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Process Os

O documento aborda os três tipos de processos mentais: cognitivos, emotivos e ativos, que interagem continuamente e são essenciais para a adaptação ao mundo. Detalha a cognição, incluindo percepção, memória e aprendizagem, e discute como a percepção é influenciada por fatores fisiológicos e culturais. Além disso, explora a memória, suas funções e tipos, e os fatores que influenciam a aprendizagem, incluindo teorias de condicionamento.

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Process Os

O documento aborda os três tipos de processos mentais: cognitivos, emotivos e ativos, que interagem continuamente e são essenciais para a adaptação ao mundo. Detalha a cognição, incluindo percepção, memória e aprendizagem, e discute como a percepção é influenciada por fatores fisiológicos e culturais. Além disso, explora a memória, suas funções e tipos, e os fatores que influenciam a aprendizagem, incluindo teorias de condicionamento.

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Processos mentais

São conhecidos três tipos de processos e,embora sejam distinguimos por motivos

de estudo, o nosso mundo psíquico envolve-os numa interação permanente. A nossa adaptação ao mundo

depende dessa mesma interação.

Os processos cognitivos são aqueles que se relacionam com ◦ saber,com o conhecimento,

a criação,transformação e utilização da informação dos meios interno e externo. A questão associada é" O quê?"

e no seu âmbito que se efetua o estudo da perceção, da memória e da aprendizagem.

Os processos emotivos relacionam-se com ◦ sentir, associando-lhe a questão" Como?', com a forma

como somos afetados pelo mundo ou como nos emocionamos com ele. Assim estuda-se a emoção, que inclui a

a sua relação com o afeto e o sentimento.

Os processos com ativos, relacionam-se com o fazer, a motivação que subjaz à nossa intencional

da de consequente, agir. A sua pergunta central é "Porquê?"que explica o nosso empreender. São analisadas as
relações entre a intencionalidade, a motivação, as tendências e o esforço da realização.

Cognição

Emoção Coração

Processos que se influenciam mutuamente


Cognição
Caracteriza-se pelo conjunto de mecanismos envolvidos na aquisição da informaçao,

do seu tratamento, da sua conservação e o que deles resulta. É considerada não só um processo e um

produto lato de conhecer e conhecimento efetivo).

Perceção Memória Aprendizagem

Através da perceção, interpretamos e organizamos dados sensoriais (que derivam dos

sentidos físicos, ou seja, a visão, o olfato, a audição, o tato e o paladar). A memória efetua o registo

de tudo o que é percecionado, sendo fundamental na construção subjetiva da ideia que temos do

mundo. De tudo isto fica-nos a aprendizagem, demonstrando assim que todos os processos cogni­

tivos estão interligados e a esse conjunto chama-se cognição.

Perceção c Sensação

A sensação, o processo através do qual um estímulo físico desencadeia num recetor

sensorial uma determinada impressão, posteriormente transmitida para o cérebro, é apenas o

começo. Já a perceção é a atividade que processa esses dados dos sentidos, constrói significados e

identificações do que é, efetivamente, uma dada sensaçã[Link] de processos fisiológicos e

culturais.

A intensidade ou energia necessária que um estímulo tem de ter para gerar uma

Reação sensorial é estudado pela Psicofísica e ao mínimo de energia necessária dá-se o nome de limiar

absoluto. Já o limiar diferencial é a diferença mínima detetável entre dois estímulos que são

similares, entretanto, o que estabelece essa diferença mínima percetível é uma proporção cons­

tante da intensidade do estímulo inicial.


Outra nação importante é a adaptação sensorial, ou seja, a capacidade de ajusta

mento sensorial apos a exposição prolongada a um estímulo, essa função permite-nos de estar alerta

face a novos estímulos, mesmo que os anteriores mantenham a mesma força ou intensidade.

Através da semanaõ recebemos a informação sensorial do meio e, a partir da pera

Cão conferimos-lhe um sentido, ou seja, é o 2º passo, resultado de três processos:

Estímulo Tradução em um Perceção como resposta


Físico impulso nervoso à mensagem

Essa perceção que adquirimos é uma construção,uma representação mental.

nunca uma cópia. Esse processo não se assemelha a uma fotografia, já que a nossa

perceção do mundo físico como tridimensional e o mesmo acontece com os objetos em movimento.

Assim a nossa mente entende o mundo como algo tridimensional, estável e significativo,para

isso contribuem a constância percetiva e a perceção de profundidade.

A constância percetiva é, como o nome indica, a tendência para representar os

objetos do mesmo modo, entender como constante o que aparece como instável ou em

permanente variabilidade. Divide-se nas categorias de constância de tamanho,ou seja,

sabemos que existe um tamanho físico real, que é constante, esteja ele próximo ou

distante de nos; de constância de forma, com a imagem de um objeto fixo, mesmo sob

diferentes ângulos ou incidência de luz; e de constância de cor ou brilho, porque mesmo

que a luminosidade altere uma sensação, rara e dificilmente altera uma perceção.

Embora os nossos olhos só registem imagens a duas dimensões, a perceção de pra

fundidade é o que nos ajuda a interpretar a tridimensionalidade que caracteriza o mundo,

para isso recorre-se a dois tipos de indicadores: binoculares los nossos dois olhos atuam/e monocu­

lar/funcionamento autónomo de cada olho!

Dentro dos binoculars existe a convergência (quando um objeto se aproxima) e a

divergência (à medida que um objeto se afasta), surge a disparidade [Link] vez

que cada um dos nossos olhos vê ligeiramente diferentes imagens,quando estas se encontram

muito próximas.
Para os indicadores monoculares a grandeza relativa/algo próximo parece maior), a inter

posição, a perspectiva linear, a luz e sombra, o paralaxe do movimento e a gradientes (aumento de den­

sidades).

Teoria gestaltistas

Esta teoria acerta no principio fundamental na ideia de que o todo não é simplesmente

a soma das suas partes, nessa teoria encontramos a lei da figura-fundo, onde temos a tendência

para destacar uma figura como uma coisa no fundo, ou seja, a nossa atenção centra-se num

determinado elemento da imagem, excluindo os outros. → considera-se inata

Junto dessa lei também se encontra o princípio da semelhança,proximidade, continuidade,

fechamento e pregnância (ou simetria).

Ilusões percetivas

Algumas das ilusões mais conhecidas são: A ilusão de Miller-lugar das

setas/ a de Poggendorff das linhas cobertas por um volume

e a de Ponto das linhas horizontais com o mesmo comprimento, mesmo que a debaixo

pareça ser mais curta.

Cultura e perceção
O fenómeno da perceção não é independente da cultura de quem a parceria

na, as próprias ilusões de ótica são uma demonstração disso, visto que existe um fator cultural

capaz de determinar,ou não, a sua eficácia, ou seja, a sua capacidade de iludir. São prova disso

a própria ilusão de Ponto,visto que o observador precisa estar familiarizado com a perspectiva

linear para ser enganado, ou a de Miller-ler, que segue uma lógica semelhante.

Logo, prova-se assim de que a fisiologia humana não é o único fator capaz

de explicar a ocorrência de ilusões percetivas.


Memória

A nossa identidade pessoal depende da memória,já que ligando o passado ao presente é

possível encontrar um sentido de continuidade, remetendo para o ser humano na sua relação com o

tempo. As nossas experiências p|essoais informam a nossa ação no presente, fazendo não só da memória

algo essencial à nossa sobrevivência diária e para a aprendizagem. O conceito de memória em

si caractera-se pela capacidade de fazermos um registo do passado e de o invocarmos posteriormente,

processo em que se codifica, armazena e recupera informação.

tuando a informação sensorial chega ao nosso cérebro, dá-se início à codificação, isto é,

'tradução desses dados num código que pode ser acústico,visual ou semântico. Ela pode acontecer

tanto pode acontecer de forma automática como voluntária. Às vezes, dado o volume da informação a

memorizar, e• necessário atribuir-lhes códigos para ser mais fácil registar e recordar. Uma mnemónica é um

bom exemplo disso.

l [Link] segue-se o armanezamento, para poder ser recordada, a informação memorizada e, por

tanto,já codepicada,tem de deixar um registo-um traço mnésico ou en grama-no nosso sistema mental.

Esta fica ar azenada e é aí conservada para uma futura recuperação.

l or último, a recuperação,trata-se de recordar ou reconhecer uma informação previamente

guardada, de voltar a trazer à consciência e de a descodificar. Existem dois comuns métodos para tal:

Recordação e o reconhecimento. No primeiro pede-se ao sujeito para, ele próprio, reproduzir uma resposta

• á aprendiA a uma dada questão, enquanto na segunda dá-se-lhe, por exemplo, um conjunto de alter.

nativas para que identifique as verdadeiras.

No armanezamento existem três tipos de sistemas de memória: a memória sensorial, a me

morria a curl ◦ prazo e a de longo prazo, a sua distinção resulta das suas funções e durações.

memória sensorial é um registo momentâneo,de frações de segundo, de estímulos dos sem

idos, sendo o rimeiro armazém da informação que chega dos orgãos recetores: ouvidos,nariz,boca,pele,etc.

✗istem vários tipos de memórias sensoriais, cada um correspondente a um dos sentidos.

Um deles é a memória icónica, que regista a informação obtida atraves da visão e a e laica através da audição.
memória de curto prazo ou de trabalho é o armazém onde a informação é guardada

apenas eng ante é útil, quando deixa de o ser,é esquecida (não completamente, alguma informação

passa para a memória a longo prazo, dependendo da atenção). Sabe-se que a repetição pode ajudar,até

porque man/em ativa a informação fixada na memória a curto prazo,mas pode não chegar a haver uma

efetiva memoRiza não. E" preciso uma espécie de repetição qualificada, a que se dá o nome de recapita

lanão elabore a, sendo o ideal é ligar a nova memória a outras anteriores.

memória a longo prazo é o último armazém e contem uma capacidade ilimitada, visto que

a informasão é registada em redes semânticas (ou de significado) em que várias ideias se associam

para form R um único conceito. Sendo um sistema complexo subdivide-se noutros subsistemas,

Como a memorria declarativa e a memória não declarativa. A não declarativa é também conhecida

por memoria saber-fazer, uma memória automática, ou seja, um automatismo, sem verbalização.

as ações qme temos depois de aprender a fazê-las/exemplo: andar de bicicleta). Oposta a ela, a dela

nativa impfica um discurso verbal. É uma memória que implica consciência,nã reporta ao saber_

-fazer, m sim ao saber factos, pessoas e [Link] memorias dividem-se nas semi.

Ficas e nas episódicas.

a memória semântica acolhe-se toda a matéria de escola,sendo a localização no tempo inexis

lente. O que ainda sabemos do que aprendemos, sabemo-lo apenas, sem conseguir evocar a situação na

qual a aprendemos. A memória episódica (ou autobiográfica) é onde se guardar os episódios marcantes

das nossas ✓das, é uma memória pessoal,muitas vezes ligadas a emoções e,por vezes,quando as reler.

damos, é eamo se fizéssemos uma viagem no tempo.

Esquecimento

esquecimento é estruturalmente uma condição da memória, uma vez que é ele quer

permite que o ser humano continue a memorizar porque evita o registo cumulativo de tudo o que per

[Link] três razões que nos levam ao esquecimento, sendo elas a perda de indícios, o

efeito de interferências e o esquecimento motivado (psicanálise,na qualidadee de terapia).


s efeitos de interferências acontece quando algo que aprendemos antes ou depois do que

agora estamos a tentar recuperar dificulta ou impede essa recuperaçã[Link] duas formas de inter

gerência: inbisão pró-ativa e retroativa. A primeira faz-se do passado para o presente, o que foi aprendi.

do há mail o tempo interfere pró-ativamente numa memória [Link] segundo, ocorre o inverso,

do present para o passado, o que foi recentemente aprendido interfere na atualização de uma

aprendiz agem outrora efetuada.

Outra razão é a perda de indícios, onde, por alguma razão, as condições de recuperação

vado
ão in apro­ riadas,não temos uma pista que nos leve até a memória. Além do esquecimento moti

, segue do a teoria psicanalista, as recordações continuam connosco,mas há uma motivação inconsci

ente que as impede de aceder a consciência,daí que não nos recordemos delas.

As ilusões da memória

verdade é que da mema forma que esquecemos, podemos lembrar-nos do que

õ vivemos, essa foi a teoria defendida e apresentada por Elisabeth Loftus. Os seus estudos

têm permi­ido concluir que, sendo a memória sugestionável,nem todas as nossas maiores certezas

riamente a verdade. No seguimento desta linha de investigação surgiram os cha.


ssão necessa­

mados se/e pecados da memória. Esses não são propriamente falhar, apenas fragilidades.

Na área de "esquecer" temos três principais pecado: transitoridade (introduzimos

pequenas Iterações ao recordar uma memória antiga); desatenção (não guardamos toda a informação

de uma ah quando a fazemos desatenta) e bloqueio(quando temos algo na "ponta da lingua" e não

nos lembramos).Na de "Recordações confusas" temos: atribuição errada/lembram o-nos da

atao,mas não de quando ocorreu);a sugestionabilidade/desenvolvemos falsas memórias a partir

duma hist ria que nos foi contada) e o enviesamento retrospetivo/quando se distorce uma recordação,

deixando qm ela seja afetada por quem nos tornamos). E, por fim,no âmbito de "recordar o que

queremos esquecer" surge a persistência(constantemente recordamos algo que não queremos).


prendizagem

Constitui na alteração estável e duradoura do comportamento ou do conhecimento

Resultante da pátria,do treino ou do estudo.É essencial no processo de adaptação que,em si,

não é observável,apenas o comportamento que decorre delas podemos ver,entretanto nem todas

as alteraas de comportamento representam aprendeagens.

importante saber que existem aprendizagens erradas sendo possível desaprender

essa cordata inadequada. Sendo a aprendizagem uma resposta do ser humano aos estímulos que

recebe for ando-se essencial na adaptação ao meio envolvente,seguindo muitas vezes uma regra

de estima -Resposta para a sua compreensão. Muitas das aprendizagens que fazemos são,

entretanto,realizadas de modo não intencional/involuntariamente |.

Existe um conjunto de fatores que influenciam a forma como adquirimos conte

Cimento, sem do quatro deles os mais falados e importantes,nomeadamente: estrutura e mata.

Ração bidégira/como o desenvolvimento cerebral);os processos mentais (cognitivos,emocionais e cona

irodio mcio sociocultural (ambientes sociais ricos em estímulos);a inteligência(capacidade de apren­

dere resp der aos estímulos do maio,ainda assim existem vários tipos).

ipos e teorias da aprendizagem

Os seus conjuntos dividem-se em associativas ou não-associativas sendo essas a

habituarão e a sensitização,na primeira,normalizamos um estímulo devido à sua frequência e

paramos de reagir perante ele ao considerá-lo sem relevância/ou seja,gera dessensibilização),já o

no segundO,OCORRE o inverso,consiste em apreender as características de um estímulo relevante,

'mos como perigoso ou ameaçador e aprender as suas propriedades para precavermos


que assume

delas,assi gera-se uma hipersensibilidade.

as associativas(seguindo o pensar behaviorista) procura-se estudar tudo o que,no

âmbito da Psicologia,fosse observável,ou seja,comportamentos e padrõ[Link] três os mais

conhecidos,seguindo as teorias de Pavlov,Skinner e Bandura.


sim conhecemos a teoria de Pavlov,com o condicionamento clássico,onde e'nos
apresentad o estímulo incondicionado(estímulo que provoca uma reaçao inata) que recebe uma

resposta: condicionada,o estímulo neutro sem significado que não desencadeia uma reação e

o estimul condicionado que é inicialmente neutro mas que passa a condicionado por associa.

ção que desencadeia uma resposta aprendida/condicionada. O seu estudo remete para

uma apr dizagem involuntária que nasce da associação desses estímulos.

Em contrapartida,Skinner apresenta o condicionamento operante com uma respos


voluntária aprendida através de um reforço (estímulo que aumenta a probabilidade de repe­

são deum comportamento/seja de positivo ou [Link]ão,ambos os reforços visam

aumentar ocorrência de um dado comportamento e nunca diminuir a sua ocorrência.


última teoria que se baseia no biénio estímulo-resposta é a de moldagem que

l andara presenta onde defende a observação e reprodução de modelos comportamentais,para


te um del minado contexto social.
✗istem ainda outros dois tipos de aprendizagem,nomeadamente, a pela ação,ano
lida ao saber-fazer e à prática de algo e a simbólica com a associação de símbolos a

ideias.
- moção

A relação do indivíduo com o mundo,com outros,lugares,animais e objetos ori_

ginam divessas emoções,sentimentos e afetos. Começando por esse último,que pode ter valor

positivo/op­ eliação) ou negativo(repulso),esses afetos geram emoções,que se traduzem pararea

ções corpo ais,maioritariamente involuntárias e formas elementar de comunicação não ver

bad.

Características: Funções:

intensidade/muito ou pouco) • Preparam-se para a ação/respostas ef

• durabilidade/não muito longe) cares

• polaridade/positivo ou negativo) Moldam o nosso comportamento/podem

expressividade/alterações fisiológicas) reforçar escolhas futuras)

versatilidade/aparecem e desaparecer, • Ajudam a regular as nossas ações saciaiS


l
estala-se uma relação reciproca entre emoções aos sentimentos,sendo esses estados

conscien/escintimos,de menor intensidade e mais duradouros.

Emoções ≠ Sentimentos

↳Duração breve ↳ Duração longa

↳D. imenso pubfica ↳ Privados

↳ O serráveis ↳ Não são observáveis

↳Inconscientes/na sua maioria) ↳ São,necessariamente,conscientes

Componentes

biológica Cognitiva comportamental

tal lerações fisiológicas) (interpretação das situações) (ação /resposta)


s emoções podem ser primárias(tristeza,medo,repulsa,alegria,surpresa e

Raiva/pre ◦minam dos aspetos biológicos,inatas e universais, enquanto as secunda

rias/com◦ a vergonha) predominam dos aspetos socioculturais e manifestam-se ao

longo da vida em função das aprendizagem. Mesmo assim,é possível encontrar as pet

sociocultu ais nas emoções primárias e aspetos biológicos nas secundárias.

Iara demonstrar a relaçao entre emoção e razão surgem os marcadores somá.

bicos,que evidenciam o papel das emoções na tomada de decisões na medida em que

cada xpcriemlia significativa fica associado um estado somático de prazer ou des-

Razer qme serve de base para as decisões que temos de tomar,ajudando a eliminar
certas próteses. Em resumo,o individuo avalia os possíveis desfechos,decidindo a par

tira daqui ◦ que sente como mais conveniente.

Inteligência emocional

Competências intra pessoais:


1º Autoconsciência Podemos treinar essa capacidade

(capacidadedereconheceras nossas emoções)

2º Aut regulação Tentar perceber o outro/ouvir o outro

(capacidadeede gerir a manifestação de certos impulsos)


3º Mo ração Começar o mais Rápido possível afim de evitar uma angústia

Kendência emocional orientada para um obje iro)

Competências interpessoais:
1º Empafia Estarmos mais disponíveis,atentos e evitar egoísmos

(capacidadee de nos sintonizarmos com os sentimentos dos outros)


2º Com eVencias sociais Conversar

Capacidadee de gerir relações e de induzir determinadas respostas nos outros)


Coração

Explica a intencionalidade para dar significado ao que fazemos,comportamentos

que decorrem da vontade,sendo estudados processos como intenção e motivo.

Intenção Ação Motivo

Consciência daquilo que se Pode não ser consciente,indica porquê

quer fazer,numa antecipação da ação que ◦ sujeito decidiu realizar

das possiveis consequências (Caracterfutil)

/
tendem lias/Razões que nos levam a agir)
↳O trimárias (necessidades fisiológicas, independentes das aprendizagens)

p
Secundárias (as rações pessoais)

Iindividuais (os interesses próprios)

5aliais (interações com os outros)


=
Ideais (os valores de natureza intelectual e ética)

Ciclo Motivational
→ °Neternidade Ah encostaria,o processo pelo qual o nosso orga
4 ②Impulso
Saciedade + mismo passa para manter os nossos níveis funcionais,
3

Comportamento necessários à nossa sobrevivência,de forma involuntária

Nas teorias das motivações,nos temos as intrínsecas,com interesse e gosto pela

ação e as extrínsecas,interesse nas consequências que podem surgir da ação,encontrando

-se muitas vezes relacionadas.

Pirâmide de Maslow

As pessoas só vão progredindo auto. → Presentes em algumas pessoas


regulação

à medida que saciam a base Estima

social

Pautam o comportamento Segurança

Fisiologiaas
das pessoas
ente

O conceito de mente é complexo,associado ao pensamento e à consciência,envolver

d todos os processos de origem psíquica(cognitivos,emotivos e conativos), onde se encontram asp

los denatureera biológica,social e comportamental,esses de origem biológica podem ser conscientes ou in M

Cientes,leva do-nos ao conceito de consciência:conhecimento que um individuo tem dos seus pensament­

los,sensatoos,sentimentos,ou seja,a noçao que tem de si;não deve ser confundido com mente. O

conjunto d anões mentais conscientes,com o intuito de resolver problemas ou tomar decisões,

chama-se ensamento,principal responsável pela criação da nossa identidade,a nossa visão do

mundo e a nossa Relação com o mesmo.

criação desses significados está diretamente ligado ao conceito de inteligência.

ou seja, a capacidade de pensar,formar conceitos,resolver problemas e adaptar-se ao meio,

sendo mui o associada à criatividade,já que, por vezes,a melhor abordagem depende dela No

interior do pensamento distinguimos o convergente que elabora respostas de caracter lógico-d

dativo, ap Resentando um rigor funcional,dedutivo e por esquemas preestabelecidos e o diver

gente que cria respostas associadas à intuição,a imaginação e a flexibilidade.

Teorias Múltiplas
teoria de Homer Gardner que defende que podemos observar,em diferentes

graus,várias inteligências distintas,não dependentes,geradoras de formas múltiplas

de campoatamento considerado inteligente. Apresentando sete variedades principais,com

Gando pelo académicos-padrão/linguística e lógico-matemática),mas também as visuais les

paliais) e anestético (corporal/e ainda a capacidade intrapessoal(intrapsíquica).


onstrução da identidade
A identidade é uma narrativa que se constrói,por vezes consciente,mas,na grande

aioria,inconsciente, sendo única e irrepetível. O modo como atribuímos sentido ao mundo,coms

Mui uma as nossas marcas identitárias,mostrando a correlação contínua entre nos e o man

do exterior,fazendo com a socialização tenha um papel fundamental na construção da

identidade • De maneira dinâmica e processual,a narrativa permite criar uma imagem d

continuada e e mesmidade.

Interessa realçar a capacidade criativa e imaginativa da mente através da qual

criamos um sentido único para tudo o que interfere connosco,sendo o sentido que atribui.

mos à Realidade é também fruto da nossa imaginação,que se traduz para uma anã

decorrente do pensamento que possibilita criar ou invocar imagens/Representações mentais.

ta faculdade é responsável pela reconfiguração de experiências passadas(reprodução/e a

Rojeção d novos cenários (criadora).

Junto a isto,conhecemos os conceitos de auto conceito/representação mental que ◦ m.

eito faz d si mesmo)e de autoestima(avaliação positiva ou negativa que o sujeito faz de si)

me se influenciam mutuamente e constroem-se nas relações que estabelecemos com os

outros.

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