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ESTUDAR

O documento aborda aspectos fundamentais da língua portuguesa, incluindo compreensão e interpretação de textos, tipologia textual, ortografia oficial e acentuação gráfica. Também detalha o emprego das classes de palavras, como substantivos, verbos, adjetivos, pronomes, artigos, numerais, preposições e conjunções, com suas respectivas classificações e usos. O conteúdo é essencial para a compreensão e aplicação correta da língua portuguesa em diferentes contextos.

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O documento aborda aspectos fundamentais da língua portuguesa, incluindo compreensão e interpretação de textos, tipologia textual, ortografia oficial e acentuação gráfica. Também detalha o emprego das classes de palavras, como substantivos, verbos, adjetivos, pronomes, artigos, numerais, preposições e conjunções, com suas respectivas classificações e usos. O conteúdo é essencial para a compreensão e aplicação correta da língua portuguesa em diferentes contextos.

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LÍNGUA PORTUGUESA

1. Compreensão e interpretação de textos.

 Compreensão de textos: é a decodificação da mensagem, ou seja, análise do que está no explícito


no texto.
 Interpretação de textos: é a interpretação que fazemos do conteúdo, ou seja, quais conclusões
chegamos por meio da conexão de ideias e, por isso, vai além do texto

2. Tipologia textual.

3. Ortografia oficial.
Uso do x e do ch
O x é utilizado nas seguintes situações:
Geralmente, depois dos ditongos: cai-xa, dei-xa, pei-xe.
Depois da sílaba -me: me-xer, me-xido, me-xicano.
Palavras com origem indígena ou africana: xa-rá, xa-van-te, xin-gar.
Depois da sílaba inicial -en: en-xo-fre, en-xa-da, en-xa-me.
Exceções:
A palavra "me-cha" (porção de cabelo) escreve-se com ch.
O verbo "en-cher" escreve-se com ch. O mesmo acontece com as palavras que dele derivem: en-chen-te,
en-char-car, en-chi-do.
Uso do h
O h é utilizado nas seguintes situações:
No final de algumas interjeições: Ah!, Oh!, Uh!
Por força da etimologia: habilidade, hoje, homem.
Nos dígrafos ch, lh, nh: flecha, vermelho, manha.
Nas palavras compostas: mini-hotel, sobre-humano, super-homem.
Exceção: A palavra Bahia quando se refere ao estado é uma exceção. O acidente geográfico "baía" é
grafado sem h.

Uso do s e do z
O s é utilizado nas seguintes situações:
Nos adjetivos terminados pelos sufixos -oso / -osa que indicam grande quantidade, estado ou
circunstância: bondoso, feiosa, oleoso.
Nos sufixo -ês, -esa, -isa que indicam origem, título ou profissão: marquês, francesa, poetisa.
Depois de ditongos: coisa, maisena, lousa.
Na conjugação dos verbos pôr e querer: pôs, quis, quiseram.

O z, por sua vez, é utilizado nas seguintes situações:


Nos sufixos -ez / -eza que formam substantivos a partir de adjetivos: magro - magreza, belo - beleza,
grande - grandeza.
No sufixo - izar, que forma verbo: atualizar, batizar, hospitalizar.

Uso do g e do j
O g é utilizado nas seguintes situações:
Nas palavras que terminem em -ágio, -égio, -ígio, -ógio, -úgio: presságio, régio, litígio, relógio, refúgio.
Nos substantivos que terminem em -gem: alavancagem, vagem, viagem.

O j, é utilizado nas seguintes situações:


Palavras com origem indígena: pajé, jerimum, canjica.
Palavras com origem africana: jabá, jiló, jagunço.

Abaixo / a baixo
Leia mais sobre esse assunto abaixo. (em posição inferior)
Olhou-me de cima a baixo com olhar de desaprovação. (relação com a expressão "de cima" ou "de alto")
Onde / aonde
Não sei onde deixei meus livros. (não sugere movimento)
Aonde deixaremos os livros? (sugere movimento)

Mas / mais
Eu falo, mas ele nunca me ouve. (porém)
Isto é o que mais gosto de fazer! (aumento de quantidade)

Mau / Mal
Ele é um mau jogador (É antônimo de bom)
Ela se sente mal com a situação (É antônimo de bem)

4. Acentuação gráfica.
Os nomes dos acentos gráficos da língua portuguesa são:
 acento agudo (´)
 acento grave (`)
 acento circunflexo (^)
Oxítona: A sílaba tônica é a última sílaba da palavra.
Paroxítona: A sílaba tônica é a penúltima sílaba da palavra.
Proparoxítona: A sílaba tônica é a antepenúltima sílaba da palavra.
5. Emprego das classes de palavras.
As classes de palavras ou classes gramaticais são 10: Substantivo | Verbo | Adjetivo | Pronome | Artigo |
Numeral | Preposição | Conjunção | Interjeição | Advérbio.

Substantivo
Substantivo é a palavra que nomeia os seres em geral, desde objetos, fenômenos, lugares, qualidades,
ações, dentre outros.
Os substantivos são classificados em:
 Comum: designam seres de forma genérica (país, cidade, pessoa)
 Próprio: quando se refere a seres específicos, individualizando-os dentro de uma espécie. Eles são
escritos com letra maiúscula (Brasil, Rio de Janeiro, Joana).
 Simples: são formados por apenas um radical, que é o elemento básico da palavra (casa, flor, gato).
 Composto: são formados por mais de um radical, que é o elemento básico da palavra (guarda-
chuva, beija-flor, girassol).
 Primitivo: não derivam de outras palavras da língua (pedra, livro, sol).
 Derivado: derivam de outras palavras da língua (pedreira, livraria, solar).
 Concreto: designam seres ou coisas com existência própria (cadeira, cachorro, pessoa).
 Abstrato: designam ações, estados, qualidades ou sentimentos (beleza, felicidade, coragem).
 Coletivo: designam um conjunto de seres da mesma espécie (cardume, enxame, alcateia).
Verbo
Verbo é a palavra que indica ações, estados, processos ou fenômenos da natureza.
Os verbos são classificados em:
 Regulares: são os conjugados de acordo com modelos de conjugação dos verbos padrões das três
conjugações: -ar, -er, -ir (amar - amo, amas, ama, amamos, amais, amam; vender - vendo, vendes,
vende, vendemos, vendeis, vendem; partir - parto, partes, parte, partimos, partis, partem).
 Irregulares: são os que não seguem os modelos de conjugação dos verbos padrões, apresentando
alterações no radical ou nas terminações (dar - dou, dás, dá, damos, dais, dão; caber - caibo, cabes,
cabe, cabemos, cabeis, cabem; cair - caio, cais, cai, caímos, caís, caem).
 Defectivos: são os que não são conjugados em todas as formas verbais (falir - não tem a primeira
pessoa do singular do presente do indicativo; reaver - não tem muitas formas).
 Abundantes: possuem mais de uma forma verbal aceita e correta em algumas de suas conjugações.
Eles podem apresentar tanto uma forma regular quanto uma irregular (aceitar - aceitado / aceito;
entregar - entregado / entregue).
 Anômalo: são um subgrupo dos irregulares, com alterações muito significativas (ser - sou, és, é,
somos, sois, são; ir - vou, vais, vai, vamos, vais, vão).

Adjetivo
Adjetivo é a palavra que caracteriza, atribui qualidades aos substantivos.
Os adjetivos são classificados em:
 Primitivos: não derivam de outras palavras (bom, triste, verde).
 Derivados: derivam de outras palavras (bondoso, tristonho, esverdeado).
 Simples: formado por um único radical, que é o elemento básico da palavra (forte, feliz, bonito).
 Compostos: formado por mais de um radical, que é o elemento básico da palavra (azul-marinho,
verde-escuro, socioeconômico).
 Pátrios: indicam a nacionalidade ou local de origem (brasileiro, paulista, asiático)

Pronome
Pronome é a palavra que substitui ou acompanha o substantivo, indicando a relação das pessoas do
discurso, posse e posições.
Os pronomes são classificados em:
 Pessoais (reto e oblíquo):
Reto: 1ª pessoa: eu (singular), nós (plural);
2ª pessoa: tu (singular), vós (plural);
3ª pessoa: ele, ela (singular), eles, elas (plural)
Oblíquos átonos: me, te, lhe, o, a, se, nos, vos, lhes, os, as, se.
Oblíquos tônicos: mim, ti, ele, ela, si, nós, vós, eles, elas, si.
Oblíquo reflexivo: é o pronome da mesma pessoa do pronome reto, significa a mim mesmo, a ti mesmo.
Oblíquo recíproco: é representado pelos pronomes nos, vos e se, quando traduzem a ideia de um ao
outro, ou seja, de reciprocidade.
 Possessivos: são pronomes que estão relacionados à ideia de posse. Eles são: “meu”, “minha”,
“meus”, “minhas”, “teu”, “tua”, “teus”, “tuas”, “seu”, “sua”, “seus”, “suas”, “nosso”, “nossa”,
“nossos”, “nossas”, “vosso”, “vossa”, “vossos” e “vossas”.

 Demonstrativos: são pronomes que têm a função de mostrar, apontar, indicar a posição de algo ou
alguém em determinado espaço e tempo. Os pronomes demonstrativos são: “este”, “esta”, “estes”,
“estas”, “esse”, “essa”, “esses”, “essas”, “aquele”, “aquela”, “aqueles”, “aquelas”, “isto”, “isso” e
“aquilo”.

 Relativos: são palavras que se referem a um substantivo mencionado anteriormente em uma frase,
estabelecendo uma relação entre duas orações.

Variáveis: O qual, a qual, os quais, as quais, cujo, cuja, cujos, cujas, quanto, quanta, quantos, quantas.

Invariáveis: Que, quem, onde.

 Indefinidos: são aqueles que fazem referência, de forma vaga, à 3.ª pessoa do discurso.

Variáveis : algum, alguma, alguns, algumas, nenhum, nenhuma, nenhuns, nenhumas, todo, toda,
todos, todas, outro, outra, outros, outras, muito, muita, muitos, muitas, pouco, pouca, poucos, poucas,
certo, certa, certos, certas, vário, vária, vários, várias, quanto, quanta, quantos, quantas, tanto, tanta,
tantos, tantas, qualquer, quaisquer, qual, quais, um, uma, uns, umas.

Invariáveis: alguém, ninguém, quem, outrem, algo, tudo, nada, cada, que.

 Interrogativos: são aqueles utilizados para expressar perguntas diretas e indiretas e, por isso,
possuem valor e uso específicos. (Que, Quem, Qual, Quanto).

Artigo
Artigo é a palavra que antecede o substantivo para dar um sentido determinado ou indeterminado.
Os artigos são classificados em:
 Definidos: o, a, os, as, os.
 Indefinidos: um, uma, uns, umas.

Numeral
Numeral é a palavra que indica a posição ou o número de elementos.
Os numerais são classificados em:
 Cardinais: indicam a quantidade exata de seres ou objetos (um, dois, três...).
 Ordinais: indicam a posição ou ordem de seres ou objetos numa sequência (primeiro, segundo,
terceiro).
 Multiplicativos: indicam a multiplicação de seres ou objetos (dobro, triplo, quádruplo...).
 Fracionários: indicam a divisão de seres ou objetos (meio, terço, quarto...).
Preposição
Preposição é a palavra que liga dois elementos da oração.
As preposições são classificadas em:
 Preposições essenciais: são palavras que só funcionam como preposições e não desempenham
nenhuma outra função na língua (a, ante, até, após, com, contra, de, desde, em, entre, para,
perante, por, sem, sob, sobre, trás)
 Preposições acidentais: palavras que, além de funcionarem como preposições, podem
desempenhar outras funções gramaticais, como advérbios, conjunções, etc. (como, conforme,
consoante, exceto, fora, mediante, salvo, segundo, senão, tirante, visto).
À união de duas ou mais palavras que atuam como preposição é dado o nome de locução prepositiva,
sendo que a última palavra da locução será, obrigatoriamente, uma preposição. (Por trás de, por cima de,
por causa de, perto de, junto de, junto a, abaixo de, acerca de, acima de, ao lado de, de acordo com)

Conjunção
Conjunção é a palavra que liga dois termos ou duas orações de mesmo valor gramatical.
As conjunções são classificadas em:
 Coordenativas:
- Aditivas: expressam soma (“e” (para sentido positivo), “nem” (para sentido negativo))
- Adversativas: expressam oposição (“mas”, “porém”, “todavia”, “contudo” e “senão”)
- Alternativas: expressam alternância (“já”, “bem”, “talvez”, “ora”)
- Conclusivas: expressam conclusão (“pois”, “portanto”, “logo”, “assim”, “então”)
- Explicativas: expressam explicação (“pois”, “porque”, “porquanto”, “que”)

 Subordinativas: As conjunções subordinativas podem ser integrantes ou adverbiais.


Integrantes: Iniciam as orações substantivas, que são aquelas que possuem, em relação à oração
principal, função de sujeito, objeto direto, objeto indireto, predicativo, aposto, agente da passiva ou
complemento nominal.
Adverbiais: Introduzem orações subordinadas adverbiais e são subdivididas em causais, comparativas,
concessivas, condicionais, conformativas, consecutivas, finais, modais, proporcionais e temporais.
- Causais: Iniciam orações com relação de causa, motivo da oração principal (que”, “porque”, “como”)
- Comparativas: Iniciam orações com relação de comparação com a oração principal. Podem
estabelecer relação de igualdade, superioridade ou inferioridade (“como”, “qual”, “mais que”, “menos
que”)
- Concessivas: Iniciam orações que se mostram obstáculo para as ideias da oração principal (“ainda
que”, “embora”, “se bem que”, “apesar de que”)
- Condicionais: Iniciam orações que exprimem condições necessárias para realizar o que se declara na
oração principal ou fato (real ou suposto) que contradiz o que foi expresso na oração principal (“se”,
“caso”, “sem que”, “uma vez que”, “contanto que”)
- Conformativas: Iniciam orações que exprimem conformidade com as orações principais (“como”,
“conforme”, “segundo”)
- Consecutivas: Iniciam orações que são consequência daquilo que foi expresso nas orações principais
(“tanto que”, “tal qual”)
- Finais: Iniciam orações que são finalidade do que foi descrito na oração principal (“para”, “a fim de”)
- Modais: Iniciam orações que exprimem o modo pelo qual se executou o fato expresso na oração
principal (“sem que”, “de modo que”)
- Proporcionais: Iniciam orações que exprimem algo que ocorre, aumenta ou diminui na mesma
proporção do que se exprime na oração principal (“à medida que”, “tanto quanto”, “quanto mais”,
“quanto menos”)
- Temporais: Iniciam orações que exprimem o tempo em relação ao que é dito na oração principal.
Podem ter relação de tempo anterior, posterior, frequentativo (ou seja, repetido) e concomitante
(“antes que”, “primeiro que”, “depois que”, “quando”, “assim que”, “desde que”, “sempre que”, “a
cada vez que”, “enquanto”)

Interjeição
A interjeição é a palavra que expressa emoção ou uma sensação e é sempre acompanhada de um
ponto de exclamação (!)
As interjeições são classificadas como:
 Admiração: Ah! Uau!
 Advertência: Cuidado!, Olhe!, Atenção!, Fogo!, Olha lá!, Alto lá!, Calma!, Devagar!, Sentido!,
Alerta!, Vê bem!, Volta aqui!
 Afugentamento: Fora!, Toca!, Xô!, Xô pra lá!, Passa!, Sai!, Roda!, Arreda!, Rua!, Cai fora!, Vaza!
 Agradecimento: Graças a Deus!, Obrigado!, Agradecido!, Muito obrigada!, Valeu!, Valeu a pena!
 Alegria: Ah!, Eh!, Oh!, Oba!, Eba!, Viva!, Olá!, Olé! Eta!, Eita!, Eia!, Uhu!, Que bom!
 Alívio: Ufa!, Uf!, Arre!, Ah!, Eh!, Puxa!, Ainda bem!, Nossa senhora!
 Ânimo: Coragem!, Força!, Ânimo!, Avante!, Eia!, Vamos!, Firme!, Inteirinho!, Bora!
 Apelo: Socorro!, Ei!, Ô!, Oh!, Alô!, Psiu!, Olá!, Eh!, Psit!, Misericórdia!
 Aplauso: Muito bem!, Bem!, Bravo!, Bis!, É isso aí!, Isso!, Parabéns!, Boa!, Apoiado!, Ótimo!, Viva!,
Fiufiu!, Hup!, Hurra!
 Chamamento: Alô!, Olá!, Hei!, Psiu!, Ô!, Oi!, Psiu!, Psit!, Ó!
 Concordância: Claro!, Certo!, Sem dúvida!, Ótimo!, Então!, Sim!, Pois não!, Tá!, Hã-hã!
 Contrariedade: Droga!, Porcaria!, Credo!
 Desculpa: Perdão!, Opa!, Desculpa!, Desculpe!, Foi mal!
 Desejo: Oxalá!, Tomara!, Quisera!, Queira Deus!, Quem me dera!
 Despedida: Adeus!, Até logo!, Tchau!, Até amanhã!
 Dor: Ai!, Ui!, Ah!, Oh!, Meu Deus!, Ai de mim!
 Dúvida: Hum?!, Hem?!, Hã?!, Ué!, Epa!
 Espanto: Oh!, Puxa!, Quê!, Nossa!, Nossa mãe!, Virgem!, Caramba!, Xi!, Meu Deus!, Senhor Jesus!,
Ui!, Crê em Deus pai!
 Estímulo: Ânimo!, Coragem!, Adiante!, Avante!, Vamos!, Eia!, Firme!, Força!, Toca!, Upa!, Vai
nessa!
 Medo: Oh!, Credo!, Cruzes!, Ui!, Ai!, Uh!, Barbaridade!, Socorro!, Francamente!, Que medo!, Jesus!,
Jesus Maria e José!
 Satisfação: Viva!, Oba!, Boa!, Bem!, Bom!, Upa!, Ah!
 Saudação: Alô!, Oi!, Olá!, Adeus!, Tchau!, Salve!, Ave!, Viva!
 Silêncio: Psiu!, Shh!, Silêncio!, Basta!, Chega!, Calado!, Quieto!, Bico fechado!
Advérbio
O advérbio é a palavra que indica uma circunstância (modo, lugar, tempo). Ele pode modificar um
verbo, um adjetivo ou outro advérbio.
Os advérbios podem ser de modo, intensidade, lugar, tempo, negação, afirmação, dúvida,
interrogativo, ordem, inclusão e exclusão.
 Modo: O advérbio de modo indica a forma como algo aconteceu ou foi feito (Bem, mal, assim,
melhor, pior, depressa, devagar, acinte, adrede, debalde, e grande parte das palavras que
terminam em "-mente", como cuidadosamente, calmamente, tristemente).
 Intensidade: O advérbio de intensidade reforça algo (Muito, demais, pouco, mais, menos, bastante,
tão, quão, demasiado, imenso, quanto, quase, tanto, assaz, tudo, nada, todo)
 Lugar: O advérbio de lugar indica um espaço ou uma posição (Aí, aqui, acolá, cá, lá, ali, adiante,
abaixo, embaixo, acima, adentro, dentro, afora, fora, atrás, detrás, além, aquém, defronte, antes,
aonde, longe, perto, algures, nenhures, alhures)
 Tempo: O advérbio de tempo indica um momento, um período (Hoje, já, afinal, logo, agora,
amanhã, amiúde, antes, ontem, tarde, breve, cedo, depois, enfim, ainda, jamais, nunca, sempre,
doravante, outrora, primeiramente, imediatamente, antigamente, provisoriamente,
sucessivamente, constantemente, entrementes)
 Negação: O advérbio de negação serve para negar ou dizer que algo não é verdade (Não, nem,
tampouco)
 Afirmação: O advérbio de afirmação serve para afirmar ou confirmar (Sim, certo, certamente,
realmente, decididamente, efetivamente, deveras, indubitavelmente, decerto)
 Dúvida: O advérbio de dúvida serve para indicar incerteza (Talvez, possivelmente, provavelmente,
acaso, porventura, quiçá, casualmente)
 Interrogativo: O advérbio interrogativo pode indicar circunstâncias de modo, tempo, lugar e causa.
É usado apenas em orações interrogativas diretas ou indiretas (Quando, como, onde, aonde,
donde, por que)
 Ordem: O advérbio de ordem serve para indicar ou colocar em ordem (Depois, após, ultimamente,
primeiramente)
 Inclusão: O advérbio de inclusão serve para incluir, acrescentar algo (Também, inclusive, ainda,
mesmo, até)
 Exclusão: O advérbio de exclusão serve para excluir, deixar algo de fora (Só, somente, salvo,
exclusivamente, apenas)
Locução Adverbial: é uma expressão formada por duas ou mais palavras que equivalem a um advérbio.
As locuções adverbiais podem ser classificadas em:
 Locução adverbial de lugar: a distância, à distância de, de longe, de perto, em cima, à direita, à
esquerda, ao lado, em volta, por aqui.
 Locução adverbial de tempo: às vezes, à tarde, à noite, de manhã, de repente, de vez em quando,
de quando em quando, a qualquer momento, de tempos em tempos, hoje em dia, de há muito.
 Locução adverbial de modo: de cor, em vão, em geral, de soslaio, frente a frente, de viva voz, à toa.
 Locução adverbial de quantidade: em excesso, de todo, de muito, por completo.
 Locução adverbial de afirmação: sem dúvida, de fato, por certo, com certeza.
 Locução adverbial de negação: de modo algum, de forma alguma, de jeito nenhum, de forma
nenhuma.
 Locução adverbial de intensidade: de muito, de pouco, de todo, em excesso, de mais.
 Locução adverbial de dúvida: quem sabe, por certo.
 Locução adverbial de inclusão: além disso.
6. Emprego do sinal indicativo de crase.
Crase é o nome que se dá à união da preposição “a” com o artigo definido “a(s)”, ou com o “a” inicial dos
pronomes demonstrativos “aquele(s)”, “aquela(s)” e “aquilo”, ou, ainda, com o “a” inicial dos pronomes
relativos “a qual” e “as quais”.
Ao acento indicador de crase dá-se o nome de acento grave.
Quando se USA a crase:
 antes de palavras femininas;
 quando acompanham verbos que indicam destino (ir, voltar, vir);
 nas locuções adverbiais, prepositivas e conjuntivas;
 antes dos pronomes demonstrativos aquilo, aquela, aquele;
 antes da locução "à moda de" quando ela estiver subentendida;
 na indicação de horas exatas.

NÃO se utiliza a Crase quando:


 antes de palavras masculinas;
 antes de verbos;
 antes de pronomes pessoais do caso reto (eu, tu, ele, nós, vós, eles) e do caso oblíquo (me, mim,
comigo, te, ti, contigo, se, si, o, lhe);
 antes dos pronomes demonstrativos isso, esse, este, esta, essa.

DICAS: VOU A, VOLTO DA, CRASE HÁ! VOU A, VOLTO DE, CRASE PRA QUÊ?
Ex: Vou à Europa (Volto da Europa, há crase) Vou a Roma (Volto de Roma, não há crase)

Casos FACULTATIVOS de uso da crase


 Antes de pronomes possessivos femininos (minha, minhas, tua, tuas, sua, suas, nossa, nossas,
vossa, vossas).
 Antes de nome próprio feminino.
 Antes de locuções adverbiais femininas indicativas de instrumento (Não se pode resolver os
conflitos a bala)
 Antes dos seguintes nomes de lugar: Europa, Ásia, África, França, Inglaterra, Espanha, Holanda,
Escócia e Flandres.
 Na locução prepositiva “até a”, antes de substantivo feminino (Chegaram até a praia e desistiram
de nadar ou Chegaram até à praia e desistiram de nadar)
O principal macete para você descobrir se deve ou não usar a crase é substituir a palavra feminina que
vem depois da possível crase por uma palavra masculina equivalente:
Ex : Eu cheguei à escola de Marcelo - > Eu cheguei ao colégio de Marcelo.
Note que, ao fazer essa alteração, é possível perceber a presença do artigo definido masculino “o” antes
do substantivo “colégio”, o que indica a presença do artigo definido feminino “a” antes do substantivo
“escola”, portanto, se utiliza crase.
Outro macete semelhante é substituir o artigo definido feminino “a” pelo artigo indefinido feminino
“uma”. Se é possível utilizar esse segundo artigo, é porque a presença de um artigo feminino é
necessária na frase", portanto, se utiliza a crase.
7. Sintaxe da oração e do período.
Sintaxe é a parte da gramática que estuda a estrutura da frase, analisando as funções que as palavras
desempenham numa oração e as relações que estabelecem entre si. A sintaxe estuda também as relações
existentes entre as diversas orações que formam um período.

Os tipos de oração são: absolutas, coordenadas ou subordinadas.


Oração absoluta
Oração absoluta é a oração formada por uma única oração, ou seja, o seu período é simples.
Exemplos: Contemple a beleza das flores. Está muito calor!

Oração coordenada
Oração coordenada é a oração formada por duas ou mais orações, ou seja, o seu período é composto. As
orações coordenadas são independentes, porque não dependem sintaticamente das outras.
Exemplo: Cheguei, tirei os sapatos, respirei fundo e me joguei no sofá.
As orações coordenadas podem ser: sindéticas ou assindéticas.
As orações coordenadas SINDÉTICAS ligam-se através de conjunção.
As orações coordenadas sindéticas podem ser:
 Aditivas: quando as orações expressam soma (Gosta de praia, mas também gosta de campo)
 Adversativas: quando as orações expressam adversidade (Gostava do curso, contudo não havia
vaga na sua cidade)
 Alternativas: quando as orações expressam alternativa (Vai ele ou vou eu)
 Conclusivas: quando as orações expressam conclusão (Estão de acordo, então vamos)
 Explicativas: quando as orações expressam explicação (Fizemos o trabalho hoje porque tivemos
tempo)
As orações coordenadas ASSINDÉTICAS não são ligadas por conjunção.
Exemplo: Saímos, jantamos, dançamos, rimos.
Oração 1: Saímos. Oração 2: jantamos. Oração 3: dançamos. Oração 4: rimos.

Oração subordinada
Oração subordinada é a oração formada por duas ou mais orações, ou seja, o seu período é composto. As
orações subordinadas dependem sintaticamente entre si.
Exemplo: Se precisar de ajuda, chame.

As orações subordinadas podem ser: substantivas, adjetivas ou adverbiais.


As orações subordinadas SUBSTANTIVAS podem exercer diferentes funções: sujeito, predicado nominal,
complemento verbal, complemento nominal e aposto.
Exemplo: Alguém disse que o professor viria.
Oração 1: Alguém disse. Oração 2: que o professor viria. A oração 2 exerce a função de objeto direto
porque completa o sentido do verbo “disse”, sem necessidade de usar preposição.

As orações subordinadas ADJETIVAS exercem a função de adjunto adnominal.


Exemplo: Falei com a Ana que tem os olhos azuis.
Oração 1: Falei com a Ana. Oração 2: que tem os olhos azuis. A oração 2 exerce a função de adjunto
adnominal, porque especifica com que Ana falei - a Ana que tem os olhos azuis.

As orações subordinadas ADVERBIAIS exercem a função de adjunto adverbial.


Exemplo: Ele canta como um rouxinol canta.
Oração 1: Ele canta. Oração 2: como um rouxinol canta. A oração 2 exerce a função de adjunto adverbial
de comparação, porque compara a forma de cantar de alguém com a do rouxinol.

Os Elementos da função sintática são:


 Sujeito
 Predicado
 Predicativo
 Objetos
 Complemento nominal
 Agente da passiva
 Adjunto adnominal
 Adjunto adverbial
 Vocativo
 Aposto
O SUJEITO é um dos termos essenciais da oração, sendo o elemento que realiza ou sofre a ação expressa
pelo verbo. O núcleo do sujeito costuma ser formado por um substantivo, um pronome ou uma palavra ou
expressão substantivada. Além do núcleo, o sujeito de um enunciado apresenta palavras secundárias,
como artigos, adjetivos, pronomes.
O sujeito pode ser classificado das seguintes formas: simples ou composto; expresso ou oculto;
indeterminado; e agente, paciente ou agente e paciente.
 Sujeito simples: Apresenta apenas um núcleo (O meu cachorro come bem)
 Sujeito composto: Apresenta mais de um núcleo (O meu cachorro e o meu gato comem bem)
 Sujeito expresso: Aparece explicitamente no enunciado (Nós contamos a história para ela)
 Sujeito oculto: Não aparece explicitamente no enunciado (Contamos a história para ela)
 Sujeito indeterminado: Não é identificável nem indicado no enunciado, não sendo possível saber
quem é esse sujeito. Ocorre na 3ª pessoa do plural ou na 3ª pessoa do singular acompanhada do
pronome “se” com função de índice de indeterminação do sujeito (Precisa-se de auxiliares de
escritório) (Contaram a história para ela)
 Sujeito agente: Realiza a ação do verbo (Vitor viu tudo que aconteceu)
 Sujeito paciente: Sofre a ação do verbo (Vitor foi visto no evento)
 Sujeito agente e paciente: Realiza e sofre ao mesmo tempo a ação do verbo (Vítor e Ana se viram
no evento)

O PREDICADO é mais um dos termos essenciais da oração, sendo o elemento que engloba o verbo, o
objeto e demais complementos. Vale dizer que orações sem sujeito são compostas exclusivamente do
predicado e que orações com sujeito têm seu predicado relacionado ao sujeito, sendo o restante do
enunciado que se organiza em torno do sujeito.
Os predicados podem ser classificados de três formas: nominal, verbal e verbo-nominal.
 Predicado nominal: O predicado é classificado como nominal quando seu núcleo é um nome
(substantivo, adjetivo, pronome), unido ao sujeito por meio de um verbo de ligação (aquele que
expressa um estado permanente, transitório, aparente etc.). O predicado nominal apresenta um
predicativo do sujeito, um termo que classifica o sujeito da oração.

sujeito + predicado nominal (verbo de ligação + predicativo do sujeito)

Lúcia é muito astuta.


Nós ficamos espantados!
Meus animais de estimação pareciam calmos.

 Predicado verbal: O predicado verbal tem como núcleo um verbo, elemento principal do enunciado
que se organiza.

sujeito + predicado verbal (verbo + complemento, se houver)

A família trouxe o presente.


Nós gostamos do seu namorado.
Ela pediu para ele agendar a reunião.
 Predicado verbo-nominal: O predicado verbo-nominal, como o próprio nome indica, apresenta
dois núcleos: um verbo e um nome.

sujeito + predicado verbo-nominal (verbo + predicativo do sujeito ou do objeto + complemento,


se houver)

Nós festejamos animados naquele dia.


Elas conversaram muito magoadas.
Eu acho o Renato inteligente.

O PREDICATIVO é um termo que adiciona uma qualidade ao sujeito ou ao objeto. Ele pode ser do tipo
predicativo do sujeito, ou predicativo do objeto.
Predicativo do sujeito é o termo que atribui uma característica ao sujeito através de um verbo de ligação.
Os verbos de ligação expressam estados, em vez de ações. Exemplos: ser, estar, permanecer, ficar,
tornar-se, andar, parecer, virar, continuar, viver.
Os predicativos do sujeito podem ser adjetivos, substantivos, pronomes, numerais.
 A obra é caríssima. (o predicativo do sujeito "caríssima" é um adjetivo)
 Somos estudantes. (o predicativo do sujeito "estudantes" é um substantivo)
 Minha mochila é aquela. (o predicativo do sujeito "aquela" é um pronome)
 Seremos cinco. (o predicativo do sujeito "cinco" é um numeral)

Predicativo do objeto: atribui uma característica ao objeto.


Ex: As professoras deixaram as crianças satisfeitas.
As professoras é o sujeito.
Deixaram é o verbo. Neste caso, ele é transitivo direto.
As crianças é o objeto direto, que completa o sentido do verbo "deixaram".
Satisfeitas é o predicativo do objeto, porque está atribuindo uma característica ao objeto direto "as
crianças".

Os OBJETOS são divididos em: objeto direto e objeto indireto:

Objeto direto: é o complemento que se liga ao verbo transitivo sem auxílio de preposição (Eu leio livros)
Objeto indireto é o complemento que se liga ao verbo transitivo através de preposição obrigatória
(Eu acredito em você)
Os pronomes oblíquos podem desempenhar a função de complementos verbais da seguinte forma:
 Objeto direto: o, a, os, as.
 Objeto indireto: lhe, lhes.
 Objeto direto ou objeto indireto: me, te, se, nos, vos.
O COMPLEMENTO NOMINAL é a informação que completa o sentido de um nome - substantivo,
adjetivo ou advérbio - contido na oração.
Exemplos de complemento nominal:
 Frituras fazem mal ao fígado. (“ao fígado” completa o sentido do adjetivo “mal”)
 Estamos ansiosos com a sua chegada. (“com a sua chegada” completa o sentido do adjetivo
“ansiosos”)
 Alguém tem notícias dela? (“dela” completa o sentido do substantivo “notícias”)
 Fique perto de mim. (“de mim” completa o sentido do advérbio “perto”)
 Música alta faz mal aos ouvidos. (“aos ouvidos” completa o sentido do advérbio “mal”)
 Estavam radiantes com as suas notas. (“com as suas notas” completa o sentido do adjetivo
“radiantes”)

O AGENTE DA PASSIVA é o termo que indica quem pratica a ação de uma oração na voz passiva. É um
termo preposicionado, sendo utilizada maioritariamente a preposição “por” ou as suas formas contraídas
(pelo, pela, pelos, pelas). O agente da passiva corresponde ao sujeito de uma oração na voz ativa.
Exemplos de agente da passiva:
 Este bolo foi feito pela minha mãe.
 Os erros foram corrigidos pelo revisor.
 As provas foram estruturadas por mim.

O ADJUNTO ADNOMINAL é o termo acessório da oração que tem a função de caracterizar ou


determinar um substantivo. Isso pode ser feito através de artigos, adjetivos e outros elementos que
desempenhem a função adjetiva.
Exemplo: As melhores receitas foram deixadas pelos nossos avós.
Sujeito: As melhores receitas
Núcleo do sujeito: receitas
As (artigo), melhores (adjetivo) são os adjuntos adnominais do substantivo receita.
Predicado: foram deixadas pelos nossos avós
Agente da passiva: pelos nossos avós
Núcleo do agente da passiva: avós
Os (artigo) da contração “por + os” é adjunto adnominal de avós. O mesmo acontece com nossos
(pronome adjetivo): “os e nossos” referem-se aos avós.
O ADJUNTO ADVERBIAL é o termo que tem a função de advérbio nas orações.
Exemplos: Estudarei AMANHÃ; Estudo COM CONCENTRAÇÃO; Estudei PARA A PROVA.
O adjunto adverbial é um termo acessório, porque apesar de não ser indispensável para a construção da
oração, ele transmite ideias importantes à comunicação.
Há adjuntos adverbiais de: tempo, modo, finalidade, intensidade, causa, companhia, lugar, circunstância,
assunto, concessão, conformidade, instrumento, negação, afirmação, dúvida, matéria, meio, argumento.

O VOCATIVO é o termo usado para CHAMAR OU INTERPELAR alguém, um animal ou uma coisa.
Geralmente, É ISOLADO POR VÍRGULAS OU SEGUIDO DE PONTO DE EXCLAMAÇÃO e pode ser usado no
início, no meio ou no fim das orações.
O vocativo não deve ser confundido com o sujeito da oração, porque ele não faz parte da sua estrutura.
Ele é, simplesmente, um termo isolado, que serve apenas como um CHAMAMENTO.
Exemplos de vocativos:
 Professora, queremos saber as notas.
 Não diga dessa forma, Manuela!
 Ó meu amor, isso não se faz.
 Veja, meu querido, que lindo lugar.
 Quando sair, Luís Paulo, deixe a luz acesa.
 Tivemos azar, amiga, de ninguém nos encontrar.
 Amanhã será, Dona Elisa, dia da festa.
 Ó Maria! Abre a porta.
 Correi, ó lágrimas!
 Meu servo fiel, não me decepcione.
 Acalmai, tempestade impetuosa.
 Volta, ó sol, ó néctar da minha alma.
 Ó meu amado, onde você está?
 Nossa Senhora do Socorro, me ajude!
 Ó sinos de bronze, ecoai vossa melodia.

O APOSTO é a palavra ou expressão que EXPLICA OU ESPECIFICA outro termo da oração. Geralmente,
vem separado por vírgulas, travessões ou dois pontos.
Exemplos de aposto:
 Camilo Castelo Branco, escritor português, nasceu na cidade de Lisboa em 1825.
 Chico Buarque — um dos maiores compositores da música brasileira — lançou outra obra literária.
 Só me falta uma coisa: sossego.
8. Pontuação.
Sinais de Pontuação são sinais gráficos que contribuem para a coerência e a coesão de textos, bem como
têm a função de desempenhar questões de ordem estilística.
São eles:
 o ponto (.)
 a vírgula (,)
 o ponto e vírgula (;)
 os dois pontos (:)
 o ponto de exclamação (!)
 o ponto de interrogação (?)
 as reticências (...)
 as aspas (“”)
 os parênteses ( ( ) )
 travessão (—)

9. Concordância nominal e verbal.


A concordância verbal garante que os VERBOS CONCORDEM COM OS SUJEITOS, enquanto a concordância
nominal garante que os SUBSTANTIVOS CONCORDEM COM ADJETIVOS, ARTIGOS, NUMERAIS E
PRONOMES.
Para garantir a CONCORDÂNCIA VERBAL, precisamos respeitar as relações de número e pessoa entre
verbo e sujeito.
 Concordância de sujeito composto antes do verbo: Quando o sujeito é composto e vem antes do
verbo, esse verbo deve estar sempre no plural (Maria e José conversaram até de madrugada)
 Concordância de sujeito composto depois do verbo: Quando o sujeito composto vem depois do
verbo, o verbo tanto pode ficar no plural como pode concordar com o sujeito mais próximo
(Discursaram diretor e professores) (Discursou diretor e professores)
“UM DOS QUE” – pode concordar com o “UM” e o verbo ficar no singular, ou concordar com o “DOS” e
o verbo ficar no plural, os dois jeitos estão certos.
“SER” – pode concordar com o SUJEITO ou com o PREDICATIVO DO SUJEITO (predicado nominal).
Para garantir a CONCORDÂNCIA NOMINAL:
 Concordância entre substantivo e mais do que um adjetivo: Quando há mais do que um adjetivo
para um substantivo, há 2 formas de concordar:
- Colocar o artigo antes do último adjetivo: A língua francesa e a italiana são encantadoras.
- Colocar o substantivo e o artigo que o acompanha no plural: As línguas francesa e italiana são
encantadoras.
 Concordância entre substantivos e um adjetivo: Quando há mais do que um substantivo e apenas
um adjetivo, há 2 formas de concordar:
- Se o adjetivo vem ANTES dos substantivos, o adjetivo deve concordar com o substantivo mais
próximo: Linda filha e bebê. Querido filho e filha.
- Se o adjetivo vem DEPOIS dos substantivos, o adjetivo deve concordar com o substantivo mais
próximo ou com todos os substantivos: Pronúncia e vocabulário perfeito/os.
PALAVRA “BASTANTE”: substituir no texto por “muito”, para saber se fica no singular ou vai para o
plural.
HAJA VISTA – verbo impessoal e neutro (sempre no feminino)
“EM ANEXO” – NEUTRO, sempre no singular.

10. Regência nominal e verbal.


Na gramática, a regência é a relação estabelecida entre dois termos, quando um é o termo regente, isto é,
o termo principal, e outro é o termo regido, ou seja, o complemento do termo regente. O termo regido
não tem sentido sozinho no enunciado, uma vez que depende do termo regente, ao qual está ligado na
frase.
Há dois tipos de regência, de acordo com a classificação do termo regente: a nominal e a verbal.

Regência nominal
Na regência nominal, o termo regente é um nome (um substantivo, um adjetivo ou um advérbio). Ela
ocorre quando um nome no enunciado tem complementos, geralmente ligados por meio de preposição.
Ex: “Estou obcecado por essa história de terror!”
A palavra “obcecado” é um adjetivo que caracteriza o sujeito “eu”. Esse adjetivo recebe um complemento:
“por essa história de terror”. A regência do adjetivo “obcecado” requer a preposição “por”: “obcecado
por”."

“Meu pai tem muito orgulho das conquistas de minha irmã.”


Nesse outro caso, o substantivo “orgulho” tem o complemento “das conquistas de minha irmã”, que é
ligado ao substantivo pela preposição “de”: “orgulho de”."

Regência verbal
Na regência verbal, o termo regente é um verbo. Ela ocorre quando um verbo no enunciado tem
complementos, que podem ou não ser ligados por meio de preposição.
Ex: “Eu preciso de ajuda.”
A regência do verbo “precisar” pede o uso da preposição “de”: “precisar de”

“Nós assistimos a esse filme ontem!”


O verbo “assistir”, quando sinônimo de “ver”, é acompanhado da preposição “a”

A preposição é tão importante que, muitas vezes, o mesmo verbo pode ser regido por preposições
diferentes para indicar significados diferentes:
 Aspirar/aspirar a:
- Sem preposição (transitivo direto) = “cheirar”: Aspiraram as fragrâncias e decidiram o melhor
perfume.
- Com preposição (transitivo indireto) = “ter por objetivo”, “pretender”: Aspiravam a cargos
melhores na empresa."

 Assistir/assistir a:
- Sem preposição (transitivo direto) = “ajudar”, “auxiliar”: O enfermeiro assistiu o médico durante
a cirurgia.
- Com preposição (transitivo indireto) = “ver”, “presenciar”, “acompanhar”: Nós já assistimos a
esse filme várias vezes, gostamos muito

 Custar/custar a:
- Sem preposição (transitivo direto) = “ter valor”: Aquela roupa custou muito caro.
- Com preposição (transitivo indireto) = “ser custoso a alguém”: Custou ao jovem abrir mão do seu
desejo."

 Implicar/implicar com:
- Sem preposição (transitivo direto) = “ter consequências”: O cancelamento do cartão implicará
uma multa.
- Com preposição (transitivo indireto) = “irritar”, “provocar”, “antipatizar”: As crianças viviam
implicando com o mais novo.

 Visar/visar a:
- Sem preposição (transitivo direto) = “olhar”, “avistar”, “assinar”: O caçador visou o alvo. / O
cliente visou o cheque.
- Com preposição (transitivo indireto) = “ter por objetivo”, “pretender”: Elas visavam ao cargo
mais alto da empresa.

11. Significação das palavras.


A significação das palavras é o conjunto de sentidos, significados e conotações que uma palavra carrega
em determinado contexto linguístico. Esse fenômeno está ligado à semântica — o estudo do significado
das palavras e das relações entre elas.
A significação das palavras pode se dividir em diferentes categorias:
 Sinonímia: A sinonímia é a relação entre palavras que têm significados semelhantes, possibilitando
a substituição de uma pela outra em determinados contextos sem alterar significativamente o
sentido da expressão, ou seja, é a relação entre pares de palavras sinônimas. Ex.: “Feliz” e
“contente” são sinônimos, ambos expressando um estado de alegria."
 Antonímia: A antonímia é a relação entre palavras que têm significados opostos, indicando
contrastes ou oposições semânticas, ou seja, é a relação entre pares de palavras antônimas. Ex.:
“Frio” é antônimo de “quente”, representando extremos opostos de temperatura.
 Paronímia: A paronímia é a semelhança fonética e/ou gráfica entre palavras (o que pode causar
confusão devido à proximidade de suas formas), mas com significados diferentes, ou seja, é a
relação entre pares de palavras parônimas. Ex.: “Comprimento” (extensão) e “cumprimento”
(saudação) são parônimos, pois têm formas semelhantes, mas significados distintos.
 Homonímia: A homonímia é a relação entre palavras que têm a mesma forma, seja fonética, seja
gráfica, mas têm significados diferentes, ou seja, é a relação entre pares de palavras homônimas.
Ex.: “Manga” (fruta) e “manga” (parte de uma camisa) são homônimos, pois compartilham a
mesma forma, mas têm significados distintos.
 Polissemia: É a capacidade de uma palavra ter múltiplos significados relacionados entre si, muitas
vezes originados de um significado central. Ex.: A palavra “boca” pode referir-se à abertura na face
humana, à entrada de um rio ou ao bocal de um instrumento musical, então apresenta diferentes
sentidos derivados de um conceito central, podendo ser compreendido pelo contexto de uso da
palavra.
 Denotação: significado literal e objetivo de uma palavra, sem incluir associações subjetivas.
 Conotação: envolve as associações culturais, subjetivas e até mesmo emocionais que uma palavra
pode evocar, além de seu significado literal.

MATEMÁTICA
1.Números inteiros: operações e propriedades; múltiplos e divisores: problemas.
As operações com números inteiros envolvem a adição, subtração, multiplicação e divisão entre números
positivos e negativos.
O conjunto dos números inteiros Z é infinito negativo e positivo, além de incluir o zero, avançando de uma
a uma unidade.

Adição e subtração de números inteiros


Para somar ou subtrair números inteiros é preciso se atentar aos seus sinais. Caso sejam todos positivos,
somamos ou subtraímos como números naturais.
Ao somar números inteiros positivos, adicionamos seus valores e o resultado será sempre positivo.
3 + 4 = 7; 15 + 3 = 18; 258 + 12 =270.
Se os todos os números forem negativos, somamos seus valores e o resultado será sempre negativo.
- 3 + (-4) = -7; -15 + (-3) = -18; -258 + (-12) = -270.
Para somar um número positivo e um negativo, o que fazemos na prática é subtrair seus valores,
prevalecendo o sinal do maior número.
3 – 4 = -1; 3 – 15 = -12; 12 – 258 = -246.
Quando são sinais iguais, somam-se os valores e o sinal é repetido.
9 + 7 = 16; -9 + (-7) = -16.
Quando são sinais diferentes, subtraem-se os valores e se utiliza o sinal do maior.
9 – 7 = 2; -9 + 7 = -2.

Multiplicação e divisão de números inteiros


Para multiplicar ou dividir números inteiros, a princípio, as operações devem ser realizadas considerando
apenas seus valores.
O resultado será positivo ou negativo, dependendo apenas dos sinais serem iguais ou diferentes. Ao
multiplicar ou dividir números inteiros de mesmo sinal o resultado será sempre positivo.
3 x 2 =6; -3 x (-2) = 6; 10 / 2 = 5; -10 / (-2) = 5;
Nos casos de multiplicar ou dividir números com sinais diferentes, o resultado será sempre negativo.
- 3 x 2 = -6; 10 / (-2) = -5.

Regra de sinais para multiplicação e divisão


Quando são SINAIS IGUAIS, o resultado é sempre POSITIVO. O que significa dizer que na multiplicação e na
divisão "MENOS COM MENOS DÁ MAIS".
Quando são SINAIS DIFERENTES, o resultado é sempre NEGATIVO. O que significa dizer que na
multiplicação e na divisão "MAIS COM MENOS DÁ MENOS".

2. Números racionais: operações e propriedades; problemas envolvendo as quatro


operações na forma fracionária e decimal.
Pertencem ao conjunto dos racionais os números positivos, negativos, decimais, frações e dízimas
periódicas. Representamos esse conjunto por meio da letra Q maiúscula:
Soma de duas ou mais frações:
Para somar duas ou mais frações, é necessário que o denominador em todas as frações seja o mesmo.
Após verificar isso ou reduzir os denominadores a um mesmo valor por meio do Mínimo Múltiplo Comum
(MMC) ou das frações equivalentes, basta conservar o denominador e somar os expoentes.
1 2 3+4 +24 31
+ +4=
2 3 6
= 6
MMC (2, 3, 1) = 2 x 3 = 6

Para obter os números do numerador, foi feito o seguinte:


6 : 2 = 3 x 1 = 3; 6 : 3 = 2 x 2 = 4; 6 : 1 = 6 x 4 = 24.

Soma de dois ou mais números decimais:


Na soma de números decimais, juntamos número inteiro com inteiro, parte decimal com decimal, parte
centesimal com centesimal e assim por diante.
2,57 + 1,63 = 2 e 1: partes inteiras; 0,5 e 0,6: partes decimais; 0,07 e 0,03: partes
centesimais.
2,57 + 1,63 = 4,20.

Subtração de duas ou mais frações:


O processo de subtração de fração é semelhante ao da soma. A diferença está no sinal da operação, que
será de menos.

5 3
- – 2 = 20−9−24 =(- 13
) MMC (3, 4, 1) = 3 x 4 = 12
3 4 12 12

Para obter os números do numerador, fizemos o seguinte:


12 : 3 = 4 x 5 = 20; 12 : 4 = 3 x – 3 = – 9; 12 : 1 = 12 x – 2 = – 24.

Subtração de dois ou mais números decimais:


Devemos subtrair número inteiro com inteiro, parte decimal com decimal, parte centesimal com
centesimal e assim por diante.
3,15 – 2,04 -1 = 3, 2 e 1: partes inteiras; 0,1, 0 e 0: partes decimais; 0,05, 0,04 e 0: partes
centesimais.
3,15 -2,04 -1 = 0,11.
Multiplicação de frações:
Na multiplicação de frações, devemos multiplicar os numeradores com numeradores e os denominadores
com denominadores:
3 6 ( 3 x 6) 18 (18 /2) 9
7 x 4 = (7 x 4) = 28 Podemos simplifica-la: (28 /2) = 14
Multiplicação de números decimais:
Ao multiplicarmos números decimais, devemos estruturar o algoritmo. Para saber a posição da vírgula no
produto obtido, contamos quantas casas decimais possui cada número decimal e deslocamos a vírgula em
relação aos algarismos do produto da direita para a esquerda.
2,4 x 1,2 = 2,88 = Observe que a vírgula ficou entre os algarismos 2 e 8. Isso aconteceu porque o número
2,4 possui uma casa decimal, e o número 1,2 também possui uma casa decimal. Assim, temos, no total,
duas casas decimais. Sendo assim, devemos deslocar a vírgula do produto obtido (288) duas casas da
direita para a esquerda (2,88).

Divisão de duas ou mais frações:


Para dividirmos duas ou mais frações, utilizamos uma regra prática: CONSERVA-SE A PRIMEIRA FRAÇÃO,
MULTIPLICANDO-A PELO INVERSO DA SEGUNDA. Recorde-se que o inverso de uma fração é dado ao
trocarmos o seu denominador pelo numerador.
13 9 13 2 (13 x 2) 26
7 /2= 7 x9= (7 x 9)
= 63

Divisão de dois ou mais números decimais:


Para realizar a divisão de números decimais, devemos igualar a quantidade de casas decimais dos
números e efetuar a divisão.
1,23 / 0,5 = O número 1,23 possui duas casas decimais, e o número 0,5 possui uma casa decimal. Para
igualar a quantidade de casas decimais, devemos multiplicar ambos os números pelo termo decimal, ou
seja, 10, 100, 1000..., que possui a maior quantidade de casas decimais. Sendo assim, temos que
multiplicar 1,23 e 0,5 por 100.
(1,23 x 100) / (0,5 x 100) = 123 / 50 = 2,46.

Soma, subtração, multiplicação e divisão de dízimas periódicas:


A dízima periódica é um número decimal em que os algarismos após a vírgula se repetem infinitamente.
Exemplos: 1,222..., 1,2323..., 2,23562356...
A repetição desses algarismos após a vírgula é chamada de período. Veja:
 O período de 1,222... é 2.
 O período de 1,2323... é 23.
 O período de 2,23562356... é 2356.
Soma de dízima periódica:
2,333... + 1,555... = O período de 2,333... é 3, e o período de 1,555... é 5.
Portanto: 2,3 + 1,5 = 3,8

Subtração de dízima periódica:


3,6565 – 1,222 = O período de 3,6565... é 65, e o período de 1,222... é 2.
3,65 – 1,22 = 2,43.
Multiplicação de dízima periódica:
5,2323 x 1,111 = O período de 5,2323... é 23, e o período de 1,111... é 1.
5,23 x 1,11 = 5,8053.

Divisão de dízima periódica:


2,5252 / 0,5555 = O período de 2,5252... é 52, e o período de 0,555... é 5.
2,52 / 0,5 = (2,52 x 100) / (0,5 x 100) = 252 / 50 = 5,04

3. Números e grandezas proporcionais; razões e proporções; divisão proporcional; regra


de três simples e composta.
Definimos por GRANDEZA tudo aquilo que pode ser contado e medido, como o tempo, a velocidade,
comprimento, preço, idade, temperatura entre outros.
As grandezas são classificadas em: diretamente proporcionais e inversamente proporcionais.
Grandezas diretamente proporcionais:
São aquelas grandezas onde a variação de uma provoca a variação da outra numa mesma razão. Se uma
dobra a outra dobra, se uma triplica a outra triplica, se uma é dividida em duas partes iguais a outra
também é dividida à metade.
Exemplo 1: Se 3 cadernos custam R$ 8,00, o preço de 6 cadernos custará R$ 16,00. Observe que se
dobramos o número de cadernos também dobramos o valor dos cadernos.
Exemplo 2: Para percorrer 300 km, um carro gastou 30 litros de combustível. Nas mesmas condições, o
carro irá percorrer 600km com 60 litros, e 1200km com 120 litros.

Grandezas inversamente proporcionais:


Uma grandeza é inversamente proporcional quando operações inversas são utilizadas nas grandezas. Por
exemplo, se dobramos uma das grandezas temos que dividir a outra por dois, se triplicamos uma delas
devemos dividir a outra por três e assim sucessivamente. A velocidade e o tempo são considerados
grandezas inversas, pois se aumentarmos a velocidade, o tempo é reduzido, e se diminuímos a velocidade,
o tempo aumenta.
Exemplo 1: Para encher um tanque são necessárias 30 vasilhas de 6 litros cada uma. Se forem usadas
vasilhas de 3 litros cada, serão necessárias 60 vasilhas.
RAZÃO E PROPORÇÃO
Na matemática, a RAZÃO estabelece uma comparação entre duas grandezas, sendo o coeficiente entre
dois números. Já a PROPORÇÃO é determinada pela igualdade entre duas razões, ou ainda, quando duas
razões possuem o mesmo resultado.
Note que a razão está relacionada com a operação da divisão. Vale lembrar que duas grandezas são
proporcionais quando formam uma proporção.
Para você encontrar a razão entre duas grandezas, as unidades de medida terão de ser as mesmas.
Qual a razão entre 40 e 20? = 40 / 20 = 2.
1 12
Qual o valor de x na proporção:
3
= X
= (1 . X) = (3 . 12) = X = 36

É possível trocar os extremos e os meios de lugar, por exemplo:


C D C
¿ = ¿
D é equivalente a ( B = A ).

DIVISÃO PROPORCIONAL
Quando realizamos uma divisão diretamente proporcional estamos dividindo um número de maneira
proporcional a uma sequência de outros números.
Exemplo: Devemos dividir entre João, Pedro e Lucas 46 chocolates de forma diretamente proporcional às
suas idades que são: 4, 7 e 12 anos, respectivamente.
J P L J + P+ L 46
4
= 7
= 12
= 4+ 7+12
= 23
=2
J
= 2 => 2.4 = João = 8 chocolates
4
P
= 2 => 2.7 = Pedro = 14 chocolates
7
L
= 2 => 2.12 = Lucas = 24 chocolates
12
= 8 + 14 +24 = 46 chocolates
REGRA DE TRÊS SIMPLES E COMPOSTA
A regra de três é um processo matemático para a resolução de muitos problemas que envolvem duas ou
mais grandezas diretamente, ou inversamente proporcionais.
Nesse sentido, na regra de três simples, é necessário que três valores sejam apresentados, para que
assim, descubra o quarto valor.
Com a regra de três composta podemos determinar um valor desconhecido quando relacionamos três ou
mais grandezas.
Em outras palavras, a regra de três permite descobrir um valor não identificado, por meio de outros três
ou mais valores conhecidos.

Regra de Três Simples


A regra de três simples é uma proporção entre duas grandezas, por exemplo: velocidade e tempo, venda
e lucro, mão de obra e produção…
Para resolver uma regra de três simples, escrevemos a proporção entre as razões das grandezas, com uma
letra para representar o valor desconhecido.
Se as grandezas forem diretas (aumentando uma, a outra também aumenta, e vive e versa) a proporção
é mantida. Se as grandezas forem indiretas (aumentando uma, a outra diminui, e vive e versa) inverte-se
uma razão.
12 4
Exemplo:
6
= x
: 12 . x = 6 . 4 12x = 24 x = 24/12 x=2

Regra de Três Composta


A regra de três composta, permite descobrir um valor a partir de três ou mais valores conhecidos,
analisando a proporção entre três, ou mais grandezas.
Escrevem-se as razões de cada grandeza, com uma letra para o valor desconhecido.
15 4 5 15 20 9
x
= .
3 2 x
= 6
x.20 = 15.6 20x=90 x= 2
x = 4,5

4. Porcentagem
Porcentagem, representada pelo símbolo %, é a divisão de um número qualquer por 100.
Há 3 formas de representar uma porcentagem: forma percentual, forma fracionária e forma decimal.
O cálculo do valor representado por uma porcentagem geralmente é feito a partir de uma multiplicação de
frações ou de números decimais.
Forma percentual
A representação na forma percentual ocorre quando o número é seguido do símbolo % (por cento).
Exemplos: 5% 10% 0,15%
Forma fracionária
Para realização de cálculos, uma das formas possíveis de representação de uma porcentagem é a forma
fracionária, que pode ser uma fração irredutível ou uma simples fração sobre o número 100.
5 10 0 ,15
Exemplo:
100 100 100
Forma decimal
A forma decimal é uma possibilidade de representação também. Para encontrá-la, é necessária a
realização da divisão.
Exemplo: 0,05 0,1 0,0015

Exercício: Um plano de uma empresa de telefonia custava R$50,00, porém houve um aumento de 4%. Qual
é o valor do aumento em reais? Qual é o novo valor da fatura?
4
4% ou ou 0,04 50 x 0,04 = 2 reais (valor do aumento)
100
Novo valor da fatura = 50 + 2 = 52 reais

5. Juros e desconto simples (juro, capital, tempo, taxa e montante).


O juro simples é calculado tendo como base o valor inicial, conhecido como capital, a taxa de juro e o
tempo. A fórmula do juro simples é J = C ∙ i ∙ t, em que J é o juro, C é o capital, i é a taxa de juro e t é o
tempo.
Exemplo: Uma loja vende um produto a R$ 400,00 à vista. Caso o cliente desejar, esse mesmo produto
pode ser comprado no cartão de crédito com juro simples de até 5% ao mês, podendo parcelar em até 4
vezes. Quanto o cliente pagará no produto se comprar em 4 vezes no cartão de crédito?
J=?
C = 400,00
5
i = 5% ou 0,05 ou
100
t = 4 meses
J = 400 . 0,05 . 4
J = 400 . 0,2
J = 80 reais
TOTAL = 400 + 80 = 480 reais

O montante é outro conceito muito importante no estudo do juro simples. Conhecemos como montante o
valor do capital somado ao juro, geralmente representado por M. A fórmula para calcular o montante é:

M=C+J

6. Funções do 1º e 2º graus: problemas.


Uma função do primeiro grau é aquela cuja lei de formação pode ser escrita na seguinte forma:

y = ax + b
Na qual, “a e b” pertencem ao conjunto dos números reais, e “a” é diferente de zero.
Esse tipo de função também é chamada de função afim.
Toda função do primeiro grau pode ser representada geometricamente por uma reta.
Para construí-la, basta encontrar dois pares ordenados de pontos que pertencem a essa reta, colocá-los no
plano cartesiano e traçar a reta que passa por eles.
Exemplo: y = x – 3
O passo a passo da construção do gráfico de uma função do primeiro grau deve ser o seguinte:
Para x = 1 Para x =2
Y=1–3 y = -2 y=2–3 y = -1
Ponto A = (1,-2) Ponto B = (2,-1)

A função quadrática, também chamada de função polinomial de 2º grau, é uma função


representada pela seguinte expressão:

f(x) = a x 2 + bx + c
Onde “a”, “b” e “c” são números reais e “a ≠ 0”.
A fórmula de Bhaskara é um método resolutivo para equações do segundo grau cujo nome homenageia o
grande matemático indiano que a demonstrou. Essa fórmula nada mais é do que um método para
encontrar as raízes reais de uma equação do segundo grau fazendo uso apenas de seus coeficientes.
Em sua forma original, a fórmula de Bhaskara é dada pela seguinte expressão:

Exemplo: f(x) = x 2 - 5x + 6

a=1 b = -5 c=6

−(−5) ± √ (−5)2−(4. 1.6) 5 ± √ 25−(24)


x= x=
(2. 1) 2

5 ±√1 5 ±1
x= x=
2 2

5+1 6
X1 = X1 = X1 = 3
2 2

5−1 4
X2 = X2 = X2 = 2
2 2

7. Sistema de medidas: decimais e não decimais.


As unidades de medida são modelos estabelecidos para medir diferentes grandezas, tais como
comprimento, capacidade, massa, tempo e volume.
O Sistema Internacional de Unidades (SI) define a unidade padrão de cada grandeza. Baseado no sistema
métrico decimal, o SI surgiu da necessidade de uniformizar as unidades que são utilizadas na maior parte
dos países.
Medidas de Comprimento
No SI a unidade padrão de comprimento é o metro (m).

Medidas de Capacidade
A unidade de medida de capacidade mais utilizada é o litro (L).

Medidas de Massa
No Sistema Internacional de unidades a medida de massa é o grama (g).
Medidas de Volume
No SI a unidade de volume é o metro cúbico (m3). Os múltiplos e submúltiplos do m3 são: quilômetro
cúbico (km3), hectômetro cúbico (hm3), decâmetro cúbico (dam3), decímetro cúbico (dm3), centímetro
cúbico (cm3) e milímetro cúbico (mm3).
Podemos transformar uma medida de capacidade em volume, pois os líquidos assumem a forma do
recipiente que os contém. Para isso usamos a seguinte relação:

1L = 1 dm3

8. Sistema monetário brasileiro: problemas.


As cédulas utilizadas oficialmente no Brasil hoje são:
A cédula de 1 real (R$ 1,00) não é mais emitida desde 2005.

As moedas utilizadas oficialmente no Brasil, e que acima de tudo compõem o Sistema Monetário Brasileiro são:

A moeda de 1 centavo (R$ 0,01) foi desativada em 2004.

Exercício: Possuo 20 moedas na carteira. Sabe-se que ¼ delas são de 1 real e 4/8 de todas as moedas são de 50
centavos. Se as restantes são de 25 centavos, o valor que possuo em moedas na carteira é:
Total = 20 moedas
¼ . 20 = 20 / 4 = 5 moedas de 1 real
4/8 . 20 = 80 / 8 = 10 moedas de 0,50 centavos
Restantes = 20 – 5 – 10 = 5 moedas de 0,25 centavos
Total = (5 . 1) + (10 . 0,50) + (5 .0,25) = 5 + 5 + 1,25 = R$ 11,25

NOÇÕES DE INFORMÁTICA:
1. Internet e Aplicativos
A internet é um sistema global de redes de computadores interligados
O Protocolo de Internet (IP) é um conjunto de regras que permite o roteamento e endereçamento de
pacotes de dados na internet. O IP é fundamental para o funcionamento da internet e para a comunicação
digital global.
O IP é responsável por:
 Dividir os dados em pacotes menores
 Anexar informações de IP a cada pacote
 Identificar cada dispositivo conectado à internet
 Garantir que os pacotes cheguem ao destino correto
O IP é um protocolo de nível de rede e é conhecido popularmente como endereço IP. O endereço IP é uma
sequência de quatro números separados por pontos, como [Link]. Cada número pode variar entre
0 e 255.
O IP evoluiu ao longo do tempo para se adaptar às demandas da internet, resultando em duas versões:
IPv4 e IPv6.
O protocolo TCP (Transmission Control Protocol) /IP é um conjunto de protocolos de comunicação entre
computadores em rede.
HTTP (Hyper Text Transfer Protocol) e HTTPS (Hyper Text Transfer Secure) são protocolos de
comunicação entre o navegador e o servidor web.
FTP (File Transfer Protocol) é um protocolo que de forma simples, rápida e versátil é utilizado para
transferir arquivos entre dois computadores pela internet.
SFTP (Simple File Transfer Protocol) opera da mesma forma que o protocolo FTP, mas com uma camada a
mais de segurança.
DHCP (Dynamic Host Configuration Protocol) é um protocolo que permite que todos os computadores ou
dispositivos móveis conectados à internet obtenham endereços IP de uma forma automática.
HTML é a principal linguagem de marcação utilizada na construção de páginas na web.
URL
O termo URL é a abreviação de Uniform Resource Locator, ou Localizador Uniforme de Recursos. Significa
endereço web, ou seja, o texto que você digita na barra de do navegador para acessar uma determinada
página ou serviço.

2. Ferramentas de busca
Ferramenta de busca ou buscador é um mecanismo de recuperação de informações que aceita uma
pesquisa, compara-a com os arquivos indexados em bancos de dados e gera uma lista de links com os
resultados encontrados. Pode ser dirigida a uma página, um site, um documento de um site ou banco de
dados, ou um tipo de informação, como produtos em um site de vendas.

O maior e mais conhecido site de buscas hoje é o GOOGLE, que alcançou seu sucesso em meados de 2001.
Seu conceito é baseado no uso do PageRank, que tem como premissa que as páginas mais buscadas
estejam ligadas, em maior quantidade, a outras páginas.
Seu processo de busca gira em torno de identificar a importância e a concordância dos conteúdos
encontrados na Internet com relação às palavras usadas pelo usuário. Para fazer essa classificação, o
Google usa diferentes algoritmos para determinar a ordem de aparição dos sites.
Com um banco de dados próprio, o Google é o motor de pesquisa número um da atualidade. Ele oferece a
melhor experiência de pesquisa por meio de buscas rápidas, avançadas e de imagens.
O BING de propriedade da Microsoft é a segunda maior ferramenta de busca.

3. Navegadores (Browser)
Um navegador de internet é um software que ajuda o usuário a acessar conteúdos da internet, é um
programa que habilita seus usuários a interagirem com documentos HTML hospedados em um servidor da
rede. Através do navegador, é possível imprimir documentos, salvar os documentos carregadores no
computador local, salvar imagens e links contidos no documento, exibir o código fonte e suas informações.
O mercado web desktop se divide entre 5 principais marcas de browsers: Chrome, Internet Explorer,
Firefox, Safari e Opera. Nos dispositivos móveis, os browsers nativos do iOs e do Android são os mais
populares, fazendo parte do mercado também o Chrome, UC, Opera Mini.
A Microsoft tem como seu navegador padrão o software denominado EDGE e a sua respectiva ferramenta
de busca é o BING.
O navegador web mais utilizado no mundo hoje é o GOOGLE CHROME.

4. Sistema Operacional e Software


Sistema operacional
É um software que gerencia o hardware de um computador, como a memória e o processamento, e
estabelece uma interface entre o usuário e o hardware. Alguns exemplos de sistemas operacionais são o
Windows, o macOS, o Linux, o Android e o iOS.

Software
É um conjunto de instruções que o computador recebe para executar uma tarefa. Os softwares podem
ser classificados em software de sistema e software de aplicativo.
O software de sistema permite a interação do usuário com a máquina, enquanto o software de aplicativo
é usado para realizar tarefas cotidianas, como editar textos, planilhas e navegar na internet

5. Correios Eletrônicos
O Correio Eletrônico, ou e-mail, é um método que permite compor, enviar e receber mensagens
assíncronas (não ocorre em tempo real) através de sistemas eletrônicos de comunicação.
Provedor de E-Mail: serviço que oferece contas de e-mail (ex. Gmail)
Cliente de E-Mail: aplicativo que instalado em máquina local é usado para gerenciar e-mails (ex.: Outlook)
Webmail: acesso ao e-mail via navegador (servidor web remoto), sem necessidade de software instalado
(ex.: [Link], [Link]).

NOMEDORECIPIENTE@NOMEDODOMINIO
Nome do Recipiente (Nome da Conta de Usuário): representa a conta de e-mail de um receptor qualquer
(pessoa física, lista de e-mail, entre outras).
Símbolo de Arroba (@): simplesmente usado para separar o nome do recipiente do domínio, é obrigatório
e deve ser utilizado apenas um.
Nome do Domínio (Nome de Host/Provedor): identificação de um dispositivo que disponibiliza ou
hospeda (host) algum serviço. Lembrando que o domínio geralmente tem subdomínios, exemplo,
“Hotmail” (domínio de nível mais baixo), “com” (instituições comerciais), “br” (país).

Para servidores de e-mail, temos os seguintes protocolos: SMTP, POP3 e IMAP.


SMTP (Simple Mail Transfer Protocol): responsável pela transmissão de correio eletrônico pela rede, ou
seja, o envio de e-mail.
POP3 (Post Office Protocol, versão 3): forma simplificada de receber, baixar (copiar) e deletar mensagens
de um servidor de e-mail.
IMAP (Internet Message Access Protocol): permite acessar e gerenciar mensagens diretamente no
servidor, mantendo-as sincronizadas em vários dispositivos. Não havendo a necessidade de baixá-las.
SMTP: enviar (saída) POP3: copiar IMAP: acessar

As Pastas de E-Mail são:


 Caixa de Entrada: pasta onde as mensagens recebidas são armazenadas, geralmente são
organizadas, em geral, por remetente, assunto e data de recebimento.
 Caixa de Saída: pasta que armazena temporariamente as mensagens pendentes de envio.
 Itens Enviados: pasta que armazena cópias das mensagens já enviadas, organizadas, em geral, por
destinatário, assunto e data de envio.
 Lixo Eletrônico (caixa de spam): pasta que armazena mensagens identificadas como spam
(mensagens indesejadas ou suspeitas)
 Itens Excluídos (lixeira): pasta que contém mensagens que foram excluídas, mas que ainda não
foram apagadas em definitivo.
 Rascunho: pasta onde mensagens não finalizadas são armazenadas para edição e envio posterior.

Para enviar um e-mail, basicamente devemos “preencher” os seguintes elementos (De:, Para:, Assunto:,
Cc:, Cco:) e Corpo, além disso, é possível anexar arquivos:
 De (From): remetente da mensagem. Atente-se que é possível enviar e-mail de forma anônima por
meio de sites específicos.
 Para (To): destinatário da mensagem, podendo ser uma pessoa ou várias.
 Assunto (Subject): assunto da mensagem que será enviada. Salienta-se que o campo não é
obrigatório.
 Com Cópia (Cc): cópia da mensagem é enviada para um ou mais destinatários
 Com Cópia Oculta (Cco): cópia de mensagem para destinatários, porém eles ficarão ocultos
 Conteúdo (Body): o corpo do e-mail é onde está armazenada a mensagem
 Anexo (Attachment): recurso que permite que um arquivo (ex. foto ou PDF) seja enviado junto com
a mensagem.
E ao receber um e-mail, podemos realizar as seguintes ações para responder:
 Responder: enviar a resposta apenas ao remetente da mensagem.
 Responder a todos: envia a resposta para o remetente (“Para”) e todos os outros destinatários
“visíveis” (“Cc”). Não será enviado para o “Cco”, pois ele não está visível.
 Encaminhar: utilizado para enviar a mensagem para um novo destinatário (que não seja o “Para”
ou “Cc”)

6. Programa Antivírus e Firewall


O Antivírus é um software de proteção do computador que elimina programas maliciosos que foram
desenvolvidos para prejudicar o computador.
O antivírus analisa os arquivos do computador buscando padrões de comportamento e códigos que não
seriam comuns em algum tipo de arquivo e compara com seu banco de dados. Com isto ele avisa o usuário
que tem algo suspeito para ele tomar providência.
NEM TODO ANTIVÍRUS TEM UM FIREWALL EMBUTIDO.
Caso você queira instalar uma aplicação em seu computador, mas o antivírus não está deixando instalar,
mas você tem certeza que não tem vírus, você conseguirá instalar fazendo as seguintes ações:
 Incluir o software na lista de exclusão do antivírus, ou seja, na lista de programas que o antivírus
não deverá verificar ou
 Desativar/Pausar o antivírus por um tempo determinado, ou seja, pelo tempo necessário para
instalar e usar o software para o que necessita.

Firewall
É um mecanismo que pode ser projetado para bloquear mensagens de saída com certos endereços de
destino ou para bloquear mensagens de entrada de origens que são conhecidamente fontes
problemáticas e que protege tanto os computadores individuais quanto as redes de computadores.
Pode ser definido também como uma combinação de hardware e software que isola a rede interna de
uma organização da internet em geral, permitindo que alguns pacotes passem e bloqueando outros.
Atua como uma barreira para impedir acessos sem permissão.

7. Editores de Apresentação
O PowerPoint, da Microsoft, é o editor de apresentação mais conhecido.
O Microsoft Power Point é utilizado para criação/edição e exibição de apresentações gráficas, podendo
utilizar: imagens, sons, textos e vídeos.
No Powerpoint, os modos de exibição de apresentação são: Normal, Modo de Exibição de Estrutura de
Tópicos, Classificação de Slides, Anotações e Modo de Exibição de Leitura.

[Link] de Planilhas
Um editor de planilhas eletrônicas é uma ferramenta que auxilia na gestão e manipulação de dados em
ambientes corporativos e pessoais. Utilizando softwares como Microsoft Excel, Google Sheets ou
LibreOffice Calc, você consegue criar, editar e formatar planilhas que organizam informações de forma
estruturada e funcional.

Microsoft Excel
Desenvolvido pela Microsoft, faz parte do pacote Office. É amplamente utilizado em ambientes
corporativos e pessoais devido à sua rica funcionalidade e integração com outros aplicativos do Office.
Características Principais:
 Fórmulas e Funções Avançadas: Oferece uma ampla gama de fórmulas e funções para realizar
cálculos complexos e análises de dados.
 Visualização de Dados: Permite criar gráficos e tabelas dinâmicas para visualizar dados de maneira
eficaz.
 Integração com Outros Produtos Microsoft: Integra-se facilmente com outros aplicativos do
Microsoft Office, como Word e PowerPoint.

Google Sheets
É uma planilha eletrônica baseada na web oferecida pelo Google como parte do Google Drive. Permite
colaboração em tempo real e acesso fácil de qualquer lugar com conexão à internet.
Características Principais:
 Colaboração em Tempo Real: Vários usuários podem editar a mesma planilha simultaneamente,
com atualizações em tempo real.
 Acesso e Armazenamento na Nuvem: As planilhas são armazenadas na nuvem (Google Drive),
facilitando o acesso de qualquer dispositivo com conexão à internet.
 Integração com Google Apps: Integra-se perfeitamente com outros aplicativos do Google, como
Google Docs e Google Slides.

LibreOffice Calc
É a planilha eletrônica incluída no pacote LibreOffice, uma suíte de escritório de código aberto. Tem
funcionalidades similares ao Excel e pode ser usado gratuitamente.
Características Principais:
 Código Aberto: É software livre e de código aberto, permitindo personalização e contribuição da
comunidade.
 Compatibilidade com Formatos: Suporta uma ampla gama de formatos de arquivo, incluindo os do
Microsoft Excel.
 Funções e Fórmulas: Oferece uma variedade de funções e fórmulas para cálculos complexos.

9. Editores de Texto
Editor de texto é um software ou ferramenta online que permite a redação e edição de peças de
conteúdo escrito. Ele é a base da produção de conteúdo de empresas e de pessoas que querem publicar
na internet ou em meios físicos. Os exemplos mais conhecidos de editor de texto são o Microsoft Word e o
Google Docs.
Google Docs
O Google Docs é um dos editores de texto mais populares, especialmente para colaboração em tempo
real. Com ele, várias pessoas podem editar o mesmo documento ao mesmo tempo, o que facilita muito o
trabalho em equipe.
Além disso, por ser baseado na nuvem, você pode acessar seus documentos de qualquer lugar, basta ter
uma conexão com a internet.
Esse editor também é conhecido por sua interface bem simples e intuitiva que lembra bastante o clássico
Microsoft Word. Totalmente gratuito e cheio de ferramentas de formatação e edição, o Google Docs
costuma ser a melhor alternativa. E isso vale tanto para iniciantes quanto para usuários experientes.

Microsoft Word
O Microsoft Word é um dos editores de texto mais utilizados no mundo, com uma longa trajetória de
confiança e inovação. Conhecido por suas poderosas ferramentas de formatação, o Word permite criar
documentos profissionais com facilidade.
Ele se integra perfeitamente com outros produtos Microsoft, como Excel e PowerPoint, oferecendo uma
experiência de uso unificada. Além disso, ele também é compatível com uma ampla variedade de tipos de
arquivos. Dessa forma, facilita a troca de documentos entre plataformas e dispositivos variados.

[Link]ão de Arquivo
As extensões de arquivo são sufixos adicionados aos nomes de arquivos para indicar o tipo de arquivo.
Elas são compostas por uma sequência de letras ou números que seguem o último ponto no nome do
arquivo. Por exemplo, em um arquivo chamado “[Link]”, a extensão de arquivo é “.docx”. As
extensões de arquivo são essenciais para o funcionamento adequado dos sistemas operacionais, pois
ajudam a identificar e associar os programas corretos para abrir e manipular diferentes tipos de arquivos.
Tipos Comuns de Extensões de Arquivo
 .docx: usado para documentos de texto criados no Microsoft Word
 .xlsx: usado para planilhas criadas no Microsoft Excel
 .pptx: extensão de arquivo utilizada pelo Microsoft PowerPoint para criar apresentações.
 .jpg: usado para imagens comprimidas com perda de qualidade
 .pdf: usado para documentos portáteis que podem ser visualizados e impressos em qualquer
plataforma
 .mp3: usado para arquivos de áudio comprimidos
 .mp4: usado para vídeos comprimidos
 .zip: usado para compactar e agrupar vários arquivos em um único arquivo
 .exe: usado para arquivos executáveis do Windows
 .txt: usado para arquivos de texto comum.

11. Teclas de Atalho


Os atalhos de teclado são teclas ou combinações de teclas que oferecem uma alternativa mais rápida à
execução de tarefas normalmente feitas com um mouse.
Alguns dos atalhos de teclado do Windows:
 Ctrl + C: Copia o item selecionado
 Ctrl + X: Corta o item selecionado
 Ctrl + V: Cola o item selecionado
 Ctrl + Z: Desfaz uma ação
 Ctrl + A: Seleciona todos os itens em um documento ou em uma janela
 Ctrl + Y: Refaz uma ação
 F2: Renomeia o item selecionado
F5: Atualiza a janela ativa
Ctrl + Shift + N: Abre uma nova janela em modo anônimo
 Ctrl + Shift + Esc: Abre o gerenciador de tarefas
 Shift + Delete: Exclui o arquivo do computador sem ir para a lixeira
 Ctrl + T: Abre uma nova aba
 Ctrl + F: Busca um termo dentro da aba
 Windows tecla de logotipo + Seta para cima: Maximiza a janela
 Windows tecla de logotipo + D: Exibe e oculta a área de trabalho
 Alt + Tab: Alterna entre aplicativos abertos
 Alt + Seta para a esquerda: Voltar
 Windows de logotipo + X: Abre o menu Link Rápido
 Windows tecla de logotipo + L: Bloqueia o computador

Os periféricos de entrada são os que enviam dados para o computador, enquanto os periféricos de saída
recebem dados do computador
Tipos de periféricos:
Entrada
Teclado, mouse, scanner, microfone, leitor de código de barras, webcam, joystick, etc.

Saída
Monitor, caixas de som, impressora, projetor, fones de ouvido

Entrada e saída
Monitor tátil, drive gravador de CD e DVD, modem

Armazenamento
Pen drive, disco rígido, cartão de memória

O sistema binário é um sistema de numeração posicional que usa apenas dois dígitos, o 0 e o 1, para
representar quantidades.
Ele é a base do funcionamento dos computadores digitais, que trabalham com dois níveis de tensão.

O DVD-R é uma mídia que comporta, no mínimo, 600 megabytes de dados e possui recurso para
regravação, sendo assim a opção mais adequada para efetuar cópias de segurança.
A memória RAM — Memória de Acesso Aleatório ou Random Access Memory — permite a leitura e a
escrita de arquivos. Ou seja, a sua função é possibilitar que o processador tenha acesso imediato aos
dados que deseja, contribuindo para uma maior rapidez e capacidade de resposta das solicitações.
É por isso que a memória RAM é importante para multitarefas. Os aplicativos carregados ficam lá até que
sua RAM fique cheia e precise limpar alguns dados para conseguir abrir espaço para outros.
Ao contrário da memória de armazenamento, ela não guarda o conteúdo de forma permanente, já que é
usada para processar os dados que estão sendo usados naquele momento.

12. Pacote Microsoft Office


O pacote Microsoft Office para concursos inclui os seguintes programas: Word, Excel, PowerPoint,
Outlook e Acess.
Word
Muito além de um simples editor, com o Word é possível criar, editar, modificar e personalizar os mais diversos
tipos de textos. Além disso, ele conta com inúmeras ferramentas de formatação e implementação de elementos
para agregar nos documentos.

Para se inserir Elementos Gráficos no Word deve se seguir o seguinte caminho:

Na guia inserir, o botão Smart Art ->

O atalho usado para se duplicar uma imagem dentro do Word é “Ctrl + D”.

Efeitos de fonte no Word:


 Tachado;
 Tachado duplo;
Sobrescrito,

 Subscrito

 VERSALETE
 TODAS EM MAIÚSCULAS
 Negrito
 Itálico
 Sublinhado
Também é possível alterar a cor do realce do texto, e mudar a cor das letras do corpo do texto.

Os atalhos usados para alterar o tamanho da fonte no corpo do texto no Word são:
 Aumentar: Ctrl + Shift + >
 Diminuir: Ctrl + Shift + <
Para selecionar todo o corpo do texto no Word se usa o atalho: “Ctrl + T”
Para abrir o Gerenciador de Impressão no Word se usa o atalho: “Ctrl + P”
Para abrir um novo documento em branco no Word se usa o atalho: “Ctrl + O”
Para salvar um documento no Word se utiliza o atalho: “Ctrl + B”
Para inserir um Hiperlink no Word se utiliza o atalho: “Ctrl + K”
Excel
O Excel é uma ferramenta que permite aos profissionais visualizar tendências, identificar padrões e tomar
decisões informadas.
As principais funções do Excel são:
Soma: esta função soma valores, sendo possível adicionar valores individuais, valores de células ou, até
mesmo, intervalo de valores. Exemplos:
 =SOMA(A2:A10): Irá realizar a adição de todos os valores no intervalo de A2 até A10. O sinal de “:”
(dois pontos) indica ao Excel que o usuário está se referindo a um intervalo.
 =SOMA(A2;A10): Irá somar, por outro lado, apenas os valores das células A2 e A10, uma vez que
“;” (ponto e vírgula) não indica um intervalo, mas valores isolados.
 =SOMA(A2:A10;2): Adiciona 2 à soma dos valores presentes no intervalo A2 a A10.

Média: a função “MÉDIA” retorna a média aritmética entre 2 ou mais valores. Não confunda, entretanto,
a função “=média()” com a função “=med()”, uma vez que esta última fornece a mediana. Exemplos:
 =MÉDIA(A2:A10): Retornará a média destes 9 números no intervalo A2 a A10.
 =MÉDIA(A2;A10): Fará a média aritmética entre as 2 células: A2 e A10.

Máximo e Mínimo: esta função irá retornar o maior ou menor valor dentro de um intervalo, ou entre
valores especificados pelo usuário (utilizando o ponto e vírgula). Exemplos:
 =MÁXIMO(A2:A10): Maior valor dentro deste intervalo.
 =MÍNIMO(A2;A10): Menor valor das 2 células (A2 ou A10).
 =MÁXIMO(A2:A10;A15;50): Maior valor comparando o número 50, com a célula A15 e o intervalo
A2:A10.
Maior e Menor: A diferença para as funções MÁXIMO E MÍNIMO é que a função “MÁXIMO” retornará o
maior valor entre todos, enquanto que a função “MAIOR” exige que o usuário informe, adicionalmente,
o ranking do “maior” que ele deseja. Isto é, se é o segundo maior, terceiro maior, e assim
sucessivamente. Exemplos:
 =MAIOR(A2:A10;1): informa o maior número no intervalo de A2 a A10;
 =MAIOR(A2:A10; 2): informa segundo maior número no intervalo de A2 a A10;
 =MENOR(A2:A10;5): retorna o quinto menor valor dentro do intervalo.
Função SE: A função “SE” permite que o programador faça um ou mais testes lógicos, de forma que o
software retorne um valor, caso este teste seja verdadeiro, ou outro valor, caso contrário.
A sintaxe desta função é: =se(teste lógico; [valor verdadeiro]; [valor falso])
=SE(A2>0;1;2): Irá verificar se o conteúdo da célula A2 é maior que zero. Se sim, retornará o valor 1, caso
contrário, 2.
=SE(A2>10;1;2): Irá verificar se o conteúdo da célula A2 é maior que 10. Se sim, retornará o valor 1, caso
contrário, 2.
Função SE dentro de outra Função SE: Existe ainda a opção de intercalar uma função “SE” dentro de outra,
no objetivo de fazer análises mais complexas, e isto abre um leque imenso de possibilidades. Exemplo:
=SE(A2>=7;”A”;SE(A2>=4;”B”;”C”))
Primeiramente o programa irá verificar se a média é maior ou igual a 7. Em caso afirmativo, irá retornar
“A” e sair da função.
Apenas na hipótese de a média ser menor que 7, o programa irá verificar a parte FALSA da função, isto é
“SE(A2>=4;”B”;”C”)”.
Desse modo, se a linha de comando chegar a este ponto, significa que a média do aluno já é menor que 7,
devendo, para finalizar, apenas verificar se é maior que 4 ou não. Caso afirmativo, o programa retornará a
nota “B”, caso contrário “C”.

Função SOMASE: Realizará a soma do conteúdo das células, desde que alguma condição seja obedecida.
Exemplo:
 =SOMASE(A1:A5; “>3”): somará todos valores maiores que 3, no intervalo A1:A5.

Função [Link]: Esta função retornará à quantidade de células em um intervalo que obedeça
determinada condição. Exemplo:
 =[Link](A1:A5;”LARANJA”): irá contar quantas vezes a palavras “laranja” se repete no intervalo
de A1 a A5.

Função [Link]: Diferentemente da função [Link], [Link] não requer uma condição,
mas apenas um intervalo. Fornecido o intervalo, a função retornará, como resultado, a quantidade de
células não vazias. Exemplo:

De acordo com a figura, existem 6 células não vazias no intervalo


A1:A15

Função PROCV: Em resumo, esta função fará a busca de um valor


em uma coluna e, ao encontrá-lo, retornará o conteúdo de outra coluna, pertencente à mesma linha.
Exemplos: =PROCV(Valor_procurado, matriz_tabela, num_indice_coluna)
 =PROCV(“Leandro”;A1:B5;2): Irá buscar pela palavra “Leandro” sempre pela primeira coluna da
matriz fornecida e, em seguida, retornará o valor da segunda coluna da matriz, pertencente à
mesma linha, ou seja, “22”.

 =PROCV(“Leandro”;A2:C5;3): Irá buscar pela palavra “Leandro” sempre pela primeira coluna da
matriz fornecida e, em seguida, retornará o valor da terceira coluna da matriz, pertencente à
mesma linha, ou seja, “motorista”.

Power Point
É um software usado para realizar apresentações de slides contendo texto, imagens, músicas e
animações. Com a ferramenta, o usuário pode aperfeiçoar sua criatividade ao montar uma apresentação
utilizando esses artifícios.

Para se inserir um novo slide para


Slide Mestre: Funcionalidade que possibilita a aplicação de propriedades em todos os slides da
apresentação, ao invés de aplicar propriedades manualmente em cada slide.
Tecla F5: Inicia a apresentação de slides a partir do primeiro slide.
Shift + F5: Inicia a apresentação de slides a partir do slide que está selecionado.
Efeitos de Transição (principais):

No PowerPoint, além de anexar hiperlinks a textos e objetos utilizando o botão “Hiperlink”, pode-se
anexa-los com o botão “Ação”, que também fica no grupo Links da guia “Inserir”.
É possível se verificar a ortografia do texto no PowerPoint na guia “Revisão” no grupo “Revisão de Texto”.

Tipos de Design

Para redimensionar um slide o usuário do PowerPoint deve acessar a guia “Design” e clicar no botão
“Tamanho do Slide” e depois em “Tamanho do Slide Personalizado”.

O botão utilizado no PowerPoint para limpar toda a formatação do texto é o:


SmartArt: elemento gráfico utilizado para representar visualmente informações e ideias. Com esse
elemento, é possível inserir diversas estruturas hierárquicas como, por exemplo, organogramas e listas
hierárquicas.
O pincel de formatação copia a formatação do texto, se clicado apenas uma vez, ele deixa apenas a
próxima palavra igual a palavra configurada pelo pincel, se aplicado duplo clique, ele deixa todas as
próximas palavras iguais a anterior.
Barra de Status: exibe o nome
do tema da apresentação
definido pelo usuário.
Álbum de fotografias: recurso
utilizado para criar ou editar uma
apresentação com base em uma
série de imagens.
Tipos de Gráficos:
Comparar: recurso que permite comparar e combinar apresentações diferentes, se encontra na guia
“Revisão”.

CONHECIMENTOS GERAIS:
1. Noções básicas de cartografia.
1.1. Orientação: pontos cardeais.

N – NORTE NE – NORDESTE L – LESTE SE – SUDESTE S – SUL


SO- SUDOESTE O – OESTE NO – NOROESTE
“O SOL NASCE NO LESTE E SE PÕE NO OESTE”

1.2. Localização: coordenadas geográficas, latitude, longitude e altitude.

Coordenadas geográficas são um sistema de localização formado por linhas imaginárias traçadas sobre o
planisfério terrestre, por meio das quais é possível saber com precisão a localização de um ponto da
superfície terrestre. Essas linhas imaginárias são conhecidas como paralelos e meridianos, e é por meio da
interseção (ou cruzamento) delas que se obtém a coordenada geográfica exata de um referencial.
As coordenadas geográficas de um determinado ponto na superfície terrestre, como vimos, é dada pela
interseção entre um paralelo e um meridiano. Sendo assim, podemos falar em dois tipos de coordenadas
geográficas:
Latitude: é a distância em graus de qualquer ponto na superfície terrestre até a Linha do Equador. O
Equador representa o ponto inicial de contagem das latitudes e, por essa razão, é considerado o paralelo
de latitude de 0°. As latitudes são sempre medidas horizontalmente, no sentido norte-sul (ou sul-norte),
e variam de 0 a 90° em ambos os hemisférios. Quando escrevemos uma latitude, devemos deixar
indicada a qual hemisfério ela corresponde: norte (N) ou sul (S, ou com sinal de negativo antes do valor).
Longitude: é a distância em graus de qualquer ponto na superfície terrestre até o Meridiano de
Greenwich. Esse meridiano foi escolhido como o ponto de partida para a contagem das longitudes,
motivo pelo qual tem o valor de 0°. As longitudes são medidas sempre no sentido leste-oeste (ou oeste-
leste), e a sua gradação vai de 0 a 180° em ambos os hemisférios. Assim como as latitudes, é preciso
sempre indicar a qual hemisfério a longitude que escrevemos está relacionada: leste (L) ou oeste (O, ou
com sinal de negativo).
Todas as coordenadas geográficas acima descritas são expressas em graus (°), minutos (') e segundos (").

1.3. Representação: leitura, escala, legendas e convenções.


Podemos dividir as convenções utilizadas em cartografia em quatro partes essenciais que devem estar
presentes em todos os mapas: título, legenda, orientação e escala.
Título: o título do mapa é uma das convenções cartográficas mais importantes, pois ele fornece
informações essenciais sobre o conteúdo do mapa, permitindo uma rápida identificação do tema e do local
retratado. O título deve ser claro, objetivo e conciso, e pode ser usado para indicar o tipo de mapa, a
escala, a área geográfica representada, a época do levantamento e outros detalhes relevantes. Além disso,
o título pode ajudar a contextualizar o mapa em relação a outros mapas e informações geográficas,
auxiliando na sua utilização em diversas áreas, como na navegação, planejamento urbano, gestão
ambiental, entre outras.
Legenda: a legenda é um dos elementos fundamentais de um mapa, e tem como objetivo explicar o
significado dos símbolos e cores usados na representação cartográfica. É uma espécie de dicionário que
ajuda o leitor a interpretar a informação contida no mapa.
A legenda permite que o usuário compreenda e interprete o mapa, identificando as diferentes informações
representadas e sua importância na leitura do mapa. Ela contém uma lista dos símbolos, cores e linhas
utilizados, bem como uma breve explicação do que cada um deles representa. É importante notar que a
legenda pode variar dependendo do tipo de mapa e das informações que ele representa.
Orientação: o elemento da orientação é fundamental em um mapa, pois indica ao leitor em que direção
estão os pontos cardeais (norte, sul, leste e oeste) e suas variações intermediárias (nordeste, sudeste,
noroeste, sudoeste). A representação mais comum da orientação é feita pela rosa dos ventos, que é um
diagrama com os pontos cardeais indicados por letras e setas que mostram a direção correspondente.
Escala: a escala em um mapa é a relação matemática entre as distâncias medidas no mapa e as distâncias
reais na superfície da Terra. Em outras palavras, é a proporção entre a representação gráfica de um objeto
no mapa e seu tamanho real no mundo real.
A escala pode ser representada de forma gráfica no mapa, através de uma linha com divisões que
indicam as medidas correspondentes na realidade. Por exemplo, uma escala de 1:100.000 significa que
uma unidade de medida no mapa representa 100.000 unidades de medida na superfície terrestre. A
escala é importante porque permite que o leitor do mapa tenha uma noção exata das dimensões dos
objetos representados e possa planejar suas atividades com precisão.

2. Aspectos físicos do Brasil e meio ambiente no Brasil (grandes domínios de clima,


vegetação, relevo e hidrografia; ecossistemas).

A expectativa de vida da população brasileira é de 73 anos.


São Paulo é o estado mais populoso do Brasil, com 41,2 milhões
de habitantes. Depois dele, Minas Gerais, com 19,5 milhões de
habitantes.
Esses dados mostram que a região brasileira com maior
concentração populacional é o Sudeste.
Enquanto isso, o estado brasileiro que tem a menor população é
Roraima, com 451,2 mil habitantes.

Relevo: Os planaltos, áreas elevadas e planas, ocupam a maior


parte do nosso território, cerca de 5.000.00 km2. São divididos em: Planalto das Guianas; Planalto
Brasileiro; Planalto Central; Planalto Meridional; Planalto Nordestino; Serras e Planaltos do Leste e do
Sudeste; Planalto do Maranhão-Piauí e Planalto Dissecado de Sudeste (Escudo Sul-Riograndense).
Junto com as depressões, áreas mais baixas, os planaltos ocupam cerca de 95% do território nacional. As
principais depressões do nosso país são Depressões Norte e Sul Amazônica.
As principais planícies do Brasil, que se caracterizam pelas áreas planas quase sem variação de altitude são:
Planície Amazônica, Planície do Pantanal e Planície Litorânea.
3. Organização do espaço agrário: atividades econômicas, modernização e conflitos;
Organização do espaço urbano: atividades econômicas, emprego e pobreza; rede urbana
e regiões metropolitanas.
O espaço agrário pode ser classificado como, organização e modo de produção, o espaço onde
ocorrem determinadas atividades no campo — envolvendo também relações trabalhistas e o capital rural.
O espaço agrário brasileiro é principalmente caracterizado pelos seguintes fatores: mercado;
latifundiários; estado; pequenos e médios proprietários de terra; camponeses; comunidades indígenas e
quilombolas; movimentos sociais e outras entidades.
Em certas áreas, ocorreram a especialização agrícola da soja, laranja, café e trigo. Dessa forma,
pode-se também dizer que cerca de 60% a 70% dos alimentos básicos produzidos no Brasil são fruto das
pequenas propriedades agrícolas.
Enquanto isso, os grandes latifundiários produzem pra exportação. Grande parte desses
latifundiários anualmente expandem monoculturas como a de soja em direção às fronteiras agrícolas e
minerais demarcadas.
Além disso, eles também se expandem em direção a outras posses de porte menor. Desse modo,
diversos conflitos intensos acabam sendo desencadeados anualmente, causando centenas de mortes,
prejudicando principalmente os posseiros, os quilombolas e os indígenas.
Inegavelmente, isso ocorre mais especial e intensamente na região norte e Centro-Oeste do país.
Outro fator problemático, como a grilagem (crime que consiste em tomar posse de terras públicas
ou de terceiros de forma ilegal), geralmente é responsável pelo deslocamento de pequenos e médios
produtores em direção aos centros urbanos.
Isso ocorre devido à extinção de postos de trabalhos e até mesmo pela influência dos grandes
latifundiários que, por meio de ameaças, provocam a expulsão de produtores de baixa escala.
O antagonismo deste conflito apresenta, de um lado: os defensores dos movimentos sociais que
lutam pelo direito à terra, os povos indígenas e os remanescentes de quilombos.
Do outro lado, a bancada ruralista instalada no governo e no congresso nacional buscam ampliar o
projeto de monocultura dos grandes latifundiários no território nacional.
Dessa forma, todos estes fatores somados à industrialização técnica contribuem para o
desencadeamento do processo de êxodo rural (processo de migração do campo para as cidades) e o
crescimento do trabalho temporário.
Produtos e serviços do agro distribuídos por regiões no território nacional são, entre outros:
- Nordeste: agricultura familiar que atuam na produção de frutas como banana e raízes como mandioca;
- Sul: cooperativas que trabalham com a produção de aves, tabaco e arroz;
- Centro-Oeste: bioma do cerrado e expansão de fronteira agrícola;
- Sudeste: produção de açúcar, café, papel celulose, carnes e laranjas;
- Norte: bioma amazônico com produção de banana e mandioca.
Outro elemento problemático que caracteriza o sistema agrário brasileiro é a exploração ambiental
que ocorre em ritmo cada vez mais acelerado.
Nesse cenário, essa exploração desnorteada traz, como consequência, o esgotamento dos recursos
nacionais, destrói biomas e reduz a biodiversidade nas matas e florestas do país. Essa exploração com
finalidade capitalista ocorre por meio de práticas como as queimadas.
O Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) é uma autarquia federal, ou seja,
instituto com autonomia administrativa pro desenvolvimento de suas atividades, que visa democratizar o
espaço agrário concedendo terra a famílias que ainda não possuem.
O Instituto é responsável por formar e executar as políticas previstas na política fundiária nacional,
principalmente em áreas de conflitos. Além disso, o INCRA também é responsável por:
- fornecer orientação aos novos assentados;
- disponibilizar assistência técnica pro desenvolvimento de sistemas agroecológicos;
- dar às famílias envolvidas a possibilidade de vender os alimentos produzidos;
- regularizar as áreas fundiárias ocupadas por povos tradicionais.
A atuação do INCRA, ainda que não tão efetiva, é essencial na garantia de uma rede que auxilie os
assentados e o estabelecimento de uma rede de comunicação entre estes e outros membros da sociedade.

Espaço urbano, ou zona urbana, são cidades que, predominantemente, têm mais de 20 mil
habitantes. Trata-se de localidades com maior concentração de prédios, ruas, avenidas, e geração de renda
focada em três pilares: produção industrial, comércio e serviços.. A infraestrutura desses locais também é
maior quando comparada com a do espaço rural.
De acordo com levantamento do IBGE, a maior parte da população brasileira, cerca de 84% das
pessoas, vive em espaços urbanos, enquanto aproximadamente 16% dos cidadãos vivem em áreas rurais.
É o próprio IBGE que delimita quais são os espaços urbanos e rurais no Brasil. Essa definição é feita
por meio de pesquisas, censos demográficos e trabalhos que necessitam dessa categorização.
Mas com o crescimento acelerado das cidades, é cada vez mais difícil definir com clareza onde
acaba o espaço urbano e começa o espaço rural. Basicamente, é a infraestrutura e o modo de vida dessas
localidades que determinam o que é espaço urbano e rural.
Espaços urbanos são marcados por uma alta concentração populacional e, consequentemente, de
casas e prédios. Diante desse contexto, um fenômeno comum nessas localidades é a verticalização.
Trata-se da construção de grandes e inúmeros edifícios, de quatro pavimentos ou mais, que são
construídos para suprir a demanda de moradia nos espaços urbanos, valorizar determinadas áreas e
facilitar a locomoção dos moradores para o trabalho.
A concentração de moradias também tem um aspecto negativo quando falamos de problemas
como a segregação espacial e a favelização.
Outra característica essencial de um espaço urbano é a ampla infraestrutura. Boa parte dos
moradores desses locais contam com saneamento básico, rede de iluminação, fácil acesso a hospitais,
bancos, escolas, faculdades, supermercados, entre outros serviços essenciais.
Diante desse contexto, a geração de renda nos espaços urbanos vem essencialmente da produção
industrial, do comércio e do setor de serviços.
Linhas de ônibus, metrô e trem, além de outros meios de transporte coletivo, são comuns nos
espaços urbanos. Grande parte da população também conta com ruas e avenidas asfaltadas.
Quando falamos de metrópoles, há também aeroportos que facilitam a locomoção de pessoas do
Brasil e do mundo para aquele determinado espaço urbano.
Os problemas mais comuns em espaços urbanos:

Inchaço urbano
Quando falamos de espaços urbanos no Brasil, vale destacar que o processo de urbanização
aconteceu de forma desorganizada na maior parte do país.
As cidades nem sempre estão preparadas para receber uma grande quantidade de pessoas, seja
por falta de espaço ou oportunidades de emprego. Sendo assim, o inchaço urbano e a falta de moradia
adequada para boa parte da população são problemas comuns em um espaço urbano.
De acordo com levantamento realizado pelo IBGE, três em cada quatro moradores de centros
urbanos vivem em más condições de vida. Isso significa 72,5 milhões de cidadãos.

Gentrificação
Gentrificação é um processo de transformação urbana que “expulsa” moradores de bairros
periféricos e transforma essas regiões em áreas nobres. A especulação imobiliária, aumento do turismo e
obras governamentais são responsáveis pelo fenômeno.
Espaços urbanos, por apresentar crescimento acelerado (e, muitas vezes, desorganizado), geram
processos de gentrificação com frequência. Diante desse contexto, a população periférica vai morando
cada vez mais longe das áreas centrais e perdendo qualidade de vida.

Ilha de calor
Ilhas de calor urbano (ICU) é o nome dado às cidades com elevado grau de urbanização que têm a
temperatura maior do que as regiões rurais próximas. Esse fenômeno acontece devido à concentração de
asfalto, ruas, avenidas e concreto (prédios, casas e outras construções).
Quem mora em um espaço urbano tem maiores chances de enfrentar problemas com enchentes, já
que nessas áreas há excesso de chuva e falta de solo permeável para a absorção da água.

Falta de mobilidade urbana


Mobilidade Urbana é definida como a condição que permite o deslocamento das pessoas em uma
cidade, com o objetivo de desenvolver relações sociais e econômicas. Ônibus, metrô, outros transportes
coletivos e carros fazem parte das soluções de mobilidade.
Quando falamos de espaço urbano é muito comum que a população sofra com o trânsito e
condições precárias de transporte público. O acúmulo de pessoas, a falta de investimentos públicos e o
crescimento acelerado das cidades são alguns motivos que causam problemas na mobilidade urbana
desses locais.
4. Dinâmica da população brasileira: fluxos migratórios, áreas de crescimento e de perda
populacional.

 A população do Brasil é de 203.080.756 habitantes, segundo o IBGE (2022).


 As regiões mais populosas do Brasil são o Sudeste e o Nordeste. O Centro-Oeste é a região com o
menor contingente populacional do país.
 O estado de São Paulo concentra 21,8% de toda a população brasileira.
 A taxa de crescimento da população do Brasil é de 0,52%, e tende a diminuir durante os próximos
anos.
 A população urbana do Brasil é maior do que a população rural, caracterizando, assim, um país
urbanizado.
 A taxa de urbanização do Brasil é de quase 85%.
 A população do Brasil tem passado pelo processo de envelhecimento populacional, com
desaceleração do crescimento e aumento da expectativa de vida.
 O Brasil é hoje o sétimo país mais populoso do mundo.
Com um amplo território que se estende em 8.510.417,77 quilômetros quadrados (IBGE, 2022), a
distribuição da população brasileira ocorre de maneira não uniforme pelas regiões, pelas unidades
federativas e pelos municípios brasileiros. Isso se deve principalmente ao processo histórico de ocupação
do país, que teve início a partir do litoral, e de desenvolvimento econômico, que criou núcleos
populacionais inicialmente na região Nordeste e posteriormente na região Sudeste.
Pela densidade demográfica do Brasil, podemos afirmar que se trata de um país populoso, porém
pouco povoado, com uma distribuição que é da ordem de 23,86 hab./km². Fica na região Sudeste do país a
maior parcela da população brasileira. Essa área abriga 84.840.113 habitantes, ou 41,77% do total de
pessoas que vivem no país. O Nordeste é a segunda região mais populosa do Brasil, onde estão 26,91% dos
habitantes do país, o que corresponde a 54.658.515 pessoas. Na sequência, está a região Sul, com
29.937.506 habitantes ou 14,74% da população brasileira.
As áreas menos populosas do Brasil são a região Norte e a região Centro-Oeste. A primeira possui uma
população de 17.354.884 habitantes, o mesmo que 8,54% do total de habitantes do território nacional.
Além de ser a segunda região menos populosa, a região Norte corresponde ainda à região menos
densamente povoada do Brasil, com densidade demográfica de 4,51 hab./km². Por fim, temos o Centro-
Oeste, região menos populosa do país, com apenas 8,02% de todos os habitantes do Brasil ou, em
números absolutos, 16.289.538 pessoas.

A atual taxa de crescimento da população brasileira é de 0,52% ao ano, o que significa que o número
de habitantes do país continua a sofrer acréscimo. Trata-se, entretanto, de um crescimento inferior à
média mundial, que se encontra hoje em um patamar de 1,03% ao ano.
Analisando o crescimento populacional do Brasil em perspectiva, percebemos que tem havido também
um movimento de queda das taxas anuais desde pelo menos a década de 1970, ou seja, o ritmo de
crescimento da população tem diminuído ano após ano.
O crescimento da população do Brasil atingiu um ponto máximo entre as décadas de 1950 e 1960,
quando os números absolutos saltaram de 51,9 milhões de habitantes no primeiro período para 70,1
milhões no segundo, um aumento de quase 20 milhões de pessoas, caracterizando um momento de
explosão demográfica. No intervalo de tempo considerado, a taxa de crescimento da população brasileira
foi de 3,17%.
Houve, a partir de meados do século XX, uma série de transformações na organização espacial e
produtiva do território brasileiro, como foi o caso da urbanização; da ampliação das indústrias e
modernização do campo; do âmbito social, com maior inclusão da mulher no mercado de trabalho; e
também da área da saúde. Esse cenário foi responsável pela redução da taxa de fecundidade no país,
conduzindo então a uma redução gradativa da natalidade e desaceleração do crescimento populacional.
De acordo com as estimativas do IBGE, a população continuará a crescer em ritmos cada vez mais
lentos até o ano de 2047, quando atingirá uma taxa de crescimento de 0,04%. A partir de então, após
2048, a tendência é de encolhimento da população, isto é, de redução do número de habitantes vivendo
no Brasil.
A população urbana brasileira corresponde ao conjunto de pessoas que vive nas cidades. Considera-se
o Brasil um país urbanizado, uma vez que uma parcela maior do que a metade dos seus habitantes vive na
zona urbana, sendo esse valor mais precisamente de 84,72%, de acordo com o IBGE. A população rural,
que vive nas áreas não urbanizadas, é equivalente a 15,28% do total de habitantes do país.
A região Sudeste é aquela que apresenta a maior parcela de população urbana, com taxa de 93%. O
Nordeste, em contrapartida, possui a maior população rural dentre as grandes regiões brasileiras,
representando 26,88% do seu contingente populacional.
É importante lembrarmos que esse quadro nem sempre foi assim. Até a década de 1970, o Brasil era
um país que apresentava a maioria de sua população vivendo na zona rural, chegando a uma parcela de
54,92% nos anos 1960.
O aumento do número de indústrias e o processo de mecanização do campo desencadearam um
intenso movimento de êxodo rural, que é caracterizado pelos fluxos migratórios do campo em direção às
cidades. Assim, o país passou por rápido processo de urbanização, fazendo com que a população urbana
superasse numericamente a população rural.

5. Formação territorial e divisão político-administrativa (organização federativa).


O Brasil faz parte
de 3 Hemisférios:
sendo 7% das terras no
Hemisfério Norte,
Boreal, ou
Setentrional, 93% no
Hemisfério Sul, Austral
ou Meridional, e o
Hemisfério Ocidental
correspondendo a
100% do seu território.
Em relação as zonas
térmicas, o Brasil
possui 92% de seu
território em zona
Intertropical e 8% em
zona subtropical.
O continente Brasileiro corresponde a 20,1% da América, e o sub continente é a América do Sul e
América Latina.

CÓDIGO DE CONDUTA ÉTICA E INTEGRIDADE:


Art. 1º O Código de Conduta Ética e Integridade dos Correios visa à prevenção de desvios éticos de
conduta e a consecução de seus objetivos organizacionais, promovendo a disseminação da identidade
corporativa e de orientações sobre os compromissos de agir sempre de acordo com princípios fundados
na legislação e na Ética, em todas as relações, e sobre as sanções consequentes do descumprimento
desses dispositivos.
Art. 2° Este Código de Conduta Ética e Integridade é de observância obrigatória por todos os
membros dos Conselhos de Administração e Fiscal e da Diretoria Executiva e dos comitês estatutários,
assessores especiais contratados, empregados, servidores e empregados cedidos aos Correios e cedidos
pelos Correios às controladas, coligadas, subsidiárias, mantidas e patrocinadas, estagiários, prestadores de
serviços, agentes delegados e quaisquer pessoas que estejam a serviço dos Correios e de suas ações,
inclusive em decorrência de contratos, programas sociais, parcerias e voluntariado.
§ 1º No ato de posse, de assinatura de instrumento formal de vínculo com os Correios ou na
apresentação à equipe junto a qual exercerá suas atividades, os que são abrangidos por este código
prestarão compromisso solene de acatamento e observância das regras estabelecidas pelo Código de
Conduta Ética e Integridade dos Correios.
§ 2º Constará dos editais de licitação e dos contratos administrativos celebrados pelos Correios
cláusula por meio da qual os representantes legais e os empregados terceirizados (residentes) das
empresas prestadoras de serviços assumam a obrigação de observar o disposto neste código.
§ 3º É compromisso dos profissionais dos Correios, dentro de sua competência, orientar os
prestadores de serviços, os clientes e qualquer pessoa física ou jurídica de direito público ou privado para a
observância dos compromissos constantes deste código nas relações estabelecidas com os Correios.
§ 4º Os agentes definidos no caput deverão também observar as normas do Código de Ética
Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal e do Código de Conduta da Alta
Administração Federal, no que couber.

Art. 3º O presente Código é baseado nos princípios constitucionais, explícitos e implícitos, e nas Leis
nº 8.429/1992, nº 12.846/2012, nº 12.813/2013, nº 13.709/2018, dentre outras que regem a
administração pública, e no negócio, missão, visão e valores que retratam a identidade corporativa da
Empresa, e visa nortear e fomentar uma conduta ética nos relacionamentos dela com suas partes
interessadas: acionista, clientes, sociedade, fornecedores e colaboradores.
Parágrafo único. Este Código de Conduta Ética e Integridade é baseado no negócio, na missão, na
visão e nos valores que identificam os Correios:
I - Negócio: soluções que aproximam;
II - Missão: conectar pessoas, instituições e negócios por meio de soluções de comunicação e
logísticas acessíveis, confiáveis e competitivas;
III - Visão: ser uma plataforma física e digital integrada, de excelência, para o fornecimento de
soluções de comunicação e logísticas;
IV - Valores:
a) adaptabilidade para responder com agilidade e flexibilidade às demandas das partes
interessadas, tratando os riscos envolvidos;
b) aprendizagem contínua, visando ao alcance de novos patamares de competências, com
experimentação e implementação de inovações;
c) integração entre áreas, pessoas e processos, de forma colaborativa e responsável, para
construir uma unidade de ação;
d) integridade em todas as relações, pautada na ética, na transparência e na honestidade;
e) orgulho em servir à sociedade e pertencer aos Correios;
f) orientação ao futuro, estando atento aos fatores que afetam a Empresa e seu ecossistema no
curto, médio e longo prazos;
g) respeito às pessoas, valorizando suas competências e prezando por um ambiente justo, seguro
e saudável; e
h) responsabilidade e compromisso com o resultado na prestação de serviços e no uso consciente
de recursos para assegurar a sustentabilidade do negócio.

Art. 4º Os Correios adotarão os seguintes princípios éticos, sem exclusão de quaisquer outros que
estejam implicitamente inseridos neste código:
I - dignidade humana e respeito às pessoas: valorização da vida e afirmação da cidadania,
preservando a integridade física e moral, respeitando as diferenças individuais e a diversidade dos grupos
sociais, com igualdade, equidade e justiça;
II - impessoalidade: prevalência do interesse público sobre o interesse particular, com objetividade
e imparcialidade nas decisões, nas ações e no uso dos recursos da Empresa;
III - integridade: honestidade e probidade na realização dos compromissos assumidos, com
coerência entre discurso e prática, repudiando toda forma de fraude e corrupção, com postura ativa diante
de situações que não estejam de acordo com os princípios éticos assumidos;
IV - legalidade: respeito à legislação nacional e dos países nos quais os Correios atuam ou venham
atuar, bem como às normas internas que regulam as atividades, em conformidade com os princípios
constitucionais;
V - profissionalismo: desempenho profissional com responsabilidade e zelo, baseado em valores
sociais, lealdade, respeito mútuo, comprometimento com resultados, com a excelência e com o
aperfeiçoamento empresarial;
VI - sustentabilidade: atuação com responsabilidade ambiental, econômica, social e cultural, de
forma equilibrada, respeitando o direito à vida plena das gerações atuais e contribuindo para a
preservação das futuras; e
VII - transparência: visibilidade dos critérios que norteiam as decisões e as ações, mediante
comunicação objetiva, ágil e acessível, observados os limites do direito à confidencialidade.

Art. 5º Na relação com seus empregados, os Correios se comprometem a:


I - buscar meios para propiciar um bom clima organizacional, criando e mantendo um ambiente de
trabalho saudável e seguro;
II - divulgar as informações, não somente aquelas exigidas por lei ou regulamento, de forma
completa, objetiva, tempestiva e igualitária;
III - estimular entre todos os integrantes de sua equipe o cumprimento integral deste Código.
IV - garantir a existência de canais formais de comunicação para acolher e processar as diversas
demandas de seus empregados, inclusive para denúncias e resoluções de dilemas de ordem ética;
V - preservar a privacidade e a confidencialidade das informações pessoais de seus empregados,
ressalvadas as situações previstas em lei;
VI - promover:
a) a igualdade de oportunidades para todos os seus empregados, em todas as políticas
organizacionais, privilegiando o critério do mérito individual para ascensão profissional;
b) ações para evitar todo tipo de assédio moral ou sexual.
VII - respeitar:
a) a liberdade de associação sindical e manter diálogo permanente com as entidades
representativas dos empregados, sem perder de vista seus objetivos organizacionais;
b) e promover a diversidade, assim como combater qualquer forma de discriminação, seja de
origem, raça, sexo, cor, idade, condição social ou de quaisquer outras formas de preconceito.
Art. 6º Na relação com os Correios, o empregado se compromete a:
I - abster-se de:
a) fazer uso de informação privilegiada, obtida no exercício profissional, na realização de negócios
de qualquer natureza, em benefício próprio ou de terceiros;
b) estabelecer relações comerciais, exceto as decorrentes de contratos com cláusulas uniformes,
ou profissionais com empresas concorrentes ou parceiras dos Correios, bem como com aquelas em que a
empresa tenha ou pretenda ter participação, assim como com seus acionistas controladores e empresas
do mesmo grupo;
c) utilizar fraudulentamente de inverdade, artifício ou ardil para alterar a verdade ou induzir ao
erro, de modo a obter vantagem para si ou para outrem ou desvantagem para outrem; e
d) pleitear, solicitar, provocar, sugerir, exigir, receber, oferecer, prometer ou dar qualquer tipo de
ajuda financeira, gratificação, prêmio, comissão, doação ou vantagem de qualquer espécie, para si,
familiares ou qualquer pessoa, para o cumprimento da sua missão ou para influenciar outro colaborador
para o mesmo fim.
II - adotar boas práticas de mesa e tela limpas, visando não manter disponíveis, a pessoas não
autorizadas, informações privilegiadas e dados pessoais de empregados, clientes e terceiros.
III - assegurar a utilização adequada das informações e dos recursos tecnológicos disponíveis;
IV - apresentar-se ao trabalho com vestimentas adequadas ao exercício da função;
V - conhecer, cumprir e colaborar na disseminação deste Código de Conduta Ética e Integridade;
VI - comunicar imediatamente:
a) por meio dos canais disponíveis, a ocorrência de incidentes que possam provocar a violação de
privacidade de dados pessoais e possam acarretar riscos aos titulares de dados e à imagem da empresa.
b) a seus superiores todo e qualquer ato ou fato contrário ao interesse dos Correios;
VII - cumprir os compromissos profissionais assumidos perante os demais empregados e com a
empresa, sem privilegiar interesses pessoais, familiares, afetivos ou de terceiros;
VIII - evitar comportamento público inadequado, não participar de grupamento inidôneo nem
exercer atividade socialmente reprovável;
IX - exercer as responsabilidades profissionais de gestão com transparência e equanimidade,
orientando e motivando os demais empregados e colaboradores para criar um ambiente de trabalho
saudável e propício à excelência de desempenho e produtividade, zelando pelo cumprimento das normas e
instruções corporativas, assim como deste Código de Conduta Ética e Integridade;
X - eximir-se de participar de atividades que caracterizem conflito de interesse em relação às
atividades dos Correios, bem como comunicar aos canais adequados eventuais conflitos reais ou
aparentes entre interesses dos Correios e interesses relacionados à sua atividade profissional, pessoal ou
de terceiros;
XI - obter prévia autorização da empresa para a publicação ou exposição, em ambientes externos,
de estudos, pesquisas, pareceres e outros trabalhos de sua autoria ou participação, que envolvam
conhecimentos relacionados aos Correios;
XII - preservar:
a) os interesses e zelar pela imagem da Empresa, seja em ambiente interno ou externo, e não
associar as marcas dos Correios a ações, imagens ou informações negativas, em qualquer forma de
comunicação, inclusive eletrônica;
b) a intimidade, a privacidade, a honra e a imagem dos colegas de trabalho e contribuir para o
adequado relacionamento interpessoal e profissional;
c) no exercício do direito de greve, o patrimônio da Empresa e respeitar o direito de ir e vir dos
empregados e clientes;
d) a integridade de documentos, registros, cadastros, sistemas de informação e não retirar da
dependência dos Correios, sem estar legalmente autorizado, qualquer documento ou bem a ela
pertencente;
XIII - priorizar e preservar os interesses dos Correios junto a clientes, órgãos governamentais,
instituições financeiras, fornecedores, entidades e outras empresas com as quais os Correios mantenha
relacionamento;
XIV - respeitar:
a) o sigilo profissional, relativamente às informações a que tem acesso em função da atividade
desempenhada, inclusive as relativas a clientes, as estratégicas e, dentre outras, as relativas a atos ou fatos
relevantes ainda não divulgados ao mercado, devendo zelar para que outros também o façam, exceto
quando a quebra do sigilo for autorizada ou exigida por lei;
b) a produção intelectual e reconhecer os méritos relativos aos trabalhos desenvolvidos por seus
colegas, independentemente de sua posição hierárquica;
XV - resistir a pressões que visem obter quaisquer favores, benesses ou vantagens indevidas em
decorrência de ações imorais, ilegais ou antiéticas e denunciá-las;
XVI - ser cortês, leal, dedicado, honesto, cooperativo e responsável, respeitando as diferenças
individuais de todos os clientes, usuários e colaboradores dos Correios, sem qualquer espécie de
preconceito ou distinção de raça, sexo, nacionalidade, cor, idade, religião, cunho político e posição social;
XVII - ter respeito à hierarquia, porém sem temor de denunciar seus superiores hierárquicos ante a
ocorrência de ato irregular de que tenha conhecimento;
XVIII - zelar pelos bens da empresa de que seja usuário ou detentor e lhes dar a correta destinação;

Art. 7º Nas relações com o governo e a sociedade, os Correios, no desempenho de sua missão,
comprometem-se a:
I - adotar boas práticas de Governança Corporativa;
II - atuar como agente de desenvolvimento social, econômico, cultural, de apoio às ações
governamentais de políticas públicas e em programas e projetos específicos para o desenvolvimento
sustentável;
III - cumprir as exigências necessárias para fins do correto tratamento e proteção dos dados
pessoais dos membros de seu corpo funcional, clientes e terceirizados, respeitando e estando em
conformidade com a legislação vigente no que concerne ao tema; e
IV - ser transparente na divulgação de informações que permitam avaliar o desenvolvimento de
suas atividades.

Art. 8º Nas relações com seus clientes, os Correios se comprometem a:


I - atender aos clientes com cortesia e respeito, fornecendo as orientações necessárias com total
clareza, presteza e transparência;
II - garantir a satisfação dos clientes, oferecendo produtos e serviços com a qualidade contratada; e
III - responder as solicitações de informações, reclamações, críticas e sugestões formuladas, com
rapidez e precisão.

Art. 9º Nas relações com seus fornecedores e parceiros, os Correios se comprometem a:


I - contratar fornecedores e parceiros com base em critérios econômicos, técnicos e legais; e
II - exigir que seus fornecedores e parceiros adotem um perfil ético e de desenvolvimento
sustentável em suas práticas de gestão, inclusive na cadeia produtiva de seus fornecedores.
Parágrafo Único. Para os fins deste Código, entende-se por:
I - fornecedores: pessoas físicas ou jurídicas que fornecem produtos ou serviços aos Correios; e
II - parceiros, as pessoas físicas ou jurídicas que atuam para o atingimento de certo fim, com
interesse comum aos Correios, em decorrência de instrumento hábil aplicado ao caso concreto.

Art. 10. Nas relações com os concorrentes, os Correios se comprometem a:


I - buscar ações que reprimam o abuso do poder econômico que vise à dominação dos mercados, à
eliminação da concorrência e ao aumento arbitrário dos lucros; e
II - denunciar quaisquer ações de fornecedores que se configurem como práticas cartelizadas,
reservas e concessões indevidas, oposição à livre concorrência e outras ações predatórias ao livre
mercado;
III - pautar a sua conduta no cumprimento à legislação, na lealdade, no respeito e nas regras de
mercado;
IV - rechaçar todas as condutas que possam limitar, falsear ou de qualquer forma prejudicar a
livre concorrência ou a livre iniciativa; dominar mercado relevante de bens ou serviços; aumentar
arbitrariamente os lucros; exercer de forma abusiva posição dominante;
V - respeitar os concorrentes, obtendo e fornecendo informações lícitas e mantendo o sigilo
necessário.

Art. 11. Os Correios buscarão ainda, sempre, nas suas relações concorrenciais, ações que evitem:
a) acordar, combinar, manipular ou ajustar com concorrente os preços de bens ou serviços
ofertados individualmente;
b) criar dificuldades à constituição, ao funcionamento ou ao desenvolvimento de empresa
concorrente;
c) limitar ou impedir o acesso de novas empresas ao mercado;
d) promover, obter ou influenciar a adoção de conduta comercial uniforme ou concertada entre
concorrentes;
e) promover a venda casada de produtos e serviços; e
f) utilizar meios enganosos para provocar a oscilação de preços de terceiros.

Art. 12. Compete à Comissão de Ética da Empresa:


I - aplicar este Código de Conduta Ética e Integridade conforme sua norma de funcionamento;
II - apurar, mediante denúncia ou de ofício, conduta em desacordo com as normas éticas
pertinentes e aplicar censura, prevista em sua Norma de Funcionamento - NF, quando for o caso;
III - atuar como instância consultiva dos abrangidos por este Código.
IV - orientar e aconselhar sobre a ética profissional de todos os abrangidos por este Código; e
V - recomendar, acompanhar e avaliar o desenvolvimento de ações objetivando a divulgação,
capacitação e treinamento sobre as normas de ética.
§ 1º A atividade da Comissão de Ética será regulada em sua NF, aprovada pelo Presidente dos
Correios.
§ 2º Deverá ser realizado treinamento periódico, no mínimo anual, sobre o Código de Conduta
Ética e Integridade, a empregados e administradores (membros do Conselho de Administração e da
Diretoria-Executiva), e sobre a política de gestão de riscos, a administradores.

Art. 13. A gestão deste Código é da competência da Comissão de Ética, que se incumbirá, com o
apoio da Presidência e das Diretorias dos Correios, de propor sua atualização periódica, aplicação,
disseminação e divulgação.
Art. 14. A transgressão de preceitos deste Código constitui infração ética, passível de aplicação de
censura, sem prejuízo das eventuais responsabilidades civil e penal correspondentes, a serem apuradas
em procedimentos próprios, e da aplicação alternativa de penalidades disciplinares.
Parágrafo único. Além da aplicação da penalidade de censura, poderá a Comissão de Ética adotar
as seguintes providências:
I - adoção de outras medidas para evitar ou sanar desvios éticos, lavrando, se for o caso, o Acordo
de Conduta Pessoal e Profissional (ACPP);
II - encaminhamento de sugestão:
a) de dispensa de função de confiança à Presidência da Empresa;
b) à Presidência de retorno do empregado ou servidor requisitado ao órgão ou entidade de
origem;
c) à Presidência de remessa de expediente ao setor competente para exame de eventuais
transgressões de naturezas diversas.
III - recomendação de abertura de processo disciplinar, se a gravidade da conduta assim o exigir.

Art. 15. Os trabalhos da Comissão Ética devem ser desenvolvidos em observância ao seguinte:
I - independência e imparcialidade dos seus integrantes na apuração e julgamento dos fatos afetos
a sua competência, com as garantias indicadas no Decreto nº 6.029, de 01/02/2007.
II - proteção à:
a) honra e à imagem da pessoa denunciada; e
b) identidade do denunciante, que deverá ser mantida sob reserva, se este assim o desejar, com
previsão nas normas internas de medidas para evitar que sofra retaliações.

Art. 16. É vedado pleitear, solicitar, provocar ou sugerir a entrega de, receber ou aceitar, bem
como prometer, oferecer, dar, doar ou pagar por brindes, presentes, hospitalidades e participações em
eventos de qualquer espécie e em qualquer situação para si, familiares ou qualquer pessoa.
§ 1º As vedações previstas no caput se aplicam a brindes, presentes, hospitalidades e
participações em eventos oriundos de ou destinados a pessoa física, órgãos ou empresas públicas ou
privadas, quando estiverem relacionados ao exercício de cargo ou função.
§ 2º As exceções ao disposto no caput deverão estar explicitamente definidas em normas vigentes.

Art. 17. É permitida a aceitação de brindes, como tal entendidos aqueles:


I - cuja periodicidade de distribuição não seja inferior a 12 (doze) meses ;
II - que não tenham valor comercial ou sejam distribuídos por entidade de qualquer natureza a
título de cortesia, propaganda, divulgação habitual ou por ocasião de eventos ou datas comemorativas
de caráter histórico ou cultural, desde que não ultrapassem o valor unitário de R$ 100,00 (cem reais);
III - que sejam de caráter geral e, portanto, não se destinem a agraciar exclusivamente um
determinado colaborador.
Parágrafo único. Brindes que ultrapassem o valor unitário de R$ 100,00 (cem reais) serão,
conforme sua natureza, incorporados ao patrimônio dos Correios ou doados a instituições de caridade.

Art. 18. Relativamente aos atos contrários aos compromissos descritos no Art. 6º, inciso I, alínea
“d” deste código, poderão ser aplicadas as disposições previstas na Lei nº 12.846/2013 (Lei Anticorrupção),
no que couber.

Art. 19. A Ouvidoria dos Correios é o órgão responsável por receber as denúncias e as
manifestações das partes interessadas, demandar e acompanhar providências e recomendar melhorias.
§ 1º As denúncias são encaminhadas aos órgãos de apuração, conforme o caso denunciado.
§ 2º As denúncias internas e externas, relativas ao descumprimento do Código de Conduta Ética e
Integridade dos Correios e das demais normas éticas, serão enviadas preferencialmente à Ouvidoria, por
meio da internet ou intranet, a partir do link Denúncias da página principal ou pelo telefone 0800 725
0100.
§ 3º As denúncias podem ser dirigidas à Comissão de Ética, protocoladas diretamente na sede da
Comissão ou encaminhadas por via postal ou para o endereço eletrônico etica@[Link].
§ 4º Caso a pessoa interessada em denunciar ou representar compareça perante a Comissão de
Ética, esta poderá reduzir a termo as declarações e colher a assinatura do denunciante, bem como
receber eventuais provas.
§ 5º Todas as denúncias recebidas pela Comissão de Ética serão registradas no canal de denúncias
da Ouvidoria, citado no § 2º.
§ 6º É garantido o sigilo, a confidencialidade e proteção institucional ao denunciante de boa-fé e
aos membros e demais integrantes da Comissão de Ética responsáveis pelo processamento das
denúncias de infrações éticas, além da existência de mecanismos para assegurar que não ocorra
retaliação aos denunciantes.

Art. 20. Ao se confrontar com eventuais situações não contempladas neste documento, deve-se
buscar, no Regulamento de Pessoal e nas demais normas internas, junto aos superiores hierárquicos, à
Ouvidoria ou à Comissão de Ética, a orientação sobre a conduta adequada à situação.

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