a magia élfica
pareciam deter.
Foi nesse
momento que o
conflito interno de
Kaelen atingiu o
ápice.
Ele sentia o
chamado do
Sangue Arcano
fluindo em suas
veias, implorando
para ser libertado
em forma de
feitiçaria, mas
seus músculos
gritavam pela
disciplina do Aço
Humano.
O Confronto de
Identidade
No calor da
batalha, Kaelen
percebeu que sua
fraqueza não era
ser "meio" nada,
mas sim tentar ser
"inteiro" de um
lado só.
• A Fúria
Humana: Ele
avançou com a
força bruta de
um guerreiro do
norte,
derrubando
inimigos com
golpes de
impacto que
nenhum elfo
puro teria força
para desferir.
• A Graça Élfica:
No segundo
seguinte, ele
girava no ar,
movendo-se com
a fluidez de uma
folha ao vento,
desviando de
flechas com uma
percepção
sensorial que os
humanos
chamariam de
milagre.
Ao final da luta,
ele estava sozinho
entre os destroços.
Os mercadores
olhavam para ele
não com gratidão,
mas com um medo
renovado. Para
eles, ele não era
mais apenas um
mercenário; ele era
uma força da
natureza que eles
não podiam
compreender.
A Solidão sob as
Estrelas
Kaelen limpou o
sangue negro de
sua lâmina e olhou
para o horizonte.
Ao norte, as
florestas eternas
de seus ancestrais
maternos o
chamavam com
um canto de
pássaros e magia
antiga. Ao sul, as
cidades de pedra e
fumaça de seus
ancestrais
paternos
prometiam glória e
esquecimento.
Ele percebeu,
então, que seu
lugar não era em
um mapa.
Sua pátria era a
estrada sob seus
pés. Seu povo
eram aqueles que,
como ele, eram
feitos de retalhos e
costuras. Ele
nunca seria um
lorde elfo em um
trono de cristal,
nem um general
humano em uma
armadura de ouro.
Ele era o Ponte, o
equilíbrio
necessário em um
mundo dividido.
Epílogo: O
Caminho à Frente
Kaelen guardou
sua espada e
começou a
caminhar. Ele não
seguia a estrada
principal, mas sim