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Basicamente Linux

O documento fornece um guia abrangente sobre o editor de textos 'vi' no Linux, detalhando seus modos de uso e operações básicas. Além disso, apresenta comandos fundamentais do Linux, estrutura de diretórios e gerenciamento de arquivos, incluindo criação, remoção e edição. Também aborda a modificação de senhas e a visualização de informações sobre arquivos e diretórios.

Enviado por

jiciw47975
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© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
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O EDITOR DE TEXTOS VI

O editor de textos (modo caracter) vi é muito utilizado no mundo Linux para editar arquivos de configuração. O vi apresenta
2 modos de uso:

a) Modo de edição  quando pressionamos a tecla < i >.

b) Modo de comando  quando “cham am os” o viou desabilitam os o m odo de edição

pressionando a tecla <ESC>.

OPERAÇÕES BÁSICAS DO MODO DE COMANDO:

Obs.: Conceito de linha: Considerasse linha o texto digitado até o próximo enter.

x  apaga um caracter

yy  copia a linha corrente

nyy  copia n linhas

D  rem ove a linha corrente para posterior “colagem ”

nD  rem ove n linhas para posterior “colagem ”

Obs.: Notar que é necessário pressionar a tecla <shift> para obter D (maiúsculo)

p  cola o texto copiado ou removido para a memória, após o

cursor

P  cola o texto copiado ou removido para a memória, após o

cursor

Obs.: Notar que é necessário pressionar a tecla <shift> para obter P (maiúsculo)

dd  remove a linha corrente

ndd  remove n linhas

dDD  apaga do cursor até o final da linha

Obs.: Notar que é necessário pressionar a tecla <shift> para obter DD (maiúsculo)

cc  elimina a linha corrente, permitindo a inclusão imediata de

uma nova linha

ncc  elimina n linhas, permitindo a inclusão imediata de uma nova


linha

o  insere linha em branco abaixo da linha corrente e habilita

edição

O  insere linha em branco acima da linha corrente e habilita

edição

Obs.: Notar que é necessário pressionar a tecla <shift> para obter O (maiúsculo)

u  desfaz as últimas alterações

.  refaz o que “u” desfez

/  procura palavra

n  continua (next) a procura da palavra, para frente

N  continua (next) a procura da palavra, para trás

Obs.: Notar que é necessário pressionar a tecla <shift> para obter N (maiúsculo)
e  avança para a próxima palavra (final da palavra) após o cursor

b  retrocede para a palavra (início da palavra) anterior ao cursor

<shift> :% s / termo-antigo / termo-novo  substitui o termo-antigo pelo termo-novo

<shift> :e nome-do-arquivo  edita outro arquivo (novo ou já existente)

<shift> :r nome-do-arquivo  insere na posição do cursor o arquivo

especificado

<shift> :q!  sai sem salvar

<shift> :wq (ou x)  sai gravando

<shift> :wq! (ou x!)  sai gravando, forçando

<shift> :w  salva sem sair

<shift> :w!  salva sem sair, forçando

Obs.: Se digitarmos no prompt do Linux apenas vi, o editor entrará em operação com um arquivo em branco e sem nome. Se
digitarmos no prompt do Linux vi <nome-do-arquivo>, o editor entrará em operação com um arquivo em branco e com nome. Se
digitarmos no prompt do Linux vi +8 <nome-do-arquivo>, abriremos o arquivo especificado na linha 8.

COMANDOS BÁSICOS DO LINUX (1):

1) interpretação do prompt do Linux (linha de comando):

usuário-logado@máquina-logada [Link]+$ : usuário “não root”

usuário-logado@máquina-logada [Link]+# : usuário “root”

2) clear : limpa a tela.

3) ESTRUTURA DE ARQUIVOS (DIRETÓRIOS):

/ diretório raiz, também chamado de root, e é obrigatório


/bin arquivos executáveis do sistema em geral, utilizados pelos usuários

/boot arquivos utilizados na inicialização do sistema

/dev arquivos usados para acessar dispositivos de hardware

/etc arquivos e diretórios de configuração do sistema

/home diretórios dos usuários

/lib bibliotecas compartilhadas pelos programas do sistema e módulos do kernel

/lost+found clusters perdidos, recuperados pelo utilitário e2fsck

/mnt ponto de montagem de dispositivos (cdrom, floppy, etc)

/proc sistema de arquivos do kernel, onde os diversos programas e o kernel fazem leituras e modificações
referente as configurações do sistema

/root diretório exclusivo do superusuário (root)

/sbin diretório de programas usados pelo usuário root, para administração e controle do

funcionamento do sistema

/tmp guarda arquivos temporários criados pelos programas durante a execução

/usr contém maior parte de seus programas, normalmente acessível apenas como leitura

/var contém maior parte dos arquivos que são gravados com freqüência pelos programas

do sistema, e-mails, spool de impressora, cache, logs, etc.

OBS.: Podem tornar-se partições: /, /boot, /root, /home, /lost+found, /mnt, /var, /tmp e /usr. Embora o diretório /proc possa ser
aparentemente criado como uma partição independente, nunca faça isso, pois /proc existe apenas virtualmente na memória e
quando colocado como partição física impede a carga do sistema. Para uma instalação completa, do Conectiva Linux por exemplo,
devemos reservar no máximo 10mb para /boot. Para / sugeresse 500mb, pois ficará com folga de +- 290mb para outras aplicações.
Para /usr gasta-se +- 1200mb, sendo bom deixar 1600mb como um todo reservado. Para /root e /home depende o quanto de disco
pretende-se disponibilizar para o super-usuário (root) e para os demais usuários (/home). Um tamanho razoável para /lost+found e
/tmp seria 100mb. Embora /mnt possa ser uma partição, recomenda-se não tomar tal medida, pois a montagem dos sistemas de
arquivos é temporária e exige flexibilidade de capacidade de armazenamento.

4) IDENTIFICADO OS ARQUIVOS PELA COR:

EM VERDE : ARQUIVOS EXECUTÁVEIS

EM AZUL : DIRETÓRIOS

EM BRANCO : ARQUIVOS

Em azul claro : atalhos


Em amarelo : dispositivos (dev  device)

Em vermelho : bibliotecas e arquivos empacotados ou compactados

5) pwd : mostra o caminho de diretórios completo de quem está logado.


6) ls : lista o conteúdo dos diretórios.

ls lista o conteúdo do diretório corrente, em colunas, sem mostar os

atributos dos arquivos listados - como dir/w (DOS).

ls –l lista o conteúdo do diretório corrente, cada arquivo em uma linha,

mostrando os atributos dos arquivos listados – como dir (DOS).

ls –l | more idem anterior, paginando.

ls –l /usr/local | more lista o diretório especificado, como ls –l, paginando.

ls –a lista o conteúdo do diretório corrente inclusive os arquivos

escondidos.

ls –lh lista o diretório exibindo o tamanho em K, M ou G

7) mkdir : cria diretórios.

mkdir [/caminho/diretório] cria um diretório no caminho especificado.

mkdir dir1 dir2 dir3 dir4 cria vários diretórios em paralelo, ao mesmo tempo.

mkdir -p dir1/dir2/dir3 cria uma árvore de diretórios.

8) cd :m uda de diretório,“cam inha” pelos diretórios.

cd [/caminho/diretório] caminha para o diretório pelo caminho especificado.

cd .. caminha para o diretório acima.

cd / caminha para o diretório raiz.

cd - alterna entre os dois últim os diretórios “visitados”.

cd ~user ou cd posiciona diretamente no diretório do usuário corrente.

9) rmdir [/caminho/diretório] : elimina um diretório no caminho especificado.


10) rm –r [/caminho/diretório] : elimina diretório no caminho especificado (= DELTREE do DOS).
11) touch [arquivo] : cria arquivo em branco ou atualiza a data do arquivo.
12) :> *arquivo+:cria arquivo em branco ou “zera” conteúdo do arquivo.
13) (a) cat –n [/caminho/arquivo(1) .. arquivo(n)] | more : mostra conteúdo de arquivo texto.

Obs.: {|more: faz paginar}; {-n: exibe a numeração das linhas do arquivo}
(b) cat > [arquivo] : cria ou atualiza arquivo, destruindo seu conteúdo original.

© cat >> [arquivo] : cria ou atualiza arquivo, preservando seu conteúdo original.

Obs.: Tanto pata cat > quanto para cat >>, usamos as teclas <CTRL> + <C> para fechar o

arquivo.

(d) cat [/caminho/arquivo(1) .. arquivo(n)] > [arquivo-destino] : concatena arquivos, de forma

que o arquivo destino terá seu conteúdo original destruído.

(e) cat [/caminho/arquivo(1) .. arquivo(n)] >> [arquivo-destino] : concatena arquivos, de forma

que o arquivo destino terá seu conteúdo original preservado.

14) more : idem ao comando cat [/caminho/arquivo] | more.


15) less : idem ao comando more, com paginação para frente (Page Down) e para trás (Page Up).
16) head : mostra linhas de um arquivo.

head [/caminho/arquivo] mostra as dez primeiras linhas de um arquivo.

head –n [/caminho/arquivo] mostra as n primeiras linhas de um arquivo.

17) file [/caminho/arquivo] : mostra o tipo de arquivo no caminho especificado.


18) Criando arquivos executáveis:

1 – criar arquivo no mcedit (qualquer nome), contendo comandos do Linux.

2 – tornar o arquivo executável: chmod +x [nome do arquivo].

3 – executar o arquivo: ./[nome do arquivo].

19) cp : copia arquivo.

cp [/caminho/arquivo1] [/caminho/arquivo2] copia arquivo do caminho origem para o

caminho destino.

OBS.: arquivo1 <> arquivo2 : copia com nome diferente.

arquivo1 = arquivo2 : copia com nome idêntico. Pode-se omitir arquivo2.

cp [/caminho/arquivo(1) .. arquivo(n)] [/caminho] copia N arquivos ao mesmo tempo.

20) rm : remove (elimina) arquivo.

rm [/caminho/arquivo] elimina o arquivo no caminho especificado

( = DEL do DOS).

rm [/caminho/arquivo(1) .. arquivo(n)] elimina N arquivos ao mesmo tempo.

21) mv : move e renomeia arquivo

mv [/caminho1/arquivo] [/caminho2] move arquivo do caminho-origem para o

caminho-destino.

mv [/caminho1/arquivo1] [/caminho1/arquivo2] renomeia arquivo1 para arquivo2.

mv [/caminho1/arquivo1] [/caminho2/arquivo2] move o arquivo, renomeando.


mv [/caminho/arquivo(1) .. arquivo(n)] [/caminho] move N arquivos do caminho-origem para o

caminho-destino.

22) Para desligar o micro:

SYNC  DESCARREGAR BUFFER DE DISCO.  ROOT E


NÃO ROOT

shutdown -h 0  desliga  root

halt  desliga  root e não root

init 0  desliga  root

shutdown -r 0  reboot  root

init 6  reboot  root

reboot  reboot  root e não root

<CTRL> + <ALT> + <DEL>  reboot  root e não root

Obs.: Em shutdown –h 0 e shutdown –r 0, onde 0 significa o tempo de espera em minutos.

Quando o valor é 0 (zero), a execução é imediata.

Obs.: Quando um usuário não root executa os comandos halt ou reboot, será solicitado sua

senha pessoal.

23) adduser <nome do usuário>: adiciona um usuário


24) userdel <nome do usuário>: elimina um usuário

Obs.: se usarmos a opção –r (userdel –r <nome do usuário>), eliminaremos também o diretório do usuário.

25) passwd: atribui ou modifica a senha de um usuário (mais detalhes em Comandos Básicos 2).

passwd <nome do usário> atribui ou modifica a senha do usuário especificado.

passwd atribui ou modifica a senha do usuário corrente.

COMANDOS BÁSICOS DO LINUX (2):

1 - du : Exibe o espaço ocupado de um diretório e de todos os seus subdiretórios, em blocos de 512 bytes; isto é, unidades de 512
bytes ou caracteres..
du – k /root  exibe o tamanho dos diretório/subdiretório em kb.

du – c /root  exibe o total geral, em caso de existir subdiretórios.

2 - date : Exibe a data configurada no sistema.

O comando “date”,a nível de usuário, exibe na tela a data configurada no sistema. Ele pode se usado com opções mostram a
data local ou data universal GMT - Greenwich Mean Time. A configuração dos dados deste comando só podem se realizadas pelo
super-usuário.

Para exibir a data local, basta executar “date”. Caso queira a data GMT utilize a opção “-u”.

Veja:

date
Wed Jan 8 12:05:57 EDT 1997

Aqui a data é exibida em 6 campos que representam o dia da semana abreviado, o mês do ano abreviado, o dia do mês, a hora
disposta em horas/minutos/segundos, a zona horária e o ano.

3 - file : Exibe o tipo de um arquivo.

Alguns arquivos, tais como arquivos binários e executáveis, não podem ser visualizados na tela. O comando “file” pode ser útil
se você não tem certeza sobre o tipo do arquivo. O uso do comando permitirá a visualização do tipo do arquivo.

Exemplo : file copyfile

copyfile: ascii text


4 - grep : Exibe todas as linhas, dos arquivos especificados, que contém um certo padrão.

O comando “grep” exibe todas as linhas, dos arquivos nomeados, que são iguais ao padrão especificado.

Sintaxe:

grep [padrão] <arquivo_1> <arquivo_2> ... <arquivo_n>

onde [padrão] é uma expressão regular, e “arquivo_1” até “arquivo_n” são os arquivos nos quais a procura será feita.

Por exemplo, o comando

grep trabalho /trabalho/unix/[Link]

mostrará todas as linhas no arquivo /trabalho/unix/[Link] que contém o padrão “trabalho”.

Existem parâmetros para este comando:

-n Antes da linha, vem o número da linha no arquivo

-c Imprime na tela somente o total de linhas comparadas

-v Todas menos a linha comparada é mostrada na tela

-i Ignore a diferença entre maiúsculas e minúsculas

-l Exibe o nome do arquivo que tem o texto que se quer procurar

5 - man : Exibe uma página do manual interno do Linux, para um dado comando ou recurso (isto é, qualquer utilitário do sistema
que não seja comando, por exemplo, uma função de biblioteca). É como um “help” interno ao sistema.

Sintaxe :

man <comando>

onde “comando” e o nome do comando ou recurso que se deseja obter a ajuda.


6 - passwd : Modifica a senha pessoal.

Para garantir a segurança do sistema, o sistema Unix requer o uso de uma senha. Se você achar que alguém utilizou sua conta
sem permissão, mude sua senha imediatamente.

Algumas dicas para a escolha da senha:

 Escolha uma senha que você possa lembrar sem a necessidade de escrever.
 A sua password deve ter ao menos seis caracteres e deve conter pelo menos um número.
 Não use seu próprio nome ou suas iniciais.
 Não use nomes de animais ou objetos relacionados a seu interesse.
 Se você tem mais de uma conta, não use a mesma senha para todas as contas.

O comando “passwd” é utilizado para modificar a senha pessoal.

A seguir estão os passos que acontecem quando “passwd” é utilizado:

passwd
Changing password for (nome-do-usuário)

Old password:

New password:

Retype new password:

-> Quando o sistema pedir “Old Password:” , digite sua senha atual.

Se nenhuma senha estiver associada a sua conta, o sistema irá omitir este prompt. Note que o sistema não mostra a senha que
você digita na tela. Isto previne que outros usuários descubram sua senha.

-> Quando o sistema pedir “New Password:”, digite sua nova senha.

-> O último prompt , “Retype new password”, pede que você digite a nova senha novamente.

Se você não digitar a senha da mesma maneira em que digitou da primeira vez, o sistema se recusa a modificar a senha e exibe
a mensagem “Sorry”.
7 - find - Localizando Arquivos e Diretórios
Este comando localiza arquivos e diretórios. Existem parâmetros para ele funcionar, eles são:

-name Parâmetro seguido do arquivo que você deseja procurar

-exec cmd Executa um comando, onde cmd é este comando.

-ok cmd Igual ao -exec cmd, mas o find pergunta se quer executar o comando.

Exemplo:

find /root -name telnet*

O comando vai procurar pelo sistema todas os arquivos e diretórios que começarem com telnet e terminarem com “qualquer coisa”.

8 - finger - Informação sobre um Usuário


Informa detalhadamente os usuários logados no sistema. E também informa detalhadamente informações sobre algum usuário
específico logado no sistema.

Exemplo:

finger

Vai mostrar os usuários logados, o nome, o console(tty) em que estão. Agora se por exemplo, o usuário ‘linuxer’estiver logado,
se você der:

finger linuxer

O comando dará a você informações detalhadas sobre o usuário linuxer, como nome real, tipo de shell, ultimo login, diretório
home.

finger –s linuxer  aqui mostrará o terminal do usuário ( -s).

9 - kill - Cancelando um Processo


O comando kill mata um processo em execução que está representado por um número de identificação chamado PID, que por
sua vez pode ser obtido através do comando ‘ps’. Estes são os parâmetros para esse comando:

-9 Cancela o processo sem fechar os arquivos abertos

-15 Cancela o processo fechando os arquivos


Exemplo, depois de dar um ps, eu achei o pid 267 que está executando o netscape. O netscape travou ou está lento demais, então
eu forço o fechamento do netscape assim:

kill -9 267

Isso fechará o netscape.

10 - ps - Listando processos
Quando um programa é executado no sistema, ele recebe um número de identificação, o chamado PID. Este comando lista esses
processos executados, e apresenta o PID. Além do PID, há o UID, PPID, C, STIME, TIME, S, PRI, ADDR, TTY, CMD. Abaixo segue
uma tabela com definições:

Termo Definição

PID Número de identificação do processo executado

UID Identificação do UID de quem rodou o processo

PPID Identificação do processo pai

C Quanto tempo foi usado o CPU recentemente

STIME Hora do início do processo

TIME Tempo total do CPU gasto pelo processo

S Status do processo (ver nota abaixo)

PRI A prioridade do processo executado

ADDR Endereço de memória ou da área de swap para um processo

TTY Identificação do terminal do processo

CMD O nome do comando

Nota: O Status do processo é identificado por letras, aqui segue uma tabela com as definições de cada letra:

Letra Definição

0 Não existente

S Descansando, fora de funcionamento (Sleeping)

R Rodando (Running)

I Intermediando (Intermediate)
Z Terminando(Terminate)

T Parado (Stopped)

P Esperando (Waiting)

Existe também parâmetros para o comando ps, esses são:

Parâmetro Definição

-e Informa sobre todos os processos do sistema

-d Informa os processos, com exceção de processos mestres

-a Informa os processos, com exceção de mestres e referentes ao terminal

-t?? Informa os processos do terminal dado

-p?? Informa os processos fornecidos

-u?? Informa os processos de um usuário fornecido

-l Informa detalhadamente os processos

-f Lista completa e informativa dos processos

Alguns exemplos são:

ps –e  Exibe os processos junto com sua identificação

ps -u < login >  Exibe informações do processo do usuário < login >

ps –aux  Exibe todas informações sobre todos os processos executados.


11 - cal : exibe calendário do mês e ano corrente.

AS CONFIGURÇÕES ABAIXO PODEM VARIAR.

Ex.: cal  mostra o calendário total do ano corrente.

cal 1999  mostra o calendário do ano em questão.

cal 2 1999  mostra o calendário de fevereiro do ano em questão.

Obs.: cal > arquivo, cria um arquivo com o conteúdo do calendário especificado.

12 - who : mostra quem está conectado, por terminal.


13 - w ho am i:m ostra “quem sou eu”,com detalhes:nom e da m áquina,term inal,usuário e desde quando está logado.
14 - w hoam i:m ostra “quem sou eu”,sem os detalhes acim a.

COMANDOS BÁSICOS DO LINUX (3):

1 - COMPACTAÇÃO E EMPACOTAMENTO DE ARQUIVOS

UTILITÁRIO FUNÇÃO

gzip -> compacta/descompacta -> gera arquivos com extensão .gz

tar -> empacota/desempacota -> gera arquivos com extensão .tar

a) gzip  Este é praticamente o compactador padrão do Linux, possui uma

ótima compactação e velocidade.

Sintaxe: gzip [opcões] [arquivos-a-compactar]

Obs.: Notar que gzip compacta o próprio arquivo-a-compactar, renomeando-o para [Link].

SEJAM OS EXEMPLOS:

1) gzip –9 [Link]  compacta o arquivo indicado na compactação máxima (-9). O grau de compactação vai de –1 até –9.
2) gzip –d [Link]  descompacta o arquivo indicado.
3) gzip –l [Link]  exibe informações sobre a compactação do arquivo indicado.
4) gzip –9 *.txt  compacta todos os arquivos com a extensão .txt. Observar que os arquivos continuam independentes.
5) gzip –t [Link]  verifica a integridade do arquivo indicado.
6) gzip –r textos  compacta os arquivos no diretório especificado. Obs.: Neste caso, arquivos dos subdiretórios também serão
compactados.
7) gzip –rd textos  descompacta os arquivos no diretório especificado. Obs.: Neste caso, arquivos dos subdiretórios também
serão compactados.

Obs.: –f  força a compactação, compactando até mesmo links.

b) tar  Este utilitário é um em pacotador,pois “junta” váriso arquivos em um só.Pode ser usado
com parâmetros que fazem com que além de empacotar, tar faça a compactação de gzip. O tar preserva o
arquivo original.

SEJAM OS EXEMPLOS:

1) tar –cf [Link] [Link]  empacota o arquivo [Link], criando o arquivo [Link]. Se usarmos no lugar de [Link] o
curinga *, todos os arquivos serão empacotados.
2) tar –xf [Link]  desempacota o arquivo empacotado acima.
3) tar –czf [Link] [Link]  empacota e compacta o arquivo [Link], criando o arquivo [Link].
4) tar –xzf [Link]  descompacta e desempacota o arquivo empacotado e compactado acima.
5) tar –t [Link]  lista o conteúdo de um arquivo .tar
6) tar –tz [Link]  lista o conteúdo de um arquivo .[Link]

2 – Utilização dos Coringas e Indicativos de Diretória Acima ( .. ) e Corrente ( . )

O U SO D O S C O R IN G A S “?” E “*” É ID ÊN TIC O A O D O S, COM PEQUENAS DIFERENÇAS.

Alguns exemplos:

a) ls a.  m ostrará som ente os arquivos que term inam com a letra “a” antes do “.” .
b) ls a???.*  m ostrará todos os arquivos que com ecem com a letra “a” e que após a letra “a” existam exatam ente 3 caracteres. É
perm itido qualquer extensão (“*” ).
c) ls ????a.??  m ostrará arquivos que tenham exatam ente 4 caracteres antes da letra “a”.O s arquivos deverão term inar com a
letra “a” e Ter extensão com exatam ente 2 caracteres.
d) ls *  mostrará todos os arquivos.
e) ls .a  m ostrará todos os arquivos cuja extensão com ece com “a”.
f) ls *.a??  m ostrará todos os arquivos cuja extensão com ece com “a” e existam exatam ente 2 caracteres após o “a”.
g) ls *.??a  mostrará todos os arquivos cuja extensão tenha 3 caracteres,sendo o últim o caracter a letra “a”.
h) e outras combinações semelhantes ...

Outros exemplos:
a) cd ..  retorna para o diretório anterior
b) cp ../diretório-mesmo-nível/* .  copia tudo do diretório de mesmo nível do atual (../diretório-mesmo-nível/*) para o diretório
corrente ( . ).
c) cp * diretório-abaixo  copia tudo do diretório corrente ( * ) para o diretório abaixo (diretório-abaixo).
d) cp * ..  copia tudo do diretório corrente ( * ) para o diretório acima ( .. ) .
e) rm * -f  remove todos os arquivos ( * ), sem solicitar confirmação ( -f ).
f) rm ../* -f  remove todos os arquivos do diretório acima ( ../* ), sem solicitar confirmação ( -f ).
g) ls ..  lista o conteúdo do diretório acima ( .. ).
3 – Sistema de Arquivos

No Linux, os dispositivos de armazenam ento precisam ser m ontados.O diretório “/dev” suporta os dispositivos ( device 
/dev )que serão m ontados e o diretório “/m nt” é que suportará o sistem a de arquivos de um [Link] exem plos:

a) mount /dev/fd0 /mnt/floppy ou

mount –t ext2 /dev/fd0 /mnt/floppy  montará um disquete no drive 0 (drive a: no


Windows) de sistema de arquivo Linux (ext2).

b) mount /dev/hdax /mnt/nome  montará uma partição ou hdd de sistema de arquivos Linux (ext2).

c) mount /dev/cdrom /mnt/cdrom ou

mount /dev/hdd /mnt/cdrom ou simplesmente

mount /mnt/cdrom  montará um cd-rom. O sistema

de arquivos de cd-rom é

universal.

d) mount –t vfat /dev/fd0 /mnt/floppy  montará um disquete no drive 0 (drive a: no Windows) de sistema de arquivo Windows
(FAT).
e) mount –t vfat /dev/hdax /mnt/nome  montará uma partição ou hdd de sistema de arquivos Windows (FAT ou FAT32).

Obs.: a) fd0  sem pre será o equivalente ao “drive a” e “fd1” ao “drive b”.

b) /mnt/nome  o “nom e” em questão deverá ser criado pelo usuário.


c) Para verificar os sistemas de arquivos montados:

1) df  mostra informações em geral dos sistemas de arquivos montados

nos dispositivos.

2) df /mnt/xxxxx ou

df /dev/hdax  mostra informações de determinado sistema de

arquivos montado em um dispositivo.


d) Identificação dos hdd’s:

Para hdd master primário  hdax

Para hdd slave primário  hdbx

Para hdd master secundário  hdcx

Para hdd slave secundário  hddx

Onde “x” representa o número da partição (um hdd pode Ter mais de

uma partição).

e) Formatação de disquete (sistema de arquivos Linux):

mkfs /dev/fd0 ou mke2fs /dev/fd0

f) Quando uma partição precisa de alguma manutenção (reparo) basta executar o comando e2fsck /dev/hdxy, onde x é o
dispositivo e y é a partição.

4 - Criando atalhos:

cd <diretório-onde-será-crido-o-atalho>
ln –s <diretório-origem-do-atalho> nome-atalho

5 - Quebrar um arquivo em vários e depois juntar:

Quebrar um arquivo: split— bytes = 1400k [arquivo-origem] [arquivo-destino]

Juntar o arquivo quebrado: cat [arquivo-destino*] > [arquivo-origem]

Obs.: Podemos usar k para kbytes ou m para mbytes.

6 - Como mudar mensagens do LILO:

vi /boot/message  Definir mensagens do LILO. Digitar lilo, após a alteração.

7 - Como modificar o modo de login inicial (Gráfico ou Texto):


vi /etc/inittab  mudar a última linha do código abaixo, conforme a opção

# inittab This file describes how the INIT process should set up

# the system in a certain run-level.

# Author: Miquel van Smoorenburg, <miquels@[Link]>

# Modified for RHS Linux by Marc Ewing and Donnie Barnes

# Modified for Conectiva Linux by Arnaldo Carvalho de Melo

# Default runlevel. The runlevels used by RHS are:

# 0 - halt (Do NOT set initdefault to this)

# 1 - Single user mode

# 2 - Multiuser, without NFS (The same as 3, if you do not have networking)

# 3 - Full multiuser mode

# 4 - unused

# 5 - X11

# 6 - reboot (Do NOT set initdefault to this)

id:3:initdefault:  Aqui: se 3, login modo texto; se 5, login modo Gráfico


8 - Como mudar mensagens de Login:

vi /etc/issue  Definir mensagens antes do login

vi /etc/motd  Definir mensagens após o login (inicialmente é um arquivo em

branco)

vi /etc/rc.d/[Link]  Desabilitar a reconstrução do issue padrão, desabilitando com

# as linhas indicadas abaixo (negrito vermelho).

#!/bin/sh

# This script will be executed after all the other init scripts.
# You can put your own initialization stuff in here if you don’t
# want to do the full Sys V style init stuff.

. /etc/profile.d/[Link]

if [ -f /etc/conectiva-release ] ; then

R=$(cat /etc/conectiva-release)

# This will overwrite /etc/issue at every boot. So, make any changes you

# want to make to /etc/issue here or you will lose them when you reboot.
# echo “$R” > /etc/[Link]
# echo “Kernel $(uname -r)” >> /etc/[Link]
# echo >> /etc/[Link]

# if [ -x /usr/bin/linux_logo ] ; then

# clear > /etc/issue

# linux_logo -classic >> /etc/issue

# echo “$R (\l)” >> /etc/issue

# echo >> /etc/issue

# else

# cat /etc/[Link] > /etc/issue

# fi
fi
9 – Algumas configursções do [Link]

boot=/dev/hda
map=/boot/map
install=/boot/boot.b
prompt

1) PASSWORD=LINUS

2) RESTRICTED

3) #TIMEOUT=50

4) DEFAULT=WIN

lba32
message=/boot/message
image=/boot/vmlinuz-2.4.5-9cl

5) LABEL=CL70

root=/dev/hda6
read-only

image=/boot/memtest86

label=memtest

other=/dev/hda1

6) LABEL=WIN

table=/dev/hda

Observe as linhas em negrito e sublinhadas do [Link] acima:

1) password=linus  esta senha será solicitada, caso o usuário tente entrar como linux single, no momento do boot. No nosso
caso derá cl70 single, pois este foi o label do kernel definido na linha 4.
2) restricted  complemento da linha anterior.
3) #timeout=50  neste caso, o lilo esperará indefinidamente para dar executar o boot do sistema, pois a linha está comentada
com um #. Caso desejemos estipular algum tempo, devemos levar em conta que cada 10 equivale a 1 segundo.
4) default=win  determina o sistema padrão de boot, conforme o label definido para o sistema.
5) label=cl70  este será o nome (label) de chamada ao Linux, no momento em que o lilo apresenta as opções de boot. O padrão é
linux.
6) Label=win  este será o nome (label) de chamada ao Windows, no momento em que o lilo apresenta as opções de boot. O
padrão varia entre dos e windows.
COMANDOS BÁSICOS DO LINUX (4):

NOTA: Em alguns casos, no texto, arquivo siginifica arquivo, diretório, link e outros.

1) Atributos dos arquivos para permissões de acesso:

Digamos que o usuário luis tenha se logado e listado, a partir de /home, seu próprio

diretório:

ls –l luis

d r w x r - - r - - 3 luis luis 4096 Mar 27 11:58 luis

• Explicando cada elemento listado:

D R W X R - - R - - 3 LUIS LUIS 4096 MAR 27 11:58 LUIS

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 15 16 16 17

1. informa o tipo de arquivo (d  diretório, l  link, -  demais arquivos)

2. permissão do proprietário [u] (r  leitura, -  não permitida leitura)

3. permissão do proprietário [u] (w  escrita, -  não permitida escrita)

4. permissão do proprietário [u] (x  execução, -  não permitida execução)

5. permissão do grupo [g] (r  leitura, -  não permitida leitura)

6. permissão do grupo [g] (w  escrita, -  não permitida escrita)

7. permissão do grupo [g] (x  execução, -  não permitida execução)

8. permissão para outros [o] (r  leitura, -  não permitida leitura)

9. permissão para outros [o] (w  escrita, -  não permitida escrita)

10. permissão para outros [o] (x  execução, -  não permitida execução)


11. nível do usuário
12. proprietário do arquivo
13. grupo do arquivo
14. tamanho do arquivo (aqui, em bytes)
15. data de criação ou última atualização
16. hora de criação ou última atualização
17. nome do arquivo ou diretório (aqui, o diretório luis)

LEGENDA DA IDENTIFICAÇÃO DO GRUPO DE USUÁRIO:

[u]  usuário/proprietário [user]

[g]  grupo [group]

[o]  outros [others]

[a]  todos [all]

LEGENDA DA IDENTIFICAÇÃO DO TIPO DE ACESSO:

r (para read – ler) w (para write – escrever)

X (PARA EXECUTE – EXECUTAR)


2) GRUPOS

a) Para adicionarmos um grupo:

groupadd <nome-grupo>

As informações sobre os grupos criados ficam no arquivo /etc/group e as informações de acesso seguro ao grupo ficam no
arquivo /etc/gshadow.

b) Para eliminarmos um grupo:

Para eliminar um grupo, devemos primeiramente eliminar os usuários deste grupo:

userdel –r <nome-usuário>

Em seguida, aplicar: groupdel <nome-grupo>

c) chgrp: modifica o grupo de um arquivo, de modo que usuários do referido grupo possam ter permissões sobre o
arquivo.

SINTAXE: CHGRP [-F ] [-H] [-R] [NOVO-GRUPO] [NOME-ARQUIVO]

OBS.:

-f esta opção não reporta erros.

-h se o arquivo for um link simbólico, esta opção modifica o proprietário

do link simbólico.

-R esta opção é recursiva,pois “chgrp” percorre o diretório e os subdiretórios m odificando as propriedades a m edida em
que prossegue na execução.
d) chown: modifica o proprietário de um arquivo, de forma que o proprietário antigo perca os direitos de proprietário
sobre o referido arquivo.

Sintaxe: chown [-f] [-h] [-R] [novo-proprietário] [nome-arquivo]

OBS.:

-f esta opção não reporta erros.

-h se o arquivo for um link simbólico, esta opção modifica o proprietário

do link simbólico.

-R esta opção é recursiva,pois “chow n” percorre o diretório e os subdiretórios m odificando as propriedades a m edida em
que prossegue na execução.

e) Para adicionarmos um usuário em um outro grupo, visto que por padrão o grupo do usuário é o seu próprio, ou seja,
cada usuário tem um grupo com seu próprio nome:

adduser –g <nome-grupo> <nome-usuário>

 Lembrar que o grupo já deve ter sido incluído anteriormente.

f) Para adicionarmos um grupo a um usuário já cadastrado, precisamos, como root, editar o arquivo /etc/group (que
guarda as informações dos grupos):

Seja o arquivo etc/group:

casa:x:500: trabalho:x:501: seguranca:x:502: unesa:x:503: drica:x:504: pipe:x:505: barbie:x:506:


braune:x:507:

Seja o arquivo /etc/passwd:

drica:x:504:504::/home/drica:/bin/bash
pipe:x:505:505::/home/pipe:/bin/bash
barbie:x:506:506::/home/barbie:/bin/bash
braune:x:507:507::/home/braune:/bin/bash

| | |

| | | identificador do grupo (o próprio usuário)

| |--- identificador do usuário

|---------- nome do usuário


Observe que cada usuário tem como grupo o seu próprio.
Digamos que pretendemos fazer com que o usuário drica faça parte dos grupos casa

e braune. Deveríamos mudar no arquivo /etc/group:

casa:x:500:drica
trabalho:x:501:
seguranca:x:502:
unesa:x:503:
drica:x:504:
pipe:x:505:
barbie:x:506:
braune:x:507:drica

Curiosidade: informações de acesso seguro do usuário ficam no arquivo

/etc/shadow

3) Comando para tratar as permissões:

chmod : modifica as permissões de um arquivo. Você deve ser o proprietário do arquivo, ou ser super-usuário, para modificar

as suas permissões.

Sintaxe: chmod [permissões] [nome_do_arquivo]; onde:

[permissões] – indica as permissões a serem modificadas.

[nome-arquivo] – indica o nome do arquivo ou diretório cujas permissões

serão afetadas.

COMPOSIÇÃO DAS PERMISSÕES:

Use uma ou mais letras indicando os grupos envolvidos:

u (para o usuário - user) g (para um grupo de usuário - group)

 (para outros usuários - other)

a (para todas as categorias acima - all)

Indique se as permissões serão adicionadas (+) ou removidas (-)

Use uma ou mais letras indicando as permissões envolvidas.


r (para ler - read)

w (para escrever - write)

x (para executar - execute)


EXEMPLO:

Adicionar a perm issão de escrita (“w rite”) ao diretório “dir1” para usuários

pertencentes ao mesmo grupo.

ls –l dir1

drwxr - - - - - 3 root root 1024 Feb 10 11:15 dir1

chmod g+w dir1

ls –l dir1

drwxrw - - - - 3 root root 1024 Feb 10 11:15 dir1

OBSERVAÇÃO IMPORTANTE:

1) DE NADA ADIANTA MUDARMOS GRUPO E PROPRIETÁRIO DOS ARQUIVOS, SE AS PERMISSÕES NÃO ESTIVEREM DE ACORDO.

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