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PROGRAMA DE CONTROLE MÉDICO DE
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SAUDE OCUPACIONAL – PCMSO.
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P.N DE ARAÚJO
.
PROGRAMA DE CONTROLE MÉDICO DE SAÚDE
OCUPACIONAL. (PCMSO)
PERÍODO 26/03/2023 A 26/03/2024
MANAUS – AMAZONAS
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ÍNDICE
DADOS GERAIS DA EMPRESA 03
APRESENTAÇÃO 04
OBJETIVO 05
META DO PROGRAMA 05
DESENVOLVIMENTO DO PCMSO 06
EMISSÃO DE CAT/NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA 08
INDICADORES DE SAÚDE OCUPACIONAL 09
REGISTRO E ARQUIVO MÉDICO 11
OUTROS PROGRAMAS E PROCEDIMENTOS ATRELADOS AO PCMSO 12
ANEXO I 15
ANEXO II 17
ANEXO III 18
ANEXO IV 20
ANEXO V 26
ANEXO VI 27
ANEXO VII 29
ANEXO VIII 31
TERMO DE RESPONSABILIDADE MÉDICA 33
CONSIDERAÇÕES FINAIS 34
MODELO DE RELATÓRIO ANUAL PCMSO 36
CRONOGRAMA DE AÇÃO 37
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1. DADOS GERAIS DA EMPRESA
Razão Social P N ARAUJO
CNPJ 41.974.768/0001-43
Endereço Rua Ilhas Marianas, 48 – Bairro: Zumbi dos Palmares.
CEP: 69.084-327
Atividade Atividades Relacionadas a Esgoto, Exceto a Gestão de Redes.
Grau de Risco 03
CNAE 37.02-9-00
Data de
Implantação 26.03.2023
Número de
empregados 03
Horário de Segunda-feira a Sexta - feira
Trabalho 07h30min ás 17h00: 00min
Assistente Administrativo, Motorista de Caminhão Truck, Auxiliar
Função
de Manutenção.
ENDEREÇO DA EMPRESA CONTRATANTE:
PASSARELLI ENGENHARIA E CONSTRUÇÃO LTDA.
Rua Paes Leme, 524 – 8º andar - Pinheiros - São Paulo - SP.
CNPJ 60.625.829/0001-01
CÓDIGO DE ATIVIDADE: 4299-5/99
GRAU DE RISCO: 3
GRAU ADOTADO: 4
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APRESENTAÇÃO
A empresa P.N DE ARAÚJO buscando adequar – se às exigências legais expedidas
pelo Ministério do Trabalho e do Emprego MTE elaborou este Programa de Controle
Médico de Saúde Ocupacional - PCMSO. Para cumprir esta norma e com a meta de
atingir a consonância com a Missão e o compromisso de valorizar o ser humano,
respeitando ao princípio do controle ambiental, prevenção da saúde ocupacional,
desenvolvimento sustentável, o atendimento à Legislação e a busca contínua da
Qualidade Total quanto aos aspectos relacionados à Segurança e Medicina do Trabalho.
Este programa estabelece os princípios e diretrizes que devem permear todas as
suas atividades e se constitui num compromisso institucional para seus Colaboradores. A
publicação e vigência das Portarias números 24 e 25 de 29.12.1994 e Portaria SEPRT nº
6.730, de 09 de março de 2020. Que deram nova redação respectivamente as Normas
Regulamentares números 07 e 01, transformando-as em PROGRAMA DE CONTROLE
MÉDICO DE SAÚDE OCUPACIONAL (PCMSO) e PROGRAMA DE GERENCIAMENTO
DE RISCOS – PGR.
Dirigidos obrigatoriamente a todas as empresas, independente do número de
empregados, grau de risco e da existência ou não de SESMT, veio corroborar a
preocupação deste estabelecimento em relação à saúde dos seus funcionários quando no
exercício de suas atividades laborativas. Pretendemos com este programa formar um
juízo claro da saúde dos colaboradores da empresa, através de avaliações clínicas,
abrangendo anamnese Ocupacional, exame físico e mental além de exames
complementares, realizados de acordo com os termos especificados na NR-7 e seus
anexos.
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OBJETIVO
A elaboração do P.N DE ARAÚJO neste estabelecimento tem por objetivo atender a
NR-7, redação dada pela Portaria N.º 24 de 29/12/94 e N.º 08 de 08/05/96, onde estão
definidos os procedimentos para o atendimento de toda a coletividade de trabalhadores,
desde a admissão, no decorrer de período de trabalho e por ocasião da demissão, nos
aspectos clínico-epidemiológico. O PCMSO será planejado e implementado com base nos
riscos à saúde dos trabalhadores especialmente os identificados nas avaliações previstas
nas demais NRs. A fim de assegurar-lhes, padrões adequados de saúde e bem-estar, através
da antecipação, reconhecimento, avaliação e controle dos riscos ambientais nos locais de
trabalho.
META DO PROGRAMA
A Política de Saúde Ocupacional da empresa será posta em prática, através da
implantação de programas específicos, dirigidos ao atendimento das principais
necessidades da empresa, visando à preservação de sua força de trabalho.
Este PCMSO terá como Médico do trabalho responsável pela implantação o Dr.
Pojucan Moraes, CRM: 467 que verificará o ambiente, as condições de trabalho e os riscos
a que está ou será exposto cada trabalhador da empresa a ser examinado, bem como
cumprirá a Legislação e honrará a Ética Médica.
SERÁ DE RESPONSABILIDADE DA P.N DE ARAÚJO. Garantir a implantação deste
programa, bem como zelar pela sua eficácia, Custear todos os procedimentos relacionados
ao programa e quando solicitados pela Fiscalização da MTE - AM, comprovar a execução
das despesas, o que, aliás, está previsto na CLT desde 1943.
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Manter postura permanente de previsão e antecipação, trabalhando de forma integrada
na proteção do ser humano, do patrimônio, no âmbito de suas atividades, transportes e
serviços. Assegurar padrões adequados de segurança à saúde ocupacional para todos os
trabalhadores expostos aos riscos decorrentes de suas atividades. Fornecer aos seus
colaboradores, informações que permitam o manuseio e utilização de seus serviços com
segurança e economia de energia, ao longo de seu ciclo de vida. Fazer da segurança fator de
diferenciação e de imagem da empresa. Fazer com que a segurança seja inerente a todas
as atividades.
Garantir que seus colaboradores este já complenamente capacitados ao desempenho de
suas funções com segurança.
Fazer com que cada gerente, supervisor ou executante seja responsável pelasegurança na
área de trabalho de sua competência.
Garantir que qualquer atividade da empresa deverá ser planejada eexecutada de forma
segura.
DESENVOLVIMENTO DO PCMSO
O PCMSO tem caráter de prevenção e promoção à saúde, através de imunizações,
palestras, rastreamento e diagnóstico relacionados ao trabalho, além da constatação da
existência dos casos de doenças profissionais e danos irreversíveis à saúde dos
trabalhadores.
É obrigatória a realização dos exames médicos:
a) Admissional
b) Periódico
c) Retorno ao Trabalho
d) Mudança de Função
e) Demissional.
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Os exames médicos admissionais deverão ser realizados antes que o
trabalhador assuma suas atividades.
Os exames médicos periódicos serão realizados de acordo com
intervalos mínimos de tempo abaixo discriminados:
a) Para trabalhadores expostos a riscos ou situações de trabalho que impliquem no
desencadeamento ou agravamento de doença Ocupacional, ou ainda, para aqueles que
sejam portadores de doenças crônicas, os exames deverão ser repetidos a cada ano ou a
intervalos menores ou a critério do médico encarregado, ou se notificado pelo médico,
agente de inspeção do trabalho, ou ainda como resultado de negociação coletiva do
trabalho.
a) Para os demais trabalhadores:
a.1. ANUAL, quando menores de dezoito anos e maiores de quarenta e cinco anos de
idade.
Os exames médicos de retorno ao trabalho deverão ser realizados obrigatoriamente no 1º
dia da volta ao trabalho do colaborador ausente por período igual ou superior a 30 (trinta)
dias por motivo de doença ou acidente, de natureza Ocupacional ou não, ou parto.
Os exames médicos de mudança de função serão obrigatoriamente realizados antes da
data da mudança. Para fins deste PCMSO, entende-se por mudança de função toda e
qualquer alteração de atividade, posto de trabalho ou setor que implique na exposição do
trabalhador a riscos diferentes daqueles a que estava exposto antes da mudança.
Os exames médicos demissionais obrigatórios poderão ser realizados atéa data da
homologação da rescisão contratual, desde que o último exame médico ocupacional tenha
sido realizado há, mais de 90 dias, e cujo resultado tenha sido APTO sem restrição.
(Portaria SSST N º 8/96).
Para cada exame médico realizado, o esculápio emitirá um ATESTADO DE SAÚDE
OCUPACIONAL - ASO, em três vias: A primeira via do ASO será enviada a P.N DE
ARAÚJO. A segunda via, será obrigatoriamente entregue ao trabalhador, mediante recibo
na 1ª via, e a 3ª será anexada ao Prontuário do cliente.
- No Atestado de Saúde Ocupacional (ASO), Anexo I, constará:
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O nome da Instituição encarregada pelo exame, endereço e telefone;
Nome completo do trabalhador, númerodo registro de sua identidade, a
função e o setor onde será lotado, bem como o tipo de risco existente no
local de trabalho;
Nome do médico coordenador;
Procedimentos médicos realizados, inclusive exames complementares e
imunizações;
Conclusão do exame para a função específica que o trabalhador irá
exercer estiver exercendo ou exerceu definida nos resultados: Apto
Inapto • Inapto temporariamente.
Constatada ocorrência ou agravamento de doença relacionada ao trabalho ou alteração
que revele disfunção orgânica por meio dos exames complementares do Quadro 2 do
anexo I, dos demais anexos desta NR ou dos exames complementares incluídos com
base no subitem 7.5.18 da presente NR, caberá à organização, após informada pelo
médico responsável pelo PCMSO:
a) Emitir a Comunicação de Acidente do Trabalho - CAT;
b) Afastar o empregado da situação, ou do trabalho, quando necessário;
c) Encaminhar o empregado à Previdência Social, quando houver afastamento do
trabalho superior a 15 (quinze) dias, para avaliação de incapacidade e definição da
conduta previdenciária;
d) Reavaliar os riscos ocupacionais e as medidas de prevenção pertinentes no PGR.
[Link] O empregado, em uma das situações previstas nos subitens [Link] ou
[Link], Deve ser submetido a exame clínico e informado sobre o significado dos
exames alterados e condutas necessárias.
EMISSÃO DE CAT/ NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA
Segundo a Legislação em vigor (Código Penal/CLT/NR-7 - PCMSO), devem ser
notificados todos os casos de doença ocupacionais diagnosticados ou suspeito, pelo
Médico do Trabalho ou Coordenador do PCMSO. Na CLT e INSS há previsão demulta
à empresa, enquanto no Código Penal, de detenção para o médico. A decisão da
empresa em não emitir a CAT como notificações dos casos de doenças profissionais
devem ser devidamente avaliadas, pois há riscos de responsabilidade tanto para a
empresa como para a pessoa dos prepostos.
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DISPOSITIVOS LEGAIS QUE TRATAM DO ASSUNTO
1) Art. N º 269 do Código Penal:¨Deixar o médico de comunicar à autoridade
pública, doença cuja notificação é compulsória. Pena: detenção de 6 meses
a 2 anos. ¨
2) Art. N º 169 da CLT: ¨Será obrigatória a notificação das doenças
profissionais comprovadas ou objeto de suspeita de conformidade com as
instruções expedidas pelo Ministério do Trabalho. ¨
3) Norma Regulamentadora N º 7 (NR-7) do Ministério do Trabalho (Portaria
Nº 24/94de 29/12/94):
[Link] Constatada ocorrência ou agravamento de doença relacionada ao trabalho ou
alteração que revele disfunção orgânica por meio dos exames complementares do Quadro
2 do Anexo I, dos demais Anexos desta NR ou dos exames complementares incluídos
com base no subitem 7.5.18 da presente NR, caberá à organização, após informada pelo
médico responsável pelo PCMSO:
a) Emitir a Comunicação de Acidente do Trabalho - CAT;
b) Afastar o empregado da situação, ou do trabalho, quando necessário;
c) Encaminhar o empregado à Previdência Social, quando houver afastamento do
trabalho superior a 15 (quinze) dias, para avaliação de incapacidade e definição da
conduta previdenciária;
d) Reavaliar os riscos ocupacionais e as medidas de prevenção pertinentes no PGR.
Ordem de Serviço INSS/DSS N º 329 de 26/10/93 que disciplina o procedimento
operacional no estabelecimento do anexo causal pela Perícia Médica, dos casos de
Acidentes do Trabalho e/ou Doenças Ocupacionais ea integração com outros setores
envolvidos: obriga a empresa a emitir CAT sempre que ocorrer Acidente do Trabalho ou
Doença Ocupacional, haja ou não afastamento do trabalho, conforme o Artigo N º 142 do
Regulamento dos Benefícios da Previdência Social, inclusive quando fizer remanejamento
do trabalhador visando afastá-lo da área de risco por: doença profissional e padroniza o
fluxo de atendimento e da Perícia Médica.
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a) Indicadores de morbidade:
Nº de casos novos ocorridos em determinado
período Taxa de Incidência I=
Nº médio de pessoas expostas ao risco no mesmo
período Nº total de casos existentes em
determinado período
Taxa de Prevalência P =
Nº médio de pessoas expostas ao risco no mesmo período.
b) Indicadores de absenteísmo - Doença
Taxa de Frequência de Licenças Médicas
N º de Licenças Médicas concedidas no mês
TFL =
N º de empregados no
mês Índice de Duração ou
Gravidade
N º de dias perdidos no mês
ID = X 100
N º de empregados no
mês Percentual de Tempo Perdido
N º de dias perdidos no mês
PTP = X 100
N º de dias de trabalho programado no mês.
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REGISTRO E ARQUIVO MÉDICO
O Médico Encarregado dos exames ocupacionais deverá anotar suas observações no
Prontuário Individual e confidencial de cada trabalhador, que ficará arquivado sob a
guarda do médico coordenador por um período mínimo de vinte anos após o
desligamento do trabalhador. Havendo substituição do médico coordenador, os arquivos
deverão ser transferidos para o seu sucessor devidamente protocolado. Cada colaborador
deverá ter no consultório do médico executor dos exames ocupacionais:
Uma ficha Clínica Individual contendo:
1. Anamnese Ocupacional
2. Avaliação Clínica
3. Resultados dos Exames Laboratoriais
4. Conclusões e medidas
aplicadas Uma cópia do ASO
Todos os exames complementares solicitados (cópia ou original)
O arquivamento dos Prontuários Médico supracitado deverá ser feito de modo a
garantir sigilo deles, por se tratar de documentos que contenham informações
confidenciais da saúde e doença das pessoas.
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1.4.1- Cabe ao empregador:
a) Cumprir e fazer cumprir as disposições legais e regulamentares sobre segurança
e saúde no trabalho;
b) Informar aos trabalhadores:
I. Os riscos ocupacionais existentes nos locais de trabalho;
II. As medidas de prevenção adotadas pela empresa para eliminar ou reduzir tais riscos;
III. Os resultados dos exames médicos e de exames complementares de
diagnóstico aos quais os próprios trabalhadores forem submetidos;
OUTROS PROGRAMAS E PROCEDIMENTOS. ATRELADOS AO
PCMSO PROGRAMAS BÁSICOS:
É o composto do elenco de subprogramas, discriminados a seguir, os quais visam
empreender as diretrizes da atividade, devendo se complementado por outros sub
programas cuja necessidade seja detectada.
ASSISTÊNCIA MÉDICA PREVIDENCIÁRIA
O atendimento médico aos Colaboradores, familiares e dependentes é feito através
do Sistema Único de Saúde – SUS ou via atendimento particular.
Com base nesta sistemática a empresa procura incentivar as bases dos demais
programas de prevenção da doença e preservação da saúde de seus colaboradores e
otimiza a melhor qualidade de vida do homem que direta ou indiretamente exerce
atividades na empresa.
PROGRAMA DE IMUNIZAÇÃO
Tendo em vista a grande incidência de doenças que podem e devem ser evitadas tipo
Tétano, Hepatite B e Febre Amarela é que durante os três próximos meses fazemos
Imunizações em 100% dos colaboradores da empresa, com as vacinas abaixo
relacionadas:
Anti - tetânica
- Anti - hepatite B
- Anti – amarílica
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PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES DE TRABALHO
A área de Segurança do Trabalho e a CIPA (organizada) coordenarão o programa de
prevenção desses acidentes do trabalho, através do levantamento de condições inseguras,
da análise de acidentes ocorridos, envolvendo simplesmente danos ao patrimônio ou a
saúde dos colaboradores e da utilização de equipamentos contra esses infortúnios. As
conclusões desses estudos farão parte das Normas de Segurança da empresa e que serão
divulgadas através de cartazes e palestras.
Paralelamente, o mesmo setor de segurança criará um elenco de normas individuais
para cada posto de trabalho, onde descreverá as necessidades dependentes dos seguintes
parâmetros:
Ordem e limpeza
Uso de equipamentos de
segurança Elevação de pesos
Manuseio e transporte de pesos
Trabalho em diferentes alturas do
solo
Manutenção de equipamentos em
funcionamento Equipamentos elétricos
Uso de
ferramentas
Escadas
Telhados e andaimes
Trabalho nos escritórios
Proteção contra incêndios
Sinalização de segurança
Noções de primeiros
socorros
Procedimentos para serviços de soldas
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PROGRAMA DE SEGURANÇA A TERCEIROS
Todas as empresas prestadoras de serviços ou contratadas para a execução de
pequenas empreitadas ou para atendimento de tarefas ditas terceirizadas deverá endossar
documento formalizando a execução do objetivo principal da sua contratação e ao mesmo
tempo também assegurar o fiel cumprimento de todas as normas de Segurança da Empresa,
por todos os seus empregados, desde a admissão até sua total demissão em nossa área
física, seguindo as orientações da NR - 7 Portarias 24, de 29.12.1994.
O descumprimento de quaisquer das normas de segurança no trabalho viabiliza o
rompimento do contrato depois das sucessivas advertências encaminhadas pelo Setor de
Segurança, da mesma forma todas as empresas habitualmente presentes, devem
encaminhar representante para as reuniões mensais da CIPA, apresentar seu PGR e
PCMSO ao médico coordenador deste programa, bem como enviar para os Recursos
Humanos da empresa, cópias da realização em seus colaboradores de exames médicos
ocupacionais admissional, retorno ao trabalho, mudança de função, periódico e demissional.
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ANEXO I
EMPRESA:
ENDEREÇO: Av. – CEP:
Fone: / Fax:
Grau de risco da
Atividade:
Ramo de atividade: l
ATESTADO DE SAÚDE OCUPACIONAL (ASO)
NOME:
CARGO/FUNÇÃO R.G. EMPRESA
NATUREZA DO EXAME: ( ) ADMISSIONAL ( ) DEMISSIONAL
( ) MUDANÇA DE FUNÇÃO ( ) PERIÓDICO
( ) RETORNO AO TRABALHO
RISCOS/SETOR/EMPRESA
( ) FÍSICO ( ) QUÍMICOS ( )BIÓLOGICO
................... ......................... ..................................
................... ......................... ..................................
EXAMES COMPLEMENTARES/PROCEDIMENTOS DATA
VDRL: ( ) HEMOGRAMA ( )
TIPO SANGUINEO:
EX. PAR. FEZES: ( ) P. BAAR NO ESCARRO ( ) URINÁLISE ( )
TELERADIOGRAFIA DE TÓRAX ( )
EXAME OFTALMOLÓGICO ( )
E.C.G. ( )
AUDIOMETRIA ( )
E.E.G. ( )
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OUTROS
AVALIAÇÃO CLÍNICA: ( )
IMUNIZAÇÃO:
CONCLUSÃO: ( ) APTO ( ) INAPTO ( ) INAPTO TEMPORARIAMENTE
( ) APTO COM RESTRIÇÃO PARA EXPOSIÇÃO A RUIDOS CUJOS N IVEIS SEJAM SUPERIORES AOS
LIMITES
DE TOLERÂNCIA ESTABELECIDOS PELO ANEXO I DA NR -15
( ) DEVE SER ENCAMINHADOA PREVIDÊNCIA SOCIAL ( NR-7 ITEM 7.4.8.C )
OBSERVAÇÃO:
MÉD. COORDENADOR DATA / / MÉD. ENGARREGADO
VIA MNISTÉRIO DO TRABAHO E DO EMPREGO
VISTO EM: / / VISTO EM: / /
AG. DE INSPEÇÃO AG. DE INSPEÇÃ0
VIA DO TRABALHADOR
RECEBI CÓPIA EM / /
ASS.
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ANEXO II
EXAMES COMPLEMENTARES A SEREM REALIZADOS
a) No exame Pré-Admissional para todas as funções e atividades:
Imunização contra tétano e febre amarela através da
SEMSA; Avaliação Clínica
Exames Complementares (específico conforme o anexo III).
b) Exame Periódico (para todos) sendo estes anuais:
Avaliação Clínica
Exames Complementares (específico conforme o anexo III).
c) Mudança de função (para todos)
- Complementar (específico para a nova atividade se, necessário)
d) Exame de Retorno ao Trabalho (para todos)
- Complementar (específico para constatação da capacidade laboral)
e) Exame Demissional (para todos)
Avaliação Clínica
Exames Complementares (específico conforme o anexo II
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OBS
. A audiometria se faz no admissional, posteriormente a cada ano para
os funcionários que tenham o resultado de audição normal e de seis
meses para aqueles exames quem tenha resultados alterados.
Para as funções que trabalham com altura realizar os seguintes
exames: Colesterol total e frações, ECG (ELETROCARDIOGRAMA),
EEG (ELETROENCEFALOGRAMA somente na admissão), Hemograma
completo, Glicose Atestado de Sanidade física e mental, atestado para
trabalho em altura e espaço confinado, avaliação psicossocial.
Para Trabalho Confinado fazer os seguintes exames, além dos informados
na grade de cada função: EEG / ECG / Avaliação psicossocial / Exame
Oftalmológico/ PCR ultrassensível.
MÉDICO RESPONSÁVEL PELO ASO
DR ENDER EDUARDO MORILLO
CRM: 11125/AM
ANEXO III
CRONOGRAMA DE EXAMES OCUPACIONAIS
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ANEXO III
CARGOS X RISCOS X EXAMES X PERIODICIDADE
RAZÃO SOCIAL: P.N DE ARAÚJO
SETOR: ASSISTENTE ADMINISTRATIVO
EXAMES
CARGOS RISCO PERIODICIDADE
Exame clínico
Admissão, periódico,
ocupacional
mudança de Função,
Risco Ergonômico retorno ao trabalho e
Assistente Avaliação Cinésio demissão.
Posturas Inadequada ou pouco Ocupacional
Administrativo
confortável por longo período
Admissão e
Acuidade Visual
Anual
Tipagem sanguinea +
Fator RH (Somente da Admissão
admissão).
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ANEXO III
CARGOS X RISCOS X EXAMES X PERIODICIDADE
RAZÃO SOCIAL: P.N DE ARAÚJO
SETOR: Operacional
EXAMES
CARGOS RISCO PERIODICIDADE
Agentes Fisico Exame clínico
Admissão, periódico,
Ruido ocupacional
mudança de Função,
Agente Fisico retorno ao trabalho e
Calor Avaliação Cinésio demissão.
Ocupacional
Risco Quimico
Auxiliar de Hipoclorido de Sódio
Tipagem sanguinea +
Manutenção. Fator RH (Somente da Admissão
Agente Biologico admissão).
. Bactérias, fungos, parasitas, bacilos
e protozoários –
Acidente
Luxação
Bater contra queda de pessoa com Raios-X da coluna Anual
diferença de nivel, NIC lombar
Ergonômico
Exigência de esforço fisico
Elaboração: 26/03/2023
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ANEXO III
CARGOS X RISCOS X EXAMES X PERIODICIDADE
RAZÃO SOCIAL: P.N DE ARAÚJO
SETOR: Operacional
EXAMES
CARGOS RISCO PERIODICIDADE
Agentes Fisico Admissão, periódico,
Ruido Exame clínico
mudança de Função,
ocupacional
retorno ao trabalho e
Agente Fisico Avaliação Cinésio
Calor
demissão.
Ocupacional
Risco Fisico
Vibração Lipidograma, Colesterol Admissão e
total e frações, glicose. periodico
Risco Quimico
Hipoclorido de Sódio
Motorista de Caminhã
Tipagem sanguinea +
Truck Agente Biologico Admissão
Fator RH (Somente da
Bactérias, fungos, parasitas, bacilos e
protozoários – admissão).
Raios-X da coluna Anual
Acidente
lombar
Luxação
Bater contra queda de pessoa com
diferença de nivel, NIC.
EEC-Eletroencefalograma
Admissão e Periodico
Ergonômico ECG- Eletrocardiograma
Exigência de esforço fisico
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ANEXO IV
PORTARIA N º 24 DE 29 DE DEZEMBRO DE 1994
O Secretário de Segurança e Saúde no Trabalho, no uso de suas atribuições legais, e
considerando o disposto nos Arts. 168 e 169 da Seção V do Capítulo Vdo Título II da
Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, com a redação dada pelas Leis n.º 7.855,
de 24 outubro de 1989 e 6.514, de 22 de dezembro de 1977, respectivamente;
Considerando a necessidade de atualizar as medidas preventivas de medicina do
trabalho, adequando-as aos novos conhecimentos técnico-científicos, Considerando o
disposto no Art. 2º da Portaria n.º 3.214, de 08 de junho de 1978 que aprovou as
Normas Regulamentadoras - NR, sobre Segurança e Medicina do Trabalho.
Considerando a Resolução n.º 1.246, de 08 de janeiro de 1988, do Conselho Federal
de Medicina, que aprovou o Código de Ética Médica, Considerando o disposto nos Arts.
19 a 23 da Lei n.º 8.213, de 24 de julho de 1991. Considerando o Regulamento dos
Benefícios da Previdência Social, aprovado pelo Decreto n.º 611, de 21 de julho de 1992,
Capítulo III, Seção II Ài V, Arts.139 a 143;
Considerando o relatório final da Comissão Internacional de Saúde do Trabalhador,
instituída pela Portaria Interministerial de Saúde n.º 01, de 20 de abril de 1993, dos
Ministérios do Trabalho e da Saúde, da Previdência Social e da Administração Federal -
SAF, da Presidência da República.
Considerando as conclusões do Grupo Técnico de Trabalho instituído para estudar a
revisão da Norma Regulamentadora no 07 - Exames Médicos, após análise das
contribuições recebidas de toda comunidade, objeto da Portaria SSST no 12, de 13 de
abril de 1994, publicada no D.O.U. de 14 de outubro de 1994, resolve:
Art. 10 - Aprovar o texto da Norma Regulamentadora no 7 - Exames Médicos, que passa
a ter a seguinte redação:
NR 7 - PROGRAMA DE CONTROLE MÉDICO DE SAÚDE OCUPACIONAL
7.1 - Do Objeto
7.1.1 - Esta Norma Regulamentadora - NR estabelece a obrigatoriedade da elaboração
e implantação, por parte de todos os empregadores e instituiçõesque admitam
trabalhadores como empregados, do Programa de Controle Médico de Saúde
Ocupacional (PCMSO), com o objetivo de promoção e preservação da saúde do
conjunto de seus trabalhadores.
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7.1.2 -Esta NR estabelece os parâmetros mínimas e diretrizes gerais a serem
observados na execução do PCMSO, podendo os mesmos ser ampliados mediante
negociação coletiva de trabalho.
7.2 - Das Diretrizes
7.2.1 - O PCMSO é parte integrante do conjunto mais amplo de iniciativas da empresa
no campo da saúde dos trabalhadores, devendo estar articulado com o disposto nas
demais NRs.
7.2.2 - O PCMSO deverá considerar as questões incidentes sobre o indivíduo ea
coletividade de trabalhadores, privilegiando o instrumental clínico- epidemiológico na
abordagem da relação entre sua saúde e o trabalho.
7.2.3 - O PCMSO deverá ter caráter de prevenção, rastreamento e diagnóstico precoce
dos agravos à saúde relacionados ao trabalho, inclusive de natureza subclínica, além da
constatação da existência de casos de doenças profissionais ou danos irreversíveis à
saúde dos trabalhadores.
7.3 - Das Responsabilidades
7.3.1 - Competente ao empregador:
a) Garantir a elaboração e efetiva implantação do PCMSO, bem como zelar pela sua
eficácia;
b) Custear todos os procedimentos relacionados ao PCMSO e, quando solicitado pela
inspeção do trabalho, comprovar a execução da despesa;
c) Indicar dentre os médicos dos Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e
Medicina do Trabalho - SESMT, da empresa, um coordenador responsável pela
execução do PCMSO;
d) No caso de a empresa estar desobrigada a manter médico do trabalho, de acordo com a
NR 4, deverá o empregador indicar o médico do trabalho, empregado ou não da
empresa, para coordenar o PCMSO;
e) inexistindo médico do trabalho na localidade, o empregador poderá contratarmédico de
outra especialidade para coordenar o PCMSO;
7.3.2 - Compete ao médico coordenador:
a) Realizar os exames médicos previstos no item 7.4.1, ou encarregar os mesmos a
profissional médica familiarizado com os princípios da patologia Ocupacional e suas
causas, bem como com o ambiente, as condições de trabalho e os riscos a que está ou
será exposto cada trabalhador da empresa a ser examinado;
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b) Encarregar dos exames complementares previstos nos itens, quadros e anexos desta
NR, profissionais e / ou entidades devidamente capacitadas, equipados e qualificados.
7.4 - Do Desenvolvimento do PCMSO
7.4.1 - O PCMSO deve incluir, entre outros, a realização obrigatória dos exames
médicos:
a) Admissional;
b) Periódico;
c) Retorno ao trabalho;
d) Mudança de função;
e) Demissional.
7.4.2 - Os exames de que trata o item 7.4.1 compreendem:
a) Avaliação clínica, abrangendo anamnese Ocupacional e exame físico mental;
b) Exames complementares, realizados de acordo com os termos especificados nesta NR,
e seus anexos.
[Link] - Para os trabalhadores cujas atividades envolvem os riscos discriminados nos
quadros I e II desta NR, os exames médicos complementares deverão ser executados e
interpretados com base nos critérios constantes dos referidos quadros e seus anexos. A
periodicidade de avaliação dos indicadores biológicos do quadro I deverá ser, no mínimo
semestral, podendo ser reduzida a critério do médico coordenador, ou por notificação do
médico agente da inspeção do trabalho, ou mediante negociação coletiva de trabalho.
[Link] - Para os trabalhadores expostos a agentes químicos não constantes dos quadros
I e II, outros indicadores biológicos poderão ser monitorados, dependendo do estudo
prévio dos aspectos de validade toxicológica, analítica e de interpretação desses
indicadores.
[Link] - Outros exames complementares usados normalmente em patologia clínica
para avaliar funcionamento de órgãos e sistemas orgânicos podem ser realizados, a
critério do médico coordenador ou encarregado, ou por notificação do médico agente da
inspeção do trabalho, ou ainda decorrente de negociação coletiva de trabalho.
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7.4.3 - A avaliação clínica referida no item 7.4.2, alínea a, como parte integrante dos
exames médicos constantes no item 7.4.1, deverá obedecer aos prazos e a periodicidade
conforme previstos nos subitens abaixo relacionados:
[Link] - O exame médico ADMISIONAL, deverá ser realizado antes que o trabalhador
assuma suas atividades;
[Link] - O exame médico PERIÓDICO, de acordo com os intervalos mínimos de
tempo abaixo discriminados:
a) Para trabalhadores expostos a riscos ou situações de trabalho que impliquem no
desencadeamento ou agravamento de doenças Ocupacional, ou, ainda, para aqueles
que sejam portadores de doenças crônicas, os exames deverão ser repetidos:
1) A cada ano ou intervalos menores, a critério do médico encarregado, ou se notificado
pelo médico agente da inspeção do trabalho, ou ainda, como resultado de negociação
coletiva de trabalho;
2) De acordo com a periodicidade especificada no anexo no 06, NR 15 para os
trabalhadores expostos a condições hiperbáricas;
b) Para os demais trabalhadores:
1) anual, quando menores de dezoito anos e maiores de quarenta e cinco anos de idade
2) a cada dois anos, para os trabalhadores entre dezoito anos e quarenta e cinco anos
de idade.
O exame médico de RETORNO AO TRABALHO deverá ser realizado obrigatoriamente
no primeiro dia de volta ao trabalho do trabalhador ausente por período igual ou superior
a 30 (trinta) dias, por motivo de doença ou acidente, de natureza Ocupacional ou não, ou
parto.
[Link] - O exame médico de MUDANÇA DE FUNÇÃO, será obrigatoriamente realizado
antes da data da mudança.
[Link].1 - Para fins desta NR, entende-se por mudança de função, toda e qualquer
alteração de atividade, posto de trabalho ou setor que implique na exposição do
trabalhador a risco diferente daquele que estava exposto antes da mudança.
[Link] - O exame DEMISSIONAL, será obrigatoriamente realizado dentro dos 15 (quinze)
dias que antecedem o desligamento definitivo do trabalhador.
7.4.4 - Para cada exame médico realizado, previsto no item 7.4.1, o médico emitirá o
Atestado de Saúde Ocupacional - ASO, em duas vias.
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[Link] - A primeira via do ASO ficará no local de trabalho do trabalhador, inclusive
frente de trabalho ou canteiro de obras, a disposição da fiscalização do trabalho.
[Link] - A segunda via do ASO será obrigatoriamente entregue ao trabalhador mediante
recibo na primeira via.
[Link] - O ASO deverá conter no mínimo:
a) Nome completo do trabalhador, o número do registro da sua identidade, esua
função;
b) Indicação dos procedimentos médicos a que foi submetido o trabalhador,
incluindo os exames complementares e a data em que foram realizados;
c) Definição de apto ou inapto para a função específica que o trabalhador irá exercer
estiver exercendo ou exerceu;
d) Nome do médico encarregado do exame e endereço ou forma de contato;
e) Data e assinatura do médico encarregado do exame e carimbo contendo seu número
de inscrição no Conselho Regional de Medicina.
7.4.5- Os dados obtidos nos exames médicos, incluindo avaliação clínica e exames
complementares, as conclusões e as medidas aplicadas deverão ser registradas em
prontuário clínico individual, que ficará sob a responsabilidade do médico coordenador
do PCMSO.
[Link] - Os registros a que se refere o item 7.4.5 deverão ser mantidos por período
mínimo de 20 (vinte) anos após o desligamento do trabalhador.
[Link] - Havendo substituição do médico a que se refere o item 7.4.5, os arquivos
deverão ser transferidos para o seu sucessor.
7.4.6 - O PCMSO deverá obedecer a um planejamento em que estejam previstas as
ações de saúde a serem executadas durante o ano, devendo estas ser objeto de
relatório anual.
[Link] - O relatório anual deverá discriminar, por setores da empresa, o número e a
natureza dos exames médicos, incluindo avaliações clínicas e exames complementares,
estatísticas de resultados considerados anormais, assim como o planejamento para o
próximo ano, tomando como base o modelo proposto no quadro III desta NR.
[Link] - O relatório anual deverá ser apresentado e discutido na CIPA, quando existente
na empresa, de acordo com a NR-5, sendo sua cópia anexada ao livro de atas daquela
comissão.
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[Link] - O relatório anual do PCMSO poderá ser armazenado na forma de arquivo
informatizado, desde que seja mantido de modo a proporcionar o imediato acesso por
parte do agente da inspeção do trabalho.
7.4.7 - Sendo verificada, através da avaliação clínica do trabalhador e/ou dos exames
constantes no quadro I da presente NR, apenas exposição excessiva (EE ou SC) ao
risco, mesmo sem qualquer sintomatologia ou sinal clínico,deverá o trabalhador ser
afastado do local de trabalho, ou do risco, até que seja normalizados o indicador
biológico de exposição e as medidas de controle nos ambientes de trabalho tenham sido
adotadas.
7.4.8 - Sendo constatada a ocorrência ou agravamento de doenças profissionais, através
de exames médicos que incluem os definidos nesta NR, ou sendo verificadas alterações
que revelem qualquer tipo de disfunção de órgão ou sistema biológico através dos
exames constantes do quadro I (apenas aqueles com interpretação SC) e II, e do item
[Link] da presente NR, mesmo sem sintomatologia, caberá ao médico coordenador ou
encarregado:
a) Solicitar à empresa a emissão da Comunicação de Acidente do Trabalho-CAT ;
b) Indicar, quando necessário, o afastamento do trabalhador da exposição ao risco, ou do
trabalho;
c) Encaminhar o trabalhador à Previdência Social para estabelecimento de anexo causal,
avaliação de incapacidade e definição da conduta previdenciária em relação ao trabalho;
d) Orientar o empregador quanto à necessidade de adoção de medidas de controle no
ambiente de trabalho.
7.5 - Dos Primeiros Socorros
7.5.1 - Todo estabelecimento deverá estar equipado com material necessário à prestação
de primeiros socorros, considerando-se as características da atividade desenvolvida;
manter esse material guardado em local adequado, eaos cuidados de pessoa treinada
para esse fim.
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ANEXO V
NR-35 (TRABALHO EM ALTURA):
[Link] Cabe ao empregador avaliar o estado de saúde dos trabalhadores que exercem
atividades em altura, garantindo que:
a) os exames e a sistemática de avaliação sejam partes integrantes do Programa de
Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO), devendo estar nele consignados;
b) a avaliação seja efetuada periodicamente, considerando os riscos envolvidos em
cada situação.
EMERGÊNCIA E SALVAMENTO PARA TRABALHO EM ALTURA (NR35):
35.6. Emergência e Salvamento;
35.6.1 O empregador deve disponibilizar equipe para respostas em caso de
emergências para trabalho em altura;
[Link] A equipe pode ser própria, externa ou composta pelos próprios trabalhadores que
executam o trabalho em altura, em função das características das atividades;
35.6.2 O empregador deve assegurar que a equipe possua os recursos necessários
para as respostas a emergências;
35.6.3. As ações de respostas às emergências que envolvam o
trabalho em altura devem constar do plano de emergência da
empresa;
35.6.4. As pessoas responsáveis pela execução das medidas de salvamento devem
estar capacitadas a executar o resgate, prestar primeiros socorros e possuir aptidão
física e mental compatível com a atividade a desempenhar.
TRABALHO CONFINADO (NR-33):
33.3.4 Medidas Pessoais
[Link] Todo trabalhador designado para trabalhos em espaços confinados deve ser
submetido a exames médicos específicos para a função que irá desempenhar,
Conforme estabelecem as NRs 07 e 33 incluindo os fatores de riscos psicossociais com a
emissão do respectivo Atestado de Saúde Ocupacional - ASO.
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[Link] Capacitar todos os trabalhadores envolvidos, direta ou indiretamente com os
espaços confinados, sobre seus direitos, deveres, riscos e medidas de controle,
conforme previsto no item.
33.3.5. Para Trabalho em Altura e Trabalho Confinado fazer os seguintes exames, além
dos informados de cada função:
Glicose / Colesterol total / EEG / ECG / Avaliação psicossocial / Exame
Oftalmológico/ PCR ultrassensível.
ANEXO VI
REGRAS DE SEGURANÇA INDISPENSÁVEIS AO DESENVOLVIMENTO
DOS SERVIÇOS.
Estas Regras deverão ser distribuídas, umas cópias a todos colaboradores da
empresa, e amplamente discutidas e avaliadas e se necessário modificadas pelos
membros da CIPA (a ser organizada).
REGRAS:
Nº 01- Cumpra rigorosamente as regras de segurança. Lembre-se a sua segurança
depende de você. O seu primeiro acidente poderá ser o último.
Nº 02- Os materiais de proteção são fornecidos para sua própria segurança. O
SEU USO NO TRABALHO É OBRIGATÓRIO.
Nº 03- A falta de cuidado e atenção ao serviço podem ocasionar graves acidentes.
TRABALHE SEMPRE COM CUIDADO E ATENÇÃO.
Nº 04- Não corra nos pátios e escadas. Correr é imprudência só causa acidentes.
Nº 05- Verifique as escadas de mão antes de usá-las. Coloque corretamente e,sempre
que possível, amarre-a ou peça a um colega para segurá-la.
Nº 06 - Não tente carregar peso superior às suas forças. Solicite, sempre que
necessário, o auxílio de um colega.
Nº 07- Levante objetos corretamente. Sempre que o fizer, dobre as pernas e conserve
o tronco na posição vertical.
08 - Não use ar comprimido para limpar roupas, cabelos e mãos. Também não o vire
em direção do colega. O ar comprimido penetrando nos poros pode causar
lesões graves. Nº 09- Use cinturão de segurança, quando precisar trabalhar
em níveis altos em que haja riscos de queda. Assim preservará a sua vida.
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Nº 10- Não use serras circulares, sem antes verificar se a proteção da lâmina está em
ordem e em seu devido lugar.
Nº 11- Não limpe, lubrifique ou ajuste máquinas em movimento. Ao consertá- las,
coloque um aviso de alerta no interruptor.
Nº 12- Não coloque máquinas ou veículos em movimento sem verificar primeiro se
alguém poderá ser atingido por eles.
Nº 13 - Antes de fazer qualquer reparo em instalações elétricas, interrompa o CIRCUITO
e coloque um sinal de alerta na chave. Isto se você for eletricista. Caso contrário, não
mexa em instalações elétricas em hipótese alguma.
Nº 14- Não guarde objetos ou utensílios próximos às chaves ou painéis de eletricidade.
Nº 15- Não fume em locais proibidos.
Nº 16- Procure a maneira mais segura de executar cada tarefa; adote-atransformando-a
num hábito seguro.
Nº 17- Obedeça às sinalizações, transite somente pelas faixas de segurança.
Nº 18- Mantenha os banheiros limpos após o uso; a Higiene é indispensável à saúde.
Nº 19- Após o encerramento do expediente, ao sair do seu local de trabalho, desligue as
luminárias, ar- condicionado, máquinas de calcular e máquinas de escrever elétricas etc.
Agindo assim você protegerá os equipamentos e neutralizando a possibilidade de um
curto-circuito.
Nº 20 - Habitue-se a ler avisos e comunicados afixados nos quadros de avisos, pois são
muito importantes.
Nº 21- A sorte evita alguns acidentes. A prevenção evita todos. Recorde-se disso.
Nº 22 - Não mexa nos equipamentos de Combate a Incêndio (Extintores, Hidrantes,
Mangueiras, etc.) esses equipamentos são de uso exclusivo para qualquer emergência,
em caso de Incêndio. Nº 23 – Obedeça às recomendações dos fornecedores das
cargas, relativas aos cuidados com o transporte e armazenamento.
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ANEXO VII
Calendário de Imunização Ministério da Saúde
FUNASA – Fundação Nacional da
Saúde VACINAÇÃO E IMUNIZAÇÃO
O calendário a seguir é recoendado pelo Ministério da Saúde para pessoas
com idade a partir de 20 anos.
CALENDÁRIO DE VACINAÇÃO DO ADULTO E DO IDOSO
Periodicidade VACINA DOSES DOENÇAS EVITADAS
Dose Inicial Primeira
dT(1) Tétano e Difteria
dose
Contra Febre Amarela
Dose inicial FA (2) Dose inicial
Contra Sarampo,
Dose única SR e/ou SCR Dose única Caxumba e Rubéola
(3)
2 meses após a 1ª dose dT
contra Difteria e Tétano 2ª dose Contra Difteria e Tétano
4 meses após a 1ª dose
contra Difteria e Tétano dT 3ª dose Contra Difteria e Tétano
A cada 10 anos por
toda a dT (4) Reforço Contra Difteria e Tétano
Vida FA Reforço Contra Febre Amarela
(5)
Influenza dose anual Contra Influenza ou Gripe
Contra Pneumonia causada
60 anos ou mais (6)
Pneumococo Dose única pelo pneumococo
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(1) A partir dos 20 (vinte) anos, gestante, não gestante, homens e idosos que não tiverem
comprovação de vacinação anterior, seguir o esquema acima de 3 doses. Apresentando
documentação com esquema incompleto, completar o esquema já iniciado. O intervalo
mínimo entre as doses é de 30 dias.
(2) Adulto/idoso que resida que irá viajar para área endêmica (estados: AP, TO, MA,
MT, MS, RO, AC, RR, AM, PA, GO e DF), área de transição (alguns municípios dos
estados: PI, BA, MG, SP, PR, SC e RS) e área de risco potencial (alguns municípios dos
estados BA, ES e MG). Em viagem para essas áreas, vacinar 10 (dez) dias antes da
viagem.
(3) A vacina dupla viral - SR (Sarampo e Rubéola) e/ou a vacina tríplice viral - SCR
(Sarampo, Caxumba e Rubéola) deve ser administrada em mulheres de 12 a 49 anos que
não tiverem comprovação de vacinação anterior e em homens até 39 (trinta e nove)
anos.
(4) Mulher grávida que esteja com a vacina em dia, mas recebeu sua última dose há mais
de 05 (cinco) anos, precisa receber uma dose de reforço. Em caso de ferimentos graves
em adultos, a dose de reforço deverá ser antecipada para cinco anos após a última dose.
(5) As vacinas contra Influenza são oferecidas anualmente durante a Campanha Nacional
de vacinação do Idoso.
A vacina contra pneumococos é aplicada durante a Campanha Nacional de Vacinação do
Idoso nos indivíduos que convivem em instituições fechadas, tais como casas geriátricas,
hospitais, asilos e casas de repouso, com apenas um reforço cinco anos após a dose
inicial. (Fonte: Ministério da Saúde)
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ANEXO VIII
CAIXA DE PRIMEIROS SOCORROS
Segundo a NR 7, item 7.5.1, todo o estabelecimento deve estar equipado com material
necessário à prestação de primeiros socorros. Importante lembrar que nesse conjunto de
materiais não podem constar medicamentos. A Empresa deve disponibilizar aos
trabalhadores, caixa de emergência equipada com o material necessário à prestação dos
Primeiros Socorros; manter esse material guardado em local adequado, aos cuidados
de um Trabalhador Treinado para esse fim.
Nesta caixa de primeiros socorros, cujo conteúdo tenha:
2 rolos de atadura de crepom de 10 cm de largura;
2 rolos de atadura de crepom de 15 cm de largura;
1 caixa de curativo autoadesivo;
3 pacotes de gaze esterilizada;
1 tesoura pequena;
1 pacote de algodão;
2 pares de luvas cirúrgicas número 8;
2 sacos plásticos transparentes de 1 litro;
1 rolo de esparadrapo grande;
1 sabão líquido antibactericida.
Atadura de crepe;
Soro fisiológico 0,9% de 250ml;
Termômetro;
Bolsa de água fria (que pode ser usada como quente e fria).
OBS. Remédios para dor, febre, alergia, náuseas e vômitos podem
causarefeitos colaterais e só devem ser utilizados após orientação
profissional.
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TERMO DE RESPONSABILIDADE MÉDICA
Este Programa foi elaborado pelo Médico do Trabalho Dr. Pojucan Moraes, CRM/AM:
467, após realização “in loco” das Avaliações Técnicas e Normativas previstas na Legislação
em Vigor. Para efeito de Anotação de Responsabilidade Jurídica, junto ao Órgão Regional
(DRTE AM) do Ministério do Trabalho e do Emprego – MTE, este documento vai assinado
por este profissional nesta via e rubricado em todas as outras.
Manaus, 26 de Março de 2023.
[Link] Moraes Médico do Trabalho
CRM/AM: 467
EMPRESA RESPONSÁVEL PELO
CUMPRIMENTO DO PCMSO
_________________
P N ARAUJO
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CONSIDERAÇÕES FINAIS
Este programa é parte do conjunto de medidas que a Empresa possui para proteger a
integridade física e saúde dos trabalhadores, tendo sido planejado com base em riscos, e na
segurança dos trabalhadores existentes nas áreas laborais da empresa.
O PCMSO e o PGR são dinâmicos devendo seguir as diretrizes da NR 7, deverão ser
apresentados e discutidos tecnicamente com os membros da CIPA. Não deverão ser
homologados na DRT, poderão ser apresentados quando solicitados ao Agente de Inspeção
para comprovação de suas existências, segundo a NORMA REGULAMENTADORA
NÚMERO 7 MANUAL TÉCNICO DE PROCEDIMENTOS VERSÃO PRELIMINAR de
novembro de 1995, do Ministério do Trabalho e Secretaria de Segurança e Saúde no
Trabalho.
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MODELO DE RELATÓRIO ANUAL DO PCMSO 2023
RESPONSÁVEL: DATA: / /
Dr. Xxxxxxxxxxxxxxx ASSINATURA
N.º DE
RESULTADOS
SETOR NATUREZA DO N.º ANUAL N.º ANUAL DE ANORMAIS X 100 N.º DE
EXAME DE EXAMES RESULTADOS ------------------ EXAMES
REALIZ. ANORMAIS N.º ANUAL DE PARA O ANO
EXAMES SEGUINTE
ADMISSÕES
DEMISSÕES
00
PERIÓDICOS
ADMISSÕES
DEMISSÕES
00
PERIÓDICOS
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PROGRAMA DE CONTROLE MÉDICO DE
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CRONOGRAMA DE PLANEJAMENTO E AÇÕES Exercício: 2023
Legenda:
Realizado Programado Pendente
QUANDO RESPONSÁVEL
ITEM AÇÃO 2023 2024
JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ JAN
1 Informar e divulgar o
PCMSO a todos os
empregados
2 Treinamento Primeiros socorros
3 Treinamento AIDS/ DST
Administração
4 Relatório Anual do PCMSO
5 Treinamento Hipertensão
6 Treinamento Diabetes,
tabagismo e
alcoolismo
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ANEXO CERTIFICADO
DO REGISTRO DO MÉDICO