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Informática

O documento aborda diversos aspectos de informática, incluindo redes de computadores, protocolos de comunicação, segurança da informação e softwares como Microsoft Word e Excel. Ele classifica redes por dimensão, arquitetura e topologia, além de discutir meios de transmissão e padrões de redes. Também diferencia a Internet da Web e explora a estrutura da Deep Web e Dark Web.

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O documento aborda diversos aspectos de informática, incluindo redes de computadores, protocolos de comunicação, segurança da informação e softwares como Microsoft Word e Excel. Ele classifica redes por dimensão, arquitetura e topologia, além de discutir meios de transmissão e padrões de redes. Também diferencia a Internet da Web e explora a estrutura da Deep Web e Dark Web.

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19.

Informática

Direto ao Ponto: Delta


Prof. ECJ e OAB

19 Informática
Documento última vez atualizado em 09/01/2026 às 22:52.

Direto ao Ponto: Delta 1/209


19. Informática

Índice
19.1) Redes de Computadores 3

19.2) Protocolos de Comunicação 27

19.3) Intranet/Extranet 44

19.4) Computação em Nuvem 59

19.5) Correio Eletrônico 69

19.6) Navegadores Web 86

19.7) Segurança da Informação - Princípios 109

19.8) Segurança da Informação - Malwares 116

19.9) Microsoft Word 127

19.10) Microsoft Excel 142

19.11) Microsoft Windows 10 165

19.12) Linux 180

19.13) Hardware 193

Direto ao Ponto: Delta 2/209


19. Informática

Redes de Computadores

REDES DE COMPUTADORES

Redes de computadores são sistemas interconectados de dispositivos que permitem a troca de


dados e o compartilhamento de recursos entre diferentes dispositivos. Elas facilitam a
comunicação e colaboração digital, abrangendo desde pequenas redes locais até a vasta rede
global conhecida como Internet.

Redes são dois ou mais dispositivos conectados através de links. O que é um link? Também
chamado de enlace, trata-se de um caminho de comunicação que transfere dados de um
dispositivo para outro. Para fins de visualização, é mais simples imaginar qualquer link como
uma reta entre dois pontos. Para ocorrer a comunicação, dois dispositivos devem ser
conectados de alguma maneira ao mesmo link ao mesmo tempo.

Existem dois tipos possíveis de conexão: ponto-a-ponto e ponto-multiponto. Ambos se


diferenciam em relação à utilização de um link dedicado ou compartilhado. Vejamos:

Figura 1 - Link Dedicado (acima) e Link Compartilhado (abaixo)

TIPO DE CONEXÃO DESCRIÇÃO

PONTO-A-PONTO Conexão que fornece um link dedicado entre dois dispositivos.

PONTO- Conexão que fornece um link compartilhado entre mais de dois


MULTIPONTO dispositivos.

Direto ao Ponto: Delta 3/209


19. Informática

DIREÇÃO DE TRANSMISSÃO

As direções de transmissão em redes de computadores referem-se ao fluxo de dados entre


dispositivos e são categorizadas principalmente em: Simplex, Half-Duplex e Full-Duplex.

MODOS DE TRANSMISSÃO

Em redes de computadores, os modos de transmissão descrevem como os dados são enviados


entre os dispositivos na rede com relação à quantidade de destinatários e são categorizados
principalmente em: Unicast, Multicast e Broadcast.

A transmissão de dados em uma rede de computadores pode ser realizada em três modos
diferentes: Unicast, Multicast e Broadcast. Vamos vê-los em detalhes:

Direto ao Ponto: Delta 4/209


19. Informática

MODOS DE TRANSMISSÃO

Nos parágrafos seguintes, nós veremos as principais classificações de redes de computadores


em provas de concursos. Vejamos:

Classificação quanto à Dimensão, Tamanho ou Área Geográfica

Direto ao Ponto: Delta 5/209


19. Informática

TIPO SIGLA DESCRIÇÃO DISTÂNCIA

PERSONAL PAN Rede de computadores pessoal De alguns centímetros a


(celular, tablet, notebook, etc). alguns poucos metros.
AREA
NETWORK

LOCAL LAN Rede de computadores de lares, De algumas centenas de


escritórios, prédios, entre outros. metros a alguns quilômetros.
AREA
NETWORK

METROPOLITAN MAN Rede de computadores entre uma Cerca de algumas dezenas


matriz e filiais em uma cidade. de quilômetros.
AREA
NETWORK

WIDE WAN Rede de computadores entre De algumas dezenas a


cidades, países ou até continentes. milhares de quilômetros.
AREA
NETWORK

Classificação quanto à Arquitetura de Rede ou Forma de Interação

Uma rede de computadores é composta basicamente por dispositivos intermediários, como


roteadores e switches, que conectam e direcionam dados, e por dispositivos finais, como
computadores e smartphones, que interagem com o usuário. Os dispositivos finais, também
conhecidos como hosts, são classificados em clientes, que consomem serviços, e servidores,
que os fornecem.

As redes surgiram para otimizar processos e compartilhar recursos, como impressoras e dados,
de forma eficiente. Servidores, geralmente máquinas poderosas, disponibilizam esses serviços
para múltiplos clientes, que são dispositivos mais simples. Hoje, muitos servidores estão em
Datacenters, armazenando e distribuindo conteúdos digitais. Na imagem seguinte, temos
quatro dispositivos finais e quatro dispositivos intermediários.

Direto ao Ponto: Delta 6/209


19. Informática

TIPO DE DESCRIÇÃO
REDE

PONTO A Também chamada de Rede Par-a-Par, é o modelo de rede mais simples de ser
PONTO montado. Nesse modelo, todas as máquinas podem compartilhar dados e
periféricos umas com as outras. Essas redes são comuns em residências e entre
filiais de empresas, porque demandam um baixo custo, são facilmente
configuráveis e possibilitam altas taxas de velocidade de conexão.

CLIENTE/ É um modelo de redes mais complexo, porém mais robusto e confiável. Nesse
modelo, existe uma máquina especializada, dedicada e geralmente remota,
SERVIDOR respondendo rapidamente aos pedidos vindos dos demais computadores da
rede – o que aumenta bastante o desempenho de algumas tarefas. É a escolha
natural para redes grandes, como a Internet – que funciona tipicamente a partir
do Modelo Cliente/Servidor.

O termo ponto-a-ponto costuma confundir porque pode ser utilizado em dois contextos com
significados diferentes. No contexto de Tipos de Conexão, ele pode ser utilizado como
contraponto ao enlace ponto-multiponto, ou seja, trata-se de um link dedicado entre dois
dispositivos, em contraste com o enlace ponto-multiponto, em que o link é compartilhado entre
dispositivos. Já vimos isso...

No contexto de Arquitetura ou Forma de Interação, ele pode ser utilizado como contraponto
ao modelo cliente/servidor. Nesse caso, trata-se de uma máquina que é simultaneamente
cliente e servidor, diferente do modelo cliente/servidor, em que uma máquina ou é um cliente
ou é um servidor. Vamos resumir para que vocês nunca mais confundam esses termos:

Se existe um link dedicado entre dois dispositivos, trata-se de um tipo de conexão ponto-a-
ponto. Por outro lado, se um mesmo dispositivo pode exercer função de cliente ou servidor em
diferentes momentos, trata-se de um tipo de arquitetura ponto-a-ponto. O nome utilizado é
exatamente o mesmo, porém tem significados diferentes dependendo do contexto utilizado.

Classificação quanto à Topologia

Quando falamos em topologia, estamos tratando da forma como os dispositivos estão


organizados. Dois ou mais dispositivos se conectam a um link; dois ou mais links formam uma
topologia. A topologia é a representação geométrica da relação de todos os links e os
dispositivos de uma conexão entre si. Existem quatro topologias básicas [1] possíveis:
barramento, estrela, anel e malha. No entanto, vamos primeiro entender a diferença entre
topologia física e lógica.

A topologia lógica exibe o fluxo de dados na rede, isto é, como as informações percorrem os
links e transitam entre dispositivos – lembrando que links são os meios de transmissão de dados.
Direto ao Ponto: Delta 7/209
19. Informática

Já a topologia física exibe o layout (disposição) dos links e nós de rede. Em outras palavras, o
primeiro trata do percurso dos dados e o segundo trata do percurso dos cabos, uma vez que
não necessariamente os dados vão percorrer na mesma direção dos cabos.

TIPO DE TOPOLOGIA DESCRIÇÃO

FÍSICA Exibe o layout (disposição) dos links e nós de rede.

LÓGICA Exibe o fluxo ou percurso dos dados na rede.

Se uma questão de prova não deixar explícito em sua redação qual é o tipo de topologia,
pode-se assumir que ela se refere à Topologia Física, e não à Topologia Lógica!

MEIOS DE TRANSMISSÃO
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19. Informática

Um meio de transmissão, em termos gerais, pode ser definido como qualquer coisa capaz
de transportar informações de uma origem a um destino. Por exemplo: o meio de transmissão
para duas pessoas conversando durante um jantar é o ar; para uma mensagem escrita, o meio
de transmissão poderia ser um carteiro, um caminhão ou um avião. Em telecomunicações, meios
de transmissão são divididos em duas categorias: meios guiados e não-guiados.

TIPO DE DESCRIÇÃO
MEIO

GUIADO Trata-se da transmissão por cabos ou fios de cobre, onde os dados transmitidos
são convertidos em sinais elétricos que propagam pelo material condutor.
Exemplo: cabos coaxiais, cabos de par traçado, fibra óptica, entre outros.

NÃO- Trata-se da transmissão por irradiação eletromagnética, onde os dados


GUIADO transmitidos são irradiados através de antenas para o ambiente. Exemplo: ondas
de rádio, infravermelho, microondas, bluetooth e wireless.

Vejamos na tabela seguinte os principais tipos de meios de transmissão, sua representação e


descrição:

Direto ao Ponto: Delta 9/209


19. Informática

EQUIPAMENTOS DE REDES
Galera, os equipamentos ou dispositivos de uma rede podem classificados como finais ou
intermediários. No primeiro caso, trata-se daqueles dispositivos que permitem a entrada e/ou
saída de dados (Ex: computador, impressora; câmeras, sensores, etc); no segundo caso, trata-se
daqueles que compõem a infraestrutura de uma rede (Hub, Bridge, Switch, Router, etc). Nós
vamos focar agora nos dispositivos intermediários. Venham comigo...

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19. Informática

Uma pergunta frequente no fórum de dúvidas é: qual é a diferença entre um Roteador e um


Access Point? Em primeiro lugar, nós já vimos que um Roteador pode ser configurado para
funcionar como um Access Point. Em segundo lugar, um Roteador tem o objetivo de interligar
redes diferentes. Já um Access Point tem o objetivo de estender os recursos da rede local para
a rede sem fio.

PADRÕES DE REDES
Padrões de Redes são uma especificação completamente testada que é útil e seguida por
aqueles que trabalham com Internet – trata-se de uma regulamentação formal que deve ser
seguida. O Padrão IEEE 802 é um grupo de normas que visa padronizar redes locais e

Direto ao Ponto: Delta 11/209


19. Informática

metropolitanas nas camadas física e de enlace do Modelo OSI. Os padrões de rede


descrevem vários aspectos das redes, incluindo:

ASPECTOS DESCRIÇÃO

MEIO DE Podem especificar se a rede é com ou sem fio. Também podem


TRANSMISSÃO especificar a largura de banda e as características físicas do meio de
transmissão.

TOPOLOGIA Podem definir a topologia da rede, como barramento, estrela, anel ou


malha.

PROTOCOLOS Podem definir protocolos que os dispositivos de rede devem seguir para
trocar dados, como protocolos de camada física e protocolos de
camada de aplicação.

SEGURANÇA Podem incluir diretrizes de segurança, como criptografia e autenticação,


para proteger a rede contra ameaças.

COMPATIBI- Garantem que os dispositivos de diferentes fabricantes possam


funcionar juntos na mesma rede, desde que sigam o mesmo padrão.
LIDADE

DESEMPENHO Podem abordar questões de desempenho, como largura de banda,


latência e qualidade de serviço.

Na tabela a seguir, é possível ver diversos padrões diferentes de redes de computadores que
são comuns em provas de concurso:

Direto ao Ponto: Delta 12/209


19. Informática

PADRÕES DESCRIÇÃO
DE REDES

IEEE 802.3 Padrão de interconexão atualmente em redes locais cabeadas baseada no


envio de pacotes de dados – possui diversas variantes como Fast Ethernet,
Gigabit Ethernet, 10G Ethernet, etc.

IEEE 802.5 Arquitetura de conexão de redes locais cabeada atualmente em desuso. Possui
comunicação unidirecional (simplex), arquitetura ponto-a-ponto e topologia
lógica em anel.

IEEE 802.11 Arquitetura de conexão de redes locais sem fio que define um conjunto de
padrões de transmissão e codificação para comunicações não cabeadas.

IEEE 802.15 O Padrão Bluetooth tem o objetivo de integrar equipamentos periféricos.


Utilizado em Rede WPAN (Wireless PAN) – eles padronizam uma rede de
baixo custo, curto alcance, baixas taxas de transmissão e sem fio.

IEEE 802.16 O Padrão WiMAX especifica um padrão sem fio de alta velocidade para Redes
Metropolitanas (WMAN), criado por um consórcio de empresas para promover
interoperabilidade entre equipamentos.

INTERNET
A Internet é basicamente um vasto conjunto de redes de computadores diferentes que utilizam
um padrão comum de comunicação e oferece um determinado conjunto de serviços.

Já Web é uma contração do termo World Wide Web (WWW). Ah, professor... você está falando
de internet, não é? Não! Muito cuidado porque são coisas diferentes! A internet é uma rede
mundial de computadores que funciona como uma estrutura que transmite dados para
diferentes aplicações. A Web é apenas uma dessas aplicações – uma gigantesca aplicação
distribuída rodando em milhões de servidores no mundo inteiro usando navegadores. Vejamos as
versões:

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19. Informática

CARACTERÍSTICAS WEB 1.0 WEB 2.0 WEB 3.0

INTERATIVIDADE Baixa Alta Muito Alta

CONTEÚDO Estático e somente Dinâmico, com Inteligente, com


leitura feedback do usuário semântica

USUÁRIOS Consumidores Produtores de Participantes ativos


passivos conteúdos

SOCIALIZAÇÃO Ausente Integração de redes Integração com IA e


sociais Internet das Coisas

EXPERIÊNCIA DO Limitada Melhorada e Altamente


USUÁRIO personalizada
personalizada

TECNOLOGIA HTML AJAX, APIs e RSS IA e Aprendizado de


Máquina

EXEMPLOS Sites estáticos de Redes sociais, blogs Assistentes


início da web e wikis
Virtuais

PRINCIPAIS Sites informativos e Redes sociais e Assistentes virtuais e


APLICAÇÕES institucionais colaboração online Internet das Coisas

DEEP WEB E DARK WEB

A web é comumente dividida em três categorias: Surface Web, Deep Web e Dark Web. Essas
categorias refletem diferentes níveis de acessibilidade e tipos de conteúdo disponíveis na
internet.

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19. Informática

CARACTERÍSTICAS SURFACE WEB DEEP WEB DARK WEB

ACESSIBILIDADE Acessível por Requer credenciais Acessível apenas por


mecanismos de busca específicas ou URLs redes criptografadas,
e navegadores comuns. exclusivas. como o Tor.

CONTEÚDO Contém informações e Inclui conteúdo não Contém conteúdo


COMUM sites disponíveis indexado por obscuro e
publicamente. mecanismos de busca, frequentemente
como bancos de ilegal.
dados privados.

ANONIMATO Não oferece anonimato Pode exigir credenciais Valoriza altos níveis
especial para usuários. de login, mas não de anonimato e
enfatiza o anonimato. segurança.

CONTEÚDO Amplamente usado Inclui recursos Muitas vezes


COMERCIAL para negócios, protegidos por senha, associada a
educação, como e-mails, serviços atividades ilegais e
entretenimento e bancários online e conteúdo obscuro.
informações públicas. redes corporativas.

EXEMPLOS Sites de notícias, blogs, E-mails privados, Sites de venda de


redes sociais, sites de intranets corporativas, drogas, mercados
compras online. bancos de dados de negros, fóruns de
bibliotecas. hackers.

A Internet das Coisas (IoT) representa uma extensão da Internet tradicional, conectando
dispositivos físicos do cotidiano à rede mundial para permitir a coleta, troca e análise de dados
de maneira automatizada e inteligente. Esses dispositivos, que variam de aparelhos domésticos
comuns a sensores industriais complexos, são equipados com sensores e software que os
permitem interagir e cooperar uns com os outros, criando ecossistemas interconectados.
Vejamos:

INTERNET DAS COISAS

Trata-se de uma revolução tecnológica que se refere à conexão de dispositivos físicos e objetos
do mundo real à internet. Esses dispositivos, também chamados de "coisas" na IoT, são
integrados com sensores, software e outras tecnologias para coletar e trocar dados com outros
dispositivos e sistemas pela internet.

Direto ao Ponto: Delta 15/209


19. Informática

A Internet das Coisas (IoT) é composta por vários componentes críticos que colaboram para seu
funcionamento eficaz e integração. Vejamos a descrição desses componentes:

COMPONENTES DESCRIÇÃO

DISPOSITIVOS São os elementos físicos que compõem a IoT, como sensores,


atuadores e outros dispositivos conectados, como câmeras, medidores
inteligentes, veículos e eletrodomésticos. Eles coletam dados do mundo
real e podem executar ações com base nesses dados.

TECNOLOGIAS DE São os meios pelos quais os dispositivos IoT se comunicam entre si e


COMUNICAÇÃO com a nuvem. Isso pode incluir Wi-Fi, Bluetooth, 3G/4G/5G, Zigbee,
LoRa, entre outros. As redes de comunicação são responsáveis pela
transferência de dados dos dispositivos para a nuvem e vice-versa.

SENSORES E Os sensores coletam informações do ambiente, como temperatura,


ATUADORES umidade, localização, movimento e muito mais. Os atuadores são
responsáveis por tomar ações, como ligar ou desligar um dispositivo.
Eles são os olhos e as mãos da IoT.

NUVEM (CLOUD) A nuvem é onde os dados coletados pelos dispositivos IoT são
processados, armazenados e disponibilizados para acesso. Plataformas
de nuvem fornecem recursos de computação, armazenamento e
análise de dados em grande escala, tornando possível o processamento
de grandes volumes de informações.

Vejamos na tabela apresentada a seguir as principais vantagens e desvantagens da Internet das


Coisas:

Direto ao Ponto: Delta 16/209


19. Informática

VANTAGENS DESVANTAGENS

Varejistas podem fornecer bônus de A dependência de compras online pode custar


fidelidade para clientes preferenciais. empregos.

As cidades podem avaliar as necessidades Os varejistas podem saber tudo o que você
futuras de transporte. está comprando.

Indivíduos podem reduzir os custos de Os indivíduos podem receber mais e-mails de


energia e dos sistemas de aquecimento spam.
residenciais.

Fabricantes podem reduzir a inatividade Uma falha da rede pode ser catastrófica.
prevendo necessidades de manutenção dos
equipamentos.

Os governos podem monitorar o ambiente. As empresas que criam dispositivos vestíveis


têm muitas informações pessoais sobre os
usuários.

E como faz para acessar à internet? Existem diversas tecnologias diferentes de acesso à interne.
Vejamos como isso pode ser definido:

TECNOLOGIAS DE ACESSO À INTERNET

Referem-se aos métodos e infraestruturas utilizados para conectar dispositivos, como


computadores, smartphones e outros equipamentos, à Internet. Essas tecnologias permitem que
os dispositivos acessem os serviços e recursos disponíveis na World Wide Web e em outros
serviços online. Existem várias tecnologias de acesso à Internet (Ex: Dial-Up, ADSL, HFC, Fibra
Óptica, PLC, Radiodifusão, Satélite e Telefonia Móvel), e a escolha depende das necessidades e
da disponibilidade em uma determinada região.

Direto ao Ponto: Delta 17/209


19. Informática

TECNOLOGIAS DE DESCRIÇÃO
ACESSO

DIAL-UP Uma tecnologia de acesso discado à internet que utiliza a linha


telefônica tradicional. É lenta e está em desuso na maioria das áreas.

ADSL Uma tecnologia de acesso de banda larga que utiliza a linha telefônica
para fornecer velocidades mais rápidas do que o dial-up.

HFC Uma tecnologia que combina fibra óptica e cabos coaxiais para
fornecer serviços de internet de alta velocidade e TV a cabo.

FIBRA ÓPTICA Uma tecnologia de alta velocidade que utiliza cabos de fibra óptica
para transmitir dados em alta velocidade por meio de pulsos de luz.

PLC Utiliza a rede elétrica para transmitir dados, tornando a fiação elétrica
existente uma rede de comunicação.

RADIODIFUSÃO Utiliza ondas de rádio para transmitir dados. Pode incluir tecnologias
como Wi-Fi e redes celulares.

SATÉLITE Acesso à internet via satélite – os dados são enviados e recebidos por
meio de satélites em órbita terrestre.

TELEFONIA MÓVEL Acesso à internet usando redes móveis (3G, 4G, 5G), permitindo a
conexão em movimento a partir de dispositivos móveis.

Questão 2021 Instituto AOCP Polícia Civil do Estado do Pará Delegado de Polícia

4000767770

Em relação aos modelos de arquitetura (OSI/ISO e TCP/IP), as camadas 5, 6 e 7 do modelo


OSI/ISO são agregadas em uma só camada no modelo TCP/IP. Qual é o nome dessa
camada?

A) Transporte.

B) Sessão.

Direto ao Ponto: Delta 18/209


19. Informática

C) Aplicação.

D) Enlace.

E) Internet.

Solução

Gabarito: C) Aplicação.

Questão 2023 FGV Polícia Civil do Estado de Santa Catarina Delegado de Polícia

4000842212

O uso de VPN (virtual private network) permite a ocultação do IP do usuário, bem como a
criptografia de seus dados pessoais. Além disso, ele possibilita

A) O acesso na rede a conteúdos com restrição geográfica.

B) O controle remoto de computadores alheios.

C) A instalação de vulnerabilidades em máquina de outrem.

D) O acesso a senhas usadas por terceiros para acesso a serviços informatizados.

A obtenção de dados cadastrais de uma pessoa, armazenados em bancos de dados


E)
digitais.

Solução

Gabarito: A) O acesso na rede a conteúdos com restrição geográfica.

A alternativa correta é a letra A.

Direto ao Ponto: Delta 19/209


19. Informática

A Rede Privada Virtual – VPN é uma rede de comunicações privada construída sobre uma
rede de comunicações pública.

Sobre a infraestrutura de uma rede pública como a internet, constrói-se uma rede privada,
isto é., uma rede de acesso restrito.

É uma forma de conectar dois computadores através de uma rede pública, como a internet,
valendo-se de um tunelamento criptografado.

Quem contrata uma VPN faz uso de um IP privado distinto do público, mas é identificável.

No entanto, a maior parte das empresas de VPN possuem sede jurídica fora do Brasil e
exigem procedimentos de cooperação jurídica internacional para enviar os dados.

MCI, art. 11. Em qualquer operação de coleta, armazenamento, guarda e tratamento de


registros, de dados pessoais ou de comunicações por provedores de conexão e de aplicações
de internet em que pelo menos um desses atos ocorra em território nacional, deverão ser
obrigatoriamente respeitados a legislação brasileira e os direitos à privacidade, à proteção dos
dados pessoais e ao sigilo das comunicações privadas e dos registros. [...]
Caso não seja obedecida a solicitação de fornecimento dos registros de acesso, é possível a
aplicação das sanções previstas no MCI, como, por exemplo, a suspensão dos serviços.

Em resumo, a VPN interpõe uma “camada a mais” à investigação e “mascara o IP real” do


usuário de internet. Além disso permite o acesso na rede a conteúdos com restrição
geográfica.

Questão 2022 VUNESP Polícia Civil do Estado de São Paulo Delegado de Polícia

4000802118

Direto ao Ponto: Delta 20/209


19. Informática

Um usuário que navega na Internet identifica que está utilizando um protocolo de


transferência de hipertexto considerado seguro para visitar um sítio em função do seguinte
prefixo na URL do sítio:

A) https://

B) urls://

C) ftps://

D) url://

E) http://

Solução

Gabarito: A) https://

Questão 2023 FGV Polícia Civil do Estado de Santa Catarina Delegado de Polícia

4000842217

O CGNAT (Carrier Grade Network Adress Translation), na esteira de contratempos


envolvendo o padrão IPv4, surgiu como uma forma de enfrentar os problemas então
verificados. Assinale a resposta que corretamente identifica o que é a tecnologia CGNAT.

Trata-se de tecnologia que substitui – com vantagem – o IPv4, o qual, em virtude dela,
A)
caiu em desuso.

Trata-se da tecnologia que – embora bastante criticada – fez com que o IPv4 deixasse de
B)
ser utilizado, substituindo-o.

É um protocolo que privilegia a conexão ponto a ponto, ainda que vários dos usuários
C)
compartilhem o mesmo endereço IPV4.

Direto ao Ponto: Delta 21/209


19. Informática

Cuida-se de mu protocolo que facilita o usa de serviços de streaming, 2P2, VolP e outros,
D)
comprometidos pela tecnologia presente no padrão IPv4.

É um intermediário entre a Internet e a rede doméstica, aplicado diretamente na rede do


E)
provedor, combatendo o esgotamento dos endereços IPv4.

Solução

É um intermediário entre a Internet e a rede doméstica, aplicado diretamente na


Gabarito: E)
rede do provedor, combatendo o esgotamento dos endereços IPv4.

A alternativa correta e a letra E.

De acordo com o Marco Civil da Internet, no artigo 5º, inciso III, IP é o código atribuído a um
terminal de uma rede para permitir sua identificação, definido segundo parâmetros
internacionais. O endereço IP pode ser dividido em dinâmico ou fixo.

No IP dinâmico, toda vez que um dispositivo se conecta à internet um endereço de IP é


automaticamente atribuído a ele por uma tecnologia chamada Dynamic Host Configuration
Protocol (DHCP).

Por sua vez, o IP Fixo geralmente usado por órgãos públicos por exemplo.
Por disposição legal, é obrigatório o registro de conexão (Art. 5º, VI, MCI), assim entendido
como o conjunto de informações referentes à data e hora de início e término de uma conexão
à internet, sua duração e o endereço IP utilizado pelo terminal para o envio e recebimento de
pacotes de dados.

Os provedores de conexão de internet possuem os registros dos endereços de IP alocados


para seus clientes. Ele, então, distribuem os IPs para seus clientes e mantêm registros que
permitam a identificação do cliente para o qual determinado endereço de IP foi distribuído.

Considerando a finitude dos endereços de IP, foi criada uma tecnologia chamada CGNAT
(Carrier Grade Network Address), que é a tecnologia por meio da qual o provedor de conexão
atribui o mesmo endereço IP para diferentes usuários ao mesmo tempo, direcionando-os
através de portas diferentes Trata-se do compartilhamento de IPs (“nateamento” de IPs ou IPs
“nateados”).

Direto ao Ponto: Delta 22/209


19. Informática

Como individualizar a autoria em casos de CGNAT? Por meio das portas lógicas de origem da
conexão. Elas servem para identificar aplicações e processos executados em terminal
conectado à internet.

As portas são locais virtuais (por isso, portas lógicas), dentro de um sistema operacional onde
as conexões de rede começam e terminam.

Essas portas ajudam os computadores a classificar o tráfego de rede que recebem e cada
porta está associada a um processo ou serviço específico
As portas permitem que os computadores/celulares diferenciem tipos de tráfego: os e-mails
vão para uma porta diferente daquela das páginas web, por exemplo, mesmo que ambas
cheguem a um computador por meio do mesmo IP.

Então, muito embora em casos de CGNAT o provedor de conexão atribua a um mesmo IP


para vários clientes, a conexão de internet de cada um dos clientes ocorre por uma porta
lógica distinta.

Portanto, o endereço IP não é o único identificar de uma conexão de internet, há outros


parâmetros.

No entanto, há um problema jurídico envolvendo a questão das “portas lógicas de origem”


nos casos de “nateamento” de IP.

Pouquissimos provedores de aplicação registram as “portas lógicas de origem” das conexões


que recebem dos usuários de internet.

Como o termo técnico “porta lógica” não é mencionado no texto legal do Marco Civil das
Internet, os provedores de aplicação não se consideram obrigados a fornecê-la.

A obrigação, contudo, por ser extraída pela interpretação sistemática do art. 10, § 1º, do MCI -
O provedor responsável pela guarda somente será obrigado a disponibilizar os registros
mencionados no caput, de forma autônoma ou associados a dados pessoais ou a outras
informações que possam contribuir para a identificação do usuário ou do terminal, mediante

Direto ao Ponto: Delta 23/209


19. Informática

ordem judicial, na forma do disposto na Seção IV deste Capítulo, respeitado o disposto no art.
7º.

Ademais, conforme previsto no Marco Civil da Internet (Lei 12.965/2014), Art. 5º Para os
efeitos desta Lei, considera-se: III - endereço de protocolo de internet (endereço IP): o código
atribuído a um terminal de uma rede para permitir sua identificação, definido segundo
parâmetros internacionais.
Se o IP não está cumprindo a finalidade de identificação, pelo interesse público, devem ser
fornecidos outros elementos pelos provedores de aplicação.

Atenção ao entendimento jurisprudencial: 8. Pelo cotejamento dos diversos dispositivos do


Marco Civil da Internet mencionados acima, em especial o art. 10, caput e § 1º, percebe-se
que é inegável a existência do dever de guarda e fornecimento das informações relacionadas
à porta lógica de origem. 9. Apenas com a porta lógica de origem é possível fazer
restabelecer a univocidade dos números IP na internet e, assim, é dado essencial para o
correto funcionamento da rede e de seus agentes operando sobre ela. Portanto, sua guarda é
fundamental para a preservação de possíveis interesses legítimos a serem protegidos em lides
judiciais ou em investigações criminais. 10. Recurso especial não provido.
(REsp 1777769/SP, Rel. Ministra NANCY ANDRIGHI, TERCEIRA TURMA, julgado em
05/11/2019, DJe 08/11/2019).

Questão 2022 IBFC Polícia Civil do Estado da Bahia Delegado de Polícia

4000802475

Quanto as noções básicas sobre IP e IMEI, analise as afirmativas abaixo e dê valores


Verdadeiro (V) ou Falso (F).

( ) Existem atualmente duas versões de IP, os denominados IPv4 e o IPv6.

Direto ao Ponto: Delta 24/209


19. Informática

( ) O mesmo equipamento pode ter vários IP's, assim como vários IMEI's.

( ) O IMEI é um código de 15 dígitos que identifica de forma internacional os celulares.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo

A) V - V - V

B) V - F - V

C) V - V - F

D) F - F - V

E) F - F - F

Solução

Gabarito: B) V - F - V

Questão 2022 CESPE (CEBRASPE) Polícia Civil do Estado de Alagoas Delegado de Polícia

4000829896

Em relação à segurança na Internet, periféricos de computadores, computação em nuvem e


editores de texto e planilhas eletrônicas, julgue os seguintes itens.

Embutida dentro dos processadores modernos, a memória buffer minimiza o desequilíbrio de


velocidade entre o processador e a memória principal e, por meio do armazenamento dos
dados e das instruções mais frequentemente utilizadas pelo processador, permite que estes
sejam acessados mais rapidamente.

Direto ao Ponto: Delta 25/209


19. Informática

A) Certo.

B) Errado.

Solução

Gabarito: B) Errado.

ERRADO

A questão está incorreta, sendo passível de recurso.

A princípio, a questão estaria incorreta, pois a descrição refere-se à memória cache, e não à
memória Buffer. Entretanto, não é errado dizer que a memória cache utiliza a memória Buffer,
cujo conceito raso se refere à ideia de banco de memória e busca antecipada do conteúdo
que será acessado pelo usuário.

A memória cache, por sua vez, também pode utilizar mecanismos de busca antecipada.
Assim, as técnicas utilizadas pela memória cache podem se referir à utilização de Buffer em
busca antecipada e à previsão de desvios para aumentar o desempenho do processador.

Entretanto, aparentemente a banca quis se referir à memória cache na questão, de forma que
o gabarito deverá ser errado por questões de terminologia, eis que o Buffer é, na verdade, um
banco de memória e o conceito trazido na questão se refere à memória cache.

Se o gabarito for correto, o respaldo para recurso se encontra na doutrina de Austin


Tanenbaum, em “Organização Estruturada de Computadores”:

“2.2.5 Memória cache.

Historicamente, as CPUs sempre foram mais rápidas do que as memórias. Conforme as


memórias melhoraram as CPUs também melhoraram, mantendo o desequilíbrio, Na verdade, à
medida que fica possível colocar cada vez mais circuitos em um chip, os projetistas de CPU
estão usando essas novas facilidades no paralelismo (pipelining) e em operação superescalar,
fazendo com que as CPUs fiquem ainda mais velozes. Projetistas de memória costumam usar

Direto ao Ponto: Delta 26/209


19. Informática

nova tecnologia para aumentar a capacidade de seus chips, e não a velocidade, portanto
parece que os problemas estão ficando piores com o passar do tempo. Na prática, o
significado desse desequilíbrio é que, após emitir uma requisição de memória, a CPU não
obterá a palavra de que necessita por muitos ciclos de CPU. Quanto mais lenta a memória,
mais ciclos a CPU terá de esperar.

A ideia básica de uma cache é simples: as palavras de memória usadas com mais frequência
são mantidas na cache. Quando a CPU precisa de uma palavra, ela examina em primeiro
lugar a cache. Somente se a palavra não estiver ali é que ela recorre à memória principal. Se
uma fração substancial das palavras estiver na cache, o tempo médio de acesso pode ser
muito reduzido.”

Protocolos de Comunicação

PROTOCOLOS DE COMUNICAÇÃO

Protocolos são conjuntos de regras e convenções que especificam como os dispositivos em


uma rede devem se comunicar. Eles definem os formatos dos dados, a sequência de
mensagens, a detecção e correção de erros, o controle de acesso e muitos outros aspectos
necessários para a comunicação eficaz entre computadores em uma rede. Esses protocolos
desempenham um papel fundamental na garantia de que diferentes dispositivos de rede, com
hardware e software diversos, possam se comunicar e trocar informações de maneira
consistente.

Uma excelente estratégia para reduzir a complexidade de um problema é dividi-lo em camadas


com tarefas e serviços bem definidos. A ISO (International Standards Organization) criou um
modelo conceitual para auxiliar a compreender e projetar um modelo de redes de
computadores: Modelo OSI. Esse modelo é considerado um modelo de sistema aberto. Ele foi
projetado para promover a interoperabilidade entre diferentes sistemas de rede e fabricantes.

Isso permite que sistemas de diferentes origens se comuniquem de maneira eficaz. A ideia por
trás de um sistema aberto é que ele não é restrito a uma única entidade ou fabricante, mas
segue padrões abertos que são amplamente aceitos e seguidos pela indústria de tecnologia. Isso
possibilita a criação de redes em que dispositivos de diferentes fabricantes possam
funcionar em conjunto de forma harmoniosa, seguindo as especificações do Modelo OSI.
Direto ao Ponto: Delta 27/209
19. Informática

MODELO ISO

O Modelo OSI (Open Systems Interconnection / International Organization for Standardization)


é um modelo de referência utilizado para entender como os protocolos de rede funcionam e
interagem. Ele divide as funções de comunicação em uma rede de computadores em sete
camadas, cada uma com um propósito específico. Essas camadas são organizadas
hierarquicamente e servem como um guia para o desenvolvimento e a compreensão de
protocolos de comunicação em redes.

A tabela seguinte apresenta cada uma das camadas do Modelo OSI, assim como sua descrição
e principais protocolos:

Direto ao Ponto: Delta 28/209


19. Informática

# CAMADA DESCRIÇÃO PROTOCOLOS

7 APLICAÇÃO Camada responsável por habilitar o usuário, HTTP, SMTP, FTP, SSH,
seja ele humano ou software, a estabelecer a TELNET, SNMP, POP3,
comunicação entre aplicações e a acessar a IMAP, DNS.
rede.

6 APRESENTAÇÃO Camada responsável por definir o formato AFP, ICA, LPP, NCP,
para troca de dados entre computadores, NDR, TOX, XDR, PAD.
como se fosse um tradutor.

5 SESSÃO Camada responsável por permitir que duas ou NETBIOS.


mais aplicações em computadores diferentes
possam abrir, usar e fechar uma conexão,
chamada sessão.

4 TRANSPORTE Camada responsável por organizar dados em TCP, UDP, NETBEUI.


segmentos e que eles cheguem ao destino
livre de erros (sem perdas, sem duplicações e
na ordem correta).

3 REDE Camada responsável pelo endereçamento, IP, ICMP, ARP RARP,


roteamento e entrega de pacotes individuais NAT.
de dados desde sua origem até o seu destino,
provavelmente através de várias redes.

2 ENLACE Camada responsável por organizar os dados Ethernet, Token Ring,


em frames (ou quadros) e por estabelecer uma Bluetooth, Wi-Fi.
conexão nó-a-nó entre dois dispositivos físicos
que compartilham o mesmo meio físico.

1 FÍSICA Camada responsável por definir as USB, DSL.


especificações elétricas e físicas da conexão
de dados.

Eu sei que é muita coisa para memorizar, logo eu criei um mnemônico que pode ajudá-los na
hora da prova. Vejam só:

Direto ao Ponto: Delta 29/209


19. Informática

MNEMÔNICO DAS CAMADAS [2]

F E R T S A A
FÍSICA ENLACE REDE TRANSPORTE SESSÃO APRESENTAÇÃO APLICAÇÃO

FLAMENGO ENSACOU REDE TRÊS SAPECADAS ATLÉTICO E avaí


NA NO

Agora é importante destacar que existem diferentes tipos de comunicação. Vocês verão esses
nomes na teoria e em questões, logo cuidado para não se confundir:

Direto ao Ponto: Delta 30/209


19. Informática

TIPOS DE DESCRIÇÃO
COMUNICAÇÃO

NÓ A NÓ Também chamada de comunicação ponto-a-ponto ou comunicação


hop-a-hop, conecta um dispositivo intermediário a outro dispositivo
intermediário adjacente. Trata-se do tipo de comunicação realizada na
camada de enlace.

HOST A HOST Conecta uma máquina a outra, ignorando dispositivos intermediários.


Trata-se do tipo de comunicação realizada na camada de rede (Obs:
autores divergem nesse ponto, alguns afirmam que a camada de rede
também se comunica nó a nó).

FIM A FIM Também chamada de comunicação processo-a-processo ou


comunicação ponta-a-ponta, conecta processos ou aplicações rodando
em duas máquinas. Trata-se do tipo de comunicação realizada na
camada de transporte.

Nós acabamos de ver em detalhes o Modelo OSI e descobrimos que – apesar de ser um
modelo conceitual bastante interessante e de facilitar o entendimento da comunicação entre
redes – ele é apenas um modelo teórico utilizado didaticamente para mostrar o
funcionamento ideal da comunicação de dados em uma rede de computadores. Ele não é
uma tecnologia, nem um conjunto de protocolos, nem um software e só tem utilidade
pedagógica.

Na prática, o que é utilizado é a Arquitetura ou Pilha TCP/IP. Essa arquitetura foi desenvolvida –
na verdade – antes do Modelo OSI. Dessa forma, as camadas que nós veremos a seguir não
correspondem exatamente àquelas do Modelo OSI. A Arquitetura TCP/IP é o conjunto de
protocolos e camadas utilizados para conectar várias redes diferentes de maneira uniforme:
trata-se do conjunto padrão de protocolos da Internet.

ARQUITETURA TCP/IP
Direto ao Ponto: Delta 31/209
19. Informática

A arquitetura TCP/IP (Transmission Control Protocol / Internet Protocol) é um conjunto de


protocolos de comunicação que são amplamente utilizados na internet e em redes locais. Ela
fornece um conjunto de regras e especificações que permitem que diferentes dispositivos se
comuniquem em redes de computadores, independentemente do fabricante ou sistema
operacional.

A partir de agora, vamos conhecer um pouquinho sobre os principais protocolos de


comunicação, suas características, componentes, vantagens, limitações, entre outros.
Comecemos pelo IP:

INTERNET PROTOCOL

O IP é a base da comunicação na Internet, sendo responsável por rotear pacotes de dados de


origem para destino em uma rede. Cada dispositivo conectado à Internet recebe um endereço
IP exclusivo, que é usado para identificar e encaminhar dados para o destinatário correto.
Quando um dispositivo deseja enviar dados para outro, ele divide os dados em pacotes. Cada
pacote contém informações sobre o remetente, destinatário, dados reais e outros metadados –
esses pacotes são então enviados pela rede. O roteamento é o processo pelo qual os pacotes
são direcionados do remetente para o destinatário através de vários dispositivos intermediários,
como roteadores.

Direto ao Ponto: Delta 32/209


19. Informática

CARACTERÍSTICAS DESCRIÇÃO
DO IP

SEM CONFIRMAÇÃO IP não possui um mecanismo integrado para confirmar se um pacote


DE ENTREGA de dados chegou ao destino. Após enviar um pacote, não há garantia
de que ele será recebido com sucesso.

SEM CONTROLE DE IP não gerencia o controle de fluxo, o que significa que não ajusta
FLUXO automaticamente a taxa de transmissão de dados com base na
capacidade da rede ou na capacidade de processamento do
destinatário. Isso pode levar a congestionamentos e perda de
pacotes.

SEM REORDENAÇÃO IP não reordena automaticamente pacotes fora de ordem. Se os


DE PACOTES pacotes forem recebidos fora de sequência, cabe às camadas
superiores, como o protocolo de transporte (como TCP), lidar com a
reordenação.

SEM GARANTIA DE IP não verifica a integridade dos dados dentro dos pacotes. Se
INTEGRIDADE houver corrupção nos dados durante a transmissão, o IP não
detectará ou corrigirá automaticamente.

Agora vamos falar sobre Endereçamento por Classes. O que é isso, Diego? Trata-se de uma
abordagem para a alocação de endereços IP e foram criadas para alocar blocos de endereços
de maneira mais estruturada e eficiente. Com o crescimento da internet, era necessário alocar
blocos de endereços IP de acordo com o tamanho das redes. Redes maiores precisavam de mais
endereços do que redes menores.

Para atender a essa demanda por tamanhos variados de blocos de endereços, as classes
foram introduzidas para estruturar e classificar os endereços IP em categorias que
correspondessem ao tamanho das redes. As classes permitiam identificar o tamanho
aproximado da rede com base no endereço IP. Por exemplo, uma empresa que necessitasse de
muitos endereços teria uma classe de endereço diferente de uma rede doméstica pequena.

Galera, nós já sabemos que um endereço IPv4 possui 32 bits e já sabemos também que um bit
só pode ter dois valores (0 ou 1). Logo, nós temos 232 ou [Link] endereços possíveis.

O endereçamento por classes busca dividir esse espaço de endereços possíveis em cinco
classes: Classe A, Classe B, Classe C, Classe D e Classe E. Logo, todo e qualquer IP pode ser
classificado em uma dessas cinco classes. E como eu faço para descobrir à qual classe um
endereço pertence, professor? É extremamente simples: basta analisar o primeiro número (na
notação decimal pontuada) conforme é apresentado na tabela seguinte:

Direto ao Ponto: Delta 33/209


19. Informática

1º OCTETO CLASSE UTILIZAÇÃO

0 A 127 [3] A Inicialmente destinado a grandes organizações.

128 A 191 B Inicialmente destinado a organizações de médio porte.

192 A 223 C Inicialmente destinado a pequenas organizações.

224 A 239 D Inicialmente destinado a reservado para multicast.

240 A 255 E Inicialmente destinado a reservado para testes.

Como interpreta essa tabela? É bem simples! Se o primeiro número de um endereço IP for de 1
a 126, ele será da Classe A (geralmente utilizado por grandes organizações); se for de 128 a 191,
ele será da Classe B (geralmente utilizado por organizações de médio porte); se for e 192 a 223,
ele será da Classe C (geralmente utilizado por pequenas organizações); se for de 224 a 239, será
da Classe D (reservado para multicast); e se for de 240 a 255, será da Classe E (reservado para
testes). Lembrem-se também que temos uma faixa de endereços para redes privadas:

CLASSE FAIXA DE ENDEREÇOS PARA REDES PRIVADAS

A [Link] até [Link]

B [Link] até [Link]

C [Link] até [Link]

Ocorre que a quantidade de endereços disponíveis foi ficando escassa. Por essa razão, surgiu
uma técnica utilizada para modificar endereços de rede nos cabeçalhos de pacotes IP enquanto
eles estão em trânsito, atravessando um dispositivo de roteamento, chamada Network Address
Translation (NAT). Ela é comumente utilizada para traduzir endereços IP privados em endereços
IP públicos e vice-versa, o NAT permite que múltiplas máquinas em uma rede local
compartilhem um único endereço IP público. Isso ajuda a economizar endereços IP e a aumentar
a segurança da rede ao ocultar endereços internos de redes externas.

Existem também uma extensão do NAT chamada CGNAT (Carrier-Grade Network Address
Translation). Ele foi projetado para enfrentar a escassez de endereços IPv4 em grandes redes,
como as operadas por ISPs (Provedores de Serviços de Internet). Enquanto o NAT tradicional é
frequentemente utilizado dentro de redes privadas, o CGNAT é aplicado em uma escala muito
maior para permitir que múltiplos clientes compartilhem um mesmo endereço IP público. Isso é
feito convertendo muitos endereços IP privados em um número menor de endereços IP
públicos, facilitando a gestão de IP e reduzindo os requisitos de endereços públicos IPv4. Em

Direto ao Ponto: Delta 34/209


19. Informática

suma, ele é um intermediário entre a Internet e a rede doméstica, aplicado diretamente na rede
do provedor, combatendo o esgotamento dos endereços IPv4.

No entanto, a escassez de endereços não era o único problema! Havia outros, tais como a falta
de tratamento específico para transmissão de áudio/vídeo em tempo real e a
criptografia/autenticação de dados para algumas aplicações. Tudo isso serviu de motivação para
a criação de uma nova versão do Protocolo IP: IPv6 (Versão 6). A nova versão possui 128 Bits,
logo temos até 2¹²8 possíveis endereços ou 340 undecilhões de endereços ou
[Link].[Link].000.000. 000.000.000 de endereços!

No IPv4, decidiu-se utilizar uma representação decimal de 32 bits para facilitar a configuração!
Ainda que fizéssemos isso com o IPv6, teríamos uma quantidade imensa de números. Dessa
forma, optou-se por utilizar uma representação com hexadecimal, que necessita de todos os
números e mais algumas letras: 0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, A, B, C, D, E, F. Dividem-se 128 Bits em
8 grupos de 16 Bits (seção de 4 hexadecimais), separados por dois-pontos.

O IPv6 não possui o conceito de classes e nem endereço de broadcast. Além disso, como o
endereço ainda fica grande com o hexadecimal, há algumas formas de abreviar: zeros não
significativos de uma seção (quatro dígitos entre dois-pontos) podem ser omitidos, sendo que
apenas os zeros não significativos podem ser omitidos e, não, os zeros significativos. Na tabela
abaixo, temos um exemplo:

ENDEREÇO ORIGINAL

FDEC:0074:0000:0000:0000:B0FF:0000:FFF0

ENDEREÇO ABREVIADO

FDEC:74:0:0:0:B0FF:0:FFF0

ENDEREÇO MAIS ABREVIADO

FDEC:74::B0FF:0:FFF0

Não confundam IP com IMEI! O IMEI (International Mobile Equipment Identity) é um número
único composto por 15 a 17 dígitos, utilizado para identificar dispositivos móveis, como
smartphones e tablets, na rede global. Cada dispositivo móvel possui um IMEI único, que pode

Direto ao Ponto: Delta 35/209


19. Informática

ser usado por operadoras de telefonia para bloquear o aparelho em caso de roubo, evitar a
utilização de equipamentos não homologados e auxiliar em serviços de localização e segurança.

Outros dois protocolos da camada de redes bem menos comuns em prova são os protocolos
ICMP e ARP. Vejamos:

INTERNET CONTROL MESSAGE PROTOCOL (ICMP)

Protocolo da camada de rede responsável por enviar mensagens de erro e mensagens


operacionais indicando, por exemplo, que um serviço não está disponível ou que um roteador
ou host não pode ser alcançado. Ele Inclui tipos de mensagens como “destino inalcançável”,
”redirecionamento”, ”tempo excedido”, entre outros. Esse protocolo é amplamente utilizado para
diagnóstico de rede e geração de erros, funcionando intimamente com o protocolo IP, para
relatar erros e outras informações relevantes.

ADDRESS RESOLUTION PROTOCOL (ARP)

Protocolo da camada de rede utilizado para mapear Endereços IP para Endereços MAC em
redes locais, sendo fundamental para o funcionamento de redes IPv4. Ele é responsável por
enviar uma requisição na rede local para descobrir o Endereço MAC correspondente a um
Endereço IP específico. Os dispositivos na rede respondem com seus endereços MAC se o
endereço IP solicitado corresponder ao seu.

Saindo da camada de rede, vamos para a camada de transporte. Nós já sabemos que o
Protocolo IP é classificado como não-confiável porque não oferece garantias de entrega de
pacotes, sequenciamento de pacotes ou proteção contra duplicatas. Para resolver esse
problema de confiabilidade, nós temos um outro protocolo na camada de transporte chamado
TCP (Transmission Control Protocol). Por meio dele, é possível superar as limitações do
Protocolo IP e oferecer uma comunicação confiável.

TRANSMISSION CONTROL PROTOCOL (TCP)

Protocolo da camada de transporte, considerado confiável e orientado à conexão. Ele utiliza


portas para estabelecer conexões, utiliza controle de fluxo para evitar congestionamento na
rede, permite a transferência de dados bidirecional e confirma o recebimento de pacotes,
retransmitindo os que não são confirmados. Além disso, ele garante que os pacotes cheguem
na ordem correta e utiliza a soma de verificação para detectar erros nos dados recebidos. O

Direto ao Ponto: Delta 36/209


19. Informática

TCP é amplamente utilizado em aplicações que requerem entrega garantida de dados, como
navegadores web e e-mail.

A tabela seguinte apresenta diversos protocolos da camada de aplicação e quais protocolos


(TCP ou UDP) da camada de transporte são utilizados – além do número da porta:

O outro protocolo da camada de transporte é o UDP! Ele tem características bastante diferentes
do TCP. Vamos conhecê-lo melhor:

USER DATAGRAM PROTOCOL (UDP)

Protocolo da camada de transporte, considerado sem conexão e utiliza portas para


comunicação de forma similar ao TCP. Ele não possui controle de fluxo e permite a
transferência de dados rápida, mas sem garantias de entrega, ordem ou integridade. Esse
protocolo é considerado não confiável porque não é capaz de confirmar o recebimento de
pacotes e não retransmite os pacotes perdidos. Ele também não reordena pacotes e realiza
apenas verificações básicas de erros nos dados recebidos (mas não os corrige). Por fim, ele não
requer estabelecimento de conexão antes da transferência de dados, sendo ideal para
aplicações que requerem transmissão rápida, como streaming de vídeo e jogos online.

É muito importante na hora de resolver as questões de concurso saber diferenciar esses dois
protocolos:

Direto ao Ponto: Delta 37/209


19. Informática

TCP UDP

É comparativamente mais lento que o UDP É comparativamente mais rápido que o TCP

Entregas confiáveis Entregas não confiáveis (melhor esforço)

Orientado à conexão Não orientado à conexão

Dados perdidos são retransmitidos Dados perdidos não são retransmitidos.

Realiza controle de fluxo e Não realiza controle de fluxo e congestionamento


congestionamento

Tolera atrasos, mas não tolera perdas Tolera perdas, mas não tolera atrasos

Envia dados em unicast Envia dados em unicast, multicast ou broadcast

Oferece conexão ponto a ponto Oferece conexão ponto a ponto ou ponto-


multiponto

Bastante utilizada em e-mail, navegação, Bastante utilizada em VoIP, streaming, etc.


etc.

Chegamos finalmente aos protocolos da camada de aplicação. Vamos iniciar falando sobre os
protocolos de correio eletrônico. Para tal, é preciso entender a diferença entre alguns
conceitos:

CLIENTE DE E- Trata-se de uma aplicação instalada em uma máquina local que permite
MAIL enviar/receber e-mails (Ex: Mozilla Thunderbird, Microsoft Outlook, etc);

SERVIDOR DE Trata-se de uma máquina especializada que recebe e-mails de um cliente


E-MAIL de e-mail ou de um webmail, e os envia para o servidor de e-mail de
destino;

PROVEDOR DE Trata-se de uma empresa ou serviço que hospeda e disponibiliza serviços


E-MAIL de e-mail para outras empresas ou usuários finais (Ex: Gmail, Outlook,
Yahoo, Uol, etc);

WEBMAIL Trata-se de uma aplicação hospedada em um servidor remoto que permite


enviar/receber e-mails (Ex: [Link], [Link], [Link], [Link],
etc).

Direto ao Ponto: Delta 38/209


19. Informática

Os principais protocolos de correio eletrônico são SMTP, POP e IMAP. É muito importante saber
para que serve cada um deles:

PROTOCOLOS DESCRIÇÃO
DE E-MAIL

SMTP Protocolo utilizado basicamente para enviar e-mails. Ele transfere


mensagens de e-mail de um cliente para um servidor ou entre servidores.
Funciona bem para a entrega de mensagens, mas não para recuperá-las.

POP Protocolo projetado para recuperar e-mails de um servidor. Quando você o


utiliza, os e-mails são baixados para o seu dispositivo e geralmente são
excluídos do servidor. Isso é útil para acessar e-mails offline, mas pode ser
limitante se você usar vários dispositivos, pois as mensagens estão
disponíveis apenas no dispositivo onde foram baixadas inicialmente.

IMAP Também usado para recuperar e-mails de um servidor, mas –


diferentemente do anterior – ele mantém as mensagens no servidor. Isso
permite que você acesse seus e-mails de vários dispositivos, mantendo
tudo sincronizado. As mudanças feitas em um dispositivo (como ler ou
excluir uma mensagem) são refletidas em todos os outros dispositivos.

SMTP POP3 IMAP

Enviar Receber e copiar Receber e acessar

Um mnemônico para vocês memorizarem a principal função do Protocolo SMTP:

S M T P
SUA MENSAGEM TÁ PARTINDO

E agora uma tabelinha para memorizar as principais diferenças entre POP3 e IMAP:

Direto ao Ponto: Delta 39/209


19. Informática

POP3 IMAP

Post Office Protocol (Version 3) Internet Message Access Protocol

Não recomendado para acesso em múltiplos Recomendado para acesso em múltiplos


dispositivos dispositivos

Não permite criar e organizar pastas no servidor Permite criar e organizar pastas no servidor

Não permite verificar o cabeçalho antes de Permite verificar o cabeçalho antes de


baixá-lo baixá-lo

Modificações em um dispositivo não refletidas Modificações em um dispositivo refletidas


em outros em outros

Não permite baixar parcialmente um e-mail Permite baixar parcialmente um e-mail

Por padrão, mensagens de e-mail são lidas Por padrão, mensagens de e-mail são lidas
offline online

Não permite múltiplas caixas postais Permite múltiplas caixas postais

Porta 110 Porta 143

Por fim, é importante entender que temos aplicações desktop e aplicações web de correio
eletrônico. Nesse último caso, ele é chamado de Webmail:

WEBMAIL

Um webmail é um serviço de e-mail que pode ser acessado e usado através de um navegador
da web, em vez de um cliente de e-mail dedicado. Ele funciona como uma interface baseada na
web para enviar, receber e gerenciar mensagens de e-mail (Ex: Gmail, Yahoo, Outlook, Hotmail,
entre outros).

Um protocolo muito utilizado junto dos outros três que vimos anteriormente é o MIME. Vejam só
sua definição:

MULTIPURPOSE INTERNET MAIL EXTENSIONS (MIME)

Direto ao Ponto: Delta 40/209


19. Informática

Trata-se de um padrão importante no contexto do correio eletrônico. Ele expande as


capacidades do e-mail original, que era limitado a textos em formato ASCII, permitindo a
inclusão de uma variedade de tipos de conteúdo. Ele é essencial para a funcionalidade moderna
do e-mail, permitindo uma rica variedade de conteúdos e formatos de arquivo a serem
compartilhados por meio deste meio de comunicação.

Na camada de aplicação, temos um protocolo responsável por atribuir automaticamente


endereços IP (entre outras coisas), o que facilita muito o gerenciamento de uma rede. Vejamos:

DYNAMIC HOST CONFIGURATION PROTOCOL (DHCP)

Protocolo da camada de aplicação responsável por atribuir automaticamente endereços IP e


outras configurações de rede a dispositivos em uma rede. Ele funciona com um modelo cliente-
servidor em que o Servidor DHCP atribui IPs dinamicamente aos clientes da rede e suporta
alocação dinâmica, alocação automática e alocação estática de endereços IP. O DHCP
simplifica o gerenciamento de endereços IP (especialmente em redes grandes), sendo
amplamente utilizado em redes domésticas, corporativas e públicas para simplificar a
configuração de rede.

Um outro protocolo da camada de aplicação que desaba em prova é o DNS:

DOMAIN NAME SYSTEM (DNS)

Protocolo da camada de aplicação responsável por traduzir (também chamado de resolver)


nomes de domínio legíveis por humanos para Endereços IP. Ele funciona em um modelo de
consulta e resposta, sendo estruturado de maneira hierárquica com vários níveis de Servidores
DNS. Esse protocolo armazena as respostas recentes para reduzir o tempo de resposta e o
tráfego na rede, incluindo extensões de segurança para proteger contra ataques. O DNS é
essencial para a navegação na internet, permitindo o uso de URLs em vez de endereços IP
numéricos.

Direto ao Ponto: Delta 41/209


19. Informática

D N S
DÁ NOME AO SITE

Ele faz essa tradução entre URL e IP, como é apresentado a seguir:

DNS (DOMAIN NAME SYSTEM)

URL IP

[Link] [Link]

Nesse contexto, é importante saber quais são os componentes de uma URL:

URL - SINTAXE ABSTRATA

protocolo://ip-ou-
domínio:porta/caminho/recurso

COMPONENTES DESCRIÇÃO

PROTOCOLO Também chamado de esquema, trata-se do protocolo utilizado para


acessar um recurso.

IP Número de IP do Servidor (Host) que hospeda um recurso.

DOMÍNIO Nome do Domínio do Servidor (Host) que hospeda um recurso.

PORTA Ponto lógico que permite criar uma conexão em um processo.

CAMINHO Estrutura de diretórios dentro do servidor que armazena um recurso.

RECURSO Componente físico ou lógico disponível em um sistema computacional.

Se formos mais rigorosos, a URL tem mais alguns componentes apresentados a seguir:

Direto ao Ponto: Delta 42/209


19. Informática

URL – SINTAXE COMPLETA

protocolo://nome-de-usuário@ip-ou-
domínio:porta/caminho/recurso?
query#fragmento
Agora vamos falar de dois dos protocolos mais conhecidos por todos vocês: HTTP e HTTPS. Se
você navega na web, você necessariamente utiliza esses protocolos:

HYPERTEXT TRANSFER PROTOCOL (HTTP)

Protocolo da camada de aplicação utilizado para carregar páginas da web, enviar formulários,
realizar transações online, obter recursos, entre outros. Trata-se de um protocolo baseado em
um modelo de requisição-resposta entre um cliente (Navegador Web) e um servidor (Servidor
Web): mensagens enviadas pelo cliente são chamadas de solicitações ou requisições (Requests)
e as mensagens enviadas pelo servidor são chamadas de respostas (Responses).

HYPERTEXT TRANSFER PROTOCOL SECURE (HTTPS)

Protocolo da camada de aplicação utilizado para carregar páginas da web, enviar formulários,
realizar transações online, obter recursos, entre outros, porém com uma camada adicional de
segurança entre o cliente e o servidor. Possui recursos para criptografar a comunicação,
protegendo a troca de dados contra interceptação e alteração. Esse protocolo requer
certificados digitais para autenticar a identidade do servidor e garante que os dados
transferidos sejam acessíveis apenas para o destinatário pretendido. Além disso, ele verifica se
os dados enviados não foram alterados ou corrompidos durante a transferência e confirma a
identidade do site para o usuário.

Outro protocolo que está cada vez mais em desuso é o FTP, mas ele ainda continua caindo
bastante em prova:

FILE TRANSFER PROTOCOL (FTP)

Direto ao Ponto: Delta 43/209


19. Informática

Protocolo da camada de aplicação baseado no modelo cliente/servidor utilizado para a


transferência de arquivos entre sistemas. Ele pode transferir uma variedade de tipos de dados
(incluindo arquivos binários e de texto), além de permitir upload e download de arquivos, além
de suporte a comandos para manipulação de diretórios. Ademais, requer autenticação (nome de
usuário e senha) para acesso, embora possa ter acesso anônimo. O FTP é amplamente utilizado
para distribuição de arquivos, backup e transferência de dados entre sistemas.

Já se quisermos fazer acessos remotos a computadores, temos que falar sobre os protocolos
TELNET e SSH. O que vocês precisam saber é que eles o primeiro não trabalha com
criptografia, logo não garante confidencialidade e integridade dos dados – diferente do
segundo; mas ambos são protocolos do tipo cliente/servidor utilizados para acesso remoto.

TELNET SSH
NÃO! NÃO TEM SIM! TEM
CRIPTOGRAFIA CRiPTOGRAFIA
Por fim, vamos falar sobre o protocolo que revolucionou a telefonia tradicional para uma
telefonia digital: VoIP.

VOIP (VOICE OVER INTERNET PROTOCOL)

VoIP (Voice over Internet Protocol) é uma tecnologia que permite a transmissão de voz e
comunicações multimídia (como chamadas telefônicas, videotelefonia e sessões de conferência)
através da Internet ou de outras redes baseadas em protocolos IP. Essencialmente, o VoIP
transforma sinais de voz em dados digitais que podem ser enviados pela internet, como
qualquer outro tipo de dado.

Intranet/Extranet

Galera, existe uma classificação especial de redes de computadores que cai bastante em prova!
Eu estou falando sobre tipos de redes de computadores: Internet, Intranet e Extranet. Cada
um desses tipos de redes de computadores serve a diferentes necessidades de comunicação e
acesso à informação, variando desde o uso restrito dentro de uma organização (Intranet) até o
acesso global aberto (Internet). Vamos ver as definições e características da Internet...

Direto ao Ponto: Delta 44/209


19. Informática

DEFINIÇÕES DE INTERNET

Trata-se de um conglomerado de redes locais espalhadas pelo mundo, interconectadas e


espalhadas através de protocolos, o que torna possível a interligação entre os computadores e
facilita o fluxo de informações.

Trata-se de um conjunto de segmentos de redes públicas por todo o globo terrestre


conectados por backbones e roteadores.

Trata-se de um sistema global de redes de computadores interligadas que utilizam um


conjunto próprio de protocolos com o propósito de servir progressivamente usuários do
mundo inteiro.

Trata-se de uma rede de computadores dispersos por todo o planeta que trocam dados e
mensagens utilizando protocolos em comum para unir usuários, entidades, órgãos, institutos,
bibliotecas, empresas, etc.

Trata-se de um conjunto de redes de computadores que, espalhados por todas as regiões do


planeta, conseguem trocar dados e mensagens utilizando protocolos comuns.

Trata-se de uma rede mundial que interliga milhões de computadores em todo o mundo, de
vários tipos e tamanhos, marcas e modelos e com diferentes sistemas operacionais.

Direto ao Ponto: Delta 45/209


19. Informática

CARACTERÍSTICAS DESCRIÇÃO

ACESSO E CONTROLE Acesso público e sem controle centralizado.

ALCANCE E Global, interconectando redes em todo o mundo.


CONECTIVIDADE

PROPÓSITO E USO Para uma ampla gama de propósitos, incluindo informação,


comunicação, entretenimento e comércio.

SEGURANÇA Níveis variados de segurança; geralmente menos segura


devido à natureza pública.

GESTÃO DE DADOS E Dados e informações amplamente variados e


INFORMAÇÕES descentralizados.

INFRAESTRUTURA E Mantida por diversos provedores e organizações globais.


MANUTENÇÃO

Direto ao Ponto: Delta 46/209


19. Informática

DEFINIÇÕES DE INTRANET

Trata-se de uma rede privada formada por servidores web particulares, utilizada nos ambientes
das empresas, que consiste em uma forma de comunicação interna e segura e que copia o
modelo de navegação da Internet, fornecendo acesso apenas para os usuários autorizados da
rede interna.

Trata-se de uma rede dentro de uma organização que usa tecnologias e protocolos da
Internet, mas está disponível somente para determinadas pessoas, como os funcionários de
uma empresa.

É uma rede que se baseia nos serviços oferecidos na Internet através do TCP/IP, como sites,
e-mails, etc. No entanto, seu acesso é restrito a redes privadas.

A intranet é uma rede de computadores – em geral, uma LAN – que se utiliza das mesmas
tecnologias da internet, porém é caracterizada por ser uma rede privada.

Trata-se de uma rede privada, pertencente geralmente a uma empresa, de acesso restrito a
seus membros, que utiliza os mesmos padrões e protocolos da Internet.

A Intranet é um tipo de rede de computadores que utiliza o conjunto de protocolos TCP/IP e


os vários serviços de rede que estão presentes na Internet, como o HTTP e o FTP.

CARACTERÍSTICAS DESCRIÇÃO

ACESSO E CONTROLE Acesso limitado a membros internos da organização, com


alto nível de controle.

ALCANCE E CONECTIVIDADE Confinada a uma única organização ou empresa.

PROPÓSITO E USO Facilita a comunicação interna, colaboração e operações de


negócios.

SEGURANÇA Alta segurança para proteger informações internas


sensíveis.

GESTÃO DE DADOS E Gerenciamento focado em dados e informações internas da


INFORMAÇÕES organização.

INFRAESTRUTURA E Geralmente mantida pela própria organização, exigindo


MANUTENÇÃO infraestrutura e manutenção internas.

Direto ao Ponto: Delta 47/209


19. Informática

Vejamos as principais definições e características de Extranet:

DEFINIÇÕES DE EXTRANET

Trata-se de uma rede que permite acesso externo controlado, para negócios ou propósitos
educacionais, sendo uma extensão da rede local de uma organização, disponibilizada para
usuários externos à organização.

Trata-se de uma parte da Intranet que fica disponível na Internet para interação com clientes e
fornecedores de uma organização, mas com acesso autorizado, controlado e restrito.

Trata-se do acesso remoto a uma Intranet, permitindo que empresas envolvidas em um


sistema inter-organizacional se conectem.

Trata-se de uma rede corporativa, que utiliza tecnologia Internet para conectar empresas a
seus fornecedores, parceiros, clientes, ou outros empreendimentos com os quais
compartilhem objetivos.

CARACTERÍSTICAS DESCRIÇÃO

ACESSO E CONTROLE Acesso restrito a usuários externos autorizados, com controle


mais rigoroso.

ALCANCE E Limitada a organizações específicas e seus parceiros


CONECTIVIDADE externos.

PROPÓSITO E USO Foco na colaboração e comunicação entre a organização e


entidades externas.

SEGURANÇA Segurança reforçada para proteger informações


compartilhadas com entidades externas.

GESTÃO DE DADOS E Gerenciamento de dados voltado para colaboração externa.


INFORMAÇÕES

INFRAESTRUTURA E Geralmente mantida pela própria organização, com


MANUTENÇÃO componentes acessíveis por parceiros externos.

A Extranet é uma extensão da Intranet, permitindo acesso remoto a usuários externos da


organização. Enquanto a Intranet é restrita a um grupo específico conectado diretamente à rede
da organização, a Extranet viabiliza o acesso via Internet, mediante autenticação com usuário e
senha. Assim, a Extranet é basicamente um meio de acessar a Intranet de forma remota,

Direto ao Ponto: Delta 48/209


19. Informática

estendendo seu uso para além das fronteiras físicas da organização para
colaboradores/fornecedores.

Cenário 1

Colaborador se encontra no mesmo local físico da organização e sua máquina está conectada à
rede interna. Nesse caso, ele está acessando a... intranet!

Cenário 2

Colaborador se encontra em local físico diferente da organização, mas sua máquina está
conectada à rede interna por meio da internet. Nesse caso, ele está acessando a... intranet
remotamente!

Parceiro comercial se encontra em local físico diferente da organização, mas sua máquina está
conectada à rede interna por meio da internet. Nesse caso, ele está acessando a... extranet!

O caso que gera mais confusão é o Cenário 3! Por quê? Porque a definição de extranet não é
tão precisa em relação a essa situação. Vejam só: genericamente, um acesso remoto qualquer
à rede interna de uma organização ocorre via extranet. No entanto, esse termo é mais utilizado
para se referir ao acesso de parceiros comerciais de uma organização. E se eu acesso
remotamente a rede do órgão/empresa em que eu trabalho? Nesse caso, eu estou acessando a
intranet remotamente.

E por que organizações oferecem acesso a parceiros, fornecedores, vendedores e clientes?


Galera, a ideia por trás dessa estratégia é facilitar pedidos e pagamentos, acesso a
contratos, fornecimento de informações, entre outros. No entanto, o nosso foco agora é
outro: para acessar uma extranet por meio da internet, costuma-se utilizar uma VPN (Virtual
Private Network). O que seria isso?

Direto ao Ponto: Delta 49/209


19. Informática

Trata-se de uma rede privada virtual, isto é, uma tecnologia de acesso que permite utilizar a
infraestrutura da Internet para a transmissão de informações de maneira segura. Calma, vou
tentar explicar isso da forma mais didática possível! Quando você deseja baixar uma nova aula
de informática, você entra em nosso site, escolhe a matéria, escolhe a aula e clica para fazer o
download. Nesse momento, é como se ocorresse o seguinte diálogo:

SEM VPN COM VPN

Você: Ei, Estratégia! Você: Ei, VPN!

VPN: Sim!

Você: Me envia a nova aula de informática?

Estratégia: Sim (e tudo de forma criptografada)! VPN: Ok!

VPN: Ei, Estratégia!

Você: Me envia a nova aula de informática? Estratégia: Sim!

VPN: Me envia a nova aula de informática?

Estratégia: Claro (e envia a aula).

Estratégia: Claro (e envia a aula).

VPN: Ei, você!

Você: Sim!

VPN: Está aqui a nova aula (e envia a aula).

Professor, o primeiro caso parece mais simples! Por que eu usaria uma VPN? Galera, para a
imensa maioria dos casos, não faz sentido utilizar uma VPN! No entanto, se você tiver alguma
preocupação quanto à acesso a conteúdo com restrição geográfica, privacidade e
confidencialidade das informações trafegadas, sua utilização é recomendada. Quando você
não a utiliza, tanto o site visitado quanto o provedor de internet (NET, GVT, etc) sabem quem
você é, qual página você visitou e o que você fez.

Direto ao Ponto: Delta 50/209


19. Informática

Se você estiver trafegando informações extremamente críticas e sigilosas, não é


recomendável deixá-las trafegando sem proteção por aí. O que faz a VPN? Ela criptografa as
requisições e respostas feitas entre um cliente e um servidor, sendo responsável pelo transporte.
Em outras palavras, tanto o site visitado quanto o provedor de internet só sabem que quem o
acessou foi uma VPN, mas não sabem quem estava por trás – ocultando o IP do usuário.

Além disso, como a requisição e a resposta vão e voltam criptografadas, não se sabe o que
efetivamente foi pedido e o que foi efetivamente realizado. Vamos pensar em eleições como
exemplo para esclarecer a ideia! Logo após o encerramento das eleições – às 17h00 em alguns
lugares e às 19h00 em outros –, os votos armazenados em cada uma das urnas eletrônicas
precisam ser transmitidos para o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de forma que ele possa
contabilizá-los.

Como é feita essa transmissão? Por meio de uma VPN! Logo, não é possível identificar que um
determinado pacote de dados se trata dos dados da urna eletrônica – e, mesmo que fosse
possível, não será possível identificar os votos. Dessa forma, podemos dizer que foi criada
uma rede virtual privada, porque ela foi construída sobre uma rede pública real (a Internet,
em geral). É criado uma espécie de túnel que protege a confidencialidade das informações.

Entrando um pouco mais a fundo: para que haja maior segurança na camada de rede, as redes
privadas virtuais utilizam técnicas de tunelamento. A técnica de tunelamento consiste no
encapsulamento de um protocolo dentro de outro, permitindo que um pacote seja enviado
com segurança através de uma rede pública como a Internet. Por conta disso, é utilizado
para a criação de VPNs.

Para que um datagrama seja enviado de um ponto a outro da rede privada virtual, ele precisa –
primeiramente – ser encriptado para que fique ilegível (no caso de ser interceptado). Em
seguida, precisa ser encapsulado – recebendo um cabeçalho adicional – para então ser
enviado através da rede intermediária, como a Internet). Ao chegar ao seu destino na rede
pública, o datagrama é desencapsulado, desencriptado e encaminhado ao seu destino final.

Questão 2023 FGV Polícia Civil do Estado de Santa Catarina Delegado de Polícia

4000842221

Direto ao Ponto: Delta 51/209


19. Informática

Corriqueiramente usados no debate sobre crimes cibernéticos, os termos deep web e dark
web nem sempre são bem compreendidos pelo público em geral. Sobre eles, é correto
afirmar que

A deep web, ao contrário da dark web, é composta por sites facilmente localizados pelos
A)
mecanismos de busca convencionais.

A dark web é um setor da deep web que concentra a maioria dos sites, em maior número
B)
inclusive que na web de superfície, todavia normalmente não indexados.

Mecanismos de busca convencionais conseguem acessar quase todos os sites da dark


C)
web, salvo os não indexados, cujo acesso depende do manejo de navegadores especiais.

Na deep web estão sites que normalmente não são encontrados pelos mecanismos de
D) buscas convencionais, mas que usualmente são seguros e legais, embora haja um bom
número de sites ilegais na parte denominada dark web.

O navegador de rede Tor foi especialmente desenvolvido para a navegação segura pela
E) web de superfície, pois possui mecanismos de segurança que evitam o ingresso do usuário
em sites da deep e da dark web.

Solução

Na deep web estão sites que normalmente não são encontrados pelos
mecanismos de buscas convencionais, mas que usualmente são seguros e
Gabarito: D)
legais, embora haja um bom número de sites ilegais na parte denominada dark
web.

A alternativa correta é a letra D.

A questão exigiu do candidato o conhecimento acerca dos conceitos de deep web e dark
web.

Em primeiro lugar, importante mencionar que motor de busca ou buscador (em inglês: search
engine) é um serviço de procura, em outros serviços existentes na internet, as palavras-chave
fornecidas pelo usuário.

Direto ao Ponto: Delta 52/209


19. Informática

Os motores de busca funcionam por meio de web crawlers que visitam websites, os
catalogam e seguem os links neles presentes para descobrir novos websites e repetir o
processo.

Em cada página visitada, os crawlers catalogam palavras-chaves e as associam àquele site,


criando, assim, uma grande base de dados que relaciona palavras-chave a site.

Dessa forma, quando usuários do motor de busca procuram por essas palavras-chave, o
motor de busca apresenta como resultado os sites que ele indexou e que as contém.

Portanto, quando um motor de busca apresenta os resultados relativos a determinada palavra-


chave, ele não está apresentando todos os websites da internet que contém aquela palavra-
chave, mas tão somente os sites que ele indexou e que contém essas palavra-chave.

Isso ocorre porque apenas uma pequena parcela da internet é indexada por motores de
busca.

A maior parte da internet não é indexada.

Têm-se aí a divisão da internet em surface web e deep web, sendo que está última apresenta
duas subdivisões.

1) A surface web (clearnet) é a região da internet em que as páginas são indexadas por
motores de busca como o Google ou Bing e que, por isso, são facilmente acessadas pelo
público.

Exemplos: sites de notícias, pagina incial do Facebook, Reddit etc.

2) Na deep web, o conteúdo não é indezado, ou seja, não pode ser acessado por meio de
motores de busca, sendo acessado pelo público somente por canais específicos e não por
canais gerais.

Exemplos: páginas fechadas do Facebook, fóruns que requisitam login e a senha para acesso,
home banking de bancos, etc.

Direto ao Ponto: Delta 53/209


19. Informática

Essas são páginas que não são acessíveis pelo público em geral nem por motores de busca,
mas que podem ser acessadas com as credenciais devidas.

A Dark Web (DarkNet) consiste na parte da internet que, além de não ser indexada, somente
pode ser acessada por meio de softwares ou conhecimentos específicos.

Exemplos: Rede Tor, i2p e FreeNet

Observe-se que, por não ser indexada, a Dark Web faz parte da Deep Web.

A Rede Tor (The Onion Router) é uma rede que anonimiza o tráfego na internet e oculta o
endereço IP e a atividade de navegação do usuário, redirecionando o tráfego da web por uma
série de roteadores diferentes conhecidos como nós (relays).

A navegação na rede TOR é feita por meio do Tor Browser.

As URLs da rede TOR sempre terminam com extensão “onion”.

Feita essa introdução, passemos à análise das alternativas apresentadas.

A alternativa A está incorreta. Essas são páginas que não são acessíveis pelo público em geral
nem por motores de busca, mas que podem ser acessadas com as credenciais devidas.
Observe-se que, por não ser indexada, a Dark Web faz parte da Deep Web.

A alternativa B está incorreta. Há 94% na Deep Web, desses, apenas 4% são da Dark Web.

A alternativa C está incorreta. Essas são páginas que não são acessíveis pelo público em geral
nem por motores de busca, mas que podem ser acessadas com as credenciais devidas.
Exemplos: Rede Tor, i2p e FreeNet
Rede Tor (The Onion Router) é uma rede que anonimiza o tráfego na internet e oculta o
endereço IP e a atividade de navegação do usuário, redirecionando o tráfego da web por uma
série de roteadores diferentes conhecidos como nós (relays).

A alternativa D está correta. Na deep web, o conteúdo não é indexado, ou seja, não pode ser
acessado por meio de motores de busca, sendo acessado pelo público somente por canais

Direto ao Ponto: Delta 54/209


19. Informática

específicos e não por canais gerais. Exemplos: páginas fechadas do Facebook, fórums que
requisitam login e a senha para acesso, home banking de bancos, etc. Essas são páginas que
não são acessíveis pelo público em geral nem por motores de busca, mas que podem ser
acessadas com as credenciais devidas.

A Dark Web (DarkNet) consiste na parte da internet que, além de não ser indexada, somente
pode ser acessada por meio de softwares ou conhecimentos específicos. Exemplos: Rede Tor,
i2p e FreeNet. Observe-se que, por não ser indexada, a Dark Web faz parte da Deep Web.

A alternativa E está incorreta. É o contrário. A deep web e dark web são páginas que não são
acessíveis pelo público em geral nem por motores de busca, mas que podem ser acessadas
com as credenciais devidas por meio da rede Tor.

Rede Tor (The Onion Router) é uma rede que anonimiza o tráfego na internet e oculta o
endereço IP e a atividade de navegação do usuário, redirecionando o tráfego da web por uma
série de roteadores diferentes conhecidos como nós (relays).

Questão 2020 NC UFPR Polícia Civil do Estado do Paraná Delegado de Polícia

4000791990

O modo de navegação privativa, no navegador web Firefox:

A) mascara a identidade e a atividade online do usuário na internet.

B) protege de registradores de digitação e programas espiões (spyware).

C) permite incluir um site na lista de favoritos

D) exclui do computador os arquivos baixados, ao término da navegação.

E) omite, por padrão, sites visitados à medida em que se digita na barra de endereços.

Direto ao Ponto: Delta 55/209


19. Informática

Solução

Gabarito: C) permite incluir um site na lista de favoritos

A resposta correta é a letra C.

Muitas vezes acaba sendo necessário navegar na internet sem deixar “rastros” dessa
navegação no navegador na máquina, quando, por exemplo, utilizamos um computador
público para acessar dados pessoais ou fazer cadastros em lojas.

Esse modo de navegação na internet pode ser representado por vários nomes, como, por
exemplo, no Google Chrome é o modo de Navegação Anônima, no Internet Explorer e Edge é
conhecido como Navegação InPrivate e no Mozilla Firefox Navegação Privada. Porém, creio
que a banca não venha trazendo o item como errado apenas por inverter o nome da função
no navegador, por exemplo, dizendo que o Google Chrome possui Navegação Privada.

Ao navegar nesse modo o navegador de internet evita salvar o histórico, senhas, preferências,
informações dos cookies, entre outros elementos que poderiam ser utilizados em navegações
futuras ou vistas nos registros de históricos. Para acessar esse recurso o usuário deverá abrir
uma nova janela na navegação e não uma nova guia como poderá aparecer em provas.

Para ativar esse formato de navegação o usuário poderá encontrar a opção dentro do menu
de configurações do navegador ou também através de teclas de atalhos, conforme descritas a
seguir.

- Google Chrome: CTRL+SHIFT+N

- Internet Explorer: CTRL+SHIFT+P

- Mozilla Firefox: CTRL+SHIFT+P

Direto ao Ponto: Delta 56/209


19. Informática

Essa função de navegação não bloqueia tudo que acontece durante uma navegação, pois é
possível que sejam realizados downloads de quaisquer tipos de arquivos na internet e também
permite o armazenamento de sites como “favoritos”, ou seja, ainda assim é possível realizar
algumas ações durante a navegação anônima, privada.

Vale lembrar que é possível abrir várias guias anônimas (privadas) durante uma navegação e
que se alguma delas for fechada durante a sessão de uso poderá ser reaberta apenas pelos
navegadores Mozilla Firefox, Edge e Internet Explorer, já o Google Chrome não permite
reabrir a última guia anônima fechada. Essa ação poderá acontecer através do comando de
atalho CTRL+SHIFT+T, que equivale a reabrir a última guia fechada tanto de em uma
navegação convencional quanto de uma navegação sem deixar rastros.

Questão 2022 CESPE (CEBRASPE) Polícia Civil do Estado de Alagoas Delegado de Polícia

4000829889

Julgue os próximos itens, relativos a procedimentos associados a Internet/intranet e ao


sistema operacional Windows.

Caso se pretenda criar uma rede de acesso específico e restrito e uma delegacia com três
departamentos, é descabida a utilização de uma intranet, pois ela restrita um único
departamento, sendo necessárias, nessa situação, três redes intranets - uma para cada
departamento - ou uma extranet que ligue os três departamentos.

A) Certo.

B) Errado.

Solução

Gabarito: B) Errado.

ERRADO

Direto ao Ponto: Delta 57/209


19. Informática

A questão está incorreta, pois a intranet não estará restrita a um único departamento e não é
necessária uma intranet para cada departamento.

A intranet é sim uma rede privada indicada para comunicação interdepartamental, com o fim
de reduzir custos e aumentar a celeridade, sendo cabível sua utilização caso se pretenda criar
uma rede de acesso específico e restrito a uma delegacia com três departamentos, mas ela
não estará restrita a cada um deles.

Para complementar o conhecimento sobre o assunto, veja essa conceituação extraída do


nosso blog: “A Intranet é uma rede de computadores, que disponibiliza um conjunto de
serviços análogo à Internet, também baseada na pilha de protocolos TCP/IP. Porém, a Intranet
é restrita a um local físico. Ou seja, é uma rede fechada, interna e exclusiva.

Empresas, órgãos públicos e outros tipos de organizações normalmente possuem Intranets,


pois precisam de uma rede de computadores similar à Internet para manter os seus serviços,
como os seus Portais Corporativos e outros recursos on-line. Contudo, por questões de
segurança, não há interesse que tais serviços estejam disponíveis para livre acesso pela
Internet. Daí a necessidade de se implantar uma Intranet.”
([Link]
diferenca/:)

Questão 2022 CESPE (CEBRASPE) Polícia Civil do Estado de Alagoas Delegado de Polícia

4000829890

Julgue os próximos itens, relativos a procedimentos associados a Internet/intranet e ao


sistema operacional Windows.

Considere que, em uma delegacia, seja necessário compartilhar um local de armazenamento


de arquivos, de modo que agentes e delegado acessem e armazenem arquivos que sejam
Direto ao Ponto: Delta 58/209
19. Informática

sincronizados e acessíveis em qualquer dispositivo. Nesse caso, a contratação de serviço de


armazenamento na nuvem, como iCloud, Google Drive, Dropbox, entre outros, atenderia aos
requisitos e facilitaria compartilhamento para todos os envolvidos

A) Certo.

B) Errado.

Solução

Gabarito: A) Certo.

CERTO

A questão está correta, pois o armazenamento na nuvem vai favorecer o trabalho colaborativo
e a característica de amplo acesso aos serviços da rede irá possibilitar que os agentes e o
delegado consigam acessar a informação de qualquer lugar, desde que possua equipamento
conectado à internet com um navegador.

Para complementar conhecimento sobre o assunto, veja essa conceituação extraída do nosso
blog: “A Computação em Nuvem pode ser definida como a entrega sob demanda de recursos
computacionais, através da Internet. Nesse contexto, o termo recursos computacionais é bem
abrangente e pode se referir a servidores, aplicativos, armazenamento, bancos de dados,
rede, software e serviços de análise e inteligência.

Para reforçar essas ideias, é interessante conhecer a definição do National Institute of


Standards and Technology (NIST): Computação em Nuvem é um modelo que permite o
acesso conveniente e sob demanda de um conjunto compartilhado de recursos
computacionais configuráveis, que pode ser rapidamente provisionado e liberado com o
mínimo esforço ou interação.” ([Link]
nuvem-sefaz-se/)

Computação em Nuvem

Vamos iniciar vendo algumas definições de Computação em Nuvem:

Direto ao Ponto: Delta 59/209


19. Informática

DEFINIÇÕES

A Computação em Nuvem é um ambiente de computação baseado em uma imensa rede de


servidores, que podem ser físicos ou virtuais. Trata-se de um conjunto de recursos, tais como:
capacidade de processamento, armazenamento, conectividade, plataformas, aplicações e
serviços disponibilizados na Internet.

A Computação em Nuvem é um modelo que permite um acesso, via rede, a recursos de


computação configuráveis (Ex: redes, servidores, armazenamento de dados, aplicações e
serviços em geral). Este acesso tem a característica de ser onipresente, conveniente e sob
demanda.

A Computação em Nuvem é a distribuição de serviços de computação – servidores,


armazenamento, bancos de dados, redes, software, análises, inteligência, etc proporcionando
inovações mais rápidas, recursos flexíveis e economia na escala.

A Computação em Nuvem é a entrega sob demanda de poder computacional, armazenamento


de banco de dados, aplicações e outros recursos de TI por meio de uma plataforma de
serviços de nuvem via Internet com uma definição de preço conforme o uso.

A Computação em Nuvem é o conjunto de recursos que permitem a um usuário de Internet,


em qualquer lugar, com qualquer sistema operacional e qualquer dispositivo de hardware
utilizar recursos na Internet da mesma maneira que utilizaria tais recursos instalados em sua
própria máquina.

Nesse contexto, esse


ramo da tecnologia
da informação foi
padronizado por uma
agência americana
chamada National
Institute of
Standards and
Technology (NIST)
por meio da
publicação de um
documento que
define aspectos da computação em nuvem. Este documento é reconhecido e utilizado no meio
acadêmico e em concursos públicos e apresenta cinco características essenciais, modelos de
serviço e modelos de implantação (tipos de nuvem):

Direto ao Ponto: Delta 60/209


19. Informática

CARACTERÍSTICA DESCRIÇÃO

SERVIÇOS Os serviços de nuvem monitoram todos os recursos de tecnologia de


modo a otimizá-los da melhor maneira possível e de forma transparente
MENSURÁVEIS tanto para o fornecedor quanto para o consumidor dos serviços.

ELASTICIDADE A elasticidade rápida é a capacidade de um sistema de se adaptar a uma


variação na carga de trabalho quase instantaneamente – de forma
RÁPIDA automática e transparente.

AMPLO ACESSO Todas as funcionalidades estão disponíveis através da rede e são


acessíveis por meio de mecanismos que promovem o uso de plataformas
À REDE heterogêneas (smartphones, laptops, tablets, etc).

AGRUPAMENTO Recursos computacionais devem ser agrupados para servir a múltiplos


consumidores, com recursos físicos e virtuais sendo arranjados e
DE RECURSOS rearranjados dinamicamente conforme a demanda desses consumidores.

AUTOSSERVIÇO O autosserviço sob Demanda trata da capacidade de fornecer


funcionalidades computacionais de maneira automática, sem que haja a
SOB DEMANDA necessidade de o usuário interagir com provedor de serviço.

Uma pergunta comum é: qual é a diferença entre Autosserviço Sob Demanda e Elasticidade
Rápida? A primeira característica essencial diz respeito à capacidade de fornecer um serviço
como e quando necessário, normalmente no contexto da aquisição de novos recursos. A
segunda característica enfoca a capacidade de aumentar ou diminuir o serviço com base na
demanda – isso deve ser considerado no contexto da escala de um recurso existente já
anteriormente provisionado usando o serviço sob demanda.

Embora se possa argumentar que a elasticidade rápida também é uma função do autosserviço
sob demanda, a elasticidade é a capacidade de afetar um recurso existente sem ter que se
preocupar com a capacidade do provedor de nuvem de provisioná-lo. Em suma: no
autosserviço sob demanda, é possível adquirir novos recursos sempre que necessário; na
elasticidade rápida, pode-se aumentar ou diminuir o serviço baseado na demanda e dentro dos
limites dos recursos previamente adquiridos.

Existem temos diferentes modelos de nuvem, sendo os mais comuns: IaaS, PaaS e SaaS.

Direto ao Ponto: Delta 61/209


19. Informática

MODELO DE NUVEM DESCRIÇÃO

IaaS Trata-se da capacidade que o provedor tem de oferecer uma


infraestrutura de processamento e armazenamento de forma
INFRASTRUCTURE AS transparente.
A SERVICE

PaaS Trata-se da capacidade oferecida pelo provedor para o


desenvolvimento de aplicativos que serão executados e
PLATFORM AS A disponibilizados na nuvem.
SERVICE

SaaS Trata-se de aplicativos de internet, armazenados em nuvem, que


fornecem uma série de serviços sob demanda com potencial de
SOFTWARE AS A escala global via navegador web.
SERVICE

Para entender melhor as características de cada modelo de nuvem, é importante entender a


imagem apresentada a seguir. Vamos interpretar essa imagem:

Direto ao Ponto: Delta 62/209


19. Informática

No modelo On-Premises, a empresa possui e gerencia toda a infraestrutura de TI internamente.


Isso inclui os servidores, armazenamento, rede, sistema operacional (O/S), middleware, tempo
de execução, dados e aplicações. Já no IaaS, a empresa aluga a infraestrutura de TI de um
provedor de serviços em nuvem. O cliente gerencia aplicações, dados, tempo de execução,
middleware e O/S, enquanto o provedor de nuvem gerencia virtualização, servidores,
armazenamento e rede.

No modelo PaaS, além da infraestrutura, o provedor de serviços também gerencia o sistema


operacional e o middleware. O cliente apenas gerencia suas aplicações e os dados. O PaaS
fornece uma plataforma e ambiente para desenvolver, testar e implantar aplicações. O SaaS é
um modelo de entrega onde o provedor de nuvem gerencia tudo, incluindo aplicações, dados,
tempo de execução, middleware, O/S, virtualização, servidores, armazenamento e rede. O
cliente usa o software por meio de uma assinatura, geralmente através de um navegador web.

Essa imagem visualiza claramente a responsabilidade da gestão de diferentes componentes de


TI nos vários modelos de serviço de nuvem. À medida que nos movemos de On-Premises para
SaaS, o provedor de nuvem assume cada vez mais responsabilidades, permitindo que as
empresas se concentrem mais em seu negócio principal em vez da gestão de infraestrutura de
TI. Já a imagem abaixo apresenta informações de outra forma:

Direto ao Ponto: Delta 63/209


19. Informática

O Provedor é a entidade que fornece os serviços em nuvem. Na base, o provedor oferece IaaS,
que é a infraestrutura básica de computação em nuvem, como servidores, redes,
armazenamento e virtualização. IaaS é a base sobre a qual PaaS e SaaS são construídos. Um
nível acima, o provedor oferece PaaS, que inclui tudo que o IaaS oferece, além de ferramentas
de desenvolvimento, middleware, sistemas operacionais e bases de dados.

O PaaS é usado principalmente por desenvolvedores que querem criar e hospedar aplicações
sem se preocupar com a infraestrutura subjacente. No topo, o SaaS é oferecido pelo provedor e
utilizado diretamente pelo cliente ou usuário final. Inclui aplicações completas que são
executadas diretamente de um navegador web ou interface de usuário. O SaaS elimina a
necessidade de instalar ou executar aplicações nos dispositivos dos usuários finais, simplificando
a manutenção e o suporte.

As setas representam quem fornece e quem consome cada serviço: o provedor fornece IaaS,
que é consumido por PaaS; o provedor também fornece PaaS, que é usado pelos
desenvolvedores para criar aplicações; por fim, o provedor oferece SaaS, que é consumido pelo
cliente ou usuário final. A imagem destaca a natureza modular dos serviços em nuvem, onde
cada serviço é construído sobre o outro, oferecendo diferentes níveis de gestão e abstração
para atender às necessidades de diferentes usuários, de desenvolvedores a usuários finais. Agora
vamos conhecer os modelos de implantação:

Direto ao Ponto: Delta 64/209


19. Informática

MODELOS DE DESCRIÇÃO
IMPLANTAÇÃO

NUVEM PÚBLICA Esse modelo de implantação apresenta uma série de serviços de


computação oferecidos por terceiros à Internet pública, os quais são
disponibilizados a qualquer pessoa que queira utilizá-los ou comprá-los.

Entre as vantagens da utilização de nuvens públicas, podemos mencionar:


custos reduzidos (sem necessidade de investimento em hardware), alta
escalabilidade, manutenção e atualizações gerenciadas pelo provedor. Já
entre as desvantagens, nós temos: menor controle sobre a infraestrutura e
potencialmente menos segurança em comparação com as nuvens
privadas (dependendo do caso de uso).

NUVEM PRIVADA Esse modelo de implantação apresenta uma série de serviços de


computação em nuvem oferecidos pela Internet ou por uma rede interna
privada somente a usuários selecionados e não ao público geral.

Entre as vantagens da utilização de nuvens privadas, podemos mencionar:


maior controle e personalização, segurança aprimorada, e melhor
conformidade com políticas internas e regulamentações externas. Já entre
as desvantagens, nós temos: custos mais elevados devido à necessidade
de comprar e manter a infraestrutura, menos escalabilidade em
comparação com as nuvens públicas.

NUVEM HÍBRIDA Esse modelo de implantação apresenta uma combinação de outros


modelos de implantação, permitindo que os dados e aplicativos sejam
compartilhados entre elas.

Entre as vantagens da utilização de nuvens híbridas, podemos mencionar:


apresenta maior flexibilidade para escolher onde colocar os recursos
computacionais com base em necessidades específicas, equilíbrio entre
controle e escalabilidade, e otimização de custos. Já entre as
desvantagens, temos: pode ser mais complexa para gerenciar e requer
uma integração eficaz entre ambas as plataformas.

NUVEM Esse modelo de implantação é compartilhado por várias organizações com


COMUNITÁRIA requisitos e interesses comuns (como missão, política e segurança).

Entre as vantagens da utilização de nuvens comunitárias, podemos


mencionar: custos compartilhados, atende a requisitos específicos do
setor ou da comunidade, e pode oferecer melhor segurança do que a
nuvem pública. Já entre as desvantagens, temos: trata-se de um tipo de
implantação menos escalável que a nuvem pública, e os custos podem ser
maiores do que na nuvem privada se a comunidade for pequena.

Direto ao Ponto: Delta 65/209


19. Informática

ARMAZENAMENTO EM NUVEM

Trata-se do armazenamento virtualizado ou – colocado de maneira mais simples – trata-se de


backup online. Esse termo define recursos que permitem a um usuário de Internet, em qualquer
lugar, com qualquer sistema operacional e qualquer dispositivo de hardware possa acessar
arquivos na Internet em sites que permitem o armazenamento de cópias de segurança.

Abaixo os logos das principais ferramentas de mercado:

Direto ao Ponto: Delta 66/209


19. Informática

Questão 2022 CESPE (CEBRASPE) Polícia Civil do Estado de Alagoas Delegado de Polícia

4000829897

Em relação à segurança na Internet, periféricos de computadores, computação em nuvem e


editores de texto e planilhas eletrônicas, julgue os seguintes itens.

Considere que um agente de polícia tenha de enviar arquivos, por meio da Internet, da rede
da delegacia para o diretório do Instituto de Medicina Legal (IML), o qual é configurado em

Direto ao Ponto: Delta 67/209


19. Informática

nuvem sob a forma de laaS. Nesse caso, para evitar o phishing, que é a infecção de arquivos
por spyware, o referido agente deve proceder à varredura, por meio de antivírus, da rede da
delegacia antes de gravar os arquivos na nuvem do IML.

A) Certo.

B) Errado.

Solução

Gabarito: B) Errado.

ERRADO

A questão está incorreta.

Primeiramente, o uso da laaS (Infraestrutura como Serviço) com o intuito de enviar arquivos
da rede da delegacia para o diretório do IML já causa estranheza, pois a ideia da laaS é a
utilização de instâncias, de máquinas virtuais e é comum que sejam desenvolvidas aplicações
para que o agente de polícia possa armazenar esses arquivos de modo amigável nesse
computador da nuvem.

Entretanto, é mais tranquilo entender que o erro da questão se encontra no fim da assertiva,
pois o phishing não é a infecção de arquivos por spyware. O phishing é uma fraude financeira,
uma engenharia social, um golpe. Além disso, o antivírus não combate o phishing.

Para complementar conhecimento sobre o assunto, veja essa conceituação extraída no site do
nosso blog: “Phishing - Este ataque consiste em enganar os usuários para roubar seus dados
confidenciais, tais como senhas, números de cartões de crédito etc. Algumas bancas
consideram o phishing como uma técnica de engenharia social ou um crime.

Na prática, o usuário recebe um e-mail e/ou link para um site, solicitando a confirmação ou
preenchimento de dados. Ele acredita que o pedido em questão é legítimo, porém ele é falso
(tudo é forjado pelos criminosos como se fosse verdade para aplicar o golpe).

Direto ao Ponto: Delta 68/209


19. Informática

Muitas pessoas confundem o spoofing com o phishing, mas perceba que são ataques
diferentes que se complementam. Por exemplo, o envio de e-mail com o pedido de
preenchimento de dados é uma espécie de spoofing. Porém, o roubo de dados em si que
ocorre por meio do preenchimento é phishing.”
([Link]

Correio Eletrônico

O Correio Eletrônico (Electronic Mail ou E-Mail) é um método que permite compor, enviar e
receber mensagens assíncronas através de sistemas eletrônicos de comunicação.

Para utilizar um serviço de correio eletrônico, existem dois pré-requisitos básicos: (1) você deve
possuir uma conta cadastrada em algum Provedor de E-Mail (Ex: Gmail, Outlook, Uol, etc); (2)
você deve utilizar uma ferramenta de correio eletrônico como um Cliente de E-Mail (Ex: Mozilla
Thunderbird, Microsoft Outlook, etc) ou um Webmail (Ex: [Link], [Link], [Link],
etc). Vamos entender algumas ferramentas:

FERRAMENTAS DESCRIÇÃO

PROVEDOR DE E- Trata-se de uma empresa que disponibiliza serviços de e-mail para outras
MAIL empresas ou usuários finais (Ex: Gmail, Outlook, Yahoo, Uol, etc);

CLIENTE DE E- Trata-se de uma aplicação geralmente instalada em uma máquina local


MAIL que permite enviar/receber e-mails (Ex: Mozilla Thunderbird, Microsoft
Outlook, etc);

WEBMAIL Trata-se de uma aplicação hospedada em um servidor web remoto que


permite enviar/receber e-mails (Ex: [Link], [Link], [Link],
[Link], etc).

Direto ao Ponto: Delta 69/209


19. Informática

CLIENTE DE E-MAIL WEBMAIL

Espaço de armazenamento é limitado pelo Espaço de armazenamento é limitado pelo


disco rígido da máquina local. provedor de e-mail.

Utiliza diretamente os protocolos SMTP, POP3 Utiliza diretamente o protocolo HTTP.


e IMAP.

E-mails podem ficar disponíveis offline, isto é, E-mails jamais ficam disponíveis offline, isto
sem acesso à internet. é, sem acesso à internet.

Possui mais recursos e funcionalidades que Possui menos recursos e funcionalidades que
Webmails. Clientes de E-Mail.

É menos portátil e acessível. É mais portátil e acessível.

É recomendável quando se gerencia e-mails É recomendável quando se gerencia e-mails


com diferentes domínios. de apenas um domínio.

Pode parecer uma coisa bastante simples, mas provas de concurso adoram cobrar como é a
sintaxe de um endereço de e-mail. Para que um endereço de e-mail seja válido, é necessário
seguir um conjunto de regras de sintaxe que veremos a seguir. Inicialmente, podemos dizer que
um e-mail válido possui três partes, quais sejam: Nome do Recipiente, Símbolo de Arroba e
Nome do Domínio.

SINTAXE DE ENDEREÇOS DE E-MAIL

NOME­DORECIPIENTE@NOMEDODOMINIO

Direto ao Ponto: Delta 70/209


19. Informática

COMPONENTES DESCRIÇÃO

NOME DO Também chamado de Nome da Conta de Usuário ou Parte Local,


RECIPIENTE representa a conta de e-mail de um receptor qualquer – pode ser uma
pessoa específica, uma lista de e-mail, um departamento ou uma área de
uma instituição. O Nome do Recipiente pode seguir um conjunto de regras
genéricas da RFC822 ou seguir regras específicas do Provedor de E-Mail
(Ex: Gmail aceita no máximo 30 caracteres e apenas letras minúsculas,
números e pontos).

SÍMBOLO DE Trata-se de um símbolo (@) que separa o Nome do Recipiente do Nome


ARROBA do Host/Domínio – é obrigatório que haja necessariamente uma, e apenas
uma, ocorrência desse símbolo no endereço. Na língua inglesa, esse
símbolo se chama “at” e se trata basicamente da preposição “em” ou “no”.
Basicamente, esse símbolo informa que determinado Nome de Recipiente
se encontra em determinado Host.

NOME DO Também chamado de Nome de Host ou Nome do Provedor, trata-se da


DOMÍNIO identificação de um dispositivo que disponibiliza ou hospeda (host) algum
serviço. O Estratégia Concursos possui um servidor – computador capaz
de fazer algumas coisas bastante específicas – que disponibiliza diversos
serviços (como o download de videoaulas e livros eletrônicos). Esse
servidor é também chamado de host e seu endereço é chamado de
domínio.

Um Servidor de E-Mail é uma máquina que envia, recebe e armazena e-mails para usuários. Para
acessar e-mails em um servidor, você utiliza um programa de computador chamado Cliente de
E-Mail ou Leitor de E-Mail, como o Microsoft Outlook. Quando um cliente se conecta a um
servidor, ambos os computadores devem falar o mesmo idioma, chamado de protocolo. No caso
de Servidores de E-Mail, há três protocolos que podem ser usados: POP3, SMTP e IMAP.

Direto ao Ponto: Delta 71/209


19. Informática

PROTOCOLOS DESCRIÇÃO

SMTP Trata-se do protocolo responsável pela transmissão de correio eletrônico por


uma rede de computadores (em geral, Internet). Por padrão, ele roda na Porta
TCP 25. No entanto, vem sendo substituída no Brasil pela Porta 587, que
conta com mecanismos anti-spam. O SMTP é um protocolo de transmissão,
o que significa que ele é utilizado para enviar mensagens de um cliente para
um servidor e para troca de mensagens entre servidores.

POP3 Trata-se de um protocolo criado como uma forma simplificada de receber,


baixar e deletar mensagens de um servidor de e-mail – funciona na Porta
TCP 110. Sua última versão é suportada por todos os clientes e servidores de
e-mail. Esse protocolo trabalha em dois modos distintos: ou ele apaga as
mensagens da caixa postal logo após a realização do download; ou ele
mantém uma cópia das mensagens na caixa postal mesmo após a realização
do download.

IMAP Trata-se de um protocolo que – em contraste com o POP3 – não apaga as


mensagens da caixa de correio após a leitura – elas ficam armazenadas no
servidor até que sejam apagadas pelo usuário. Funcionando na Porta TCP 143
ou 993 (SSL/TLS), ele permite que uma mensagem seja lida sem a
necessidade de transferi-la do servidor para o cliente. Dessa forma, você
pode acessar sua caixa de e-mails por meio de diversos dispositivos
eletrônicos diferentes.

S M T P
SUA MENSAGEM TÁ PARTINDO

Os serviços de correio eletrônico permitem a utilização de pastas e subpastas para


organizar as mensagens das caixas de correio de seus usuários. Existe um conjunto padrão de
pastas da maioria desses serviços, mas você pode criar suas próprias pastas da maneira que
achar mais conveniente. Vamos ver a seguir as pastas mais comuns na grande maioria dos
serviços de correio eletrônico. Vem comigo...

Direto ao Ponto: Delta 72/209


19. Informática

PASTAS DE E- DESCRIÇÃO
MAIL

CAIXA DE Trata-se de uma pasta que armazena mensagens de e-mail recebidas e são
ENTRADA organizadas, em geral, por remetente, assunto e data de recebimento. É
possível configurar o software de correio eletrônico para armazenar
mensagens de e-mail recebidas automaticamente em outra pasta e até
marcá-la como lida, no entanto a configuração padrão armazena mensagens
recebidas na Caixa de Entrada como não-lida.

CAIXA DE Trata-se de uma pasta que armazena temporariamente as mensagens


SAÍDA pendentes de envio. Pode acontecer de – no momento da transmissão de um
correio eletrônico – a conexão entre cliente e servidor de e-mail falhar. Nesse
caso, para que a mensagem não seja perdida, o cliente de e-mail a armazena
em um local temporário até que a conexão seja restabelecida. Após o efetivo
envio com êxito ao destinatário, a mensagem é armazenada nos Itens
Enviados.

ITENS Trata-se de uma pasta que armazena mensagens de e-mail


ENVIADOS enviadas/transmitidas com êxito e são organizadas, em geral, por
destinatário, assunto e data de envio. É possível configurar o software de
correio eletrônico para armazenar mensagens de e-mail enviadas
automaticamente em outra pasta e até marcá-la como não-lida, no entanto a
configuração padrão armazena mensagens enviadas na Pasta de Itens
Enviados como lida.

LIXO Também chamada de Spam, trata-se de uma pasta que armazena mensagens
ELETRÔNICO identificadas como spam. Ele analisa o conteúdo das mensagens recebidas e
move aquelas consideradas suspeitas para essa pasta, onde é possível
verificá-las ou excluí-las. Se uma dessas mensagens burlar o filtro e for para a
sua caixa de entrada, será possível especificar que futuras mensagens
enviadas por aquele remetente sejam automaticamente movidas para o lixo
eletrônico.

ITENS Também chamada de Lixeira, trata-se de uma pasta que armazena


EXCLUÍDOS mensagens que foram excluídas de outras pastas, mas que ainda não foram
eliminadas em definitivo. Cada ferramenta ou provedor possui sua política
para essa pasta: seja no sentido de apagar mensagens em períodos
específicos ou manter as mensagens na pasta até que sejam excluídas
definitivamente por meio de uma ação do usuário.

RASCUNHO Trata-se de uma pasta em que são armazenadas mensagens que ainda estão
sendo redigidas e preparadas para serem enviadas posteriormente. Muitas
vezes, no ambiente de trabalho, você tem que escrever uma mensagem muito

Direto ao Ponto: Delta 73/209


19. Informática

grande e que necessita de informações de diversas fontes diferentes. Nesse


contexto, é interessante escrever a mensagem aos poucos e, para que ele
continue disponível para ser editada, ela é armazenada na pasta de
rascunhos.

Agora vamos falar sobre o envio de e-mails! Um e-mail é basicamente composto de


Cabeçalho (De:, Para:, Assunto:, Cc:, Cco:) e Corpo (Conteúdo) – sendo que o Anexo pode
fazer parte de qualquer um dois. No entanto, o cabeçalho não se restringe apenas as
informações que vemos e inserimos, existem muito mais informações relacionadas ao processo
de transmissão da mensagem que são inseridas no cabeçalho: (Ex: Data, Hora, Tipo de
Conteúdo, Identificador de Mensagem, entre outros) – são os metadados.

Direto ao Ponto: Delta 74/209


19. Informática

ENVIO DE E- DESCRIÇÃO
MAIL

DE Trata-se do remetente da mensagem, isto é, a entidade que está enviando


um correio eletrônico para uma ou mais entidades. É possível configurar
um cliente de e-mail para permitir a escolha de qual remetente deseja
enviar o e-mail. Na imagem abaixo, por exemplo, estou enviando um e-
mail com minha conta de usuário professordiegocarvalho@[Link]. No
entanto, eu tenho um e-mail pessoal configurado e poderia escolhê-lo
como como remetente.

PARA Trata-se do destinatário da mensagem. Pode ser uma pessoa, várias


pessoas ou uma lista de correios eletrônicos que receberão uma
mensagem de e-mail. Em geral, quando há mais de um, basta utilizar
ponto-e-vírgula (;) no preenchimento dos endereços. A entrega de e-mails
ao destinatário não é garantida, uma vez que sua caixa de entrada pode
estar lotada, pode haver destinatários em excesso, o endereço de destino
não existe ou está incorreto, entre outros .

ASSUNTO Trata-se do assunto da mensagem que será enviada. Em geral, é como


uma manchete que resume o que será descrito no corpo da mensagem.
Esse é um campo de preenchimento facultativo, ou seja, você não é
obrigado a preenchê-lo. Trata-se de uma cortesia para que o destinatário
da mensagem saiba o assunto da mensagem mesmo antes de sua
abertura. Caso você não preencha, não há problema, mas não custa
facilitar a vida do destinatário.

COM CÓPIA Quando se utiliza a opção com cópia (também chamada de Cópia
(CC) Carbono ou Carbon Copy – Cc), uma cópia da mensagem que foi enviada
aos destinatários principais é também enviada aos destinatários
secundários e os endereços de e-mail desses destinatários secundários
ficam visíveis tanto para os destinatários principais quanto para outros
destinatários secundários.

COM CÓPIA Também conhecido como Blind Carbon Copy – Bcc, trata-se de um
OCULTA (CCO) recurso bastante similar ao anterior, porém ele tem o objetivo de ocultar
os destinatários em cópia. Em outras palavras, caso você envie um e-mail
para um destinatário principal e adicione o endereço de e-mail de mais
dez pessoas no campo de cópia oculta, cada uma dessas pessoas só
conseguirá visualizar seu próprio endereço de e-mail e não saberá que
existem mais nove pessoas também copiadas na mensagem.

CONTEÚDO Trata-se do corpo do e-mail, isto é, sua carga útil. É onde está
armazenada a mensagem a ser enviada para outro destinatário. Em geral,

Direto ao Ponto: Delta 75/209


19. Informática

as ferramentas de e-mail permitem a criação rica de textos, ou seja, é


possível alterar a formatação da mensagem (alinhamento, parágrafo, fonte,
numeração, negrito, itálico, sublinhado, entre outros). Por fim, esse campo
não é obrigatório – é possível enviar um e-mail sem assunto e sem
conteúdo.

CONFIRMAÇÃO Uma Confirmação de Entrega confirma a entrega de seu e-mail na caixa


DE ENTREGA/ de correio do destinatário, o que não significa que o destinatário o viu ou
o leu – é possível inserir regras para solicitar a confirmação de entrega de
LEITURA uma ou mais mensagens de correio eletrônico.

ANEXO Trata-se de um recurso que permite que qualquer arquivo (documento,


imagem, texto, vídeo, etc) enviado ao destinatário seja incorporado a uma
mensagem de correio eletrônico. Um ou mais anexos, com diferentes
formatos ou extensões, podem ser enviados na mensagem criptografados
ou não, mas deve-se observar o tamanho limite total dos arquivos
permitido pelo provedor de e-mail e tomar cuidado com arquivos
executáveis, que podem conter softwares maliciosos (malwares).

Ao receber um e-mail, você tem algumas opções:

DIRETIVAS DESCRIÇÃO

RESPONDER Responder apenas e tão somente ao remetente da mensagem.

RESPONDER A Responder ao remetente original e a todos os destinatários que


TODOS estejam em PARA e CC.

ENCAMINHAR Enviar a mensagem para alguém que não esteja em PARA e CC.

Vamos falar um pouco sobre algumas ferramentas: GMail, MS-Outlook e Mozilla Thunderbird.
Comecemos pelo GMail:

Direto ao Ponto: Delta 76/209


19. Informática

O GMail é um serviço de email gratuito oferecido pelo Google desde 2004. Destaca-se pelo
armazenamento generoso, busca eficiente e integração com outros serviços Google, como Drive
e Calendar. Disponível via web e apps móveis, inclui recursos avançados de segurança e filtros
de spam, tornando-se uma escolha popular para comunicação pessoal e empresarial. Vejamos a
funcionalidade de envio de e-mail:

Direto ao Ponto: Delta 77/209


19. Informática

Já o Microsoft Outlook é um aplicativo integrante do Pacote Office, cuja função principal é ser
usado como um cliente de e-mail, isto é, um aplicativo que facilita o envio, recebimento,
organização e gerenciamento de e-mails. No entanto, ele também permite gerenciar contatos,
compromissos, calendários, tarefas e anotações – para cada um desses, existe uma opção de
navegação. Galera, em contraste com outros clientes de e-mail, ele não é gratuito!

Direto ao Ponto: Delta 78/209


19. Informática

DESCRIÇÃO ATALHO

Nova Mensagem (Todos os Modos de Exibição) CTRL + SHIFT + M

Nova Mensagem (Modo de Exibição de E-Mail) CTRL + N

Verificar se existem novas mensagens CTRL + M ou F9 (DESABA EM


PROVA!)

Alternar para Caixa de Entrada CTRL + SHIFT + I

Alternar para Caixa de Saída CTRL + SHIFT + O

Ir para uma pasta diferente CTRL + Y

Mover um item para uma pasta CTRL + SHIFT + V

Ir para a Caixa de Pesquisas CTRL + E ou F3

Abrir a Guia Arquivo ALT + F

Ir para Diga-me ALT + G

Move mensagens atuais e futuras para os Itens CTRL + DEL


Excluídos

Remove as conversas redundantes da conversa ou ALT + DEL


pasta

As mensagens serão marcadas como lidas CTRL + Q

Direto ao Ponto: Delta 79/209


19. Informática

Direto ao Ponto: Delta 80/209


19. Informática

PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS

Permite trabalhar online ou offline, assim como em outros clientes de e-mail.

Permite incluir um e-mail como anexo de outro e-mail.

Apresenta funcionalidades de correção ortográfica e gramatical.

Permite criar pastas e subpastas, inclusive dentro das pastas nativas do MS-Outlook.

Arquivos de dados (e-mail, calendário, tarefas, etc) são salvos no formato .pst.

Arquivos de dados podem ser becapeados e restaurados pelo usuário.

O uso da linguagem HTML permite a utilização de recursos avançados de formatação de


texto.

A partir do MS-Outlook 2016, possui um Assistente de Inteligência Artificial que pode


responder e-mails.

Permite atribuir categorias de cores a e-mails, contatos, compromissos e tarefas – facilitando


buscas.

Pode ser configurado para gerenciar mais de uma conta de e-mail independente do domínio.

É geralmente mais voltado para uso corporativo do que para uso pessoal.

Permite definir um lembrete, incluindo mensagens de e-mail, compromissos e contatos.

Permite ordenar mensagens, por exemplo, por remetente, data, assunto ou tamanho.

Permite definir lembretes, incluindo mensagens de e-mail, compromissos e contatos.

Por fim, o Mozilla Thunderbird – lançado em 2003 – é um cliente de e-mail de código aberto,
gratuito, livre e multiplataforma capaz de gerenciar e-mail, chat e grupos e notícias. Foi
desenvolvido, testado, traduzido e suportado por voluntários da Mozilla Foundation – também
criadora do Mozilla Firefox. Não confundam: Mozilla Firefox é um navegador web e Mozilla
Thunderbird é um cliente de e-mail.

Direto ao Ponto: Delta 81/209


19. Informática

DESCRIÇÃO ATALHO

Novo e-mail CTRL + M ou CTRL + N

Abre um e-mail (em uma nova aba) CTRL + O

Fecha uma aba CTRL + W

Edita um e-mail CTRL + E

Imprime um e-mail CTRL + P

Acessa a próxima mensagem não lida N

Localizar na página CTRL + F

Seleciona todas as mensagens CTRL + A

Abre o catálogo de endereços CTRL + SHIFT + B

Atualiza a caixa de e-mail selecionada F5

Atualiza todas as caixas de e-mail selecionadas SHIFT + F5

Questão 2023 VUNESP Polícia Civil do Estado de São Paulo Delegado de Polícia

4000839629

Tem-se a seguinte imagem, do Microsoft Outlook 2016, em sua configuração original, a partir
de um computador de um Delegado de Polícia.

Direto ao Ponto: Delta 82/209


19. Informática

Sem que esse delegado tenha feito nenhuma movimentação de mensagens entre pastas,
assinale a alternativa que indica quantas mensagens o delegado preparou, clicou em Enviar,
mas ainda não foram transmitidas para os destinatários.

A) 5

B) 8

C) 1

D) Nenhuma, todas as mensagens preparadas foram transmitidas para os destinatários.

E) 3

Solução

Gabarito: E) 3

A alternativa correta é a letra E.

A alternativa A está incorreta. Na pasta Rascunho constam 5 mensagens. No entanto, são


direcionadas para essa pasta as mensagens digitadas, mas que não chegaram a ser enviadas.
Direto ao Ponto: Delta 83/209
19. Informática

A alternativa B está incorreta. Em nenhuma das pastas constam 8 mensagens.

A alternativa C está incorreta. Na pasta Itens Enviados consta 1 mensagem, porém, essa
mensagem foi enviada e transmitida.

A alternativa D está incorreta. A pasta Caixa de Saída contém as mensagens enviadas e não
transmitidas. Essa pasta contém 3 mensagens, o que torna a assertiva incorreta.

A alternativa E está correta. O enunciado indica para assinalar a “alternativa que indica
quantas mensagens o delegado preparou, clicou em Enviar, mas ainda não foram transmitidas
para os destinatários.”

Essas mensagens enviadas, mas não transmitidas, são direcionadas para a Caixa de Saída, na
qual podemos perceber que há 3 itens.

Questão 2022 CESPE (CEBRASPE) Polícia Civil do Estado do Espírito Santo Delegado de Polícia

4000824511

Julgue os itens a seguir, em relação a segurança na Internet.

I. Emails em que se solicitem dados pessoais do usuário não são suspeitos se tiverem sido
enviados por instituições bancárias ou pela Receita Federal do Brasil, por exemplo, pois,
nesses casos, os remetentes são órgãos confiáveis e totalmente seguros.

Direto ao Ponto: Delta 84/209


19. Informática

II. Manter o sistema operacional e o antivírus atualizados ajuda o usuário a se prevenir de


phishing.

III. Os anexos de emails são confiáveis, pois os provedores possuem tecnologia avançada que
impede a disseminação de pragas virtuais em anexos, logo o usuário pode baixar e executar
quaisquer arquivos recebidos por email, sem nenhum tipo de risco, ainda que possuam as
extensões .exe e .bat, por exemplo.

Assinale a opção correta.

A) Apenas o item II está certo.

B) Apenas o item III está certo.

C) Apenas os itens I e II estão certos.

D) Apenas os itens I e III estão certos.

E) Todos os itens estão certos.

Solução

Gabarito: A) Apenas o item II está certo.

Questão 2022 VUNESP Polícia Civil do Estado de São Paulo Delegado de Polícia

4000802121

Após receber uma mensagem pedindo informações sobre um inquérito, o delegado usou a
opção “responder a todos” e editou uma resposta, sem alterar os campos de remetente e
destinatários da mensagem de resposta, definidos automaticamente pelo Microsoft Outlook

Direto ao Ponto: Delta 85/209


19. Informática

2016. Considere que os nomes (joao, carlos, daniel, maria e augusto) são usuários do domínio
@[Link], e que a configuração dos destinatários e remetente da nova mensagem será:
De: joao Para: carlos Cc: daniel, maria, augusto.

Assinale a alternativa que contém os nomes de todos os destinatários da mensagem original


recebida (principais ou em cópia).

A) joao, daniel, maria e augusto

B) carlos

C) joao, carlos

D) daniel, maria, augusto

E) carlos, daniel, maria e augusto

Solução

Gabarito: A) joao, daniel, maria e augusto

Navegadores Web

Vamos iniciar estudando qual é a definição de navegador web:

Direto ao Ponto: Delta 86/209


19. Informática

NAVEGADORES WEB

Aplicativo que disponibiliza ferramentas simples para acesso à internet.

Aplicativo que um usuário invoca para acessar e exibir uma página web.

Programa utilizado para acessar sítios (ou sites) na internet.

Espécie de ponte entre usuário e conteúdo virtual na internet.

Programa desenvolvido para permitir a navegação pela web e processar diversas linguagens.

Programa de computador que possibilita a interação entre usuários e páginas web.

Programa que permite a navegação na Internet e a visualização das páginas na web.

Primeiro, é necessário entender que a Internet funciona baseada em uma Arquitetura


Cliente/Servidor. Grosso modo, isso significa que nós temos computadores ou softwares que
consomem serviços (chamados de clientes) e computadores ou softwares que fornecem
serviços (chamados de servidores). Tanto na vida real quanto na internet nós temos pessoas ou
computadores especializados em fornecer serviços (servidores) ou em consumir serviços
(clientes).

Quando falamos que um navegador é uma ferramenta utilizada para a visualização ou consumo
de conteúdo web, nós já sabemos que o navegador é – portanto – um cliente web. Além disso,
é necessário entender o que é essa tal de web...

Também conhecida como World Wide Web (WWW), trata-se de um sistema de informações
que interliga documentos hipermídia por meio de hyperlinks. Agora façamos uma pequena pausa
para visualizar novamente a imagem anterior. Nós sabemos que um cliente web – também
chamado de navegador web – realiza buscas por conteúdos web na internet. Esses conteúdos
web são formados por documentos hipermídia. Documentos hipermídia, professor? Sim...

Esses documentos são basicamente páginas web e são chamadas de hipermídia porque seu
conteúdo integra vários tipos diferentes de mídia – sendo o hipertexto seu fundamento principal.
O que é um hipertexto? São textos que fazem referência a outros textos, permitindo uma leitura

Direto ao Ponto: Delta 87/209


19. Informática

contínua ou não-linear das informações. Sabe quando você está lendo um texto que possui um
hiperlink para outra página? Pois é, isso é um hipertexto!

Dessa forma, em uma página web, nós podemos ter textos mais ricos, dinâmicos e interativos!
No entanto, hipermídia não é apenas hipertexto – é também imagem, vídeo, áudio, gráficos,
animações, entre outros – e tudo aquilo que ajude a melhorar a experiência do usuário.

CONCEITOS DESCRIÇÃO

HIPERMÍDIA Documentos em forma de hipertextos, imagens, sons e/ou vídeos.

HIPERTEXTOS Textos cujo acesso se dá por meio de ligações digitais denominadas


hiperlinks.

HIPERLINKS Referências dentro de um hipertexto para esse ou outro hipertexto.

A Barra de Guias/Abas [4] é um elemento gráfico horizontal localizado na parte superior do


navegador que fornece a capacidade de alternar entre diferentes páginas web em uma
única instância do browser. Como assim, professor? Eu não gosto nem de lembrar disso, mas
pasmem... houve uma época em que – se eu quisesse abrir as páginas do Facebook, Twitter e
Gmail – eu teria que abrir três janelas ou instâncias diferentes do meu navegador.

Direto ao Ponto: Delta 88/209


19. Informática

Aqui temos que ter um pouco de atenção: a maioria das bancas de concurso consideram Barra
de Navegação (Vermelho), Barra de Endereço (Amarelo) e Barra de Pesquisa (Azul) como três
elementos diferentes; outras bancas consideram todos esses elementos apenas como Barra de
Navegação. De toda forma, vamos explicá-los separadamente por ser mais didático! Tranquilo?
Então, venham comigo...

Barra de Navegação: elemento gráfico horizontal localizado na parte superior do navegador


que permite acomodar botões ou atalhos que auxiliam a navegação (avançar para a
próxima página; voltar para a página anterior; atualizar a página atual; entre outros).

Barra de Endereço: elemento gráfico horizontal localizado na parte superior do navegador


que permite inserir o endereço de páginas que se deseja acessar. Você quer acessar o
site do Estratégia Concursos para baixar nossa aula? Escreva o endereço na Barra de
Endereço!

Barra de Pesquisa/Busca: elemento gráfico horizontal localizado na parte superior do


navegador que permite realizar buscas por meio de mecanismos de pesquisa. Pode-se
configurá-los para utilizar Google, Yahoo!, Bing, etc.

É importante salientar que todos esses navegadores permitem realizar buscas diretamente na
própria barra de endereço, sem a necessidade de uma barra de pesquisa.

A Barra de Menu é um elemento gráfico horizontal localizado na parte superior do


navegador em que são apresentados menus de funcionalidades ou configurações do
sistema. Como assim, professor? Essa barra contém funcionalidades como Arquivo, Edição,
Exibição, Histórico, Ferramentas, Favoritos, Ajuda, entre outros. Vejam exemplos abaixo:

Direto ao Ponto: Delta 89/209


19. Informática

A Barra de Favoritos é um elemento gráfico horizontal localizado na parte superior do


navegador em que são apresentados atalhos para as páginas preferidas do usuário. Como
assim, professor? Galera, eu acesso o site do Estratégia Concursos absolutamente todos os dias!
E eu sou muito preguiçoso, eu tenho preguiça de escrever o endereço inteiro toda vez! Então o
que eu faço para facilitar a minha vida?

Eu marco a página como minha favorita e ela fica armazenada bonitinha na barra de favoritos do
meu navegador de tal forma que eu não tenha que escrever o endereço toda vez que eu
desejar acessá-la. Dessa forma, toda vez que eu preciso acessar a página, basta clicá-la e o
sítio será aberto. Bacana? Além disso, a barra de favoritos permite ser organizada em pastas
contendo várias outras pastas ou páginas.

Direto ao Ponto: Delta 90/209


19. Informática

A Barra de Status é um elemento gráfico horizontal localizado na parte inferior do navegador


em que é apresentado o status atual de uma página web ou de uma aplicação. Antigamente,
essa barra exibia se uma página era ou não segura, seu certificado, o que estava sendo
carregado e um endereço. Atualmente, essa barra é omitida e é exibida apenas quando se
posiciona o ponteiro/cursor do mouse sobre algum link, mostrando apenas o endereço do link.

A Página Inicial é a página aberta quando se clica no ícone de página inicial (símbolo da
casinha) na barra de navegação. Alguns navegadores diferenciam página inicial de página de
inicialização (Ex: Google Chrome e Microsoft Edge). Nesses casos, a página inicial é a página
exibida quando se clica no ícone da casinha e só é possível configurar apenas uma página; já a
página de inicialização é a página exibida quando se abre o navegador e é possível configurar
várias páginas.

Ao configurar várias páginas de inicialização, todas elas serão abertas em uma nova guia/aba
diferente ao abrir o navegador. Vejamos como acessar a página inicial nos principais
navegadores:

Para salvar um arquivo (Ex: Videoaulas do Estratégia) em seu computador ou dispositivo, você
pode realizar um download. O arquivo será salvo no seu local de downloads padrão. É permitido
também pausar ou cancelar downloads; visualizar a lista de arquivos transferidos; alterar local de
salvamento padrão[1]; etc. No Windows, por padrão, os arquivos serão armazenados em:
C:\Usuários\<Nome de Usuário>\Downloads; já no Linux, é em /home/username/download.

Direto ao Ponto: Delta 91/209


19. Informática

PÁGINA INICIAL ATALHO DESCRIÇÃO

GOOGLE CHROME CTRL+J Acessa os últimos arquivos baixados no navegador.

MOZILLA FIREFOX

INTERNET EXPLORER

MS-EDGE

MS-EDGE CHROMIUM

O Histórico de Navegação é a funcionalidade responsável por permitir que o usuário


visualize os sites que ele visitou anteriormente – exceto os sites visitados em uma janela de
navegação privada. Você pode você pode apagar páginas do histórico, apagar todo histórico,
impedir que se guarde qualquer histórico, realizar pesquisas nos históricos, entre outras
atividades.

PÁGINA INICIAL ATALHO DESCRIÇÃO

GOOGLE CHROME CTRL+H Visualiza as páginas acessadas no navegador.

MOZILLA FIREFOX

INTERNET EXPLORER

MS-EDGE

MS-EDGE CHROMIUM

Direto ao Ponto: Delta 92/209


19. Informática

Quando navegamos na Internet, o navegador guarda diversas informações para facilitar nossa
vida, tais como: histórico de páginas visitadas – para não termos que digitar o endereço de
novo; buscas realizadas na Barra de Pesquisa – para o caso de eventualmente realizarmos a
mesma busca; informações de formulários – para que não tenhamos que digitar toda vez nosso
Nome, Endereço, Telefone, CPF, etc. Enfim, ele guarda essas informações para nos ajudar!

No entanto, em alguns contextos não é recomendável manter essas informações. Para tal,
utiliza-se a navegação privativa. Notem que o usuário fica anônimo para o navegador e, não,
para a página visitada. A página, por exemplo, continua instalando seus cookies, porém tudo é
deletado ao fechar o navegador. É importante destacar também que a Navegação Privativa –
também chamada de Navegação Anônima ou Navegação inPrivate – não o torna anônimo na
Internet. Seu provedor de acesso ainda pode rastrear as páginas visitadas.

Direto ao Ponto: Delta 93/209


19. Informática

PÁGINA INICIAL ATALHO DESCRIÇÃO

GOOGLE CTRL + Abre uma janela de navegação privativa.


CHROME SHIFT + n

MOZILLA CTRL + Observem que há uma diferença entre o Microsoft Edge


FIREFOX SHIFT + P (Versão antiga) e o Microsoft Edge Chromium (Versão
atual).
INTERNET CTRL +
EXPLORER SHIFT + P

MICROSOFT CTRL +
EDGE SHIFT + P

MS-EDGE CTRL +
CHROMIUM SHIFT + N

Todos os navegadores permitem imprimir páginas web. É possível imprimir trechos


específicos, páginas individuais (com vírgula ou ponto-vírgula) ou um intervalo de impressão
(com hífen).

Direto ao Ponto: Delta 94/209


19. Informática

PÁGINA INICIAL ATALHO DESCRIÇÃO

GOOGLE CTRL + Abre uma janela de impressão de uma página web –


CHROME P lembrando que P vem de Print (Imprimir, em inglês).

MOZILLA
FIREFOX

INTERNET
EXPLORER

MS-EDGE

MS-EDGE
CHROMIUM

A maioria dos navegadores permite que você utilize o navegador em Modo Tela Cheia ou
Tela Inteira. Nesse modo, você não visualiza nenhum botão, menu ou barra de ferramentas – o
site ocupa todo o monitor. Não tem maneira melhor de entender isso do que testando você
mesmo. Abram o navegador e testem! Quanto às questões, a imensa maioria quer saber apenas
se você sabe qual é o atalho que habilita essa opção.

PÁGINA INICIAL ATALHO DESCRIÇÃO

GOOGLE CHROME F11 Coloca o navegador em Modo Tela Cheia.

MOZILLA FIREFOX

INTERNET EXPLORER

MS-EDGE

MS-EDGE CHROMIUM

Cookies são pequenos arquivos de texto capazes de armazenar informações básicas sobre o
visitante de um site na internet, tais como nome, idioma, estado de autenticação, registros
de navegação, carrinho de compra, lista de produtos, entre outros. Eles são enviados por
Servidores Web – que armazenam Páginas Web – ao visitante e são armazenados em uma pasta
local no computador do usuário com o intuito de melhorar sua experiência de navegação.

Este pequeno arquivo fica armazenado em seu computador até que perca sua validade – o
que pode durar minutos ou até mesmo anos. Em futuros acessos ao mesmo site, o navegador

Direto ao Ponto: Delta 95/209


19. Informática

recupera essas informações do cookie e as reenvia de volta para o site. Desta maneira, as
configurações salvas inicialmente são aplicadas pelo site de forma automática. Professor, você
pode dar um exemplo? Claro, seus lindos!

Imaginem que vocês passaram no desejado concurso público (e vão passar!) e decidiram ir aos
Estados Unidos comemorar e também comprar umas muambas (porque ninguém é de ferro...).
Você entra em um site para dar uma olhada nos preços e se depara com uma tela perguntando
qual é o seu idioma. Vamos supor que você já queira começar a treinar a língua e decida
escolher o inglês para fazer as suas compras online.

Nesse momento, o site salvará essa e outras informações em um pequeno arquivo (chamado
Cookie) e irá enviá-lo para o seu computador, onde ele ficará armazenado por um período.
Vamos supor que, no dia seguinte, você decida retornar ao mesmo site para pesquisar outros
eletrônicos. Quando isso ocorrer, o site lerá o arquivo salvo anteriormente no cookie e
descobrirá que anteriormente você já tinha escolhido a língua inglesa.

Dessa forma, ele não terá que perguntar novamente qual a língua escolhida. Ele já mostrará
automaticamente o site na língua inglesa. Em suma, ele trocará o Bienvenue por Welcome na
imagem acima. E as outras informações que o cookie salva? Pois é, ele pode salvar a data/hora
em que você acessou o site ou quanto tempo permaneceu navegando ou itens de um carrinho
de compra ou até mesmo todos os links que você clicou em uma determinada página.

Direto ao Ponto: Delta 96/209


19. Informática

Além disso, notem na imagem acima que – se você acessar um site similar – ele não
conseguirá acessar os dados contidos no cookie armazenado pelo site anterior e continuará
em francês – cada página tem seu cookie. O mesmo ocorre caso você esteja utilizando uma
navegação privativa ou anônima. Nesse caso, as informações sobre a navegação, incluindo
cookies, não serão gravadas no computador. Bem, existem basicamente dois tipos de cookies:

Cookies de Sessão: aqueles que são armazenados em memória e não são gravados em
disco. Eles existem somente enquanto a sessão estiver ativa, isto é, são apagados quando o
navegador é fechado. Não apresentam data de validade.

Cookies Persistentes: aqueles que são salvos no disco rígido do computador e persistem
mesmo após o encerramento da sessão, isto é, continuam existindo quando o navegador é
fechado. Apresentam data de validade.

Agora imaginem que vocês administram uma pizzaria que realiza entregas. Vocês moram em
São Paulo, onde existem milhares de pizzarias sensacionais e os prazos de entrega são
cruciais para o sucesso da empresa. As pizzarias com os melhores prazos de entrega
geralmente recebem mais pedidos e com maior frequência. Se vocês demorarem demais na
entrega de uma pizza, vocês rapidamente decretarão falência da empresa.

Agora imaginem que vocês recebem um pedido de entrega de uma pizza de calabresa perto da
universidade. Vocês fazem a pizza o mais rápido possível e enviam seu motorista para entregá-
la. Enquanto ele está fora, vocês recebem outro pedido: mais uma pizza de calabresa e também
perto da universidade. Vocês fazem a pizza, esperam o motorista retornar e o enviam de
volta para a universidade. E isso continua acontecendo...

Direto ao Ponto: Delta 97/209


19. Informática

Vocês têm outras entregas de pizzas diferentes, mas muitos pedidos são iguais: pizzas de
calabresa, próximo da universidade. Então, no próximo pedido de uma pizza de calabresa,
vocês decidem já fazer logo quatro e as entregam ao seu motorista. Logo depois que ele sai,
vocês recebem outro pedido para duas pizzas de calabresa perto da universidade. Vocês dizem:
“Ótimo, eu já mandei quatro pizzas, ele ia entregar uma e agora pode entregar mais duas”.

Então, vocês ligam para o motorista, dizem a ele o novo endereço e pedem que ele entregue
mais essas duas pizzas extras. E antes que ele consiga entregar a primeira pizza, vocês já
recebem outro pedido de mais uma pizza. Como o motorista já está perto da universidade e tem
as pizzas extras, esses clientes receberão as pizzas incrivelmente rápido. Ele estará na porta
dos clientes minutos após o pedido. Vocês agora possuem a entrega de pizza mais rápida na
cidade!

Essencialmente é assim que o cache funciona! Ele analisa o que as pessoas estão “pedindo” de
página web ultimamente e já vão as deixando algumas partes preparadas para o caso de
pedidos futuros. Então, em vez de pedir ao servidor web para preparar e enviar outra página
web, ele apenas envia uma cópia de uma versão que já está em cache. Dessa forma, as
páginas web aparecem muito mais rapidamente!

Assim como a entrega de pizza, há algumas exceções: se alguém pedir uma pizza personalizada,
o processo será mais lento. No entanto, em geral, o cache pode tornar o acesso à web muito
mais rápido em determinadas situações. Em suma: ao navegar na Internet, os navegadores
armazenam temporariamente no seu computador imagens e partes de sites visitados para
acelerar a navegação, carregando as páginas mais rapidamente – isso é o Cache ou Web
Cache!

Eu gosto de falar o termo Web Cache para que vocês não confundam com Memória Cache.
Não tem nada a ver uma coisa com a outra! Web Cache é um recurso para armazenamento
temporário e local no disco rígido de cópias de páginas web, imagens e outros documentos com
o objetivo de exibir uma página web mais rapidamente. Memória Cache é um dispositivo de
acesso que opera mais rápido do que a Memória RAM.

Pergunta clássica no fórum de dúvidas: qual é a diferença entre cookies e cache? Bem, embora
ambos sejam duas maneiras de armazenar dados na máquina do cliente, há grandes diferenças
entre eles:

Direto ao Ponto: Delta 98/209


19. Informática

CACHE COOKIES

É utilizado para armazenar o conteúdo de É utilizado para armazenar dados sobre escolhas
uma página web por longo prazo. pessoais (preferências) dos usuários.

O conteúdo do cache é armazenado apenas O conteúdo dos cookies é armazenado tanto no


no computador cliente. computador cliente quanto no servidor.

Cache geralmente expiram manualmente. Cookies geralmente expiram automaticamente.

Consome grande espaço em termos de Consome menos espaço em termos de


capacidade de armazenamento. capacidade de armazenamento.

Cache armazena o conteúdo como páginas Cookies armazenam o conteúdo, como sessões
HTML, Imagens, Javascript, CSS, entre de navegação e dados de rastreamento do
outros. usuário.

Plug-ins são programas ou componentes externos instalados no navegador e que permitem


a utilização de recursos que não estão disponíveis nativamente, tais como recursos
multimídia e tipos especiais de conteúdos web. Você precisa baixar o Plugin do Adobe Flash
Player (imagem da esquerda) para ver vídeos (imagem do meio) ou jogar um jogo no browser
(imagem da direita). Para acessar a conta do seu Internet Banking no navegador, você tem que
baixar o Plugin do Java!

Direto ao Ponto: Delta 99/209


19. Informática

Em geral, eles tornam a exibição dos conteúdos mais dinâmica e inteligente, criando uma melhor
experiência para o visitante. Logo, o plug-in é um pequeno programa externo que adiciona
funções àquelas já suportadas originalmente pelo navegador. E as extensões? Também são
pequenos programas que adicionam novos recursos ao navegador e personalizam sua
experiência de navegação. No entanto, elas já são integradas a lógica de aplicação do
navegador.

Você não faz o download de extensões de outro local, você instala extensões do próprio
navegador. Eu utilizo muitas extensões (Ex: eu uso uma que permite acelerar vídeos –
recomendo usar para as videoaulas; uso uma de dicionário – para consultar rapidamente o
significado de palavras; etc). Em resumo: plug-ins são arquivos executáveis externos que
praticamente não são utilizados atualmente; extensões são apenas pequenos códigos
internos que adicionam novos recursos.

Já o Navegador Firefox chama de Complementos (ou Add-On) o


conjunto de Extensões, Temas e Plug-ins. Nós já conhecemos as
Extensões e os Plug-ins. E os Temas? Os temas são complementos que
alteram a aparência do seu navegador. Em geral, mudam o formato
dos botões, a imagem de fundo, entre outros aspectos decorativos.
Agora vamos ver os atalhos dos principais navegadores.

Direto ao Ponto: Delta 100/209


19. Informática

ATALHOS EDGE DESCRIÇÃO

CTRL+D Adicionar site atual aos favoritos ou à lista de leitura.

CTRL+E / CTRL + K Abrir uma consulta de pesquisa na barra de endereços.

CTRL+F Localizar palavras na página.

CTRL+G Localizar palavras na página e percorrê-las.

CTRL+H Abrir painel do histórico.

CTRL+J Abrir painel de downloads.

CTRL+SHIFT+K Duplicar guia.

CTRL+N Abrir uma nova janela.

CTRL+P Imprimir a página atual.

CTRL + R OU F5 Atualizar a página atual.

CTRL+T Abrir uma nova guia.

CTRL+W Fechar a guia atual.

CTRL+TAB Avançar para a próxima guia.

CTRL+ENTER Adicionar www. ao início e .com ao fim do texto na barra de endereços.

CTRL + SHIFT + N Abrir uma nova janela de Navegação InPrivate.

CTRL + SHIFT + T Reabrir a guia fechada mais recentemente.

CTRL + SHIFT + DEL Mostrar controles para limpar os dados de navegação.

ALT + HOME Ir para a página inicial.

F1 Obter ajuda e suporte.

F6 Posiciona o cursor na barra de endereços.

Direto ao Ponto: Delta 101/209


19. Informática

F11 Entrar ou sair da leitura em tela inteira.

Direto ao Ponto: Delta 102/209


19. Informática

ATALHOS CHROME DESCRIÇÃO

CTRL+D Adicionar o site atual aos favoritos.

CTRL+E OU Pesquisa a partir da barra de endereço.


CTRL+K

CTRL+F Localizar palavras na página.

CTRL+G Localizar palavras na página e percorrê-las

CTRL+H Exibir histórico.

CTRL+J Exibir downloads.

CTRL+N Abrir uma nova janela.

CTRL+P Imprimir a página atual.

CTRL+T Abrir uma nova guia.

CTRL+W Fechar a guia atual.

CTRL+TAB Navegar pelas guias.

CTRL+ENTER Adicionar www. ao início e .com ao fim do texto na barra de


endereços.

CTRL + SHIFT + N Abrir uma nova janela de Navegação Anônima.

CTRL + SHIFT + T Reabrir a última guia fechada (não funciona para Navegação Anônima).

CTRL + SHIFT + DEL Abrir as opções Limpar dados de navegação

ALT + HOME Ir para a página inicial.

F1 Obter ajuda e suporte.

F6 Posiciona o cursor na barra de endereços.

F5 OU CTRL + R Atualizar a página atual.

Direto ao Ponto: Delta 103/209


19. Informática

F11 Alternar entre a exibição em tela cheia e a exibição comum.

Direto ao Ponto: Delta 104/209


19. Informática

ATALHO FIREFOX DESCRIÇÃO

CTRL+D Adicionar o site atual aos favoritos.

CTRL+E / CTRL+K Pesquisa a partir da barra de endereço.

CTRL+F Localizar palavras na página.

CTRL+G Localizar palavras na página e percorrê-las

CTRL+H Barra lateral de histórico.

CTRL+J Exibir downloads (CTRL+SHIFT+Y no Linux).

CTRL+N Abrir uma nova janela.

CTRL+P Imprimir a página atual.

CTRL+T Abrir uma nova guia.

CTRL+W Fechar a guia atual.

CTRL+TAB Navegar pelas guias.

CTRL+ENTER Adicionar www. ao início e .com ao fim do texto digitado na barra de


endereços.

CTRL + SHIFT + P Abrir uma nova janela de Navegação Privativa.

CTRL + SHIFT + Permite limpar histórico recente.


DEL

ALT + HOME Ir para a página inicial.

F1 Obter ajuda e suporte.

F6 Posiciona o cursor na barra de endereços.

F5 OU CTRL + R Atualizar a página atual.

F11 Alternar entre a exibição em tela cheia e a exibição comum.

Direto ao Ponto: Delta 105/209


19. Informática

Questão 2020 NC UFPR Polícia Civil do Estado do Paraná Delegado de Polícia

4000791990

O modo de navegação privativa, no navegador web Firefox:

A) mascara a identidade e a atividade online do usuário na internet.

B) protege de registradores de digitação e programas espiões (spyware).

C) permite incluir um site na lista de favoritos

D) exclui do computador os arquivos baixados, ao término da navegação.

E) omite, por padrão, sites visitados à medida em que se digita na barra de endereços.

Solução

Gabarito: C) permite incluir um site na lista de favoritos

A resposta correta é a letra C.

Muitas vezes acaba sendo necessário navegar na internet sem deixar “rastros” dessa
navegação no navegador na máquina, quando, por exemplo, utilizamos um computador
público para acessar dados pessoais ou fazer cadastros em lojas.

Esse modo de navegação na internet pode ser representado por vários nomes, como, por
exemplo, no Google Chrome é o modo de Navegação Anônima, no Internet Explorer e Edge é
conhecido como Navegação InPrivate e no Mozilla Firefox Navegação Privada. Porém, creio
que a banca não venha trazendo o item como errado apenas por inverter o nome da função
no navegador, por exemplo, dizendo que o Google Chrome possui Navegação Privada.

Ao navegar nesse modo o navegador de internet evita salvar o histórico, senhas, preferências,
informações dos cookies, entre outros elementos que poderiam ser utilizados em navegações

Direto ao Ponto: Delta 106/209


19. Informática

futuras ou vistas nos registros de históricos. Para acessar esse recurso o usuário deverá abrir
uma nova janela na navegação e não uma nova guia como poderá aparecer em provas.

Para ativar esse formato de navegação o usuário poderá encontrar a opção dentro do menu
de configurações do navegador ou também através de teclas de atalhos, conforme descritas a
seguir.

- Google Chrome: CTRL+SHIFT+N

- Internet Explorer: CTRL+SHIFT+P

- Mozilla Firefox: CTRL+SHIFT+P

Essa função de navegação não bloqueia tudo que acontece durante uma navegação, pois é
possível que sejam realizados downloads de quaisquer tipos de arquivos na internet e também
permite o armazenamento de sites como “favoritos”, ou seja, ainda assim é possível realizar
algumas ações durante a navegação anônima, privada.

Vale lembrar que é possível abrir várias guias anônimas (privadas) durante uma navegação e
que se alguma delas for fechada durante a sessão de uso poderá ser reaberta apenas pelos
navegadores Mozilla Firefox, Edge e Internet Explorer, já o Google Chrome não permite
reabrir a última guia anônima fechada. Essa ação poderá acontecer através do comando de
atalho CTRL+SHIFT+T, que equivale a reabrir a última guia fechada tanto de em uma
navegação convencional quanto de uma navegação sem deixar rastros.

Questão 2022 CESPE (CEBRASPE) Polícia Civil do Estado de Alagoas Delegado de Polícia

4000829890

Direto ao Ponto: Delta 107/209


19. Informática

Julgue os próximos itens, relativos a procedimentos associados a Internet/intranet e ao


sistema operacional Windows.

Considere que, em uma delegacia, seja necessário compartilhar um local de armazenamento


de arquivos, de modo que agentes e delegado acessem e armazenem arquivos que sejam
sincronizados e acessíveis em qualquer dispositivo. Nesse caso, a contratação de serviço de
armazenamento na nuvem, como iCloud, Google Drive, Dropbox, entre outros, atenderia aos
requisitos e facilitaria compartilhamento para todos os envolvidos

A) Certo.

B) Errado.

Solução

Gabarito: A) Certo.

CERTO

A questão está correta, pois o armazenamento na nuvem vai favorecer o trabalho colaborativo
e a característica de amplo acesso aos serviços da rede irá possibilitar que os agentes e o
delegado consigam acessar a informação de qualquer lugar, desde que possua equipamento
conectado à internet com um navegador.

Para complementar conhecimento sobre o assunto, veja essa conceituação extraída do nosso
blog: “A Computação em Nuvem pode ser definida como a entrega sob demanda de recursos
computacionais, através da Internet. Nesse contexto, o termo recursos computacionais é bem
abrangente e pode se referir a servidores, aplicativos, armazenamento, bancos de dados,
rede, software e serviços de análise e inteligência.

Para reforçar essas ideias, é interessante conhecer a definição do National Institute of


Standards and Technology (NIST): Computação em Nuvem é um modelo que permite o
acesso conveniente e sob demanda de um conjunto compartilhado de recursos
computacionais configuráveis, que pode ser rapidamente provisionado e liberado com o
mínimo esforço ou interação.” ([Link]
nuvem-sefaz-se/)

Direto ao Ponto: Delta 108/209


19. Informática

Segurança da Informação - Princípios

DEFINIÇÕES DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO

Proteção de informações e de sistemas de informações contra acesso, uso, divulgação,


interrupção, modificação ou destruição não autorizados.

Salvaguarda de dados organizacionais contra acesso não autorizado ou modificação para


assegurar sua disponibilidade, confidencialidade e integridade.

Conjunto de estratégias para gerenciar processos, ferramentas e políticas necessárias para


prevenir, detectar, documentar e combater ameaças às informações organizacionais.

Galera, selecionar e implementar controles de segurança adequados inicialmente pode ajudar


uma organização a reduzir seus riscos a níveis aceitáveis. A seleção de possíveis controles deve
se basear na avaliação de riscos. Os controles podem variar em natureza, mas –
fundamentalmente – são formas de proteger a confidencialidade, integridade ou disponibilidade
de informações. Em geral, eles são divididos em dois tipos [5]:

CONTROLES FÍSICOS São barreiras que impedem ou limitam o acesso físico direto às
informações ou à infraestrutura que contém as informações. Ex:
portas, trancas, paredes, blindagem, vigilantes, geradores, sistemas
de câmeras, alarmes, catracas, cadeados, salas-cofre, alarmes de
incêndio, crachás de identificação, entre outros.

CONTROLES LÓGICOS Também chamados de controles técnicos, são barreiras que


impedem ou limitam o acesso à informação por meio do
monitoramento e controle de acesso a informações e a sistemas de
computação. Ex: senhas, firewalls, listas de controle de acesso,
criptografia, biometria[1], IDS, IPS, entre outros.

Na Segurança da Informação, utiliza-se um jargão muito específico. Caso – no decorrer da


aula – vocês tenham alguma dúvida, é só retornar aqui e descobrir o significado. Vejamos

Direto ao Ponto: Delta 109/209


19. Informática

TERMINOLOGIA DESCRIÇÃO

ATIVO Qualquer coisa que tenha valor para instituição, tais como:
informações, pessoas, serviços, software, hardware, documentos
físicos, entre outros.

INFORMAÇÃO Ativo que, como qualquer outro ativo importante para os negócios,
tem valor para a organização e, por isso, deve ser adequadamente
protegido.

AGENTE Fonte produtora de um evento que pode ter um efeito adverso


sobre um ativo de informação, como um funcionário, meio
ambiente, hacker, etc.

VULNERABILIDADE Fragilidades presentes ou associadas a ativos que, quando


exploradas por ameaças, levam à ocorrência de incidentes de
segurança.

AMEAÇA A ameaça é um agente externo que, se aproveitando das


vulnerabilidades, poderá quebrar a confidencialidade, integridade
ou disponibilidade da informação, causando um desastre ou perda
significativa em um ambiente, sistema ou ativo de informação.

ATAQUE Evento decorrente da exploração de uma vulnerabilidade por uma


ameaça com o intuito de obter, alterar, destruir, remover, implantar
ou revelar informações sem autorização de acesso.

EVENTO Ocorrência identificada de um sistema, serviço ou rede, que indica


uma possível violação da política de segurança da informação ou
falha de controles, ou uma situação previamente desconhecida, que
possa ser relevante para a Segurança da Informação.

INCIDENTE Fato decorrente de um ataque bem-sucedido, com consequências


negativas, uma ocorrência indicando uma violação, uma falha ou

Direto ao Ponto: Delta 110/209


19. Informática

situação desconhecida, algo que possa ser relevante para a


segurança da informação.

IMPACTO Abrangência dos danos causados por um incidente de segurança


sobre um ou mais processos de negócio.

RISCO Probabilidade potencial da concretização de um evento que possa


causar danos a um ou mais ativos da organização.

PRINCÍPIOS DE DESCRIÇÃO
SEGURANÇA

CONFIDENCIALIDADE Capacidade de um sistema de não permitir que informações estejam


disponíveis ou sejam reveladas a entidades não autorizadas –
incluindo usuários, máquinas, sistemas ou processos.

INTEGRIDADE Capacidade de garantir que a informação manipulada está correta,


fidedigna e que não foi corrompida – trata da salvaguarda da
exatidão e completeza da informação.

DISPONIBILIDADE Propriedade de uma informação estar acessível e utilizável sob


demanda por uma entidade autorizada.

PEGADINHA CLÁSSICA: CONFIDENCIALIDADE X DISPONIBILIDADE

A confidencialidade garante que a informação somente esteja acessível para usuários


autorizados. Já a disponibilidade garante que a informação esteja disponível aos usuários
autorizados sempre que necessário.

Direto ao Ponto: Delta 111/209


19. Informática

PRINCÍPIOS DESCRIÇÃO
ADICIONAIS

AUTENTICIDADE Propriedade que trata da garantia de que um usuário é de fato quem


alega ser. Em outras palavras, ela garante a identidade de quem está
enviando uma determinada informação.

IRRETRATABILIDADE Também chamada de Irrefutabilidade ou Não-repúdio, trata da


capacidade de garantir que o emissor da mensagem ou participante
de um processo não negue posteriormente a sua autoria.

AUTENTICIDADE + INTEGRIDADE = IRRETRATABILIDADE

Esteganografia: trata-se de uma técnica utilizada para esconder informações. Seu objetivo é
que as informações sejam transmitidas de forma invisível, sem que possam ser capturadas
ou monitoradas. Trata-se de uma técnica para ocultar uma mensagem dentro de outra, de
forma que não sejam percebidas por terceiros. Em geral, escondem-se mensagens dentro de
imagens, sons, vídeos, textos, entre outros.

TIPO DE DESCRIÇÃO
CRIPTOGRAFIA

CRIPTOGRAFIA Utiliza um algoritmo e uma única chave secreta para cifrar/decifrar


SIMÉTRICA que tem que ser mantida em segredo. Principais algoritmos: DES,
3DES, AES, IDEA, RC4, Blowfish, Cifragem de Júlio César, etc.
(CHAVE SECRETA)

CRIPTOGRAFIA Utiliza um algoritmo e um par de chaves para cifrar/decifrar – uma


ASSIMÉTRICA pública e a outra tem que ser mantida em segredo. Principais
algoritmos: RSA, DSA, ECDSA, Diffie-Hellman (para troca de
(CHAVE PÚBLICA) chaves), etc.

CRIPTOGRAFIA Utiliza um algoritmo de chave pública apenas para trocar chaves


simétricas – chamadas chaves de sessão – de forma segura. Após a
HÍBRIDA (CHAVE troca, a comunicação é realizada utilizando criptografia simétrica.
PÚBLICA/SECRETA)

Direto ao Ponto: Delta 112/209


19. Informática

Direto ao Ponto: Delta 113/209


19. Informática

MÉTODOS DE DESCRIÇÃO
AUTENTICAÇÃO

O QUE VOCÊ SABE? Trata-se da autenticação baseada no conhecimento de algo que


somente você sabe, tais como: senhas, frases secretas, dados
pessoais aleatórios, entre outros.

O QUE VOCÊ É? Trata-se da autenticação baseada no conhecimento de algo que você


é, como seus dados biométricos.

O QUE VOCÊ TEM? Trata-se da autenticação baseada em algo que somente o verdadeiro
usuário possui, tais como: celulares, crachás, Smart Cards, chaves
físicas, tokens, etc.

AUTENTICAÇÃO FORTE
Trata-se de um tipo de autenticação que ocorre quando se utiliza pelo menos dois desses três
métodos de autenticação. Um exemplo é a Autenticação em Dois Fatores (ou Verificação em
Duas Etapas).

ASSINATURA DIGITAL
Trata-se de um método matemático de autenticação de informação digital tipicamente tratado
como substituto à assinatura física, já que elimina a necessidade de ter uma versão em papel
do documento que necessita ser assinado. Por meio de um Algoritmo de Hash, é possível
garantir a integridade dos dados.

Direto ao Ponto: Delta 114/209


19. Informática

FUNCIONAMENTO DA ASSINATURA DIGITAL

Maria possui uma mensagem em claro (sem criptografia). Ela gera um hash dessa mensagem,
depois criptografa esse hash utilizando sua chave privada. Em seguida, ela envia para João
tanto a mensagem original quanto o seu hash. João gera um hash da mensagem original e
obtém um resultado, depois descriptografa o hash da mensagem utilizando a chave pública de
Maria e obtém outro resultado. Dessa forma, ele tem dois hashes para comparar: o que ele
gerou a partir da mensagem em claro e o que ele descriptografou a partir da mensagem
criptografada. Se forem iguais, significa que Maria realmente enviou a mensagem, significa
que ela não pode negar que enviou a mensagem e, por fim, significa que a mensagem está
íntegra.

GARANTIAS
Certificado Digital é um documento eletrônico assinado digitalmente por uma terceira parte
confiável – chamada Autoridade Certificadora – e que cumpre a função de associar uma
entidade (pessoa, processo, servidor) a um par de chaves criptográficas com o intuito de
tornar as comunicações mais confiáveis e auferindo maior confiabilidade na autenticidade. Ele
é capaz de garantir a autenticidade, integridade e não-repúdio, e até confidencialidade.

Direto ao Ponto: Delta 115/209


19. Informática

TIPO GERAÇÃO DO TAMANHO ARMAZENAMENTO VALIDADE


PAR DE DA MÁXIMA
CHAVES (ANOS)
CHAVE
(BITS)

CERTIFICADO Por software RSA 1024 ou Disco Rígido (HD) e 1


A1/S1 2048 Pendrive

CERTIFICADO Por software RSA 1024 ou SmartCard (com chip) ou 2


A2/S2 2048 Token USB

CERTIFICADO Por hardware RSA 1024 ou SmartCard (com chip) ou 5


A3/S3 2048 Token USB

CERTIFICADO Por hardware RSA 2048 ou SmartCard (com chip) ou 6


A4/S4 4096 Token USB

GARANTIAS
A criptografia por si só garante apenas confidencialidade! No entanto, quando utilizamos
algoritmos criptográficos, nós acrescentamos mecanismos que nos ajudam a garantir outros
serviços de segurança da informação. Em outras palavras, algoritmos de criptografia simétrica
permitem garantir confidencialidade, autenticidade e integridade. Já algoritmos de
criptografia assimétrica permitem garantir confidencialidade, autenticidade, integridade e
não-repúdio. Notem que nem todos poderão ser garantidos simultaneamente!

Segurança da Informação - Malwares

MALWARES
Códigos maliciosos (Malwares, do inglês Malicious Softwares) são programas especificamente
desenvolvidos para executar ações danosas e atividades maliciosas em um computador.

Malwares (Malicious Softwares) – também chamados de Softwares Maliciosos ou Pragas


Virtuais – são programas especificamente desenvolvidos para executar ações danosas e
atividades maliciosas em um computador. Eles são inseridos intencionalmente em um sistema
computacional com um propósito prejudicial. Algumas das formas como eles podem infectar ou
comprometer um computador são:

Direto ao Ponto: Delta 116/209


19. Informática

FORMAS COMUNS DE INFECÇÃO DE MALWARES

Pela exploração de vulnerabilidades existentes nos programas instalados ou pela auto-


execução de mídias removíveis infectadas, como pen-drives;

Pelo acesso a páginas maliciosas, utilizando navegadores vulneráveis ou pela ação direta de
atacantes que, após invadirem o computador, incluem arquivos contendo códigos maliciosos;

Pela execução de arquivos previamente infectados, obtidos em anexos de mensagens


eletrônicas, via mídias removíveis, em páginas web ou de outros computadores.

Os códigos maliciosos são muitas vezes utilizados como intermediários e possibilitam a prática
de golpes virtuais, a realização de ataques e a disseminação de spam (mensagens indesejadas).
Em suma: o termo malware abrange qualquer tipo de software indesejado, instalado sem o
devido consentimento no computador do usuário. As principais categorias de malware são:
Vírus, Worm, Bot, Trojan, Spyware, Backdoor e Rootkit.

Agora vamos falar rapidamente sobre diversos tipos de malwares, começando pelos mais
famosos: vírus de computador.

DEFINIÇÃO DE VÍRUS

Programa ou parte de um programa, normalmente malicioso, que se propaga infectando,


inserindo cópias de si mesmo, anexando-se ou hospedando-se em arquivos ou programas
existentes na máquina.

Um vírus é composto basicamente de três partes: um mecanismo de infecção, um mecanismo


de ativação e uma carga útil. Vejamos como essas partes são definidas:

Direto ao Ponto: Delta 117/209


19. Informática

COMPOSIÇÃO DE UM VÍRUS

MECANISMO DE INFECÇÃO MECANISMO DE ATIVAÇÃO CARGA ÚTIL

Meios ou formas pelas quais um Evento ou condição que O que o vírus faz, além de
vírus se propaga, habilitando-o a determina quando a carga útil é se espalhar. A carga útil
se reproduzir. É também ativada ou entregue. Às vezes, é pode envolver algum dano
conhecido como Vetor de conhecido como Bomba ou atividade benigna,
Infecção. Lógica. porém notável.

Existem diversos tipos de vírus de computador:

Direto ao Ponto: Delta 118/209


19. Informática

TIPOS DE VÍRUS DESCRIÇÃO

VÍRUS DE SCRIPT Escrito em linguagem de script, como VBScript e JavaScript, e recebido


ao acessar uma página web ou por e-mail, como um arquivo anexo ou
como parte do próprio e-mail escrito em formato HTML.

VÍRUS DE Tipo específico de vírus de script normalmente recebido ao acessar


MACRO páginas web ou por e-mail e que tenta infectar arquivos manipulados por
aplicativos que utilizam essas linguagens mencionadas anteriormente
como os arquivos que compõe o Microsoft Office.

VÍRUS DE BOOT Também conhecido como Vírus de Setor de Carga ou Vírus de Setor de
Inicialização, ele é ativado quando o computador é ligado e é carregado
na memória antes do sistema operacional.

VÍRUS DE Também conhecido como Vírus de Programa ou Parasitário, trata-se do


ARQUIVO vírus mais tradicional e comum. Ele infecta e causa danos ao se
conectarem a arquivos executáveis (.exe, .com, .dll, etc), sobrescrevendo o
código original e causando danos quase sempre irreparáveis.

VÍRUS Também conhecido como Vírus Mutante, é capaz de assumir múltiplas


POLIMÓRFICO formas a cada infecção com o intuito de burlar o software de antivírus.

VÍRUS Trata-se de um vírus que se transforma a cada infecção, mas que –


METAMÓRFICO diferentemente do polimórfico – se reescreve completamente a cada
infecção, podendo mudar seu tamanho e comportamento, aumentando a
dificuldade de detecção.

VÍRUS STEALTH Projetados explicitamente para não serem detectados pelo antivírus e têm
a capacidade de se remover da memória temporariamente para evitar que
o antivírus o detecte.

VÍRUS Conhecido como Vírus Bomba Relógio, trata-se de um vírus que – após
TIMEBOMB infectar a máquina – permanece latente (oculto), apenas se replicando, e
seu código malicioso é programado para ser ativado em um determinado
momento específico, executando sua carga útil.

Direto ao Ponto: Delta 119/209


19. Informática

Agora vamos partir para outros tipos de malwares:

Direto ao Ponto: Delta 120/209


19. Informática

TIPOS DE DESCRIÇÃO
MALWARES

WORM Worm (ou Verme) é um programa capaz de se replicar automaticamente,


enviando cópias de si mesmo. Diferente dos vírus, ele não se propaga por
meio da inclusão de cópias de si mesmo em outros programas ou
arquivos através da rede, mas – sim – pela exploração automática de
vulnerabilidades existentes em programas instalados em computadores ou
pela execução direta de suas cópias.

BOT Bot é um programa que dispõe de mecanismos de comunicação com o


invasor que permitem que ele seja controlado remotamente. Possui
processo de infecção e propagação similar ao do Worm, ou seja, é capaz
de se propagar automaticamente, explorando vulnerabilidades existentes
em programas instalados em computadores.

BOTNET Rede formada por centenas ou milhares de computadores zumbis e que


permitem potencializar as ações danosas executadas pelos bots.

CAVALO DE O Trojan é um programa que age utilizando o princípio do Cavalo de


TROIA Troia, em um arquivo é enviado se fazendo passar por um aplicativo útil,
como um “presente de grego”, mas que na verdade possui funcionalidades
maliciosas escondidas. Muitas vezes, o trojan abre portas de comunicação
para que através da Internet a máquina possa ser invadida ou monitorada.

RANSOMWARE Trata-se de um tipo de código malicioso que torna inacessíveis os dados


armazenados em um equipamento, geralmente utilizando criptografia, e
que exige pagamento de um resgate (Ransom, em inglês) para
restabelecer o acesso ao usuário – trata-se de uma espécie de extorsão
virtual.

SPYWARE Software espião, capaz de violar a privacidade das informações de


usuários, coletando dados da máquina ou da rede e disponibilizando-as a
terceiros. Pode ser usado tanto de forma legítima quanto maliciosa,
dependendo de como é instalado, das ações realizadas, do tipo de
informação monitorada e do uso que é feito por quem recebe as
informações coletadas.

KEYLOGGER Trata-se de um spyware capaz de capturar e armazenar as teclas digitadas


pelo usuário no teclado do computador e enviá-las a um invasor.

SCREENLOGGER Trata-se de um spyware – similar ao keylogger – capaz de armazenar a


posição do cursor e a tela apresentada no monitor nos momentos em que

Direto ao Ponto: Delta 121/209


19. Informática

o mouse é clicado, ou a região que circunda a posição onde o mouse é


clicado.

ADWARE Trata-se de um spyware projetado especificamente para apresentar


propagandas. Pode ser usado para fins legítimos, quando incorporado a
programas e serviços, como forma de patrocínio ou retorno financeiro
para quem desenvolve programas livres ou presta serviços gratuitos.
Também pode ser usado para fins maliciosos quando as propagandas são
direcionadas.

SNIFFER Um Sniffer é programa que age monitorando o tráfego na rede, através da


captura de pacotes de dados, em busca de informações sensíveis como o
endereço dos sites acessados, senhas de acesso, e-mails, etc.

BACKDOOR Um programa que permite o retorno de um invasor a um computador


comprometido, por meio da inclusão de serviços criados ou modificados
para este fim.

ROOTKIT Conjunto de programas e técnicas que permite esconder e assegurar a


presença de um invasor ou de outro código malicioso em um computador
comprometido.

BOMBAS Trata-se de um software malicioso normalmente instalado por um usuário


LÓGICAS autorizado, como um administrador da rede, que o mantém no sistema
deixando-o programado para causar danos (como excluir arquivos
importantes) em um determinado evento, como por exemplo o caso de
ficar mais de 30 dias sem efetuar login.

EXPLOITS Trata-se de um software criado por hackers para permitir explorar


vulnerabilidades conhecidas de sistemas e assim permitir que iniciantes
(Script Kiddies) possam praticar ações de invasões sem conhecimentos
avançados.

HIJACKER O Hijacker (sequestro, em inglês) é um software malicioso que modifica o


registro do sistema operacional, alterando o funcionamento do navegador,
modificando sua página inicial, abrindo páginas automaticamente,
inserindo botões inadvertidamente.

Direto ao Ponto: Delta 122/209


19. Informática

TIPOS DE DESCRIÇÃO
ATAQUES

ENGENHARIA Trata-se de uma técnica muito utilizada por golpistas para tentar explorar
SOCIAL a ganância, a vaidade e a boa-fé ou abusar da ingenuidade e da
confiança de outras pessoas, a fim de aplicar golpes, ludibriar ou obter
informações sigilosas e importantes. O termo é utilizado para os métodos
de obtenção de informações importantes do usuário, através de sua
ingenuidade ou da confiança.

FORÇA BRUTA Consiste em adivinhar, por tentativa e erro, um nome de usuário e senha
e, assim, executar processos e acessar sites, computadores e serviços em
nome e com os mesmos privilégios deste usuário. Qualquer computador,
equipamento de rede ou serviço que seja acessível via Internet, com um
nome de usuário e uma senha, pode ser alvo de um ataque de força
bruta.

NEGAÇÃO DE Negação de serviço (Denial of Service – DoS) é uma técnica pela qual
SERVIÇO um atacante busca retirar de operação um serviço, um computador ou
uma rede conectada à Internet. Quando usada de forma coordenada e
distribuída, ou seja, quando um conjunto de equipamentos é utilizado no
ataque, recebe o nome de Ataque Distribuído de Negação de Serviço
(Distributed Denial of Service – DDoS).

IP SPOOFING O IP Spoofing (Falsificação/Mascaramento de IP) é uma técnica de


invasão comumente empregada quando o mecanismo de autenticação de
uma rede é baseado em endereços IP, isto é, quando a identificação de
um usuário é realizada baseado em seu número de endereço IP.

E-MAIL Técnica que consiste em alterar campos do cabeçalho de um e-mail, de


SPOOFING forma a aparentar que ele foi enviado de uma determinada origem
quando, na verdade, foi enviado de outra. Essa técnica é possível devido
a características do protocolo SMTP (Simple Mail Transfer Protocol) que
permitem que campos do cabeçalho sejam falsificados.

PHISHING SCAM Fraude em que o golpista tenta enganar um usuário para obtenção de
dados pessoais e financeiros que permitam a aplicação de um golpe,
combinando técnicas computacionais e de engenharia social. Um
exemplo de phishing é um e-mail que possa induzir o usuário a clicar em
um link falso levando-o para uma página clonada ou um arquivo
malicioso.

PHARMING Ataque que possui como estratégia corromper o DNS e direcionar o


endereço de um sítio para um servidor diferente do original. É um tipo

Direto ao Ponto: Delta 123/209


19. Informática

específico de phishing que envolve o redirecionamento da navegação do


usuário para sites falsos, por meio de alterações no serviço de DNS.
Nesse caso, quando o usuário tenta acessar um site legítimo, o navegador
web é redirecionado, de forma transparente, para uma página falsa.

HOAX Trata-se de uma mensagem que possui conteúdo alarmante ou falso e


que, geralmente, tem como remetente, ou aponta como autora, alguma
instituição, empresa importante ou órgão governamental.

MAN IN THE Trata-se de um ataque em que os dados trocados entre duas partes são
MIDDLE de alguma forma interceptados, registrados e possivelmente alterados
pelo atacante sem que as vítimas percebam. Durante o ataque, a
comunicação é interceptada pelo atacante e retransmitida. O atacante
pode decidir retransmitir entre os legítimos participantes os dados
inalterados, com alterações ou bloquear partes da informação.

DEFACEMENT Trata-se de uma técnica que consiste em alterar o conteúdo da página


web. Para ganhar mais visibilidade, chamar mais atenção e atingir maior
número de visitantes, geralmente os atacantes alteram a página principal
do site, porém páginas internas também podem ser alteradas.

SQL INJECTION Trata-se de uma vulnerabilidade de segurança que ocorre quando um


invasor insere instruções SQL maliciosas em uma entrada de dados, como
campos de formulário ou parâmetros de URL, com o objetivo de
manipular o banco de dados subjacente. Essa técnica é amplamente
explorada em sistemas que utilizam consultas SQL dinâmicas para
interagir com um banco de dados.

Direto ao Ponto: Delta 124/209


19. Informática

RESUMO DE Códigos maliciosos

VÍRUS WORM BOT TROJAN SPYWARE BACKDOOR ROOTKIT

FORMA DE OBTENÇÃO

Recebido X X
automaticamente pela
rede

Recebido por e-mail X X X X X

Baixado de sites na X X X X X
Internet

Compartilhamento de X X X X X
arquivos

Uso de mídias X X X X X
removíveis infectadas

Redes sociais X X X X X

Mensagens X X X X X
instantâneas

Inserido por um X X X X X X
invasor

Ação de outro código X X X X X X


malicioso

FORMA DE INSTALAÇÃO

Execução de um X
arquivo infectado

Execução explícita do X X X X
código malicioso

Via execução de outro X X


código malicioso

Direto ao Ponto: Delta 125/209


19. Informática

Exploração de X X X X
vulnerabilidades

FORMA DE PROPAGAÇÃO

Insere cópia de si X
próprio em arquivos

Envia cópia de si X X
próprio
automaticamente pela
rede

Envia cópia de si X X
próprio
automaticamente
por email

Não se propaga X X X X

AÇÕES MALICIOSAS MAIS COMUNS

Altera e/ou remove X X X


arquivos

Consome grande X X
quantidade de
recursos

Furta informações X X X
sensíveis

Instala outros códigos X X X X


maliciosos

Possibilita o retorno X X
do invasor

Envia spam e phishing X

Desfere ataques na X X
Internet

Direto ao Ponto: Delta 126/209


19. Informática

Procura se manter X X X X
escondido

Microsoft Word

O MS-Word é um software de processamento de texto desenvolvido pela Microsoft. Ele é


utilizado para criar, editar, formatar e compartilhar documentos de texto. Com uma vasta gama
de ferramentas, o MS-Word permite aos usuários manipular o layout do texto, adicionar
imagens e outros objetos gráficos, realizar a verificação ortográfica, entre outras
funcionalidades avançadas, como controle de alterações e comentários, facilitando a
colaboração em documentos.

Ele é amplamente usado em ambientes acadêmicos, empresariais e domésticos para produção


de documentos variados. A Faixa de Opções (CTRL+F1 permite ocultar/exibir) é aquele conjunto
de opções de funcionalidades exibidas na parte superior e agrupadas por temas para que os
usuários localizem as ferramentas com mais facilidade. Existem três componentes fundamentais
na Faixa de Opções, quais sejam: Guias, Grupos e Botões de Ação/Comandos.

Basicamente, Guias são compostas por Grupos, que são compostos por Botões de Ação ou
Comandos – como mostra a imagem abaixo.

Direto ao Ponto: Delta 127/209


19. Informática

PRINCIPAIS GUIAS DO word

P A R E I LA De Co Re
PÁGINA ARQUIVO REVISÃO EXIBIR/ INSERIR LAYOUT DESIGN CORRESPON- REFERÊNCIAS
INICIAL DA
EXIBIÇÃO PÁGINA DÊNCIAS

GUIAS FIXAS – EXISTEM NO MS-EXCEL, MS- GUIAS VARIÁVEIS


WORD E MS-POWERPOINT

Cada guia representa uma área e contém comandos reunidos por grupos de funcionalidades
em comum. Como assim, professor? Vejam só: na Guia Página Inicial, nós temos os comandos
que são mais utilizados no Word. Essa guia é dividida em grupos, como Área de Transferência,
Fonte, Parágrafo, Estilos e Edição. E, dentro do Grupo, nós temos vários comandos de
funcionalidades em comum.

Direto ao Ponto: Delta 128/209


19. Informática

Direto ao Ponto: Delta 129/209


19. Informática

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19. Informática

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19. Informática

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19. Informática

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19. Informática

Direto ao Ponto: Delta 134/209


19. Informática

Direto ao Ponto: Delta 135/209


19. Informática

ATALHOS DESCRIÇÃO
IMPORTANTES

CTRL + A Abrir um documento.

CTRL + B Salvar um documento.

CTRL + C Copidddar o texto ou objeto selecionado.

CTRL + D Abre a caixa de diálogo Fonte para alterar a formatação ou


caracteres.

CTRL + E Centralizar.

CTRL + F Aumenta o espaçamento.

CTRL + G Alinhar à direita.

CTRL + I Itálico.

CTRL + J Alinhar justificado.

CTRL + K Inserir hiperlink.

CTRL + L Localizar.

CTRL + N Negrito.

CTRL + O Novo.

CTRL + P Imprimir.

CTRL + Q Alinhar à esquerda.

CTRL + R Refazer/Repetir.

CTRL + S Sublinhar.

CTRL + T Selecionar Tudo.

CTRL + V Colar.

Direto ao Ponto: Delta 136/209


19. Informática

CTRL + U Substituir.

CTRL + W Fechar.

CTRL + X Recortar.

CTRL + Z Desfazer.

CTRL + Y Refazer.

F1 Obter Ajuda ou visitar o [Link].

F4 Repetir a última ação.

F5 Escolher o comando Ir para (guia Página Inicial).

F7 Escolher o comando Ortografia (guia Revisão).

F8 Estender uma seleção.

F12 Escolher o comando Salvar como.

CTRL+ENTER Uma quebra de página.

CTRL+SHIFT+ENTER Uma quebra de coluna.

CTRL+HOME Direciona para o início de um documento.

CTRL+END Direciona para o final de um documento.

CTRL+SHIFT+C Copiar a formatação do texto.

CTRL+SHIFT+V Colar somente formatação selecionada.

CTRL+ALT+V Colar especial.

CTRL+ESPAÇO Remover a formatação do parágrafo ou do caractere.

CTRL+SHIFT+A Formata todas as letras como maiúsculas.

CTRL+SHIFT+< Diminuir o tamanho da fonte em um valor.

Direto ao Ponto: Delta 137/209


19. Informática

CTRL+SHIFT+> Aumentar o tamanho da fonte em um valor.

SHIFT+F3 Alterna as letras entre maiúsculas e minúsculas.

ESC Cancelar uma ação.

CTRL + F1 Esconder barra de ferramentas.

CTRL + F2 Visualizar impressão.

Questão 2022 CESPE (CEBRASPE) Polícia Civil do Estado de Alagoas Delegado de Polícia

4000829894

Em relação à segurança na Internet, periféricos de computadores, computação em nuvem e


editores de texto e planilhas eletrônicas, julgue os seguintes itens.

Suponha que seja necessário criar, na última página de determinado boletim de ocorrência
elaborado no Microsoft Word 365, um vínculo, sob a forma de link, com um gráfico inserido
no início do boletim, de modo que, ao clicar nesse link, o usuário seja direcionado até o
gráfico. Nessa situação esse vínculo pode ser criado no Microsoft Word 365, por meio da
funcionalidade Referência cruzada, que permite o acesso direto a outras partes do documento
por meio de links.

A) Certo.

B) Errado.

Solução

Gabarito: A) Certo.

CERTO

A questão está correta. Tal funcionalidade está disponível ao acessar o Microsoft Word 365,
Inserir, Links, Referência Cruzada.
Direto ao Ponto: Delta 138/209
19. Informática

Vejamos a descrição da funcionalidade Inserir Referência Cruzada: “Faça referência a lugares


específicos no seu documento, como títulos, ilustrações e tabelas. Uma referência cruzada é
um hiperlink no qual o rótulo é gerado automaticamente. É ótimo para o caso de você querer
incluir o nome do item ao qual está fazendo referência”. Vejamos onde encontrar tal
funcionalidade:

Logo, a Referência Cruzada é uma espécie de link para outras partes do documento ou trecho
de um arquivo do Word.

O Link, por sua vez, comumente se refere a um conteúdo da internet e é assim descrito:
“Criar um link no documento para rápido acesso a páginas da Web e arquivos. Os hiperlinks
também podem levá-lo a locais no documento.”

Questão 2021 CESPE (CEBRASPE) Polícia Civil do Estado do Paraíba Delegado de Polícia

4000796653

Durante a edição colaborativa de um texto no Microsoft Word, é possível realizar controle de


versão e visualizar inclusões ou exclusões feitas pelos revisores ou editores por meio da
opção

Direto ao Ponto: Delta 139/209


19. Informática

A) Ortografia e Gramática.

B) Compartilhar.

C) Controlar Alterações.

D) Novo Comentário.

E) Referência Cruzada.

Solução

Gabarito: C) Controlar Alterações.

A resposta correta é a letra C, pois a opção Controlar Alterações, presente na guia Revisão,
oferece ao usuário responsável pelo documento uma maneira fácil e prática de registrar todas
as alterações realizadas pelos colegas de trabalho, de maneira fáceis de identificar no
documento em edição. Essas alterações aparecem como sugestões de alterações quando o
usuário receber o documento de volta, podendo aceitar ou rejeitar essas mudanças no
documento.

A alternativa letra A está errada, pois a opção de Ortografia e Gramática, após ser acionada,
abrirá uma janela para verificar o documento em busca de palavras desconhecidas ao
dicionário do programa.

A alternativa letra B está errada, pois a opção Compartilhar permite ao usuário compartilhar o
documento na internet com seus colegas, mas não terá qualquer forma de controle e registro
das alterações e mudanças aplicadas no documento.

A alternativa letra D está errada, pois a opção Novo Comentário, assim como o nome já diz,
apresenta um comentário sobre trechos do documento, mas não necessariamente serão
comentários nas alterações realizadas.

A alternativa letra E está errada, pois a opção Referência Cruzada permite criar referencias
para citações de figuras, tabelas, quadros, entre outros.

Direto ao Ponto: Delta 140/209


19. Informática

Questão 2022 VUNESP Polícia Civil do Estado de São Paulo Delegado de Polícia

4000802119

Um delegado de polícia está editando o texto de um inquérito no Microsoft Word 2016 e


percebe que a cor da fonte de um parágrafo está diferente do restante do documento.

Para corrigir esta distorção, o delegado pode utilizar um recurso do grupo “Área de
Transferência”, da guia “Página Inicial”, que copia a formatação de um local, no caso, um
parágrafo com a cor da fonte correta, e aplica esta formatação a outro local, no caso, o
parágrafo com a distorção.

O enunciado refere-se ao recurso:

A) Limpar Formatação.

B) Alterar Estilos

C) Pincel de Formatação

D) Espaçamento de Linha e Parágrafo.

E) Cor da Fonte.

Solução

Gabarito: C) Pincel de Formatação

Direto ao Ponto: Delta 141/209


19. Informática

Microsoft Excel

O Microsoft Excel é um software de planilha eletrônica desenvolvido pela Microsoft. Ele é


amplamente utilizado para organizar dados em tabelas, realizar cálculos complexos através de
fórmulas, criar gráficos e analisar informações para tomada de decisões. O Excel é parte do
pacote Microsoft Office e é essencial em muitas atividades empresariais e acadêmicas,
facilitando tarefas como gestão financeira, análise de dados, e planejamento estratégico.

Além das opções visíveis, como Salvar, Desfazer e Refazer, na setinha ao lado é possível
personalizar a Barra de Acesso Rápido, incluindo itens de seu interesse.

PRINCIPAIS GUIAS DO MS-EXCEL 2016

P A R E I LA FO DA
PÁGINA ARQUIVO REVISÃO EXIBIR/ INSERIR LAYOUT FÓRMULAS DADOS
INICIAL DA
EXIBIÇÃO PÁGINA

GUIAS FIXAS – EXISTEM NO MS-EXCEL, MS-WORD E GUIAS VARIÁVEIS


MS-POWERPOINT

Direto ao Ponto: Delta 142/209


19. Informática

NOMENCLATURA DO MS-WORD NOMENCLATURA DO MS-EXCEL

Documento Pasta

Página Planilha

PRINCIPAIS FORMATOS DE PASTAS DE TRABALHO

.XLS Excel 97-2003

.XLSX Versões Posteriores

Direto ao Ponto: Delta 143/209


19. Informática

FORMATOS SUPORTADOS PELO EXCEL

.xlsx .xlsm .xlsb .xltx .xltm .xls

.xlt .xml .xlam .xla .xlw .xlr

.prn .txt .csv .dif .slk .dbf

.ods .pdf .xps

Direto ao Ponto: Delta 144/209


19. Informática

CONCEITO DESCRIÇÃO

FÓRMULA Sequência de valores constantes, operadores, referências a células e, até mesmo,


outras funções pré-definidas.

FUNÇÃO Fórmula predefinida (ou automática) que permite executar cálculos de forma
simplificada.

COMPONENTES DE DESCRIÇÃO
FÓRMULAS

CONSTANTES Valor fixo ou estático que não é modificado no MS-Excel. Ex: caso
você digite 15 em uma célula, esse valor não será modificado por
outras fórmulas ou funções.

OPERADORES Especificam o tipo de cálculo que se pretende efetuar nos elementos


de uma fórmula, tal como: adição, subtração, multiplicação ou
divisão.

REFERÊNCIAS Localização de uma célula ou intervalo de células. Deste modo,


pode-se usar dados que estão espalhados na planilha – e até em
outras planilhas – em uma fórmula.

FUNÇÕES Fórmulas predefinidas capazes de efetuar cálculos simples ou


complexos utilizando argumentos em uma sintaxe específica.

Direto ao Ponto: Delta 145/209


19. Informática

OPERADORES ARITMÉTICOS

Permite realizar operações matemáticas básicas capazes de produzir resultados numéricos.

OPERADOR DESCRIÇÃO SIGNIFICADO EXEMPLO RESULTADO

+ Sinal de Adição Adição = 3+3 6

- Sinal de Subtração Subtração = 3-1 2

Negação = -1 -1

* Asterisco Multiplicação = 3*3 9

/ Barra Divisão = 15/3 5

% Símbolo de Porcentagem Porcentagem = 20% * 20 4

^ Acento Circunflexo Exponenciação = 3^2 9

OPERADORES COMPARATIVOS

Permitem comparar valores, resultando em um valor lógico de Verdadeiro ou Falso.

Operador Descrição Significado Exemplo

= Sinal de Igual Igual a A1 = B1

> Sinal de Maior Maior que A1 > B1

< Sinal de Menor Menor que A1 < B1

>= Sinal de Maior ou Igual Maior ou Igual a A1 >= B1

<= Sinal de Menor ou Igual Menor ou Igual a A1 <= B1

<> Sinal de Diferente Diferente de A1 <> B1

Direto ao Ponto: Delta 146/209


19. Informática

OPERADORES DE CONCATENAÇÃO DE TEXTOS

Permite concatenar ou combinar uma ou mais cadeias de texto para produzir um único texto.

OPERADOR DESCRIÇÃO SIGNIFICADO EXEMPLO RESULTADO

& “E” Liga ou concatena dois valores e = “Pink” & “ “Pink Floyd”
Comercial produz um valor de texto contínuo Floyd”

OPERADORES DE REFERÊNCIA

Permitem combinar intervalos de células para cálculos.

Operador Descrição Significado Exemplo

: Dois- Operador de intervalo que produz uma referência a B5:B15


pontos [6] todas as células entre duas referências, incluindo as
duas referências. De forma abstrata, o dois-pontos
significa “até” (Ex: de B5 a B15).

; Ponto-e- Operador de união que combina várias referências SOMA(B5; B8;


Vírgula em uma só. De forma abstrata, o ponto-e-vírgula B9; B11;
significa “e” (Ex: de B5 e B8 e B9 e B11 e B13 a B15). B13:B15)

espaço Operador de interseção, que devolve uma referência B7:D7 C6:C8


a células comuns e os intervalos na fórmula. Neste
exemplo, célula C7 é encontrada em ambos os
intervalos de, para que fique interseção.

Direto ao Ponto: Delta 147/209


19. Informática

PRECEDÊNCIA DE OPERADORES

“;”, “ “ e “,” Operadores de referência

- Subtração/Negação

% Porcentagem

^ Exponenciação/Radiciação

*e/ Multiplicação e Divisão

+e- Adição e Subtração

& Conecta duas sequências de texto

=, <>, <=, >=, <> Comparação

Direto ao Ponto: Delta 148/209


19. Informática

EXEMPLOS DE UTILIZAÇÃO DE REFERÊNCIAS

PARA FAZER REFERÊNCIA... ... UTILIZE ...

... à célula na coluna A e linha 10 ... ... A10

... ao intervalo de células na coluna A e linhas 10 a 20 ... ... A10:A20

... ao intervalo de células na linha 15 e colunas B a E ... ... B15:E15

... a todas as células na linha 5 ... ... 5:5

... a todas as células nas linhas 5 a 10 ... ... 5:10

... a todas as células na coluna H ... ... H:H

... a todas as células nas colunas H a J ... ... H:J

TIPO DE EXEMPLO DESCRIÇÃO


REFERÊNCIA

RELATIVA A1 Ao copiar, tanto os valores da coluna quanto da linha serão


atualizados.

MISTA A$1 Linha absoluta e coluna relativa. Ao copiar, a linha


permanecerá inalterada, porém a coluna mudará.

$A1 Linha relativa e coluna absoluta. Ao copiar, apenas a linha irá


mudar. Já a coluna permanecerá inalterada.

ABSOLUTA $A$1 Linha e coluna absoluta. Ao copiar, tanto a linha quanto a


coluna permanecem inalteradas.

Direto ao Ponto: Delta 149/209


19. Informática

FUNÇÃO ALEATÓRIO( )

=ALEATÓRIO() Retorna um número aleatório real maior que ou igual a zero e menor que um.
Um novo número aleatório real é retornado sempre que a planilha é
calculada.

FUNÇÃO ARRED( )

=ARRED (Número; Quantidade de Arredonda um número para um número especificado


Dígitos) de dígitos.

Direto ao Ponto: Delta 150/209


19. Informática

FUNÇÃO MOD ( )

=MOD(Dividendo; Retorna o resto da divisão de Dividendo por Divisor, sendo que o


Divisor) resultado possui o mesmo sinal que divisor.

FUNÇÃO MULT ( )

=MULT(Número1; … ; NúmeroN) Retorna o produto de um conjunto de valores.

FUNÇÃO POTÊNCIA ( )

=POTÊNCIA Retorna o resultado de um número elevado a uma potência. Não é uma


função muito usada, devido ao fato de existir operador matemático
(Número; equivalente (^).
Potência)

FUNÇÃO SOMA ( )

=SOMA(Número1; … ; NúmeroN) Retorna a soma de um conjunto de valores.

FUNÇÃO SOMASE( )

=SOMASE Retorna a soma dos valores em um intervalo que atendem aos critérios
que especificado. Quando se utilizam dois intervalos, o critério a ser
(Intervalo; Critério; somado fica sempre no final da fórmula.
[Intervalo de Soma])

Direto ao Ponto: Delta 151/209


19. Informática

FUNÇÃO SOMASES( )

=SOMASES Retorna a soma de um conjunto de argumentos que atendem a um


ou mais vários critérios. Por exemplo: você usaria essa função para
(IntervaloSoma; somar o número de revendedores no país que (1) residem em um
IntervaloCritério1; único CEP e (2) cujos lucros excedem um valor específico em
Critério1; ... ; dólares.

IntervaloCritérioN;
CritérioN)

FUNÇÃO TRUNCAR( )

=TRUNCAR Trunca um número até um número inteiro, removendo a parte decimal ou


fracionária de um número. Não arredonda nenhum dígito, só descarta.
(Número; Diferentemente da função do arredondamento, a função truncar vai eliminar
Quantidade de a parte decimal ou fracionária, independentemente da casa decimal.
Dígitos)

FUNÇÃO CONT.NÚM( )

=[Link](Valor1; ... ; Retorna a quantidade de células de um conjunto de valores que


ValorN) contêm números.

FUNÇÃO [Link] ( )

=[Link]( Retorna a quantidade de células de um conjunto de valores que não estão


vazias, isto é, possuam algum valor, independentemente do tipo de dado.
Valor1; ... ; ValorN)

Direto ao Ponto: Delta 152/209


19. Informática

FUNÇÃO [Link] ( )

=[Link] Retorna a quantidade de células dentro de um conjunto de valores que


satisfazem a um critério ou condição – ignora as células em branco durante a
(Intervalo; contagem. Não confundam com a Função [Link] (que retorna a soma e,
Critério) não, quantidade).

FUNÇÃO [Link] ( )

=[Link] Retorna a quantidade de vezes que um conjunto de


critérios são atendidos em um intervalo de valores.
(IntervaloCritérios1, Critérios1,
[IntervaloCritérios2, Critérios2])

FUNÇÃO MÉDIA ( )

=MÉDIA(Número1; … ; Retorna a média aritmética simples de um conjunto de valores, isto


NúmeroN) é, a divisão da soma de um conjunto de valores pela quantidade de
valores.

FUNÇÃO MÍNIMO ( )

=MÍNIMO(Número1; … ; NúmeroN) Retorna o menor número na lista de argumentos.

FUNÇÃO MÁXIMO ( )

=MÁXIMO(Número1; …; NúmeroN) Retorna o valor máximo de um conjunto de valores.

Direto ao Ponto: Delta 153/209


19. Informática

FUNÇÃO MENOR ( )

=MENOR(Número1; … ; Retorna o k-ésimo menor valor de um conjunto de dados, isto é, o


NúmeroN; k) terceiro menor, o segundo menor, etc. Caso k seja igual a 1, a função
será equivalente à função MÍNIMO(), mas vale ressaltar que o k é um
argumento indispensável para a função.

FUNÇÃO MAIOR ( )

=MAIOR(Número1; Retorna o k-ésimo maior valor de um conjunto de dados, isto é, o terceiro


maior, o segundo maior, etc. Caso k seja igual a 1, a função será
…; NúmeroN; k) equivalente à função MÁXIMO(), mas vale ressaltar que o k é um
argumento indispensável para a função.

FUNÇÃO PROCV( )

=PROCV Usada quando precisar localizar algo em linhas de uma tabela ou de um


intervalo. Procura um valor na coluna à esquerda de uma tabela e
(ValorProcurado; retorna o valor na mesma linha de uma coluna especificada. Muito
IntervaloDeBusca; utilizado para reduzir o trabalho de digitação e aumentar a integridade
dos dados através da utilização de tabelas relacionadas.
ColunaDeRetorno;

[Exatidão])

FUNÇÃO PROCH ( )

=PROCH Procura um valor na linha do topo de uma tabela e retorna o valor


na mesma coluna de uma linha especificada. O H de PROCH
(ValorProcurado; significa "Horizontal."
IntervaloDeBusca;

LinhaDeRetorno;

[Exatidão])

Direto ao Ponto: Delta 154/209


19. Informática

FUNÇÃO ESCOLHER ( )

=ESCOLHER(k, valor1, Retorna um valor entre 254 valores que se baseie no número de
[valor2], ...) índice k. Dado um índice e uma lista de valores, retorna o k-ésimo
elemento da lista.

FUNÇÃO SE( )

SE(Teste; Valor se Teste for Dado um teste lógico, retorna o segundo argumento se o
Verdadeiro; Valor se Teste for teste lógico retornar verdadeiro e retorna o terceiro
Falso) argumento se o teste lógico for falso.

FUNÇÃO CONCATENAR()

=CONCATENAR Agrupa/junta cadeias de texto em uma única sequência de texto – aspas


são necessárias para acrescentar um espaço ou outros textos entre as
(Texto1; … ; palavras.
TextoN)

FUNÇÃO ESQUERDA()

=ESQUERDA(Texto; Retorna os k-ésimos primeiros caracteres à esquerda de uma cadeia


k) de texto.

FUNÇÃO DIREITA()

=DIREITA(Texto; k) Retorna os k-ésimos últimos caracteres à direita de uma cadeia de texto.

Direto ao Ponto: Delta 155/209


19. Informática

FUNÇÃO HOJE()

=HOJE() Retorna a data atual. Data dinâmica, obtida através do sistema operacional, logo a
função dispensa argumentos.

FUNÇÃO AGORA()

=AGORA() Retorna a data e a hora atual. Data e hora dinâmica, obtida através do sistema
operacional, logo a função dispensa argumentos.

FUNÇÃO [Link] ()

=[Link]() Retorna o dia da semana correspondente a uma data. O dia é dado


como um inteiro, variando – por padrão – de 1 (domingo) a 7 (sábado).
Quando se insere um número inteiro, considera-se que se trata da
quantidade de dias desde 01/01/1900 (Data Inicial).

Direto ao Ponto: Delta 156/209


19. Informática

Direto ao Ponto: Delta 157/209


19. Informática

FUNÇÃO VF( )

=VF(taxa; nper; Calcula o Valor Futuro (VF) de um investimento com base em uma taxa de
pgto; [vp]; [tipo]) juros constante. Você pode usar a função com pagamentos periódicos e
constantes ou um pagamento de quantia única.

FUNÇÃO VP( )

=VP(taxa; nper; Calcula o Valor Presente (VP) de um empréstimo ou investimento com base
pgto; [vp]; em uma taxa de juros constante. Você pode usar essa função com
[tipo]) pagamentos periódicos e constantes (como um empréstimo) ou um valor
futuro que é sua meta de investimento.

FUNÇÃO TAXA( )

=TAXA(nper, pgto, Essa função retorna a taxa de juros por período de anuidade. Ela é
vp, [vf], [tipo], utilizada para calcular a taxa de juros de um investimento ou
[estimativa]) empréstimo com base em pagamentos periódicos e um valor futuro
(valor de resgate).

FUNÇÃO NPER( )

=NPER(taxa, pgto, Essa função retorna o número de períodos para investimento de acordo
vp, [vf], [tipo]) com pagamentos constantes e periódicos e uma taxa de juros
constante.

Direto ao Ponto: Delta 158/209


19. Informática

FUNÇÃO NPER( )

=PGTO(taxa, nper, vp, Essa função calcula o pagamento de um empréstimo de acordo com
[vf], [tipo]) pagamentos constantes e com uma taxa de juros constante.

TIPO DE DESCRIÇÃO
ERRO

#NOME? Erro apresentado quando o MS-Excel não é capaz de identificar algum texto na
composição de sua fórmula como, por exemplo, o nome de uma função que
tenha sido digitado incorretamente. Exemplo: eu vou inserir a função =SOMA,
mas - ao digitar - insiro =SOM.

####### Erro apresentado quando a célula contiver dados mais largos que a coluna ou
quando se subtrai datas ou horas e o resultado é um número negativo. Em outras
palavras, o tamanho da coluna NÃO é suficiente para exibir o seu valor (faça o
teste: só ocorre com números).

#VALOR! Erro apresentado quando a fórmula possui um VALOR errado de argumento.


Exemplo 1: eu digito =A4;A5 – o correto seria =SOMA(A4;A5). Exemplo 2: eu
digito 63 + A – não é possível somar números com letras.

#DIV/0! Erro apresentado quando se tenta DIVidir um número por 0 (zero) ou por uma
célula em branco.

#REF! Erro apresentado quando se apaga um intervalo de células cujas REFerências


estão incluídas em uma fórmula. Sempre que uma referência a células ou
intervalos não puder ser identificada pelo MS-Excel, será exibida esta mensagem
de erro; ou também se você apagou algum dado que fazia parte de outra
operação, nessa outra operação será exibido o #REF!.

#NÚM! Erro apresentando quando são encontrados valores NUMéricos inválidos em uma
fórmula ou quando o resultado retornado pela fórmula é muito pequeno ou
muito grande, extrapolando, assim, os limites do Excel. Exemplo: =MÊS(35) – 35
dias corresponde ao mês 2 (Fevereiro); =MÊS(295) – 295 dias corresponde ao
mês 10; =MÊS(-5) – o resultado será #NUM visto que não há mês negativo.

#NULO! Erro apresentado quando uma referência a dois intervalos de uma intercessão
não é interceptada de fato ou se você omitir os dois-pontos (:) em uma
referência de intervalo – Ex: =Soma(A1 A7).

Direto ao Ponto: Delta 159/209


19. Informática

ATALHOS IMPORTANTES DESCRIÇÃO

PAGE DOWN Move a tela para baixo.

PAGE UP Move a tela para cima.

ALT+PAGE DOWN Move a tela para a direita.

ALT+PAGE UP Move a tela para esquerda.

TAB Move a seleção da célula para a direita.

SHIFT+TAB Move a seleção da célula para a esquerda.

HOME Move a seleção da célula para a primeira célula da coluna.

CTRL+HOME Move a seleção da célula para o início da planilha.

CTRL+END Move a seleção da célula para a o último dado da planilha.

CTRL+L / CTRL+U Abre a opção de Localizar e Substituir.

CTRL+G (OU F5) Abre a caixa de "Ir para".

CTRL+SETAS Move a seleção da célula para as extremidades onde contém


conteúdo.

SHIFT + ESPAÇO Seleciona a linha inteira.

CTRL + ESPAÇO Seleciona a coluna inteira.

CTRL + SHIFT + ESPAÇO Seleciona todas as células que estão ao redor da célula
selecionada.

CTRL+SHIFT+PAGE Seleciona a atual e próxima pasta de trabalho.


DOWN

CTRL+SHIFT+PAGE UP Seleciona a atual e a pasta de trabalho anterior.

CTRL+SHIFT+O Seleciona todas as células que têm comentários.

Direto ao Ponto: Delta 160/209


19. Informática

SHIFT+SETAS Seleciona as células, uma por uma.

CTRL+SHIFT+SETAS Expande a seleção das células para as extremidades, onde


contém dados.

SHIFT+PAGE DOWN Expande a seleção das células para baixo.

SHIFT+PAGE UP Expande a seleção das células para cima.

SHIFT+HOME Seleciona toda a linha até a primeira coluna da planilha.

CTRL+SHIFT+HOME Seleciona as células acima de onde está a seleção atual.

CTRL+SHIFT+END Seleciona as células abaixo de onde está a seleção atual.

SHIFT+BACKSPACE Seleciona somente a célula ativa quando várias células estão


selecionadas.

ENTER Move a seleção da célula para baixo.

SHIFT+ENTER Move a seleção da célula para cima.

TAB Move a seleção da célula para direita.

SHIFT + TAB Move a seleção da célula para esquerda.

ESC Cancela a seleção.

SHIFT+SETAS Seleciona as letras dentro da célula. Letra por letra.

CTRL+SHIFT+SETAS Seleciona as palavras dentro da célula. Palavra por palavra.

SHIFT+HOME / Seleciona toda a frase dentro das células.


SHIFT+END

CTRL+Z Desfaz a última ação.

CTRL+Y Refaz a última ação.

CTRL+C Copiar Células ou conteúdo.

Direto ao Ponto: Delta 161/209


19. Informática

CTRL+X Recorta Células ou conteúdo.

CTRL+V Cola Células ou conteúdo.

F2 O cursor fica ativo para edição do conteúdo que está dentro da


célula.

ALT+ENTER Iniciar uma nova linha dentro da mesma célula.

ENTER Muda para a célula abaixo.

HIFT+ENTER Move a seleção para a célula de cima.

TAB/SHIFT + TAB Move a seleção da célula para direita e esquerda.

ESC Cancela a edição de dentro da célula.

CTRL + ; Insere a data atual na célula.

CRTL + SHIFT + ; Insere a hora atual na célula.

CRTL+T Seleciona todas as células.

CRTL+D Copia e cola o conteúdo da célula de cima.

CRTL+L Localizar conteúdo nas células.

CTRL + MENOS Deletar célula/linha/Coluna (abre menu para escolha).

CTRL + SHIFT + MAIS Incluir célula/linha/Coluna (abre menu para escolha).

SHIFT+F2 Incluir comentário.

SHIFT + F10 Abre as opção de formatação de célula (mesmo menu do botão


direito do mouse).

ALT+F1 Insere Gráfico com a atual seleção das células.

F11 Insere Gráfico com a atual seleção das células em outra página.

CTRL+K Insere Hiperlink.

Direto ao Ponto: Delta 162/209


19. Informática

CTRL+9 Oculta linhas selecionadas.

CTRL+0 Oculta colunas selecionadas.

ALT + SHIFT + à Agrupar linhas e/ou colunas.

ALT + SHIFT + ß Desagrupar linhas e/ou colunas.

= Iniciar fórmula.

ALT + = Insere Fórmula SOMA.

SHIFT + F3 Mostra caixa de opções para inserção de fórmulas.

F4 Fixa linhas e colunas na fórmula.

CTRL + SHIFT + U Expande a barra de fórmulas.

CTRL + F3 Define nome ou diálogo.

CTRL + SHIFT + F3 Cria nomes a partir da seleção.

CTRL+N Colocar um texto em negrito.

CTRL+TAB Move para a próxima pasta de trabalho.

CTRL+SHIFT+TAB Move para a pasta de trabalho anterior.

CTRL+PAGE DOWN Move para a próxima planilha na pasta de trabalho.

CTRL+PAGE UP Move para a planilha anterior na pasta de trabalho.

ALT+SPACE Abre menu de controle do Excel.

CTRL+F9 Minimiza a janela do Excel.

CTRL+F10 Maximiza ou restaura a janela do Excel.

ALT+F4 Fecha a janela do Excel.

Direto ao Ponto: Delta 163/209


19. Informática

Questão 2022 IBFC Polícia Civil do Estado da Bahia Delegado de Polícia

4000802478

Com base na planilha eletrônica abaixo, assinale a alternativa que apresenta o resultado da
fórmula: =(SOMA(A2:C2)/(B1-B2)+A1)/C1

A) 10 (dez)

B) 8 (oito)

C) 6 (seis)

D) 2 (dois)

E) 4 (quatro)

Solução

Gabarito: D) 2 (dois)

Questão 2022 VUNESP Polícia Civil do Estado de São Paulo Delegado de Polícia

Direto ao Ponto: Delta 164/209


19. Informática

4000802117

Considere os softwares em sua configuração padrão para responder às questões de número

A) =[Link](A2:A101; "Daniela Silva")

B) =[Link](A1:K1; "Daniela Silva")

C) =[Link](A2:K2; "Daniela Silva")

D) =[Link](A2:K2; "Daniela Silva")

E) =[Link](A2:A101; "Daniela Silva")

Solução

Gabarito: E) =[Link](A2:A101; "Daniela Silva")

Microsoft Windows 10

WINDOWS

O Microsoft Windows é um sistema operacional desenvolvido pela Microsoft, usado para


gerenciar hardware e software em computadores pessoais, servidores e dispositivos embutidos.
Com uma interface gráfica do usuário, o Windows facilita a interação do usuário com o sistema
através de janelas, ícones e menus. Ele é conhecido pela sua ampla compatibilidade com várias
aplicações e dispositivos, oferecendo suporte a uma vasta gama de programas e serviços.

Desde seu lançamento em 1985, tornou-se o sistema operacional mais utilizado no mundo para
computadores pessoais. Vejamos os requisitos mínimos para sua instalação

Direto ao Ponto: Delta 165/209


19. Informática

REQUISITOS MÍNIMOS

ARQUITETURA x86 (32 Bits) x64 (64 Bits)

PROCESSADOR 1 Ghz 1 Ghz

MEMÓRIA (RAM) 1 Gb 2 Gb

ESPAÇO LIVRE (HD) 16 Gb 20 Gb

Agora vejamos as principais versões do Windows 10:

VERSÕES DESCRIÇÃO

WINDOWS 10 O Windows 10 Home foi projetado para uso em PCs, tablets e PCs 2-em-1.
Inclui todos os recursos direcionados ao consumidor.
HOME

WINDOWS 10 O Windows 10 Pro inclui todos os recursos do Windows 10 Home, com


recursos adicionais voltados para ambientes de negócios, como o Active
PRO Directory, a Área de Trabalho Remota, o BitLocker, o Hyper-V e o Windows
Defender Device Guard.

WINDOWS 10 O Windows 10 Education é distribuído através do Licenciamento por


EDUCATION Volume Acadêmico. Essa versão possui alguns recursos a menos do que o
Windows 10 Enterprise.

WINDOWS 10 O Windows 10 Enterprise fornece todos os recursos do Windows 10 Pro,


ENTERPRISE com recursos adicionais para ajudar com organizações baseadas em TI. O
Windows 10 Enterprise é configurável em três filiais, canal semestral, canal
semestral (segmentado) e Windows Insider.

A imagem seguinte apresenta a Barra de Tarefas: uma área especial que controla o
funcionamento de todos os programas e janelas. Ela aparece por padrão na parte inferior da
Área de Trabalho, entretanto – caso não esteja fixada – pode ser deslocada para qualquer um
dos quatro cantos da tela. Ela pode ser dividida basicamente em quatro partes: Botão Iniciar;
Ícones Fixados; Área de Notificação e Botão de Mostrar Área de Trabalho.

Direto ao Ponto: Delta 166/209


19. Informática

A Área de Notificação possui diversos ícones. É possível escolher qual deles será exibido
ocultados, como Mídia Removível, Windows Defender, Nível de Energia, etc. Vejam abaixo:

A seguir, vejamos como é a interface de uma janela:

A Faixa de Opções é aquele conjunto de opções de funcionalidades exibidas na parte superior e


agrupadas por temas para que os usuários localizem as ferramentas com mais facilidade.
Existem três componentes fundamentais na Faixa de Opções, quais sejam: Guias, Grupos e
Botões de Ação/Comandos. Basicamente, Guias são compostas por Grupos, que são compostos
por Botões de Ação ou Comandos – como mostra a imagem abaixo.

Direto ao Ponto: Delta 167/209


19. Informática

Cada guia representa uma área e contém comandos reunidos por grupos de funcionalidades em
comum. Como assim, professor? Vejam só: na Guia Exibir, nós temos os comandos que tratam
de tudo que será apresentado ou não em uma pasta. Essa guia é dividida em grupos, como
Painéis, Layout, Exibição Atual e Mostrar/Ocultar. E, dentro do Grupo, nós temos vários
comandos de funcionalidades em comum.

O Painel de Controle do Windows 10 pode ser exibido em três modos, modo ícones pequenos,
modo ícones grandes e modo categoria, sendo este o padrão. O modo de exibição por
categorias apresenta oito categorias em que as principais tarefas estão disponíveis sob o nome
da respectiva categoria – veremos todas elas abaixo. Galera, a maioria das questões pergunta
apenas qual é a categoria de determinada subcategoria ou a subcategoria de determinada
categoria.

Direto ao Ponto: Delta 168/209


19. Informática

ITEM DE MENU DESCRIÇÃO

SISTEMA E Como um Opala 71, o Windows precisa de manutenção ocasional.


SEGURANÇA Nesta categoria, é possível descobrir como acelerar o Windows, liberar
espaço no disco rígido, fazer backup dos seus dados, criar um ponto
de restauração, desfragmentar o disco, tratar do Firewall do Windows,
do Windows Update, do Windows Defender(responsável pela
realização de varreduras de malwares, por meio da verificação
contínua de arquivos) e do Controle Parental. Enfim, trata de um
bocado de configurações do sistema, opções de segurança e
ferramentas administrativas.

REDES E INTERNET A categoria Rede e Internet permite visualizar o status de sua rede;
configurar uma conexão de banda larga, discada ou VPN; permite
configurar um roteador ou ponto de acesso; permite solucionar
problemas de rede; permite diagnosticar e reparar problemas de rede
ou obter informações sobre como solucionar problemas; permite
alterar configurações de um adaptador de rede e alterar configurações
de compartilhamento avançado.

HARDWARE E SONS Nessa categoria, é possível tratar da configuração de diversos


dispositivos periféricos; adicionar dispositivos; configurar impressoras e
mouses; alterar configurações padrão para mídia ou dispositivos;
reproduzir CDs ou outras mídias automaticamente; ajustar
configurações de som; ajustar volume e alterar sons do sistema;
gerenciar os dispositivos de áudio; alterar configurações de economia
de energia; funcionamento de botões de energia; entre outros.

PROGRAMAS A categoria Programas permite desinstalar um programa; ativar ou


desativar recursos do Windows; exibir atualizações instaladas; executar
programas criados para versões anteriores do Windows; alterar as
configurações padrão para a mídia ou dispositivos; exibir configurações
do Painel de Controle do Java; entre outros.

CONTAS DE A categoria de Contas de Usuário permite alterar o nome e tipo de


USUÁRIO conta; remover contas de usuário; exibir e excluir informações de logon
salvas para sites, aplicativos conectados e redes; configurar
propriedades de perfil de usuário avançado; alterar variáveis de
ambiente; alterar configurações de e-mail; entre outros.

APARÊNCIA E Permite alterar propriedades de navegação e barra de tarefas; permite


PERSONALIZAÇÃO configurar a central de facilidade de acesso; acomodar deficiência
visual; utilizar leitor de tela; ativar teclas de fácil acesso; ativar ou
desativar o alto contraste; alterar opções do explorador de arquivos;

Direto ao Ponto: Delta 169/209


19. Informática

especificar o clique simples ou duplo para abrir; mostrar pastas e


arquivos ocultos; visualizar, excluir ou mostrar e ocultar fontes; alterar
configurações de fontes; entre outros.

RELÓGIO E REGIÃO Essa categoria permite alterar as configurações de data, hora, idioma,
fuso horário e região no Windows. Você pode adicionar relógios
adicionais com fusos diferentes, alterar o formato utilizado de data e
hora, entre outros. Nas versões anteriores, essa opção era chamada de
Relógio, Idioma e Região.

FACILIDADE DE Na categoria Facilidade de Acesso, permite-se que o Windows sugira


ACESSO configurações; otimizar exibição visual; substituir os sons por
indicações visuais; alterar o funcionamento do mouse; alterar o
funcionamento do teclado; iniciar o reconhecimento de fala; configurar
microfone; entre outros. Aqui você pode configurar a lupa, o teclado
virtual, o narrador, o alto contraste, entre outros.

Vejamos como é o Painel de Controle:

Uma novidade do Windows 10 foi a janela de Configurações! Ela foi projetada para ser bem mais
amigável e parecida com o Painel de Controle que acabamos de ver. Ao abri-la, o usuário se
depara com ícones autoexplicativos e seções que abordam todos os ajustes que você
porventura queira fazer em seu computador, tais como customizações do sistema, dispositivos
conectados, redes sem fio, perfis, idiomas, recursos de acessibilidade, opções de privacidade,
backup, etc.

Direto ao Ponto: Delta 170/209


19. Informática

Um arquivo é uma coletânea de dados gravados em uma mídia para restauração posterior.
Existem diferentes tipos de arquivos: imagens, músicas, vídeos, textos, planilhas, bancos de
dados, programas, enfim... qualquer informação manipulada pela máquina – quando salva –
torna-se um arquivo. Os arquivos são representados por nomes (é recomendável que seja um
nome sugestivo) e uma extensão, separados por um ponto (Ex: [Link]).

Embora a extensão não seja obrigatória, é recomendável visto que ela estabelece o vínculo do
arquivo com o aplicativo de origem, possibilitando sua abertura de forma prática através de um
clique duplo. Caso o arquivo armazenado não possua extensão, será representado por um ícone
de uma folha em branco para indicar que não foi reconhecido. Dessa maneira, ao tentar se
executar o arquivo, como o mesmo é de formato não identificado, o usuário será obrigado a
escolher o aplicativo que será executado para abrir o arquivo conforme janela ao lado (Abrir
com).

O diretório é uma terminologia mais antiga, oriunda do DOS (Disk Operating System – utilizado
principalmente nas décadas de 80, antes do MS-Windows) que posteriormente passou a ser
tratado como pasta e hoje são equivalentes no MS-Windows. Uma pasta é um local para
guardar arquivos, dando origem a uma hierarquia organizada como uma árvore, chamada árvore
de diretórios. Cada arquivo dentro da hierarquia de diretórios pode ser especificado fornecendo-
se o caminho a partir do topo da hierarquia, conhecido como diretório raiz.

O caminho (Path Name) forma uma lista de diretórios que deve ser percorrida a partir do
diretório raiz para chegar até o arquivo, separados por barra invertida ou contra-barra (\).

Direto ao Ponto: Delta 171/209


19. Informática

O bonequinho assexuado abaixo ajuda a memorizar os nove caracteres inválidos que não podem
ser utilizados em nomes de arquivos e pastas no sistema de arquivos do Windows:

O Explorador de Arquivos é uma ferramenta que permite gerenciar arquivos, pastas e conexões
de rede, assim como realizar pesquisas. Ele é utilizado para a cópia, exclusão, organização,
movimentação e todas as atividades de gerenciamento de arquivos. Era chamado de Windows
Explorer até o Windows 8! O atalho para abri-lo é o Winkey + E! Galera, esse atalho despenca
em prova – não deixem de memorizar...

Direto ao Ponto: Delta 172/209


19. Informática

ATENÇÃO: OS ATALHOS ABAIXO SE REFEREM À VERSÃO EM PORTUGUÊS DA


FERRAMENTA

Direto ao Ponto: Delta 173/209


19. Informática

ATALHOS DESCRIÇÃO
IMPORTANTES

CTRL + A Seleciona todos os itens da Área de Trabalho (Desktop).

CTRL + C Copia os itens selecionados.

CTRL + X Recorta os itens selecionados.

CTRL + V Cola os itens selecionados.

CTRL + Z Desfaz a última ação.

CTRL + Y Refaz a última ação desfeita por meio do CTRL + Z.

CTRL + ESC Aciona o Menu Iniciar.

CTRL + SHIFT + ESC Abre o Gerenciador de Tarefas do Windows.

ALT + TAB Alterna entre as janelas abertas, exibindo uma bandeja com
miniaturas das janelas.

CTRL + ALT + DEL Exibe a tela de segurança do Windows com diversas opções.

ALT + F4 Fecha a janela atual.

DELETE Envia o item selecionado para a Lixeira do Windows.

SHIFT + DELETE Exclui o item selecionado definitivamente.

WIN + D Minimiza todas as janelas, incluindo aquelas que não suportam esse
comando.

WIN + E Abre o Explorador de Arquivos.

WIN + L Bloqueia o computador.

WIN + M Minimiza todas as janelas, exceto aquelas que não suportam esse
comando.

WIN + I Abrir a janela de Configurações do Windows.

Direto ao Ponto: Delta 174/209


19. Informática

WIN + SHIFT + M Exibe todas as janelas minimizadas pelas teclas WIN+M.

WIN + R Inicia o caixa de diálogo Executar, que permite executar um arquivo


ou programa.

WIN + PAUSE/BREAK Abre a janela de Propriedades do Sistema.

WIN + → Redimensiona a janela ativa, fazendo-a ocupar a metade direita da


tela.

WIN + ← Redimensiona a janela ativa, fazendo-a ocupar a metade esquerda


da tela.

WIN + ↑ Redimensiona a janela ativa, maximizando-a.

WIN + ↓ Redimensiona a janela ativa restaurando-a para o tamanho anterior.

F1 Abre a ajuda do Windows.

F2 Renomeia o item selecionado (pasta ou arquivo).

F3 Abre o campo de pesquisa na própria janela ativa.

F4 Abre o campo histórico de endereços, da barra de endereços.

F5 Atualiza os itens exibidos.

F6 Muda o foco do cursor entre os frames da janela.

F10 Ativa o Menu Arquivo.

F11 Alterna para exibição em tela cheia.

Questão 2022 CESPE (CEBRASPE) Polícia Civil do Estado de Alagoas Delegado de Polícia

4000829895

Em relação à segurança na Internet, periféricos de computadores, computação em nuvem e


editores de texto e planilhas eletrônicas, julgue os seguintes itens.
Direto ao Ponto: Delta 175/209
19. Informática

No Windows 11, o Microsoft Defender Antivírus é usado como o principal aplicativo para a
realização de varreduras de malwares, por meio da verificação contínua de arquivos e pela
realização de backups como prevenção de perda no caso de ataque por ransomware.

A) Certo.

B) Errado.

Solução

Gabarito: B) Errado.

ERRADO

A questão está incorreta, pois a afirmação é parcialmente correta. A primeira parte da


questão (O Microsoft Defender Antivírus é usado como o principal aplicativo para a realização
de varreduras de malwares, por meio da verificação contínua de arquivos) está certa. O
Microsoft Defender Antivírus é, de fato, uma ferramenta que acompanha o Windows e que
realiza a varredura de programas maliciosos.

Entretanto, a segunda parte da questão (e pela realização de backups como prevenção de


perda no caso de ataque por ransomware) está errada, tendo em vista que o antivírus não faz
backup, ainda que a realização de backup seja uma forma de mitigar ataques de ransomware.

Para complementar conhecimento sobre o assunto, veja essa conceituação extraída no site da
Microsoft: “O Microsoft Defender Antivírus está disponível no Windows 10 e no Windows 11 e
em versões do Windows Server.

O Microsoft Defender Antivírus é um componente importante da sua proteção da próxima


geração no Microsoft Defender para Ponto de Extremidade. Essa proteção reúne o
aprendizado de máquina, análise de big data, pesquisa aprofundada de resistência a ameaças
e a infraestrutura de nuvem da Microsoft para proteger dispositivos (ou pontos de
extremidade) em sua organização. O Microsoft Defender Antivírus está integrado ao
Windows, e funciona com o Microsoft Defender para Ponto de Extremidade para fornecer
proteção ao seu dispositivo e na nuvem.

Direto ao Ponto: Delta 176/209


19. Informática

Se estiver usando, em seu dispositivo, um produto antivírus/antimalware que não seja da


Microsoft, você poderá executar o Microsoft Defender Antivírus no modo passivo junto com a
solução de antivírus que não seja da Microsoft. Depende do sistema operacional utilizado e se
seu dispositivo está integrado ao Defender para Ponto de Extremidade.

É importante manter o Microsoft Defender Antivírus (ou qualquer solução


antivírus/antimalware) atualizado. A Microsoft lança atualizações regulares para ajudar a
garantir que seus dispositivos tenham a tecnologia mais recente para proteção contra novos
malwares e técnicas de ataque.” ([Link]
365/security/defender-endpoint/microsoft-defender-antivirus-windows?view=o365-
worldwide)

Questão 2022 CESPE (CEBRASPE) Polícia Civil do Estado de Alagoas Delegado de Polícia

4000829889

Julgue os próximos itens, relativos a procedimentos associados a Internet/intranet e ao


sistema operacional Windows.

Caso se pretenda criar uma rede de acesso específico e restrito e uma delegacia com três
departamentos, é descabida a utilização de uma intranet, pois ela restrita um único
departamento, sendo necessárias, nessa situação, três redes intranets - uma para cada
departamento - ou uma extranet que ligue os três departamentos.

A) Certo.

B) Errado.

Solução

Gabarito: B) Errado.

Direto ao Ponto: Delta 177/209


19. Informática

ERRADO

A questão está incorreta, pois a intranet não estará restrita a um único departamento e não é
necessária uma intranet para cada departamento.

A intranet é sim uma rede privada indicada para comunicação interdepartamental, com o fim
de reduzir custos e aumentar a celeridade, sendo cabível sua utilização caso se pretenda criar
uma rede de acesso específico e restrito a uma delegacia com três departamentos, mas ela
não estará restrita a cada um deles.

Para complementar o conhecimento sobre o assunto, veja essa conceituação extraída do


nosso blog: “A Intranet é uma rede de computadores, que disponibiliza um conjunto de
serviços análogo à Internet, também baseada na pilha de protocolos TCP/IP. Porém, a Intranet
é restrita a um local físico. Ou seja, é uma rede fechada, interna e exclusiva.

Empresas, órgãos públicos e outros tipos de organizações normalmente possuem Intranets,


pois precisam de uma rede de computadores similar à Internet para manter os seus serviços,
como os seus Portais Corporativos e outros recursos on-line. Contudo, por questões de
segurança, não há interesse que tais serviços estejam disponíveis para livre acesso pela
Internet. Daí a necessidade de se implantar uma Intranet.”
([Link]
diferenca/:)

Questão 2022 CESPE (CEBRASPE) Polícia Civil do Estado de Alagoas Delegado de Polícia

4000829893

Julgue os próximos itens, relativos a procedimentos associados a Internet/intranet e ao


sistema operacional Windows.

Direto ao Ponto: Delta 178/209


19. Informática

As nomenclaturas de arquivo Arquivo1*.docx, arquivo2<.pdf e arquivo:[Link] não são aceitas


no Windows 11.

A) Certo.

B) Errado.

Solução

Gabarito: A) Certo.

CERTO

A questão está correta. São nove os caracteres não aceitos em nomes de arquivos ou
diretórios no Windows 11:

\ / : * ? “ < > | (barra invertida, barra, dois pontos, asterisco, interrogação, aspas, menor que,
maior que, pipe)

Assim, as nomenclaturas da questão não são aceitas. Vejamos:

● Arquivo1*.docx não é aceito, pois contém *

● arquivo2<.pdf não é aceito, pois contém <

● arquivo:[Link] não é aceito, pois contém :

Direto ao Ponto: Delta 179/209


19. Informática

Uma dica útil para a prova é fazer o desenho do boneco (ou boneca?) do caracteres inválidos.
Segue o bizu:

Linux

Linux é um sistema operacional de código aberto baseado no Unix. É popular por sua robustez
e segurança, sendo amplamente utilizado em servidores e sistemas embutidos. O Linux é
conhecido por sua natureza modular, que permite aos usuários personalizar ou modificar o
sistema de acordo com suas necessidades. Diferentes distribuições de Linux, como Ubuntu,
Fedora e Debian, oferecem variedades de interfaces e recursos específicos, tornando-o
adaptável para diferentes ambientes, desde computadores pessoais até infraestruturas de TI
complexas.

Vejamos as principais características:

Direto ao Ponto: Delta 180/209


19. Informática

CARACTERÍSTICAS DO LINUX

É multitarefa, isto é, o sistema pode executar mais de uma aplicação ao mesmo tempo.

É multiusuário, isto é, um mesmo computador pode ter várias contas de usuário.

É preemptivo, isto é, permite a interrupção de processos.

Suporta nomes extensos de arquivos e pastas (255 caracteres).

Conectividade com outros tipos de plataformas como: Apple, Sun, Macintosh, Sparc, Unix,
Windows, DOS, etc.

Utiliza permissões de acesso à arquivos, pastas e programas em execução na memória RAM.

Proteção entre processos executados na memória RAM.

Modularização: ele só carrega para a memória o que é utilizado durante o processamento.

Não há a necessidade de reiniciar o sistema após modificar a configuração de qualquer


periférico de computador.

Em geral, não necessita de um processador potente para funcionar.

Suporta diversos dispositivos e periféricos disponíveis no mercado, tanto os novos como os


obsoletos.

Possui controles de permissão de acesso (Login e Logout).

No contexto do Linux, LILO (Linux Loader) e GRUB (GRand Unified Bootloader) são
gerenciadores ou rotinas de inicialização – também chamados de Bootloaders. LILO é um
dos mais antigos, sendo simples e eficaz, mas sem suporte a configurações durante o tempo de
inicialização. GRUB é mais moderno e flexível, permitindo alterações na configuração de boot
sem a necessidade de reiniciar o sistema. Vejamos um pouco mais:

Direto ao Ponto: Delta 181/209


19. Informática

ROTINAS DESCRIÇÃO

LILO Trata-se de um gerenciador de inicialização mais antigo – vejam que ele


tem uma interface mais simples e rústica. Era o carregador de boot mais
popular para Linux até 2001, quando o Bootloader GRUB começou a
substituí-lo.

GRUB Trata-se de um gerenciador de inicialização mais recente –ele é mais


bonito e moderno que o anterior, é mais poderoso que o LILO e suporta
um número ilimitado de entradas de sistemas operacionais, além de
permitir sistemas de arquivo maiores.

O Linux possui diversas opções de interfaces gráficas. Vejamos as principais:

INTERFACES DESCRIÇÃO

GNOME Interface simplificada e moderna, foco em usabilidade e acessibilidade,


usa o GTK+ para design.

KDE Altamente configurável, oferece uma experiência rica em recursos


visuais, usa o Qt framework, bom para usuários que querem personalizar
o ambiente.

XFCE Leve e rápido, ideal para sistemas com recursos limitados, interface
simples e eficiente.

UNITY Desenvolvido pela Canonical para Ubuntu, interface otimizada para


eficiência e facilidade de uso, boa integração com o Ubuntu.

Um usuário é alguém que possui uma identificação no sistema. Essas informações permitem ao
Linux controlar como o acesso é garantido aos usuários e o que eles podem fazer depois de
obter a permissão de acesso. Vamos conhecer os três tipos de usuário do Linux:

Direto ao Ponto: Delta 182/209


19. Informática

USUÁRIO DESCRIÇÃO

COMUM São aqueles que possuem contas para utilização do sistema operacional.
Basicamente, esses usuários possuem um diretório base
(/home/username, exemplo) e podem criar e manipular arquivos em seu
diretório e em outros diretórios, além de executar tarefas simples como
criar e editar documentos, navegar na internet, ouvir música etc. Ao
contrário do usuário administrador, o usuário comum é inviabilizado para
realização de algumas tarefas a nível de sistema. Em geral, vem com um
símbolo de cifrão ($) na linha de comando.

ADMINISTRADOR Também chamado de Root, é responsável por controlar todo o sistema e


não possui quaisquer tipos de restrições. Sempre que executado algum
software ou atividade que precise de acesso administrativo, é necessário
o root, que é chamado por meio do comando sudo. Por exemplo: sempre
que for instalar um programa ou realizar um upgrade de todo o sistema
operacional, é utilizado o comando sudo para se ter as permissões de
root e conseguir efetuar essas tarefas. Em geral, vem com um símbolo de
cerquilha (#) na linha de comando.

SISTEMA Usuários que não necessitam estar logados no sistema para controlar
alguns serviços. Estes comumente não possuem senhas e, diferentemente
dos usuários comuns, não se conectam. São contas usadas para
propósitos específicos do sistema e não são de propriedade de uma
pessoa em particular. Um exemplo desse tipo de usuário é o www-data,
que pode ser utilizado para controlar servidores web como Apache e
Nginx.

DISTRIBUIÇÕES LINUX

Trata-se de um sistema operacional criado a partir de uma coleção de software construído


sobre o Kernel do Linux. Cada distribuição possui recursos que a tornam única. Algumas
distribuições são projetadas para uso geral, enquanto outras são projetadas para um caso de
uso muito específico, como um firewall ou um servidor da Web. A escolha da distribuição que
funciona melhor para você pode levar algum tempo. As principais distribuições atualmente são:
Debian, Ubuntu, RedHat, Fedora, Suse, Mint, CentOS, Mandrake, Slackware, etc. Existem –
inclusive – distribuições brasileiras. As mais famosas são a Kurumin, Conectiva, Kalango e
Mandriva.

Todo sistema operacional necessita de uma estrutura que possa dar suporte a ele para acessar e
ler informações contidas no disco rígido. O recurso que constrói uma base lógica estrutural para
o sistema operacional é o sistema de arquivos. Como assim, professor? Um sistema de arquivos
Direto ao Ponto: Delta 183/209
19. Informática

é uma espécie de gerenciador e organizador que permitirá ao sistema operacional ler os


arquivos que estão no disco rígido – esta é a finalidade básica de um sistema de arquivos.

Imagine a seguinte situação: digamos que você necessite de um determinado documento que
está armazenado em um depósito com milhões de outros documentos, mas você não pode
pegá-lo diretamente – você deve fazê-lo por meio de um atendente. Dessa forma, você recorre
ao atendente e este lhe mostra exatamente onde está o documento que você deseja dentro
dessa estrutura lógica de organização dos arquivos. O sistema de arquivos é como esse
atendente! :)

O Sistema de Arquivos permite gravar, ler, localizar, remover e realizar funções em um


dispositivo de armazenamento – em geral, um disco rígido. Galera, a maioria dos usuários
Unix/Linux já foram ou ainda são usuários Windows. Nesse sistema operacional, existem
basicamente três sistemas de arquivos: FAT16, FAT32 e NTFS. No Linux, existem muito mais
opções, tais como: EXT2, EXT3, EXT4, RaiserFS, etc. Vamos vê-los a seguir...

USUÁRIO DESCRIÇÃO

EXT2 Um dos primeiros sistemas de arquivos utilizado nas primeiras versões do Linux foi
o EXT2 (Second Extended FileSystem) – embora ele tenha sido uma espécie de
padrão não era muito eficiente.

EXT3 Trata-se de uma versão do EXT2, porém com suporte a journaling. Essa
característica foi uma evolução e tornou o EXT3 um sistema de arquivos muito
estável e robusto.

EXT4 Este é uma espécie de versão do EXT3 que surgiu com a prerrogativa de melhorar
o desempenho de compatibilidade, formatos e limites de armazenamentos.

REISERFS Criado recentemente e suportado por quase todas as distribuições, apresenta


ótima performance, principalmente para um número muito grande de arquivos
pequenos.

O Linux organiza seus diretórios em uma estrutura hierárquica conhecida como árvore de
diretórios que segue o Padrão FHS (Filesystem Hierarchy Standard). Vejamos:

Direto ao Ponto: Delta 184/209


19. Informática

O Gerenciamento de Privilégios permite ao administrador do sistema definir políticas para


acesso aos arquivos, diretórios e programas executáveis do sistema. Como vimos, os arquivos
são organizados em diretórios e, portanto, o Linux oferece facilidades de proteção dos arquivos
e diretórios. Essas proteções são organizadas em três classes de privilégios: privilégios do dono,
privilégios de um grupo e privilégio dos outros usuários. Vamos ver isso melhor...

Direto ao Ponto: Delta 185/209


19. Informática

PRIVILÉGIO DESCRIÇÃO

DONO É a pessoa que criou o arquivo ou o diretório. O nome do dono do


arquivo/diretório é o mesmo do usuário usado para entrar no sistema
GNU/Linux. Somente o dono pode modificar as permissões de acesso do
arquivo. As permissões de acesso do dono de um arquivo somente se aplicam
ao dono do arquivo/diretório. A identificação do dono também é chamada de
User ID (UID).

GRUPO Permite que vários usuários diferentes tenham acesso a um mesmo arquivo (já
que somente o dono poderia ter acesso ao arquivo). Cada usuário pode fazer
parte de um ou mais grupos e então acessar arquivos que pertençam ao mesmo
grupo que o seu (mesmo que estes arquivos tenham outro dono). Um usuário
pode pertencer a um ou mais grupos.

OUTROS Trata-se da categoria de usuários que não são donos ou não pertencem ao
grupo do arquivo.

Em suma: dono do arquivo é normalmente aquele que criou o arquivo; o grupo é um conjunto
de usuários que tem acesso a um determinado arquivo; e outros usuários são todos aqueles que
não donos de arquivos ou que pertençam a um grupo. Além disso, cada classe de privilégio é
composta por três níveis básicos de permissões: permissão de leitura, permissão de escrita e
permissão de execução. Vamos ver em detalhes:

PERMISSÃO DESCRIÇÃO

Leitura Permissão de leitura de arquivos e listagem de conteúdo em diretórios.

[r]

Escrita Permissão de escrita em arquivos ou diretórios (inclusive deleção).

[w]

Execução Permissão de execução de arquivos ou de acesso a diretórios.

[x]

Beleza! Nós vimos que existem três classes de privilégios e esses privilégios possuem três níveis
de permissões. Agora como eu sei que determinado arquivo, por exemplo, pode ser acessado ou
modificado ou executado pelo dono, grupo ou outros usuários? Para isso, necessário identificar
alguns dados sobre esse arquivo no terminal de linha de comando. Todo arquivo terá um
conjunto de 10 caracteres que trarão todas essas informações.

Direto ao Ponto: Delta 186/209


19. Informática

Agora vejamos os principais comandos que podem ser executados no Terminal Linux:

Direto ao Ponto: Delta 187/209


19. Informática

COMANDO DESCRIÇÃO

ls Trata-se de um comando que exibe o conteúdo de diretórios (ls = list source).

cd Este comando permite ao usuário mudar o diretório de trabalho. A mudança de


diretório pode ser feita de forma sequencial ou pode ser feita de forma aleatória.

rm Este comando remove arquivos. É uma forma curta de se referir a remove


(remover).

cp Esse comando é utilizado para copiar arquivos. O arquivo de origem e o destino


da cópia podem residir em sistemas de arquivo diferentes, ou até no mesmo
diretório desde que tenham nomes diferentes.

mkdir Este comando é utilizado para criar um diretório no sistema.

pwd Este comando é extremamente simples – ele apenas mostra o nome e o


caminho do diretório atual.

cat O comando cat, do sistema operacional, Unix é usado para unir, criar e exibir
arquivos.

tar Este comando é utilizado para juntar vários arquivos em um só. O tar também é
muito usado para cópias de arquivos especiais ou dispositivos do sistema.

mv Este comando move (ou renomeia) arquivos.

find Este comando permite procurar por arquivos/diretórios no disco. Ele pode
procurar arquivos através de sua data de modificação, tamanho, etc através do
uso de opções.

chmod Trata-se do comando que permite alterar permissões de acesso de objetos do


sistema (arquivos e diretórios) – chmod vem de change mode.

grep Realiza buscas no conteúdo dos arquivos (ou input) procurando linhas que
respeitem um padrão.

kill Este comando permite enviar um sinal a um processo em execução. Caso seja
usado sem parâmetros, o kill enviará um sinal de término ao processo sendo
executado (fechará o programa).

Direto ao Ponto: Delta 188/209


19. Informática

ATALHOS DESCRIÇÃO
GENÉRICOS

ALT+F4 Permite fechar uma caixa de diálogo, página da internet ou item


utilizado no momento.

ALT+F2 Atalho utilizado para exibir a janela Executar Comando.

ALT+TAB Alterna o foco entre os aplicativos abertos e em execução de forma


concorrente.

CTRL+ALT+F5 Abre o terminal for a do ambiente gráfico – apenas em modo texto.

CTRL+ALT+T Abre o terminal em modo gráfico.

CTRL+ALT+L Bloquear o computador na tela de login.

CTRL+ALT+DEL Reiniciar o computador.

CTRL+ALT+ Finaliza a interface gráfica (Servidor X).

BACKSPACE

SHIFT + DEL Excluir permanentemente um arquivo selecionado.

F2 Renomeia um arquivo ou diretório.

F3 Pula para a próxima ocorrência da palavra que estiver pesquisando, no


Linux.

Direto ao Ponto: Delta 189/209


19. Informática

ATALHOS DE SHELL DESCRIÇÃO

CTRL+A Mover o cursor para o início da linha de comandos.

CTRL+C Cancelar a execução de algum processo rodando em primeiro plano.

CTRL+D Logout do sistema (semelhante ao comando logout ou exit).

CTRL+E Mover o cursor para o fim da linha de comandos.

CTRL+K Apagar o que estiver à direita do cursor.

CTRL+L Limpar a tela (semelhante ao comando clear).

CTRL+P Visualizar o último comando

CTRL+U Apagar o que estiver à esquerda do cursor.

CTRL+W Apagar a última palavra.

CTRL+Y Colocar o texto que foi apagado na posição atual do cursor.

CTRL+Z Para execução de um processo rodando em primeiro plano.

Questão 2020 NC UFPR Polícia Civil do Estado do Paraná Delegado de Polícia

4000791987

Considere um computador com UBUNTU v.20.4 em sua instalação padrão. No aplicativo


Arquivos, o comando para excluir permanentemente um arquivo selecionado é:

A)

B)

Direto ao Ponto: Delta 190/209


19. Informática

C)

D)

E)

Solução

Gabarito: B)

A resposta correta é a letra B, porque é o único atalho que permite aplicar a ação
apresentada.

Assim como o Windows, o Linux também possui seus comandos em atalho, para facilitar o
uso do sistema durante as atividades.

De acordo com os atalhos apresentados na questão, temos:

Del

O comando de teclado “Del” apaga rapidamente um arquivo, enviando para a lixeira, o item,
ícone ou aplicativo que já estiver previamente selecionado.

Shift + Del

Direto ao Ponto: Delta 191/209


19. Informática

O conjunto de teclas de atalho mencionado é utilizado para apagar um registro, seja um


arquivo, um ícone, uma pasta, ou programa que esteja previamente selecionado, sem que o
conteúdo seja depositado na lixeira do sistema. Ou seja, essa ação de comando excluíra
permanentemente o elemento selecionado do disco.

Já os comandos: Ctrl + Del e Alt + Del não possuem funcionalidades no sistema operacional
Linux.

Backspace

Esse comando em atalho é utilizado na janela de Arquivos para retornar ao diretório (pasta)
anterior a que o usuário estava antes de acessar o ambiente atual.

Questão 2021 Instituto AOCP Polícia Civil do Estado do Pará Delegado de Polícia

4000767776

Um comando no GNU/Linux é uma terminologia especial que pode representar uma ou mais
ações. Nesse sentido, qual é o comando que mostra o caminho inteiro de um diretório atual?

A) pwd

B) mv

C) ls

D) rm

E) df

Solução

Direto ao Ponto: Delta 192/209


19. Informática

Gabarito: A) pwd

A questão exigiu prévio conhecimento a respeito dos comandos do Linux.

Os comandos citados na questão são bem cobrados em provas, por isso, peço que preste
atenção em cada detalhe. Eu sei que é difícil de decorar todos os comandos, mas como
sugestão, busque aprender na prática, isto é, na hora do seu estudo a respeito desse tema,
procure colocar em prática cada comando, garanto que isso ajudará no aprendizado!

Hardware

Hardware corresponde à parte física ou mecânica, englobando tudo que podemos ver e/ou
tocar no computador enquanto Software corresponde à parte lógica ou virtual, englobando um
conjunto de instruções que são interpretadas e executadas por um processador.

Um computador é composto basicamente de um hardware e um software. O hardware


corresponde à parte física ou mecânica, englobando tudo que podemos ver e/ou tocar no
computador. Já o software corresponde à parte lógica ou virtual, englobando um conjunto de
instruções que são interpretadas e executadas por um processador.

EXEMPLOS DE Periféricos, Placa-Mãe, Placa de Vídeo, Placa de Rede, Placa de Som,


HARDWARE Memória RAM, Modem, Monitor, Mouse, Impressora, Cooler, Pendrive,
HD, SSD, CMOS, CPU, etc.

EXEMPLOS DE BIOS, Editor de Planilha, Editor de Texto, Editor de Apresentação, Sistema


SOFTWARE Operacional, Navegador Web, Linux, Windows, Jogos, etc.

ARQUITETURA DE VON NEUMANN

Essa arquitetura era composta de cinco componentes: Unidade Lógica e Aritmética (ULA),
Unidade de Controle (UC), Memória, Dispositivos de Entrada e Dispositivos de Saída.

Direto ao Ponto: Delta 193/209


19. Informática

As unidades de medida de um computador seguem prefixos! Em ordem crescente, temos Kilo,


Mega, Giga, Tera, Peta, etc – conforme apresenta a tabela seguinte:

MNEMÔNICO (PARA NÃO ESQUECER!)

bola Kica Muito Grande (no) teto Preto

BYTE KILO MEGA GIGA TERA Peta

Quando se utiliza o “B” maiúsculo, trata-se de bytes; quando se utiliza o “b” for minúsculo, trata-
se de bits. Logo, voltando ao detalhe importante do parágrafo anterior: o prefixo kilo equivale a
1024 quando estamos tratando de bytes, logo 1 KB (Kilobyte) = 1024 bytes; por outro lado, o
prefixo kilo equivale a 1000 quando estamos tratando de bits, logo 1 Kb (Kilobit) = 1000 bits.
Entenderam a diferença? Isso também vale para os outros prefixos...

Direto ao Ponto: Delta 194/209


19. Informática

Vamos falar sobre a classificação de periféricos e dispositivos de entrada e saída:

DISPOSITIVOS DE Input (Relação = Homem à Máquina) são as partes do hardware que


ENTRADA DE enviam dados para o processamento do computador, tais como:
DADOS Teclado, Mouse, Touchpad, Scanner, Microfone, Webcam, Mesa
Digitalizadora, etc.

DISPOSITIVO DE Output (Relação = Máquina à Homem) são as partes do hardware que


SAÍDA exibem, transmitem ou recebem informações processadas pelo
computador, tais como: Caixa de Som, Monitor, Impressora, Projetor,
DE DADOS Placa de Vídeo, etc.

DISPOSITIVO DE Input/Output (Relação = Homem à Máquina à Homem) são as partes


ENTRADA E SAÍDA do hardware que enviam dados para processamento e exibem os
resultados, tais como: Pendrive, Drive CD-RW, Modem, Tablet ou
Monitor Touchscreen, etc.

E agora vamos ver os periféricos e dispositivos de entrada e saída:

Direto ao Ponto: Delta 195/209


19. Informática

TECLADO Dispositivo de entrada que funciona como a unidade de entrada


padrão do computador, visto que ele é a principal forma de
entrada de dados para processamento.

APONTADOR Dispositivo de entrada utilizada para movimentar um cursor em


uma interface gráfica de um sistema operacional.

SCANNER Dispositivo de entrada utilizado para capturar e digitalizar imagens


e textos, isto é, transformar um documento em papel em uma
imagem digital.

MESA Dispositivo de entrada que permite desenhar utilizando uma


DIGITALIZADORA espécie de caneta, convertendo dados do formato analógico para o
formato digital.

DRIVES Dispositivos de entrada e saída utilizados para a manipulação de


discos removíveis. Não confundir com Driver.

WEBCAM Dispositivo de entrada de dados que funciona basicamente como


uma câmera conectada ao computador para realizar filmagens.

MICROFONE Dispositivo de entrada de dados capaz de capturar vibrações que


geram sons, convertê-los e armazená-los em formato digital.

MODEM Dispositivo de entrada e saída utilizado popularmente para o


acesso à Internet, modulando e demodulando sinais.

IMPRESSORA Dispositivo de saída que permite a impressão de dados (textos,


gráficos, imagens, entre outros) para um papel – também chamado
de Hard Copy.

MONITOR Dispositivo de saída padrão do computador, responsável por


transmitir informações geradas pela placa de vídeo ao usuário por
meio de imagens.

PLACA DE VÍDEO Dispositivo de saída utilizado para conectar o monitor e transferir


as imagens processadas pelo computador para ele.

TABLET Dispositivo de entrada e saída semelhante a uma prancheta que


funciona como um monitor sensível ao toque (touchscreen).

CAIXA DE SOM Dispositivo de saída utilizado para reprodução de som, fazendo


parte do conjunto de equipamentos multimídia de um

Direto ao Ponto: Delta 196/209


19. Informática

computador.

PLACA-MÃE

Também chamada de Motherboard – é a principal placa do computador, responsável pela


comunicação entre todos os componentes através de entradas denominadas genericamente de
barramentos. Trata-se de uma placa formada por um conjunto de circuitos integrados onde se
encaixam os principais componentes e periféricos de um computador como processador,
memória, disco rígido, teclado, mouse, monitor, entre outros.

BIOS Firmware pré-instalado em um chip de memória da placa-mãe responsável


pelo suporte básico de acesso ao hardware durante o processo de
inicialização do computador e também por fornecer serviços de carga de
sistemas operacionais – também chamado de boot.

BATERIA Bateria normal (CR2032) – similar àquelas utilizadas em alguns relógios –


utilizada para alimentar a CMOS (Complimentary Metal Oxide
Semiconductor).

CHIPSET O chipset é um conjunto de chips controladores – nativamente instalado na


placa-mãe – formado por diversos circuitos eletrônicos montados em uma
pastilha de silício que gerencia o funcionamento da placa-mãe.

BARRAMENTO Trata-se de um conjunto de linhas ou fios de comunicação que permitem a


interligação entre dispositivos para transmissão de informações por meio de
sinais elétricos.

Direto ao Ponto: Delta 197/209


19. Informática

TIPO DE DESCRIÇÃO
BARRAMENTO

ISA Lançado no início da década de noventa, é um tipo de barramento de


expansão utilizado nos primeiros computadores do tipo PC XT ou PC AT.
Opera com 8 bits ou 16 bits e com frequência de 4,77Mhz ou 8,33 Mhz.

EISA Como o ISA era bastante lento, ele foi criado com capacidade para operar
em 32 bits com frequências de 8,33MHz, sendo totalmente compatível com
o ISA. Era cerca de quatro vezes mais rápido, atingindo até 32 MB/s.

VLB Sucessor do EISA, apresentava total compatibilidade com os padrões


anteriores! Embora operasse em 32 bits, apresentava maior frequência – 33
MHz –, resultando em taxas de transmissão de até 133 MB/s.

PCI Esse barramento foi bastante popular por bastante tempo, sendo um padrão
criado para placas de expansão utilizadas em computadores pessoais para
transmissão de dados com periféricos.

AGP Padrão de barramento de expansão desenvolvido exclusivamente para


conectar Placas de Vídeo 3D de alta performance, visando obter uma maior
taxa de transferência entre a placa-mãe e as placas de vídeo.

PCI EXPRESS Substituto do PCI e do AGP, trata-se de um barramento mais veloz por
utilizar um recurso que permite o uso de uma ou mais interconexões seriais,
isto é, caminhos (chamados de lanes) para transferência de dados.

IDE/ATA O Padrão IDE é um padrão de interface controladora de discos e drives


desenvolvido por empresas fabricantes de discos rígidos que – após serem
certificados deu origem ao Padrão ATA.

SATA Trata-se do sucessor do Padrão ATA, cuja maior diferença é sua transmissão
serial de dados. É bastante utilizada para conexão de discos rígidos e drives
ópticos.

SCSI Tipo de barramento paralelo – utilizado principalmente em servidores – que


permite que uma placa de expansão possa ser conectada a dispositivos, tais
como scanner, impressora, disco rígido e drives ópticos.

SAS Em contraste com seu antecessor, funciona com transmissão serial – atinge
taxas que podem variar de 150 MB/s até 1.2 GB/s e possibilita a conexão

Direto ao Ponto: Delta 198/209


19. Informática

com extensores de até 16384 discos por porta e cabos de até seis metros.

Vamos dar uma atenção especial para o USB:

USB (UNIVERSAL SERIAL BUS)

Tecnologia que surgiu para tornar mais simples e rápida a conexão de diversos tipos de
dispositivos eletrônicos compatíveis ao computador (Ex: câmeras digitais, pendrives, mouses,
teclados, leitores de cartão, entre outros).

Trata-se de um padrão de interconexão de equipamentos ao computador capaz de transferir


os dados digitais de forma serial, bidirecional e universal, dispensando o uso de tipos de
conectores específicos para cada dispositivo.

Permite que a adição de um novo dispositivo seja feita de forma extremamente simples,
bastando conectá-lo com o cabo ao computador (Plug and Play) sem mesmo ter de desligar a
máquina (Hot Swap).

Além de permitir a conexão de dispositivos externos para transferência de dados, fornece uma
fonte de alimentação de energia elétrica a uma voltagem de 5V (como aquela presente em
carros).

É um barramento serial em que conectores possuem apenas quatro contatos, sendo que dois
deles são utilizados para a transmissão dos dados (um para enviar e outro para receber) e os
outros para a transmissão da eletricidade.

Um Porta USB pode suportar um limite máximo teórico de 127 dispositivos conectados,
compartilhando taxa de transmissão e energia elétrica através de um Hub USB.

Seus conectores se dividem em três tipos (A, B e C) e três tamanhos (Normal, Mini e Micro),
que garantem compatibilidade, flexibilidade, versatilidade e a facilidade de uso.

Os cabos USB podem ter até 5 metros de tamanho – esse limite pode ser aumentado com uso
de hubs ou de equipamentos capazes de repetir os sinais da comunicação.

Agora vamos falar sobre CPU:

UNIDADE CENTRAL DE PROCESSAMENTO (UCP)

Também chamada de microprocessador ou apenas de processador – controla os componentes


do computador e realiza as funções de processamento de dados. No entanto, esse nome não é

Direto ao Ponto: Delta 199/209


19. Informática

mais tão preciso quanto antigamente, uma vez que – com o surgimento de processadores com
dois ou mais núcleos – atualmente um processador pode conter uma ou mais CPUs.

CLOCK SPEED Trata-se da velocidade de um processador, isto é, a velocidade com


que ele é capaz de executar uma instrução.

NÚCLEO (CORES) Processador multicore é todo aquele que possui dois ou mais núcleos
de processamento (cores) no interior de um único chip.

RESFRIAMENTO Sistema de arrefecimento usado em diversos tipos de hardwares


eletrônicos com o objetivo de evitar a sobrecarga de calor que estes
componentes geram.

TAMANHO DA Processadores mais comuns utilizam palavras de 32 (x86) ou 64 (x64)


PALAVRA bits, o que significa que ele é capaz de realizar operações com números
de até 232 e 264 bits respectivamente.

A arquitetura de processadores é o conjunto de instruções de um processador que define as


operações primitivas que essa máquina executará, bem como a natureza do desempenho de
suas atividades. Trata-se desde instruções para manipular memória e executar operações
matemáticas quanto controlar o fluxo de operações. Na verdade, o importante aqui entender
que existem duas arquiteturas de processadores: RISC e CISC.

RISC (REDUCED INSTRUCTION SET CISC (COMPLEX INSTRUCTION SET


COMPUTER) COMPUTER)

Menor quantidade de instruções Maior quantidade de Instruções

Instruções mais simples Instruções mais complexas

Processamento mais rápido Processamento mais lento

Instruções de tamanho fixo Instruções de tamanhos variados

Centrada no software Centrada no hardware

Mais registradores Menos registradores

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19. Informática

Os componentes da CPU são:

UNIDADE DE Tem como função a busca, interpretação e controle de execução das


instruções. Responsável por gerar todos os sinais que controlam as
CONTROLE (UC) operações no exterior da CPU, e ainda por dar todas as instruções para
o correto funcionamento interno da CPU.

UNIDADE LOGICA E Circuito digital responsável pelas operações matemáticas e resolução


ARITMETICA (ULA) de proposições lógicas (Ex: AND, OR, XOR, NOT) ou aritméticas (Ex:
Adições, Subtrações, Multiplicações, Divisões) utilizadas por softwares,
executando efetivamente as instruções dos programas.

REGISTRADORES Pequenas unidades de memória volátil, estática e de alta velocidade


localizadas internamente no núcleo da CPU. São responsáveis por
armazenar uma pequena quantidade de bits capazes de guardar
resultados temporários de operações, informações de controle e outros
dados durante o ciclo de processamento.

A Memória é o componente de um computador responsável por armazenar dados e programas.


Trata-se do espaço em que os dados aguardam para que sejam eventualmente processados.
Sem uma memória da qual os processadores possam ler e na qual possam gravar, ou escrever,
informações, não haveria computadores digitais com programas armazenados. Em geral, as
memórias de um computador se organizam conforme é apresentado na página anterior.

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19. Informática

MEMÓRIA VOLÁTIL Tipo de memória que requer energia para manter informações
armazenadas.

MEMÓRIA NÃO- Tipo de memória que não requer energia para manter informações
VOLÁTIL armazenadas.

Direto ao Ponto: Delta 202/209


19. Informática

MEMÓRIA DESCRIÇÃO
PRIMÁRIA

MEMÓRIA Memória volátil utilizada para armazenar temporariamente programas,


RAM processos, dados e instruções que serão ou estão sendo processadas, e
também por recepcionar resultados do processador. Também chamada de
Memória Principal ou Memória Real, é utilizada por todo momento em que um
computador se encontrar ligado à energia.

MEMÓRIA Memória dinâmica que precisa que dados sejam atualizados com frequência,
DRAM visto que ela está constantemente em ação, logo seus capacitores precisam
receber novas quantias de energia em intervalos de milissegundos para
compensar a perda gradual de energia – conhecido como circuito de
renovação.

MEMÓRIA Tipo memória dinâmica síncrona capaz de realizar apenas uma transferência de
SDR dados por ciclo de clock, logo é um tipo de memória mais lenta.

MEMÓRIA Tipo memória de acesso aleatório dinâmica e síncrona em que ocorrem duas
DDR transferências de dados por ciclo de clock, logo é duas vezes mais rápida
(Double Data Rate = Dobro de Taxa de Dados). Em regra, as taxas de
transferência, larguras de banda e capacidades foram aumentando e o consumo
de energia, aquecimento e custo de produção foram diminuindo.

MEMÓRIA Tipo de memória estática em que seu design não necessita que os dados sejam
SRAM atualizados com frequência para serem armazenados. Assim, a memória estática
é muito mais rápida e consome menos energia que a memória dinâmica, por
outro lado é muito mais cara e tem uma densidade bem menor (uma vez que
seus chips são maiores e armazenam menos bits).

MEMÓRIA Tipo de memória intermediária que armazena temporariamente informações


CACHE utilizadas com frequência oriundas da memória principal, com a finalidade de
acelerar o processo de busca de dados/instruções na memória e a velocidade
de resposta do computador, reduzindo a ociosidade do processador,
melhorando seu desempenho e compatibilizando sua velocidade, uma vez que
ele é bem mais veloz que a memória principal (Memória RAM).

MEMÓRIA Tipo de memória não-volátil gravada de fábrica em um circuito eletrônico (chip)


ROM contida na placa-mãe, não podendo – em regra – ter seu conteúdo alterado
(pelo menos não sem um equipamento específico).

MEMÓRIA Tipo de memória que vem de fábrica vazia, permitindo que seja programada por
PROM terceiros e, não, pelo fabricante. Estes dispositivos usam altas tensões para

Direto ao Ponto: Delta 203/209


19. Informática

destruir partes do chip ou criar links internos nos circuitos. Por essa razão, a
PROM só pode ser programada uma única vez e não pode ser alterada
posteriormente.

MEMÓRIA Diferentemente da PROM, pode ser reprogramada se o conteúdo existente na


EPROM memória for apagado primeiro, por meio da exposição à radiação da luz
ultravioleta por cerca de dez minutos. A regravação após este procedimento
requer uma tensão ainda maior do que nas vezes anteriores, causando desgaste
após um ciclo de aproximadamente mil reescritas.

MEMÓRIA Tipo de Memória ROM Programável e Apagável Eletricamente! É uma espécie


EEPROM de versão mais moderna da EPROM, que pode ser apagada e reescrita via
eletricidade e, não, por meio de radiação ultravioleta.

MEMÓRIA Tipo de Memória EEPROM facilmente reprogramável utilizada por diversos


FLASH dispositivos eletrônicos que permite armazenar dados por longos períodos sem
precisar de alimentação elétrica.

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19. Informática

MEMÓRIA DESCRIÇÃO
SECUNDÁRIA

FITA Mídia de armazenamento não-volátil que consiste em uma fita plástica


MAGNÉTICA coberta de material magnetizável comumente utilizada para armazenar de
forma sequencial e confiável grandes quantidades de dados por um baixo
custo e alta velocidade de leitura e gravação de dados, logo
frequentemente utilizada para realizar backup de sistemas.

DISQUETE Mídia de armazenamento não-volátil lançada no fim da década de 1960,


(FLOPPY DISK) chegando ao consumidor final no início da década de 1970 e perdurou até o
fim da década de noventa. Possuia baixa capacidade de armazenamento e
se encontra em desuso.

HD (HARD Dispositivo de armazenamento em massa que funciona como uma memória


DISK) não volátil para armazenamento permanente de dados, arquivos, programas
e sistemas operacionais em discos magnéticos. Trata-se do principal meio
de armazenamento de grandes volumes de dados, disponível atualmente na
ordem de terabytes.

CD (COMPACT Disco óptico digital originalmente desenvolvido para armazenar e tocar


DISK) músicas (CD-DA ), mas posteriormente foi adaptado para o armazenamento
de dados (CD-ROM). Essa última versão permite um armazenamento no
qual os dados podem ser escritos uma vez, lidos diversas vezes, mas nunca
apagados.

DVD DVD semelhante ao CD, mas com capacidade de armazenar mais dados.
CDs podem armazenar entre 650MB e 700MB; DVDs podem armazenar
4,7GB . Da mesma forma que os CDs, há também as versões DVD-ROM,
DVD-R e DVD-RW.

BLU-RAY Sucessor do DVD, possuindo uma maior capacidade de armazenamento.


Assim como o CD e o DVD, também pode ser encontrado nas versões
ROM, R, RW (25 GB) e DL (50 GB).

SSD (SOLID Dispositivo de armazenamento em massa que funciona como uma memória
STATE DRIVER) não volátil para armazenamento permanente de dados, arquivos, programas
e sistemas operacionais em circuitos integrados semicondutores (chips
eletrônicos).

PENDRIVE Dispositivos de memória não-volátil utilizados principalmente para o


armazenamento, backup e migração de dados que podem ser transportados

Direto ao Ponto: Delta 205/209


19. Informática

e manipulados em outros computadores – eles se popularizaram devido a


sua portabilidade e facilidade de uso.

Hierarquia de Memórias: conceito que


resume as memórias estudadas em
aula de acordo com as suas
características em três quesitos:

(1) capacidade de armazenamento;

(2) tempo de acesso;

(3) e custo de aquisição.

Quanto ao primeiro quesito, à medida


que descemos na hierarquia, a
capacidade de armazenamento
aumenta.

TIPO DE MEMÓRIA ORDEM DE GRANDEZA

REGISTRADORES Na ordem de Bytes.

CACHE Na ordem de KiloBytes a MegaBytes.

MEMÓRIA PRINCIPAL Na ordem de MegaBytes a GigaBytes.

HD/SSD Na ordem de GigaBytes a TeraBytes.

DISCOS ÓPTICOS/FITA Na ordem de TeraBytes.

Questão 2021 CESPE (CEBRASPE) Polícia Civil do Estado do Paraíba Delegado de Polícia

4000796651

A memória do computador, também conhecida como memória principal ou memória de


sistema, responsável pelo armazenamento temporário de dados e de instruções utilizadas
pelos dispositivos periféricos, é

A) RAM (random access memory, ou memória de acesso aleatório).

Direto ao Ponto: Delta 206/209


19. Informática

B) ROM (read only memory, ou memória somente de leitura).

C) cache de memória.

D) disco rígido (HD).

E) E unidade central de processamento (CPU).

Solução

Gabarito: A) RAM (random access memory, ou memória de acesso aleatório).

A resposta correta é a letra A, porque os termos TEMPORÁRIOS e MEMÓRIA PRINCIAL são


atributos da memória RAM, não podendo ser aplicados a memória ROM, CACHE, HD E CPU,
presente nas outras alternativas da questão.

A memória RAM é a representação em sigla do termo em Inglês Random Access Memory,


que traduzindo para o Português significa Memória de Acesso Aleatório. A principal
característica da memória RAM é que esse tipo de memória suporta a gravação de dados e
também permite a leitura de informação armazenadas. Por exemplo, um Hardware Pente de
Memória que opera nas características de memória RAM pode receber dados para
armazenamento e também permite que o computador acesse seus conteúdos armazenados
para a leitura dos dados.

Pelo fato das questões relacionarem a memória RAM com esse pente de memória, podemos
considerar que todos os processos feitos no computador, realizados pelo processador, passam
pela memória RAM, ou seja, são enviados para o armazenamento no pente de memória RAM.

Outra informação muito importante é que o acesso à memória RAM para leitura e gravação é
disposto em tempos igual, ou seja, o mesmo tempo que o computador leva para acessar a
memória para a leitura pode ser o mesmo tempo que o computador leva para acessar a
memória para a gravação. Por exemplo, quando o computador acessa o Hardware Pente de
Memória para armazenar alguma informação ele demora, exagerado, 1 segundo para fazer
esse acesso, o mesmo tempo que leva para acessar o dispositivo para fazer a leitura dos
dados. O que a banca afirma em questões é que esses acessos são feitos em tempos
diferentes, o acesso para a leitura é mais rápido que a gravação e vice-versa.

Direto ao Ponto: Delta 207/209


19. Informática

O que pode confundir o candidato é que o tempo que um computador leva para gravar os
dados pode ser maior que o tempo de leitura de dados, mas o que a banca geralmente cobra
é o tempo de acesso ao dispositivo e não o tempo de gravação ou leitura.

A memória RAM também é classificada como um tipo de memória que opera sobre a
volatilidade, ou seja, a memória RAM é considerada um tipo de memória Volátil. Isso significa
que ela preserva a informação armazenada somente enquanto houver alimentação elétrica no
dispositivo de memória, sendo que após a interrupção do fornecimento de energia, ocorrerá a
perda dos dados presentes no pente de memória. Em outras palavras, a memória RAM só é
capaz de preservar as informações armazenadas em seu dispositivo enquanto tiver energia no
computador, sendo que após a interrupção do fornecimento de energia a memória será
zerada, apagada, por completo.

Como o próprio nome já diz, RAM - Memória de Acesso Aleatório -, ela não é um dispositivo
que funciona em acessos sequenciais, como a fita magnética, por exemplo. A memória RAM
funciona em acessos aleatórios, ou seja, os dados nela armazenados podem ser acessados em
qualquer ordem de leitura, não sendo necessário respeitar uma ordem de entrada, como, por
exemplo, uma fila de aceso sequencial, onde o primeiro processo armazenado vai para o fim
da fila e se torna o último arquivo a ser lido ou o último dado armazenado se torna a primeira
informação da fila para ser lida, e assim por diante.

Questão 2022 CESPE (CEBRASPE) Polícia Civil do Estado do Espírito Santo Delegado de Polícia

4000824503

Assinale a opção que indica o tipo de memória que é integrada à placa-mãe do computador e
na qual as informações apenas podem ser acessadas, e não alteradas, por serem gravadas
pelo fabricante uma única vez.

A) ROM

B) DRAM

Direto ao Ponto: Delta 208/209


19. Informática

C) cache

D) SSD

E) virtual

Solução

Gabarito: A) ROM

Referências e links deste capítulo

1 Existem outras topologias, como a topologia em árvore, daisy chain, ponto a ponto, entre
outras, mas não é o foco desse curso. Há também topologias híbridas, que combinam duas ou
mais topologias.

2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 [Link]

15 [Link]

16 [Link]

17 Versões recentes do Mozilla Firefox chamam as abas/guias de separador.

18 [Link]
%20Inform%C3%[Link]#_ftn1

19 Nunca vi em bibliografias consagradas, mas já encontrei em uma prova a cobrança de


controles de segurança

Direto ao Ponto: Delta 209/209

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