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Ses Go

O documento aborda temas relevantes para provas de residência médica, destacando doenças comuns e suas abordagens, como trauma torácico, hemorragia digestiva, diverticulite, e condições endócrinas. Também menciona a importância de estratégias de estudo e a classificação de condições clínicas, além de enfatizar a necessidade de conhecer as fases da cicatrização e o manejo de situações críticas. Por fim, discute tópicos em ginecologia e obstetrícia, como a síndrome dos ovários policísticos e a prevenção do câncer de colo do útero.

Enviado por

Rafael Bombicino
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
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Multimídia nunca apareceu nesta prova. Dr.

Henrique Lunardelli
Mas vamos aproveitar o espaço para lembrar Coordenador de Cirurgia
doenças que sempre aparecem, sem imagem
nenhuma. Foca em acertar o trauma de tórax. Assim como as demais provas de Goias, a prova do SES-GO é
horrorosa... desesperadora... o terror dos futuros residentes kkk.
Pneumotórax
hipertensivo Uma prova confusa, curta, sem elaboração nenhuma, aleatória e
sacana. Cai um pouco de decoreba, um pouco de caso clínico,
MV ausente, um pouco de classificações, muitas especialidades e alguns
hipertimpanismo, Irpa poucos assuntos legais com outros apelativos demais.
CD: toracocentese de
alívio de emergência, Esteja preparado para correr pela prova toda e escolher as
seguida da drenagem batalhas que vai enfrentar. Responda primeiro os assuntos e
torácica em selo questões que sabe e lembra. Deixa as loucuras pro final. A nota
dágua. de corte é mais baixa mesmo, você não vai acertar tudo, mas
precisa ter a tática para errar o menos possível.
Alargamento de mediastino
Rotura traumática de aorta Vai dar certo, eu acredito. Boa sorte Medcofer.

Desaceleração súbita + trauma torácico grave

Rx -> alargamento de
mediastino --> Trauma geral e trauma de tórax
Pensar em lesão de
aorta. Abdome agudo infamatório - diverticulite
Programar AngioTc Hemorragia digestiva alta
de tórax e
tratamento Cirurgia Vascular
endovascular.
Cirurgia plastica - queimados e cicatrização

Hemorragia digestiva alta - Úlcera péptica Fases da cicatrização


Hemorragia digestiva alta é uma emergência médica. Precisamos conhecer as fases e processos da
Úlcera péptica sangrante é a sua principal causa cicatrização fisiológica de feridas. Tema que adora
etiológica. Lembre-se que o paciente se apresentará aparecer em provas deste estilo.
na emergência com um quadro grave de hematêmese
ou melena, associado a um choque hipovolêmico.
Primeiras medidas sempre são iguais, ilustradas abaixo.
Fase inflamatória = 4 - 6 dias
Suporte intensivo MOV + via aérea + reposição volêmica
em sala de Laboratoriais Hemostasia (plaquetas) + Fagocitose (neutrófilos).
emergência Omeprazol em dose de ataque Macrófagos (Maestros):
(Inflamação e permeabilidade vascular).
Endoscopia digestiva alta
Fase proliferativa = 4 - 21 dias
Na prova, lembre-se da classificação de Forrest. • Matriz colágena (fibroblastos).
Forrest Ia, Ib e IIA - • Neovascularização (cels. endoteliais).
Terapia dupla. • Epitelização (queratinócitos).

Forrest IIb - Remover o Maturação = 21 dias - 02 anos


coágulo e reclassificar. • Contração (miofibroblastos).
• Ganho de força tênsil.
Forrest IIc e III - Manter
• Reorganização do colágeno (Tipo III em Tipo I).
tratamento clínico.
Diverticulite aguda Coloproctologia
Diverticulite é a inflamação aguda de um divertículo. Lembrem das 03 principais doenças orificiais:
Doença bem comum e prevalente nas provas. Hemorroidas
O quadro clínico é o clássico abdome agudo da Abscesso perianal
esquerda, em adultos e idosos. Fissura perianal
Dor abdominal em fossa ilíaca esquerda, febre,
leucocitose, náuseas e vômitos. 1 - Hemorroidas = sangra em gotejamento, não dói.
Na suspeita, o exame padrão-ouro é a tomografia de I - Interna sem exteriorização
abdome e pelve com contraste. II - Protrusão com redução espontânea
Com ele, confirmamos a doença e graduamos ela com III - Protrusão com redução digital
a famosa classificação de Hinchey. IV - Protrusão sem redução
Classificação de Hinchey
Tratamento clínico - MEV e medidas higieno-dietéticas
Ligadura elástica para grau II.
1 Abscesso paracólico pequeno, confinado ao mesentério do cólon. Tratamento cirúrgico para grau III e IV.
2 Abscesso grande, distante, localizado na pelve ou retroperitônio.

3 Peritonite purulenta.

4 Peritonite fecal.

A classificação é quem guia o tratamento.


2 - Abscesso perianal
Hinchey I Antibiótico e observação = dor intensa, sinais flogísticos, febre.
Tratamento = Drenagem de urgência.
Hinchey II Antibiótico e drenagem

3 - Fissura anal = Dor intensa, sangue no papel


Hinchey III Antibiótico e cirurgia
Tratamento = pomadas anestésicas, amolecimento das
Hinchey IV
fezes, evitar traumas. Em fissuras crônicas = cirurgia -
Antibiótico e cirurgia de
Hartmann Esfincterotomia lateral interna.

Abdome agudo vascular Tríade letal do trauma


No diagnóstico diferencial do abdome agudo vascular A tríade letal do trauma. O mecanismo de morte do
precisamos lembrar da isquemia mesentérica e suas paciente politraumatizado, com sangramento e choque
diferentes etiologias. hipovolêmico. Veja abaixo como funciona a
1 - Arterial = Dor desproporcional ao exame físico. fisiopatologia do sangramento e da tríade letal.
Aguda, intensa, muitas vezes com isquemia intestinal.
2 - Venoso = Dor progressiva, em pacientes com Trauma grave REMIT, choque
fatores de risco para trombose. hipovolêmico,
3 - Não-oclusivo = Isquemia por vasoconstrição, hipoxia,
lembre-se do paciente grave em UTI. hipovolemia, etc
4 - Crônica = diferencial para o agudo. Angina intestinal.
Sangramento
agudo

Cálcio

Coagulopatia

Acidose Hipotermia

O sangramento e a hipoperfusão causam coagulopatia,


acidose e hipotermia, que pioram o sangramento.
Precisamos interromper rapidamente esse ciclo, para
evitar a morte do paciente.
PS: Cálcio entrou como o diamante letal nessa jogada.

E não esqueça - Principal medida = parar sangramento


Dra. Julia Nogueira
Feocromocitoma Subcoordenadora da Clínica
Essa prova costuma cobrar Insuficiência
Adrenal e Síndrome de Cushing; portanto, A prova de Clínica costuma ser difícil, trazendo em algumas
nossa aposta, seguindo a linha da adrenal, é no questões conceitos mais decorebas que não adianta o aluno
Feocromocitoma! brigar com a questão - nós brigaremos por vocês.
Endocrinologia é um tema recorrente, com frequência
abordando assuntos desafiadores e menos comuns, como
adrenal, hipogonadismo e hiperprolactinemia. Além disso,
praticamente todo ano há uma questão sobre estadiamento da
DRC, por isso é essencial revisar e tabela no BET 1 para não errar.

É, sem dúvida, uma prova exigente. Desejamos a todos um


excelente desempenho!

A identificação de uma lesão adrenal pode ser


necessária tanto em uma questão direta de
feocromocitoma ou na investigação de
Endocrinologia | Adrenal
incidentaloma adrenal (lesão ≥ 1 cm)
potencialmente malignas, com densidade > 10 Doença Renal Crônica
UH. O feocromocitoma se apresenta como
Análise do Líquido Ascítico
uma lesão grande (> 4 cm), heterogênea com
áreas de necrose e densidade elevada na TC Diabetes Mellitus
pré-contraste (> 20 UH).
DPOC

DRC - estadiamento Análise do Líquido Ascítico

Pela TFG (mL/min/1,73m²):

G1: >90 G2: 60 - 89

G3a: 45 - 59 G3b: 30 - 44

G4: 15 - 29 G5 < 15 (estágio final)

Pela albuminúria (mg/g):

Preditor independente de mortalidade CV

A1: < 30

A2: 30 - 300

Gasa < 1,1:


A3: > 300
Albumina < 2,5: Síndrome Nefrótica
Albumina > 2,5: Neoplasia ou Tuberculose
Insuficiência Adrenal Hiperparatireoidismo Primário

Hipercalcemia Hipercalcemia
PTH-dependente: PTH-independente:
PTH > 30 PTH < 20

Hiperparatireoidismo Hipercalcemia da
primário malignidade
Hiperparatireoidismo Intoxicação por VitD
terciário Doença granulomatosa

Tratamento cirúrgico Hiperparatireoidismo primário:

Indicações de paratireoidectomia são:


Achados apenas da IA primária: hiperpigmentação
Nefrolitíase ou nefrocalcinose
cutânea e deficiência de mineralocorticoide
Fratura de fragilidade
(hipercalemia, hiponatremia e avidez ao sal)
Idade < 50 anos
Cálcio sérico > 1 mg/dL acima do LSN
ClCr < 60 mL/min/1,73 m2
Causas medicamentosas de IA central: T-Score < -2,5 em coluna lombar ou quadril
opioide e corticoide Hipercalciúria (calciúria > 250 mg/24h nas mulheres
ou >300 mg/24h nos homens)

DPOC Tratamento da obesidade


Indicação O2 domiciliar: Tema crescente nas provas devido incrementos no
PaO2 ≤ 55 mmHg ou SatO2 ≤ 88%
arsenal terapêutico

Indicação:
PaO2 55 – 60 mmHg ou SatO2 < 88% se hipertensão
pulmonar, IC ou Policitemia (Ht > 55%)
IMC > 30 Kg/m² ou > 27 Kg/m² + comorbidades
Indicação de VNI na exacerbação:

Acidose respiratória Efeito


Medicação Benefício
PaCO2 ≥ 45 mmHg com pH ≤ 7,35
colateral

Dispneia grave Hipoxemia persistente Evento CV em


Sibutramina Baixo custo pacientes com
Seguimento - exacerbações: DCV prévia

Orlistate Melhora do Esteatorreia;


perfil lipídico Nefrolitíase

Bupropiona + Controle de Hipertensão; CI


Naltrexona compulsão em epilepsia

Redução de
Semaglutida
MACE
Sintomas
Gastrointestinais
Tirzepatida Maior potência
Dra. Graciella Calsolari
Subcoordenadora de GO

Na prova de GO espere questões diretas, com enunciados


Síndrome dos ovários policísticos baseados em casos clínicos e que tragam comandos diretos e
(SOP) proponham respostas curtas.
Diagnóstico: é de exclusão!
1) Anovulação crônica; Os temas “queridinhos” da banca em Ginecologia incluem:
vulvovaginites, rastreamento e tratamento do câncer de colo
2) Hiperandrogenismo clínico ou laboratorial;
uterino, distúrbios menstruais e climatério.
3) USG TV com presença de 20 ou mais
folículos entre 2–9mm e/ou volume ovariano ≥
Já na Obstetrícia você deve se deparar com questões sobre:
10cc ou elevação de AMH.
assistência ao parto, sífilis na gestação, hemorragias na
gestação e trabalho de parto prematuro.

A dica é: não se assuste com temas novos e abordagens diferentes,


essa é uma prova que gosta de testar seus candidatos!

Terapia hormonal no Climatério

Trabalho de parto prematuro

Vulvovaginites
Ovário com distribuição policística, ou “colar de
pérolas”. Case courtesy of J. Ray Ballinger, Síndromes hipertensivas na gestação
[Link], rID: 23638 Rastreamento de câncer de colo uterino

Câncer de Colo do Útero - Prevenção


Vacinação contra HPV: Síndromes hipertensivas na gestação
Aferição da PA em todas as consultas de pré-natal.
Meninas e meninos 9 a 14 anos ⟶ 1 dose; vítimas de
violência sexual (9-14 anos) ⟶ 2 doses
Definições:
Pessoas imunossuprimidas 9–45 anos, vítimas de
violência sexual (15-45 anos) e usuários de PrEP
Hipertensão arterial crônica (HAC): Hipertensão
(15-45 anos) ⟶ 3 doses (0-2-6).
prévia à gestação antes da 20ª semana de gestação.
DNA HPV oncogênico
Pré-eclâmpsia: PA ≥ 140x90 após 20 semanas +
proteinúria ou disfunção órgão-alvo ou
comprometimento sistêmico:
Não detectado Detectado

16 / 18 Outros
Repetir em 5 anos
alto risco

Colposcopia
Citologia
Alterada = colposcopia reflexa
Eclâmpsia: Crise convulsiva tônico clônico
Normal = novo exame em 1 ano generalizada em gestante com pré-eclâmpsia.
Terapia hormonal no climatério Trabalho de parto prematuro (TPP)
Indicações:
Sintomas vasomotores Contrações uterinas regulares que levam à
Síndrome urogenital modificação do colo uterino.

Manejo
Janela de oportunidade
Tocólise
Até 10 anos da menopausa e idade inferior a 60 anos;
Após esse período há aumento do risco Entre 24-34 semanas para permitir a corticoterapia.
cardiovascular. Esquemas: Atosiban IV, Nifedipino VO, Terbutalina IV.

Contraindicações Corticoterapia

Entre 24-34 semanas para maturação pulmonar fetal.


Câncer hormônio-dependente
Esquemas: Betametasona 12 mg/d por 2 dias ou
Antecedente de TVP/TEP
Dexametasona 6 mg 12/12h (4 doses).
LES ou SAAF
Doença cardiovascular estabelecida
Neuroproteção fetal
Sangramento genital ou nódulo mamário não
investigados. Se alta probabilidade de parto em até 24h em idade
gestacional até 31 6/7.
Tratamento →
Esquema: Sulfato de Magnésio 4g EV + 1g EV 1h/1h.

Com útero: estrogênio +progesterona Profilaxia SBG


Sem útero: estrogênio isolado;
Com endometriose: estrogênio + progesterona Esquemas: Penicilina G IV 5 milhões UI IV + 2,5 milhões
Sd. Geniturinária: estrogênio vulvovaginal UI IV a cada 4 horas até o nascimento.

Corrimentos Vaginais Hemorragia pós-parto

Causas

T = atonia;
T = trauma;
T = tecido;
T = trombina.

Índice de choque = FC/PAS

Tratamento Atonia uterina (70%):

Massagem uterina bimanual (manobra de Hamilton);


Ocitocina 5UI IV lento + 20-40 UI em SF 500ml;

Metilergometrina 0,2 mg IM ( não fazer nas
hipertensas);
Misoprostol 800 mcg via retal;
Ácido Tranexâmico 1g IV em 10 minutos;
Balão de Bakri;
Sutura de B-Lynch;
Ligadura de artérias uterinas;
Ligadura de artérias hipogástricas;
Embolização de artéria uterina;
Histerectomia.
Radiografia de tórax nas Dra. Laura Coimbra
Cardiopatias Congênitas Professora de Pediatria

Usualmente, sem imagens. As questões costumam apresentar comandos diretos e


Mas, se for para apostar, seria: objetivos, sem excesso de texto ou enrolação.

Há uma certa variabilidade no padrão de dificuldade, mas, de


modo geral, trata-se de uma prova que valoriza o candidato que
assimilou bem os principais conceitos em Pediatria.

Portanto, a preparação deve priorizar a revisão dos pontos


fundamentais e recorrentes da área, pois o domínio desses
conceitos costuma ser suficiente para um bom desempenho.
Case courtesy of Dr Vincent Tatco, [Link], rID: 43059
Mantenha a calma, confie no seu preparo e siga com
Coração “em bota” ou “tamanco segurança. Desejo a você uma excelente prova e muito
holandês” | Tetralogia de Fallot sucesso! 🌟

Cardioped| Miocardite, Endocardite

Infecções de VA| BVA, Coqueluche, Pneumonia

Vacinação| PNI e SBP


Case courtesy of Dr Vincent Tatco, [Link], rID: 43062

Puericultura| Aleitamento, Vitaminas, Puberdade


Coração ovóide/ em “ovo deitado” |
Transposição de Grandes Artérias Neonatologia| Reanimação Neonatal

Bronquiolite Viral Aguda:


Atualizações Vacinais - 2024/2025
Palivizumabe x Nirsevimabe
ROTAVÍRUS
1ª dose: até 11 meses e 29 dias
PALIVIZUMABE
2ª dose: até 23 meses e 29 dias

Para quem:
POLIO - VIP Ate 1º ano: RN com IG até 28+6
Tchau VOP! Até 2º ano: DBP/cardiopatia com repercussão
Doses: 2, 4 e 6 meses + reforço 15 meses
Quando: sazonalidade VSR, 5 doses IM

COVID
Pfizer - 3 doses: 6, 7 e 9 meses
Moderna - 2 doses: 6 e 7 meses NIRSEVIMABE
(SUS/MS ainda não disponível)

MENINGO
Para quem:
MenC: 3 e 5 meses
Ate 1º ano: RN < 37 semanas
MenACWY: 12 meses; entre 11-14 anos
Até 2º ano: DBP/Fibrose Cística/ Anomalia via
aérea/ Cardiopata/ T21/ Imunodef./ Doença
SCR Neuromuscular
Dose Zero: a partir de 6 meses, em algumas regiões
do Brasil Quando: independe sazonalidade, 1x, IM
Estadiamento puberal (Tanner) Reanimação neonatal ≥ 34 semanas

Respirando e/ou chorando? Clampeamento


Tônus em flexão? oportuno (>60seg)
Não Sim + pele a pele

Clampeamento imediato e
Desconforto
passos iniciais
respiratório ou
Esquentar FC ≥ 100,
resp regular SatO2 baixa: CPAP
Secar
Posicionar
Aspirar se necessário

Adrenalina e
FC < 100, resp
Expansão (SF)
MENINA MENINO​ irregular/apneia
Início: 8-13 anos​ Início: 9-14 anos
M2: tecido mamário FC < 60bpm
G2: crescimento
retroareolar testicular ≥4ml VPP por máscara (FiO2 21%) 30seg
M3: tecido mamário G3: crescimento do Oximetria e monitor cardíaco
ao redor do mamilo Massagem cardíaca
comprimento do
M4: projeção da (3:1) + VPP cânula (Fi
pênis
aréola e da papila
FC < 100, resp 100%)
G4: maior diâmetro irregular/apneia
(duplo contorno) do pênis
M5: Mama adulta G5: genital adulto FC < 60bpm
Checar a técnica
Máscara laríngea ou cânula traqueal

Atualização Vitamina D (Nov/2024) Aleitamento materno (AM)

Suplementação indicada para TODAS AS CRIANÇAS:


Areola na Boca de
boca peixe
Nariz não
400 UI/dia: no primeiro ano de vida encosta
600 UI/dia: entre 1-18 anos
1200-1800 UI/dia: se fator de risco Bochecha
Queixo
encostado enche

Dosar Vitamina D apenas nos grupos de risco!


Barriga com Lábios
barriga evertidos
O que dosar: 25 OH VitD

Dificuldades: corrigir técnica, manter AM,


reavaliação precoce
Fissura: manter a mama seca, amamentar
Fatores Risco: em diferentes posições
vegetarianos, Ingurgitamento: esvaziar a mama, sutiã
obesidade, nefropatia, firme, compressa fria
hepatopatia, má Mastite: antibiótico
absorção intestinal, Candidíase: fisgadas, agulhadas. Antifúngico
tópico para mãe e bebê
medicamentos
Baixo ganho de peso: avaliar diurese,
(anticonvulsivantes)
evacuação, hidratação
Dr. Gustavo Toniatti
Curvas de Nelson de Moraes Subcoord. de Preventiva

Olá, futuro(a) Residente!


A prova de Preventiva da SES-GO tem mantido um certo padrão
ao longo dos últimos anos: enunciados e alternativas curtos, sem
muitos “rodeios”.
Quanto às temáticas, trata-se de uma prova carregada de casos
clínicos na APS, alguns mesclados com assuntos de saúde
ocupacional.
Na Epidemiologia, espere por questões de temas variados,
algumas delas com cobrança de fórmulas e contas. A dica aqui
é ler atentamente o enunciado e montar a tabelinha 2x2 sempre
que necessário.
É verdade que a prova é mais “tímida” na frente de Saúde
Pública, mas mesmo assim temas como Legislações do SUS e
APS são queridos. Uma excelente prova para você!

São curvas de mortalidade proporcional


por idade - qual porcentagem cada faixa
etária representa em relação ao total de
mortes Estudos epidemiológicos e suas medidas de associação
Cada tipo refllete o nível de saúde de uma
Indicadores de mortalidade
região:
Tipo I: nível de saúde muito baixo APS e PNAB
Tipo II: nível de saúde baixo
Tipo III: nível de saúde regular LER/DORT e Pneumoconioses
Tipo IV: nível de saúde elevado Preenchimento da Declação de Óbito

Pontos altos da PNAB E já que estamos falando em APS...


A banca tende a cobrar temas da APS contidos na Outro tema quente são os Atributos da APS! Vamos
Política Nacional de Atenção Básica (PNAB). Nesse relembrá-los:
sentido, nossa primeira BET é, na verdade, uma aposta
dupla: ATRIBUTOS ESSENCIAIS:
1) O papel da APS na Rede de Atenção à Saúde (RAS):
[Link] de primeiro contato: porta de entrada do
sistema
Porta de entrada [Link]ção do cuidado: articulação entre serviços
A APS é
preferencial da RAS [Link]: vínculo contínuo ao longo do
Coordenadora do tempo
cuidado [Link]: atenção ampla às necessidads de
saúde

2) Composição mínima de equipes da APS: ATRIBUTOS DERIVADOS:


Equipe de Saúde da Família (eSF): Médico,
Enfermeiro, Auxiliar e/ou Técnico de Enfermagem e [Link]ção familiar: considerar contexto da família
Agente Comunitário de Saúde [Link]ção comunitária: atuar conforme
Equipe de Atenção Primária (eAP): Médico e necessidades locais
Enfermeiro [Link]ência cultural: respeitar valores e culturas
Ensaio clínico e suas medidas de Indicadores de mortalidade
associação
Medidas de RISCO:

Doença Não Doença Total Mortalidade Nº total de óbitos


=
GERAL Pop. exposta em local e período
Grupo
A B A+B
intervenção Mortalidade Nº de óbitos pela causa
=
POR CAUSA Pop. exposta em local e período
Grupo
C D C+D
controle
Nº de óbitos pela doença
Letalidade =
Nº de casos da doença
A+B+
Total A+C B+D
C+D
Mortalidade Nº de óbitos por causa materna
x 100.000
=
MATERNA Nº de nascidos vivos
Risco Relativo = Ie ÷ Ine = A/(A+B) ÷ C/(C+D)

Redução de Risco Relativo (RRR) = 1 - Risco Relativo Mortalidade Nº de óbitos < 1 ano de idade
= x 1.000
(RRR = Eficácia) INFANTIL Nº de nascidos vivos

Redução Absoluta do Risco (RAR) = Ine - Ie


Medidas de PROPORCIONALIDADE:
Número Necessário p/ Tratar (NNT) = 1 ÷ RAR
Mortalidade
Nº de tratados p/ evitar o desfecho em 1 indivíduo
PROPORCIONAL Nº de óbitos por uma causa
x 100
Ie = Incidência nos expostos (expostos à intervenção) (por causa, por = Nº total de óbitos
Ine = Incidência nos não expostos (grupo controle) exemplo)

Pneumoconioses Declaração de óbito


A SES-GO gosta do tema! Vamos resgatar alguns Uma questão de preenchimento de DO sempre tem
pontos das duas principais pneumoconioses: aparecido nas últimas provas!

Quem preenche?
Silicose Asbestose

Morte natural Causas externas


Poeira de sílica Fibras de amianto

Médico que vinha IML (1ª opção) ou


Fibrose nodular prestando assistência profissional investido
Placas pleurais
(lobos superiores) ou SVO (se morte sem por juíz (se local sem
assistência médica) IML)

↑ Risco de
↑ Risco
mesotelioma/câncer
tuberculose 3 vias
de pulmão

Branca Rosa
Amarela
O primeiro passo do tratamento envolve o
afastamento da exposição ocupacional

Segue para as Entregue à família Permanece na


Pneumoconioses são doenças de
Secretarias de para registro no unidade
notificação compulsória semanal
Saúde Cartório Civil notificadora

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