Resina composta
COMPOSIÇÃO
Matriz aglutinante Agente Sinalizador
É a parte resinosa da composição, composta por O 3-metacriloxipropiltrimetoxisilano (MPTS) é essencial
monômeros que sofrem polimerização para formar uma para garantir a integração química entre a matriz
estrutura rígida. orgânica e a carga inorgânica da resina composta,
Confere adesividade e permite polimerização contribuindo para a resistência e longevidade do
material.
As principais cargas utilizadas são:
Sílica coloidal – Usada em resinas microparticuladas, proporciona excelente polimento.
Vidro de bário, alumínio ou estrôncio – Melhora a resistência e pode conferir radiopacidade.
Quartzo – Material resistente, mas com polimento inferior.
A proporção de carga influencia diretamente nas propriedades da resina:
Mais carga → Maior resistência mecânica, menor contração, menor desgaste.
Menos carga → menor resistência , maior contração e maior polimento
CARGA - tamanho da partícula
Macropartículas Micropartículas Híbrida
Resinas com sílica: menos duras, melhor polimento,
Não indicada para grandes contatos oclusais
(classe III extensas).
Mais usadas em classe V (próximas à gengiva).
As resinas macroparticuladas têm A resina híbrida possui partículas macro e micro,
boa resistência mecânica, oferecendo resistência mecânica moderada,
mas baixo polimento e alta rugosidade, o contração de polimerização intermediária e
polimento razoável.
que limita sua indicação para restaurações Pode ser usada em anteriores e posteriores
estéticas. Partículas pequenas, maior porção de matriz
aglutinante, aumentou contração de polimerização e
diminuiu a resistência, não pode usar para classe
2.e 3 extensas, nem 4 e 6
Micro híbrida
A resina micro-híbrida possui propriedades
intermediárias entre resistência mecânica e
estética. Ela tem boa resistência, contração de
polimerização moderada e polimento melhor
que as híbridas convencionais. Pode ser usada
em anteriores e posteriores
Melhorou a contração de
polimerização e polimento
Nanopartículas/Nanohíbrida
A resina nanoparticulada e a nano-híbrida possuem
partículas extremamente pequenas, oferecendo alta
resistência mecânica, baixa contração de
polimerização e excelente polimento.
Efeito de tomar cor, mesmo que erre
POLIMERIZAÇÃO
Pasta-Pasta da macro partículas, única que não precisa de Colocar o foto de um jeito que vai em direção a parede, para
fotopolimerizador - reação química
que a polimerização se dê em relação a parede
Todas as outras (Nanohibridas, híbridas, micro híbridas
Problema na fotopolimerizacao em 6
meses já está degradado mais ou menos
Base - Resina flow (embaixo das restaurações para minimizar a reação de polimerização)
Base - própria resina flow (para cavidade rasa e média às vezes a quantidade de polimerização é menor,
Inserções (incremento não pode ser mais do que 2 mm em espessura,
cada inserção que coloco acontece uma polimerização depois em cima resina funcional pode ser por extensão
Erro no sistema adesivo, na
fotopolimerização, na oclusão
Não pode fazer inserção na horizontal, se não eu vou ter flexão da cúspides, porque uma parede vai
puxar a outras, por isso preciso minimizar, e vou inserindo na diagonal, sem tocar na outra parede, e
cada camada vou fotopolimerizando
Começa com energia menor, e vai aumentando
Classe 1 = 5 paredes (superfície aderida)
1 parede (superfície livre)
Modo de fotoativacao - maneiras de fazer a resina não
contrair rapidamente, pró moldar a fase gel (começa mais
O certo é o foto encostar no dente, mas como eu preciso de uma velocidade menor e não lento e vai aumentando - polimerização instaurada)
tenho um aparelho moderno com essa configuração, eu afasto cerca de 5cm e vou chegando
mais perto, aos poucos
Se colocar no dedo, sente calor, quando estiver
colocando resina, tem que ter cuidado com o refletor,
pois já inicia polimerização
Quando estiver uma extensão bem grande que já está
inferindo muito, tenho que ir para material protético, Bulk fill-especifica para dentes posteriores
precisamos respeitar isso, pois não conseguimos
devolver o ponto de contato caso contrário
Flow - microhibrida, feita para dissipar
contração de polimerização
Preparo Operatório
1 - verificar o contato oclusal, antes d recomeçar o preparo, pq o contato nunca vai poder
dar na interface dente restauração, pq se incidir bem na interface eu só vou nesse ponto
Deve estar ou todo na estrutura dental, ou todo na restauração, nunca entre 3 - Realizar escolha da cor
2 - Profilaxia no dente que será Deve ser utilizado a luz natural, e não a do refletor
restaurado e nos vizinhos
4 - Abertura e contorno
5 - Remoção do tecido cariado
Alta rotação, Apoia a broca na fossula em 45°C, para
abertura (pequena perfuração) depois viro em 90°C Antes faço isolamento , e aí sim
desgaste em planos remove a cárie em baixa rotação
6 - Limpeza da cavidade
SEQUÊNCIA RESTAURADORA - sistema adesivo
1 2 3
Deve ser em sistema adesivo Deve ser feito o processo de condionamento
É a parte resinosa da composição,
água no tempo correto, pois se passado o tempo
Para que tenha a proteção de o ácido pode abrir os túbulos e desmineralizar a
composta por monômeros que
classe 1 - complexo Dentinopulpar dentina sofrem polimerização para formar
uma estrutura rígida.
Passar bolinha de algodão para absorver excesso de água
1- observe a imagem e explique detalhadamente, em tópicos, como devem ser realizadas as sequências operatória e restauradora para reabilitar esses elementos
dentais, com lesões de cáries profundas nas faces mesiais
SEQUÊNCIA OPERATÓRIA
1 - análise da oclusão
• verificação de pontos de contato na oclusal)
2 - profilaxia
• no dente que será restaurado e nos vizinhos
3 - seleção da cor
• luz natural, observar por no max. 20s
• escala vita e dente hidratados
4 - anestesia
5 - abertura e contorno
• caneta de alta rotação
• ponta diamantada esférica (1011, 1012 e 1013)
• sem pressão, com movimentos pendulares e intermitentes
6 - isolamento absoluto
• x dente isolados e grampo no x
7 - remoção o tecido cariado
• caneta de baixa rotação
• broca esférica compatível à lesão da cárie
• em paredes de fundo usa-se a cureta com cuidado
8 - limpeza da cavidade
• clorexidina 2%
• colocar a solução no pote dappen
• pegar uma bolinha de algodão com ajuda da pinça, molhar na solução e
esfregar na cavidade (tratar a camada de esfregaço)
• lavar bem e secar com uma bolinha de algodão
SEQUÊNCIA RESTAURADORA
9 - Tratamento biológico da cavidade
• Aplicação do sistema adesivo
• proteger o dente vizinho com matriz de poliéster
• condicionamento ácido fosfórico 37% por 15s só no esmalte
• lavar com spray de água e ar por 15s
• secar com uma bolinha de algodão
• Aplicação do primer mais o adesivo
• esfregar por 20s na cavidade
• leve jato de ar por 5s
• fotopolimerizar por 20s
10 - Inserção e polimerização da Resina
• adaptar a matriz de poliéster e a cunha
• inserção da resina (técnica incremental)
• cada incremento / fotopolimerização
• acabamento e polimento (apos 24h)
• verificar a oclusão da arcada dentária
Isolamento Absoluto
• Preparo da Boca:
Avalia ponto de contato
·
• Prova do grampo:
Deve apresentar estabilidade no colo do dente. Importante fazer uma amarrai no grampo para evitar acidente, ex:
deglutição, (somente para prova)
• Preparo do lençol:
Dividir em 4 quadrantes na linha média e de comissura labial. Fixar o lençol no arco young, marcar os locais respectivos
aos dentes e perfurar;
• Colocação do isolamento:
Levar todo o conjunto - lençol, grampo e arco até a cavidade oral, e ficar o grampo sob o dente
• Colocação das amarrias:
Devem ser feitas sempre para a vestibular
• Remoção do isolamento:
1° remoção das amarrias, 2° remoção do grampo, 3° com uma tesoura cortar o lençol em região de ameia, 4º remover o
lençol mais arco young
Vantagens
Redução do tempo de trabalho
Melhor acesso e visibilidade
Condições adequadas para inserção dos materiais
Retração e protege os tecidos moles
Mantém o espaço do campo operatório limpo e seco
Proteção do profissional e do paciente
São dispositivos metálicos, mas também podem ser de poliéster
substituem uma ou mais paredes da cavidade
ajudando para que não haja excesso de material
Diferentes tipos de matriz:
Aço inox Não há necessidade de utilizar matriz na Classe
De Poliéster
Tipo Bumerangue I, pois nenhuma parede proximal foi atingida
Como precisamos de uma altura precisa, as tiras devem ficar 1mm acima
do dente, não pode ser nem muito alta nem muito baixa
Para ajustar algumas tiras podemos cortar com uma tesoura (o tamanho
dependerá da altura do dente restaurado
Protege o dente vizinho (ex: condicionamento ácido)
Classe II, apresenta necessidade, pois perdeu parede proximal
Correta relação, pois se não houver ficará espaço e poderá acumular placa bacteriana, ou
alimento e pode dar reabsorção óssea ou inflamação
Matriz de poliéster é utilizada principalmente em dentes anteriores
Para que todos esses objetivos sejam realizados, a matriz deve estar lisa e polida,
se estiver amassada ou quebrada, a resina ficará marcada e rugosa
Matriz de aço utilizada mais em dentes posteriores
A matriz metálica se estiver em boas condições, posso até reutilizar, pois
pode ser esterilizada
Deve ultrapassar 1mm além da parede do ang. Cavo-superficial gengival,
Deve ultrapassar 1 a 1,5mm da crista marginal
Descartável a de poliéster, a metálica pode ser esterilizada (se estiver em boas
condições sem amassados e dobramentos Não pode errar, pois se não o material pode acabar vazando
A Cunha de madeira entra na meia e prende a matriz contra o dente, também tem o afastamento da
papila gengival, visando o não extravasamento de material
Quando colocar a matriz não deve-se ver o lençol, matriz deve estar bem encostada na parede
Dois tipos: 5mm - pré molar
7mm - molar
Tipo de aço inox
A tipo bumerangue é mais cara,
normalmente utilizamos mais a de aço
Tipo de bumerangue
A de bumerangue já é pre-
contornada, consigo dar convexidade
na face proximal
A matriz de poliéster é transparente e sempre vem
em comprimento que é grande, então com auxílio de uma tesoura
podemos cortar ao meio
Utilizada principalmente para restauração dos dentes anteriores
Universal
A Universal é onde entra o sistema de
Tofflemire, é um pouco país difícil
A individual, onde entra a matriz
seccionada, um pouco mais simples
Parafuso: andar para frente e trás
Maçaneta externa: prender a matriz no dispositivo
Maçaneta interna: para adaptar o dente, (aperto no dente)
Fenda: possui 3 saídas diferentes (2 laterais e 1 frontal)
Tipos de fendas (1, 2, 3)
Normalmente utiliza mais as laterais
Porta matriz deve vim lateralmente aos dentes posteriores
1° - seleciona a altura da matriz conforme o
tamanho do dente, e comparo se deve ser mais
alta ou baixo
2° - Depois de comparar corta mais ou menos 5 a 6 cm, e
dobro para ele dar a volta no dente, e fique lateralmente
aos dentes posteriores.
A fenda sempre para gengival, nunca para oclusal
Restauração feita em amálgama, com auxílio da matriz
Matriz que aperta, a matriz que é pré-fabricada, onde
aperta sobre o dente e ele contorna o dentes
Matriz secciona a mais fácil de utilizar, não precisa
de um dispositivo para prender, apenas a a unha e
um grampo, o qual colocamos com a pinça palmer
Também podem ser de tamanhos diferentes
Podem ser de diversos modelos:
madeira, plástica e elástica
As cunhas possuem um sentido obrigatório:
Nos dentes anteriores a Cunha sempre vai de vestibular
para lingual (pois a meia maior é a vestibular)
Nos dentes posteriores a Cunha sempre vai de lingual para
vestibular (pois a lingual é a meia maior)
Excesso de restauração pode acontecer se não for utilizado a Cunha
Utiliza-o disco de lixa, monta no contra ângulo,
e faz a individualização dessa Cunha, no
desenho ela tem um formato TRAPEZOIDAL
Quando eu colocar a Cunha, devo colocar de uma forma onde
ela atravesse o espaço proximal e eu enxergue, não precisa
atravessar muito
Falta de Cunha causa excesso de
restauração
Típico caso de quando
passa o fio dental e desfia
Nesse caso a Cunha não ficou encostada na parede
gengival e sim no meio da restauração, causando
convexidade
Pode ter perda óssea,
tracionou muito a matriz
e fica sem ponto de
contato
SEQUÊNCIA OPERATÓRIA - CLASSE I
Começo como se fosse fazer a Calsse I:
Verificação de ponto de contato, Profilaxia
e escolha da cor;
Abertura no sulco em 45°, e aí antes de
romper coloco uma tira de matriz
metálica, prende com a Cunha, isso é feito
com objetivo de proteger o dente vizinho;
Após colocação da matriz rompe a crista
marginal do dente;
Deve posicionar a broca no local onde
seria a crista marginal, e faço
movimentos vestíbulo-lingual, e desço
fazendo essa cavidade (caixa proximal)
Após criar a caixa proximal, realizamos o
isolamento absoluto, para aí sim poder
remover o tecido cariado
Sempre começa pelas paredes circundantes e
deixa as de fundo por último, e as cavidades
profundas com tecido mole uso a cureta
Apos remover todo o tecido cariado deve
ser feito a limpeza da cavidade,
eliminando toda a camada de esfregaço
SEQUÊNCIA RESTAURADORA
Parecida com a da Classe I, onde utilizamos o sistema adesivo
para o tratamento biológico, para posteriormente ser inserido
as camadas de restauração
Nessa etapa também visando proteger o dente vizinho
devemos colocar uma matriz de poliéster, para que ele não
entre em contato com o condicionamento sem necessidade
Após o condicionamento retiramos a matriz de poliéster e colocamos
outra matriz limpa, pois existe tempo correto para o condicionamento e
se eu deixar a matriz, pode alterar minha sequencia
Nessa etapa colocamos o porta matriz, pois iremos utilizar a
matriz metálica , e deve começar pela crista marginal da
parede perdida, para transformar em uma classe 1
Após construir a parede proximal e transformar a
cavidade em uma classe I, retiramos a matriz
E aí realiza todo o restante do processo inserindo camadas pequenas de resina
por incremento e obliquamente, evitando o contato de paredes circundantes, a
cada incremento já deve ser feito os sulcos e realizando a anatomia do dente,
pode ser utilizado corante para pigmentar o sulco
SEQUÊNCIA OPERATÓRIA
1: Análise de oclusão
- Verificação dos pontos de contato na oclusal
2: Profilaxia
- No dente que será restaurado e no seu vizinho
3: Escolha da cor
- Luz natural, observação por no máximo 20seg
- Dentes e escala vita hidratados
4: Abertura e contorno
- Caneta alta rotação, broca PMD esférica
- Abertura no sulco (inicia com 45° e redireciona a broca em 90°)
- Movimento pendulares, intermitentes e sem pressão
- Face oclusal - forma classe I
- Colocação da tira matriz metálica e Cunha
- Rompe crista marginal no local da cárie (formação da caixa proximal)
- Após retirar matriz
5: Isolamento Absoluto
- Dente e grampo
6: Remoção do tecido cariado
- Caneta baixa rotação
- Broca compatível com a lesão da cárie
- Tecido Mole (utilizar cureta)
7: Limpeza da cavidade
- Clorexidinha 2%
- Colocar a solução no pote dappen, com auxílio de uma pinça mergulhar bolinha de algodão na solução e
esfregar na cavidade (tratamento camada de esfregaço)
- Lavar bem e secar
SEQUÊNCIA RESTAURADORA
Tratamento biológico da cavidade
Sistema Adesivo
- Colocação da matriz de poliéster (para proteção do dente vizinho)
- Aplicação do Condicionamento ácido fosfórico 37% por 15seg
- Lavar spray água/ar por 15seg, secar com bolinha de algodão
- Após retirar a matriz de poliéster
Sistema Primer+Adesivo
- Colocação de nova matriz de poliéster
- Aplicar com auxílio de um microbrush o adesivo sobre a cavidade por 20seg
- Jato de ar por 5seg
- Fotopolimerizar por 20seg
- Após retirar a matriz de poliéster
Inserção e polimerização da resina
- Colocação do conjunto matriz metálica, porta matriz (sistema tofflemire) e cunha
- Inserção incremental de resina formando a parede proximal
- Fotopolimerização
- Transformação Classe I
- Retiramos o conjunto matriz-tofflemire, cunha e isolamento absoluto
- Inserções incremental obliquamente de resina, visando devolver a anatomia dental
- Fotopolimerização a cada incremento
- Verificar pontos de contato e oclusão
2° SEMESTRE
TRATAMENTO PREVENTIVO
Preparos conservadores
Slot Horizontal Slot Horizontal
INDICAÇÕES:
- Cárie proximal com pequena profundidade em
dentina INDICAÇÕES:
- Crista marginal não comprometida e bem
suportada - Cárie na face proximal, localizada ligeiramente
- Dentes com retração óssea periodontal abaixo do ponto de contato
- Dentes com giroversão ou cárie com extensão - Cárie proximal com pequena extensão para parede
lingual ou vestibular axial
- Ausência de dentes vizinhos - Ausência de cárie na face oclusal
- Remanescente de estrutura dental suficiente entre
a caixa oclusal e a caixa proximal
TÉCNICA OPERATÓRIA
- Profilaxia Caso clínico 2
- Escolha da cor TÉCNICA OPERATÓRIA
- Anestesia
- Abertura e contorno por vestibular ou - Profilaxia
lingual - Escolha da cor
- Ponta diamantada esférica (1011) - Anestesia
- Isolamento absoluto - Abertura sobre a crista marginal com ponta
- Remoção de tecido cariado diamantada esférica (1011) – contorno
- Limpeza da cavidade clorexidina 2% - Isolamento absoluto
- Sistema adesivo: - Remoção de tecido cariado
—Matriz e cunha - Limpeza da cavidade clorexidina 2%
—Ácido fosfórico 37% – 15s - Sistema adesivo:
—Matriz e cunha
—Ácido fosfórico 37% – 15s
- Lavar spray ar-água
CASO CLÍNICO 1
- Secar
- Matriz e cunha
- Primer + adesivo – 20s
- Jato de ar – 5s
- Fotopolimerizar – 20s
- Matriz e cunha
- Restauração
CARACTERÍSTICAS FINAIS SLOT VERTICAL
- Largura da caixa proximal de acordo com a extensão
da cárie
- Profundidade 0,25 a 0,5 mm além do limite amelo
dentinário
CARACTERÍSTICAS FINAIS SLOT - Ângulos internos arredondados
HORIZONTAL
- Acesso proximal V ou L, abaixo da crista
marginal
- Parede axial côncava
- Ângulos internos arredondados
RESINA COMPOSTA
Dentes anteriores
Dentes conoides
Indicações
• Classe III, IV, V
• Lesões cervicais não cariosas
• Modificações anatômicas
• Anterações de cor
• Facetas diretas
• Fechamento de diastema
• Colagem de fragmentos
Técnica restauradora - preparo de CLASSE III
1- Anestesia e Profilaxia
Inserção do Material Restaurador
2 - Seleção da cor
Luz natural 8- Técnica incremental
Escala vita + Escala individualizada Inserir camadas incremental de resina
“Bolinhas de resina” polimerizadas sobre o dente Fotopolimerizar cada camada
Escala e dente hidratados Fracionamento da matriz de poliéster na última inserção
Observação por 20 segundos
3- Preparo cavitário Acabamento inicial
Alta rotação Sem isolamento absoluto
Ponta esférica 1011 Alta rotação com refrigeração
Sempre que possível pela lingual Finalização da forma
Ajuste oclusal
4- Isolamento absoluto Pontas multilaminadas e/ou diamantadas F/FF
(Anteriores - Canino a Canino) Discos com granulação mais grossa
5- Remoção do tecido cariado
Baixa rotação Polimento final
Brocas esféricas compatível com a lesão da cárie Após 24 horas
Cureta para paredes de fundo Expansão higroscópica
Polimerização Tardia
6- Limpeza da cavidade Tempo de descanso do operador
Clorexidina 2%/Tergensol
Esfregar com bolinha de algodão
Lavar
Secar
Tratamento biológico da cavidade
Aplicação do sistema adesivo
7- Condicionamento ácido fosfórico 37%
Utilizar matriz poliéster para proteger dente vizinho
Aplicar o ácido por 15 segundos
Lavar spray ar/água por 15 segundos
Secar a cavidade com bolinha de algodão
8- Adesivo: Primer e bond
Utilizar nova matriz de poliéster para proteção
Esfregar o adesivo (primer e bond) por 20s na cavidade
Leve jato de ar por 5 segundos
Fotopolimerizar por 20 segundos