ANALISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS
GABRIEL VAHL BOHRER ARDUIM
RA: 38392458
SISTEMAS DISTRIBUÍDOS
Pelotas-RS
2026
GABRIEL VAHL BOHRER ARDUIM
RA: 38392458
PROJETO SISTEMAS DISTRIBUÍDOS
Roteiro Aula Prática apresentado a Universidade
Anhanguera como requisito para obtenção de média
para a disciplina de aula prática: projeto sistemas
distribuídos, Análise e desenvolvimento de sistemas
Pelotas-RS
2026
SUMÁRIO
1. CONFIGURAÇÃO DE SINCRONIZAÇÃO DE HORÁRIO UTILIZANDO NTP
EM SISTEMAS LINUX E WINDOWS..........................................................................3
1.1 INTRODUÇÃO......................................................................................................3
1.2 DESENVOLVIMENTO..........................................................................................4
1.3 RESULTADOS..................................................................................................... 9
1.4 CONCLUSÃO.......................................................................................................9
2. CONFIGURAÇÃO DE VIRTUALIZAÇÃO UTILIZANDO MAQUINA VIRTUAL...10
2.1 INTRODUÇÃO....................................................................................................10
2.2 DESENVOLVIMENTO........................................................................................10
2.3 RESULTADOS................................................................................................... 14
2.4 CONCLUSÃO.....................................................................................................15
3. UTILIZAÇÃO DO DOCKER PARA CRIAÇÃO E EXECUÇÃO DE CONTAINERS.......16
3.1 INTRODUÇÃO....................................................................................................16
3.2 DESENVOLVIMENTO...........................................................................................16
3.3 RESULTADOS................................................................................................... 20
3.4 CONCLUSÃO.....................................................................................................20
4. ANÁLISE DE PACOTES DE REDE UTILIZANDO WIRESHARK.......................21
4.1 INTRODUÇÃO....................................................................................................21
4.2 DESENVOLVIMENTO........................................................................................21
4.3 RESULTADOS................................................................................................... 25
4.4 CONCLUSÃO.....................................................................................................25
REFERÊNCIAS......................................................................................................... 26
3
1. CONFIGURAÇÃO DE SINCRONIZAÇÃO DE HORÁRIO UTILIZANDO NTP
EM SISTEMAS LINUX E WINDOWS
1.1 INTRODUÇÃO
Em ambientes de sistemas distribuídos, é essencial que todas as máquinas
envolvidas mantenham seus relógios sincronizados. Diversos serviços de rede
dependem diretamente da precisão do horário do sistema para operar corretamente,
como autenticação de usuários, comunicação entre servidores e execução de
aplicações distribuídas. Quando há divergências significativas de tempo entre as
máquinas, podem surgir falhas de comunicação, inconsistências em registros de
eventos e até vulnerabilidades de segurança.
Uma das soluções mais utilizadas para esse problema é o protocolo NTP
(Network Time Protocol), que permite a sincronização automática dos relógios dos
computadores com servidores de tempo disponíveis na internet, garantindo maior
precisão e confiabilidade.
Nesta atividade prática, foi realizada a configuração da sincronização de
horário utilizando o NTP em dois sistemas operacionais distintos: Linux Ubuntu e
Windows 10. O objetivo foi compreender, de forma prática, como instalar, configurar
e verificar o funcionamento do serviço de sincronização de tempo nesses ambientes.
Durante a execução da atividade, foram registrados prints das etapas realizadas, a
fim de demonstrar cada fase do processo de configuração.
4
1 . 2 DESENVOLVIMENTO
A atividade prática consistiu na configuração da sincronização de horário
utilizando o protocolo NTP em dois sistemas operacionais diferentes: Linux Ubuntu e
Windows 10.
Inicialmente foi realizado o download da imagem do sistema operacional
Ubuntu a partir do site oficial. Esse arquivo é necessário para a criação de uma
máquina virtual onde será realizada a configuração do serviço NTP.
. Figura 1 – Download da imagem do sistema operacional Ubuntu
5
Após o download da imagem, foi realizada a criação e configuração de uma
máquina virtual utilizando um software de virtualização. Nesse ambiente foi instalado
o sistema operacional Ubuntu, permitindo a execução dos procedimentos
necessários para a configuração do serviço de sincronização de horário.
Figura 2 – Configuração da máquina virtual com o sistema Ubuntu
Com o sistema instalado, foi realizado o acesso ao Ubuntu através da tela de
login do sistema, utilizando o usuário criado durante a instalação do sistema
operacional.
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Figura 3 – Tela de login do sistema Ubuntu
Em seguida foi aberto o terminal do sistema para realizar a instalação do
serviço NTP. A instalação foi feita utilizando o gerenciador de pacotes do Ubuntu por
meio do comando responsável por instalar o pacote necessário para a sincronização
de horário.
Figura 4 – Instalação do serviço NTP no sistema Linux
Após a execução do comando de instalação, o sistema realizou o download e
a configuração automática dos pacotes necessários para o funcionamento do
serviço NTP.
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Figura 5 – Processo de instalação do serviço NTP concluído
Com o serviço instalado, foi realizado o acesso ao arquivo de configuração do
NTP localizado no diretório /etc/[Link]. Esse arquivo permite configurar os servidores
responsáveis pela sincronização do horário do sistema.
Figura 6 – Acesso ao arquivo de configuração [Link]
Depois da configuração do arquivo, foi necessário reiniciar o serviço NTP
para aplicar as alterações realizadas. Em seguida foi possível verificar que o sistema
já estava se comunicando com os servidores de tempo para realizar a sincronização
do relógio.
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Figura 7 – Reinicialização e verificação do funcionamento do serviço NTP
Na segunda parte da atividade foi realizada a configuração da sincronização
de horário no sistema operacional Windows 10 utilizando o Prompt de Comando.
Nesse processo foi definido manualmente o servidor NTP que será utilizado pelo
sistema para sincronização.
Figura 8 – Configuração do servidor NTP no Windows
Por fim foi executado o comando responsável por reiniciar o serviço de
horário do Windows e forçar a sincronização do relógio do sistema com o servidor
configurado.
9
Figura 9 – Sincronização de horário realizada no Windows
10
1.3 RESULTADOS
Ao final da atividade prática, foi possível constatar que a sincronização de
horário foi realizada com sucesso em ambos os sistemas operacionais utilizados. No
ambiente Linux, após a instalação e configuração do serviço NTP, o sistema passou
a se comunicar corretamente com os servidores de tempo definidos no arquivo de
configuração, mantendo o relógio atualizado de forma automática.
No Windows, a configuração manual do servidor NTP, aliada à reinicialização
do serviço de horário, possibilitou a sincronização adequada com o servidor
especificado. Assim, verificou-se que os dois sistemas passaram a manter seus
relógios sincronizados de maneira eficiente.
Essa sincronização é fundamental em ambientes de rede, especialmente em
sistemas distribuídos, pois diversos serviços dependem de horários precisos para o
registro de eventos, validação de autenticações e garantia da consistência das
informações entre diferentes máquinas.
1.4 CONCLUSÃO
A realização desta atividade prática permitiu compreender de forma clara a
importância da sincronização de horário em ambientes computacionais e,
principalmente, em sistemas distribuídos. Durante o processo foi possível aprender
como instalar e configurar o serviço NTP no sistema operacional Linux, além de
realizar a configuração manual da sincronização de horário no Windows.
A prática também contribuiu para o desenvolvimento de habilidades
relacionadas ao uso do terminal, edição de arquivos de configuração e
administração básica de sistemas operacionais. Além disso, foi possível perceber
como o protocolo NTP facilita a manutenção de horários consistentes entre
diferentes computadores conectados em rede.
Portanto, a atividade demonstrou que a utilização do NTP é uma solução
eficiente e amplamente utilizada para garantir a precisão do horário em sistemas
computacionais, contribuindo diretamente para o funcionamento correto de diversos
serviços em ambientes distribuídos.
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2. CONFIGURAÇÃO DE VIRTUALIZAÇÃO UTILIZANDO MÁQUINA VIRTUAL
2.1 INTRODUÇÃO
A virtualização é uma tecnologia amplamente empregada na área de
tecnologia da informação, pois possibilita a criação de máquinas virtuais dentro de
um único computador físico. Com isso, é viável executar diferentes sistemas
operacionais de forma isolada, sem a necessidade de utilizar vários equipamentos.
Essa prática é relevante tanto para fins acadêmicos quanto
profissionais, pois permite a realização de testes, simulações e configurações sem
comprometer o sistema principal da máquina.
Nesta atividade prática, foi realizada a criação de uma máquina
virtual por meio de um software de virtualização, na qual foi instalado o sistema
operacional Debian Linux. O objetivo foi compreender, na prática, o processo de
criação, configuração e inicialização de uma máquina virtual, bem como a instalação
de um sistema operacional nesse ambiente virtualizado.
2.2 DESENVOLVIMENTO
Inicialmente foi realizada a criação de uma nova máquina virtual utilizando o
software de virtualização. Durante esse processo, foi definida a quantidade de
memória RAM que seria destinada para o funcionamento do sistema virtual.
Figura 1 – Definição da memória RAM da máquina virtual
12
Em seguida, foi feita a configuração do disco rígido virtual. Nessa etapa foi
possível escolher a opção de criação de um novo disco, que será utilizado para
armazenar o sistema operacional e seus arquivos.
Figura 2 – Criação do disco rígido virtual
Após isso, foi necessário selecionar a imagem do sistema operacional que
seria instalado na máquina virtual. Para isso, foi escolhida a imagem ISO do Debian,
previamente baixada.
Figura 3 – Seleção da imagem ISO do Debian
13
Com a imagem carregada, foi iniciado o processo de instalação do sistema
operacional. Na tela inicial do instalador, foi escolhida a opção de instalação gráfica,
facilitando o processo de configuração.
Figura 4 – Tela inicial de instalação do Debian
Durante a instalação, o sistema realizou automaticamente diversas
configurações necessárias. Ao final desse processo, foi exibida a mensagem
informando que a instalação havia sido concluída com sucesso, sendo necessário
reiniciar a máquina virtual.
Figura 5 – Finalização da instalação do sistema Debian
14
Após a reinicialização, foi possível acompanhar o processo de inicialização
do sistema operacional, onde o Debian carregou todos os serviços necessários para
seu funcionamento.
Figura 6 – Inicialização do sistema Debian
Em seguida, foi apresentada a tela de login do sistema, onde foi necessário
inserir o usuário e a senha cadastrados durante a instalação.
Figura 7 – Tela de login do sistema Debian
15
Por fim, após o login, o sistema foi carregado com sucesso, exibindo a
interface gráfica do Debian já pronta para uso.
Figura 8 – Área de trabalho do sistema Debian
2.3 RESULTADOS
Ao final da atividade prática, foi possível observar que a máquina virtual foi
criada e configurada corretamente, permitindo a instalação completa do sistema
operacional Debian.
O sistema iniciou normalmente após a instalação, apresentando a tela de
login e, posteriormente, a área de trabalho funcional. Isso demonstra que todos os
passos foram executados com sucesso, desde a criação da máquina virtual até a
finalização da instalação do sistema.
Além disso, foi possível verificar na prática como a virtualização permite rodar
um sistema operacional completo dentro de outro, de forma isolada e segura.
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2.4 CONCLUSÃO
A realização desta atividade prática permitiu compreender de forma clara
como funciona o processo de virtualização e a criação de máquinas virtuais. Durante
o desenvolvimento, foi possível aprender a configurar recursos como memória RAM,
disco virtual e a instalação de um sistema operacional utilizando uma imagem ISO.
A prática também contribuiu para o desenvolvimento de habilidades
importantes na área de tecnologia, como a utilização de softwares de virtualização e
a instalação de sistemas operacionais em ambientes controlados.
Dessa forma, ficou evidente que a virtualização é uma ferramenta essencial
tanto para estudos quanto para ambientes profissionais, pois oferece flexibilidade,
segurança e praticidade na execução de diferentes sistemas em um único
equipamento.
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3. UTILIZAÇÃO DO DOCKER PARA CRIAÇÃO E EXECUÇÃO DE
CONTAINERS
3.1 INTRODUÇÃO
O Docker é uma ferramenta muito utilizada na área de tecnologia para criação
e gerenciamento de containers, permitindo executar aplicações de forma isolada e
eficiente. Essa tecnologia facilita bastante o desenvolvimento e testes de sistemas,
pois garante que o ambiente funcione da mesma forma em diferentes máquinas.
Nesta atividade prática, o objetivo foi utilizar o Docker para executar
containers e compreender seu funcionamento na prática. Inicialmente, a proposta
era utilizar uma plataforma online, porém foi necessário adaptar a execução para o
ambiente local.
3.2 DESENVOLVIMENTO
A proposta inicial era utilizar o site Play With Docker, porém ao acessar a
plataforma foi possível observar que ela não estava disponível para uso, conforme
mostrado no print.
Figura 1 – Tentativa de acesso ao Play With Docker indisponível
18
Diante disso, foi necessário utilizar o Docker Desktop instalado no
computador para dar continuidade à atividade.
Após abrir o Docker Desktop, foi possível verificar que o serviço estava em
execução corretamente, permitindo a utilização dos recursos da ferramenta.
Figura 2 – Docker Desktop em execução
Em seguida, foi utilizado o Prompt de Comando para iniciar a configuração do
Docker Swarm, executando o comando responsável por inicializar o ambiente.
Figura 3 – Inicialização do Docker Swarm no terminal
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Após a inicialização, foi realizado o processo de criação de um serviço no
Docker utilizando uma imagem, com definição de portas e réplicas para execução.
Figura 4 – Criação de serviço no Docker
Durante a execução, foi possível acompanhar o andamento da criação do
serviço, observando o status das tarefas até sua conclusão.
Figura 5 – Verificação dos serviços em execução
20
Por fim, foi possível acessar o serviço criado através do navegador,
confirmando que a aplicação estava funcionando corretamente.
Figura 6 – Aplicação em execução no navegador
21
3.3 RESULTADOS
Ao final da atividade, foi possível verificar que o Docker estava funcionando
corretamente no ambiente local. Mesmo com a indisponibilidade da plataforma Play
With Docker, a utilização do Docker Desktop permitiu a continuidade da prática sem
prejuízos.
A criação do serviço e sua execução demonstraram que o container foi
iniciado com sucesso, sendo possível acessá-lo via navegador. Isso comprova que
todo o processo foi realizado corretamente, desde a inicialização do ambiente até a
disponibilização da aplicação.
3.4 CONCLUSÃO
A realização desta atividade permitiu compreender na prática o
funcionamento do Docker, principalmente na criação e execução de serviços
utilizando containers.
Foi possível aprender a utilizar comandos importantes, como a inicialização
do Docker Swarm e a criação de serviços, além de verificar seu funcionamento em
tempo real.
Mesmo com a dificuldade inicial relacionada à indisponibilidade da plataforma
online, foi possível contornar o problema utilizando o Docker Desktop, o que reforça
a importância de saber adaptar soluções durante a execução de atividades práticas.
Dessa forma, conclui-se que o Docker é uma ferramenta essencial na área de
tecnologia, oferecendo praticidade, escalabilidade e eficiência na execução de
aplicações.
22
4 ANÁLISE DE PACOTES DE REDE UTILIZANDO WIRESHARK
4.1 INTRODUÇÃO
O Wireshark é uma ferramenta muito utilizada para análise de redes, pois
permite capturar e visualizar, em tempo real, os pacotes de dados que trafegam na
rede. Com ele, é possível entender melhor como funciona a comunicação entre
dispositivos, além de ajudar na identificação de problemas e no estudo de
protocolos.
Nesta atividade prática, o objetivo foi compreender na prática como funciona
um analisador de pacotes, utilizando o Wireshark para capturar, filtrar e analisar
dados de rede.
4.2 DESENVOLVIMENTO
Inicialmente, foi realizado o download do Wireshark através do site oficial,
conforme orientado no roteiro da atividade.
Figura 1 – Download do Wireshark
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Após a instalação, o programa foi aberto, apresentando a tela inicial com as
interfaces de rede disponíveis para captura.
Figura 2 – Tela inicial do Wireshark
Em seguida, foi selecionada a interface de rede ativa (como Wi-Fi), dando
início à captura dos pacotes.
Figura 3 – Início da captura de pacotes
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Durante a captura, foi possível observar diversos pacotes sendo exibidos em
tempo real, com informações como protocolo, endereço de origem e destino.
Figura 4 – Pacotes sendo capturados
Para facilitar a visualização, foi utilizado o recurso de filtros do Wireshark,
permitindo focar em tipos específicos de tráfego.
Figura 5 – Aplicação de filtro
25
Por fim, foi selecionado um pacote para análise mais detalhada, onde foi
possível visualizar suas informações organizadas em diferentes camadas.
Figura 6 – Análise detalhada de pacote
26
4.3 RESULTADOS
Ao final da atividade, foi possível perceber que o Wireshark conseguiu
capturar os pacotes corretamente, mostrando de forma clara as informações
trafegadas na rede.
O uso dos filtros ajudou bastante na organização dos dados, facilitando a
análise. Além disso, ao observar um pacote mais detalhadamente, foi possível
entender melhor como as informações são estruturadas durante a comunicação.
4.4 CONCLUSÃO
Com essa atividade, foi possível entender melhor como funciona a análise de
pacotes em uma rede utilizando o Wireshark.
Na prática, deu pra aprender a iniciar capturas, aplicar filtros e analisar
informações detalhadas dos pacotes, o que é muito importante para quem trabalha
com redes.
Dessa forma, o Wireshark se mostrou uma ferramenta bastante útil, tanto
para estudos quanto para análise e diagnóstico de redes.
27
REFERÊNCIAS:
CANAL DO YOUTUBE: MENTE MAKER
PORTIFÓLIO DE SISTEMAS DISTRIBUÍDOS
[Link]