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Lore Ragna

Ragna, um jovem guerreiro, enfrenta a ameaça de dragões e gigantes que atacam sua cidade, Neverwinter. Inspirado por heróis como o paladino Godrick, ele decide lutar para proteger sua irmã e a cidade, mesmo diante de uma visão aterradora de destruição. Após uma batalha intensa, Ragna se vê em meio a escombros e raiva, determinado a vingar sua cidade e encontrar sua irmã desaparecida.

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Lore Ragna

Ragna, um jovem guerreiro, enfrenta a ameaça de dragões e gigantes que atacam sua cidade, Neverwinter. Inspirado por heróis como o paladino Godrick, ele decide lutar para proteger sua irmã e a cidade, mesmo diante de uma visão aterradora de destruição. Após uma batalha intensa, Ragna se vê em meio a escombros e raiva, determinado a vingar sua cidade e encontrar sua irmã desaparecida.

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Hesitação é Derrota.

dar orgulho

Hesitação é Derrota
Anos passaram-se, Ragna já havia 5 anos de experiência como um
guerreiro, treinado na mesma moda que sua mãe, então podia-se
dizer que era um bárbaro, ainda mais quando ficava extremamente
irado durante os combates, parecia ter a força de um touro
ensandecido. Sua vida ia bem, tinha seus 20 anos de idade, era
promissor em seu dever, tinha uma irmã que crescia bem e
saudável e finalmente conseguiu manter sua raiva em paz, seus
pais tinham orgulho do caminho que Ragna estava seguindo, até
que notícias chegaram com os ventos: “Dragões Cromáticos e
Gigantes estão se juntando para conquistar a Costa da Espada!”
outras que falavam que o próprio Hekaton, o Rei dos Gigantes
da Tempestade, tinha saído de seu trono para avançar nas linhas de
frente atrás de um grupo, grupo este de uma lendária guilda
chamada , o grupo dito “ ”
que iam ganhando cada vez mais fama e seus nomes eram ditos em
grande parte da costa da espada, inclusive em Neverwinter, o Lider
desse grupo um guerreiro paladino chamado era quem
mais inspirava Ragna, vez ou outra a Gazeta de Waterdeep vinha
com jornais até Neverwinter onde divulgava as histórias mais
recentes que iam acontecendo, entre essas histórias algumas
publicadas pelo Volothamp Geddarm onde citava feitos desse
grupo em Ascensão que tinham a capacidade de se tornarem uns
dos grupos mais fortes que já apareceram, quem contavam com
uma grande maga que controlava o tempo e tecia o movimento da
trama com tamanha naturalidade , um mago meio dragão
que dançava no campo de batalha com tamanha maestria que
lembrava os antigos elfos Ayanami, um Bardo qualquer chamado
, Um druida das chamas primordiais ardentes que varriam
os inimigos no campo de batalha , entre outros que
acabaram caindo no caminho que eram citados brevemente. Mas
quem mais Ragna se inspirava era realmente no Paladino Godrick,
queria poder um dia encontra-lo e quem sabe até fazer parte da
March to Mechanus, parecia ser realmente um grupo muito
incrível, por mais que enfrentassem perigos grandiosos, eles nunca
desistiam e sempre iam em frente... Como meu pai diria: “Ser um
herói não é só ter poder, mas também fazer a coisa certa quando
ninguém está olhando. Precisa ser forte para enfrentar o mundo,
não apenas por si mesmo, mas para proteger os outros. Ser um
Herói muitas vezes é lutar mesmo sabendo que irá perder.” E
assim eu posso dizer da minha concepção, eles são verdadeiros
Heróis, mesmo que ninguém veja pelo o que estão passando,
sempre estão dando a vida por todos que vivem no mundo, Ragna
admirava principalmente esse valor em Godrick, a Determinação
que tinha e sua coragem e se espelhava em poder fazer o mesmo
algum dia, mesmo sem muita esperança.

A Mensagem de uma guerra se tornava real cada vez mais, boatos


vinham da região do mar das estrelas que dragões cobriam os céus
enquanto voavam e tremores aconteciam com os avanços dos
gigantes, a antiga história sobre os gigantes que se esconderam na
espinha do mundo parecia cada vez mais real de acontecer, os
Gigantes de Gelo Eterno retornariam de seu descanso e com
vontade de destruição, agora sem Brunhilde em plano terreno para
impedir eles, mas tudo estava bem, ainda tinha o pai de Ragna
Bjorn Mordoki “Presa de Freki” e a sua mãe também, guerreira
de sangue do norte gélido, Astrid Felkberg “Caça-Cabeças” ia
mostrar quem ficaria de pé no fim no inverno em um fatídico dia
Bjorn empunhava Machado Grande mágico, um dos poucos
mágicos nomeados no mundo “Derruba Gigante” e Astrid
segurava sua Espada Grande apelidada “Flagelo Estelar” e ambos
iam para a região de Mirabar combater o avanço dos gigantes
vindo da espinha do mundo, gigantes ancestrais que um punhado
deles seriam mais fortes que um exército de gigantes de pedra, os
Gigantes da Quintessência da Tempestade também estavam
presentes em forma das tempestades incessantes de gelo e neve que
sopravam constantemente com raios violetas, ambos foram
claramente com a intenção de voltarem vitoriosos, mas Ragnar
nunca pode saber a notícia, pois foi num final de tarde, um fim
de dia, o começo de um inverno... que Nerverwinter conheceu o
crepúsculo eterno.

Bjron e Astrid tinham partido fazia pouco mais de uma semana


para Mirabar, Ragna estava encarregado de defender sua irmã se
algo chegasse, tinham guerreiros muito mais poderosos que Ragna
no mesmo nível que Bjorn para defender a cidade caso algo
acontecesse, estávamos esperando gigantes de quererem sua
vingança gélida ou crepitante como raios. Ragna esperou por
tempos e tempos, noite e dia alguma notícia, ele olhava para o céu
com nuvens densas, um floco de neve lentamente caía em seu
rosto, ele exalava o ar ainda olhando pro céu de um único tom de
cinza nublado, o ar quente saia em forma de vapor que se esvaia
aos ventos gelados do inverno que se aproximava, as defensas
estavam sendo formadas mas ele tinha que ir para sua casa, sua
irmã não podia ficar sozinha embora ela já tivesse seus 15 anos de
idade, ele sentia algo ruim no âmago de seu ser, ele tive uma leve
previsão, viu uma sombra enorme, uma sombra tão mas tão
grande que engolia a cidade e então ela ardia em chamas! Foi algo
de um segundo assim que chegava em sua casa, ele presenciou isso
e foi pela primeira vez na vida que ele sentiu um medo tão
excruciante que o paralisou, ele arregalou seus belos olhos azuis
em frente a sua casa onde corvos pousavam no telhado e então
todos fugiam em direção contraria ao sudeste que olhando bem ao
longe tinham picos gelados, a montanha das estrelas. Ragna sentiu
pela primeira vez a vontade de fugir, ele deu um passo recuando,
para ir embora daquela cidade para sempre, mas ao virar as costas
em sua mente piscou a imagem de sua querida irmã, as lembranças
de quando ela era criança e então uma voz distante quase nostálgica
“Nunca deixarei que te façam nada de mal! Eu serei o urso que te
protege Grrrrr!” ele parou no mesmo instante, cerrou o olhar e
os punhos e falou consigo mesmo “Eu vou lutar!” ele foi
novamente para dentro da casa alertou a irmã sobre a visão que
teve e achou que talvez fosse algo profético, Sigrid nem duvidou,
para ele vir as pressas, com aquela expressão... suando frio,
gaguejando... ele com certeza viu algo que era de fato um perigo
quando estavam prontos, os alarmes soaram “INIMIGOS!
INIMIGOS! SE APROXIMANDO DA MURALHA!!”
Ragna tinha dois deveres, proteger sua irmã ou Neverwinter e ele
decidiu que ia conseguir fazer os dois. Sigrid era por muitas vezes
protegida, com aqueles cabelos loiros que nem a mãe, mas Sigrid
também tinha um sangue muito antigo correndo em suas veias,
Ragna apenas empurrava um discurso de proteção nela, mas ela era
igualmente forte! Ela ajudava entregando os suprimentos, os
primeiros inimigos foram dragões jovens que vieram do mar,
Dragões Azuis, foi uma batalha difícil, mas o apoio dos
suprimentos foi uma mudança essencial para quem estava no front
as armas de cerco eram constantemente abastecidas, armas que
foram criadas para combater dragões no passado, chamadas
“Escorpião” uma imensa balestra de cerco em formato de X com
sistemas de corda com manivela que disparavam flechas do
tamanho de duas pessoas com força absurda para penetrar aquelas
escamas e destroçar os dragões. Ragna ajuda em batalhas de
inimigos que já estavam dentro das muralhas, eram humanos que
conspiravam contra outro humanos e veneravam os dragões mais
que tudo, esses cultistas malditos encontraram o fim no fio da
lâmina de Ragna, porém, um desses, Ragna repensou sobre mata-
lo e resolveu interroga-lo e descobriu que existiam traidores que
estavam impregnados na cidade a muito tempo e que o fim dela já
estava ditada, “O GRANDE INFERNO ESTÁ SE APROXIMANDO”
disse o ocultista em seu ápice de insanidade antes de ser decapitado
onde o mesmo morreu com um sorriso doentio que não se desfez
mesmo com a cabeça rolando. Traidores malditos não havia espaço
pra esse tipo de gente na situação que nos encontrávamos, pelo o
crime dele o pagamento seria sangue! Ragna saiu rondando a
cidade agora parcialmente destruída com alguns cadáveres
espalhados por ai, naquelas ruas onde antes vendiam seus produtos
manufaturados, relógios de água, agora no chão totalmente
quebrados, as cerâmicas estilhaçadas ao chão, a cidade vazia de
vida, até mesmo as flores e plantas que floresciam e cresciam em
inverno rigoroso estavam murchas e mortas, parecia que havia
chegado o inverno de Nerverwinter, corri até ver Sigrid sendo
cercada por cultistas onde eu rapidamente lidei com eles junto dela,
mas ela estava ferida e não dava pra continuar lutando, as muralhas
já parcialmente derrubadas, o “Presa de Freki” não se encontrava
presente e nem a “Caça-Cabeças” os inimigos haviam se
infiltrado tão afundo que não dava para conter mais um ataque e
das sombras conseguem me acertar um dardo envenenado onde
meus olhos começam a ficar pesados e quando meus cabelos iam
ficando vermelhos eu apaguei só vi Sigrid caindo ao chão também
e quando acordamos já era final de tarde, diversas casas em chamas
e estávamos em um ponto alto, era o Castle Never da família real
onde o Lorde Dagult Neverember morava e era um cenário
estranho e silencioso mesmo com os inúmeros acontecimentos o
sol iluminava com o brilho levemente alaranjado as paredes brancas
das grandes estruturas do Castle Never, o vento soprava
calmamente como uma brisa marítima sopra o rosto do pescador
pelo o
início da
manhã.
Quando
olhei
melhor
apara a situação eu vi ocultistas rezando em dracônico para dois
nomes em específico que eu consegui ouvir no meio das palavras
que não entendia “Tiamat” e também “Imvaernahro” oravam
isso olhando para o céu e ao longe com o sol se pondo, eu pude
ver, um sombra gigante que se aproximava, vindo do Pico
Estrelado, voando com enormes assas de couro, estava amarrado e
quase incapacitado junto de minha irmã e olhando ao lado eu pude
ver o próprio Lorde Neverember amarrado e preso, quando eu vi
a mínima chance de fugir eu fui com tudo segurando minha irmã,
cai das escadas bolando e me machucando severamente com cada
quina de degraus que me acertavam, mas não deixei nada machucar
Sigrid sai pelos corredores do castelo, a parte do terraço superior
estava infestada de cultistas e reféns, sem chance que eu
conseguiria lidar com aquilo, então eu quis fugir, só eu e Sigrid
falando pra mim mesmo enquanto carregava ela nos braços “Vai
ficar tudo bem, seu irmão irá te proteger.” Até que apareceu
alguém com uma máscara de dragão vermelha nos corredores
usando corrente de chamas em mim, segurava
minha irmã, sem falar nada ele apenas olhava
encarando de forma fria, a levava embora com ele e
quando já estava bem distante aquelas correntes se
Imagem 2: Máscara do Dragão Vermelho
desfizeram eu escutava gritos vindo lá de fora eu ia
saindo do castelo indo para a cidade, foi quando eu vi, aquele
gigantesco dragão que se aproximava quase pairando a cidade como
se quisesse ver bem como ela era e como ficaria eu vi ele de baixo
eu entrei desesperadamente dentro de um poço que havia no meio
da cidade e fui descendo me arrastando nas pedras, a pele da minha
mão ia se desfazendo por conta da fricção nas rochas até ficarem
em carne viva e deixando rastro de sangue, o poço era fundo e frio,
quase seco até que eu cheguei a tocar a água e estava a quase 48
metros de profundidade, eu vi aquelas chamas por cima do poço,
o calor era tamanho que alcançava lá embaixo, eu apenas fechei os
olhos enquanto aquilo se pendurava, foram mais de 10 minutos
com fogo incessante de uma chama ardente que queimava tudo,
inclusive meu oxigênio lá embaixo, quando notei as chamas
parando eu fui subindo mesmo com as paredes ficando quentes a
um nível absurdo e queimando as palmas das mãos e pontas dos
dedos em carne viva com as pedras ferventes, eu subi e a cena que
vi era de desastre extremo... Casas apenas as cinzas e escombros, as
pedras derreteram, os cadáveres nas ruas não sobrou muita coisa
além de cinzas, achei o corpo de uma adolescente que se
assemelhava muito a minha irmã, imaginei onde ela estaria,
segurando aquele corpo de joelhos eu chorei, não de tristeza, mas
sim de ódio absoluto. Eu gritei, rugi para uma cidade destruída a
minha volta como se quisesse ser ouvido, quis lançar aquele grito
desumano do fundo da alma onde minha garganta estourasse, meus
cabelos estavam fervendo de raiva, meus olhos tiveram as artérias
tão dilatadas que começaram a ficar vermelhos destacando em meu
olho azul, eu chorei sangue, ardia, fervia, queimava, doía,
sofria, vazio e desolado sangue pingava escorrendo pela bochecha,
eu socava o chão com
tanta força que os ossos
do meu dedo estavam
começando a rachar e
sangrar, quem via ao
longe de fora da cidade
não acreditava que
aquele grito após as
chamas era de um único
homem e então Ragna
saiu caminhando pelos
escombros e cinzas, os
Imagem 3: Neverwinter Destruida destroços de pontes
(W k )
caídas e estátuas derrubadas, era tudo inacreditável, ele saindo com
aquele olhar que expressa uma raiva contida por anos e anos, ele
andou com os cabelos vermelhos pelos ventos quentes que
passavam pela cidade enquanto olhava para o Castle Never com a
visão manchada de vermelho e via o castelo em chamas e o Dragão
pegando o cofre dos antigos lordes levando todo o tesouro e
dinheiro ele foi até a floresta ao Leste “Neverwinter Wood” que
estava parcialmente queimada igualmente, indo
em direção à Sharandar, até que na floresta ele
encontrou um anão altamente equipado com
sua barba ruiva escura cheia com anéis
prendendo a barba em tranças e caolho, ele
observava a situação com calma e via o
guerreiro se aproximando ele logo o aborda
ainda uns 6 metros de Ragna que se
aproximava: “HAHAHAHA Você sobreviveu
as chamas de Imvaernahro?! HAHHAHAHA Você
é um humano interessante, eu tava pronto pra puxar briga
com ele de novo, mas acho que achei outra pessoa a altura!” Isso
Ragna ainda não parou de ir em frente enquanto Magna falava e
Magna fala: “Hoho, então você decide se aproximar, mesmo
sabendo que estou perfeitamente equipado e sem danos?” e Magna
também começou a se preparar para ir pra cima, mas quando
Ragna se aproximou Magna arregalou os olhos de uma hora pra
outra...... pareceu........ M E D O. Magna instantaneamente dá
um golpe, um soco forte o suficiente para desacordar um dragão,
e Ragna é lançado para longe por quase 18 metros onde ficou
apenas fumaça subindo e aquele brilho vermelho, vermelho ruivo
carmesim que ardia através da poeira... Ragna levantava e
continuou andando agora mordendo os lábios enquanto escorria o
sangue em um ódio absoluto no olhar encarando e Magna que
olhou para a própria mão sem entender... ela tremia um pouco.
Ele olhava meio chocado para Ragna “O que... diabos é isso...?
(Ele respira de leve voltando a postura) HAHAHAHHA VOCÊ
É INTERESSANTE, NOSSA BATALHA SERÁ LENDÁ––”
e quando ele está no meio do discurso olhando para os céus ele
escuta algo caindo e para seu discurso repentinamente e quando vê
é Ragna desacordado caído no chão e os cabelos voltando a ficar
aquele loiro. Magna fica confuso sem saber se ele morreu ou o
que houve, até sua cabeça raciocinar que ele estava em um estado
de Frensi, ele estava fora de si e o que mantinha em pé mesmo com
aqueles ferimentos e o corpo exausto era uma raiva incessante,
Magna olhava e diria naquele momento “É tão ardente quanto as
chamas dele...” Ele estranhamente acaba sentindo conexão com
aquele Humano estupidamente alto que tinha muitos menos
séculos de existência que ele, ele lembra dos cabelos ruivos de um
antigo conhecido que não via a muito tempo, relembra da sensação
que aquele humano causou pela primeira vez nele, aquele instinto
de responder em prol da defesa e chega a falar: “Acho que não é
um desperdício treina-lo e vê onde pode chegar... “Ele poderá até
entrar na família, Endrick e Helena também tem envolvimento
com pessoas de fora, por que eu não poderia? Será que ele também
tem a chance de se tornar um inimigo da família que nem aquele
Irmão do Endrick? Aí eu vou poder lutar com ele de verdade e
com motivos MWAHAHAHAHA Vou treina-lo pra ser forte!
E se ele entrar na família ganhamos alguém forte, se não entrar na
família... Terei uma grande batalha, é perfeito!” ele segurava
aquele humano estupidamente alto no ombro com os braços dele
se arrastando pela terra enquanto Magna ia gargalhando em direção
ao norte.

Após uma longa jornada ao norte onde por vários dias Ragna
permaneceu desacordado com pesadelos sobre o que acontecia
vendo a irmã queimada juntos dos outros da cidade, onde figuras
humanoides carbonizadas perseguiam Ragna atrás de estrangula-
lo onde ele constantemente corria por onde quer que fosse, até que
inevitavelmente ele chegava em um lugar que era um deserto com
diversas ruinas, um deserto de areia com cinzas e fuligens a que
tornava a areia quase negra e encarava aquele céu morto, via apenas
um sol negro que se impusera onipotente devorando tudo, até que
Ragna finalmente acorda em um grande susto. Ele acorda pro lado
meio perdido, a última coisa que lembra era de ver tudo em ruinas
e queimado, ele tenta lembrar de mais coisas, mas parece que pelo
seu próprio bem a mente dele limita a ele a não lembrar de tudo.
Até que ele nota uma fogueira onde a madeira no fogo estralava,
olhando ainda mais para a direita via um anão muito bem
adornado e equipado com itens de qualidade ele fumava
calmamente seu cachimbo, tragava forte suficiente para ver o
fumo brilhar em vermelho com a combustão e então soltava e a
fumaça se espalhava pelo ambiente, ele olhava calmamente para
Ragna olhando naqueles olhos azuis: “Finalmente acordou
moleque, acho que já ia fazer uma semana. Que tu tava
desacordado desse jeito” e então Ragna olhava para o próprio
corpo vendo-se sem mais ferimentos e enfaixado e faz a pergunta,
“Quem é você?” e Magna tragando “A partir de agora pode me
chamar de ‘mestre’ eu vou te treinar por agora pirralho.” E Ragna
confuso com a situação “Que? Você me treinar? Por quê? Eu
estava agora pouco em Neverwinter... Eu vi tudo aquilo e e-eu
apaguei do nada e não estou conseguindo lembrar de muitas
coisas––” e antes que conseguisse terminar de falar o Magna
interrompe dizendo: “Mas você lembra do Imvaernahro, não é?”
e aquilo da um choque em Ragna, onde ele apenas concorda com
a cabeça com seus cabelos mudando o tom levemente e Magna
continua: “Eu posso te dar a chance de lutar com ele se assim
desejar, podemos dizer que ele é um antigo conhecido meu...”
Onde Magna vai levemente mostrando uma cicatriz no peito e
continua “Posso te deixar forte pra poder tentar ter sua vingança
ou pelo menos, morrer tentando HAHAHAHA. Eu sei muito
bem onde ele mora, sei de como ele age por lá e sei como enfrentar
aquele canalha ganancioso ranzinza em seu Covil. Aviso logo, não
vai ser fácil. Mas vai depender você, aceitar minha tutoria ou ficar
por conta própria, Aurvel barthoun, ilith!” ele falou alguma
coisa em anão que não deu para entender bem pois Ragna não tinha
conhecimento, mas Ragna responde em Comum que se for pra se
vingar daquele desgraçado fará o que for preciso para ceifar a vida
daquele dragão, por sua honra, por sua família, pelo seu sangue e
pelo sangue que foi derramado a chama da sua fúria queimaria até
mesmo aquele Grande Wyrm Vermelho. E nisso se deu pros
treinamentos intensos na espinha do mundo, Ragna uma hora
apanha e outra hora Magna batia, mesmo que libertasse a fúria
dentro de si e seus cabelos ficando vermelhos, não adiantava de
nada de frente a Magna que parecia uma parede de músculos
equipada de armas mortais, ensinava coisas que normalmente não
aprenderia como: “Em uma batalha o vencedor é sempre quem
está de pé por último! Por isso, sempre se levante de novo e de
novo até que o inimigo seja derrotado!” ou então: “Sempre que
achar um enigma a frente é muito importante usar a cabeça,
sempre que dei cabeçadas nas portas elas sempre abriam!” e esse
tipo de coisa, mas o que mais se deu foco foram estratégia de como
derrotar Imvaernahro graças a dias e dias de batalhas contados. Eu
também ficava todas as noites olhando para o céu estrelado com
aquelas auroras boreais que enfeitavam o céu noturno em sua
tremulações quase hipnóticas e pensava na minha irmã perdida
sequestrada e onde ela quer que esteja queria saber quem eram os
traidores infiltrados, se não fosse por eles, Neverwinter
conseguiria resistir muito mais e evacuar os civis, já que o Lorde
Neverember estaria comandando nossas forças militares dando
ordens exatas, estava pensando também no seu pai, Bjorn Mordoki
e minha mãe Astrid Felkberg, o que eles estão passando agora? E
qual será a reação deles quando descobrirem sobre tudo? Eu preciso
encontrar eles logo, o mais rápido que der e mostrar que ainda
estou vivo, mas também preciso me fortificar para vencer aquele
Dragão Monstruoso. Constantemente Ragna sentia um chamado
vindo daquela bolsa do Magna algo singelo como um sussurro de
leve como se o vento que passasse entre os montes uivantes e
gelados falasse “Portador... Sem... Hesitação... Empunhe-me.”
Ele achava que já estava ouvindo coisas até que Ragna questiona
sobre isso a Magna, já era tarde da noite, e Magna acordava
extremamente estranho falando coisas sem sentido como “Eu já
parei de peidar que nem esterco molhado, para de dizer que tô
errado em cagar duro” era bastante confuso, mas insistindo um
pouco mais ele finalmente acordou “O que é lylac Barthoun?”
Ragna apontava para a bolsa e relatava o que ouvia, junto disso
um brilho o que parecia vir de uma chama levemente roxa, Magna
olhava levantando a sobrancelha
do único olho bom que tinha
olhando para Ragna junto de
talvez um suspiro que já suspeita
o que seja, Magna coloca a mão
em sua Bag of Holding, onde
lentamente vai retirando uma
Espada Longa, sua lâmina era
levemente curta apontando uma
Imagem 5: Angul, A Guardiã do Sinal Cerúleo afinidade maior para cortes, seu
pomo parecia ser feito de uma madeira negra que emanava energia
vinda do Feywild, runas apareciam na lâmina, encravadas de
centenas de anos atrás, sua guarda era feita de uma resina negra
que brilhava em um tom púrpura junto de uma joia encrustada e
detalhes que traziam uma estranha sensação aberrântica como se
tivesse na presença de um Abolete e mão de Magna parecia queimar
um pouco a empunha-la enquanto ele falava: “Essa coisinha aqui,
ela é algo que eu peguei já deve fazer uns 147 anos e está em minha
posse agora, se chama “Angul” é uma antiga relíquia e um
tesouro de valor inestimável, mas ela se recusa a ser usada por
mim, então eu deixo ela lá dentro até me aceitar.” Ragna olha
para a gema encrustada na lâmina, a espada brilha no mesmo tom
roxo distante que parece ter vindo do espaço e algo alienígena, o
tom de roxo ilumina aquela caverna feita por Magna para viver
nas montanhas uivantes e o fogo da fogueira se torna púrpura
igualmente, fal0u em voz alienígena em abissal que era a princípio
incompreensível em Abissal: “Você! Sangue Ancestral, você com
certeza será de bom uso para mim! Me empunhe e destruiremos
esse anão e acabaremos com os inimigos que atormentam esse
mundo! A Muito tempo desejo ser portado por um guerreiro do
seu Calibre, Eu irei retirar qualquer medo, Hesitação e Dúvidas
e você será imparável!” Ambos escutam a voz estridente na cabeça
Magna por vontade da espada não entende nada, apenas a dor de
cabeça, ficando bravo ele começa a dar cabeçadas na espada e
falando “ESPADA MARDITA, POR ISSO NÃO GOSTO
DELA” e então a guardando de volta na bolsa balançando a cabeça
pro lado e pro outro: “Tenho que matar o Imvarnarhro com ela...
Mas se você estiver forte o bastante até lá eu posso te entregar antes
de batalhar com ele.” Ragna apenas aceita feliz a proposta e assim
se passa muito e muito tempo de treinamentos, foram quase 1 ano
treinando tão intensamente que poderia se dizer que Ragna tinha
a mesma força e resiliência que os antigos caminhantes de gelo que
colonizaram essa terra e depois de bastante tempo de treinamento,
Magna olha nos olhos de Ragna, aqueles olhos azuis brilhantes
como raios: “Aurvel Barthoun, você superou minhas
expectativas, devo dizer. Você foi o meu primeiro aprendiz,
queria que tivesse sido meu Aurvel, mas não esperava que ele fosse
aquilo o que foi...” Magna da um olhar de decepção olhando para
baixo, meio cabisbaixo como se algo tivesse abalado muito as
estimativas dele e continua “Mas acho que eu teria treinado ele
como foi com você. Fico feliz que tomei a decisão de te ensinar e
espero muito que não quebre minhas expectativas, agora tá na sua
hora de procurar por vontade própria seu caminho, lembre-se, o
caminho do guerreiro é desafiador e árduo, mas sempre que cair...
LEVANTE DE NOVO!” junto disso ele entrega um contrato de
um pedido de um antigo amigo de Magna, era sobre explorar uma
antiga mina que estava perdida e foi recém descoberta, ele escora
aquele papel velho no peito de Ragna falando: “Vá Lylac
Barthoun, você tem que fazer seu caminho antes de enfrentar
aquele monstro, lembre-se e use tudo que eu te falei, quem sabe
eu também não apareça para ajudar, embora eu acho que isso é
você que tem que resolver pelo o que ele fez, Você e quem você
achar de confiança pelo caminho, a localização está no papel
também, fica relativamente perto da antiga Nerverwinter, deve
estar em reconstrução nesse exato momento e não vá partir dessa
pra melhor antes de você me mostrar o quão forte você ficou, que
Odin te vigie, Ah e eu nunca falei meu nome para você, não é
Ragna? Eu sou Magna, por enquanto apenas isso Hahahaha.”
Ragna com aquele papel frágil nas mãos enquanto suas mãos
calejadas a seguram com sua primeira missão confiada ele concorda
com a cabeça e decide que irá cumprir “Você é meu Arausamman,
espero te encontrar novamente, Magna.” Magna apenas se vira de
costas e diz para ir logo, pois talvez chova ou irá começar a chover
em breve, Ragna vai pisando os pés do lado de fora da caverna,
está uma Neve amena, porém ele escuta umas pequenas fungadas
de choro e diz “Realmente, está para chover, então irei logo
Arausamman” junto de outras palavras anã além de
“Arausamman” ele diz complementando: “Findar drak kor
egulash. Deladaraugh or(ou) cauv xunderbrok ilith” que seria
algo como “Ache (ou procure achar) seu propósito. Morrer em
batalha ou achar o tesouro secreto de seu juramento.” Enquanto
ele sai com aquele peso em seu coração novamente, sua irmã
desaparecida há mais de 1 ano, não vê os pais a tanto tempo e sente
vergonha de si mesmo por não ter sido capaz, aquilo pesa tanto
quanto levar uma arvore nos ombros. Era como se ele se sentisse
mais pesado só por ter aquilo em seu coração e então ele se lembra
das palavras daquela espada e sussurra para si “Talvez não fosse
tão ruim algum dia eu conseguir porta-la...” e ele sai naquela neve
fria em direção ao que marca no mapa, pouco a sul de
Neverwinter, o lugar que um dia ele já foi, mas a 1 ano atrás um
monstro devastou tudo e seria dever dele eliminar a todo custo ele
e aqueles traidores do culto do dragão, ele jura naquele local frio
onde a neve cai incessantemente que do fundo mais profundo de
seu coração, de sua alma, de seu ser... Que vai matar todos que
tiveram culpa nisso, enquanto serra os dentes e caminha com
aquele olhar afiado e sem perceber o cabelo estava parcialmente
tingido daquele vermelho e pequenos raios brotavam mais ainda
saindo de seu corpo surgindo do cabelo que carregava ascendência
divina adormecida que parecia se revelar cada vez mais.

Cabe a Ragna trilhar esse caminho de raiva e ódio, uma hora ele
tem que aprender a controlar novamente, se não irá ferir aqueles
que estão em sua volta mais uma vez, ele tem que Resgatar sua
irmã, lidar com a vergonha de ter o orgulho quebrado e carregar
a culpa e o sangue de diversos inocentes em suas lâminas, pois,
cabe apenas a Ragna, talvez uns dos poucos, ou se não o ÚNICO
sobrevivente da catástrofe, assombrado por esses pesadelos, mas
ainda assim, ele Escolheu ser uma boa pessoa, mesmo com todos
os motivos para ser um vilão. Que nem o Herói que ele se inspira
que ser a Égide de pessoa importantes para ele, mesmo que seu
coração mergulhe em trevas ele lutará pelo bem e os inocentes que
precisam, mesmo que doa, mesmo que sofra, mesmo que queime,
mesmo que perturbe ele... Ele vai levantar e continuará lutando,
pois é assim que aquele que quer ser um herói tem que ser, lutar
mesmo quando tudo parece sem esperanças e ser aquele farol,
aquele sinal Cerúleo que clareia até as mais densas tempestades.
Talvez seja isso que ainda o torne humano, seja o que segure ele,
aquele simples grupo de aventureiros que não eram ninguém no
passado, mas se tornaram o maior destaque. Talvez seja a natureza
dele mesmo junto a tudo isso, ele lutará pela luz e pelo bem mesmo
que esse seja seu flagelo, que seja sua ruina no futuro, mas se
morre lutando em prol do que acredita DRAK KOR EGULASH
DELADARAUGH “Mostrarei meu propósito morrendo em
batalha.” Parece que um grupo de pessoa será contratado nessa
missão à antiga Phandalin, quem sabe não seja as novas pessoas que
seguirão com Ragna e os protegerá como seus Arausamman.

Esse não é o fim, mas apenas o começo de uma história ainda


maior de espero que tenha sido uma
boa história que deu para acompanhar e entender o personagem,
que tenha dado um grande embasamento e que ele possa continuar
em contante evolução não apenas quando acabar o arco dele, mas
que ele continue aparecendo e tendo destaque até nós arcos
seguintes e que se torne um grande companheiros para todos e que
inspire muitos a continuar, darei o máximo para interpretar um
grandioso personagem SUPER HIPER MEGA GIGA CHAD
como o Ragna é. Algo que não é deixado muito claro na Lore é
que ele é um Aasimar nível zero e no começo da lore nível um,
onde ele vai revelar ser realmente um Aasimar apenas no nível 3,
mas uma característica marcante nele é a mudança das cores de
cabelo e em sua pele há diversas sardas espalhadas pelo corpo, não
em quantidade abundante mas aparente, são sardas metálicas e de
cor de prata que conduzem eletricidade (a prata é o melhor
condutor elétrico entre os metais) e isso deve a seus antepassados
beeeeem antigos e uma das características roladas que o Aasimares
tem quando escolhe a raça. Acho que isso finaliza tudo (Eu acho)
não sei se tem mais algo pra desenvolver, mas sinto que sim,
porém irei deixar apenas isso, mas se tiver dúvida em algo após ler
isso, pode perguntar claramente que responderei. Logo abaixo
estão as imagens de personagens e NPC e Armas que não tiveram
imagem.
Imagem 9: Magna Planarbreaker (Lennsher)

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