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PC SC

O documento aborda diversas disposições legais, incluindo a retratação na Lei Maria da Penha, prazos na Lei de Improbidade Administrativa e a Lei de Acesso à Informação. Também discute aspectos de legítima defesa, erro de tipo e proibição, além de regras sobre penas e restrições de direitos. Por fim, menciona a extinção da punibilidade e suas implicações em crimes conexos.

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Guilherme Brito
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O documento aborda diversas disposições legais, incluindo a retratação na Lei Maria da Penha, prazos na Lei de Improbidade Administrativa e a Lei de Acesso à Informação. Também discute aspectos de legítima defesa, erro de tipo e proibição, além de regras sobre penas e restrições de direitos. Por fim, menciona a extinção da punibilidade e suas implicações em crimes conexos.

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1.​ Representação não pode ser retratada após o oferecimento da denúncia.

Na lei maria

da penha, é permitida a retratação até o recebimento da denúncia, em audiência

perante o juiz com audiência especialmente para esse fim.

2.​ Lei de improbidade administrativa prazos: 1) 180 dias de suspensão do prazo

prescricional pela instauração do inquérito policial ou processo administrativo; 2) 365

dias como prazo para conclusão do inquérito civil, prorrogável uma única vez por

igual período; 3) 30 dias após encerrado o inquérito para o MP propor a ação. 4) Em

caso de acordo de não persecução cível, o órgão do MP que tem autoridade para

arquivar inquéritos tem até 60 dias para aprovar o acordo, o Tribunal de contas 90 dias

para se manifestar sobre o valor do dano; 5) o agente pode ser afastado por 90 dias

prorrogáveis por mais uma vez.

3.​ Lei de acesso à informação: 1) a autoridade tem que julgar em 20 dias o pedido

prorrogáveis por mais 10 dias; 2) requerente tem 10 dias para realizar recurso da

decisão que nega o acesso à informação, e desse pedido, a autoridade hierárquica tem

5 dias para responder; 3) transcorrido o prazo do sigilo da informação sem sua

avaliação ela é automaticamente posta à público.

4.​ Adequação de sacrificar outro bem jurídico em estado de necessidade = 1/3 a 2/3.

reduzida de 1/3 a 2/3 em caso de inimputabilidade parcial. Tentativa: menos 1/3 a 2/3.

Para ter o benefício do arrependimento posterior, tem que reparar até o recebimento da

denúncia: menos 1/3 a 2/3. Erro de proibição diminui de 1/6 a 1/3 se evitável. Se

embriaguez por caso fortuito ou força maior não possuía plena capacidade (diferente

de inteiramente incapacidade) reduzida em 1/3 a 2/3.

5.​ Polícia civil: 30 posse, 30 exercício +15 em prorrogação.


6.​ Só é lícito o uso de algemas em casos de resistência e de fundado receio de fuga ou de

perigo à integridade física própria ou alheia, por parte do preso ou de terceiros,

justificada a excepcionalidade por escrito, sob pena de responsabilidade disciplinar,

civil e penal do agente ou da autoridade e de nulidade da prisão ou do ato processual

a que se refere, sem prejuízo da responsabilidade civil do Estado.

7.​ Diferencie as três e suas consequências. (Erro de tipo essencial) Art. 20 - O erro sobre

elemento constitutivo do tipo legal de crime exclui o dolo, mas permite a punição por

crime culposo, se previsto em lei. (Descriminante putativa) § 1º - É isento de pena

quem, por erro plenamente justificado pelas circunstâncias, supõe situação de fato que,

se existisse, tornaria a ação legítima. Não há isenção de pena quando o erro deriva de

culpa e o fato é punível como crime culposo. Erro sobre a ilicitude do fato (Erro de

proibição). Art. 21 - O desconhecimento da lei é inescusável. O erro sobre a ilicitude

do fato, se inevitável, isenta de pena; se evitável, poderá diminuí-la de 1/6 a 1/3. Neste

21, não se trata de erro sobre uma excludente de ilicitude, mas sobre a própria previsão

ou não legal da conduta. Se for sobre erro sobre excludente de ilicitude (descriminante

putativa, isto é, um erro sobre uma situação que poderia descriminalizar a conduta)

isenta ou responde por culposo.

8.​ Agente por erro se excede na conduta por uma situação putativa (descriminante

putativa), isenta se inevitável ou culposo se evitável, aqui há erro sobre a situação

fática e a excludente de ilicitude que poderia ser subsistência para a conduta. Se o

agente realiza uma conduta e se excede por supostamente não saber que aquele

excesso era ilegal (erro de proibição), se inevitável isenta, se evitável 1/6 a 1/3 , aqui

há erro sobre a excludente de ilicitude.


9.​ Honra pode ser objeto de legítima defesa, mas não frente à mulher. Legítima defesa,

atual ou iminente e estado de necessidade somente atua.

10.​Caso fortuito em embriaguez: ignora; Força maior: é forçado (há uma força sobre o

agente)

11.​Participação de menor importância diminui de 1/6 a 1/3. Se o agente queria participar

de crime menos grave, será aplicada a pena deste. Se poderia esperar o mais grave,

será aumentada até a metade a do menos grave.

12.​Superior a 8 anos deve começar em fechado. Menos ou igual a 8 e mais de 4, não

reincidente, pode semiaberto. Igual ou inferior a 4, não reincidente, pode aberto.

Sempre é em benefício ao réu no igual.

13.​Pena restritiva de direitos: 1) restritiva de liberdade não superior (benefício ao réu no

igual) a 4 anos; 2) sem violência ou grave ameaça; 3) se culposo independente da pena

(inclusive se reincidente em culposo); 4) não reincidente em crime doloso (salvo se

diferente em espécie, pode ser inclusive do mesmo gênero e mais gravoso, como furto

e depois roubo); 5) condenação igual ou inferior à um ano (beneficial) pode ser por

multa ou restritiva de direitos, e superior a um ano, multa e restritiva de direitos ou 2

restritiva de direitos; 6) descumprimento será deduzido o tempo na restritiva de

liberdade com resguardo de 30 dias.

14.​Prestação de serviços à comunidade é aplicável às condenações superiores à 6 meses.

Se a pena substituída for superior a um ano (prejuízo do réu), é possível cumprir em

menor tempo, não inferior à metade. Se for igual a um ano, não pode reduzir o tempo

na de serviços à comunidade.
15.​Crimes com pena máxima superior a 6 anos, é possível além do adquirido de forma

claramente ilícita, seja também a diferença patrimonial lícita. Requeridos pelo MP no

oferecimento na denúncia.

16.​Perda do cargo, motivada, pela condenação, em crimes contra a administração igual ou

superior a um ano (prejuízo do réu), superior a 4 anos nos demais (benefício ao réu).

Tem que ser pedido pela acusação. Crime contra a mulher é automático.

17.​Art. 108 - A extinção da punibilidade de crime que é pressuposto, elemento

constitutivo ou circunstância agravante de outro não se estende a este. Nos crimes

conexos, a extinção da punibilidade de um deles não impede, quanto aos outros, a

agravação da pena resultante da conexão.

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