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Terror Historia

Clara se muda para uma casa estranha e barata, onde começa a ouvir uma respiração ritmada e percebe mudanças inexplicáveis nos objetos e no ambiente. À medida que a situação se intensifica, ela descobre um rosto pulsante na parede e se vê presa em um labirinto de corredores e portas impossíveis. Após escapar, Clara tenta recomeçar, mas a respiração da casa a persegue em seu novo lar.

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Terror Historia

Clara se muda para uma casa estranha e barata, onde começa a ouvir uma respiração ritmada e percebe mudanças inexplicáveis nos objetos e no ambiente. À medida que a situação se intensifica, ela descobre um rosto pulsante na parede e se vê presa em um labirinto de corredores e portas impossíveis. Após escapar, Clara tenta recomeçar, mas a respiração da casa a persegue em seu novo lar.

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A Casa Que Respira

Ninguém na pequena rua falava sobre a casa no final da esquina. Não porque fosse proibido, mas
porque cada tentativa de descrevê-la parecia errada. As palavras nunca se encaixavam, como se a
própria casa recusasse ser entendida.

Clara se mudou para lá em uma tarde abafada. O aluguel era barato demais para ser ignorado, e ela
precisava recomeçar. Assim que entrou, sentiu um cheiro leve de madeira úmida, misturado com algo
doce e quase imperceptível.

Na primeira noite, ouviu o barulho.

Não era um rangido comum. Era ritmado. Lento. Como uma respiração.

Ela tentou ignorar.

No segundo dia, encontrou a primeira marca. Um arranhão na parede do corredor, alto demais para
ser feito por alguém da sua altura. Passou os dedos sobre ele, sentindo a superfície irregular, como se
algo tivesse sido arrastado ali com força.

Na terceira noite, a respiração ficou mais alta.

Clara levantou da cama, o coração acelerado. Caminhou pelo corredor escuro, guiada apenas pela luz
fraca da rua entrando pelas janelas. O som vinha da sala.

Quando chegou lá, o silêncio era absoluto.

Mas o sofá havia mudado de lugar.

Ela tinha certeza disso.

Nos dias seguintes, objetos começaram a desaparecer e reaparecer em posições diferentes. Nada
sumia de vez. Era como se alguém estivesse brincando com ela.

Ou algo.

Determinada a entender o que estava acontecendo, Clara decidiu ficar acordada. Sentou-se no chão
da sala, com as luzes apagadas, esperando.

As horas passaram.

E então, finalmente, ela ouviu novamente.


A respiração.

Dessa vez, mais próxima.

Mais pesada.

O chão sob suas mãos vibrou levemente. Não era um terremoto. Era… orgânico. Como se algo
gigantesco estivesse vivo dentro das paredes.

Clara se levantou devagar.

— Tem alguém aí? — sua voz saiu mais fraca do que esperava.

Nenhuma resposta.

Apenas a respiração.

Então, a parede à sua frente… pulsou.

Não foi uma ilusão. A tinta se esticou, como pele sendo empurrada de dentro para fora. Uma forma
começou a surgir, pressionando a superfície.

Um rosto.

Sem olhos.

Sem boca.

Mas claramente um rosto.

Clara recuou, tropeçando.

A forma desapareceu tão rápido quanto surgiu.

No dia seguinte, ela tentou sair da casa.

Mas a porta não abria.

Não importava o quanto puxasse, empurrasse ou chutasse. A madeira parecia fundida ao batente.

As janelas também não abriam.

O ar ficou mais pesado.


A respiração… mais rápida.

Com o passar dos dias, Clara começou a perceber algo pior.

A casa estava mudando.

Os corredores pareciam mais longos. Portas surgiam onde antes não havia nada. E algumas portas
levavam a lugares impossíveis.

Uma delas dava diretamente para um quarto que não deveria existir.

Dentro dele, havia uma cama.

E alguém dormindo nela.

Era ela.

Clara observou seu próprio corpo deitado, imóvel, respirando lentamente. Ao se aproximar, percebeu
que a versão adormecida tinha os olhos abertos.

Observando.

No momento em que seus olhares se cruzaram, a casa inteira tremeu.

A respiração virou um suspiro longo… satisfeito.

Clara correu, desesperada, mas o corredor não terminava. Cada passo parecia não levá-la a lugar
algum.

As paredes começaram a pulsar ao redor dela.

Mãos surgiram, empurrando de dentro para fora, tentando alcançá-la.

Ela gritou.

E então… silêncio.

Quando abriu os olhos, estava de volta à sala.

Tudo parecia normal.

A porta estava aberta.


O sol entrava pelas janelas.

Clara saiu correndo, sem olhar para trás.

Dias depois, já em outro lugar, tentou esquecer.

Mas, às vezes, à noite, ela ainda ouvia.

A respiração.

E, certa vez, ao acordar no meio da madrugada, percebeu algo que a fez gelar.

A parede do seu novo quarto…

pulsou.

Ninguém na pequena rua falava sobre a casa no final da esquina. Não porque fosse proibido, mas
porque cada tentativa de descrevê-la parecia errada. As palavras nunca se encaixavam, como se a
própria casa recusasse ser entendida.

Clara se mudou para lá em uma tarde abafada. O aluguel era barato demais para ser ignorado, e ela
precisava recomeçar. Assim que entrou, sentiu um cheiro leve de madeira úmida, misturado com algo
doce e quase imperceptível.

Na primeira noite, ouviu o barulho.

Não era um rangido comum. Era ritmado. Lento. Como uma respiração.

Ela tentou ignorar.

No segundo dia, encontrou a primeira marca. Um arranhão na parede do corredor, alto demais para
ser feito por alguém da sua altura. Passou os dedos sobre ele, sentindo a superfície irregular, como se
algo tivesse sido arrastado ali com força.

Na terceira noite, a respiração ficou mais alta.

Clara levantou da cama, o coração acelerado. Caminhou pelo corredor escuro, guiada apenas pela luz
fraca da rua entrando pelas janelas. O som vinha da sala.

Quando chegou lá, o silêncio era absoluto.


Mas o sofá havia mudado de lugar.

Ela tinha certeza disso.

Nos dias seguintes, objetos começaram a desaparecer e reaparecer em posições diferentes. Nada
sumia de vez. Era como se alguém estivesse brincando com ela.

Ou algo.

Determinada a entender o que estava acontecendo, Clara decidiu ficar acordada. Sentou-se no chão
da sala, com as luzes apagadas, esperando.

As horas passaram.

E então, finalmente, ela ouviu novamente.

A respiração.

Dessa vez, mais próxima.

Mais pesada.

O chão sob suas mãos vibrou levemente. Não era um terremoto. Era… orgânico. Como se algo
gigantesco estivesse vivo dentro das paredes.

Clara se levantou devagar.

— Tem alguém aí? — sua voz saiu mais fraca do que esperava.

Nenhuma resposta.

Apenas a respiração.

Então, a parede à sua frente… pulsou.

Não foi uma ilusão. A tinta se esticou, como pele sendo empurrada de dentro para fora. Uma forma
começou a surgir, pressionando a superfície.

Um rosto.

Sem olhos.

Sem boca.
Mas claramente um rosto.

Clara recuou, tropeçando.

A forma desapareceu tão rápido quanto surgiu.

No dia seguinte, ela tentou sair da casa.

Mas a porta não abria.

Não importava o quanto puxasse, empurrasse ou chutasse. A madeira parecia fundida ao batente.

As janelas também não abriam.

O ar ficou mais pesado.

A respiração… mais rápida.

Com o passar dos dias, Clara começou a perceber algo pior.

A casa estava mudando.

Os corredores pareciam mais longos. Portas surgiam onde antes não havia nada. E algumas portas
levavam a lugares impossíveis.

Uma delas dava diretamente para um quarto que não deveria existir.

Dentro dele, havia uma cama.

E alguém dormindo nela.

Era ela.

Clara observou seu próprio corpo deitado, imóvel, respirando lentamente. Ao se aproximar, percebeu
que a versão adormecida tinha os olhos abertos.

Observando.

No momento em que seus olhares se cruzaram, a casa inteira tremeu.

A respiração virou um suspiro longo… satisfeito.


Clara correu, desesperada, mas o corredor não terminava. Cada passo parecia não levá-la a lugar
algum.

As paredes começaram a pulsar ao redor dela.

Mãos surgiram, empurrando de dentro para fora, tentando alcançá-la.

Ela gritou.

E então… silêncio.

Quando abriu os olhos, estava de volta à sala.

Tudo parecia normal.

A porta estava aberta.

O sol entrava pelas janelas.

Clara saiu correndo, sem olhar para trás.

Dias depois, já em outro lugar, tentou esquecer.

Mas, às vezes, à noite, ela ainda ouvia.

A respiração.

E, certa vez, ao acordar no meio da madrugada, percebeu algo que a fez gelar.

A parede do seu novo quarto…

pulsou.

Ninguém na pequena rua falava sobre a casa no final da esquina. Não porque fosse proibido, mas
porque cada tentativa de descrevê-la parecia errada. As palavras nunca se encaixavam, como se a
própria casa recusasse ser entendida.

Clara se mudou para lá em uma tarde abafada. O aluguel era barato demais para ser ignorado, e ela
precisava recomeçar. Assim que entrou, sentiu um cheiro leve de madeira úmida, misturado com algo
doce e quase imperceptível.

Na primeira noite, ouviu o barulho.


Não era um rangido comum. Era ritmado. Lento. Como uma respiração.

Ela tentou ignorar.

No segundo dia, encontrou a primeira marca. Um arranhão na parede do corredor, alto demais para
ser feito por alguém da sua altura. Passou os dedos sobre ele, sentindo a superfície irregular, como se
algo tivesse sido arrastado ali com força.

Na terceira noite, a respiração ficou mais alta.

Clara levantou da cama, o coração acelerado. Caminhou pelo corredor escuro, guiada apenas pela luz
fraca da rua entrando pelas janelas. O som vinha da sala.

Quando chegou lá, o silêncio era absoluto.

Mas o sofá havia mudado de lugar.

Ela tinha certeza disso.

Nos dias seguintes, objetos começaram a desaparecer e reaparecer em posições diferentes. Nada
sumia de vez. Era como se alguém estivesse brincando com ela.

Ou algo.

Determinada a entender o que estava acontecendo, Clara decidiu ficar acordada. Sentou-se no chão
da sala, com as luzes apagadas, esperando.

As horas passaram.

E então, finalmente, ela ouviu novamente.

A respiração.

Dessa vez, mais próxima.

Mais pesada.

O chão sob suas mãos vibrou levemente. Não era um terremoto. Era… orgânico. Como se algo
gigantesco estivesse vivo dentro das paredes.

Clara se levantou devagar.


— Tem alguém aí? — sua voz saiu mais fraca do que esperava.

Nenhuma resposta.

Apenas a respiração.

Então, a parede à sua frente… pulsou.

Não foi uma ilusão. A tinta se esticou, como pele sendo empurrada de dentro para fora. Uma forma
começou a surgir, pressionando a superfície.

Um rosto.

Sem olhos.

Sem boca.

Mas claramente um rosto.

Clara recuou, tropeçando.

A forma desapareceu tão rápido quanto surgiu.

No dia seguinte, ela tentou sair da casa.

Mas a porta não abria.

Não importava o quanto puxasse, empurrasse ou chutasse. A madeira parecia fundida ao batente.

As janelas também não abriam.

O ar ficou mais pesado.

A respiração… mais rápida.

Com o passar dos dias, Clara começou a perceber algo pior.

A casa estava mudando.

Os corredores pareciam mais longos. Portas surgiam onde antes não havia nada. E algumas portas
levavam a lugares impossíveis.

Uma delas dava diretamente para um quarto que não deveria existir.
Dentro dele, havia uma cama.

E alguém dormindo nela.

Era ela.

Clara observou seu próprio corpo deitado, imóvel, respirando lentamente. Ao se aproximar, percebeu
que a versão adormecida tinha os olhos abertos.

Observando.

No momento em que seus olhares se cruzaram, a casa inteira tremeu.

A respiração virou um suspiro longo… satisfeito.

Clara correu, desesperada, mas o corredor não terminava. Cada passo parecia não levá-la a lugar
algum.

As paredes começaram a pulsar ao redor dela.

Mãos surgiram, empurrando de dentro para fora, tentando alcançá-la.

Ela gritou.

E então… silêncio.

Quando abriu os olhos, estava de volta à sala.

Tudo parecia normal.

A porta estava aberta.

O sol entrava pelas janelas.

Clara saiu correndo, sem olhar para trás.

Dias depois, já em outro lugar, tentou esquecer.

Mas, às vezes, à noite, ela ainda ouvia.

A respiração.
E, certa vez, ao acordar no meio da madrugada, percebeu algo que a fez gelar.

A parede do seu novo quarto…

pulsou.

Ninguém na pequena rua falava sobre a casa no final da esquina. Não porque fosse proibido, mas
porque cada tentativa de descrevê-la parecia errada. As palavras nunca se encaixavam, como se a
própria casa recusasse ser entendida.

Clara se mudou para lá em uma tarde abafada. O aluguel era barato demais para ser ignorado, e ela
precisava recomeçar. Assim que entrou, sentiu um cheiro leve de madeira úmida, misturado com algo
doce e quase imperceptível.

Na primeira noite, ouviu o barulho.

Não era um rangido comum. Era ritmado. Lento. Como uma respiração.

Ela tentou ignorar.

No segundo dia, encontrou a primeira marca. Um arranhão na parede do corredor, alto demais para
ser feito por alguém da sua altura. Passou os dedos sobre ele, sentindo a superfície irregular, como se
algo tivesse sido arrastado ali com força.

Na terceira noite, a respiração ficou mais alta.

Clara levantou da cama, o coração acelerado. Caminhou pelo corredor escuro, guiada apenas pela luz
fraca da rua entrando pelas janelas. O som vinha da sala.

Quando chegou lá, o silêncio era absoluto.

Mas o sofá havia mudado de lugar.

Ela tinha certeza disso.

Nos dias seguintes, objetos começaram a desaparecer e reaparecer em posições diferentes. Nada
sumia de vez. Era como se alguém estivesse brincando com ela.

Ou algo.

Determinada a entender o que estava acontecendo, Clara decidiu ficar acordada. Sentou-se no chão
da sala, com as luzes apagadas, esperando.
As horas passaram.

E então, finalmente, ela ouviu novamente.

A respiração.

Dessa vez, mais próxima.

Mais pesada.

O chão sob suas mãos vibrou levemente. Não era um terremoto. Era… orgânico. Como se algo
gigantesco estivesse vivo dentro das paredes.

Clara se levantou devagar.

— Tem alguém aí? — sua voz saiu mais fraca do que esperava.

Nenhuma resposta.

Apenas a respiração.

Então, a parede à sua frente… pulsou.

Não foi uma ilusão. A tinta se esticou, como pele sendo empurrada de dentro para fora. Uma forma
começou a surgir, pressionando a superfície.

Um rosto.

Sem olhos.

Sem boca.

Mas claramente um rosto.

Clara recuou, tropeçando.

A forma desapareceu tão rápido quanto surgiu.

No dia seguinte, ela tentou sair da casa.

Mas a porta não abria.

Não importava o quanto puxasse, empurrasse ou chutasse. A madeira parecia fundida ao batente.
As janelas também não abriam.

O ar ficou mais pesado.

A respiração… mais rápida.

Com o passar dos dias, Clara começou a perceber algo pior.

A casa estava mudando.

Os corredores pareciam mais longos. Portas surgiam onde antes não havia nada. E algumas portas
levavam a lugares impossíveis.

Uma delas dava diretamente para um quarto que não deveria existir.

Dentro dele, havia uma cama.

E alguém dormindo nela.

Era ela.

Clara observou seu próprio corpo deitado, imóvel, respirando lentamente. Ao se aproximar, percebeu
que a versão adormecida tinha os olhos abertos.

Observando.

No momento em que seus olhares se cruzaram, a casa inteira tremeu.

A respiração virou um suspiro longo… satisfeito.

Clara correu, desesperada, mas o corredor não terminava. Cada passo parecia não levá-la a lugar
algum.

As paredes começaram a pulsar ao redor dela.

Mãos surgiram, empurrando de dentro para fora, tentando alcançá-la.

Ela gritou.

E então… silêncio.

Quando abriu os olhos, estava de volta à sala.


Tudo parecia normal.

A porta estava aberta.

O sol entrava pelas janelas.

Clara saiu correndo, sem olhar para trás.

Dias depois, já em outro lugar, tentou esquecer.

Mas, às vezes, à noite, ela ainda ouvia.

A respiração.

E, certa vez, ao acordar no meio da madrugada, percebeu algo que a fez gelar.

A parede do seu novo quarto…

pulsou.

Ninguém na pequena rua falava sobre a casa no final da esquina. Não porque fosse proibido, mas
porque cada tentativa de descrevê-la parecia errada. As palavras nunca se encaixavam, como se a
própria casa recusasse ser entendida.

Clara se mudou para lá em uma tarde abafada. O aluguel era barato demais para ser ignorado, e ela
precisava recomeçar. Assim que entrou, sentiu um cheiro leve de madeira úmida, misturado com algo
doce e quase imperceptível.

Na primeira noite, ouviu o barulho.

Não era um rangido comum. Era ritmado. Lento. Como uma respiração.

Ela tentou ignorar.

No segundo dia, encontrou a primeira marca. Um arranhão na parede do corredor, alto demais para
ser feito por alguém da sua altura. Passou os dedos sobre ele, sentindo a superfície irregular, como se
algo tivesse sido arrastado ali com força.

Na terceira noite, a respiração ficou mais alta.


Clara levantou da cama, o coração acelerado. Caminhou pelo corredor escuro, guiada apenas pela luz
fraca da rua entrando pelas janelas. O som vinha da sala.

Quando chegou lá, o silêncio era absoluto.

Mas o sofá havia mudado de lugar.

Ela tinha certeza disso.

Nos dias seguintes, objetos começaram a desaparecer e reaparecer em posições diferentes. Nada
sumia de vez. Era como se alguém estivesse brincando com ela.

Ou algo.

Determinada a entender o que estava acontecendo, Clara decidiu ficar acordada. Sentou-se no chão
da sala, com as luzes apagadas, esperando.

As horas passaram.

E então, finalmente, ela ouviu novamente.

A respiração.

Dessa vez, mais próxima.

Mais pesada.

O chão sob suas mãos vibrou levemente. Não era um terremoto. Era… orgânico. Como se algo
gigantesco estivesse vivo dentro das paredes.

Clara se levantou devagar.

— Tem alguém aí? — sua voz saiu mais fraca do que esperava.

Nenhuma resposta.

Apenas a respiração.

Então, a parede à sua frente… pulsou.

Não foi uma ilusão. A tinta se esticou, como pele sendo empurrada de dentro para fora. Uma forma
começou a surgir, pressionando a superfície.
Um rosto.

Sem olhos.

Sem boca.

Mas claramente um rosto.

Clara recuou, tropeçando.

A forma desapareceu tão rápido quanto surgiu.

No dia seguinte, ela tentou sair da casa.

Mas a porta não abria.

Não importava o quanto puxasse, empurrasse ou chutasse. A madeira parecia fundida ao batente.

As janelas também não abriam.

O ar ficou mais pesado.

A respiração… mais rápida.

Com o passar dos dias, Clara começou a perceber algo pior.

A casa estava mudando.

Os corredores pareciam mais longos. Portas surgiam onde antes não havia nada. E algumas portas
levavam a lugares impossíveis.

Uma delas dava diretamente para um quarto que não deveria existir.

Dentro dele, havia uma cama.

E alguém dormindo nela.

Era ela.

Clara observou seu próprio corpo deitado, imóvel, respirando lentamente. Ao se aproximar, percebeu
que a versão adormecida tinha os olhos abertos.

Observando.
No momento em que seus olhares se cruzaram, a casa inteira tremeu.

A respiração virou um suspiro longo… satisfeito.

Clara correu, desesperada, mas o corredor não terminava. Cada passo parecia não levá-la a lugar
algum.

As paredes começaram a pulsar ao redor dela.

Mãos surgiram, empurrando de dentro para fora, tentando alcançá-la.

Ela gritou.

E então… silêncio.

Quando abriu os olhos, estava de volta à sala.

Tudo parecia normal.

A porta estava aberta.

O sol entrava pelas janelas.

Clara saiu correndo, sem olhar para trás.

Dias depois, já em outro lugar, tentou esquecer.

Mas, às vezes, à noite, ela ainda ouvia.

A respiração.

E, certa vez, ao acordar no meio da madrugada, percebeu algo que a fez gelar.

A parede do seu novo quarto…

pulsou.

Ninguém na pequena rua falava sobre a casa no final da esquina. Não porque fosse proibido, mas
porque cada tentativa de descrevê-la parecia errada. As palavras nunca se encaixavam, como se a
própria casa recusasse ser entendida.
Clara se mudou para lá em uma tarde abafada. O aluguel era barato demais para ser ignorado, e ela
precisava recomeçar. Assim que entrou, sentiu um cheiro leve de madeira úmida, misturado com algo
doce e quase imperceptível.

Na primeira noite, ouviu o barulho.

Não era um rangido comum. Era ritmado. Lento. Como uma respiração.

Ela tentou ignorar.

No segundo dia, encontrou a primeira marca. Um arranhão na parede do corredor, alto demais para
ser feito por alguém da sua altura. Passou os dedos sobre ele, sentindo a superfície irregular, como se
algo tivesse sido arrastado ali com força.

Na terceira noite, a respiração ficou mais alta.

Clara levantou da cama, o coração acelerado. Caminhou pelo corredor escuro, guiada apenas pela luz
fraca da rua entrando pelas janelas. O som vinha da sala.

Quando chegou lá, o silêncio era absoluto.

Mas o sofá havia mudado de lugar.

Ela tinha certeza disso.

Nos dias seguintes, objetos começaram a desaparecer e reaparecer em posições diferentes. Nada
sumia de vez. Era como se alguém estivesse brincando com ela.

Ou algo.

Determinada a entender o que estava acontecendo, Clara decidiu ficar acordada. Sentou-se no chão
da sala, com as luzes apagadas, esperando.

As horas passaram.

E então, finalmente, ela ouviu novamente.

A respiração.

Dessa vez, mais próxima.

Mais pesada.
O chão sob suas mãos vibrou levemente. Não era um terremoto. Era… orgânico. Como se algo
gigantesco estivesse vivo dentro das paredes.

Clara se levantou devagar.

— Tem alguém aí? — sua voz saiu mais fraca do que esperava.

Nenhuma resposta.

Apenas a respiração.

Então, a parede à sua frente… pulsou.

Não foi uma ilusão. A tinta se esticou, como pele sendo empurrada de dentro para fora. Uma forma
começou a surgir, pressionando a superfície.

Um rosto.

Sem olhos.

Sem boca.

Mas claramente um rosto.

Clara recuou, tropeçando.

A forma desapareceu tão rápido quanto surgiu.

No dia seguinte, ela tentou sair da casa.

Mas a porta não abria.

Não importava o quanto puxasse, empurrasse ou chutasse. A madeira parecia fundida ao batente.

As janelas também não abriam.

O ar ficou mais pesado.

A respiração… mais rápida.

Com o passar dos dias, Clara começou a perceber algo pior.

A casa estava mudando.


Os corredores pareciam mais longos. Portas surgiam onde antes não havia nada. E algumas portas
levavam a lugares impossíveis.

Uma delas dava diretamente para um quarto que não deveria existir.

Dentro dele, havia uma cama.

E alguém dormindo nela.

Era ela.

Clara observou seu próprio corpo deitado, imóvel, respirando lentamente. Ao se aproximar, percebeu
que a versão adormecida tinha os olhos abertos.

Observando.

No momento em que seus olhares se cruzaram, a casa inteira tremeu.

A respiração virou um suspiro longo… satisfeito.

Clara correu, desesperada, mas o corredor não terminava. Cada passo parecia não levá-la a lugar
algum.

As paredes começaram a pulsar ao redor dela.

Mãos surgiram, empurrando de dentro para fora, tentando alcançá-la.

Ela gritou.

E então… silêncio.

Quando abriu os olhos, estava de volta à sala.

Tudo parecia normal.

A porta estava aberta.

O sol entrava pelas janelas.

Clara saiu correndo, sem olhar para trás.

Dias depois, já em outro lugar, tentou esquecer.


Mas, às vezes, à noite, ela ainda ouvia.

A respiração.

E, certa vez, ao acordar no meio da madrugada, percebeu algo que a fez gelar.

A parede do seu novo quarto…

pulsou.

Ninguém na pequena rua falava sobre a casa no final da esquina. Não porque fosse proibido, mas
porque cada tentativa de descrevê-la parecia errada. As palavras nunca se encaixavam, como se a
própria casa recusasse ser entendida.

Clara se mudou para lá em uma tarde abafada. O aluguel era barato demais para ser ignorado, e ela
precisava recomeçar. Assim que entrou, sentiu um cheiro leve de madeira úmida, misturado com algo
doce e quase imperceptível.

Na primeira noite, ouviu o barulho.

Não era um rangido comum. Era ritmado. Lento. Como uma respiração.

Ela tentou ignorar.

No segundo dia, encontrou a primeira marca. Um arranhão na parede do corredor, alto demais para
ser feito por alguém da sua altura. Passou os dedos sobre ele, sentindo a superfície irregular, como se
algo tivesse sido arrastado ali com força.

Na terceira noite, a respiração ficou mais alta.

Clara levantou da cama, o coração acelerado. Caminhou pelo corredor escuro, guiada apenas pela luz
fraca da rua entrando pelas janelas. O som vinha da sala.

Quando chegou lá, o silêncio era absoluto.

Mas o sofá havia mudado de lugar.

Ela tinha certeza disso.

Nos dias seguintes, objetos começaram a desaparecer e reaparecer em posições diferentes. Nada
sumia de vez. Era como se alguém estivesse brincando com ela.
Ou algo.

Determinada a entender o que estava acontecendo, Clara decidiu ficar acordada. Sentou-se no chão
da sala, com as luzes apagadas, esperando.

As horas passaram.

E então, finalmente, ela ouviu novamente.

A respiração.

Dessa vez, mais próxima.

Mais pesada.

O chão sob suas mãos vibrou levemente. Não era um terremoto. Era… orgânico. Como se algo
gigantesco estivesse vivo dentro das paredes.

Clara se levantou devagar.

— Tem alguém aí? — sua voz saiu mais fraca do que esperava.

Nenhuma resposta.

Apenas a respiração.

Então, a parede à sua frente… pulsou.

Não foi uma ilusão. A tinta se esticou, como pele sendo empurrada de dentro para fora. Uma forma
começou a surgir, pressionando a superfície.

Um rosto.

Sem olhos.

Sem boca.

Mas claramente um rosto.

Clara recuou, tropeçando.

A forma desapareceu tão rápido quanto surgiu.


No dia seguinte, ela tentou sair da casa.

Mas a porta não abria.

Não importava o quanto puxasse, empurrasse ou chutasse. A madeira parecia fundida ao batente.

As janelas também não abriam.

O ar ficou mais pesado.

A respiração… mais rápida.

Com o passar dos dias, Clara começou a perceber algo pior.

A casa estava mudando.

Os corredores pareciam mais longos. Portas surgiam onde antes não havia nada. E algumas portas
levavam a lugares impossíveis.

Uma delas dava diretamente para um quarto que não deveria existir.

Dentro dele, havia uma cama.

E alguém dormindo nela.

Era ela.

Clara observou seu próprio corpo deitado, imóvel, respirando lentamente. Ao se aproximar, percebeu
que a versão adormecida tinha os olhos abertos.

Observando.

No momento em que seus olhares se cruzaram, a casa inteira tremeu.

A respiração virou um suspiro longo… satisfeito.

Clara correu, desesperada, mas o corredor não terminava. Cada passo parecia não levá-la a lugar
algum.

As paredes começaram a pulsar ao redor dela.

Mãos surgiram, empurrando de dentro para fora, tentando alcançá-la.


Ela gritou.

E então… silêncio.

Quando abriu os olhos, estava de volta à sala.

Tudo parecia normal.

A porta estava aberta.

O sol entrava pelas janelas.

Clara saiu correndo, sem olhar para trás.

Dias depois, já em outro lugar, tentou esquecer.

Mas, às vezes, à noite, ela ainda ouvia.

A respiração.

E, certa vez, ao acordar no meio da madrugada, percebeu algo que a fez gelar.

A parede do seu novo quarto…

pulsou.

Ninguém na pequena rua falava sobre a casa no final da esquina. Não porque fosse proibido, mas
porque cada tentativa de descrevê-la parecia errada. As palavras nunca se encaixavam, como se a
própria casa recusasse ser entendida.

Clara se mudou para lá em uma tarde abafada. O aluguel era barato demais para ser ignorado, e ela
precisava recomeçar. Assim que entrou, sentiu um cheiro leve de madeira úmida, misturado com algo
doce e quase imperceptível.

Na primeira noite, ouviu o barulho.

Não era um rangido comum. Era ritmado. Lento. Como uma respiração.

Ela tentou ignorar.

No segundo dia, encontrou a primeira marca. Um arranhão na parede do corredor, alto demais para
ser feito por alguém da sua altura. Passou os dedos sobre ele, sentindo a superfície irregular, como se
algo tivesse sido arrastado ali com força.

Na terceira noite, a respiração ficou mais alta.

Clara levantou da cama, o coração acelerado. Caminhou pelo corredor escuro, guiada apenas pela luz
fraca da rua entrando pelas janelas. O som vinha da sala.

Quando chegou lá, o silêncio era absoluto.

Mas o sofá havia mudado de lugar.

Ela tinha certeza disso.

Nos dias seguintes, objetos começaram a desaparecer e reaparecer em posições diferentes. Nada
sumia de vez. Era como se alguém estivesse brincando com ela.

Ou algo.

Determinada a entender o que estava acontecendo, Clara decidiu ficar acordada. Sentou-se no chão
da sala, com as luzes apagadas, esperando.

As horas passaram.

E então, finalmente, ela ouviu novamente.

A respiração.

Dessa vez, mais próxima.

Mais pesada.

O chão sob suas mãos vibrou levemente. Não era um terremoto. Era… orgânico. Como se algo
gigantesco estivesse vivo dentro das paredes.

Clara se levantou devagar.

— Tem alguém aí? — sua voz saiu mais fraca do que esperava.

Nenhuma resposta.

Apenas a respiração.

Então, a parede à sua frente… pulsou.


Não foi uma ilusão. A tinta se esticou, como pele sendo empurrada de dentro para fora. Uma forma
começou a surgir, pressionando a superfície.

Um rosto.

Sem olhos.

Sem boca.

Mas claramente um rosto.

Clara recuou, tropeçando.

A forma desapareceu tão rápido quanto surgiu.

No dia seguinte, ela tentou sair da casa.

Mas a porta não abria.

Não importava o quanto puxasse, empurrasse ou chutasse. A madeira parecia fundida ao batente.

As janelas também não abriam.

O ar ficou mais pesado.

A respiração… mais rápida.

Com o passar dos dias, Clara começou a perceber algo pior.

A casa estava mudando.

Os corredores pareciam mais longos. Portas surgiam onde antes não havia nada. E algumas portas
levavam a lugares impossíveis.

Uma delas dava diretamente para um quarto que não deveria existir.

Dentro dele, havia uma cama.

E alguém dormindo nela.

Era ela.
Clara observou seu próprio corpo deitado, imóvel, respirando lentamente. Ao se aproximar, percebeu
que a versão adormecida tinha os olhos abertos.

Observando.

No momento em que seus olhares se cruzaram, a casa inteira tremeu.

A respiração virou um suspiro longo… satisfeito.

Clara correu, desesperada, mas o corredor não terminava. Cada passo parecia não levá-la a lugar
algum.

As paredes começaram a pulsar ao redor dela.

Mãos surgiram, empurrando de dentro para fora, tentando alcançá-la.

Ela gritou.

E então… silêncio.

Quando abriu os olhos, estava de volta à sala.

Tudo parecia normal.

A porta estava aberta.

O sol entrava pelas janelas.

Clara saiu correndo, sem olhar para trás.

Dias depois, já em outro lugar, tentou esquecer.

Mas, às vezes, à noite, ela ainda ouvia.

A respiração.

E, certa vez, ao acordar no meio da madrugada, percebeu algo que a fez gelar.

A parede do seu novo quarto…

pulsou.

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