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PPR - Base

O Programa de Proteção Respiratória (PPR) da empresa visa minimizar a contaminação do ar no ambiente de trabalho e proteger os trabalhadores de riscos respiratórios através de medidas de controle e uso de Equipamentos de Proteção Respiratória (EPR). O documento estabelece diretrizes sobre a seleção, uso e manutenção dos respiradores, além de definir responsabilidades para diferentes setores da empresa. O PPR é parte de uma estratégia mais ampla de controle de riscos e segue regulamentações específicas para garantir a segurança dos empregados.

Enviado por

William Silva
Direitos autorais
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PPR - Base

O Programa de Proteção Respiratória (PPR) da empresa visa minimizar a contaminação do ar no ambiente de trabalho e proteger os trabalhadores de riscos respiratórios através de medidas de controle e uso de Equipamentos de Proteção Respiratória (EPR). O documento estabelece diretrizes sobre a seleção, uso e manutenção dos respiradores, além de definir responsabilidades para diferentes setores da empresa. O PPR é parte de uma estratégia mais ampla de controle de riscos e segue regulamentações específicas para garantir a segurança dos empregados.

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PPR – PROGRAMA DE PROTEÇÃO LOGO DA EMPRESA

RESPIRATÓRIA

VERSÃO / EMPRESA: NOME DA EMPRESA


01 / 00
REVISÃO:

PPR

PROGRAMA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA

LOGO DA EMPRESA

NOME DA EMPRESA

2025

ELABORADO POR: NEOSAFETY SOLUÇÕES

SUMÁRIO

+ 55 11 4303-8342
[Link] 1
PPR – PROGRAMA DE PROTEÇÃO LOGO DA EMPRESA
RESPIRATÓRIA

VERSÃO / EMPRESA: NOME DA EMPRESA


01 / 00
REVISÃO:

1. IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA...................................................................................................... 4

2. INTRODUÇÃO..................................................................................................................................... 5

3. OBJETIVOS E REFERÊNCIAS............................................................................................................... 5

4. APLICABILIDADE E ABRANGÊNCIA.....................................................................................................5

5. RESPONSABILIDADES........................................................................................................................ 6

5.1 Engenharia e segurança do trabalho.........................................................................................6

5.2 Medicina do trabalho.................................................................................................................... 7

5.3 Gestor da unidade......................................................................................................................... 7

5.4 Empregados.................................................................................................................................... 8

5.5 Terceiros.......................................................................................................................................... 8

6. AGENTES DE RISCOS AMBIENTAIS.....................................................................................................8

7. AGENTES DE RISCO QUÍMICO............................................................................................................ 8

7.1. Quadro 01......................................................................................................................................... 9

8. RISCOS RESPIRATÓRIOS..................................................................................................................10

9. SELEÇÃO E USO DOS RESPIRADORES............................................................................................. 10


9.1 Avaliação médica do candidato ao uso de respiradores.......................................................10

9.2 Seleção do respirador.................................................................................................................10

9.3 Fornecimento e aquisição de equipamento de proteção respiratória.............................................11

9.4 Utilização adequada do respirador...........................................................................................11

9.5 Diretrizes quanto à estética facial............................................................................................12

9.6 Manutenção, higienização, armazenamento, guarda e inspeção de respiradores..........12

10. MONITORAMENTO DAS ÁREAS DE RISCO........................................................................................13

11. CRONOGRAMA DE AÇÕES............................................................................................................... 13

12. CONCLUSÃO.................................................................................................................................... 13

13. AVALIAÇÃO DO PROGRAMA.............................................................................................................13

14. REGISTROS...................................................................................................................................... 13

15. DEFINIÇÕES..................................................................................................................................... 13

ANEXO I - PROCEDIMENTO PARA SELEÇÃO DE RESPIRADORES...................................................................15


+ 55 11 4303-8342
[Link] 2
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RESPIRATÓRIA

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01 / 00
REVISÃO:

ANEXO II - FATORES ATRIBUÍDOS AOS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA..............................16

ANEXO III - PROCEDIMENTOS PARA FORNECIMENTO E AQUISIÇÃO DE EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO


RESPIRATÓRIA.............................................................................................................................................. 18

ANEXO IV - CADASTRO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA - EPR........................................19

ANEXO V - ENSAIO QUALITATIVO COM AEROSSOL DE SACARINA OU BITREX..............................................20

ANEXO VI - FORMULÁRIO PARA TESTE DE VEDAÇÃO...................................................................................23

ANEXO VII - PROCEDIMENTO PARA COLOCAÇÃO DE RESPIRADORES..........................................................25

ANEXO VIII - PROCEDIMENTO PARA HIGIENIZAÇÃO, ARMAZENAMENTO E INSPEÇÃO..................................26

ANEXO IX - PROCEDIMENTO PARA TREINAMENTOS.....................................................................................27

ANEXO X - CRONOGRAMA DE AÇÃO............................................................................................................ 28

ANEXO XI - FORMULÁRIO DE AVALIAÇÃO DO PPR........................................................................................29

CONTROLE DE ALTERAÇÕES........................................................................................................................ 34

+ 55 11 4303-8342
[Link] 3
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RESPIRATÓRIA

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1. IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA

Empresa

XXXXXXXXXXXX

Endereço Complemento CNPJ

XXXXXXXXXXXX XXXXXXXXXXXX XXXXXXXXXXXX

CEP Cidade Bairro UF

XXXXXXXXXXXX XXXXXXXXXXXX XXXXXXXXXXXX XXXXXXXXXXXX

Grau de Risco
CNAE Descrição CNAE
XXXXXXXXXXX
XXXXXXXXXXXX XXXXXXXXXXXX
X

Segunda a quinta-feira: 07:30 ÀS 17:30 sexta-feira: 07:30

Horário de trabalho ÀS 16:30

Almoço: 13:00 ÀS 14:00

Efetivo: XXXXXXXXXXXX Masculino: XXXXXXXXXXXX Feminino: XXXXXXXXXXXX

Vigência: XXXXXXXXXXXX

Contratada:

Empresa:

NEOSAFETY SOLUÇÕES EM SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO LTDA.

Endereço: Complemento: CNPJ:

RUA THEREZA MARIA LUIZETTO, 212 - 26.368.349/0001-74

CEP: Cidade: Bairro: UF:

06754-010 TABOÃO DA SERRA VILA SANTA LUZIA SP

+ 55 11 4303-8342
[Link] 4
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REVISÃO:

2. INTRODUÇÃO

Os distúrbios respiratórios ocorrem devido à presença de contaminantes no ar ou a deficiência de


Oxigênio no ambiente e de acordo com as propriedades físico-químicas dos contaminantes; de acordo
com os seus efeitos fisiopatológicos.

O Programa de Proteção Respiratória é parte integrante da estratégia de controle de risco, ele visa
minimizar a contaminação no local de trabalho, e isto deve ser feito tanto quanto possível através de
medidas de controle de engenharia aceitáveis (por exemplo: enclausuramento ou confinamento de
operações, ventilação local ou geral, e substituição de produtos por outros menos tóxicos). Quando estas
medidas de controle não são suficientes para manter o ambiente seguro, ou enquanto elas estiverem
sendo implementadas ou avaliadas, respiradores adequados devem ser utilizados.

O Programa de Proteção Respiratória visa controlar a proteção do trabalhador em ambientes onde se


constata a presença de contaminantes no ar, ou a deficiência de oxigênio no ambiente, estabelecer
diretrizes e propor medidas técnicas objetivando prevenir os riscos de acidentes e/ou doenças
ocupacionais decorrentes da exposição.

Assim, o controle dos agentes de riscos no ambiente de trabalho envolve a combinação de controles de
engenharia com a adoção de equipamentos de proteção coletiva - EPC, medidas administrativas e/ou
organizacionais do ambiente de trabalho e o uso de Equipamentos de Proteção Respiratória - EPR. Estes
últimos (EPR) devem ser utilizados somente quando os controles de engenharia não forem viáveis ou
totalmente eficazes, ou enquanto estes controles estiverem sendo implementados.

3. OBJETIVOS E REFERÊNCIAS

O presente programa visa apresentar recomendações para a manutenção de um programa de como


selecionar e usar corretamente os equipamentos de segurança relacionados a proteção respiratória,
através de medidas de controle na fonte (por exemplo: ventilação local ou geral), quando as medidas de
controle na fonte ou no meio não forem viáveis ou estarem em implantação as medidas de caráter
individual serão adotadas de acordo com as recomendações da NR -6.

As avaliações relacionadas aos trabalhos que envolvem exposição à agentes químicos, foram obtidas
estabelecendo-se grupo homogêneo de exposição - GHE para cada função, conforme Programa de
Gerenciamento de Riscos e Laudos de Insalubridades vigentes e fornecidos pela GERIBA ENERGY VAP
FPAP LTDA – MOGI MIRIM.

A elaboração e implantação do Programa de Proteção Respiratória segue a Instrução Normativa


SSST/MTB nº 1, de 11 de abril de 1994. Esta estabelece o Regulamento Técnico sobre o uso de
equipamentos para proteção respiratória. Consta da IN nº 01, que o empregador deverá adotar um
conjunto de medidas com a finalidade de adequar a utilização dos equipamentos de proteção
respiratória-EPR, quando necessário para complementar as medidas de proteção coletivas
implementadas, ou enquanto as mesmas estiverem sendo implantadas, com a finalidade de garantir uma
completa proteção ao trabalhador contra os riscos existentes nos ambientes de trabalho. Consta também
na Norma Regulamentadora – NR 06, anexo I, lista de equipamentos de proteção individual, item D - EPI
Para Proteção Respiratória, referente às especificações técnicas dos respiradores. O embasamento
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técnico para elaboração e implantação do PPR, está baseado no documento Programa de Proteção
Respiratória – Recomendações, Seleção e Uso de Respiradores, da Fundacentro em conjunto com o MTE.

4. APLICABILIDADE E ABRANGÊNCIA

A aplicabilidade deste programa é sobre todos os empregados que atuam no grupo de risco descrito no
GHE a seguir, na empresa GERIBA ENERGY VAP FPAP LTDA – MOGI MIRIM.

5. RESPONSABILIDADES

Para controle das medidas administrativas, sugere-se a seguinte definição de responsabilidades:

5.1 Engenharia e segurança do trabalho

É responsabilidade da área de segurança do trabalho a coordenação das seguintes atividades:

 Identificar e avaliar cuidadosamente os efeitos do agente de risco químico e biológico presentes


na Unidade;

 Conduzir o monitoramento do agente de risco químico nas áreas e operações;

 Fornecer aos empregados informações relacionadas aos riscos da exposição a níveis acima do
limite de tolerância;

 Propor medidas de correção e controle da fonte geradora do agente de risco químico, quando
possível.

 Determinar os equipamentos de proteção respiratória, independentemente dos controles de


engenharia ou administrativos;

 Conduzir e/ou coordenar o treinamento no Programa de Proteção Respiratória - PPR e manter a


documentação apropriada;

 Assegurar que os cartazes/avisos sobre proteção respiratória sejam visíveis em todos os


equipamentos e áreas onde houver níveis acima do limite de tolerância;

 Inspecionar periodicamente os elementos do Programa de Proteção Respiratória e o uso de


protetores respiratórios;

 Atualizar o PPR sempre que necessário e manter a documentação de suas revisões;

 Providenciar atualização periódica da descrição e especificação técnica dos protetores


respiratórios aprovados, visando orientar a Gerência de Compras nos processos de aquisição dos
EPR;

 Identificar e avaliar novos equipamentos e processos, rever relatórios/registros de acidentes,


lesões e doenças reavaliar a adequação do Programa de Proteção Respiratória;

 Instituir e manter o sistema de divulgação e sinalização de áreas e equipamentos com presença


do agente de risco químico e biológico;

 Fornecer aos empregados treinamento adicional quando se apresentarem novos riscos do agente
químico e biológico no local de trabalho;
+ 55 11 4303-8342
[Link] 6
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REVISÃO:

 Comunicar às partes afetadas sobre eventuais mudanças no Programa de Proteção Respiratória;

 Fornecer informações técnicas sobre exposição a agente de risco químico e sobre o Programa de
Proteção Respiratória.

5.2 Medicina do trabalho

É de responsabilidade do Médico Coordenador do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional


(PCMSO):

 Implementar e coordenar as rotinas do Programa de Proteção Respiratória na área médica;

 Avaliar com base no parecer do médico assistente os resultados dos exames que apresentarem
alterações;

 Definir condutas gerenciais e médico-administrativas;

 Fornecer informações técnicas sobre questões médicas inseridas no Programa de Proteção


Respiratória;

 Estabelecer critério de comunicação para o trabalhador dos resultados dos seus exames clínicos;

 Gerenciar os históricos dos exames médicos do Programa de Proteção Respiratória;

 Apresentar Relatório conclusivo indicando, quando houver, o surgimento ou incidência de


problemas respiratórios com empregados de determinada área de trabalho.

5.3 Gestor da unidade

É de responsabilidade do Gestor da unidade GERIBA ENERGY VAP FPAP LTDA – MOGI MIRIM:

 Aprovar o Programa de Proteção Respiratória - PPR;

 Divulgar, criando mecanismos de incentivos, o processo de implementação e manutenção do PPR;

 Prover os recursos necessários a implantação e permanência do PPR;

 Assegurar que os empregados inspecionem, usem e mantenham adequadamente os protetores


respiratórios apropriados para suas tarefas e/ou presença física no local;

 Inspecionar periodicamente o uso de protetores respiratórios pelos empregados, tomando a ação


corretiva apropriada quando se notarem deficiências;
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REVISÃO:

 Comunicar ao(s) engenheiro/técnico(s) de segurança os locais sobre quaisquer mudanças nas


operações, equipamentos e materiais, as quais possam requerer dos empregados o uso de
protetores respiratórios;

 Colaborar com o(s) engenheiro/técnico(s) de segurança na execução de inspeções do agente de


risco químico e no treinamento;

 Contatar o(s) engenheiro/técnico(s) de segurança quando houver quaisquer dúvidas quanto à


seleção e ao uso de protetores respiratórios;

 Assegurar que os empregados realizem os exames clínicos de controle;

 Garantir a notificação dos contratados quanto a exposições particulares à agente de risco químico
e biológico, presentes nas áreas de trabalho deles;

 Ao serem contratados serviços de terceiros, comunicar a estes os requisitos do Programa de


Proteção Respiratória - PPR e assegurar seu cumprimento por parte deles, em especial quanto à
proteção individual;
 Garantir que os contratados distribuam seus próprios protetores respiratórios a seus empregados,
atendendo a lista padrão de EPI da unidade GERIBA ENERGY VAP FPAP LTDA – MOGI MIRIM

 Aquisição respiradores e peças de reposição aprovados pela segurança e saúde ocupacional e


previstos neste Programa de Proteção Respiratória.

5.4 Empregados

São de responsabilidade dos empregados da GERIBA ENERGY VAP FPAP LTDA – MOGI MIRIM:

 Cumprir com os procedimentos de saúde e segurança;

 Estudar e entender o material fornecido durante as sessões de treinamento do Programa de


Proteção Respiratória – PPR;

 Assistir e participar ativamente do treinamento do Programa de Proteção Respiratória – PPR;

 Conhecer os riscos do agente de risco químico associados às tarefas de trabalho, bem como os
benefícios e limitações dos protetores respiratórios;

 Sempre utilizar os protetores respiratórios corretos aprovados para a tarefa;

 Contatar os supervisores e/ou engenheiro/técnico (s) de segurança, quando houver dúvidas


relacionadas ao Programa de Proteção Respiratória - PPR, monitoramento de exposição ao agente
de risco químico e requisitos de proteção por área ou tarefa;

 Conservar os protetores respiratórios, que estejam sob sua responsabilidade;

 Realizar os exames clínicos, quando solicitados.

5.5 Terceiros

Os prestadores de serviço, a qualquer título, devem cumprir todas as exigências cabíveis relativas ao uso
de respiradores contidas no PPR da GERIBA ENERGY VAP FPAP LTDA – MOGI MIRIM. A

+ 55 11 4303-8342
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RESPIRATÓRIA

VERSÃO / EMPRESA: NOME DA EMPRESA


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REVISÃO:

responsabilidade pelo fornecimento do respirador adequado, pelo treinamento, pelo ensaio de vedação e
demais necessidades, devem ser contempladas em contrato de prestação de serviço.

6. AGENTES DE RISCOS AMBIENTAIS

São considerados agentes de riscos ambientais no ambiente de trabalho, aqueles agentes nocivos
químicos, físicos, biológicos ou associação destes que em determinadas circunstâncias possam trazer ou
ocasionar danos à saúde ou à integridade física do trabalhador, em função de sua natureza,
concentração, intensidade e tempo de exposição.

Para o presente Programa de Proteção Respiratória - PPR será considerada somente a análise dos agentes
de riscos químicos, considerando as substâncias, compostos ou produtos que possam penetrar no
organismo pela via respiratória, na forma de poeiras, fumos, névoas, neblinas, gases ou vapores.

As avaliações ambientais na GERIBA ENERGY VAP FPAP LTDA – MOGI MIRIM têm como base o
Programa de Gerenciamento de Riscos – PGR e o Laudo de Insalubridade apresentado.

7. AGENTES DE RISCO QUÍMICO

A identificação e avaliação dos riscos dos riscos químicos existentes na GERIBA ENERGY VAP FPAP LTDA – MOGI
MIRIM são apresentados no Quadro 01, além de algumas orientações conceituais do uso de protetores
respiratórios.

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7.1. Quadro 01

CONCENTRA LIMITE DE
MEIO DE DESCRIÇÃO FATOR DE
FONTE ÇÃO TOLERÂNCIA
ÁREA / GHE PRODUTO PROPAGAÇÃ RISCOS DO CLASSE PROTEÇÃO
GERADORA mg/m³ ou
O mg/m³ ou ppm RESPIRADOR ATRIBUÍDO
ppm
Irritação das
Hipoclorito de vias
Mistura na
GHE 01 sódio Via aérea e respiratórias, Vide Anexo
análise da água N/A N/A Vide Anexo IV Vide Anexo IV
Operacional 01 (Soda Cáustica cutânea dermatite, IV
da caldeira
Líquida) irritação
ocular

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PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA

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01 / 00
REVISÃO:

8. RISCOS RESPIRATÓRIOS

A avaliação dos riscos respiratórios foi essencial para o processo de seleção e uso do respirador adequado
e foi realizada por uma pessoa qualificada para esse processo de avaliação.

A avaliação completa dos riscos incluiu três etapas:

a) Avaliação dos perigos no ambiente;

b) Avaliação da adequação do respirador à exposição;

c) Avaliação da adequação do respirador à tarefa, ao usuário e ao ambiente de trabalho.

A análise dos parâmetros contidos nessas etapas foi realizada antes de serem iniciadas as tarefas, sejam
de rotina ou de emergência, e deve ser repetida quando as condições de trabalho se alterarem.

Os potenciais riscos respiratórios no GERIBA ENERGY VAP FPAP LTDA – MOGI MIRIM, de acordo com o tipo de
atividade existente, podem ser visualizados no Quadro 01.

9. SELEÇÃO E USO DOS RESPIRADORES

9.1 Avaliação médica do candidato ao uso de respiradores

Todo candidato ao uso de respiradores deve ser analisado pela medicina do trabalho para
verificar as suas condições de saúde nas questões referentes a sintomas respiratórios e cardiovasculares,
através de exame clínico e, se necessário, funcional do candidato.

9.2 Seleção do respirador

O respirador adequado ao risco a que o trabalhador está exposto e à atividade exercida foi
selecionado, conforme o seguinte procedimento:

o A natureza da operação ou processo perigoso;

o Tipo de risco respiratório (incluindo as propriedades físicas), deficiência de oxigênio, efeitos


fisiológicos sobre o organismo, concentração do material tóxico, limites de exposição
estabelecida para os materiais tóxicos, concentração permitida e a concentração IPVS
(imediatamente perigoso à vida e a saúde) estabelecida para o material tóxico;

o Localização da área de risco em relação à área mais próxima que possui ar respirável;

o Facilidade de escape da área contaminada;

o Tempo durante o qual o respirador deve ser usado;

o Atividades que os trabalhadores desenvolvem na área de risco;

o Características e as limitações dos vários tipos de respirador;

o Fator de Proteção atribuído para os diversos tipos de respirador.

o Saúde do empregado

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PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA

VERSÃO / EMPRESA: NOME DA EMPRESA


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REVISÃO:

Para facilitar a seleção de respiradores às condições de trabalho e características dos funcionários, nos
ANEXO I - PROCEDIMENTO PARA SELEÇÃO DE RESPIRADORES e ANEXO II – FORMULÁRIO PARA
SELEÇÃO DE RESPIRADORES, constam os procedimento para seleção e formulário para seleção,
levando-se em consideração fatores como barba, bigode, cicatriz grande no rosto e qualquer
característica física que posa impedir que haja correta vedação do respirador com o rosto do funcionário,
agentes químicos envolvidos e concentração.

9.3 Fornecimento e aquisição de equipamento de proteção respiratória

Os Equipamentos de Proteção Respiratória devem ser entregues a todos os empregados, usuários de


Equipamento de Proteção Respiratória, considerando as determinações e procedimentos constantes do
ANEXO III - PROCEDIMENTOS PARA FORNECIMENTO E AQUISIÇÃO DE EQUIPAMENTO DE
PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA.

No ANEXO IV - CADASTRO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA - EPR estão


descritos os respiradores homologados pelo INPEV.

9.4 Utilização adequada do respirador

Verificação de vedação

Os usuários dos equipamentos de proteção respiratória devem ser instruídos durante o treinamento
prático a proceder quanto a colocação e verificação da vedação do respirador, imediatamente após a sua
colocação sobre a face e antes de adentrar a área de risco ou mesmo iniciar atividades que requeiram a
sua utilização.

Os testes devem ser realizados com pressão positiva e de pressão negativa conforme descritas abaixo:

a) Verificação de Vedação pelo teste de pressão NEGATIVA

Este procedimento pode ser usado com os respiradores purificadores de ar ou de adução de ar,
equipados com coberturas das vias respiratórias com contato facial. É difícil fazer esta verificação nos
respiradores sem válvula. As aberturas de entrada de ar (filtros) são bloqueadas completamente pela
palma da mão ou pela colocação de um selo na entrada do filtro químico ou mecânico, ou estrangulando
a traqueia ou mangueira. O usuário deve inalar suavemente e segurar a respiração. Se a peça facial
aderir ao rosto, pode-se afirmar, com razoável segurança, que a vedação da peça facial é satisfatória. Se
a peça não aderir ao rosto, ajustar o respirador, e repetir o procedimento de verificação.

b) Verificação de Vedação pelo teste de pressão POSITIVA

Este procedimento pode ser usado em respiradores com cobertura das vias respiratórias com contato
facial e que contenham válvula de inalação e de exalação. A válvula de exalação, ou traqueia, ou ambas,
são bloqueadas e o usuário deve exalar suavemente. A vedação será considerada satisfatória quando o
usuário sentir ligeira pressão dentro da peça facial e não conseguir detectar nenhuma fuga de ar na zona
de vedação em ter a peça facial e o rosto. Se houver fuga de ar, ajustar o respirador, e repetir o
procedimento de verificação.

Ensaio de vedação

+ 55 11 4303-8342
[Link] 12
PPR – PROGRAMA DE LOGO DA EMPRESA
PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA

VERSÃO / EMPRESA: NOME DA EMPRESA


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REVISÃO:

Os usuários de equipamentos de proteção respiratória devem ser submetidos aos ensaios de vedação
para verificar se o respirador fornecido proporciona uma vedação satisfatória ao rosto. Estes ensaios são
realizados em ambientes livres de qualquer contaminante atmosférico, devendo ser previamente
verificado, além de proporcionar condições de acomodar os acessórios necessários aos ensaios. A
colocação, uso e os ensaios de vedação procedem conforme descritos nos anexos:

ANEXO V - ENSAIO QUALITATIVO COM AEROSSOL DE SOLUÇÃO DE SACARINA OU BITREX

ANEXO VI – FORMULÁRIO PARA TESTE DE VEDAÇÃO

ANEXO VII - PROCEDIMENTO PARA COLOCAÇÃO DE RESPIRADORES.

9.5 Diretrizes quanto à estética facial

A presença de cabelos no rosto (ex: barbas, bigodes longos e costeletas) na área de vedação da peça
facial de um respirador evitará que o usuário receba de forma consistente a proteção devida.

Portanto, constitui política do GERIBA ENERGY VAP FPAP LTDA – MOGI MIRIM que qualquer
empregado seu ou de uma empresa prestadora de serviços que tenha a necessidade potencial de utilizar
um respirador semifacial ou facial inteiro de adaptação firme, apresente-se barbeado na área entre a
superfície de vedação do respirador e o rosto. Assim, somente os empregados sem barba serão
permitidos passarem pelo teste de adaptação e utilizarem os respiradores de adaptação firme.

9.6 Manutenção, higienização, armazenamento, guarda e inspeção de respiradores

Manutenção

É importante que seja obedecido um programa de guarda e manutenção regular, pois respiradores sujos
ou com defeitos podem dar uma falsa sensação de segurança. A vida de um usuário pode depender do
funcionamento e da disponibilidade do respirador correto. Em circunstâncias normais, a cooperação do
usuário facilita a limpeza e manutenção dos respiradores.

A manutenção dos respiradores deve ser centralizada em um local adequado. O tamanho e a


complexidade deste local vão depender do número de usuários, da natureza do risco e do tipo de
respirador disponível.

A pessoa encarregada deve ser treinada e o programa de manutenção deve obedecer às instruções do
fabricante e deve incluir providências para: limpeza, higienização, guarda, reparos e inspeção de defeitos.

Higienização, armazenamento e inspeção

Quando o respirador é usado rotineiramente deve ser limpo e desinfetado diariamente. Se é usado
ocasionalmente, basta a limpeza e desinfecção quando necessárias. Quando são os próprios usuários que
realizam essas operações eles devem ser treinados. A limpeza pode ser feita de acordo com o previsto no
ANEXO VIII - PROCEDIMENTO PARA HIGIENIZAÇÃO, ARMAZENAMENTO E INSPEÇÃO.

9.7 Treinamento

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PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA

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REVISÃO:

O treinamento deve ser ministrado na admissão do trabalhador e reciclado anualmente, para todos os
empregados que irão utilizar os respiradores. Um treinamento adicional é necessário caso o tipo de
respirador utilizado ou as condições/atividades nas quais os mesmos são utilizados sejam alteradas.

O treinamento deve ser dado por uma pessoa qualificada, devendo ser registrados, por escrito, os nomes
das pessoas que foram treinadas e as datas do treinamento.

Cada usuário de respirador deve receber treinamento (e reciclagem), que deve incluir explanação e
discussão sobre: O risco respiratório e o riscos ao organismo humano se o respirador não for usado de
modo correto; As medidas de controle coletivo e administrativo que não estão sendo adotadas e a
necessidade do uso de respiradores para proporcionar a proteção adequada; As razões que levaram à
seleção de um tipo particular de respirador; O funcionamento, as características e limitações do
respirador selecionado; O modo de colocar o respirador e de verificar se ele está colocado corretamente
no rosto; O modo correto de usar o respirador durante a realização do trabalho; Os cuidados de
manutenção, inspeção e guarda, quando não estiver em uso.

Os procedimentos e considerações para a realização dos treinamentos estão descritos no ANEXO IX –


PROCEDIMENTO PARA TREINAMENTOS.

10. MONITORAMENTO DAS ÁREAS DE RISCO

A unidade deve estabelecer um monitoramento apropriado e periódico das áreas de trabalho e dos riscos
ambientais a que estão expostos os empregados aos agentes químicos. Estas avaliações quantitativas
devem ser registradas no ANEXO II – FORMULÁRIO PARA SELEÇÃO DE RESPIRADORES e, qualquer
alteração que implique na substituição do EPR, deve ser prontamente atendida e o documento alterado.

11. CRONOGRAMA DE AÇÕES

As ações deste programa estão presentes no ANEXO X - CRONOGRAMA DE AÇÃO - PPR e define o seu
desenvolvimento, sendo atualizado anualmente, definindo-se novas ações. Neste cronograma estão
definidos as ações e os prazos para a sua realização, sendo objeto de verificação durante a avaliação
anual.

12. CONCLUSÃO

A exposição aos resíduos de defensivos agrícolas é considerada pequena, e sem necessidade de


quantificação, já que se enquadram na FDSR onde a única proteção respiratória se faz necessária, vide
quadro IV.

Os respiradores semifaciais utilizados, foram aprovados durante a avaliação do FIT TESTE.

13. AVALIAÇÃO DO PROGRAMA

O Administrador do programa deve buscar os meios necessários para que o programa seja AVALIADO
ANUALMENTE para a verificação de sua eficácia. Nesta avaliação todas as suas etapas serão analisadas,
promovendo os ajustes necessários e a geração de plano de ações para a sua adequação. A planilha de
avaliação do PPR se encontra no ANEXO XI – AVALIAÇÃO DO PROGRAMA

+ 55 11 4303-8342
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PPR – PROGRAMA DE LOGO DA EMPRESA
PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA

VERSÃO / EMPRESA: NOME DA EMPRESA


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REVISÃO:

14. REGISTROS

Todos os documentos e dispositivos gerados pela aplicação deste Programa de Proteção Respiratória –
PPR, deverão ser armazenados por, no mínimo, 10 anos de forma digital e meio físico.

15. DEFINIÇÕES

Aerossol - Uma suspensão aérea e fina de partículas líquidas (névoa, neblina) ou sólidas (poeira,
fumaça) pequenas o bastante para permanecerem suspensas.

Aparelho para Respiração Autônomo - Um sistema portátil e independente para respiração à base de
ar suprido.

Asfixiante - Uma substância química que tanto desloca o oxigênio no ar (asfixiante simples) ou previne a
absorção do oxigênio pelo corpo (asfixiante químico), para causar o sufocamento (asfixia). Exemplos
incluem dióxido de carbono, monóxido de carbono e hélio.

Atmosfera de Risco - É uma atmosfera que contém contaminantes (Ex: substâncias químicas ofensivas)
acima dos limites de exposição recomendados, ou uma atmosfera deficiente em oxigênio ou rica em
gases ou vapores explosivos.

Atmosfera Deficiente em Oxigênio - Uma atmosfera que contém menos de 19.5% de oxigênio.

Capuz - Um duto respiratório que cobre totalmente a cabeça e o pescoço, podendo também cobrir parte
dos ombros.

Cartucho - Instrumento purificador de um respirador que liga diretamente à parte facial do equipamento
e remove partículas ou gases/vapores químicos específicos do ar ambiente.

Fator de Proteção (FP) - No caso de um respirador pode ser tanto o fator de proteção atribuído àquele
modelo e tipo ou um fator de proteção maior no caso de uma proteção medida de um respirador - sobre
um indivíduo - validado pelo teste de ajuste quantitativo.

Filtro - Instrumento de purificação para respiradores que removem partículas e/ou vapores de metal do
ar ambiente quando este é inalado.

Filtro de Alta-Eficiência - Um filtro de ar de alta eficácia com 99.97% de eficácia em termos de


remoção de partículas 0,03 mícron.

Fumaça - Aerossóis sólidos formados pela condensação de um gás ou vapor. As partículas de fumaça
geralmente são menores do que as poeiras.

Imediatamente Perigoso a Vida e à Saúde (IPVS) - Uma concentração de contaminantes existentes


no ar, quando a exposição apresenta chances de causar a morte ou efeitos adversos e permanentes na
saúde, imediatos ou tardios, ou impede a saída de tal ambiente. O propósito de se estabelecer uma
concentração de exposição a uma condição IPVS é garantir que o empregado possa escapar de um
determinado ambiente contaminado no caso de falha do equipamento de proteção respiratória. Limite
“C” ou Valor Teto - a concentração no ar que não deve ser excedida durante qualquer parte da
exposição ao trabalho.

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Limite de Tolerância de Exposição - Concentração máxima permitida de um contaminante no ar ao


qual um indivíduo pode ser exposto. Podem ser médias pesadas em relação ao tempo (TWA), limites de
curto-prazo (STEL), ou limite máximo (C).

Máscara Semifacial - Um respirador com uma parte facial de adaptação firme que cobre do nariz até
abaixo do queixo.

Peça Facial Inteira - Um respirador com uma peça facial de adaptação firme que cobre do nível do
cabelo até abaixo do queixo; normalmente possui uma vedação confiável e propicia proteção aos olhos.

Poeira - Partículas sólidas suspensas no ar. Podem apresentar riscos de inalação, incêndio ou explosão,
dependendo do material.

Respirador à Base de Pressão - Um respirador no qual o regulador é pré-ajustado para manter uma
pressão positiva constante dentro da peça facial durante todo o ciclo respiratório. Os respiradores à base
de pressão são considerados como tendo uma pressão positiva.

Respirador de Ar Mandado - Um respirador que protege o usuário, fornecendo uma fonte alternativa
de ar (ar comprimido).

Respirador de Pressão Negativa - Qualquer respirador no qual é criada uma pressão negativa (relativa
à atmosfera), dentro da peça facial durante a inalação.

Respirador de Pressão Positiva - Um respirador que mantém uma pressão positiva (relativa à
atmosfera) dentro da peça facial durante todo o ciclo de inalação-exalação.

Respirador Descartável - Um respirador que é descartado ao final de sua vida útil. Não é designado
para ser mantido ou reutilizado após o tempo de vida útil.

Respirador para Suprimento de Ar Atmosférico - Uma classe de respiradores que fornece ar


atmosférico respirável, independente do ar do local de trabalho.

Tampa do Duto de Entrada de Ar - A parte de um respirador que conecta o duto respiratório do


usuário a um instrumento de purificação do ar ou fonte de gás respirável, ou ambos. Pode ser uma peça
facial, um capacete, capuz ou presilha para a peça de adaptação na boca ou nariz.

Teste de Vedação (selagem) - O uso de um agente de verificação para avaliar o ajuste de um


determinado respirador em uma pessoa.

ANEXO I - PROCEDIMENTO PARA SELEÇÃO DE RESPIRADORES

Os respiradores foram selecionados de acordo com o Programa de Proteção Respiratória, Recomendações


(FUNDACENTRO), Seleção e Uso de Respiradores:

o Existência do teor de Oxigênio - O2 entre 19,5 e 23%;

o Com base nas Avaliações Ambientais;

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o Tipo de risco respiratório (Propriedades físicas, efeitos fisiológicos, concentração, LT, entre
outros);

o Fator de Proteção Requerido pelo ambiente x Fator de proteção atribuído ao respirador;

o Atmosferas IPVS – Imediatamente Perigosa a Vida ou a Saúde;

o Outros equipamentos que interfiram na utilização dos respiradores;

o Equipamentos homologados pelos órgãos competentes, conforme legislação vigente;

o Constantes da relação dos fabricantes de EPI’s homologados pelo INPEV;

o Atividades do usuário;

o Condições de uso do respirador;

o Localização das áreas de riscos;

o Características e limitações do respirador;

o Características das tarefas.

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ANEXO II - FATORES ATRIBUÍDOS AOS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA

QUADRO I – FATORES DE PROTEÇÃO ATRIBUÍDOS PARA EPR

Cada classe de respirador possui um FPA, assegurando que, o mesmo, reduzirá a exposição do
funcionário a níveis abaixo do Limite de Exposição. O FPA representa o nível de proteção que se espera
alcançar no ambiente de trabalho, quando um trabalhador treinado usa um respirador em bom estado e
ajustado de modo correto.

Tipo de Cobertura das Vias Respiratórias


Tipo de Respirador
Peça Semifacial Peça Facial Interna

Purificador de ar 10 100

De adução de Ar:

- Máscara Autônoma (2)


10 100
(Demanda)

- Linha de Ar Comprimido
10 100
(Demanda)

Tipo de Cobertura das Vias Respiratórias

Tipo de Respirador Peça Facial Capuz Sem Vedação


Peça Semifacial
Inteira Capacete Facial

Purificador de Ar Motorizado 50 1000(3) 1000 25

De Adução de Ar:

Linha de Ar Comprimido:

- De Demanda com Pressão


50 1000 - -
Positiva

- Fluxo Contínuo 50 1000 1000 25

Máscara Autônoma (Circuito


Aberto

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QUADRO II MÁXIMA CONCENTRAÇÃO DE USO DE UM FILTRO QUÍMICO(A)

Máxima concentração
Classe do filtro Tipo Tipo de peça facial compatível
de uso(c) (mL/m3) (d)

Vapor orgânico(b)
FBC Um quarto facial, semifacial,
Gases ácidos(b) 300
Baixa capacidade facial inteira ou conjunto bocal
Amônia

Vapor orgânico(b) 1.000

Amônia 300
Um quarto facial, semifacial,
Classe 1 Metilamina 100
facial inteira
Cartucho pequeno Gases ácidos(b) 1.000
ou conjunto bocal
Ácido clorídrico 50

Cloro 10

Vapor orgânico(b) 5.000


Classe 2
Amônia 5.000 Facial inteira
Cartucho médio
Gases ácidos(b) 5.000

Vapor orgânico(b) 10.000


Classe 3
Amônia 10.000 Facial inteira
Cartucho grande
Gases ácidos(b) 10.000

Observações sobre o Quadro 2:

a) a máxima concentração de uso de um respirador em situação rotineira que incorpore filtro


químico, para um dado gás ou vapor, deve ser:
 menor que o valor IPVS;
 menor que o valor indicado neste Quadro para o referido gás ou vapor;
 menor que o produto FPA do respirador purificador utilizado x limite de exposição.

Dos três valores obtidos, o que for menor.

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b) não usar contra vapores orgânicos ou gases ácidos com fracas propriedades de alerta, ou que
geram alto calor de reação com o conteúdo do cartucho.
c) para alguns gases ácidos e vapores orgânicos, esta concentração máxima de uso é mais baixa.
d) 1 mL/m3 = 1 ppm

ANEXO III - PROCEDIMENTOS PARA FORNECIMENTO E AQUISIÇÃO DE EQUIPAMENTO DE


PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA

Os responsáveis pela entrega dos EPR devem proceder da seguinte forma durante a entrega:

o Devem ser fornecidos ao usuário, EPR testados e aprovados que constem na lista de fabricantes
homologados pelo GERIBA ENERGY VAP FPAP LTDA – MOGI MIRIM;

o Antes de entregar o respirador ao usuário, o responsável pela entrega deve verificar se o


empregado realizou o Ensaio de Vedação e verificar quais os respiradores estão aprovados para o
respectivo empregado.

OBS: Caso o usuário não tenha realizado o ensaio de vedação, entregar o EPR especificado para a função.
Na sequência o responsável pela entrega deve solicitar a realização do ensaio de vedação.

o Entregar o EPR e preencher a Ficha Individual de EPI

Estes são procedimentos gerais para entrega do EPR. O administrador do programa poderá definir e
implementar procedimentos específicos para a entrega dos EPR na unidade.

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ANEXO IV - CADASTRO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA - EPR

IMAGEM VENCIMEN
EQUIPAMENTOS C.A FABRICANTE CLASSE
TO

Respirador
purificador de ar SBPR Sistema
tipo peça Brasileiro de
38.955 29/06/2025 PFF2
semifacial filtrante Proteção
para partículas Respiratória LTDA
PFF2

Respirador
purificador de ar SBPR Sistema
tipo peça Brasileiro de
38.954 29/06/2025 PFF2
semifacial filtrante Proteção
para partículas Respiratória LTDA
PFF2

Respirador
purificador de ar
4.115 3M do Brasil LTDA 06/04/2028 Classe 1
tipo peça
semifacial

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ANEXO V - ENSAIO QUALITATIVO COM AEROSSOL DE SACARINA OU BITREX

O operador do ensaio deve, antes de iniciar os ensaios de vedação, verificar se o ambiente utilizado para
os ensaios está isento de contaminantes que podem comprometer o resultado dos ensaios de vedação a
serem realizados e, após a realização do ensaio, preencher o checklist do anexo VI.

a) Escolha do respirador pelo usuário

O respirador deve ser escolhido de acordo com os procedimentos descritos no item B do ensaio
com vapor sacarina, com exceção de que o respirador deve estar agora com filtro mecânico.

b) Ensaio preliminar de acuidade de paladar.

Objetivo: O ensaio de acuidade do paladar é realizado com a finalidade de determinar se o


usuário consegue detectar o sabor do SACARINA ou do BITREX em baixas concentrações.

Antes de iniciar o teste o avaliador devera identificar qual solução será de maior sensibilidade
para o profissional avaliado.

 O Ensaio não deve ser realizado se o usuário comer, beber, fumar ou mascar chiclete durante
os 15 minutos antecedentes ao teste.

 O usuário deve receber informações completas sobre todo o ensaio de acuidade do paladar,
bem como sobre todos os procedimentos do ensaio de vedação.

 Instrua o usuário a colocar no capuz sem um respirador.

 Posicione o capuz para a frente, há cerca de quinze centímetros entre rosto do usuário e visor.
Este procedimento é importante pois permite o livre movimento da cabeça do usuário e
garante a dispersão uniforme do aerossol em torno da área de vedação facial.

 O usuário deve respirar com a boca ligeiramente aberta, com a língua estendida.

 Usar a solução selecionada de maior sensibilidade ao avaliado no nebulizador rotulado como


SACARINA ou BITREX, injetar o aerossol dentro do capuz através do orifício na frente do visor
frontal. Dar 20 bombeadas rápidas apertando firmemente o bulbo do nebulizador de modo que
uma parede encoste na outra, deixando o bulbo se expandir novamente.

 Pergunte ao usuário se ele pode detectar o gosto, doce da SACARINA ou amargo do BITREX.

 Se o usuário não detectar o gosto, injetar um adicional de dez bombeadas rápidas dentro do
capuz, para um total de 20 bombeadas.

 Se o usuário ainda não detectar o gosto, injetar um adicional de 10 bombeadas dentro do


capuz, para um total de 30 bombeadas.

 Se, com 30 bombeadas, o usuário não sentir o sabor do SACARINA, o ensaio de vedação com
SACARINA não poderá ser realizado com esse usuário. Outro método de Ensaio de Vedação
deve ser usado.

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 Se o usuário detectou o sabor, deve-se anotar o número de bombeadas que foram necessárias
para produzir essa resposta, ou seja, 10, 20 ou 30 bombeadas. Esses números devem ser
considerados mesmo que o usuário sinta o sabor em números diferentes dos múltiplos de 10.
Exemplo: se o usuário sentiu o gosto com o número de bombeadas 11, considere 20; número 8
considere 10; número 25, considere 30.

 O produto não deve ser aplicado de maneira intercalada, sendo selecionado apenas 1, e no
caso não haver resposta o avaliador deverá seguir o processo de descontaminação para entrar
com outra solução.

 Descontaminação: Remova a capuz. Aguarde pelo menos 15 minutos, para dar tempo ao
usuário limpar o sabor da sua boca, antes de proceder ao ensaio de vedação. Um copo de
água durante este tempo irá ajudar na remoção do gosto doce. Use uma toalha de papel para
limpar a boca e rosto do usuário de qualquer resíduo.

c) "Ensaio de Vedação" no respirador escolhido

I. Use qualquer modelo de respirador equipado com filtro para partículas, no mínimo, classe P1,
PFF1 ou PFF2. O usuário deve colocar e ajustar o respirador conforme as instruções
fornecidas. O avaliado deve selecionar o tamanho do respirador que lhe forneça o melhor
ajuste. Um espelho pode ser útil no processo de ajuste.

II. Instrua o usuário a colocar e posicionar o capuz como antes e respirar com a boca
ligeiramente aberta e língua estendida.

III. Usando o nebulizador selecionado, injete o aerossol de teste dentro do capuz. O mesmo
número de bombeadas é exigido baseado no resultado do ensaio de acuidade de paladar, ou
seja, 10, 20 ou 30.

IV. Para manter uma concentração adequada de aerossol durante o teste, uma metade do
número inicial de bombeadas deve ser injetado de novo a cada 30 segundos (5, 10 ou 15)
durante todo o ensaio.

V. Depois de injetar o aerossol, inicialmente, pedir ao usuário para executar os seguintes


exercícios de 60 segundos cada:

a) Respiração normal.

b) A respiração profunda.

c) Rodar a cabeça de lado a lado, parando em cada extremidade do viajar para uma ou duas
respirações.

d) Mover a cabeça para cima e para baixo, parando em cada final de viajar para uma ou
duas respirações.

e) Falar, recitar o alfabeto, ou lendo um preparado texto

f) Movimentar-se no lugar.

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g) Respiração normal.

Instrua o usuário a avisar ao avaliador do ensaio o instante em que sentir o gosto.

VI. Se todo o ensaio é concluído sem o usuário detectar o gosto, o respirador está aprovado.

VII. A qualquer momento durante o teste, se o usuário detectar o sabor, o ensaio é interrompido
imediatamente. Quando isso ocorre, a vedação do respirador é julgada inadequado.

VIII. Se o ensaio falhar, antes de testar novamente, o usuário deverá aguardar no mínimo 15
minutos antes de realizar um novo teste. O Ensaio de acuidade de paladar deve ser realizado
novamente. Teste novamente com o mesmo.

IX. Se o segundo teste falhar, repita os testes com outro tamanho e / ou modelo de respiradores.

X. Documente os resultados dos ensaios de vedação para cada funcionário. Os formulários


devem ser arquivados.
d) Legislação

Os procedimentos para realização dos “Ensaio de Vedação” qualitativos devem ser seguidos de
acordo com o Programa de Proteção Respiratória – Recomendações, Seleção e Uso de respiradores,
do Ministério do Trabalho e Fundacentro, Anexo 5.

A Instrução Normativa n01, de 11/04/1994, torna obrigatória as recomendações contidas nesta


publicação.

e) Instruções de limpeza do kit de ensaio

Imediatamente após a conclusão do ensaio, descartar todas as soluções não utilizadas. Lavar os
nebulizadores com água morna para evitar entupimento. Limpe interior do capuz com um pano úmido
e álcool 70% para remover qualquer solução de teste depositado.

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ANEXO VI - FORMULÁRIO PARA TESTE DE VEDAÇÃO

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REVISÃO:

Acompanhamento Fotográfico
do Ensaio de Vedação

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ANEXO VII - PROCEDIMENTO PARA COLOCAÇÃO DE RESPIRADORES

COLOCAÇÃO DOS RESPIRADORES COM MANUTENÇÃO

 Tirante fixo padrão: cubra o nariz e a boca. Em seguida, puxe o suporte para a parte de cima da
cabeça.

 Tirante deslizante: segure a extremidade dos tirantes com uma das mãos. Deslize a peça facial
para encaixar no rosto. Encaixe as presilhas e ajuste os tirantes para obter um encaixe firme.

 Puxe primeiro os elásticos superiores e depois os inferiores para ajustar o respirador ao rosto.

 Verifique a vedação com pressão positiva: tampe com as mãos a saída da válvula de exalação e
expire levemente. A peça facial deverá se expandir suavemente sem ocorrer vazamento

 Verifique a vedação com pressão negativa: cubra a face dos cartuchos e/ou filtros com as mãos e
inspire levemente. A peça facial deverá comprimir-se levemente contra o rosto sem ocorrer
vazamento.

 Nos dois casos, caso haja vazamento, reajuste a posição do respirador e a tensão dos tirantes.

COLOCAÇÃO DOS RESPIRADORES SEM MANUTENÇÃO - DESCARTÁVEIS

 Apoie o respirador no queixo e depois cubra a boca e o nariz. Coloque o elástico inferior na parte
de trás do pescoço e o elástico superior na parte de trás da cabeça, acima das orelhas. Com os
dedos, ajuste o grampo nasal, moldando-o ao seu nariz.

 Verificação de vedação (valvulados): cubra a maior parte do respirador e inspire. Se houver


vazamento de ar em volta do nariz, reajuste o grampo nasal. Se houver vazamento de ar pelas
bordas do respirador, reajuste sua posição

 Verificação de vedação (não-valvulados): cubra a maior parte do respirador e expire. Se houver


vazamento de ar em volta do nariz, reajuste o grampo nasal. Se houver vazamento de ar pelas
bordas do respirador, reajuste sua posição.

CASO NÃO CONSIGA UM AJUSTE ADEQUADO, NÃO ENTRE NA ÁREA CONTAMINADA.

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REVISÃO:

ANEXO VIII - PROCEDIMENTO PARA HIGIENIZAÇÃO, ARMAZENAMENTO E INSPEÇÃO

HIGIENIZAÇÃO E LIMPEZA DOS RESPIRADORES COM MANUTENÇÃO

o Remover filtros mecânicos e químicos. Em caso de peça facial inteira, desmontar a peça facial,
isto é, remover o diafragma de voz, membrana das válvulas, válvulas de demanda e qualquer
outro componente recomendado pelo fabricante;

o Descartar ou reparar qualquer componente com defeito;

o Lavar a cobertura das vias respiratórias com uma solução aquosa de detergente neutro a 43º C,
ou com a solução recomendada pelo fabricante. Usar escova para remover a sujeira. Não usar
escova com fios metálicos;

o Enxaguar com água morna limpa (no máximo 43ºC), preferivelmente água corrente;

o Quando o detergente não contiver agentes desinfetantes, os componentes do respirador devem


ficar por 2 (dois) minutos numa solução de hipoclorito (50 ppm de cloro) preparada pela mistura
de aproximadamente de 1ml de água sanitária em 1 litro de água a 43ºC;

o Enxaguar bem os componentes com água morna (43º C), preferivelmente em água corrente.
Escorrer. É importante enxaguar bem, pois o desinfetante que secar na peça poderá provocar
dermatites. Além disso, a não remoção completa desses agentes pode causar deterioração da
borracha ou provocar corrosão das partes metálicas;

o Os componentes devem ser secos manualmente com o auxílio de pano de algodão seco, que não
solte fios;

o Montar novamente a peça facial e recolocar os filtros, se necessário;

o Verificar se todos os componentes do respirador estão funcionando perfeitamente, substituir


quando necessário.

Observação: Este anexo contempla procedimentos básicos para limpeza e higienização dos EPR. O
administrador do programa deverá incluir procedimentos adicionais conforme Manual de Seleção dos
Respiradores da Fundacentro, Instruções Técnicas dos fabricantes do EPR e/ou itens que achar
necessário neste anexo.

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01 / 00
REVISÃO:

ANEXO IX - PROCEDIMENTO PARA TREINAMENTOS

Com a finalidade de garantir o sucesso no uso dos respiradores, os usuários, o supervisor, a pessoa que
distribui o respirador, o condutor do ensaio de vedação, o administrador do programa deve receber
treinamento adequado e reciclagem periódica. O treinamento deve ser realizado por um profissional com
experiência e treinamento apropriados e se repetir a cada 12 meses. O conteúdo e a frequência do
treinamento devem seguir o conteúdo mínimo abaixo descrito.

o As medidas de controle coletivo e administrativo adotadas e a necessidade do uso de


respiradores para proporcionar a proteção adequada;

o O motivo de ter sido escolhido aquele tipo de respirador contra aquele risco respiratório;

o Os perigos, os riscos e as consequências da não utilização do respirador de modo correto;

o O funcionamento, as características e as limitações do respirador selecionado, incluindo a vida


útil dos filtros e os respiradores utilizados em emergências;

o Realização de exercícios práticos referentes à colocação e ao uso dos respiradores, à verificação


da vedação na colocação, bem como explicações acerca da necessidade do ensaio de vedação;

o As consequências da omissão do uso;

o A influência da vedação no FPA;

o Realização de exercícios práticos com o objetivo de familiarizar o usuário com a inspeção, a


manutenção, a higienização e a guarda dos respiradores;

o Os procedimentos a serem obedecidos em caso de emergência e o uso de respiradores em


situação de fuga;

o As normas e os regulamentos sobre o uso de respiradores;

o A necessidade de informar ao supervisor qualquer problema que tenha ocorrido consigo ou com
seus colegas de trabalho devido ao uso do respirador.

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VERSÃO / REVISÃO: 01 / 00 EMPRESA: NOME DA EMPRESA

ANEXO X - CRONOGRAMA DE AÇÃO

MAR/ ABR/ MAI/ JUN/ JUL/ AGO/ SET/ OUT/ NOV/ DEZ/ JAN/ FEV/
AÇÕES DO PROGRAMA
2024 2024 2024 2024 2024 2024 2024 2024 2024 2024 2025 2025

Aprovar o PPR pelo responsável da P X


1
unidade. R

Divulgar os dados do PPR para todos os P X


2
empregados. R

P X X
3 Realizar o teste de vedação.
R

Treinar para o uso, guarda e conservação P X


4
de EPI. R

P X X
5 Inspecionar os respiradores.
R

Avaliar e auditar o Programa de Proteção P X


6
Respiratória. R

P – PREVISTO; R – REALIZADO

+ 55 11 4303-8342 [Link] 30
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VERSÃO / EMPRESA: NOME DA EMPRESA


01 / 00
REVISÃO:

ANEXO XI - FORMULÁRIO DE AVALIAÇÃO DO PPR


AVALIAÇÃO DO PROGRAMA
NOME DO AVALIADOR:
FUNÇÃO:
PONTOS
1. ADMINISTRAÇÃO DO PROGRAMA TOTAL OBTIDO: 50
POSSÍVEIS: 50
SIM 10 NÃO 0
Existe procedimento escrito sobre o PPR?
(X) ( )
Os procedimentos escritos fazem referência a reconhecimento dos riscos e critérios de SIM 01 NÃO 0
medida (X) ( )
SIM 01 NÃO 0
Os procedimentos escritos fazem referência a critério de seleção de respirador?
(X) ( )
Os procedimentos escritos fazem referência auso de respiradores com Certificado de SIM 01 NÃO 0
Aprovação? (X) ( )
SIM 01 NÃO 0
Os procedimentos escritos fazem referência a treinamento?
(X) ( )
SIM 01 NÃO 0
Os procedimentos escritos fazem referência a ensaios de vedação?
(X) ( )
Os procedimentos escritos fazem referência a apolítica sobre uso de barba e outros SIM 01 NÃO 0
fatores que influem na vedação? (X) ( )
Os procedimentos escritos fazem referência a distribuição dos respiradores aos SIM 01 NÃO 0
usuários? (X) ( )
Os procedimentos escritos fazem referência a procedimentos para inspeção e SIM 01 NÃO 0
manutenção dos EPRs? (X) ( )
SIM 01 NÃO 0
Os procedimentos escritos fazem referência a avaliação médica dos usuários?
(X) ( )
SIM 01 NÃO 0
Os procedimentos escritos fazem referência a critério de avaliação do PPR?
(X) ( )
SIM 10 NÃO 0
A autoridade e a responsabilidade pelo PPR são atribuídas a uma só pessoa?
(X) ( )
SIM 10 NÃO 0
O administrador do programa tem conhecimentos suficientes de proteção respiratória?
(X) ( )
Existem recursos financeiros suficientes para cada item (treinamento, equipamentos SIM 10 NÃO 0
etc.)? (X) ( )
PONTOS
2. SELEÇÃO DO EPR TOTAL OBTIDO: 10
POSSÍVEIS: 45
Todas as substâncias tóxicas existentes na empresa foram listadas, bem como o uso de NÃO 0
SIM 5 ( )
cada uma delas? (X)
As substâncias tóxicas em uso foram identificadas e as suas concentrações foram NÃO 0
SIM 5 ( )
determinadas de modo apropriado? (X)

+ 55 11 4303-8342
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RESPIRATÓRIA

VERSÃO / EMPRESA: NOME DA EMPRESA


01 / 00
REVISÃO:

Foram determinadas, no último ano ou com uma frequência adequada, as NÃO 0


SIM 5 ( )
concentrações dos contaminantes (confirmar as informações consultando os laudos)? (X)
Conhecido o limiar de odor, se aplicável, de todas as substâncias tóxicas existentes na NÃO 0
SIM 5 ( )
empresa? (X)
Conhecido o limite de exposição ou outros índices da toxicidade das substâncias tóxicas NÃO 0
SIM 5 ( )
existentes na empresa? (X)
NÃO 0
A concentração IPVS de todas as substâncias tóxicas existentes na empresa? SIM 5 ( )
(X)
É conhecido o potencial de irritação dos olhos de todas as substâncias tóxicas NÃO 0
SIM 5 ( )
existentes na empresa? (X)
Foram identificados os trabalhadores, por atividade, bem como as características das SIM 5 NÃO 0
tarefas, duração, frequência e demanda física? (X) ( )
SIM 5 NÃO 0
É conhecido o nível de esforço em cada atividade?
(X) ( )
3. SELEÇÃO DE RESPIRADORES (para caracterização final
PONTOS
deste item, faz-se necessário a análise quantitativa do TOTAL OBTIDO: 55
POSSÍVEIS: 65
Programa de Gerenciamento de Riscos atual)
Existe um critério lógico para selecionar a classe apropriada de respirador para cada SIM 20 NÃO 0
situação de risco? (X) ( )
No critério de seleção constam os itens concentração média dos contaminantes e NÃO 0
SIM 5 ( )
respectivas faixas? (X)
SIM 5 NÃO 0
No critério de seleção consta o item: situações IPVS?
(X) ( )
NÃO 0
No critério de seleção consta o item: irritação dos olhos? SIM 5 (X)
( )
SIM 5 NÃO 0
No critério de seleção consta o item: fator de proteção atribuído?
(X) ( )
No critério de seleção consta o item: natureza dos contaminantes (poeira, névoa, SIM 5 NÃO 0
fumos, gás, vapor)? (X) ( )
SIM 5 NÃO 0
No critério de seleção consta o item: é conhecida a vida útil dos filtros químicos?
(X) ( )
No critério de seleção consta o item: existem misturas de contaminantes, qual é o LE NÃO 0
SIM 5 ( )
utilizado? (X)
No critério de seleção consta o item: é conhecida a inflamabilidade dos contaminantes SIM 5 NÃO 0
(LIE)? (X) ( )
SIM 5 NÃO 0
No critério de seleção consta o item: efeitos à saúde devido a exposição?
(X) ( )
PONTOS
4. TREINAMENTO TOTAL OBTIDO: 46
POSSÍVEIS: 48

Existe programa de treinamento para todos os usuários de respirador? SIM 20 NÃO 0

+ 55 11 4303-8342
[Link] 32
PPR – PROGRAMA DE PROTEÇÃO LOGO DA EMPRESA
RESPIRATÓRIA

VERSÃO / EMPRESA: NOME DA EMPRESA


01 / 00
REVISÃO:

(X) ( )
SIM 2 NÃO 0
O programa de treinamento faz referência a demonstração de ajustes de vedação?
(X) ( )
O programa de treinamento faz referência a oportunidade de familiarização com o SIM 2 NÃO 0
respirador? (X) ( )
SIM 2 NÃO 0
O programa de treinamento faz referência a ambiente não contaminado?
(X) ( )
SIM 2 NÃO 0
O programa de treinamento faz referência a ensaio de vedação qualitativo?
(X) ( )
SIM 2 NÃO 0
O programa de treinamento faz referência a demonstração prática de limpeza?
(X) ( )
O programa de treinamento faz referência a demonstração de procedimentos de SIM 2 NÃO 0
inspeção de respiradores? (X) ( )
O programa de treinamento faz referência a contaminantes presentes, níveis de NÃO 0
SIM 2 ( )
concentração e seus riscos à saúde? (X)
O programa de treinamento faz referência a explicação do por que é necessário o uso SIM 2 NÃO 0
de respiradores? (X) ( )
O programa de treinamento faz referência a consequências do uso incorreto dos SIM 2 NÃO 0
respiradores? (X) ( )
SIM 10 NÃO 0
Existem registros de presença dos usuários nos treinamentos?
(X) ( )
PONTOS
5. ENSAIOS DE VEDAÇÃO TOTAL OBTIDO: 70
POSSÍVEIS: 80
SIM 10 NÃO 0
Os ensaios de vedação são realizados por pessoa qualificada?
(X) ( )
Os usuários conseguem mostrar como se faz a verificação de vedação pelo teste de SIM 10 NÃO 0
pressão negativa ou positiva? ( ) (X)
Nos ensaios de vedação qualitativos os usuários compreendem qual é o objetivo do SIM 10 NÃO 0
ensaio? (X) ( )
Nos ensaios de vedação qualitativos são usados somente os métodos recomendados SIM 10 NÃO 0
pela Fundacentro? (X) ( )
SIM 10 NÃO 0
Nos ensaios de vedação qualitativos são obedecidos os procedimentos de ensaio?
(X) ( )
Nos ensaios de vedação qualitativos antes do ensaio de vedação é feito o ensaio de SIM 10 NÃO 0
sensibilidade olfativa/sabor? (X) ( )
Nos ensaios de vedação qualitativos o usuário tem a possibilidade de escolha (modelo e SIM 10 NÃO 0
tamanho) do respirador? (X) ( )
Nos ensaios de vedação qualitativos os registros dos ensaios de vedação qualitativos SIM 10 NÃO 0
estão disponíveis? (X) ( )

6. INSPEÇÃO, LIMPEZA, HIGIENIZAÇÃO, MANUTENÇÃO E PONTOS TOTAL OBTIDO: 30

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[Link] 33
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RESPIRATÓRIA

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01 / 00
REVISÃO:

GUARDA POSSÍVEIS: 30
SIM 10 NÃO 0
Os respiradores são inspecionados regularmente?
(X) ( )
SIM 10 NÃO 0
Os respiradores são limpos e higienizados regularmente?
(X) ( )
SIM 10 NÃO 0
Os respiradores são guardados corretamente quando não estão em uso?
(X) ( )
PONTOS
7. AVALIAÇÃO MÉDICA TOTAL OBTIDO: 10
POSSÍVEIS: 15
Existe questionário médico para verificar se o usuário tem condições fisiológicas de usar NÃO 0
SIM 5 ( )
aquele tipo de respirador? (X)
A função pulmonar do usuário do respirador foi verificada no início e monitorada SIM 5 NÃO 0
regularmente (anualmente, no mínimo)? (X) ( )
Se ocorrerem resultados anormais, o usuário é encaminhado a um médico especialista SIM 5 NÃO 0
em saúde ocupacional? (X) ( )

RESULTADO
ITEM PONTOS POSSÍVEIS
OBTIDOS
1. ADMINISTRAÇÃO DO PROGRAMA 50 1-15 (1); 16-30 (2); 31-50(3)
2. SELEÇÃO DO EPR 10 1-15 (1); 16-25 (2); 26-45(3)
3. SELEÇÃO DE RESPIRADORES 55 1-25 (1); 26-45 (2); 45-65(3)
4. TREINAMENTO 46 1-15 (1); 16-30 (2); 31-48(3)
5. ENSAIOS DE VEDAÇÃO 70 1-35 (1); 35-65 (2); 65-80(3)
6. INSPEÇÃO, LIMPEZA, HIGIENIZAÇÃO E GUARDA 30 1-10 (1); 11-20 (2); 21-30 (3)
7. AVALIAÇÃO MÉDICA 10 1-5 (1); 6-10 (2); 11-15 (3)
TOTAIS 271 1-115 (1); 116-215 (2); 216-333
(3)
(1) – INACEITÁVEL; (2) ALGUMAS DEFICIÊNCIAS; (3) ACEITÁVEL

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01 / 00
REVISÃO:

RESPONSÁVEIS PELO PROGRAMA

O presente Programa de Proteção Respiratória – PPR, contém 35 páginas digitadas eletronicamente, sendo esta
última datada e assinada pelo seu elaborador e coordenador.

SÃO PAULO, 29 DE MARÇO DE 2025.

JOYCE CRISTINA SILVA RESPONSÁVEL PELA EMPRESA


ENGENHEIRA DE SEGURANÇA DO TRABALHO
ENGENHEIRA MECÂNICA
CREA: 5069347510/SP

+ 55 11 4303-8342
[Link] 35
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REVISÃO:

CONTROLE DE ALTERAÇÕES

DATA POR DESCRIÇÃO

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