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Provérbios

O documento apresenta uma coleção de provérbios e ditados populares que refletem sabedoria e ensinamentos sobre a vida. Cada expressão aborda temas como prudência, amizade, trabalho e a natureza humana. Os provérbios servem como orientações e conselhos práticos para diversas situações do cotidiano.

Enviado por

Tania Pires
Direitos autorais
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Provérbios

O documento apresenta uma coleção de provérbios e ditados populares que refletem sabedoria e ensinamentos sobre a vida. Cada expressão aborda temas como prudência, amizade, trabalho e a natureza humana. Os provérbios servem como orientações e conselhos práticos para diversas situações do cotidiano.

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Filho de perixe, peixinho é.

Em terra de cego quem tem olho é rei


Gato escaldado de água fria tem medo
Quem semeia vento, colhe tempestade
Cada macaco, no seu galho
A galinha do vizinho é sempre melhor que a minha
A palavra é de prata e o silêncio é de ouro
Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura
Águas passadas não movem moinhos
Casa de ferreiro, espeto de pau
Casa roubada, trancas à porta
Depois da tempestade vem a bonança
Deitar cedo e cedo erguer, dá saúde e faz crescer
Depressa e bem não há quem
De noite todos os gatos são pardos
grão a grão enche a galinha o papo
De médico e de louco, todos temos um pouco
Diz-me com quem andas, dir-te-ei quem és
Enquanto há vida, há esperança
Filho de peixe, sabe nadar
Gaivotas em terra, tempestade no mar

Gato escaldado de água fria tem medo


Junta-te aos bons, serás como eles, junta-te aos
maus, serás pior do que eles
Mais vale um pássaro na mão, do que dois a voar
Longe da vista, longe do coração
Mais vale cair em graça do que ser engraçado
Mais depressa se apanha um mentiroso que um
coxo
Madruga e verás trabalha e terás
Mais vale uma palavra antes que duas depois
Mais vale prevenir que remediar
Muita parra pouca uva
Nem tudo o que reluz é ouro
Nem oito nem oitenta
No aperto e no perigo se conhece o amigo
No poupar é que está o ganho
O prometido é devido
O segredo é a alma do negócio
O bom filho à casa retorna
O seu a seu dono
O sol quando nasce é para todos

Para frente é que se anda


Por morrer uma andorinha não acaba a primavera
Pela boca morre o peixe
Passarinhos e pardais não são todos iguais
Quando a esmola é grande o santo desconfia
Quem espera sempre alcança
Quem tem telhados de vidro não atira pedras
Quem parte e reparte e não fica com a melhor
parte, ou é tolo ou não tem arte
Quem sai aos seus não degenera
Quem semeia ventos colhe tempestades
Quem corre por gosto não cansa
Quem muito fala pouco acerta
Quem não tem cão, caça com gato
Quem ri por último ri melhor
Quem conta um conto acrescenta-lhe um ponto
Nem tudo o que vem à rede é peixe
Quem canta seus males espanta
Quem não arrisca não petisca
Querer é poder

Não há bela sem senão


Quem boa cama fizer nela se deitará
Quem tudo quer tudo perde
Quem é vivo sempre aparece
Quem vai ao mar avia-se em terra
Roma e Pavia não se fez em um dia
São mais as vozes que as nozes
Vão-se os anéis e ficam-se os dedos
Zangam-se as comadres, descobrem-se as
verdades
Santos da casa não fazem milagres
Recordar é viver
Quem sabe faz, quem não sabe ensina
Quem parte velho paga novo
Quem não trabuca não manduca
Quem nada não se afoga
Quem muito escolhe pouco acerta
Quanto mais depressa mais devagar
Nem tanto ao mar nem tanto à terra
Quem desdenha quer comprar
Quem diz o que quer, ouve o que não quer

a cavalo dado não se olham a dentes


Um olho no peixe outro no gato
O pior cego é aquele que não quer ver
Plantar verde para colher maduro
Depois da batalha aparecem os valentes
Não adianta chorar sobre oleite derramado
Quando uma porta se fecha, abre-se uma janela

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