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Resumo Futsal

O documento aborda estratégias de marcação e movimentações defensivas e ofensivas em jogos de quadra, destacando diferentes sistemas de marcação como a pressão total e parcial, além de marcação por zona e individual. Também são discutidos padrões de jogo e a importância da organização na posse de bola, visando otimizar a performance da equipe. As informações são baseadas em estudos de Saad e Costa, oferecendo diretrizes práticas para a aplicação em situações de jogo.

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O documento aborda estratégias de marcação e movimentações defensivas e ofensivas em jogos de quadra, destacando diferentes sistemas de marcação como a pressão total e parcial, além de marcação por zona e individual. Também são discutidos padrões de jogo e a importância da organização na posse de bola, visando otimizar a performance da equipe. As informações são baseadas em estudos de Saad e Costa, oferecendo diretrizes práticas para a aplicação em situações de jogo.

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Zona de Substituição Zona de Substituição

Linha
Central
Área de Gol
(6m)

Círculo Linha
Marca de Central de
Penalti Centro 10m
Gol

da
Quadra

Linha de
Escanteio
Linha Lateral
Áreas de Marcação (SAAD e COSTA, 2001)

LINHA 4 –
Marcação na
própria LINHA 2 –
Quadra Marcação Pressão
Parcial

LINHA 3 –
Marcação
Meio de
Quadra
LINHA 1 - Marcação
Pressão Total ou
Sentido de ataque Toda Quadra
ASPECTOS BÁSICOS A SEREM CONSIDERADOS NA MARCAÇÃO (SAAD e
COSTA, 2001):

1- O marcador não deve posicionar-se à frente da linha da bola;

2 – O marcador e a bola devem estar sempre no campo de visão;

3 – Observar a “cobertura” (diagonal em relação à bola);

4 – Cerco no adversário (não roubar a bola).


MOVIMENTOS DEFENSIVOS COLETIVOS (SAAD e COSTA, 2001):

1- Marcação de quadra;

2 – Marcação de bola parada;

3 – Marcação de Contra - ataque;

4 – Marcação de 4 x 3 – Situação de expulsão;

5 – Marcação x Sistema com Goleiro Linha.


MARCAÇÃO DE QUADRA (SAAD e COSTA, 2001):

1- Marcação por zona ou setor:


Cada jogador ocupa determinada zona/ setor, independente das
2 – Marcação Individual:
movimentações dos adversários.
MARCAÇÃO:
Cada jogador da defesa marca um oponente do ataque por toda a
VANTAGEM:
quadra de jogo.
3 A– aplicação
Marcação Mista:
de um sistema de marcação depende de 3 fatores:
Pouco desgaste físico, pois cada jogador mantém a sua posição.
VANTAGENS:
Marcação
-De acordo emcomque ohá uma variação
adversário: fracoentre a marcação por zona e a
ou forte;
DESVANTAGENS:
marcação
SITUAÇÕES individual,
DEdeDEFESA:
ocorre uma troca de marcadores em
Contra equipes
-De acordo com pouca
o momentocondição física;
do jogo: pressão total ou parcial;
determinados
Se não for bem setores
treinadadafacilita
quadra. ao erro;
Marcação
Recomendada Passiva:
para ação defensiva
equipes iniciantesque– não procura
facilita roubar
identificar a
erros.
-Dedoacordo
VANTAGENS:
bola com a se
adversário, equipe na quadra
portando (características
passivamente dos com
atletas).
Possibilita o adversário a utilizar dois jogadores em em quadra
um setor.
o objetivo de cercar o adversário, seja na defesa ou no
Facilita o sistema de cobertura;
ataque.
DESVANTAGENS:
Menor desgaste físico.
Marcação
Compromete Ativa: É toda ação
a cobertura que otem
– facilita por objetivo
adversário tirar aobola
a utilizar bloqueio;
DESVANTAGENS:
do adversário no menor tempo possível. A defesa se comporta
A equipe deve
ativamente, ter ótima
sendo condição
necessário quefísica.
cada defensor marque um
Contra –indicado para iniciantes;
adversário, pressionando a recepção da equipe adversária e
Erro de coordenação
induzindo ao erro, sejananatroca
defesade marcação
ou no ataque.
coloca o adversário em
superioridade numérica.
SISTEMA DE MARCAÇÃO COM DIAGONAL OU GANGORRA (Sistema 3x1) (SAAD e
COSTA, 2001):

Adversário
Marcador

Sentido de ataque
SISTEMA DE MARCAÇÃO PARÁ - BRISA (SAAD e COSTA, 2001):

Adversário
Marcador

Sentido de ataque
Sistema 2x2 (FERREIRA, 1994)

PV
AE

Pioneiro entre os sistemas, surgiu na


década de 50, consiste em ter dois atletas
na meia quadra defensiva e dois na
ofensiva. Este sistema adequa-se às faixas
GL etárias menores uma vez que trata-se de um
sistema simples e de fácil execução.

LEGENDA:
GL – Goleiro
FX AD
AE – Ala Esquerdo
FX – Fixo
PV – Pivô
AD – Ala Direito
Sistema 3x1 (FERREIRA, 1994)

AE
O sistema 3x1 surgiu a partir da
configuração do 2x1x1, mudando
basicamente o posicionamento
dos alas em relação ao espaço de
jogo. As manobras são articuladas
pelo fixo e pelos alas, que
exercem também o apoio ao
ataque aparecendo como opção
FX PV
GL de finalização. Trata-se de um
sistema mais compacto tanto
ofensivamente como
defensivamente em razão de os
alunos concentrarem-se na área LEGENDA:
central da quadra, o que os coloca
sempre próximo às manobras GL – Goleiro
utilizadas durante o jogo. AE – Ala Esquerdo
FX – Fixo
AD
PV – Pivô
AD – Ala Direito
Marcação de Bola Parada (SAAD e COSTA, 2001)

Dividi – se:
Marcação de falta (formação de barreira);
Marcação de Arremesso lateral;
Ao formar barreira
Marcação deve – se
1º Sanduíche(colocar
de Arremesso considerar:
o atacante
de Canto;entre 2 defensores);
Pode
2º Posicionar
Marcação
ser: Individual;
de os
Início
defensores
ou
ouMista.
Reinício 1de
atrás na
daJogo
linha da
(Saída
[Link] Centro).
barreira 2 na O
Os jogadores da barreira não devem barreira 3 na goleiro
deslocar-se antes que a bola seja
Devemos determinar a cobertura e utilizar uma marcação barreira
por deve
movimentada; Marcação Individual
zona no setor defensivo, evitando que o fixo saia da posição colocar
Deve –original.
se evitar que os jogadores da barreira – se
tentem adivinhar onde a bola será passada;Marcação Mista após a
formaçã
Colocar nas extremidades da barreira o da
jogadores rápidos; barreira,
próximo
Quando a barreira estiver dentro da área,
ao meio.
pode – se utilizar o jogador da
extremidade da barreira oposto ao goleiro
um pouco mais atrás que os demais
componentes da barreira, “intercalar” ou
“escalonar”.
Marcação de Contra – ataque (SAAD e COSTA, 2001)
Situação
Situação 4 3 x 2: Situação 2 x 1:
x3:
Para não levar o gol de contra – ataque, deve – se considerar as seguintes situações:
Tentar ganhar tempo para recompor a defesa, provocando indefinição do adversário
com a bola;

Na marcação de contra – ataque, deve – se fechar as diagonais e levar as finalizações


para as laterais da quadra;

4 x 3 = 1 defensor no centro, outro na direita e o outro na esquerda, sendo que o


defensor
G do centro deve “flutuar”, isto é, ficar entre 2 atacantes para ganhar tempo.

3 x 2 = a defesa deve proteger o gol e manter-se entre os atacantes;

2 x 1 = a participação do goleiro é fundamental, devendo um defensor marcar somente


1 atacante e o goleiro ser responsável pelo outro atacante, ficando na situação de 2 x 2.
Marcação de 4 x 3 – Situação de Expulsão (SAAD e COSTA, 2001)


1º Nesta – se 2 jogadores
Utiliza situação, à frente
coloca – se e 1 mais
2 jogadores nasatrás e no
laterais e 1centro, deixando
ao centro, mais livre as
laterais
adiantado,ao encarregado
fundo da quadra, para2induzir
de marcar o adversário
atacantes. a passar
Os jogadores a bola para os
das laterais
jogadores
executam uma no fundo da quadra
marcação e sem
por zona marcação,
e o goleiro será onoresponsável
momento quepelaos atacantes
situados
marcaçãono fundodedasua
dentro quadra
área ereceberem
do fundo daa quadra.
bola, o goleiro irá à sua direção para
evitar o passe para dentro da área, e um defensor pressionará o atacante, para
evitar que a bola seja passada novamente para trás, obrigando o atacante a errar
o passe ou perder a posse da bola.

GL
Marcação x Goleiro Linha (SAAD e COSTA, 2001)

1º: Quandoaabola
2º Quando bolachegar
chegarno
nogoleiro
goleiro,odeve – se fechar
marcador o passe
aproxima para o ala
e os demais oposto e dar
defensores
a preferência
tentam evitar adotroca
passe
dedo goleiro
passes só opara
com o ala que lhe passou a bola.
goleiro.

GL
GL
Movimentações Ofensivas (SAAD e COSTA, 2001)

Dividem – se:

Movimentos Ofensivos Básicos;

Sistemas de jogo;

Padrões de Jogo;
GL

Movimentações Ensaiadas (Jogadas Ensaiadas);

Contra – Ataque.
Movimentações Ofensivas (SAAD e COSTA, 2001)
Movimentos Ofensivos Básicos:
Paralela Diagonal

GL Legenda:
Corrida
do jogador
Passe
SISTEMA OFENSIVO: 2:2 BÁSICO (VOSER, 2003)

FX AE

GL
PV

LEGENDAS:
Possibilidades
de corrida e
AD movimentação;
Possibilidade
de passe
Sistemas de Jogo: (SAAD e COSTA, 2001; FERREIRA, 1994)

Sistema 2 x 1 x 1.

FX/A AE

Este sistema é uma variação do 2x2


e consiste em ter dois atletas PV
posicionados em sua meia quadra
GL defensiva, estando um em cada
lado da área, um terceiro próximo a
linha central pela lateral da quadra
e o quarto na meia quadra ofensiva.
LEGENDA:
GL – Goleiro
AD/FX AE – Ala Esquerdo
FX/A – Fixo/ Ala
PV – Pivô
AD/FX – Ala Direito
Fixo
Sistemas de Jogo: (SAAD e COSTA, 2001; FERREIRA, 1994)

Sistema: 3 x 1.
AE

O sistema 3x1 surgiu a partir da


configuração do 2x1x1, mudando
basicamente o posicionamento
dos alas em relação ao espaço de
jogo. As manobras são articuladas
pelo fixo e pelos alas, que
exercem também o apoio ao PV
GL FX ataque aparecendo como opção
de finalização. Trata-se de um
sistema mais compacto tanto
ofensivamente como
defensivamente em razão de os LEGENDA:
alunos concentrarem-se na área
central da quadra, o que os coloca GL – Goleiro
sempre próximo às manobras AE – Ala Esquerdo
utilizadas durante o jogo.
FX – Fixo
AD
PV – Pivô
AD – Ala Direito
SISTEMA OFENSIVO: [Link] (VOSER, 2003)

AD

PV
GL FX

AE
Sistemas de Jogo: (SAAD e COSTA, 2001)
Sistema: 1 x 3.
AE
PV

Utilizar este sistema quando a equipe estiver em


desvantagem no marcador, e no grupo houver um
jogador que seja muito bom no drible, para que,
através de uma jogada individual chegue ao gol
adversário.
GL

FX

AD
SISTEMA OFENSIVO: 4:0 (Quatro em linha) (SAAD e COSTA, 2001; VOSER, 2003)

PV

ESPAÇO VAZIO
AE
PARA
GL INFILTRAÇÃO
OU DRIBLE
FX

AD
Sistemas de Jogo: (SAAD e COSTA, 2001)
Sistema: 1 x 2 x 2.
AE
PV

Utilizado somente por


equipes de alto nível e
com um goleiro de bom
passe. Este sistema
permite atacarmos com 5.
Utiliza – se este sistema
GL quando em desvantagem
no marcador ou quando
LEGENDA: substituir o goleiro por
GL – Goleiro um jogador de linha.

AE – Ala Esquerdo
FX – Fixo
PV – Pivô
AD – Ala Direito AD

FX
SISTEMA OFENSIVO: 3:2 com o GOLEIRO no centro (VOSER, 2003)

AD
PV

GL

FX
AE
SISTEMA OFENSIVO: 3:2 com o GOLEIRO na ala (VOSER, 2003)
GL
PV

AD

FX
AE
SISTEMA OFENSIVO: 3:2 com variação para 2:3 (VOSER, 2003)
AD
AD PV
GL

PV
GL

AE FX
AE
FX
Padrão de Jogo ou Rodízio (SAAD e COSTA, 2001; FERREIRA, 1994; MUTTI, 2003)

Um padrão de Jogo bem organizado faz com que a equipe mantenha a posse de
bola. O que possibilita determinar algumas ações de jogo:
Troca de passes em zonas da quadra que não ofereçam riscos de perda da posse
da bola;
Deslocamentos dos jogadores em zonas da quadra que mantenham um equilíbrio
defensivo e ofensivo;
Determinar zonas de finalização.

OBJETIVOS:
Procurar um melhor posicionamento dos jogadores para executar uma manobra
ensaiada;

Abrir espaços na quadra de jogo para uma possível infiltração com ou sem bola;

Através da movimentação, sair de uma marcação pressão.

Padrões Básicos:

Padrão de 3; Padrão de 4; Padrão circular ou Redondo; Padrão


com troca de alas com pivô e Padrão 1x2x2 com o goleiro.
Padrão de Jogo ou Rodízio (SAAD e COSTA, 2001; FERREIRA, 1994; MUTTI, 2003)
Rodízio ou Padrão de 3: Pelas alas ou por trás
AD
AE

AE
AD PV
FX
GL

LEGENDA:
Passe
Condução
Corrida do
ADFX jogador
FX
Padrão de Jogo ou Rodízio (SAAD e COSTA, 2001; FERREIRA, 1994; MUTTI, 2003)
Rodízio ou Padrão de 3: em Diagonal ou pela frente
AD
AE
AD

AE
AD
PV
FX
GL

LEGENDA:
Passe
Condução
FX
AE
AD Corrida do
jogador
FX
PV/A Padrão ou Rodízio de 4 pelo meio

AE
PV
AE/PV
2

GL

1
AD FX/A

FX
AD/FX Ataque
Padrão ou Rodízio de 4 pelas alas

AE

AD/PV

2
GL FX
PV
1

FX/A
AD
PV/A

Ataque
Manobra de saída de Jogo ou Reinício

AD
AE
AE
GL FX
PV
ou

PV “c”
AD
Ataque
Manobra de Cobrança de Falta AE
“c”
1
FX
PV

GL

AD

AD PV
Ataque
Manobra de Cobrança de Lateral

AE

PV
GL

AD

“c”
FX
Ataque AD
Manobra de Cobrança de Escanteio

FX

AD
FX
PV
GL

AD “c”

Ataque AE
Manobra com o Goleiro

AE

PV
GL

FX
AD
Ataque

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