INSTITUTO TÉCNICO PRIVADO DE SAÚDE CAROLINA LAU
BIOLOGIA
AMINOÁCIDOS
Nome: Marcelina Sangueve
10ª Classe
Curso: Farmácia
Sala N.º 03
Turma: A, Turno: Manhã
O (A) DOCENTE
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SEQUELE, 2026
AMINOÁCIDOS
Trabalho apresentado ao Professor de Biologia, da
10ª Classe, Curso de Farmácia do Instituto
Técnico Privado de Saúde Carolina Lau.
Aluna: Marcelina Sangueve
1.
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SUMÁRIO
1. INTRODUÇÃO............................................................................................................4
2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA................................................................................5
2.1. Estrutura dos aminoácidos..........................................................................................5
3. TIPOS DE AMINOÁCIDOS.......................................................................................6
3.1. Aminoácidos, peptídeos e proteínas...........................................................................6
3.2. Aminoácidos essenciais e não essenciais...................................................................7
4. CONSIDERAÇÕES FINAIS.......................................................................................8
BIBLIOGRAFIA...............................................................................................................9
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2. INTRODUÇÃO
O presente trabalho tem como foco principal a abordagem sobre os Aminoácidos. Os
aminoácidos são as unidades básicas da composição de uma proteína. São compostos orgânicos
formados por um grupo amino (-NH3) associado a um grupo carboxila (-COOH). A principal
função dos aminoácidos é atuar como subunidades de estruturação de moléculas proteicas.
Dependendo da capacidade de o organismo humano sintetizar endogenamente a quantidade de
aminoácidos suficiente para suprir as necessidades metabólicas, tem-se a sua classificação em
aminoácidos essenciais e não essenciais. Em humanos saudáveis, nove aminoácidos são
considerados essenciais, uma vez que não podem ser sintetizados endogenamente e, portanto,
devem ser ingeridos por meio da dieta.
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3. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
Todas as proteínas de todos os organismos vivos são formadas por uma combinação
variada de apenas 20 tipos diferentes de aminoácidos, dos quais nove são aminoácidos
essenciais e 11 não essenciais ou, ainda, condicionalmente essenciais, ou seja, ami noácidos
que, em determinadas condições metabólicas, deixam de ser sintetizados pelo organismo em
quantidade suficiente para atender as necessidades fisiológicas. Os aminoácidos essenciais são
isoleucina, leucina, lisina, metionina, fenilalanina, treonina, triptofano, valina e, para crianças,
histidina. Conforme mencionado, todos esses aminoácidos podem ser definidos como sendo uni
dades monoméricas de estruturação de moléculas de proteína, caracteristicamente compostos
por um grupo amino (-NH3) associado a um grupo carboxila (-COOH).
Os aminoácidos são utilizados na síntese de proteínas, as quais constituem músculos,
tendões, cartilagens, tecido conjuntivo, unhas e cabelos, além de alguns hormônios. Assim, eles
ligam-se entre si para formar as proteínas, sendo portanto a "matéria prima" desses
macronutrientes.
3.1. Estrutura dos aminoácidos
Os aminoácidos são uma classe de moléculas que apresentam uma estrutura em comum.
Todos eles possuem um carbono assimétrico chamado de carbono alfa, o qual detém quatro
ligantes distintos: Grupo amino; grupo carboxila; átomo de hidrogênio; e um grupo variável
(representado por R). Esse grupo variável, também denominado cadeia lateral, promove a
variabilidade química dos aminoácidos.
Fig. N.º 01- Estrutura básica de um aminoácido.
De acordo com as propriedades da cadeia lateral, os aminoácidos podem ser agrupados
em apolares, polares e com cadeias laterais eletricamente carregadas. Os aminoácidos apolares
são glicina, alanina, valina, leucina, isoleucina, metionina, fenilalanina, triptofano e prolina. Os
aminoácidos polares são serina, treonina, cisteína, tirosina, asparagina e glutamina. Os
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aminoácidos com cadeias laterais eletricamente carregadas são o ácido aspártico, ácido
glutâmico, lisina, arginina e histidina.
De acordo com o Institute of Medicine, na publicação das suas Dietary References
Intakes (DRI), a proteína é o principal componente estrutural e funcional de todas as células do
organismo. Enzimas, transportadores de membrana, moléculas de transporte do sangue,
matrizes intracelulares, cabelo, unhas, albumina de soro, queratina e colágeno, assim como
muitos hormônios reguladores dos processos fisiológicos, são todos moléculas proteicas. Assim,
uma oferta adequada de proteínas na dieta é essencial para manter não apenas a integridade, mas
também a função celular, para saúde e reprodução (IOM, 2005).
Por sua vez, além de atuar como subunidades estruturadoras das proteínas, os próprios
aminoácidos também atuam como precursores de coenzimas, hormônios, ácidos nucleicos e
outras moléculas essenciais para o funcionamento do organismo.
4. TIPOS DE AMINOÁCIDOS
Existem 20 aminoácidos chamados de “aminoácidos-padrão”. As células os utilizam
para construir as milhares de proteínas existentes. Os 20 aminoácidos são: ácido aspártico; ácido
glutâmico; alanina; arginina; asparagina; cisteína; fenilalanina; glicina; glutamina; histidina;
isoleucina; leucina; lisina; metionina; prolina; serina; tirosina; treonina; triptofano e valina.
4.1. Aminoácidos, peptídeos e proteínas
Como vimos anteriormente, existem apenas 20 aminoácidos-padrão, mas diferentes
proteínas. Isso é possível graças às diferentes combinações que podem ser feitas com essas
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moléculas. Para se entender melhor como isso acontece, basta se lembrar do alfabeto, o qual
possui 26 letras e garante a formação de inúmeras palavras.
Os aminoácidos se unem por meio de ligações peptídicas, as quais se formam entre o
grupo carboxila de um aminoácido e o grupo amino de outro. Essas ligações permitem a
formação de cadeias de aminoácidos, que recebem o nome de peptídeos.
Quando dois aminoácidos estão ligados, temos um dipeptídeo; quanto três estão ligados, temos
um tripetídeo; quando quatro estão ligados, temos um tetrapeptídeo e assim sucessivamente. A
união de muitos aminoácidos é conhecida como polipeptídeo.
Uma proteína, por sua vez, pode apresentar milhares de aminoácidos. É possível
diferenciar um polipeptídeo de uma proteína analisando-se sua massa molecular. Quando a
molécula apresenta massa molecular abaixo de 10.000, temos um polipeptídeo, e quando a
massa molecular está acima de 10.000, temos uma proteína.
4.2. Aminoácidos essenciais e não essenciais
Os aminoácidos podem ser classificados em dois grupos: aminoácidos essenciais e não
essenciais. Os aminoácidos essenciais são aqueles que não são sintetizados em nosso corpo,
assim devem estar presentes em nossa dieta. Os aminoácidos não essenciais, por sua vez, são
aqueles que nosso corpo é capaz de produzir. Consideram-se como aminoácidos essenciais para
o adulto: isoleucina; leucina; lisina; metionina; fenilalanina; treonina; triptofano; valina.
Além dos aminoácidos citados anteriormente, nas crianças, a histidina é também
considerada um aminoácido essencial. Os aminoácidos podem ser conseguidos em diferentes
alimentos, como carnes vermelhas, frango, ovos, queijos, soja, feijão, lentilha, amendoim, aveia,
granola e arroz. Alguns alimentos, como carnes magras, leite e derivados e ovos, são
considerados completos, pois fornecem todos os aminoácidos essenciais de que necessitamos.
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A maioria das proteínas vegetais é dita incompleta, por não fornecer todos os
aminoácidos essenciais de que necessitamos. Entretanto, isso não é um empecilho para uma
dieta vegetariana, uma vez que uma dieta variada e bem planejada pode permitir que todos os
aminoácidos sejam fornecidos ao indivíduo.
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5. CONSIDERAÇÕES FINAIS
Em conclusão, os aminoácidos são moléculas orgânicas que possuem um átomo de
carbono ao qual se ligam um grupo carboxila, um grupo amino, um hidrogênio e um grupo
variável. Existem 20 aminoácidos considerados como padrões e que são os responsáveis por
formar todas as proteínas existentes. A grande quantidade de proteínas resulta da combinação
dos aminoácidos de diferentes maneiras.
Devido ao caráter ácido do grupo carboxila e do caráter básico do grupo amino, quando os
aminoácidos são dissolvidos em água, sofrem neutralização interna e tornam-se íons dipolares,
um composto químico eletricamente neutro. Essa característica dos aminoácidos permite que
sofram reação tanto com ácido como com base. Compostos com esse comportamento são
denominados anfóteros
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BIBLIOGRAFIA
MARCHINI, Júlio Sérgio et al. Aminoácidos. São Paulo: ILSI Brasil-International Life
Sciences Institute do Brasil, 2016.
ROGERO, Marcelo Macedo; TIRAPEGUI, Julio. Aspectos atuais sobre aminoácidos de cadeia
ramificada e exercício físico. Revista Brasileira de Ciências Farmacêuticas, v. 44, p. 563-
575, 2008.
ROSSI, Luciana; TIRAPEGUI, Júlio. Aminoácidos: bases atuais para sua suplementaçäo na
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MAGALHÃES, Lana. Aminoácidos. Toda Matéria, [s.d.]. Disponível em:
[Link] Acesso em: 14 fev. 2026
VANESSA, Vanessa Sardinha dos Santos. Aminoácidos. Disponível em:
[Link]
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