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Bruno Momade Sualehe

O relatório apresenta a identificação e análise da Escola Primária de Nacololo Anexa ao I.F.P de Monapo, incluindo a documentação básica e pedagógica, além das atividades administrativas. Destaca a importância das práticas pedagógicas para a formação de professores, enfatizando a integração de conhecimentos teóricos e práticos. O estudo também abrange a história da escola, sua fundação e estrutura organizacional.

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O relatório apresenta a identificação e análise da Escola Primária de Nacololo Anexa ao I.F.P de Monapo, incluindo a documentação básica e pedagógica, além das atividades administrativas. Destaca a importância das práticas pedagógicas para a formação de professores, enfatizando a integração de conhecimentos teóricos e práticos. O estudo também abrange a história da escola, sua fundação e estrutura organizacional.

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Bruno Momade Sualehe

RELATÓRIO DE PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DO ENSINO BÁSICO II

Efectuadas na Escola Primária de Nacololo Anexa ao I.F.P. de Monapo

(Licenciatura em Ensino Básico)

Universidade Rovuma

Nampula

2022
Bruno Momade Sualehe

RELATÓRIO DE PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DO ENSINO BÁSICO II

Efectuadas na Escola Primária de Nacololo Anexa ao I.F.P de Monapo

Relatório de Práticas Pedagógicas


Gerais a ser apresentado ao
Departamento de Ciências de
Educação e Psicologia e avaliado.
Docente: Dulce João Nunes Langa

Universidade Rovuma

Nampula

2019
Índice

Lista de Abreviaturas
Lista de Tabelas
Dedicatória
Declaração
Agradecimentos
Resumo
Introdução………………………………………………………………………………..03
CAPÍTULO I
1.1. Observação…………………………………………………………………………..04
1.2. Conceito de Práticas Pedagógicas Gerais……………………………………………04
1.3. Objectivos das Práticas Pedagógicas Gerais…………………………………………04
1.4. Objectivos Gerais das Práticas Pedagógicas…………………………………………05
1.5. Objectivos Específicos das Práticas Pedagógicas……………………………………05
1.6. Importância das Práticas Pedagógicas……………………………………………….05
2. Identificação da Escola………………………………………………………………06
2.1. Nome Actual da Escola……………………………………………………………...06
2.2. Nome Antigo da Escola……………………………………………………………..06
2.3. Ano de Fundação……………………………………………………………………07
2.4. Data de Entrada de Funcionamento………………………………………………....07
2.5. Localização Geográfica da Escola Primária de Nacololo Anexa ao I.F.P.M……….07
2.6. Descrição da Escola Primária de Nacololo Anexa ao I.F.P de Monapo…………….07
2.7. Organograma do I.F.P.M com a Escola Anexa……………………………………...08
3. Estudo e Análise da Documentação Básica da Escola………………………….……08
3.1. Regulamento Interno (RI)……………………………………………………….…..08
3.2. Regulamento de Avaliação (RA)……………………………………………………09
3.2.1. Objectivo de Avaliação…………………………………………………………..09
3.2.2. Formas de Avaliação………………………………………………………….….09
3.3. Estatuto Geral dos Funcionários da Escola………………………………………….11
3.4. Estatuto do Professor……………………………………………………………......11
3.5. Instrução e Despacho Ministerial…………………………………………………….12
3.6. Plano de Estudos e Circulares……………………………………………………….12
I
3.7. Livro de Turma……………………………………………………………………...13
4. Estudo e Análise de Documentos Pedagógicos da Escola…………………………...13
4.1. Plano Geral…………………………………………………………………………..13
4.2. Efectivo Escolar da Escola…………………………………………………………..14
4.3. Pautas………………………………………………………………………………..16
4.4. Função do Director de Turma……………………………………………………….17
5. Actividades da Área Administrativa ………………………………………………...17
5.1. Inscrições e Matrículas……………………………………………………………...17
5.2. Produção Escolar…………………………………………………………………….17
5.3. Clube Escolar………………………………………………………………………..17
5.4. Centro Social / Cantina Escolar……………………………………………………..18
5.5. Centro de Saúde……………………………………………………………………..18
Conclusão………………………………………………………………………………..19
Bibliografia………………………………………………………………………………20
Apêndices
Anexos

II
Lista de Abreviaturas

I.F.P – Instituto de Formação de Professores

R.I – Regulamento Interno

R.A – Regulamento de Avaliação

EGFAE – Estatuto Geral dos Funcionários e Agentes do Estado

E.P – Estatuto do Professor

PPEB – Práticas Pedagógicas do Ensino Básico

SNE – Sistema Nacional de Educação

III
Lista de Tabelas

Tabela 01. Mapa dos alunos por classe.


Tabela 02. Horário do funcionamento da escola.
Tabela 03. Quadro efectivo dos professores.

IV
Dedicatória

Dedico este trabalho a toda minha família em particular a minha querida mãe, o meu pai, aos
meus colegas, aos estudantes da Universidade Rovuma e aos que sempre me deram força divina
para a concretização deste trabalho.

V
Declaração

Declaro que este relatório das Práticas Pedagógicas Gerais é o resultado feito pelas investigações
no campo. O seu conteúdo e todas as fontes consultadas estão devidamente citados na sua
respectiva Bibliografia.

Declaro ainda que este relatório não foi apresentado na sua essência em nenhuma outra
instituição do Ensino Superior.

Nampula, aos 30.07.2022

Bruno Momade Sualehe

O Estudante

VI
Agradecimentos

Em primeiro lugar agradecer a Tutora Dulce João Nunes Langa, ao Director do Curso Pedro
Cospe Window, ao Tutor Geral Fausto Augusto, pela administração contínua na formação dos
docentes, aos meus tios Alberto Domingos, minhas Avós, ao meu pai, a minha mãe, aos meus
irmãos Arlete, Rosana, Mohamed, aos meus primos Caldeira, Ednardo e toda minha família em
geral.

VII
Resumo

O presente Relatório visa apresentar a Identificação da Escola, Análise da Documentação Básica


da Escola, Análise dos Documentos Pedagógicos da Escola e Actividades da Área
Administrativa, instituição alvo da nossa pesquisa. Na Identificação da Escola está patente a
fundação e localização geográfica da Escola em referência. Na Análise da Documentação Básica
da Escola está em estudo o Regulamento Interno, Regulamento da Avaliação, Estatuto Geral dos
Funcionários e Agentes de Estado, Estatuto do Professor, que são componentes para o bom
funcionamento de uma instituição. Na área Pedagógica fez-se estudo efectivo escolar quer no
número de documentos bem como de estudante, a quantidade de turma, número de turnos com as
suas respectivas turmas. Na área Administrativa fez-se estudo dos documentos de inventariados,
aquisição dos bens (património) o processo dos funcionários e agentes do estado, assim como
estatuto dos Professores. Em poucas palavras o relatório pretende referir-se do que é uma escola,
quem e como funciona.

Palavras-chave: Práticas Pedagógicas

VIII
Introdução

O presente relatório tem em vista abordagem dos aspectos observados durante duas semanas
desde o primeiro dia (18 de Julho) até ao último dia (29 de Julho), incluindo o trabalho do campo
das Práticas Pedagógicas do Ensino Básico II, levadas a cabo na Escola Primária de Nacololo
Anexa ao I.F.P de Monapo.

As Práticas Pedagógicas constituem uma múltipla tarefa que proporciona o desenvolvimento das
capacidades e competências profissionais durante a colecta, organização, sistematização de dados
e implementações obtidas através da observação e assistência das aulas, questionário e entrevista
como metodologia adequada para o trabalho.

Alguns dos objectivos de Práticas Pedagógicas são de integrar, progressivamente, o estudante em


contextos reais de Ensino e Aprendizagem de uma certa disciplina; contribuir para a formação de
um Professor que possua saberes teóricos e práticos, um Professor que saiba fazer a gestão de um
currículo, que saiba diferenciar as aprendizagens e orientar a sua auto-formação.

Foi com este propósito havendo necessidades de adequar os tais conhecimentos aos futuros
Professores do Ensino Básico do 4º ano UR - Nampula 2022, no âmbito das actividades
emanadas em programa da cadeira de Práticas Pedagógicas do Ensino Básico II.

É óbvio e pertinente, que depois de uma actividade seja ela de carácter científico ou de outra
natureza, a elaboração de um relatório nesta ordem de ideias, na conjunta de todas acções
realizadas nesta cadeira, formulou-se o presente relatório com vista a sintetiza-la de forma
sistemática, lógica e pormenorizada com objectivo de fazer a descrição das actividades do campo
e informação clara aos achados convenientes hierárquicos.

A observação directa e consulta bibliográfica foram os métodos usados na elaboração deste


relatório, serviu de recursos materiais os livros, obras, caneta, papel como técnica, entrevista e a
observação directa. O trabalho esta estruturado conforme as pastas mencionadas no índice.

3
CAPÍTULO I: OBSERVAÇÃO
1.1. Observação

Segundo LAKATOS et all (2005:194), “Observação Directa consiste em recolher e


resistir dados os factos a realidade sem que o pesquisador utilize meios técnicos especiais ou
precisa e fizer perguntas”.

Conceito das Práticas Pedagógicas do Ensino Básico II

As práticas pedagógicas do ensino básico são actividades curriculares articulados de


teoria e práticas, que garantem o contacto experiencial com situações psico-pedagógicas
didácticas concretas e contribuem para preparar de forma gradual do estudante para a vida
profissional (Benavente:1993:114).

As Praticas Pedagógicas Gerais do Ensino Básico II são encaminhamentos ou


direcionamentos de um conjunto de regras empregadas no ensino de uma ciência ou arte, de tal
modo que se consiga atingir os objectivos inicialmente propostos e, ao mesmo tempo, atender aos
critérios de menor custo, maior rapidez, maior eficácia e mais confiabilidade de informação e
formação. Trata-se, pois, de uma actividade essencialmente pedagógica para uma formação de
carácter psico-pedagógica e, por isso, exige para a sua realização uma abordagem teórico-prática
sobre conteúdos, objectivos, métodos, técnicas e meios de ensino e aprendizagem, ([Link] et
all, 2008:17).

A prática constitui uma actividade importante porque serve de base de condução dos
professores e alunos na compreensão das unidades e conteúdos da classe, reveste-se importância
do estudo desses itens para a humanidade.

Analisado o trecho acima as Práticas Pedagógicas (PPs) são as actividades levadas ao


campo com o propósito de completar os conhecimentos em relação o que se vive nas escolas,
encaminhar o estudante para Saber Ser; Saber Conhecer; Saber Fazer; Saber viver juntos e com
os outros.

Segundo SERAFINI (1986:69), Relatório – “É um documento que apresenta uma exposição de


factos observados por ordem ou pedido de alguém com estatuto para ordenar ou solicitar”.
4
Relatório é uma narração oral ou escrita, organizada e com pormenores, de
acontecimentos vividos ou de actividades profissionais referentes a uma determinada tarefa em
um determinado período.

1.2. Objectivo das Práticas Pedagógicas

Segundo NERICI (1991:33), “A relação dos objectivos deve merecer muita atenção a
fim de que não se revelem ambíguos. Daí a necessidade de serem escolhidos verbos adequados
que revelem os comportamentos desejáveis com eficiência e precisão”

1.3. Objectivos Gerais das Práticas Pedagógicas

As Práticas Pedagógicas visam:

 Contribuir para formação de um professor que possua saberes teóricos e práticos;


 Proporcionar aquisição de habilidades e competências que possibilitam em intervenção e
investigação e a prática de projectos pedagógicos;
 Contribuir por várias actividades para a formação de um professor que saiba diferenciar o
ensino e aprendizagem, gerindo de forma adequada as várias situações de ensino e
aprendizagem;
 Propor melhorias no Processo de Ensino e Aprendizagem.

1.4. Objectivos Específicos das Práticas Pedagógicas


 Compreender o ensino e aprendizagem da escola;
 Compreender os conceitos fundamentais da área científica e dos métodos de trabalho
apropriado;
 Ser capaz de desenvolver estratégias pedagógicas diferenciadas, conducentes ao sucesso e
realização de cada estudante no quadro de diversidade cultural e de heterogeneidade dos
sujeitos mobilizando valores, saberes, experiências culturais e sociais de aluno;
 Integrar – se nos trabalhos dos grupos da escola.

5
Objectivos das Praticas Pedagógicas do Ensino Básico II

As práticas pedagógicas, tem como aquisição e desenvolvimento dos conhecimentos,


competências e habilidades:

 Conhecer a instituição Escolar e a comunidades envolvente.


 Desenvolver capacidades análises críticas e criativas, para uma melhoria de qualidade de
ensino - aprendizagem.
 Promover a vivência do meio escolar através do contacto com alunos, pais encarregados
da educação, funcionários e colegas criando, assim hábitos de colaboração e de
convivência própria desse meio. (LIBÂNEO, 2002).
 Realizar trabalhos de campo na instituição Escolar, nos aspectos organizacionais
pedagógica e administrativa;
 Observar os processos principais das actividades escolares;
 Fazer o estudo sobre os documentos básicos que orientam as actividades escolares;
 Questionar a actividade educativa para nela saber intervir;
 Utilizar adequadamente as técnicas e os instrumentos de ensino (MINED:1994).

 Reconhecer a importância da planificação, organização, execução e avaliação das partes


integrantes do processo educativo.

Importância das Práticas Pedagógicas do Ensino Básico II

Na visão de DIAS (2008:78) as práticas pedagógicas do Ensino Básico I têm por


importância:

 Condicionar substancialmente ao futuro professor ao conhecimento da situação real de


que se vive dentro de uma instituição escolar para enfrentar o seu modelo organizacional;
 Permite a interacção dos conhecimentos técnicos e práticos e leva-los a reconciliar no
ambiente institucional, de modo a obter o desejo de encarar a profissão.
 Desenvolve as capacidades de análise e contribuição de uma forma crítica para uma
organização eficiente;
 Proporciona ao professor a competência de saber transmitir e conviver profissionalmente;

6
 Realizar o trabalho de campo na instituição escolar nos aspectos organizacionais, de
leccionação, administrativos e dos recursos humanos;
 Aplicar as iniciativas criadoras para o melhoramento do processo de ensino e
aprendizagem nas escolas.

2. Identificação da Escola
Breve Historial
A Escola Primária de Nacololo Anexa ao I.F.P de Monapo, pelo facto de ser um lugar
reservado para as Práticas Pedagógicas dos formandos do Instituto de Formação de Professores
de Monapo, esta escola é uma instituição do Ensino Básico que funciona junto ao Instituto de
Formação de Professores de Monapo, é uma construção de raiz que começou a funcionar em
Fevereiro de 2016 sob direcção do mestre Carlos Marcelino como primeiro Director da
Instituição e dr. Lúcia Tomo como primeira Directora Adjunta Pedagógica, que agora
actualmente é o dr. Alberto Chachi. O Director do Instituto de Formação de Professores é o
mesmo da Escola Primária de Nacololo Anexa ao I.F.P de Monapo, ou seja exerce dupla função.

Por convivência de serviço em Março, o mestre Carlos Marcelino foi transferido e este foi
substituído pelo Director Lucas Junqueiro Lúcio Sulute, especialista de educação, como segundo
Director do Instituto de Formação de Professores e consequente o Director da Escola Primária de
Nacololo Anexa ao I.F.P de Monapo. Na primeira fase esta instituição de ensino básico acolheu
alunos de 1ª e 2ª classes, respectivamente dos bairros circunvizinhos do Instituto de Formação de
Professores.
Segundo Salvador Jalapa, antigo Administrador do Distrito de Monapo, a Escola e o
Instituto estavam previstos para se construir na Vila Sede do Distrito de Monapo e por não reunir
requisitos exigidos principalmente a água e por vários e grandes sondas foi sorteada a localidade
de Nacololo.

7
2.1. Nome Actual da Escola

Após a fundação da escola, a escola já vinha levando um nome que não durou bastante até
levar o nome actual que é Escola Primária de Nacololo Anexa ao I.F.P de Monapo.

2.2. Nome Antigo da Escola

Antigamente após a sua fundação como uma escola anexada ao Instituto de Formação de
Professores que é um lugar reservado para os formandos mostrarem as suas habilidades,
capacidades e competências pedagógicas tomava o nome de Escola de Oficinas Pedagógicas.

2.3. Ano de Fundação

A Escola Primária de Nacololo Anexa ao I.F.P de Monapo foi fundada em Novembro de


2015 junto com o Instituto de Formação de Professores de Monapo.

2.4. Data de Entrada de Funcionamento

Após a data de fundação da Escola Primaria de Nacololo Anexa ao I.F.P de Monapo ela
começa a funcionar em Fevereiro de 2016.

2.5. Localização Geográfica da Escola Primária de Nacololo Anexa ao I.F.P de Monapo

A Escola Primária de Nacololo Anexa ao I.F.P de Monapo fica situada a Oeste da sede
Distrital de Monapo, na localidade de Nacololo a 200 metros da Estrada Nacional Nº 08 ao longo
do corredor de Nacala e a 18km da vila sede de Monapo, na província de Nampula, sendo uma
Escola Pública que acolhe crianças daquele ponto do Distrito de Monapo de 1ª a 4ª classe.

2.6. Descrição da Escola Primária de Nacololo Anexa ao I.F.P de Monapo

A organização “é um sistema de forças ou actividades coordenadas”

A escola em destaque é de material convencional, construída a partir de cimento e coberta


com chapas de zinco. A escola tem 3 blocos, dos três blocos, dois blocos para sala de aulas e cada
bloco é composto por duas salas de aulas. Também a escola tem duas salas de observação para
assistência das aulas, uma sala para cada bloco e tem 2 gabinetes, 1 gabinete do Director Adjunto
da Escola e 1 gabinete que serve como a sala de professores.

8
O terceiro bloco é constituído por 8 casa de banhos, das 8, 6 para alunos, das 6, 3 para
homens e 3 para mulheres, também 2 casa de banhos para professores, 1 para homens e 1 para
mulheres.

A escola se beneficia de um computador completo que está em funcionamento no


gabinete do Director Adjunto da Escola, possui energia eléctrica, água canalizada, jardim e
também possui muitas árvores de sombra e de frutas. São bem cuidados pelos funcionários do
Instituto de Formação de Professores de Monapo em coordenação com os trabalhadores.

A escola não possui um Posto de Saúde, não tem celular nem murro de protecção, mas se
beneficia dos guardas dos Instituto, também a escola não possui biblioteca.

2.7. Organograma do I.F.P com a Escola Anexa


 Director do Instituto de Formação de Professores de Monapo;
 Director Adjunto do Instituto de Formação de Professores de Monapo;
 Director Adjunto da Escola Primária de Nacololo Anexa ao I.F.P de Monapo;
 Director Adjunto Administrativo;
 Director Adjunto do Internato;
 Formadores;
 Formandos;
 Alunos da Escola Primária de Nacololo Anexa ao I.F.P de Monapo;
 Trabalhadores do Instituto de Formação de Professores de Monapo.

3. Estudo e Análise da Documentação Básica da Escola


3.1. Regulamento Interno (RI)
Este documento é essencial para o bom funcionamento da escola, é neste onde se encontram
as leis de todos intervenientes da escola como:
 Director da Escola;
 Director Adjunto da Escola;
 Chefe da Secretaria;
 Administrativo;
 Professores;

9
 Alunos, pessoal auxiliar e pais encarregados de educação.

No Regulamento Interno, a componente muito importante é o envolvimento dos pais


encarregados de educação no sentido de elevar o eficaz da escola, isto é, a troca de informação
com a instituição.

3.2. Regulamento de Avaliação (RA)

Segundo LIBANEO (1994:195) “Avaliação é uma tarefa didáctica necessária e


permanente do trabalho docente que deve acompanhar passo a passo o processo de ensino e
aprendizagem”

Avaliação é um instrumento do processo de ensino, dinâmico, continuo, sistemático que


permite a ferir o comprimento dos objectivos e finalidades da educação e melhorar as estratégias
do ensino valorizar as potências do aluno ao nível individual e do grupo estimar o processo do
sistema educativo promover a qualidade do ensino e certificar os conhecimentos adquiridos.

3.2.1. Objectivos da Avaliação


 Verificar o grau cumprimento dos objectivos específicos fixados nos planos de estudo do
ensino Secundário geral;
 Contribuir para elevação da qualidade do ensino através do conhecimento das principias
dificuldades de modo a permitir a orientação do seu estudo;
 Contribuir para a variação do professor
 Verificar a eficácia e do método de ensino – aprendizagem.
3.2.2. Formas de Avaliação

A avaliação realiza – se ao longo de todo período toma as seguintes formas principais:

 Actividade de controlo sistemático;


 Actividade de controlo parcial;
 Exames.

O processo de avaliação deve ter em conta a participação activa dos alunos nas aulas
partindo do Professor formulação do juízo opinativo.

10
Função da avaliação ultimamente tem vindo a repensar-se as funções da avaliação. A
prática mostra que avaliação pode ser um instrumento para ajudar o aluno a aprender, quando
centrada nas actividades diárias da sala de aula. Avaliação tem que desempenhar uma importante
função formativa nos processos de aprendizagem, devendo estar ao serviço daqueles que
aprendem, seja ao professor que quer desenvolver o seu saber fazer o docente, seja da criança.
Aprendizagem que lhe abri as portas para a participação na vida social, económica, cultural e
cientifica. Em vez de estar ao serviço da nota, a avaliação deve convergir com a função básica da
escola, que é promover o acesso ao conhecimento.

No plano comportamental podem se avaliar:

 As atitudes;
 Os valores;
 Os desenvolvimentos emocionais das crianças.

A avaliação deve terminar:

 O que as crianças sabem;


 O que as crianças podem fazer;
 Como fazem.

Os professores observam diariamente os seus alunos

 Enquanto trabalham;
 Enquanto fazem a correcção dos trabalhos de casa e dos trabalhos da turma;
 Enquanto discutem nos grupos.

Tipos de Avaliação Contínua incluem:

 Observação da actividade do aluno;


 Trabalho escrito;
 A formulação de perguntas durante a aula;
 Trabalho individual e de grupo na sala de aula.

3.3. Estatuto Geral dos Funcionários da Escola

11
Segundo os dados que colhi no campo da Escola Primária de Nacololo Anexa ao I.F.P de
Monapo, apesar dos dados desta área não foram nos esclarecidos por uma extensão mas consegui
acatar alguns itens. A cerca do estatuto geral dos funcionários do estado, nele contém os
inquéritos e sindicância, subsídio de morte e em caso da morte dum funcionário, terá que ter
algum valor como o subsídio.

Pensão da sobrevivência, em caso de um funcionário do estado não tiver uma residência


no local onde trabalha, esse terá direito de uma residência. É no estatuto geral dos funcionários
do estado que existem as leis da assembleia da república. Essas leis descrevem as aprovações do
estatuto geral, os revogados, e competências ao conselho de ministros, é lá onde estão registadas
as garantias das legalidades.

3.4. Estatuto do Professor

O Estatuto do Professor é um documento específico para os professores, nele está


mencionado artigos mais específicos para os professores focalizando os aspectos com a
legislação e definição de faltas. A agenda do professor aparece o estatuto do mesmo para permitir
que todos conheçam os compromissos.

3.5. Instrução e Despacho Ministerial

O sistema nacional foi introduzido em 1993 com base na lei 04/83 de 23 de Março,
iniciou nova fase do sistema de ensino em Moçambique começando pela 1ª classe e
complementando-se na 12ª classe. O SNE devia garantir o acesso de todos níveis de ensino e
permitir apropriação a ciência, técnica e cultura de classe trabalhadora.

Pelo que o SNE visava dar respostas os seguintes objectivos:

 Assegurar a todos moçambicanos o acesso a formação profissional;


 Formar professores como educadores e profissionais conscientes;
 Difundir através do ensino de língua portuguesa como factor da unidade nacional;
 Inserir profundamente as instituições de ensino nas comunidades transformando em bases
revolucionais para a consolidação.

12
O SNE deve ser capaz de formar um homem novo. O homem novo é um homem
consciente que se preocupa com a constante elevação da produção ajuda a implementar ideias
novas e da um bom exemplo que ajuda a mobilizar as massas de que faz parte. O homem novo
que é capaz de se organizar para por o seu trabalho político ao serviço da revisão.

O SNE entende-se de igual modo como um homem em livro do absolutismo da


superstição e mentalidade Burguesa e colonial, um homem que assume os valores da sociedade
socialista nomeadamente: a unidade nacional, o amor a pátria, espírito de internacionalismo
proletário, a concepção científica e materialista do mundo, capacidade de energia na construção
do nacionalismo (SNE:18).

3.6. Planos de Estudos e Circulares

No plano circular a instituição neste ano, como ano Samora M. Machel por ocasião dos 25
anos do desaparecimento físico do 1º presidente de Moçambique independente a 19 de Outubro
de 1986. Todas as instituições de ensino deverão planificar e realizar actividades viradas de
carácter cultural, desportivo, recreativo, académico e sócio económico. Os serviços distritais de
Educação, Juventude e Tecnologia e as Direcções Provinciais de Educação e Cultura, no quadro
dos respectivos governos locais, devem apoiar e monitorar a planificação e realização de
actividades, podendo algumas das quais, serem interescolar.

O plano circular de todas as instituições realizam actividades no ambiente escolar.

3.7. Livro de Turma

O livro de turma tem as seguintes indicações para o seu uso:

Porem, vem descrito por lista nominal dos alunos em espaço próprio. O espaço para
Encarregado de Educação para alem das disciplinas que são escritos por notas trimestrais todavia,
o livro da turma tem no principio termo abertura em constará sua utilidade ao registo de sumario
diário, o livro pelo qual o grupo teve acesso de analisar tem suas folhas devidamente enumeradas
e é rubricadas em assinatura do Director de turma e da Escola para além dos Professores que
passam por aquela classe.

4. Estudo e Análise de Documentos Pedagógicos da Escola

13
4.1. Plano Geral

O plano geral ou anual da escola é um instrumento regulador e orientador das tarefas ou


acções a serem realizadas numa Escola durante o ano lectivo. A elaboração deste documento
deve ser dita com base das orientações do MINEDH plano da província bem como da direcção da
escola visando enquadrarem-se também orientações de planos de necessidade que a escola tem,
tendo em conta as suas necessidades.

É elaborado a partir das opiniões colhidas dos trabalhadores e das respectivas direcções
que constituem a representação do conselho da escola.

Plano geral é feito no foral da escola cada ano lectivo para permitir o comportamento do sectorial
que tem como objectivo controlar as actividades do plano anual.

O cumprimento de ambos é ordem rigorosa. Em caso do não comprimento de alguma das


acções traçadas na data prevista implica seu trânsito para data oportunas. Planificar é tornar o
plano mais eficaz tendo em conta que o objectivo principal que é controlar eficazmente.

De acordo RGEB (2003:3) os documentos normativos são aqueles elaborados pela


instituição ou instancia superior que visam adequar as normas que regem o estabelecimento e
ensino com vista a prosseguir com eficácias os objectivos preconizados com por exemplo: plano
anual, regulamento interno, estatuto geral dos funcionários do estado, programa de ensino.

Segundo LIBANEO (1994:230) ”Plano da Escola é um plano pedagógico administrativo


da unidade escolar onde se explica a concepção do corpo docente, as teorias e metodológicas da
organização didáctica caracterização social, económica, politica cultural da escola, a
caracterização do cliente a escola das directrizes metodológicas gerais do sistema de avaliação do
plano, estrutura organizacional e administrativa”.

4.2. Efectivo Escolar da Escola

A Escola Primária de Nacololo Anexa ao I.F.P de Monapo tem no total 8 professores,


onde 5 são homens e 3 mulheres com formação psicopedagógica. Destes, só 6 estão nomeados,
onde 3 são homens e 3 são mulheres. Não foram nomeados só 2, mas estão no sistema de
contratação, os que não foram nomeados todos são do sexo masculino.

14
A escola lecciona de 1ª a 4ª classes, sendo assim a 1ª classe composta por duas turmas,
assim como as restantes classes. Os professores leccionam todas disciplinas em cada classe,
sendo que terminam no 2º ciclo.

Efectivo Escolar é o número dos alunos intervenientes no Processo de Ensino e


Aprendizagem (PEA), mas que pertencem numa instituição.

Neste caso apresenta – se o mapa dos alunos por classe.

Sexo
Curso Classe Homens Mulheres HM
1ª 32 28 60
2ª 35 25 60
Diurno 3ª 20 40 60
4ª 27 30 57
Total 114 123 237
Tabela 01. Mapa dos Alunos por Classe.

A Escola Primária de Nacololo funciona com 2 turnos em que o primeiro turno tem seu início ás
07h e tem o seu fim ás 12h e 05 min. O segundo turno tem como início 12h e 30min ás 17h e
30min.

Turno da Manhã Turno da Tarde


Tempo Início Fim Início Fim
1º 07:00h 07:45min 12:30min 13:10min
2º 07:50min 08:35min 13:15min 14:00h
3º 08:40min 09:25min 14:05min 14:50min
4º 09:40min 10:25min 15:05min 15:50min
5º 10:30min 11:15min 15:55min 16:40min
6º 11:20min 12:05min 16:45min 17:30min
Tabela 02. Horário Interno do Funcionamento da Escola

A Escola Primária de Nacololo Anexa ao I.F.P de Monapo possui um corpo docente no universo
8 professores. 05 homens e 03 mulheres.

15
Nº Nome do Professor Classe Turma Manhã Tarde Sexo Idade Formaç Sem
Psicop. Formaç.
01 José Muampa 1ª A x M 25-45 x …
02 Lerta da Silva 1ª B x F 25-45 x …
03 Sobral A. Citora 2ª A x M 25-45 x …
04 Telma J. Perónio 2ª B x F 25-45 x …
05 Rebelo P. Crisanto 3ª A x M 25-45 x …
06 Abdul C. Malua 3ª B x M 25 x …
07 Ruth L. Benjamim 4ª A x F 25 x …
08 Alberto A. Canchale 4ª B x M 25 x …
Tabela 03. Quadro efectivo dos professores.

4.3. Pautas

São feitas no sector Pedagógico depois de serem feitas são impressas. A escola trabalha
com três tipos de pautas: original, electrónica e a réplica vulgo cópia. Cada trimestre os directores
de turma são responsáveis passa as pautas e lançam para o sector Pedagógico. O concelho de
notas faz-se na primeira semana depois da interrupção e faz-se um júri de concelho.

O Presidente lança as notas no computador; Vice-presidente passa a pauta original; o


Secretário passa a pauta da cópia; e o Director de turma dita as notas do livro de turma. O
concelho faz-se com base no regulamento interno de avaliação de Ensino Secundário.

O Director Pedagógico trabalha com directores de classes, que são responsáveis nas
transferências dos alunos e expulsão dos mesmos; organiza as turmas; o mesmo trabalha com os
directores de turmas e os directores de turma trabalham com os chefes de turma.

4.4. Função do Director de Turma

O Director de turma tem as seguintes tarefas:

 Estruturar a turma;
 Orientar a turma semanalmente de acordo como o horário;
 Dirigir e orientar o comportamento de alunos e encarregados de Educação caso existir
algum problema;
16
 Fazer os levantamentos de faltas de cada aluno para prestar informações ao concelho de
notas;
 Receber as ideias dos Encarregados de Educação e analisar;
 Preparar as pautas em cada trimestre de acordo com as cadernetas dadas aos Professores
com todas as notas, em cada disciplina.

5. Actividades da Área Administrativa


5.1. Inscrições e Matrículas

Para a classe de ingresso, neste caso a 1ª classe, a Escola Primária de Nacololo Anexa ao
I.F.P de Monapo, escreve alunos considerando o tamanho das salas, sendo que não são tão
grandes, cada sala podendo acolher apenas 30 alunos. E todo esse processo é da responsabilidade
do Director Adjunto da Escola ou do professor encarregado.

5.2. Produção Escolar

Quanto a produção escolar, a escola ainda não possui machamba, nem horta, mas se
beneficia da machamba e da horta do Instituto de Formação de Professores de Monapo e são
aproveitados esses produtos agrícolas para alguns eventos como 1 de Junho e processo de
divulgação dos resultados de cada trimestre.

5.3. Clube Escolar

Os alunos têm praticado desporto no ginásio do Instituto de Formação de Professores de


Monapo assim como no campo de futebol 11 do mesmo. Pretende – se criar uma equipa de
futebol 11 para que as crianças possam brincar aprendendo outras modalidades para o bom
desenvolvimento do aluno com o meio.

5.4. Centro Social / Cantina Escolar

Existe um desenvolvimento cultural na comunidade de Nacololo topo danças tradicionais:


Makiekie, Nihatha, Erapala. A escola se beneficia da Cantina do Instituto de Formação de
Professores de Monapo.

5.5. Centro de Saúde

17
A Escola Primária de Nacololo Anexa ao I.F.P de Monapo não possui um Posto de Saúde, mas o
moradores daquela região se beneficiam do Hospital Rural de Carapira e Hospital Rural de
Namialo que dista a uns quilómetros daquela zona.

18
CAPÍTULO II: ASSISTÊNCIA DAS AULAS
Assistência as Aulas e Actividades dos Alunos e Professor

Decurso das Práticas Pedagógicas

O processo das práticas pedagógicas decorreu em duas fases, na sala de aula em que o
docente fazia menção de todas as actividade que iriam ser realizadas no campo e a outra fase que
era o próprio trabalho de campo.

Durante as aulas teóricas recebidas na turma abordou-se questões meramente ligadas aos
programas de ensino básico, foi tal que, o docente esclarecia a essência da existência do
programa do ensino e fazendo menção a actividade do campo que teria sido realizado por
estudantes na assistência das aulas. O objectivo central era de inserir nos estudantes o espírito de
consultar dos mesmos.

Entre outras actividades executadas na turma, importa dizer que constatou-se o uso dos
meios de ensino assim as funções didácticas de uma aula, as simulações de aulas. Portanto
aprendeu-se bastante, porque, durante a assimilação das aulas haviam debates e críticas, por
exemplo, quando ao uso dos meios de ensino e postura dos estudantes. Na verdade a busca ou
ganho desta soma de conhecimento facilitou o controlo apreciável das actividades do professor
no PEA.

Recepção dos Estudantes na Escola

De certo, a instituição do ensino em particular o grupo directivo desejou boa chegada ao


grupo escalado a escola. A satisfação foi maior, pois, era o 1° grupo de ensino básico que
escalava aquela instituição de ensino. Com profunda alegria, o sector pedagógico da escola deram
os seus "*aplausos internos pela presença dos assistentes. Como resultado da boa observação, o
acesso ao horário foi recebido de forma simples, os professores da escola foram chamados e
apresentados de forma simples aos estudantes, daí, os professores também sentiram – se feliz se
não satisfeito, pela presença dos estudantes.

19
Apresentação

De acordo TAVARES(1999; 142) "sala de aulas é um espaço pedagógico por excelência


da Escola. Por que é neste lugar que acontece a educação humana não só de educação mas
também do educador visto que educar é auto educar-se.

Nos dias da assistência das aulas, tive oportunidade de assistir algumas aulas, no período
de tarde das 13:30min a 14:15min, Turma da 2ª classe, com tema Metade de um Número (que foi
a primeira aula) e em relação a composição da turma tive a oportunidade de conhecer assim tendo
o número total da turma que era de 30 alunos, dos quais 3 ausentes e 27 presentes, e os restantes
dias não tive oportunidade de assistir todas aulas mas sim algumas. É claro que em algumas vezes
não tivemos oportunidade de assistir as aulas devido a não disponibilidade do tempo por
consciência com as aulas de tarde referente as cadeiras e atraso.

No concernente as aulas assistidas durante o período verifiquei que, a sala de aula estava
limpa, como regra toda a turma por onde passei tem uma estrutura administrativa composta pelo
Director de Turma, Chefe de Turma, adjunto de chefe da turma, chefe de higiene e chefes de
grupos. O Professor tem boa apresentação perante a aula, os alunos que se apresentam duma
forma desejável, bem limpos e arrumados. De salientar, que os dias em que assistimos as aulas o
professor foi pontual, a iluminação da sala é suficiente, a sala tem porta com vidro nas janelas, a
sala de aula e espaçosa.

Preparação da Aula

Segundo PILETTI: (2006: 62) Planificar ensino consiste em traduzir em termos concretos
e operacionais o que o professor fará na sala de aula, para conduzir os alunos a alcançar os
objectivos educacionais propostos, nos momentos das aulas foi difícil identificar se havia
sequência lógica. No momento da entrada na sala de aulas, os alunos mostraram o senso
respeitoso de cumprimentar os professores e depois de marcação das presenças prosseguiam as
aulas, em algumas vezes a marcação das presenças era feita depois da aula.

As aulas assistidas pelo grupo, o professor afirmou que raramente tem usado plano de
aula, e se verificou para os alunos tiverem uma interacção dificultosa e que por consequência
afectaram os objectivos comportamentais ou não levarem a concretização dos objectivos
específicos. Mas depois da nossa presença, ele garantiu que sim estaria a trazer o plano da aula.
20
Comprimento do Programa de Ensino

O programa de ensino é um vínculo importante que guia o professor na sua tarefa de


ensinar, com vista a alcançar os objectivos traçados. Os programas de ensino trazem consigo os
conteúdos e objectivos que de forma geral, visam assegurar o desenvolvimento do corpo docente.

Segundo MULLER (1999:14) “conteúdo é uma escolha consequente dos resultados duma
ciência organizada pedagogicamente pelos alunos na sua vida diária".

As noções a cerca dos conteúdos, ainda abarcam classificações; conteúdo de programa de


ensino e conteúdo de processo de aquisição. Nos conteúdos programáticos notou-se orientações
mitológicas, as etapas que envolvem o PEA, as obrigações de respeitar as funções didácticas
entre outros componentes. Durante as observações notou-se que o professor não cumpria na sua
totalidade o programa de ensino, talvez devidos alguns factores que influenciavam, devidos
alguns imprevistos inesperado, verificou-se também que o tempo é muito curto já que as 11h
classes não têm aulas duplas.

Dosificasão dos Conteúdos

Dosificaçao é uma planificação feita por grupo de disciplinas, para sua facilitação através
do programa de ensino, planificam-se os conteúdos a serem leccionados no período de 2 ou 3
semanas e distribuem-se por aulas especificando as actividades a serem realizadas em cada lição
por aluno assim como o professor, pois permite:

 A uniformização dos conteúdos em quase todas as escolas, evitando atraso no


cumprimento do programa;
 Permite a discussão na interacção entre os grupos de professores da disciplina,
favorecendo a troca de experiência entre os estudantes.

Planificação das Aulas

Segundo LIBANEO (1994:241) plano de aula é um retalhamento de plano de ensino. As


unidades subunidades que foram previstas em linhas gerais são aqui especificadas e
sistematizadas, para uma situação real.

21
Na educação formal, planificar é fazer previsão inteligente determinada de todas as
actividades escolares. Por razoes de responsabilidade moral, a adequação do trabalho e eficiência
do mesmo é indispensável.

Decurso da Aula

Segundo PROENÇA, (1992: 177) aula e um processo vivo e dinâmico onde uma
complexa trama de interacção humana e diversidade de interesse determinam a actuação do
professor e dos alunos.

A linguagem usada pelo professor durante as aulas, verifiquei que era adequada ao nível
do acesso dos alunos, os meios de ensino, métodos e os conteúdos apresentados são os que
constam em qualquer plano de aula. O Professor explicava os objectivos principais da aula, onde
apresentou o tema no quadro, pedindo aos alunos para que dessem suas opiniões naquilo que
sabiam sobre a matéria de Metade de um Numero. Como era uma aula inicial, alunos
voluntariosamente tentavam explicar aquilo que tinham como noção do conceito metade. De
seguida, o professor não ditou nenhum apontamento. O professor revelou um pouco do domínio e
segurança dos conteúdos abordados, nisso não necessitou apoio de nenhum material para
satisfação das inquietações colocadas pelos alunos. O tempo disponibilizado pelos professores
para a apresentação de duvidas pelos alunos e suficiente, visto que alguns alunos iam
apresentando suas duvidas e com esclarecimento, punham-se a contribuir e mostravam-se
satisfeitos com as aulas. O professor faz gestão do tempo, visto que no toque do intervalo 1am
dispensando os seus alunos. Usam duma forma coerente os meios de ensino a sua disposição.

Avaliação do Processo de Ensino Aprendizagem

Para PILETTI (2006:190), “Avaliação é um processo contínuo de pesquisa que visa


interpretar ss conhecimentos, habilidades e atitudes dos alunos, tendo em vista mudanças
esperadas no comportamento, propostas nos objectivos, afim de que haja condições de decidir
sobre alternativas do planeamento do trabalho do professor e da escola como um todo”. Os
Professores para avaliarem os seus alunos usavam a avaliação de continuidade com a função de
controlo, no que consiste na avaliação formativa, para se informar sobre o rendimento da
aprendizagem, localizar as deficiências dos seus alunos para o seu replanejameto. O professor no
dia de assistência não corrigiu nenhum exercício dos alunos, o que não motivou tanto aos alunos
22
na resolução dos mesmos esperando a resolução no quadro. Os alunos reagiam positivamente a
exposição das matérias pelos professores, contudo, punham-se a apresentarem muitas dúvidas e
contribuições, mas o que notou-se o professor não conseguiu leccionar todos conteúdos
programados, chegando-se a conclusão que, os objectivos têm sido alcançados parcialmente e
não totalmente. A forma de avaliação que a professora usou durante a aula e o questionário, que
era para avaliar o nível de compreensão dos alunos.

Relacionamento Dentro e Fora da Sala de Aula

Segundo PILETTI (2006:250), “o bom relacionamento na sala de aula é muito


importante. O relacionamento entre os elementos de uma classe e bom quando vemos alunos
alegres, bem- humorados e seguros enquanto desenvolvem as atitudes de aprendizagem e o
Professor, como líder, e o grande responsável pelo bom relacionamento”. Daí, concluímos que,
os professores têm um carácter educativo, porque usavam os vários métodos para tentarem
enquadrarem os alunos nas matérias leccionados, simulando algumas histórias para ver se ficava
concentrados. Os professores revelam convicção durante as suas actividades com os alunos, visto
que não tem certeza que os alunos já conseguiram assimilar na matéria dada. Nos alunos notou-se
um aspecto muito errado no que diz respeito a apresentação dentro da sala, agitações constantes,
dificuldades na percepção das matérias, atrasos. Das condutas positivas que - se observou é que
mesmo com alguns alunos com mas condutas, existiram os que contribuíam nas aulas e
mostravam interesse em aprenderem, apresentavam-se de forma aceitável, ficavam atentos e
revelavam interesse durante as aulas. Mesmo com tudo o que foi observado, o relacionamento
dos educadores/ alunos é bom e dos alunos/ educadores é aceitável.

Qualidades e Actividades do Professor

No âmbito individual e profissional do professor, ele aceita conselhos e críticas, dado que
ele permite interacção com os alunos na sala de aula e o relacionamento com colegas é aplaudível
por se verificar certos convívios e encontros amigáveis que se realizam em algumas ocasiões. O
professor tem se envolvido nas actividades curriculares e extra-curriculares no que concerne: a
dosificação dos conteúdos, planificação quinzenal, entre outras actividades.

23
Relação Professor – Aluno

A relação professor aluno consiste na interdependência num lado o professor a ensinar e o


aluno a apreender, esta relação e vínculo, ou seja é chave muito importante no PEA,

“Esta é talvez, uma das melhores técnicas de motivação, as boas relações entre mestres e
alunos. Nada mais entusiasma o aluno do que perceber que é visto, distinguido e compreendido
pelo seu professor. O bom relacionamento entre eles cria um clima que facilita os trabalhos
escolares e convida o aluno a empenhar-se nas tarefas que lhe são confiadas.” (NERICI
1989:90).

A relação tratada entre professor aluno foi verificada durante as aulas participadas, embora tal
relação não se limitou apenas na sala de aulas.

Para NERICI (1989:183), “os propósitos da motivação consistem em despertar o


interesse, estimular o desejo de aprender e dirigir esforços para atingir metas definidas”.

No processo ensino a relação Professor – Aluno é bilateral na medida que existe dum lado
o professor que dirige o processo, e do outro lado o aluno que desenvolve suas actividades. Neste
sentido tais relações além de serem pedagógicas são também sociais mediante a comunicação e a
colaboração. Isto supõe um mutuo conhecimento de ambas as partes tendo muita das vezes
iniciativa o professor.

Relação Aluno – Aluno

Sempre é muito importante que entre os alunos mantenham uma boa ligação entre eles no
processo de ensino e aprendizagem, a escola como sendo uma instituição muito importante e um
lugar de formação de capacidade, habilidade, atitude e convicções, e também tratando de um
lugar de promoção de jovens estudantes, assim como um lugar de interacção social não ficaria
alheio a esta situação.

Os alunos da escola primária de nacololo anexa ao I.F.P de Monapo da 2ª classe turma A


o mantinham um bom relacionamento entre eles, na interacção a aula, conversa de uma boa
forma entre eles na presença assim como na ausência do professor.
24
Métodos de Ensino

Segundo LIBÂNEO (1999;160) “os métodos de ensino consistem na mediação escolar


tendo em vista activar as forças externas mentais dos alunos para a matéria”.

De acordo com MAVANGA (2001:41), os métodos de aquisição de conhecimento nas


ciências naturais sao:

1. Método de generalização indutiva;


2. Método de conclusão dedutiva;
3. Método experimental;
4. Método de analogia;
5. Método do modelo;
6. Método de procedimento analítico – sintético;
7. Método da caixa negra.

Durante a assistência de aula notou-se que o professor teve o uso excessivo de métodos
empíricos na aquisição de conhecimento, como por exemplo o método expositivo.

Meios de Ensino – Aprendizagem

Segundo (FONTORA, 1993:62). “Meios de ensino são elementos que auxiliam a


execução do Processo de Ensino e Aprendizagem de forma a aproximar a realidade dos
fenómenos em estudo”.

Os meios didácticos são classificados em três tipos que são meios visuais, auditivos e
áudio – visuais, e tendo como materiais didácticos básicos que são aqueles que sempre na
leccionação da aula estão sempre presente. No período de assistência das aulas notou-se a
limitação de uso de quadro, giz, apagador.

Funções Didácticas

Segundo LIBÂNEO (1994; 179) “função didáctica são tarefas, elementos etapas ou
momentos do processo de ensino que tem carácter geral e necessari0 as quais permite organizar
pedagogicamente das actividades cognitivas dos alunos em cada aula”.

25
Funções Didácticas são momentos ou fases descritas em acções dinâmicas e estruturadas
que decorrem durante uma aula ou são orientações que o professor deve ter em consideração para
a realização do processo completo da aquisição dos conhecimentos e outras qualidades da
personalidade.

Geralmente pode-se funções didácticas são etapas que ocorrem durante PEA, estas são
estruturadas e sistematizadas de acordo como tipo de aula.

Definição: Funções didácticas são as fases ou etapas interligadas entre si do processo de


ensino – aprendizagem em que uma aula se subdivide.

Assim sendo uma aula de matemática deve ter as seguinte estrutura ou funções didácticas:

1. Orientação dos objectivos


 Apresentação dos objectivos
 Motivação
 Segurança do nível inicial
2. Trabalho na material nova
3. Consolidação
4. Avaliação e controle

Cada função didáctica tem um certo intervalo de tempo, essas funções funcionam duma
forma cíclica.

Durante a assistência de aulas notou-se que o professor se limitava muito numa única fase de
aula.

Outros Aspectos Observados

Na observação das aulas notou – se aspectos positivos assim como aspectos negativos,
por parte dos alunos assim como os professores.

Por parte dos professores assim como dos alunos do curso da turma A, 2ª classe, O
professor usava uma linguagem aceitável por parte dos alunos, despertava interesse e atenção dos
alunos na matéria, aceita conselhos e críticas, usava bata, mas por outro lado o professor não
exibia o plano de aula (só começou a exibir, segundo ele, depois da nossa presença), uso
26
excessivo de aula frontal, por parte dos alunos vinham bem apresentados, ficavam bem atento na
aula por um tempo, criavam um bom clima de interacção com o professor, mas também eles
tinham uma parte muito ruim agitação na turma, constantes saídas para fora de aulas, falta da
cultura de estar na sala de aula mesmo que não esteja o professor, apresentação na sala e pelos
alunos, dificuldade por parte dos professores na leccionação das aulas por causa do barulho
protagonizado pelos alunos, falta de plano de aulas do professor, falta de rigorosidade no controlo
das actividades e efectividade do professor. Mas dentre todos esses aspectos, a que mais me
marcou foi a carência de professores especializados na área de ensino básico., por tanto, escola
possui 3 professores com licenciatura de ensino básico.

27
Conclusão

Depois de uma longa jornada a procura de factos e realidades para o presente relatório, conclui –
se que o trabalho do campo é uma parte complementar de entre os vários cursos que as
universidades têm administrado no país em geral e em particular a UR - Nampula.

A UR sendo uma instituição vocacionada na formação de professores, tem levado a cabo na série
de actividades desde o primeiro até ao fim do curso, está relacionada com as Práticas
Pedagógicas, com vista a vivenciar ou seja a complementaridade das teorias e práticas e não só,
mas também a familiarizar dos estudantes a realidade do campo.

Com este trabalho permite que as escolas primárias devem ser vistas como local de socialização,
preparação de capacidades cognitivas e personalidade e preparação para o ingresso do Ensino
Secundário Geral.

As Práticas Pedagógicas do Ensino Básico são momentos mais altos do Processos de Ensino e
Aprendizagem a nível daquilo que é a realidade material do que e trata, neste caso, o estudo dos
documentos inerentes uma Escola Primária do 1º Grau. É de salientar que nos sectores de
organização e Pedagógica não tive a oportunidade de interagir directamente com os utentes,
alegando que não tinham tempo de me atender, mas só nos deram apenas os documentos.

O que mais foi usado para a realização deste trabalho é o método de observação directa que
segundo LAKATOS et all (2005:194), afirma que “observação directa consiste em recolher e
registar os factos a realidades em que a pesquisa utilize meios técnicos especiais ou precise fazer
perguntas.

28
Bibliografia

Comissão de Revisão Curricular Central, sob Comissão do Regulamento Académico, Maputo.

DIAS, Hildizina Norberto, SANTOS, Nobre Roque, et. all. Manual de Prática Pedagógica.
Editora Educar. 2008.

ESTRELA, Maria Teresa. Relações Pedagógicas. 4a edição. Porto Editora. Portugal. 2002.

GIL, António Carlos, Métodos e Técnicas de Pesquisa, 5" ed., São Paulo, 1999.

IVALA, A. etal. Orientação para Elaboração projecto e Monografia Cientificas. Nampula,


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MARCONI, M. de Andrade & LAKATOS, E. M. Fundamento de Metodologia Científica. 5" ed.


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MULLER, Susana. Didáctica das Ciências Naturais. led. Maputo: Texto Editores, 2008.

NERICI, Emídio G. Didáctica: Uma Introdução 2" edição. São Paulo, Porto editora, 1989.

PILETI, Claudino, Didáctica Geral. 23 ed. São Paulo Editora Ética, 2006.

PILETTI, Claudino. Didáctica Geral. 14" Edição Ática, S.A São Paulo 1991.

PROENÇA, Maria Cândida, didáctica de história, 5 edição universidade aberta Lisboa 1992.

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TAVARES, José Alarcão Isabel, psicologia de desenvolvimento e de aprendizagem, Coimbra


Livraria almeida 1999.

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