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Projecto Ancha

O trabalho analisa a influência da gestão participativa na motivação dos funcionários nas instituições públicas, com foco no caso da EDM entre 2013 e 2016. A pesquisa destaca a importância da participação dos colaboradores nas decisões organizacionais para melhorar a motivação e o desempenho. Além disso, aborda os desafios e limitações da implementação dessa abordagem nas instituições públicas.
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Projecto Ancha

O trabalho analisa a influência da gestão participativa na motivação dos funcionários nas instituições públicas, com foco no caso da EDM entre 2013 e 2016. A pesquisa destaca a importância da participação dos colaboradores nas decisões organizacionais para melhorar a motivação e o desempenho. Além disso, aborda os desafios e limitações da implementação dessa abordagem nas instituições públicas.
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Ancha Aziz Tajú

influência da gestão participativa na motivação dos funcionários nas instituições Publicas


caso EDM, entre os anos de (2013-2016).

(Licenciatura em Gestão de empresas)


1° Ano, Pós-laboral

Universidade Pedagógica Maputo


Maputo
2023
Ancha Aziz Tajú

Influência da gestão participativa na motivação dos funcionários nas instituições Publicas


caso EDM, entre os anos de (2013-2016).

Trabalho a ser apresentado


na cadeira de Métodos de
estudo e investigação para
fins de apresentação, sob
orientação da Dra. Arlete
Ferrão

Universidade Pedagógica de Maputo

Maputo

2023
[Link]ção:

A motivação dos funcionários desempenha um papel fundamental no sucesso das organizações, sejam
elas públicas ou privadas. Nas instituições públicas, onde o serviço prestado está diretamente
relacionado ao bem-estar da sociedade, é crucial que os funcionários estejam motivados para oferecer
um serviço de qualidade. Nesse contexto, a gestão participativa surge como uma abordagem que busca
envolver os colaboradores nas decisões e processos organizacionais, buscando promover a motivação e
o engajamento. Este trabalho tem como objetivo analisar a influência da gestão participativa na
motivação dos funcionários nas instituições públicas.

[Link]ção

O grande desafio dos gestores atualmente tem sido lidar com pessoas de diversos perfis, expectativas e
experiências, pois são elas que produzem os resultados nas organizações.A administração participativa é
uma filosofia que valoriza a participação das pessoas no processo de tomada de decisão da organização,
a fim de contribuir no seu desenvolvimento, resoluções de conflitos e na competitividade do mercado
global.

Diante disso, a administração participativa preza pela motivação dos colaboradores, para que não se
sintam apenas envolvidos nos processos, mas sim peça chave da organização.

Os aspectos motivacionais estão presentes no dia a- dia das organizações e uma das formas de estimular
as pessoas é proporcionar o seu envolvimento e desenvolvimento, ou seja, promovendo aadministração
participativa.

O estudo dessa temática é de grande relevância para a administração moderna ,onde os colaboradores
sentem-se com a responsabilidade de pensar, de opinar e decidir assuntos pertinentes a melhoria a
melhoria do funcionamento da Administração da instituição contribuindo para o desempenho da
mesma.

[Link]ção

A motivação para escolha do tema deve-se ao facto de apresentar um modelo de gestão mais flexível
que potencializa as competências presentes nos funcionários que integram as organizações.

[Link]

Para lakatos e Marconi (2007), a justificativa é a parte do trabalho que apresenta

respostas a questões do porque da realização da pesquisa. É de suma importância para

conseguir financiar para a pesquisa e para demonstrar a relevância da mesma. Neste

contexto apresenta _se a seguir os argumentos que justificam a emergência do estudo.

Este trabalho justifica -se pela relevância da implementação da gestão participativa nas

instituições, pois é uma forma de gestão que estímulo o nível motivacional dos

funcionário, tendo em conta que um funcionária motivado produz melhores resultados

para instituição.
[Link]ção

O problema de pesquisa é uma pergunta que deve ser redigida de forma clara, precisa e objectiva, cuja
solução seja viável pela pesquisa. Geralmente, a elaboração clara do problema é fruto da revisão de
literatura e da reflexão pessoal (CERVO & BERVIAN, 2002).Nas instituições públicas há uma tendência a
prevalecer modelos de gestão mecanicista e burocratizado, com grande hierarquização e padronização,
pouco participativa, que muitas vezes, ocasiona uma crise motivacional, com um crescente número de
pessoas desmotivadas.

Seguindo esse contexto surge a pergunta de partida: Até que ponto a gestão participativa influencia na
motivação dos funcionários nas instituições públicas?

[Link]

Um objectivo é um alvo que se pretende atingir a sua definição é uma das partes mais importantes no
desenvolvimento do projecto. Existem alguns critérios para a especificações dos objectivos, como
pertinência ao estudo, clareza ,precisão e exequilidade.( Tozoni-Reis,p.55,2009).

1.5.1. Objectivo geral

 Analisar a influência da gestão participativa na motivação dos funcionários nas instituições


públicas .

1.5.2 objectivos específicos

 Compreender o conceito de gestão participativa e motivação dos funcionários.


 Identificar Práticas de gestão participativa adotadas nas instituições públicas e como estas são
implementadas.
 Investigar os efeitos da gestão participativa no desempenho dos funcionários nas instituições
públicas.
 Apresentar os desafios e limitações da implementação da gestão participativa nas instituições
públicas .

1.6. Hipóteses

Lakatos e Marconi (2003,p.311), definem Hipótese como sendo um enunciado geral de relações entre
variáveis (fatos, fenómenos), que formulam uma solução provisório de um determinado problema,
apresentando carácter ou explicativo ou preditiva compatível com o conhecimento científico (coerência
externa) e revelando consistência lógica (coerência interna), sendo possível de verificação empírica em
suas consequências.

H1: Uma boa gestão participativa contribui para aumentar os resultados dos funcionários.

H2: Uma boa gestão participativa não contribui para aumentar os resultados dos funcionários.
[Link] do trabalho

Capitulo1: este capítulo apresenta aspectos introdutórios tais como a introdução, contextualização,
problematização, as hipóteses, os objectivos, a justificativa, metodologia.

Capitulo 2: apresenta-se o quadro teórico e conceptual no qual se descreve todas as abordagens


teóricas e conceptuais e a revisão da literatura.

Capitulo 3: por fim apresenta-se o cronograma das actividades, o orçamento, as recomendações e


referências bibliográficas.

Revisão da literatura

Peter Drucker: Drucker enfatiza a importância da participação dos funcionários no processo decisório.
Segundo ele, a gestão participativa envolve a descentralização do poder de decisão, permitindo que os
trabalhadores tenham voz ativa nas questões que afetam seu trabalho e o desempenho organizacional.

Chris Argyris: Argyris defende que a gestão participativa é baseada na premissa de que as pessoas são
capazes de contribuir de forma significativa para o processo decisório e de que suas perspectivas devem
ser levadas em consideração. Ele destaca a importância da transparência, do diálogo aberto e da criação
de um ambiente de confiança mútua.

Mary Parker Follett: Follett foi uma das primeiras teóricas a abordar a gestão participativa. Para ela, a
gestão participativa envolve a integração das perspectivas individuais em um processo de tomada de
decisão coletiva. Ela enfatiza a importância da colaboração e da resolução de conflitos de forma
construtiva.

Abraham Maslow: Maslow propôs a hierarquia das necessidades, onde a motivação é vista como a
busca pela satisfação de necessidades básicas e de níveis mais elevados. Ele definiu a motivação como o
impulso ou desejo que direciona o comportamento humano para satisfazer essas necessidades.

Frederick Herzberg: Herzberg desenvolveu a teoria dos dois fatores, na qual identificou dois tipos de
fatores que influenciam a motivação no trabalho: fatores higiênicos e fatores motivacionais. Ele definiu
motivação como a força interna que impulsiona as pessoas a se envolverem em atividades que lhes
proporcionem satisfação pessoal e realização.

Victor Vroom: Vroom propôs a teoria da expectativa, que enfatiza a relação entre a expectativa de
alcançar uma meta, o valor atribuído à meta e o esforço investido para alcançá-la. Segundo ele, a
motivação é o resultado do processo de tomada de decisão, onde as pessoas escolhem as ações que
acreditam que levarão aos resultados desejados.

Edward Deci e Richard Ryan: Esses autores desenvolveram a teoria da autodeterminação, que enfatiza a
importância da autonomia, competência e conexão social na motivação humana. Eles definem
motivação como a energia intrínseca que impulsiona as pessoas a se engajarem em atividades
autodeterminadas e que são congruentes com seus valores e interesses.

Max Weber: Para Weber, as instituições públicas são organizações que possuem o monopólio legítimo
do uso da força dentro de um determinado território. Ele destacou a importância do Estado como a
principal instituição pública que detém autoridade e poder sobre a sociedade.

Peter Drucker: Drucker definiu as instituições públicas como organizações que desempenham um papel
fundamental na prestação de serviços essenciais para o bem-estar da sociedade. Ele destacou a
importância da responsabilidade pública e da eficiência na gestão das instituições públicas.

Vantagens da gestão participativa

Peter Senge: O autor de "A Quinta Disciplina" destaca que a gestão participativa promove o aprendizado
organizacional, permitindo que as ideias e conhecimentos de todos sejam considerados. Isso leva a uma
maior capacidade de inovação, adaptação e solução de problemas.

Douglas McGregor: O autor da "Teoria X e Teoria Y" enfatiza que a gestão participativa fortalece o senso
de responsabilidade e comprometimento dos funcionários, aumentando sua motivação e satisfação no
trabalho.

Edgar Schein: O especialista em cultura organizacional destaca que a gestão participativa contribui para
a criação de uma cultura de confiança e abertura, permitindo a expressão de opiniões e o
compartilhamento de informações. Isso fortalece os relacionamentos e a colaboração entre os membros
da equipe.

Chris Argyris: O autor de "Aprendizagem e Organização" argumenta que a gestão participativa promove
o desenvolvimento pessoal e profissional dos funcionários, permitindo que eles assumam
responsabilidades e desafios cada vez maiores. Isso estimula o crescimento individual e contribui para a
retenção de talentos na organização.

Daniel Pink: O autor de "Motivação 3.0" destaca que a gestão participativa oferece aos funcionários um
senso de autonomia, mestria e propósito, que são fatores cruciais para a motivação intrínseca. Isso leva
a um maior engajamento e desempenho no trabalho.

a. Empoderamento dos funcionários: Como a participação nas decisões impacta a motivação.

b. Maior senso de propriedade: A importância de os funcionários se sentirem parte do processo.

c. Melhor comunicação e feedback: A participação promove um ambiente aberto e transparente.


d. Desenvolvimento de habilidades: A gestão participativa estimula o crescimento e a aprendizagem dos
colaboradores.

Implantação de administração participativa

De acordo com Maximiano (2011) na implantação da administração participativa ocorrem mudanças em


três aspetos dentro da organização: comportamento, estrutura e visão sistémica.

Comportamento: ao implantar a administração participativa haverá a substituição da forma tradicional


de administrar, ou seja, onde antes o sistema era de autoritarismo, impositivo passará a ser por
cooperação mútua, liderança, autonomia e responsabilidade. Maximiano cita “informar, envolver,
delegar, consultar e perguntar, ao invés de mandar são palavras-chave da administração participativa no
que diz respeito ao comportamento dos administradores”.

Estrutura: a estrutura das organizações também é tocada com a implantação da administração


participativa, onde os cargos, grupos de trabalho e toda a estrutura serão organizados para que a
partição não dependa apenas das pessoas, mas dos sistemas, normas e procedimentos. Segundo o autor
“a estrutura deve estimular as pessoas à participação”.

Visão sistémica: a organização além de ser um sistema participativo internamente, também está aberta
externamente onde se recebe informações que podem ajudar na melhoria da sua administração.

Exemplos práticos de gestão participativa em instituições públicas

a. Programas de sugestões e ideias: Estímulo à participação dos funcionários na busca de melhorias.

b. Grupos de trabalho e comitês: Participação em decisões estratégicas.

c. Avaliação de desempenho participativa: Engajamento dos colaboradores na avaliação de seus


próprios resultados.

Administração participativa como estímulo a motivação

O objetivo da Administração Participativa é delegar responsabilidades e voz ativa aos colaboradores


para que não se sintam apenas meros expectadores das decisões da organização e passem a ser
contribuintes, participantes ativos das tomadas de decisões. Mas para que isso ocorra com eficácia e se
torne um instrumento útil e preciso para a empresa, o colaborador deve se sentir motivado com seu
trabalho ao ponto de ser responsável pelas atribuições e decisões que a ele pertencem.

Começou a partir de 1990 falar em valorização do capital intelectual. Percebeu-se então, que o capital
humano é de suma importância para a organização e para a competitividade, sendo uma fonte de
conhecimento e não uma máquina de produzir. Porém, diferente dos bens tangíveis, o capital
intelectual e humano não é propriedade da empresa e o mesmo, que outrora é um diferencial e
benefício, amanhã pode ser uma arma da concorrência, uma vez que ao sair da empresa o funcionário
leva com ele todo o conhecimento científico e empírico adquirido ao longo de sua vivência na empresa.
No andamento pela busca de alternativas, a Administração Participativa busca incentivar a eficácia na
necessidade da empresa, a competitividade, trazendo para si, a motivação como maior estratégia para
alcançar suas diretrizes organizacionais.

Resultados da gestão participativa na motivação dos funcionários

a. Aumento da satisfação no trabalho: Funcionários se sentem valorizados e parte do processo.

b. Redução do absenteísmo e rotatividade: Funcionários motivados são mais propensos a permanecer


na organização.

c. Melhoria do clima organizacional: Colaboradores engajados criam um ambiente de trabalho mais


positivo.

d. Aumento da produtividade: Funcionários motivados tendem a ser mais produtivos e eficientes.

Desafios e limitações na implementação da gestão participativa nas instituições públicas

A implementação da gestão participativa nas instituições públicas pode trazer uma série de desafios e
limitações, de acordo com diversos autores. Aqui estão alguns dos principais pontos levantados pela
literatura:

Resistência cultural e burocrática: A cultura organizacional e a estrutura burocrática das instituições


públicas muitas vezes são voltadas para a centralização do poder e a tomada de decisões hierárquicas.
Implementar a gestão participativa requer uma mudança de mentalidade e estrutura, o que pode
encontrar resistência por parte dos servidores públicos acostumados com práticas tradicionais.

Falta de capacitação e conhecimento: A gestão participativa requer habilidades específicas, como


facilitação de processos participativos, comunicação efetiva e habilidades de negociação. A falta de
capacitação adequada dos gestores e servidores públicos pode limitar a implementação eficaz da gestão
participativa.

Falta de recursos: A implementação da gestão participativa demanda recursos financeiros, humanos e


tecnológicos. A falta de investimento adequado pode dificultar a criação de espaços participativos, a
realização de capacitações e a disponibilidade de ferramentas para a participação efetiva dos cidadãos.

Desigualdades e representatividade: A gestão participativa pode enfrentar desafios relacionados à


representatividade e inclusão. É importante garantir que todos os grupos sociais tenham a oportunidade
de participar e que suas vozes sejam ouvidas. Caso contrário, a gestão participativa pode beneficiar
apenas determinados grupos, aumentando as desigualdades existentes.
Cooperação e coordenação: A implementação da gestão participativa muitas vezes envolve a
colaboração entre diferentes setores e níveis de governo, o que pode ser um desafio em termos de
coordenação e cooperação. A falta de alinhamento entre os diferentes atores pode dificultar a
implementação efetiva da gestão participativa.

Tempo e complexidade: A gestão participativa requer tempo para envolver os cidadãos, realizar
consultas, discutir propostas e chegar a decisões coletivas. A complexidade dos processos participativos
também pode dificultar sua implementação, especialmente em questões complexas ou controversas.

Falta de continuidade política: A implementação da gestão participativa pode estar sujeita a mudanças
políticas e administrativas. A falta de continuidade política e institucional pode interromper os processos
participativos em andamento e prejudicar a sustentabilidade da gestão participativa.

É importante ressaltar que esses desafios e limitações não inviabilizam a implementação da gestão
participativa, mas destacam a necessidade de abordá-los de forma estratégica e cuidadosa. O
engajamento dos atores envolvidos, a capacitação dos servidores públicos e a criação de mecanismos
institucionais adequados podem ajudar a superar esses desafios e permitir uma gestão participativa
mais efetiva nas instituições públicas.

Metodologia

Nesse ponto são apresentados os procedimentos metodológicos utilizados para

realização desse estudo.

Segundo Bruyne (1991), a metodologia é a lógica dos procedimentos científicos em sua


génese e em seu desenvolvimento, não se produz, portanto, a uma “metodologia” ou

tecnologia da medida dos fatos científicos.

A metodologia deve ajudar a explicar não apenas os produtos da investigação científica,

mas principalmente seu próprio processo, pois suas exigências não são de submissão

estrita a procedimentos rígidos, mas antes da fecundidade na produção dos resultados (

Bruyne,1991,p.29)

Segundo Strauss & Corbin (1998), o método de pesquisa é um conjunto de

procedimentos e técnicas utilizados para se coletar e analisar os dados. O método

fornece os meios para se alcançar o objetivo proposto, ou seja, são as “ferramentas” das

quais fazemos uso na pesquisa, a fim de responder nossa questão.

Tipos de pesquisas científica

Quanto aos tipos de pesquisas científicas na presente pesquisa foi usado o método

hipotético- dedutivo. Segundo Leville e Dionne (1999), o método hipotético – dedutivo

tem o papel central de efectuar o levantamento das hipóteses da pesquisa através da

observação dos factores .

Quanto a abordagem

A presente pesquisa quanto a abordagem é uma pesquisa qualitativa. De acordo com

Bogdan e Biklen (2003), o conceito de pesquisa qualitativa envolve 5 características

básicas que configuram este tipo de estudo: ambiente natural, dados descritivos,

preocupação com o processo, preocupação com o significado e processo de análise

indutivo.

Para Gil (1999), o uso dessa abordagem proporciona o aprofundamento da investigação

das questões relacionadas ao fenómeno em estudo e das suas relações, mediante a

máxima valorização do contrato tido com a situação estudada, buscando- se o quê era

comum, mas permanecendo entretanto, aberta para perceber a individualidade e os

significados múltiplos.

Quanto a natureza

Quanto à natureza a pesquisa é básica, que no entender de Prodanov e Freitas (2013,

p.51) objectiva gerar conhecimentos novos e úteis para o avanço da ciência sem prática
prevista.

Do ponto de vista dos objectivos de pesquisa

A pesquisa é exploratória, pois busca fazer um levantamento bibliográficos obre o tema

para melhor compreendê-lo. Que segundo Gil (2008, p.27) “a pesquisa exploratória tem

como objectivo maior proporcionar maior familiaridade com o problema, com vista a

torná-lo mais explícito ou construir hipóteses.

Quanto aos Procedimentos

Quanto aos procedimentos foi usado em simultâneo as pesquisas bibliográfica e

documental visando explorar da melhor forma possível a temática em estudo. Os

fundamentos desta escolha apresentam-se a seguir.

a) Pesquisa bibliográfica
b) Segundo Gil (2002, p.44), “a pesquisa bibliográfica é desenvolvida com base em
c) material já elaborado, constituído principalmente de livros e artigos científicos”. A
d) principal vantagem da pesquisa bibliográfica está no facto “permitir ao investigador a de
e) uma gama de fenómenos muito mais ampla do que aquela que poderia pesquisar
f) directamente” (ibid., p.45).Dai finalidade é colocar o pesquisador em contacto com o
g) que já se produziu e se registou a respeito do tema de pesquisa. Tais vantagens revelam
h) o compromisso da qualidade da pesquisa.
i) Assim, além de permitir o levantamento das pesquisas referentes ao tema estudado, a
j) pesquisa bibliográfica permite ainda o aprofundamento teórico que norteia a pesquisa.
k) Nesse estudo, foram utilizados autores que se fundamentam no referencial crítico e
l) dialéctico apresentam reflexões sobre o tema em estudo.
m) b) Pesquisa Documental
n) Segundo Gil (2002, p.48) “a pesquisa documental assemelha-se muito à pesquisa
o) bibliográfica.
p) A diferença essencial entre ambas está na natureza das fontes. Enquanto a pesquisa
q) bibliográficas baseia fundamentalmente das contribuições dos diversos autores sobre
r) determinado assunto, a pesquisa documental beneficia-se de materiais que não
s) receberam ainda um tratamento analítico, ou seja, ou que ainda podem ser reelaborados
t) de acordo com os objectos da pesquisa”. Neste caso vertente, foram consultados vários
u) autores que abordam o tema em estudo
Recomendação

A gestão participativa desempenha um papel relevante na motivação dos funcionários nas instituições
públicas. Através da participação dos colaboradores nas decisões e processos organizacionais, cria-se
um ambiente de trabalho que promove o engajamento, a satisfação e o desenvolvimento pessoal. Os
benefícios resultantes incluem maior produtividade, menor rotatividade e um clima organizacional mais
saudável. Portanto, é fundamental que as instituições públicas adotem práticas de gestão participativa
para promover a motivação e o desempenho dos seus funcionários, contribuindo assim para a melhoria
dos serviços prestados à sociedade.
Bibliográfica

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