Venho, por meio desta, apresentar minha defesa em relação à solicitação de reembolso
realizada pelo comprador. O produto comercializado trata-se de um conteúdo digital de
acesso imediato, disponibilizado automaticamente via nosso sistema (bot do Telegram)
assim que o pagamento foi aprovado. O comprador recebeu integralmente aquilo que foi
contratado, tendo usufruído do acesso sem qualquer impedimento técnico. O pedido de
reembolso fundamenta-se apenas em uma alegação de insatisfação pessoal, o que não
constitui falha do produto, vício oculto ou descumprimento contratual. A mera insatisfação
subjetiva não gera direito de devolução em conteúdos digitais de consumo imediato,
conforme estabelecido: • Artigo 49 do Código de Defesa do Consumidor, cuja aplicação é
restrita a produtos físicos e serviços contínuos, não se aplicando a bens digitais de acesso
instantâneo; • Lei nº 14.010/2020 e Lei nº 13.709/2018 (LGPD), que reconhecem a natureza
distinta dos conteúdos digitais e o tratamento específico sobre sua disponibilização; •
Política de não reembolso previamente apresentada ao comprador, aceita no momento da
transação. Ressalto ainda que, conforme diretrizes da PushinPay, tentativas de reembolso
ou abertura de disputa sem fundamento, após entrega do produto digital, configuram má-fé
do comprador, podendo resultar em restrições futuras ao seu uso da plataforma. Diante
disso, solicito o indeferimento do pedido de reembolso, pelos seguintes fundamentos: • O
produto foi entregue conforme anunciado; • O comprador teve acesso integral ao conteúdo
adquirido; • A política de não reembolso foi previamente aceita; • A alegação de insatisfação
não configura falha contratual;