Resumo - Sessão 11 (04/2026)
Capítulo 1: O Encontro com os Lêfolos
Rainer, Sarah e Veltaris se deparam com um grupo de Lêfolos aterrorizantes.
Essas criaturas não pertencem ao ciclo natural do mundo — não são vida, nem
morte. São aberrações de antimatéria, seres que desafiam a própria
existência. Para mentes comuns, como as satorianas, compreendê-los é
impossível. A única forma de imaginar sua natureza é como insetos —
alienígenas, distorcidos, errados. No centro do caos, um paladino mantinha
uma barreira mágica, protegendo civis desesperados. Do lado de fora, Rainer,
já transformado, avançava com ferocidade. Seus golpes eram brutais, rápidos,
esmagadores — mas os Lêfolos resistiam. — Rainer! Volta! Sarah e Veltaris
fortaleciam seus ataques, amplificando sua força além dos limites. — Como
vocês chegaram aqui?! — gritou o paladino. — Teletransporte! — Então nos
tirem daqui! Rainer desferiu um último golpe contra um dos maiores… mas ele
não caiu. Silêncio. Então o céu se rasgou. Um Lêfolo alado surgiu — invisível
até então. — Tolos… o tempo de servir ao Deus Vermelho há de chegar. Ele
mergulhou. A barreira quebrou. No último instante, Veltaris conjurou o
teletransporte. E tudo desapareceu.
Capítulo 2: O Dragão do Éter
Na mina, Eka buscava poder. Após ser confrontado por uma presença superior
em uma visão, ele decidiu buscar orientação. O dragão do Éter ainda estava
lá, guardião de um fluxo invisível. — A Tormenta deseja este lugar. O dragão
explicou que ali existia um portal — um fluxo entre mundos. A Tormenta queria
acesso. — Ela quer que eu saia… ou falhe. E então revelou um nome:
Kaleadranoc. — Nosso criador tem apreço por você. Eka perguntou quem era.
— Um dos grandes. — Criador da Tormenta. Os deuses não aceitaram sua
criação. Houve guerra. Ele foi afastado. Mas retornou. — Hoje… é um deus
sem fé. — E é um dos únicos capazes de deter a Tormenta. Eka pediu poder.
O dragão ensinou. Mas ao final… estava mais fraco. — Isso… exige mais de
mim do que imaginei.
Capítulo 3: A Caçada de Khrome
Khrome, nosso herói comedor de elfos, partiu para sua caçada. Com sua
brilhantíssima genialidade, sabia exatamente onde procurar. Seguiu rastros até
um campo de batalha antigo. Ali… um espírito. Um elfo que ele havia matado.
Preso. Repetindo golpes no vazio. Khrome ignorou. O tempo não perdoa.
Seguiu. Encontrou novos rastros. E então: presa. Uma elfa. Um elfo. Um
goblin. Ele se adiantou. Atravessou a ponte. Esperou. Atacou. Brutal. Preciso.
A elfa teve a perna destruída. O elfo morreu. Khrome levou os dois. Na
pedreira, Drunk dormia entre barris. — Pagamento. Drunk viu. — Essa…
fresca… melhor… Khrome puxou. — Essa é minha. — Drunk quer comida. —
Dá pra negociar. — Me dá mais dias. — Não encosta no esqueleto. Não
minera. Silêncio. — Um dia. — Drunk tem prazo. — Se Drunk perde prazo…
Drunk se ferra. Khrome irrita-se. — Que prazo? — Prazo… prazo… Ele não
gosta. Mas aceita. Entrega os dois. E entra com o goblin. — Agora… você fala.
Capítulo 4: Planos na Escuridão
O teletransporte falhou parcialmente. A antimatéria dos Lêfolos interferiu. E a
cidade rejeitou Rainer. Nos arredores, encontraram um minotauro e Antaniel.
Durante o dia, Veltaris falou pouco. À noite… tudo mudou. — Um zepelim pode
atacar a mina. O minotauro respondeu: — Dois caminhos. — Negociar com
Genéricos… e um elemental da montanha. — Ou… anões. — Topeira. Mas
advertiu: — Não será fácil. — Os ogros… — E a Tormenta… pior ainda.
Capítulo 5: A Tormenta Desperta
Na mina… tudo mudou. O paladino percebeu. — Eles estão infectados pela
Tormenta! Os orcs começaram a gritar. A dor. Os parasitas. E então…
avançaram. Sarah ergueu a barreira. Rainer, Eka, Khrome e Veltaris ficaram
do lado de fora. Os orcs cercaram tudo. Golpeando. Rainer então uivou. Mas
não era um chamado. Era comando. Seus guerreiros já estavam posicionados.
Nove surgiram. Khrome entrou em fúria. Eka conjurou. Veltaris preparou o
arco. E agora… A batalha começava.