RIPEAM
RIPEAM
NA HIDROVIA PARAGUAI-PARANÁ
(Porto Cáceres - Porto de Nova Palmira)
(Aprovado pela XVª Reunião do CIH)
ÍNDICE
Assunto Página
1. PARTE A - GENERALIDADES 3
2. Regra 1 - Âmbito de Aplicação 3
3. Regra 2 - Responsabilidade 3
4. Regra 3 - Definições Gerais 3
5. PARTE B - REGRAS DE NAVEGAÇÃO E DE GOVERNO 5
6. Seção I - Condução de Embarcações em Qualquer Condição de Visi- 5
bilidade
7. Regra 4 - Âmbito de Aplicação 5
8. Regra 5 - Vigilância 5
9. Regra 6 - Velocidade de Segurança 5
10. Regra 7 - Risco de Abalroamento 6
11. Regra 8 - Manobras para Evitar a Colisão 6
12. Regra 9 - Canais Estreitos 7
13. Regra 10 - Esquemas de Separação de Tráfego 8
14. Seção II - Conduta das Embarcações que se Encontram à Vista Uma 8
da Outra
15. Regra 11 - Âmbito de Aplicação 8
16. Regra 12 - Embarcações a Vela 8
17. Regra 13 - Embarcações que Ultrapassa 9
18. Regra 14 - Situação de Roda a Roda 9
19. Regra 15 - Situação de Rumos Cruzados 9
20. Regra 16 - Ação da Embarcação Obrigada a Manobrar 10
21. Regra 17 - Ação da Embarcação que Tem Preferência 10
22. Regra 18 - Obrigações Entre Embarcações 10
23. Seção III - Condução de Embarcação em Condições de Visibilidade 11
Restrita
24. Regra 19 - Condução de Embarcação em Condições de Visibilidade 11
Restrita
25. PARTE C - LUZES E MARCAS 12
26. Regra 20 - Âmbito de Aplicação 12
27. Regra 21 - Definições 12
28. Regra 22 - Visibilidade das Luzes 13
29. Regra 23 - Embarcações de Propulsão Mecânica em Movimento 14
30. Regra 24 - Reboque e Empurro 16
31. Regra 25 - Embarcações a Vela em Movimento e Embarcações a 22
Remo
32. Regra 26 - Embarcações de Pesca 25
33. Regra 27 - Embarcações sem Governo ou com Capacidade de Mano- 27
bra Restrita
34. Regra 28 - Embarcações de Propulsão Mecânica Restritas por seu 32
Calado
1
35. Regra 29 - Embarcações de Praticagem 33
36. Regra 30 - Embarcações Fundeadas e Embarcações Encalhadas 34
37. Regra 31 - Hidroaviões 36
38. PARTE D - SINAIS SONOROS E LUMINOSOS 36
39. Regra 32 - Definições 36
40. Regra 33 - Equipamento para Sinais Sonoros 36
41. Regra 34 - Sinais de Manobra e Sinais de Advertência 36
42. Regra 35 - Sinais Sonoros em Visibilidade Restrita 37
43. Regra 36 - Sinais para Chamar a Atenção 39
44. Regra 37 – Sinais de Perigo 40
45. PARTE E – ISENÇÕES 41
46. Regra 38 – Isenções 41
2
REGULAMENTO PARA PREVENIR ABALROAMENTO
NA HIDROVIA PARAGUAI-PARANÁ
PARTE A - GENERALIDADES
REGRA 1
ÂMBITO DE APLICAÇÃO
REGRA 2
RESPONSABILIDADE
REGRA 3
DEFINIÇÕES GERAIS
(∗) Significa que não desloca volume de água ao flutuar (caso de hidroaviões a certa ve-
locidade) e as embarcações de colchão de ar.
b) A expressão “embarcação de propulsão mecânica” significa todo navio movido por
uma máquina.
3
f) A expressão “embarcação sem governo” significa toda embarcação que por qualquer
circunstância excepcional é incapaz de manobrar na forma exigida por este Regulamento
e, portanto, não pode afastar - se da rota de outra embarcação.
h) A expressão “embarcação restrita por seu calado” significa uma embarcação de pro-
pulsão mecânica que, devido ao seu calado em relação a profundidade e a largura dispo-
nível de água navegável, tem sua capacidade de afastar - se do rumo que está seguindo
muito restrita.
i) A expressão “em navegação” se aplica a uma embarcação que não esteja nem fundea-
da, nem amarrada a terra ou encalhada.
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PARTE B
REGRAS DE NAVEGAÇÃO E DE GOVERNO
SEÇÃO 1
CONDUÇÃO DE EMBARCAÇÕES EM QUALQUER CONDIÇÃO DE VISIBILIDADE
REGRA 4
ÂMBITO DE APLICAÇÃO
REGRA 5
VIGILÂNCIA
REGRA 6
VELOCIDADE DE SEGURANÇA
5
REGRA 7
RISCO DE ABALROAMENTO
a) Cada embarcação fará uso de todos os meios que disponha e que sejam apropriados
para a circunstância e condições do momento, para determinar se existe risco de abalro-
amento. Em caso de dúvida, será considerado que o risco existe.
d) Para determinar se existe risco de abalroamento será tomado em conta, entre outras,
as seguintes considerações:
2) Em alguns casos, pode existir risco ainda quando seja evidente uma variação apreci-
ável da marcação, em particular ao se aproximar de uma embarcação de grande tama-
nho, de um reboque ou de qualquer embarcação a uma distância muito pequena.
REGRA 8
MANOBRAS PARA EVITAR A COLISÃO
c) Caso haja espaço suficiente, somente a manobra de mudar o rumo pode ser mais efi-
caz para evitar uma situação de aproximação excessiva, com a condição de que seja feito
com bastante antecipação, seja considerável e não produza uma nova situação de apro-
ximação excessiva.
d) A manobra que se efetue para evitar uma colisão será tal que uma embarcação passe
a uma distância segura da outra. A eficácia da manobra deverá ser comprovada até o
momento em que a outra embarcação tenha passado e esteja safa.
e) Se for necessário, com o objetivo de evitar colisão ou de dispor de mais tempo para
estudar a situação, a embarcação reduzirá sua velocidade ou cortará seu seguimento
parando ou invertendo seus meios de propulsão.
f) 1) As embarcações que por virtude de qualquer das presentes regras forem obrigadas a
não atrapalhar a passagem ou passagem em segurança de outra embarcação, deverão
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manobrar com antecedência, quando as circunstâncias exigirem, a fim de deixar espaço
suficiente para permitir a passagem segura de outra embarcação.
2) As embarcações que estiverem obrigadas a não atrapalhar a passagem ou passa-
gem em segurança de outra embarcação, não ficarão dispensadas de tal obrigação
quando se aproximarem de outra embarcação com risco de produzir uma colisão e, ao
efetuar as manobras, respeitarão rigorosamente as regras da presente Parte.
3) Quando duas embarcações se aproximarem uma da outra com risco de produzir
uma colisão, a embarcação cuja passagem não deve ser atrapalhada continuará plena-
mente obrigada a cumprir com disposto nas Regras da presente Parte.
REGRA 9
CANAIS ESTREITOS
d) As embarcações não deverão cruzar uma via de acesso ou canal estreito se, ao fazê-
lo, atrapalhem a passagem de outra embarcação que só possa navegar com segurança
dentro de tal via de acesso ou canal. Esta outra embarcação poderá usar o sinal sonoro
prescrito na Regra 34 d), em caso de dúvidas sobre a intenção da embarcação que cruza
e) 1) Numa via de acesso ou canal estreito, quando só for possível antecipar que a em-
barcação alcançada manobra para permitir a ultrapassagem com segurança, a embarca-
ção que pretende ultrapassar deverá indicar sua intenção emitindo o sinal sonoro ade-
quado prescrito na Regra 34 c) 1). A embarcação a ser ultrapassada dará sua conformi-
dade emitindo o sinal sonoro adequado prescrito na Regra 34 c) 2) e manobrará para
permitir a ultrapassagem com segurança. Em caso de dúvidas poderá usar a sinal sonoro
prescrita na Regra 34 d).
2) Esta Regra não dispensa a embarcação que alcança de suas obrigações segundo a
Regra 13.
SEÇÃO II
CONDUTA DAS EMBARCAÇÕES QUE SE ENCONTRAM À VISTA UMA DA OUTRA
REGRA 11
ÂMBITO DE APLICAÇÃO
REGRA 12
EMBARCAÇÕES A VELA
a) Quando duas embarcações a vela se aproximarem uma da outra, com risco de colisão,
uma delas se manterá afastada da rota da outra da seguinte forma:
1) Quando cada uma delas recebe o vento por bordos opostos, a que o receba por
bombordo se manterá afastada da rota da outra;
2) Quando ambas recebam o vento pelo mesmo bordo, a embarcação que estiver
a barlavento se manterá afastada da rota da que estiver a sotavento;
3) Se uma embarcação que recebe o vento por bombordo avista outra por barla-
vento e não pode determinar com certeza si a outra embarcação recebe o vento por
bombordo ou boreste, se manterá afastada da rota da outra,
b) Para os fins da presente Regra será considerado bordo de barlavento, o que estiver
oposto àquele onde se encontra amurada a vela maior, ou no caso das embarcações ar-
madas com velas redondas, o bordo oposto àquele onde se encontra amurada a maior
vela latina.
REGRA 13
EMBARCAÇÃO QUE “ULTRAPASSA”
a) Não obstante ao disposto nas Regras da Parte B, seções I e II, toda embarcação que
ultrapassar a outra se manterá afastada da rota da embarcação ultrapassada.
b) Será considerado como embarcação que ultrapassa, a toda embarcação que se apro-
xime de outra vindo de uma marcação maior que 22,5 graus para ré do través deste últi-
mo, ou seja, que se encontre em uma posição tal em relação a embarcação ultrapassa-
da, que somente à noite seja possível ver a luz de alcançado de tal embarcação e ne-
nhuma luz de bordo.
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d) Nenhuma variação posterior da marcação entre as duas embarcações fará da embar-
cação que ultrapassa, uma embarcação que cruza, no sentido que se dá neste Regula-
mento, nem será dispensado de sua obrigação de se manter afastado da embarcação
ultrapassada, até que a tenha adiantado completamente e se encontre afastada.
REGRA 14
SITUAÇÃO DE RODA A RODA
b) Será considerado que tal situação existe quando uma embarcação avista a outra por
sua proa ou quase por sua proa de forma que, à noite, veja a luz dos mastros da outra
enfiadas ou quase enfiadas e/ou as luzes de ambos os bordo, e de dia, observe a outra
embarcação sobre um ângulo de aparência correspondente.
REGRA 15
SITUAÇÕES DE RUMOS CRUZADOS
REGRA 16
AÇÃO DA EMBARCAÇÃO OBRIGADA A MANOBRAR
Toda embarcação que for obrigada a se manter fora da derrota da outra embarca-
ção manobrará, no possível, com antecipação suficiente e de forma decidida para ficar
bem safa de outra embarcação.
REGRA 17
AÇÃO DA EMBARCAÇÃO QUE TEM PREFERÊNCIA
a) 1) Quando uma das embarcações deve se manter afastada da derrota da outra, essa
última manterá seu rumo e velocidade.
2) Não obstante, esta outra embarcação pode atuar de forma a evitar a colisão, com
sua própria manobra, assim que lhe parecer evidente que a embarcação que deveria se
afastar não está atuando de forma apropriada por esse Regulamento.
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b) Quando, por qualquer causa, a embarcação que tiver que manter seu rumo e velocida-
de se encontrar tão próxima a outra que não possa evitar a colisão pela única manobra
da embarcação que cede a passagem, a primeira executará a manobra que melhor possa
ajudar para evitar a colisão.
c) Uma embarcação de propulsão mecânica que manobre numa situação de cruzamento,
de acordo com o parágrafo a)2) desta Regra, para evitar a colisão com outra embarcação
de propulsão mecânica não guinará para bombordo para outra embarcação que se en-
contrar por esse mesmo bordo, se as circunstâncias do caso o permitirem.
d) A presente Regra não exclui a embarcação que cede a passagem, de sua obrigação
de se manter afastada do rumo da outra.
REGRA 18
OBRIGAÇÕES ENTRE EMBARCAÇÕES
SEÇÃO III
CONDUÇÃO DE EMBARCAÇÃO EM CONDIÇÕES DE VISIBILIDADE RESTRITA
REGRA 19
CONDUÇÃO DE EMBARCAÇÃO EM CONDIÇÕES DE VISIBILIDADE RESTRITA
a)1) Esta regra é de aplicação às embarcações que não estejam à vista uma da outra
quando navegarem perto ou dentro de uma zona de visibilidade reduzida superior a 1000
metros.
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c) Todas as embarcações levarão em consideração as circunstâncias e condições de vi-
sibilidade reduzida do momento, ao cumprir as Regras 4 à 9.
d) Toda embarcação que detectar unicamente por meio de radar a presença de outra
embarcação, deve determinar se está criando uma situação de aproximação excessiva
e/ou risco de colisão. Em caso afirmativo manobrará consequentemente com suficiente
antecedência.
e) Exceto nos casos que se tenha comprovado que não existe risco de colisão, toda em-
barcação que ouvir o sinal de cerração de outra aparentemente por ante-a-vante de seu
través o sinal de neblina de outra embarcação, ou que não possa evitar uma situação de
aproximação excessiva com outra embarcação por ante-a-vante de seu través, deverá
reduzir sua velocidade até a mínima de governo. Se for necessário, suprimirá seu segui-
mento e navegará com extrema precaução até que desapareça o perigo de colisão.
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PARTE C
LUZES E MARCAS
REGRA 20
ÂMBITO DE APLICAÇÃO
b) As Regras referentes às luzes se aplicam do pôr ao nascer do sol, durante esse perío-
do, não devem ser exibidas as outras luzes, exceto aquelas que não possam ser confun-
didas com as luzes especificadas nesse Regulamento, ou que não prejudiquem sua visi-
bilidade ou suas características distintas, nem interfiram na manutenção da vigilância
apropriada.
c) As luzes prescritas nestas Regras, se instaladas, também serão exibidas entre o nas-
cer e o pôr do sol em visibilidade restrita e poderão ser exibidas em todas as demais cir-
cunstâncias quando parecer necessário.
REGRA 21
DEFINIÇÕES
a) “Luz de Mastro” é uma luz branca contínua, situada sobre o eixo longitudinal da em-
barcação, que mostra sua luz sem interrupção em todo um setor de 225 graus, que seja
visível desde a proa até 22,5 graus por ante a ré do través de cada bordo da embarca-
ção, exceto em embarcações de comprimento inferior a 12 metros onde a luz de mastro
se colocará o mais próximo possível do eixo longitudinal da embarcação.
b) “Luzes de Bordo” são uma luz verde a boreste e uma encarnada a bombordo que
mostram cada uma sua luz sem interrupção em todo um arco de horizonte de 112,5
graus, fixados de forma que seja visível desde a proa até 22,5 graus por ante a ré do tra-
vés de seu bordo respectivo. Nas embarcações de comprimento inferior a 20 metros, as
luzes de bordo poderão estar combinadas em um único dispositivo levado no eixo longi-
tudinal da embarcação. Nas embarcações de comprimento inferior a 12 metros esse dis-
positivo será colocado o mais perto possível, segundo seja factível, do eixo longitudinal
da embarcação.
c) “Luz de Alcance” é uma luz branca colocada o mais perto possível da popa que mostra
sua luz sem interrupção em todo um arco do horizonte de 135 graus, fixada de forma que
seja visível em um arco de 67,5 graus contados a partir da popa em direção a cada um
dos bordos da embarcação.
d) “Luz de Reboque” é uma luz amarela com as mesmas características que a “luz de
alcance” definidas no parágrafo c).
e) “Luz Circular” é uma luz que é visível sem interrupção em um arco de horizonte de 360
graus.
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f) “Luz Intermitente” é uma luz que produz lampejos em intervalos regulares, com uma
frequência de 120 ou mais lampejos por minuto.
g) “Luz Intermitente Especial” é uma luz intermitente amarela a intervalos regulares e com
uma frequência de 50 a 70 lampejos por minuto, colocada em direção a proa, segundo for
factível sobre o eixo longitudinal do reboque e mostrando uma luz contínua sobre um arco
de horizonte não menor que 180 graus nem maior que 225 graus e fixada de tal maneira
que seja visível desde a proa até não mais que 22,5 graus por ante a ré do través de
cada bordo da embarcação.
REGRA 22
VISIBILIDADE DAS LUZES
As luzes prescritas nessa Regra devem ter sua intensidade especificada no Anexo
I de modo que sejam visíveis às seguintes distâncias mínimas:
REGRA 23
EMBARCAÇÕES DE PROPULSÃO MECÂNICA EM MOVIMENTO
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b) Uma embarcação de colchão de ar, quando operando em condição sem deslocamento
de volume de água, exibirão além das luzes prescritas no parágrafo a) desta Regra, uma
luz circular amarela de lampejos onde melhor possa ser vista.
15
Fig. 5: Embarcação de propulsão mecânica de menos de 7 m. de comprimento,
velocidade máxima não excede os 7 nós.
REGRA 24
REBOQUE E EMPURRO
16
Fig. 7: Embarcação de propulsão mecânica, rebocando pela popa.
Rebocador de menos de 50 m. de comprimento;
Comprimento de reboque mais de 200m.
b) Quando uma embarcação que empurra e uma embarcação empurrada estiverem uni-
das mediante uma conexão rígida formando uma unidade composta, serão consideradas
como uma embarcação de propulsão mecânica e exibirão as luzes prescritas na Regra
23.
17
Fig. 10: Unidade composta de menos de 50 m. de comprimento em navegação.
1) No lugar da luz prescrita na Regra 23 a) 1) ou 2), duas luzes de mastro na forma ver-
tical;
2) Luzes de bordo;
3) Duas luzes de reboque em linha vertical.
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Fig. 12: Embarcação de propulsão mecânica rebocando pela popa.
Comprimento de reboque 200 m. ou menos.
A luz de mastro de popa é opcional para embarcações de menos de 50 m. de compri-
mento.
19
Fig. 15: Embarcação rebocada. Comprimento de reboque de 200m. ou menos.
f) Tendo em conta qualquer que seja o número de embarcações que se reboquem a con-
tra-bordo (*) ou empurradas em grupo, terá que se iluminar como se fosse uma só em-
barcação.
1) Uma embarcação que for empurrada, sem que se constitua uma unidade composta,
exibirá luzes de bordo no extremo da proa;
2) Uma embarcação que for rebocada a contra-bordo (*) exibirá uma luz de alcance e,
no extremo da proa, luzes de bordo;
3) No caso do inciso f) 1) quando o comprimento total da embarcação que empurra e a
empurrada for superior a 200 metros, no setor de proa, e onde melhor se veja, além das
luzes de bordo se exibirá uma luz intermitente especial.
Fig. 16: Embarcação empurrando, não constituindo uma unidade composta, de compri-
mento total superior a 200 metros.
(*) Significa reboque a contrabordo.
h) Quando, por alguma causa justificada, não for possível que a embarcação ou objeto
rebocado exiba as luzes ou marcas prescritas nos parágrafos e) ou g) desta Regra, serão
tomadas todas as medidas possíveis para iluminar a embarcação ou o objeto rebocado,
ou para indicar ao menos a presença de tal embarcação ou objeto.
i) Quando, por alguma causa justificada, parecer impossível que uma embarcação não
dedicada normalmente a uma operação de reboque mostrar luzes prescritas nos pará-
grafos a) ou c) desta Regra, tal embarcação não terá obrigação de exibir tais luzes quan-
do estiver rebocando a outra embarcação que estiver em perigo ou que, por outros moti-
vos, necessitar ajuda. Serão tomadas todas as medidas possíveis para indicar a natureza
da conexão existente entre o rebocador e o rebocado, tal como se autoriza na Regra 36,
em particular iluminando o cabo de reboque.
21
REGRA 25
EMBARCAÇÕES À VELA EM MOVIMENTO E EMBARCAÇÕES À REMO
22
circulares na linha vertical, sendo encarnada a superior e verde a inferior, mas estas luzes
não se exibirão junto com a lanterna combinada, permitida no parágrafo b) desta Regra.
2) As embarcações à remo poderão exibir as luzes prescritas nesta Regra para as em-
barcações a vela, mas caso não o façam deverão ter sempre pronta uma lanterna elétrica
ou lanterna a óleo acesa que mostre uma luz branca, a qual será exibida com tempo sufi-
ciente para evitar a colisão.
23
Fig. 22: Embarcação à vela em movimento com menos de 7 m. de comprimento.
e) Uma embarcação que navegue à vela, quando for também propulsada mecanicamen-
te, deverá exibir a vante, no lugar mais visível, uma marca em forma de cone com vértice
para baixo.
24
Fig. 24: Embarcação à vela em movimento que também é propulsada mecanicamente.
REGRA 26
EMBARCAÇÕES DE PESCA
1) Duas luzes circulares em linha vertical, sendo encarnada a superior e branca a infe-
rior, ou uma marca composta por dois cones unidos por seus vértices em linha vertical,
um sobre o outro; as embarcações de comprimento inferior a 12 metros poderão exibir
um cesto no lugar dessa marca;
2) Quando o aparelho de pesca lançado se estender mais de 150 metros medidos hori-
zontalmente a partir da embarcação, uma circular branca ou um cone com o vértice para
cima na direção do aparelho;
3) Quando estiverem com seguimento (*) além das luzes prescritas nesse parágrafo, as
luzes de bordo e uma luz de alcançado.
25
Fig. 25: Embarcação dedicada à pesca com seguimento.
c) Quando não forem dedicadas à pesca, as embarcações não exibirão as luzes e mar-
cas prescritas nesta Regra, e sim as prescritas para as embarcações de seu mesmo
comprimento.
26
REGRA 27
EMBARCAÇÕES SEM GOVERNO OU COM CAPACIDADE DE MANOBRA
RESTRITA
b) As embarcações que tenham sua capacidade de manobra restrita, exceto aquelas de-
dicadas a operações de limpeza de minas, exibirão:
1) Três luzes circulares em linha vertical, no lugar mais visível. A mais elevada e a
mais baixa destas luzes serão encarnadas e a luz central será branca;
27
2) Três marcas em linha vertical no lugar mais visível. A mais elevada e a mais baixa
destas marcas serão esferas e a marca central será em forma de dois cones;
3) Quando estiverem com seguimento (*), além das luzes prescritas no ponto 1), uma
ou várias luzes de mastro, luzes de bordo e uma luz de alcançado;
4) Quando estiverem fundeadas, além das luzes ou marcas prescritas nos pontos 1) e
2), as luzes ou marcas prescritas na Regra 30.
Fig. 29: Embarcação com capacidade de manobra restrita, com seguimento e compri-
mento menor que 50 m.
28
Fig. 31: Embarcação dedicada a operação de reboque com máxima restrição na capaci-
dade do rebocador como a de seu reboque para se afastar de sua derrota; o compri-
mento do reboque não excede os 200m., o comprimento do rebocador é menor que 50
m.
1) Duas luzes circulares encarnadas ou duas esferas em linha vertical, para indicar o
bordo pelo qual se encontra a obstrução;
2) Duas luzes circulares verdes ou duas marcas cada uma composta por dois cones
unidos pela base, em linha vertical para indicar o bordo pelo que pode passar a outra
embarcação;
3) Quando estiverem fundeadas, as luzes ou marcas prescritas neste parágrafo no
lugar das luzes ou marcas prescritas na Regra 30.
29
Fig. 33: Embarcação dedicada a operações submarinas ou de dragagem quando restrin-
girem sua capacidade de manobra; parada com obstrução no seu lado de boreste.
1) Três luzes circulares em linha vertical, no lugar mais visível. A mais alta e a mais
baixa das luzes serão encarnadas e a central será branca;
2) Uma réplica rígida, e de altura não menor que 1 metro, da bandeira “A” do Código
Internacional. Serão tomadas medidas para garantir sua visibilidade em todos os setores.
30
Fig.35: Embarcação pequena de dedicada a operações de mergulho.
31
Fig.37: Embarcação dedicada a operações de limpeza de minas.
h) Os sinais prescritos nesta Regra não são sinais de embarcações em perigo necessi-
tando de assistência. Tais sinais se encontram no Anexo IV destas Regras.
REGRA 28
EMBARCAÇÕES DE PROPULSÃO MECÂNICA RESTRITAS POR SEU CALADO
32
REGRA 29
EMBARCAÇÕES DE PRATICAGEM
REGRA 30
EMBARCAÇÕES FUNDEADAS E EMBARCAÇÕES ENCALHADAS
34
Fig. 43: Embarcação encalhada.
35
REGRA 31
HIDROAVIÕES
Quando não for possível a um hidroavião exibir luzes e marcas das características
e nas posições prescritas nas Regras desta Parte, exibirá luzes e marcas que, por suas
características e situação, forem o mais parecidas possíveis as prescritas nestas Regras.
PARTE D
SINAIS SONOROS E LUMINOSOS
REGRA 32
DEFINIÇÕES
a) A palavra “apito” significa todo dispositivo que for capaz de produzir os apitos regula-
mentares e que cumpra com as especificações do Anexo III deste Regulamento.
REGRA 33
EQUIPAMENTO PARA SINAIS SONOROS
REGRA 34
SINAIS DE MANOBRA E SINAIS DE ADVERTÊNCIA
c) Quando duas embarcações se encontram à vista uma da outra em uma via de acesso
ou canal estreito:
1. A embarcação que pretende ultrapassar a outra deverá, em cumprimento da Regra
9 e)1), indicar sua intenção fazendo os seguintes sinais com o apito:
- dois apitos longos seguidos de um curto para indicar: “pretendo ultrapassá-lo por
seu boreste”;
- dois apitos longos seguidos de dois curtos para indicar: “pretendo ultrapassá-lo
por seu bombordo”.
REGRA 35
SINAIS SONOROS EM VISIBILIDADE RESTRITA
f) Quando uma embarcação que empurra e uma embarcação empurrada tiverem uma
conexão rígida de modo que formem uma unidade composta, serão consideradas uma
embarcação de propulsão mecânica e emitirão os sinais prescritos no parágrafo b) desta
Regra.
g) Uma embarcação fundeada deve soar rapidamente o sino durante cerca de cinco se-
gundos de duração a intervalos que não excedam um minuto. Em embarcações de com-
primento igual ou superior a 100 metros, o sino deve ser soado avante e imediatamente
após o sino deve ser soado imediatamente o gongo, à ré, durante cerca de cinco segun-
dos. Além disso uma embarcação fundeada pode emitir três apitos consecutivos sendo
um curto, um longo e um curto, para indicar sua posição e advertir uma embarcação que
se aproxima quanto à possibilidade de uma colisão.
h) Uma embarcação encalhada deve soar o sino e em caso necessário o gongo, como
prescrito no parágrafo g) e além disso, dará três batidas de sino separadas e claras ime-
diatamente antes e depois as batidas rápidas do sino. Toda embarcação encalhada po-
derá, além disso, emitir um sinal de apito apropriado.
38
REGRA 36
SINAIS PARA CHAMAR A ATENÇÃO
Qualquer embarcação, que precisar chamar a atenção de outra, poderá fazer si-
nais luminosos ou sonoros que não possam se confundir com nenhum dos sinais autori-
zados por essas Regras, ou dirigir o facho de seu holofote na direção do perigo, fazendo-
o de forma que não incomode a outras embarcações. Toda luz utilizada para chamar
atenção da outra embarcação deverá ser tal que não possa ser confundida com qualquer
outra de auxilio à navegação. Para os fins desta Regra, será evitado a utilização de luzes
intermitentes ou rotativas de grande intensidade, como as luzes estroboscópicas.
39
REGRA 37
SINAIS DE PERIGO
Fig. 45
40
PARTE E
ISENÇÕES
REGRA 38
ISENÇÕES
41
ANEXO I
1. Definição.
A expressão “altura acima do casco” significa a altura acima do convés corrido superi-
or. Essa altura deverá ser medida na vertical, a partir da posição da luz.
42
i) Quando as Regras prescreverem duas ou três luzes posicionadas em linha vertical, seu
espaçamento deve ser da seguinte forma:
1) Nas embarcações de comprimento igual ou superior a 20 metros, tais luzes irão posi-
cionadas com um espaçamento não inferior a um metro e a mais baixa delas a uma altu-
ra não inferior a quatro metros acima do casco, exceto quando se exigir uma luz de rebo-
que.
2) Nas embarcações de comprimento inferior a 20 metros, tais luzes estarão separadas
entre si por uma distância não inferior a um metro e a mais baixa delas estará posiciona-
da a uma altura não inferior a dois metros acima do nível da borda, exceto quando esti-
ver prescrita uma luz de reboque.
3) Quando forem usadas três luzes, o espaçamento entre elas deve ser igual.
j) A mais baixa das luzes circulares prescritas para uma embarcação dedicada à pesca,
estará posicionada a uma altura acima das luzes de bordo não inferior ao dobro da dis-
tância que exista entre as luzes verticais.
k) Quando forem usadas duas luzes de fundeio, a de vante, prescrita na Regra 30 a) I)
deve ser posicionada pelo menos 4,5 metros acima da de ré. Em uma embarcação de
comprimento igual ou superior a 50 metros a luz de fundeio ou de vante deve ser posicio-
nada a uma altura acima do casco não inferior a seis metros.
6. Marcas.
a) As marcas devem ser pretas e devem ter as seguintes dimensões:
1) A esfera terá um diâmetro não inferior a 0,6 metros;
2) O cone terá um diâmetro de base não inferior a 0,6 metros e uma altura igual ao seu
diâmetro;
3) O cilindro terá um diâmetro mínimo de 0,6 metros e uma altura igual ao dobro de
seu diâmetro;
4) A marca em forma de losango estará formada por dois cones como definidos na
alínea 2 anterior, unidos por sua base.
b) A distância vertical mínima entre as marcas será de 1,5 metros.
c) Nas embarcações de comprimento inferior a 20 metros podem ser usadas marcas de
dimensões menores, mas que estejam na proporção do tamanho da embarcação, po-
dendo reduzir, também na mesma proporção, a distância que as separa.
9. Setores horizontais.
a) 1) As luzes de bordo instaladas devem exibir a intensidade mínima requerida para
vante. As intensidades têm que diminuir até atingirem valores praticamente nulo entre 1
grau e 3 graus além dos setores prescritos.
2) Para as luzes de alcançado e as de mastro, assim como para as luzes de bordos
no limite do setor de visibilidade situado a 22,5 graus por ante-a-ré do través, as intensi-
dades mínimas requeridas devem ser mantidas sobre o arco do horizonte até 5 graus
dentro dos limites dos setores prescritos na Regra 21.A partir de 5 graus, dentro dos seto-
res prescritos, a intensidade pode decrescer de 50% até os limites prescritos ; deve de-
crescer continuamente para alcançar valor praticamente nulo a não mais de 5 graus além
dos setores prescritos.
b) As luzes circulares devem ser posicionadas de modo a não serem obscurecidas por
mastros, mastaréus ou estruturas em setores angulares superiores a 6 graus, exceto as
luzes de fundeio, prescritas na Regra 30, que não necessitam ser posicionadas a alturas
muito elevadas acima do convés
13. Aprovação.
A construção de luzes e marcas, assim como a instalação de luzes de bordo da
embarcação, serão ajustadas a critérios que a autoridade competente do Estado cuja
bandeira tiver direito a arvorar a embarcação julgue satisfatório.
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ANEXO II
1. Generalidades
As luzes aqui mencionadas, caso exibidas em cumprimento da Regra 26 b), devem
ser posicionadas onde melhor possam ser vistas. Devem ser separadas de no mínimo
0,90 metros, mas a um nível mais abaixo que as luzes prescritas na Regra 26 a) 1). As
luzes devem ser circulares e visíveis a uma distância mínima de uma milha, mas a dis-
tância menor que as luzes prescritas por esta Regra para embarcações de pesca.
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ANEXO III
1. Apitos
a) Frequência e alcance audível:
A frequência fundamental do sinal deve se situar entre os limites de 70 a 700 Hz. O
alcance audível do sinal de um apito deve ser determinado pelas frequências acima, que
podem incluir a frequência fundamental e/ou uma ou mais frequência mais altas, dentro
dos limites e que proporcionem os níveis de pressão sonora especificados no parágrafo 1
c).
b) Limites das frequências fundamentais:
Com o objetivo de assegurar uma ampla variedade de característica dos apitos, a fre-
quência fundamental de um apito deverá estar localizada entre os limites seguintes:
1) 70 a 200 Hz para embarcações de comprimento igual ou superior a 200 metros;
2) 130 a 350 Hz para embarcações de comprimento igual ou superior a 75 metros, mas
inferior a 200 metros;
3) 250 a 700 Hz para embarcações de comprimento inferior a 75 metros.
c) Intensidade dos sinais sonoros e alcance audível:
Todo apito instalado em uma embarcação deverá proporcionar, na direção de
máxima intensidade da apitada e à distância de um metro daquele, um nível de pressão
sonora não inferior ao valor correspondente da Tabela seguinte, e na banda de pelo me-
nos um terço de oitava dentro dos limites de frequência de 180 a 700 Hz (mais ou menos
1%).
Comprimento Limite da frequên- Nível de banda de 1/3 Distância de
da cia de oitava a 1 m em audibilidade em
Embarcação em fundamental dB, referida a 2 x 10 milhas náuticas
metros (Hz) N/m²
200 ou mais 70 - 200 143 2
De 75 a 200 130 - 350 138 1,5
De 20 a 75 250 - 525 130 1
De 12 a 20 250 - 525 120 0,5
O alcance audível dado na tabela anterior é de caráter informativo e corresponde,
aproximadamente, à distância que se pode ouvir um apito sobre seu eixo, para vante com
probabilidade de 90%, em condições de ar calmo, a bordo de uma embarcação cujo nível
de ruído de fundo seja normal nos postos de escuta (considerando nível normal o de 68
dB na banda da oitava centrada em 250 Hz e de 63 dB na banda da oitava centrada em
500 Hz).
A distância a que se pode ouvir um apito varia muito na prática e depende em defi-
nitivo das condições atmosféricas; os valores dados podem considerar típicos, mas em
condições de vento forte ou de elevado nível de ruído ambiente nos postos de escuta, é
possível que se reduza muito tal alcance.
d) Propriedades direcionais
O nível de pressão sonora de um apito direcional não deve ser maior que 4 dB
abaixo do nível prescrito de pressão acústica no eixo em qualquer direção do plano hori-
zontal compreendida dentro de ± 45 graus a partir do eixo. O nível de pressão sonora em
qualquer outra direção do plano horizontal não deve ser maior que 10 dB abaixo do nível
prescrito de pressão sonora no eixo, a fim de que o alcance em qualquer direção seja
pelo menos a metade do correspondente ao eixo para a vante. O nível de pressão sonora
será medido na banda de um terço de oitava que determina o alcance audível.
e) Posição dos apitos
48
Quando um apito direcional for o único apito existente a bordo, ele deve ser insta-
lado com sua intensidade máxima dirigida para a vante.
Um apito deve ser posicionado tão alto como possível a bordo, a fim de reduzir
interferências ao som emitido por parte de obstáculos, bem como para minimizar o risco
de lesões do aparelho auditivo do pessoal. O nível de pressão sonora do próprio apito de
uma embarcação em seus postos de escuta não deve exceder 110 dB (A) e, se possível,
deve ser inferior a 100 dB (A).
f) Instalação de mais de um apito
Se em uma embarcação forem instalados apitos com separação entre eles de
mais de 100 metros, serão tomadas as disposições necessárias para não soem simulta-
neamente.
g) Sistema de apitos combinados
Se, devido a presença de obstáculos, existir risco de que o campo sonoro de apito
único, ou de alguns dos mencionados no ponto f) anterior, compreender uma zona de
nível de sinal consideravelmente reduzido se recomenda instalar um sistema de apitos
combinados a fim de sanar tal redução. Para os efeitos destas Regras será considerado
todo o sistema de apitos combinados como um apito único. Os apitos de um sistema
combinado estarão separados por uma distância não superior a 100 metros e dispostos
de maneira que soem simultaneamente. A frequência de cada apito deve diferir em 10 Hz
pelo menos das correspondentes aos demais.
h) Apitos de rebocadores
A embarcação de propulsão mecânica que normalmente realiza tarefas de reboca-
dor de empurro ou a contrabordo, poderá, em todo momento usar o apito cujas caracte-
rísticas estão compreendidas na alínea b), considerando o comprimento composto pelo
rebocador mais o de seu reboque como o máximo.
2. Sino ou gongo.
a) A intensidade do sinal:
Os sinais ou gongos ou outros aparelhos que tenham características sonoras se-
melhantes, deverão produzir um nível de pressão sonora não inferior a 110 dB a 1 metro
de distância.
b) Construção
Os sinos e os gongos serão fabricados com material resistente à corrosão e pro-
jetados para que forneçam um som claro. O diâmetro da boca do sino não terá menos
que 300 milímetros para as embarcações de comprimento igual ou superior a 20 metros e
não menor que 200 milímetros para as embarcações de comprimento igual ou superior a
12 metros, mas inferior a 20 metros. Quando for possível, se recomenda utilizar um dis-
positivo acionado mecanicamente para assegurar uma força constante, deverá ser tam-
bém possível o acionamento manual. A massa do badalo não será inferior a 3% da mas-
sa do sino.
c) Aprovação
A construção de aparelhos de sinais sonoros, seu funcionamento e sua instalação
a bordo da embarcação, deverão se realizar a critério da autoridade competente do Esta-
do cuja bandeira tenha direito a arvorar a embarcação.
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ANEXO IV
SINAIS DE PERIGO
2. Está proibido utilizar ou exibir qualquer um dos sinais anteriores, exceto para indicar
perigo e necessidade de ajuda, e utilizar qualquer sinal que possa ser confundido com os
anteriores.
3. Chama-se atenção para as seções pertinentes do Código Internacional de Sinais, do
Manual de Busca e Salvamento para Navios Mercantes e para os seguintes sinais:
a) Um pedaço de lona de cor laranja com um quadrado preto e um círculo, ou outro sím-
bolo apropriado ( para indentificação aérea) .
b) Uma marca corante na água.
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ANEXO V
REGRAS GERAIS
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