1.
ª edição
Edição do Autor
Vitória – ES – 2008
RITMO COM RITMO - 1 - HANNELORE BUCHER. Copyright MMVIII
CONTEÚDO
Página cap. título
9 1 Conceitos Importantes 1
15 2 Conceitos Importantes 2
18 3 Mais Pausas
21 4 Ligadura de prolongamento
24 5 Colcheias
29 6 Colcheias e Ligadura de prolongamento
33 7 Colcheias e Sinais de Dinâmica
38 8 Fórmula de compasso
43 9 Pausa de colcheia e “Staccato”
50 10 Semínima pontuada
56 11 Quiáltera de colcheias
60 12 2 e 3 Colcheias por pulsação
64 13 Semicolcheia
69 14 Ritmos derivados das 4 semicolcheias
73 15 Mais ritmos derivados das 4 semicolcheias
77 16 Pausa da semicolcheia
84 17 Semicolcheias e Quiálteras de colcheias
88 18 Semicolcheia pontuada e Quiáltera de colcheias
92 19 Semicolcheias e Semínima com duplo ponto de aumento
96 20 Quiáltera de Semicolcheia
101 21 Colcheia Contratempo
105 22 Colcheia e Síncope
109 23 Ritmos derivados das Quiálteras de Colcheias
113 24 Classificação dos compassos
117 25 Mudança de Fórmula de Compasso
120 26 Compasso Composto
124 27 Mais Compasso Composto
128 28 Compasso Derivado
132 29 Mais Compasso Derivado
137 30 Quiálteras de Semínimas
140 31 Quiálteras de Semínimas e Colcheias
144 32 Anacruse
147 33 Variações de Quiálteras de Semínimas
150 34 Quiálteras de Mínimas
152 35 Mais Mudança de Fórmula de Compasso
156 36 Fusa e Semifusa
161 37 Mais Quiálteras: duínas, quartinas, quintinas.
164 38 Mais Síncopes e Contratempos
166 39 Articulação
170 40 Ritmos brasileiros
173 Apêndice 1: Escrita para bateria
175 Apêndice 2: Atividades Rítmicas corporais
177 Bibliografia
RITMO COM RITMO - 5 - HANNELORE BUCHER. Copyright MMVIII
INTRODUÇÃO
Essa obra, "RITMO COM RITMO”, baseia-se em pesquisas e estudos de anos nas áreas de
música, neurociências e pedagogia. A essência daquilo que identificamos como sendo os dois maiores
fatores limitantes para o aprendizado do ritmo (ler, ouvir e escrever) é o CONHECIMENTO DA PULSAÇÃO,
principalmente, e do SILÊNCIO.
Tudo começou quando chegaram até nós alunos que sabiam "bater" ritmos, mas não
conseguiam escrevê-los e, sobretudo, não eram capazes de transferir esse conhecimento para seus
instrumentos. Outros erravam na leitura à primeira vista de partituras por causa do ritmo, mesmo as mais
simples, embora fossem alunos de níveis mais elevados. Algo estava faltando. "O quê?", nós nos
perguntamos. Ao fazer um ditado rítmico com uma aluna de piano, notamos que ao executar uma pausa (ou
seja, quando o som parava = silêncio), ela se perdia na seqüência do ditado e não podia prosseguir. Aí estava
um dos elos perdidos: o ensino e o aprendizado do SILÊNCIO. É importantíssimo o educador explicar,
ensinar e exemplificar o uso do silêncio na música. O aluno precisa aprender a VER as pausas, entendê-las,
executá-las e ouví-las. Aquela aluna não "via" todas as pausas em suas leituras. Ela foi despertada para este
fato.
A educação musical de vanguarda geralmente tem, como seu quarto conteúdo do programa,
o ensino do silêncio. A seqüência usual é:
1. ensino de agudo e grave (altura)
2. ensino de forte e suave (dinâmica)
3. ensino de valores: semínima (duração)
4. ensino de valores: pausa da semínima.
Observamos que alunos que aprendem cedo a ver e executar o silêncio, também conseguem
identificá-lo com facilidade no futuro, quando necessário.
O segundo elo perdido, identificado no processo do estudo do ritmo, foi a PULSAÇÃO.
Notamos que os alunos não sabiam em que tempo do compasso eles se encontravam ao executar uma
seqüência rítmica. Enfim, não se localizavam nem na leitura rítmica nem no ditado rítmico. Isso só podia ter
um significado: eles não contavam as pulsações; mais ainda, eles não tinham consciência das pulsações!
Como foi mencionado na abordagem do educador e pedagogo Feuerstein: "Para uma criança solucionar um
problema, ela tem que ser capaz de pensar nele". Esta frase veio reforçar a observação que já tínhamos feito
e investido nela: a NECESSIDADE DE O ALUNO PENSAR E "VER" A PULSAÇÃO, embora ela não esteja
escrita, como o ritmo está escrito. Sendo assim, adotamos com nossos alunos o seguinte PROCEDIMENTO
INICIAL para uma leitura rítmica:
1. Identificar a fórmula de compasso e saber o que ela significa;
2. Bater o ritmo (o que está escrito) com a mão (direita ou esquerda), uma vez que,
na prática, ele será realizado, na grande maioria das vezes, pela mão. O aluno deve imaginar que ele está
tocando seu instrumento. Se for possível, ele pode realizar a leitura rítmica no próprio instrumento.
3. Contar a pulsação em voz alta. Não bater a pulsação com os pés (criar hábito
difícil de ser corrigido posteriormente). Imagine se numa orquestra todos os músicos resolverem marcar a
pulsação com os pés? Com o tempo, a pulsação será internalizada pelo aluno.
A grande importância de o aluno contar em voz alta reside no fato de
1. o professor poder conferir se o aluno está consciente da pulsação;
2. o professor poder checar se a contagem da pulsação está regular e constante
(como no caso da professora que parava de contar quando parava o som; ou daquele aluno que apressa o
andamento quando encontra uma pausa).
3. o aluno se localizar dentro da leitura, caso cometa algum erro, permitindo que ele
continue sem a necessidade de um reinício. Este processo confere o hábito da fluência na leitura e prepara o
aluno para, futuramente, tocar em conjunto.
Constatamos que, após algumas aulas, os alunos tinham aprendido e internalizado a
contagem da pulsação. Isso pode ser checado a partir do momento em que o professor sente maior firmeza e
liberdade da parte do aluno para contar. Pode-se, então, solicitar que o aluno "conte mentalmente" (sem bater
os pés) e observa-se a precisão do resultado.
Se considerarmos os dados que nos são fornecidos pela neurociência, vamos conseguir ver
com mais clareza por onde deve caminhar o processo didático do ensino do ritmo. Nossos cérebros são
formados por DOIS HEMISFÉRIOS distintos, ligados no meio pelo CORPO CALOSO. Basta imaginar ou ver
uma noz; é muito semelhante. O corpo caloso é um feixe de fibras nervosas que cruzam da direita para a
esquerda e vice-versa. Basicamente, os dois hemisférios têm as mesmas funções, mas se desenvolvem e
processam informações de formas específicas (p.e. o centro da fala está no lado esquerdo do cérebro e o
canto, no direito, na maior parte das pessoas). São eles:
RITMO COM RITMO - 6 - HANNELORE BUCHER. Copyright MMVIII
1. HEMISFÉRIO LÓGICO (geralmente, a metade esquerda do cérebro).
Ele cuida dos detalhes, da linguagem, da matemática e da análise linear.
2. HEMISFÉRIO GESTALT (geralmente, a metade direita do cérebro).
Ele é responsável pelas imagens, pelo ritmo, pela intuição e emoçã[Link] -
bém conhecido como hemisfério artístico.
O que acontece é que, normalmente, há uma dominância de um dos dois hemisférios,
determinando boa parte da percepção do mundo e do perfil de aprendizagem do indivíduo.
Com relação ao ritmo, podemos mencionar os seguintes dados:
HEMISFÉRIO GESTALT HEMISFÉRIO LÓGICO
vê o todo vê detalhes
vê / ouve padrões analisa
procura semelhanças procura diferenças
ritmo conta (1,2,3...) = pulsação
"timing" = percepção do tempo
Podemos concluir que, para ter uma leitura/escrita rítmica com eficiência, o aluno precisa dos
dois hemisférios trabalhando de forma conjunta. Este é o estado ótimo para o aprendizado: uma total
integração do cérebro. Condições de estresse e processo didático mal conduzido podem causar bloqueios
e/ou o uso unilateral do cérebro, prejudicando, assim, a execução satisfatória do problema proposto ao aluno.
Em resumo: o ritmo é coordenado pelo hemisfério Gestalt e o contar da pulsação pelo hemisfério Lógico.
Explicando melhor o termo "PROCEDIMENTO INICIAL" mencionado anteriormente, devemos
dizer que partimos também de uma premissa fundamental para o educador que se preocupa com o
educando: "É a primeira impressão que fica". Uma abordagem inicial errada ou imprecisa (embora o conteúdo
esteja correto) contribuirá para um quadro mental errado e/ou impreciso. Mesmo que ocorra uma correção
posteriormente, a possibilidade de o cérebro acessar a primeira informação quando submetido a uma
situação de estresse (prova, recital, apresentações, discussões, etc.) é muito grande. Este fato tem-nos feito
avaliar melhor os perfís de aprendizagem dos alunos ( e, obviamente, do próprio professor), e considerar a
abordagem ideal para cada um. Um mesmo assunto pode ser visto de ângulos diferentes. Às vezes, o aluno
precisa de mais de um ângulo para conseguir "VER" o conteúdo.
Esse é outro aspecto que tem chamado nossa atenção: o ato de VER na música:
1) ver a partitura como um todo;
2) ver a pulsação;
3) ver o ritmo;
4) ver um desenho melódico;
5) ver o que é mais fácil/difícil (para se concentrar no mais difícil);
6) ver o que é igual/diferente (para se concentrar no que é diferente);
7) ver padrões;
8) ver acordes (e suas diversas apresentações, inclusive no instrumento);
9) ver a dinâmica e suas variações;
10) ver o andamento e suas variações, etc.
Há uma pesquisa da UNESCO (Haidt, 1994) que diz o seguinte: "Pesquisas mostram a
proporção de retenção de informações que recebemos em diferentes contextos de acordo com os modos
operantes de percepção que suscitamos: retém-se
30% do que se ouve;
40% do que se vê;
50% do que se vê e ouve:
70% do que faz, participa-se ativamente."
A visão holística e a abordagem holística da música (teoria, História da Música, prática,
interpretação e estética) contribuem para uma retenção de 70% de um conteúdo novo. Sem dúvida, alguns
assuntos podem e devem ser particularizados, esmiuçados, a fim de completar o processo de aprendizado.
Mas grande parte do trabalho já foi feita.
RITMO COM RITMO - 7 - HANNELORE BUCHER. Copyright MMVIII
O início precisa ser claro e objetivo, com resultados palpáveis para o aluno. Optamos,
portanto, pelo procedimento inicial explicado acima. Mais tarde, tendo internalizado a pulsação, sabendo
identificá-la visual e auditivamente, o aluno estará apto para executar padrões rítmicos utilizando propostas
variadas de leitura e escrita sem se confundir, porque aquilo que guia o processo, a pulsação, já está
ancorado e aprendido.
Nosso trabalho de ritmo engloba:
. o começo do aprendizado de ritmo (pulsação, valores, fórmulas de compasso)
. aprender a "ver" a pulsação -- movimento dos olhos; o quê ver?
. aprender a contar a pulsação;
. aprender a manter uma pulsação constante;
. identificar padrões rítmicos e suas execuções;
. combinações de padrões rítmicos;
. variações de fórmulas de compasso.
A alma do ritmo está na pulsação. O aluno que sente a pulsação, que sabe ver o quê soa ou
o quê ele deve tocar em cada pulsação, e que foi ensinado a manter a pulsação sob controle, é excelente
candidato a ter uma leitura fluente da música. Não só lê como escreve com facilidade.
Chegará o tempo em que o estudo do ritmo irá solicitar do aluno outro tipo de caminho: não
somente ler, mas, também, escrever - o chamado DITADO RÍTMICO. Qual a razão de os alunos terem
dificuldade ou mesmo impossibilidade, bloqueios, para executarem um ditado rítmico? Na nossa experiência
concluímos que, primeiro, é preciso VER para depois OUVIR e escrever. Nosso método se inicia com o
processo ver-executar ( pulsação e ritmo) por um certo período, sendo-lhe acrescentado o processo ouvir-
escrever. Exercitado no ver-executar, o aluno estará, assim, capacitado para "ver" em sua mente aquilo que
ele está ouvindo e, portanto, em condições para escrever o ritmo proposto pois já tem o padrão formado em
seu quadro mental. Introduzimos o ditado, normalmente, após o ensino das colcheias e antes da semínima
pontuada.
O ditado rítmico é feito numa folha especialmente desenvolvida para ele: nela estão escritos
os números das pulsações. Ao ouvir o ritmo proposto, o aluno deve saber identificar o que acontece em cada
pulsação e escrever notas ou pausas sobre o número correspondente. Na realidade, apenas três ocorrências
podem existir em uma pulsação:
1. um som articulado (ou mais sons)
2. um silêncio
3. um som prolongado.
A conscientização do aluno dessas três possibilidades ajuda muito no raciocínio na hora de
escrever. Para a primeira opção escreve-se uma nota; para a segunda, uma pausa; e para a terceira, nota de
maior valor ou ligadura de prolongamento.
Começamos ditando apenas um compasso, num total de duas frases ( 8 compassos) por
aula. O professor deve contar em voz alta as últimas duas pulsações e o aluno prossegue a contagem das
mesmas em sua mente, enquanto ouve o professor tocar a seqüência rítmica num instrumento que lhe
permita perceber claramente sons sustentados e pausas. Esta é uma ótima oportunidade para ensinar as
regras de escrita musical, especialmente, o uso das pausas.
Voltando ao processo de leitura, decidimos fixar a fórmula de compasso 4/4 durante esse
procedimento inicial. Os objetivos nessa etapa são: 1) aprender e internalizar a pulsação, e 2) aprender a
conhecer padrões rítmicos. Ter duas variáveis no princípio é melhor do que ter três. Os alunos sentem-se
mais seguros e isto é importante nessa fase. Outras fórmulas de compasso serão apresentadas e ensinadas
em tempo oportuno.
Por fim, achamos prudente, interessante e didático, a CONTEXTUALIZAÇÃO do ritmo a ser
estudado. Para tal, sugerimos que o professor selecione, pelo menos, três músicas em compasso quaternário
simples, com pulsação bem marcada ( "jazz" , bandas de "rock", etc.) em três andamentos diferentes: Lento,
Andante e Moderato/Allegro. A leitura à primeira vista deve utilizar a música com andamento Lento ou
Andante, dependendo do aluno e da dificuldade do exercício. Depois, executar as seqüências rítmicas em
andamentos mais rápidos, sempre com o aluno contando em voz alta. A prática do ritmo com música objetiva:
cativar o aluno (fornecendo-lhe um ambiente agradável para o estudo), ajudar na concentração e na formação
do hábito de manter uma pulsação constante. Os resultados são, comprovadamente, ótimos!
RITMO COM RITMO - 8 - HANNELORE BUCHER. Copyright MMVIII
1. CONCEITOS IMPORTANTES 1
1. RITMO :
Ritmo é um dos elementos básicos da música, juntamente com a melodia e a harmonia.
Assim como nós fazemos diversas atividades no decorrer do tempo de um dia, também na música,
diversas figuras e pausas musicais podem ser organizadas dentro do tempo de duração da música (curto e
longo). Esta organização dos valores (figuras e pausas), geralmente em padrões, chama-se RITMO.
Para escrever o ritmo, usam-se as seguintes FIGURAS (som) e PAUSAS (silêncio):
[Link] :
É uma unidade básica de tempo, delimitada por duas barras de divisão, entre as quais as figuras
e pausas musicais são escritas.
Ex.:
3. FÓRMULA DE COMPASSO :
Fórmula de compasso é uma fração escrita no início da música e que determina o valor de cada
compasso.
RITMO COM RITMO - 9 - HANNELORE BUCHER. Copyright MMVIII
10. Bater, com a mão, os ritmos abaixo, sobre a perna ou na mesa. Contar a pulsação em VOZ ALTA. Nas
pausas, levantar a mão e continuar contando em voz alta. Usar música em andamento MODERATO.
RITMO COM RITMO - 13 - HANNELORE BUCHER. Copyright MMVIII
2. CONCEITOS IMPORTANTES 2
1. ANDAMENTO ( "tempo" em italiano )
Andamento é a velocidade de execução de uma peça ou um trecho musical.
O andamento é identificado por palavras, geralmente em italiano, escritas no início da música. Do
andamento lento até o mais rápido tem-se:
Adagio - Andante - Moderato - Allegro - Presto - Prestissimo
2. RECURSOS que alteram o valor da NOTA e/ou PAUSA :
. Ligadura de prolongamento : é uma linha curva entre duas notas de mesma altura. A segunda
nota não é repetida. A primeira nota deve ser mantida no valor das duas notas somadas.
. Ponto de aumento : é um ponto colocado à direita da nota/pausa e que aumenta a metade do valor
da nota/pausa. Ele substitui a nota ligada à outra com metade de seu valor.
Pode-se escrever um ou dois pontos de aumento. O segundo ponto vale metade do primeiro
ponto.
. Coroa : é uma linha curva com um ponto no centro , escrita sobre/sob uma nota ou pausa, e que aumenta ,
no mínimo, metade do seu valor. O valor máximo fica a critério do executante.
A coroa recebe os seguintes nomes especiais:
1. Completar:
a) O que significa uma pausa? ____________________________________________________
b) O que significa a palavra andamento? ____________________________________________
c) Cite três recursos que podem ser usados para aumentar o valor de uma nota. ____________
___________________________________________________________________________
RITMO COM RITMO - 15 - HANNELORE BUCHER. Copyright MMVIII
5. COLCHEIA
Uma semínima é igual a duas colcheias ( = ). O aluno deve continuar vendo cada tempo
individualizado. Em uma pulsação o aluno batia uma semínima. Agora, em uma pulsação, ele deve dar duas
batidas iguais para o par de colcheias.
1. Bater as seqüências rítmicas com a MÃO e contar os tempos em voz alta. Usar música lenta.
RITMO COM RITMO - 24 - HANNELORE BUCHER. Copyright MMVIII
5. Você vai ouvir uma melodia. Envolver a seqüência rítmica que corresponde à melodia.
6. As notas das melodias estão escritas. Identificar o tempo forte, marcar a nota e dividir o compasso antes
dela. Ouvir o ritmo, pintar as notas, se necessário, e desenhar as pausas.
7. Escrever as seqüências rítmicas que você ouvir. DITADO 1.
RITMO COM RITMO - 28 - HANNELORE BUCHER. Copyright MMVIII
3. Executar as seqüências rítmicas abaixo, seguindo as orientações:
4. Escrever as seqüências rítmicas que você ouvir. DITADO 4.
RITMO COM RITMO - 41 - HANNELORE BUCHER. Copyright MMVIII
13. SEMICOLCHEIA
Neste capítulo, o aluno deve ser capaz de executar quatro notas iguais em uma pulsação.
São as SEMICOLCHEIAS. Uma semínima ( ) é igual a quatro semicolcheias
RITMO COM RITMO - 64 - HANNELORE BUCHER. Copyright MMVIII
2. Executar as propostas rítmicas abaixo:
RITMO COM RITMO - 66 - HANNELORE BUCHER. Copyright MMVIII
16. PAUSA de SEMICOLCHEIA
RITMO COM RITMO - 77 - HANNELORE BUCHER. Copyright MMVIII
1. Fazer a LEITURA MÉTRICA:
2. Dividir os compassos:
3. Você vai ouvir melodias que contêm o ritmo Envolver o número que corresponde aos tempos
em que ele é tocado em cada melodia ( dois por melodia).
a. 1 2 3 4 . 1 2 3 4 . 1 2 3 4 . 1 2 3 4
b. 1 2 3 4 . 1 2 3 4 . 1 2 3 4 . 1 2 3 4
c. 1 2 3 4 . 1 2 3 4 . 1 2 3 4 . 1 2 3 4
4. Seu professor vai executar dois ritmos. Ouvi-los e envolver a palavra IGUAL ou DIFERENTE.
a) IGUAL DIFERENTE c) IGUAL DIFERENTE
b) IGUAL DIFERENTE d) IGUAL DIFERENTE
RITMO COM RITMO - 98 - HANNELORE BUCHER. Copyright MMVIII
25. MUDANÇA de FÓRMULA de COMPASSO
É possível ocorrer mudança de fórmula de compasso no decorrer de uma música. Se o
denominador das fórmulas for o mesmo (ex.: 2/4 e 3/4 ), manter a mesma pulsação (no caso, a semínima) e
alterar, apenas, a contagem das mesmas (de 2 para 3). Se os denominadores forem diferentes, considerar
um denominador comum aos dois. Esse caso será estudado em tempo oportuno.
RITMO COM RITMO - 117 - HANNELORE BUCHER. Copyright MMVIII
26. COMPASSO COMPOSTO
Compasso composto é aquele em que cada pulsação é composta por três notas do
denominador da fórmula de compasso. A unidade de tempo é uma nota pontuada. Atenção para a leitura:
Ex.: 6 binário composto
4 1 2
RITMO COM RITMO - 120 - HANNELORE BUCHER. Copyright MMVIII
Bater o ritmo dos duetos abaixo, com as duas mãos.
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29. MAIS COMPASSO DERIVADO
RITMO COM RITMO - 132 - HANNELORE BUCHER. Copyright MMVIII
30. QUIÁLTERA de SEMÍNIMAS
Quiáltera de semínimas é um grupo de três semínimas executadas em dois tempos, no
lugar ocupado por duas semínimas (num compasso 4/4). A melhor forma de aprender e executar esse ritmo
é acentuando colcheia sim / colcheia não numa seqüência de duas quiálteras de colcheias.
RITMO COM RITMO - 137 - HANNELORE BUCHER. Copyright MMVIII
1. Ler os SOLFEJOS FALADOS (leitura métrica):
RITMO COM RITMO - 142 - HANNELORE BUCHER. Copyright MMVIII
34. QUIÁLTERA de MÍNIMAS
Quiáltera de mínimas é um grupo de três mínimas executadas no lugar ocupado por uma
semibreve (num compasso 4/4). A melhor forma de aprender e executar esse ritmo é acentuando semínima
sim / semínima não numa seqüência de quiálteras de semínimas.
RITMO COM RITMO - 150 - HANNELORE BUCHER. Copyright MMVIII
37. MAIS QUIÁLTERAS
DUÍNAS: geralmente, são duas notas que ocupam o lugar de três notas.
QUARTINAS: geralmente, são quatro notas que ocupam o lugar de três notas.
QUINTINAS: geralmente, são cinco notas que ocupam o lugar de quatro ou seis notas.
RITMO COM RITMO - 161 - HANNELORE BUCHER. Copyright MMVIII
40. RITMOS BRASILEIROS
RITMO COM RITMO - 170 - HANNELORE BUCHER. Copyright MMVIII
APÊNDICE 1: ESCRITA para BATERIA
ESCRITA NA PAUTA
RITMO COM RITMO - 173 - HANNELORE BUCHER. Copyright MMVIII