Infecções em Imunocomprometidos
Prof. MSc. Alex Maciel
Enfermeiro - UTI
AIDS - EPIDEMIOLOGIA
AIDS - EPIDEMIOLOGIA
AIDS - EPIDEMIOLOGIA
AIDS - EPIDEMIOLOGIA
ONDE TUDO COMEÇOU....
Ja havia pessoas infectadas
desde a década de 1970….
Gaétan Dugas – Comissário de Bordo (Air Canada)
Observada clinicamente em 1981 em Los
Angeles – EUA.
5 Jovens Gays: Pneumocystis carinii + Sarcoma
de Kaposi
SARCOMA DE
KAPOSI
Patogenicidade
Via sexual (secreções), sangue (Parto, transfusão,
TRANSMISSÃO seringas), leite materno (mãe)
Diagnóstico Testes rápidos e moleculares
Carga viral <50 cópias p/Ml ou Indetectável
Acompanhamento
CD4+ normal entre 800 a 1.200 células/mm3
SEGUIMENTO
FASES DA INFECCÃO
Aguda Latente Clinica Sintomática Inicial AIDS
SRA – Primeiras Interação CD4+ entre 200 Doenças
semanas da Células de a 300 cels oportunistas
Infecção. Defesas +
Mutações virais Candidíase + 1 CD4+ <200 cels
(Janela sintomas por +1
Imunológica) mês: perda de Tuberculose,
Exame fisico peso, sudorese, Toxoplasmose,
CD4+ normal, EXCETO febre, diarreia Criptococose,
Carga Viral linfadenopatia Histoplasmose,
Sarcoma de
Kaposi
TRATAMENTO
PREVENÇÃO - COMBINADA
BIOMÉDICA
COMPORTAMENTAL
ESTRUTURAL
PEP – PROFILAXIA PÓS EXPOSICAO
❑ Uso de retrovirais com o objetivo de reduzir o risco de
infecção
ESQUEMA
PREFERENCIAL Ideal iniciar em até 2 horas e
máximo de 72 horas
Lamivudina + Tenofovir + Dolutegravir 28 dias
PREP – PROFILAXIA PRÉ EXPOSICAO
A pessoa candidata ao uso
da PrEP deve compreender
no que consiste essa
estratégia e como ela se
insere no contexto do
gerenciamento do seu
próprio risco de adquirir a
infecção pelo HIV, de forma
a avaliar sua motivação
para iniciar o uso da
profilaxia
PREP – TESTAGEM
Para a indicação do uso de PrEP, deve-se excluir,
clínica e laboratorialmente, o diagnóstico prévio da
infecção pelo HIV. Recomenda-se a realização de
teste rápido (TR) anti-HIV, utilizando amostra de
sangue total, obtida por punção digital ou por punção
venosa, soro ou plasma (de acordo com a indicação
na bula do teste utilizado).
Testes rápidos realizados com amostras de fluido oral
(FO) estão contraindicados na consulta inicial, pois o
FO contém menor quantidade de anticorpos do que
amostras de sangue total, soro ou plasma.
PREP – INDICAÇÃO
A PrEP deve ser considerada para pessoas a partir de
15 anos, com peso corporal igual ou superior a 35 kg,
sexualmente ativas e que apresentem contextos de
risco aumentado de aquisição da infecção pelo HIV.
A PrEP não é para todas as pessoas.
Fizer parte de uma dessas populações-chave:
•Gays e outros homens que fazem sexo com homens
(HSH);
•Pessoas trans;
•Trabalhadores(as) do sexo.
PREP – TRATAMENTO
O esquema disponível para uso na PrEP atualmente no
SUS é a associação em dose fixa combinada (DFC) dos
antirretrovirais fumarato de tenofovir desoproxila
(TDF) 300 mg e entricitabina (FTC) 200 mg, na
posologia de 1 (um) comprimido diário
A fim de diminuir o número de doses diárias
necessárias para atingir níveis protetores do
medicamento na mucosa anal, este PCDT-PrEP passa a
recomendar o início da profilaxia com uma dose de
ataque de 2 (dois) comprimidos de TDF/FTC no
primeiro dia de uso, seguidos de 1 (um) comprimido
diário nos próximos dias.
PREP – ACOMPANHAMENTO
Uma vez que a PrEP é iniciada, deve-se realizar
seguimento clínico e laboratorial do usuário a cada três
meses. Sobretudo no início do uso da PrEP,
recomenda-se uma avaliação em um intervalo mais
curto, com primeiro retorno em 30 dias para verificar
a adesão e eventos adversos e, só então, passar
para o seguimento trimestral.
PREP – ACOMPANHAMENTO
PREP – INDICAÇÃO
Co – infecções | Tuberculose
• A pesquisa deve iniciar-se com o questionamento
sobre a presença dos seguintes sintomas: tosse,
febre, emagrecimento e/ou sudorese noturna. A
presença de qualquer um desses sintomas pode
indicar TB ativa e requer investigação
LEITURA ENTRE 48 E 72H, PODENDO CHEGAR A 96H
• < 5mm = não reator* (HIV)
• 5 – 9mm = reator fraco
• >/= 10mm = reator forte
Obs: Gestantes devem receber Piridoxina 50mg/dia,
durante todo o período gestacional, devido a toxicidade
da Isoniazida no RN
Infecções Oportunistas
Infecções Oportunistas
Infecções Oportunistas | Cripto
• Os pacientes podem apresentar-se com
meningite ou meningoencefalite,
habitualmente, de curso subagudo. As
manifestações clínicas mais comuns são
cefaleia, febre, mal-estar geral, náuseas e/ou
vômitos, e rebaixamento do nível de
consciência.
Infecções Oportunistas | Toxo
• A apresentação clínica é variada, de acordo com
a topografia das lesões cerebrais, e,
habitualmente, tem curso subagudo. As
manifestações clínicas mais comuns são cefaleia,
sinais focais (hemiparesia, disfasia e outras
alterações motoras). Febre, convulsões e
alteração do estado mental podem estar
presentes.