Caravan
Caravan
COMPOSIÇÃO:
Bacillus pumilus, isolado CNPSo 3203
(4,6 x 1011 endósporos viáveis/L de p.c.) .................................................................150 g/L (15,0% m/v)
Outros ingredientes...................................................................................................850 g/L (85,0% m/v)
FABRICANTE/FORMULADOR:
TACTO BIOTECNOLOGIA E AGROPECUÁRIA LTDA.
Avenida Adília Barbosa Neves, 3350 – Bairro: Portão Alto
CEP: 07413-000 - Arujá - SP - CNPJ: 60.066.958/0002-98
Registro na SAA /CDA/SP sob nº 1165
20032025
KOPPERT BV
Veilingweg 14, 2651 BE - Berkel en Rodenrijs - P.O. Box 155 - Holanda
Nº do lote ou da partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
20032025
Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides), Ferrugem-do-cafeeiro (Hemileia vastatrix), Pinta-preta
(Alternaria solani), Podridão-vermelha (Colletotrichum falcatum), Mancha parda (Cercospora longipes),
Ferrugem-alaranjada (Puccinia kuehnii), Ferrugem (Puccinia melanocephala), Cercosporiose
(Cercospora zeae-maydis), Ferrugem-comum (Puccinia sorghi), Ferrugem-tropical (Physopella zeae) e
Ferrugem-polissora (Puccinia polysora) em todas as culturas com ocorrência dos alvos biológicos.
Indústria Brasileira
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA:
CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO
PRODUTO MICROBIOLÓGICO
20032025
INSTRUÇÕES DE USO:
CARAVAN é um fungicida microbiológico formulado a partir da bactéria Bacillus pumilus, indicado para
o controle de Mancha-parda (Septoria glycines), Mancha-alvo (Corynespora cassiicola) e Crestamento-
foliar-de-cercospora (Cercospora kikuchii), Antracnose (Colletotrichum lindemuthianum), Ramularia
(Ramularia areola), Mancha-de-phaeosphaeria (Phaeosphaeria maydis), Antracnose (Colletotrichum
gloeosporioides), Ferrugem-do-cafeeiro (Hemileia vastatrix), Pinta-preta (Alternaria solani), Podridão-
vermelha (Colletotrichum falcatum), Mancha parda (Cercospora longipes), Ferrugem-alaranjada
(Puccinia kuehnii), Ferrugem (Puccinia melanocephala), Cercosporiose (Cercospora zeae-maydis),
Ferrugem-comum (Puccinia sorghi), Ferrugem-tropical (Physopella zeae), Ferrugem-polissora
(Puccinia polysora), em todas as culturas com ocorrência dos alvos biológicos.
Produto com eficiência agronômica comprovada, podendo ser utilizado em qualquer cultura com
ocorrência dos alvos biológicos.
DOSES DE
DOENÇAS NÚMERO, ÉPOCA E
PRODUTO VOLUME DE
CULTURAS Nome comum INTERVALO DE
COMERCIAL CALDA
(Nome Científico) APLICAÇÃO
Terrestre:
150 L/ha Realizar 3 aplicações
Mancha-parda
50 a 400 mL/ha preventivas com
(Septoria glycines)
Aérea: intervalos de 10 dias.
30 a 50 L/ha
Terrestre:
Mancha-alvo 150 L/ha Realizar 3 aplicações
100 a 800
(Corynespora preventivas com
mL/ha
cassiicola) Aérea: intervalos de 10 dias.
30 a 50 L/ha
Terrestre:
Crestamento-foliar-
150 L/ha Realizar 3 aplicações
de-cercospora
50 a 400 mL/ha preventivas com
(Cercospora
Em todas as Aérea: intervalos de 10 dias.
kikuchii)
culturas com 30 a 50 L/ha
ocorrência dos Realizar 6 aplicações
alvos biológicos com intervalos de 10 dias,
Ramularia 800 a 1000 Terrestre:
sendo a primeira
(Ramularia areola) mL/ha 150 L/ha
aplicação de forma
preventiva.
20032025
DOENÇAS DOSES DE NÚMERO, ÉPOCA E
VOLUME DE
CULTURAS Nome comum PRODUTO INTERVALO DE
CALDA
(Nome Científico) COMERCIAL APLICAÇÃO
Realizar 3 aplicações
Terrestre:
com intervalos de 14 dias,
Ferrugem-tropical 400 a 1500 150 L/ha
sendo a primeira
(Physopella zeae) mL/ha
aplicação de forma
Aérea:
preventiva.
30 L/ha
Realizar 4 aplicações
Ferrugem-do- com intervalos de 10 dias,
500 a 1500 Terrestre:
cafeeiro (Hemileia sendo a primeira
mL/ha 400 L/ha
vastatrix) aplicação de forma
preventiva.
20032025
DOENÇAS DOSES DE NÚMERO, ÉPOCA E
VOLUME DE
CULTURAS Nome comum PRODUTO INTERVALO DE
CALDA
(Nome Científico) COMERCIAL APLICAÇÃO
Realizar 3 aplicações
Antracnose com intervalos de 7 dias,
200 a 800 Terrestre:
(Colletotrichum sendo a primeira
mL/ha 150 L/ha
lindemuthianum) aplicação de forma
preventiva.
Realizar 4 aplicações
Em todas as
com intervalos de 7 dias,
culturas com Pinta-preta 600 a 1500 Terrestre:
sendo a primeira
ocorrência dos (Alternaria solani) mL/ha 600 L/ha
aplicação de forma
alvos biológicos
preventiva.
Realizar 4 aplicações
Antracnose com intervalos de 10 dias,
1000 a 2000 Terrestre:
(Colletotrichum sendo a primeira
mL/ha 2000 L/ha
gloeosporioides) aplicação de forma
preventiva.
MODO DE APLICAÇÃO:
Preparo da calda:
Antes de iniciar o preparo, garantir que o tanque, mangueiras, filtros e pontas do pulverizador estejam
devidamente limpos. Não havendo necessidade de ajustes em pH e dureza da água utilizada, deve-se
encher o tanque do pulverizador até um terço de seu nível. Posteriormente, deve-se iniciar a agitação
e adicionar gradativamente a quantidade necessária de CARAVAN. Feito isso, deve-se completar o
volume do tanque com água quando faltar 3 a 5 minutos para o início da pulverização. A prática da pré-
diluição é recomendada. A agitação no tanque do pulverizador deverá ser constante da preparação da
calda até o término da aplicação, sem interrupção. Ao final da atividade, deve-se proceder com a
limpeza do pulverizador.
Aplicação terrestre:
Efetuar as aplicações de forma que possibilitem uma boa cobertura da parte aérea das plantas, sem
causar escorrimento. Para a aplicação deve-se utilizar pulverizador costal ou de barra. Recomenda-se
aplicar nas horas mais frescas do dia, preferencialmente no final da tarde. Evitar aplicação em condição
de temperatura acima de 27ºC ou na presença de ventos fortes (velocidade acima de 10 km/hora), bem
como com umidade relativa do ar abaixo de 60%.
Aplicação aérea:
Aplicar por meio de aeronaves agrícolas, seguindo a recomendação do fabricante. O volume de
aplicação deve ser de 30 a 50 litros de calda por hectare. Respeitar as condições de velocidade do
vento inferior a 10 km/h; temperatura do ar inferior à 27ºC e umidade relativa maior que 60%, visando
reduzir ao máximo as perdas por deriva e evaporação. A escolha dos equipamentos a serem utilizados
para aplicação deste produto poderá sofrer alterações a critério do Engenheiro Agrônomo, tomando-se
o cuidado de evitar sempre à deriva e perdas do produto causadas por evaporação.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Não determinado em função da não necessidade de estipular o limite máximo de resíduo (LMR) para
este ingrediente ativo.
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INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
4 horas ou até a secagem da calda. Caso tenha necessidade de entrar na área tratada antes desse
período, utilizar os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para aplicação do
produto.
LIMITAÇÕES DE USO:
Evitar aplicar nas horas mais quentes do dia.
Evitar aplicar com umidade abaixo de 60%.
Não aplicar em períodos de alto índice pluviométrico.
Evitar períodos com altos índices de radiação solar.
Evitar misturas de tanques.
A instrução de manejo de resistência não se aplica, pois o produto atua em múltiplas frentes para
controlar os patógenos, não dependendo de uma única rota metabólica.
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DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
• PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e
pessoas.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e
válvulas com a boca.
• Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com
vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
• Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas
e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional
habilitado.
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em
primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
• Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado,
longe do alcance de crianças e de animais.
• Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte
ordem: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas e calças compridas, botas de
borracha, avental impermeável, equipamento de proteção respiratória com filtro mecânico
classe P2 ou PFF2, viseira facial, touca árabe e luvas de proteção.
• Seguir as recomendações do fabricante do EPIs com relação à forma de limpeza, conservação
e descarte do EPIs danificado.
20032025
• PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
(intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entre na área em que
estiver sendo aplicado o produto.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia,
respeitando as melhores condições climáticas para cada região.
• Verifique a direção do vento e aplique de forma a não entrar em contato ou permitir que outras
pessoas também entrem em contato com a névoa do produto.
• Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente
com mangas e calças compridas, botas de borracha, avental impermeável, equipamento de
proteção respiratória com filtro mecânico classe P2 ou PFF2, viseira facial, touca árabe e luvas
de proteção.
• Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela
aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
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PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem,
rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a
pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que
a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.)
contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
Inalação: se o produto for inalado, leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deverá se proteger da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por
exemplo.
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Nome científico Bacillus pumilus, isolado CNPSo 3203
Classe CATEGORIA 5 – PRODUTO IMPROVÁVEL DE CAUSAR DANO AGUDO.
toxicológica
Vias de exposição Oral, dérmica, ocular e inalatória.
Efeitos Na literatura consultada, há registros de infecção por via cutânea causada por B.
registrados em pumilus. Os dados consultados na literatura se referem às espécies e não
literatura para especificamente aos isolados utilizados como ingrediente ativo deste produto
Bacillus pumilus comercial.
Mecanismo Não é esperado nenhum efeito toxigênico causado pela exposição ao Bacillus
de toxicidade pumilus.
Sintomas e Com base nos resultados, não foram observadas características de toxicidade,
sinais clínicos patogenicidade e infectividade para o produto comercial CARAVAN.
Diagnóstico Não foram encontrados relatos em literatura de Bacillus pumilus como causadores de
infecção em humanos. Os estudos de patogenicidade desenvolvidos não
demonstraram capacidade patogênica. Indivíduos imunossuprimidos ou com histórico
recente de imunossupressão não devem manusear nem aplicar este produto.
Tratamento O tratamento é sintomático, inclui o monitoramento para o desenvolvimento de
possíveis reações de hipersensibilidade.
Contraindicação O vômito é contraindicado em razão do risco potencial de aspiração.
ATENÇÃO Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre diagnóstico e
tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
(RENACIAT – ANVISA/MS)
As intoxicações por agrotóxicos e afins estão incluídas entre as Doenças e Agravos
de Notificação Compulsória.
Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS).
Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa)
Telefones de Emergência da empresa: 0800-770-1919
Endereço eletrônico da empresa: [Link]
Correio Eletrônico da empresa: regulatorio@[Link]
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MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Os mecanismos de ação, absorção e excreção não são conhecidos em seres humanos.
Efeitos Agudos:
DL50 oral para ratos: o produto foi classificado como não tóxico e não patogênico.
DL50 dérmica para ratos: > 2000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória para ratos: não se aplica.
Corrosão/Irritação cutânea: não classificado.
Irritação ocular: não classificado.
Sensibilização cutânea: não sensibilizante.
Mutagenicidade: não se aplica.
Toxicidade pulmonar aguda para ratos: não tóxico e não patogênico e a taxa de eliminação foi
considerada de até 3 dias.
Toxicidade/Patogenicidade intravenosa aguda para ratos: não toxico e não patogênico. A taxa de
eliminação foi considerada superior a 7 dias.
Exposição crônica: Não foram realizados testes de exposição crônica em animais, de acordo com a
legislação vigente.
20032025
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
• Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
(quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e
de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de
animais e vegetação suscetível a danos.
• Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal, concernentes às atividades
aeroagrícolas.
20032025
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse
material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante
conforme indicado.
Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate
o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a
serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em
questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2 ou pó químico,
ficando a favor do vento, para evitar intoxicação.
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem, o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s
(Equipamentos de Proteção Individual) recomendados para o preparo da calda do produto.
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de tríplice lavagem, imediatamente após o
seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
• Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na
posição vertical durante 30 segundos;
• Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
• Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
• Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
• Faça esta operação três vezes;
• Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
20032025
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
• Após a realização da lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada com
tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
• O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde
guardadas as embalagens cheias.
TRANSPORTE:
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
TRANSPORTE:
• As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
20032025
• A desativação do produto é feita por meio de incineração em fornos destinados para esse tipo de
operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão
ambiental competente.
20032025