Paralisia cerebral Mielomeningocele
é uma lesão irreversível e progressiva é uma falha no fechamento do tubo neural
acontece quando o cérebro está em processo de nascem com uma bolsa membranosa, que contém
é a área motora,
maturação
responsável por movimento nervos, medula espinhal e líquido cefalorraquidiano
afeta o GIRO PRÉ CENTRAL (ÁREA 4) voluntários, primeiros
afeta o GIRO PÓS CENTRAL (ÁREA 3-2-1) neurônios motores
ácido fólico é essencial para prevenir a mielo
a espinha bífida pode ser de dois tipos:
é a principal área de sensibilidade superficial e profunda
afeta o GIRO OU ÁREA PRÉ MOTORA (ÁREA 8 E 6) Oculta = quando não sai pra fora
Cística = quando há bolsa externa (meningocele: não tem estrutura nervosa) ou
área de planejamento
mielomeningocele: quando há raízes nervosas, há comprometimento motor, hipotonia)
diagnóstico é tardio, primeiros sinais em uma ou mais vértebras
depois do 6º mês de vida L1 a L3 = lesão alta C1 a L1 = medula - hipertônico
causas perinatais: anóxia (falta de oxigenação) L4 a L5 = lesão baixa L2 a S5 = cauda equina - hipotônico
pós natais: meningites, TCE, tumores Espinha bífida oculta: assintomática, manchas e
pré natais: mal formações e infecções congênitas (rubeula, sífilis, aids, herpes genital, toxoplasmose)
pelos na região, paciente não sabe, mais comum em
quanto mais perto da CÁPSULA INTERNA a lesão, maior TRÍADE
L5/S1 (lombosacra)
a paralisia e mais grave; quanto mais extensa, maior a
chance de pegar mais fibras Espinha bífida cística: presença de bolsa cística, pé
tipos de pc quanto a gravidade torto congênito e hidrocefalia, causada pela
1 quadriparesia: 4M afetados igualmente, é a mais ausência de ácido fólico, diabete gestacional, mãe
próxima da cápsula interna obesa, mais comum em L5/S1, o diagnóstico pode ser
2 hemiparesia: 1L todo afetado, MMSS é pior feito ainda durante a gestação (exame dá aumento
de alfa feto proteína ou por ultrassom)
3 monoparesia: 1M afetado, é o mais longe da cápsula
sinais tardios: alterações urinárias (ñ controla a
4 diparesia: 4M afetados, MMII é pior abertura do esfincter), dificuldades de locomoção e
5 paraparesia: só MMII alterações ósseas
Escala de Ashworth L5 = deambulador comunitário
tipos de pc quanto ao tipo L4 = deambulador domiciliar
1 espástica: hipetonia, lesão no trato córtico espinhal L1, L2, L3 = deambulador funcional
T = não deambulador
2 discinética: tônus flutuante, lesão nos núcleos da base
tratamento: clínico e fisioterapêutico (baseado no nível
3 atáxica: hipotônico, lesão no cerebelo
da lesão)
4 mista: combinação de duas
a criança tem poucas reações e reflexos: RTCA, RTL,
Hidrocefalia
RTCS, palmar e plantar quantidade de líquido licorcefalorraquidiano elevada
Clônus: é um sinal no trato córtico espinhal, é quando o (produzido no plexo coracóide)
agonista e antagonista não se equilibram, causa tremor na tomografia os locais pretos, tem o líquido
Prognóstico de independência nas AVDS causas do aumento do LCR: bloqueio do LCR, aumento
Prognóstico de comunicação da produção, diminuição da absorção
causas da hidrocefalia: incidência familiar, infecções e
Prognóstico de marcha (com ou sem auxílio)
cistos, tumores e mielomeningocele
para paciente com paralisia espástica
depende do controle de cabeça e de tronco os ventrículos ficam maiores pelo acúmulo do líquido,
até 6 meses = controle de tronco
bom prognóstico de marcha
ocasionando problemas no encéfalo, pela compressão
até 12 meses = controle de cabeça
Fisiopatologia:
até 2 anos = controle de tronco
até 3 anos = controle de cabeça prognóstico de marcha com auxílio
Aumento da pressão intracraniana
Diminuição da perfusão sanguínea
acima dessas idades o prognóstico de marcha é reservado Distruição axonal
quadro de macrocefalia: vômitos, irritabilidade, atraso
escala GMFM - 66 é muito usada, avalia funcionalidade no desenvolvimento motor
tratamento: estimulação elétrica (menos em tratamento: drenagem ventrículo peritonial, fisioterapia
encurtamentos e contraturas), bloqueios neurolíticos
(botox e fenol), fisioterapia (desenvolvimento motor,
motor típico e atípico)
Síndrome de west Síndrome de rett
Muitos casos de crises convulsivas rápidas (até 1min), do Mais comum em MENINAS (ligada ao cromossomo X)
TIPO SALVA, que trazem respostas de espasmos Manifestações a partir do 6 mes;
musculares;
Classificação: típica ou atípica;
No pós-crise a criança chora ou ri;
Dividida em estágios:
Hipotonia, deficiência cognitiva;
1. Estágio da estagnação precoce: estagnação
Dura até os 7 anos;
do desenvolvimento, entre 6 a 18 meses, estereotipias
Dois tipos: criptogênica ou sintomática (igual a de Lennox
manuais (lavagem de mãos), desaceleração do
Gastaut);
crescimento craniano.
TRÍADE DE DIAGNÓSTICO
atraso motor 2. Estágio rapidamente destrutivo: 2 até 4 ou 5
crises do tipo salva anos, características autistas, demência, convulsões,
hipsarritmia (EEC muito alterado)
marcha atáxica;
Não tem como estimular a criança pelo número 3. Estágio pseudo estacionário: 4 ou 5 anos até
abundante de crises; a puberdade, autismo amenizado, ataxia de tronco,
Tratamento: medicamentos anticonvulsivantes
epilepsia;
(fenobarbital, ácido valpróico (mais usado) e fisioterapia
para tratar atrasos motores. 4. Estágio de deteriorização motora tardia:
puberdade, multideficiências, escoliose, retardo de
Síndrome de Lennox Gastaut crescimento (estatura), instalação normal da
puberdade, deambulação e mobilidade restrita.
Casos severos de crises convulsivas geralmente do tipo Diagnóstico: feito pelas características e exame
tônicas; genético;
Acompanha ou não a Síndrome de West, mas NÃO É Tratar as características.
EVOLUÇÃO;
Prognóstico bem reservado; Síndrome de Down
Diagnóstico: pode ser feito pelas crises convulsivas ou
Alteração do cromossomo 21, a criança nasce com 3
EEG cerebral;
cromossomos 21;
Bem difícil de controlar;
Não necessariamente tem o 21 em todas as células;
Aparece entre 4 e 5 anos;
Alterações neurológicas, motoras, muscoesqueléticas e
Tratamento: medicamentos anticonvulsivantes
imunológicas;
(tupiramato, ácido valpróico) e fisioterapia para tratar
O cerebelo é menor;
os atrasos motores.
Atraso motor: atividades rudimentares e atividades
CLASSIFICAÇÃO:
fundamentais;
Criptogênica: não tem causa determinada;
Alterações neurológicas: hipotonia, deficiência
Sintomáticas: quando tem uma causa.
cognitiva, diminuição do volume cerebelar