UNOPAR
MATEMÁTICA LICENCIATURA
FAUSTO MOTA PEREIRA
RELATÓRIO DO
ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO II
Sete Lagoas
2025
FAUSTO MOTA PEREIRA
RELATÓRIO DO
ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO II
Relatório apresentado à UNOPAR, como
requisito parcial para o aproveitamento da
disciplina de Estágio Curricular II do curso de
Matemática Licenciatura.
Sete Lagoas
2025
SUMÁRIO
1 RELATO DAS LEITURAS OBRIGATÓRIAS 4
2 RELATO DA ANÁLISE DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO (PPP) 6
3 RELATO DA ANÁLISE DO PLANO DE TRABALHO DOCENTE 7
4 RELATO DA ANÁLISE DE MATERIAIS DIDÁTICOS DA ESCOLA 9
5 PROPOSTA DE ATIVIDADE PARA ABORDAGEM DOS TEMAS
CONTEMPORÂNEOS TRANSVERSAIS DA BNCC 11
6 RELATO DA ENTREVISTA COM O PROFESSOR REGENTE 12
7 RELATO DE REUNIÃO PEDAGÓGICA OU CONSELHO DE CLASSE 13
8 RELATO DO LEVANTAMENTO DE MATERIAIS DE APOIO ESPECÍFICOS
PARA ABORDAGEM DOS TEMAS TRANSVERSAIS CONTEMPORÂNEOS
14
9 RELATO DO PROCESSO DE IMPLANTAÇÃO DA BNCC NA ESCOLA 15
10 RELATO DA ANÁLISE DOS INSTRUMENTOS AVALIATIVOS UTILIZADOS
PELO PROFESSOR 17
11 RELATO DA ANÁLISE DA ATUAÇÃO DA EQUIPE PEDAGÓGICA NO
ACOMPANHAMENTO DA DISCIPLINA 18
12 RELATO DA OBSERVAÇÃO 20
13 PLANOS DE AULA 22
14 RELATO DA APRESENTAÇÃO DOS PLANOS DE aula AO PROFESSOR
25
15 RELATO DA REGÊNCIA 27
16 RELATO DA ANÁLISE DO REGIMENTO ESCOLAR 28
17 RELATO DAS ENTREVISTAS COM A EQUIPE DIRETIVA 29
18 RELATO DA OBSERVAÇÃO DA ORGANIZAÇÃO E SUPERVISÃO 30
19 ATA DE REUNIÃO PEDAGÓGICA E/OU ADMINISTRATIVA 31
20 RELATO DA OBSERVAÇÃO DA ROTINA DO SUPERVISOR/ORIENTADOR
32
21 PLANO DE AÇÃO 33
22 RELATO DA APRESENTAÇÃO DO PLANO DE AÇÃO À DIREÇÃO ESCOLAR
34
23 VALIDAÇÃO DO RELATÓRIO35
CONSIDERAÇÕES FINAIS 36
Observações:
Deverão ser mantidos no Relatório apenas os itens correspondentes ao estágio
realizado no semestre, conforme Plano de Trabalho disponível no AVA.
Após concluir o seu relatório, será necessário atualizar a paginação do sumário.
Para isso, clique sobre algum dos itens acima, com o botão direito do mouse,
selecione a opção “atualizar campo” e, depois, “atualizar apenas os números de
página”.
3
INTRODUÇÃO
O presente trabalho tem por objetivo apresentar as experiências a
serem vivenciadas no Estágio Supervisionado II – Ensino Médio.
Apesar de ser uma disciplina do 6° período é a última que me falta
para a colação de grau. Estou certo que muito aprenderei e, também,
muitos desafios se descortinarão. Trata-se de uma escola na região
central. Há problemas sim, pois fiz os outros dois estágios na mesma
instituição, a Escola Estadual Maurilo de Jesus Peixoto. Mas, apesar
de ainda desconhecer a realidade das outras escolas e ter ouvido
muito falar das ditas “escolas periféricas”, por aqui os problemas são
sempre contornáveis. Pode-se dizer que o diretor Gilmar é um
excelente gestor. Está presente na resolução de cada detalhe. Pude
perceber durante meus outros estágios. Há, segundo o pedagogo, um
problema que se acentuou com uma medida do estado obrigando à
aprovação de todos os alunos independente do aproveitamento,
retenção de conhecimento ou comportamento. Isso dá aval a tipos de
comportamento que podem fugir ao controle na gestão da sala no
último bimestre, momento em que estagio na escola. O professor
escolhido foi Paulo Adriano Pires, o único docente de matemática do
ensino médio do período noturno. De antemão ele me alegou escassez
de tempo para se dedicar a meu estágio. Terei mais este desafio, mas
confio que com dedicação a tarefa será executada com todos os
parâmetros exigidos.
4
1 RELATO DAS LEITURAS OBRIGATÓRIAS
O artigo “O Estágio Supervisionado em Matemática como Espaço de
Desenvolvimento da Epistemologia Da Prática Docente” propõe uma análise sobre o
estágio supervisionado e conclui favoravelmente a esse.
O artigo propõe discutir o Estágio Supervisionado como espaço de
elaboração e desenvolvimento de uma epistemologia da prática, com vistas à
compreensão da docência em matemática. Por meio de pesquisa qualitativa
arrimada, num estudo bibliográfico e documental, em apresentam-se experiências
educativas vivenciadas por ocasião da execução didático-pedagógica do currículo
do Curso de Licenciatura em Matemática do Instituto Federal de Educação, Ciência
e Tecnologia do Ceará – Campus Cedro. Esse currículo foi implantado no semestre
2009.2, com licenciandos em matemática. Todo o material para a análise foi
coletado por meio de observações feitas e registradas a partir de debates em sala
de aula, registros escritos e relatórios finais da disciplina.
No contexto da legislação educacional brasileira, o Estágio Supervisionado é
obrigatório para a conclusão dos cursos de licenciatura. O Conselho Nacional de
Educação por meio do Parecer n° 28/2001, especifica a licenciatura como uma
condição para o exercício de uma atividade docente. Essa obrigatoriedade aponta
para a necessidade de se tomar a atividade docente e seu exercício, como conditio
sine qua non para a própria formação intelectual e prática pedagógica do futuro
professor, o que requer orientação e acompanhamento de um profissional já
habilitado que, por sua vez, toma a práxis docente com um espaço de saberes em
trânsito, logo inacabado.
Há diversas citações de alunos que se encontram no chamado Estágio III.
Dentre eles podemos citar este, do chamado Estagiário 7:
Ao expor o conteúdo, o professor regente mostrou ter
conhecimento matemático específico, expondo o conteúdo de
maneira clara. Porém a turma é numerosa, com 44 alunos e bastante
heterogênea, formada por jovens interessados, participativos,
mas com algumas dificuldades nesta disciplina e alguns com índice de
aprendizagem elevado, mas também tinha aqueles desinteressados,
que não mostravam nenhum interesse na aula, sentavam-se no
fundo da sala pra conversar. Então o professor procurava envolvê-los,
fazendo com que participassem, indagando sobre o conteúdo e
suas dificuldades. (Estagiário 7).
Verificou-se, por meio da observação e falas dos estagiários, que
com o estágio é possível construir diferentes olhares e ressignificar a
docência em matemática, sendo o aprendizado consequência de sua
ação docente, mediatizada pela reflexão crítica sobre a própria prática.
Analisar e refletir criticamente a prática educativa desenvolvida na escola
deve ser missão de todo professor, que tem como referência a
aprendizagem de seus alunos, bem como sua formação permanente para
ensinar cada vez melhor. Os estudos comparativos entre teoria estudada
e prática observada, consolidaram-se em elementos de referência para
5
significativas discussões em sala de aula, oportunizando aos estagiários a
socialização e troca de experiências sobre práticas pedagógicas, práticas
de gestão escolar, planejamento de atividades didáticas, produção e
utilização de material didático, dentre outros. Nessa configuração, a troca
de experiência permite ao futuro profissional, mais preparo para atuar no
ensino de matemática e lidar com a complexidade da realidade escolar.
O Estágio Supervisionado expressa sua relevância na formação
inicial do professor que é fundamental ao propiciar ao aluno um momento
específico de aprendizagem e possibilita uma visão crítica da dinâmica
das relações existentes no campo institucional, enquanto processo
efervescente, criativo e real do fazer educativo. Do exposto, pode-se
afirmar que as ações desenvolvidas no Estágio III, nos diferentes espaços
educativos, buscou integração dos diversos atores educativos envolvidos,
promovendo aprendizagem em relação à formação do docente para o
ensino de matemática, constituindo-se num saber experiencial articulado
com o cotidiano da prática docente. Os dados revelam que o estágio
oportunizou aos estagiários desenvolver uma epistemologia da prática
docente para o exercício da profissão, em que a análise, a articulação e a
reflexão crítica lhes possibilitaram assumir posturas diferenciadas em
relação à prática tradicional e conteudista de ensino em matemática. Além
disso, tomaram consciência de que a sala de aula é um espaço nutridor
de relações e aprendizagens que propicia diferentes saberes com
repercussão reflexiva sobre o seu desenvolvimento profissional; sobre
questões relacionadas a dinâmica da sala de aula; sobre as metodologias
que devem ou não ser utilizadas na prática de ensino, concebendo a
escola como espaço dinâmico de produção de conhecimento, logo
espaço também de sua formação como educadores.
6
2 RELATO DA ANÁLISE DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO (PPP)
Observação:
Componente exclusivo do Relatório dos Estágios de Regência. Não consta no
Plano de Estágio Curricular Obrigatório para o Estagio II – Ensino Médio.
7
3 RELATO DA ANÁLISE DO PLANO DE TRABALHO DOCENTE
O plano de trabalho docente da Escola Estadual Maurilo de Jesus
Peixoto segue a base nacional do PNCC do estado de Minas Gerais. O
currículo que será referido aqui e é seguido pelo professor Paulo pode ser
encontrado no sítio
[Link]
crmg.
Para o primeiro ano do ensino médio, o professor Paulo destacou que
a ênfase é em funções e segue o seguinte roteiro:
Números reais. Potência de um número real com expoente inteiro.
Propriedades das potências com expoentes inteiros. Notação científica. Raiz
enésima de um número real. Notação científica. Reconhecer e empregar
medidas de comprimento muito grandes ou muito pequenas. Ideia de função.
Lei de formação da função. A notação f(x). Valor de uma função.
Representação gráfica de uma função. A função afim. Gráfico da função afim.
Zero de uma função afim. Variação de uma função afim. Estudo do sinal da
função afim. Função quadrática. A função quadrática.
Nesta fase, o professor destaca que seu objetivo e metodologia é fazer
os alunos revisarem os principais conceitos sobre os números reais e levá-los
a compreender as funções como relações de dependência unívoca entre
duas variáveis e suas representações numérica, algébrica e gráfica
Para o segundo ano, a matéria prevista é:
Matriz. Matriz: diagonal da matriz, tipos de ma trizes. Igualdade de
matrizes. Matriz transporta. Operações com matrizes. Determinantes.
Equações lineares. Sistemas de equações lineares. Escalonamento. Gráficos
de funções lineares com uma ou duas variáveis. Noções de probabilidade
básica: espaço amostral discretos ou contínuos, evento aleatório
(equiprovável). Contagem de possibilidades. Cálculo de probabilidades
simples. Probabilidade da união de dois eventos. Eventos equiprováveis ou
não equiprováveis. Eventos dependentes e independentes. Probabilidade
condicional: Cálculo de probabilidade de eventos relativos a experimentos
aleatórios sucessivos.
Paulo utiliza estratégias, conceitos, definições e procedimentos
matemáticos para interpretar, construir modelos e resolver problemas em
diversos contextos, analisando a plausibilidade dos resultados e a adequação
das soluções propostas, de modo a construir argumentação consistente.
No terceiro ano, o curso versa sobre:
Áreas de figuras geométricas. Conceitos e procedimentos de
geometria métrica. Poliedros. Área total : de prismas, de pirâmides e corpos
redondos. Volume: de prismas, de pirâmides e corpos redondos. Princípio de
Cavalieri. Noções de estatística descritiva. Gráficos estatísticos (histogramas
e polígonos de frequência). Distribuição normal. Medidas de tendência
central: média, moda e mediana. Medidas de dispersão: amplitude, variância
8
e desvio-padrão. Amostragem. Gráficos e diagramas estatísticos: histo
gramas, polígonos de frequências, dia grama de caixa, ramos e folhas etc.
Nesse período, a principal preocupação do professor é levar os alunos
a utilizar estratégias, conceitos, definições e procedimentos matemáticos para
interpretar, construir modelos e resolver problemas em diversos contextos,
analisando a plausibilidade dos resultados e a adequação das soluções
propostas, de modo a construir argumentação consistente.
Os instrumentos utilizados são quadro, caneta específica, internet para
complementação do material e utilização do livro +Ação, Matemática e suas
Tecnologias para desenvolvimento de projetos para enriquecimento das aulas
e engajamento dos alunos.
O professor Paulo destaca, ainda, que a matéria prevista no PNCC é
maior e, que nem sempre é possível atingir todos os pontos, dependendo da
turma.
Quanto ao processo avaliativo, o professor disse utilizar o mesmo
método para as três séries. Quais sejam: Trabalho (individual ou em dupla,
alternando o modo por bimestre), prova (diagnóstica e bimestral), atividades
com menor valor de pontuação para fixação da matéria e vistos no caderno
para averiguar acompanhamento.
9
4 RELATO DA ANÁLISE DE MATERIAIS DIDÁTICOS DA ESCOLA
A EEMJP conta com uma diversa gama de materiais para desenvolvimento
do projeto de ensino.
Cartazes
Diversos e nos mais diversos estilos, confeccionados em sua maior
parte pelos alunos a pedido e com orientação dos professores. No momento
encontramos, por exemplo, cartazes de modelos de funções na sala do 1°
ano do Ensino Médio.
Desenhos
Conceituais e interdisciplinares. Largamente utilizado no Ensino Médio,
podemos citar exemplo de probabilidade em genética no ensino médio.
DVDs
Existem em grande número, mas o diretor Gilmar, em visita guiado por
ele à biblioteca me orientou que esses materiais não são mais usados.
Filmes
Muito utilizado na Matemática para difusão da história da Matemática.
Livro +Ação
Usado para projetos do Ensino Médio
Tabelas
Intensivamente utilizadas para os conceitos de estatística e
probabilidade.
Jogos
Utilizado para despertar o interesse dos alunos. O professora Paulo me
cita o exemplo de uma aula com o jogo de perguntas e respostas com torta
na cara que animou muito aos alunos do 1° ano.
Além desses, podemos citar o uso de cartas, folders, gráficos,
gravuras, ilustrações, livros (que serão apresentados mais à frente no Plano
Nacional do Livro Didático – PNLD), mapas, maquete, modelos, mural, slides,
textos.
O Plano Nacional do Livro Didático – PNLD é um evento muito
importante da escola. As editoras apresentam seus livros, os professores
ajudam na escolha e o livro passa a fazer parte do projeto. Grande ressalta é
que os livros devem chegar a todos os alunos.
Os materiais são usados em datas previamente combinada com os
alunos e responsáveis, excetuando-se o livro didático, que deve estar em
todas as aulas.
10
Os critérios utilizados pela professor Paulo para escolha do material leva em
conta o grau de desenvolvimento dos alunos. A cada período ela diz reavaliar
os materiais segundo o interesse dos alunos.
A EEMJP não conta com materiais específicos para alunos com
necessidades educativas especiais, mas há projeto em desenvolvimento
nessa área, destaque para altas habilidades e superdotação.
A escola conta com biblioteca e uma sala especial para guarda dos materiais,
a conhecida sala 20.
A equipe multidisciplinar é composta por especialista e pedagogo.
11
5 PROPOSTA DE ATIVIDADE PARA ABORDAGEM DOS TEMAS
CONTEMPORÂNEOS TRANSVERSAIS DA BNCC
Tema contemporâneo transversal a serPesquisa de Opinião: A Prática de
trabalhado Esporte no Brasil
Público Alunos do 2° ano do ensino médio
Tempo de duração Uma aula de 50 minutos para a parte
explanativa, 39min19s para reprodução
de vídeo e 25 minutos para avaliação.
Objetivos Introdução a coleta e análise de dados e
conscientização sobre a prática de
esportes nacionais.
Encaminhamento metodológico – Explanação sobre pesquisa de opinião;
– Apresentação de texto e gráfico de
pizza sobre a prática de esportes no
Brasil, dividido entre Praticantes de
atividades físicas, sedentários e
praticantes de esportes;
- Apresentação do vídeo Exemplos
práticos da estatística na educação física .
2022 Disponível em
[Link]
tedvideo?
&q=Estatistica+No+Esporte&&mid=E266E
75EB8CF29CC3616E266E75EB8CF29C
C3616&mmscn=mtsc&aps=1&FORM=VR
DGAR . Acesso em 19 de novembro de
2025.
Recursos a serem utilizados Quadro e vídeo.
Avaliação Um questionário composto por quatro
perguntas formuladas de maneira a ser
transversais:
Questionário) Com base nas informações
apresentadas e no vídeo assistido
responda:
a) Quantas entrevistas foram realizadas
nessa pesquisa?
b) Em qual faixa de idade estava a
população que foi alvo da pesquisa?
C) Em 2013, qual porcentagem dos
entrevistados correspondia aos
praticantes de esporte? E aos praticantes
de atividade física? E aos sedentários?
d) Discorra sobre os benefícios da prática
de esportes/atividade física.
12
6 RELATO DA ENTREVISTA COM O PROFESSOR REGENTE
Observação.
Componente exclusivo do Relatório dos Estágios de Regência. Não consta no
Plano de Estágio Curricular Obrigatório para o Estagio II – Ensino Médio.
13
7 RELATO DE REUNIÃO PEDAGÓGICA OU CONSELHO DE CLASSE
Observação:
Componente exclusivo do Relatório dos Estágios de Regência. Não consta no
Plano de Estágio Curricular Obrigatório para o Estagio II – Ensino Médio.
14
8 RELATO DO LEVANTAMENTO DE MATERIAIS DE APOIO ESPECÍFICOS
PARA ABORDAGEM DOS TEMAS TRANSVERSAIS CONTEMPORÂNEOS
Observação:
Componente exclusivo do Relatório dos Estágios de Regência. Não consta no
Plano de Estágio Curricular Obrigatório para o Estagio II – Ensino Médio.
15
9 RELATO DO PROCESSO DE IMPLANTAÇÃO DA BNCC NA ESCOLA
Depois de entrevista com a vice-diretora do turno da manha da EEMJP
Mírian Marques de Oliveira Soares pode-se extrair as seguintes informações
acerca da implantação da BNCC na citada escola.
FORMAÇÃO DA EQUIPE GESTORA
A equipe gestora recebe as informações do documento através de reuniões,
lives e e-mails.
FORMAÇÃO DO CORPO DOCENTE
Dentre as estratégias utilizadas pela equipe gestora para garantir que
os professores estejam preparados para trabalhar com o que preconiza a
BNCC pode-se destacar as reuniões que marcam a importância dos
documentos norteadores.
A discussão entre os professores é feita por área, estudos coletivos e,
também, estudos individualizados.
As reuniões para conhecimento do documento são feitas
mensalmente, mas destacamos que existem necessidades pontuais em que
se fazem premente a reunião, a exemplo feiras culturais.
MATERIAL DIDÁTICO
Segundo a vice-diretora Mírian, um assunto muito complexo se refere à
atualização do material didático visando ao alinhamento com a BNCC já que
alguns itens não são contemplados pelos livros (matemática aplicada) e a
escola não tem material pronto (está em construção).
Sobre os professores receberem formação acerca do material adotado
e sobre como implementá-lo, segundo Mírian, a grande verdade seria que
não.
16
PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO (PPP)
O processo de atualização do PPP da escola a fim de alinhá-lo às
diretrizes da BNCC tem sido desafiante, uma vez que os professores estão
mais focados na problematização, diz a vice-diretora.
Os professores têm sido envolvidos no processo de revisão, mas as
soluções têm se mostrado complexas.
AVALIAÇÃO
Estão sendo adotadas mudanças na metodologia de avaliação que passarão
a seguir os normativos da BNCC.
17
10 RELATO DA ANÁLISE DOS INSTRUMENTOS AVALIATIVOS UTILIZADOS
PELO PROFESSOR
O professor Paulo utiliza sempre os mesmos modelos avaliativos em todas as suas
turmas e séries, mas, segundo ele, variam, conforme o decorrer do ano.
No primeiro bimestre ele inicia com uma avaliação de pouco valor somativo
com o intuito de aferir o conhecimento prévio da turma.
No último, ele faz um simulado de múltipla escolha no valor de 40% da nota
do bimestre, o que representaria 10% da nota final do aluno naquele ano.
Em todos os bimestres ela busca por um sistema diversificado de avaliações,
os quais os alunos podem companhar. Ela elencou os seguintes instrumentos
avaliativos:
i) Prova bimestral de caráter somativo ao final do bimestre, conforme exigência do
corpo pedagógico;
ii) Visto nas atividades feitas nos cadernos como forma de manter os alunos
engajados, o que é transferido em conceito e juntamente com outro instrumento que
é a autoavaliação, transforma-se em pontuação que, segundo Michele, representa
20 % da nota do bimestre;
iii) Exercícios avaliativos que variam entre individual e em duplas para fixação do
conteúdo no decorrer do bimestre. Essa variação ocorre de bimestre para bimestre e
as duplas são sempre sorteadas.
Todos os instrumentos avaliativos, seus moldes, concepções são
direcionados e aprovados pela setor pedagógico, bem como o lançamento de notas.
Segundo Paulo, os professores trocam cotidianamente experiência entre si.
Não só sobre modelos e concepções de instrumentos avaliativos, mas também
frequência de alunos, aqueles que possuem mais dificuldade ou necessidade de
intervenção (pela análise das avaliações). Nesse sentido também há reuniões
periódicas para discutir o tema na agenda pedagógica da Escola Estadual Maurilo
de Jesus Peixoto.
18
11 RELATO DA ANÁLISE DA ATUAÇÃO DA EQUIPE PEDAGÓGICA NO
ACOMPANHAMENTO DA DISCIPLINA
Na EEMJP, a gestão do acompanhamento disciplinar é dividida em tarefas
específicas. A atuação do professor em sala de aula, incluindo seu desempenho e
conduta, é acompanhada pelo pedagogo. A disciplina escolar, tanto em relação ao
relacionamento do professor com seus pares quanto à relação com os alunos, é
supervisionada pela direção e vice direção.
O processo de recebimento e validação do planejamento é conduzido pelo
pedagogo, que recebe os documentos e avaliações. O planejamento, incluindo a
proposta de trabalho e o planejamento anual, é recebido bimestralmente por e-mail.
O pedagogo analisa a coerência do planejamento com a Base Nacional
Comum Curricular (BNCC) e oferece feedback aos professores, sugerindo
acréscimos, retiradas ou confirmando a adequação do planejamento. O processo
considera a continuidade das habilidades e competências trabalhadas pelo professor
da mesma área no ano letivo anterior.
Devido à restrição de recursos humanos, não há um processo formal de
observação de aulas. A atuação do pedagogo se concentra na análise de cadernos,
conversas com pais, alunos e professores, a fim de obter informações sobre o
andamento das aulas e a dinâmica do aprendizado.
O processo de desenvolvimento pedagógico, que engloba a validação dos
instrumentos de avaliação e dos registros pedagógicos, bem como a realização de
reuniões, é conduzido pelo pedagogo, com o apoio do especialista em educação
básica. Este profissional, que desempenha as mesmas funções, conta com o
acompanhamento da vice-direção escolar nas reuniões e no cotidiano escolar. As
reuniões na escola são realizadas bimestralmente em conselhos de classe e
mensalmente em reuniões pedagógicas. Nesses encontros, promove-se a troca de
informações teóricas e práticas entre as áreas de conhecimento, como linguagem,
ciências e matemática, seja por disciplina ou por série, facilitando o feedback. Esse
feedback permite avaliar o andamento do trabalho e ajustar as estratégias
pedagógicas, como a progressão do conteúdo programático, adaptando-o às
19
necessidades dos alunos, seja acelerando, retardando ou revisando determinados
temas.
Esse último item, a atuação da equipe pedagógica na resolução de conflitos
professor, aluno, ele é mais da competência da gestão escolar. Então a gente deixa
isso mais a cargo do diretor, do vice-diretor, estar mediando esses conflitos e a
resolução dos mesmos, ouvindo ambas as partes, tendo um diálogo muito aberto,
muito centrado e é um processo diário, a gente não deixa passar nada, buscamos
resolver já as coisas no início do processo para que não gere um transtorno ou um
conflito ainda maior e que isso se espalhe aí e gere um mal-estar na questão da
aprendizagem. A gente tem aqui um clima, geralmente mediado pelo diálogo e não
temos grandes atritos não. A violência na nossa escola é uma questão pontual.
20
12 RELATO DA OBSERVAÇÃO
Neste texto serão contempladas as análises das três aulas que foram objeto de
minha análise.
1°.A 18:50 – 19:40
O Professor Paulo trouxe o material pronto, demonstrando preparo e
antecipação de conteúdo. A gestão de tempo foi impecável. Não havia alunos com
laudo/necessidade especial na sala. A gestão de sala de aula foi considerada muito
boa.
Assunto: Progressão Aritmética
Recepção da prova assinada pelos pais ou responsáveis
Apresentada a definição de Progressão Aritmética foi abordado o
conceito de série e dado alguns exemplos.
Os alunos divergem quanto à forma que reagem ao contato com o
novo conteúdo. Alguns dispersos, muitos conectados. Porém, todos concentram-se
durante a explicação e absorvem o conteúdo. São bastante participativos.
A didática do Professor Paulo pode ser considerada progressista.
A postura dos alunos pode ser considerada dialógica.
Os alunos fazem perguntas. A professora é uma intermediadora
ativa.
Não há espaço para o livro didático, mas todos os alunos possuem
uma cópia do livro.
Nenhum outro material além da lousa foi utilizado.
2°. a 18:50 – 19:40
Gestão de sala de aula muito bem-feita. Gestão de tempo excelente.
Nesta aula, o professor controla a execução das tarefas por visto.
Os alunos desta turma são muito curiosos. Estavam em uma aula de
resolução de exercícios sobre probabilidade. As atividades pedem que calculem
binômios de Newton.
21
Turma silenciosa e imbuída na tarefa.
O professor, nesta turma, se dedica a explicar individualmente aos
alunos, auxiliando-os em suas dúvidas.
A didática do Professor Paulo pode ser considerada progressista.
A postura dos alunos pode ser considerada dialógica.
Os alunos fazem perguntas. O professor é uma intermediadora ativa.
Não há espaço para o livro didático, mas todos os alunos possuem
uma cópia do livro.
Nenhum outro material além da lousa foi utilizado.
3°. A 18:50 – 19:40
Turma agitada e indisciplinada.
Aula sobre resolução de sistema com duas variáveis. Resolução de
exercício pelo método de soma. A seguir foram dados exercícios em que
explicitamente se pedia a resolução pelo método da soma. Todos os problemas
muito simples, exigência muito pequenade raciocínio.
Ao final da aula a professora Michele avisou que a prova teria
questões apenas do método de adição.
Não foram apresentados exemplos em que foi necessário equilibrar
as equações com um fator multiplicativo.
A didática do Professoro Paulo pode ser considerada progressista.
A postura dos alunos pode ser considerada dialógica.
Os alunos fazem perguntas. A professora é uma intermediadora
ativa.
Não há espaço para o livro didático, mas todos os alunos possuem
uma cópia do livro.
Nenhum outro material além da lousa foi utilizado.
Observando mais profundamente, pode-se perceber que o professor
estava fazendo uma revisão de assuntos que ele tinha diagnosticado ausêntes no
cabedal dos alunos. Os alunos possuíam certa limitação e o domínio da turma era
difícil, sendo que alguns demonstravam total desinteresse.
22
13 PLANOS DE AULA
PLANO DE AULA 1
Identificação Escola Escola Estadual Maurilo de
Jesus Peixoto
Professor Regente Paulo Adriano Pires
Professor Estagiário Fausto Mota Pereira
Disciplina Matemática
Série 1°.
Turma A
Período Noturno
Conteúdo Função Exponencial
Objetivos Objetivo geral:
Cobrir deficiências em potenciação e radiciação
Apresentar função exponencial
Expor o gráfico da função exponencial e sua formas de
construção e interpretação
Metodologia 1 Iniciar com as regras de potenciação e radiciação;
2 Expandir para potência com expoente racional;
3 Expor a regra de formação da função exponencial;
4 Mostrar e analisar o gráfico de uma função
exponencial.
Recursos Quadro e o livro didático Matemática – Funções e
Progressões da editora FTD.
Avaliação Exercícios escolhidos com níveis de dificuldade
crescente que serão assessorados pelo estagiário
individualmente e em tempo real.
Referências Bonjorno, José Roberto; Júnior, José Ruy Giovanni;
Sousa, Paulo Roberto Câmara de. Matemática:
Funções e Progressões. 1. ed. São Paulo: FTD, 2020.
PLANO DE AULA 2
Identificação Escola Escola Estadual Maurilo de
Jesus Peixoto
Professor Regente Paulo Adriano Pires
Professor Estagiário Fausto Mota Pereira
Disciplina Matemática
Série 2°.
Turma A.
23
Período Noturno
Conteúdo – Princípio Multiplicativo
– Diagrama de Árvores
Objetivos – Compreensão básica da combinação
– Compreensão do princípio multiplicativo
– Compreensão do diagrama de árvores
Metodologia 1) Ilustrar a ideia de combinação a partir de alimentos
para compor o prato em um self service
2) A partir da quantidade de calças, blusa e sapatos
que uma pessoa possui, apresentar o Princípio
Multiplicativo
3) Usar o exemplo de uma moeda sendo lançada
quatro vezes para desenhar e apresentar o Diagrama
de Árvores.
Recursos Quadro e o livro didático Matemática – Estatística,
Combinatória e Probabilidade da editora FTD.
Avaliação Exercícios escolhidos com níveis de dificuldade
crescente que serão assessorados pelo estagiário
individualmente e em tempo real.
Referências Bonjorno, José Roberto; Júnior, José Ruy Giovanni;
Sousa, Paulo Roberto Câmara de. Matemática:
Estatística, Combinatória e Probabilidade. 1. ed. São
Paulo: FTD, 2020.
PLANO DE AULA 3
Identificação Escola Escola Estadual Maurilo de
Jesus Peixoto
Professor Regente Paulo Adriano Pires
Professor Estagiário Fausto Mota Pereira
Disciplina Matemática
Série 3°.
Turma A
Período Noturno
Conteúdo Matrizes
Objetivos Objetivo geral:
Dar noção intuitiva de matrizes
Explicar elementos especiais da matriz como diagonal
principal, secundária, linha, coluna e matriz quadrada.
24
Metodologia 1) Inicialmente usaremos exemplo de consumo de
alimento/mês para mostrar o conceito de matriz.
2) Apresentar o conceito de linha e coluna e a notação
de matriz, salientando que Ci,j o i sempre representa a
linha e j a coluna
3) Resolução no quadro de uma série de exercícios
para fixação do conteúdo
Recursos Quadro e o livro didático Matemática – Sistemas,
Matemática Financeira e Grandezas da editora FTD
Avaliação Exercícios escolhidos com níveis de dificuldade
crescente que serão assessorados pelo estagiário
individualmente e em tempo real.
Referências Bonjorno, José Roberto; Júnior, José Ruy Giovanni;
Sousa, Paulo Roberto Câmara de. Matemática:
Sistemas, Matemática Financeira e Grandezas. 1. ed.
São Paulo: FTD, 2020.
25
14 RELATO DA APRESENTAÇÃO DOS PLANOS DE AULA AO PROFESSOR
O tempo com o professor regente foi muito escasso. Só pude utilizá-
lo o minimamente necessário. Quando tive a necessidade de fazer o Estáfiko
Curricular Obrigatório II – Ensino Médio, eu sabia que haveria de ser na Escola
Estadual Maurilo de Jesus Peixoto. Pela proximidade com o meu trabalho, Sbia
também que deveria ser em turma noturna, pelo mesmo motivo. Um erro que cometi
foi ter sido autorizado pelo diretor Gilmar a ser tutorado pelo Professor paulo e ter
gerado os documentos da Secretaria de Educação sem comunicá-lo. Passada essa
primeira fase constrangedora o nosso foco foi nos planos de aula e marcar as datas
para assistis às suas aulas.
As aulas foram ministradas nos dias 01, 02 e 03 de dezembro de
2025 para a turma A do terceiro ano, sempre no primeiro horário.
A escolha da turma e dos conteúdos foi um pedido do Professor
Paulo. Acho que ao mesmo tempo ele tentou diminuir a pressão sobre mim e utillizar
as aulas como revisão para uma turma que tinha muitos alunos com aptidão para
exatas e precisariam de conceitos básicos da matemática bem fundados em sua
mente.
Apresentei os planos em dias separados. O primeiro a ser
apresentado foi o de Função Exponencial. No meu projeto eu usava recursos de
mídia e softwares que ele imediatamente pediu que fossem retirados. Disse que o
tema era complexo e que eu estaria me arriscando para uma primeira aula de
regência. Eu queria aquele assunto, ele autorizou. Deu muitos conselhos sobre
gestão de sala, pormenorizou os alunos da classe e pediu que eu fosse o menos
prolixo possível. Também retirou parte do conteúdo e aconselhou a retirada de
exemplos exercícios de níveis mais complexos por questão de compreensão as sala
e gestão de tempo.
Para a segunda aula procurei seguir o conselho dele e fazer uma
regência sobre o básico da análise combinatória que, segundo o Professor Paulo,
erro um conteúdo deficitário para os alunos. Algo que ele havia notado em uma
avalição diagnóstica. A apresentação do Plano de Aula continha muito conteúdo,
segundo ele, e não caberia em 50 minutos de aula. Dessa forma reduzi a apenas
dois assuntos básicos que, se bem compreendidos, servem para que o aluno
desenvolva todo o conteúdo de análise combinatória e se dê bem em probabilidade:
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Princípio Multiplicativo e Diagrama de Árvores.
O terceiro plano de aula, também a pedido do Professor Paulo o
conteúdo foi Matrizes. Mais uma ves me empolguei e queria ir até a regra de Sarrus,
mas quando ele viu o plano de aulo deu várias orientações e limitou a aula a que os
absorvessem o conceitobásico de uma matriz e suas principais nomenclaturas, no
que foi atendido.
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15 RELATO DA REGÊNCIA
Esta terceira regência, apesar de ser o Estágio Curricular II, eu já havia
cursado o III e o I foi a mais desafiadora. Digo isso por dois motivos. Um por
ter sido no final do ano letivo e o Professor Paulo dispor de quase nenhum
tempo para interagir como e por último porquê a relação com os adolescentes
do terceiro ano mostrou-se mais complexa que os alunos do 6° ano que eu
havia lidado no estágio I.
Já dei muitas aulas particulares em minha vida de matemática e nunca
tive dificuldade para falar em público, então não tive problema com a
exposição em si.
O primeiro contato foi mais complexo. Também por dois motivos. Um
porque eu não conhecia os alunos da turma e outro por se tratar de Função
Exponencial e seus gráficos. Não fui completamente feliz na tarefa de
transmitir o conteúdo, mas não culpo somente a mim. É um sistema público
onde as políticas públicas deixam os alunos chegarem quase iletrados ao
ensino médio. Os adolescentes não têm mais o hábito da leitura. Vídeos de
aplicativos de curta duração condicionam a mente deles a só conseguir mater
atenção concentrada por um tempo que não é suficiente para apreensão do
conteúdo.
As outras aulas trataram detemas muito simples. Me percebi
compreendido, o resultado dos exercícios ao final das explicações
comprovaram isso.
Já sou bacharel em Ciência da Computação pela UFMG e, na verdade,
meu grande desejo era cursar um bacharelado em Matemática. Nesse
sentido, a grande realidade é que todos os estágio foram um fardo para mim
e não tenho o menor interesse de seguir a área docente a menos que seja
jem uma Universidade. Se estiver, claro, de posse dos títulos de Mestre e
Doutor. Talvez, fuja um pouco ao tema, mas consegui ser aceito para o
Programa de Complementação Matemática da UFMG de 2026/1.
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16 RELATO DA ANÁLISE DO REGIMENTO ESCOLAR
Observação:
Componente exclusivo do Relatório dos Estágios de Gestão, portanto não
consta no Plano de Estágio Curricular Obrigatório para o Estagio II – Ensino
Médio.
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17 RELATO DAS ENTREVISTAS COM A EQUIPE DIRETIVA
Observação:
Componente exclusivo do Relatório dos Estágios de Gestão, portanto não
consta no Plano de Estágio Curricular Obrigatório para o Estagio II – Ensino
Médio.
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18 RELATO DA OBSERVAÇÃO DA ORGANIZAÇÃO E SUPERVISÃO
Observação:
Componente exclusivo do Relatório dos Estágios de Gestão, portanto não
consta no Plano de Estágio Curricular Obrigatório para o Estagio II – Ensino
Médio.
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19 ATA DE REUNIÃO PEDAGÓGICA E/OU ADMINISTRATIVA
Observação:
Componente exclusivo do Relatório dos Estágios de Gestão, portanto não
consta no Plano de Estágio Curricular Obrigatório para o Estagio II – Ensino
Médio.
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20 RELATO DA OBSERVAÇÃO DA ROTINA DO SUPERVISOR/ORIENTADOR
Observação:
Componente exclusivo do Relatório dos Estágios de Gestão, portanto não
consta no Plano de Estágio Curricular Obrigatório para o Estagio II – Ensino
Médio.
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21 PLANO DE AÇÃO
Observação:
Componente exclusivo do Relatório dos Estágios de Gestão, portanto não
consta no Plano de Estágio Curricular Obrigatório para o Estagio II – Ensino
Médio.
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22 RELATO DA APRESENTAÇÃO DO PLANO DE AÇÃO À DIREÇÃO ESCOLAR
Observação:
Componente exclusivo do Relatório dos Estágios de Gestão, portanto não
consta no Plano de Estágio Curricular Obrigatório para o Estagio II – Ensino
Médio.
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23 VALIDAÇÃO DO RELATÓRIO
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CONSIDERAÇÕES FINAIS
Muito estimulante o Estágio Curricular II – Ensino Médio. Os
conteúdos são mais desafiantes, portanto exigem um preparo maior para a regência.
O fato das turmas serem noturnas exigem um olhar diferenciado também. São
jovens inseridos no mercado de trabalho, mas que querem seu lugar no futuro.
Gostei bastante, também, do Estágio Curricular I – Ensino Fundamental Anos Finais
pela facilidade de gestão de sala de aula. Sim, pode-se dizer que esta faixa etária,
ensino médio, e no turno da noite dificulta a gestão da sala. Observação feita pelo
Professor Paulo quando da minha apresentação dos planos de aula. Também pude
notar, apesar de toda a competência, destreza, conhecimento de cada aluno e
gestão de sala de aula, que era difícil, por vezes, a transmissão do conhecimento
sem ruídos. E por transmissão não me refiro à velha técnica do professor depositário
do conhecimento e o aluno receptor passivo. O Professor Paulo possui uma gama
de técnicas, das quais pude absorver muitos detalhes difíceis de serem expostos no
papel, são coisas essas que justificam a razão de existir do Estágio Curricular
Obrigatório. Há uma transmissão, da qual pude ser um feliz receptor, de técnicas
acumuladas nos anos de profissão do Professor Paulo.
Por último ressalto que, apesar de a obrigatoriedade ser de
relatar a três aulas, fui atendido no desejo de acompanhar mais aulas do professor.
A turma do terceiro ano possuía três alunos com desejo de cursarem engenharia e
que tinham se saído bem no ENEM. Foi muito engrandecedor dividir com eles
conceitos como limite, derivada e Álgebra Linear e um pouco de Teoria dos
Números.
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REFERÊNCIAS
Bonjorno, José Roberto; Júnior, José Ruy Giovanni; Sousa, Paulo Roberto Câmara
de. Matemática: Funções e Progressões. 1. ed. São Paulo: FTD, 2020.
Bonjorno, José Roberto; Júnior, José Ruy Giovanni; Sousa, Paulo Roberto Câmara
de. Matemática: Sistemas, Matemática Financeira e Grandezas. 1. ed. São Paulo:
FTD, 2020.
Bonjorno, José Roberto; Júnior, José Ruy Giovanni; Sousa, Paulo Roberto Câmara
de. Matemática: Estatística, Combinatória e Probabilidade. 1. ed. São Paulo: FTD,
2020.
Souza, Flávio Manzatto; Vaz, Valéria. Ser Protagonista. 1. ed. São Paulo: SM
Educação. 2020
Júnior, Moacir Pereira. Exemplos Práticos da Estatística na Educação Física.
Disponível em [Link]
&q=Estatistica+No+Esporte&&mid=E266E75EB8CF29CC3616E266E75EB8CF29C
C3616&mmscn=mtsc&aps=1&FORM=VRDGAR . Acesso em 19 de novembro de
2025.