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Tutorial Arduíno

O documento é um tutorial sobre a conexão de sensores PIR ao Arduíno, incluindo detalhes sobre pinos, alimentação e uso de breadboard. Também aborda a instalação do software Arduíno e a configuração do sistema SAP, que utiliza o programa StandardFirmata para comunicação com o Arduíno. Os dados coletados pelos sensores são gravados automaticamente em arquivos .txt na pasta 'data'.

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Tutorial Arduíno

O documento é um tutorial sobre a conexão de sensores PIR ao Arduíno, incluindo detalhes sobre pinos, alimentação e uso de breadboard. Também aborda a instalação do software Arduíno e a configuração do sistema SAP, que utiliza o programa StandardFirmata para comunicação com o Arduíno. Os dados coletados pelos sensores são gravados automaticamente em arquivos .txt na pasta 'data'.

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Tutorial Arduíno

Sensores PIR (passive infrared)

Os sensores possuem ajuste para sensibilidade e tempo de amostragem (não sabemos


muito bem o funcionamento do tempo, mas deixamos no mínimo, que parece ser
cerca de 1 sim/não por segundo).

Também há 3 pinos: GND, out e 5V.

Arduíno X Simonetta

Arduíno Simonetta
5V +
Out -
GND Terra (malla)
Esquema de conexão dos sensores IR com Arduíno

Os sensores enviam os dados pelo negativo, e recebem a energia necessária da fonte


de 5V. A placa organizadora ou o breadboard serve para ligar os sensores em série,
de maneira que recebam energia da mesma fonte. Também existem algumas entradas
específicas para terra e positivo (5V) na placa do Arduíno que podem ser usadas para
alimentar sensores, mas não estamos utilizando.

É recomendado conectar um fio terra da série de sensores no Arduíno também,


porque o terra é usado como parâmetro de tensão para o sensor (diferença de tensão
entre positivo e terra é interpretado como “sim”, estímulo), mas há oscilações
naturais de tensão, então elas devem ser descontadas pelo Arduíno.
Ligando sensores em série no breadboard

O pino do meio do sensor é o da saída (negativo), que estará conectado ao Arduíno


em algum dos canais. Os pinos terra (GND) e positivo (5V) são os da alimentação.
Usamos o breadboard para que vários sensores possam receber energia da mesma
fonte.

No esquema, as cores azul claro e vermelho claro indicam onde a energia está
passando dentro do breadboard. Nos cantos externos, onde tem os desenhos de (+) e
(-) na placa, os buraquinhos estão conectados verticalmente. Nas duas divisões
internas, os buraquinhos estão conectados horizontalmente.
As cores azul escuro e vermelho escuro indicam as conexões que fizemos com cabos.
Ligamos o positivo e negativo da fonte nas linhas externas, de maneira que a energia
esteja percorrendo toda a extensão da placa, verticalmente. Então, fazemos uma
ponte para cada sensor que queremos conectar, de maneira que a energia percorra
uma fileira horizontal. Assim, cada sensor estará recebendo energia da fonte pelo
positivo e pelo *terra.

*Terra versus negativo: Aparentemente, ambos indicam um ponto de menor tensão


em relação ao positivo e, por isso, às vezes o mesmo fio pode ser chamado de terra
ou de negativo.

Na foto: Os fios azul e vermelho na borda superior do breadboard são da fonte. Cada
sensor está ligado na placa por um fio terra e um positivo. O fio negativo de cada
sensor está ligado a uma entrada no Arduíno, correspondendo a um canal.

Instalação do programa do Arduíno (funciona bem em Windows 64 bits)


Primeiro, é preciso baixar o programa do Arduíno neste site:
[Link]

O que usei em Janeiro/2017 foi a versão arduino-1.8.1-windows

Depois de instalar, pode-se ligar a placa ao computador por um cabo USB.

Verificar se o programa encontra a placa na porta em que você conectou:


Como a placa que estamos usando não é oficial, ela pode não ser reconhecida, não
aparecendo opção de porta nenhuma. Podemos resolver esse problema instalando um
driver chinês que o Danilo encontrou nos fóruns do Arduíno.

O link direto não funcionou para mim, mas consegui encontrar o arquivo para baixar
no site. É preciso dar um unzip, abrir a pasta CH341SER e abrir o arquivo [Link].
Com isso, o programa passa a reconhecer a placa chinesa.
Sistema SAP do Marconi

• “O SAP utiliza, gravado no Arduino, um programa especial chamado


“StandardFirmata” que possibilita a configuração das portas direto pelo PC, sem
precisar usar o programa do Arduino.” Slides Marconi

Para carregar o StandardFirmata no Arduíno, é preciso fazer o que foi mostrado


anteriormente: selecionar a placa e a porta em Ferramentas, o StandardFirmata em
Arquivo/Exemplos, e, então, clicar no botão para carregar (botão setinha → ).

• “No computador iremos executar um software executável chamado “SAP_MEGA.exe”,


desenvolvido a partir do “Processing”.

• “Esse software pode ser executado no windows 64 bits e se comunica diretamente


com o Arduino, quando este está executando o StandardFirmata.” Slides Marconi

Para ele funcionar direito, precisar ter o JAVA 8 instalado no computador.

[Link]
Ao abrir o SAP_MEGA_B1, encontramos a seguinte tela:

(...)

Dados

Os dados são gravados em formato .txt na pasta “data”. Quando se abre o SAP, ele já
começa a gravar automaticamente. Cada dia gera um novo arquivo .txt que contém
os dados de todos os canais.

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