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Self 01

O curso aborda a mecânica quântica, começando com seu contexto histórico e o experimento de Stern-Gerlach, que demonstrou a quantização do spin dos elétrons. Através de postulados fundamentais, o curso explora como a mecânica quântica redefine a compreensão da realidade física, culminando na famosa ilustração do gato de Schrödinger, que questiona a natureza da observação e superposição em sistemas quânticos. O material também inclui simulações interativas para melhor entendimento dos conceitos apresentados.
Direitos autorais
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Self 01

O curso aborda a mecânica quântica, começando com seu contexto histórico e o experimento de Stern-Gerlach, que demonstrou a quantização do spin dos elétrons. Através de postulados fundamentais, o curso explora como a mecânica quântica redefine a compreensão da realidade física, culminando na famosa ilustração do gato de Schrödinger, que questiona a natureza da observação e superposição em sistemas quânticos. O material também inclui simulações interativas para melhor entendimento dos conceitos apresentados.
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Conteúdo do Curso:

• Início
• Contexto histórico da mecânica quântica
• O experimento de Stern-Gerlach
• Postulados da mecânica quântica
• O Gato de Schrödinger
• Matrizes de Pauli e o experimento de Stern-
Gerlach
• Pense a respeito!
• Referências Bibliográficas

Conecte-se
Olá, estudante! Neste material, você compreenderá
como as limitações da física clássica, no início do
século XX, levaram ao surgimento da mecânica
quântica, transformando a nossa compreensão do
mundo. Siga em frente para explorar os principais
fatores dessa transformação.
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width: 500px; max-height: 600px !important;">

Contexto histórico da mecânica quântica


A mecânica quântica teve seu marco inicial em 1900, quando o
físico alemão Max Planck publicou um estudo sobre a radiação
de corpo negro
. Nesse trabalho, ele demonstrou que a radiação emitida por esse corpo negro
hipotético dependeria principalmente da temperatura. Utilizando dados
empíricos, Planck propôs uma solução que descrevia a distribuição
do espectro eletromagnético
em função da temperatura, apresentando como a intensidade da radiação
varia com o comprimento de onda, à medida que a temperatura do corpo
negro, em equilíbrio térmico, se altera.

No entanto, os modelos teóricos anteriores apresentavam


discrepâncias ao tratar de comprimentos de onda curtos (altas
frequências), nos quais as previsões dos gráficos não
convergiam como esperado, culminando na chamada
"catástrofe do ultravioleta". Para solucionar essa divergência,
Planck formulou a hipótese de que os osciladores presentes nas
paredes do corpo negro — que vibram em diferentes
frequências e são responsáveis pela emissão de radiação
eletromagnética — poderiam trocar energia apenas em valores
discretos. Assim, conforme proposto por Planck:

A radiação eletromagnética, absorvida ou emitida por um corpo


aquecido, ocorre por meio de pequenos "pacotes" de energia,
denominados quanta. Nesse processo, a energia é quantizada,
sendo transmitida em unidades discretas, em contraste com
uma variação contínua.
Essa ideia era contraintuitiva na época, pois acreditava-se que a
energia fosse contínua, o que contrariava os fundamentos da
física clássica, então, estabelecida.

Para uma melhor compreensão desse contexto histórico, as


Simulações Interativas PhET da Universidade do Colorado
podem ser utilizadas como um recurso complementar. Esse
projeto permite a criação de simulações gratuitas de
matemática e ciências, possibilitando a análise das variações no
comportamento da densidade de potência espectral em relação
ao comprimento de onda conforme os valores de temperatura
são alterados. Assim, nessa teoria, Planck inicialmente supôs
que a curva seguiria um formato de uma Gaussiana. No entanto,
para comprimentos de onda muito curtos (alta frequência), o
gráfico apresentava uma divergência. Esse comportamento
pode ser observado na simulação seguinte, ao comparar a
densidade de potência espectral da luz visível com a da
radiação ultravioleta, por exemplo. Clique nos itens da
simulação para acessar as informações correspondentes:

Simulação 1 - Espectro de corpo negro


Fonte: PhET, 2025.

Conforme observado, a faixa colorida representa o espectro de


luz visível. No topo do simulador, um ícone indica a cor da luz
percebida à medida que a temperatura é alterada, enquanto, ao
lado dele, é possível visualizar a decomposição das intensidades
das cores azul, verde e vermelha, que juntas compõem a luz
emitida. Diferentemente do que acreditava o senso comum, o
aumento da temperatura conduz ao deslocamento da radiação
para comprimentos de onda menores, resultando em uma
tonalidade azulada ou esbranquiçada, enquanto em
temperaturas mais baixas ocorre o inverso: a radiação se
desloca para comprimentos de onda maiores, adquirindo uma
tonalidade avermelhada. Independentemente da temperatura, o
gráfico mantém um formato semelhante ao de uma distribuição
gaussiana, conforme previsto pela teoria da radiação de corpo
negro.

A constatação de que a radiação eletromagnética é absorvida e


emitida em pequenos pacotes de energia foi fundamental para o
desenvolvimento de uma teoria mais abrangente, que superou
as convenções vigentes naquele contexto temporal. Esse avanço
influenciou à denominação Mecânica Quântica (também
referida como Física Quântica por alguns autores), cujo nome
está relacionado ao conceito de quanta
.
Com isso, Planck definiu que a energia é quantificada em
valores múltiplos de um quanta, conforme a seguinte equação:
Em que é a constante de Planck, e equivale a , e é a frequência
da luz.
Esse avanço foi apenas o ponto de partida para uma
transformação profunda na física. Ao longo do tempo, a teoria
quântica foi aprimorada com novas formulações e
experimentos que ampliaram sua compreensão. Clique nos anos
mencionados e conheça esses marcos importantes ao
desenvolvimento.
Com esse panorama dos eventos que marcaram a
mecânica quântica nos primeiros anos do século XX,
prossiga com os estudos, agora, sobre o experimento
de Stern-Gerlach, um marco importante para o
desenvolvimento da teoria quântica. Vamos lá?

O experimento de Stern-Gerlach
O experimento de Stern-Gerlach foi proposto pelo físico Otto
Stern em 1921 e realizado no ano seguinte, em 1922 com a
colaboração do físico Walter Gerlach, em Frankfurt. Esse
experimento consistia em um forno que, ao ser aquecido,
evaporava átomos de prata, os quais eram direcionados por um
feixe e colimados entre duas fendas. Após essa etapa, os
átomos atravessavam um campo magnético gerado pelos polos
de um eletroímã e, por fim, eram coletados em uma placa de
vidro que funcionava como anteparo. A imagem seguinte ilustra
esse processo.

Experimento de Stern-Gerlach

Fonte: adaptado de 3Dciencia (2008-2023).

A animação permite visualizar, de forma simplificada, algumas


etapas desse experimento realizadas em laboratório. Para
conhecer o modelo de superposição
empregado nesse processo, clique em cada item e avance para visualizar os
demais.

Recurso de slides:
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Conteúdo

Voltar para a navegação do recurso slide

Ao interagir com um campo magnético, a partícula sofre um


desvio e atinge a região superior ou inferior do anteparo,
dependendo do seu spin. Caso a partícula esteja em
superposição, a medição do spin pelo campo magnético causa
uma interação e provoca o colapso do estado para um dos dois
valores possíveis, resultando em um impacto aleatório em uma
das regiões do anteparo, de acordo com as probabilidades da
superposição inicial.
A escolha de átomos de prata deve-se à sua distribuição
eletrônica, na qual a camada mais externa contém apenas um
elétron (). Dessa forma, os átomos resultam em um momento
angular
total e bem definido, pois todos os elétrons estão emparelhados com
excessão do último. Esse elétron não emparelhado contribui para
o momento magnético total, resultando em uma deflexão mensurável
dos átomos quando submetidos ao campo magnético, o que facilita a realização
do experimento e medição dos resultados.
No entanto, ao atravessar pelo campo magnético do ímã, o feixe
de átomos de prata se divide em duas trajetórias distintas. Essa
separação ocorre devido à interação do momento magnético
associado ao spin do elétron com o campo magnético externo,
confirmando a quantização do spin em dois estados possíveis.

Em 1927, experimentos semelhantes foram realizados com


átomos de hidrogênio, e os resultados foram consistentes com
os obtidos no experimento original, corroborando com a teoria
quântica.

O experimento de Stern-Gerlach buscava analisar a quantização


espacial associada ao momento angular do átomo de prata.
Durante os testes, observou-se que os átomos atingiam o
anteparo apenas em regiões distintas, uma acima e outra
abaixo, contrariando a previsão clássica de desvios contínuos.
Essa observação confirmou a quantização do momento angular
intrínseco, ou spin, dos elétrons. Assim, convencionou-se
atribuir o valor de momento angular ao spin associado à região
desviada para "cima", e ao spin associado à região desviada
para "baixo".
Com o avanço das investigações, o experimento foi modificado e
o anteparo substituído por detectores capazes de identificar a
passagem dos átomos de prata. Nesse arranjo, cada átomo que
atravessava o campo magnético era desviado para um dos
detectores, dependendo do alinhamento do seu spin. Além
disso, novos testes foram conduzidos, incluindo a introdução de
um segundo campo magnético orientado em outra direção,
permitindo um estudo mais detalhado do comportamento das
partículas e da quantização do spin em diferentes eixos.
Essas modificações evidenciaram que a medição do spin em um
eixo alterava o estado do sistema, apagando qualquer
informação sobre outros eixos. Isso demonstrou que as
grandezas quânticas não podem ser determinadas
simultaneamente. Em outras palavras, na mecânica quântica, as
variáveis não são simplesmente ocultas locais, mas dependem
fundamentalmente do ato da medição. Veja a seguir um outro
exemplo de configuração do experimento com o campo
magnético atuando em diferentes eixos:

Quantum mechanics: Stern-Gerlach Experiment

Fonte: YoukLab, 2010.

Ao realizar medições no eixo , o estado do sistema colapsa em


um dos estados possíveis de , o que significa que as informações
sobre o spin no eixo não são predeterminadas ou preservadas.
Assim, não é possível determinar simultaneamente e
, sendo uma consequência direta do princípio da incerteza.
Além disso, quando um dos feixes é selecionado após o segundo
aparato, qualquer informação sobre o estado anterior do
sistema é completamente apagada, refletindo o comportamento
probabilístico e não determinístico da mecânica quântica.
Atribuir uma realidade física a uma quantidade observável
antes de sua medição aparenta ser uma abordagem incoerente.
Por esse motivo, o resultado do experimento desafiou o
conceito clássico de realidade física, pois ao bloquear um dos
feixes e realizar a medição em outro eixo, novas divisões
surgiram - também denominadas de franjas, o que sugeriu a
ideia de superposição quântica.
Essa constatação levantou uma questão fundamental sobre a
natureza da medição quântica: o que realmente acontece com o
sistema durante o processo de observação? A superposição das
partículas em diferentes estados levou ao surgimento de
diversas interpretações sobre a redução do estado quântico,
especialmente no contexto do comportamento corpuscular
dos átomos, gerando novos questionamentos sobre o impacto da medição no
sistema. Para conhecer de forma mais detalhada essas interpretações, clique
nos títulos a seguir:
Interpretação ondulatória
Interpretação corpuscular
Interpretação dualista realista
Interpretação da complementaridade
Interpretação instrumentalista

Através do experimento de Stern-Gerlach, fica


evidente que as descobertas da mecânica quântica
desafiaram os conceitos clássicos, evidenciando
fenômenos que não podiam ser explicados pelas
teorias tradicionais. A seguir, aprofunde os estudos
sobre os postulados fundamentais que sustentam
essa nova abordagem.
Postulados da mecânica quântica
Os postulados da mecânica quântica se constituem como um
conjunto de princípios fundamentais que descrevem o
comportamento de sistemas microscópicos, como átomos e
partículas subatômicas. Eles estabelecem as leis que
determinam a evolução dos estados quânticos ao longo do
tempo, e como a interferência, através de medições, influencia
esses sistemas. Clique em cada postulado para conhecer
os conceitos associados que estruturam o formalismo da
mecânica quântica.
Recurso lista interativa:
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Conteúdo

5:

Postulado 05

Definição: a evolução temporal de um sistema quântico fechado


é determinada por um operador unitário , que age sobre o
estado da seguinte maneira:

Esse operador de evolução está relacionado ao


Hamiltoniano do sistema por:

Isso significa que a evolução do sistema


é determinística e reversível enquanto não se realiza uma
medição. Esse postulado pode ser descrito também através da
equação de Schrödinger:

em que:

• é o hamiltoniano, que representa a energia total do


sistema;
• é a constante de Planck reduzida;
• é o estado quântico do sistema.
Voltar para a navegação do recurso lista interativa
Agora que compreendeu como a mecânica quântica
descreve os sistemas microscópicos por meio de seus
postulados, continue seus estudos explorando o
conceito de superposição e conhecendo o famoso
experimento mental da teoria quântica, denominado
o gato de Schrödinger.

O Gato de Schrödinger
Na interpretação de Copenhague, os sistemas quânticos
permanecem indefinidos até que um observador interaja com
eles, interferindo no sistema quântico e determinando qual
propriedade será medida. Essa abordagem levou ao
desenvolvimento da teoria da dualidade onda-partícula,
segundo a qual a luz pode se comportar tanto como uma onda
quanto como uma partícula, dependendo do experimento
realizado. Essa visão gerou resistência entre muitos cientistas
da época, incluindo Albert Einstein, que expressou sua
discordância com a famosa frase:

"A mecânica quântica certamente se impõe. Mas, uma voz


interior me diz que ela ainda não é o real. A teoria diz muita
coisa, mas não nos deixa mais perto dos segredos Dele. Eu, em
qualquer sentido, estou convencido de que Ele [Deus] não joga
dados." Albert Einstein, em carta a Max Born, 4 de dezembro
de 1926.
Com o intuito de contestar essa interpretação da mecânica
quântica, o físico teórico austríaco, Erwin Schrödinger, propôs
um experimento mental que ficou conhecido posteriormente
como o gato de Schrödinger. Ele se opunha à ideia de que algo
não observado poderia existir em todas as formas possíveis.
Para ilustrar seu argumento, considerou o seguinte cenário:

Estados possíveis para o gato quando da abertura da caixa: vivo


(1) ou morto (2).
Nesta situação, um gato foi colocado dentro de uma caixa
fechada junto a um dispositivo que liberava um veneno letal
caso um átomo radioativo decaísse. O destino do gato dependia
exclusivamente da probabilidade de decaimento do átomo.

Segundo a interpretação de Copenhague, enquanto a caixa


permanecer fechada, o gato estaria em uma superposição de
estados, ou seja, simultaneamente vivo e morto. Somente ao
abrir a caixa e observar o gato, o sistema colapsaria para um
dos dois estados possíveis. Schrödinger argumentava que essa
ideia não fazia sentido para um ser macroscópico como um
gato, pois ele deveria estar em um estado bem definido. No
entanto, o experimento mental, originalmente concebido como
uma crítica, tornou-se um dos exemplos mais conhecidos do
princípio da superposição na mecânica quântica.

A superposição quântica estabelece que um sistema físico


pode existir simultaneamente em todos os seus possíveis
estados até que uma interação com um observador ocorra.
Nesse momento, a medição força o sistema a assumir um único
estado definido, causando o chamado colapso da função de
onda.
O princípio da superposição, exemplificado pelo experimento
do gato de Schrödinger, permite que sistemas existam em
múltiplos estados até a medição. Esse conceito é a base
dos qubits, elementos fundamentais para a computação e
comunicação quântica, possibilitando avanços em
processamento e segurança da informação. Como vimos
anteriormente, o estado quântico pode ser representado como:

em que e representam a probabilidade de obter os


estados ou . Essas probabilidades devem respeitar a seguinte
condição , ou seja, a soma das probabilidades deve ser ,
conforme representado na imagem a seguir:

Função de estado do gato de Schrödinger

Do ponto de vista clássico, essa interpretação pode parecer


incoerente. No entanto, para compreender a mecânica quântica,
é necessário abandonar algumas certas concepções tradicionais
e aceitar suas novas regras.

Agora que compreendeu os fundamentos da


mecânica quântica, explore sua correlação com o
experimento de Stern-Gerlach, que fornece
interpretações importantes para o desenvolvimento
de tecnologias quânticas. Avance!
Matrizes de Pauli e o experimento de
Stern-Gerlach
A reprodução da estatística do experimento de Stern-Gerlach
exige a definição dos estados correspondentes aos projetores
nos eixos , e , sendo que os projetores nos eixos e já foram
estabelecidos. Como o experimento ocorre no espaço
tridimensional, é possível introduzir um projetor no eixo , que é
ortogonal aos outros dois e segue as mesmas regras. Assim, os
estados e são definidos no eixo , garantindo que sejam
ortogonais entre si e respeitem as leis de probabilidade
estatística.

A modelagem do comportamento dos sistemas quânticos,


especialmente no contexto do experimento de Stern-Gerlach,
em que o spin de partículas é medido ao longo de diferentes
eixos seguem os passos seguintes. Clique em cada item e avance
para visualizar os demais.
Recurso de slides:

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Conteúdo

1. Definição dos estados


Um estado genérico de um sistema quântico de dois níveis é
denotado por . Este estado pode ser escrito como combinação
dos estados definidos pela direção ,

Os estados e da direção são definidos como:

Esses estados representam uma superposição dos estados


básicos e do eixo .

O estado ocorre quando e , enquanto o estado ocorre


quando e .
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A adoção de matrizes como representações na mecânica


quântica teve início por volta de 1925, em que Werner
Heisenberg, ao buscar uma maneira de representar todas as
variáveis quânticas em um único arcabouço teórico, substituiu
o modelo de Bohr sobre órbitas fixas dos elétrons, por uma
abordagem baseada em harmônicos de ondas estacionárias.
Essa reformulação permitiu a integração de alguns conceitos,
como o de saltos quânticos e a quantização de energia.

Com auxílio de Max Born, percebeu-se que a notação matricial


era uma forma de concatenar as diversas regras
de multiplicação que surgiam em sua teoria. Embora essa
abordagem tenha levado algum tempo para ser adotada, ela se
mostrou essencial para o avanço da mecânica quântica.
Pense a
respeito!
Ao longo deste material, você explorou desde o contexto
histórico da mecânica quântica até conceitos fundamentais,
como os postulados que a sustentam, e alguns experimentos
que evidenciaram seus princípios. A partir dessas discussões,
foi possível compreender como essas descobertas desafiaram a
física clássica e abriram caminhos para novas interpretações e
aplicações. Ao avançar nos estudos sobre a mecânica quântica,
surgem conceitos que desafiam as noções clássicas
estabelecidas, como por exemplo, superposição e
emaranhamento. Essas e outras questões continuam
impulsionando as pesquisas e debates sobre este importante
tema.

Referências
Bibliográficas
AMORIM, R. G. G. et al. Mecânica Quântica 120 anos:
Uma abordagem a partir da medida e de
simetrias. Revista Brasileira de Ensino de Física, v.
43, p. e20210076, 2021.
BAKER, J. 50 ideias de física quântica que você
precisa conhecer, Planeta, 2015.
BERNHARDT, C. Quantum Computing for Everyone.
The MIT Press, 2019.
JILARY, J. Quantum Computing: An Applied
Approach. Springer, 2019.
GRIFFITHS, D. J., Mecânica Quântica. Edição 2ª Ed.
Pearson Education (2011).
NIELSEN, M. A.; CHUANG, I. L. Quantum
Computation and Quantum Information:
10th Anniversary Edition. 10th. ed. New York:
Cambridge University Press, 2010.
SLOVINSCKI, L.; ALVES-BRITO, A. O experimento da
borracha quântica: uso de analogias para o
entendimento do quântico pelo clássico. Textos de
Apoio ao Professor de Física, v. 28, n. 6, 2017.
Disponível em:
[Link]
Acesso em: 13 dez. 2024.
UNIVERSIDADE DO COLORADO. Espectro do Corpo
Negro. Disponível em:
[Link]
spectrum/latest/blackbody-spectrum_pt_BR.html.
Acesso em: 18 dez. 2024.
UNIVERSIDADE DE MARYLAND. The Stern-Gerlach
Experiment. The Quantum Atlas. Disponível em:
[Link]
gerlach/. Acesso em: 6 jan. 2025.

3DCIENCIA. Scientific illustration, animation &


multimedia. Disponível em: [Link]
Acesso em: 16 dez. 2024.

YOUKLAB. Lecture 9: Quantum mechanics – Stern-


Gerlach experiment. Disponível em:
[Link]
10__Physics_III_-
_Survey_of_Modern_Physics/Entries/2010/7/14_Lect
ure_9__Quantum_mechanics__Stern-
Gerlach_experiment.html. Acesso em: 10 jan. 2025.
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