INTRODUÇÃO
É com entusiasmo e espírito de união que apresentamos as Regras de Orientação
Pedestre da CBO – Edição 2026. Este documento representa muito mais do que um con-
junto de normas: ele é o reflexo do nosso compromisso com a evolução do esporte, com a
justiça nas competições e com a valorização de cada atleta que se dedica à Orientação.
A cada temporada, buscamos aprimorar nossos processos, ouvindo a comunidade
orientista e incorporando boas práticas que elevem o nível técnico e organizacional dos
nossos eventos. Acreditamos que competir é mais do que buscar resultados, é viver inten-
samente os valores do fair play, da superação pessoal e do respeito mútuo.
As ROP 2026 foram cuidadosamente estruturadas para facilitar o acesso às informa-
ções, com seções organizadas por temas e tipos de eventos, além de um índice que permi-
te uma navegação ágil e objetiva.
Desejamos que esta temporada seja marcada por grandes conquistas, aprendizados
e momentos inesquecíveis. Que, ao final de 2026, possamos celebrar juntos os frutos do
esforço coletivo, enfrentando os desafios com coragem, sabedoria e espírito esportivo.
A CBO permanece de portas abertas para sugestões e críticas construtivas. Juntos,
construiremos uma Orientação cada vez mais forte, inclusiva e representativa de todo o
Brasil — do norte ao sul, do leste ao oeste — promovendo a integração nacional por meio
do esporte que nos une.
Avante, orientistas! Que 2026 seja um marco de superação e conquistas!
Piau!!!
Em azul, estão os ajustes de redação ou inserções de regras.
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 2
ÍNDICE
CAPÍTULO I - REGRAS GERAIS
01. Definições..................................................................................................................... 6
02. Categorias..................................................................................................................... 7
03. Rotina do atleta............................................................................................................. 10
04. Candidatura para organizar eventos........................................................................... 13
05. Informações sobre o evento......................................................................................... 13
06. Inscrição/Registro........................................................................................................ 15
07. Custos e Transportes.................................................................................................. 18
08. Percursos..................................................................................................................... 19
09. Mapas........................................................................................................................... 21
10. Áreas e rotas restritas................................................................................................... 22
11. Descrições dos pontos de controle............................................................................... 23
12. Ponto de controle.......................................................................................................... 23
13. Ponto de água.............................................................................................................. 24
14. Equipamento ................................................................................................................ 24
15. Treinamento.................................................................................................................. 25
16. Ordem de partida.......................................................................................................... 25
17. Partida........................................................................................................................... 27
18. Chegada....................................................................................................................... 27
19. Resultados.................................................................................................................... 28
20. Premiação..................................................................................................................... 29
21. Ranking Nacional de Atletas......................................................................................... 30
21.1 Considerações gerais.......................................................................................... 30
21.2 Ranking Nacional de atletas, categorias Elite...................................................... 30
21.3 Ranking Nacional de atletas, categorias “A” e “B”............................................... 30
21.4 Provas municipais................................................................................................ 31
21.5 Provas estaduais................................................................................................. 32
21.6 Provas regionais.................................................................................................. 32
21.7 Provas nacionais.................................................................................................. 33
21.8 Representações................................................................................................... 33
22. Ranking Nacional de Clubes e Federações................................................................. 34
23. Desportividade (competição justa) .............................................................................. 34
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 3
CAPÍTULO II - COMPETIÇÕES
24. Competições oficiais..................................................................................................... 36
25. Programa do evento..................................................................................................... 37
26. Disposições gerais........................................................................................................ 39
27. Calendário.................................................................................................................... 39
28. Campeonato Brasileiro de Orientação (CAMBOR)...................................................... 40
28.1 Formato da competição........................................................................................ 40
28.2 Categorias ............................................................................................................ 41
28.3 Critérios de classificação...................................................................................... 41
28.4 Premiação............................................................................................................ 42
28.5 Revezamento de clubes...................................................................................... 43
29. Campeonato Brasileiro de Orientação Sprint (CAMBOS)............................................ 43
29.1 Formato da competição....................................................................................... 43
29.2 Categorias ........................................................................................................... 44
29.3 Critérios de classificação...................................................................................... 45
29.4 Premiação............................................................................................................ 45
30. Campeonato Brasileiro de TrailO (CamBraTO)........................................................... 46
31. Campeonatos Regionais ............................................................................................. 46
32. Campeonatos Estaduais ............................................................................................. 48
33. Campeonatos Municipais.............................................................................................. 49
34. Competições de revezamento de equipes................................................................... 51
CAPÍTULO III - ARBITRAGEM
35. Arbitragem.................................................................................................................... 54
36. Reclamações................................................................................................................ 56
37. Protestos....................................................................................................................... 56
38. Júri Técnico................................................................................................................... 57
39. Apelação....................................................................................................................... 58
40. Relatório de evento....................................................................................................... 58
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CAPÍTULO IV – EQUIPE NACIONAL
41. Equipe nacional........................................................................................................... 59
42. Técnico/Dirigente......................................................................................................... 60
APÊNDICES
Apêndice 1 - Comissão organizadora ............................................................................. 62
Apêndice 2 - Sistema de apuração.................................................................................. 64
Apêndice 3 - Consciência ecológica................................................................................ 67
Apêndice 4 - Regras e princípios do traçado de percursos............................................. 68
Apêndice 5 - Gestão de risco e segurança em competições ......................................... 74
Apêndice 6 - Sistema de ranking nacional Elite.............................................................. 89
Apêndice 7 - Mídia, publicidade e patrocínio................................................................... 95
Apêndice 8 - Medalhas e Diploma Evento IOF WRE CBO............................................. 96
Apêndice 9 - Campeonato Brasileiro de TrailO – CamBraTO......................................... 98
ANEXOS ROP
Anexo A Dispositivo de partida (modelo)......................................................................... 108
Anexo B Dispositivo de chegada (modelo)...................................................................... 109
Anexo C Arena do Revezamento (modelo)...................................................................... 110
Anexo D Formulário de reclamação................................................................................ 111
Anexo E Formulário de protesto...................................................................................... 112
Anexo F Formulário de candidatura................................................................................. 113
Anexo G Graus de dificuldades (Percursos)..................................................................... 117
Anexo H Súmula de partida.............................................................................................. 118
Anexo I Súmula de chegada........................................................................................... 120
Anexo J Súmula de revezamento.................................................................................... 130
Anexo K Formulário de Autorização para Uso de Propriedade...................................... 136
Anexo L Plano Desportivo Anual..................................................................................... 138
Anexo M Etiqueta de Identificação de Pontos de Controle (modelo).............................. 139
Anexo N Autorização para menores de idade................................................................. 140
Anexo O Resumo das alterações realizadas (ROP 2026)............................................... 141
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REGRAS DA CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE ORIENTAÇÃO
CAPITULO I
REGRAS GERAIS
1 DEFINIÇÕES
1.1 A Orientação é um esporte no qual os competidores navegam de forma independente
através do terreno, auxiliados somente por mapa e bússola, devendo visitar no menor tem-
po possível uma série de pontos de controle marcados no terreno. O percurso, definido pela
localização dos pontos de controle, é revelado aos competidores apenas no momento de
suas partidas.
1.2 Em um percurso com partida intervalada, os competidores navegam no terreno de forma
independente.
1.3 Em percurso com partida em massa ou partida em perseguição, os competidores po-
dem navegar em estreita proximidade um com o outro, mas o formato dos percursos requer
navegação independente.
1.4 O termo competidor significa um indivíduo de qualquer sexo ou um grupo de indivíduos,
conforme o caso.
1.5 Os tipos de competições de Orientação podem ser classificados de acordo com:
1.5.1 O modo de deslocamento:
- Orientação pedestre;
- Orientação em bicicleta;
- Orientação de trailo;
- Orientação em esqui; e
- Outros tipos, desde que não usem motor ou qualquer meio que polua ou cause prejuízo
ao meio ambiente, salvo o caso da cadeira de rodas para deficientes.
1.5.2 A hora da competição:
- Dia; e
- Noite.
1.5.3 A natureza da competição:
- Individual (o indivíduo executa independentemente);
- Revezamento (dois ou mais competidores de uma equipe participando sucessivamen-
te); e
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 6
- Equipe (dois ou mais indivíduos participando juntos).
1.5.4 O modo de determinar o resultado de competição:
- Único percurso (o resultado de um único percurso é o resultado final da competição);
- Vários percursos (os resultados combinados de dois ou mais percursos seguidos durante
um dia ou vários dias, formam o resultado final da competição); e
- Percurso de qualificação (os competidores qualificam-se para um percurso final que será
disputado em duas ou mais categorias, sendo que o resultado da competição é o do percur-
so final); e
- Knock-out Sprint (ocorrem uma ou mais baterias com partida intervalada para se qualifi-
car para a seção knock-out. Na seção knock-out ocorrem um ou mais rounds com várias ba-
terias paralelas com partida em massa onde os vencedores se classificam para o próximo
round. Ao final, ocorre uma prova com partida em massa para determinar o vencedor.
1.5.5 A ordem na qual os controles serão visitados:
- Em ordem específica (a ordem é estabelecida no mapa); e
- Sem ordem específica (o competidor é livre para escolher a ordem).
1.5.6 A extensão do percurso:
- Longa distância;
- Média distância;
- Sprint; e
- Outras distâncias.
2 CATEGORIAS
2.1 As competições oficiais da CBO podem ser disputadas nas várias categorias previstas
nas regras da IOF de acordo com o sexo, idade e grau de dificuldade, com as peculiaridades
de cada competição prevista na regra 24 e relacionadas.
2.1.1 SEXO: “H” Homens e “D” Damas.
2.1.2 IDADE: sem limites.
2.1.3 GRAUS DE DIFICULDADES: “E” Elite; “A” Muito Difícil; “B” Difícil e “N” Fácil.
Categorias Categorias Nível de Idades limites
CBO (por sexo/idade) dificuldade
(aglutinadas) Homens Damas
(H) (D)
INFANTIL H10 D10 N Até 10 anos (nascidos em 2016 ou após)
H12 D12 NeB Até 12 anos (nascidos em 2014 ou após)
JUVENIL H14 D14 N, B e A Até 14 anos (nascidos em 2012 ou após)
(Estudantil) H16 D16 N, B e A Até 16 anos (nascidos em 2010 ou após)
H18 D18 N, B e A Até 18 anos (nascidos em 2008 ou após)
JÚNIOR
H20 D20 N, B e A Até 20 anos (nascidos em 2006 ou após)
(Universitário)
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 7
ADULTO
H21 D21 N, B, A e E De qualquer idade
(Universitário)
H35 D35 N, B e A Mais de 35 anos (nascidos em 1991 ou antes)
MASTER
H40 D40 N, B e A Mais de 40 anos (nascidos em 1986 ou antes)
H45 D45 N, B e A Mais de 45 anos (nascidos em 1981 ou antes)
SENIOR
H50 D50 N, B e A Mais de 50 anos (nascidos em 1976 ou antes)
H55 D55 N, B e A Mais de 55 anos (nascidos em 1971 ou antes)
VETERANO
H60 D60 N, B e A Mais de 60 anos (nascidos em 1966 ou antes)
H65 D65 N, B e A Mais de 65 anos (nascidos em 1961 ou antes)
H70 D70 N, B e A Mais de 70 anos (nascidos em 1956 ou antes)
VIP H75 D75 N, B e A Mais de 75 anos (nascidos em 1951 ou antes)
Sem H80 D80 NeB Mais de 80 anos (nascidos em 1946 ou antes)
aglutinação H85 D85 NeB Mais de 85 anos (nascidos em 1941 ou antes)
H90 D90 NeB Mais de 90 anos (nascidos em 1936 ou antes)
H95 D95 NeB Mais de 95 anos (nascidos em 1931 ou antes)
HN1 DN1 N Crianças acompanhadas com menos de 10
< 10 anos
anos (categoria não competitiva)
HN2 DN2 N Jovens acompanhados de 10 a 14 anos
10 a 14 anos
(categoria não competitiva)
HN3 DN3 N Pessoas acompanhadas com mais de 15
> 15 anos
anos (categoria não competitiva)
2.1.4 As categorias aglutinadas somente poderão ser utilizadas nos campeonatos estaduais
e municipais. Fica a critério das Federações a subdivisão das categorias aglutinadas ou a
criação de categorias especiais, para atender ou permitir um melhor enquadramento de pú-
blicos específicos, entretanto, o resultado final destas competições, a ser enviado à CBO,
fins de inserção no ranking, deverá estar enquadrado no padrão CBO de categorias (por se-
xo/idade).
2.1.5 Não deverão ser mais utilizadas categorias aglutinadas para as categorias VIP, a partir
dos 65 anos, em virtude do reduzido efetivo e da grande diferença de idade entre os partici-
pantes (Exemplo: atleta de 80 anos disputando com atleta de 65 anos na categoria VIP).
2.1.6 As competições juvenis/estudantis englobam como universo de seleção os atletas in-
tegrantes das categorias H/D 14, 16 e 18 anos, entretanto devido a peculiaridades de cada
competição, a faixa etária do universo de seleção será regulada em portaria específica, a ser
emitida pelo Conselho da CBO.
2.1.7 As competições universitárias englobam como universo de seleção os atletas integran-
tes das categorias JÚNIOR e ADULTO ELITE, neste caso, com idade limite de 25 anos.
2.2 Os competidores com 20 anos ou mais jovens pertencem a cada categoria até o fim do
ano calendário em que atingem a idade determinada. Eles têm o direito de competir nas ca-
tegorias de maior idade até e incluindo a 21.
“ Exemplificando a regra 2.2: referente as categorias 10, 12, 14, 16, 18 e 20, com
os limites estabelecidos de 2 em 2 anos. Elas são definidas pelo limite superior das
faixas etárias, como por exemplo: a categoria 14 é formada por atletas com 13 e 14
anos de idade ou menos, sendo que o atleta de 14 anos já está no limite estabeleci-
do para esta categoria no ano calendário. O ano que este mesmo atleta faz 15 anos
já é outro calendário e o limite para esta idade agora passa a ser 16 anos, e assim
sucessivamente. Eles ainda têm o direito de competir nas categorias de maior idade
até e incluindo a 21, se quiserem e acharem que têm condições físicas e técnicas
para isso”.
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 8
2.3 Competidores com idade de 21 anos ou mais, pertencem a cada categoria a partir do iní-
cio do ano calendário em que atingem a idade determinada. Eles têm o direito de competir
nas categorias mais jovens, até e incluindo a 21.
“Exemplificando a regra 2.3: referente às categorias 21 anos acima com os limites
estabelecidos de 5 em 5 anos. Neste caso, são definidas pelo limite inferior das
faixas etárias, como por exemplo: a categoria 45 é formada por atletas com 45
(completados a partir de 1º de janeiro do ano calendário), 46, 47, 48 e 49 anos de
idade (ou mais). O ano que este mesmo atleta faz 50 anos já é outro calendário e o
limite para esta idade agora passa a ser 50 anos, e assim sucessivamente. Eles ain-
da têm o direito de competir nas categorias mais jovens, até e incluindo a 21, se qui-
serem e acharem que têm condições físicas e técnicas para isso”.
2.4 A categoria ELITE (E) só pode ser constituída para H/D 21.
2.4.1 A categoria Elite é uma categoria especial, restrita a um número limitado de competido-
res, considerados como atletas de alto rendimento, ranqueados pelo sistema de classificação
da CBO. A CBO poderá restringir atletas que não tenham condições técnicas e/ou físicas
adequadas de fazerem parte da categoria Elite.
2.4.2 O atleta somente poderá participar de uma categoria com grau de dificuldade "E" se
obtiver classificação, em qualquer colocação, no ranking nacional do ano anterior em uma
categoria com grau de dificuldade “A”.
2.5 As competições destinadas a uma única categoria devem ser realizadas com percursos
diferenciados para homens e mulheres e só podem ser disputadas por atletas enquadrados
nesta categoria, respeitando os itens 2.2 e 2.3 desta regra.
2.6 Para o ano subsequente, os três primeiros do ranking do ano anterior, das categorias
com grau de dificuldade “B” nas idades, 14, 16, 18, 20, 21, e acima de 35 anos, poderão
mudar de categoria para o grau de dificuldade “A”.
2.7 Todos os atletas enquadrados no item acima, que não desejarem ascender de categoria,
deverão expressar sua vontade por escrito à CBO, por meio de seu clube e federação, sen-
do analisada sua situação. A CBO analisará cada caso em particular e se reserva ao direito
de aceitar ou recusar a solicitação.
2.8 O grau de dificuldade “N” não é considerado competitivo, cujo objetivo principal é permi-
tir o aprendizado do esporte pelo indivíduo, sendo todos os iniciantes agraciados com meda-
lhas sem distinção de classificação, no início da cerimônia de premiação. Essa medalha não
pode ser a medalha de participação que todo atleta inscrito recebe ao participar do evento.
2.9 Nenhum atleta poderá regredir seu grau de dificuldade (de “A” para “B” ou “B” para “N”),
exceto da categoria H/D21E para H/D21A, por insuficiência técnica de permanecer na mes-
ma, desde que comprovada, ou ao ingressar nas categorias Master (acima de 35 anos).
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 9
2.10 É responsabilidade de todos (dirigentes, técnicos, responsáveis e atletas) a adequada
distribuição/inscrição dos atletas nas categorias corretas, respeitadas suas condições
físicas e técnicas, obedecendo ao previsto nas regras 2.2 a 2.9.
2.11 O atleta que competir em categoria fora dos limites de idades permitidos pelas regras
2.2 e 2.3, terá os seus pontos desconsiderados para fins de cômputo no ranking da CBO e
outros processos seletivos.
Obs: As normas delineadas nas regras 2.2 a 2.11, visam o aperfeiçoamento de nos-
sos atletas, conduzindo-os a uma evolução progressiva dentro do esporte, buscando
de forma justa atingir a plenitude de suas potencialidades.
3 ROTINA DO ATLETA
Em todas as provas oficiais da CBO, os atletas devem seguir a seguinte rotina dentro da
área de prova, conforme ilustrada nos Anexos “A”, “B” e “C, desta ROP:
3.1 Ao chegar ao local da prova, o atleta deverá consultar a lista de partida e conferir o chip
que está atribuído ao seu nome. Qualquer atualização de dados ou mudança de chip deverá
ser informada a secretaria/apuração do evento antes de sua partida.
3.1.1 O atleta deverá utilizar o chip que está registrado em seu nome na lista de partida ou,
em caso de mudança, aquele que foi previamente autorizado pela organização.
3.2 Seguir a direção balizada e/ou sinalização para o local de partida do seu percurso.
3.3 Estar próximo à partida com alguns minutos de antecedência e manter-se em silêncio.
3.4 Quando o relógio da partida, que pode ser manual (*), der o sinal do seu minuto de parti-
da, o atleta deverá mostrar o chip para conferência e entrar na área 1 do anexo “A”, para
realizar a limpeza e a verificação do chip nas bases descritas com LIMPAR e CHECAR.
(*) O relógio manual pode ser um placar de 4 algarismos, funcionando três minutos adianta-
dos, e o sinal pode ser um silvo de apito ou qualquer outro sinal sonoro escolhido pela orga-
nização.
3.4.1 Após entrar na área 1 do anexo “A”, o atleta se responsabiliza que todos os seus da-
dos estão de acordo com o item 3.1.1.
3.4.2 É obrigação do atleta a realização correta dos procedimentos de limpeza e checagem
do seu chip antes de sua partida, sendo que a não execução desses procedimentos acarre-
tará a desclassificação do atleta. Se o atleta perceber que seu chip apresentou falha, duran-
te a execução dos procedimentos, o mesmo deverá acionar o controlador de partida, infor-
mando o ocorrido, o qual realizará a troca do chip.
3.4.3 Caso seja necessária a substituição do chip, o atleta não sofrerá penalização no tem-
po. Caso a troca não seja realizada até o momento da partida (estágio 3), o competidor será
realocado para um intervalo vago em sua categoria ou, em último recurso, partirá logo após
último atleta do mesmo percurso.
3.4.4 Por questões de segurança, é recomendado que pessoas idosas, pessoas que tenham
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 10
algum tipo de dificuldade de locomoção e pessoas surdas, portem consigo um apito, para a
execução de seu percurso, a ser usado em caso de emergências. A aquisição deste equipa-
mento é de responsabilidade dos atletas.
3.5 No próximo sinal entra na área 2 e apanha o cartão de descrição.
3.6 No próximo sinal entra na área 3 e identifica sua categoria no mapa, não sendo permitido
estudar o traçado do percurso.
3.7 No próximo sinal, a partida no percurso está liberada, que poderá acontecer de duas
formas:
3.7.1 Com base de partida, o orientista deve inserir seu chip na base eletrônica e, em segui-
da, iniciar a leitura do seu mapa e partir; ou
3.7.2. Sem base de partida, o atleta poderá partir imediatamente, pois seu tempo contará
automaticamente.
3.8 O atleta seguirá obrigatoriamente o itinerário balizado até o triângulo de partida, onde
iniciará sua navegação.
3.9 O atleta deverá comprovar a passagem em todos os pontos de controle, obedecendo a
sequência estabelecida no percurso traçado no mapa. Qualquer erro de sequência ou au-
sência de marcação/registro levará a desclassificação do atleta.
3.10 Após passar pela faixa de chegada, o orientista deverá entregar o mapa (caso estejam
recolhendo) e apresentar seu chip para cópia dos registros armazenados no mesmo. A leitu-
ra de chip somente será realizada até 15 minutos após a chegada do último atleta. Caso não
realize a leitura no período previsto, o orientista será desclassificado.
3.11 Caso o atleta tenha utilizado o espaço de picote impresso no mapa, para registrar sua
passagem em uma base que verificou falha no sistema eletrônico, deverá declarar tal proce-
dimento e entregar o mapa para que seja identificado como seu e levado para a apuração.
3.12 O atleta que não concluir a prova deverá reportar-se à equipe de chegada/apuração
para informar sua desistência e entregar o mapa, caso estejam recolhendo.
3.13 O orientista que perder seu horário de partida deve se apresentar ao controlador de par-
tida, informar seu atraso e aguardar orientações, se posicionando no local determinado para
os atrasados (funil, corredor, etc). O controlador de partida anotará na súmula de partida
(Anexo “H”) o horário que o atleta se apresentou e determinará um novo horário de partida
que não interfira no intervalo de tempo dos demais atletas de sua categoria. O tempo que
chegou atrasado será somado no seu tempo de percurso.
3.14 O atleta só terá direito de partir em outro horário se o erro for cometido pela comissão
organizadora.
3.15 O competidor é responsável por apanhar o mapa certo. A categoria será indicada no
mapa, para que seja visível ao competidor antes da partida. O atleta que perder o mapa ou
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 11
apanhar o mapa errado, poderá retornar à partida e solicitar outro mapa, retornando ao seu
percurso imediatamente, sem interrupção ou reinicio da contagem do seu tempo.
3.16 O atleta que perder o chip e opte por continuar a prova, deve retornar à partida e solici-
tar outro chip, limpar/checar e seguir a rotina 3.7 em diante, caso haja chip disponível. No
entanto, a contagem do seu tempo não será interrompida, sendo registrado o horário na sú-
mula do controlador de partida. Os custos decorrentes de aluguel ou disponibilidade de outro
chip, bem como referente ao extravio, caso este seja locado, devem ser verificados entre
atleta e organização.
3.17 O atleta que completar o seu percurso sem a posse do seu mapa, e/ou seu comprovan-
te de passagem pelos controles (chip) será desclassificado.
3.18 O atleta que for sorteado para o exame antidoping, após a entrega do seu mapa e chip,
ficará no local designado, à disposição da equipe responsável pelo exame, até que o material
seja coletado.
3.19 Todos os atletas devem seguir as instruções dos árbitros e organizadores do evento,
norteadas pelas regras e regulamentos das competições, bem como as orientações contidas
nos boletins do evento. Os participantes que se conduzirem de maneira antidesportiva ou
que exibam comportamento ou linguagem desrespeitosa e/ou ofensiva perante os árbitros e
membros da comissão organizadora do evento poderão ser desclassificados e/ou proibidos
de participar de eventos futuros.
3.20 Serão consideradas condutas antidesportivas, passíveis de desclassificação, as seguin-
tes ocorrências:
3.20.1 Deixar de seguir orientações do árbitro ou membro da comissão organizadora do
evento, propositalmente, com o objetivo de obter vantagem em relação aos demais atletas.
3.20.2 O atleta que, na tentativa de ganhar tempo, picotar errado ou deixar de ler pelo menos
uma base fazendo posterior uso do controle mecânico reserva, quando comprovado.
3.20.3 O atleta que adentrar as áreas embargadas, com a intenção de reconhecer a área de
prova, ou invadir a área de competição, sem autorização da organização, bem como demais
atletas que se beneficiarem disto.
3.20.4 O atleta que não respeitar os símbolos e cores do mapa de Orientação, (áreas perigo-
sas, áreas proibidas, etc), na tentativa de ganhar tempo, sendo esta falta considerada grave.
3.20.5 O atleta que não respeitar quaisquer itinerários balizados, incluindo aqueles que não
fazem parte do percurso.
3.20.6 O atleta que não concluir a prova e deixar de informar sua desistência à equipe de
chegada/apuração.
3.20.7 A desobediência às Regras de Consciência Ecológica, referente à preservação do
meio ambiente.
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 12
3.21 O atleta que cometer atitude antidesportiva será desclassificado e encaminhado à Co-
missão Disciplinar; e o dirigente, que incorrer nesta falta, será encaminhado à Justiça Des-
portiva.
4 CANDIDATURA PARA ORGANIZAR EVENTOS
4.1 Qualquer entidade filiada poderá se candidatar para realizar um evento da CBO.
4.2 As solicitações deverão ser encaminhadas para a diretoria técnica da CBO, por meio do
formulário de candidatura (Anexo “F”), adotado pela CBO, devendo conter todas as informa-
ções e garantias solicitadas, com todos os campos do formulário preenchidos.
4.3 O Conselho da CBO pode anular a aprovação de um evento, caso o organizador não
consiga cumprir as regras, instruções do Árbitro da CBO ou prestar as informações solicita-
das. O organizador não poderá reivindicar prejuízos neste caso.
4.4 As candidaturas deverão ser recebidas, no máximo, até 31 de janeiro, 2 anos antes do
evento. A entidade organizadora é indicada até 31 de outubro do mesmo ano.
4.5 Cada indicação deve ser confirmada pela assinatura de um contrato, entre a CBO e a
entidade organizadora, dentro de seis meses. A diretoria técnica da CBO pode fazer uma
indicação alternativa.
4.6 Cada entidade candidata a organizar eventos da CBO pode enviar mais que uma solici-
tação, indicando sua ordem de prioridade.
5 INFORMAÇÕES SOBRE O EVENTO
5.1 As informações oficiais sobre os eventos deverão ser dadas por escrito, excetuando-se
apenas os casos urgentes. As informações do Organizador ou do Árbitro da CBO serão di-
vulgadas aos interessados, em forma de boletins, nas condições abaixo descritas:
5.1.1 O boletim nº 1 (informações preliminares) deverá ser divulgado até 12 meses antes do
evento, e deverá conter as seguintes informações:
a. O organizador e os nomes dos diretor(es) e árbitro(s) do evento;
b. Endereço, número do telefone/e-mail para as informações;
c. Local do evento;
d. Datas e tipos de competições;
e. Categorias e quaisquer restrições na participação;
f. Oportunidades para treinamento;
g. Áreas embargadas;
h. Quaisquer peculiaridades do evento;
i. Transcrição da regra 6.6, ou referência da responsabilidade do atleta quanto ao seguro
pessoal.
j. Informação de que os atletas que participarem do evento autorizam o uso de suas imagens
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 13
para fins de divulgação e promoção do esporte.
k. Informação de que os atletas menores de idade precisam ter autorização de um respon-
sável para participar dos eventos oficiais.
5.1.2 O Boletim nº 2 (convite) deverá ser divulgado até 3 meses antes do evento, e deverá
conter as seguintes informações:
a. Todas as informações dadas no boletim 1;
b. A data limite e informações para as inscrições;
c. Taxa de inscrição para competidores e dirigentes;
d. Informações sobre hospedagem e alimentação (tipos, custos, etc);
e. A data limite para reserva de acomodação oficial;
f. Descrição de qualquer transporte oferecido;
g. Detalhes sobre oportunidades de treinamento;
h. Descrição do terreno, clima e quaisquer riscos;
i. Escala e equidistância dos mapas;
j. Programa do evento;
k. Tempo estimado do vencedor da categoria Elite e extensão aproximada de cada percurso;
l. Contato do responsável pelos meios de comunicação;
m. Uma amostra de mapa recente, mostrando o tipo do terreno;
n. Data da realização do Congresso Técnico e informações para acesso.
o. data-limite para ajuste de inscrições (alteração, correção, etc);
p. data-limite e percentual do valor pago a ser devolvido, para as solicitações de cancela-
mento de inscrições. Especificar se há possibilidade de transferência de inscrição entre atle-
tas de categorias distintas e data limite para tal.
5.1.3 O Boletim nº 3 (informações do evento) deverá ser divulgado até 1 semana antes do
evento, e deverá conter as seguintes informações:
a. Todas as informações constantes no boletim 2, exceto itens b e c;
b. Programa detalhado do evento;
c. Detalhes do terreno e convenções especiais utilizadas para uma especificidade do terreno
e/ou vegetação da área da prova;
d. Algum afastamento permitido das regras;
e. Meios de contatos e locais de funcionamento da secretaria da competição;
f. Detalhes sobre hospedagem e alimentação;
g. Programa/horário do transporte, caso seja disponibilizado pela organização;
h. Link de acesso para visualização do Congresso Técnico, se for realizado virtual (live)
i. Ordem de partida das categorias Elite, baseada no ranking da IOF, para os eventos WRE.
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 14
Para as demais categorias, será observado o regulado na regra 16.5.
j. Tempo estimado para os vencedores de cada categoria, extensão aproximada de cada
percurso, desnível e quantidade de controles;
k. Mapas e croquis informando a forma de chegar aos locais das provas, a secretaria e os
alojamentos oficiais disponibilizados, bem como as coordenadas geográficas dos mesmos
locais; e
l. Composição do Júri Técnico (conforme regra 38.3).
5.2 Nas provas estaduais e municipais, o boletim 3 poderá ter sua configuração definida pe-
las federações e clubes.
5.3 O organizador do evento deverá ter atenção em proporcionar uma sinalização adequada
do local do evento, tais como, mapas, coordenadas e croquis informando a forma de chegar
a cada prova, vias de acesso, listas de partida, locais de partida e chegada, apuração, se-
cretaria, banheiros, alimentação e todos os outros necessários.
5.4 Como boa prática de divulgação, consagrada no âmbito dos orientistas, o congresso téc-
nico poderá ser realizado por meio de “live”, cuja data de realização deverá ser divulgada no
boletim 2. Após sua realização, o link de acesso deverá ser disponibilizado no boletim 3, de
forma a possibilitar a visualização pelos atletas que não puderam assistir o evento na data de
sua realização.
6 INSCRIÇÃO/REGISTRO
6.1 As inscrições de todos os eventos oficiais da CBO deverão ser realizadas pelo SISCBO,
por meio de uma página do evento, onde estarão disponíveis boletins, resultados e todas as
informações inerentes a competição.
Obs: tal solicitação visa se ter um único lugar com todas as informações,
bancos de dados dos eventos, resultados, controles de categorias, controles
estatísticos, financeiros, seguro atleta, etc. Com a atualização da ferramenta
SISCBO será possível a disponibilidade de todos esses dados de forma fá-
cil.
6.2 As inscrições fora do prazo podem ser recusadas.
6.3 Um competidor só pode ser inscrito em uma única categoria em qualquer competição.
6.4 O organizador pode excluir da ordem de partida os competidores que não pagaram a ta-
xa de inscrição, bem como não entabularam qualquer acordo acerca do pagamento.
6.5 Um competidor somente poderá ser substituído por outro, se for solicitado e esteja dentro
dos prazos estipulados pelo organizador, conforme publicado no Boletim do evento (Regra
5.1.2 letras “o” e “p”). Se a transferência de inscrições for prevista pelo organizador, esta de-
verá ser solicitada pela pessoa a ser substituída à Secretaria do evento, devendo ser apro-
vada pelo árbitro.
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 15
6.6 Ao se inscreverem para participar de um evento de orientação, os atletas ou seus res-
ponsáveis legais obrigatoriamente DECLARAM que são responsáveis pelos riscos, proble-
mas físicos ou fisiológicos que porventura venham a sofrer durante os deslocamentos, área
de concentração bem como a execução dos percursos, isentando os responsáveis pelas
áreas, promotores e organizadores do evento de qualquer responsabilidade decorrente de
acidentes ou incidentes que venham a ocorrer antes, durante e ou após as competições do
evento. Também ATESTAM que se encontram em perfeitas condições físicas e médicas
para competir regularmente no evento. O seguro contra acidentes pessoais é de responsabi-
lidade do atleta ou clube/entidade ao qual é filiado.
6.6.1 Anualmente, a CBO com apoio das Federações, irá firmar contrato com seguradora
para adquirir apólice de seguro individual a todos os atletas filiados, inclusive filiação tem-
porária vigente. O Controle da validade deste seguro será feita pelo Secretário Geral da
CBO, sendo que sua vigência se inicia no primeiro evento oficial em que o atleta se inscre-
ver (Evento oficial da CBO é todo aquele que está previsto na regra 24 ROP/CBO). Vale
ressaltar que eventos oficiais não realizados pelo SISCBO, estão em desacordo com as re-
gras e não estarão cobertos pelo seguro.
6.7 Nos Eventos Nacionais e Regionais, somente serão aceitas as inscrições e participa-
ções de atletas filiados, ou com filiação temporária vigente. Essa medida é necessária
para assegurar que todos os atletas estejam cobertos pelo seguro Individual da CBO.
6.8 Nos Eventos Estaduais e Municipais, o organizador é responsável por adquirir apólice
de seguro individual para todos atletas não filiados que sejam por ele autorizados a se ins-
crever nestes eventos, por serem considerados eventos oficiais da CBO (Regra 24
ROP/CBO).
6.9 O organizador de qualquer evento oficial da CBO está ciente e assume que, em caso
de não cumprimento do prescrito nos itens 6.7 e 6.8, terá total responsabilidade em caso de
acidente com atleta não filiado.
6.10 O atleta inscrito em um evento oficial, seja ele brasileiro ou estrangeiro, com filiação
temporária, terá direito à premiação ofertada no evento, mas não terá direito à participação
em quaisquer tipos de ranking, devendo ser excluídos quando do envio dos resultados à
CBO, com a classificação reposicionada.
6.11. É facultado aos organizadores cobrar uma taxa adicional no valor das inscrições de
participantes não filiados à CBO. O valor dessa taxa não deve ser maior do que 25% do cus-
to original. Não aplicável a participantes das categorias Elite em eventos válidos para o ran-
king mundial da IOF (WRE);
6.12. Atletas estrangeiros filiados ou não filiados que competirem nas categorias Elite em
eventos válidos para o ranking mundial da IOF (WRE) terão seus resultados validados e en-
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 16
viados à IOF normalmente, desde que também constem como inscritos no IOF EVENTOR.
Os seus nomes não serão incluídos no ranking nacional, porém as suas posições nos resul-
tados dos eventos que participarem, quer seja WRE ou não, permanecerão válidas e não
serão removidas para a confecção do ranking das categorias Elite da CBO.
6.13. As filiações temporárias na Confederação Brasileira de Orientação seguirão confor-
me:
a) toda e qualquer filiação temporária será realizada exclusivamente por meio do Sistema de
Gerenciamento da CBO (SISCBO);
b) a filiação temporária deverá informar no mínimo os seguintes dados: nome completo,
CPF, data de nascimento, nome da mãe ou responsável se menor de idade, clube, federa-
ção, categoria, e-mail e telefone;
c) a filiação temporária terá validade de 180 dias (6 meses), a contar da data de registro.
Vencida as condições definidas neste item, a filiação perderá a validade e não será permiti-
da nova filiação temporária;
d) a inscrição para participantes brasileiros com filiação temporária será permitida somente
nas categorias “N” e “B”. As categorias “A” e “E” são exclusivas para atletas filiados e ou
estrangeiros;
e) atletas de outros países não precisam fazer a filiação temporária e podem competir nas
categorias por eles escolhidas.
6.14 O atleta, ao se inscrever em um evento de Orientação, autoriza o uso de suas imagens
para fins de divulgação e promoção do esporte.
6.15 Os menores de 18 anos de idade só poderão participar de competições oficiais da
CBO, após a apresentação de autorização dos pais ou responsável legal, conforme Anexo
N.
Obs: a autorização se faz necessária, para que se tenha um controle sobre
a participação de atletas menores de idade, grupo que demanda atenção
redobrada nas questões de segurança e orientações constantes. A referida
autorização será necessária no ato da inscrição. Se recomenda que todos
os Clubes tenham um arquivo e controle de todas as autorizações de seus
atletas.
6.16 Os atletas surdos participam dos eventos de Orientação, sem qualquer distinção, se
inscrevendo e competindo dentro das categorias regulares da modalidade. Ao se inscrever
no evento, o atleta surdo deverá informar no campo OBSERVAÇÕES, no ato da inscrição
no SISCBO, ou enviar um e-mail para a organização, informando sua condição, para que o
organizador possa oferecer as condições que possibilitem este competidor participar nor-
malmente do evento.
6.17 Para as competições realizadas em vários dias, conforme regra 1.5.4, nas quais os re-
sultados combinados de dois ou mais percursos seguidos durante um dia ou vários dias,
formam o resultado final da competição, o atleta que deixar de se inscrever em todos os per-
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 17
cursos a serem disputados, não será considerado para o cômputo final de sua respectiva
categoria. Exemplos: CAMBOR/Regionais (Floresta), os percursos médio e longo; CAMBOS,
os 4 (quatro) percursos Sprint.
Obs: a presente Regra visa evitar o cômputo de resultado de atletas que se
inscrevem em um único percurso de um evento multi-dia e intencionam
concorrer a premiação final da competição, sem disputar todos os percursos
que compõem a competição
6.18 CONSIDERANDO o disposto na Lei nº 14.597/2023 – Lei Geral do Esporte, especial-
mente os princípios da autonomia das entidades esportivas, da liberdade de participação e
da gestão eficiente, sobre a Filiação de Atletas às Entidades de Prática e Administração
do Esporte Orientação, estes deverão estar filiados a uma única entidade, registrada
na Confederação Brasileira de Orientação (CBO), sendo que a escolha da entidade de
filiação será de livre decisão do atleta.
Obs: a presente Regra visa garantir maior eficiência na gestão dos cadas-
tros de atletas, simplificar os processos de inscrição em eventos e assegu-
rar conformidade com os princípios da Lei Geral do Esporte. A filiação única
respeita o direito de escolha do atleta e fortalece a representatividade das
entidades filiadas à CBO, promovendo maior transparência e organização
no sistema esportivo da orientação. Fica revogada a Portaria Nº 05/2016, de
29 de abril de 2016.
Sugere-se que as federações ajustem seus regulamentos de modo que
permitam e incentivem a participação de atletas filiados a outras federações
e clubes em seus eventos. Essa abertura contribui para o fortalecimento da
modalidade, amplia as oportunidades de competição e participação dos
atletas em diferentes competições e campeonatos em todas as regiões.
7 CUSTOS E TRANSPORTE
7.1 Os custos da organização de um evento são de responsabilidade do organizador.
7.2 O organizador pode cobrar uma taxa de inscrição para cobrir os custos da competição,
cujo valor será mantido tão baixo quanto possível, devendo ser aprovado pelo Árbitro da
CBO.
7.3 A critério dos organizadores de eventos, poderá haver desconto na inscrição dos atle-
tas que sejam alunos do Ensino fundamental, médio e superior, filiados à CBO e classifica-
dos nas competições do ano anterior, desde que registrados no programa Cad-Único do Go-
verno Federal e possuidores da carteira do ID Jovem (para atletas de 15 a 29 anos). Neste
caso, no ato da inscrição, estes atletas deverão, obrigatoriamente, informar o código da car-
teira ID Jovem, que será validada pelo organizador no site
[Link]
7.3.1 Caso o organizador conceda o desconto previsto na regra 7.3:
a - a Taxa de Comodidade da Azimute Certo (6%) será calculada sobre o valor efetiva-
mente pago pelo atleta, ou seja, após o desconto aplicado;
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 18
b - a Taxa de Competição da CBO (10%), por outro lado, será calculada sobre o valor
total da inscrição, conforme divulgado nos boletins oficiais do evento, independentemen-
te do desconto concedido;
c - essa regra também poderá ser aplicada em eventos estaduais e regionais, desde que
respeitados os mesmos critérios.
Exemplo de como fica quando o organizador concede o desconto previsto na regra 7.3
e 7.3.1. Neste caso sendo usado um desconto de 50% no valor da inscrição:
Valor da Inscrição integral Desconto concedido pelo Taxa de Valor a ser Taxa de Co-
TOTAL
divulgada no boletim do Organizador Competição recebido modidade
pago pelo
evento (neste exemplo 50%) da CBO pelo Organi- Azimute Certo
atleta
(100%) (Poderá ser qualquer %) (10%) zador (6%)
R$ 100,00 R$ 50,00 R$ 10,00 R$ 40,00 R$ 3,00 R$ 53,00
7.4 Cada clube ou competidor individual é responsável para custear as despesas de viagem
para o evento, hospedagem, alimentação, e transporte entre o local da acomodação, centro
de eventos e locais de competição. Se o uso de transporte oficial para os locais de competi-
ção é obrigatório, a taxa de inscrição incluirá estes custos.
7.5 Os custos de transporte e alimentação do Árbitro da CBO e assistente(s), indicados, para
o local do evento e dele à(s) origem(ns), deverão ser pagos pela CBO nos eventos nacionais
e regionais. Os custos locais durante as visitas de controle e os dias do evento serão pagos
pelo organizador ou federação do organizador.
7.6 A remuneração dos Árbitros da CBO e Assistentes, indicados por uma federação ou clu-
be, serão pagos pelo organizador, federação ou clube que os solicitou (conforme regimento
de taxas da CBO).
8 PERCURSOS
8.1 Em cada evento, o traçador de percursos deverá montar os percursos, divididos em Elite
(E), Muito Difícil (A), Difícil (B) e Fácil (N), observando a ordem crescente dos grupos dentro
dos respectivos graus de dificuldade, variando apenas as distâncias. Especial atenção deve
ser dada ao respeito ao tempo de prova conforme regra 8.8.
8.2 Os percursos deverão ser testados e devem estar de acordo com a habilidade dos com-
petidores em cada categoria.
8.3 A extensão dos percursos será medida em linha reta, da partida, passando pelos pontos
de controle, até a linha de chegada; salvo no caso das obstruções fisicamente intransitáveis
(cercas altas, lagos, precipícios etc.), áreas proibidas e rotas balizadas.
8.4 O desnível total de um percurso não deve, normalmente, ultrapassar 4% da extensão
através da rota mais razoável e curta.
8.5 Os percursos de qualificação devem ser paralelos e tão iguais quanto possível, em ex-
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 19
tensão e grau de dificuldade.
8.6 Em competições de revezamento, os pontos de controle deverão ser combinados diferen-
temente para cada equipe, mas todas as equipes correrão o mesmo percurso global.
8.7 Nas categorias Elite, não poderão haver percursos com traçado comum para homens e
mulheres.
8.8 O tempo do percurso para o atleta vencedor deverá ser o seguinte, em minutos:
Revezamento Revezamento
Escalões Categoria Dist longa Dist média Sprint
(por pernada) (total)
Damas 70 20-25
JÚNIOR 30-40 90-105 12-15
Homens 70 20-25
ADULTO Damas 88-92 30-35 12-15 (Sprint) 55-60 (Sprint)
90-105 (Floresta)
12-15
ELITE Homens 88-92 30-35 30-40 (Floresta)
ADULTO Damas 70 30-35
AeB Homens 75 30-35
D35 70 30-35
D40 65 30-35
D45 60 25-30
D50 55 25-30
D55 50 25-30
D60 50 25-30
15-20 45-60 12-15
D65 50 25-30
MASTER
D70 50 25-30
D75 50 25-30
D80 50 25-30
D85 50 25-30
H35 70 30-35
H40 65 30-35
H45 60 25-30
Revezamento Revezamento
Escalões Categoria Dist longa Dist média Sprint
(por pernada) (total)
H50 55 25-30
H55 50 25-30
H60 50 25-30
H65 50 25-30
MASTER 15-20 45-60 12-15
H70 50 25-30
H75 50 25-30
H80 50 25-30
H85 50 25-30
8.9 A distribuição dos grupos e percursos dependerá da quantidade de atletas e caracterís-
tica da competição, sendo adaptada de forma a atender todas as exigências e normas para
enaltecer a qualidade de cada grupo específico, obedecendo as habilidades técnicas, condi-
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 20
cionamento físico e justiça dos percursos, sempre sendo submetido à aprovação do árbitro.
9 MAPAS
9.1 Os mapas, traçados dos percursos e impressões adicionais serão desenhados e impres-
sos de acordo com as Especificações Internacionais para Mapas de Orientação da IOF vi-
gentes, dependendo da característica da competição. Para provas nacionais, o processo de
impressão dos mapas é o de separação de cores (método de impressão Offset, sistema de
cores CMYK).
9.2 A escala do mapa para percursos de longa distância será 1:15000 para as categorias
H/D21 Elite, 1:10000 ou 1:7500 para as demais categorias, sendo 1:7500 obrigatória para as
categorias H/D50 em diante.
9.2.1 Se aprovado pelo Árbitro, 1:5000 pode ser usado para M/W70 e mais velhos em Longa e
Média Distância.
9.2.2 No Percurso WRE, para corridas de longa distância, a escala do mapa deve ser
1:15000 ou (se aprovado pelo IOF Event Adviser) 1:10000
9.3 A escala do mapa para percursos de média distância e revezamento será 1:10000 ou
1:7500; sendo 1:7500 obrigatória para as categorias H/D50 em diante.
9.3.1 No percurso WRE, se aprovado pelo Event Adviser, é possível usar 1:7500 para Dis-
tância Média.
9.4 A escala do mapa para percursos sprint e revezamento sprint, será 1:4000 ou 1:3000,
sendo 1:3000 recomendada para as categorias H/D50 em diante e crianças até 12 anos.
9.4.1 No percurso WRE, se aprovado pelo Event Adviser, é possível usar 1:3000 para
Sprint.
9.5 Os mapas deverão ser impressos e protegidos contra umidade e danos.
9.6 Se houver informações prévias sobre a área da competição, erros no mapa, mudanças
que aconteceram no terreno depois que o mapa foi impresso, deverão ser divulgados com
antecedência a todos os atletas e estar exposto no local do evento e na partida, em forma de
errata.
9.7 No dia da competição, o uso de qualquer mapa da área da competição, por competidores
ou chefes de equipes, é proibido até que seja permitido pelo organizador.
9.8 O mapa da competição não deve ser maior do que o necessário para um competidor rea-
lizar o percurso.
9.9 Inscrições obrigatórias e recomendadas no layout dos mapas, em todos os eventos ofici-
ais da CBO:
9.9.1 Obrigatórias
a. Logotipos das entidades oficiais do esporte, de acordo com hierarquia administrativa. To-
dos os logotipos deverão ser do mesmo tamanho, dispostos em um bloco destacado no la-
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 21
yout do mapa, conforme descrito a seguir:
- Realização: IOF (WRE), CBO e Federação (quando for o caso).
- Organização: Federação (quando for o caso) e Clube(s).
b. Logotipo do evento em local isolado e, em posição de destaque no mapa, seguido das se-
guintes informações, caso não constem no logotipo: o nome do evento, o local (ou região) do
mapa e a data/período da competição.
c. Em local de fácil visualização no mapa, deverá ser impresso a escala e a equidistância do
mesmo, por duas vezes, sendo uma na região norte e uma na região sul do mapa.
d. O(s) nome(s) do(s) mapeador(es), pelo menos duas setas do norte (uma na região norte e
uma na região sul do mapa), o(s) programa(s), software(s) e aplicativo(s) utilizado(s) para
desenhar o mapa, com a(s) respectiva(s) licença(s), caso estas não sejam livre, o mapa ba-
se, instrumentos/equipamentos utilizados, e edições anteriores deste mapa, com respecti-
vo(s) mapeador(es) (se for o caso).
e. A legenda dos objetos especiais descritos nas ISOM e ISSprOM.
f. O Cartão de Picote RESERVA, com três espaços, para ser utilizado no caso de falha na
base de leitura do SI-Card.
9.9.2 Recomendados
a. Logotipos de patrocinadores, parceiros e apoiadores: devem estar dispostos em um bloco
separado dos logotipos descritos na letra “a” da regra 9.9.1. Estes logotipos devem estar dis-
postos de forma discreta, evitando que o mapa fique “poluído” e não prejudiquem a leitura e
visualização rápida do mesmo.
b. O(s) nome(s) do(s) Traçador(es) de Percurso(s) conforme descrito no Boletim Informativo.
9.9.3 Todas as ações descritas na regra 9.9.1 também serão válidas para os Boletins Infor-
mativos, Banners, e toda e qualquer forma de divulgação ou comercial destes respectivos
eventos.
ARGUMENTAÇÃO: A presente mudança visa padronizar as informações e
disposição das logomarcas institucionais nos documentos dos eventos ofici-
ais da CBO, quer seja boletins, banners, mapas e demais divulgações.
9.10 A CBO e suas entidades filiadas terão o direito de reproduzir os mapas com percursos
do evento, em suas revistas oficiais, sem ter que pagar uma taxa ao organizador.
10 ÁREAS E ROTAS RESTRITAS
10.1 Áreas perigosas, rotas e áreas proibidas, linhas que não podem ser transpostas etc.,
serão descritas nas informações e serão marcadas no mapa. Se necessário, as áreas e rotas
restritas serão marcadas no terreno. Os competidores devem respeitar rigorosamente tais
marcações.
10.2 Rotas obrigatórias, pontos de cruzamento e passagens serão marcados claramente no
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 22
mapa e no terreno. Os competidores deverão seguir, obrigatoriamente, toda a extensão do
balizamento marcado no percurso.
11 DESCRIÇÕES DOS PONTOS DE CONTROLE
11.1 A localização precisa dos pontos de controle será definida no cartão de descrição, que
deverá estar de acordo com a simbologia prevista nas Especificações Internacionais para a
Descrição de Controles (International Specification for Control Descriptions – ISCD), atualiza-
da pela IOF.
11.2 O cartão de descrição deverá ser impresso no mapa e ser disponibilizado uma cópia
avulsa para o suporte de braço dos atletas, devidamente identificados por categorias. A có-
pia avulsa deverá ser impressa a laser (ou fotocópia), na cor preta, na dimensão prevista
nas regras da IOF.
11.3 Em competição com percurso de qualificação, o cartão de descrição não pode ser do
conhecimento dos competidores antes do final da qualificação.
12 PONTO DE CONTROLE
12.1 O ponto de controle locado no mapa deverá constar claramente no terreno, sendo equi-
pado para permitir aos competidores a comprovação de sua passagem.
12.2 Cada ponto de controle será marcado por um prisma de base triangular, com faces qua-
dradas de 30 x 30 cm, dividida diagonalmente, sendo o triângulo superior branco e o triângu-
lo inferior laranja (PMS 165).
12.3 O prisma será colocado no acidente conforme as características indicadas no mapa e
cartão de descrição.
12.4 O ponto de controle deve permitir ao atleta chegar e sair correndo do prisma.
12.5 O prisma tem que ser visível, de maneira que o competidor o veja ao mesmo tempo em
que avistar o acidente do lado descrito.
12.6 O prisma não pode ficar abaixo do nível do solo, quando no interior de acidentes com
menos de cinco metros de diâmetro.
12.7 Os acidentes isolados e com menos de cinco metros devem ser evitados para pontos de
controle em regiões de nº 407, 408 e 409.
12.8 Nos acidentes longos (mais de cinco metros de extensão), o prisma pode ser colocado
na base ou no interior.
12.9 O prisma deverá ser posicionado de forma que a presença de uma pessoa picotando
não ajude significativamente os outros competidores a encontrarem o ponto de controle.
12.10 Cada ponto de controle será identificado com um número-código que será fixado na
base de leitura do equipamento eletrônico ou no suporte do prisma, de forma que o competi-
dor possa ler e identificar rapidamente o mesmo ao visitar o ponto. Os números menores
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 23
que 31 e os números com dupla interpretação devem ser evitados (66, 68, 86, 89, 98, 99,
161, 191, 866, 691, 608). Os números deverão ser impressos em preto sobre branco, com
fonte Arial Negrito e com o tamanho variando entre 3 e 10 cm de espessura de 5 a 10 mm,
conforme onde for fixado (na base ou no suporte). Se colocados horizontalmente, os códigos
devem ser sublinhados caso possam ser confundidos se forem lidos de cabeça para baixo.
12.11 Para cada 50 (cinquenta) competidores que passarem por hora em um ponto de con-
trole, deve ser colocado mais uma base de picotador.
12.12 Todo o ponto de controle que gere preocupações com a segurança, deverá ser vigia-
do.
12.13 Em competições oficiais, o picotador do ponto de controle deve ser fixo.
12.14 Sugestão de rotina para colocação do prisma no ponto de controle:
12.14.1 Quando o traçador do percurso definir o acidente que será um ponto de controle,
deve deixar no local uma tarjeta com três etiquetas (contendo Clube, número-código do pon-
to de controle e data da prova), a qual deve ser colocada em uma posição que não seja vi-
sualizada com facilidade pelo competidor, sendo um instrumento de auxílio para a monta-
gem do percurso.
12.14.2 Na véspera, o controlador que colocar o prisma deverá destacar uma das etiquetas,
a qual deverá ser entregue ao responsável pela montagem do percurso.
12.14.3 No dia da competição, até uma hora antes, uma pessoa indicada pela comissão or-
ganizadora deverá realizar o percurso, retirar a segunda etiqueta e entregá-la ao chefe da
equipe de montagem do percurso, que dará o pronto ao Árbitro.
12.14.4 A última etiqueta deve ser retirada por quem recolher o prisma e ser entregue ao
chefe da equipe de montagem do percurso.
13 PONTO DE ÁGUA
13.1 Se o tempo estimado para o primeiro colocado é de mais de 30 minutos, serão coloca-
dos pontos de água a cada 20 minutos da velocidade calculada para o vencedor. Em condi-
ções climáticas desfavoráveis, poderá ser oferecida uma solução isotônica.
13.2 No ponto de água será oferecida água pura na temperatura satisfatória como refresco.
Todo refresco, diferente de água pura, terá que ser identificado claramente.
13.3 Os pontos de água poderão ser colocados nos pontos de controle ou nas prováveis ro-
tas, e devem estar precisamente locados no mapa.
14 EQUIPAMENTO
14.1 O uniforme de competição deve atender aos seguintes requisitos:
14.1.1 Em provas clássicas, é obrigatório ao competidor utilizar calças que cubram o corpo
da cintura até abaixo do joelho e camisetas de mangas curtas ou longas.
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 24
14.1.2 Em provas de Sprint, poderão ser usados calção e camiseta cavada, exceto quando
informado o contrário no boletim do evento.
14.2 Nas provas nacionais e regionais é obrigatório o uso de um número de identificação do
atleta que proporcione sua visualização clara. A utilização, formato e tamanho serão confor-
me prescrito pela organização e poderá conter a logomarca de patrocinadores. Nas provas
estaduais, fica a critério de cada federação o estabelecimento das regras para uso do núme-
ro de identificação.
14.3 O atleta deve usar traje com motivos relacionados ao esporte de orientação e seus pa-
trocinadores (caso haja).
14.4 Os competidores não poderão utilizar ou transportar quaisquer equipamentos que pos-
sam transmitir ou receber informações, a partir de ou para uma fonte remota, entre a entrada
da zona de quarentena (ou da área de partida, se não houver zona de quarentena) e a che-
gada de uma prova, a menos que o equipamento seja aprovado pelo organizador.
14.5 Desde que autorizados previamente pelo organizador, equipamentos que usam GPS
(relógios, etc.) podem ser transportados, desde que:
14.5.1 não tenham mapa na tela;
14.5.2 não sejam usados para propósitos de navegação; e
14.5.3 não tenham nenhuma capacidade de comunicação a não ser receber dados de GPS.
14.6 O organizador poderá requerer que os competidores usem um dispositivo de rastrea-
mento e/ou um GPS data logger.
14.7 Caso o organizador proíba a utilização de equipamentos que usam GPS, essa proibição
deverá constar nos boletins do evento.
15 TREINAMENTO
15.1 Nos dias anteriores a um evento, o organizador poderá oferecer oportunidades de trei-
namentos.
15.2 Para os eventos nacionais e regionais deverá ser preparado um evento modelo, para
demonstrar o tipo de terreno, qualidade do mapa e características dos acidentes com pontos
de controle. O mapa do evento modelo será distribuído a todos os inscritos, gratuitamente,
juntamente com o Kit atleta, independente se irão fazer ou não.
16 ORDEM DE PARTIDA
16.1 Em uma partida intervalada, os competidores de mesma categoria largam separada-
mente em intervalos iguais. Em uma partida em massa, todos os competidores de uma cate-
goria devem partir simultaneamente. Em revezamento, isto aplica-se só aos primeiros com-
petidores de cada equipe. Em uma partida de perseguição, os competidores partem isolada-
mente, em tempos de partida e intervalos determinados pelos seus resultados anteriores.
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 25
16.2 Nenhum atleta poderá partir no tempo do atleta faltoso, exceto os atletas atrasados que
se apresentaram ao árbitro de partida e aguardam a definição do novo horário para partir.
16.3 O sorteio da ordem de partida será supervisionado pelo Árbitro da CBO, podendo ser
público ou privado, bem como ser feito à mão ou por um computador e deverá atender de-
terminações do conselho de arbitragem.
16.4 Nas categorias ELITES a lista de partida de cada evento será realizada pela ordem in-
versa da classificação no ranking respectivo, conforme “Apêndice 6 – Ranking Elites”, ex-
ceto:
16.4.1 quando a lista de partida for definida por resultados de percursos classificatórios;
16.4.2 quando for partida em massa;
16.4.3 quando for partida de perseguição;
16.4.4 quando for um evento WRE, que seguirá os critérios da IOF; e
16.4.5 Havendo atleta(s) inscrito(s) que não conste(m) no Ranking ELITES respectivo, es-
te(s) será(ão) ordenados por sorteio, no início da lista, antes dos atletas classificados, com o
mesmo intervalo de tempo entre atletas.
16.5 A lista de partida será publicada em até 48 horas de antecedência ao início da competi-
ção. Se um percurso de qualificação for organizado no mesmo dia das finais, a lista de parti-
da para as finais será publicada pelo menos uma hora antes do primeiro atleta partir.
16.6 Para uma partida com intervalo, que não seja nas finais de uma competição com per-
curso de qualificação, a ordem de partida na qualificação será feita por sorteio. Nesse caso, o
sorteio será feito começando pelos grupos.
16.7 Em competições com percursos qualificatórios, a ordem de partida deverá ser feita de
maneira que cada uma das seguintes exigências seja cumprida:
- Os competidores que realizam percursos paralelos deverão partir ao mesmo tempo, com
a possível exceção das últimas partidas;
- Os competidores da mesma federação ou clube não poderão partir sucessivamente; e
- Os competidores da mesma federação ou clube, que ficarem para partir sucessivamen-
te, no final, terão intervalo de partida matematicamente igual aos atletas da mesma federa-
ção ou clube a que pertencem.
16.8 Em competições com percurso de qualificação, a ordem de partida das finais será em
ordem inversa à da classificação da(s) qualificatórias, onde os melhores classificados partirão
por último. Se dois competidores estão na mesma classificação, será feito sorteio para de-
terminar quem será o primeiro a partir.
16.9 Os competidores da mesma federação ou clube podem partir sucessivamente na final
de provas qualificatórias.
16.10 Antes dos sorteios da ordem de partida em massa, os números da ordem de partida
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 26
devem ser distribuídos para cada uma das combinações de diferentes percursos. As combi-
nações de percursos deverão permanecer secretas até a partida do último competidor.
16.11 A distribuição dos competidores será supervisionada pelo Árbitro da CBO, sendo proi-
bido intercalar os atletas de categorias diferentes na lista de partida de percursos idênticos.
16.12 O intervalo de partida mínimo, dentro de uma mesma categoria, na competição de
distância longa é de 3 minutos. O intervalo de partida mínimo, dentro de uma mesma cate-
goria, na competição de distância média é de 2 minutos. O intervalo de partida mínimo, den-
tro de uma mesma categoria, na competição de Sprint é de 1 minuto.
16.13 Em caso de poucos atletas na categoria, os intervalos entre os atletas poderão ser
maiores que os definidos na regra anterior, sempre mantendo a maior justiça para a competi-
ção. Sempre que os intervalos de partida da categoria sejam diferentes dos previstos na re-
gra 16.12 deverão ser aprovados pelo Árbitro do evento.
16.14 O intervalo de partida deverá ser sempre o mesmo entre atletas de uma mesma cate-
goria.
17 PARTIDA
17.1 Nas finais de uma competição de qualificação, o primeiro competidor partirá pelo menos
3 horas da última partida no percurso de qualificação.
17.2 A partida será organizada de forma que os competidores, antes do momento de suas
partidas, ou quaisquer outras pessoas, não possam ter acesso aos mapas dos percursos, ou
à direção para o primeiro ponto de controle (não tendo assim, escolhas de rota). Se necessá-
rio, haverá uma rota marcada de onde o tempo inicia a ser contado até o triângulo de partida.
17.3 O ponto de partida (onde a navegação começa) será mostrado no mapa com um triân-
gulo, e marcado no terreno por um prisma de controle sem picotador e com um triângulo no
local do número-código; e, no cartão de descrição, com um triângulo na coluna “A”, sem nú-
mero-código na coluna “B”, sendo que as demais colunas deverão ser preenchidas normal-
mente.
17.4 O organizador determinará à hora em que poderá ser dada a partida dos competidores
atrasados que possam influenciar outros competidores. Se a culpa for do atleta, o seu tempo
será acrescido do tempo que chegou atrasado, registrado na súmula de partida (Anexo “H”).
17.5 Se o atraso foi causado pelo organizador, será atribuído um novo horário de partida,
sem prejuízo ao competidor.
18 CHEGADA
18.1 A competição termina para o competidor quando ele cruza a linha de chegada, após
inserir o chip na base de chegada.
18.2 O funil de chegada será balizado com uma fita ou corda. Os últimos 20 metros deverão
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 27
estar balizados em linha reta.
18.3 A linha de chegada terá pelo menos 3m de largura e estará em ângulo reto com o cor-
redor (funil) de chegada. A posição exata da linha de chegada será evidente para o competi-
dor que se aproxima e igual para todos os competidores. O funil de chegada deve ter 3 me-
tros de largura para as provas com partida em massa e para provas com único funil. Nas
provas com partidas intervaladas com dois funis de chegada ou mais, cada funil terá pelo
menos 1,5 m de largura.
18.4 O tempo de chegada será tomado quando o atleta inserir o chip na base de chegada,
que será registrado em hora, minutos e segundos, ou, em minutos e segundos, somente.
18.5 Dois sistemas de tomada de tempos independentes serão usados, um principal e um
reserva.
18.6 Em competições com partida em massa ou perseguição, os diretores de chegada defini-
rão a classificação final, e, um membro do júri técnico, estará presente na linha de chegada.
18.7 O tempo máximo de percurso para cada competidor deve ser:
18.7.1 Sprint: 50 minutos;
18.7.2 Média distância: 120 minutos;
18.7.3 Longa distância: 240 minutos; e
18.7.4 Revezamento: 180 minutos, considerando a soma dos tempos da equipe.
18.8 Na chegada, deverá haver instalações e equipe de saúde (com médico), a qual deverá
estar equipada para atendimentos na floresta.
19 RESULTADOS
19.1 Resultados parciais da competição serão anunciados e exibidos na área de chegada
durante a competição.
19.2 Os resultados oficiais deverão ser publicados, no máximo, em até 4 horas após ter expi-
rado o prazo máximo admissível para o último competidor que partiu, sempre com a autori-
zação do Árbitro.
19.3 Nenhum integrante da equipe de apuração pode alterar, incluir ou excluir dados da pro-
va ou de atleta no sistema de apuração, sem que, para isso, esteja autorizado pelo Diretor do
Evento e este por sua vez dê ciência ao árbitro.
19.4 Nos percursos de qualificação, quando a final é no mesmo dia, o resultado oficial será
publicado até 30 minutos após ter expirado o tempo máximo admissível para o último compe-
tidor que partiu.
19.5 O resultado oficial incluirá todos os competidores que participaram da prova. Em reve-
zamento, os resultados incluirão os nomes dos competidores em ordem, pelos percursos que
eles correram.
19.6 Em percursos com partida com intervalo, será dado a dois ou mais competidores, que
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 28
tiverem o mesmo tempo, a mesma colocação na lista de resultados. A posição seguinte na
lista de resultados e no pódio ficará desocupada.
19.7 Numa partida em massa ou de perseguição, a classificação é determinada pela ordem
que os competidores cruzam a linha de chegada. Em um revezamento, a classificação da
equipe será a ordem de chegada do último competidor de cada equipe.
19.8 Num revezamento, com partida em massa para os últimos percursos, a classificação
será determinada pela soma dos tempos dos integrantes das equipes.
19.9 Os competidores ou equipes que excederem o tempo máximo estabelecido na regra
18.7 serão desclassificados.
19.10 Os resultados de equipes incompletas não serão considerados, para efeito de divulga-
ção da classificação do resultado oficial.
19.11 Se uma entidade é representada através de duas ou mais equipes, a classificação se-
rá somente da equipe melhor classificada.
20 PREMIAÇÃO
20.1 Em qualquer competição devem ser cumpridos os seguintes requisitos:
20.1.1 A premiação será de responsabilidade da entidade organizadora, podendo ser troféus
e/ou medalhas, devendo ser aprovada pelo Árbitro;
20.1.2 Para categorias competitivas com 20 (vinte) ou mais atletas inscritos, serão premia-
dos do primeiro ao quinto colocados.
20.1.3 Para categorias competitivas com até 19 (dezenove) atletas inscritos, serão premia-
dos do primeiro ao terceiro colocados.
20.1.4 O grau de dificuldade “N”, por não ser considerado competitivo, tem o objetivo de
aprendizado do atleta. Todos os atletas que participarem das categorias com este grau de
dificuldade receberão medalhas sem distinção de classificação, no início da cerimônia de
premiação. Essa medalha não pode ser a medalha de participação que todo atleta inscrito
recebe ao participar do evento.
20.1.5 O atleta que não puder participar da cerimônia de premiação, deverá avisar a equipe
organizadora quanto a sua ausência;
20.1.6 Os prêmios para os homens e mulheres serão equivalentes; e
20.1.7 Se dois ou mais competidores obtiverem a mesma colocação, eles devem receber a
mesma premiação, deixando de premiar a próxima colocação.
20.1.8 É recomendável que em eventos nacionais e regionais, a organização forneça meda-
lhas de participação aos atletas, a título de lembrança do evento e como forma de reconhe-
cimento ao esforço individual dos competidores, principalmente aqueles que não subiram ao
pódio.
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 29
21 RANKING NACIONAL DE ATLETAS
21.1 CONSIDERAÇÕES GERAIS
21.1.1 O Ranking Nacional CBO é dividido em provas Sprint (RANKING NACIONAL
SPRINT - RNS) e provas de Floresta, nas distâncias longa e média (RANKING NACIONAL
DE ORIENTAÇÃO - RNO), abrangendo os pontos conquistados pelos atletas nos eventos
oficiais da CBO, previstos na regra 24.
21.1.2 A formação do Ranking Nacional é a base dos processos seletivos de atletas para
representar o país em eventos nacionais e internacionais, cujo propósito é de retratar a rea-
lidade nacional, criando um ambiente de desenvolvimento dos atletas e incentivando as Fe-
derações e Clubes a promoverem e desenvolverem o esporte, por meio da organização de
eventos de alta qualidade.
21.1.3 Para uma prova ser válida para um determinado Ranking, deverá estar de acordo
com a especificidade de cada disciplina, Sprint e floresta (médio e longo), conforme delinea-
do na regra 8 e Apêndice 4 destas regras, bem como deverá ainda ter sido efetivado o reco-
lhimento da taxa de competição, prevista na letra “a” do Art 5 do Regimento de Taxas da
CBO.
21.1.4 O atleta não filiado terá direito à premiação e à posição que conquistou apenas na
competição em que participou. Somente passando este à condição de filiado no mesmo ano,
terá direito a figurar no ranking com os pontos conquistados, inclusive aqueles do período de
não filiado.
21.1.5 A formação do Ranking Nacional de Atletas deve estar fundamentada no princípio da
isonomia, buscando garantir critérios justos e equitativos para todos os participantes. Para
que a pontuação de campeonatos estaduais seja válida no Ranking Nacional, é necessário
que o campeonato contenha, no mínimo, três percursos no somatório do resultado final.
Essa exigência visa assegurar uma condição mínima de equilíbrio competitivo, evitando dis-
paridades significativas na composição do ranking nacional.
21.2 RANKING NACIONAL DE ATLETAS, CATEGORIAS “ELITES”
21.2.1 Os atletas filiados à CBO, que competirem nas categorias de grau de dificuldade H/D
21 Elites, seguem o normatizado pelo Apêndice 6 - Sistema de Ranking Nacional Elite.
21.3 RANKING NACIONAL DE ATLETAS, CATEGORIAS “A” E “B”
21.3.1 O Ranking Nacional de Atletas, categorias “A” e “B”, será formado com base em re-
sultados de eventos oficiais que fazem parte do calendário da CBO e Federações.
21.3.2 A base do ranking Nacional busca estimular a participação dos atletas em todas
as esferas dos Eventos Oficiais (Nacional, Regional, Estadual e Municipal), reforçando
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 30
a relevância do Calendário Nacional da CBO como instrumento de desenvolvimento esporti-
vo e validação do desempenho competitivo.
21.3.3 O Ranking Nacional de Orientação (RNO) será composto pelo somatório das me-
lhores pontuações obtidas pelos atletas, entre as provas de floresta, conforme a seguir:
- 2 (dois) percursos do CamBOr;
- 1 (um) Evento Regional. Serão computados os percursos (médio e longo) do Regional em
que o atleta somar mais pontos, entre todos os Eventos que ele participou.
- Pontuação final de 1 (um) Campeonato Estadual, conforme regras 21.1.3 e 21.1.5; e
- Pontuação de Campeonato Municipal, neste caso, será atribuída por participação, confor-
me descrito na regra 21.4 e seus desdobramentos.
21.3.4 O Ranking Nacional Sprint (RNS) será composto pelo somatório das melhores pon-
tuações obtidas pelos atletas, entre as provas de Sprint, conforme a seguir:
- 3 (três) melhores percursos do CamBOS;
- 1 (um) percurso do CamBOr;
- 1 (um) Evento Regional. Será computado o melhor resultado entre todos os Eventos Re-
gionais que ele participou.
- Pontuação final de 1 (um) Campeonato Estadual, conforme regras 21.1.3 e 21.1.5; e
- Pontuação de Campeonato Municipal, neste caso, será atribuída por participação, confor-
me descrito na regra 21.4 e seus desdobramentos.
21.4 PROVAS MUNICIPAIS (categorias “A” e “B”)
“Obs: nos eventos municipais existem enormes diferenças. O nível municipal deve
ser aquele em que ocorrerá a experimentação de ideias e a oferta de experiências
aos atletas, para que estes atinjam melhores condições técnicas de competitividade
nos níveis superiores. Como forma de incentivo na organização e manutenção dos
Eventos Municipais, que são a porta de entrada dos atletas na modalidade por ser
um evento do Clube, a pontuação no Ranking Nacional será por participação, de
forma a trazer equilíbrio e o incentivo a participação sem comprometer a competitivi-
dade. Essa medida atende tanto atletas que valorizam o ranking quanto aqueles que
priorizam a vivência esportiva, sem gerar distorções entre os diferentes níveis de
competições existentes. ”
21.4.1 Os atletas das categorias “A” e “B” que participarem em um campeonato municipal,
que esteja de acordo com o normatizado na regra 21.1.3, receberão pontuação por partici-
pação, independentemente de sua classificação final, da seguinte forma:
- 5 pontos por etapa de Evento Municipal (podendo esta pontuação vir de diferentes Muni-
cipais), sendo que poderá contar os resultados de até 4 etapas, totalizando no máximo 20
pontos por atleta, como forma de valorizar a participação nos eventos municipais.
21.4.2 Os pontos do municipal permanecerão válidos por um ano até o lançamento do novo
resultado ao final do ano.
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 31
21.4.3 A Federação deverá encaminhar para a CBO os resultados dos campeonatos munici-
pais de seus clubes, que atenderem as determinantes das regras 21.1.3 até o dia 20 (vinte)
de dezembro, por modalidade (Floresta e Sprint, caso tenha). Após essa data, nenhum re-
sultado será incluído no ranking nacional de atletas.
21.5 PROVAS ESTADUAIS (categorias “A” e “B”)
21.5.1 Os atletas das categorias “A” e “B” que participarem de um campeonato estadual que
esteja de acordo com o normatizado nas regras 21.1.3 e 21.1.5, receberão a seguinte pon-
tuação: os vinte e seis primeiros colocados no resultado final do campeonato estadual rece-
berão, respectivamente: 40, 37, 35, 33, 32, 31, 30, 29, 28, 27, 26, 25, 24, 23, 22, 21, 20, 19,
18, 17, 16, 15, 14, 13, 12 e 11. Os demais atletas que forem classificados receberão dez
pontos.
21.5.2 Os pontos do estadual permanecerão válidos por um ano até o lançamento do novo
resultado ao final do ano.
21.5.3 O atleta só pode pontuar em um campeonato estadual. Caso tenha participado em
mais de um campeonato, receberá a pontuação daquele em que obteve melhor colocação.
21.5.4 As federações estaduais deverão encaminhar para a CBO os resultados dos campe-
onatos estaduais, até o dia 20 (vinte) de dezembro, por modalidade (Floresta e Sprint, caso
tenha). Após essa data, nenhum resultado será incluído no ranking nacional.
21.5.5 As federações estaduais deverão encaminhar para a CBO, para que seja computado
os pontos dos atletas que participaram de seus eventos do estadual e municipais, de acordo
com o modelo abaixo:
Eventos Estaduais Eventos Municipais TOTAL
RESULTADO
de pontos
Atleta Clube
1ª Etapa 2ª Etapa 3ª Etapa 4ª Etapa nª Etapa TOTAL RESULTADO Evento 1 Evento 2 Evento 3 Evento 4 RANKING
Cidade/Data Cidade/Data Cidade/Data Cidade/Data Cidade/Data
Classificação
Cidade/Data Cidade/Data Cidade/Data Cidade/Data
TOTAL enviados ESTADUAL
Pontos à CBO
A X 40 33 37 35 n 145 1º / 40 5 5 5 0 15 55 2º
B Y 35 32 40 37 n 144 2º / 37 5 5 5 5 20 57 1º
C Z 37 40 31 33 n 141 3º / 35 5 5 0 0 10 45 3º
“Obs: conforme tabela acima, fica a critério das federações ajustarem seus regula-
mentos se acharem coerente usar os pontos dos municipais para o resultado final do
estadual, como forma de valorização dos seus clubes que promovem os eventos, ou
somente, une as duas pontuações ao final de todos os campeonatos para envio à
CBO, visando o cômputo no Ranking Nacional.
21.6 PROVAS REGIONAIS (categorias “A” e “B”)
21.6.1 Os vinte e seis primeiros, classificados em cada percurso do campeonato regional,
receberão a seguinte pontuação, respectivamente: 40, 37, 35, 33, 32, 31, 30, 29, 28, 27, 26,
25, 24, 23, 22, 21, 20, 19, 18, 17, 16, 15, 14, 13, 12 e 11. Os demais atletas que forem clas-
sificados receberão dez pontos.
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 32
21.6.2 Os pontos dos regionais terão sua validade até a realização do evento homônimo. O
regional que não for realizado pelo motivo da Regra 27.4, terá validade de 24 meses, ou até
a realização do evento homônimo.
21.6.3 Para fins de ranking (RNO e RNS), o atleta pontuará somente em um Evento Regio-
nal. Caso tenha participado em mais de um evento, receberá a pontuação daquele em que
obteve a melhor pontuação.
21.7 PROVAS NACIONAIS (categorias “A” e “B”)
21.7.1 Os Eventos Nacionais (CAMBOR e CAMBOS) são os eventos máximos da modalida-
de e por isso precisam ter valor significativo dentro dos respectivos rankings (RNO/RNS).
Em cada percurso de um evento nacional, para efeito de cálculo do ranking, os vinte e seis
primeiros classificados receberão a seguinte pontuação:
1º 2º 3º 4º 5º 6º 7º 8º 9º 10º 11º 12º 13º 14º
80 74 70 66 64 62 60 58 56 54 52 50 48 46
15º 16º 17º 18º 19º 20º 21º 22º 23º 24º 25º 26º > 27º
44 42 40 38 36 34 32 30 28 26 24 22 20
Observação: os demais atletas que forem classificados (acima do 26º lugar) receberão 20
(vinte) pontos.
21.7.2 No Campeonato Brasileiro de Orientação (CAMBOR), o atleta receberá a soma dos
pontos conquistados em cada percurso floresta, para o RNO (longo e médio) e o resultado
do percurso Sprint, para o RNS, conforme tabela acima.
21.7.3 No Campeonato Brasileiro de Orientação Sprint (CAMBOS), para o RNS, o atleta le-
vará a soma da pontuação dos três melhores percursos, conforme tabela acima.
21.7.4 Os eventos CamBOr e CamBOS terão sua validade até a realização do evento ho-
mônimo.
21.8 REPRESENTAÇÕES (categorias “A” e “B”)
21.8.1 Os orientistas que competem nas categorias de grau de dificuldade “A” e “B”, que
estiverem impossibilitados de disputar quaisquer eventos que fazem parte do ranking da
CBO, por estarem convocados como Árbitro ou por integrar a Comissão Organizadora des-
tes eventos, receberão a mesma pontuação obtida na última edição do evento homônimo.
Caso não tenha participado como atleta na última edição deste evento, não receberá ne-
nhum ponto a título de representação, exceto tenha trabalhado como Árbitro, situação que
poderá ocorrer excepcionalmente e, neste caso, receberá a mesma pontuação obtida na
penúltima edição deste mesmo evento homônimo.
21.8.2 Os orientistas que competem nas categorias de grau de dificuldade Elite, que estive-
rem impossibilitados de disputar quaisquer eventos que componham o Ranking Nacional de
Orientação (RNO) e/ou Ranking Nacional Sprint (RNS), por estarem convocados para repre-
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 33
sentarem o Brasil em eventos internacionais de Orientação (civil ou militar), terão nestas
competições pontuação igual à média aritmética de suas 5 (cinco) melhores pontuações nos
últimos 12 (doze) meses anteriores ao evento considerado, respectivamente entre provas
que compõem o RNO e/ou RNS.
21.8.3 Os orientistas devem solicitar a representação no Ranking Nacional para a CBO até
15 dias após a competição, exceto em caso de convocação pela própria CBO, que fará au-
tomaticamente. Encerrado esse período, nenhum resultado será incluído no ranking nacio-
nal.
22 RANKING NACIONAL DE CLUBES E FEDERAÇÕES
22.1 Os clubes ou entidades de prática filiadas à CBO serão organizados em um ranking,
baseado no somatório dos resultados obtidos por todos seus atletas filiados em competições
realizadas no ano vigente, conforme a seguir: Resultado final dos 5 Dias de Orientação do
Brasil (quando houver), os três melhores resultados de cada atleta nos percursos do Cam-
peonato Brasileiro de Orientação Sprint (quando houver) e resultados de cada percurso do
Campeonato Brasileiro de Orientação (Sprint, Longo e Médio), sendo atribuídas as seguintes
pontuações:
- Graus de dificuldade “E”, “A” e “B”: atribuir a pontuação de cada atleta, obtida em cada per-
curso válido em sua categoria.
22.1.1 Procedimento igual será adotado para elaboração do Ranking Nacional de Federa-
ções, considerando os mesmos eventos e sistema de pontuação.
22.1.2 Para integrar o ranking, os clubes ou entidades de prática deverão estar em dia com
suas obrigações, cujo controle fica a cargo do Secretário da CBO.
23 DESPORTIVIDADE (COMPETIÇÃO JUSTA)
23.1 Todas as pessoas que fizerem parte de uma competição de orientação devem compor-
tar-se com justiça e honestidade. Todos devem ter uma atitude esportiva e um espírito de
amizade. Os competidores devem mostrar respeito um pelo outro, para com os organizado-
res, jornalistas, espectadores e habitantes da área da competição. Os competidores estarão
tão silenciosos quanto possível no terreno e devem respeitar a propriedade privada.
23.2 É proibido obter ajuda ou ajudar outros competidores durante uma competição, exceto
em casos de acidente. O competidor é obrigado a parar e ajudar os competidores feridos.
23.3 O doping é proibido, conforme as regras estabelecidas pela Agência Mundial Antidopa-
gem e o Código Brasileiro Antidopagem, que regulam a luta contra a dopagem no esporte.
23.4 Poderão ser realizados exames antidoping, em quaisquer eventos nacionais de Orien-
tação coordenados pela CBO.
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 34
23.5 De acordo com o Código Antidoping da World Anti-Doping Agency (WADA) é dever
pessoal de cada atleta assegurar que nenhuma substância proibida entre em seu corpo e
nenhum método proibido seja utilizado”.
23.6 No território brasileiro os testes são realizados exclusivamente por agentes de controles
de dopagem certificados pela Autoridade Brasileira de Controle de Dopagem (ABCD). Os
exames são realizados somente com o objetivo de antidopagem, em conformidade com o
padrão da WADA-AMA, sendo realizados para obter provas analíticas do cumprimento ou do
descumprimento pelo atleta da proibição estrita de presença ou uso de qualquer substância
ou método proibido.
23.7 O organizador, com o consentimento do Árbitro, pode decidir publicar recomendações
sobre a competição com antecedência. Se as recomendações não forem feitas a todo o pú-
blico, toda a comissão organizadora manterá segredo rígido sobre a área de competição e
terreno. Em todo caso, o segredo rígido sobre os percursos deve ser mantido sempre.
23.8 Qualquer tentativa de reconhecimento ou treinamento no terreno de competição é proi-
bida, passível de desclassificação. Tentativas para obter qualquer informação relacionada
aos percursos, além daquelas fornecidas pelo organizador, são proibidas antes e durante a
competição.
23.9 Os dirigentes das equipes, competidores, representantes da mídia e espectadores per-
manecerão nas áreas destinadas a eles.
23.10 Os fiscais de percurso ou de pontos de controle não perturbarão ou deterão qualquer
competidor, nem fornecerão qualquer informação. Eles permanecerão silenciosos, usando
roupas que não chamem à atenção e não ajudarão competidores que se aproximam dos
pontos de controle. Isto também se aplica a todas as outras pessoas no terreno, como, por
exemplo, aos representantes de mídia.
23.11 O competidor, que cruzar a linha de chegada, não pode retornar para a área de com-
petição, sem a permissão do organizador. Um competidor, que desiste da competição, deve-
rá se apresentar, imediatamente, na chegada, entregando seu mapa e chip para registro de
sua desistência pela equipe de apuração. O competidor desistente não pode influenciar ou
prestar ajuda a outros competidores na competição.
23.12 O competidor que infringir qualquer regra, ou que beneficiar-se da violação de qual-
quer regra, será desclassificado, podendo ser encaminhado à justiça desportiva.
23.13 As demais pessoas envolvidas com o evento, que infringirem qualquer regra, estão
sujeitas a uma ação disciplinar.
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 35
CAPITULO II
COMPETIÇÕES
24. COMPETIÇÕES OFICIAIS
24.1. As competições oficiais da CBO são as seguintes:
24.1.1 Campeonato Brasileiro de Orientação – (CamBOr)
- Campeonato Brasileiro de Orientação ELITE – (CamBOr Elite);
- Campeonato Brasileiro de Orientação Infantil – (CamBOr Infantil);
- Campeonato Brasileiro de Orientação Juvenil – (CamBOr Juvenil);
- Campeonato Brasileiro de Orientação Júnior – (CamBOr Júnior);
- Campeonato Brasileiro de Orientação Adulto – (CamBOr Adulto);
- Campeonato Brasileiro de Orientação Máster – (CamBOr Máster);
- Campeonato Brasileiro de Orientação Estudantil – (CamBOr Estudantil);
- Campeonato Brasileiro de Orientação Universitário – (CamBOr Universitário).
24.1.2 Campeonato Brasileiro de Orientação Sprint – (CamBOS)
- Campeonato Brasileiro de Orientação ELITE – (CamBOS Elite);
- Campeonato Brasileiro de Orientação Infantil – (CamBOS Infantil);
- Campeonato Brasileiro de Orientação Juvenil – (CamBOS Juvenil);
- Campeonato Brasileiro de Orientação Júnior – (CamBOS Júnior);
- Campeonato Brasileiro de Orientação Adulto – (CamBOS Adulto);
- Campeonato Brasileiro de Orientação Máster – (CamBOS Máster);
- Campeonato Brasileiro de Orientação Estudantil – (CamBOS Estudantil);
- Campeonato Brasileiro de Orientação Universitário – (CamBOS Universitário).
24.1.3 Troféu Brasil de Orientação (5 Dias de Orientação do Brasil);
24.1.4 Campeonatos Regionais de Orientação (CopaSUL*, TSEO*, TCO* e CopaNE*);
- Campeonato Regional de Orientação ELITE – (Regional* Elite);
- Campeonato Regional de Orientação Infantil – (Regional* Infantil);
- Campeonato Regional de Orientação Juvenil – (Regional* Juvenil);
- Campeonato Regional de Orientação Júnior – (Regional* Júnior);
- Campeonato Regional de Orientação Adulto – (Regional* Adulto);
- Campeonato Regional de Orientação Máster – (Regional* Máster);
- Campeonato Regional de Orientação Estudantil – (Regional* Estudantil);
- Campeonato Regional de Orientação Universitário – (Regional* Universitário).
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 36
24.1.5 Campeonatos Estaduais de Orientação.
24.1.6 Campeonatos Municipais de Orientação.
24.1.7 Campeonato Brasileiro de Orientação em Bicicleta (CamBOr MTB-O);
24.1.8 Campeonato Brasileiro de Trail-O (CamBraTO);
24.2 Outras competições podem ser propostas à Conferência dos Presidentes das Federa-
ções, que decidirá sobre a realização ou não, de todos os eventos para o ano subsequente.
24.3 Nenhuma entidade pode realizar competição de Orientação à revelia da CBO.
24.4 Os eventos Estaduais e Municipais poderão seguir regulamentos específicos definidos
pelas respectivas federações, desde que sejam respeitadas rigorosamente as ROP/CBO.
24.5 Eventos regionais poderão valer como etapas para os estaduais aos quais fazem parte,
desde que esteja acordado entre as federações organizadoras e previsto no regulamento
destes eventos.
24.6 Eventos estaduais não poderão ser utilizados como etapas válidas para rankings
ou classificações de eventos municipais. Essas competições possuem natureza distinta,
com diferenças significativas no grau de competitividade, no nível técnico e no contexto
organizacional, não sendo possível equipará-las para fins de pontuação ou classificação.
25. PROGRAMA DO EVENTO
25.1. Em todas as provas oficiais de Orientação, o Hino Nacional Brasileiro será cantado na
Cerimônia de Abertura.
25.2 Os eventos de Orientação são culturais, científicos e competitivos, sendo as datas e a
programação propostas pelo organizador e aprovadas pela diretoria técnica da CBO, deven-
do cada evento competitivo obedecer a seguinte programação:
25.2.1 Campeonato Brasileiro de Orientação (CAMBOR)
- É um evento anual, que ocorrerá em etapa única. A etapa deve incluir um percurso de
Sprint, um percurso de distância média e um percurso de distância longa, podendo ainda ter
um percurso de revezamento.
- O Campeonato Brasileiro de Orientação será disputado em três eventos distintos, reali-
zados simultaneamente, conforme descrito a seguir:
a. CamBOR Sub 20
O Campeonato Brasileiro de Orientação Sub 20 será disputado nas seguintes faixas etá-
rias: Infantil, Juvenil (válido para CamBOr Estudantil) e Júnior (válido para o Brasileiro Uni-
versitário).
b. CamBOR 21
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 37
O Campeonato Brasileiro de Orientação 21 será disputado por atletas de qualquer idade,
sem nenhuma restrição, nas seguintes faixas etárias: 21 ELITE e Adulto. Para os atletas das
categorias HD21E, matriculados em instituições de ensino, com idades até 25 anos, a com-
petição também será válida para o CamBOr Universitário.
c. CamBOR Máster (35+)
O Campeonato Brasileiro de Orientação Máster será disputado por todas as faixas etárias
acima de 35 anos de idade (HD 35, 40, 45, 50, 55, 60, 65, 70, 75, 80, 85, 90, ...).
25.2.2 Campeonato Brasileiro de Orientação Sprint (CAMBOS)
- É um evento bianual, realizados nos anos impares, organizado em etapa única com quatro
percursos, sendo um no primeiro dia (diurno ou noturno), dois no segundo dia (diurno e/ou
noturno) e um percurso final no terceiro dia, pela manhã.
- O Campeonato Brasileiro de Orientação Sprint será disputado em três eventos distintos,
realizados simultaneamente, conforme descrito a seguir:
a. CAMBOS Sub 20
O Campeonato Brasileiro de Orientação Sprint Sub 20 será disputado nas seguintes fai-
xas etárias: Infantil, Juvenil (válido para CamBOS Estudantil) e Júnior (válido para o Cam-
BOS Universitário).
b. CAMBOS 21
O Campeonato Brasileiro de Orientação Sprint 21 será disputado por atletas de qualquer
idade, sem nenhuma restrição, nas seguintes faixas etárias: 21 ELITE e Adulto. Para os atle-
tas das categorias HD21E, matriculados em instituições de ensino, com idades até 25 anos,
a competição também será válida para o Brasileiro Universitário.
c. CAMBOS Máster (35+)
O Campeonato Brasileiro de Orientação Sprint Máster será disputado por todas as faixas
etárias acima de 35 anos de idade (HD 35, 40, 45, 50, 55, 60, 65, 70, 75, 80, 85, 90, ...).
25.2.3 Troféu Brasil de Orientação (5 dias de Orientação do Brasil)
- É um evento esporádico, organizado em etapa única com cinco percursos, nos formatos
Sprint e floresta de média e longa distâncias e será regulamentado de acordo com suas pe-
culiaridades sempre que for realizado.
25.2.4 Campeonatos Regionais de Orientação (CopaSUL, TSEO, TCO e CopaNE);
- São (quatro) eventos anuais, que ocorrerão em etapa única. Cada etapa deve incluir um
percurso de Sprint, um percurso de distância média e um percurso de distância longa.
- Os Campeonatos Regionais de Orientação serão disputados em três eventos distintos,
realizados simultaneamente, conforme descrito a seguir:
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 38
a. REGIONAL Sub 20
Os Campeonatos Regionais de Orientação Sub 20 serão disputados nas seguintes faixas
etárias: Infantil, Juvenil (válido para Regional Estudantil) e Júnior (válido para o Regional
Universitário).
b. REGIONAL 21
Os Campeonatos Regionais de Orientação 21 será disputado por atletas de qualquer ida-
de, sem nenhuma restrição, nas seguintes faixas etárias: 21 ELITE e Adulto. Para os atletas
das categorias HD21E, matriculados em instituições de ensino, com idades até 25 anos, a
competição também será válida para o Regional Universitário.
c. REGIONAL Máster (35+)
O Campeonato Regional de Orientação Máster será disputado por todas as faixas etárias
acima de 35 anos de idade (HD 35, 40, 45, 50, 55, 60, 65, 70, 75, 80, 85, 90, ...).
25.2.5 Campeonatos Estaduais e Municipais de Orientação
São eventos regulamentados pelas Federações e seus respectivos Clubes, de acordo
com as peculiaridades e necessidades de cada estado, cumprindo as normas estabelecidas
nas ROP/CBO.
25.2.6 Brasileiro de Orientação em Bicicleta (MTB-O)
- É um evento esporádico, realizado em etapa única com dois percursos, sendo um no pri-
meiro dia e um no segundo dia.
25.2.7 Campeonato Brasileiro de Trail-O (CamBraTO)
- O Campeonato Brasileiro de TrailO (CamBraTO), consiste em uma prova individual, em
etapa única, e será realizado paralelamente ao CamBOr
26 DISPOSIÇÕES GERAIS
26.1 Os regulamentos adicionais de cada competição não podem entrar em conflito com as
regras da CBO e IOF.
26.2 Nas omissões às presentes regras, aplicam-se as regras da Federação Internacional de
Orientação e do Comitê Olímpico Brasileiro. Os casos omissos aos regulamentos deverão
ser resolvidos pelo Árbitro de cada evento.
27 CALENDÁRIO
27.1 As Competições de Orientação oficiais seguem o calendário de atividades elaborado
pela diretoria técnica da CBO e serão realizadas com quaisquer condições meteorológicas.
27.2 Períodos de restrição de datas para organização do calendário nacional:
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 39
Evento Nível Períodos de restrição
- Nenhuma federação deverá organizar eventos
- SAOC / CPL Internacional no período de um final de semana anterior até um
posterior ao evento.
- CAMBOR - Nenhuma federação deverá organizar eventos
Nacional no período de um final de semana anterior até um
- CAMBOS posterior ao evento.
- Copa Nordeste - Região sede do evento não poderá organizar
eventos no período de dois finais de semana an-
- Troféu Sudeste
Regional teriores até um posterior ao evento.
- Troféu Cerrado - Demais regiões não poderão organizar eventos
- Copa Sul no fim de semana do evento.
27.3 Eventos previstos na regra 24 das ROP, bem como também datas comemorativas e
outros de maior importância, poderão ser autorizados desde que:
27.3.1 para eventos internacionais e nacionais, mediante autorização expressa da CBO,
com apresentação de solicitação por escrito com justificativas e reconhecendo os termos
aqui definidos para a liberação do evento; e
27.3.2 para eventos regionais, mediante consulta às federações da região organizadora e
aprovação expressa da CBO, com apresentação de solicitação por escrito com justificativas
e reconhecendo os termos aqui definidos para a liberação do evento.
27.3.3 Eventos não previstos na regra 24 das ROP, como treinos, clínicas, curso de inicia-
ção, etc. poderão ser realizados nos períodos de restrição, desde que não sejam programa-
dos de modo a trazer prejuízos ao evento que restringe as datas.
27.4 Quando uma região for contemplada com um evento nacional ou internacional (CAM-
BOR, CAMBOS ou SAOC) para determinado ano, não haverá Campeonato Regional, salvo
haja comum acordo entre as federações daquela região. Assim sendo, o evento regional
poderá ser organizado em semestre oposto, por uma entidade não envolvida com a organi-
zação do evento nacional/internacional, desde que proposto à CBO.
28 CAMPEONATO BRASILEIRO DE ORIENTAÇÃO (CAMBOR)
28.1 Formato da competição
28.1.1 O CAMBOR será organizado no primeiro semestre de cada ano, preferencialmente
nos meses de abril e maio, excepcionalmente no mês de junho.
28.1.2 O CAMBOR será realizado em quatro dias de competição, de acordo com o seguinte
formato:
a. Formato com Prova de Revezamento
1) primeiro dia
- manhã: Evento modelo; e
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 40
- tarde: Percurso Sprint, para todas as categorias (WRE Elite).
2) segundo dia: Percurso médio ou longo, para todas as categorias (WRE Elite);
3) terceiro dia: Percurso longo ou médio, para todas as categorias (WRE Elite); e
4) quarto dia: Revezamento de Clubes (floresta ou sprint, a critério do organizador);
b. Formato sem a Prova de Revezamento
1) primeiro dia: Evento modelo;
2) segundo dia: Percurso médio ou longo, para todas as categorias (WRE Elite);
3) terceiro dia: Percurso médio ou longo, para todas as categorias (WRE Elite); e
4) quarto dia: Percurso Sprint, para todas as categorias (WRE Elite).
28.2 Categorias
28.2.1 O Campeonato Brasileiro de Orientação será disputado nos graus de dificuldade Elite
- E, Muito Difícil – A e Difícil – B, da seguinte forma:
Idade Limite Ano de Graus de
Eventos Competições Categorias
(até 31 Dez) Nascimento Dificuldade
Infantil H12 – D12 até 12 anos 2014 ou após B
H14 – D14 até 14 anos 2012 ou após A-B
CamBOr
Juvenil H16 – D16 até 16 anos 2010 ou após A-B
Estudantil
Sub 20
H18 – D18 até 18 anos 2008 ou após A-B
Júnior
H20 – D20 até 20 anos 2006 ou após A-B
Universitário
Elite
CamBOr E
Universitário <25 H21 – D21 sem restrição qualquer idade
21
Adulto A-B
H35 – D35 35 anos ou mais 1991 ou antes A-B
H40 – D40 40 anos ou mais 1986 ou antes A-B
H45 – D45 45 anos ou mais 1981 ou antes A-B
H50 – D50 50 anos ou mais 1976 ou antes A-B
H55 – D55 55 anos ou mais 1971 ou antes A-B
H60 – D60 60 anos ou mais 1966 ou antes A-B
CamBOr Máster
H65 – D65 65 anos ou mais 1961 ou antes A-B
35+ (>35)
H70 – D70 70 anos ou mais 1956 ou antes A-B
H75 – D75 75 anos ou mais 1951 ou antes A-B
H80 – D80 80 anos ou mais 1946 ou antes B
H85 – D85 85 anos ou mais 1941 ou antes B
H90 – D90 90 anos ou mais 1936 ou antes B
H95 – D95 95 anos ou mais 1931 ou antes B
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 41
28.2.2 Para minimizar a exclusão das categorias N, fica a critério do organizador, oferecer
percursos abertos (Aberto Longo, Aberto Curto, etc), para possibilitar a participação de atle-
tas iniciantes, sem caráter competitivo.
28.3 Critérios de classificação
28.3.1 A classificação do CAMBOR para a Elite (H/D21E) será por percurso, onde teremos
um Campeão do Sprint, Campeão do Médio e Campeão do Longo.
28.3.2 A classificação do CAMBOR para as categorias, Muito Difícil (A) e Difícil (B) será
pontuada de forma distinta das categorias Elite (H/D21E), onde:
a. em cada percurso (médio e longo) os vinte e seis primeiros classificados receberão a
seguinte pontuação:
1º 2º 3º 4º 5º 6º 7º 8º 9º 10º 11º 12º 13º 14º
80 74 70 66 64 62 60 58 56 54 52 50 48 46
15º 16º 17º 18º 19º 20º 21º 22º 23º 24º 25º 26º > 27º
44 42 40 38 36 34 32 30 28 26 24 22 20
b. os demais atletas que forem classificados (acima do 26º lugar) receberão 20 (vinte) pon-
tos.
c. será declarado Campeão da Prova de Sprint de sua categoria, o atleta classificado em
primeiro lugar no percurso Sprint do CAMBOR.
d. será declarado Campeão Brasileiro de Floresta de sua categoria, o atleta que obtiver o
maior número de pontos, computados a soma dos percursos médio e longo.
e. em caso de empate, ficará melhor classificado o atleta que obtiver a menor soma de tem-
po somando os dois percursos de floresta; permanecendo o empate, prevalecerá o resultado
do percurso longo.
28.3.3 Os Clubes e Federações serão classificados em um ranking que obedecerá a ordem
decrescente dos pontos obtidos por cada uma das entidades participantes.
28.3.4 Será declarado Campeão Brasileiro de Orientação da temporada o clube/federação
que obtiver o maior número de pontos conquistados por seus atletas em todos os percursos
(sprint, médio e longo), nas seguintes condições:
- Graus de dificuldade “E”, “A” e “B”: atribuir a pontuação de cada atleta obtida em cada per-
curso na sua categoria conforme letra “a” da regra 28.3.2.
28.4 Premiação
28.4.1 A premiação será de responsabilidade da entidade organizadora, podendo ser troféus
e/ou medalhas, devendo ser aprovada pelo Árbitro.
28.4.2 Para categorias competitivas com 20 (vinte) ou mais atletas inscritos, serão premia-
dos do primeiro ao quinto colocados.
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 42
28.4.3 Para categorias competitivas com até 19 (dezenove) atletas inscritos, serão premia-
dos do primeiro ao terceiro colocados.
28.4.4 As categorias Elite (H/D21E) serão premiadas separadamente por percurso, ou seja,
haverá premiação para o Sprint, para o médio e para o longo.
28.4.5 As categorias “A” e “B” serão premiadas separadamente no percurso Sprint confor-
me o resultado final, e no floresta, pela soma de pontos dos resultados obtidos no médio e
longo.
28.4.6 O Clube e a Federação campeões serão premiados com troféu.
28.4.7 As premiações do revezamento e Sprint deverão ser realizadas imediatamente logo
após o término de cada percurso.
28.4.8 Em caso de um percurso ser anulado pelo Júri Técnico, a premiação será mantida.
28.5 Revezamento de Clubes
- A competição de Revezamento de Clubes do CAMBOR está estabelecida na a regra 34.
29 CAMPEONATO BRASILEIRO DE ORIENTAÇÃO SPRINT (CAMBOS)
29.1 Formato da competição
29.1.1 O Campeonato Brasileiro de Orientação Sprint será realizado em quatro percursos,
da seguinte forma:
a) 1° percurso na tarde ou noite do primeiro dia;
b) 2° e 3° percursos no segundo dia; e
c) 4° percurso na manhã do terceiro dia.
29.1.2 A ordem de partida dos atletas seguirá as determinantes da Regra 16, com as seguin-
tes condicionantes:
- Todas as categorias (exceto H/D21E):
a) a ordem de partida do primeiro ao terceiro percurso será por sorteio; e
b) a ordem de partida do quarto percurso será elaborada pelo inverso da classificação provi-
sória, considerados os dois melhores resultados no primeiro e segundo dia.
- Categorias H/D21E:
a) quando do primeiro ao terceiro percurso, um ou mais percursos forem WRE, a ordem de
partida seguirá o previsto na regra WRE IOF;
b) quando do primeiro ao terceiro percurso, um ou mais percursos NÃO forem WRE, o pri-
meiro percurso será pela ordem inversa do RNS, e os demais a ordem inversa da classifica-
ção do percurso anterior;
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 43
c) a ordem de partida do quarto percurso será elaborada pelo inverso da classificação provi-
sória, considerados os dois melhores resultados no primeiro e segundo dia (Percursos 1, 2 e
3).
29.1.3 A característica dos percursos de Sprint é a alta velocidade, onde serão testadas as
habilidades dos atletas na leitura e interpretação do mapa, com escolhas de rotas em ambi-
entes complexos, tudo em alta velocidade. O percurso deve ser planejado de modo que a
velocidade seja mantida, evitando grandes desníveis. Os pontos de controle não devem ser
o principal desafio para o atleta e sim a escolha de rota que ele escolheu até chegar a ele
exigindo o máximo de concentração durante todo o percurso.
29.1.4 As competições de Sprint devem ser realizadas em lugares em que se dê maior visi-
bilidade ao esporte e o percurso deve ser planejado de modo que os espectadores possam
acompanhar o andamento da competição através de pontos de assistência em pontos estra-
tégicos. Poderá ser reforçado com um locutor que narre o desenrolar da competição valori-
zando a visibilidade.
29.2 Categorias
29.2.1 O Campeonato Brasileiro de Orientação Sprint será disputado nos graus de dificulda-
de Elite - E, Muito Difícil – A e Difícil – B, da seguinte forma:
Idade Limite Ano de Graus de
Eventos Competições Categorias
(até 31 Dez) Nascimento Dificuldade
Infantil H12 – D12 até 12 anos 2014 ou após B
H14 – D14 até 14 anos 2012 ou após A-B
CamBOS
Juvenil H16 – D16 até 16 anos 2010 ou após A-B
Estudantil
Sub 20
H18 – D18 até 18 anos 2008 ou após A-B
Júnior
H20 – D20 até 20 anos 2006 ou após A-B
Universitário
Elite
CamBOS E
Universitário <25 H21 – D21 sem restrição qualquer idade
21
Adulto A-B
H35 – D35 35 anos ou mais 1991 ou antes A-B
H40 – D40 40 anos ou mais 1986 ou antes A-B
H45 – D45 45 anos ou mais 1981 ou antes A-B
H50 – D50 50 anos ou mais 1976 ou antes A-B
CamBOS Máster
H55 – D55 55 anos ou mais 1971 ou antes A-B
35+ (>35)
H60 – D60 60 anos ou mais 1966 ou antes A-B
H65 – D65 65 anos ou mais 1961 ou antes A-B
H70 – D70 70 anos ou mais 1956 ou antes A-B
H75 – D75 75 anos ou mais 1951 ou antes A-B
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 44
H80 – D80 80 anos ou mais 1946 ou antes B
H85 – D85 85 anos ou mais 1941 ou antes B
H90 – D90 90 anos ou mais 1936 ou antes B
H95 – D95 95 anos ou mais 1931 ou antes B
29.2.2 Para minimizar a exclusão das categorias N, fica a critério do organizador, oferecer
percursos abertos (Aberto Longo, Aberto Curto, etc), para possibilitar a participação de atle-
tas iniciantes, sem caráter competitivo.
29.3 Critérios de classificação
29.3.1 Os tempos de realização de cada atleta, em cada percurso, serão transformados em
pontuação, utilizando uma fórmula. Esta pontuação será calculada, de forma que o vencedor
receba o valor máximo, de acordo com o fator de pontuação de cada percurso, sendo que os
demais atletas receberão a pontuação proporcional, calculada com base no tempo do ven-
cedor:
a. 1°, 2° e 3° percursos: Fator de pontuação do vencedor = 1000 pontos
- O vencedor da categoria conquista 1000 pontos e os demais receberão a pontuação pro-
porcional de acordo com o fator tempo a mais em relação ao vencedor.
b. 4° percurso: Fator de pontuação do vencedor = 1100 pontos
- O vencedor da categoria conquista 1100 pontos e os demais receberão a pontuação pro-
porcional de acordo com o fator tempo a mais em relação ao vencedor.
29.3.2 Será declarado Campeão Brasileiro de Orientação Sprint de sua categoria, o atleta
que obtiver o maior número de pontos, computados os três melhores resultados, sendo des-
cartado o pior resultado dentre os 4 percursos.
29.3.3 Em caso de empate, ficará melhor colocado o atleta que:
a. obtiver o maior número de 1º lugar, 2º lugar, 3º lugar, etc., em todos os quatro percursos;
b. permanecendo o empate, a melhor classificação no percurso do terceiro dia; e
c. permanecendo o empate, ele será definitivo, recebendo os atletas empatados a mesma
classificação e premiação, não havendo a classificação e premiação imediatamente posteri-
or.
29.3.4 Será declarado Campeão Brasileiro de Orientação Sprint o Clube/Federação que ob-
tiver o maior número de pontos conquistados por seus atletas filiados que participam do
CAMBOS nas seguintes condições:
- Graus de dificuldade “E”, “A” e “B”: atribuir a pontuação obtida na classificação final do
CAMBOS de cada atleta em sua categoria.
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 45
29.3.5 Em caso de empate será declarada campeã a entidade que obtiver o maior número
de 1º, 2º ou 3º lugares na classificação final de seus atletas filiados, persistindo o empate a
entidade com maior número de atletas inscritos.
29.4 Premiação
29.4.1 A premiação será de responsabilidade da entidade organizadora, podendo ser troféus
e/ou medalhas, devendo ser aprovada pelo Árbitro.
29.4.2 Para categorias competitivas com 20 (vinte) ou mais atletas inscritos, serão premia-
dos do primeiro ao quinto colocados.
29.4.3 Para categorias competitivas com até 19 (dezenove) atletas inscritos, serão premia-
dos do primeiro ao terceiro colocados.
29.4.4 O Clube e a Federação campeões serão premiados com troféu.
29.4.5 Caso haja a realização de percurso noturno, será obrigatório o uso de lanterna, ca-
bendo ao Diretor de partida impedir a saída de atleta que não possua.
30 CAMPEONATO BRASILEIRO DE TRAILO (CamBraTO)
Conforme normatizado Apêndice 9.
31 CAMPEONATOS REGIONAIS
31.1 Formato
Os eventos regionais obedecerão aos seguintes formatos:
31.1.1 Os eventos regionais, pertencentes a cada região geográfica considerada, deverão
ser realizados com um percurso Sprint, um percurso longo e um percurso médio.
31.1.2 A classificação da categoria Elite (H/D21E) será por percurso, onde teremos um
Campeão do Sprint, Campeão do médio e Campeão do longo.
31.1.3 A classificação das categorias Muito Difícil (A) e Difícil (B) será conforme a seguir:
a. em cada percurso (médio e longo) os vinte e seis primeiros classificados receberão a
seguinte pontuação:
1º 2º 3º 4º 5º 6º 7º 8º 9º 10º 11º 12º 13º 14º
40 37 35 33 32 31 30 29 28 27 26 25 24 23
15º 16º 17º 18º 19º 20º 21º 22º 23º 24º 25º 26º ≥ 27º
22 21 20 19 18 17 16 15 14 13 12 11 10
b. os demais atletas que forem classificados (acima do 26º lugar) receberão dez pontos.
c. será declarado Campeão Regional de Sprint de sua categoria, o atleta classificado em
primeiro lugar no percurso Sprint do Regional.
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 46
d. será declarado Campeão Regional de Floresta de sua categoria, o atleta que obtiver o
maior número de pontos, computados a soma dos percursos médio e longo.
e. em caso de empate, ficará melhor classificado o atleta que obtiver a menor soma de tem-
po somando os dois percursos de floresta; permanecendo o empate, prevalecerá o resultado
do percurso longo.
31.1.4 Cada federação poderá participar, como organizadora, de apenas uma região geográ-
fica, devendo declarar sua decisão à CBO através de documento oficial consignado por seu
presidente.
31.1.5 Após a declaração da escolha, cada federação só poderá alterar o grupo regional que
faz parte após transcorridos 4 (quatro) anos.
31.1.6 Os regulamentos dos eventos regionais deverão ser elaborados em cumprimento as
ROP da CBO, devendo ser apresentados até o mês de dezembro do ano anterior para a
Diretoria Técnica da CBO.
31.2 Categorias
31.2.1 As formas de disputa dos eventos regionais obedecerão ao padrão CBO de catego-
rias, conforme a tabela a seguir:
Idade Limite Ano de Graus de
Eventos Competições Categorias
(até 31 Dez) Nascimento Dificuldade
Infantil H12 – D12 até 12 anos 2014 ou após B
H14 – D14 até 14 anos 2012 ou após A-B
Regional
Juvenil H16 – D16 até 16 anos 2010 ou após A-B
Estudantil
Sub 20
H18 – D18 até 18 anos 2008 ou após A-B
Júnior
H20 – D20 até 20 anos 2006 ou após A-B
Universitário
Elite
Regional E
Universitário <25 H21 – D21 sem restrição qualquer idade
21
Adulto A-B
H35 – D35 35 anos ou mais 1991 ou antes A-B
H40 – D40 40 anos ou mais 1986 ou antes A-B
H45 – D45 45 anos ou mais 1981 ou antes A-B
H50 – D50 50 anos ou mais 1976 ou antes A-B
H55 – D55 55 anos ou mais 1971 ou antes A-B
Regional Máster
H60 – D60 60 anos ou mais 1966 ou antes A-B
35+ (>35)
H65 – D65 65 anos ou mais 1961 ou antes A-B
H70 – D70 70 anos ou mais 1956 ou antes A-B
H75 – D75 75 anos ou mais 1951 ou antes A-B
H80 – D80 80 anos ou mais 1946 ou antes B
H85 – D85 85 anos ou mais 1941 ou antes B
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 47
H90 – D90 90 anos ou mais 1936 ou antes B
H95 – D95 95 anos ou mais 1931 ou antes B
31.2.2 Para minimizar a exclusão das categorias N, fica a critério do organizador, oferecer
percursos abertos (Aberto Longo, Aberto Curto, etc), para possibilitar a participação de atle-
tas iniciantes, sem caráter competitivo.
31.2.3 É responsabilidade dos dirigentes dos clubes a adequada distribuição/inscrição dos
atletas nas categorias disputadas nos eventos regionais, tanto técnica como física, obede-
cendo ao previsto nas regras 2.2 a 2.11.
32 CAMPEONATOS ESTADUAIS
32.1 Formato: os regulamentos dos eventos estaduais deverão ser elaborados em cumpri-
mento as ROP da CBO, devendo ser apresentados até 1 (um) mês antes do início da com-
petição em tela, para a Diretoria Técnica da CBO, visando a análise e ratificação/retificação
pela Comissão de Regras. A não observância desta regra poderá acarretar a não aceitação
do ranking estadual da federação.
32.2 Os campeonatos estaduais (Sprint ou floresta) deverão ter, para ser válida sua pon-
tuação no Ranking Nacional, no mínimo três percursos no somatório de pontos do
resultado final. Esta imposição busca manter uma condição mínima para não haver gran-
des disparidades nas formações de ranking.
32.3 Categorias
32.3.1 O modelo de categorias para os estaduais ficará a critério da federação (Modelo
CBO ou modelo aglutinado), utilizando a tabela de categorias definida na regra 2.1, fins de
distribuição dos atletas.
32.3.2 Mediante aprovação do Árbitro nos eventos estaduais poderão ser criadas categorias
especiais para aqueles atletas que participarão somente deste evento (ex: Olimpíadas de
Organizações Militares, trabalhos de iniciação em escolas, etc.), situação que deve ser evi-
tada sempre que possível. Neste caso o próprio organizador definirá o valor da taxa de ins-
crição, sendo responsável por todas as medidas técnicas e administrativas decorrentes des-
ta decisão, bem como a segurança destes atletas conforme normatizado nas regras 6.8 e
6.9.
32.3.3 As categorias “ACOMPANHADOS” são destinadas aos atletas iniciantes, os quais
deverão ser conduzidos e orientados por um atleta experiente, sem preocupar-se com o
tempo de realização do percurso, em horário a ser definido pelo fiscal de partida após o
acompanhante ter realizado seu percurso. Nestas categorias não haverá classificação, ape-
nas premiação de participação.
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 48
32.3.4 É responsabilidade dos dirigentes dos clubes a adequada distribuição/inscrição dos
atletas nas categorias disputadas nos eventos estaduais, tanto técnica como física, obede-
cendo ao previsto na regra 2 e seus complementos.
32.3.5 Excetuando-se as categorias de formação (H/D 10N, H/D 12N e H/D 14N), nenhum
atleta poderá permanecer por mais de um ano na categoria Novatos (N), admitindo-se a ex-
ceções, a critério da federação, que levará em conta os seguintes critérios:
a. participação esporádica nos campeonatos estaduais anteriores; e/ou
b. insuficiência técnica/física para ascender de categoria.
32.3.6 O diretor técnico da federação controlará o cumprimento da regra 33.3.4 e 33.3.5,
podendo inclusive, deixar de computar os pontos de atleta que desrespeitar as normas.
32.3.7 O grau de dificuldade “N”, por não ser considerado competitivo, tem o objetivo de
aprendizado do atleta, entretanto todos os que participarem das categorias com este grau de
dificuldade poderão receber medalhas de participação ou por classificação, ficando a critério
do organizador a forma que as medalhas serão distribuídas, definido no boletim do evento.
32.4 Ranking
32.4.1 No caso de categorias aglutinadas, os atletas serão reposicionados no resultado final
do estadual quanto à pontuação dentro de sua categoria de idade e grau de dificuldade,
para questões do cômputo de pontos para o ranking nacional, conforme a regra 2.1 das
ROP, seguindo modelo na tabela abaixo:
Classificação final (estadual) Repasse para o Ranking CBO
Categoria H Master A Categoria H35A Categoria H40A
1º lugar: João (H35A) 1º lugar: João 1º lugar: Pedro
2º lugar: José (H35A) 2º lugar: José 2º lugar: Luís
3º lugar: Pedro (H40A) 3º lugar: Cláudio 3º lugar: Marcos
4º lugar: Luís (H40A) - -
5º lugar: Cláudio (H35A) - -
6º lugar: Marcos (H40A) - -
32.4.2 O reposicionamento é de responsabilidade da diretoria da federação de cada estado.
Os resultados estaduais não reposicionados serão desconsiderados pela diretoria da CBO
para fins de ranking.
32.4.3 A federação é responsável por enviar a CBO os resultados de todos os atletas parti-
cipantes do estadual e dos municipais para fins de ranking, conforme modelo da regra
21.5.5.
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 49
33 CAMPEONATOS MUNICIPAIS
33.1 Os regulamentos dos eventos municipais serão controlados pelas Federações e deve-
rão ser elaborados em cumprimento as ROP/CBO. A não observância desta regra poderá
acarretar a não aceitação para fins de inclusão dos pontos no ranking.
33.2 Os Campeonatos Municipais, têm como objetivo fortalecer a estrutura organizacional da
orientação em todas as esferas, promovendo um desenvolvimento homogêneo de acordo
com as especificidades da modalidade em nível local.
33.3 A inscrição dos eventos municipais deverá ser realizada através do sistema oficial da
CBO, garantindo o registro, a rastreabilidade a preservação da memória esportiva da moda-
lidade, assim como também a garantia de cobertura do seguro atleta para o evento.
33.4 Excepcionalmente, os Árbitros dos eventos municipais poderão ser do próprio Clube,
caso exista apenas um no município. Neste caso deve atuar de acordo com as funções es-
pecíficas para um Árbitro de Evento e possuir Licença de Árbitro válida, expedida pelo Con-
selho de Arbitragem da CBO. Essa medida contribui para a sustentabilidade financeira e
operacional dos clubes locais.
33.5 Excepcionalmente para os eventos municipais, a taxa de competição da CBO será
isenta, como forma de criar uma sustentabilidade e viabilidade financeira, principalmente de
clubes pequenos, de forma a contribuir no desenvolvimento da base da modalidade.
33.6 Os campeonatos municipais (Sprint ou floresta), não exigem número mínimo de eta-
pas para ser válida sua pontuação no Ranking Nacional. Isso ocorre porque os eventos mu-
nicipais atribuem pontuação por participação, sem impacto competitivo direto, devido às
grandes variações de formato e nível técnico. Essa medida atende tanto atletas que valori-
zam o ranking quanto aqueles que priorizam a vivência esportiva, sem gerar distorções entre
os diferentes níveis de competição que existem hoje.
33.7 Categorias
33.7.1 O modelo de categorias para os municipais ficará a critério da federação (Modelo
CBO ou modelo aglutinado), utilizando a tabela de categorias definida na regra 2.1, fins de
distribuição dos atletas.
33.7.2 Mediante aprovação do Árbitro nos eventos municipais poderão ser criadas catego-
rias especiais para aqueles atletas que participarão somente deste evento (ex: Olimpíadas
de Organizações Militares, trabalhos de iniciação em escolas, etc.), situação que deve ser
evitada sempre que possível. Neste caso o próprio organizador definirá o valor da taxa de
inscrição, sendo responsável por todas as medidas técnicas e administrativas decorrentes
desta decisão, bem como a segurança destes atletas conforme normatizado nas regras 6.8
e 6.9.
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 50
33.7.3 As categorias “ACOMPANHADOS” são destinadas aos atletas iniciantes, os quais
deverão ser conduzidos e orientados por um atleta experiente, sem preocupar-se com o
tempo de realização do percurso, em horário a ser definido pelo fiscal de partida após o
acompanhante ter realizado seu percurso. Nestas categorias não haverá classificação, ape-
nas premiação de participação.
33.7.4 É responsabilidade dos dirigentes dos clubes a adequada distribuição/inscrição dos
atletas nas categorias disputadas nos eventos municipais, tanto técnica como física, obede-
cendo ao previsto na regras 2 e seus complementos.
33.7.5 Excetuando-se as categorias de formação (H/D 10N, H/D 12N e H/D 14N), nenhum
atleta poderá permanecer por mais de um ano na categoria Novatos (N), admitindo-se exce-
ções, a critério da federação, que levará em conta os seguintes critérios:
a. participação esporádica nos campeonatos estaduais anteriores; e/ou
b. insuficiência técnica/física para ascender de categoria.
33.7.6 O diretor técnico do clube controlará o cumprimento da regra 33.7.4 e 33.7.5, poden-
do inclusive, deixar de computar os pontos de atleta que desrespeitar as normas.
33.7.7 As normas constantes da regra 33.7.5 visam o aperfeiçoamento de nossos atletas,
conduzindo-os a uma evolução progressiva dentro do esporte, buscando de forma justa
atingir a plenitude de suas potencialidades.
33.7.8 O grau de dificuldade “N”, por não ser considerado competitivo, tem o objetivo de
aprendizado do atleta, entretanto todos os que participarem das categorias com este grau de
dificuldade poderão receber medalhas de participação ou por classificação, ficando a critério
do organizador a forma que as medalhas serão distribuídas, definido no boletim do evento.
34 COMPETIÇÕES DE REVEZAMENTO DE EQUIPES
34.1 Independente da competição, o revezamento de equipes (clubes ou trios) seguirá as
regras da IOF e CBO, podendo ser realizado nas modalidades de Floresta ou Sprint, a crité-
rio do organizador.
34.2 A competição de revezamento de equipes tem como principais objetivos fomentar o
congraçamento entre atletas e valorizar as entidades que formam as bases do esporte Ori-
entação no Brasil (Clubes).
34.3 A competição será disputada por trios masculinos (H), femininos (D) e/ou misto (M)
devendo ter um atleta do sexo oposto aos demais, conforme os eventos a seguir:
34.3.1 Revezamento do CAMBOR
- trios de atletas do mesmo clube, sendo distribuídos de acordo com o gênero e faixas etá-
rias; e
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 51
- trios de atletas de qualquer clube, sendo categoria única, sem restrição de idade e gêne-
ro.
34.3.2 Revezamento do CAMBOR Master
- Não haverá restrições à composição dos trios quanto aos clubes e/ou federações dos par-
ticipantes, cujo principal objetivo é o congraçamento entre os atletas participantes.
34.3.3 Revezamento do SAOC
- trios de atletas da mesma nacionalidade, sendo distribuídos de acordo com o gênero e
faixas etárias.
34.4 As categorias do revezamento de equipes, independente da competição que a enqua-
dra, serão divididas de acordo com os gêneros, faixas etárias e graus de dificuldade, con-
forme segue:
Gêneros: “H” (Homens) - “D” (Damas) - “HD” (Misto)
Categorias Faixa etária Grau de dificuldade
HD Juvenil / H Juvenil / D Juvenil de 12 a 16 anos B
HD Junior / H Junior / D Junior até 20 anos B
HD Adulto / H Adulto / D Adulto 21 anos (qualquer idade) A
HD Máster / H Máster / D Máster 35 anos ou mais A
HD Sênior / H Sênior / D Sênior 45 anos ou mais A
HD Veteranos / H Veteranos / D Veteranos 55 anos ou mais A
HD VIP / H VIP / D VIP Acima de 65 anos B
ABERTO (atletas de qualquer clube ou gênero) Qualquer idade B
34.5 Para o CAMBOR, os clubes serão os responsáveis para realizar as inscrições de todas
as suas equipes, através de um representante nomeado exclusivamente para isso, que de-
verá cumprir as informações divulgadas nos boletins do evento, referentes ao procedimento
a ser adotado para efetivar estas inscrições.
34.6 Na organização dos trios mistos, obrigatoriamente o 3º atleta deverá ser uma Dama.
34.7 Será permitido realizar alterações nas constituições dos trios, somente dentro das res-
pectivas categorias, até às 14 horas do dia anterior à competição de revezamento (limite
máximo). Os casos excepcionais, quando houverem, serão decididos pelo Árbitro do evento.
34.8 As inscrições na categoria Aberto poderão ser efetivadas em comum acordo por um
dos representantes dos Clubes formadores deste trio, ou ainda individualmente, pelos pró-
prios atletas de forma avulsa, porém, neste caso, fica a critério do organizador constituir os
trios arbitrariamente, sem direito a contestação pelos atletas ou clubes.
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 52
34.9 Nas competições de revezamento em que ocorrer a cerimônia de abertura do evento,
esta poderá ser realizada antes ou depois da competição, devendo ser observadas as se-
guintes situações:
a) se for realizada antes da competição, esta deverá iniciar pelo menos 30 minutos antes da
partida dos primeiros atletas, mais o tempo necessário para o deslocamento andando até
este local, se for o caso.
b) se for realizada depois da competição, esta deverá iniciar imediatamente após definido os
primeiros lugares de cada categoria, sendo finalizada com a premiação da competição.
34.10 Em ambos os casos descritos anteriormente, todos os atletas deverão cumprir rigoro-
samente a seguinte rotina na arena do revezamento:
34.10.1 As bases LIMPAR e CHECAR estarão disponíveis na entrada do dispositivo pelo
menos 1 (uma) hora antes da partida dos primeiros atletas, para que todos realizem este
procedimento com antecedência, sem a obrigatoriedade de entrar no mesmo. O dispositivo
somente será fechado para todos os atletas 15 (quinze) minutos antes do horário previsto
para a partida dos primeiros atletas, reabrindo imediatamente após esta para os atletas atra-
sados.
34.10.2 Mediante autorização do controlador de partida e, após executadas todas as fases
da pré-partida, os primeiros atletas atrasados poderão partir, sendo considerada a contagem
do seu tempo a partir do horário oficial de início da competição. Os 2º e 3º atletas que che-
garem atrasados serão penalizados, acrescentando-se ao seu tempo de percurso o tempo
decorrido desde o horário oficial de início da competição, até a entrada dos mesmos no dis-
positivo.
34.10.3 A critério do árbitro do evento, após 1 hora (para Percurso Sprint) ou 1 hora e 30
minutos (para percurso floresta) da partida dos primeiros atletas, todos os atletas remanes-
centes dos trios de revezamento, que por ventura ainda não tenham partido devido o atleta
anterior de seu trio ainda não ter chegado, poderão ser autorizados a partir sob a supervisão
do controlador de partida. Os números dos trios e o horário de partida serão devidamente
anotados, fins controle e ajuste aos seus tempos de percurso na apuração.
34.10.4 Na transição dos trios e na chegada deverá ser observado o seguinte:
a) durante a transição o atleta sucessor somente poderá partir mediante o toque de mão do
seu antecessor na chegada.
b) no funil de chegada o último atleta do trio poderá ser acompanhado pelos outros atletas
da equipe, sem prejudicar a competitividade dos demais trios.
34.10.5 Uma vez que uma equipe de revezamento aceita sua desclassificação, ou a desclas-
sificação da equipe foi confirmada pelo Árbitro, não será permitido que outro competidor da-
quela equipe parta.
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 53
34.11 A classificação final das equipes por categoria será de acordo com a ordem de che-
gada dentro das respectivas categorias.
34.12 No caso do revezamento de clubes do CAMBOR, a apuração do resultado final da
competição entre clubes atribuirá a pontuação de acordo com a classificação de cada trio
em sua respectiva categoria, conforme a seguir:
34.12.1 Trios formados por atletas do mesmo Clube
a. de acordo com a classificação de cada trio em sua respectiva categoria até o 26º lugar,
cada clube receberá o somatório dos pontos obtidos individualmente x 3 conforme a seguir:
1º 2º 3º 4º 5º 6º 7º 8º 9º 10º 11º 12º 13º 14º
40 37 35 33 32 31 30 29 28 27 26 25 24 23
15º 16º 17º 18º 19º 20º 21º 22º 23º 24º 25º 26º ≥ 27º
22 21 20 19 18 17 16 15 14 13 12 11 10
b. os demais trios classificados acima do 26º lugar somarão 10 (dez) pontos individualmente
para os seus Clubes, totalizando 30 (trinta) pontos por equipe.
34.12.2 Trios mistos formados por atletas de qualquer clube
a) todos os atletas somarão 10 (dez) pontos individualmente para os seus respectivos Clu-
bes, independente da classificação obtida na categoria, exceto desclassificação.
b) esta normatização tem caráter inclusivo, proporcionando a participação de atletas avulsos
pontuando para seus respectivos clubes, além de oportunizar que as entidades com menor
expressão no contexto esportivo nacional somem pontos para o Ranking Brasileiro de Clu-
bes.
c) será concedida a pontuação mínima para a categoria, não inferior a 30 (trinta) pontos, pa-
ra todas as equipes que correram em um percurso que foi anulado pelo Júri Técnico.
34.13 Será declarado Campeão do Revezamento de Clubes do CAMBOR, o clube que obti-
ver o maior número de pontos, conforme o item 34.12.1.
34.14 Em caso de empate ficará mais bem classificado o clube que:
a) obtiver o maior número de 1º lugar, 2º lugar e 3º lugar de trios formados por atletas do
mesmo clube;
b) tiver o maior número de trios formados por atletas do mesmo clube na competição; e
c) tiver o maior número de atletas participantes.
34.15 A premiação em cada categoria será medalhas aos atletas, sob a responsabilidade do
organizador, devendo ser aprovada pelo árbitro.
34.16 Serão premiadas até o 3º lugar, as categorias com 5 ou mais equipes inscritas.
34.17 Será premiada apenas o 1º lugar, para categorias com 4 ou menos equipes inscritas.
34.18 Em caso de um percurso ser anulado pelo júri técnico, a premiação será mantida.
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 54
34.19 O Clube campeão, bem como o 2º e 3º classificados do Revezamento de Clubes do
CAMBOR serão premiados com troféus.
34.20 Todos os atletas (menos ELITES, Ranking Especial), que participarem do Reveza-
mento de Clubes do CAMBOR receberão um bônus de 10 (dez) pontos, individualmente, no
Ranking de Atletas da CBO, independentes de categoria e classificação, exceto os desclas-
sificados.
CAPITULO III
ARBITRAGEM
35 ARBITRAGEM
35.1 Todos os eventos da CBO serão controlados por um Árbitro Nacional escalado pelo
Conselho de Arbitragem da CBO, sendo ele indicado até 3 meses após a designação do Or-
ganizador.
35.2 Se um Árbitro da CBO é designado pelo Conselho de Arbitragem da CBO, ele é o re-
presentante oficial da CBO perante o organizador. O Árbitro é subordinado à diretoria técnica
da CBO e não faz parte da comissão organizadora.
35.3 As federações estaduais deverão designar um Árbitro para todos os eventos sob suas
responsabilidades.
35.4 Todos os Árbitros para eventos da CBO deverão ter licença de Árbitro da CBO, sendo-
lhe vedado ter qualquer responsabilidade com alguma equipe participante.
35.5 O Árbitro da CBO assegurará que todas as regras serão seguidas. As omissões e os
enganos devem ser evitados, devendo a imparcialidade reinar absoluta. O Árbitro da CBO
tem autoridade para exigir e fazer ajustes que julgar necessários para satisfazer às exigên-
cias do evento e uma vez que forem feitas as determinações, nada mais poderá ser muda-
do, sem que o mesmo delibere sobre tais alterações.
35.6 O Árbitro da CBO trabalhará em estreita cooperação com o organizador e a ele serão
prestadas todas as informações pertinentes ao evento. Toda informação oficial enviada às
federações, clubes, dirigentes ou atletas, como Boletins, será aprovada previamente pelo
Árbitro da CBO.
35.7 O Árbitro da CBO tem como responsabilidade, no mínimo, as seguintes tarefas:
a) Aprovar a jurisdição e o terreno para o evento;
b) Verificar a organização do evento e avaliar a conveniência da acomodação proposta, ali-
mentação, transporte, programa do evento, orçamento e possibilidades de treinamento;
c) Avaliar o planejamento das cerimônias;
d) Aprovar a organização da partida, chegada e área de concentração;
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 55
e) Avaliar a confiabilidade e precisão da tomada de tempo e a produção de resultados,
f) Verificar se o mapa está conforme os padrões da IOF;
g) Aprovar o traçado dos percursos depois de avaliar a qualidade deles, inclusive grau de
dificuldade, colocação do prisma e equipamento, fatores de sorte e precisão do mapa;
h) Conferir as combinações dos percursos,
i) Avaliar dependências, instalações e equipamentos para a mídia; e
j) Avaliar dependências, instalações e equipamentos para o teste antidoping.
35.8 As visitas serão planejadas de acordo com a autoridade que designou o Árbitro e o Dire-
tor do Evento. Imediatamente depois de cada visita, o Árbitro da CBO enviará um breve rela-
tório, por escrito, para a diretoria técnica da CBO e uma cópia para o organizador.
35.9 Um ou mais assistentes podem ser designados pelo Conselho de Arbitragem para auxi-
liar o Árbitro da CBO, particularmente no que tange aos campos de cartografia, percursos,
finanças, patrocinadores e mídia.
35.10 O Árbitro da CBO fará até 3 visitas: a primeira, logo que for designado; a segunda,
entre uma ano e seis meses antes da competição; e a terceira, 3 a 4 meses antes da com-
petição. Após cada visita, o Árbitro emitirá um Relatório de Visita e, após a competição, en-
viará à diretoria técnica da CBO, com cópias para o Organizador e para o Conselho de Arbi-
tragem, o Relatório final de sua atuação como Árbitro.
36 RECLAMAÇÕES
36.1 Uma reclamação pode ser feita ao Diretor do Evento sobre infrações destas regras ou
às diretrizes da organização ou irregularidade detectada antes ou durante o evento.
36.2 No que tange a resultados, o prazo para a apresentação da reclamação será de até 30
minutos após a divulgação do resultado oficial do percurso/competição.
36.3 No que tange a reclamações sobre violações às regras, às diretrizes do organizador ou
irregularidades ocorridas antes ou durante o evento, o prazo para a apresentação da recla-
mação será até às 23:59 horas de cada dia, para as atividades programadas e constantes
do boletim do evento.
36.4 Uma reclamação somente pode ser feita por competidores e/ou representantes de clu-
bes ou federações.
36.5 A reclamação será feita individualmente ou em grupo, por escrito, para o Diretor do
evento, em formulário próprio, entregue na secretaria do evento. A secretaria registrará a
data e hora do recebimento e encaminhará ao Diretor do evento. Este terá o prazo de uma
hora para decidir sobre a reclamação, e retorná-la a secretaria, onde será registrada a
hora da devolução e ficará à disposição do(s) reclamante(s) para tomar(em) conhecimento
da decisão. Caso a decisão seja de interesse coletivo o Diretor do evento poderá torná-la
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 56
pública.
36.6 O formulário para reclamação será fornecido pela organização, conforme anexo “D”,
onde o(s) reclamante(s) deverá(ão) fazer constar a(s) regra(s) e regulamentos na qual está
embasado a reclamação. Não será cobrada taxa para reclamação, exceto para leitura de
base.
36.7 A solicitação de leitura de base, prevista no nº 8 do apêndice 2 destas regras, deverá
ser formalizada por meio do formulário de reclamação, junto com o pagamento da taxa cor-
respondente, no valor de R$ 50,00 (cinquenta reais), para eventos nacionais e regionais,
ou valor a ser estipulado pelas Federações, para eventos estaduais e municipais, sendo es-
tes valores por base lida. Se no controle for encontrado o registro de passagem do atleta
(sem erro), o competidor será classificado e a taxa será devolvida; caso contrário, a taxa
será retida pelo organizador.
37 PROTESTOS
37.1 Um protesto pode ser feito contra a decisão do Diretor do Evento a respeito de uma re-
clamação.
37.2 Um protesto somente pode ser feito por competidores e/ou membros da diretoria de
clubes ou federações.
37.3 Qualquer protesto deverá ser feito, individualmente ou em grupo, por escrito, para o
Árbitro do Evento e em formulário próprio, entregue na secretaria do evento até 15 minu-
tos após o organizador haver anunciado a decisão sobre a reclamação. A secretaria
registrará a data e hora do recebimento e encaminhará ao Árbitro do Evento. Este reunirá o
Júri Técnico, tão rápido quanto possível julgará o protesto e informará a sua decisão à se-
cretaria, onde será registrada a hora da devolução e ficará à disposição do(s) protestante(s)
para tomar(em) conhecimento da decisão. Caso a decisão seja de interesse coletivo o Árbi-
tro do Evento poderá torná-la pública.
37.4 O formulário para protesto será fornecido pela organização, conforme o anexo “E”, onde
o(s) protestante(s) deverá(ão) fazer constar a(s) regra(s) e regulamentos que embasam o
protesto.
37.5 Quando o protesto for relativo à condição de um competidor, de participar de uma com-
petição e o caso não for julgado, pelo Júri Técnico, até 60 (sessenta) minutos, antes do ho-
rário de partida deste atleta, permitir-se-á que o atleta participe “sob protesto”.
37.6 Não será cobrada taxa para protesto.
38. JURI TÉCNICO
38.1 Todos os protestos, nas competições oficiais de orientação, devem ser julgados por um
Júri Técnico.
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 57
38.2 Objetivos
a. Decidir sobre os protestos; e
b. Julgar as irregularidades que apareçam antes ou durante a prova.
38.3 Composição do Júri Técnico
38.3.1 A composição do júri técnico deve ser baseada na expertise técnica e experiência dos
seus membros.
38.3.2 O Conselho de Arbitragem indicará os árbitros participantes do evento como mem-
bros do Júri Técnico, cuja composição será divulgada no último boletim informativo, logo
após o encerramento dos prazos de inscrições.
38.3.3 O Júri Técnico terá a seguinte constituição:
a. Árbitro do evento;
b. Três árbitros do Quadro de Árbitros da CBO ou de federação que participem da competi-
ção, todos de diferentes federações, ressalvado quando não houver membros de diversas
federações para compor o júri; e
c. Um responsável técnico da organização.
38.4 Prerrogativas e procedimentos
a. Os membros do júri técnico devem conhecer as ROP e as informações específicas do
evento constantes em todas as publicações relacionadas (boletins, avisos e erratas).
b. As decisões serão tomadas mediante votação, por meio do levantamento de um braço ou
mesmo por escrito conforme o caso. O árbitro deve liderar o júri, mas não tem direito a voto.
O responsável técnico da organização não tem direito a voto, sendo que seu papel é apenas
consultivo;
c. Qualquer julgamento que diga respeito a faltas às regras da competição ou ao esporti-
vismo, que possa levar à desclassificação de um ou mais atletas concorrentes, bem como a
anulação de uma categoria, não pode ser levado a efeito sem que os três membros do júri
estejam presentes, além do Árbitro do evento.
d. O Árbitro do Evento realizará esforços no sentido de reunir todos os elementos materiais e
as testemunhas necessárias susceptíveis de esclarecer o júri. O Árbitro é responsável por
elaborar um relatório escrito, contendo todas as decisões e medidas tomadas pelo Júri Téc-
nico.
e. Após o julgamento de um protesto, o Júri Técnico, além de instruir o organizador, poderá
encaminhar o fato ao conhecimento da Comissão Disciplinar da CBO, no caso de violação
grave às regras, mediante relatório circunstanciado.
f. Os membros da organização da prova acatarão todas as decisões do Júri Técnico.
g. Se um dos membros do Júri Técnico se declarar impossibilitado ou for parte interessada
no protesto, o Árbitro do Evento nomeará um substituto.
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 58
h. A decisão do júri técnico deverá ser fundamentada, pelo Árbitro do Evento, antes de sua
divulgação, abordando todos os argumentos do protesto interposto.
i. A decisão do júri técnico é soberana.
j. Não será cobrada taxa para atuação do Júri Técnico.
39 APELAÇÃO
39.1 Uma apelação pode ser apresentada contra as violações destas regras, por membros
da diretoria de federações e/ou clubes, se o Júri Técnico ainda não tenha se constituído ou
já tenha sido dispensado.
39.2 A apelação deve ser feita por escrito, mais rapidamente possível, para a diretoria da
entidade que nomeou o árbitro do evento, sendo responsabilidade dessa diretoria julgar a
apelação.
39.3 As decisões sobre uma apelação são definitivas.
39.4 Não será cobrada taxa para apelação.
40 RELATÓRIO DE EVENTO
40.1 O organizador terá 15 dias para encaminhar um relatório ao árbitro, contendo:
a) Lista completa de resultados com o nome e tempo de percurso de cada atleta;
b) Arquivo de mapa com o traçado do Percurso de cada categoria em cada percurso;
c) Comentários sobre o evento;
d) Prestação de contas; e
e) Lista das pessoas que fizeram parte da comissão organizadora e não executaram o per-
curso, com nome completo, categoria e entidade para futura inclusão no ranking.
40.2 O Árbitro terá 30 dias para encaminhar o seu relatório à CBO, para os eventos nacio-
nais e regionais, ou para a diretoria da respectiva federação, nos casos das competições es-
taduais ou municipais.
CAPITULO IV
EQUIPE NACIONAL
41 EQUIPE NACIONAL
41.1 Todos os dirigentes e atletas devem fazer o máximo de esforços para que qualquer
pessoa que representar o Brasil em eventos internacionais use dignamente a Bandeira do
Brasil, uniforme e distintivo da CBO.
41.2 A prioridade para participação em competições e eventos internacionais é a seguinte:
a. Atleta;
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 59
b. Técnico; e
c. Dirigente.
41.3 No caso de não haver um técnico e um dirigente, o atleta mais velho será o chefe da
equipe.
41.4 O Presidente do Conselho da CBO terá prioridade para ir ao Congresso da IOF.
41.5 Critérios para convocação de atletas para integrar a equipe do Brasil em competições
internacionais:
41.5.1 Os atletas serão convocados entre os melhores do ranking nacional na categoria que
integram, a fim de compor a Equipe Nacional, de acordo com os requisitos definidos para a
competição que irão representar;
41.5.2 Para cada competição internacional que o Conselho da CBO decidir enviar uma equi-
pe nacional, será emitida uma portaria específica, com as regras de convocação dos atletas,
especificando processos seletivos, prazo do ranking nacional para convocação direta, dispo-
nibilidade de vagas técnicas definidas pela Diretoria Técnica, treinamentos e outros neces-
sários;
41.5.3 Estas regras serão definidas com pelo menos seis meses de antecedência do evento
e definirão a quantidade de atletas que formarão a equipe nacional e todos os critérios con-
siderados para a seleção final;
41.5.4 Os atletas que trocarem de categoria de grau de dificuldade “A” para “E” só podem
ser convocados após obterem classificação no segundo resultado na nova categoria; e
41.5.5 Os atletas que trocarem de categoria por idade no grau de dificuldade “E” poderão ser
convocados em qualquer momento.
42 O TÉCNICO/DIRIGENTE
42.1 As convocações de técnicos, chefes de equipe e/ou qualquer outra função de assesso-
ramento da equipe nacional, serão realizadas por portaria do Conselho da CBO, caso haja
verba para tal.
42.2 Os técnicos e ou preparadores físicos dos atletas convocados ou do clube/federação ao
qual o atleta for filiado, entrarão em contato com a diretoria técnica da CBO para receber
orientações a respeito de condutas a serem adotadas nos preparativos.
42.3 O técnico é a pessoa responsável pela formação, treinamento, inscrição, controle e re-
presentação dos atletas perante a organização, ficando sob sua incumbência:
a. Sempre fazer constar seu nome na ficha de inscrição de cada evento;
b. Representar os atletas pelos quais responde (clube, curso, escola, universidade, equipe
ou delegação) perante a organização, arbitragem e dirigentes desportivos, em quaisquer
situações;
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 60
c. Relatar à organização ou à arbitragem qualquer fato envolvendo atleta sob sua respon-
sabilidade, que envolva conduta antidesportiva, infração a regras, indisciplina ou ato atentató-
rio ao espírito esportivo;
d. Controlar e conduzir seus atletas com disciplina, ordem e respeito às regras, sempre
que estiver em competição, palestra, curso, ou atividade similar;
e. Assegurar aos pais ou responsáveis, no caso de orientistas menores de idade, que os
atletas sob sua responsabilidade serão conduzidos com segurança e de maneira adequada,
no transcorrer das competições; e
f. Organizar o plano esportivo anual (Anexo L).
42.4 Todo o dirigente que chefiar a delegação Brasileira deverá fazer um relatório de seu tra-
balho e apresentar à CBO, até 30 dias após o retorno do mesmo.
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 61
Apêndice 1
COMISSÃO ORGANIZADORA
1. Todas as competições oficiais de orientação devem ser conduzidas por uma comissão or-
ganizadora.
2. COMPOSIÇÃO (sugestão de efetivo ideal):
a. DIRETOR DO EVENTO - Responsável pelo evento
b. COMISSÃO TÉCNICA
1) DIRETOR TÉCNICO;
2) TRAÇADOR(ES) DE PERCURSOS;
3) MAPEADOR(ES);
4) CONTROLADOR DE PARTIDA, com mais cinco auxiliares por estrutura de partida;
5) CONTROLADOR DE CHEGADA, c/ mais cinco auxiliares por estrutura de chegada;
6) GERENTE DE ARENA;
7) ASSISTÊNCIA MÉDICA E RESGATE;
8) CONTROLADOR DE ESTACIONAMENTO E ACESSO, com mais três auxiliares;
9) CONTROLADOR DE APURAÇÃO;
10) GESTOR DE SEGURANÇA; e
11) TRABALHADORES (conforme for necessário).
c. COMISSÃO ADMINISTRATIVA
1) DIRETOR ADMINISTRATIVO;
2) SECRETÁRIO, com mais quatro auxiliares;
3) GERENTE DE LOGÍSTICA;
4) GERENTE DE MÍDIA E MARKETING;
5) TESOUREIRO;
6) ASSISTENTE DE CERIMÔNIA, ANIMAÇÃO E DIVERSÃO;
7) ASSISTENTE DE HOSPEDAGEM E TRANSPORTE;
8) ASSISTENTE DE COMUNICAÇÕES; e
9) ASSISTENTE DE INFORMÁTICA.
d. COMISSÃO DE NOVOS
e. EQUIPE DE EXAME ANTI-DOPING
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 62
3. DATA LIMITE PARA NOMEAÇÃO:
a. Logo que Seja Tomada a Decisão de Organizar um Evento: Diretor do Evento, Diretor
Técnico, Diretor Administrativo, Mapeador, Traçador de percurso e Gestor de Segu-
rança,
b. Seis Meses Antes do Evento: Diretor de Mídia e Marketing, Diretor de Arena, Secretá-
rio, Tesoureiro, Diretor de Logística, Assistente de Hospedagem e Transporte, Assis-
tente do Cerimonial e Assistente de Informática.
4. Todos os integrantes da Comissão Organizadora devem usar um colete, camiseta ou cra-
chá com a designação da sua função;
5. As funções da comissão organizadora não podem ser cumulativas com outras funções ou
entre si;
6. O Árbitro deve informar nos relatórios de visitas, quando as funções da comissão organi-
zadora não estiverem, ainda, preenchidas e tudo fazer para que todas essas funções sejam
ocupadas e cumpridas.
7. Em eventos nacionais e regionais, o atleta que participar da comissão organizadora, exce-
to da apuração, poderá realizar o percurso nas seguintes condições:
a. Devidamente autorizado pelo árbitro e inscrito;
b. Não ter conhecimento do terreno e do mapa;
c. Ter seus tempos de partida e chegada controlados pelo árbitro do evento.
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 63
Apêndice 2
SISTEMA DE APURAÇÃO
1. Em competições oficiais da CBO, somente poderão ser usados os sistemas eletrônicos
que sigam os padrões definidos pela IOF.
2. Sistemas eletrônicos aprovados pela IOF (2022):
- Sistema eletrônico de picote e controle de tempo EMIT;
- Sistema SPORTident;
- Sistema EMIT “touch free” (sem contato), versão 2013 e posteriores;
- Sistema SPORTident Air + system (raio de ~30cm);
- Sistema SFR versão clássico (contato); e
- Sistema Learnjoy.
3. Com relação ao sistema EPT EMIT, a etiqueta anexa ao cartão de controle eletrônico do
competidor, que serve como backup, deve ser resistente para sobreviver às prováveis con-
dições durante uma competição (incluindo imersão em água). É de responsabilidade do
competidor assegurar-se que o cartão backup esteja marcado de maneira que possibilite ser
usado se o picote eletrônico estiver faltando.
4. Com relação ao sistema SPORTident, um perfurador manual de backup (picotador), deve
estar presente em cada controle. É do competidor a responsabilidade de assegurar-se que a
marcação foi recebida em seu SI-Card (cartão eletrônico) não o removendo até que o sinal
de feedback (retorno/bip) tenha sido recebido. Se, e somente se, o sinal de retorno não é
recebido, o competidor deve usar o picotador manual.
5. O chip deve mostrar claramente que todos os pontos de controle foram visitados. Um
competidor com uma marcação faltando não deve ser classificado, a menos que possa ser
estabelecido com certeza que a marcação em falta ou não identificada não é culpa do com-
petidor. Nesta circunstância excepcional, outras evidências podem ser utilizadas para provar
a visita do competidor ao controle, tais como: o registro de agentes de fiscalização ou câme-
ras ou leitura da base do ponto de controle. Em quaisquer outras circunstâncias, tais evidên-
cias não são aceitáveis e o competidor deve ser desclassificado. No caso dos tradicionais
(com contato) SPORTident, SFR e Learnjoy, esta regra significa que:
5.1. Se uma unidade não está funcionando, o competidor deve usar o backup fornecido e
será desclassificado se a marcação não for registrada; e
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 64
5.2. Se um competidor picotar muito rápido e não atentar para o recebimento dos sinais de
feedback, o cartão não conterá a marcação e o competidor deve ser desclassificado (embo-
ra a unidade de controle possa ter gravado o número do cartão do competidor).
6. Se for confirmado a falha da base eletrônica, confirmando assim a ausência de erro e/ou
dolo por parte dos orientistas, todos que não tiverem registros da base em questão serão
informados e classificados.
7. Se uma base eletrônica não estiver emitindo qualquer sinal (sonoro e ou luminoso) na
passagem do atleta, ou que aparente não funcionar, o orientista deve usar o sistema substi-
tuto disponível, que tanto pode ser um sistema mecânico ou uma segunda base eletrônica.
O orientista deve informar a organização sobre tal procedimento, na chegada. Para compro-
vação mecânica, o mapa deve ser entregue identificado a apuração para verificação. Con-
firmando a ausência de erro e/ou dolo por parte do orientista, este será informado e classifi-
cado.
8. O orientista que for desclassificado por falta de registro de um ou mais controles, poderá
reclamar pela leitura da memória da(s) base(s), na secretaria do evento, recolhendo a taxa
prevista para tal, juntamente com o Formulário de Reclamação (Anexo D), conforme regra
36.7. Este procedimento ocorrerá ao final daquele percurso, sem prejuízo do andamento da
competição e aos horários previstos para cerimônia de premiação.
9. Se a leitura da(s) memória(s) da(s) base(s) confirmar a passagem do atleta pela(s) ba-
se(s) devida(s), o mesmo será informado e classificado, o resultado do evento será corrigido
e estando o atleta reposicionado em classificação de premiação, a premiação da categoria
será repetida caso ainda haja tempo para tal ou em momento oportuno a ser especificado
pela organização do evento ou diretoria da CBO. A taxa recolhida será restituída pela secre-
taria, integralmente, caso o orientista seja classificado.
10. É proibido excluir os tempos de execução do trecho de um ponto de controle que não
funcionou corretamente, para fins de classificação dos orientistas.
11. Os orientistas devem ter a possibilidade de praticar com o sistema de apuração da com-
petição no evento modelo ou em atividades extras previstas pela Organização.
12. Somente poderá ser usado o Sistema de Picotador Mecânico em casos excepcionais e,
devidamente autorizado pela CBO, devendo seguir o modelo de cartão de controle tradicio-
nal modelo IOF.
13. Em evento que for usado o Sistema de Picotador Mecânico, em casos excepcionais, de-
verá ser emitido um informativo técnico normatizando todos os procedimentos de apuração e
classificação. Neste caso pode se consultar as regras anteriores da CBO que, ainda traziam
os procedimentos com este sistema.
14. Está autorizado o uso do Sistema SPORTident Air + system (raio de ~30cm), em todas
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 65
as provas dos eventos Nacionais e Regionais da CBO, desde que os equipamentos necessá-
rios para o perfeito funcionamento, apresentem as condições ideais. Devendo ainda todos os
atletas serem informados através de boletim ou informativos de como o sistema estará confi-
gurado. Cabe ressaltar que o tipo de SI-Card a ser usado pelo atleta faz parte do material
individual de cada um.
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 66
Apêndice 3
CONSCIÊNCIA ECOLÓGICA
1. Regras estabelecidas pela comissão organizadora, para proteger o meio ambiente, e
qualquer outra instrução baixada pelo organizador, nesse sentido, deverão ser observadas
rigorosamente por todas as pessoas envolvidas com o evento;
2. A Confederação Brasileira de Orientação, reconhecendo a importância de manter a pre-
servação da natureza e a prática da orientação, adotou os seguintes princípios:
2.1 Estar atento da necessidade de preservar o meio ambiente saudável e integrar este prin-
cípio na conduta fundamental da orientação.
2.2 Assegurar que as regras da competição e da organização de eventos estejam bem cons-
cientes do princípio de respeito para com o meio ambiente e para com a proteção da flora e
fauna.
2.3 Cooperar com os proprietários, autoridades governamentais e organizações ambientais
de forma a definir a melhor prática.
2.4 Fazer observar os regulamentos locais para proteção ambiental, manter a natureza livre
do lixo produzido na competição de orientação e tomar medidas formais para evitar a polui-
ção.
2.5 Incluir a Educação Ambiental na iniciação desportiva e treinamento de atletas e funcioná-
rios.
2.6 Exaltar a consciência ecológica e os problemas ambientais mundiais, de forma que as
entidades de prática possam adotar princípios para salvaguardar a prática da orientação.
2.7 As entidades de prática devem preparar diretrizes de Educação Ambiental específica pa-
ra os próprios locais onde atuam.
2.8 Nas competições do esporte Orientação deve se evitar o uso de sacolas de plástico;
2.9 A organização deve instalar coletores seletivos de lixo em todas as competições do
Esporte Orientação;
2.10. Adotar a seleção e destinação adequada do lixo como conduta dos atletas em todas as
atividades do esporte Orientação.
2.11 Nas competições do esporte Orientação é proibido cortar, furar, pintar ou pregar árvo-
res, com o intuito de fixar, hastear ou instalar implementos relacionados às atividades do es-
porte.
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 67
Apêndice 4
REGRAS E PRINCÍPIOS DO TRAÇADO DO PERCURSO
1 PRINCÍPIOS DO TRAÇADO DO PERCURSO
1.1 O traçado do percurso deve atender aos seguintes princípios:
a. Escolha da rota;
b. Competição justa;
c. Satisfação do competidor;
d. Proteção da vida selvagem e do meio ambiente; e
e. Atender às necessidades da mídia e espectadores.
1.1 Escolha da rota
Todo esporte tem sua característica própria. O caráter sem igual da orientação é escolher
e seguir a melhor rota por um terreno desconhecido contra o relógio. Isto exige habilidades
de orientação, tais como: leitura precisa do mapa, avaliação e escolha da rota, uso da bússo-
la, concentração sob tensão, tomar decisão rápida, correr em terreno natural etc.
1.2 Competição justa
A justiça é uma exigência básica em um esporte competitivo. O percurso deve ser planeja-
do passo a passo, de modo que a sorte seja eliminada da competição de orientação. O tra-
çador de percurso tem que considerar tais fatores para assegurar que a competição seja jus-
ta e que todos os competidores enfrentem as mesmas condições durante todo percurso.
1.3 Satisfação do competidor
A popularidade da orientação só pode crescer se os competidores estão satisfeitos com os
percursos que a eles são determinados. Um percurso planejado cuidadosamente deve asse-
gurar que a duração seja apropriada, que exista dificuldade física e técnica, além de uma
correta colocação do ponto de controle no acidente etc.
1.4 Proteção da vida selvagem e do meio ambiente
O meio ambiente é sensível. A vida selvagem pode ser perturbada, bem como o solo e a
vegetação pode sofrer danos. O meio ambiente também inclui as pessoas que vivem na área
de competição, muros, cercas, terra cultivada, edifícios e outras construções etc. Normal-
mente é possível encontrar maneiras para evitar interferências e danos nas áreas mais sen-
síveis. Experiências e pesquisas mostram que podem ser organizados eventos grandes em
áreas sensíveis, sem dano permanente, desde que sejam tomadas precauções e que os
percursos sejam bem planejados. O traçador do percurso deve assegurar acesso ao terreno
escolhido e identificar as áreas sensíveis no terreno com antecedência.
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 68
1.5 Atender as necessidades da mídia e espectadores
A necessidade de dar uma imagem pública e boa do esporte orientação deve ser uma
preocupação permanente para um traçador de percurso. O traçador de percurso deve envi-
dar esforços para oferecer aos espectadores e para a imprensa a possibilidade de acompa-
nhar o desenvolvimento da competição tão de perto quanto possível, sem comprometer a
justiça esportiva.
2 REGRAS BÁSICAS DO PERCURSO DE ORIENTAÇÃO
2.1 TERRENO
O terreno deve ser escolhido de forma que ofereça condições iguais a todos os competido-
res. Para salvaguardar o caráter de esporte, o terreno deve possibilitar uma corrida satisfató-
ria para testar as habilidades de orientação dos competidores.
2.2 DEFINIÇÃO DE UM PERCURSO DE ORIENTAÇÃO
Um percurso de orientação é definido pela partida, pontos de controle e chegada. Entre
estes pontos, que são locados precisamente no terreno e equivalentemente no mapa, estão
as pernadas do percurso, nas quais o competidor deverá orientar-se.
2.3 PARTIDA:
A área de partida deve ser situada e organizada de modo que possibilite o seguinte:
a) Existência de uma área de aquecimento,
b) Uma área de espera, onde os competidores não possam ver a escolha de rota feita
pelos outros.
2.4 PERNADAS DO PERCURSO:
2.4.1 Boa pernada
a. As pernadas são os elementos mais importantes de um percurso de orientação e determi-
narão sua qualidade em grande parte,
b. Uma boa pernada deve oferecer para os competidores, problemas interessantes de leitura
do mapa e conduzi-los por terreno bom com possibilidades de alternativa de rotas para o in-
divíduo.
c. Dentro do mesmo percurso devem ser oferecidos tipos diferentes de pernadas, algumas
delas baseadas em intensa leitura do mapa e outras contendo escolhas de rotas com corrida
fácil. Também deve haver variações com respeito à extensão da pernada e dificuldade para
forçar o competidor a usar as técnicas de orientação e velocidade de corrida. O traçador de
percurso deve esforçar-se para fazer mudanças de direção para as pernadas sucessivas, a
fim de forçar os competidores a se reorientar frequentemente,
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 69
d. É preferível que um percurso tenha pernadas unidas por trechos curtos, planejados para
valorizar as mesmas, do que uma sequência de pernadas uniformes de qualidade inferior.
2.4.2 Pernada justa
Nenhuma pernada deve conter escolhas de rotas que proporcionem qualquer vantagem ou
desvantagem, que não possam ser previstas através da leitura do mapa por um competidor
em situação de competição. Devem ser evitadas pernadas que encorajem os competidores
a cruzar áreas proibidas ou perigosas.
2.5 OS PONTOS DE CONTROLE
2.5.1 Locais de pontos de controle
São colocados pontos de controle em características do terreno que estão marcadas no
mapa. Estes devem ser visitados pelos competidores na ordem determinada, se a ordem é
especificada, mas seguindo as próprias escolhas de rota deles. Isto exige planejamento cui-
dadoso e teste para assegurar justiça. É particularmente importante que o mapa retrate o
terreno com exatidão nas proximidades dos pontos de controle, e que a direção e distâncias
de todos os possíveis ângulos de aproximação estejam corretos. Os pontos de controle não
devem estar localizados em pequenos acidentes do terreno, visíveis somente de uma pe-
quena distância, se não houver outros acidentes evidentes no mapa (pontos de ataque).
2.5.2 A função dos pontos de controle
A função principal de um ponto de controle é marcar o começo e fim de uma pernada de
orientação. Algumas vezes pontos de controle com outras finalidades específicas precisam
ser usados, como por exemplo, para afunilar os competidores para as bordas de áreas proi-
bidas ou perigosas. Os pontos de controle também podem servir como pontos para imprensa
e espectadores.
2.5.3 O prisma
O equipamento de controle deve ser colocado conforme as regras para eventos da IOF. Na
medida do possível, o prisma deverá ser colocado de tal maneira que os competidores só o
vejam após terem avistado o acidente descrito no cartão de descrição do ponto de controle.
Por imparcialidade a visibilidade do prisma deverá ser a mesma, havendo ou não competidor
no local do ponto de controle. Em hipótese alguma deve o prisma estar escondido. Quando o
ponto de controle estiver ao alcance dos competidores, eles não devem ter que procurar o
prisma.
2.5.4 Imparcialidade dos pontos de controle
Os locais dos pontos de controle serão escolhidos com grande cuidado e o 'ângulo agudo’
deve ser rigorosamente evitado, de modo que os competidores que estejam chegando não
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 70
sejam conduzidos ao ponto de controle pelo mesmo caminho dos que estão saindo.
2.5.5 Proximidades dos pontos de controle
Os pontos de controle de percursos diferentes, colocados perto um do outro, podem con-
fundir competidores que navegam corretamente para o local do ponto de controle.
Para mapas de escalas 1:15000, 1:10000 ou 1:7500, os controles (incluindo o prisma de
partida) não devem ser posicionados a menos de 30 metros uns dos outros.
Quando o acidente ou objeto onde está o controle são similares (não distinguível no terre-
no e/ou não distinguível no mapa), a distância mínima em linha reta entre os controles é de
60 metros.
Para mapas de escala 1:4000 ou 1:3000, a distância mínima de corrida entre controles é
25 metros e a distância mínima em linha reta é 15 metros.
2.5.6 A descrição do ponto de controle
A posição do prisma em relação ao objeto mostrado no mapa é definida pela descrição
do ponto de controle. A correspondência entre o objeto no terreno e o ponto de controle
marcado no mapa não devem deixar qualquer dúvida ao competidor. Os pontos de controle
que não podem ser claramente definidos pelos símbolos da IOF não são satisfatórios e de-
vem ser evitados.
2.6 A CHEGADA
Pelo menos a última parte da rota para a linha de chegada deve ser obrigatoriamente bali-
zada.
2.7 OS ELEMENTOS DE LEITURA DO MAPA
Em um bom percurso de Orientação, os competidores são forçados a se concentrarem na
navegação ao longo da rota. Partes que não exijam leitura do mapa ou atenção para nave-
gação devem ser evitadas, a menos que elas sejam o resultado de escolhas de rota particu-
larmente boas.
2.8 OPÇÕES DE ROTAS
Rotas alternativas forçam o competidor a usar o mapa para avaliar o terreno e tirar vanta-
gem disto. Escolhas de rota fazem os competidores pensar independentemente e se dividi-
rem no terreno, evitando desta forma o acompanhamento.
2.9 GRAU DE DIFICULDADE (Anexo “G”)
Para qualquer terreno e mapa, um traçador de percurso pode planejar percursos com uma
larga margem de variação de dificuldade. O grau de dificuldade das pernadas pode ser vari-
ado, conforme se faz com que eles sigam mais ou menos de perto os acidentes nítidos no
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 71
terreno. Os competidores devem ter a possibilidade de avaliar o grau de dificuldade de
aproximação para um ponto de controle em função da informação disponível no mapa, e,
assim, escolher a técnica apropriada. Deve ser prestada atenção à habilidade esperada dos
competidores, experiência e habilidade para ler ou entender um detalhe sutil do mapa. É par-
ticularmente importante conhecer o nível certo de dificuldade quando se está planejando per-
cursos para os novatos e crianças.
2.10 TIPO DE COMPETIÇÃO
O percurso tem que ser planejado para atender às exigências específicas do tipo de com-
petição considerada. Por exemplo, no caso de um percurso de orientação planejado para
distância pequena, se requer um mapa detalhado e um alto grau de leitura e concentração
ao longo de todo o percurso. O percurso planejado para competições de revezamento tem
que considerar a necessidade dos espectadores de acompanharem o desenvolvimento da
competição de perto.
3. DEVERES DO TRAÇADOR DE PERCURSO
3.1 Conhecer o terreno
O traçador de percursos deverá ser completamente familiarizado com o terreno antes de
planejar qualquer ponto de controle ou pernada. O traçador de percursos também deverá
atentar para o fato de que, no dia da competição, as condições relativas ao mapa e terreno
podem ser diferentes das que existam por ocasião do dia do planejamento do percurso.
3.2 Dar o grau certo de dificuldade
O traçador de percurso deve ter sempre em mente que é muito fácil montar percursos de-
masiadamente difíceis para os novatos e crianças. O traçador do percurso deverá ter o cui-
dado de não avaliar o grau de dificuldade apenas pela sua habilidade em orientação ou pelo
seu condicionamento físico, quando estiver elaborando um percurso (Anexo “G”).
3.3 Usar pontos de controle justos
Às vezes o desejo de fazer as melhores pernadas possíveis conduz o traçador a usar lo-
cais inadequados para pontos de controle. Os competidores raramente notam qualquer dife-
rença entre uma boa pernada e uma pernada soberba, mas eles notarão imediatamente se
um ponto de controle conduz a uma perda imprevisível de tempo por estar escondido no lo-
cal ou com uma descrição de ponto de controle enganosa.
3.4 Colocação dos pontos de controle suficientemente separados
Embora os pontos de controle tenham código numérico, eles não devem estar tão próxi-
mos um do outro, a ponto de causar engano aos competidores que navegam corretamente
para o local do ponto de controle do seu percurso.
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 72
3.5 Não complicar as escolhas de rota
O traçador pode ver escolhas de rota que nunca serão usadas e pode desperdiçar tempo
construindo problemas complicados. O traçador de percursos deve ter em mente que os
atletas em competição não perdem tempo planejando a rota.
3.6 Evitar percursos que não exijam a parte física
Devem ser montados percursos de forma que os competidores tenham um equilíbrio entre
a corrida e o jogo técnico para o nível e habilidade deles, se necessário para isso, utilizando-
se dos tempos dos atletas de cada categoria nas 3 (três) competições anteriores do mesmo
nível, para avaliação e estabelecimento do nível técnico e físico dos percursos propostos.
4 O TRAÇADOR DE PERCURSO
4.1 O traçador de percursos é a pessoa responsável pelo planejamento e traçado dos per-
cursos e deve estar habilitado para compreender e avaliar as qualidades de um bom percur-
so, a partir de sua experiência pessoal. Ele também deve estar familiarizado com a teoria do
planejamento dos percursos para atender as exigências especiais das diferentes categorias
e diferentes tipos de competição.
4.2 O traçador de percursos deve estar habilitado a avaliar no local, os vários fatores que
podem interferir na competição, como as condições do terreno, a qualidade do mapa, a pre-
sença de participantes e espectadores etc.
4.3 O traçador de percursos é o responsável pelos percursos e a corrida dos competidores
entre a partida e a linha de chegada.
4.4 O trabalho do traçador de percurso deve ser conferido pelo Árbitro do evento, sendo esta
fiscalização essencial devido às inúmeras oportunidades de erro que podem ter consequên-
cias sérias.
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 73
Apêndice 5
GESTÃO DE RISCO E SEGURANÇA EM COMPETIÇÕES
1. INTRODUÇÃO
1.1 A Confederação Brasileira de Orientação adota um Sistema de Gestão de Riscos e
Segurança em seus eventos, sistematizando, controlando e incorporando práticas que con-
templem todos os tipos de perigos que impliquem risco à vida e à integridade física das pes-
soas envolvidas nos eventos, de maneira que possamos oferecer atividades do desporto
orientação de forma mais segura;
1.2 A gestão de riscos e segurança é uma responsabilidade coletiva de todos os envolvidos
na organização de um evento de orientação e também de seus participantes;
1.3 Os competidores que participam de uma prova são responsáveis pelos riscos e aciden-
tes que venham a sofrer no deslocamento, concentração e execução dos percursos. O segu-
ro contra acidentes é de responsabilidade do atleta ou do clube a que ele pertence.
2. OBJETIVOS
2.1 Mitigar os riscos à segurança dos participantes (atletas, assistentes e comissão organi-
zadora) nos eventos de Orientação;
2.2 Padronizar condutas e procedimentos a serem adotados pelos participantes em casos
de acidentes, efetivo ou potencial, que possam ocorrer nos eventos de Orientação;
3. POLÍTICA DE SEGURANÇA
3.1 A Confederação Brasileira de Orientação está comprometida com a melhoria contínua do
desempenho de suas atividades de orientação por meio:
a. do atendimento às legislações ambientais e de segurança vigentes aplicáveis e demais
requisitos relacionados;
b. da minimização dos riscos à vida e da manutenção da integridade física e mental de todas
as pessoas envolvidas direta ou indiretamente com os eventos oficiais da CBO;
c. do fomento da prática da modalidade de forma responsável em áreas naturais com o intui-
to de promover o desenvolvimento da orientação no Brasil;
d. do uso responsável de recursos naturais e busca constante de alternativas de redução da
utilização dos mesmos; e
e. da minimização dos impactos ambientais e sociais gerados.
4. RESPONSABILIDADES
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 74
4.1 Confederação Brasileira de Orientação (CBO)
4.1.1 Estabelecer regras gerais para a gestão de segurança nos eventos (oficiais e não ofi-
ciais) da modalidade Orientação;
4.1.2 Fiscalizar, por intermédio do Árbitro, o cumprimento do Plano de Gestão de Riscos e
Segurança; e
4.1.3 Nomear a Comissão de Investigação para apuração de acidentes, garantindo a inde-
pendência dos trabalhos, atribuindo responsabilidades com fundamento no relatório apre-
sentado.
4.2 Comissão Organizadora
4.2.1 Estabelecer regras específicas para a gestão de segurança do evento, considerando o
tipo de competição e suas condicionantes;
4.2.2 Publicar, como anexo ao Boletim Informativo, o Plano de Gestão de Riscos e Seguran-
ça do evento, considerando as especificidades do evento;
4.2.3 Designar o Gestor de Segurança do evento.
4.3 Atletas
4.3.1 Conhecer e cumprir o Plano de Gestão de Riscos e Segurança;
4.3.2 Prestar os primeiros socorros ao acidente, caso tenha condições de fazê-lo, ou infor-
mar à organização do evento o ocorrido;
4.3.3 Conhecer as regras da modalidade e as especificações dos mapas de Orientação
(ISSOM e ISSprOM), em especial aquelas que tratam de áreas proibidas ou perigosas para
a prática da modalidade;
4.3.4 Conhecer e respeitar o traçado do percurso, em especial as especificações que re-
presentam situações e obstáculos, naturais ou artificiais, que coloquem ou possam colocar
em risco a segurança do competidor (penhascos, cursos d’água, vias de tráfego de veículos,
dentre outros);
4.3.5 Conhecer e respeitar suas condições físicas e biológicas quanto à execução do per-
curso, não se colocando em situação que possa oferecer risco à sua integridade física;
4.3.6 Cumprir a regra que trata da responsabilidade pelo seguro pessoal (atual regra 6.6); e
4.3.7 Cumprir as todas as orientações específicas quanto à segurança emitidas pela or-
ganização do evento, caso existam.
5. REGRAS GERAIS DE SEGURANÇA
As regras gerais de segurança encontram-se descritas a seguir:
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 75
5.1. Acidente com abelhas:
5.1.1 Na maioria das vezes, a picada de abelha não é grave. Ela causa apenas um pouco de
dor, coceira e inchaço. No entanto, é importante tomar alguns cuidados para que a situação
não se torne grave.
5.1.2 Diferente dos outros insetos, como mosquito, marimbondo e vespa, as abelhas deixam
o ferrão nas suas vítimas logo após a picada. Na hora de socorrer, é importante retirá-lo e
fazer o curativo adequadamente.
5.1.3 Confira a seguir como proceder em casos de picada de abelha:
a. Lave a região picada com água gelada;
b. Com a ajuda de uma pinça ou agulha, remova o ferrão da abelha;
c. Aplique gelo envolto a um pedaço de tecido no local da picada para diminuir o inchaço.
Deixe agir por 20 minutos;
d. Também é possível aplicar uma pomada cicatrizante ou anti-inflamatória para tratar a pi-
cada. O local deve secar sem nenhum tipo de cobertura;
e. Quando uma pessoa tem alergia à abelha, a situação muda de figura. Ela deve ser levada
imediatamente ao hospital para que os procedimentos de emergência sejam tomados pela
equipe médica;
f. Os principais sintomas de reação alérgica são: inchaço dos tecidos da garganta, boca ou
rosto, respiração ofegante, dificuldades para respirar, batimentos acelerados, tontura, inquie-
tação, urticárias em outras áreas do corpo e queda repentina da pressão sanguínea.
g. Isolar a área com fita zebrada.
5.1.4 Importante: os atletas possuidores de alergia à ferroada de abelhas deverão conduzir
seus remédios.
5.2 Acidente com animais peçonhentos
5.2.1 Procedimentos em casos de acidente com animais peçonhentos:
a. Não fazer sucção do veneno;
b. Não espremer o local da picada;
c. Não dar nada alcoólico, querosene ou fumo para o acidentado;
d. Não fazer torniquete, impedindo a circulação do sangue: isso pode causar gangrena ou
necrose local;
e. Não cortar ou queimar o local da ferida;
f. Não fazer aplicação de folhas, pó de café ou terra sobre a ferida, sob o risco de infecção;
g. Manter a pessoa em repouso, evitando o seu movimento para que não favoreça a absor-
ção do veneno;
h. Manter a região picada no mesmo nível do coração ou, se possível, abaixo dele;
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 76
i. Localizar a marca da picada e limpar o local com água e sabão ou soro fisiológico;
j. Cobrir o local com um pano limpo;
k. Remover anéis, pulseiras e outros objetos que possam prender a circulação sanguínea,
em caso de inchaço do membro afetado;
l. Levar a pessoa imediatamente para o pronto-socorro mais próximo ou ligar para o serviço
de emergência;
m. Tentar identificar que tipo de animal atacou a vítima, observando cor, tamanho e caracte-
rísticas dele;
n. Se possível, levar o animal causador do acidente para identificação;
o. No caso de acidentes causados por escorpiões, aranha-armadeira e viúva-negra, reco-
menda-se fazer compressas mornas no local e analgésicos para alívio da dor.
6. PROCEDIMENTOS GERAIS DAS EQUIPES DE SEGURANÇA
6.1. Acidente leve:
6.1.1 Verificar se o atleta tem condições de prosseguir no percurso, caso contrário providen-
ciar a evacuação.
6.2 Acidente grave:
6.2.1 Em caso de acidente grave (que a vítima perca a capacidade de locomoção), o atleta
deverá ser socorrido por uma comissão composta por cinco pessoas, formada pelo Chefe da
Equipe de Percursos, dois socorristas e dois membros da equipe.
6.2.2 O Gestor de Segurança possui a atribuição de organizar a ação, prover os recursos
materiais e humanos, contato com a equipe de evacuação, para transporte da vítima ao
hospital e preenchimento das fichas de acidente e ficha de baixa (dados da vítima, hospital e
acompanhante).
6.2.3 Atendimento a vítima: O Gestor de Segurança, ou a primeira pessoa que tiver contato
com o acidentado, deverá manter a calma e avaliar a situação antes do início das ações de
socorro, a fim de verificar possíveis riscos e perigos adicionais que possam estar presentes
no cenário e a possibilidade de a vítima ainda estar viva, de acordo com a gravidade da le-
são (Ex.: Esmagamento do crânio indicativo de óbito);
6.2.4 Os socorristas deverão iniciar as ações por meio da avaliação preliminar da vítima,
observando existência de deformidades indicativas de ossos quebrados, danos na coluna,
hemorragias, perfurações ou esmagamento de órgãos, presença dos sinais vitais, priorizan-
do as manobras de reanimação cárdio-pulmonar, contenção de hemorragias, imobilização
de membros e transporte da vítima, nessa ordem ou conforme o caso;
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 77
6.2.5 Transporte da vítima: após a prestação dos primeiros socorros imediatos, a vítima de-
verá ser colocada na maca de emergência e transportada até o local de acesso da ambulân-
cia ou veículo de socorro, se for o caso;
6.2.6 Após a chegada ao Ponto de Atendimento da arena, o Gestor de Segurança deverá
cessar as ações de socorro, entregar a vítima aos cuidados da equipe de saúde e informar
rapidamente as circunstâncias do sinistro ao Diretor do Evento;
6.2.7 O Diretor do Evento deverá providenciar a elaboração da ficha de acidente e ficha de
baixa (dados da vítima, hospital e acompanhante);
6.2.8 Com a maior brevidade possível, o Diretor do Evento deverá informar a ocorrência aos
familiares do acidentado, designando um representante para dirigir-se a unidade hospitalar
informada a fim de prestar a ajuda necessária a vítima e seus familiares;
6.3 Acidente fatal:
No caso de ocorrência de acidente fatal, o chefe da equipe deverá articular-se da seguinte
forma:
6.3.1 Isolar o local diretamente relacionado ao acidente, preservando suas características,
até a liberação pela autoridade policial competente, conforme legislação em vigor;
6.3.2 Comunicar o acidente ao Diretor Geral que por sua vez de imediato comunicará aos
organismos competentes nos níveis Federal, Estadual e Municipal;
6.3.3 Diretor do Evento providenciar, com a máxima urgência, para que os familiares sejam
notificados do ocorrido, fornecendo o devido apoio social;
6.3.4 A instituição de uma Comissão de Investigação, a ser nomeada pela CBO, em até 48
(quarenta e oito) horas, após o acidente, para, no prazo máximo de 15 (quinze) dias, identifi-
car as causas do acidente, apurar as responsabilidades e recomendações a serem observa-
das a fim de mitigar eventos futuros;
6.3.5 O relatório da Comissão de Investigação deverá conter, no mínimo:
a. Descrição do acidente;
b. Local preciso, com fotografias, vídeo, croqui, dentre outros meios de representação da
dinâmica do acidente;
c. Dados relativos à(s) pessoa(s) acidentada(s);
d. Causas imediatas e básicas;
e. Recomendações a serem observadas para aperfeiçoamento da gestão de riscos na práti-
ca da modalidade.
7. DEFINIÇÕES
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 78
As técnicas de gestão de riscos e segurança adotadas pela Confederação Brasileira de
Orientação envolvem genericamente os seguintes procedimentos no planejamento e execu-
ção do Plano de Gestão de Riscos e Segurança:
a. Identificação de perigos e danos, com tratamento dos riscos de ocorrência;
b. Divulgação ampla e conscientização de todos os participantes do evento;
c. Registro de todos os acidentes ocorridos em eventos de orientação da CBO.
7.1 Planilha de Controle de Gestão de Riscos e Segurança
Dentro do Plano de Gestão de Riscos e Segurança deve conter uma Planilha de Controle
onde estão delineadas todas as ações nas situações gerais e críticas.
7.1.1 Atividade: Descrever a atividade a ser desenvolvida dentro do Evento Esportivo;
7.1.2 Perigo: Fonte ou situação com potencial para provocar danos. Relatar na Planilha a
fonte ou situação com potencial para provocar Danos. NOTA: o termo perigo pode ser quali-
ficado de maneira a definir a sua origem ou a natureza do Dano esperado (por exemplo: pe-
rigo de choque elétrico, perigo de colisão, perigo de corte, perigo tóxico, perigo de fogo, pe-
rigo de afogamento);
7.1.3 Danos: Modificação causada à saúde segurança do atleta ou colaborador decorrente
das atividades. Especificar na Planilha em termos de lesão, doença, dano à propriedade,
dano ao meio ambiente do local da atividade, ou uma combinação destes;
7.1.4 Nível de Risco:
a. Baixo: risco de acidentes baixo gerenciados por procedimentos de rotina da organização e
dos atletas participantes;
b. Médio: risco de acidente moderado sendo necessária a atenção da organização e dos
atletas participantes; e
c. Alto: risco de acidentes alto sendo necessária atenção especial da organização e dos atle-
tas participantes.
7.1.5 Controle Operacional: descrever os procedimentos operacionais da equipe de traba-
lho com relação às ações a serem tomadas por cada elemento dentro de sua atuação antes
e durante a ocorrência dos sinistros.
7.1.6 Tratamento: especificar o tratamento realizado pela organização, para evitar que ocor-
ra qualquer tipo de acidentes.
7.2 Ficha de Registro de Acidentes
7.2.1 Uma Ficha de Registro de Acidentes deve ser elaborada em todos os eventos ofici-
ais de Orientação da CBO, que houver um acidente, com o levantamento de todos os sinis-
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 79
tros ocorridos no evento e remetida à CBO pelo Árbitro da Prova como parte de seu relató-
rio. Ela também será assinada pelo Gestor de Segurança e pelo Árbitro.
7.2.2 Descrição detalhada: descrever com o máximo de fidelidade todos os detalhes de
como ocorreu o sinistro, colocando anexo um extrato do mapa mostrando o local da ocor-
rência, fotos, relatos de testemunhas, etc:
a. Atividade: descrever a atividade desenvolvida dentro do evento;
b. GDH: descrever a data e horário que ocorreu o sinistro (GDH: Grupo Data Hora);
c. Ocorrência: descrever que tipo de sinistro ocorreu;
d. Envolvidos: descrever o nome do/dos envolvidos; e
8. ORIENTAÇÕES GERAIS
8.1 A Confederação Brasileira de Orientação salienta a importância do fiel preenchimento de
todos os dados do Plano de Gestão de Riscos e Segurança, bem como o cumprimento de
todos os procedimentos relativos ao controle operacional e os tratamentos necessários para
inibir a ocorrência de qualquer tipo de acidente.
8.2 Um Plano de Gestão de Riscos e Segurança deverá, obrigatoriamente, ser confeccio-
nado em todos os eventos oficiais de Orientação da CBO, sendo necessário que o docu-
mento seja assinado pelo Gestor de Segurança e pelo Árbitro do Evento e que as informa-
ções estejam disponíveis para consulta antes e durante o evento.
8.3 As federações e clubes devem adotar a obrigatoriedade do controle de gestão de riscos
e segurança em seus eventos, objetivando uma progressiva melhoria na realização de nos-
sas competições.
8.4 “O organizador deve interromper, adiar ou cancelar uma prova se, a qualquer momento,
ficar claro que surgiram circunstâncias que tornem a prova perigosa para competidores,
membros da organização ou espectadores.”
9. DIRETRIZES PRELIMINARES PARA COMPETIÇÕES OFICIAIS DA CBO EM CONDI-
ÇÕES SOBRE CALOR EXTREMO
Estas Diretrizes devem fazer do planejamento e execução do Plano de Gestão de Riscos e Segurança
9.1 INTRODUÇÃO
Estas orientações são provisórias e servirão como referência inicial. Novas diretrizes
mais detalhadas serão formalizadas com base nos estudos em andamento pela IOF, pela
Diretoria Técnica da CBO e pelas adaptações necessárias à realidade brasileira, conside-
rando a diversidade de condições climáticas do país.
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 80
Neste momento, não serão divulgadas recomendações específicas para grupos de
risco, como atletas veteranos. Essas orientações serão incluídas em futuras atualizações,
após análise técnica e validação científica.
9.2 OBJETIVO
Fornecer orientação aos organizadores para determinar o que constitui condições pe-
rigosas no contexto de calor extremo.
Estabelecer critérios e procedimentos para garantir mais segurança aos participantes
em eventos Oficiais da CBO realizados sob condições climáticas severas, especialmente
calor extremo.
9.3 APLICAÇÃO DAS NOVAS DIRETRIZES
A partir de 1º de janeiro de 2026, estas diretrizes devem integrar, em caráter experi-
mental, os Planos de Gestão de Riscos e Segurança de todos os eventos oficiais da CBO
com provas de duração prevista igual ou superior a 20 minutos. Elas devem contemplar
ações preventivas e corretivas para mitigar riscos à saúde, além de informações e orien-
tações claras nos Boletins, visando conscientização dos atletas.
Nos Eventos Nacionais e Regionais de 2026, será obrigatória a medição do índice
WBGT (Wet Bulb Globe Temperature), 30 minutos antes do início das provas, com registro
no Relatório do Árbitro. Esses dados alimentarão um banco de informações para estudos e
definição de estratégias eficazes, considerando a diversidade climática do país.
Os atletas devem monitorar as condições climáticas, avaliar seus limites físicos e evi-
tar excessos. A organização pode fornecer dados como temperatura e umidade, mas a de-
cisão de ajustar ou manter o esforço é responsabilidade exclusiva do atleta.
Estas diretrizes seguem as orientações da IOF, que recomenda o uso do WBGT co-
mo indicador de estresse térmico. Esse índice combina temperatura, umidade, radiação so-
lar e vento, sendo amplamente utilizado por federações esportivas e pela área de saúde.
Criado na década de 1950 para prevenir lesões por calor em treinamentos militares nos
EUA, o WBGT tornou-se referência internacional, é recomendado pela ISO 7243 e aplicado
em normas de Saúde e Segurança Ocupacional, além de esportes que exigem esforço
contínuo.
9.3.1 O índice WBGT (Wet Bulb Globe Temperature) considera:
- Temperatura do ar (Ta)
- Umidade relativa
- Radiação solar (Tg – temperatura de globo)
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 81
- Velocidade do vento
- Temperatura de bulbo úmido natural (Tnwb)
9.3.2 Calculando o WBGT
Existem duas opções para calcular o WBGT:
a - Medição direta
Há instrumentos que permitem medir o WBGT diretamente. Se o WBGT for medido
diretamente, é importante que os instrumentos sejam utilizados corretamente, de acordo
com as instruções do fabricante, pois, caso contrário, é fácil expor excessivamente os sen-
sores e obter leituras incorretas.
As medições também devem ser feitas em um ambiente representativo do terreno da
competição (por exemplo, se o percurso for predominantemente em floresta, as medições
devem ser realizadas dentro da floresta).
Em alguns países, o WBGT também pode ser informado pelo serviço meteorológico
local ou por outra agência; se disponível, essas observações podem ser utilizadas.
b - Calculando o WBGT a partir de observações de temperatura e umidade
Para a maioria dos organizadores, não será prático obter instrumentos para medir o
WBGT diretamente. Existe uma aproximação que utiliza apenas temperatura e umidade
relativa. Essa aproximação assume condições ensolaradas ao meio-dia e ventos leves, e,
portanto, tende a superestimar o WBGT em dias nublados ou em ambientes sombreados, ou
no início ou final do dia.
Como regra geral aproximada, o WBGT à sombra (aplicável quando há cobertura total
de nuvens ou sombra) é tipicamente 4 a 5 °C mais baixo que o WBGT em céu aberto.
A tabela abaixo mostra o WBGT estimado para uma determinada temperatura e umi-
dade. Por exemplo, se a temperatura for 34 °C e a umidade relativa for 30%, o WBGT
em céu aberto será de 29 °C.
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 82
Tabela de referência para WBGT aproximado, usando temperatura e umidade
(Fonte: Bureau de Meteorologia da Austrália). Fórmulas mais detalhadas que fundamentam esta tabela estão disponíveis em:
[Link]
9.3.3 Informações relevantes para a avaliação
Ao avaliar o WBGT, é importante calculá-lo usando temperatura e umidade me-
didas ao mesmo tempo. Como a umidade relativa tende a diminuir com o aumento da tem-
peratura, não é apropriado combinar uma temperatura máxima prevista com a umidade rela-
tiva de um horário fixo (como 9h).
Na maioria dos países, as observações atuais de temperatura e umidade estão dis-
poníveis em sites meteorológicos locais e/ou aplicativos. Se essas informações forem utili-
zadas, deve-se verificar em qual local essas observações estão sendo feitas, especialmente
para eventos em áreas montanhosas ou próximas à costa.
Em condições quentes e secas, a temperatura normalmente diminui com a elevação a
uma taxa de aproximadamente 1°C por 100 m de altitude, embora isso possa ser compen-
sado, em parte, pelo aumento da umidade relativa. Em condições quentes, áreas costeiras
normalmente serão mais frescas, porém mais úmidas do que áreas interiores.
9.4 FAIXA DO WBGT E AÇÕES CORRESPONDENTES
(tabela em caráter experimental e avaliativo)
Faixa de
Ação Recomendada
WBGT (°C)
< 28°C Competição pode ocorrer normalmente, com monitoramento
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 83
contínuo.
Intensificar medidas de mitigação. Avaliar riscos para grupos
28°C a 30°C
vulneráveis.
30°C a 32°C Avaliar seriamente o adiamento ou cancelamento.
Competição pode ser cancelada ou adiada. Condições
32°C
consideradas perigosas para a saúde dos participantes.
9.5 AÇÕES PARA MITIGAR OS IMPACTOS DO CALOR EXTREMO
Além do planejamento quanto à época do ano para os eventos, os organizadores po-
dem adotar medidas para reduzir os impactos das condições de calor intenso em eventos
com risco significativo.
Quando o WBGT estiver entre 28°C e 30°C, as seguintes medidas devem ser adota-
das:
- Agendar os eventos o mais cedo possível no dia (obs: atentar para regiões e estações
mais quentes).
- Garantir sombra suficiente (por meio de estruturas, se necessário) nas arenas, áreas de
pré-partida e (se usadas) áreas de quarentena.
- Disponibilizar pontos de hidratação adicionais além do mínimo especificado nas Re-
gras de Competição.
- Considerar uma área de quarentena remota mais fresca (se usada), em local mais dis-
tante, para reduzir o tempo de exposição ao calor.
- Fornecer recursos para resfriamento, como duchas e ventiladores com água fria, etc.
- Considerar ajustes no desenho dos percursos, incluindo uso de passagens na arena e
controles próximos para monitoramento dos atletas e oferta de recursos adicionais
(água/gelo).
- Opções para encurtar os percursos.
- Monitoramento mais próximo do rastreamento GPS (quando possível), com verifica-
ções de saúde baseadas nos movimentos registrados.
- Equipes e Atletas: Seguir as orientações médicas e organizacionais, incluindo uso de ves-
tuário adequado, hidratação constante e atenção aos sinais de exaustão térmica.
- Suporte médico adequado, incluindo disponibilidade de banheiras, banhos de gelo, etc.
9.6. MONITORAMENTO E TOMADA DE DECISÃO
- A organização deve consultar a previsão do Tempo com antecedência e realizar medições
regulares do WBGT nas áreas de competição, iniciando duas horas antes da largada e repe-
tindo a cada 30 minutos.
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 84
- A decisão de adiar, interromper ou cancelar a prova será tomada pelo Diretor Geral do
evento, em conjunto com o Árbitro do Evento e o responsável médico. A decisão deve ser
comunicada imediatamente a todos os envolvidos por meio de canais oficiais.
9.7 INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES
a) O que é Estresse Térmico?
Exercício vigoroso pode causar doenças relacionadas ao calor, inclusive em cli-
ma ameno quando a intensidade é alta por >~45 minutos, ou com exposição prolongada
ao calor.
Em clima quente e úmido, o risco aumenta porque:
- Pode haver produção insuficiente de suor para resfriamento.
- A alta umidade impede a evaporação adequada do suor.
Gravidade: sem tratamento, pode evoluir para golpe de calor (raro, porém potencialmente
fatal).
Precaução: quem pratica esporte regularmente deve adotar medidas e reconhe-
cer/gerenciar situações perigosas em calor ou esforço fora do habitual.
Organização, treinadores, árbitros e atletas devem compreender as causas e aplicar
medidas simples para reduzir riscos em clima quente/úmido.
Atenção prática:
- Maior incidência em corridas de rua ≥ 10 km.
- Esforço próximo à exaustão, muito acima do ritmo de treino, eleva o risco. Metas são
úteis, mas ignorar sintomas para buscar recorde pessoal pode causar lesões graves.
- Respeite seus limites: se sentir sobrecarga/indisposição, diminua o ritmo ou pare; se
outro atleta aparentar mal-estar, incentive-o a parar e ofereça ajuda.
b) Como identificar doença relacionada ao calor?
“Ouça o corpo”: ao surgir qualquer sintoma, pare imediatamente.
Sinais/sintomas possíveis:
- Tontura, cabeça leve, náusea, fadiga evidente
- Interrupção da sudorese
- Perda de habilidade/coordenação (falta de firmeza)
- Confusão, comportamento agressivo/irracional
- Alteração do nível de consciência, colapso
- Pele pálida ou acinzentada
c) Regras de segurança para treinos e competições
- Construa condicionamento antes de esforços intensos, especialmente em clima quente.
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 85
- Modere a intensidade em condições quentes ou úmidas.
- Evite exercícios intensos em calor/umidade se estiver indisposto ou em recuperação
de doença.
- Hidrate-se antes e durante o exercício.
- Interrompa o esforço se ocorrer mal-estar em calor/umidade ou durante intensidade alta.
- Interrompa/assista outros participantes que pareçam indispostos, confusos ou com
perda de coordenação.
d) Fatores que aumentam o risco de doença pelo calor
- Alta intensidade (esforço perto do limite pessoal).
- Baixo condicionamento (treino insuficiente em intensidade/duração semelhantes à
competição).
- Histórico de doença pelo calor ou intolerância ao calor.
- Idade ≥ 65 anos.
- Temperatura elevada e umidade alta.
- Baixa circulação de ar/sem vento (ou vento a favor em corridas de rua).
- Exposição prolongada a condições quentes.
- Roupas pesadas/equipamentos de proteção (ex.: acolchoamento).
- Falta de aclimatação (ausência de treino recente em calor/umidade).
- Desidratação (ingestão insuficiente antes e durante atividades >60 min).
- Doenças/condições médicas (infecção atual/recente, distúrbios crônicos de saúde).
e) Ingestão de Líquidos (Hidratação)
Durante exercícios vigorosos em ambientes quentes, ocorre perda significativa de lí-
quidos pelo suor, o que pode comprometer o desempenho e aumentar o risco de problemas
térmicos. Para reduzir a desidratação:
Antes do exercício:
Ingerir 5 a 7 ml de líquido por kg de peso corporal entre 2 e 4 horas antes da atividade
(aprox. 350 - 490 ml para uma pessoa de 70 kg). Opcionalmente, consumir mais 3 a 5 ml/kg
cerca de 20 - 30 minutos antes. Pequenas quantidades de sódio podem ajudar na retenção
de líquidos.
Durante o exercício:
Iniciar a hidratação desde o começo e manter intervalos regulares. Consumir 400 a
800 ml por hora, ajustando conforme intensidade, taxa de suor e condições ambientais. Em
atividades com duração superior a 60 minutos, utilizar bebidas esportivas contendo carboi-
dratos (6–8%) e sódio para repor energia e eletrólitos.
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 86
Após o exercício:
Repor aproximadamente 150% do peso perdido durante a atividade (ex.: perda de
500 g → ingerir 750 ml), avaliando pela variação de peso corporal e cor da urina.
Essas orientações ajudam a manter o equilíbrio hídrico, prevenir desidratação e ga-
rantir segurança durante esforços prolongados no calor.
A desidratação raramente é a única causa de doenças relacionadas ao calor, mas
manter uma ingestão adequada de líquidos, ajuda no controle da temperatura corporal. Car-
boidratos e eletrólitos presentes em bebidas esportivas contribuem para manter o desempe-
nho em eventos de resistência.
A ingestão de água superior à perda de suor em eventos que duram várias horas po-
de levar à condição prejudicial chamada hiponatremia (baixo nível de sódio no sangue).
f). Ondas de calor, clima excepcionalmente quente e viagens
É necessário cuidado extra durante ondas de calor fora de época ou clima incomu-
mente quente ou úmido, ou ao viajar de uma região fria para um clima quente ou úmido.
Nessas circunstâncias, os atletas não estão aclimatados e correm maior risco de doen-
ças relacionadas ao calor se mantiverem a mesma intensidade de exercício do clima frio.
g) Idade e Condições Médicas
Se você teve recentemente febre alta, infecção, diarreia ou vômito, NÃO deve partici-
par de exercícios intensos.
Pessoas com mais de 65 anos ou que sofrem de diversas condições médicas, que
tomam medicamentos ou estão grávidas podem ter dificuldades para se exercitar no calor.
Exemplos incluem: asma, diabetes, problemas cardíacos, epilepsia, sobrepeso e obe-
sidade. Medicamentos podem incluir até aqueles comprados sem prescrição. Se não tiver
certeza sobre os efeitos, consulte seu médico ou farmacêutico.
h) Tratamento de Doenças Relacionadas ao Calor
1. Exaustão pelo Calor
A exaustão pelo calor em esportes é caracterizada por pressão arterial baixa ao tér-
mino do exercício. A vítima sofre um colapso semelhante a desmaio, com pele acinzentada.
Atletas com exaustão pelo calor geralmente se recuperam rapidamente ao deitar com as
pernas elevadas.
Como a diferença entre exaustão simples e o risco elevado de insolação nem sempre
é óbvia, atletas que colapsam após exercício intenso devem ser resfriados conforme indica-
do abaixo.
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 87
2. Insolação (Golpe de Calor)
A insolação é uma condição em que o controle da temperatura corporal está prejudi-
cado. Pode causar lesões devastadoras e é potencialmente fatal. A gravidade das complica-
ções aumenta com a duração da temperatura corporal elevada. Primeiros socorros imedi-
atos são essenciais e podem salvar vidas. O objetivo é reduzir a temperatura corporal
rapidamente. Se um participante apresentar sinais de doença relacionada ao calor, siga es-
tas ações:
- Retire o da atividade
- Deite a pessoa em local fresco
- Eleve pernas e quadris para melhorar a pressão arterial
- Remova roupas em excesso
- Resfrie molhando a pele abundantemente e abanando vigorosamente (resfriamento por
evaporação)
- Aplique bolsas de gelo na virilha, axilas e pescoço
- Ofereça água fresca se estiver consciente
Pessoas com exaustão pelo calor geralmente se recuperam rapidamente com essas medi-
das. Se o atleta permanecer gravemente doente, confuso, vomitando ou apresentar sinais
de alteração da consciência, chame uma ambulância imediatamente e procure ajuda
médica. Em caso de dúvida, trate como insolação.
3. Tratamento para Insolação:
- Continue o resfriamento. Se possível, utilize uma banheira rasa de lona ou plástico com
água gelada (5-10 minutos)
- Se necessário, continue o resfriamento durante o transporte ao hospital
Observação: Após o exercício, a temperatura corporal só pode ser medida com precisão no
reto, pois boca e axila subestimam seriamente a temperatura real. Temperatura retal acima
de 41°C é perigosa. A medição retal deve ser feita apenas por médico ou enfermeiro.
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 88
Apêndice 6
SISTEMA DE RANKING NACIONAL ELITE
(2026)
RANKING NACIONAL DE ORIENTAÇÃO (RNO) e
RANKING NACIONAL SPRINT (RNS)
1. INTRODUÇÃO
O sistema de Ranking da CBO será aplicável às categorias H/D21E, baseado no sis-
tema N3 Sport Points utilizado pela IOF, buscando proporcionar a formação de um ranking
nacional mais justo e criando um ambiente de desenvolvimento de nossos atletas colocando
estes em melhores condições de representar o país em eventos internacionais.
2. OBJETIVOS DO SISTEMA DE CLASSIFICAÇÃO ELITE DA CBO
2.1 Proporcionar à CBO uma forma mais criteriosa para a seleção de suas equipes naci-
onais.
2.2 Incentivar as Federações Estaduais a promover e desenvolver a orientação por meio
da organização de eventos de alta qualidade.
2.3 Oferecer pontos de classificação que contribuam para as Listas de Ranking Nacional
em similaridade com o sistema IOF.
2.4 Proporcionar uma maneira válida de comparar atletas de regiões muito diferentes em
uma escala comum, levando em consideração o status de cada evento.
3 DISPOSIÇÕES GERAIS
3.1 O Ranking Nacional CBO está dividido em Provas Sprint (RANKING NACIONAL
SPRINT) e Provas de Floresta, distância Longa e Média (RANKING NACIONAL DE ORI-
ENTAÇÃO), se fazendo melhor justiça na seleção de atletas para cada disciplina, seguindo
a similaridade com o novo formato das competições da IOF.
3.2 Os pontos do Ranking Nacional devem ser ponderados de acordo com o nível do
evento. Devem ser atribuídos mais pontos aos atletas que têm melhor resultado nos eventos
de mais alto nível da CBO (CamBOr/CamBOs).
3.3 Em cada prova, as diferenças pontuais devem ser lineares em relação ao tempo; ca-
da minuto deve valer o mesmo número de pontos a partir do tempo mais baixo até o mais
alto.
3.4 Todo participante em um Evento de Ranking Nacional (ERN) que completou o seu
percurso de acordo com as regras do evento, receberá o valor mínimo de 100 pontos de
classificação para provas nacionais e do Ranking Mundial da IOF (WRE) realizadas no Bra-
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 89
sil; 75 pontos para provas regionais; e, 50 pontos para provas estaduais definidas como
Evento Ranking Nacional (ERN).
4 FORMAÇÃO DO RANKING NACIONAL ELITE CBO
4.1 O Ranking Nacional Elite CBO será formado com base nos resultados dos seguintes
ERN:
•Campeonato Brasileiro de Orientação;
•Campeonato Brasileiro de Orientação Sprint;
•Campeonatos Regionais de Orientação;
•Eventos do Ranking Mundial da IOF (WRE), quando parte de um evento regional ou nacio-
nal;
•Eventos Estaduais definidos como eventos do Ranking Nacional da CBO, pelas Federações
e informadas à CBO, mediante ofício, até dezembro do ano anterior.
4.2 O Ranking Nacional Elite será composto da seguinte pontuação:
4.2.1 RNO, será formado pelo somatório das 5 (cinco) melhores pontuações obtidas, por
cada atleta, entre todos os ERN de Floresta.
4.2.2 RNS, Será formado pelo somatório das 5 (cinco) melhores pontuações obtidas, por
cada atleta, entre todos os ERN de Sprint.
4.2.3 Os resultados ERN nacionais (CamBOr e CamBOS) e ERN regionais (Copa Sul, Co-
pane, Troféu Cerrado e Troféu Sudeste), que formam o RNO e RNS, deixarão de ser com-
putados quando da execução da competição homônima (por substituição).
[Link] Caso a competição homônima não for realizada no prazo de 24 meses, os resultados
daquele ERN deixarão de ser computados no RNO ou RNS (prazo limite).
4.2.4 Os ERN Estaduais, deixarão de ser computados quando decorridos 12 meses de sua
realização (por retirada).
5 EVENTOS DO RANKING MUNDIAL DA IOF E OS EVENTOS DO RANKING NACIONAL
5.1 Os eventos do Ranking Mundial da IOF (WRE) são eventos internacionais que são no-
meados pela CBO de acordo com os critérios determinados pela IOF e aceitos pelo Conse-
lho da IOF no calendário oficial daquela entidade. Eles são organizados por uma federação
estadual sob a autoridade da IOF e da CBO.
5.2 Campeonato Brasileiro de Orientação terá todas as suas provas (Sprint, Média e Longa
Distância) válidas para o Ranking Mundial (WRE).
5.3 Os eventos regionais poderão ser alocados como eventos do Ranking Mundial (WRE).
Todos os eventos regionais, mesmo que não forem WRE, serão obrigatoriamente Evento de
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 90
Ranking Nacional (ERN) e poderão contar pontos como provas estaduais sem que este
compute na quota anual da federação que o organiza.
5.4 Os Eventos do Ranking Nacional da CBO (ERN) são eventos nacionais, regionais e es-
taduais que são nomeados pelas federações filiadas à CBO de acordo com os critérios de-
terminados pela CBO e aceitos pela Conferência das Federações no calendário oficial da
CBO. Eles são organizados sob a autoridade da CBO e da Federação Estadual do organi-
zador.
5.5 Cada Federação em seus eventos estaduais, poderá nomear um máximo de 2 (dois)
ERN para o Ranking Nacional Sprint e um máximo de 2 (dois) ERN para o Ranking Nacio-
nal de Orientação, por ano civil. O prazo para indicação é 20 (vinte) de dezembro do ano
anterior.
6 EVENTOS DE RANKING NACIONAL (ERN) E FATOR DE PONTUAÇÃO
6.1 Os tempos de realização das provas, de cada atleta, serão transformados em pontuação
não ponderada, utilizando uma fórmula única. Esta pontuação será recalculada, para que o
vencedor receba o fator de pontuação e os demais atletas receberão a pontuação pondera-
da proporcional.
6.2 EVENTOS NACIONAIS (CamBOr e CamBOS)
6.2.1 RNO - Percursos floresta, longo e médio:
a. Fator de pontuação:1500, quando houver participação de 8 ou mais atletas classificados;
b. Fator de pontuação:1400, quando houver participação de 1 a 7 atletas classificados; e
c. Fator de pontuação:1200, quando não houver participação de atletas classificados.
6.2.2 RNS - Percursos Sprint final, fator de pontuação:
a. Fator de pontuação: 1500, quando houver participação de 8 ou mais atletas classificados;
b. Fator de pontuação: 1400, quando houver participação de 1 a 7 atletas classificados; e
c. Fator de pontuação: 1200, quando não houver participação de atletas classificados.
6.2.3 RNS - Percursos Sprint qualificatórios, quando houverem:
a. Fator de pontuação: 1400, quando houver participação de 8 ou mais atletas classificados;
b. Fator de pontuação: 1300, quando houver participação de 1 a 7 atletas classificados; e
c. Fator de pontuação: 1100, quando não houver participação de atletas classificados.
[Link] Quanto aos percursos do CAMBOS, será atribuído ao atleta as 3 (três) melhores
pontuações, das 4 (quatro) possíveis.
6.3 EVENTOS REGIONAIS
6.3.1 RNO = percursos longo e médio e RNS = percursos sprint:
a. Fator de pontuação: 1300, quando houver participação de 8 ou mais atletas classificados;
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 91
b. Fator de pontuação: 1200, quando houver participação de 1 a 7 atletas classificados; e
c. Fator de pontuação: 1000, quando não houver participação de atletas classificados.
6.3.2. Quando o percurso do evento regional for WRE
a. Fator de pontuação:1400, quando houver participação de 8 ou mais atletas classificados;
b. Fator de pontuação: 1300, quando houver participação de 1 a 7 atletas classificados; e
c. Fator de pontuação: 1100, quando não houver participação de atletas classificados.
6.4 EVENTOS ESTADUAIS
6.4.1 RNO - percursos longo e/ou médio, selecionados e indicados pelas federações no ano
anterior:
a. Fator de pontuação: 1000, quando houver participação de 8 ou mais atletas classificados;
b. Fator de pontuação: 900, quando houver participação de 1 a 7 atletas classificados; e
c. Fator de pontuação: 700, quando não houver participação de atletas classificados.
[Link] Até dois eventos ERN por Federação Estadual, definidos no ano anterior e informa-
dos oficialmente à CBO. A pontuação será computada apenas para atletas ranqueados.
6.4.2 RNS – percursos sprint, selecionados e indicados pelas federações no ano anterior:
a. Fator de pontuação: 1000, quando houver participação de 8 ou mais atletas classificados;
b. Fator de pontuação: 900, quando houver participação de 1 a 7 atletas classificados; e
c. Fator de pontuação: 700, quando não houver participação de atletas classificados.
[Link]. Até dois ERN por Federação Estadual, definidos no ano anterior e informados ofici-
almente à CBO. A pontuação será computada apenas para atletas ranqueados.
7. SISTEMA DE CÁLCULO DERIVADO DO N3SPORT POINTS UTILIZADO PELA IOF E
ATUALIZAÇÕES
7.1. CÁLCULO DE PONTOS DO RANKING NACIONAL
7.1.1. Definições
[Link]. Atleta ranqueado: é aquele atleta que concluiu e pontuou em ao menos uma prova
RNE regional ou nacional nos últimos 12 (doze) meses.
[Link]. Atleta classificado: é aquele que pontuou para o Ranking Nacional nos eventos
dos 12 (doze) meses anteriores ao evento atual, com pontuação média maior ou igual a
600. Tal média será obtida pela soma de até cinco melhores resultados e dividido por cinco,
indiferente de ter ou não cinco resultados.
[Link]. Média de Pontos (MP) e Desvio Padrão da média (DP) – Estes índices são calcula-
dos a partir dos pontos dos Atletas Ranqueados e já estarão calculados antes de cada ERN.
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 92
[Link]. A Média de Pontos (MP) é calculada pela soma da média individual dos atletas
ranqueados nos últimos 12 (doze) meses e dividida pelo número de atletas classificados.
[Link]. O Desvio Padrão da média (DP) é a medida de dispersão mais usada, que pode
ser considerada como uma medida de variabilidade dos dados de uma distribuição de fre-
quências. Isto é, o desvio padrão mede a dispersão dos valores individuais em torno da mé-
dia. Trata-se de cálculo complexo e demorado quando feito manualmente. Assim recomen-
da-se o uso do programa Excel com a seguinte fórmula:
=DESVPAD.A(célula inicial:célula final)
§1. Entendendo que nas células (entre inicial e final) tratam-se do local onde estão listadas
as médias de cada atleta classificado.
[Link]. Tempo Médio (TM), Desvio padrão do Tempo (DT) e Tempo de Corrida individual
(TC) - Estes índices são calculados a partir dos resultados do percurso ERN do qual será
calculado a pontuação.
[Link]. Tempo Médio (TM), é calculada pela soma dos tempos em minutos dos Atletas par-
ticipantes, dividido pelo número de atletas participantes, que concluíram a prova abaixo do
tempo de desclassificação previsto nas regras da CBO.
[Link]. Desvio padrão do Tempo (DT), é calculado utilizando a fórmula
“=DESVPAD.A(célula inicial:célula final)”.
§1. Entendendo que nas células (entre inicial e final) tratam-se do local onde estão listados
os tempos em minutos de cada atleta que concluiu a prova.
[Link]. Tempo de Corrida individual (TC), é o tempo em minutos que cada atleta utilizou
para percorrer o percurso.
[Link]. Fator de Pontuação (FP): trata-se de um valor multiplicador da pontuação que
destaca a importância do evento desportivo conforme sua abrangência. O vencedor da pro-
va recebe o Fator de Pontuação. Os demais atletas receberão a pontuação proporcional
(ponderada) a partir do cálculo obtido pela fórmula única (não ponderada).
7.1.2. FÓRMULA ÚNICA PARA PONTUAÇÃO NÃO PONDERADA
Pontuação NÃO PONDERADA = {MP + (DP * [(TM – TC) / DT])}
[Link]. Após a realização do cálculo de pontuação não ponderada, o vencedor da prova
receberá o fator de pontuação como pontos para o Ranking. E todos os demais atletas terão
a sua pontuação não ponderada transformada proporcionalmente (regra de três) em pontua-
ção final (ponderada) para o Ranking.
8. DISPOSIÇÕES FINAIS
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 93
8.1. Após cada ERN, será atualizado o Ranking respectivo, a lista de atletas classificados,
a Média de Pontos (MP); e, o Desvio Padrão de pontos (DP). Estes dados serão utilizados
para os cálculos de pontos do próximo ERN do calendário da CBO.
8.2. Nas categorias Elite a lista de partida de cada evento será realizada pela ordem in-
versa da classificação no Ranking respectivo. Exceto:
a) quando a lista de partida for definida por resultados de percursos classificatórios,
b) quando for partida em massa,
c) quando for partida de perseguição; e,
d) quando for um evento WRE. Neste caso “d” seguirá os critérios da IOF.
§1. Havendo atleta(s) inscrito(s) que não conste(m) no Ranking respectivo, este(s) será(ão)
ordenados por sorteio, no início da lista, antes dos atletas ranqueados, com o mesmo inter-
valo de tempo entre atletas.
8.3. O presente sistema de pontuação será utilizado exclusivamente para a formação dos
Ranking´s Nacionais (RNO e RNS), permanecendo o atual sistema de pontuação para título
e premiação dos Eventos e Campeonatos.
§1. Não haverá prévia de pontuação de Ranking durante as competições. A lista oficial de
pontuação de cada percurso só será elaborada após homologação do resultado oficial de
cada percurso ERN.
8.4. Não haverá compensação de pontos para atletas de ELITE, por participação na organi-
zação de eventos, por ser uma categoria que deve se dedicar exclusivamente na busca de
seus melhores resultados.
8.5. Em eventos que possuir provas válidas para o Ranking Mundial da IOF (WRE) os atle-
tas H/D21E, deverão obrigatoriamente fazer a inscrição no SISCBO e no EVENTOR IOF,
conforme orientações contidas nos boletins informativos. O atleta que deixar de realizar
estes dois procedimentos não fará jus à pontuação nos Rankings CBO e IOF
8.6. Os clubes e federações são responsáveis de enviar o resultado oficial dos ERN, decidi-
dos por eles em opção do ano anterior.
8.7. Para a formação do ranking Elites, em caso de empate, a precedência é a vantagem do
último confronto direto em provas nas competições; persistindo o empate, segue para o con-
fronto direto anterior e assim sucessivamente.
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 94
Apêndice 7
MÍDIA, PUBLICIDADE E PATROCINIO
1. DISPOSIÇÕES GERAIS
1.1 Em todos os eventos oficiais deve ser usada a logomarca oficial da CBO nos boletins,
mapas, banners, informativos, etc., como forma de valorizar a marca da instituição, disponí-
vel no site da confederação.
1.2 Em evento WRE, além da logomarca da CBO, deverá ser usada também a logomarca
oficial da IOF/WRE.
2. MÍDIA
2.1 O organizador oferecerá para os representantes da mídia condições de funcionamento e
oportunidades favoráveis para observar e fazer a reportagem do evento.
2.2 O Organizador deverá designar uma pessoa que tenha domínio da modalidade, boa dic-
ção para poder transmitir uma imagem positiva da orientação, devendo ainda haver um pla-
nejamento preliminar de toda a cobertura, contato com representantes locais, áreas a serem
exploradas, pontos de imagens, documentos do evento a serem oferecidos e atletas que se-
rão entrevistados.
2.3 O organizador fará todo esforço para maximizar a cobertura da mídia, contanto que isto
não prejudique a imparcialidade do evento.
3. PUBLICIDADE E PATROCÍNIO
3.1 Publicidade de tabaco e bebidas destiladas não é permitida.
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 95
Apêndice 8
MEDALHA E DIPLOMA EVENTO IOF WRE CBO
Art. 1º A Medalha e o Diploma para premiar os orientistas nos eventos IOF
WRE, válidos para o Ranking Mundial de Orientação, buscam dar visibilidade e a valori-
zação dos atletas de Elite brasileiros no contexto internacional. Serão agraciados os melho-
res atletas classificados nos percursos válidos para o Ranking Mundial de Orientação da IOF
(WRE), denominada Medalha IOF-WRE-CBO, seguindo as mesmas normas estabelecidas
para os eventos regionais da IOF, conforme descrito a seguir:
§1º O modelo da medalha IOF-WRE-CBO está descrito no layout e na fotografia
constantes na figura 01 deste Apêndice.
§2º Serão premiados com a medalha IOF-WRE-CBO os 3 (três) primeiros classifi-
cados das categorias H21E e D21E, em todos os percursos WRE, seguindo o mesmo pa-
drão regulamentado pela IOF.
§3º Esta premiação é de responsabilidade exclusiva da CBO, sem ônus para os
organizadores dos eventos, porém, deverão manter a premiação normal prevista nas ROP
CBO para estas categorias.
Art. 2º Da mesma forma descrita no Art 1º, a CBO desenvolveu um diploma, para
premiar os melhores atletas classificados nos percursos válidos para o Ranking Mundial de
Orientação da IOF (WRE), conforme descrito a seguir:
§ 1º O modelo do diploma está previsto no layout constante na figura 02 deste
Apêndice.
§ 2º Serão agraciados com o diploma os 6 (seis) primeiros classificados de cada
categoria H21E e D21E, em todos os percursos WRE, seguindo o mesmo padrão regula-
mentado pela IOF.
§ 3º Os diplomas serão assinados pelo Presidente do Conselho de Direção da
CBO e pelo IOF Event Adviser do evento.
§ 4º Durante a cerimônia de premiação os atletas agraciados com o diploma re-
ceberão estes simbolicamente preenchidos manualmente e, posteriormente, o Secretário
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 96
Geral da CBO enviará o arquivo do diploma devidamente preenchido, via Whatsapp ou por
e-mail.
§ 5º Esta premiação é de responsabilidade exclusiva da CBO, sem ônus para os
organizadores dos eventos.
Figura 1 – Layout da medalha IOF-WRE-CBO
Figura 2 – Layout do diploma IOF-WRE-CBO
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 97
Apêndice 9 - Campeonato Brasileiro de TrailO – (CamBraTO)
Regras para o Campeonato Brasileiro de TrailO
Artigo 1 - Definições
1. O TrailO é uma disciplina que visa a capacidade de interpretação de um mapa e da sua
relação com o terreno. Cada praticante visita, geralmente numa sequência definida, os pon-
tos de controle dispostos no terreno. Usando o mapa que lhe é fornecido, com o auxílio de
uma bússola, o praticante decide entre vários pontos de controle aquele que corresponde ao
centro de um círculo desenhado no mapa, de acordo com a sua representação no cartão de
descrição. A resposta é registrada em um cartão de controle ou em um chip, caso um siste-
ma eletrônico seja utilizado.
1.1 O Campeonato Brasileiro de TrailO (CamBraTO), consiste em uma prova individual, em
etapa única, e será realizado paralelamente ao CamBOr, sempre sob a supervisão da
Comissão de TrailO da CBO, que indicará um Árbitro exclusivo para a competição, que
em conjunto com a comissão organizadora optarão por qual modalidade será disputada.
1.2 A realização do CamBraTO, incluindo mapeamento, traçado e premiação é de responsa-
bilidade dos organizadores do evento base, sob supervisão e coordenação do Árbitro de
TrailO.
1.3 A equipe de montagem e arbitragem será específica do CamBraTO, podendo, após esta
missão prioritária, auxiliar nas demais funções do evento base.
1.4 Para evitar prejuízo aos atletas e permitir maior participação, o CamBraTO será realiza-
do em dia que não coincida com outras provas oficiais do CamBOr.
2. O meio de deslocamento pode ser:
a) A pé;
b) Em cadeira de rodas, manual ou elétrica;
c) Em bicicleta ou triciclo;
d) De outra forma, dentro dos tipos de apoio reconhecidos à mobilidade.
§ Os veículos movidos a motor de combustão não são permitidos, assim como veículos elé-
tricos desenhados para mais do que um ocupante.
3. Os tipos de provas de TrailO pode distinguir-se com base nos seguintes elementos:
a) Momento da competição:
i. Diurna;
ii. Noturna.
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 98
b) A ordem pela qual os pontos são visitados:
i. Em ordem específica (a sequência é predefinida);
ii. Sem uma ordem específica (o praticante é livre de escolher a sequência de pontos a visi-
tar).
c) O formato:
i. PreO (a prova consiste num determinado número de pontos de controle com limite de
tempo total de execução de prova, com penalização se ultrapassado, acrescidos de alguns
pontos cronometrados);
ii. TempO (a prova consiste em pontos cronometrados apenas);
iii. Sprint PreO (a prova consiste num determinado número de pontos de controle, com ape-
nas respostas A ou Z, com limite de tempo reduzido).
Artigo 2 - Disposições Gerais
1. A CBO segue, por definição-base, as regras internacionais para as provas de TrailO, Es-
pecificações Internacionais para Mapas de Sprint de Orientação (ISSprOM), Especificações
Internacionais para Mapas de Orientação (ISOM), Princípios para o Traçado de Percursos,
Diretrizes Técnicas de TrailO e Descrição dos Pontos de Controle.
2. A CBO pode, eventualmente, permitir desvios pontuais a este conjunto de normas e regu-
lamentos, desde que aprovados pela Comissão de TrailO da CBO, a pedido do Árbitro de-
signado exclusivamente para o CamBraTO.
Artigo 3 – Categorias
1. As competições individuais de PreO e SprintPreO disputam-se nas categorias “Aberta” e
“PC” (Physically Challenged) enquanto as de TempO são disputadas apenas na Classe
Aberta.
§ Um praticante pode inscrever-se apenas em uma categoria, devendo para tal estar filiado
na CBO.
2. Qualquer filiado na CBO, sem distinção de sexo, idade ou capacidade / incapacidade, é
elegível para a categoria Aberta.
3. Apenas os praticantes portadores de incapacidade física permanente, que lhes confira
uma desvantagem significativa, têm direito a inscrever-se na categoria “PC”. É permitido a
um atleta da classe “PC” inscrever-se em competição de “PreO” na categoria “Aberta”.
§ A elegibilidade para a categoria "PC" deverá ser confirmada pela Comissão de TrailO da
CBO, mediante apresentação de documento devidamente assinado por médico onde se
ateste o tipo de incapacidade física e o seu caráter permanente.
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 99
§ A manutenção de silêncio durante a prova é obrigatória. É proibido realizar as provas aju-
dando ou obtendo ajuda de outros participantes, assim como perturbar a concentração de
outros praticantes.
Artigo 4 - Assistência aos Participantes da Categoria "PC"
1. Os praticantes devem garantir a sua própria assistência para deslocamento, sempre que
tal seja necessário.
2. Os assistentes não podem ajudar, de forma alguma, na leitura do mapa nem na identifica-
ção dos pontos de controle, na análise ou no processo de decisão.
3. Aos acompanhantes não é permitido perturbar a concentração dos praticantes.
Artigo 5 - Informações do evento
1. Informações acerca do CamBraTO devem ser dadas sob a forma de Boletim específico,
publicados a parte dos boletins do CamBOr.
2. O Boletim deve incluir as seguintes informações técnicas:
a) Normativas dos mapas (ISSprOM);
b) Escalas e equidistâncias dos mapas;
c) Distância da prova e desnível;
d) Tempo máximo de prova permitido;
e) Detalhes do terreno, especialmente em termos de acessibilidade para cadeiras de rodas;
Artigo 6 - Ordem de Partida
1. A partida dos praticantes deve ser aprovada pelo Árbitro do CamBraTO e, em regra, faz-
se de forma individual, por ordem pré-estabelecida e observando um intervalo de tempo pre-
viamente definido.
§ Ajustada de forma a respeitar um intervalo de tempo de pelo menos 1 minuto entre atletas
da mesma categoria.
Artigo 7 - Terreno
1. O terreno deve ser adaptado ao normal desenrolar de percursos competitivos de TrailO e
possibilitar o pleno desenvolvimento técnico e das regras para o tipo de prova determinado.
2. A escolha do terreno deve levar em conta os praticantes com menor mobilidade e os pra-
ticantes que se deslocam em cadeiras de rodas, assim como a sua posição baixa em rela-
ção ao terreno, de tal forma que todos possam completar a prova dentro do tempo previsto,
recorrendo a assistência quando requerido.
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 100
3. O terreno deve ser embargado logo que seja definido como área de competição e aprova-
do para o evento.
Artigo 8 - Mapas
1. Os mapas devem ser desenhados à escala de 1:4000 ou 1:3000, de acordo com a IS-
SprOM. Todos os mapas de uma prova, incluindo aqueles para os pontos cronometrados,
devem utilizar a mesma escala.
2. Nos pontos cronometrados do PreO e no TempO:
a) Todos os mapas em todas as estações devem ter o mesmo tamanho e formato, preferen-
cialmente confeccionados no TIM, programa gratuito disponibilizado pela Comissão de Trai-
lO da IOF.
b) O segmento do mapa deve abranger a área onde se encontram todos os prismas, bem
como a área onde se encontra o ponto de decisão.
c) O mapa deve ser confeccionado de maneira que conste a descrição do ponto de controle,
o norte magnético devidamente orientado, o número da estação (no caso de haver mais do
que uma estação) e o número do ponto cronometrado.
Artigo 9 - Percursos
1. Devem ser observados os princípios para o Traçado de Percursos de TrailO, da IOF.
2. A distância dos percursos deve ser medida tendo em conta a distância efetiva desde a
partida, ao longo do percurso e até à chegada, não devendo ultrapassar 2.000 metros, para
provas de PreO e 300 metros, para provas SprintPreO.
§ Podem ser utilizadas zonas de neutralização, em áreas sem interesse técnico para a pro-
va, não sendo estas contabilizadas na distância total da prova e onde o tempo não é conta-
bilizado.
3. O desnível total deve ser considerado em metros ao longo do percurso. O declive não de-
ve ultrapassar os 14% em mais de 20 metros e a inclinação transversal não deve superar os
8%.
4. Num percurso de PreO deve ser incluída, pelo menos, uma estação com três pontos cro-
nometrados, para fins de desempate, posicionada em qualquer parte do percurso sendo,
contudo, o mais desejável antes da partida e/ou na zona de chegada.
§ Nestes percursos, os pontos cronometrados não devem prever o zero (0) como resposta
válida.
5. Uma prova de TempO deve consistir em, pelo menos, quatro estações de controle e de-
zesseis pontos cronometrados.
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 101
Artigo 10 - Pontos cronometrados
1. O número de prismas em cada ponto cronometrado deve ser de seis (6).
2. Os detalhes do terreno não devem estar visíveis aos atletas antes dos mapas serem en-
tregues.
3. Em um ponto cronometrado, o praticante deve posicionar-se de maneira que todos os
prismas sejam perfeitamente visíveis.
4. Um mapa individual ou um conjunto de mapas, contendo um segmento de mapa orientado
na direção do ponto, com a indicação clara do norte magnético e a descrição do controle
abaixo do segmento, deve ser apresentado ao praticante de acordo com a sua capacidade
de preensão (entregue em mão ou posicionado em uma mesa disponibilizada para o efeito).
5. O mapa individual ou o conjunto de mapas deve encontrar-se coberto por uma folha lisa
ou capa que oculte todos os mapas.
6. Devem ser apresentados dois conjuntos de mapas idênticos, um com os mapas presos
entre si (tipo caderno espiral) e outro com os mapas individualizados e soltos. O praticante é
livre de escolher o conjunto de mapas que pretende utilizar.
7. O tempo começa a contar imediatamente após ser dada a indicação “o tempo começa
agora”, podendo o praticante, a partir desse momento, olhar para o primeiro mapa. O tempo
pode ser tomado por um cronometrista ou por dispositivo eletrônico.
8. O tempo do ponto cronometrado é interrompido no momento em que é dada a última res-
posta. As respostas podem ser dadas quer apontando num quadro providenciado para o
efeito, quer oralmente com recurso, exclusivamente, ao alfabeto fonético internacional (Alfa,
Bravo, Charlie, Delta, Eco, Foxtrot e Zero). Quando cada uma das respostas é dada, ela de-
ve ser imediatamente registrada pelo oficial do ponto cronometrado. No caso em que um
dispositivo eletrônico seja utilizado, tanto a resposta como o tempo são automaticamente
registrados mediante a marcação feita pelo praticante.
9. Nos pontos cronometrados do PreO e nas competições de TempO, o tempo máximo total
em cada estação é de 30 segundos, multiplicado pelo número de pontos cronometrados.
São registrados o tempo total (do conjunto de pontos cronometrados) e as respostas indivi-
duais de cada ponto de controle.
10. O praticante deve dar a resposta com o mapa correspondente, ou seja, o da questão
atual, visível. As respostas dadas depois de virar a folha devem ser registradas como incor-
retas (“X”). Assim como será dada resposta incorreta se o praticante retornar para o mapa
de questões anteriores.
11. Os pontos cronometrados não respondidos dentro do tempo máximo total devem ser
registrados como incorretos.
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 102
12. Na ausência de equipamento eletrônico, o tempo será tomado por um ou dois cronome-
tristas. O tempo de cada cronometrista deve ser arredondado para baixo, para a unidade de
segundo. Caso o tempo seja tomado por dois cronometristas o tempo total do ponto deve
ser a média aritmética dos dois registros efetuados.
13. O registro eletrônico de tempos e respostas nas estações cronometradas deve ser reali-
zada sugestivamente com recurso do aplicativo móvel ANT (Answer'N'Time Recorder), gra-
tuito para Android.
Artigo 11 - Áreas e Caminhos Interditados
1. O terreno, fora dos limites de trilhas, estradas e caminhos não pode ser considerado ter-
reno de prova, a menos que as exceções estejam contempladas nas informações do evento,
marcadas no mapa e, se necessário, marcadas também no terreno. Adicionalmente, trilhas,
estradas e caminhos normalmente permitidos podem ser considerados como área fora de
prova, devendo esta informação ser igualmente disponibilizada nas informações prévias do
evento e deverão ser marcados no mapa e, se necessário, marcados também no terreno.
Praticantes que, deliberadamente, invadam uma área fora de prova serão desqualificados.
2. Caminhos obrigatórios, sentidos obrigatórios (one-way), cruzamentos e passagens devem
ser claramente assinalados no mapa e no terreno. As secções assinaladas ao longo do per-
curso devem ser integralmente respeitadas.
3. Os caminhos não transitáveis por atletas em cadeira de rodas devem ser interditados e
devidamente assinalados no mapa e no terreno, por intermédio de fita zebrada.
Artigo 12 - Descrição dos Controles
1. A localização precisa do ponto de controle no terreno deve ser corretamente definida pelo
centro do círculo no mapa e pela descrição do ponto.
2. A descrição dos pontos deve ser feita por intermédio de símbolos, de acordo com a sim-
bologia da Federação Internacional de Orientação.
3. Na coluna B, do cartão de descrição, o número de balizas em cada um dos grupos será
indicado por intermédio de letras (por exemplo “A-E” para cinco prismas).
4. Quando necessário, uma seta na coluna H indica, aproximadamente, a direção de obser-
vação do grupo de prismas desde o ponto de decisão.
5. A descrição dos controles deve incluir a informação do tempo máximo limite para a reali-
zação do percurso.
Artigo 13 - Cartão de Controle
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 103
1. Seguirá o modelo abaixo ou outro constante do boletim e apresentará 6 (seis) alternativas
de resposta, devendo ser picotado, marcado com caneta ou qualquer outro meio que impeça
sua modificação, nos quadrados identificados pelas letras “A”, “B”, “C”, “D”, “E” e “Z”, esco-
lhido em correspondência às posições da esquerda para a direita, independente da distância
do ponto de decisão.
2. A posição “Z” deverá ser utilizada quando nenhum dos prismas corresponder ao marcado
na carta em conjunto com o cartão de descrição.
3. Nos pontos cronometrados do PreO, a posição "Z" é substituída pela letra "F", correspon-
dente ao sexto prisma colocado no terreno.
4. Ao entregar seu cartão para apuração, o(a) atleta reterá uma cópia para seu controle.
5. Modelo sugerido:
Artigo 14 - Disposição e estrutura dos pontos de controle
1. O ponto de controle indicado no mapa deve estar claramente representado no terreno por
intermédio de um conjunto de prismas nas proximidades do círculo.
2. Os prismas deverão ser colocados de modo a estarem visíveis do ponto de decisão (no
mínimo, um terço deles). Normalmente, um prisma encontra-se posicionado no centro do
círculo, mas é possível não haver nenhum, caracterizando o "Zero".
3. Cada grupo de prismas deve estar disposto com uma altura uniforme.
4. Nas provas de PreO o ponto de decisão deverá estar assinalado no terreno, conforme
modelo de placa sugerido, mas não representado no mapa. Nos pontos cronometrados, o
local onde o praticante está sentado deve estar dentro da área do mapa, mas não represen-
tado.
5. Os prismas são designados, por convenção, da esquerda para a direita, “Alfa”, “Bravo” …
“Foxtrot”, a partir do ponto de decisão. A resposta deve ser dada em função do posiciona-
mento dos prismas a partir deste ponto.
6. É da responsabilidade do praticante a marcação correta em cada ponto, quer seja o pró-
prio a fazê-lo ou por intermédio de assistente.
7. Nos quadrados que possuam mais do que uma marcação, ou nenhuma, ou nas quais não
seja possível identificar de forma inequívoca, as respostas devem ser consideradas incorre-
tas.
8. Não são permitidas alterações de marcação.
9. Os atletas que percam o próprio cartão de controle ou dispositivo eletrônico serão des-
classificados.
10. Os cartões de controle devem, se possível, ser mantidos resguardados durante a com-
petição de forma a impedir que os praticantes vejam as respostas uns dos outros.
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 104
11. No caso de ser utilizado um sistema eletrônico, devem ser providenciadas medidas que
permitam ao praticante registrar a sua resposta com a necessária privacidade.
Artigo 15 - Equipamento
1. O praticante é livre de escolher o seu vestuário e calçado, desde que conste o seu núme-
ro de registro na CBO no seu uniforme, ou utilize de forma visível o número fornecido pela
organização.
2. Durante a prova, os suportes permitidos à navegação são apenas o mapa, o cartão de
descrição fornecidos pela organização e a bússola.
3. Não são permitidas ajudas de meios mecânicos ou eletrônicos, para além de um relógio
sem GPS. Uma lupa de vidro, incorporada na bússola ou separada desta, é permitida. É pro-
ibido o uso de binóculos ou de telescópios.
4. Na zona de prova não poderão ser utilizados equipamentos eletrônicos de telecomunica-
ções. Qualquer uso de equipamento eletrônico de telecomunicações no decorrer da prova
acarretará a desclassificação do praticante.
Artigo 16 - Resultados
1. O tempo gasto pelo praticante durante a sua prova de PreO, desde que se situe abaixo do
tempo máximo limite estabelecido pela organização, não tem qualquer relevância para o re-
sultado da competição. Nas provas de SprintPreO, o tempo gasto pelo praticante é o fator de
desempate para os praticantes com o mesmo número de respostas corretas.
§ Após cruzar a linha de chegada, os praticantes devem entregar os cartões de controlo ou
fazer a transferência dos dados registrados no dispositivo eletrônico.
2. Nas competições de PreO e SprintPreO se o praticante exceder o tempo máximo limite de
prova estará sujeito a uma penalização.
Esta será de:
a) um ponto por cada unidade de cinco minutos nas provas de Pre-O;
b) um ponto por cada unidade de um minuto nas provas de SprintPreO.
3. Nas competições de PreO e SprintPreO, cada ponto de controle identificado corretamente
(excluindo os pontos cronometrados) vale um ponto.
4. Nos pontos cronometrados de PreO, o tempo de cada resposta correta é registrado se a
mesma for dada dentro do tempo definido para a estação de acordo com n.º 9 do Artigo 10.
Uma resposta errada confere uma penalização de 60 segundos que é acrescentada ao tem-
po total gasto a dar a(s) resposta(s). A ausência de resposta dentro do tempo limite implica
um registro de 90 segundos por ponto não respondido.
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 105
5. Os tempos registrados nos pontos cronometrados de uma competição são cumulativos.
Com tempos manuais, o tempo total deverá contemplar a possibilidade do meio segundo.
6. Em uma competição de PreO, os praticantes são classificados com base na sua pontua-
ção. Em caso de igualdade pontual, a classificação é obtida tendo por base o tempo cumula-
tivo nos pontos cronometrados por ordem crescente.
7. Em uma competição de TempO, os praticantes são classificados de acordo com o tempo
total corrigido, o qual é o somatório dos tempos registrados em cada estação de controle
acrescidos duma penalização de 30 segundos por cada resposta incorreta.
8. Em uma competição de SprintPreO, os praticantes são classificados com base na sua
pontuação. Em caso de igualdade pontual, a classificação é obtida tendo por base o tempo
gasto pelos praticantes na realização do percurso.
9. Os pontos considerados incorretamente marcados e que venham a ser anulados pelo Ár-
bitro devem ser excluídos da competição. Se um ponto cronometrado numa competição de
TempO for anulado, então todos os pontos dessa estação serão igualmente anulados.
10. Numa competição de PreO e SprintPreO, os resultados provisórios (pontos e tempos
acumulados), serão disponibilizados na Chegada ou na Arena mesmo que esteja ainda a
decorrer a competição.
11. Os resultados oficiais, incluindo as respostas dos praticantes em cada ponto de controle
e os tempos acumulados, serão publicados até um máximo de 8 horas após o final da prova.
12. No caso de haver dois praticantes com o mesmo número de pontos e igual tempo nos
pontos cronometrados deve ser-lhes atribuída a mesma classificação.
13. No final deve ser entregue aos praticantes um mapa de soluções (em formato de papel
ou digital), desde que todos os competidores já tenham iniciado a sua competição.
Artigo 17 - Premiação
1. A premiação será por categoria sendo de responsabilidade da entidade organizadora, po-
dendo ser troféus e/ou medalhas, devendo ser aprovada pelo Árbitro.
2. Para categorias com 20 (vinte) ou mais atletas inscritos serão premiados do primeiro ao
quinto colocados.
3. Para categorias com até 19 (dezenove) atletas inscritos serão premiados do primeiro ao
terceiro colocados.
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 106
ANEXOS
Todos os anexos as ROP da CBO, estão disponíveis no site da CBO em:
[Link]
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 107
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 108
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 109
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 110
RO P CBO
An ex o “ D”
FORMULÁRIO DE RECLAM AÇÃO
Evento: ....................................................................................................................................
Cidade/Local/UF: ................................................................................. – .......... – BRASIL
Percurso: ....................................................... Horário de Recebimento: ...................... h
Nº Atleta Categoria País/Federação
(descrever a solicitação amparada nas Regras Gerais de Orientação Pedestre da CBO, no Regulamento do Evento e do-
cumentos divulgados)
Solicito ................................................................................................................................................................
................................................................................................................................................................................
................................................................................................................................................................................
................................................................................................................................................................................
................................................................................................................................................................................
................................................................................................................................................................................
................................................................................................................................................................................
......................................................................, ............. de ............................................. de 20............
(cidade-UF)
_____________________________________
Assinatura do Atleta
DECISÃO DO ORG ANIZADOR Horário: ..................... h
...........................................................................................................................................................................
...........................................................................................................................................................................
...........................................................................................................................................................................
...........................................................................................................................................................................
...........................................................................................................................................................................
...........................................................................................................................................................................
...........................................................................................................................................................................
...........................................................................................................................................................................
Organizador: Assinatura:
Data: ........./........../............ Hora: ..............h
Nome: ............................................................
__________________________ ______________________________
Função: .........................................................
Organização Ciência do Reclamante
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 111
ROP/CBO
A nex o “ E”
FORMULÁRIO DE PROTESTO
Evento: ....................................................................................................................................
Cidade/Local/UF: .................................................................................. – .......... – BRASIL
Percurso: ............................................................. Horário de Recebimento: .................. h
Nº Atleta Categoria País/Federação
(descrever a solicitação amparada nas Regras Gerais de Orientação Pedestre da CBO, no Regulamento do Evento e do-
cumentos divulgados)
Solicito ................................................................................................................................................................
................................................................................................................................................................................
................................................................................................................................................................................
................................................................................................................................................................................
................................................................................................................................................................................
................................................................................................................................................................................
................................................................................................................................................................................
......................................................................, ............. de ............................................. de 20..........
(cidade-UF)
_____________________________________
Assinatura do Atleta
DECISÃO DO JÚRI TÉCNICO Horário: ..................... h
..........................................................................................................................................................................................
..........................................................................................................................................................................................
..........................................................................................................................................................................................
..........................................................................................................................................................................................
..........................................................................................................................................................................................
..........................................................................................................................................................................................
..........................................................................................................................................................................................
Assinatura: Assinatura: Assinatura: Assinatura:
____________________ ____________________ ______________________ ______________________
Árbitro do Evento Membro Membro Membro
Declaro que tomei conhecimento da decisão emitida pelo Júri Técnico conforme segue:
Data: ........./......... Hora: Data: ........./......... Hora:
/20....... ................... h /20....... ................... h
Assinatura: Assinatura:
___________________________ ___________________________
Diretor Técnico do Evento Protestante
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 112
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE ORIENTAÇÃO
Fundada em 11 de janeiro de 1999
Filiada à IOF e vinculada ao COB
(ANEXO “F”)
FORMULÁRIO DE CANDIDATURA
Deve ser preenchido e assinado pela entidade candidata. O Formulário de Candidatura é
um documento obrigatório para que a CBO análise entre os candidatos a melhor opção antes de fir-
mar contrato com a entidade selecionada. Todas as informações devem ser preenchidas com
exatidão.
COMPETIÇÃO:____________________________________________________________________
ORGANIZAÇÃO
FEDERAÇÃO: ____________________________________________________________________
CLUBE/ENTIDADE: ________________________________________________________________
Nome do responsável pelo contato: ____________________________________________________
Diretor Geral do Evento:_____________________________________________________________
Diretor Técnico do Evento:___________________________________________________________
Mapeador:________________________________________________________________________
Traçador de Percursos:______________________________________________________________
DATAS
DATA PREFERÊNCIA:______________________________________________________________
Razão da proposta para esse período: _________________________________________________
Combina com outro evento Público:____________________________________________________
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 113
LOCAL
Distrito: __________________________________________________________________________
Cidade do centro de evento: _________________________________________________________
_________________________________________________________________________________
DISTÂNCIAS
Distâncias entre o centro do evento e as áreas de competição:
Percurso _________________________________________________________________________
Percurso _________________________________________________________________________
Percurso _________________________________________________________________________
Percurso _________________________________________________________________________
Distância entre o centro do evento e o local das acomodações: ______________________________
MEIOS DE TRANSPORTES
-Aeroportos mais próximos, Estação de Trens mais próximas e Rodoviárias:
Nomes:__________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________________
Meios mais práticos de transporte para o centro do evento:
_________________________________________________________________________________
Distâncias e tempos do Transporte para o centro do evento:
________________________________________________________________________________
ACOMODAÇÕES
-Descrição do plano de acomodação para participantes do Evento:
_________________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________________
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 114
_________________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________________
TERRENOS E MAPAS
-Descrição dos terrenos e vegetação (incluindo a altitude em relação ao nível do mar:
_________________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________________
-Existem mapas de orientação da área planejada:_________________________________________
_________________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________________
-Quais eventos de Orientação foram realizados no local dentro dos últimos 5 anos (ano, nome do
evento, tipo de evento, número de participantes etc.):
_________________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________________
OUTRAS INFORMAÇÕES
-Acesso terrestre:
_________________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________________
Acordo com autoridades Locais:
_________________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________________
Acordo com os Proprietários:
_________________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________________
Acordo com patrocinadores:
_________________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________________
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 115
Acordo com a mídia:
_________________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________________
______________________________________________________________________________
Atividades especiais para atrair espectadores:
_________________________________________________________________________________
_______________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________
Hospital/Apoio de emergência de Saúde:
_________________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________________
______________________________________________________________________________
Experiência do candidato local em organizar eventos de Orientação importantes:
________________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________________
_______________________________________________________________________________
Outros comentários:
________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________
________________________________________________________________________________
____________________
Assinatura Entidade
____________________
Assinatura Federação
Observações:
- Será assinado um contrato entre a CBO e Entidade Organizadora do Evento onde se estabelecerão
todos os procedimentos relativos ao evento;
-Será nomeado pela CBO um árbitro com devida antecedência que fará uma visita para analisar e
aprovar as áreas escolhidas e nenhum mapeamento deve se iniciar antes de a área ser aprovada
pelo árbitro.
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 116
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 117
ROP/CBO
A nex o “ H”
SÚMULA DE P ARTID A
Evento: ......................................................................................................................................
Período: de ........... a ........... de ........................................ de 20........
Local (Cidade-UF): .................................................................................... – .......... – BRASIL
Percurso: .................................................................................... Data: .........../........../20........
1. ATLETAS QUE PARTIRAM ATRASADOS (assim que possível informar a Equipe de Apuração para acrescentar o
tempo)
N° Nome Categoria Clube/País Horário
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 118
2. REGISTRO DE OCORRÊNCIAS (relatar todas as ocorrências e providências tomadas)
...............................................................................................................................................................................................................................
...............................................................................................................................................................................................................................
...............................................................................................................................................................................................................................
...............................................................................................................................................................................................................................
...............................................................................................................................................................................................................................
...............................................................................................................................................................................................................................
...............................................................................................................................................................................................................................
...............................................................................................................................................................................................................................
...............................................................................................................................................................................................................................
...............................................................................................................................................................................................................................
...............................................................................................................................................................................................................................
...............................................................................................................................................................................................................................
...............................................................................................................................................................................................................................
...............................................................................................................................................................................................................................
...............................................................................................................................................................................................................................
...............................................................................................................................................................................................................................
...............................................................................................................................................................................................................................
...............................................................................................................................................................................................................................
...............................................................................................................................................................................................................................
...............................................................................................................................................................................................................................
...............................................................................................................................................................................................................................
...............................................................................................................................................................................................................................
...............................................................................................................................................................................................................................
...............................................................................................................................................................................................................................
...............................................................................................................................................................................................................................
EQUIPE DE PARTIDA
Função Nome Assinatura
Controlador
Auxiliar 1
Auxiliar 2
Auxiliar 3
Auxiliar 4
Auxiliar 5
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 119
ROP/CBO
A nex o “ I”
SÚMULA DE CHEG AD A
Evento: .................................................................................................................................
Período: de ........... a ........... de ........................................ de 20........
Local (Cidade-UF): ............................................................................... – .......... – BRASIL
Percurso: .............................................................................. Data: .........../........../20........
Pág. 2
Tempo Tempo
Ordem N° Ordem N°
h : min : s h : min : s
1 : : 31 : :
2 : : 32 : :
3 : : 33 : :
4 : : 34 : :
5 : : 35 : :
6 : : 36 : :
7 : : 37 : :
8 : : 38 : :
9 : : 39 : :
10 : : 40 : :
11 : : 41 : :
12 : : 42 : :
13 : : 43 : :
14 : : 44 : :
15 : : 45 : :
16 : : 46 : :
17 : : 47 : :
18 : : 48 : :
19 : : 49 : :
20 : : 50 : :
21 : : 51 : :
22 : : 52 : :
23 : : 53 : :
24 : : 54 : :
25 : : 55 : :
26 : : 56 : :
27 : : 57 : :
28 : : 58 : :
29 : : 59 : :
30 : : 60 : :
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 120
Tempo Tempo
Ordem N° Ordem N°
h : min : s h : min : s
61 : : 101 : :
62 : : 102 : :
63 : : 103 : :
64 : : 104 : :
65 : : 105 : :
66 : : 106 : :
67 : : 107 : :
68 : : 108 : :
69 : : 109 : :
70 : : 110 : :
71 : : 111 : :
72 : : 112 : :
73 : : 113 : :
74 : : 114 : :
75 : : 115 : :
76 : : 116 : :
77 : : 117 : :
78 : : 118 : :
79 : : 119 : :
80 : : 120 : :
81 : : 121 : :
82 : : 122 : :
83 : : 123 : :
84 : : 124 : :
85 : : 125 : :
86 : : 126 : :
87 : : 127 : :
88 : : 128 : :
89 : : 129 : :
90 : : 130 : :
91 : : 131 : :
92 : : 132 : :
93 : : 133 : :
94 : : 134 : :
95 : : 135 : :
96 : : 136 : :
97 : : 137 : :
98 : : 138 : :
99 : : 139 : :
100 : : 140 : :
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 121
Tempo Tempo
Ordem N° Ordem N°
h : min : s h : min : s
141 : : 181 : :
142 : : 182 : :
143 : : 183 : :
144 : : 184 : :
145 : : 185 : :
146 : : 186 : :
147 : : 187 : :
148 : : 188 : :
149 : : 189 : :
150 : : 190 : :
151 : : 191 : :
152 : : 192 : :
153 : : 193 : :
154 : : 194 : :
155 : : 195 : :
156 : : 196 : :
157 : : 197 : :
158 : : 198 : :
159 : : 199 : :
160 : : 200 : :
161 : : 201 : :
162 : : 202 : :
163 : : 203 : :
164 : : 204 : :
165 : : 205 : :
166 : : 206 : :
167 : : 207 : :
168 : : 208 : :
169 : : 209 : :
170 : : 210 : :
171 : : 211 : :
172 : : 212 : :
173 : : 213 : :
174 : : 214 : :
175 : : 215 : :
176 : : 216 : :
177 : : 217 : :
178 : : 218 : :
179 : : 219 : :
180 : : 220 : :
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 122
Tempo Tempo
Ordem N° Ordem N°
h : min : s h : min : s
221 : : 261 : :
222 : : 262 : :
223 : : 263 : :
224 : : 264 : :
225 : : 265 : :
226 : : 266 : :
227 : : 267 : :
228 : : 268 : :
229 : : 269 : :
230 : : 270 : :
231 : : 271 : :
232 : : 272 : :
233 : : 273 : :
234 : : 274 : :
235 : : 275 : :
236 : : 276 : :
237 : : 277 : :
238 : : 278 : :
239 : : 279 : :
240 : : 280 : :
241 : : 281 : :
242 : : 282 : :
243 : : 283 : :
244 : : 284 : :
245 : : 285 : :
246 : : 286 : :
247 : : 287 : :
248 : : 288 : :
249 : : 289 : :
250 : : 290 : :
251 : : 291 : :
252 : : 292 : :
253 : : 293 : :
254 : : 294 : :
255 : : 295 : :
256 : : 296 : :
257 : : 297 : :
258 : : 298 : :
259 : : 299 : :
260 : : 300 : :
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 123
Tempo Tempo
Ordem N° Ordem N°
h : min : s h : min : s
301 : : 341 : :
302 : : 342 : :
303 : : 343 : :
304 : : 344 : :
305 : : 345 : :
306 : : 346 : :
307 : : 347 : :
308 : : 348 : :
309 : : 349 : :
310 : : 350 : :
311 : : 351 : :
312 : : 352 : :
313 : : 353 : :
314 : : 354 : :
315 : : 355 : :
316 : : 356 : :
317 : : 357 : :
318 : : 358 : :
319 : : 359 : :
320 : : 360 : :
321 : : 361 : :
322 : : 362 : :
323 : : 363 : :
324 : : 364 : :
325 : : 365 : :
326 : : 366 : :
327 : : 367 : :
328 : : 368 : :
329 : : 369 : :
330 : : 370 : :
331 : : 371 : :
332 : : 372 : :
333 : : 373 : :
334 : : 374 : :
335 : : 375 : :
336 : : 376 : :
337 : : 377 : :
338 : : 378 : :
339 : : 379 : :
340 : : 380 : :
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 124
Tempo Tempo
Ordem N° Ordem N°
h : min : s h : min : s
381 : : 421 : :
382 : : 422 : :
383 : : 423 : :
384 : : 424 : :
385 : : 425 : :
386 : : 426 : :
387 : : 427 : :
388 : : 428 : :
389 : : 429 : :
390 : : 430 : :
391 : : 431 : :
392 : : 432 : :
393 : : 433 : :
394 : : 434 : :
395 : : 435 : :
396 : : 436 : :
397 : : 437 : :
398 : : 438 : :
399 : : 439 : :
400 : : 440 : :
401 : : 441 : :
402 : : 442 : :
403 : : 443 : :
404 : : 444 : :
405 : : 445 : :
406 : : 446 : :
407 : : 447 : :
408 : : 448 : :
409 : : 449 : :
410 : : 450 : :
411 : : 451 : :
412 : : 452 : :
413 : : 453 : :
414 : : 454 : :
415 : : 455 : :
416 : : 456 : :
417 : : 457 : :
418 : : 458 : :
419 : : 459 : :
420 : : 460 : :
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 125
Tempo Tempo
Ordem N° Ordem N°
h : min : s h : min : s
461 : : 491 : :
462 : : 492 : :
463 : : 493 : :
464 : : 494 : :
465 : : 495 : :
466 : : 496 : :
467 : : 497 : :
468 : : 498 : :
469 : : 499 : :
470 : : 500 : :
471 : : 501 : :
472 : : 502 : :
473 : : 503 : :
474 : : 504 : :
475 : : 505 : :
476 : : 506 : :
477 : : 507 : :
478 : : 508 : :
479 : : 509 : :
480 : : 510 : :
481 : : 511 : :
482 : : 512 : :
483 : : 513 : :
484 : : 514 : :
485 : : 515 : :
486 : : 516 : :
487 : : 517 : :
488 : : 518 : :
489 : : 519 : :
480 : : 520 : :
481 : : 521 : :
482 : : 522 : :
483 : : 523 : :
484 : : 524 : :
485 : : 525 : :
486 : : 526 : :
487 : : 527 : :
488 : : 528 : :
489 : : 529 : :
490 : : 530 : :
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 126
Tempo Tempo
Ordem N° Ordem N°
h : min : s h : min : s
531 : : 571 : :
532 : : 572 : :
533 : : 573 : :
534 : : 574 : :
535 : : 575 : :
536 : : 576 : :
537 : : 577 : :
538 : : 578 : :
539 : : 579 : :
540 : : 580 : :
541 : : 581 : :
542 : : 582 : :
543 : : 583 : :
544 : : 584 : :
545 : : 585 : :
546 : : 586 : :
547 : : 587 : :
548 : : 588 : :
549 : : 589 : :
550 : : 590 : :
551 : : 591 : :
552 : : 592 : :
553 : : 593 : :
554 : : 594 : :
555 : : 595 : :
556 : : 596 : :
557 : : 597 : :
558 : : 598 : :
559 : : 599 : :
560 : : 600 : :
561 : : 601 : :
562 : : 602 : :
563 : : 603 : :
564 : : 604 : :
565 : : 605 : :
566 : : 606 : :
567 : : 607 : :
568 : : 608 : :
569 : : 609 : :
570 : : 610 : :
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 127
Tempo Tempo
Ordem N° Ordem N°
h : min : s h : min : s
611 : : 651 : :
612 : : 652 : :
613 : : 653 : :
614 : : 654 : :
615 : : 655 : :
616 : : 656 : :
617 : : 657 : :
618 : : 658 : :
619 : : 659 : :
620 : : 660 : :
621 : : 661 : :
622 : : 662 : :
623 : : 663 : :
624 : : 664 : :
625 : : 665 : :
626 : : 666 : :
627 : : 667 : :
628 : : 668 : :
629 : : 669 : :
630 : : 670 : :
631 : : 671 : :
632 : : 672 : :
633 : : 673 : :
634 : : 674 : :
635 : : 675 : :
636 : : 676 : :
637 : : 677 : :
638 : : 678 : :
639 : : 679 : :
640 : : 680 : :
641 : : 681 : :
642 : : 682 : :
643 : : 683 : :
644 : : 684 : :
645 : : 685 : :
646 : : 686 : :
647 : : 687 : :
648 : : 688 : :
649 : : 689 : :
650 : : 690 : :
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 128
REGISTRO DE OCORRÊNCIAS
(relatar todas as ocorrências e providências tomadas)
..............................................................................................................................................................................................................................
..............................................................................................................................................................................................................................
..............................................................................................................................................................................................................................
..............................................................................................................................................................................................................................
..............................................................................................................................................................................................................................
..............................................................................................................................................................................................................................
..............................................................................................................................................................................................................................
..............................................................................................................................................................................................................................
..............................................................................................................................................................................................................................
..............................................................................................................................................................................................................................
..............................................................................................................................................................................................................................
..............................................................................................................................................................................................................................
..............................................................................................................................................................................................................................
..............................................................................................................................................................................................................................
..............................................................................................................................................................................................................................
..............................................................................................................................................................................................................................
..............................................................................................................................................................................................................................
..............................................................................................................................................................................................................................
..............................................................................................................................................................................................................................
..............................................................................................................................................................................................................................
..............................................................................................................................................................................................................................
..............................................................................................................................................................................................................................
..............................................................................................................................................................................................................................
..............................................................................................................................................................................................................................
EQUIPE DE CHEGADA
Função Nome Assinatura
Controlador
Cronometrista 1
Cronometrista 2
Anotador 1
Anotador 2
Auxiliar Mapas
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 129
ROP/CBO
A nex o “ J”
SÚMULA DE REVEZAMENTO
Evento: .....................................................................................................................................
Período: de ........... a ........... de ........................................ de 20........
Local (Cidade-UF): ................................................................................... – ......... – BRASIL
Percurso: ..................................................................................... Data: ........../........../20........
Ordem N° do Atleta Ordem N° do Atleta Ordem N° do Atleta Ordem N° do Atleta
1 26 51 76
2 27 52 77
3 28 53 78
4 29 54 79
5 30 55 80
6 31 56 81
7 32 57 82
8 33 58 83
9 34 59 84
10 35 60 85
11 36 61 86
12 37 62 87
13 38 63 88
14 39 64 89
15 40 65 90
16 41 66 91
17 42 67 92
18 43 68 93
19 44 69 94
20 45 70 95
21 46 71 96
22 47 72 97
23 48 73 98
24 49 74 99
25 50 75 100
2
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 130
Ordem N° do Atleta Ordem N° do Atleta Ordem N° do Atleta Ordem N° do Atleta
101 126 151 176
102 127 152 177
103 128 153 178
104 129 154 179
105 130 155 180
106 131 156 181
107 132 157 182
108 133 158 183
109 134 159 184
110 135 160 185
111 136 161 186
112 137 162 187
113 138 163 188
114 139 164 189
115 140 165 190
116 141 166 191
117 142 167 192
118 143 168 193
119 144 169 194
120 145 170 195
121 146 171 196
122 147 172 197
123 148 173 198
124 149 174 199
125 150 175 200
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 131
Ordem N° do Atleta Ordem N° do Atleta Ordem N° do Atleta Ordem N° do Atleta
201 226 251 276
202 227 252 277
203 228 253 278
204 229 254 279
205 230 255 280
206 231 256 281
207 232 257 282
208 233 258 283
209 234 259 284
210 235 260 285
211 236 261 286
212 237 262 287
213 238 263 288
214 239 264 289
215 240 265 290
216 241 266 291
217 242 267 292
218 243 268 293
219 244 269 294
220 245 270 295
221 246 271 296
222 247 272 297
223 248 273 298
224 249 274 299
225 250 275 300
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 132
Ordem N° do Atleta Ordem N° do Atleta Ordem N° do Atleta Ordem N° do Atleta
301 326 351 376
302 327 352 377
303 328 353 378
304 329 354 379
305 330 355 380
306 331 356 381
307 332 357 382
308 333 358 383
309 334 359 384
310 335 360 385
311 336 361 386
312 337 362 387
313 338 363 388
314 339 364 389
315 340 365 390
316 341 366 391
317 342 367 392
318 343 368 393
319 344 369 394
320 345 370 395
321 346 371 396
322 347 372 397
323 348 373 398
324 349 374 399
325 350 375 400
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 133
Ordem N° do Atleta Ordem N° do Atleta Ordem N° do Atleta Ordem N° do Atleta
401 426 451 476
402 427 452 477
403 428 453 478
404 429 454 479
405 430 455 480
406 431 456 481
407 432 457 482
408 433 458 483
409 434 459 484
410 435 460 485
411 436 461 486
412 437 462 487
413 438 463 488
414 439 464 489
415 440 465 490
416 441 466 491
417 442 467 492
418 443 468 493
419 444 469 494
420 445 470 495
421 446 471 496
422 447 472 497
423 448 473 498
424 449 474 499
425 450 475 500
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 134
REGISTRO DE OCORRÊNCIAS
(relatar todas as ocorrências e providências tomadas)
...............................................................................................................................................................................................................................
...............................................................................................................................................................................................................................
...............................................................................................................................................................................................................................
...............................................................................................................................................................................................................................
...............................................................................................................................................................................................................................
...............................................................................................................................................................................................................................
...............................................................................................................................................................................................................................
...............................................................................................................................................................................................................................
...............................................................................................................................................................................................................................
...............................................................................................................................................................................................................................
...............................................................................................................................................................................................................................
...............................................................................................................................................................................................................................
...............................................................................................................................................................................................................................
...............................................................................................................................................................................................................................
...............................................................................................................................................................................................................................
...............................................................................................................................................................................................................................
...............................................................................................................................................................................................................................
...............................................................................................................................................................................................................................
...............................................................................................................................................................................................................................
...............................................................................................................................................................................................................................
...............................................................................................................................................................................................................................
...............................................................................................................................................................................................................................
...............................................................................................................................................................................................................................
...............................................................................................................................................................................................................................
...............................................................................................................................................................................................................................
...............................................................................................................................................................................................................................
EQUIPE DE CHEGADA
Função Nome Assinatura
Controlador
Auxiliar 1
Auxiliar 2
Auxiliar 3
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 135
Logotipo da
ROP/CBO
entidade solicitante
A nex o “ K”
FORMULÁRIO DE AUTORIZAÇÃO PARA USO DE PROPRIEDADE
Evento: ......................................................................................................................................
Período: de ........... a ........... de ........................................ de 20........
Local (Cidade-UF): .................................................................................... – .......... – BRASIL
Percurso: ................................................... Data: ........../........./20....... Horário: ................. h
Nome da Propriedade:
Proprietário (cedente): E-mail:
Profissão: Telefones:
Endereço: Nº:
Bairro: Complemento:
Cidade: CEP:
Morador / Caseiro:
Coordenadas da proprie- Descrição das vias de acesso:
dade
..................................................................................................................................................................................................................
Entrada:
........................................................... ..................................................................................................................................................................................................................
........................................................... ..................................................................................................................................................................................................................
Sede: ................................................................................................................................................................................................................
.........................................................
..................................................................................................................................................................................................................
.......................................................
Particularidades e detalhes do terreno:
..................................................................................................................................................................................................................................................................................................
...................................................................................................................................................................................................................................................................................................
...................................................................................................................................................................................................................................................................................................
..................................................................................................................................................................................................................................................................................................
...................................................................................................................................................................................................................................................................................................
...................................................................................................................................................................................................................................................................................................
...................................................................................................................................................................................................................................................................................................
...................................................................................................................................................................................................................................................................................................
Anotações complementares:
...................................................................................................................................................................................................................................................................................................
...................................................................................................................................................................................................................................................................................................
...................................................................................................................................................................................................................................................................................................
...................................................................................................................................................................................................................................................................................................
...................................................................................................................................................................................................................................................................................................
...................................................................................................................................................................................................................................................................................................
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 136
Observações:
1. O prazo de validade deste termo poderá ser prorrogado mediante a celebração de um Termo de Adita-
mento a este, mediante acordo entre CEDENTE e CESSIOÁRIA.
2. A entidade CESSIONÁRIA (nome) tem por obrigação:
- zelar pela área e pelos bens da propriedade conservando em perfeito estado de uso;
- devolver a área bem como os bens utilizados nas mesmas condições, ressalvando o desgaste natural;
- fazer cumprir integralmente as regras da CBO relacionadas à segurança e proteção ambiental;
- permitir ao proprietário (cedente) a fiscalização e acesso a todos os locais das competições;
- indenizar o proprietário (cedente) pelos prejuízos causados caso isso ocorra, podendo a reposição ser
realizada por bens de igual valor, espécie, qualidade e quantidade.
3. Eventuais controvérsias poderão ser resolvidas em comum acordo e de forma amistosa e administrativa
pelas partes.
4. (poderão ser incluídas quantas observações forem necessárias para preservar o bom entendimento e cla-
reza entre as partes).
5. ...................................................
6. ...................................................
n. ...................................................
CONCORDO E AUTORIZO A SOLICITAÇÃO CONFORME ACIMA DESCRITO.
......................................................................., ............ de................................................... de 20.......
_______________________________________________________________________ _____________________________________________________________________
Assinatura do Proprietário (Cedente) Assinatura do Cessionário
RG .................................. RG ..................................
CPF ........................................... CPF ...........................................
_______________________________________________________________________ _____________________________________________________________________
Testemunha 1 . Testemunha 2
RG .................................. RG ..................................
CPF ........................................... CPF ...........................................
Endereço ................................................................ Endereço .................................................................
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 137
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE ORIENTAÇÃO
Fundada em 11 de janeiro de 1999
Filiada à IOF e vinculada ao COB
Anexo “L”
PLANO ESPORTIVO ANUAL
Eu, ______________,Técnico de Orientação do Clube____CREF__/__000333-G, venho por
meio de este declarar, para fins de convocação, que o(a) atleta NOME DO ATLETA, registro
CBO nº CBO, possui o plano esportivo anual, contendo plano de treinamento e objetivos
para os anos de 2023/2024, visando os seguintes eventos:
* Ano 2023
- I Etapa do Campeonato Brasileiro de Orientação, que se realizará na cidade de Rio Negri-
nho - SC, no período de --- a ------ na Cat. H21E;
- I Etapa do Campeonato estadual de Orientação, que se realizará na cidade de Fortaleza -
CE, no período de -- de ------ a ---1 de ------de 2018; na Cat. H21E;
- Campeonato Sul-Americano de Orientação de 2016, que se realizará na cidade de -------- –
Chile, no período de -- de ------ a ---1 de ------de 2018 na Cat. H21E;
.....................................................................................................................
* Ano 2024
- I Etapa do Campeonato Brasileiro de Orientação, que se realizará na cidade de ---------- -
MG, no período de --- a ------ na Cat. D18A;
- I Etapa do Campeonato estadual de Orientação, que se realizará na cidade de Fortaleza -
CE, no período de -- de ------ a ---1 de ------de 2019; na Cat. H21E;
- Campeonato Brasileiro de Sprint de 2017, que se realizará na cidade de -------- – PR, no
período de -- de ------ a ---1 de ------de 2019 na Cat. H21E;
........................................................................................................................
Brasília – DF, 01 de janeiro de 2025.
FULANO DE TAL
Técnico de Orientação
CREF__/__ 336699-G
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CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE ORIENTAÇÃO
Fundada em 11 de janeiro de 1999
Filiada à IOF e vinculada ao COB
A nex o “N” ULÁRIO DE PROTESTO
AUTORIZAÇÃO PARA MENORES DE 18 ANOS
Eu, __________________________________________________________, inscrito no CPF/SRF sob
o n.º ______________________, na qualidade de ___________ (pai, mãe ou tutor legal), autorizo o(s) me-
nor(es) a seguir nominados, a participar(em) das competições de orientação realizadas no âmbito da Confede-
ração Brasileira de Orientação _______________________________________________:
Nº Nome completo Data Nasc Idade Categoria
CBO
Declaro que a participação é efetuada por livre vontade do(s) menor(es) e que este(s) não tem qual-
quer contraindicação para a prática das atividades esportivas que integram os eventos de orientação e que
conheço eventuais riscos inerentes a esse esporte e que assumo, integralmente, a responsabilidade pelos
riscos que envolvem a participação do(s) referido(s) menor(es) nos eventos.
Declaro, ainda, que estou ciente de eventuais riscos de acidentes que possam ocorrer na prática des-
portiva e da importância de conhecer e seguir as orientações das regras da modalidade.
______________________,___ de ______________ de ______.
(Cidade-UF)
_______________________________
Responsável pelo(s) menor(es)
Anexar a esta autorização uma cópia do documento de identidade do responsável legal identificado acima.
“6.10 Os menores de 18 anos de idade só poderão participar de competições oficiais da
CBO, após a apresentação de autorização dos pais ou responsável legal, conforme Anexo
N.”
Obs: a autorização se faz necessária, para que se tenha um controle sobre a parti-
cipação de atletas menores de idade, grupo que demanda atenção redobrada nas
questões de segurança e orientações constantes. A referida autorização será ne-
cessária no ato da inscrição. Se recomenda que todos os Clubes tenham um arquivo
e controle de todas as autorizações de seus atletas.
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CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE ORIENTAÇÃO
Fundada em 11 de janeiro de 1999
Filiada à IOF e vinculada ao COB
ANEXO “O” - RESUMO DAS ALTERAÇÕES REALIZADAS (ROP 2026)
- Regra 2 e seus complementos: ajuste no sistema de categorias com a inserção orienta-
ções nas divisões em todos os níveis.
- Regra 2.4: A categoria ELITE (E) só pode ser constituída para H/D 21.
- Regra 6.17: ajuste na redação sobre resultados nas competições realizadas em vários
dias, conforme regra 1.5.4.
- Regra 6.16: ajuste no sistema de filiação extinguindo a filiação secundária.
- Regra 7.3: ajuste na redação sobre critérios de desconto concedidos pelos organizadores
- Regra 7.3.1: exemplifica com será concedido os descontos.
- Regra 9.9: Inscrições obrigatórias e recomendadas no layout dos mapas, em todos os
eventos oficiais da CBO.
- Regra 19.3: ajuste na redação sobre versando sobre alterar ou excluir resultados de pro-
vas no sistema de apuração.
- Regra 21: ajustes no sistema de ranking das categorias A e B, de forma a melhor atender
as exigências atuais, estar adequado aos processos seletivos e valorizar os eventos em to-
dos os níveis.
- Regra 21.1.5: ajuste na redação onde ajusta o número mínimo de provas dos estaduais e
retira a obrigatoriedade de número mínimo de provas para o municipal.
- Regra [Link]: ajuste no ranking onde o atleta contará pontos de somente um evento re-
gional.
- Regra 24: nova estrutura das Competições oficiais da CBO.
-.Regra: 24.6: inclusão de que Eventos estaduais não poderão ser contabilizados como
etapas válidas para rankings ou classificações de eventos municipais.
- Regra 25: ajustes nos Programas dos Eventos oficiais da CBO.
- Regra 28: nova estrutura das Categorias do CamBOr.
- Regra 29: nova estrutura das categorias do CamBOS.
- Regra 31: nova estrutura das categorias dos Eventos Regionais.
- Regra 32: ajustes estrutura dos Eventos Estaduais.
- Regra 33: ajustes estrutura dos Eventos Municipais.
- Regra 41.5.2: disponibilidade de vagas técnicas nos processos seletivos.
- Apêndice 5: Plano De Gestão De Riscos E Segurança: Inclusão: 9. NOVAS DIRETRIZES
PARA COMPETIÇÕES OFICIAIS DA CBO EM CONDIÇÕES SOBRE CALOR EXTREMO.
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- Apêndice 6: Sistema de Ranking Elites - ajustes no sistema de ranking da categoria E, de
forma a melhor atender as exigências atuais, estar adequado aos processos seletivos e va-
lorizar os eventos em todos os níveis.
Confederação Brasileira de Orientação – CBO – [Link] 142