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Matemática+ +parte+1

O documento apresenta o método de revisão do Revisura, incluindo acesso a Mapas Mentais de Matemática. Ele enfatiza a importância de uma rotina de estudos, revisão e prática de questões para a aprovação. Além disso, lista tópicos abrangentes de matemática que serão abordados nos materiais de revisão.

Enviado por

Virginia Vinhas
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
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Matemática+ +parte+1

O documento apresenta o método de revisão do Revisura, incluindo acesso a Mapas Mentais de Matemática. Ele enfatiza a importância de uma rotina de estudos, revisão e prática de questões para a aprovação. Além disso, lista tópicos abrangentes de matemática que serão abordados nos materiais de revisão.

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825-34
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Olá, bem-vindo(a)!
Olá, Revisurando(a)! Seja muito bem-vindo(a) ao método de revisão do Revisura.
A partir de agora, vamos trabalhar juntos pela sua aprovação. Você está tendo acesso aos
Mapas Mentais de Matemática do Revisura, os mais completos do mercado. Nossos materiais
foram criados de modo que você possa revisar o assunto sem precisar voltar várias vezes para a
teoria por falta de informações nas suas ferramentas de revisão.
Ao longo dos materiais, você vai encontrar informações estratégicas, mnemônicos e os
melhores bizus. É a sua aprovação a um Revisura Maps de distância.

Antes de começar, saiba que é importante que


você se dedique nestas três esferas:
Revisura Maps
✅ Ter uma rotina de estudos.
@[Link]
✅ Revisar com Revisura Maps. @revisuravestibulares
✅ Praticar questões. (98) 98508-8856

Agora, você está pronto para começar. [Link]@[Link]


Vamos lá?
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PARTE 1 de 2

1. Operações com Conjuntos 15. Polinômios


2. Cálculos com Porcentagem 16. Raciocínio Sequencial
3. Operações com Frações 17. Progressões Aritméticas e Geométricas
4. Operações com Números Inteiros e Decimais 18. Probabilidade
5. Critérios de Divisibilidade 19. Análise Combinatória
6. Razão e Proporção 20. Geometria Plana
7. Regra de três (Simples e Composta) 21. Geometria Espacial
8. MMC e MDC 22. Geometria Analítica
9. Potenciação e Radiciação 23. Ângulos
10. Expressões (Aritméticas e Algébricas), Equações e 24. Trigonometria
Inequações 25. Números Complexos
11. Juros Simples e Compostos 26. Matrizes e Determinantes
12. Sistemas de Medidas, Orientação Temporal e 27. Sistemas Lineares
Espacial 28. Tabelas e Gráficos
13. Funções, Função 1º grau, Função do 2º Grau, Função 29. Medidas de Centralidade, Variabilidade e
Modular Dispersão
14. Função Exponencial, Logaritmos e Função Logarítmica
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Operações com Conjuntos


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Conjuntos Conceito:
É uma reunião de elementos que
apresentam determinada
propriedade em comum.

Números Naturais Números Complexos


(N) (C)

Esquematizando:
Números Inteiros
(Z) COMPLEXOS
Conjuntos REAIS
Números Racionais Numéricos RACIONAIS
(Q)
INTEIROS

IRRACIONAIS
Números Irracionais
NATURAIS
(I)
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Números Números Inteiros Z


Naturais N Conjunto de todos os números naturais,
acrescidos de seus respectivos opostos.

Engloba os números inteiros e positivos, Z = {… - 3, -2, -1, 0, 1, 2, 3 … }


juntamente com o zero.
* Todo número inteiro possui um oposto.

* O oposto de zero é ele mesmo (em relação ao


N = {0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, … } sinal, ele é neutro).

Subconjuntos dos números inteiros


Temos também:
Z∗ Conjunto dos números inteiros não nulos
Conjunto dos números naturais, excetuando
o zero (representado com um asterisco) Z+ Conjunto dos números inteiros não negativos
Z− Conjunto dos números inteiros não positivos
N* = {1, 2, 3, 4, 5, 6, … }
Z∗+ Conjunto dos números inteiros positivos
Conjunto dos números Conjunto dos números inteiros negativos
Z∗−
Naturais não nulos
Números
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Observações:
b deve ser diferente de zero, pois não existe divisão
* por zero.

Racionais Q
Quando não aparecer o valor do denominador, ele
* será igual a 1.

* Os números racionais incluem, também, todos os inteiros


e, por consequência, todos os naturais.
Todos os números que possam ser
representados na forma de fração (divisão),
* As dizimas periódicas, derivam de frações (toda dízima),
logo, também fazem parte do conjunto dos números
com resultado inteiro ou não. racionais.
15 3 1
Ex: = 0,1515... = 0,6 = 0,3333...
99 5 3
Onde:
a a = Numerador Subconjuntos dos números racionais
ou a ÷ b
b b = Denominador
Q∗ Conjunto dos números racionais não nulos
Q+ Conjunto dos números racionais não negativos
8 3 5
Q = {… - 6, - , - , 0, , 5, ...}
3 2 3 Q− Conjunto dos números racionais não positivos
Q∗+ Conjunto dos números racionais positivos
Q∗− Conjunto dos números racionais negativos
Números Reais R
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Números
Irracionais I Soma de todos os conjuntos já citados.

R = {Q + I}
Números cujos valores não se deixam
exprimir por meio de frações.
Possuem infinitas casas decimais, sem
repetição lógica. Números Complexos C
2= 1,4142135623 … * Números imaginários.
Exemplos:
𝜋 = 3,14159265359 … * A base dos números imaginários é a raiz quadrada da
unidade negativa.
e = 2,81828182846 … i = −1

* Formado de duas partes, uma real e uma imaginária.


I = {… - 2, e, 𝜋, 10 … }
* Representações:
Ex.: (3; 4) ou (3 + 4i)
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Relação de Pertinência Diagramas


Consiste em escrever uma lista dos seus
a pertence ao conjunto A a A elementos utilizando diagramas.
Ex.:
a não pertence ao conjunto A a A Conjunto A 1 A
(Ímpares positivos 3
menores que 10): 5
Obs.: Os conjuntos são representados 7 9
por letra maiúsculas e os elementos
por letras minúsculas.

Representação dos
Enumeração
Consiste em escrever uma lista dos seus
Conjuntos Propriedades
elementos entre chaves. A = {a  Z| 1 ≤ a ≤ 8}
Ex.:
Conjunto A (Ímpares positivos menores que 10): Lê-se : a pertence aos números inteiros, tal que a
é maior ou igual a 1 e é menor ou igual a 8.
A = {1, 3, 5, 7, 9}
Representação equivale: A = {1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8}
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Relação de Inclusão Número de Elementos de


um Conjunto
A contém B A ⊃B
O número de elementos de um conjunto é, simplesmente,
a quantidade de elementos que está dentro dele.
B está contido em A B ⊂A
Ex: Conjunto numérico A definido como:
A não contém B A ⊅ B A = {1, 3, 5, 7, 9} 5 elementos

B não está contido em A B ⊄A


B
A

Diagrama de Venn Elementos Comuns


àAeB
Usados para simbolizar graficamente conjuntos,
em que:

* Cada círculo representa um conjunto. Elementos Comuns


* Círculos sobrepostos indicam elementos Elementos Comuns àBeC
comuns entre os conjuntos. àAeC
C Elementos Comuns
à Todos
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Igualdade de Conjuntos União de Conjuntos


Dois conjuntos são iguais quando A união de dois conjuntos A e B é o
possuírem os mesmos elementos, ainda conjunto formado por todos os elementos A ∪B
que dispostos em ordem diferente. que pertencem a A ou B ou ambos.
A=B Ex: A = {3, 5, 7} B = {4, 6, 8} A ∪ B = {3, 4, 5, 6, 7, 8}
Caso contrário, dizemos que A ≠ B.
Ex:
A = {3, 5, 7} B = {7, 5, 3}
Intersecção de Conjuntos
A=B Conjunto formado pelos elementos que
A ∩B
pertencem a A e B ao mesmo tempo.
Conjunto Vazio Ex: A = {3, 5, 6, 7} B = {3, 6, 8} A ∩ B = {3, 6}
É aquele que não possui elementos.
Propriedades da união e Intersecção
Representação: ∅ ou { }
A∪A=A A∩A=A U = Conjunto
Forma errada de A∩U=A Universo
{∅} A∪∅=A
Representar:
U = Conjunto A∪B=B∪A A∩B=B∩A
Universo que (A ∪ B) ∪ C = A ∪ (B ∪ C) (A ∩ B) ∩ C = A ∩ (B ∩ C)
contém A
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Diferença entre Conjuntos Propriedades do


É formado pelos elementos que
Complementar
pertencem a A mas não pertencem a B. 1) O complemento de um conjunto A em relação a
ele próprio é o conjunto vazio
Ex: CA
A= ∅
A = {3, 5, 6, 7} B = {3, 6, 8}
2) O complemento do conjunto vazio em relação a um
A - B = {5, 7} conjunto A é o próprio conjunto A
C∅
A= A
3) O complemento do complemento de B em relação a
Conjunto Complementar um conjunto A é o próprio conjunto B
CB
C A= B
Dado dos conjuntos A e B, o complementar de B 4) O complementar da união de dois ou mais A
em relação a A, é o que falta a B para este se conjuntos é a interseção dos complementares
tornar o conjunto A. desses mesmos conjuntos

Ou seja, é a diferença entre o conjunto CB


A
∪ C = CB ∩ CC
A A
A e o conjunto B. 5) O complementar da interseção de
dois ou mais conjuntos é a união dos
CB
A= A - B complementares desses mesmos CB ∩ C = CB ∪ CC
conjuntos A A A
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Intervalos Numéricos
Conceito Outras formas de representar
São “pedaços” de uma reta numérica. os intervalos numéricos
O intervalo numérico compreende
parte da reta delimitada por um ou Colchete apontado ]para fora[
dois extremos.
Indica que o extremo não faz parte do intervalo
Extremos abertos Nesse caso, pode ser usado também o (parêntese)
Não inclui o valor extremo no intervalo.
Colchete apontado [para dentro]
Ex: -8 < x < 8 Os valores -8 e 8 não estão
inclusos Indica que o extremo faz parte do intervalo

Extremo fechado (-8, 8)


Exemplos: -8 < x < 8 ou
Inclui o valor extremo no intervalo
(-∞,0) ]-8, 8[
Ex: -8 e 6 fazem parte x<0 ou
-8 ≤ x ≤ 6
do intervalo ]-∞,0[
-8 ≤ x ≤ 6 [-8, 6]
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Representação dos Intervalos na Reta


Na reta, os intervalos abertos são União de intervalos
delimitados por círculos sem É formada pela sobreposição das retas.
preenchimento e os intervalos fechados
-2 4
são delimitados por círculos A = {x ∈ R | - 2 < x ≤ 4}
preenchidos.
1 6
Exemplos: B = {x ∈ R |1 < x ≤ 6}
-8 8
1) -8 < x < 8 -2 6
A ∪ B = {x ∈ R | - 2 < x ≤ 6}
0
2) x<0
Intersecção de intervalos
-8 6
3) -8 ≤ x ≤ 6 A reta resultante da intersecção de outras retas é
formada apenas pelos trechos que lhes são comuns.
-5 4
4) -5 < x ≤ 4 -2 4
A = {x ∈ R | - 2 < x ≤ 4}
-3 7 1 6
5) -3 ≤ x < 7 B = {x ∈ R |1 < x ≤ 6}

1 4
A ∩ B = {x ∈ R | 1 < x ≤ 4}
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Cálculos com Porcentagem


Porcentagem
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Transformação
Forma fracionária para a percentual:
Conceito Exemplo: 1º: Igualar a
P
100
É toda razão cujo denominador é 100 3 3 P
Ex.: 2º: Resolver =
(razão centesimal). 5 5 100
5P = 3 x 100 → P = 300 → P = 60%
P 5
P% = Forma percentual para a fração:
100
1º: A porcentagem vira o numerador
P% significa P a cada 100
2º: O denominador será 100
Representação 35
Exemplo: 35% →
100
Forma Percentual:
Forma Unitária: Forma percentual
P% para a decimal:
Forma Fracionária: 0,P
Ex: 35% P 35 1º: Movimentar a vírgula 2 casas
Ex: 100 Ex: 0,35 para a esquerda
100
Exemplo: 45% → 0,45
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Cálculos com porcentagens


Modelos de Questões
Porcentagens Sucessivas
Porcentagem de um valor Devemos Multiplicar
sucessivamente por (100 – P)% para
Para calcular P% de um valor, devemos Descontos e (100 + P)% para
P Aumentos
multiplicar por
100
Variação da Porcentagem
Ex: Quanto custa 25% de R$
480,00 ? Diminuir P%: Devemos Multiplicar por (100 – P)%
75
V = 500 x
25% de 480 Ex: Diminuir 25% de V = 500 x (100 - 25)% 100
R$ 500,00 →
25 → 12.000
V = 500 x 75% V = R$ 375,00
480 x
100 100 Aumentar P%: Devemos Multiplicar por (100 + P)%
115
R$ 120,00 V = 300 x
Ex: Aumentar 15% de V = 300 x (100 + 15)% 100
R$ 300,00 →
V = 300 x 115% V = R$ 345,00
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Operações com Frações


Fração
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Exemplo
Quando dividimos uma pizza em 8 fatias
1
iguais, cada fatia representa da pizza.
Conceito 8
As frações representam partes de um todo.
É uma divisão de partes iguais. 1 1
1 8 8 1
n 8 8
Fração:
d
1 1
Onde: 8 8
1 1
n = numerador
8 8
d = denominador
Bizus:
Todo número decimal finito pode ser
O denominador nunca
Todo número inteiro tem seu escrito de forma fracionária usando como
pode ser zero.
denominador igual a 1: denominador uma potência de 10.

8 7 5 135 9
Ex.: 8 = 7= 5= Ex.: 0,135 = 0,9 =
1 1 1 1000 10
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Fração Frações Próprias:


Tipos de Fração

Numerador menor que o denominador.

Ex.:
1 2 3
Dízima 3 5 7
Quando o número decimal apresenta infinitas
cassas após a vírgula. Frações Improprias:
Pode ser periódica e não periódica. Numerador maior ou igual ao denominador.

Dízima periódica: Ex.: 5 7 9


3 5 5
Quando as casas decimais apresentam
um padrão de repetição. Frações Mistas:
Ex.: 1,33333 → parte inteira: 1 → período: 3 Combinação de número inteiro e fração.
2,464646 → parte inteira: 2 → período: 46 Ex.: 1
3 → Equivale a 3 inteiros e um terço.
3
Dízima não periódica:
Quando não apresenta um padrão de repetição. Fração Geratriz:
É a representação de um número decimal na
Ex.: 2,213684...
forma de fração.
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Fração Geratriz
Número decimal sem a parte inteira Número decimal com a parte inteira
Basta separar a parte inteira da decimal,
1º Passo:
converter a decimal e no final somar.
Colocar o período da dízima no numerador.
Período da dízima é o número que se repete Exemplo:
depois da vírgula.
2 Passo: Encontrar a fração geratriz do número 3,33333...:
Colocamos no denominador o algarismo 9 de
3 + 0,33333
acordo com a quantidade de algarismo do período.
1
Logo 3,3333... é igual à 3 +
3
Exemplo 1: Exemplo 2:
Encontrar a fração geratriz do número 0,33333... :
Encontrar a fração geratriz do número 0,2525...:
1º Passo: Período = 3 logo o numerador será 3. 1º Passo: Período = 25 logo o numerador será 25.
2º Passo: Como o período “3” só tem um algarismo, 2º Passo: Como o período “25” tem dois algarismos,
o denominador será 9.
o denominador será 99.
3 1
Logo: 0,3333... é igual à ou
9 3 25
Logo: 0,2525... é igual à
99
Fração
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Multiplicação
Multiplica-se os numeradores pelos numeradores e os
Operações com frações denominadores pelos denominadores.
2 4 2∙4 8
Adição e Subtração Ex.: ∙ = =
3 5 3 ∙ 5 15
I- Caso os denominares forem iguais, basta repetir o
denominador e somar/subtrair os numeradores. Divisão
3 5 3+5 8 Multiplica-se a primeira pelo inverso da segunda.
Ex: + = =
7 7 7 7
2 7 2 5 2 ∙ 5 10
II- Caso os denominadores forem diferentes, antes de Ex.: ÷ = ∙ = =
somar/subtrair devemos igualar os denominadores. 3 5 3 7 3 ∙ 7 21

1º Passo: Encontrar o MMC (mínimo múltiplo comum)


entre os denominadores.
2º Passo: Dividir o MMC pelo denominador de cada
fração e multiplicar pelo seu numerador.
3º Passo: Realizar a soma/subtração.

1 2 2 5∙1 + 10∙2 + 6∙2 5 + 20 + 12 37


Ex.: + + = = =
6 3 5 30 30 30
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Operações com Números


Inteiros e Decimais
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Operações com
Conjunto dos números inteiros

Z = {-∞… - 3, -2, -1, 0, 1, 2, 3 … ∞}

Números Inteiros Multiplicação e Divisão

Adição e subtração Multiplicamos ou dividimos os números


considerando apenas seus valores, depois
Sinais iguais: analisamos o sinal.
Somamos os valores e repetimos o sinal.

Ex.: 7 + 6 = 13 Ex.: −8 + (−5) = -8 - 5 Sempre Positivo


Iguais
= -13 Quanto Ex.: 5 x 3 = 15
aos sinais: Ex.: −3 x (−2) = 6
Sinais diferentes:
Diferentes Sempre Negativo
Subtraímos os valores e repetimos
o sinal do maior. Ex.: −4 x 3 = -12
Sinais antes de parênteses
Ex.: 7 − 2 = 5 (Positivo, pois 7 é maior que 2)
(+) positivo Os sinais dos termos são mantidos.
−7 + 5 = -2 (Negativo, pois 7 é maior que 5) Ex.: 3 + (−2 + 3)
(-) negativo Os sinais dos termos são trocados. =3–2+3=4
Ex.: 4 − (−2 + 5) = 4 + 2 - 5 = 1
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Números Decimais

Operações com São aqueles que pertencem ao conjunto


dos números Racionais (Q) .

Números Decimais
São formados por uma parte inteira e
uma decimal.
Ex.: Parte inteira
137, 432 Parte decimal
Adição Divisão
Antes, devemos multiplicar ambos os números
1) Devemos somar os respectivos
por 10 até eliminarmos as casas decimais.
números de cada casa decimal.
2) Alinhamos a vírgula para que fique x10 = 5
Ex1.: 2,5 : 0,5 25 5
imediatamente uma abaixo da outra.
x10 = 25
(0) 5
Ex.: 0,8 + 1,41
2,5 : 0,5 = 5.
Vírgulas 1, 41 Subtração Ex2.:
x10 = 5
alinhadas Preencha com 32,5 : 0,5
+ 0, 80 zero sempre
1) Devemos subtrair os respectivos x10 = 325 325 5
que números de cada casa decimal. −30 65
2, 21
necessário 2) Alinhamos a vírgula 25
para 4, 357 325 5 −25
completar as semelhante à adição. −30 6
− 2, 120 (000)
casas 025
decimais
Ex.: 4,357 + 2,12 2, 237 32,5 : 0,5 = 65.
Abaixa o 5
Números Decimais
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Multiplicação
De um número Decimal Entre números Decimais
por um número Natural
1) Multiplicamos normalmente sem
Devemos repetir o número de precisar alinhar as vírgulas.
casas decimais.
Ex1.: 6,25 x 4 2) No resultado, devemos somar a quantidade de
números que estão após a vírgula dos respectivos
Dois algarismos números da operação .
6, 25 após a vírgula
x 4 Ex.: 4,53 x 3,5
25, 00 Dois algarismos após a vírgula
4, 53
Três algarismos Um algarismo após a vírgula
x 3,5
Ex2.: 5,255 x 3 5, 255 após a vírgula
2265 Dois + um = três
x 3 1359 Três algarismos
15, 765 15,855 após a vírgula
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Critérios de Divisibilidade
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Critérios de Divisibilidade
Divisibilidade por 2
Divisibilidade por 5
Os números pares (terminados em
0,2,4,6,8) são divisíveis por 2. Se um número termina em 0 ou em 5,
então é divisível por 5.
Exemplos: 100 354
Exemplos: 9.450 15

Divisibilidade por 3
Divisibilidade por 4
Ocorre quando a soma dos algarismos
resulta em um número divisível por 3. Acontece quando os dois últimos algarismos
formam um número divisível por 4.
Ex 1: 387 Ex 2: 3.254
3 + 2 + 5 + 4 = 14 Ex: 700 Ex 2: 1.142
3 + 8 + 7 = 18
00 : 4 = 0 42 : 4 = 10,5
18 é um número 14 não é divisível
divisível por 3 por 3 00 é divisível No conjunto dos números inteiros,
por 4 42 não é divisível por 4.
Então, 387 é Então, 3.254 não é
divisível por 3. divisível por 3. Então, 700 é divisível por 4. Então, 1.142 não é divisível por 4.
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Critérios de Divisibilidade
Divisibilidade por 6 Divisibilidade por 10
1) São números pares.
Se um número termina em 0,
2) E divisíveis por 3. então é divisível por 10.

9 é divisível por 3.
Ex: 1.520
Ex: 162 É par
Logo, 162 também.
1+6+2=9 Divisibilidade por 9
Então, 162 é divisível por 6. Ocorre quando a soma dos algarismos
resulta em um número divisível por 9.
Divisibilidade por 7 Ex : 396
18 é divisível
Ocorre quando o dobro do último algarismo Divisibilidade por 8 3 + 9 + 6 = 18 por 9.
subtraído do número sem o último algarismo é Então, 396 é
.
igual a um número divisível por 7. Acontece quando os três últimos
divisível por 9.
algarismos formam um número
Ex : 252 4 (O dobro de 2) divisível por 8.
25 − 4 = 21 21 é divisível por 7
Ex : 34.560 560 : 8 = 70 560 é divisível por 8. Então, 34.560 é
divisível por 8.
Então, 252 é divisível por 7.
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Razão e Proporção
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Razão
Bizu: A razão estabelece uma comparação entre
duas grandezas.

Exemplo: Em uma caixa existem 25 bolas brancas e


20 bolas pretas, qual a razão entre bolas brancas e
bolas pretas?
Conceito
A razão entre dois números é a divisão de Nº de bolas brancas
Razão =
um pelo outro (fração). Nº de bolas pretas

a 25 5
Razão = Razão = =
b 20 4
Ou seja, há 5 bolas brancas para cada 4 bolas pretas.
Onde:
a = Numerador
b = Denominador (b ≠ 0) Escala: Em questões que envolvam escala comum,
devemos usar a seguinte relação:
7 5 3
Ex: , ,
3 2 5
Medida do desenho
Escala =
Medida real
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Proporção
Conceito Nomenclaturas
É a igualdade entre duas razões.
1) a e d são extremos.
a c a c 2) b e c são meios.
= =
b d b d 3) a e c são antecedentes.
Onde:
a e c= Numeradores 4) b e d são consequentes.
b e d = Denominadores
Extremo Meio
(Todos os coeficientes são ≠ 0) 1º termo a c 3º termo
A divisão entre a e b e a divisão entre c e d,
=
Meio
b d Extremo
é uma constante k.
2º termo 4º termo
k = constante de a c a c
= =k Antecedentes
proporcionalidade b d =
Consequentes b d
Proporção
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Propriedades das Proporções


Propriedade 1: Propriedade 4:
Multiplicação cruzada. Multiplicação do numerador ou do denominador
por um número, com soma.
a c
= → a∙d=c∙d a c
b d =
b d
O produto dos extremos é igual ao
produto dos meios. a + 2b c + 2d 2a + b 2c + d
= ou =
b d b d
Propriedade 2:
Somando/subtraindo numerador Propriedade 3:
com denominador.
Somando/subtraindo numerador com numerador
a c a+b c+d a−b c−d e denominador com denominador.
= → = ou =
b d b d b d
a c a+c a−c
= = ou
b d b+d b−d
Proporção
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Grandezas Proporcionais
Diretamente proporcionais Inversamente proporcionais
São diretamente proporcionais quando: São inversamente proporcionais quando:
1) Aumentando uma delas, a outra também 1) Aumentando uma delas, a outra diminui
aumenta na mesma proporção. na mesma proporção.
2) Diminuindo uma delas, a outra também 2) Diminuindo uma delas, a outra aumenta
diminui na mesma proporção. na mesma proporção.

Exemplo: Imagine uma receita de bolo onde leva Exemplo: Imagine o tempo gasto por um
4 ovos para cara 400g de farinha de trigo. Caso carro em uma determinada distância. Caso
queira aumentar a quantidade de bolo, deve-se queira chegar mais rápido (diminuir o tempo),
aumentar a quantidade de farinha de trigo e você deve aumentar a velocidade.
aumentar a quantidade de ovos proporcionalmente.
Logo, velocidade e tempo são
Neste caso, para cada 100 g de inversamente proporcionais.
trigo, adicionar 1 ovo.
Proporção
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Resolução:
Queremos descobrir a parte que cada filho irá
receber (P1, P2 e P3) em proporção às seguintes
Divisão Proporcional grandezas (idades) 5, 6 e 9 anos, respectivamente.

Questões comuns: Dividir determinado P1 P2 P3 P1 + P2 + P3


Logo, temos: = = = =k
valor em partes proporcionais a outras G1 G2 G3 G1 + G2 + G3
grandezas.
Sabemos que a somatória das partes de todos os
filhos é igual a 500 reais.
Parte 1 Parte 2 P1 + P2 + ∙∙∙ + Pn
= = ∙∙∙ = =k P1 P2 P3 500 500
Grandeza 1 Grandeza 2 G1 + G2 + ⋯ + Gn = = = = = 25 = k
5 6 9 5 + 6 + 9 20
k = constante de proporcionalidade.
Para descobrir o valor de P1, P2 e P3, faremos a
Exemplo: relação de cada um com a constante k = 25.
Um pai deseja dividir uma quantia de 500 reais para P1
ser 3 filhos, em partes proporcionais as idades de = 25 logo: P1 = 125 reais
5
cada uma. Sabendo que suas idades são 5, 6 e 9
P2
anos, quanto cada um irá receber? = 25 logo: P2 = 150 reais
6
P3
= 25 logo: P3 = 225 reais
9
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Regra de três
(Simples e Composta)
Regra de Três
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Regra de três Composta


Existe mais de duas grandezas proporcionais.
Conceito As grandezas estão relacionadas pela razão ou
Processo matemático para resolver multiplicação.
problemas que envolvam duas ou mais Permite descobrir um valor a partir de três ou mais
grandezas diretamente ou inversamente valores conhecidos, analisando a proporção entre
proporcionais. três, ou mais grandezas.

Diretamente proporcional:
Regra de três Simples São diretamente proporcionais quando:
1) Aumentando uma delas, a outra também aumenta
Existe duas grandezas proporcionais.
na mesma proporção.
As grandezas estão relacionadas pela razão
2) Diminuindo uma delas, a outra também diminui
ou multiplicação.
na mesma proporção.
Com 3 valores conhecidos descobrimos o
valor desconhecido. Inversamente proporcional:
São inversamente proporcionais quando:
1) Aumentando uma delas, a outra diminui na mesma proporção.
2) Diminuindo uma delas, a outra aumenta na mesma proporção.
Regra de Três
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Método de Resolução de Questões

1º Passo: 4º Passo:
Montar a proporção e resolver a equação.
Criar uma tabela agrupando os dados
de cada grandeza em uma coluna Regra de três simples:
diferente. Utilizar a propriedade da multiplicação cruzada.
a c
2º Passo: = → a∙d=c∙b
b d
Verificar a relação de proporcionalidade
de cada grandeza. Regra de três composta:
Fazer a razão com incógnita (x) igual ao produto
1) Diretamente proporcional das demais.
(setas na mesma direção).
a c e
2) Inversamente proporcional = ∙
(setas em direções contrárias). x d f
3º Passo:
Caso apresente grandezas inversamente proporcionais,
inverter as linhas dessa grandeza.
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Exemplo: Regra de três simples direta


Para fazer duas formas de bolo, Maria utiliza 900g
de trigo. Caso Maria fosse fazer 5 formas do mesmo
bolo, quanto de trigo ela iria precisar?

1º Passo: Criar uma tabela agrupando os dados de Quando aumentamos a quantidade de formas de
cada grandeza em cada coluna. bolo, a quantidade de trigo necessária também irá
aumentar. Logo, temos duas grandezas
Número de formas (bolos) Quantidade de trigo (g) diretamente proporcionais.
2 900
3º Passo: Inverter as linhas da grandeza inversa.
5 x
(Não é necessário)

2º Passo: Verificar a relação de proporcionalidade 4º Passo: Montar a proporção e resolver


de cada grandeza. a equação.
Número de formas (bolos) Quantidade de trigo (g)
2 900
= → 2 ∙ x = 5 ∙ 900
2 900 5 x
5 x 4500
x= = 2250g
2
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Exemplo: Regra de três simples Inversa


Para ir de uma cidade A para uma cidade B determinado ônibus demora 3 horas,
viajando a uma velocidade média de 80km/h. Quanto tempo o mesmo ônibus iria
demorar caso ele viajasse a uma velocidade média de 120km/h?

1º Passo: Criar uma tabela agrupando os dados de Quando aumentamos a velocidade média o tempo
cada grandeza em cada coluna. da viagem diminui. Logo, são grandezas
inversamente proporcionais.
Velocidade média (km/h) Tempo da viagem (h)
3º Passo: Inverter as linhas da grandeza inversa.
80 3
120 x Velocidade média (km/h) Tempo da viagem (h)

120 3
2º Passo: Verificar a relação de proporcionalidade
de cada grandeza. 80 x

Velocidade média (km/h) Tempo da viagem (h) 4º Passo: Montar a proporção e resolver
a equação.
80 3 120 3
= → 120 ∙ x = 3 ∙ 80
120 x 80 x
240
x= = 2h
120
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Exemplo: Regra de três Composta


Para estudar 6 PDFs para realizar uma prova, Pedro precisa estudar 3 horas por dia durante 8
dias. Considerando que sua prova foi antecipada e Pedro tem apenas 7 dias até a prova, e que foi
acrescentado mais 1 PDFs para o estudo, quantas horas ele terá que estudar por dia até sua prova?

1º Passo: Criar uma tabela agrupando os dados de Quando diminuímos prazo até a prova, Pedro
cada grandeza em cada coluna. precisa de mais horas por dia. Logo, são
Nº de PDFs Dias para a prova Horas de estudo inversamente proporcionais.
6 8 3 3º Passo: Inverter as linhas da grandeza inversa.
7 7 x Nº de PDFs Dias para a prova Horas de estudo
2º Passo: Verificar a relação de proporcionalidade 6 7 3
de cada grandeza. 7 8 x
Nº de PDFs Dias para a prova Horas de estudo
4º Passo: Montar a proporção e resolver
6 8 3 a equação.
7 7 x Fazer a razão com
incógnita (x) igual ao 3 6 7
= ∙
Quando aumentamos o número de Pdfs a serem produto das demais. x 7 8
estudados, Pedro precisa de mais horas por dia. Logo,
3 ∙ 7 ∙ 8 24
são diretamente proporcionais. x= = = 4h
6∙7 6
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MMC e MDC
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Números Primos Mínimo Múltiplo Comum MMC


É o menor número inteiro positivo, diferente de zero,
Número natural que só é múltiplo dele que é múltiplo ao mesmo tempo de dois ou mais números.
próprio e do número 1 (possui apenas dois
divisores )
Exemplo:
Ex: 3 é primo. Pois só é múltiplo de 3 e 1. Múltiplos de 6 = {6, 12, 18, 24, 30, 36, 42, 48, … }
9 não é primo. Pois é múltiplo de 9, 3 e 1. Múltiplos de 8 = {8, 16, 24, 32, 40, 48, … }
Múltiplos de 12 = {12, 24, 36, 48, … }
Importante:
MMC (6, 8, 12) = 24
1 não é primo, pois possui um único divisor,
o próprio 1
Máximo Divisor Comum MDC
0 não é primo, pois geraria uma indeterminação.
É o maior número, que é divisor ao mesmo tempo de dois
ou mais números.

Principais números primos: Exemplo:

Divisores de 40 ⇒ {1, 2, 4, 5, 8, 10, 20, 40}


2, 3, 5, 7 𝑒 11 e 13 Divisores de 30 ⇒ {1, 2, 3, 5, 6, 10, 15, 30}
* Os números primos são infinitos
MDC (40,30) = 10
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Exemplo: MMC na Prática Exemplo: MDC na Prática


Calcular o mínimo múltiplo comum Calcular o máximo divisor comum
entre os números 6, 8 e 12 entre os números 40 e 30

Resolução: Resolução:
Iremos fatorar os números, colocando-os em Iremos fatorar os números, colocando-os em
ordem crescente e dividindo-os pelos números ordem crescente e dividindo-os pelos números
primos, do menor para o maior. primos, do menor para o maior.

40 30 2
6 8 12 2
20 15 2
3 4 6 2
10 15 2
3 2 3 2 5 15 5
3 1 3 3 1 3 3
1 1 1 1 1
23 ∙3 = 24 2 ∙ 5 = 10

Ao contrário do MMC, iremos multiplicar somente os primos


MMC (6, 8, 12) = 23 ∙3 = 24 que se repetem (dividem todos os números ao mesmo tempo).

MDC (40, 30) = 2 ∙ 5 = 10


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Potenciação e Radiciação
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Potenciação
Conceito Potenciação de números naturais:
É a representação de um número na Onde:
forma de potência. 2 ∙ 2 ∙ 2 = 23 = 8 2 é a base (b)
Utilizada quando um mesmo número é 3 é o expoente (n)
multiplicado diversas vezes.
Potenciação de números fracionários:
Representado por uma base b elevada
Onde:
a um expoente n. 2
2 22 4 2
= = é a base (b)
3
bn
3 3 2 9
2 é o expoente (n)
Onde:
b = (número que se repete) Bizu: Quando uma fração é elevada a um expoente, é o mesmo
n = (número de repetições) que os seus dois elementos (numerador e denominador) serem
elevados à esse expoente.
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Potenciação
Bizus 6)
Toda base fracionária elevada a um expoente
1) negativo é o inverso da base elevada ao
Todo número natural elevado à 1
módulo do expoente (positivo).
tem como resultado ele mesmo.
−2 2
Ex.: 5 1 = 5 Ex.: 3 2 22 4
= = =
2 3 3 2 9
2) 5)
Todo número natural não nulo Toda base inteira elevada a um expoente
elevado à 0 tem como resultado 1. negativo é o inverso da base elevada ao módulo
do expoente (positivo).
Ex.: 7 0 = 1
2
Ex.: −2 1 12 1
3 = = =
3) Todo número negativo elevado a um 3 32 9
expoente par tem resultado positivo. 4) Todo número negativo elevado a um expoente
ímpar tem resultado negativo.
Ex.: −3 2 = 9
Ex.: −2 3 = −8
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Propriedades Potência de potência

da potenciação
n
bm = bm∙n
Mantemos a base e multiplicamos os expoentes.
Produto de potências de mesma base 2
Ex.: 23 = 23∙2 = 26 = 64

bm ∙ bn = bm+n Distributiva em relação à multiplicação


Repetimos a base e somamos os expoentes. am ∙ bm ∙ cm = a ∙ b ∙ c m
Ex.: 3 2
2 ∙ 2 = 23+2 = 25 = 32 Multiplicamos as bases e mantemos o expoente.
Divisão de potências de mesma base Ex.: 22 ∙ 3 2 ∙ 5 2 = 2 ∙ 3 ∙ 5 2 = 302 = 900

bm Distributiva em relação à divisão


bm ÷ bn = n = bm−n
b am a m
m m
a ÷b = m =
b b
Repetimos a base e subtraímos os expoentes.
Dividimos as bases e mantemos o expoente.
Ex.: 5 3 35 3
3 ÷3 = = 3 5−3 = 3 2 = 9 63 6
33 3 3
Ex.: 6 ÷3 = = =23 =8
33 3
Potenciação
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Multiplicação
Repetimos a base 10 e somamos os expoentes.

Potências de base 10 Ex.: 10 3 ∙ 10 2 = 103+2 = 10 5 = 100.000

Conceito Divisão
Repetimos a base 10 e subtraímos os expoentes.
É um número cuja base 10 é elevada
a um expoente inteiro n. 5 3 10 5
Ex.: 10 ÷ 10 = = 10 5−3 = 10 2 = 100
10 3
Expoente Positivo:
Resulta no algarismo 1 seguido n zeros. Adição e Subtração
Ex.: 10 0 = 1 Nenhum zero Só podem ocorrer se seus expoentes
forem iguais.
10 2 = 100 Dois zeros
Devemos tratar as potências como valores
inteiros.
Expoente Negativo:
Ex.: 102 + 102 = 2 ∙ 102
Resulta no algarismo 1 precedido de n zeros.
3∙10 3 − 10 3 = 2∙10 3
Posicionamos uma vírgula após o primeiro zero.
Ex.: 10 −3 = 0,001 Bizu: Caso os expoentes não forem iguais devemos
Três zeros e uma vírgula
após o primeiro zero igualá-los e só depois somar ou subtrair.
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Potenciação
Alteração do expoente em potências de base 10
1º Passo: Multiplicamos a potência por 1.

2º Passo: Movemos sua vírgula conforme a Aumentar o expoente


mudança do expoente. Movemos a virgula no algarismo 1 para
a esquerda.
Diminuir o expoente:
Ex.: Potência 103 para uma potência 10 6
Movemos a virgula no algarismo 1
para a direita. 1 ∙ 10 3 = 0,001 ∙ 10 6
Ex.: Bizu:
Potência 10 7 para uma potência 10 4 Resulta no algarismo 1 precedido de
6 – 3 = 3 zeros
1 ∙ 10 7 = 1000 ∙ 10 4 (Posicionando uma vírgula após o primeiro zero)
Bizu:
Resulta no algarismo 1 seguido de 7 – 4 = 3 multiplicado por 10 elevado ao expoente 6.
zeros, multiplicado por 10 elevado ao
expoente 4. Ou seja: 10 3 = 0,001 ∙ 10 6
Ou seja: 10 7 = 1000 ∙ 10 4
Potenciação
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Alteração do expoente em potências de base 10

Exemplo: Calcule 5∙10 3 + 0,2∙10 5 2ª Maneira:


Vamos transformar 0,2∙10 5 em uma
Resolução:
potência de 10 3 .
Para realizarmos a soma, devemos alterar os
3
expoentes da base 10 de forma a igualá-los. 0,2∙10 5 = 1∙(0,2∙10 5 ) = 100∙ሺ0,2∙10 ) = 20∙10 3

1ª Maneira: Logo: 5∙10 3 + 0,2∙105 = 5∙10 3 + 20∙103


Vamos transformar 5∙10 3 em uma = 5 + 20 ∙ 10 3
potência de 10 5 . = 25∙10 3
5 = 25.000
5∙103 = 1∙ 5∙103 = 0,01 ∙ ሺ5∙10 ) = 0,05 ∙ 105
Bizu:

Logo: 5∙103 + 0,2∙105 = 0,05∙105 + 0,2∙105 Notação Científica:


Um número está em notação científica quando temos um
= 0,05 + 0,2 ∙ 105
número entre 1 e 10 multiplicado por uma potência de 10.
= 0,25 ∙ 105 Ex: 4,2∙10 6 8,3∙10 −5
3∙10 3
= 25.000
Radiciação
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Conceito Propriedades da Radiciação


É a operação inversa da potenciação. Propriedade 1:
Onde: Transformar de raiz para potência com expoente
= radical fracionário. O denominador do expoente é o índice da raiz.
n a= b n = índice
a = radicando n m m 3 2
a = an Ex: 5 2 = 53
b = raiz

Bizu: Definimos a raiz n-ésima de a, Propriedade 2:


n
ou seja, a = b, como sendo um Raiz em que o expoente do radicando é igual ao índice.
número que, quando elevado a n, seja O resultado da raiz n-ésima é a própria base.
igual ao número a.
n n 3
a =a Ex: 73 = 7
Ou seja: bn = a

Exemplo: 3 8 = 2, pois 23 = 8 Bizu: Quando no radical não aparece o valor do índice,


está subentendido que é igual a 2 (Raiz quadrada).
16 = 4, pois 4 2 = 16
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Propriedades da Radiciação Propriedade 7:


Propriedade 3: Quando temos a raiz de uma raiz, mantemos o
radicando e multiplicamos os índices.
Quando multiplicamos o índice da raiz e o
expoente do radicando pelo mesmo valor, o n m n⋅m 3 5 3⋅5 15
resultado não se altera. a= a Ex.: 7= 7= 7

n m n⋅p m⋅p
a = a
Propriedade 6:
2⋅3 6 Uma potência de uma raiz é igual a mesma raiz com
6
Ex.: 24 = 24⋅3 = 212 = 4096 = 4 o radicando elevado ao expoente da potência.
4
n a m = n am Ex.: 2 = 24 = 16 = 4
Propriedade 4:
Quando multiplicamos raízes com o mesmo índice,
devemos mantê-lo, multiplicando os radicandos. Propriedade 5:
Quando o radicando é uma fração, podemos extrair as
n a⋅ n n raízes do numerador e denominador de forma separada.
b= a⋅b

n a na
Ex.: 3 3 3 3 4 4 2
2⋅ 4= 2⋅4 = 8= 2 = n Ex.: = =
Sendo b ≠ 0 b b 25 25 5
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Racionalização de Denominadores
3º Caso:
Conceito
Procedimento matemático utilizado para ሺ a + b) ou ሺ a - b) no denominador.
transformar uma fração com um Multiplica-se o numerador e o
denominador radical (raiz) em uma fração denominador por um termo que seja
equivalente com um denominador inteiro. possível cancelar a raiz.

2º Caso: Geralmente usa-se o “produto da soma


pela diferença”.
1º Caso: n m
a no denominador. 3
a no denominador. Ex.:
7+ 5
Multiplica-se o numerador e o
Multiplica-se o numerador e o denominador por um termo que seja 3 7− 5
= ∙
denominador por a. possível cancelar a raiz. 7+ 5 7− 5
Ex.: n n−m
Geralmente multiplica-se por: a 3∙( 7− 5) 3( 7 − 5)
7 7 5 7∙ 5 7 5 = =
= ∙ = = 2 2 7−5
5 5 5 25 5 Ex.: 7 − 5
3 3 3
5 5 42 5∙ 42 5 42
= ∙ = = 3 3( 7 − 5)
3 3 3 2 3 3 4 =
4 4 4 4 7+ 5 2
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Matemática PARTE 1
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