1. Representação não pode ser retratada após o oferecimento da denúncia.
Na lei maria
da penha, é permitida a retratação até o recebimento da denúncia, em audiência
perante o juiz com audiência especialmente para esse fim.
2. Lei de improbidade administrativa prazos: 1) 180 dias de suspensão do prazo
prescricional pela instauração do inquérito policial ou processo administrativo; 2) 365
dias como prazo para conclusão do inquérito civil, prorrogável uma única vez por
igual período; 3) 30 dias após encerrado o inquérito para o MP propor a ação. 4) Em
caso de acordo de não persecução cível, o órgão do MP que tem autoridade para
arquivar inquéritos tem até 60 dias para aprovar o acordo, o Tribunal de contas 90 dias
para se manifestar sobre o valor do dano; 5) o agente pode ser afastado por 90 dias
prorrogáveis por mais uma vez.
3. Lei de acesso à informação: 1) a autoridade tem que julgar em 20 dias o pedido
prorrogáveis por mais 10 dias; 2) requerente tem 10 dias para realizar recurso da
decisão que nega o acesso à informação, e desse pedido, a autoridade hierárquica tem
5 dias para responder; 3) transcorrido o prazo do sigilo da informação sem sua
avaliação ela é automaticamente posta à público.
4. Adequação de sacrificar outro bem jurídico em estado de necessidade = 1/3 a 2/3.
reduzida de 1/3 a 2/3 em caso de inimputabilidade parcial. Tentativa: menos 1/3 a 2/3.
Para ter o benefício do arrependimento posterior, tem que reparar até o recebimento da
denúncia: menos 1/3 a 2/3. Erro de proibição diminui de 1/6 a 1/3 se evitável. Se
embriaguez por caso fortuito ou força maior não possuía plena capacidade (diferente
de inteiramente incapacidade) reduzida em 1/3 a 2/3.
5. Polícia civil: 30 posse, 30 exercício +15 em prorrogação.
6. Só é lícito o uso de algemas em casos de resistência e de fundado receio de fuga ou de
perigo à integridade física própria ou alheia, por parte do preso ou de terceiros,
justificada a excepcionalidade por escrito, sob pena de responsabilidade disciplinar,
civil e penal do agente ou da autoridade e de nulidade da prisão ou do ato processual
a que se refere, sem prejuízo da responsabilidade civil do Estado.
7. Diferencie as três e suas consequências. (Erro de tipo essencial) Art. 20 - O erro sobre
elemento constitutivo do tipo legal de crime exclui o dolo, mas permite a punição por
crime culposo, se previsto em lei. (Descriminante putativa) § 1º - É isento de pena
quem, por erro plenamente justificado pelas circunstâncias, supõe situação de fato que,
se existisse, tornaria a ação legítima. Não há isenção de pena quando o erro deriva de
culpa e o fato é punível como crime culposo. Erro sobre a ilicitude do fato (Erro de
proibição). Art. 21 - O desconhecimento da lei é inescusável. O erro sobre a ilicitude
do fato, se inevitável, isenta de pena; se evitável, poderá diminuí-la de 1/6 a 1/3. Neste
21, não se trata de erro sobre uma excludente de ilicitude, mas sobre a própria previsão
ou não legal da conduta. Se for sobre erro sobre excludente de ilicitude (descriminante
putativa, isto é, um erro sobre uma situação que poderia descriminalizar a conduta)
isenta ou responde por culposo.
8. Agente por erro se excede na conduta por uma situação putativa (descriminante
putativa), isenta se inevitável ou culposo se evitável, aqui há erro sobre a situação
fática e a excludente de ilicitude que poderia ser subsistência para a conduta. Se o
agente realiza uma conduta e se excede por supostamente não saber que aquele
excesso era ilegal (erro de proibição), se inevitável isenta, se evitável 1/6 a 1/3 , aqui
há erro sobre a excludente de ilicitude.
9. Honra pode ser objeto de legítima defesa, mas não frente à mulher. Legítima defesa,
atual ou iminente e estado de necessidade somente atua.
10.Caso fortuito em embriaguez: ignora; Força maior: é forçado (há uma força sobre o
agente)
11.Participação de menor importância diminui de 1/6 a 1/3. Se o agente queria participar
de crime menos grave, será aplicada a pena deste. Se poderia esperar o mais grave,
será aumentada até a metade a do menos grave.
12.Superior a 8 anos deve começar em fechado. Menos ou igual a 8 e mais de 4, não
reincidente, pode semiaberto. Igual ou inferior a 4, não reincidente, pode aberto.
Sempre é em benefício ao réu no igual.
13.Pena restritiva de direitos: 1) restritiva de liberdade não superior (benefício ao réu no
igual) a 4 anos; 2) sem violência ou grave ameaça; 3) se culposo independente da pena
(inclusive se reincidente em culposo); 4) não reincidente em crime doloso (salvo se
diferente em espécie, pode ser inclusive do mesmo gênero e mais gravoso, como furto
e depois roubo); 5) condenação igual ou inferior à um ano (beneficial) pode ser por
multa ou restritiva de direitos, e superior a um ano, multa e restritiva de direitos ou 2
restritiva de direitos; 6) descumprimento será deduzido o tempo na restritiva de
liberdade com resguardo de 30 dias.
14.Prestação de serviços à comunidade é aplicável às condenações superiores à 6 meses.
Se a pena substituída for superior a um ano (prejuízo do réu), é possível cumprir em
menor tempo, não inferior à metade. Se for igual a um ano, não pode reduzir o tempo
na de serviços à comunidade.
15.Crimes com pena máxima superior a 6 anos, é possível além do adquirido de forma
claramente ilícita, seja também a diferença patrimonial lícita. Requeridos pelo MP no
oferecimento na denúncia.
16.Perda do cargo, motivada, pela condenação, em crimes contra a administração igual ou
superior a um ano (prejuízo do réu), superior a 4 anos nos demais (benefício ao réu).
Tem que ser pedido pela acusação. Crime contra a mulher é automático.
17.Art. 108 - A extinção da punibilidade de crime que é pressuposto, elemento
constitutivo ou circunstância agravante de outro não se estende a este. Nos crimes
conexos, a extinção da punibilidade de um deles não impede, quanto aos outros, a
agravação da pena resultante da conexão.