = x, se x ≥ 0
ቐ ou
3º Passo: Reunir os dois gráficos.
x = −x, se x < 0

* O módulo de um número qualquer é sempre maior ou igual a zero.


Bizu: * O módulo de um número não negativo é o próprio número. Ver exemplos nos
próximos Mapas Mentais
* O módulo de um número negativo é o oposto do número.
Ex: |5| = 5 |-4| = +4 = 4 |0| = 0
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Função Modular
Exemplo I 2x – 3 ≥ 0 II 2x – 3 < 0
2x ≥ 3 2x < 3
Calcule a seguinte função:
3 3
| 2x – 3 | = x + 2 x≥ x<
2 2

3
Resolução: 2x − 3 se x ≥
2x − 3 = 2
Logo: 3
− 2x − 3 se x <
2
Bizu: O que está em módulo não é
apenas a incógnita x e sim toda a 3
expressão 2x – 3. 3 Para x < :
* Para x≥ : * 2
2 Solução:
2x − 3 = x + 2
2x − 3 = x + 2
Temos que: 1
−(2x − 3) = x + 2 S= 5,
2x − 3 = x + 2 3
2x − 3 se 2x − 3 ≥ 0 (Iሻ −2x + 3 = x + 2
2x − 3 = ൝ 2x − x = 2 + 3
− 2x−3 se 2x − 3 < 0 (IIሻ
−2x − x = 2 − 3
x=5
−3x = −1 1
x=
3
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Função Modular
y

1º Passo: Gráfico I
Exemplo
x≥3 x
3
Construa o gráfico da seguinte função: y=x−3
−3
f(x) = | x – 3 | x = 0 → y = -3
y=0 → x=3 y
Resolução:
2º Passo: Gráfico II
3
x−3 se x−3 ≥ 0 (Iሻ x<3
x−3 =൝ y = −x + 3
− x−3 se x−3 < 0 (IIሻ
x=0 → y=3
3 x
y=0 → x=3
y
I x–3≥0 II x–3<0
x≥3 x<3 3
3º Passo: Unir os
x−3 se x≥3 gráficos
x−3 =ቊ
− x−3 se x<3
3 x
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Função Exponencial,
Logaritmos e Função Logarítmica
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Função Exponencial
Conceito 2) Se a > 1, então a função é crescente.
É a função do tipo: Dados dois números reais x1 e x2 :

f x = ax x x
Se x1 < x2 então a 1 < a 2
a é um real em que, a > 0 e a ≠ 1
3) Se 0 < a < 1, então a função é decrescente.
Domínio: R (reais)
Imagem: R∗+ (reais positivos)
Propriedades Dados dois números reais x1 e x2 :
x x
Se x1 < x2 então a 1 > a 2

1) O gráfico da função f x = ax corta o x x


4) Se a 1 = a 2 então x1 = x2
eixo y no ponto de ordenada 1.

Para x = 0, temos que: Bizu: Número de Euler


y = ax Constante matemática que é a base dos
logaritmos naturais.
y = a0
y=1 e = 2,718281...
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Função Exponencial y
y = ax
Gráfico
Para todo a > 0 e x Real, temos ax > 0.
a>1
Logo y = ax está sempre acima do eixo x.

1
1) Se a > 1, então y = ax
aproxima-se de 0 quando x x
assume valores negativos cada
vez menores. y = ax y Bizu:
Sempre corta o
2) Se 0 < a < 1, então y = ax eixo y em y = 1.
aproxima-se de 0 quando x
assume valores positivos cada
vez maiores. 0<a<1
1

x
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Equação Exponencial
Exemplo:
Conceito
Resolva as seguintes equações:
Aquela que apresenta a incógnita no x
expoente de pelo menos uma potência. x 1
a) 3 = 27 b) = 16
x 2
Ex.: 4 x = 8 Ex.: 1
= 16
4 Resolução:

Método a) 3 x = 27

Reduzir ambos os membros da equação 3x = 33 X=3


a potências de mesma base.
x
ax1 = ax2 X1 = X2 b)
1
= 16
2
(0 < a ≠ 1) x
2 −1 = 24
Bizu: Quando não for possível reduzir a 2−x = 24
potências de mesma base, devemos
usar logaritmos. -X=4 X = -4
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Inequação Exponencial
Conceito Bizu: Quando não for possível reduzir a potências
de mesma base, devemos usar logaritmos.
É a inequação que apresenta a incógnita no
expoente de pelo menos uma potência.
Exemplo:
x
Ex.: 4 x > 8 Ex: 1
≥ 16 Resolva as seguintes equações:
4 x
1
a) 2x > 64 b) ≤ 16
Método 2
Reduzir ambos os membros da
Resolução:
inequação a potências de mesma base.
(0 < a ≠ 1) a) 2x > 64
2x > 26 X >6 S = {X ∈ R| X > 6}
ax 1 < ax 2 X1 < X2 (Se a > 1)
x
1
ax 1 < ax 2 X1 > X2 (Se 0 < a < 1) b) ≤ 16 -X≤4
2
x X ≥ -4
2−1 ≤ 24
S = {X ∈ R|X ≥ −4}
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Logaritmos
Conceito 1) O logaritmo de 1 em qualquer base (a)
é igual a 0.
O logaritmo de um número (b) é o expoente
(x) ao qual outro número, chamado base (a), loga 1 = 0 Pois a0 = 1
deve ser elevado de modo que a potência ax
seja igual a b.
2) O logaritmo da própria base é igual a 1.
loga b = x ax = b
loga a = 1 Pois a1 = a
(0 < a ≠ 1) Bizus
(b > 0)
Onde:
3) A potência de base (a) e expoente
a = base do logaritmo
loga b é igual a (b).
b = Logaritmando
x = Logaritmo
aloga b = b
log3 9 = 2, pois 3 2 = 9
Ex.: 1 4) Se logaritmos de mesma base são iguais, então os
1 logaritmandos também são iguais.
log3 3 = , pois 3 2 = 3
2
loga b = loga c b=c
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Logaritmos
Propriedades
Sistemas de Logaritmos
1) Logaritmo do Produto:
Sistema de Logaritmos Decimais:
Logaritmos que apresentam a loga b∙c = loga b + loga c
base 10.
Ex.: log4 6 = log4 2∙3 = log4 2 + log4 3
Representação:

log10 x ou log x 2) Logaritmo do Quociente:


b
loga = loga b − loga c
Sistema de Logaritmos Neperianos: c
2
Logaritmos que apresentam a Ex.: log = log5 2 − log5 3
5 3
base e (Número de Euler).

Representação: 3) Logaritmo da Potência:

loge x ou ln x loga bx = x∙ loga b

Ex.: log3 5 2 = 2∙ log3 5


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Logaritmos
Mudança de Base Bizu
Relação de loga b com logb a .
Fazemos:
logc b loga b ∙ logb a = 1
loga b =
logc a
Ex.: log3 2 ∙ log2 3 = 1

Exemplos: Exemplo:
log10 3 0,4771 Calcule o valor de:
a) log2 3 = = ≅ 1,59
log10 2 0,3010
y = log5 3 ∙ log7 2 ∙ log3 5 ∙ log2 7
Auxílio da
loge 4 calculadora Resolução:
b) log3 4 =
loge 3
y = log5 3 ∙ log7 2 ∙ log3 5 ∙ log2 7
ln 4 1,3863
log3 4 = = ≅ 1,26 Bizu:
ln 3 1,0986
y = log5 3 ∙ log3 5 ∙ log7 2 ∙ log2 7
As questões geralmente
fornecem os valores. y = 1 ∙1 = 1
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Função Logarítmica
Conceito y
f(x) = loga x
É a função do tipo: Gráfico
1) Se a > 1, então y = loga x
f(x) = loga x aproxima-se de 0 quando y
assume valores negativos cada 1 x
vez menores.
Onde:
a é um número Real em que: (a > 1)
(Crescente)
(0 < a ≠ 1)
y
Bizu:
É a inversa da função
exponencial. 2) Se 0 < a < 1, então y = loga x 1
aproxima-se de 0 quando y
x
Ex.: y = log2 x y = log x assume valores positivos cada
vez maiores.
y = log5 x y = ln x f(x) = loga x
(0 < a < 1)
(Decrescente)
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Equação Logarítmica
Conceito Resolução:
É aquela que apresenta a 1º Passo: Usar a propriedade de logaritmo de
incógnita no logaritmando ou na mesma base.
base do logaritmo.
3x − 4 = 2x − 2
Exemplos: 3x − 2x = − 2 + 4
log5 (x + 2) = log5 (3x −2) x=2
logx (3x − 2) = logx 3
2º Passo: Analisar a condição de existência.
Igualdade entre dois logaritmos de Logaritimando > 0
mesma base: I. 3x − 4 > 0 II. 2x − 2 > 0
Exemplo: 3x > 4 2x > 2
Resolva a equação: 4 x>1
x>
3
log3 (3x − 4) = log3 (2x −2)
Como x = 2, logo satisfaz as S = {2}
condições de existência.
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Equação Logarítmica
Igualdade entre um logaritmo e Exemplo envolvendo as propriedades:
um número Real: Resolva a equação:
Resolva a equação: 2log3 x = log3 (x + 2) + log3 (2x − 3)
log5 (3x + 4) = 2 Resolução:
log3 x2 = log3 [(x + 2)∙(2x − 3)] 0 = 2x2 − x2 + x − 6
Resolução:
x2 + x − 6 = 0
Usar a propriedade padrão: x2 = (x+2)∙(2x−3)
x2 = 2x2 − 3x + 4x − 6 x1 = −3 x2 = 2
loga b = x ax = b
Condições de existência: 0
I.
log5 (3x + 4) = 2 3x = 21 I. x > 0
-2
II.
21 II. x + 2 > 0
5 2 = 3x + 4 x= x > -2 III.
3/2
3
3x + 4 = 25 III. 2x - 3 > 0 I ∩ II ∩ III
x=7
3x = 25 - 4 2x > 3 3/2
3
x> x1 = −3 não satisfaz S = {2}
2
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Inequação Logarítmica
Conceito a) log2 (3x − 2) > 4
Pois 24 = 16
É a inequação que apresenta a Resolução:
incógnita no logaritmando ou na
log2 (3x − 2) > log2 16 a = 2 (sinal permanece)
base do logaritmo.
Exemplos: 3x − 2 > 16 Condição de
Exemplos: 3x − 2 > 0 existência
3x > 18
3x > 2
log5 (x + 2) > log5 (3x −2) x>6 2
x> S= x ∈ R x > 6}
logx (3x − 2) ≥ logx 3 3

Sendo “a” a base do logaritmo:


b) log1 (3x − 3) ≤ log1 3
1
Se a > 1: O sinal da desigualdade 2 2 a= (sinal inverte)
Resolução: 2
permanece. 0<a<1
3x − 3 ≥ 3
Se 0 < a < 1: O sinal da desigualdade 3x − 3 > 0 Condição de
3x ≥ 6 existência
inverte. x ≥2 3x > 3
x>1
S= x ∈ R x ≥ 2}
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Equação Exponencial
Conceito
Logaritmo
Resolução:
Algumas equações exponenciais não a) 3 x = 5 Mudança de base
podem ser reduzidas a uma igualdade x = log3 5
de potências de mesma base.
log 5 0,6990 x = 1,465
Nestas questões usamos os conceitos x= = = 1,465
log 3 0,4771
de logaritmos para resolvermos a
Uso da
equação. calculadora
b) 24x−1 = 7
ax = b x = loga b 24x m−n bm
=7 b = n
Com 0 < a ≠ 1 21 b
b > 0 24x = 14
Exemplo: n
x bm∙n = bm
24 =14
Resolver as seguintes equações:
16 x = 14
a) 3 x = 5 b) 24x−1 = 7
Mudança de base
log 14 1,1461 x = 0,952
x = log16 14 = = = 0,952
log 16 1,2041
Uso da calculadora
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Polinômios
Polinômios
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Monômio Operações
Monômio Adição e Subtração:
É uma expressão algébrica que consiste Devemos ter monômios com variáveis
em um único termo. semelhantes.
Conservamos a parte literal e adicionamos ou
Esse termo é geralmente composto pela
subtraímos os coeficientes.
multiplicação de um número e potências cuja base
são letras e os expoentes são números naturais. Ex.: 5xy9 - 3xy9 = 2xy9
Coeficiente Multiplicação e Divisão:
Ex.: 3x2 5xy9 Multiplicamos ou dividimos coeficiente com
coeficiente e parte literal com parte literal.
Parte literal
Ex.: (4x2 y3 )∙(5x2 y2 ) = 4∙5∙x2+2 ∙y3+2

1) Monômio com uma única variável: o grau


Grau = 20 x4 ∙y5
será o expoente dessa variável.

Ex.: 3x2 (Grau: 2) 2) Monômio com várias variáveis: o grau será 3) Monômio sem variáveis:
a soma dos expoentes. seu grau é 0.
Ex.: 5xy3 (Grau: 1 + 3 = 4) Ex.: 8 (Grau: 0)
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Polinômios
Conceito
Valor numérico
É a soma de monômios não semelhantes.
É o resultado obtido quando você substitui a
Forma geral: variável independente por um número
específico e, em seguida, efetuamos as
P x = an xn + an−1 xn−1 + … + a1 x1 + a0 operações do polinômio.
Exemplo:
Ex.: P x = 3x3 + 4x2 − x + 8 Calcular o valor numérico para x = 2.
P x = 2x3 + 3x2 − 3x − 5
Grau e Coeficiente dominante
Grau: Maior grau entre os graus de Resolução:
seus monômios. Substituir x por 2 e efetuar as operações.
Coeficiente dominante: Coeficiente do
P 2 = 2 ∙ 23 + 3 ∙ 22 − 3 ∙ 2 − 5
monômio de maior grau.
P 2 =2∙8 +3∙4 − 6 − 5
Ex.: P x = −4x3 + 3x2 − 5x + 9
P 2 = 16 + 12 − 6 − 5
Grau: 3
P 2 = 17
Coeficiente dominante: -4
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Raiz
Polinômios
Polinômio Nulo
É um valor de "x" que torna a equação É um polinômio cujos coeficientes de todos
polinomial P(x) igual a zero. os termos são iguais a zero.

Exemplo: P x ≡0
Verificar se 2 e 5 são raízes do
polinômio a seguir: Polinômios Idênticos
P x = x3 − 6x2 + 11x − 6 São polinômios que têm exatamente os mesmos termos,
com os mesmos coeficientes e os mesmos expoentes,
Resolução: mas podem ser escritos em diferentes formas.
Para x = 2 Exemplo:
P 2 = 23 − 6 ∙ 22 + 11 ∙ 2 − 6
Quais os valores de a, b e c para que os polinômios a
P 2 = 8 − 24 + 22 − 6 = 0 seguir sejam idênticos?
Para x = 5 g x = − 2x2 + 5x + 4
f x = ax2 + (b − 2)x + (c + 3)
P 5 = 5 3 − 6 ∙ 5 2 + 11 ∙ 5 − 6
P 5 = 125 − 150 + 55 − 6 = 24 a = −2 a = −2
ቐb − 2 = 5 b=5+2=7 b=7
Logo: Apenas “2” é uma das c+3=4 c=4−3=1
raízes do polinômio. c=1
Polinômios
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Operações entre polinômios


Adição
Adicione os coeficientes dos termos
Multiplicação
semelhantes. Mantenha a variável e Multiplica-se cada termo em um polinômio por
o expoente inalterados. todos os termos em outro polinômio.

g x = 3x2 + x − 2
1º Passo: Use a técnica da distribuição para
Ex.: f x = −2x2 + 2x + 3
multiplicar os termos.
f x + g(x) = −2x2 + 3x2 + 2x + x+ 3 − 2 2º Passo: Some os termos semelhantes.
f x + g(x) = x2 + 3x + 1
Ex.: f x = 2x2 + 2x + 3 g x = 3x + 2
Subtração
Subtraia os coeficientes dos termos
semelhantes. Mantenha a variável e f x ∙ g x = (2x2 + 2x + 3) ∙(3x + 2)
o expoente inalterados.

Ex.: f x = 4x2 + 2x + 3 g x = 3x2 + x + 2 f x ∙ g x = 6x3 + 4x2 + 6x2 + 4x + 9x + 6

f x - g(x) = 4x2 − 3x2 + 2x − x + 3 − 2


f x ∙ g x = 6x3 + 10x2 + 13x + 6
f x + g(x) = x2 + x + 1
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Polinômios
1º Passo: Dividimos o termo de maior grau de
f(x) pelo termo de maior grau de g(x).

4x3 + 4x2 + 3x + 5 2x + 1
Operações entre polinômios
2x2
2º Passo: Multiplicar o termo encontrado pelo
Divisão divisor e subtrair este valor do dividendo.
Envolve a divisão de um polinômio (denominado
dividendo) por outro polinômio (denominado divisor) 4x3 + 4x2 + 3x + 5 2x + 1
para obter um quociente e, possivelmente, um resto. − (4x3 + 2x2 )
2x2
2x2 + 3x + 5
Dividendo Divisor
3º Passo: Repetir o processo.
f x g x
...
q x 4x3 + 4x2 + 3x + 5 2x + 1
r x − (4x3 + 2x2 ሻ
Resto Quociente 2x2 + x + 1
2x2 + 3x + 5
Como agora o dividendo −(2x2 + x)
f x =g x ∙q x +r x é um polinômio de grau 2x + 5 Como:
inferior ao divisor,
−(2x + 1)
Exemplo: chegamos ao final da f x =g x ∙q x +r x
divisão. 4
f x = 4x3 + 4x2 + 3x + 5
g x = 2x + 1 4x3 + 4x2 + 3x + 5 = (2x + 1) ∙(2x2 + x + 1) + 4
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Raciocínio Sequencial
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Raciocínio Sequencial
Geralmente o enunciado fornece uma sequência e pede para
encontrar o próximo termo.
Deve-se descobrir um padrão para a sequência, seja ela numérica,
entre objetos, figuras, letras, dentre outros.
É importante que tenha pelo menos três elementos que caracterizem
a lógica da sequência.
(Algumas séries necessitam de mais elementos).

Bizu: Este assunto requer do aluno a resolução de muitas questões, com o


objetivo de se familiarizar com o padrão de questões a serem cobradas.
Veremos algumas questões como exemplo.
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Raciocínio Sequencial
(VUNESP - Adaptada) Ou seja: 2x – 1
Analise a sequência a seguir: (x é o termo anterior)
4, 7, 13, 25, 49, ... Ex: 7=2∙4−1=8−1=7
Admitindo-se que a regularidade dessa 13 = 2 ∙ 7 − 1 = 14 − 1 = 13
sequência permaneça a mesma para os
números seguintes, determine o sétimo 2º Passo: Concluir a sequência até o 7º termo.
termo da sequência. 1º = 4
2º = 7
Resolução: 3º = 13
1º Passo: Encontrar a Lei de Formação da sequência. 4º = 25
(Antes de ver, analise e tente encontrar) 5º = 49
6º = 2 ∙ 49 − 1 = 98 − 1 = 97
Após observar a sequência, vemos
7º = 2 ∙ 97 − 1 = 194 − 1 = 193
que sempre o termo é igual ao dobro
do anterior menos um.
Logo o 7º termo é igual a 193.
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Raciocínio Sequencial
(FUNDATEC – Adaptada) Bizu: Sequência de Fibonacci: É aquela em que
Observe a seguinte sequência: cada termo subsequente corresponde à
soma dos dois anteriores.
I - I - II - III - V - ? - XIII - XXI – XXXIV
Considerando que existe uma lógica para
Exemplo:
a formação da sequência, qual o valor do
III (3) = II (2) + I (1)
termo da lacuna?
V (5) = III (3) + II (2)
Resolução:
2º Passo: Com a Lei de Formação, encontrar o
1º Passo: Encontrar a Lei de Formação da sequência. termo da lacuna.
(Antes de ver, analise e tente encontrar)
V (5) + III (3) = VIII (8)
Observamos que se trata da sequência Observe:
de Fibonacci, representada em VIII (8) + V (5) = XIII (13)
algarismos romanos.

Resposta: VIII
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Raciocínio Sequencial
(FGV – Adaptada)
Para acharmos o valor do 2019º termo,
Observe a sequência infinita a seguir.
dividimos 2019 por 10 e analisamos o resto.
BCDFGHGFDCBCDFGHGFDCBCDFGHGFDCBCD...

Qual a 2019ª letra dessa sequência? 2019 10


19 21
Resolução: (9)
Resto
1º Passo: Encontrar a Lei de Formação da sequência.
(Antes de ver, analise e tente encontrar)
O resto é 9, ou seja, o 2019º termo da
sequência será o 9º elemento do ciclo.
Observe que se trata de uma sequência
de 10 letras que se repete
BCDFGHGFDC
indefinidamente.

BCDFGHGFDC BCDFGHGFDC BCDFGHGFDC Ou seja, letra D


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Raciocínio Sequencial
(FCC – Adaptada) Observe:
Observe abaixo, os três triângulos formados por 7
palitos de fósforo. Lúcia quer construir uma faixa 2 4 6
horizontal de 120 triângulos, seguindo a mesma regra 1 3 7
5
de construção da figura.

Logo:
NºPalitos = NºTriângulos − 1 ∙2 + 3

“-1” do número de triângulos, pois todos os outros,


Qual a quantidade de palitos que Lúcia precisará? com exceção do primeiro, necessita de 2 palitos
para serem formados (por isso “∙2”).
Resolução: Em seguida, adicionamos os palitos do primeiro
1º Passo: Encontrar a Lei de Formação da sequência. triângulo (por isso “+ 3”).
(Antes de ver, analise e tente encontrar)
NºP = 120 − 1 ∙2 + 3
Observe que para adicionar cada triângulo é
NºP = 119 ∙ 2 + 3
preciso de 2 palitos e apenas o primeiro
triângulo precisa de 3 palitos. NºP = 238 + 3 = 241 Palitos
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Raciocínio Sequencial
(CESGRANRIO)
A Figura mostra as cinco etapas seguidas para se dobrar uma folha de papel, conforme disposta inicialmente
na etapa 1. Foram feitas duas dobras, nas etapas 2 e 4, ao longo dos segmentos tracejados, que dividem ao
meio a folha presente nas etapas 1 e 3, respectivamente.

1 2 3 4 5

Na etapa 5, no local indicado pelo ponto, a folha a) c) e)


dobrada foi atravessada perpendicularmente por
um lápis, sendo feito um furo de lado a lado. Se a
folha for desdobrada e retornar à forma disposta
na etapa 1, então qual a representação correta da b) d)
disposição dos furos obtidos?
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Raciocínio Sequencial
Resolução:
Para resolver essa questão iremos fazer o Partindo-se da figura 3.1 para a 1.1
passo-a-passo de trás para frente.

Bizu: Para facilitar, você pode usar uma


folha de papel.

Partindo-se da figura 5.1 para a 3.1


(.1 para indicar que a figura é da folha furada):

2.1 1.1

5.1 4.1 3.1 Portanto: Gabarito letra C


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Progressões Aritméticas e
Geométricas
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Progressão Aritmética
Conceito Classificação
É uma sequência de números em que a diferença Crescente: r > 0 Ex.: 5, 10, 15, 20, 25 ...
entre dois termos consecutivos é constante.
Essa diferença constante é chamada de Decrescente: r < 0 Ex.: 25, 20, 15, 10, 5 ...
"razão" da progressão aritmética.
Constante: r = 0 Ex.: 3, 3, 3, 3, ...
Ex.: 5, 10, 15, 20, 25, 30
Propriedades
Elementos 1. A soma dos termos extremos é igual a soma dos
termos equidistantes dos extremos.
a1, a2, a3, … an a1, a2, a3, a4, a5, a6

a1 = primeiro termo a1 + a6 = a 2 + a5 = a3 + a4
a2 = segundo termo (...) 2. O termo central de três termos consecutivos é igual a
an = n-ésimo termo Cálculo da razão: média aritmética dos outros dois:
r = razão da P.A. r = an - an−1
a1, a2, a3
a +a
a2 = 1 3 Ex.: 3, 6, 9 ... 6= 3 + 9 = 12 = 6
2 2 2
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Progressão Aritmética
Termo Geral Soma dos Termos
Expressão que representa qualquer termo an da É encontrada usando a fórmula da soma dos n
sequência em termos do primeiro termo a1 , da primeiros termos (Sn):
razão r e da posição do termo na sequência n.
a1 + an ∙n
Fórmula geral: Sn =
2
an = a1 + (n −1)∙r Exemplo:

Exemplo: Calcule a soma dos 11 primeiros termos da seguinte P.A.:


(3, 7, 11, 15, ...)
Calcule o 7º termo da seguinte P.A.: Resolução:
(3, 7, 11, 15, ...) a1 + an ∙n
an = a1 + (n −1)∙r Sn =
2
Resolução: an = a1 + (n −1)∙r
a11 = 3 + (11 − 1)∙4 3 + 43 ∙11
r = an - an−1 a7 = 3 + (7 −1)∙4 S11 =
a11 = 3 + 10∙4 2
r=7-3=4 a7 = 3 + 6∙4 46∙11
a11 = 43 S11 = = 253
a7 = 3 + 24 = 27 2
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Progressão Geométrica
Conceito Classificação
É uma sequência de números em que cada termo,
a partir do segundo, é obtido multiplicando o Crescente: q > 1 e a1 > 0 ou 0 < q < 1 e a1 < 0
termo anterior por uma constante fixa chamada Ex.: 2, 4, 8, 16, 32, ... (q = 2)
de "razão" da progressão.

Ex: 2, 4, 8, 16, 32, ... (P.G. de razão 2)


Decrescente: q > 1 e a1 < 0 ou 0 < q < 1 e a1 > 0
Ex.: 32, 16, 8, 4, 2, ... (q = 1 )
2
Elementos Constante: q = 1
a1, a2, a3, … an Ex.: 3, 3, 3, 3, 3, ...
a1 = primeiro termo Oscilante: q < 0
a2 = segundo termo (...) Cálculo da razão: Ex.: 1, -3, 9, -27, 81, ... (q = -3)
an = n-ésimo termo
an
q = razão da P.G. q= Singular: q = 0 e a1 ≠ 0
an−1
Ex.: 3, 0, 0, 0, 0, ...
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Progressão Geométrica
Propriedades Termo Geral
Expressão que representa qualquer termo an da
1. O produto dos termos extremos é igual ao
sequência em termos do primeiro termo a1 , da
produto dos termos equidistantes dos extremos.
razão q e da posição do termo na sequência n.
a1, a2, a3, a4, a5, a6
Fórmula geral: an = a1 ∙ q(n − 1)
a1 ∙ a6 = a2 ∙ a5 = a3 ∙ a4
Exemplo:
2. O termo central de três termos consecutivos
é igual a média geométrica dos outros dois: Calcule o 7º termo da seguinte P.G.:
(2, 6, 18, 54, ...)
a1, a2, a3, a4, …
Resolução:
a2 = a1 ∙ a3 an = a1 ∙ q(n − 1)
an
q= a7 = 2∙ 3 (7 − 1)
Ex.: 2, 6, 18 ... an−1
6= 2∙18
a7 = 2∙ 3 6
6 = 36 = 6 6
q= =3 a7 = 2∙ 729 = 1458
2
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Progressão Geométrica
Soma dos Termos Soma dos Termos
P.G. Finita P.G. Infinita
Para |q| < 1
a1 ∙ (qn − 1) a
Fórmula geral: Sn = Fórmula geral: S∞ = 1 O termo final vai
q−1 1−q
ficando mais próximo
Exemplo: de zero.
Exemplo:
Calcule a soma do 6 primeiros termos da
Calcule a soma da seguinte P.G. Infinita:
seguinte P.G.: (2, 4, 8, 16, ...) 1 1 1
( , , , ...)
3 6 12
Resolução:
2∙ (26 − 1)
an S6 = Resolução: an a
q= 2−1 q= S∞ = 1
an − 1 an − 1 1−q
2∙ (64 − 1)
4 S6 = 1 1 1
q= =2 1 1 3 1 1 2 2
2 3 = 3 = ∙ =
q= 6 = ∙ = S∞ =
1 1 3 1 3
S 6 = 2∙ 63 = 126 1 6 1 2 1−
3 2 2
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Probabilidade
Probabilidade
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Conceito: Evento:
Estuda as chances de um determinado É o subconjunto de um espaço amostral.
resultado ocorrer. Um evento pode conter desde zero (conjunto
É a razão entre os casos favoráveis e vazio) até todos os resultados possíveis
os casos possíveis. (próprio espaço amostral).

Ex.: No lançamento de um dado, temos alguns


Nº de elementos do Evento A
P A = exemplos de eventos a seguir:
Nº de elementos do Espaço Amostral
1. Número par = {2, 4, 6}
2. Número menor que 4 = {1, 2, 3}
Espaço Amostral: 3. Número 3 = {3}
Conjuntos de todos os resultados possíveis de
um determinado experimento. Bizu:
Ex.: No lançamento de um dado comum (seis
Eventos que apresentam um
faces), o espaço amostral é representado
único elemento, são chamados
pelo conjunto {1, 2, 3, 4, 5, 6}.
de eventos elementares.
Probabilidade
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Dado Axioma de Kolmogorov

1 dado tem 6 faces. 1° Axioma: A probabilidade de um evento é um


número real não negativo.
1 dado tem 3 números pares.
1 dado tem 3 números ímpares. P (A) ≥ 0

2° Axioma: A probabilidade de todo o espaço


Exemplo: Qual a probabilidade de
amostral é igual a 1.
sair um número ímpar?
P (Espaço Amostral) = 1
Como um dado tem 3 números ímpares,
vamos dividir 3 por 6 (quantidade de faces).
3° Axioma: Quando ocorre dois eventos mutuamente
3 :3 1 exclusivos, a probabilidade da união é a
P A = →
6 :3 2 soma das probabilidades.
1
Temos o resultado de ou 0,5.
2
P (A U B) = P(A) + P(B)
Logo, temos a metade das chances.
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Probabilidade
Categorias Especiais de Eventos
Eventos Independentes
1: A ocorrência de um deles não influencia
na ocorrência do outro.
2: Temos a intersecção dos eventos.

3: A probabilidade da intersecção é igual ao


Eventos Mutuamente Excludentes produto das probabilidades.

Dois eventos são mutuamente excludentes, P (A ∩ B) = P(A) ∙ P(B)


quando a intersecção é nula.
Exemplo:
Ou seja, a probabilidade de eles ocorrerem
simultaneamente é nula. Em um lançamento de dois dados consecutivos, qual
a probabilidade de obtermos dois números 4?
A∩B=0
No lançamento de um dado, temos 6 possibilidades
Exemplo: (números de 1 a 6) e apenas um número 4.
A e B são mutuamente
A: Ser aprovado. exclusivos, pois não há 1 P (A ∩ B) = P(A) ∙ P(B)
A: 1º dado: 6
B: Ser reprovado. probabilidade de
acontecerem ao mesmo 1 1 1
P (A ∩ B) = =
B: 2º dado: 1

6 6 36
tempo. 6
Probabilidade
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Categorias Especiais de Eventos


Eventos Complementares: Exemplo: Um lançamento de uma moeda,
onde podemos ter dois eventos: Cara e
Dois Eventos são considerados complementares quando:
Coroa.
1: Não há probabilidade de ocorrência simultânea
(mutuamente excludentes). Ambos são complementares, pois:
2: A união entre eles é o próprio conjunto universo. 1: Não podem ocorrer simultaneamente
(ou dá cara ou dá coroa).
A soma das probabilidades é igual a 1.

Um evento complementar é a negação do outro. cara coroa


P(Ac ) = 1 − P A
2: A união entre eles é o próprio conjunto
P(Ac ) = probabilidade do evento complementar. universo

U = cara + coroa
Probabilidade
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Probabilidade da União
Conceito
A probabilidade da união de dois eventos A e B Bizu
mede a chance de que pelo menos um dos eventos União:
ocorra em um experimento aleatório. Ela considera
O conectivo “ou” indica a União e requer a soma.
todos os resultados que pertencem a A, B ou a
ambos, e é calculada pela fórmula: Intersecção:
O conectivo “e” indica a intersecção e requer a
P(A U B) = P(A) + P(B) − P(A B)
U
multiplicação.

Representação gráfica:

A B A B
A B

Área contada 2x
(Intersecção)
Probabilidade
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P(F): Probabilidade de ser de furada:


1 1
P F = ∙ P B + ∙ P fut
Probabilidade da União 2 2
Exemplo: 1 30 1 20 30 20 50 1
P F = ∙ + ∙ = + = =
Uma quadra contém 20 bolas de futsal e 30 bolas de basquete. 2 50 2 50 100 100 100 2
Sabe-se que metade das bolas de futsal e metade das bolas de Importante:
basquete estão furadas. Pegando aleatoriamente uma das bolas
da quadra, qual a probabilidade de ser uma bola de basquete ou P(F) coincidiu de também ser a metade, pois as
uma bola furada? furadas são a metade de cada tipo de bola,
porém você deve sempre fazer esse cálculo.
Observe aqui:
A questão pede uma bola de basquete ou uma bola furada. P B ∩ F : Intersecção de B com F:
Logo, ela quer a união de B (basquete) com F(furada).
Bizu: A intersecção requer a multiplicação.
P(B U F) = P(B) + P(F) − P(B
U
F) 3 1 3
P B∩F =P B ∙P F = ∙ =
5 2 10
P(B): Probabilidade de ser de basquete:
P(B U F) = P(B) + P(F) − P(B F)
U

Bolas de basquete 30 30 3
P B = = = =
Total de bolas 30 + 20 50 5 3 1 3 6+5 3 11−3 8 4
P B ∪ F = + − = − = = =
5 2 10 10 10 10 10 5
Obs: P(fut) é a probabilidade de ser de futsal
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Probabilidade
Probabilidade Condicional (Teorema de Bayes)
Conceito Exemplo:

É a probabilidade de um evento A, dado Em um lançamento de um dado, qual a


a ocorrência de um evento B. probabilidade de sair um número par, sendo que
foi obtido um número menor que 5?
Primeiro B ocorre depois o A.

Evento A: Números pares = 2, 4 e 6.


Representação gráfica:
Evento B: Números menores que 5 = 1, 2, 3 e 4.
Fórmula: A∩B= 2 e 4 → 2 elementos
P(A∩Bሻ 2 1 4 2
A B P A|B = P A∩B = = P B = =
P(Bሻ 6 3 6 3
1
P(A∩Bሻ 1 3 1
P A|B = = 3 = ∙ = ou 50%
Intersecção de P(Bሻ 2 3 2 2
A com B 3
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Probabilidade Exemplo:
(Questão) 10% das lâmpadas fabricadas pela
Árvore de probabilidade empresa A queimam antes de 1000h de
funcionamento. Das fabricadas pela empresa B, 5%
Conceito queima antes de 1000h de funcionamento. Das
fabricadas pela empresa C, 1% queima antes de
Usado para representar as várias possibilidades de
uma permutação ou combinação. 1000h de funcionamento. Em uma grande loja de
varejo, 20% das lâmpadas em estoque são da marca
Nele é possível organizar as informações de um A, 30% são da marca B e 50% são da marca C.
conjunto de eventos condicionais. Uma lâmpada é escolhida ao acaso do estoque dessa
A construção é feita através de ramificações de todas loja. Qual a probabilidade de que ela não queime
as possibilidades de todos os eventos. antes de 1000h de funcionamento?

Resolução:
Os Eventos “queima” e “não queima” dependem do evento “marca A”, “marca B” e “marca C”,
logo começaremos montar a árvore pelos eventos marcas.
Em seguida calculamos a probabilidade de queimar e não queimar em
relação a cada marca.
Após calcularmos, somamos as probabilidades de
não queimar.
Ver árvore na outra página
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Probabilidade Queimam: 10%


0,2*0,1 = 0,02 ou 2%
Árvore de probabilidade
Não Queimam:
Marca A
20% - 2% = 18%
20% = 0,2

Queimam: 5%
Marca B 0,3*0,05 = 0,015 ou 1,5%
Lâmpadas 30% = 0,3
Não Queimam:
30% - 1,5% = 28,5%
Bizu: O somatório de todas
as probabilidades das Marca C
ramificações de um mesmo 50% = 0,5 Queimam: 1%
nó é sempre igual a 1.
0,5*0,01 = 0,005 ou 0,5%

Não Queimam:
Logo, a probabilidade de que ela não queime é:
50% - 0,5% = 49,5%
18% + 28,5% + 49,5% = 96%
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Análise Combinatória
Análise
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Exemplo:
De quantas formas diferentes Pedro pode se

Combinatória
vestir, considerando que ele tem 4 camisas,
2 bermudas, 1 calça e 2 sapatos?

Para Pedro se vestir, temos as seguintes condições:


Conceito Uma camisa e uma bermuda ou uma
calça e um sapato
Estuda a quantidade de agrupamentos formados
por elementos de um determinado conjunto,
levando em consideração certas condições.

Princípio Fundamental da Contagem


É o total de possibilidades de o evento ocorrer.
1) Princípio multiplicativo: (repare nas conjunções “e” e “ou”)
P1 ∙ P2 ∙ P3 ∙ ... Pn (“e”) Bermudas Calça
Logo, temos: Camisas
Sapatos
2) Princípio aditivo: Bizu: 4 ∙ (2+1) ∙ 2 = 24 maneiras
Somamos calça com bermuda,
P1 + P2 + P3 ∙ ... Pn (“ou”) pois Pedro não pode usar as e ou e
duas ao mesmo tempo.
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Análise Combinatória
Arranjo e Combinação Exemplo:

Tanto o Arranjo como a Combinação Suponha que em uma turma exista 10 alunos e que
consistem em escolher k elementos em você precisa escolher 2 deles para ser o líder e o
um total de n. vice-líder da turma. De quantas maneiras você
poderá fazer tal escolha?
A principal diferença entre eles é saber
se a ordem importa ou não.
Resolução:

Arranjo 1º Passo: Os elementos devem ser diferentes? Sim.

A ordem importa 2º Passo: A ordem dos elementos é importante? Sim


Se o aluno 1 for o líder e 2 o vice-líder, é
k n! diferente de 2 ser o líder e 1 o vice.
Fórmula: An =
n−k !
Logo, usa-se a fórmula do Arranjo:

n = número total de elementos.


n! 10! 10 ∙ 9 ∙ 8!
Onde:
k = número de elementos do agrupamento. Ak
n= = = = 90
n−k ! 10 − 2 ! 8!
! = fatorial.
Resposta: 90 Maneiras
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Análise Exemplo:

Combinatória
Determine quantos números de 4
algarismos podemos formar com os
algarismos do conjunto A = {1, 2, 4, 6, 8}.

Bizu: O enunciado não especifica que devem


Arranjo com Repetição ser algarismos distintos.

Neste caso, aplicamos a fórmula do Arranjo


ARn,k = nk com Repetição:
Fórmula:

Fórmula: ARn,k = nk
Onde:
n = número total de elementos.
k = número de elementos do agrupamento. ARn,k = 5 4 = 5 ∙ 5 ∙ 5 ∙ 5 = 625

n = {1, 2, 4, 6, 8} = 5. Resposta: 625 Números


k = 4 algarismo = 4
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Análise Combinatória
Combinação Combinação com Repetição
A ordem não importa
(k + n − 1)!
Fórmula: CRn,k =
n! n! ∙ k − 1 !
Fórmula: Ck
n= Exemplo:
k! ∙ n − k !

Exemplo: Em um determinado concurso público, 6 candidatos


foram aprovados e há 4 setores distintos onde podem
Determine o número de dupla que podem ser lotados. De quantas maneiras podem ser
ser formadas a partir de 6 pessoas. realizadas as lotações?

Trata-se de uma questão de combinação


1º Passo: Os elementos devem ser diferentes? Sim.
com repetição:
2º Passo: A ordem dos elementos é importante? Não A questão não fixou o número de vagas por setor.
Logo, usa-se a fórmula da Combinação: Aplicando a fórmula, temos:
n! 6! 6 ∙ 5 ∙ 4!
Ck
n k! ∙ n − k ! 2!∙ 6 − 2 ! 2 ∙ 1 ∙ 4! = 15
= = = (k + n − 1) 4 + 6 − 1 ! 9! 9∙8∙7∙6!
CRn,k = = = = = 84
n! ∙ k − 1 ! 6!∙ 4 − 1 ! 6!∙3! 6!∙3∙2∙1
Resposta: 15 Duplas Resposta: 15 Maneiras
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Análise Combinatória
Permutação Permutação com repetição:
É a troca de posição de elementos
n!
de uma sequência. Fórmula: PRk =
n k!
Permutação sem repetição: Exemplo:

Fórmula: Pn = n! Quantos anagramas tem a palavra AMADA?

Exemplo: Observe que o A é repetido 3 vezes.

Quantos anagramas tem a palavra AMOR? Aplicando a fórmula, temos:

k n! 5! 5 ∙ 4 ∙ 3!
PRn = = = = 20
Exemplos: AMOR: ROMA, MORA, ROAM. k! 3! 3!
Resposta: 20 Anagramas
Aplicando a fórmula, temos:

Pn = n! = 4! = 4 ∙ 3 ∙ 2 ∙ 1 = 24 Bizu: Anagrama é uma palavra que pode ser obtida a partir


de outra por meio de trocas nas posições das letras.
Resposta: 24 Anagramas (a palavra não precisa existir).
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Análise Permutações circulares

Combinatória
É um tipo de permutação composta por n
elementos formando um circunferência.

n!
Fórmula: Pcircular = = n−1 !
n
Bizu: Nos problemas onde existe mais de um elemento
repetido, deve-se dividir pelos fatoriais de cada
elemento repetido. Exemplo:

n! Uma mesa circular apresenta 6 lugares


Simplificando: PRk =
n k ! ∙k ! …k ! que serão ocupados por 6 pessoas. De
1 2 n quantas formas diferentes é possível
Exemplo: ocupar esses lugares?

Quantos anagramas têm a palavra MATEMÁTICA? Temos n = 6


Aplicando a fórmula, temos:
Observe que temos o A = 3 vezes, o M = 2 vezes
e o T = 2 vezes. E o total de 10 letras.
Pcircular = n − 1 ! = 6 − 1 ! = 5! = 5∙4 ∙3 ∙2 ∙1
10! 10∙9∙8∙7∙6∙5∙4∙3!
PRk
n= = = 151200
3! ∙2!∙2! 3!∙2∙1∙2∙1 Pcircular = 120
Resposta: 120 Maneiras
Resposta: 151200 Anagramas
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Geometria Plana
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Geometria Plana
Conceito Reta
Geralmente representada pelas
Também chamada de geometria Euclidiana.
letras minúsculas do alfabeto. r
Área que estuda as figuras planas
(que não possuem volume). É ilimitada, ou seja, infinita
para os dois lados.
Bizu: Ponto, reta e plano não possuem
uma definição formal. Semirreta
É uma parte de uma reta que tem um s
ponto de partida (origem) e continua
Ponto infinitamente em uma direção
Geralmente representado pelas letras específica (representada por uma seta).
maiúsculas do alfabeto.

A Segmento de reta
B
É uma parte finita de uma reta, que possui s
C um ponto inicial e um ponto final.
Geometria Plana
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Segmentos de restas
Segmentos Congruentes Segmentos Consecutivos
Quando possuem a mesma medida. Quando possuem uma extremidade comum.
Símbolo: ≡
B
A B C
Ex:
A
AB ≡ CD Ex.: AB e BC são consecutivos.
C
D
Segmentos Adjacentes
Segmentos Colineares São colineares e consecutivos.
Possuem uma única extremidade em comum.
Quando pertencem a uma mesma reta.
Ex.:
A B C
A B C D
Ex.: AB e BC são adjacentes, pois são
colineares e consecutivos
Geometria
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Exemplo: Segmento de Retas

Plana
Sejam A, B e C pontos colineares, determine
AC, Sendo AB = 28cm e BC = 16cm.

Resolução:
Exemplo: Retas Como os pontos A, B e C são colineares, eles
pertencem à mesma reta.
Sejam A, B e C três pontos distintos de uma
Como a questão não diz a sequência exata dos
reta. O segmento AB é igual a 2/3 do segmento pontos temos duas possibilidades.
AC. O segmento AC mede 45 centímetros. Qual
1ª Possibilidade:
é a medida do segmento AB em centímetros?
Logo: AC = AB + BC
28cm 16cm
Resolução: AC = 28 + 16
A B C
Para encontrar a medida de AB, basta multiplicar AC = 44cm
2/3 pelo comprimento de AC, que é 45 cm. 2ª Possibilidade:
16cm
2 2 Logo: AC = AB – BC
AB = ⋅AC AB = ⋅45
3 3 A C B AC = 28 – 16
90 28cm AC = 12cm
AB = = 30 cm
3
Geometria
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Paralelas
São aquelas que não se encontram em um mesmo

Plana
ponto, mas permanecem em um mesmo plano.

As retas em destaque
na cor azul são
paralelas à reta preta
Posições relativas entre retas de referência, sendo
também paralelas
entre si.
Concorrentes
São aquelas que se encontram em um
mesmo ponto. Reversas
São aquelas que não pertencem a nenhum
As retas em destaque na plano comum.
cor azul são concorrentes
à reta preta de
As retas em destaque na cor
referência, tendo como
azul são reversas à reta preta
ponto de interseção o
de referência, pois não
mesmo ponto.
apresentam plano em comum.
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Geometria Plana
Plano Ângulos
É uma superfície plana infinita que se estende É a medida da abertura entre duas retas ou planos
em todas as direções (é bidimensional). que se encontram em um ponto comum (vértice).

É determinado por pelo menos três pontos não A


colineares ou por uma reta e um ponto não Ex.:
pertencente à reta.
O
É representado por letras do alfabeto α é o ângulo.
grego. O ponto O é o vértice.
OA e OB são os lados.
Ex.: B

Podem ser classificados quanto:


⍺ Medida Posição

Complementação
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Geometria Plana
Classificação dos ângulos
Quanto à medida Quanto à complementação
Nulo: A medida é igual a 0º. Complementar: dois ângulos são
Agudo: A medida é menor que 90º complementares quando a soma de suas medidas
(e maior que 0º). é igual a 90º.

Reto: A medida é exatamente 90º. Suplementar: dois ângulos são suplementares


quando a soma de suas medidas é igual a 180º.
Obtuso: A medida é maior que 90º e
menor que 180º.
Quanto à posição
Raso: A medida é exatamente 180º.
Congruentes: Quando possuem a mesma medida.
Completo: A medida é exatamente 360º.
Consecutivos: Quando um dos lados de um ângulo
Bizu: coincide com um dos lados do outro.
Os ângulos opostos pelo β Adjacentes: Quando são consecutivos e não possuem
vértice têm a mesma medida. pontos internos em comum.
γ 𝜶
γ=𝜶 Opostos pelo vértice: Quando o ângulo é formado
θ
β = θ por duas retas concorrentes.
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Geometria Plana
Polígonos
Conceito Elementos do polígono
É uma figura geométrica plana composta
por uma sequência finita de segmentos Lados: Segmentos de retas que originam o
de reta, chamados de lados. polígono.
Ângulos Vértices: Pontos onde os lados se unem.
Externos
Diagonais: Segmentos de retas que unem
Lados dois vértices não consecutivos.
Ângulos
internos
Ângulos internos: Ângulos formados nos vértices
por dois lados consecutivos.
(na parte interna)
Vértices
Ângulos externos: Ângulos formados nos vértices
Diagonais por um lado e pelo prolongamento do outro.
(na parte externa)
Geometria
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Polígono Convexo
É aquele em que qualquer linha reta traçada

Plana
entre dois pontos pertencentes ao interior do
polígono está completamente contida no
interior do polígono.

Classificação dos Polígonos A

Polígonos Nº de Lados
Triângulo 3 B
Quadrilátero 4
Pentágono 5 Polígono Côncavo
Hexágono 6 Existem pontos no interior do polígono que
Heptágono 7 estão fora do polígono quando traçamos uma
Octógono 8 linha reta entre eles.
Eneágono 9
A
Decágono 10
Undecágono 11
Dodecágono 12
B
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Geometria Plana
Alguns Conceitos
Número de Diagonais
Perímetro
Medida que descreve o contorno de Onde:
uma figura geométrica plana. NL ∙ (NL − 3) D = Número de diagonais.
D=
2 NL = Número de lados.
Área
Medida que quantifica a extensão de
uma superfície plana. Exemplo: Quantas diagonais têm um heptágono.

Resolução:
Apótema Sabemos que um heptágono é um polígono
Medida utilizada para descrever a distância composto de 7 lados.
entre o centro de uma figura geométrica
regular e um dos seus lados. Logo: NL = 7.
Usando a fórmula do cálculo de diagonais, temos:
Diagonal
Segmento de reta que une dois 7 ∙ (7 − 3) 7 ∙ 4 28
D= = = = 14 diagonais
vértices não consecutivos. 2 2 2
Geometria
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Soma dos ângulos internos

Plana
Si = (NL − 2) ∙ 180º

Onde:
Si = Soma dos ângulos internos.
Alguns Conceitos NL = Número de lados.

Ângulo Externo
Exemplo: Determine a soma dos ângulos internos
de um hexágono.
β
É o ângulo formado 𝜶
pelo prolongamento Resolução: Sabemos que um hexágono é um polígono
de um lado de composto de 6 lados.
um polígono e o lado
adjacente a ele. Logo: NL = 6.

Soma dos ângulos externos Si = (6 − 2) ∙ 180º


Bizu: A soma dos ângulos Si = 4 ∙ 180º
externos de um polígono é Se = 360º
sempre igual a 360º. Si = 720º
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Geometria Plana
Triângulos Isósceles
Conceito Dois lados iguais e dois
ângulos iguais.
Figura geométrica plana composta por
três lados e três ângulos.
Bizu:
Classificação em relação L L
Os ângulos
internos da
Equilátero aos lados base são iguais.
𝜶 𝜶
Três lados iguais e os três ângulos
iguais (60º). B
Bizu:
𝜶 A altura é dada por: Escaleno
L L Os três lados e os três ângulos são diferentes.
h L∙ 3
h=
2
c
𝜶 𝜶 Onde: a
L h = Altura do triângulo.
L = Lado do triângulo.
b
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Geometria Plana
Triângulos
Retângulo Classificação em relação
Possui um ângulo interno de exatamente aos lados
90º (ângulo reto).
Os outros dois ângulos são agudos Agudo
(menores que 90º)
Ex.:
O lado oposto ao ângulo reto é chamado de Todos os três ângulos
hipotenusa, os demais lados são chamados internos são agudos
catetos. (menores que 90º)

Obtuso
Cateto Ex.:
Ângulo Possui um ângulo interno
Reto maior que 90º e os outros
dois são agudos.
Cateto
Geometria Plana
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Pontos Notáveis de um Triângulos


Mediatriz Bissetriz
É uma linha reta que passa pelo ponto Linha reta que divide um ângulo em duas
médio de um dos lados do triângulo e é partes iguais.
perpendicular a esse lado. A
Incentro
Circuncentro Ponto de encontro das
incentro
Ponto de encontro das mediatrizes de bissetrizes.
um triângulo.
A Bizu: o Incentro é o
centro da circunferência
circuncentro
inscrita no triângulo.
C B
Bizu:
O circuncentro
Mediana B
C B mediana
corresponde ao Segmento de reta
centro da que une o vértice
mediatriz
circunferência ao ponto médio do
circunscrita. lado oposto. A C
M
Geometria Plana
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Semelhança de triângulos
Conceito
Exemplo:
Dois triângulos são semelhantes, se:
Calcular o valor de x nos triângulos a seguir:
A A’

b c b' c'

24 cm x
C a B
C’ a' B’
60º 60º

1) Os ângulos correspondentes forem congruentes: 18 cm 54 cm


Resolução:
A = A’, B = B’, C = C’
Como os triângulos são semelhantes, seus lados
2) Os lados correspondentes forem proporcionais: são proporcionais.
a b c 18 24 1296
= = Logo: = x=
a′ b′ c′ 54 x 18

Bizu: Os triângulos semelhantes têm 18∙x = 24∙54 x = 72cm


proporcionais: os lados, a altura e a área.
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Geometria Plana
Área do Triângulo Exemplo:
Calcular a área do 7 cm
É dada pelo produto entre a medida da
triângulo usando a fórmula
base e da altura, dividido por 2.
de Herão:
14 cm
b∙h
A= Resolução:
2
Tendo a = 14, b = 9 e c = 7
Fórmula de Herão 1) Calcular o semi-perímetro:
a + b + c 14 + 9 + 7 30
A= s∙(s − a)∙(s − b)∙(s − c) s= = = = 15
2 2 2
2) Aplicar a fórmula:
Onde:
b c A= s∙(s − a)∙(s − b)∙(s − c)
a+b+c
s=
2 A= 15∙(15 − 14)∙(15 − 9)∙(15 − 7)

a s = semi-perímetro A= 15∙1∙6∙8
a, b e c = lados A= 720 A ≅ 26,83 cm2
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Geometria Plana
Relações métricas no triângulo retângulo
Exemplo 01:
c b
h No triângulo ao lado, calcule
o valor de “n”. n
m n Resolução: 20cm
a 324 = 20 ∙ n
b2 = a∙n
Com base no triângulo, temos: 324
18 2 = 20 ∙ n n=
20
≅ 16,20cm
b∙c = a∙h c2 = a∙m
Exemplo 02:
b2 = a∙n h2 = m∙n h
Calcule a altura (h) do seguinte
triângulo.
Onde: a – Hipotenusa 7cm 12cm
b e c – Catetos Resolução:
h – Altura relativa da hipotenusa h = 84 ≅ 9,16cm
h2 = m∙n
m e n – Projeções dos catetos
sobre a hipotenusa h2 = 12 ∙ 7
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Teorema de Pitágoras Teorema de Talles


Se três ou mais retas paralelas cortam dois
segmentos de reta, então eles determinam
a a2 = b2 + c2 segmentos proporcionais.
c
Onde:
t1 t2
a – Hipotenusa
b
b e c – Catetos
A D r1
Exemplo: B E
No triângulo a seguir, encontre o valor de x. r2

Resolução: C F
x r3
Aplicamos o teorema de
18cm

Pitágoras:

a2 = b2 + c2
24cm Onde: Logo:
x2 = 24 2 + 18 2 r1, r2 e r3 = retas paralelas.
AB DE
x = 576+324 t1 e t2 = retas transversais. =
BC EF
x= 900 = 30cm
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Geometria Plana
Quadriláteros
Conceito
Retângulo
Figura geométrica plana composta por
quatro lados e quatro vértices. É um paralelogramo com quatro ângulos
retos (90 graus).
Os lados opostos são congruentes.
Paralelogramo
b
É um quadrilátero com lados opostos
paralelos.
a a
Os lados opostos são congruentes e os
ângulos opostos são iguais.
b b
Onde: Onde:
a
h a
Área: A = b∙h Área: A = b∙a
b
Perímetro: P = 2 ∙ (a + b) Perímetro: P = 2 ∙ (a + b)
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Geometria Plana
Quadriláteros
Quadrado Trapézio
É um retângulo com lados congruentes. É um quadrilátero com pelo menos
Todos os ângulos são retos e os lados um par de lados paralelos chamados
são congruentes.
Losango de bases.
É um paralelogramo com lados Os outros dois lados são chamados
L de pernas.
congruentes.
Os ângulos internos não são b
L L necessariamente retos.
a h c
Área:
L a a
D∙d B
Área: A = L2 D A=
2 (B + b)
Área: A= ∙h
Perímetro: 2
Perímetro: P = 4 ∙ L a a
P = 4∙a Perímetro: P=a+b+c+B
d
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Geometria Plana
Circunferência
Conceito
Figura geométrica plana que consiste em
uma linha curva fechada, na qual todos os Características da circunferência
pontos estão equidistantes de um ponto
central chamado de centro.

Centro
Diâmetro
É o ponto no interior da circunferência a
partir do qual todos os pontos da É um segmento de reta que passa pelo centro da
circunferência estão equidistantes. circunferência e é delimitado por dois pontos da
circunferência. O diâmetro é igual ao dobro do raio.

Raio
É a distância do centro de uma circunferência
a qualquer ponto da sua curva.
Todos os pontos da circunferência D
estão a uma distância igual ao raio r
(diâmetro)
do centro. (raio)
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Geometria Plana
Circunferência Área
Características da circunferência A = π∙r2
Corda
É um segmento de reta que une Reta Secante
dois pontos da circunferência. Intercepta a circunferência em dois
Uma corda não passa Comprimento pontos diferentes.
necessariamente pelo centro É o contorno da circunferência.
da circunferência. Reta Tangente
Também é conhecido como perímetro
da circunferência. Intercepta a circunferência em
apenas um ponto.
C = 2πr
C
(comprimento)
Bizu
corda
A razão entre o
comprimento de uma
circunferência e seu
diâmetro é igual à
constante π. Reta Secante Reta Tangente
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Geometria Plana
Circunferência
Características da circunferência
Setor Circular Exemplo:
É uma parte da circunferência Calcule a área do setor circular da
limitada por dois segmentos de reta figura abaixo:
que partem do centro e um arco da
circunferência que os conecta. Resolução:

40°
Área do setor 40º A= ∙π∙6 2
360°
α
α A= ∙π∙r2 A=
1
∙π∙6 2
360º 9
α = ângulo central
do setor circular A = 12,56m
Arco
É o segmento de curva da circunferência que
une os dois raios do setor circular.
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Geometria Espacial
Geometria Espacial
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Conceito Face
Superfície que compõe a parte externa de
É um ramo da matemática que estuda as
um sólido tridimensional.
propriedades e as relações das figuras
geométricas no espaço tridimensional. Delimitada por arestas e pode ser plana
ou curva, dependendo do sólido.

Vértice
Face
Ponto onde três ou mais arestas se encontram
em um sólido tridimensional.
Vértice

Aresta
Linha segmentada que conecta dois vértices
em um sólido tridimensional.
Ela é a linha de interseção entre duas faces
Aresta e representa a borda do sólido.
Geometria Espacial
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Conceito
Prisma
É uma figura geométrica tridimensional que
possui duas bases congruentes e paralelas, e
faces laterais que são paralelogramos.
Prisma Reto x Prisma Oblíquo
Prisma Reto Prisma Oblíquo
É um prisma no qual as arestas laterais
É um prisma no qual as arestas laterais não são
são perpendiculares às bases.
perpendiculares às bases.
Todas as faces laterais do prisma reto são
retângulos ou quadrados. As faces laterais do prisma oblíquo são paralelogramos,
mas não retângulos.

h h
Geometria Espacial
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Paralelepípedo
Conceito
Volume
Sólido tridimensional caracterizado por
ter seis faces retangulares.
V=L∙C∙H
É um caso especial de um prisma retangular,
onde todas as faces são retângulos.
Área Lateral

AL = 2∙ (L∙ H + C ∙H൯
H

Onde:
Área Total
L H = altura AT = AL + 2AB
C L = largura
C = comprimento Onde: AB =Área da base
Geometria Espacial
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Cubo
Conceito Volume
É um sólido tridimensional com seis faces
quadradas, arestas de igual comprimento V = a3
e ângulos retos.

Área Lateral
a AL = 4∙a2

Onde: Área Total


a
H=C=L →a AT = 6∙a2
a
Geometria Espacial
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Cilindro Volume
Conceito
V = Ab ∙h ou V = π∙R2 ∙h
É um sólido tridimensional que consiste
em duas bases circulares paralelas e uma
superfície lateral curva.
Cilindro aberto:
Área Lateral

AL = 2∙π∙R∙h

h
h
2∙π∙R
Área Total
Comprimento
Onde: AT = 2∙Ab+ AL da
circunferência
h = altura
R
R = Raio da base
Geometria Espacial
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Tronco de Cilindro
Conceito Volume
Figura geométrica tridimensional resultante da É igual ao volume do tronco antes do corte
remoção de uma porção de um cilindro. menos o volume descartado.
Onde:
Vt = V − Vd V = Volume do
cilindro
Volume descartado:
a
Onde: πR2 ∙(a − b)
b Vd =
a = altura maior 2
b = altura menor
R = Raio da base
R Logo, o volume πR2 ∙(a + b)
do tronco:
Vt =
2
Geometria Espacial
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Cone Geratriz
Conceito É o segmento de reta que liga o vértice do
Figura geométrica tridimensional que cone a um ponto na circunferência da base.
consiste em uma base circular e um vértice,
no qual todos os pontos da superfície Bizu: Usa-se o teorema de Pitágoras para
lateral do cone estão ligados ao vértice. encontrar o valor de g.

Área Lateral Área Total

g Onde: Al = π ∙ R ∙ g At = A l + AB
h
h = Altura
Onde:
R = Raio da base
Volume AB = Área da base
g = Geratriz
AB ∙ h
V=
R 3
Geometria Espacial
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Tronco de Cone
Conceito Área Total
É uma figura geométrica tridimensional
que surge quando uma parte de um Área Lateral At = Al + Ab + AB
cone é removida.
Al = π∙(r + R) ∙ gt Ab = área da base menor
AB = área da base maior
g
h
Volume
h
H Volume do troco de cone é igual ao volume do
G
r cone maior menos o volume do cone menor.

gt Vt = Vtotal − Vc
ht
ou
R
ht
Vt = ∙(Ab + Ab ∙AB + AB )
3
Geometria Espacial
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Pirâmide
Conceito Área Lateral
Figura geométrica tridimensional que Área da face 4∙l∙ap PB ∙ap
consiste em uma base poligonal e faces Al = 4∙Af = =
l∙ ap 2 2
triangulares que convergem em um
Af = PB = Perímetro da base
ponto chamado vértice. 2

Área Total Volume


AB ∙h
At = Al + AB V=
3
al h Alguns tipos
ap

l Onde:
l al = aresta lateral
ap = apótema da pirâmide Base Base Base Base
Triangular Quadrada Pentagonal Hexagonal
Geometria Espacial
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Tronco de Pirâmide
Conceito
É uma figura geométrica tridimensional Área Lateral
que surge quando uma parte de uma Área da face
pirâmide é removida. Al = n ∙Af
(l + L) ∙ apt
Af = n = número de lados da base
2
h h
Volume
Área Total Volume do troco da pirâmide é
H l l
l igual ao volume da pirâmide
At = Al + Ab + AB
maior menos o volume da
pirâmide menor.
ht
apt Vt = Vpma − Vpme
L Onde:
ht = altura do tronco Vpma = Volume maior
L apt = apótema do tronco Vpme = Volume menor
Geometria Espacial
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Esfera
Conceito
Figura geométrica tridimensional onde Fuso Esférico e Cunha Esférica
todos os pontos do espaço estão a uma
mesma distância de um ponto central.
É completamente simétrica em todas R R
as direções.
α
α
Área Total

R
At = 4∙π∙R2

Volume Área do fuso Volume da cunha

4∙π∙R3 Afu = 4∙π∙R2 ∙


α 4∙π∙R3 α
V= 360° Vcu = ∙
3 3 360°
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Geometria Analítica
Geometria
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Exemplo:
Determine as coordenadas de cada ponto no plano

Analítica
cartesiano abaixo:
Y
B

Plano Cartesiano E

Conceito A

É um sistema de coordenadas utilizado para representar


pontos no espaço bidimensional. F I H X
É formado por dois eixos perpendiculares que se cruzam
C
em um ponto central, chamado de origem.
x = horizontal (eixo das abscissas)
y = vertical (eixo das ordenadas) J G D

A interseção dos dois eixos é o ponto (0, 0) → Origem


Cada ponto no plano + + Cada ponto apresenta as coordenadas no formato (x, y).
cartesiano é representado
por um par ordenado de - 2ºQ 1ºQ + Para encontrar as coordenadas de A(4, 2), B(-4, 6), C(-5, -3),
números (x, y). - 3ºQ 4ºQ + cada ponto, basta conferir a D(4, -5), E(0, 4), F(-3, 0),
distância na horizontal a na vertical G(0, -6), H(5, 0), I(0, 0),
- - do ponto de origem (0, 0). J(-7, -5)
Geometria Analítica
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Distância entre dois Pontos


Exemplo:
Conceito Calcule a distância entre A (3,1) e B (7,4).

Medida do segmento de reta dada por dois


pontos como extremidade. Resolução:

dab = (Xb − Xa )2 + (Yb − Ya )2


Dado dois pontos: A (Xa , Ya ) e B (Xb , Yb )

dab = (7 − 3)2 + (4 − 1)2


dab = (Xb − Xa )2 + (Yb − Ya ) 2
dab = 42 + 32

Onde: dab = 16 + 9
Xa , Xb , Ya e Yb são as
dab = 25 dab = 5
coordenadas dos pontos.
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Geometria
4 +(−2) 10 + (−6)
Resolução: M= ,
2 2

Analítica
4 − 2 10 − 6 2 4
M= , = , M = (1,2)
2 2 2 2

Y
Ponto médio de um segmento Representação
10

Gráfica:

Fórmula

M= Xa + Xb Ya + Yb
,
2 2 2
M
4
Exemplo: -2 1
X
Calcule as coordenadas do ponto médio do
segmento AB, sendo A (4,10) e B (-2,-6).
-6
Geometria
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Exemplo:
Encontre a equação reduzida da reta que

Analítica
passa pelos pontos A (1,2) e B (2,5).

Resolução:
Y = mx + n Substituindo:

Equação da Reta A: 2 = m.1 + n


n=2-m
n=2-3
n=2-m n = -1

Equação Reduzida B: 5 = m.2 + n


Montagem da equação:
5 = m.2 + 2- m
5 - 2 = 2m - m Y = 3x - 1
Y = mx + n
m=3
Onde:
m = coeficiente angular (declividade)
y Y = mx + n
n = coeficiente linear
Representação
x e y = coordenadas Temos: Gráfica: n
y−n
m= x = tg θ θ
n = ordenada em que a reta corta o eixo y x
Geometria Analítica
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Equação da Reta
Equação Geral Equação Segmentada
Onde:
ax + by + c = 0 x y −c
−c
p + q= 1 p= e q=
a b
Exemplo:
Exemplo:
Encontre a forma geral da equação da reta que
passa pelos pontos A (0,-3) e B (3,-2). Converter a equação 2x + 4y - 8 = 0 para a
forma segmentada:
Resolução: .

Y = mx + n B: -2 = m.3 + n −(−8) −(8) x y


p= =4 q= =2 + =1
2 4 4 2
-2 = 3m -3
A: -3 = m.0 + n -2+3 = 3m
n = -3 Equação reduzida Conversão de para a Equação Geral:
1 = 3m
1 1 1
m= y = .x − 3 − x+y+3=0 .(-3) = x − 3y − 9 = 0
3 3 3
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Geometria Analítica
Exemplo:
Distância entre ponto e reta
Determine a distância entre o ponto P(0,2) e
a reta r: 4x - 3y - 11 = 0.
a∙xo + b∙yo + c
d= Resolução:
a 2 + b2 a=4
Temos:
xo = 0 b = -3
y yo = 2 c = -11
P reta
d Logo:
−6 − 11
d=
a∙xo + b∙yo + c 16+ 9
d=
a2 + b2 −17
d=
25
x 4∙0 + (−3)∙2 + (−11)
d=
Onde: 17
4 2 + (−3) 2 d=
xo e yo = Coordenadas do ponto 5
P(xo , yo )
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Geometria Analítica
Circunferência
Conceito Exemplo:
Figura geométrica em que todos os pontos
Determine a equação reduzida da
estão a uma mesma distância de um ponto fixo
circunferência que tem centro no ponto
chamado centro.
C(2, -4) e raio r = 2.
Essa distância constante é chamada de raio (r).
Resolução:
Equação Reduzida (x − xc ) 2 + (y − yc ) 2 = r2

(x − xc ) 2 + (y − yc ) 2 = r2 (x − 2) 2 + (y − (−4)) 2 = 22

Onde: (x − 2) 2 + (y + 4) 2 = 4
xc e yc = Coordenadas do centro
r = raio da circunferência
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Geometria
Resolução:
Temos que a equação geral é:

Analítica
x2 + y2 − 2∙xc ∙x − 2∙yc ∙y + x2 2 2
c + yc − r = 0

I II III
Igualando os termos:
Circunferência I − 2∙xc ∙x = − 4x II − 2∙yc ∙y = 6y

− 2∙xc = − 4 − 2∙yc = 6
Equação Geral −4 6
xc = yc =
−2 −2
x2 + y2 − 2∙xc ∙x − 2∙yc ∙y + x2 2 2
c + yc − r = 0
xc = 2 yc = −3

xc e yc = Coordenadas do centro
Onde:
r = raio da circunferência
III x2 2 2
c + yc − r = 4 r2 = 9
22 + (−3) 2 − r2 = 4 r= 9
Determine as coordenadas do
Exemplo: centro e o raio da seguinte 4 + 9 − r2 = 4 r=3
circunferência: − r2 = 4 − 4 − 9 C(2, −3)
x2 + y2 − 4∙x + 6∙y + 4 = 0 − r2 = − 9
Logo:
r=3
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Geometria Analítica
Elipse 2a = medida do eixo maior
Conceito Onde: 2b = medida do eixo menor
Semelhante a uma forma oval. F₁ e F₂ = focos 2c = distância focal
Conjunto de todos os pontos em um plano O = centro c
= excentricidade
cuja soma das distâncias a dois pontos fixos, a
A₁A₂ = eixo maior
chamados focos, é constante (2a).
B₁B₂ = eixo menor a2 = b2 + c2
B₁
Equação
b a
Eixo maior na horizontal:
A₁ F₁ F₂ A₂
2b
O c (x − xo ) 2 (y − yo ) 2
+ =1
a2 b2
Onde:
Eixo maior na vertical:
B₂ PF₁ + PF₂ = 2a
2c (y − yo ) 2 (x − xo ) 2
P = Ponto na Elipse + =1
2a 2 2
a b
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Geometria Analítica
Elipse 2º Passo: Determinar os
Exemplo: valores de a e b.
y (4,5)

Determine a equação da seguinte Elipse: a c=6–4


(2,4) (6,4) b c=2
y (4,5)
c b=5–4
Y= 4
b=1
F₁(2,4) F₂(6,4)
x a2 = b2 + c2
x=4
a 2 = 12 + 2 2
3º Passo: Substituir os valores na
a2 = 1 + 4
x equação geral.
Como eixo maior é horizontal: a= 5

Resolução: (x − xo ) 2 (y − yo ) 2
+ =1
a2 b 2
1º Passo: Determinar as coordenadas (x − 4) 2 (y − 4) 2
do centro. (x − 4) 2 (y − 4) 2 + =1
+ =1 5 1
C(4, 4) 2 2
( 5) 1
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Geometria Analítica
Hipérbole 2a = medida do eixo real
Conceito Onde: 2b = medida do eixo imaginário
Conjunto de todos os pontos em um plano cuja F₁ e F₂ = focos 2c = distância focal
diferença (em valor absoluto) a dois pontos c
O = centro = excentricidade
fixos, chamados focos, é constante (2c). a
A₁A₂ = eixo real
B₁B₂ = eixo imaginário c2 = a2 + b2
B₁
c Equação
b
F₁ F₂ Eixo real na horizontal:
2b
A₁ O a A₂
(x − xo ) 2 (y − yo ) 2
− =1
P a2 b2
B₂ Onde: Eixo real na vertical:
2a
PF₂ − PF₁= 2a
2c (y − yo ) 2 (x − xo ) 2
− =1
P = Ponto na Hipérbole a 2 b 2
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Geometria Analítica
Hipérbole b
c=2
Exemplo:
c
b a=1
Determine a equação da seguinte Hipérbole: F₂
F₁ c2 = a2 + b2
A₁ a A₂
y b2 = c2 − a2
b2 = 2 2 − 1 2

A₂ F₂ c=2 b2 = 3
F₁ A₁ (6,5)

2º Passo: Substituir os valores na b= 3


1 1
equação geral.

x Como eixo real é horizontal:


(x − xo ) 2 (y − yo ) 2
− =1
a2 b2
Resolução: (x − 6) 2 (y − 5) 2
(x − 6) 2 (y − 5) 2 − =1
1º Passo: Determinar os valores − =1 1 3
de a e b. 12 ( 3ሻ2
Geometria Analítica
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Parábola
Onde:
Conceito
P₁, P₂, ... = pontos na parábola.
Conjunto de todos os pontos em um plano que p
estão equidistantes de um ponto fixo F = foco VF =
d = diretriz 2
chamado foco e de uma reta fixa chamada
diretriz. p = parâmetro VF = eixo de simetria
reta V = vértice
d (diretriz)
P’₂
P’₁ P₂ Equação
P₁
Eixo de simetria na horizontal:

V’ V
(y − yo ) 2 = 2p(x − xo )
F
Onde:
VF = VV’
Eixo de simetria na vertical:
p P₁F = P₁ P’₁
P₂F = P₂P’₂ (x − xo ) 2 = 2p(y − yo )
(...)
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Geometria Analítica Sabemos que:


Parábola y
VF = VV’
Exemplo: Logo:
V’ V F
Determine a equação da seguinte Parábola: V′F 2
VV′ = = =1
2 2
y d Logo:
xo = x + VV’
x
xo = 2 + 1 = 3
x=2 V’F = 2
V F(4,4) yo = 4
2º Passo: Determinar o valor do parâmetro (p).
V(3, 4).
p = V’F = 2

3º Passo: Substituir os valores na equação:


x Eixo de simetria na horizontal:
2
Resolução: (y − yo ) 2 = 2p(x − xo )
(y − 4 ) 2 = 4(x − 3 )
1º Passo: Determinar os coordenadas
do vértice V(xo , yo ). (y − 4 ) 2 = 2 ∙ 2(x − 3 )
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Ângulos
Ângulos
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Classificação dos ângulos


Conceito Quanto à posição
É a medida da abertura entre duas retas ou planos Congruentes: Quando possuem a mesma medida.
que se encontram em um ponto comum (vértice).
Consecutivos: Quando um dos lados de um ângulo
coincide com um dos lados do outro.
A
Ex:
α é o ângulo. Adjacentes: Quando são consecutivos e não
O possuem pontos internos em comum.
O ponto O é o vértice.
OA e OB são os lados.
C
B AÔB e BÔC são
B
consecutivos e
adjacentes e OB é o
A
lado comum.
Podem ser classificados quanto: O

Opostos pelo vértice: β


Medida Posição
Quando o ângulo é γ 𝜶
formado por duas retas
Complementação concorrentes. θ
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Ângulos
Quanto à medida
Nulo: A medida é igual a 0º.
Agudo: A medida é menor que 90º (e maior que 0º).
Classificação dos ângulos
< 90º
Quanto à complementação
Reto: A medida é exatamente 90º.
Complementar: dois ângulos são
complementares quando a soma de suas
medidas é igual a 90º. = 90º

Obtuso: A medida é maior que 90º e menor que 180º.


b a + b = 90º
a > 90º
Suplementar: dois ângulos são suplementares Raso: A medida é exatamente 180º.
quando a soma de suas medidas é igual a 180º.
= 180º
a + b = 180º
b a Completo: A medida é exatamente 360º.
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Ângulos
Conversão entre Graus e Radianos
Bissetriz de um Ângulo
Linha que divide um ângulo em dois ângulos
180º  rad congruentes.
A bissetriz divide o ângulo ao meio,
Exemplo: criando dois ângulos com medidas iguais.

Converter 60º para radianos C

Resolução:
180º  rad 𝜶 B
Bissetriz
60º x O
𝜶
60º∙ π π AÔB e BÔC são
x= = rad congruentes.
180º 3 A
π
x= rad
3
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Trigonometria
Trigonometria
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Ciclo Trigonométrico
Conceito Representação
Representação gráfica utilizada para visualizar π
90°=
as relações entre os ângulos e as funções 2
trigonométricas.
Um ciclo completo corresponde a 360º Sentido Positivo
ou 2π radianos.
2° 1°
Dividido em 4 partes (Quadrantes). Quadrante Quadrante
Ponto de origem é colocado no lado 180°= π 0º
positivo do eixo x.
360°= 2π
3° 4°
Ângulo Positivo: Marcado no sentido anti-horário
Quadrante Quadrante
a partir do ponto de origem.
Ângulo Negativo: Marcado no sentido horário Sentido Negativo
a partir do ponto de origem.

270°=
2
Trigonometria
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Ciclo Trigonométrico
Exemplo:
Ângulos Congruentes
Represente no ciclo trigonométrico os
seguintes ângulos: São ângulos que possuem o mesmo ponto de
α = 120° e β =-60°. origem e o mesmo ponto final.
Exemplo:
α β Encontre o ângulo congruente a 480°.
Está entre 90º e 180°. Como -60° é negativo
Logo está no 2º devemos deslocar no Resolução:
quadrante. sentido horário. 1º Passo: Dividir o ângulo por 360° (volta completa).
90° 90°
460° 360° 90°
120° -360° 1
180°
180°
0° 0° (100°) 100°
-60° 180°
O quociente 1 é o número de 0°
voltas completas.
270° O resto 100° é o ângulo
270°
congruente a 460°. 270°
Trigonometria
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Funções Trigonométricas
Seno
Sinais 90°=
π
Projetado sobre o eixo vertical. 2
Seu valor é a distância entre a projeção e o 2°Q 1°Q
centro do ciclo.
Varia ente -1 e 1.

Eixo dos senos 180°= π


+ + 0º
360°= 2π

senα

α
- -
3°Q 4°Q
O

270°=
2
Valores Positivos: 1°Q e 2°Q
−1 ≤ senα ≤ 1
Valores Negativos: 3°Q e 4°Q
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Funções Trigonométricas
Cosseno
Sinais 90°=
π
Projetado sobre o eixo horizontal. 2
Seu valor é a distância entre a projeção e o 2°Q 1°Q
centro do ciclo.
Varia ente -1 e 1.

180°= π
- + 0º
360°= 2π

α
- +
3°Q 4°Q
O cosα Eixo dos cossenos

270°=
2
Valores Positivos: 1°Q e 4°Q
−1 ≤ cosα ≤ 1
Valores Negativos: 2°Q e 3°Q
Trigonometria
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Funções Trigonométricas π
90°=
2
Tangente
2°Q 1°Q
Reta paralela ao eixo dos senos.
Varia entre −∞ e +∞.
Eixo dos senos
Sinais
180°= π
- + 0º
360°= 2π

senα
α
tgα
+ -
3°Q 4°Q
O cosα Eixo dos cossenos 3π
270°=
2
Valores Positivos: Quando seno e cosseno tiverem
o mesmo sinal.
senα
tgα =
cosα Valores Negativos: Quando seno e cosseno tiverem
o sinais diferentes.
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Trigonometria Outras relações

tg2 α + 1 = sec2 α
Funções Trigonométricas
Relação entre seno e cosseno cotg2 α + 1 = cossec2 α

sen2 α + cos2 α = 1
Outras funções

Cotangente Cossecante
cosα 1 Secante
cotgα = ou cotgα = 1
senα tgα cossecα =
1 senα
secα =
Sinal = Mesmo da Tangente cosα
Sinal = Mesmo do Seno
Sinal = Mesmo do Cosseno
Trigonometria
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Funções Trigonométricas
Alguns ângulos Soma e Subtração de Ângulos
α senα cosα tgα cos(a + b) = cosa·cosb – sena·senb
Cosseno:
0° 0 1 0
cos(a - b) = cosa·cosb + sena·senb
1 3 3
30°
2 2 3
2 2 sen(a + b) = sena·cosb + senb·cosa
45° 1
2 2
1
Seno:
3
60° 3 sen(a - b) = sena·cosb – senb·cosa
2 2
90° 1 0 ---
Tangente:
180° 0 -1 0
270° -1 0 --- tga + tgb tga − tgb
tg(a + b) = tg(a − b) =
1 − tga∙tgb 1 + tga∙tgb
Trigonometria
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Triângulo Retângulo
B
Seno
β cateto oposto c b
a sen = senα = senβ =
hipotenusa a a
c

α Cosseno
C
A b b c
cateto adjacente cosβ =
cos = cosα =
hipotenusa a a
Onde:
c e b = catetos
a = hipotenusa Tangente
Bizu: c b
a2 = b2 + c2 tg =
cateto oposto
tgα = tgβ =
cateto adjacente b c
Teorema de Pitágoras
Trigonometria
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Triângulo Retângulo
Exemplo:
Encontrar o valor de x:
No triângulo abaixo, determine o seno Pelo Teorema de Pitágoras, temos:
do ângulos β.
a2 = b2 + c2 x = 225 −81
B
15 2 = 9 2 + x2 x = 144
β
15 x2 = 15 2 − 9 2 x = 12
9
Calcular o seno de 𝛃:
C
A x cateto oposto 12
sen𝛃 = sen𝛃 =
Resolução: hipotenusa 15
Sabemos que se trata de um triângulo retângulo.
x 4
sen𝛃 = sen𝛃 =
Onde: 9 e x = catetos 15 5
15 = hipotenusa
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Números Complexos
Números Complexos
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Conceito Igualdade entre números complexos


São uma extensão dos números reais que Dois númeiros complexos Z₁ = a + b∙i
incluem uma componente imaginária. e Z₂ = c + d ∙ i são iguais quando a = c e b = d
Há partes reais iguais (a = c) e partes
imaginárias iguais (b = d)
Forma algébrica: Z = a + b∙i
Exemplo:
Onde: Determine x e y de modo que Z1 = z2 , sendo:
a = parte real. (a e b ∈ R)
|
Z₂ = 2 + (y−3)i
Z₁ = (x−2) + 5i
b = parte imaginária.
i = unidade imaginária. i= −1 Resolução:
parte real: parte imag.:
Ex.: 2 + 3i Z₁: parte real = (x-2)
parte imag. = 5 x−2 = 2 y−3 = 5
Ex.: 7 + 2i x= 2+2 y=5+3
Ex.: 2 − 3i Z₂: parte real = 2 x=4 y=8
parte imag. = (y-3)
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Números Complexos
propriedades
Módulo ( Z ) ou ρ
O módulo do número Z = a + b.i é

o número Z = a2 + b2
Conjugado (Z)
O conjugado do número Z = a + b.i é Ex.: Z = 2 + 3i Z= 22 + 3 2
o número Z = a − b.i
Z= 4+9
Z= 13
Ex.: Z = 2 + 3i Z = 2 − 3i
Norma Z
Oposto (-Z) A norma do número Z = a + b.i é o
O oposto do número Z = a + b.i
número Z = a2 + b2
é o número -Z = −a − b.i
Ex.: Z = 2 + 3i Z = 22 + 3 2
Ex.: Z = 2 + 3i
Z =4+9
−Z = − 2 − 3i Z = 13
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Números Complexos
Operações na forma algébrica

Adição Subtração
Dado dois números complexos: Dado dois números complexos:

Z₁: a + b ∙ i e Z₂: = c + d ∙ i
Z₁: a + b ∙ i e Z₂: c + d ∙ i

Z₁ + Z₂ = (a + c) + (b + d) ∙ i
Z₁ − Z₂ = (a − c) + (b − d) ∙ i

Z₁ = 4 + 3i
Exemplo: Exemplo:
Z₁ = 4 + 3i
Z₂ = 2 + 2i
Z₂ = 2 + 2i

Resolução: Z₁ + Z₂ = (4 + 2) + (3 + 2) ∙ i Resolução: Z₁ − Z₂ = (4 − 2) + (3 −2) ∙ i


Z₁ + Z₂ = 6 + 5i Z₁ − Z₂ = 2 + i
Números Complexos
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Operações na forma algébrica


Multiplicação Exemplo:
Dado dois números complexos:
Determine Z₁ ⋅ Z₂, sendo: Z₁ = 4 + 3i
Z₁: a + b ∙ i e Z₂: = c + d ∙ i Z₂ = −2 + i

Z₁ ⋅ Z₂ = (a + bi) ⋅ (c + di)
i= −1 Resolução:
Z₁ ⋅ Z₂ = ac + adi + bci + bdi² i² = −1
Z₁ ⋅ Z₂ = (ac − bd) + (ad + bc) ⋅ i
Z₁ ⋅ Z₂ = ac + adi + bci + bd ⋅ (−1)
Z₁ ⋅ Z₂ = ac + adi + bci − bd Z₁ ⋅ Z₂ = [4 ⋅ (−2) − 3 ⋅ 1] + [4 ⋅ 1 + 3 ⋅ (−2) ] ⋅ i
Z₁ ⋅ Z₂ = ac − bd + adi+ bci
Z₁ ⋅ Z₂ = [−8 − 3] + [4 − 6] ⋅ i

Z₁ ⋅ Z₂ = (ac − bd) + (ad + bc) ⋅ i Z₁ ⋅ Z₂ = −11 − 2i


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Números Complexos Exemplo:

Divisão Determine
Z₁
Z₂
, sendo:
Z₁ = 3 − 7i
Z₂ = 3 + 4i
Dado dois números complexos Z₁ e Z₂ :
Z₁: a + b ∙ i e Z₂: = c + d ∙ i
Resolução:
Z₁ Z₁ Z₂ Onde: Z₁ (ac + bd) (bc − ad)
= ∙ Z₂ = conjugado do = + ⋅i
Z₂ Z₂ Z₂ Z₂ c²+ d² c²+ d²
denominador.
Logo: Z₁ (a + bi) ⋅ (c − di) sabemos que Z₁ [3 ⋅ 3 + (−7)⋅4] [(−7) ⋅ 3 − 3 ⋅ 4]
= = + ⋅i
Z₂ (c + di) ⋅ (c − di) i² = −1 Z₂ 3²+ 4² 3²+ 4²

Z₁ ac − adi + bci − bd ⋅ i² Z₁ (9 − 28) (−21) − 12


= = +
Z₂ c²− d² ⋅ i² Z₂ 9 + 16 9 + 16
⋅i

Z₁ ac − adi + bci + bd
=
Z₂ c²+ d² Z₁ 19 33
=− − ⋅i
Z₂ 25 25
Z₁ (ac + bd) (bc − ad)
= + ⋅i
Z₂ c²+ d² c²+ d²
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Números Complexos
Potências de i Forma Trigonométrica ou Polar
i° = 1 i⁴ = 1 Bizu: Z = a + bi Z = ρ(cosθ + i ⋅ senθ)
i¹= i i⁵ = i
Repetem-se de
i²= -1 i⁶ = -1 quatro em quatro
i⁷ = -i Im Eixo imaginário
i³= -i unidades.
b
P senθ =
ρ
Lembre-se: b ρ a
Exemplo: i²¹ = ? Divida o expoente por 4 cosθ =
ρ
θ Re
21 4
i²¹ = ? i²¹ = i⁴ ⁵ ∙ i¹
.
-20 5 Eixo real
a
x (1) resto
i²¹ = i⁴ ∙ i¹
.
Onde:
i²¹ = 1 ∙ i¹ P = afixo ou imagem geométrica.
O expoente é múltiplo ρ = módulo.
de 4 i²¹ = i θ = argumento principal.
Números Complexos
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Exemplo:
1 3
Determine a forma trigonométrica do seguinte número complexo: Z = + i⋅
2 2

1º Passo: 2º Passo:
Determine o argumento principal (θ):
Determine o módulo (ρ):
3
1+3 senθ =
b
= 2 = 3
ρ = a2 + b2 ρ= ρ 1 2
4
1
2 2 a 1
1 3 4 cosθ = = 2 =
ρ= + ρ= ρ 1 2
2 2 4
3
Portanto, o valor de θ cujo senθ = e
ρ= 1 2
1 3 1
ρ= + cosθ = é o θ = 60º.
4 4 Logo: 2
ρ=1

Z = ρ(cosθ + i ⋅ senθ) Z = 1 (cos60º + i ⋅ sen60º)


Números Complexos
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Operações na forma trigonométrica


Exemplo:
Multiplicação
Determine a forma trigonométrica de Z₁ ⋅ Z₂, sendo:

Z₁ ⋅ Z₂ = ρ₁ ⋅ ρ₂[cos (θ₁+θ₂) + i ⋅ sen(θ₁+θ₂)]


Z₁ = 6 (cos240º + i ⋅ sen240º)

Z₂ = 3 (cos60º + i ⋅ sen60º)
Bizus: Resolução:
Z₁ ⋅ Z₂ = ρ₁ ⋅ ρ₂ [cos (θ₁ + θ₂) + i ⋅ sen (θ₁ + θ₂)]
O módulo é igual ao produto dos
módulos de Z₁ e Z₂ Onde:
ρ₁= 6 θ₁ = 240º
O argumento é igual à soma dos ρ₂= 3 θ₂ = 60º
argumentos de Z₁ e Z₂
Z₁ ⋅ Z₂ = 6 ⋅ 3[cos (240º+60º) + i ⋅ sen(240º+60º)]

Z₁ ⋅ Z₂ = 18 ⋅ (cos 300º + i ⋅ sen300º)


Números Complexos
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Operações na forma trigonométrica


Exemplo:
Divisão Z₁
Determine a forma trigonométrica de , sendo:
Z₂
Z₁ ρ₁
= ⋅ [cos (θ₁−θ₂) + i ⋅ sen(θ₁−θ₂)]
Z₂ ρ₂ Z₁ = 6 (cos240º + i ⋅ sen240º)

Z₂ = 3 (cos60º + i ⋅ sen60º)
Bizus: Resolução:
Onde: ρ₁= 6 θ₁ = 240º
O módulo é igual ao quociente dos
ρ₂= 3 θ₂ = 60º
módulos de Z₁ e Z₂.
Z₁ 6
O argumento é igual à diferença dos = ⋅ [cos (240 − 60) + i⋅sen(240 − 60)]
argumentos de Z₁ e Z₂. Z₂ 3

Z₁
= 2⋅(cos 180º + i⋅sen180º)
Z₂
Números Complexos
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Potenciação e Radiciação
Potenciação
Radiciação
Zⁿ = ρⁿ ⋅ [cos (n ⋅ θ) + i ⋅ sen(n ⋅ θ)] n θ + 2kπ θ +2kπ
Z = n ρ ⋅ [cos + i⋅sen ]
n n

Com k = {0, 1, 2, ... n-1}


Exemplo:

Determine a forma trigonométrica de Z³, sendo:


Exemplo no outro Mapa:
Z = 2 (cos 60º + isen60º)

Resolução: Zⁿ = ρⁿ ⋅ [cos (n ⋅ θ) + i ⋅ sen(n ⋅ θ)]

Z³= 2³ ⋅ [cos (3 ⋅ 60º) + i ⋅ sen(3 ⋅ 60º)] Z³= 8 ⋅ (cos 180º + i ⋅ sen180º)


Números Complexos
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Exemplo: π π
Z= 2 ⋅ [cos + kπ + i⋅sen + kπ ]
4 4
Determine as raízes quadradas do
seguinte número complexo: Substituir os valores de k até k = n -1, ou seja, 2 -1 = 1

π π Para k = 0:
Z = 2⋅[cos + i⋅sen ] π π
2 2 Z= 2 ⋅ [cos + 0∙π + i⋅sen + 0∙π ]
4 4
Resolução:
n θ + 2kπ θ +2kπ π π
Z = n ρ ⋅ [cos n
+ i⋅sen n
] Z= 2 ⋅ (cos
4
+ i⋅sen )
4

π + 2kπ π + 2kπ Para k = 1:


Z= 2 ⋅ [cos 2 + i⋅sen 2 ] Z= 2 ⋅ [cos
π π
+ 1∙π + i⋅sen + 1∙π ]
2 2 4 4
π
+ 2kπ π 1 π π + 4π 5π
2 = + 2kπ ∙ + 1∙π = =
2 2 2 4 4 4
π
+ 2kπ π 1 2kπ π 5π 5π
2 = ∙ + = + kπ Z= 2 ⋅ (cos + i⋅sen )
2 2 2 2 4 4 4
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Matrizes e Determinantes
Matrizes
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Conceito Representação
É uma estrutura matemática composta por a11 = 2
números organizados em linhas e colunas. a11 a12 Ex.: a12 = 1
A= a a22 A= 2 1
3 0 −2 21 3 −1 a21 = 3
Ex: A= 4 1 −1 a22 = -1
2 1 3
Ordem de uma Matriz
Elementos Determinada pelo número de linhas e colunas
Cada elemento é representado por aij . que uma matriz possui.

i = Linha Onde:
Onde: Representada por: m x n
j = Coluna m = número de linhas
n = número de colunas
Linha 2
Ex.: Ex:
a₂₃ = A= 1 3 −1
4 1 2
Coluna 3 Ordem = 2 x 3
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Matrizes Matriz Quadrada


A quantidade de linhas é igual a quantidade de colunas.

Tipos de Matrizes Ex.: 3 4 2


A = 2 −3 1
Ordem = 3 x 3
1 −1 1

Matriz Linha
Diagonais da Matriz Quadrada:
Apresenta apenas uma linha.
a b c Diagonal
Ex.: A = [2 1 −1 0] Diagonal d e f Principal
Ordem = 1 x 4 Secundária g h i

Matriz Coluna Matriz Retangular


Apresenta apenas uma coluna.
A quantidade de linhas é diferente da
quantidade de colunas.
Ex.: 3
A= 2
−3 Ex.: A= 3 1 −1
8 2 2 1 Ordem = 2 x 3
Ordem = 4 x 1
Matrizes
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Tipos de Matrizes
Matriz Nula Matriz Identidade
Possui todos os elementos iguais É uma matriz quadrada onde todos os
a zero. elementos da diagonal principal são iguais a
1 e todos os demais são iguais a 0.
Ex.: 0 0 0
1 0 0
A= 0 0 0 Ex.:
A= 0 1 0
0 0 0
0 0 1

Matriz Diagonal Matriz Triangular


É uma matriz quadrada onde apenas É uma matriz quadrada onde todos os
os elementos a diagonal principal não elementos acima ou abaixo da diagonal
são nulos. principal são iguais a 0.

Ex.: 2 0 0
A= 0 1 0 4 0 0
Ex.:
0 0 −1 A = −1 2 0
3 1 2
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Matrizes Matriz Oposta (-A)


Matriz resultante da multiplicação de todos
Tipos de Matrizes os seus elementos por -1.
1 5 −3 −1 −5 3
Matriz Transposta (At )
Ex.:
A= 2 1 −2 −A = −2 −1 2
−3 4 1 3 −4 −1
Obtida trocando suas linhas por
colunas (vice-versa).
Matriz Anti-simétrica
1 4
Ex.: A = 1 2 3 t
A = 2 5 Matriz em que sua transposta é igual à sua
4 5 6
3 6 matriz oposta.

Bizu: (At ) t = A At = −A

0 −2 3
Matriz Simétrica Ex.:
At = 2 0 −4
Matriz em que sua transposta é igual a 0 2 −3 −3 4 0
própria matriz. A = −2 0 4
3 −4 0 0 3
At = A 1 2 3 1 2 3
−2
−A = 2 0 −4
A= 2 4 5 At = 2 4 5 −3 4 0
3 5 6 3 5 6
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Matrizes
Lei de Formação Resolução:
Regra ou método que é seguido para Como a matriz é de ordem 2 x 2, temos:
determinar os elementos de uma matriz
com base em alguma relação ou padrão a11 a12
específico. A= a a22
21
Bizu:
a11 = (1 + 1) 2 = 22 = 4
Essa lei varia. Não há uma única “lei”
que se aplique a todas as matrizes. a12 = (1 + 2) 2 = 3 2 = 9

a21 = (2 + 1) 2 = 32 = 9
Exemplo: a22 = (2 + 2) 2 = 4 2 = 16
Determine a matriz de ordem 2 x 2
formada pela seguinte lei:
4 9
Logo: A=
Aij = (i + j) 2 9 16
Matrizes
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Multiplicação de um
escalar por uma matriz
Operações com Matrizes Cada elemento da matriz é multiplicado
pelo número.

Adição e Subtração B = k∙A


A operação é realizada somando/subtraindo
os elementos que estão nas mesmas posições. 2 −1
Ex.: A= 4 3 k=3
Bizu: 3 1

Só é possível entre matrizes de mesmo 2∙3 −1∙3 6 −3


número de linhas e mesmo número de colunas. B = 4∙3 3∙3 = 12 9
3∙3 1∙3 9 3
Exemplo 1: 1 2 5 6
+ =
3 4 7 8 Exemplo 2:
9 7 3 2
1+5 2+6 6 8 − =
= = 4 5 1 8
3+7 4+8 10 12
9−3 7−2 6 5
= =
4−1 5−8 3 −3
Matrizes
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Operações com Matrizes

Multiplicação entre matrizes Exemplo:

A matriz resultante será obtida multiplicando Calcule a A ∙ B, sendo:


cada elemento de uma linha (primeira matriz)
pelo correspondente na coluna (segunda matriz)
2 1 5 7
e somando o valores. A= B=
3 4 6 8
Bizu1:
Duas matrizes só podem ser multiplicadas (2∙5 + 1∙6) (2∙7 + 1∙8)
quando o número de colunas da primeira for
A∙B =
(3∙5 + 4∙6) (3∙7 + 4∙8)
igual ao número de linhas da segunda.
(10 + 6) (14 + 8)
A∙B =
(15 + 24) (21 + 32)
Bizu2: A matriz resultante terá o número de linhas da
primeira e o número de colunas da segunda.
16 22
A∙B =
39 53
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Matrizes
Propriedades da Multiplicação
Associativa Elemento Neutro
Existindo o produto A∙(B∙C), então:
Onde:
I = Matriz Identidade
A∙ B∙C = (A∙B)∙C I∙A = A∙I = A
A = Matriz Quadrada

Distributiva à Esquerda Multiplicação por um escalar


Existindo o produto A∙(B + C), então:
(K∙A)∙B = A∙(K∙B) =k∙(A∙B)
A∙ B + C = A∙B + A∙C
Onde:
k = um escalar (número)
Distributiva à Direita Transposta
Existindo o produto (A + B)∙C, então:
(A∙B) t = At ∙Bt
(A + B)∙C = A∙C + B∙C
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Matrizes Exemplo:

Determine a matriz inversa da seguinte


Propriedades da Multiplicação matriz:

2 3
Matriz Inversa (A−1 ) A=
1 2
É uma matriz que, quando multiplicada por outra Resolução:
matriz, resulta na matriz identidade.
A∙A−1 = I
A∙A−1 = A−1 ∙A = I Sendo:

Bizu: A−1 = a b e I= 1 0
c d 0 1
Nem sempre a matriz tem uma matriz Logo:
inversa. Caso a matriz não possua uma
inversa, dizemos que é uma matriz A∙A−1 = I
singular.
2 3 ∙ a b = 1 0
1 2 c d 0 1
Continuação:
Matrizes
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Propriedades da Multiplicação
Exemplo (Continuação ): a = −2c a=2
a = −2 ∙ (−1)
2a + 3c 2b + 3d = 1 0
a + 2c b + 2d 0 1
II) b + 2d = 1 3d
b=−
2
3d 3d
b=− − + 2d = 1
2a + 3c = 1 2 2 3∙2
b=−
2b + 3d = 0 2
−3d + 4d
a + 2c = 0 a = −2c =1
b + 2d = 1 2
b = −3
−3d + 4d = 2
I) 2a + 3c = 1 d=2
2(−2c) + 3c = 1
−4c + 3c = 1 2 −3
Logo: A =
−c = 1 −1 2
c = −1
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Determinantes
Conceito
Matriz de 2ª ordem
É um número escalar que pode ser
associado a uma matriz. O determinante é dado pelo produto da
É definido apenas para matrizes diagonal principal menos o produto da
quadradas. diagonal secundária.

Matriz de 1ª ordem det(A) = a b = a∙d − b∙c


c d
O determinante é o próprio elemento
da matriz.

A = [a] det(A) = a Ex.: A = 3 7


1 4
Ex.: 3 7
det(A) = = 3∙4 − 7∙1
A = [3] det(A) = 3 1 4
A = [7] det(A) = 7 det(A) = 12 − 7
det(A) = 5
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Determinantes
Matriz de 3ª ordem 2 1 1
Ex.:
Para encontrar o determinante, usamos a A= 3 1 2
regra de Sarrus. 1 −1 0

1º Passo: 1º Passo:

Duplicamos a primeira e a segunda 2 1 1 2 1


coluna. det(A) = 3 1 2 3 1
1 −1 0 1 −1
2º Passo:
det(A) = [2∙1∙0 + 1 ∙2 ∙1 + 1 ∙3 ∙(-1)] – [1 ∙1 ∙1 + 2 ∙2 ∙ −1 +1 ∙3 ∙0]
Fazemos a soma dos produtos no
sentido da diagonal principal menos a
det(A) = 0 + 2 − 3 − (1 − 4 + 0)
soma dos produtos no sentido da
diagonal secundária.
det(A) = −1 − (−3)

det(A) = 2
Determinantes
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Propriedades dos Determinantes


Multiplicação de uma
fila por uma constante Multiplicação de uma
matriz por uma constante
Fila = Linha ou Coluna
O determinante da matriz também Seu determinante passa a ser
fica multiplicado pela constante. multiplicado por kn .

a b
A= a b
c d A= B = k∙a k∙b
c d k∙c k∙d
a b
B = a k∙b C=
c k∙d k∙c k∙d
det(B) = kn ∙det(A)
det(B) = det(C) = k∙det(A)
Onde:
n = Ordem da Matriz
Determinantes
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Propriedades dos Determinantes


Elementos de uma fila nulos Troca de filas paralelas iguais
O determinante da nova matriz é o oposto
O determinante da matriz é igual a zero. do determinante de A.

a b 0 A=
a b B= c d
A= c d 0 det(A) = 0 c d a b
e f 0
det(B) = − det(A)

Filas paralelas iguais


Filas paralelas proporcionais
O determinante da matriz é igual a zero.
O determinante da matriz é igual a zero.
1 2 3
A= 4 7 5 det(A) = 2 ∙ 6 − 4 ∙ 3
det(A) = 0 2 4
1 2 3 A=
3 6 det(A) = 12 − 12

Bizu: Fila = Linha ou Coluna det(A) = 0


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Determinantes Combinação linear de filas


Uma fila F1 é combinação linear das

Propriedades dos outras filas (F2 , F3 ...), quando:

Determinantes F1 = a∙F2 + b∙F3 …

Onde:
Determinante da Matriz Transposta F1 , F2 , F3 … = Linhas ou Colunas
a, b ... = Coeficientes (números)
O determinante de uma matriz é igual ao
determinante da matriz transposta.
Ex.: 1 2 3 Observe:
a b c a d g A= 2 3 1 L3 = 1∙L1 + 2∙L2
A= d e f At = b e h 5 8 5
g h i c f i Logo:
(5, 8, 5) = 1∙(1, 2, 3) + 2∙(2, 3, 1)

det(A) = det(At ) (5, 8, 5) = (1, 2, 3) + (4, 6, 2)

(5, 8, 5) = (5, 8, 5)

Neste caso: det(A) = 0


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Determinantes
Menor Complementar Resolução:
É o determinante de uma submatriz Devemos eliminar a linhas e a coluna do
originada eliminando a linha e a coluna elemento a23 (2):
do elemento aij .
3 7 4
Representado por Mij . A= 2 1 2
1 4 2
Exemplo:
Sobra a seguinte matriz:
Determine o menor complementar do
3 7
elemento a23 , da matriz a abaixo: A=
1 4
Determinante da nova matriz:
3 7 4
A= 2 1 2 M23 = 3∙4 −7∙1
1 4 2
M23 = 12 − 7 M23 = 5
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Determinantes
Cofator Resolução:

O cofator de um elemento aij é dado 1º Passo: Calcular o menor complementar M11 :


pela seguinte fórmula: 3 2 4
A= 7 3 1 M11 = 3 1
2 2
Cij = (−1) i+j ∙Mij 5 2 2

M11 = 3∙2 − 2∙1


Bizu:
Se i + j for par Cij = Mij M11 = 6 − 2 M11 = 4

Se i + j for ímpar Cij = −Mij 2º Passo: Encontrar o cofator:

Exemplo: i + j = 1 + 1 = 2 (par)

Calcule o cofator C11 da Cij = Mij


3 2 4 Logo:
seguinte matriz: C11 = 4
A= 7 3 1 C11 = M11
5 2 2
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Determinantes
Exemplo:
Teorema de Laplace
Calcule o determinante da seguinte matriz:
Fornece uma maneira de calcular o
determinante de uma matriz quadrada
3 1 0 1
qualquer.
A = 0 −1 3 4
1 1 0 2
1º Passo: Escolher uma fila (Linha ou Coluna). 0 1 1 −1
Bizu: Preferência para fila com mais zeros.
Resolução:
2º Passo: Multiplicar cada elemento da fila 1º Passo: Escolher uma fila:
pelo seu cofator.
1ª Coluna.
3º Passo: Somar os valores encontrados no
2º passo. 2º Passo: Multiplicar cada elemento da fila
pelo seu cofator:

Continuação:
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Determinantes
2º Passo: (...)
Elemento a31 : 1 0 1
Elemento a11 : C31 = −1 3 4
1 1 −1
−1 3 4
C11 = 1 0 2 C31 = M31 = 1∙3∙ −1 + 0∙4∙1 + 1∙(−1)∙1 − [1∙3∙1 + 0∙(−1)∙ −1 +
1 1 −1 1∙1∙4]
C31 = M31 = −3 − 1 − (3 + 4)
C11 = M11 = −1 ∙0∙ −1 + 3∙2∙1 + 4∙1∙1 −
[4∙0∙1 + 3∙1∙ −1 + (−1)∙1∙2] C31 = M31 = − 4 − 7 = −11

C11 = M11 = 6 + 4 − (−3 − 2) Logo: C31 ∙ a31 = −11 ∙ 1 = −11


C11 = M11 = 10 + 5 = 15 Elemento a41 : C = − M
41 41
Logo: C11 ∙ a11 = 15 ∙ 3 = 45 Logo: C41 ∙ a41 = 0
Como: a41 = 0
Elemento a21 :
C21 = − M21 3º Passo: Somar os valores:

Como: a21 = 0 D = 45 + 0 – 11 + 0

Logo: C21 ∙ a21 = 0 D = 34


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Sistemas Lineares
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Sistemas Lineares Representação Matricial


Sistema:
a11 ⋅x + a12 ⋅y + a13 ⋅z = k1
Conceito
Conjunto de equações lineares que compartilham a21 ⋅x + a22 ⋅y + a23 ⋅z = k2
as mesmas variáveis.
a31 ⋅x + a32 ⋅y + a33 ⋅z = k3
x+y=5
Ex:
2x − y = 4
Forma matricial:
Bizu: a11 a12 a13 x k1
Equação linear é uma equação polinomial do 1º grau. a21 a22 a23 ⋅ y = k
2
a31 a32 a33 z K3
Ex.: Ex:
Onde:
ax + by +cz= k
x, y, z = incógnitas 3x − 2y + z = 2
3 −2 1 x 2
a, b, c = coeficientes 2x + y − z = 3 2 1 −1 ⋅ y = 3
k = termo independente x − y + 3z = 5 1 −1 3 z 5
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Sistemas Lineares
Classificação
Possível Determinado (SPD) Exemplo:
Matriz incompleta:
2x + 3y = 5
Apresenta uma única solução. 2 3
O determinante da matriz incompleta 4x − 2y = 10 4 −2
é diferente de 0 (zero).

DMi = 2 ⋅ (−2) − 3 ⋅ 4
DMi = 2 3
Bizu: 4 −2
DMi = − 4 − 12
Para determinar a matriz incompleta, basta
observar a seguinte característica: DMi = − 16
*A matriz é formada apenas pelos coeficientes
das incógnitas. Como o determinante da matriz incompleta
é diferente de 0 (zero), é um sistema
possível e determinado (SPD).
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Sistemas Lineares Exemplo:


2x + 3y = 5
4x + 6y = 10

Classificação 1º Passo:
Determinante da matriz incompleta (DMi )
2 3 DMi = 2 ⋅ 6 − 3 ⋅ 4
Possível e Indeterminado (SPI) 4 6
DMi = 0
Apresenta infinitas soluções.
2º Passo:
O determinante da matriz incompleta e os Determinantes secundários (Dx , Dy ):
determinantes secundários são iguais a 0 (zero).
5 3 Dx = 5 ⋅ 6 − 3 ⋅ 10
Dx =
Bizus: 10 6 Dx = 30 − 30

Determinantes secundários: Dx = 0

1) Estão relacionados a cada incógnita. 2 5


Dy = Dy = 2 ⋅ 10 − 5 ⋅ 4
4 10
2) Para determiná-los, substituímos os valores Dy = 20 − 20
da coluna da respectiva incógnita pelos Dy = 0
termos independentes.
Como DMi (1º passo) e Dx e Dy (2º passo)
são iguais a 0 (zero), é um SPI.
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1º Passo:

Sistemas Lineares
Determinante da matriz incompleta (DMi )

DMi = 1 ⋅ 4 − 2 ⋅ 2
1 2
DMi = 4 − 4
Classificação
2 4
DMi = 0
2º Passo:
Sistema Impossível Determinantes secundários (Dx , Dy ):

Quando o determinante da matriz 5 2 Dx = 5 ⋅ 4 − 2 ⋅ 7


Dx =
incompleta for igual a 0 (zero); e, pelo 7 4 Dx = 20 − 14
menos, um dos determinantes secundários Dx = 6
for diferente de 0 (zero).
1 5 Dy = 1 ⋅ 7 − 5 ⋅ 2
Dy =
2 7
Dy = 7 − 10
Ex.: x + 2y = 5
Dy = − 3
2x + 4y = 7
Como o Determinante da Matriz Incompleta (DMi ) é igual
a zero, e, pelo menos, um dos determinantes secundários é
diferente de 0 (zero), o Sistema é Impossível (SI).
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Sistemas Lineares Exemplo:


x + 2y = 5
3x − y = 8

Sistema Homogêneo
1º Passo: Isolar uma das incógnitas.
Todos os termos independentes são x + 2y = 5
iguais a 0 (zero).
x = 5 − 2y
2x − y + z = 0
Ex.:
4x + 2y − 2z = 0 2º Passo: Substituir o valor encontrado.
3x + y − z = 0 3x − y = 8
x = 5 − 2y
Soluções dos Sistemas 3 (5 − 2y) − y = 8
15 − 6y − y = 8 x = 5 − 2∙1
Método de substituição:
− 7y = 8 − 15 x=5−2
1º passo: Isolar uma das incógnitas.
− 7y = − 7 x=3
2º passo: Substituir o valor encontrado na −7
outra equação. y=
−7
S = 3, 1
y=1
Sistemas Lineares
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Soluções dos Sistemas


Método da Adição 2x + 3y = 7
Eliminar a variável x. Exemplo:
1º passo 4x − 2y = 6

Escolher uma variável para eliminar.


Multiplicar a equação I por (-2).
2º passo I −4x − 6y = −14
I 2x + 3y = 7 . (−2)
Se necessário, multiplicar uma ou mais II 4x − 2y = 6
II 4x − 2y = 6
equações por um número que torne os
coeficientes iguais em módulo, porém,
com sinais contrários . 4x − 2y = 6
−4x − 6y = −14
4x − 2y = 6 4x − 2 ⋅ 1 = 6
3º passo 4x = 6 + 2
− 8y = −8
Somar ou subtrair as equações. 4x = 8
−8 8
y= y=1 x= x=2
−8 4
Sistemas Lineares
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Teorema de Cramer
Dy 1º Passo: Determinante da matriz incompleta.
Dx Dz
x= y= z= (...)
DMi DMi DMi DMi = 1 ⋅ (−1) − 1 ⋅ 2
DMi = 1 1 DMi = − 3
2 −1 DMi = − 1 − 2
Onde:
DMi = Determinante da matriz 2º Passo: Determinantes secundários.
incompleta
Dx = 5 1 Dx = 5 ⋅ (−1) − 4 ⋅ 1
Dx , Dy , Dz = Determinante 4 −1 Dx = − 9
Dx = −5 − 4
secundários.
Dy = 1 5 Dy = 1 ⋅ 4 − 5 ⋅ 2 Dy = − 6
2 4 Dy = 4 − 10
x+y=5
Exemplo: 3º Passo: Encontrar as variáveis.
2x − y = 4
Dx − 9 Dy −6
x= = =3 y= = =2 S = 3, 2
DMi − 3 DMi − 3
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Tabelas e Gráficos
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Tabelas e Gráficos
Tabelas
Conceito Título: fornece uma descrição concisa
do conteúdo analisado.
São utilizadas para organizar conjuntos de
dados para facilitar a análise e Cabeçalho: contém as variáveis ou
interpretação de informações. categorias que estão sendo medidas.
Título
Ex:
Tabela 1.1: Vendas mensais do 1º Semestre
Corpo: contém os dados
Mês Vendas Cabeçalho
propriamente ditos.
janeiro 120
fevereiro 150 Bizu:
Corpo
março 110 Cada célula na tabela representa um valor
abril 180 específico, no qual corresponde à
intersecção de uma linha e uma coluna.
maio 200
junho 160
Fonte: Relatório da empresa Rodapé Rodapé: usados para fornecer explicações
adicionais, bem como identificar a fonte
dos dados.
Tabelas
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Tabelas de frequência
Conceito
Organizam dados em categorias e mostram a
contagem ou a frequência de ocorrências em Exemplo:
cada categoria. Alturas de um grupo de 10 alunos:
160 – 160 – 170 – 165 – 170 – 175 – 170 – 160 – 165 - 170
1) Frequência Absoluta (FA )
Representa o número real de ocorrências em
cada classe ou quantas vezes um dado cai Tabela de frequência de alturas
dentro de um determinado intervalo. Frequência Frequência
Altura Porcentagem
Absoluta Relativa
2) Frequência Relativa (FR ) 160 3 0,30 30%
É a proporção ou porcentagem da frequência 165 2 0,20 20%
absoluta em relação ao total de observações. 170 4 0,40 40%
175 1 0,10 10%
É dada por: FA Onde:
FR = Total 10 1 100%
n n = número total de
observações.
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Tabelas Tabela de frequência de alturas


Tabelas de frequência Altura (cm)
Frequência
Absoluta
Frequência
Relativa
Porcentagem

150 ⊢ 160 4 0,20 20%


Exemplo 2:
160 ⊢ 170 7 0,35 35%
(Valores distribuídos em intervalos)
170 ⊢ 180 5 0,25 25%
Essas tabelas são empregadas em 3 0,15 15%
180 ⊢ 190
situações com pouca ou nenhuma repetição.
190 ⊢⊣ 200 1 0,05 5%
Neste caso, os dados são agrupados em Total 20 1 100%
classes ou intervalos de valores.

Exemplo: Bizus:
Alturas de um grupo de 20 alunos: *A representação “a ⊢ b” refere-se ao intervalo
150 – 151 – 153 – 158 – 160 – 161 – 161 – 163 [a, b[, em que inclui a, mas não inclui b.
– 164 – 166 – 169 – 171 -173 – 175 – 175 –
178 – 182 – 185 – 188 - 192 *Amplitude é dada pela diferença de b – a .
*A representação “a ⊢⊣ b” inclui ambos os limites.
Tabelas
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Frequências Acumuladas

Frequência Absoluta Exemplo:


Acumulada Tabela de frequência de alturas
Frequência Frequência
É a soma acumulativa das Altura
Frequência
Absoluta
Frequência
Relativa
frequências absolutas à medida que Absoluta Relativa
Acumulada Acumulada
avançamos as classes.
160 3 3 0,30 0,30
165 2 5 0,20 0,50
Frequência Relativa 170 4 9 0,40 0,90
Acumulada 175 1 10 0,10 1,00
É a proporção acumulativa do total Total 10 - 1,00 -
de observações à medida que
avançamos as classes.
Bizu: Cada linha da tabela corresponde a uma
classe (intervalos ou grupos para agrupar dados).
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Gráficos
Categoria Porcentagem
aluguel 30%
alimentação 25%
transporte 15%
entretenimento 10%
outros 20%
Conceito Exemplo: TOTAL 100%
Mostra a representação visual que
Tipos de
facilita a apresentação, interpretação Entretenimento
e análise de dados.
despesas
10% Outros
20%
Transporte
15%
Gráfico de setores
Mostra a proporção das partes em 30%
relação ao todo. 25% Aluguel
Alimentação
Também conhecidos como Bizu:
gráfico de pizza.
O ângulo de cada setor é encontrado por regra de três
São circulares e divididos em setores,
em que cada setor representa uma 360º⋅30%
categoria específica. Ex.: aluguel x=
100% 360º 100%
30% x
x = 108°
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Gráficos
Gráfico de Barras
Verticais
(vendas)
100

75
Gráfico de Barras
50
São úteis para comparar quantidades 40
entre diferentes categorias.
Também utilizados para demonstrar
mudanças ao longo do tempo. A B C D (produto)

Dois tipos: Barras verticais e


barras horizontais Gráfico de Barras
Exemplo: (produto) Horizontais
Produtos Vendas
D 40
Produto A 50
Produto B 75 C 100
Produto C 100 75
B
Produto D 40
A 50

(vendas)
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Gráficos Altura (cm)

160 ⊢ 170
Frequência
Absoluta
2
Frequência
Relativa
0,133
Porcentagem

13,3%
170 ⊢ 180 7 0,466 46,6%
Histograma
180 ⊢ 190 5 0,333 33,3%
Tipo específico de gráfico de barras que
190 ⊢⊣ 200 1 0,066 6,6%
representa a distribuição de frequências
de um conjunto de dados. Total 15 - -
Valores agrupados em classes de * Porcentagens aproximadas
intervalos.
Bizu: Gráfico:

A área de cada barra é proporcional à (frequência (%)) 46,6%


frequência.
33,3%
Exemplo:
Alturas de um grupo de 15 alunos:
175 – 180 – 165 – 170 – 185 – 175 – 180 – 160 –
13,3%
170 – 175 – 190 -175 – 180 – 185 - 170
6,6%
Rol: 160 – 165 – 170 – 170 – 170 – 175 – 175 – 175
– 175 – 180 – 180 – 180 – 185 – 185 - 190 160 170 180 190 200 (classes)
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Gráficos Mês
Janeiro
Fevereiro
Vendas
550
600

Gráfico de Linhas Março 750


Abril 650
Conecta pontos de dados com segmentos
Maio 500
de linha.
Junho 600
Utilizado para exibir tendências ao longo
do eixo x (variável independente) em
relação a uma variável dependente ao (vendas)
Gráfico:
longo do eixo y.
750
Exemplo:
650
Número de vendas no 1º semestre.
600
Janeiro: 550, Fevereiro: 600, Março: 750,
Abril: 650, Maio: 500, Junho: 600. 550
500

(mês)
JAN FEV MAR ABR MAIO JUN
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Medidas de Centralidade,
Variabilidade e Dispersão
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Médias
Média Aritmética Simples
Conceito Exemplo:
Razão entre a soma dos elementos e a
quantidade de elementos (n). Determine a média aritmética simples
dos seguintes números:
4, 8, 12, 6, 10 , 14.
Fórmula:

x1 + x2 + … + x n Resolução:
M=
n 4 + 8 + 12 + 6 + 10 + 14
M=
6

54
M= M=9
6
Médias
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Média Aritmética Ponderada


Exemplo:
Conceito
Determine a média aritmética ponderada dos
Razão entre a soma dos produtos
seguintes números e seus respectivos pesos:
de cada elemento por seu peso, e a
soma dos pesos. 7 com peso 2
8 com peso 3
Fórmula: 6 com peso 1

x1 ⋅P1 + x2 ⋅P2 + … + xn ⋅Pn Resolução: 7⋅2 + 8⋅3 + 6⋅1


Mp = Mp =
P1 +P2 + …+Pn 2+3+1
14 + 24 + 6
Mp =
6
22
44 Mp =
Mp = 3
6
Médias
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Média Geométrica
Exemplo:
Conceito
Raiz enésima (índice n) dos produtos Determine a média geométrica dos
dos termos. seguintes termos:
2, 4, 8.
Fórmula:
Resolução:
n=3
Mg = n x1 ⋅ x2 ⋅ … ⋅ xn
3
Mg = 2 ⋅ 4⋅ 8

3
Onde: Mg = 64
n = números do termos. 3
Mg = 43 Mg = 4
Médias
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Média Harmônica
Exemplo:
Conceito
Razão entre o número total de Determine a média harmônica dos
elementos e a soma dos inversos seguintes termos:
dos respectivos elementos.
3, 6 e 12

Fórmula: Resolução: 3
Mh =
n=3 7
n
Mh = 12
1 1 1 3
+ + … +x Mh = 12
x1 x2 n 1 1 1
+ + Mh = 3 ⋅
3 6 12 7
3
Mh = 36
4+2+1 Mh =
7
12
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Mediana
Exemplo:
Determine a mediana do seguinte
conjunto de dados:
18 – 12 - 20 - 15 - 22
Conceito
Medida estatística que representa o Ordenar os dados:
valor central de um conjunto de 12 – 15 - 18 - 20 - 22
dados ordenado. Como n é ímpar:
Para calcular a mediana, os dados
precisam estar organizados em ordem Mediana = X5 + 1 = X3 = 18 (3º elemento)
crescente ou decrescente. 2
Exemplo:
Sendo: X1 , X2 , X3 , …, Xn Determine a mediana do seguinte
conjunto de dados:
Se n for ímpar = Xn + 1
18 – 12 - 20 - 15 – 25 - 22
2

Mediana = Ordenar os dados:

X n + Xn + 1 12 – 15 - 18 - 20 – 22 - 25
2 2 Como n é par:
Se n for par = X6+X6 + 1
2
Mediana = 2 2 = X3 + X4 = 18 + 20 = 19
n = número de elementos 2 2 2
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Moda
Conceito Dados Agrupados
Valor (ou valores) que ocorre com A Moda é o valor com maior
mais frequência. frequência.
Bizu:
Exemplo:
Um conjunto de dados pode ter mais de
uma moda. Tabela: Notas dos alunos.
Notas Frequência
6 5

Ex: 10 – 15 – 20 – 15 – 22 – 15 – 18 – 7 12
20 - 25 8 8

Moda: 15 9 7
10 3

Ex: 2 – 3 – 8 – 3 – 7 – 8 – 1 – 8 – 3 - 6
Como a nota 7 teve maior frequência (12), temos:
Moda: 8 e 3
Moda: 7
Variância
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Conceito Exemplo:
Descreve o quão distante individualmente os
valores de um conjunto de dados estão da média Determine a variância do seguinte
aritmética desse conjunto. conjunto de dados:
Bizu: Notas dos alunos:
Uma variância baixa indica que os valores Turma A: 5 – 6 – 5 – 4 - 5
tendem a estar próximos à média, enquanto uma
variância alta indica que os valores estão
Resolução:
dispersos em relação à média.
Turma A:

5 + 6 + 5 + 4 + 5 25
(x1 − ഥx) 2 +(x2 − ഥx) 2 + … + (xn − x
ഥ) 2 x
ഥ= = =5
5 5
σ2 =
n
2 (5−5) 2 + (6−5)2 + (5−5)2 + (4−5) 2 + (5−5)2
σ =
2 5
Onde: σ = Variância 1+1 2
x
ഥ = Média Aritmética σ2 = = = 0,40
5 5
n = Número de elementos
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Desvio Padrão
5 + 6 + 5 + 4 + 5 25
Turma A: x
ഥ= = =5
5 5

2 (5−5) 2 + (6−5)2 + (5−5)2 + (4−5) 2 + (5−5) 2


Conceito σ =
5
Medida estatística que quantifica a dispersão 1+1 2
ou variabilidade de um conjunto de dados. σ2 = = = 0,40
5 5
É dado pela raiz quadrada da variância.
Logo: σ= σ2 = 0,40 ≅ 0,632

(x1 − ഥx)2 +(x2 − ഥx) 2 + … + (xn − x


ഥ) 2
σ= σ2 σ = 1 + 8 + 5 + 2 + 9 25
n Turma B: x
ഥ= = =5
5 5

2 (1−5) 2 + (8−5) 2 + (5−5)2 + (2−5) 2 + (9−5)2


Desvio Padrão = Dados mais próximos
σ =
5
Bizu:
Desvio Padrão = Dados mais afastados
2 (−4)2 +3 2 + 0 2 + (−3) 2 + 4 2
σ =
5
Exemplo:
16 + 9 + 0 + 9 + 16 50
Determine o desvio padrão das notas dos σ2 = = = 10
alunos das seguintes turmas: 5 5
Turma A: 5 – 6 – 5 – 4 - 5
Logo: σ= σ2 = 10 ≅ 3,162
Turma B: 1 – 8 – 5 – 2 - 9

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