Seminario Geografia
Impactos da
COVID-19
COVID-19
na
economia mundial
By: Maria Luiza
ECONOMIA GLOBAL
A pandemia de Covid-19 causou choques na economia mundial e desencadeou a maior
crise econômica global em mais de um século. A crise levou a um aumento drástico na
desigualdade entre os países e dentro de cada um deles. Dados preliminares indicam que
a recuperação pós-crise será tão desigual quanto seus impactos econômicos iniciais, e
que as economias emergentes e grupos economicamente desfavorecidos precisarão de
muito mais tempo para recuperar as perdas de renda e de meios de subsistência
induzidas pela pandemiai.
Em contraste com muitas crises anteriores, os governos responderam, desde o início da
pandemia, com políticas econômicas amplas e decisivas. Em geral, essas respostas foram
bem-sucedidas e conseguiram mitigar os custos humanos mais graves no curto prazo. No
entanto, a resposta emergencial também gerou novos riscos — como níveis
excessivamente elevados de dívida pública e privada na economia mundial — que podem
ameaçar uma recuperação equitativa da crise se não forem enfrentados de forma
decisiva.
ECONOMIA GLOBAL
A pandemia de COVID-19 provocou a pior recessão global desde 1929, com o PIB mundial recuando 3% em 2020 e gerando
desemprego recorde. A crise interrompeu cadeias de suprimentos, aumentou a pobreza extrema e a desigualdade, enquanto
governos injetaram trilhões em estímulos, gerando inflação futura.
Principais Impactos na Economia Global (2020-2022):
Retração Histórica: Em 2020, o PIB global caiu, com previsões de retração de 6,1% nas economias ricas e 1% nos países
emergentes.
Desigualdade e Pobreza: A pandemia inverteu a redução da pobreza global, empurrando mais de 60 milhões de pessoas
para a extrema pobreza em 2020.
Cadeias de Suprimentos: O fechamento de indústrias e fronteiras causou escassez de produtos essenciais, como
semicondutores e alimentos.
Estímulos e Inflação: Grandes injeções de liquidez por governos e bancos centrais para evitar uma depressão maior,
somadas à demanda reprimida, geraram inflação global e aumento nos preços de energia.
Transformação Digital: Aceleração da digitalização de negócios, aumento do comércio eletrônico e mudanças no mercado
de trabalho com o home office.
Consequências de Longo Prazo:
Realocação de cadeias: Início de um processo de diversificação na produção global, que gera pressões inflacionárias.
Juros Elevados: Combate à inflação pós-pandemia resultou em taxas de juros elevadas, com projeções de média de 4% para
2025-2026, o dobro das duas décadas anteriores.
Aumento da riqueza extrema: Paradoxalmente, setores como tecnologia e farmacêutico criaram novos bilionários
durante a crise.
AÇ Õ E S D O G OV E R N O
O governo fez diversas ações durante o período da pandemia, empenhadas área da
economia e na saúde
Brasil estava sob o governo de Jair Bolsonaro
Formas Positivas Formas Negativa
Auxilio Emergencial Minimização da Pandemia e Discursos
Programa de Manutenção do Emprego Atraso na Compra de Vacinas
Promoção de Tratamentos Sem
Vacinação e Estruturação do SUS
Comprovação
Redução de Impostos Conflito com Estados e Municípios
Apoio a Pequenos Negócios Subexecução de Recursos
Negligência na Crise do Oxigênio
Lei Aldir Blanc
Baixa Execução em Ciência e Saúde
O NEGACIONISMO MUNDIAL
O que é o negacionismo?
* Nega fatos comprovados;
* Rejeição da ciência;
* Distorção de fatos (Fake News)
* Movido, muitas vezes, como interesse político ou econômico para
manipular a opinião pública;
Como o negacionismo se manifestou durante a * Atentado à história.
pandemia da Covid-19?
* Durante a pandemia, o negacionismo foi um fenômeno
mundial, no qual, devido a alta atividade da população na
internet, muita desinformação era proliferada;
* Minimização da real situação;
Governo Jair Bolsonaro Impactos Mundiais
* Ataques a Instituições científicas; * Atraso para a resposta à crise sanitária;
* Promoção de tratamentos não comprovados; * Ataque aos meios de comunicação;
* Atraso para a vacinação;
- Contribuição ao aumento da mortalidade;
Durante toda a história a morte foi um motivo de temor e angústia, isso não
foi diferente durante a pandemia do COVID-19, o que se deve perguntar é, o
que esse sentimento de medo causou na sociedade? Veja a seguir:
Durante a pandemia, parte da população agiu com desespero com um pensamento quase instintivos, isso
se comprova por comportamentos similares aos estágios do luto, negação, raiva, barganha, depressão e
aceitação. No começo da pandemia, no Brasil, a falta de cuidado, a falta de alerta popular, e a crença de
que seria só mais uma doença comum, isso caracteriza um negacionismo da urgência. Um curto período
depois foi possível ver os manifestos de raiva pela internet e em manifestações públicas que pediam pela
vacina e alertavam dos perigos, isso aconteceu no momento em que as mortes recorrentes por COVID-19
aumentaram no país. Com a chegada da 1⁰ vacina e a queda nas mortes pelo vírus, começou o período de
barganha, onde o povo clamava por uma resolução definitiva ou por um material melhor, visto que a
primeira vacina causou extremos impactos na saúde, pois foi feita fora do tempo adequado de pesquisa,
assim gerando o pedido popular por melhoras na vacina. Por fim, com as novas vacinas e com o
decréscimo significativo de mortes. O povo, em sua maioria, se veria satisfeito.
A doença trouxe desespero e as reações da população são um reflexo do que se fazer. A morte
iminente só pôde ser confrontada pela união da voz popular, portanto, o que deve ser feito é a busca
por alternativas de mitigação e melhora.