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Nome

Dangen, um cavaleiro de origem humilde, cresceu em uma vila pobre e enfrentou traições que o deixaram com medo de confiar novamente. Após ser resgatado pela Rainha Althea, ele se tornou o Cavaleiro Real, mas ainda lutava contra os fantasmas de seu passado. Ao receber notícias de seus antigos amigos, Dangen se preparou para enfrentar seus medos e a dor que o acompanhava, determinado a lutar não por glória, mas para não esquecer quem realmente era.
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Nome

Dangen, um cavaleiro de origem humilde, cresceu em uma vila pobre e enfrentou traições que o deixaram com medo de confiar novamente. Após ser resgatado pela Rainha Althea, ele se tornou o Cavaleiro Real, mas ainda lutava contra os fantasmas de seu passado. Ao receber notícias de seus antigos amigos, Dangen se preparou para enfrentar seus medos e a dor que o acompanhava, determinado a lutar não por glória, mas para não esquecer quem realmente era.
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Nome: dangen

Classe/Profissão: cavaleiro

Força: ⚔️: 6

Inteligência: 🧠: 5

Coragem: ❤️: 1

HISTORIA: Dangen nasceu em uma vila pobre, esquecida pelos


reis e pelos mapas.
As casas eram de madeira gasta, o chão era frio e as pessoas
viviam mais de esperança do que de pão.
Ele cresceu vendo o sofrimento da família, aprendendo desde cedo que o mundo não é
justo com os [Link] jovem, Dangen já carregava mais peso do que devia.
Trabalhava nos campos, cortava lenha e protegia os mais novos de quem tentava roubá-
los.
Era forte — muito mais do que qualquer garoto da vila.
Mas dentro daquela força havia uma alma frágil, um coração cansado e [Link]
dia, aos quinze anos, Dangen tomou uma decisão difícil:
deixou para trás a família que amava e partiu com um grupo de amigos em busca de um
futuro melhor.
Juraram nunca mais passar fome, e por um tempo, cumpriram essa promessa.
Riam juntos, viajavam pelas estradas e acreditavam que o mundo era grande demais
para dar [Link] a ambição transforma sorrisos em facas.
Certa noite, Dangen acordou acorrentado.
Seus próprios amigos o haviam vendido a mercadores, trocando sua confiança por
algumas moedas de ouro.
A traição doeu mais do que qualquer ferimento que o corpo pudesse [Link]
escapou, ferido e sozinho.
Aprendeu a sobreviver com o mínimo, a lutar sem piedade, e a pensar antes de confiar.
Sua inteligência o manteve vivo — e sua força o fez temido.
Mas algo dentro dele se quebrou: a coragem.
Não a coragem de enfrentar inimigos, mas a de abrir o coração novamente.
Dangen aprendeu a temer seus próprios sentimentos, porque sabia que o amor, a
amizade e a fé sempre cobravam um preço [Link] depois, caminhando pelas estradas
geladas, ele foi encontrado por uma carruagem real.
De dentro, desceu a Rainha Althea, uma mulher de olhos firmes e alma bondosa.
Ela olhou para Dangen — sujo, cansado e sem esperança — e enxergou nele algo que
ninguém mais via: valor.— “Venha comigo”, disse a rainha. “Você tem a força de quem
sobreviveu ao impossível.”

A partir daquele dia, Dangen viveu no castelo de Valdoren, onde treinou durante cinco
[Link] força cresceu ainda mais, e sua mente se tornou afiada como a lâmina de sua
espada.
Mas, dentro dele, o medo ainda morava.
Enquanto outros lutavam por glória, Dangen lutava para não sentir nada.

Com o tempo, tornou-se o Cavaleiro Real, protetor da Rainha Althea e guardião do


trono.
Mas mesmo com armadura brilhante e título nobre, ele ainda era visto como “o
cavaleiro pobre”.
Os nobres o desprezavam por causa de suas origens.
Os soldados o temiam pelo olhar frio e pela força impossível de entender.
Ninguém sabia que por trás daquela armadura vivia um homem que tremia por dentro
— não de medo da morte, mas de lembrar o passado.

Certa noite, durante a ronda, Dangen ouviu passos apressados no corredor.


Um mensageiro, ferido e coberto de sangue, caiu diante dele e sussurrou:

“Eles estão voltando... seus antigos amigos...”

O homem morreu em seguida, e o silêncio do castelo pareceu se tornar mais pesado.


Dangen ficou parado por um longo tempo, o punho apertado contra o cabo da espada.
Seu coração batia devagar, misturando raiva e lembranças.

Os fantasmas do passado haviam retornado.


E ele sabia que, dessa vez, não poderia fugir.

A lua iluminava sua armadura escura quando ele murmurou, quase sem voz:

“Eu não luto por glória, nem por amor. Luto porque, se eu parar, talvez eu lembre quem
fui.”

Naquela noite, o vento soprou frio sobre as muralhas do castelo.


E quem passou por ali jurou ter visto um homem sozinho, caminhando em direção à
escuridão —
um cavaleiro marcado pela dor, guiado pela razão,
e com um coração que, embora temesse o próprio passado, ainda batia pelo que restava
de bondade no mundo.

Seu nome era Dangen.


E sua lenda estava apenas começando.

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