Diogrande: Diário Oficial de Campo Grande-Ms
Diogrande: Diário Oficial de Campo Grande-Ms
PARTE I P O D E R E X E C U T I V O
de 2 de outubro de 2003, e acrescenta parágrafo único ao mesmo artigo, que passa a
LEI vigorar com a seguinte redação:
§ 2º..................................................................................
LEI COMPLEMENTAR n. 293, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2016.
.........................................................................................
ALTERA DISPOSITIVOS DA LEI COMPLEMENTAR n. 153, DE 20 DE
V - 1 (um) titular e um suplente representante do Conselho Regional de Engenharia
JANEIRO DE 2010 E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.
e Agronomia de Mato Grosso do Sul;
Faço saber que a Câmara Municipal aprovou e eu ALCIDES JESUS PERALTA
VI - 1 (um) titular e um suplente representante do Conselho de Arquitetura e
BERNAL, Prefeito Municipal de Campo Grande, Capital do Estado de Mato Grosso do Sul
Urbanismo de Mato Grosso do Sul.” (NR)
sanciono a seguinte Lei Complementar:
Art. 2º Esta Lei Complementar entra em vigor na data de sua publicação
Art. 1º Ficam revogados a alínea “e” do inciso I do Art. 2º e o inciso V do Art 3º
da Lei Complementar n. 153, de 20/01/2010.
CAMPO GRANDE-MS, 22 DE DEZEMBRO DE 2016.
Art. 2º Ficam alterados os incisos I, II e III e acrescido o inciso IV no Art 5º da
Lei Complementar n. 153, de 20/01/2010, que passarão a vigorar com as seguintes
ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL
redações:
Prefeito Municipal
“Art. 5º ...
LEI COMPLEMENTAR n. 292, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2016.
I - 4% para a medida descrita na alínea a;
PREFEITO................................................................................Alcides Jesus Peralta Bernal Secretário Munic. de Segurança Pública..........................Luidson Borges Tenório Noleto
Vice-Prefeito.............................................................................................................................. Procurador-Geral do Município....................................................Denir de Souza Nantes
Chefe do Gabinete do Prefeito ...........................................................Odimar Luis Marcon Diretor-Presidente da Ag. [Link] Habitação de Campo Grande ................................
Secretário Munic. de Governo e Relações Institucionais ................................................... .........................................................................................................Dirceu de Oliveira Peters
................................................................................................................Odimar Luis Marcon Diretor-Presidente do Instituto Munic. de Planejamento Urbano.....................................
Secretário Munic. de Administração..........................................Ricardo Trefzger Ballock .........................................................................................................Dirceu de Oliveira Peters
Secretário Munic. da Receita..................................................Disney de Souza Fernandes Diretor-Presidente da Agência Municipal de Prestação de Serviços à Saude...................
Secretário Munic. de Planejamento, Finanças e Controle ............................................... ...........................................................................................................Ivandro Correa Fonseca
....................................................................................................Disney de Souza Fernandes Diretor-Presidente da Agência Munic. de Transporte e Trânsito .....................................
Secretária Munic. de Políticas e Ações Sociais e Cidadania .............................................. ................................................................................................................Elidio Pinheiro Filho
...................................................................................................Marcela Rodrigues Carneiro Diretora-Presidente da Agência de Regulação dos Serviços Públicos Delegados de
Secretária Munic. de Educação......................................................Leila Cardoso Machado Campo Grande........................................................Ritva Cecilia de Queiroz Garcia Vieira
Secretária Munic. de Desenvolvimento Econômico, Turismo, de Ciência e Tecnologia Diretor-Presidente da Fundação Municipal de Cultura ..................................................
...................................................................................................Emerson dos Santos Borges
e Agronegócio .....................................................................Dharleng Campos de Oliveira
Diretor-Presidente da Fundação Municipal de Esporte .....................................................
Secretário Munic. de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano................................... ........................................................................................Luiz Alberto Algaranhães Antunes
........................................................................................................Rui Nunes da Silva Junior Diretor-Presidente do Instituto Munic. de Previdência de Campo Grande.......................
Secretário Munic. de Infraestrutura, Transporte e Habitação ........................................... .........................................................................................................Ricardo Trefzger Ballock
..................................................................................................Amilton Cândido de Oliveira Diretor-Presidente da Fundação Social do Trabalho de Campo Grande.........................
Secretário Munic. de Saúde Pública.............................................Ivandro Correa Fonseca .....................................................................................................Josmar Gonçalves Barbosa
Secretária Munic. de Políticas para as Mulheres .............................Leyde Alves Pedroso Diretor-Presidente do Instituto Municipal de Tecnologia da Informação......................
Secretário Municipal da Juventude ................................Wilton Edgar Sá e Silva Acosta ...................................................................................................................................................
PÁGINA 2 - segunda-feira, 26 de dezembro de 2016 DIOGRANDE n. 4.757
Art. 4º Esta Lei Complementar entra em vigor na data de sua publicação. titulares das entidades da administração indireta - agentes políticos fica fixado em parcela
única de R$ 11.619,70 (onze mil, seiscentos e dezenove reais e setenta centavos).
CAMPO GRANDE, 22 DE DEZEMBRO DE 2016.
Art. 4º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação, produzindo seus
efeitos a partir de 1º de janeiro de 2017, revogando-se a Lei n. 5.506, de 20/01/2015.
ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL
Prefeito Municipal CAMPO GRANDE-MS, 22 DE DEZEMBRO DE 2016.
Art. 1º Fica alterado e acrescida alínea “a” ao inciso VI do Art. 196 da Lei Art. 1º Consoante dispõe a alínea “f”, do inciso VI, do Art. 29, combinado com
Complementar n. 190, de 22 de dezembro de 2011, que passa a vigorar com a seguinte os incisos XI e XV, do Art. 37, todos da Constituição Federal, a remuneração mensal dos
redação: Membros da Câmara Municipal de Campo Grande-MS, para a legislatura a iniciar-se em 1º
de janeiro de 2017, corresponderá até 75% (setenta e cinco por cento) da remuneração dos
“Art. 196. Deputados Estaduais de Mato Grosso do Sul, considerada esta como os valores percebidos
em espécie, a qualquer título.
...
Art. 2º O subsídio, em parcela única a ser pago aos Senhores Vereadores, será no
VI - jornada especial – dispensa do servidor municipal por contrato de trabalho valor de R$ 15.031,76 (quinze mil, trinta e um reais e setenta e seis centavos).
ou concurso do tempo equivalente à 50% (cinquenta por cento) de sua jornada de
trabalho, para acompanhamento de filho com necessidades especiais, para tratamento Art. 3º A Câmara Municipal regulará por ato da Mesa Diretora os efeitos decorrentes
junto à entidade pública ou particular, e enquanto perdurar o tratamento, independente da aplicação desta Lei, assim como as verbas de caráter indenizatório e demais verbas.
do vínculo ou acúmulo da jornada:
Art. 4º As despesas decorrentes da aplicação da presente Lei correrão por conta de
recursos orçamentários próprios.
a) O tempo destinado no inciso anterior será concedido de acordo com os interesses
do beneficiário, desde que em consonância com a maior eficácia do tratamento do filho Art. 5º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação, produzindo seus efeitos a
com necessidades especiais, preferencialmente no início da concessão do benefício; partir de 1º de janeiro de 2017, revogando-se a Lei n. 5.507, de 20/01/2015.
LEI n. 5.777, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2016. Faço saber que a Câmara Municipal aprovou e eu ALCIDES JESUS PERALTA
BERNAL, Prefeito Municipal de Campo Grande, Capital do Estado de Mato Grosso do Sul
FIXA O SUBSÍDIO DOS AGENTES POLÍTICOS QUE MENCIONA, PARA A sanciono a seguinte Lei:
LEGISLATURA A INICIAR-SE EM 1º DE JANEIRO DE 2017.
Art. 1º Fica o Poder Executivo Municipal autorizado a abrir crédito adicional
suplementar ao Orçamento Municipal, aprovado pela Lei n. 5.640, de 23 de dezembro
Faço saber que a Câmara Municipal aprovou e eu ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL,
de 2015, no valor de R$ 6.620.000,00 (seis milhões, seiscentos e vinte mil reais),
Prefeito Municipal de Campo Grande, Capital do Estado de Mato Grosso do Sul sanciono destinados ao reforço das dotações orçamentárias discriminadas conforme anexo único
a seguinte Lei: desta Lei, sem utilização do limite de 5%.
Art. 1º O subsídio mensal devido ao Prefeito de Campo Grande-MS fica fixado Parágrafo único. A suplementação será compensada na forma do inciso III, do
em parcela única de R$ 20.412,42 (vinte mil, quatrocentos e doze reais e quarenta e § 1º, do art. 43, da Lei Federal n. 4.320/64, conforme anulação mencionada no Anexo
de que trata este artigo.
dois centavos).
Art. 2º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Art. 2º O subsídio mensal devido ao Vice-Prefeito de Campo Grande-MS fica
fixado em parcela única de R$ 15.308,66 (quinze mil, trezentos e oito reais e sessenta CAMPO GRANDE, 22 DE DEZEMBRO DE 2016.
e seis centavos).
Art. 3º O subsídio mensal devido aos secretários municipais, procurador-geral e ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL
Prefeito Municipal
0101 F Câmara Municipal 01 031 0167 2240 31911300 Obrigações Patronais RPPS 0101 380.000,00 -
0101 F Câmara Municipal 01 031 0167 2240 33901400 Diárias Civil 0101 90.000,00 -
0101 F Câmara Municipal 01 031 0167 2240 33903500 Serviços Consultoria 0101 90.000,00 -
Outros Serviços de Terceiros
0101 F Câmara Municipal 01 031 0167 2240 33903500 Pessoa Jurídica 0101 60.000,00 -
Total 620.000,00
0101 F Câmara Municipal 01 031 0167 2240 31901300 Obrigações Patronais 0101 - 380.000,00
Outros Serviços de Terceiros
0101 F Câmara Municipal 01 031 0167 2240 33903600 Pessoa Física 0101 - 240.000,00
Total - 620.000,00
Total Geral 6.620.000,00 6.620.000,00
PÁGINA 3 - segunda-feira, 26 de dezembro de 2016 DIOGRANDE n. 4.757
LEI n. 5.780, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2016. Manipulação, com o objetivo de proporcionar o suprimento da demanda de medicamentos
das Unidades de Saúde Públicas com remédios manipulados.
AUTORIZA A DISTRIBUIÇÃO DE CESTAS NUTRICIONAIS ÀS LACTANTES
DE BAIXA RENDA ATÉ O SEXTO MÊS DE AMAMENTAÇÃO NO MUNICÍPIO Parágrafo único. O abastecimento com medicamentos manipulados das
DE CAMPO GRANDE-MS E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. Unidades de Saúde Públicas de que trata o caput desde artigo, ficará sob responsabilidade
do órgão municipal competente designado pelo Poder Executivo para essa finalidade.
Faço saber que a Câmara Municipal aprovou e eu ALCIDES JESUS PERALTA
BERNAL, Prefeito Municipal de Campo Grande, Capital do Estado de Mato Grosso do Sul Art. 2º Os medicamentos referidos no Art. 1º serão fornecidos mediante a
sanciono a seguinte Lei: apresentação de receita médica, prescrita por profissionais da Rede Pública de Saúde.
Art. 1º Autoriza o Executivo Municipal, no âmbito do Município de Campo Grande- Art. 3º A despesa decorrente da aplicação desta Lei irá compor a dotação
MS, a proceder a distribuição de cestas nutricionais para as lactantes de baixa renda até orçamentária da Secretaria Municipal de Saúde Pública para o exercício de 2017,
o sexto mês de amamentação. destinada à aquisição de medicamentos.
Art. 2º A distribuição das cestas nutricionais será feita pelo serviço de assistência Art. 4º O Poder Executivo, através da Secretaria Municipal de Saúde Pública, se
especializada da Prefeitura Municipal do Município de Campo Grande-MS. assim julgar necessário, expedirá as normas complementares para a fiel execução desta
Lei.
Parágrafo único. Os critérios para o recebimento do beneficio serão:
Art. 5º Esta Lei entra em vigor a partir de 1º de janeiro de 2017.
I - estar cadastrada no cadastro único para acompanhamento gestacional, a ser
instituído e regulamentado pelo Executivo Municipal, através de Secretaria competente; CAMPO GRANDE, 22 DE DEZEMBRO DE 2016.
III - comprovar que vive em situação de vulnerabilidade social. ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL
Prefeito Municipal
Art. 3º O Poder Executivo regulamentará esta Lei, naquilo que lhe for aplicável,
no prazo de 90 (noventa) dias, contados da data de sua publicação.
LEI n. 5.783, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2016.
Art. 4º As despesas para a execução desta Lei correrão por conta das dotações
orçamentárias próprias, suplementadas se necessário.
AUTORIZA O PODER EXECUTIVO A CRIAR O CORREDOR COMERCIAL NO
Art. 5º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. BAIRRO UNIVERSITÁRIO NO MUNICÍPIO DE CAMPO GRANDE.
CAMPO GRANDE, 22 DE DEZEMBRO DE 2016. Faço saber que a Câmara Municipal aprovou e eu ALCIDES JESUS PERALTA
BERNAL, Prefeito Municipal de Campo Grande, Capital do Estado de Mato Grosso do Sul
sanciono a seguinte Lei:
ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL
Prefeito Municipal
Art. 1º Fica o Poder Executivo autorizado a criar o Corredor Comercial na Rua
Pontalina, entre a Rua Vitor Meireles e a Avenida Guaicurus, no Bairro Universitário, no
LEI n. 5.781, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2016. município de Campo Grande-MS.
Faço saber que a Câmara Municipal aprovou e eu ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL, I - promover o desenvolvimento sustentável do comércio ali já instalado;
Prefeito Municipal de Campo Grande, Capital do Estado de Mato Grosso do Sul sanciono
a seguinte Lei: II - atrair novos investimentos dentro do perfil vocacional da área;
Art. 1º Fica o Poder Executivo autorizado a implantar o Hospital Público no III - assegurar o controle urbano e o ordenamento do uso do solo, com ênfase
município de Campo Grande. ao combate às poluições sonoras, visual e do ar;
Art. 2º Compete ao Hospital Público:
IV - favorecer o trânsito de pedestres na área e melhorias da circulação de
I - oferecer atendimento multiprofissional à saúde nas modalidades ambulatorial, veículos;
de internação e de urgência e emergência aos usuários do Sistema Único de Saúde e da
Saúde Suplementar (convênios ou particulares); V - otimizar o uso coletivo de estacionamento, bem como a ampliação de ofertas
de vagas no entorno;
II - atuar como hospital de referência na rede de atenção à saúde de grande
porte de média e alta complexidade no município de Campo Grande, em parceria com
VI - realizar campanhas publicitárias objetivando a divulgação do corredor.
associações, fundações e instituições assistenciais existentes;
III - inserir uma Política Municipal de Humanização integrando e incorporando Art. 3º O Poder Executivo regulamentará esta Lei no prazo de até 30 (trinta)
novas tecnologias, saberes e práticas e orientando ações humanizadoras na atenção ao dias.
usuário, ao colaborador e na gestão dos serviços;
Art. 4º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
IV - efetivar ações de assistência pública contínua e especializada em
conformidade com os princípios do Sistema Único de Saúde - SUS, empregando, nesse
CAMPO GRANDE, 23 DE DEZEMBRO DE 2016.
contexto, medidas de auxílio, diagnóstico e internações;
Art. 4º As internações eletivas (programadas) serão feitas através de solicitação Faço saber que a Câmara Municipal aprovou e eu ALCIDES JESUS PERALTA
do médico responsável, a partir de consulta por vagas realizada no Complexo Regulador
BERNAL, Prefeito Municipal de Campo Grande, Capital do Estado de Mato Grosso do Sul
Estadual.
sanciono a seguinte Lei:
Art. 5º As despesas decorrentes da execução da presente Lei correrão por conta
de dotações orçamentárias próprias, suplementadas se necessário ou verbas alocadas Art. 1º Fica o Poder Executivo autorizado a criar o Corredor Comercial na Rua
de recursos federais ou estaduais. Ana Luísa de Souza, entre a Avenida Gury Marques e a Rua dos Gonçalves, no Bairro
Pioneiros, no município de Campo Grande-MS.
Art. 6º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Art. 2º O Poder Executivo incentivará a promoção e ordenamento do local,
CAMPO GRANDE, 22 DE DEZEMBRO DE 2016.
mediante apoio dos órgãos envolvidos, visando:
ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL I - promover o desenvolvimento sustentável do comércio ali já instalado;
Prefeito Municipal
II - atrair novos investimentos dentro do perfil vocacional da área;
Art. 4º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. a) a entidade privada sem fins lucrativos que não distribua entre os seus sócios
ou
CAMPO GRANDE, 23 DE DEZEMBRO DE 2016. associados, conselheiros, diretores, empregados, doadores ou terceiros eventuais
resultados, sobras, excedentes operacionais, brutos ou líquidos, dividendos, isenções de
qualquer natureza, participações ou parcelas do seu patrimônio, auferidos mediante o
exercício de suas atividades, e que os aplique, integralmente, na consecução do respectivo
ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL
objeto social, de forma imediata ou por meio da constituição de fundo patrimonial ou de
Prefeito Municipal
fundo de reserva;
REGULAMENTA A APLICAÇÃO DA LEI FEDERAL n. 13.019, DE 31 DE JULHO XII - chamamento público: procedimento destinado a selecionar organização da
DE 2014, PARA DISPOR SOBRE REGRAS E PROCEDIMENTOS DO REGIME sociedade civil para firmar parceria, no qual se garanta a observância dos princípios da
JURÍDICO A SEREM CELEBRADAS ENTRE A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA E isonomia, da legalidade, da impessoalidade, da moralidade, da igualdade, da publicidade,
AS ORGANIZAÇÕES DA SOCIEDADE CIVIL. da probidade administrativa, da vinculação ao instrumento convocatório, do julgamento
objetivo e dos que lhes são correlatos;
ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL, Prefeito de Campo Grande, Capital do
Estado de Mato Grosso do Sul, no uso de suas atribuições legais, resolve: XIII - bens remanescentes: os de natureza permanente adquiridos com recursos
financeiros envolvidos na parceria, necessários à consecução do objeto, mas que a ele
D E C R E T A: não se incorporam;
IV - aos termos de compromisso cultural, referidos no § 1º do art. 9º da Lei II - Capítulo IV - Da celebração do instrumento de parceria, exceto quanto à:
Federal n. 13.018/2014;
a) art. 24, caput e § 1º;
V - aos termos de parceria celebrados com organizações da sociedade civil de
interesse público, desde que cumpridos os requisitos previstos na Lei Federal n. 9.790, b) art. 25, caput, incisos V a VII e § 1º;
de 23 de março de 1999;
III - Capítulo VII - Do procedimento de manifestação de interesse social;
VI - às transferências referidas no art. 2º da Lei Federal n. 10.845, de 5 de março
de 2004, e nos artigos 5º e 22 da Lei Federal n. 11.947, de 16 de junho de 2009; IV - Capítulo X - Das sanções;
VII - aos pagamentos realizados a título de anuidades, contribuições ou de V - Capítulo XI - Da transparência e da divulgação das ações;
taxas associativas em favor de organismos internacionais ou de entidades que sejam
obrigatoriamente constituídas por: VI - Capítulo XII - Disposições finais.
a) membros de Poder ou do Ministério Público; § 1º As regras e os procedimentos dispostos nos demais Capítulos são aplicáveis
somente a acordo de cooperação que envolva comodato, doação de bens ou outras
b) dirigentes de órgão ou de entidade da Administração Pública; formas de compartilhamento patrimonial, e poderão ser afastadas quando a exigência
for desproporcional à complexidade da parceria ou ao interesse público envolvido,
c) pessoas jurídicas de direito público interno; mediante justificativa prévia.
d) pessoas jurídicas integrantes da Administração Pública; § 2º O órgão ou a entidade da Administração Pública Municipal, para celebração
de acordo de cooperação que não envolva comodato, doação de bens ou outras formas
VIII - às parcerias entre a Administração Pública e os serviços sociais autônomos. de compartilhamento patrimonial, poderá, mediante justificativa prévia e considerando
a complexidade da parceria e o interesse público:
SEÇÃO II
DA CAPACITAÇÃO I - afastar as exigências previstas nos Capítulos III e IV, especialmente aquelas
dispostas nos artigos 10 e 23 e nos artigos 26 a 29 deste Decreto;
Art. 6º Os programas de capacitação, de que trata o art. 7º da Lei Federal n.
13.019/2014, priorizarão a formação conjunta dos agentes de que tratam os incisos I a II - estabelecer, no próprio instrumento, procedimento simplificado de prestação
VI do caput do referido art. 7º e poderão ser desenvolvidas por órgãos e por entidades de contas ou sua dispensa.
da Administração Pública, instituições de ensino, escola de governo do Município e
organizações da sociedade civil. CAPÍTULO III
DO CHAMAMENTO PÚBLICO
§ 1º Os órgãos e as entidades da Administração Pública Municipal que mantiverem
relações de parceria nos termos da Lei Federal n. 13.019/2014, incluirão nos programas SEÇÃO I
de capacitação sob sua responsabilidade temas, também, relacionados à política pública DISPOSIÇÕES GERAIS
a qual está vinculada à execução dos programas e das ações que serão desenvolvidas
pelas organizações da sociedade civil. Art. 10. A seleção da organização da sociedade civil para celebrar parceria deverá
ser realizada pela Administração Pública Municipal por meio de chamamento público, nos
§ 2º Os programas de capacitação deverão garantir acessibilidade às pessoas termos do art. 24 da Lei Federal n. 13.019/2014.
com deficiência, independentemente da modalidade, do tempo de duração e do material
utilizado. § 1º O chamamento público poderá selecionar mais de uma proposta, se houver
previsão no edital.
SEÇÃO III
DAS COMPETÊNCIAS § 2º O chamamento público para celebração de parcerias executadas com
recursos de fundos específicos, como o da criança e do adolescente, do idoso e de
Art. 7º Compete ao dirigente máximo do órgão ou da entidade da Administração defesa de direitos difusos, entre outros, poderá ser realizado pelos respectivos conselhos
Pública Municipal: gestores, conforme legislação específica, respeitadas as exigências da Lei Federal n.
13.019/2014, e deste Decreto.
I - autorizar e instaurar chamamento público;
§ 3º Os termos de fomento ou de colaboração, que envolvam recursos
II - celebrar ou autorizar a formalização do termo de colaboração e de fomento decorrentes de emendas parlamentares às leis orçamentárias anuais, serão celebrados
e os acordos de cooperação; sem chamamento público, nos termos do art. 29 da Lei Federal n. 13.019/2014.
III - celebrar ou autorizar a formalização dos termos aditivos ao termo de § 4º O chamamento público poderá ser dispensado ou será considerado inexigível
colaboração, de fomento e os acordos de cooperação; nas hipóteses previstas nos artigos 30 e 31 da Lei Federal n. 13.019/2014, mediante
decisão fundamentada pelo dirigente máximo do órgão ou da entidade da Administração
IV - denunciar ou rescindir ou autorizar a denúncia ou a rescisão do termo de Pública Municipal, nos termos do art. 32 da referida Lei.
colaboração, de fomento ou do acordo de cooperação;
§ 5º A dispensa e a inexigibilidade, bem como o disposto no § 3º deste artigo,
V - designar a comissão de seleção, a comissão de monitoramento e avaliação e não afastam a aplicação dos demais dispositivos deste Decreto.
o gestor da parceria;
§ 6º As organizações da sociedade civil poderão celebrar mais de uma parceria
VI - homologar o resultado do chamamento público; concomitantemente, no mesmo órgão ou em outros, independente da esfera da
federação, desde que não haja sobreposição de objetos.
VII - anular, no todo ou em parte, ou revogar editais de chamamento público;
Art. 11. O edital de chamamento público especificará, no mínimo:
VIII - aplicar penalidades relativas aos editais de chamamento público e aos
termos de colaboração e de fomento e aos acordos de cooperação, nos termos do art. I - a programação orçamentária que autoriza e viabiliza a celebração da parceria;
73, § 1º, da Lei Federal n. 13.019/2014;
II - o objeto da parceria com indicação da política, do plano, do programa ou da
IX - decidir sobre a prestação de contas final; ação correspondente, compatível com a atividade do órgão ou da entidade pública da
Administração Pública Municipal;
X - decidir sobre a realização de Procedimento de Manifestação de Interesse
Social, bem como requerer a realização do chamamento público dele decorrente; III - a data, o prazo, as condições, o local e a forma de apresentação das
propostas;
XI - decidir, em última instância administrativa, os recursos interpostos das
decisões proferidas no processo de seleção;
IV - as condições para interposição de recurso administrativo no âmbito do
processo de seleção;
XII - decidir, em última instância administrativa, o pedido de reconsideração de
que trata o inciso II do art. 71 deste Decreto;
V - o valor de referência para a realização do objeto, no termo de colaboração,
XIII - decidir sobre os casos de dispensa ou de inexigibilidade de que trata o art. ou o teto, no termo de fomento;
32 da Lei Federal n. 13.019/2014.
VI - a previsão de contrapartida em bens e serviços, se for o caso, observado o
§ 1º Quando o objeto da parceria se inserir na competência de mais de um disposto no art. 13 deste Decreto;
órgão da Administração Pública Municipal ou implicar a atuação conjunta com um ou
mais entes da Administração Indireta, a celebração será requerida conjuntamente pelos VII - a minuta do instrumento de parceria;
titulares dos órgãos ou das entidades envolvidos, e o termo de colaboração, termo de
fomento ou o acordo de cooperação deverá especificar as atribuições de cada partícipe. VIII - as medidas de acessibilidade para pessoas com deficiência ou com
mobilidade reduzida e para idosos, de acordo com as características do objeto da
§ 2º A competência prevista neste artigo poderá ser delegada, vedada a parceria;
PÁGINA 6 - segunda-feira, 26 de dezembro de 2016 DIOGRANDE n. 4.757
IX - as datas e os critérios de seleção e de julgamento das propostas, inclusive § 9º Os órgãos ou as entidades da Administração Pública Municipal poderão
no que se refere à metodologia de pontuação e ao peso atribuído a cada um dos critérios estabelecer uma ou mais comissões de seleção, inclusive permanente, conforme sua
estabelecidos, se for o caso; organização e conveniência administrativa, observado o princípio da eficiência, e desde
que, no caso de constituição de comissão de seleção permanente, seja por prazo não
X - as condições para interposição de recursos administrativos. superior a 12 (doze) meses, podendo os membros ser reconduzidos uma única vez, por
prazo não superior ao previsto para a primeira constituição.
§ 1º Nos casos das parcerias, com vigência plurianual ou firmadas em exercício
financeiro seguinte ao da seleção, o órgão ou a entidade da Administração Pública § 10 As atividades dos membros das comissões são consideradas de relevante
Municipal indicará a previsão dos créditos necessários para garantir a execução das interesse público e poderão ser remuneradas.
parcerias nos orçamentos dos exercícios seguintes.
SEÇÃO III
§ 2º Os critérios de julgamento de que trata o inciso IX do caput deste artigo DO PROCESSO DE SELEÇÃO
deverão abranger, no mínimo, o grau de adequação da proposta:
Art. 15. O processo de seleção das propostas apresentadas pelas organizações
I - aos objetivos da política, do plano, do programa ou da ação em que se insere da sociedade civil será estruturado nas seguintes etapas:
a parceria; e
I - avaliação das propostas; e
II - ao valor de referência ou ao teto constante do edital.
II - divulgação e homologação dos resultados.
§ 3º Os critérios de julgamento não poderão se restringir ao valor apresentado
para a proposta, observado o disposto no § 5º do art. 27 da Lei Federal n. 13.019/2014. SUBSEÇÃO I
DA AVALIAÇÃO DAS PROPOSTAS
§ 4º Para celebração de parcerias poderão ser privilegiados critérios de julgamento
como inovação e criatividade, conforme previsão no edital. Art. 16. A avaliação das propostas terá caráter eliminatório e classificatório.
§ 5º O edital não exigirá, como condição para a celebração da parceria, que as § 1º As propostas serão classificadas de acordo com os critérios de julgamento
organizações da sociedade civil possuam certificação ou titulação concedida pelo Estado, estabelecidos no edital.
exceto quando a exigência decorrer de previsão na legislação específica da política
setorial. § 2º Será eliminada a organização da sociedade civil cuja proposta esteja em
desacordo com os termos do edital ou que não contenha as seguintes informações:
§ 6º O edital, desde que devidamente justificado, poderá incluir cláusulas e
condições específicas da execução da política, do plano, do programa ou da ação em que I - a descrição da realidade objeto da parceria e o nexo com a atividade ou o
se insere a parceria, e poderá estabelecer execução por público determinado, delimitação projeto proposto;
territorial, pontuação diferenciada, cotas, entre outros.
II - as ações a serem executadas, as metas a serem atingidas e os indicadores
§ 7º O edital de chamamento público deverá conter dados e informações sobre que aferirão o cumprimento das metas;
a política, o plano, o programa ou a ação em que se insira a parceria para orientar a
elaboração das metas e dos indicadores da proposta pela organização da sociedade civil. III - os prazos para a execução das ações e para o cumprimento das metas; e
§ 9º A parceria poderá se efetivar por meio da atuação em rede de que trata o Art. 17. O órgão ou a entidade da Administração Pública Municipal divulgará o
Capítulo VI deste Decreto, desde que haja disposição expressa no edital. resultado preliminar do processo de seleção no seu sítio eletrônico oficial, no órgão oficial
de imprensa e na plataforma eletrônica.
Art. 12. O edital de chamamento público deverá ser divulgado no órgão de Parágrafo único. A publicação do resultado deverá ser realizada em até 30 (trinta)
imprensa oficial do Município de Campo Grande, na página do órgão ou da entidade da dias após o término do prazo de apresentação das propostas, podendo ser prorrogado
Administração Pública Municipal, responsável pela parceria, e na plataforma eletrônica. por igual período, desde que justificado.
Parágrafo único. O prazo para a apresentação de propostas será de, no mínimo,
trinta dias, contados da data de publicação do edital no órgão de imprensa oficial. Art. 18. As organizações da sociedade civil poderão apresentar recurso contra o
resultado preliminar, no prazo de cinco dias, contados da publicação da decisão no órgão
Art. 13. É facultada a exigência de contrapartida em bens e em serviços, desde oficial de imprensa, ao colegiado que a proferiu.
que necessária e justificada pelo órgão ou pela entidade da Administração Pública
Municipal, cuja expressão monetária será, obrigatoriamente, prevista no edital de § 1º Os recursos das decisões que não forem reconsideradas pelo colegiado no
chamamento público e identificada no termo de colaboração ou de fomento. prazo de cinco dias, contados do recebimento, deverão ser encaminhados à autoridade
competente para decisão final, nos termos do art. 7º, inciso XI, deste Decreto.
SEÇÃO II
DA COMISSÃO DE SELEÇÃO § 2º No caso de seleção realizada por conselho gestor de fundo, a competência
para decisão final do recurso poderá observar regulamento próprio do conselho.
Art. 14. A Comissão de Seleção será designada pelo órgão ou pela entidade
da Administração Pública Municipal responsável pela parceria, em ato de nomeação § 3º Não caberá novo recurso da decisão do recurso previsto neste artigo.
específica, devendo ser composta por, no mínimo, 3 (três) membros, sempre em número
ímpar. Art. 19. Após o julgamento ou o transcurso do prazo para interposição de recurso,
o órgão ou a entidade da Administração Pública Municipal, deverá homologar e divulgar,
§ 1º A Comissão de Seleção de que trata o caput deste artigo será composta por, no seu sítio eletrônico oficial, no órgão oficial de imprensa e na plataforma eletrônica, as
no mínimo, um servidor público ocupante de cargo efetivo ou de emprego permanente decisões recursais proferidas e o resultado definitivo do processo de seleção.
do quadro de pessoal da Administração Pública Municipal.
Parágrafo único. A homologação do processo seletivo não gera para a
§ 2º Para subsidiar seus trabalhos, a Comissão de Seleção poderá solicitar organização da sociedade civil direito subjetivo à celebração da parceria, constituindo-
assessoramento, não remunerado, de técnico especialista, servidor público ou não, que se em mera expectativa de direito, impedindo, no entanto, a Administração Pública
não seja membro desse colegiado. Municipal de celebrar outro instrumento de parceria com o mesmo objeto que não esteja
de acordo com a ordem do resultado do processo seletivo.
§ 3º Não poderá compor a Comissão de Seleção o servidor público responsável
pela emissão dos pareceres técnicos e jurídicos, de que tratam os artigos 30 e 31 deste CAPÍTULO IV
Decreto. DA CELEBRAÇÃO DO INSTRUMENTO DE PARCERIA
§ 2º A cláusula de determinação da titularidade, dos bens remanescentes para o § 4º O prazo para realização de ajustes no plano de trabalho será de quinze dias,
órgão ou para a entidade da Administração Pública Municipal, formaliza a promessa de contados da data de recebimento da solicitação apresentada à organização da sociedade
transferência da propriedade de que trata o art. 35, § 5º, da Lei Federal n. 13.019/2014. civil, na forma do disposto no § 3º deste artigo.
§ 3º Na hipótese do inciso II do caput deste artigo, a cláusula de definição da § 5º A aprovação do plano de trabalho não gerará direito à celebração da parceria.
titularidade dos bens remanescentes poderá prever que a organização da sociedade civil
possa realizar doação a outras organizações da sociedade civil, executantes da política § 6º É vedada a celebração de parceria, com organizações da sociedade civil que
pública objeto da parceria, desde que demonstrada sua utilidade para realização ou para estejam em situação de mora ou inadimplência perante qualquer órgão ou entidade da
continuidade de ações de interesse social. Administração Pública, inclusive com prestação de contas em atraso, assim como as
demais vedações disciplinadas no art. 39 da Lei Federal n. 13.019/2014.
§ 4º Na hipótese do inciso II do caput deste artigo, caso a prestação de contas final
seja rejeitada, a titularidade dos bens remanescentes permanecerá com a organização Art. 26. Além da apresentação do plano de trabalho, a organização da sociedade
da sociedade civil, observados os seguintes procedimentos: civil selecionada, no prazo de que trata o caput do art. 25 deste Decreto, deverá
comprovar o cumprimento dos requisitos previstos no inciso I do caput do art. 2º, nos
I - não será exigido ressarcimento do valor relativo ao bem adquirido quando a incisos I a V do caput do art. 33 e nos incisos II a VII do caput do art. 34 da Lei Federal
motivação da rejeição não estiver relacionada ao seu uso ou à sua aquisição; ou n. 13.019/2014, e a não ocorrência de hipóteses que incorram nas vedações de que trata
o art. 39 da referida Lei, que serão verificados por meio da apresentação dos seguintes
II - o valor pelo qual o bem remanescente foi adquirido deverá ser computado documentos:
no cálculo do dano ao erário a ser ressarcido, quando a motivação da rejeição estiver
relacionada ao seu uso ou à sua aquisição. I - cópia do estatuto registrado e suas alterações, em conformidade com as
exigências previstas no art. 33 da Lei Federal n. 13.019/ 2014;
§ 5º Na hipótese de dissolução da organização da sociedade civil, durante a
vigência da parceria: II - comprovante de inscrição no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ),
emitido no sítio eletrônico oficial da Secretaria da Receita Federal do Brasil, para
I - os bens remanescentes deverão ser retirados pela Administração Pública demonstrar que a organização da sociedade civil existe há, no mínimo, um ano com
Municipal, no prazo de até noventa dias, contado da data de notificação da dissolução, cadastro ativo;
quando a cláusula de que trata o caput deste artigo determinar a titularidade para o
órgão ou para a entidade da Administração Pública Municipal; ou III - comprovantes de experiência prévia na realização do objeto da parceria
ou de objeto de natureza semelhante de, no mínimo, um ano de capacidade técnica e
II - o valor pelo qual os bens remanescentes foram adquiridos deverá ser operacional, podendo ser admitidos, sem prejuízo de outros:
computado no cálculo do valor a ser ressarcido, quando a cláusula de que trata o caput
deste artigo, determinar a titularidade para a organização da sociedade civil. a) instrumentos de parceria firmados com órgãos e com entidades da
Administração Pública, organismos internacionais, empresas ou outras organizações da
SEÇÃO II sociedade civil;
DA CELEBRAÇÃO
b) relatórios de atividades com comprovação das ações desenvolvidas,
Art. 24. A celebração do termo de fomento ou do termo de colaboração depende devidamente comprovadas;
da indicação expressa de prévia dotação orçamentária para execução da parceria.
c) publicações, pesquisas e outras formas de produção de conhecimento
§ 1º A indicação dos créditos orçamentários e dos empenhos, necessários à realizadas pela organização da sociedade civil ou a respeito dela;
cobertura de cada parcela da despesa a ser transferida em exercício futuro, deverá ser
efetivada por meio de certidão de apostilamento do instrumento da parceria, no exercício d) currículos profissionais de integrantes da organização da sociedade civil, quais
em que a despesa estiver consignada, nos termos do disposto no inciso II do § 1º do sejam de dirigentes, conselheiros, associados, cooperados, empregados, entre outros;
art. 42 deste Decreto.
e) declarações de experiência prévia e de capacidade técnica no desenvolvimento
§ 2º O termo de fomento, o termo de colaboração e o acordo de cooperação, de atividades ou de projetos relacionados ao objeto da parceria ou de natureza
bem como suas alterações, por meio de termo aditivo ou de apostilamento, somente semelhante, emitidas por órgãos públicos, instituições de ensino, redes, organizações
produzirão efeitos jurídicos após a publicação dos respectivos extratos na imprensa da sociedade civil, movimentos sociais, empresas públicas ou privadas, conselhos,
oficial, que será providenciada pelo órgão ou pela entidade da Administração Pública comissões ou comitês de políticas públicas; ou
Municipal, no prazo de até 30 (trinta) dias, a contar de sua assinatura, e deverá conter:
f) prêmios de relevância recebidos no País ou no exterior pela organização da
I - nome e número do instrumento da parceria; sociedade civil;
II - número do processo; IV - Certidão de Débitos Relativos aos Tributos Federais e à Dívida Ativa da União
e Certidões Negativas de Débitos Estadual e Municipal;
III - nome e CNPJ dos parceiros público e privado;
V - Certificado de Regularidade do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CRF/
IV - resumo do objeto; FGTS);
VI - valor a ser transferido e contrapartida, se houver, indicação da classificação VII - Ata de Posse da atual diretoria da organização da sociedade civil,
funcional-programática e econômica da despesa e da fonte de recursos; devidamente registrada em cartório;
VII - prazo de vigência da parceria; VIII - relação nominal atualizada dos dirigentes da organização da sociedade
civil, conforme o estatuto, com endereço, telefone, endereço de correio eletrônico,
VIII - data de assinatura da parceria e nome dos representantes das partes que número e órgão expedidor da carteira de identidade e número de registro no Cadastro
assinam; de Pessoas Físicas (CPF) de cada um deles;
IX - número e data de emissão da nota de empenho. IX - cópia de documento que comprove que a organização da sociedade civil
funciona no endereço por ela declarado, como conta de consumo ou de contrato de
Art. 25. Para a celebração da parceria, a Administração Pública Municipal convocará locação;
a organização da sociedade civil selecionada para, no prazo de quinze dias, apresentar o
seu plano de trabalho, que deverá conter, no mínimo, os seguintes elementos: X - declaração do representante legal da organização da sociedade civil com
informação de que a organização e seus dirigentes não incorrem em quaisquer das
I - a descrição da realidade objeto da parceria, devendo ser demonstrado o nexo vedações previstas no art. 39 da Lei Federal n. 13.019/2014, as quais deverão estar
com a atividade ou o projeto e com as metas a serem atingidas; descritas no documento; e
II - a forma de execução das ações, indicando, quando cabível, as que demandarão XI - declaração do representante legal da organização da sociedade civil sobre
atuação em rede; a existência de instalações e de outras condições materiais da organização ou sobre a
previsão de contratar ou de adquirir com recursos da parceria.
III - a descrição de metas quantitativas e mensuráveis a serem atingidas;
§ 1º A capacidade técnica e operacional da organização da sociedade civil
IV - a definição dos indicadores, documentos e dos outros meios a serem independe da capacidade já instalada, admitida a contratação de profissionais, a
utilizados para a aferição do cumprimento das metas; aquisição de bens e de equipamentos ou a realização de serviços de adequação de
espaço físico, para o cumprimento do objeto da parceria.
V - a previsão de receitas e a estimativa de despesas a serem realizadas na
execução das ações, incluindo os encargos sociais e trabalhistas e a discriminação dos § 2º Serão consideradas regulares, para fins de cumprimento do disposto dos
custos indiretos, necessários à execução do objeto; incisos IV a VI do caput deste artigo, as certidões positivas com efeito de negativas.
VI - os valores a serem repassados mediante cronograma de desembolso; e § 3º As organizações da sociedade civil ficarão dispensadas de reapresentar as
certidões, de que tratam os incisos IV a VI do caput deste artigo, que estiverem vencidas
VII - as ações que demandarão pagamento em espécie, quando for o caso, na no momento da análise, desde que estejam disponíveis eletronicamente.
forma do § 1º do art. 37 deste Decreto.
§ 4º A organização da sociedade civil deverá comunicar alterações em seus atos
§ 1º A previsão de receitas e de despesas, de que trata o inciso V do caput deste societários e em seu quadro de dirigentes, quando houver.
artigo, deverá incluir os elementos indicativos da mensuração da compatibilidade dos
custos apresentados com os preços praticados no mercado ou com outras parcerias da § 5º As organizações da sociedade civil sediadas no município de Campo Grande
mesma natureza, tais como cotações, tabelas de preços de associações profissionais, deverão apresentar a Certidão Negativa de Débitos Gerais - CNDG, expedida pela
PÁGINA 8 - segunda-feira, 26 de dezembro de 2016 DIOGRANDE n. 4.757
Prefeitura de Campo Grande, acompanhada da respectiva Guia DAM - Documento de serão retidas nas hipóteses previstas no art. 48 da Lei Federal n. 13.019/2014.
Arrecadação Municipal quitada.
§ 1º A verificação das hipóteses de retenção previstas no art. 48 da Lei Federal
Art. 27. Além dos documentos relacionados no art. 26 deste Decreto, a n. 13.019/2014, ocorrerá por meio de ações de monitoramento e avaliação, incluindo:
organização da sociedade civil, por meio de seu representante legal, deverá apresentar,
no prazo de que trata o caput do art. 25 deste Decreto, declaração de que: I - a verificação da existência de denúncias aceitas;
I - não há, em seu quadro de dirigentes: II - a análise das prestações de contas anuais, nos termos da alínea “b”do inciso
I do § 4º do art. 65 deste Decreto;
a) membro de Poder ou do Ministério Público ou dirigente de órgão ou de entidade
da Administração Pública Municipal; e III - as medidas adotadas para atender a eventuais recomendações existentes
dos órgãos de controle interno e externo; e
b) cônjuge, companheiro ou parente em linha reta, colateral ou por afinidade, até
o segundo grau, das pessoas mencionadas na alínea “a” deste inciso; IV - a consulta aos cadastros e aos sistemas municipais que permitam aferir a
regularidade da parceria.
II - não contratará, para prestação de serviços, servidor ou empregado público,
inclusive àquele que exerça cargo em comissão ou função de confiança, de órgão ou § 2º O atraso injustificado no cumprimento de metas pactuadas no plano de
entidade da Administração Pública Municipal celebrante, ou seu cônjuge, companheiro trabalho configura inadimplemento de obrigação estabelecida no termo de fomento ou
ou parente em linha reta, colateral ou por afinidade, até o segundo grau, ressalvadas as de colaboração, conforme disposto no inciso II do caput do art. 48 da Lei Federal n.
hipóteses previstas em lei específica e na lei de diretrizes orçamentárias; e 13.019/2014.
III - não serão remunerados, a qualquer título, com os recursos repassados: § 3º As parcerias com recursos depositados em conta corrente específica e não
utilizados no prazo de trezentos e sessenta e cinco dias deverão ser rescindidas conforme
a) membro de Poder ou do Ministério Público ou dirigente de órgão ou de entidade previsto no inciso II do § 4º do art. 65 deste Decreto.
da Administração Pública Municipal;
§ 4º O disposto no § 3º deste artigo poderá ser excepcionado quando houver
b) servidor ou empregado público, inclusive àquele que exerça cargo em comissão execução parcial do objeto, desde que previamente justificado pelo gestor da parceria
ou função de confiança, de órgão ou entidade da administração pública municipal e autorizado pelo Secretário ou pelo dirigente da entidade da Administração Indireta do
celebrante, ou seu cônjuge, companheiro ou parente em linha reta, colateral ou por Município de Campo Grande.
afinidade, até o segundo grau, ressalvadas as hipóteses previstas em lei específica e na
lei de diretrizes orçamentárias; e Art. 34 Os recursos da parceria geridos pelas organizações da sociedade civil,
inclusive pelas executantes não celebrantes na atuação em rede, estão vinculados ao
c) pessoas naturais condenadas pela prática de crimes contra a Administração plano de trabalho e não caracterizam receita própria e nem pagamento por prestação
Pública ou contra o patrimônio público, de crimes eleitorais para os quais a lei comine de serviços e devem ser alocados nos seus registros contábeis, conforme as Normas
pena privativa de liberdade, e de crimes de lavagem ou de ocultação de bens, direitos Brasileiras de Contabilidade.
e valores.
SEÇÃO II
§ 1º Para fins deste Decreto, entende-se por membro de Poder o titular de cargo DAS COMPRAS E CONTRATAÇÕES E DA REALIZAÇÃO DE DESPESAS E
estrutural da organização política do País, que exerça atividade típica de governo, de PAGAMENTOS
forma remunerada, como Presidente da República, Governadores, Prefeitos, e seus
respectivos vices; Ministros de Estado, Secretários Estaduais e Municipais, Senadores, Art. 35. As compras e contratações de bens e serviços pela organização da
Deputados Federais, Deputados Estaduais, Vereadores, membros do Poder Judiciário e sociedade civil, com recursos transferidos pela Administração Pública Municipal, adotarão
membros do Ministério Público. métodos usualmente utilizados pelo setor privado, observadas as seguintes condições:
§ 2º Para fins deste Decreto, não são considerados membros de Poderes § 1º A organização da sociedade civil parceira deverá demonstrar a compatibilidade
integrantes de conselhos de direitos e de políticas públicas. das despesas realizadas com os preços praticados no mercado à época da contratação,
usando, dentre outras, as seguintes possibilidades:
Art. 28. Caso se verifique irregularidade formal nos documentos apresentados
nos termos dos artigos 26 e 27, ou quando as certidões referidas nos incisos IV a VI do I - comparação com os preços contratados pela Administração Pública, nas
caput do art. 26, todos deste Decreto, estiverem com prazo de vigência expirado e novas licitações realizadas para atender as necessidades de órgãos e instituições sediados no
certidões não estiverem disponíveis eletronicamente, a organização da sociedade civil Município de Campo Grande;
será notificada para, no prazo de quinze dias, regularizar a documentação, sob pena de
não celebração da parceria. II - pesquisa publicada em mídia especializada, sítios eletrônicos especializados
ou de domínio amplo, desde que contenha a data e hora de acesso;
Art. 29. No momento da verificação do cumprimento dos requisitos para
a celebração de parcerias, a Administração Pública Municipal deverá, sempre que III - utilização de tabelas de preços de associações profissionais;
possível, consultar o Cadastro de Entidades Privadas sem Fins Lucrativos Impedidas
- Cepim, o Siconv, o Sistema de Cadastramento Unificado de Fornecedores - Sicaf, IV - cotação entre fornecedores do ramo do objeto ou serviço a ser adquirido
Cadastro Informativo de Créditos não Quitados - Cadin, o Sistema de Planejamento ou contratado, mediante solicitação de orçamento pela organização da sociedade civil
e Finanças do Estado de Mato Grosso do Sul, o Cadastro de Responsáveis por Contas e apresentação de proposta de preços pelo fornecedor, registradas formalmente em
Julgadas Irregulares - CadIrreg e o Cadastro Integrado de Condenações por Ilícitos documento escrito, admitido o uso de e-mail;
Administrativos - Cadicon para verificar se há informação sobre ocorrência impeditiva à
referida celebração. V - cópias de notas fiscais e/ou contratos celebrados nos últimos 6 (seis) meses
Parágrafo único. Para fins de apuração do constante no inciso IV do caput do art. pela empresa contratada, em objetos de natureza similar, nos casos de inviabilidade de
39 da Lei Federal n. 13.019/2014, o gestor da parceria verificará a existência de contas competição, devidamente justificada pela organização da sociedade civil;
rejeitadas, que constem da plataforma eletrônica prevista no art. 2º deste Decreto.
§ 2º Na impossibilidade de se obter 3 (três) parâmetros de preço, estabelecidos
Art. 30. O parecer técnico do órgão celebrante da Administração Pública Municipal nos incisos do § 1º deste artigo, em virtude da inviabilidade de competição ou de limitação
deverá se pronunciar a respeito dos itens enumerados no inciso V do caput do art. 35 da de mercado, o responsável pela Organização da Sociedade Civil poderá autorizar a
Lei Federal n. 13.019/2014. compra com um número menor de cotação, mediante justificativa escrita, acompanhada
Parágrafo único. Para fins do disposto na alínea “c” do inciso V do caput do art. de documentos que evidenciem tal ocorrência.
35 da Lei Federal n. 13.019/2014, o parecer analisará a compatibilidade entre os valores
apresentados no plano de trabalho, conforme disposto no § 1º do art. 25 deste Decreto, § 3º A organização da sociedade civil parceira poderá solicitar a utilização do
e o valor de referência ou do teto indicado no edital, conforme disposto no § 8º do art. Sistema de Registro de Preços do Município de Campo Grande, mediante autorização do
11 deste Decreto. gestor do sistema, ocasião em que, estará dispensada da comprovação prevista no § 1º
do art. 35 deste decreto.
Art. 31. A manifestação jurídica acerca da celebração da parceria abrangerá:
§ 4º Na ocorrência de inviabilidade de competição, a organização da sociedade
I - análise da juridicidade das parcerias; e civil deverá apresentar justificativa escrita, comprovando o fato, acompanhada da
comprovação da compatibilidade do custo com a realidade de mercado.
II - consulta sobre dúvida específica apresentada pelo gestor da parceria.
Parágrafo único. A manifestação não abrangerá a análise de conteúdo técnico de § 5º É vedada, a aquisição de bens e a contratação de serviços, de pessoas
documentos do processo. físicas ou jurídicas, que sejam geridas e/ou mantenham vínculo societário com qualquer
um dos dirigentes da organização da sociedade civil parceira, inclusive, em relação aos
CAPÍTULO V seus cônjuges, companheiros ou parentes em linha reta, colateral ou por afinidade, até
DA EXECUÇÃO DA PARCERIA o segundo grau.
§ 10 É vedada a realização de pagamentos antecipados com recursos da parceria, § 3º O pagamento das verbas rescisórias de que trata o caput deste artigo, ainda
bem como, os pagamentos em parcelas aos fornecedores de bens e prestadores de que após o término da execução da parceria, será proporcional ao período de atuação do
serviços contratados pelas organizações da sociedade civil. profissional na execução das metas previstas no plano de trabalho.
§ 11 É vedado o pagamento de juros, multas ou correção monetária, inclusive § 4º É vedado à organização da sociedade civil remunerar, com recursos da parceria,
referentes a pagamentos ou a recolhimentos fora do prazo, com recursos da parceria, cônjuge, companheiro ou parente, em linha reta ou colateral, por consanguinidade ou
salvo se decorrentes de atrasos da administração pública na liberação de recursos afinidade, até o terceiro grau, de agente público que exerça, no órgão ou entidade
financeiros, hipótese em que haverá complementação de recursos para suprir o pública municipal, cargo de natureza especial, cargo de provimento em comissão ou
adimplemento não previsto. função de direção, chefia ou assessoramento.
§ 12 É permitida a aquisição de equipamentos e materiais permanentes essenciais § 5º A organização da sociedade civil deverá dar ampla transparência aos valores
à consecução do objeto e a contratação de serviços para adequação de espaço físico, pagos, de maneira individualizada, a título de remuneração de sua equipe de trabalho
sendo vedado o pagamento de execução de obras que caracterizem a ampliação de área vinculada à execução do objeto e com recursos da parceria, juntamente à divulgação dos
construída ou a instalação de novas estruturas físicas. cargos e valores, na forma do art. 81 deste Decreto.
Art. 36. As organizações da sociedade civil, para fins de comprovação das § 6º Fica facultada à Administração Pública Municipal, para fins de comprovação
despesas, deverão obter de seus fornecedores e prestadores de serviços, os respectivos no disposto do art. 27, inciso III, alínea c, deste Decreto, exigir a apresentação de
comprovantes fiscais ou recibos, observada a legislação tributária competente, contendo, certidões e/ou declaração.
necessariamente, as seguintes informações:
SEÇÃO III
I - data, nome, endereço e número de inscrição no CNPJ da organização da DAS ALTERAÇÕES NA PARCERIA
sociedade civil e do CNPJ ou do CPF do fornecedor ou do prestador de serviço;
Art. 42. O órgão ou a entidade da Administração Pública poderá autorizar ou
II - especificação do objeto ou serviço, definição da quantidade, valor unitário e propor a alteração do termo de fomento ou de colaboração ou do plano de trabalho,
total do bem ou do serviço adquirido ou contratado; após, respectivamente, solicitação fundamentada da organização da sociedade civil ou
sua anuência, desde que não haja alteração de seu objeto, da seguinte forma:
III - indicação do número da parceria;
I - por termo aditivo à parceria para:
§ 1º Nos casos em que não for possível a identificação mecânica do número da
parceria, deverá ser atestado manualmente pela organização da sociedade civil. a) ampliação de até trinta por cento do valor global;
§ 2º As organizações da sociedade civil deverão manter a guarda dos documentos b) redução do valor global, sem limitação de montante;
originais referidos no caput deste artigo, conforme o disposto no art. 62 deste Decreto.
c) prorrogação da vigência, observados os limites do art. 21 deste Decreto; ou
Art. 37. Os pagamentos efetuados pelas organizações da sociedade civil deverão
ser realizados mediante crédito, por transferência eletrônica ou depósito identificado, na d) alteração da destinação dos bens remanescentes.
conta bancária de titularidade dos fornecedores de bens ou serviços.
II - por apostilamento, nas demais hipóteses de alteração, tais como:
§ 1º O termo de fomento ou de colaboração poderá admitir a dispensa da exigência
prevista no caput, e possibilitar a realização de pagamentos em espécie, após saque à a) utilização de rendimentos de aplicações financeiras ou de saldos, por ventura,
conta bancária específica da parceria, na hipótese de impossibilidade de pagamento na existentes antes do término da execução da parceria;
forma do caput deste artigo, devidamente justificada pela organização da sociedade civil
no plano de trabalho, que poderá estar relacionada, dentre outros motivos, com: b) ajustes da execução do objeto da parceria no plano de trabalho;
§ 2º Os pagamentos em espécie estarão restritos a limite individual previsto no § 1º Sem prejuízo das alterações previstas no caput deste artigo, a parceria
termo de fomento ou colaboração, levando-se em conta toda a duração da parceria, deverá ser alterada por certidão de apostilamento, independentemente de anuência da
ressalvada disposição específica nos termos do § 3º deste artigo. organização da sociedade civil, para:
§ 3º Os pagamentos realizados na forma do § 1º deste artigo não dispensam o I - prorrogação da vigência, antes de seu término, quando o órgão ou a entidade
registro do beneficiário final da despesa. da Administração Pública Municipal tiver dado causa ao atraso na liberação de recursos
financeiros, ficando a prorrogação limitada ao exato período do atraso verificado; ou
Art. 38. Os custos indiretos, necessários à execução do objeto, de que trata o
inciso III do caput do art. 46 da Lei Federal n. 13.019/2014, poderão incluir, entre outras II - indicação dos créditos orçamentários de exercícios futuros.
despesas, aquelas com internet, transporte, aluguel, telefone, consumo de água e luz, e
remuneração de serviços contábeis e de assessoria jurídica. § 2º O órgão ou a entidade pública da Administração Pública Municipal deverá se
manifestar sobre a solicitação de que trata o caput deste artigo, no prazo de até trinta
§ 1º Quando for o caso de rateio, a memória de cálculo dos custos indiretos dias, contado da data de sua apresentação, ficando o prazo suspenso quando forem
deverá conter a indicação do valor integral da despesa e o detalhamento quantitativo solicitados esclarecimentos à organização da sociedade civil.
da divisão que compõe o custo global, especificando a fonte de custeio de cada fração,
com identificação do órgão da parceria, quando for o caso, vedada a duplicidade ou a § 3º No caso de término da execução da parceria antes da manifestação sobre
sobreposição de fontes de recursos no custeio de uma mesma parcela da despesa. a solicitação de alteração da destinação dos bens remanescentes, a custódia dos bens
permanecerá sob a responsabilidade da organização da sociedade civil até a decisão do
§ 2º Os limites para pagamento de custos indiretos será estabelecido em edital, pedido.
vedado o pagamento integral dos serviços contábeis e de assessoria jurídica.
§ 4º Os pedidos de alteração nas parcerias, formulados pela organização da
Art. 39. A organização da sociedade civil somente poderá pagar despesa em data sociedade civil devem ser apresentados em até 45 (quarenta e cinco) dias, antes do
posterior ao término da execução do termo de fomento ou de colaboração quando o fato término da vigência.
gerador da despesa tiver ocorrido durante sua vigência.
§ 5º A formalização do termo de aditivo ou do apostilamento, na forma deste
Art. 40. Para os fins deste Decreto, considera-se equipe de trabalho, o pessoal artigo, deve ser realizada durante a vigência da parceria.
necessário à execução do objeto da parceria, que poderá incluir pessoas pertencentes
ao quadro da organização da sociedade civil ou que vierem a ser contratadas, desde que Art. 43 A manifestação jurídica é dispensada nas hipóteses de que tratam a
exerçam ação prevista no plano de trabalho aprovado, nos termos da legislação cível e alínea “c” do inciso I e o inciso II do caput e os incisos I e II do § 1º do art. 42 deste
trabalhista. Decreto, sem prejuízo de consulta sobre dúvida jurídica específica apresentada pelo
Parágrafo único. É vedado à Administração Pública praticar atos de ingerência, gestor da parceria.
na seleção e na contratação de pessoal pela organização da sociedade civil, ou que
direcionem o recrutamento de pessoas para trabalhar ou para prestar serviços na CAPÍTULO VI
referida organização. DA ATUAÇÃO EM REDE
Art. 41. Poderão ser pagas com recursos vinculados à parceria, as despesas Art. 44. A execução das parcerias pode se dar por atuação em rede de duas ou
com remuneração da equipe de trabalho, inclusive de pessoal próprio da organização mais organizações da sociedade civil, a ser formalizada mediante assinatura de termo de
da sociedade civil, durante a vigência da parceria, podendo contemplar as despesas atuação em rede, desde que prevista a expressa autorização em edital.
com pagamentos de impostos, contribuições sociais, Fundo de Garantia do Tempo de
Serviço (FGTS), férias, décimo terceiro salário, salários proporcionais, verbas rescisórias § 1º A atuação em rede pode se efetivar pela realização de ações coincidentes,
e demais encargos sociais e trabalhistas, desde que tais valores: quando há identidade de intervenções ou de ações diferentes e complementares à
execução do objeto da parceria.
I - estejam previstos no plano de trabalho e sejam proporcionais ao tempo
efetivamente dedicado à parceria; e § 2º A rede deve ser composta por:
II - sejam compatíveis com o valor de mercado e observem os acordos e as I - uma organização da sociedade civil celebrante da parceria com a Administração
convenções coletivas de trabalho e, em seu valor bruto e individual, o teto da remuneração Pública, que ficará responsável pela rede e atuará como sua supervisora, mobilizadora
do Poder Executivo Municipal. e orientadora;
§ 1º Nos casos em que a remuneração for paga proporcionalmente com recursos II - uma ou mais organizações da sociedade civil, executantes e não celebrantes
da parceria, a organização da sociedade civil deverá apresentar a memória de cálculo do da parceria com a Administração Pública Municipal, que deverão executar ações
rateio da despesa para fins de prestação de contas, nos termos do parágrafo único do relacionadas ao objeto da parceria definidas em comum acordo com a organização da
art. 59 deste Decreto, vedada a duplicidade ou a sobreposição de fontes de recursos no sociedade civil celebrante.
custeio de uma mesma parcela da despesa.
§ 3º A atuação em rede não caracteriza subcontratação de serviços e nem
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descaracteriza a capacidade técnica e operacional da organização da sociedade civil § 1º O PMIS tem por objetivo permitir a oitiva da sociedade sobre ações de
celebrante. interesse público e recíproco, que não coincidam com projetos ou atividades que sejam
objeto de chamamento público ou parceria em curso no âmbito do órgão ou da entidade
Art. 45. A atuação em rede será formalizada entre a organização da sociedade da Administração Pública, responsável pela política pública.
civil celebrante e cada uma das organizações da sociedade civil, executantes e não § 2º A realização de chamamento público ou a celebração de parceria não depende
celebrantes, por meio de termo de atuação em rede. da realização do PMIS.
§ 1º O termo de atuação em rede especificará direitos e obrigações recíprocas e Art. 49. A Administração Pública Municipal disponibilizará modelo de formulário
estabelecerá, no mínimo, as ações, as metas e os prazos que serão desenvolvidos pela para que as organizações da sociedade civil, os movimentos sociais e os cidadãos possam
organização da sociedade civil executante e não celebrante e o valor a ser repassado apresentar proposta de abertura de PMIS, que deverá atender aos seguintes requisitos:
pela organização da sociedade civil celebrante.
I - identificação do subscritor da proposta;
§ 2º A organização da sociedade civil celebrante deverá comunicar à Administração
Pública Municipal a assinatura do termo de atuação em rede, no prazo de até sessenta II - indicação do interesse público envolvido;
dias, contados da data de sua assinatura.
III - diagnóstico da realidade a ser modificada, aprimorada ou desenvolvida e,
§ 3º Na hipótese de o termo de atuação em rede ser rescindido, a organização da quando possível, indicação da viabilidade, dos custos, dos benefícios e dos prazos de
sociedade civil celebrante deverá comunicar o fato à Administração Pública, no prazo de execução da ação pretendida;
quinze dias, contados da data da rescisão.
IV - correspondência entre a ação de interesse público apresentada na
§ 4º A organização da sociedade civil celebrante deverá assegurar, no momento manifestação de interesse social e as competências e as finalidades do órgão ou da
da celebração do termo de atuação em rede, a regularidade jurídica e fiscal da entidade da Administração Pública Municipal destinatária.
organização da sociedade civil executante e não celebrante, que será verificada por meio
da apresentação dos seguintes documentos: § 1º A proposta de que trata o caput deste artigo será encaminhada ao órgão ou
à entidade da Administração Pública Municipal, responsável pela política pública a que
I - comprovante de inscrição no CNPJ, emitido no sítio eletrônico oficial da se referir.
Secretaria da Receita Federal do Brasil;
§ 2º Os órgãos e as entidades da Administração Pública Municipal estabelecerão
II - cópia do estatuto e de eventuais alterações registradas; período para o recebimento de propostas que visem à instauração de PMIS, observado o
mínimo de sessenta dias por ano.
III - documentos previstos nos incisos IV, V, VI e VII do art. 26 deste Decreto; e
Art. 50. A avaliação da proposta de instauração de PMIS observará, no mínimo,
IV - declaração do representante legal da organização da sociedade civil executante as seguintes etapas:
e não celebrante de que não possui impedimento no Cadastro de Entidades Privadas sem
Fins Lucrativos Impedidas - Cepim, no Siconv, no Sistema de Cadastramento Unificado I - análise de admissibilidade da proposta, com base nos requisitos previstos no
de Fornecedores - Sicaf, no Cadastro Informativo de Créditos não Quitados - Cadin e no art. 49 deste Decreto;
Sistema de Planejamento e Finanças do Estado de Mato Grosso do Sul, no Cadastro de
Responsáveis por Contas Julgadas Irregulares - CadIrreg e no Cadastro Integrado de II - decisão sobre a instauração ou não do PMIS, após verificada a conveniência
Condenações por Ilícitos Administrativos - Cadicon. e a oportunidade pelo órgão ou pela entidade da Administração Pública Municipal
destinatária;
§ 5º Fica vedada a participação em rede de organização da sociedade civil
executante e não celebrante que tenha mantido, nos últimos 5 (cinco) anos, contados III - oitiva da sociedade sobre o tema, se instaurado o PMIS; e
da celebração da parceria, relação jurídica com, no mínimo, um dos integrantes da
comissão de seleção responsável pelo chamamento público que resultou na celebração IV - manifestação do órgão ou da entidade da Administração Pública Municipal
da parceria. destinatária sobre a realização ou não do chamamento público proposto no PMIS.
Art. 46. A organização da sociedade civil celebrante deverá comprovar à § 1º A partir do recebimento da proposta de abertura do PMIS, apresentada de
Administração Pública o cumprimento dos requisitos previstos no art. 35-A da Lei acordo com o art. 49 deste Decreto, o órgão ou a entidade da Administração Pública
Federal n. 13.019/2014, a serem verificados por meio da apresentação dos seguintes Municipal destinatária terá o prazo de até seis meses para cumprir as etapas previstas
documentos: no caput deste artigo.
I - comprovante de inscrição no CNPJ, emitido no sítio eletrônico oficial da § 2º As propostas de instauração de PMIS serão divulgadas no sítio eletrônico
Secretaria da Receita Federal do Brasil, para demonstrar que a organização da sociedade oficial do órgão ou da entidade da Administração Pública Municipal destinatária, no prazo
civil celebrante existe há, no mínimo, cinco anos com cadastro ativo; e de até 30 (trinta) dias, contados da data de seu recebimento, devendo permanecer no
sítio eletrônico até o final da análise prevista no § 1º deste artigo.
II - comprovantes de capacidade técnica e operacional para supervisionar e
orientar a rede, sendo admitidos: Art. 51. A realização de PMIS não implicará, necessariamente, a execução do
chamamento público, que acontecerá de acordo com os interesses do órgão ou da
a) declarações de organizações da sociedade civil que componham a rede de que entidade da Administração Pública Municipal.
a celebrante participe ou tenha participado;
Parágrafo único. A realização de PMIS não dispensa a convocação por meio de
b) cartas de princípios, registros de reuniões ou eventos e de outros documentos chamamento público para a celebração de parceria.
públicos de redes de que a celebrante participe ou tenha participado; ou
CAPÍTULO VIII
c) relatórios de atividades com comprovação das ações desenvolvidas em rede de DO MONITORAMENTO E DA AVALIAÇÃO
que a celebrante participe ou tenha participado.
Parágrafo único. A Administração Pública Municipal verificará se a organização SEÇÃO I
da sociedade civil celebrante cumpre os requisitos previstos no caput deste artigo, no DA COMISSÃO DE MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO
momento da celebração da parceria.
Art. 52. A Comissão de Monitoramento e Avaliação é a instância administrativa
Art. 47. A organização da sociedade civil celebrante da parceria é responsável colegiada responsável pelo monitoramento do conjunto de parcerias, pela proposta de
pelos atos realizados pela rede. aprimoramento dos procedimentos, pela padronização de objetos, custos e indicadores
e pela produção de entendimentos voltados à priorização do controle de resultados,
§ 1º Para fins do disposto no caput deste artigo, os direitos e as obrigações da sendo de sua competência a avaliação e a homologação dos relatórios técnicos de
organização da sociedade civil celebrante perante a Administração Pública Municipal não monitoramento e avaliação.
poderão ser sub-rogados à organização da sociedade civil executante e não celebrante.
§ 1º Os órgãos ou as entidades da Administração Pública Municipal designarão,
§ 2º Na hipótese de irregularidade ou de desvio de finalidade na aplicação dos em ato específico, os integrantes da Comissão de Monitoramento e Avaliação, a ser
recursos da parceria, as organizações da sociedade civil executantes e não celebrantes, composta pela participação de, no mínimo, 3 (três) membros, sempre em número ímpar,
responderão subsidiariamente até o limite do valor dos recursos recebidos ou pelo valor sendo dois terços de servidores ocupantes de cargo efetivo ou de emprego permanente
devido em razão de dano ao erário. do quadro de pessoal da Administração Pública Municipal.
§ 3º A Administração Pública Municipal avaliará e monitorará a organização § 2º A Comissão de Monitoramento e Avaliação poderá solicitar assessoramento,
da sociedade civil celebrante, que prestará informações sobre prazos, metas e ações não remunerado, de técnico especialista, servidor público ou não, que não seja membro
executadas pelas organizações da sociedade civil executantes e não celebrantes. desse colegiado para subsidiar seus trabalhos.
§ 4º A Administração Pública Municipal poderá realizar visita “in loco” nas § 3º Os órgãos ou as entidades da Administração Pública Municipal poderão
organizações da sociedade civil executantes e não celebrantes, independentemente do estabelecer uma ou mais comissões de monitoramento e avaliação, observado o princípio
disposto no § 3º deste artigo. da eficiência.
§ 5º As organizações da sociedade civil executantes e não celebrantes, deverão § 4º A Comissão de Monitoramento e Avaliação reunir-se-á, periodicamente, a
apresentar informações sobre a execução das ações, dos prazos e das metas e dos fim de avaliar a execução das parcerias por meio da análise das ações previstas na Seção
documentos e dos comprovantes de despesas, inclusive com o pessoal contratado, II deste Capítulo.
necessários à prestação de contas pela organização da sociedade civil celebrante da
parceria, conforme descrito no termo de atuação em rede e no inciso I do parágrafo § 5º O monitoramento e a avaliação da parceria, executada com recursos de
único do art. 35-A da Lei Federal n. 13.019/2014. fundo específico, poderão ser realizados por comissão de monitoramento e avaliação a ser
constituída pelo respectivo conselho gestor, conforme legislação específica, respeitadas
§ 6º O ressarcimento ao erário, realizado pela organização da sociedade civil as exigências da Lei Federal n. 13.019/2014, e deste Decreto.
celebrante, não afasta o seu direito de regresso contra as organizações da sociedade civil
executantes e não celebrantes. § 6º As atividades dos membros da Comissão de Monitoramento e Avaliação são
consideradas de relevante interesse público e poderão ser remuneradas.
CAPÍTULO VII
DO PROCEDIMENTO DE MANIFESTAÇÃO DE INTERESSE SOCIAL Art. 53. O membro da Comissão de Monitoramento e Avaliação deverá se
declarar impedido de participar do monitoramento e da avaliação da parceria quando
Art. 48 As organizações da sociedade civil, os movimentos sociais e os cidadãos verificar que:
poderão apresentar proposta de abertura de Procedimento de Manifestação de Interesse
Social (PMIS) aos órgãos ou às entidades da Administração Pública Municipal, para que I - tenha participado, nos últimos cinco anos, como associado, cooperado,
seja avaliada a possibilidade de realização de chamamento público com objetivo de dirigente, conselheiro ou empregado da organização da sociedade civil;
celebração de parceria.
II - tenha participado da comissão de seleção da parceria.
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SEÇÃO II IV - os documentos de comprovação do cumprimento da contrapartida, quando
DAS AÇÕES E DOS PROCEDIMENTOS houver.
Art. 54. As ações de monitoramento e avaliação terão caráter preventivo e § 1º O relatório de que trata o caput deste artigo deverá, ainda, fornecer
saneador, objetivando a gestão adequada e regular das parcerias, e devem ser registradas elementos para avaliação:
na plataforma eletrônica.
I - dos impactos econômicos ou sociais das ações desenvolvidas;
§ 1º As ações de que trata o caput deste artigo contemplarão a análise das
informações acerca do processamento da parceria constantes da plataforma eletrônica, II - do grau de satisfação do público-alvo, que poderá ser indicado por meio
incluída a possibilidade de consulta às movimentações da conta bancária específica de pesquisa de satisfação, de declaração de entidade pública ou privada local e de
da parceria, além da verificação, análise e manifestação sobre eventuais denúncias declaração do conselho de política pública setorial, entre outros; e
existentes relacionadas à parceria.
III - da possibilidade de sustentabilidade das ações após a conclusão do objeto.
§ 2º O termo de fomento ou de colaboração deverá prever procedimentos de § 2º As informações de que trata o § 1º deste artigo serão fornecidas por meio
monitoramento e avaliação da execução de seu objeto a serem realizados pelo órgão ou da apresentação de documentos e por outros meios previstos no plano de trabalho,
pela entidade da Administração Pública Municipal. conforme definido no inciso IV do art. 25 deste Decreto.
§ 3º As ações de monitoramento e avaliação poderão utilizar ferramentas § 3º O órgão ou a entidade da Administração Pública Municipal poderá dispensar,
tecnológicas de verificação do alcance de resultados, incluídas as redes sociais na mediante justificativa prévia, a observância do disposto no § 1º deste artigo e da alínea
internet, aplicativos e outros mecanismos de tecnologia da informação. “b” do inciso II do caput do art. 65 deste Decreto, quando a exigência for desproporcional
à complexidade da parceria ou ao interesse público, devendo essa excepcionalidade
§ 4º O relatório técnico de monitoramento e avaliação de que trata o art. 59 da constar do edital de chamamento público e do instrumento da parceria.
Lei Federal n. 13.019/2014, será produzido na forma estabelecida pelo art. 65 deste
Decreto. § 4º A organização da sociedade civil deverá apresentar justificativa na hipótese
de não cumprimento do alcance das metas.
Art. 55. O órgão ou a entidade da Administração Pública Municipal deverá realizar
visita técnica in loco para subsidiar o monitoramento da parceria, nas hipóteses em que Art. 59. Quando a organização da sociedade civil não comprovar o alcance das
esta for essencial para verificação do cumprimento do objeto da parceria e do alcance metas ou quando houver evidência de existência de ato irregular, a Administração Pública
das metas. Municipal exigirá a apresentação de Relatório de Execução Financeira, que deverá conter:
§ 1º Antes da realização da visita in loco, o órgão ou a Entidade da Administração I - a relação das receitas e das despesas realizadas, inclusive dos rendimentos
Pública Municipal, ou em quem em nome dele for responsável pela ação, poderá notificar financeiros, que possibilitem a comprovação da observância do plano de trabalho;
a organização da sociedade civil para informar o agendamento, quando conveniente e
oportuno. II - o comprovante da devolução do saldo remanescente da conta bancária
específica, quando houver;
§ 2º Sempre que houver visita técnica in loco, o resultado será circunstanciado
em relatório de visita técnica in loco, que será registrado na plataforma eletrônica III - o extrato da conta bancária específica;
e enviado à organização da sociedade civil para conhecimento, esclarecimentos e
providências e poderá ensejar a revisão do relatório, a critério do órgão ou da entidade IV - a memória de cálculo do rateio das despesas, quando for o caso;
da Administração Pública Municipal.
V - a relação de bens adquiridos, produzidos ou transformados, quando houver;
§ 3º A visita técnica in loco não se confunde com as ações de fiscalização e
auditoria realizadas pelo órgão ou pela entidade da Administração Pública Municipal, VI - cópia simples das notas e dos comprovantes fiscais ou dos recibos, inclusive
pelos órgãos de controle interno e pelo Tribunal de Contas do Estado. dos holerites, devidamente atestados por servidor público, com data do documento,
valor, dados da organização da sociedade civil e do fornecedor, e a indicação do produto
Art. 56. Nas parcerias com vigência superior a um ano, o órgão ou a entidade ou do serviço; e
pública municipal realizará, sempre que possível, pesquisa de satisfação.
VII - comprovação da contratação realizada nos termos do art. 36 deste Decreto.
§ 1º A pesquisa de satisfação terá por base critérios objetivos de apuração Parágrafo único. A memória de cálculo referida no inciso IV do caput deste artigo,
da satisfação dos beneficiários e de apuração da possibilidade de melhorias das a ser apresentada pela organização da sociedade civil, deverá conter a indicação do
ações desenvolvidas pela organização da sociedade civil, visando a contribuir com o valor integral da despesa e o detalhamento da divisão de custos, especificando a fonte
cumprimento dos objetivos pactuados e com a reorientação e o ajuste das metas e das de custeio de cada fração, com identificação do número e do órgão ou da entidade da
ações definidas. parceria, vedada a duplicidade ou a sobreposição de fontes de recursos no custeio de
uma mesma parcela da despesa.
§ 2º A pesquisa de satisfação poderá ser realizada diretamente pela Administração
Pública Municipal, com metodologia presencial ou à distância, com apoio de terceiros, Art. 60. A análise dos relatórios de que tratam os artigos 58 e 59 deste Decreto
por delegação de competência ou por meio de parcerias com órgãos ou com entidades será formalizada pela Administração Pública Municipal, na prestação de contas anual, por
aptas a auxiliar na realização da pesquisa. meio do Relatório Técnico de Monitoramento e Avaliação e, na prestação de contas final,
por meio do Parecer Técnico Conclusivo.
§ 3º Na hipótese de realização da pesquisa de satisfação, a organização da
sociedade civil poderá opinar sobre o conteúdo do questionário que será aplicado. Art. 61. A análise do relatório de execução financeira contemplará:
§ 4º Sempre que houver pesquisa de satisfação, a sistematização será I - o exame da conformidade das despesas, realizado pela verificação das despesas
circunstanciada em documento que será enviado à organização da sociedade civil para previstas e das despesas efetivamente realizadas, por item ou por agrupamento de
conhecimento, esclarecimentos e eventuais providências. itens, conforme aprovado no plano de trabalho, observado o disposto no § 3º do art. 35
deste Decreto; e
CAPÍTULO IX
DA PRESTAÇÃO DE CONTAS II - a verificação da conciliação bancária, por meio da aferição da correlação
entre as despesas constantes na relação de pagamentos e os débitos efetuados na conta
SEÇÃO I corrente específica da parceria.
DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 62. As organizações da sociedade civil deverão manter a guarda dos
Art. 57. A prestação de contas terá o objetivo de demonstrar e de verificar documentos originais relativos à execução das parcerias pelo prazo de dez anos, contados
resultados, e deverá conter elementos que permitam avaliar a execução do objeto e o do dia útil subsequente ao da apresentação da prestação de contas ou do decurso do
alcance das metas, podendo ser: prazo para a apresentação da prestação de contas.
I - prestação de contas anual: nas parcerias com vigência superior a um ano, SEÇÃO II
para fins de monitoramento do cumprimento das metas previstas no plano de trabalho; DA PRESTAÇÃO DE CONTAS ANUAL
II - prestação de contas final: ao término das parcerias, para fins de comprovação Art. 63. Nas parcerias com vigência superior a um ano, as organizações da
do cumprimento do objeto e alcance das metas. sociedade civil deverão apresentar prestação de contas anual, por meio de Relatório
Parágrafo único. Na hipótese de atuação em rede, caberá à organização da Parcial de Execução do Objeto, no prazo de até trinta dias após o fim de cada exercício,
sociedade civil celebrante apresentar a prestação de contas, inclusive no que se refere às conforme estabelecido no instrumento da parceria.
ações executadas pelas organizações da sociedade civil executantes e não celebrantes.
§ 1º Para fins do disposto no caput deste artigo, considera-se exercício cada
Art. 58. Para fins de prestação de contas anual e final, a organização da sociedade período de doze meses de duração da parceria, contado da primeira liberação de recursos
civil deverá apresentar Relatório de Execução do Objeto, na plataforma eletrônica, que para sua execução.
conterá:
§ 2º A prestação de contas anual deverá observar o disposto no art. 58 deste
I - a demonstração do alcance das metas referentes ao período de que trata a Decreto.
prestação de contas;
§ 3º Na hipótese de omissão no dever de prestação de contas anual, o gestor
II - a descrição das ações desenvolvidas para o cumprimento do objeto; da parceria notificará a organização da sociedade civil para, no prazo de quinze dias,
apresentar a prestação de contas.
III - os documentos de comprovação do cumprimento do objeto, como listas de
presença, fotos, vídeos, entre outros; e § 4º Persistindo a omissão de que trata o § 3º deste artigo, deverão ser adotadas
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medidas para a instauração do procedimento de Tomada de Contas Especial. Parágrafo único. Fica dispensada a apresentação dos documentos, de que tratam
os incisos III e IV do caput do art. 58 deste Decreto, quando já constarem da plataforma
Art. 64. A análise da prestação de contas anual, formalizada por meio do Relatório eletrônica.
Técnico de Monitoramento e Avaliação, poderá ser realizada por amostragem, conforme
ato formal expedido pela autoridade máxima do órgão ou entidade da Administração Art. 67. A análise da prestação de contas final pela Administração Pública será
Pública Municipal. formalizada por meio de Parecer Técnico Conclusivo, a ser inserido na plataforma
eletrônica, que deverá verificar o cumprimento do objeto e o alcance das metas previstas
§ 1º A análise prevista no caput deste artigo deverá ser realizada quando: no plano de trabalho e considerará:
I - for identificado o descumprimento injustificado do alcance das metas da I - o Relatório Final de Execução do Objeto;
parceria no curso das ações de monitoramento e avaliação, de que trata o art. 54 deste
Decreto; ou II - os Relatórios Parciais de Execução do Objeto, para parcerias com duração
superior a um ano;
II - for aceita denúncia de irregularidade na execução parcial do objeto, mediante
juízo de admissibilidade realizado pelo gestor. III - o relatório de visita técnica in loco, quando houver; e
§ 2º A prestação de contas anual será considerada regular quando, da análise do IV - o relatório técnico de monitoramento e avaliação, quando houver.
Relatório Parcial de Execução do Objeto, for constatado o alcance das metas da parceria. Parágrafo único. Além da análise do cumprimento do objeto e do alcance das
metas previstas no plano de trabalho, o gestor da parceria, em seu parecer técnico,
§ 3º Na hipótese de não comprovação do alcance das metas ou quando houver avaliará os efeitos da parceria, devendo mencionar os elementos de que trata o § 1º do
evidência de existência de ato irregular, a Administração Pública Municipal notificará a art. 58 deste Decreto.
organização da sociedade civil para apresentar, no prazo de até trinta dias, Relatório
Parcial de Execução Financeira, que deverá observar o disposto no art. 59 deste Decreto, Art. 68. Na hipótese de a análise de que trata o art. 67 deste Decreto concluir
e subsidiará a elaboração do relatório técnico de monitoramento e avaliação. que houve descumprimento de metas estabelecidas no plano de trabalho ou evidência
de irregularidade, o gestor da parceria, antes da emissão do parecer técnico conclusivo,
Art. 65. O relatório técnico de monitoramento e avaliação conterá: notificará a organização da sociedade civil para que apresente Relatório Final de Execução
Financeira, que deverá observar o disposto no art. 59 deste Decreto.
I - os elementos dispostos no § 1º do art. 59 da Lei Federal n. 13.019/2014; e
Parágrafo único. A análise do relatório de que trata o caput deste artigo deverá
II - o parecer técnico de análise da prestação de contas anual, que deverá: observar o disposto no art. 61 deste Decreto.
a) avaliar as metas já alcançadas e seus benefícios; e Art. 69. Para fins do disposto no art. 69 da Lei Federal n. 13.019/2014, a
organização da sociedade civil deverá apresentar:
b) descrever, quando for o caso, os efeitos da parceria na realidade local
referentes: I - o Relatório Final de Execução do Objeto, no prazo de até trinta dias, contados
do término da execução da parceria, conforme estabelecido no instrumento de parceria,
1. aos impactos econômicos ou sociais; prorrogável por até quinze dias, mediante justificativa e solicitação prévia da organização
da sociedade civil; e
2. ao grau de satisfação do público-alvo; e
II - o Relatório Final de Execução Financeira, no prazo de trinta dias, contados de
3. à possibilidade de sustentabilidade das ações após a conclusão do objeto. sua notificação, conforme estabelecido no instrumento de parceria, prorrogável por até
quinze dias, mediante justificativa e solicitação prévia da organização da sociedade civil.
§ 1º Na hipótese de o relatório técnico de monitoramento e avaliação evidenciar
irregularidade ou inexecução parcial do objeto, o gestor da parceria notificará a Art. 70. O parecer técnico conclusivo da prestação de contas final embasará a
organização da sociedade civil para, no prazo de 15 (quinze dias), prorrogável por igual decisão da autoridade competente e deverá concluir pela:
período e a critério da Administração Pública Municipal:
I - aprovação das contas;
I - sanar a irregularidade;
II - aprovação das contas com ressalvas; ou
II - cumprir a obrigação; ou
III - rejeição das contas.
III - apresentar justificativa para impossibilidade de saneamento da irregularidade
ou para cumprimento da obrigação. § 1º A aprovação das contas ocorrerá quando constatado o cumprimento do
objeto e das metas da parceria, conforme disposto neste Decreto.
§ 2º O gestor da parceria avaliará o cumprimento do disposto no § 1º deste
artigo, atualizando o relatório técnico de monitoramento e avaliação. § 2º A aprovação das contas com ressalvas ocorrerá quando, apesar de cumpridos
o objeto e as metas da parceria, for constatada impropriedade ou qualquer outra falta de
§ 3º Serão glosados valores relacionados a metas descumpridas sem justificativa natureza formal que não resulte em dano ao erário.
suficiente.
§ 3º A rejeição das contas ocorrerá nas seguintes hipóteses:
§ 4º Persistindo a irregularidade ou inexecução parcial do objeto, o relatório
técnico de monitoramento e avaliação: I - omissão no dever de prestar contas;
I - caso conclua pela continuidade da parceria, deverá determinar: II - descumprimento injustificado do objeto e das metas estabelecidos no plano
de trabalho;
a) a devolução dos recursos financeiros relacionados à irregularidade ou
inexecução apurada ou à prestação de contas não apresentada; e III - dano ao erário decorrente de ato de gestão ilegítimo ou antieconômico; ou
b) a retenção das parcelas dos recursos, nos termos do art. 33 deste Decreto; ou IV - desfalque ou desvio de dinheiro, bens ou valores públicos.
II - caso conclua pela rescisão unilateral da parceria, deverá determinar:
a) a devolução dos valores repassados relacionados à irregularidade ou à § 4º A rejeição das contas não poderá ser fundamentada unicamente na avaliação
inexecução apurada ou à prestação de contas não apresentada; e de que trata o parágrafo único do art. 67 deste Decreto.
b) a instauração de tomada de contas especial, se não houver a devolução de que Art. 71. A decisão sobre a prestação de contas final caberá à autoridade
trata a alínea “a” deste inciso no prazo determinado. responsável por celebrar a parceria, sendo a organização da sociedade civil notificada
para, no prazo de 30 (trinta) dias:
§ 5º O relatório técnico de monitoramento e avaliação será submetido à comissão
de monitoramento e avaliação designada, na forma do art. 52 deste Decreto, que o I - sanar a irregularidade ou cumprir a obrigação; ou
apreciará, no prazo de até 30 (trinta) dias, contados de seu recebimento.
II - apresentar recurso à autoridade que a proferiu.
§ 6º O gestor da parceria deverá adotar as providências, apontadas pela
comissão de monitoramento e de avaliação, visando à homologação do relatório técnico Parágrafo único. Admite-se, no caso do inciso I deste artigo, a prorrogação do
de monitoramento e avaliação pela comissão de monitoramento e avaliação. prazo, por igual período.
§ 7º As sanções previstas no Capítulo X deste Decreto poderão ser aplicadas, Art. 72. Exaurida a fase recursal, o gestor da parceria deverá:
independentemente, das providências adotadas de acordo com o § 6º deste artigo.
I - no caso de aprovação com ressalvas da prestação de contas, registrar na
SEÇÃO III plataforma eletrônica as causas das ressalvas; e
DA PRESTAÇÃO DE CONTAS FINAL
II - no caso de rejeição da prestação de contas, notificar a organização da
Art. 66. As organizações da sociedade civil deverão apresentar a prestação de sociedade civil para que, no prazo de trinta dias:
contas final por meio de Relatório Final de Execução do Objeto, que deverá conter os
elementos previstos no art. 58 deste Decreto, o comprovante de devolução de eventual a) devolva os recursos financeiros relacionados com a irregularidade ou
saldo remanescente de que trata o art. 52 da Lei Federal n. 13.019/2014,e a previsão de inexecução do objeto apurada ou com a prestação de contas não apresentada; ou
reserva de recursos para pagamento das verbas rescisórias de que trata o § 3º do art.
41 deste Decreto. b) solicite o ressarcimento ao erário por meio de ações compensatórias de
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interesse público, mediante a apresentação de novo plano de trabalho, nos termos do § de abertura de vista dos autos processuais.
2º do art. 72 da Lei Federal n. 13.019/2014.
§ 2º A sanção de advertência tem caráter preventivo, e será aplicada quando
§ 1º O registro da aprovação com ressalvas da prestação de contas possui caráter verificadas impropriedades praticadas pela organização da sociedade civil no âmbito da
preventivo, e será considerado na eventual aplicação das sanções de que trata o Capítulo parceria que não justifiquem a aplicação de penalidade mais grave.
X deste Decreto.
§ 3º A sanção de suspensão temporária será aplicada nos casos em que forem
§ 2º A Administração Pública deverá se pronunciar sobre a solicitação, de que verificadas irregularidades na celebração, execução ou na prestação de contas da parceria
trata a alínea “b” do inciso II do caput deste artigo, no prazo de trinta dias. e não se justificar a imposição da penalidade mais grave, considerando-se a natureza e
a gravidade da infração cometida, as peculiaridades do caso concreto, as circunstâncias
§ 3º A realização das ações compensatórias de interesse público não deverá agravantes ou atenuantes e os danos que dela provieram para a Administração Pública.
ultrapassar a metade do prazo previsto para a execução da parceria.
§ 4º A sanção de suspensão temporária impede a organização da sociedade civil
§ 4º Compete exclusivamente ao dirigente máximo do órgão ou entidade da de participar de chamamento público e de celebrar parcerias ou contratos com órgãos e
Administração Pública Municipal autorizar o ressarcimento de que trata a alínea “b” do entidades da Administração Pública Municipal, por prazo não superior a dois anos.
inciso II do caput deste artigo.
§ 5º A sanção de declaração de inidoneidade impede a organização da sociedade
§ 5º Os demais parâmetros para concessão do ressarcimento, de que trata a civil de participar de chamamento público e de celebrar parcerias ou contratos com
alínea “b” do inciso II do caput deste artigo, serão definidos em ato da autoridade máxima órgãos e entidades de todas as esferas de governo, enquanto perdurarem os motivos
do órgão ou da entidade da Administração Pública Municipal, observados os objetivos da determinantes da punição ou até que seja promovida a reabilitação perante a autoridade
política, do plano, do programa ou da ação em que a parceria esteja inserida. que aplicou a penalidade, que ocorrerá quando a organização da sociedade civil ressarcir
a Administração Pública Municipal pelos prejuízos resultantes, e depois de decorrido o
§ 6º Na hipótese do previsto no inciso II do caput deste artigo, o não ressarcimento prazo de dois anos da aplicação da sanção de declaração de inidoneidade.
ao Erário ensejará:
§ 6º A aplicação das sanções de suspensão temporária e de declaração de
I - a instauração da tomada de contas especial, nos termos da legislação vigente; inidoneidade é de competência exclusiva do dirigente máximo do órgão ou da entidade
e da Administração Pública Municipal.
II - o registro da rejeição da prestação de contas e de suas causas na plataforma Art. 76. Da decisão administrativa que aplicar as sanções previstas nos incisos
eletrônica, enquanto perdurarem os motivos determinantes da rejeição. I a III do art. 75 deste Decreto caberá recurso administrativo, no prazo de dez dias,
contados da data de ciência da decisão.
Art. 73. O prazo de análise da prestação de contas final, pela Administração Parágrafo único. No caso da competência exclusiva do dirigente máximo do órgão
Pública Municipal, deverá ser fixado no instrumento da parceria e será de até cento ou da entidade da Administração Pública Municipal prevista no § 6º do art. 75 deste
e cinquenta dias, contados da data de recebimento do Relatório Final de Execução do Decreto, o recurso cabível é o pedido de reconsideração.
Objeto.
Art. 77. Na hipótese de aplicação de sanção de suspensão temporária ou de
§ 1º O prazo de que trata o caput deste artigo poderá ser prorrogado, declaração de inidoneidade, a organização da sociedade civil deverá ser inscrita como
justificadamente, por igual período, não podendo exceder o limite de trezentos dias. inadimplente na plataforma eletrônica, enquanto perdurarem os efeitos da punição ou
até que seja promovida a reabilitação.
§ 2º O transcurso do prazo definido no caput deste artigo, e de sua eventual
prorrogação, nos termos do § 1º deste artigo, sem que as contas tenham sido apreciadas: Art. 78. Prescrevem no prazo de cinco anos as ações punitivas da Administração
Pública Municipal destinadas a aplicar as sanções previstas neste Decreto, contados da
I - não impede que a organização da sociedade civil participe de outros data de apresentação da prestação de contas ou do fim do prazo de noventa dias, a partir
chamamentos públicos e celebre novas parcerias; e do término da vigência da parceria, no caso de omissão no dever de prestar contas.
II - não implica impossibilidade de sua apreciação em data posterior ou vedação Parágrafo único. A prescrição será interrompida com a edição de ato
a que se adotem medidas saneadoras, punitivas ou destinadas a ressarcir danos que administrativo destinado à apuração da infração.
possam ter sido causados aos cofres públicos.
CAPÍTULO XI
§ 3º Se o transcurso do prazo definido no caput deste artigo, e de sua eventual DA TRANSPARÊNCIA E DIVULGAÇÃO DAS AÇÕES
prorrogação, nos termos do § 1º deste artigo, se der por culpa exclusiva da Administração
Pública Municipal, sem que se constate dolo da organização da sociedade civil ou de seus Art. 79. A Administração Pública Municipal e as organizações da sociedade
prepostos, não incidirão juros de mora sobre os débitos apurados no período entre o civil deverão dar publicidade e promover a transparência das informações referentes à
final do prazo e a data em que foi emitida a manifestação conclusiva pela Administração seleção e à execução das parcerias.
Pública Municipal, sem prejuízo da atualização monetária, que observará a variação anual Parágrafo único. São dispensadas do cumprimento do disposto no caput deste
do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo - IPCA, calculado pela Fundação artigo as parcerias realizadas no âmbito de programas de proteção a pessoas ameaçadas.
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE.
Art. 80. O órgão ou a entidade da Administração Pública Municipal divulgará
Art. 74. Os débitos a serem restituídos pela organização da sociedade civil serão informações referentes às parcerias celebradas com organizações da sociedade civil
apurados mediante atualização monetária, acrescido de juros calculados da seguinte em dados abertos e acessíveis e deverá manter, no seu sítio eletrônico oficial e na
forma: plataforma eletrônica, a relação dos instrumentos de parcerias celebrados com seus
planos de trabalho.
I - nos casos em que for constatado dolo da organização da sociedade civil ou de
seus prepostos, os juros serão calculados a partir das datas de liberação dos recursos, Art. 81. As organizações da sociedade civil divulgarão nos seus sítios eletrônicos
sem subtração de eventual período de inércia da Administração Pública Municipal quanto oficiais e em locais visíveis de suas sedes sociais e dos estabelecimentos em que
ao prazo de que trata o § 3º do art. 73 deste Decreto; e exerçam suas ações, desde a celebração das parcerias até cento e oitenta dias após a
apresentação da prestação de contas final, as informações de que tratam o art. 11 da
II - nos demais casos, os juros serão calculados a partir: Lei Federal n. 13.019/2014.
Parágrafo único. No caso de atuação em rede, caberá à organização da sociedade
a) do decurso do prazo estabelecido no ato de notificação da organização da civil celebrante divulgar as informações de que trata o caput deste artigo, inclusive
sociedade civil ou de seus prepostos para restituição dos valores ocorrida no curso da quanto às organizações da sociedade civil não celebrantes e executantes em rede.
execução da parceria; ou
Art. 82. A divulgação de campanhas publicitárias e as programações desenvolvidas
b) do término da execução da parceria, caso não tenha havido a notificação de por organizações da sociedade civil, nos termos do art. 14 da Lei Federal n. 13.019/2014,
que trata a alínea “a” deste inciso, com subtração de eventual período de inércia da seguirão as políticas, orientações e as normas estabelecidas pelo Município de Campo
Administração Pública Municipal quanto ao prazo de que trata o § 3º do art. 73 deste Grande para os serviços de publicidade governamental.
Decreto. Parágrafo único. Os recursos tecnológicos e a linguagem, utilizados na divulgação
das campanhas e dos programas, deverão garantir acessibilidade às pessoas com
Parágrafo único. Os débitos de que trata o caput deste artigo observarão juros deficiência.
equivalentes a 1% (um por cento) ao mês, acumulados mensalmente.
CAPÍTULO XII
CAPÍTULO X DISPOSIÇÕES FINAIS
DAS SANÇÕES
Art. 83. Aplica-se subsidiariamente o disposto na Lei Federal n. 9.784, de 29 de
Art. 75. Quando a execução da parceria estiver em desacordo com o plano de janeiro de 1999, aos processos administrativos relativos às parcerias de que trata este
trabalho e com as normas da Lei Federal n. 13.019/2014, e da legislação específica, Decreto.
a Administração Pública Municipal poderá aplicar à organização da sociedade civil as
seguintes sanções: Parágrafo único. A juízo da autoridade competente e a pedido da organização
da sociedade civil, poderá ser realizada audiência para esclarecimento necessário à
I - advertência; instrução do processo.
II - suspensão temporária; Art. 84. Ressalvado o disposto no art. 81 da Lei Federal n. 13.019/2014, enquanto
não estruturada e implantada a plataforma eletrônica de que trata a referida Lei e este
III - declaração de inidoneidade. Decreto, as rotinas correspondentes serão realizadas por meio físico e registradas nas
plataformas atualmente existentes, naquilo que for compatível.
§ 1º É facultada a defesa do interessado no prazo de dez dias, contados da data Parágrafo único. Fixa-se o prazo de 5 (cinco) anos para a Administração Pública
PÁGINA 14 - segunda-feira, 26 de dezembro de 2016 DIOGRANDE n. 4.757
Municipal implantar plataforma eletrônica para as parcerias de que trata este Decreto. Art. 91. Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.
Art. 85. Compete, exclusivamente, ao Prefeito Municipal, independentemente CAMPO GRANDE-MS, 23 DE DEZEMBRO DE 2016
da possibilidade de delegação concedida por meio do art. 7º, § 1º deste Decreto, a
autorização financeira prévia para a celebração de parcerias que contenham cláusulas
ou condições dispondo sobre o repasse total de recursos em valores acima do limite de ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL
R$ 100.000,00 (cem mil reais). Prefeito Municipal
§ 3º A Administração Pública Municipal poderá firmar termos aditivos de convênios SECRETARIA MUNICIPAL DE INFRAESTRUTURA,
e instrumentos congêneres prorrogáveis por período igual ou inferior ao inicialmente TRANSPORTE E HABITAÇÃO
estabelecido, observada a legislação vigente ao tempo da sua celebração original e a
aplicação subsidiária da Lei Federal n. 13.019/2014. EXTRATO DA OES N. 36/2016, FORMALIZADA EM 09/12/2016.
PARTES: Prefeitura Municipal de Campo Grande – MS e a Empresa ANDRADE
§ 4º Para a substituição, de que trata o inciso I do § 2º deste artigo, a organização CONSTRUÇÕES EIRELI - ME.
da sociedade civil deverá, no prazo de até 90 (noventa) dias, a contar da entrada em FUNDAMENTO LEGAL: Convite n. 82/2016 e artigo 62 da Lei Federal n. 8.666/93 -
vigor deste Decreto, apresentar os documentos previstos nos artigos 26 e 27 deste Processo Administrativo n. 69223/16-50;
Decreto, para fins de cumprimento do disposto nos artigos 33, 34 e 39 da Lei Federal n. OBJETO: OBRAS VISANDO A REFORMA DE PONTE DE MADEIRA SOBRE CÓRREGO
13.019/2014. SALTINHO E RECUPERAÇÃO DE ESTRADA NA CG 140, EM CAMPO GRANDE/MS;
DOTAÇÃO ORÇAMENTÁRIA: 0227.26.782.0058.2730.44905199 FR: 21;
§ 5º A prestação de contas das parcerias substituídas na forma do inciso I do § VIGÊNCIA: 30 (trinta) dias a contar da data de recebimento da ordem de início;
2º deste artigo observará o disposto na Lei Federal n. 13.019/2014, e neste Decreto. VALOR: R$ 145.085,29 (cento e quarenta e cinco mil, oitenta e cinco reais e vinte e
nove centavos);
§ 6º Excepcionalmente, a Administração Pública Municipal poderá firmar termo ASSINATURAS: Amilton Cândido de Oliveira e Rozemar Andrade da Costa Sanches.
aditivo da parceria, de que trata o § 2º deste artigo, a ser regida pela legislação em vigor
ao tempo de sua celebração, desde que seja limitada sua vigência até 1º de janeiro de
2018. EXTRATO DA OES N. 38/2016, FORMALIZADA EM 09/12/2016.
PARTES: Prefeitura Municipal de Campo Grande – MS e a Empresa BELTER CONSTRUÇÕES
LTDA – EPP.
§ 7º Para atender ao disposto no caput deste artigo, poderá haver aplicação da
FUNDAMENTO LEGAL: Convite n° 80/2016 e artigo 62 da Lei Federal n. 8.666/93 -
Seção III do Capítulo IX deste Decreto para os convênios e os instrumentos congêneres,
Processo Administrativo n. 69085/16-18;
existentes na data da entrada em vigor da Lei Federal n. 13.019/2014, que estejam
OBJETO: OBRAS VISANDO A REFORMA DE PONTE DE MADEIRA E RECUPERAÇÃO DE
em fase de execução de seu objeto ou que estejam em fase de análise de prestação de
ESTRADA CÓRREGO INFERNINHO CG 224, EM CAMPO GRANDE/MS;
contas.
DOTAÇÃO ORÇAMENTÁRIA: 0227.26.782.0058.2730.44905199 FR: 21;
VIGÊNCIA: 30 (trinta) dias a contar da data de recebimento da ordem de início;
Art. 88. Ficam ratificados os convênios assinados com respaldo no Decreto VALOR: R$ 131.434,03 (cento e trinta e um mil, quatrocentos e quatro reais e três
Municipal n. 7.761, de 30 de dezembro de 1998, até a data da publicação deste Decreto, centavos);
devendo observar, quanto às regras de transição, o disposto no art. 87 deste Decreto. ASSINATURAS: Amilton Cândido de Oliveira e Elvio Ramires.
EXTRATO DO CONVÊNIO n. 620, CELEBRADO EM 9 DE NOVEMBRO DE 2016. EXTRATO DO CONVÊNIO n. 659, CELEBRADO EM 19 DE DEZEMBRO DE 2016.
PARTES: Município de Campo Grande-MS, com interveniência da Secretaria de Políticas, PARTES: Município de Campo Grande-MS, com interveniência da Secretaria de Políticas,
Ações Sociais e Cidadania - SAS com recursos do Fundo Municipal de Investimento Social Ações Sociais e Cidadania - SAS com recursos do Fundo Municipal para Infância e
- FMIS e o Cotolengo Sul-Matogrossense. Adolescência - FMIA e o Centro Social Dom Bosco.
FUNDAMENTO LEGAL: Lei Federal n. 8.666/93, da Lei Municipal n. 3.452/98, art. 6°
FUNDAMENTO LEGAL: Lei Federal n. 8.666/93, da Lei Municipal n. 3.452/98, Decreto n.
da Lei Municipal n. 5.640/2015, Lei Municipal n. 5.749/2016, Decreto n. 7.761/98 e
7.761/98, Deliberação 511/CMDCA/2016 e Processo Administrativo n. 80652/2016-60.
Processo Administrativo n. 52614/2016-62.
OBJETO: Repasse dos recursos financeiros a Convenente para despesas a realizar, em
OBJETO: Repasse dos recursos financeiros a Convenente para despesas a realizar, em
conformidade com o Plano de Trabalho anexo ao processo.
conformidade com o Plano de Trabalho anexo ao processo.
VALOR TOTAL: R$ 11.073,52, sendo R$ 4.748,52 para custeio e R$ 6.325,00 para
VALOR TOTAL: R$ 40.000,00 (quarenta mil reais), destinados à aquisição de material
permanente, a ser pago em parcela única, da Fonte 0601 de acordo com o cronograma
de investimento em parcela única, de acordo com o cronograma de desembolso do Plano
de Trabalho. de desembolso do Plano de Trabalho.
DOTAÇÃO: 0220.08.244.0285.4365.44504200 - Auxílios, NE 00191.1131S; FR 14. DOTAÇÕES: 0601.08.243.0286.4364.3350 4300 - Subvenções Sociais, NE 00026.1131S,
VIGÊNCIA: O prazo de vigência do presente Convênio será após recebimento do recurso FR 06; 0601.08.243.0286.4364.44504200 - Auxílios, NE 00027.1129S; FR 06.
até 31 de dezembro de 2016. VIGÊNCIA: 60 (sessenta) dias após o repasse da parcela única do recurso.
ASSINATURAS: Marcela Rodrigues Carneiro e Valdeci Marcolino. ASSINATURAS: Marcela Rodrigues Carneiro e Lincoln Saito.
EXTRATO DO CONVÊNIO n. 647, CELEBRADO EM 14 DE DEZEMBRO DE 2016. EXTRATO DO CONVÊNIO n. 660, CELEBRADO EM 19 DE DEZEMBRO DE 2016.
PARTES: Município de Campo Grande-MS, com interveniência da Secretaria de Políticas, PARTES: Município de Campo Grande-MS, com interveniência da Secretaria de Políticas,
Ações Sociais e Cidadania - SAS com recursos do Fundo Municipal de Investimento Social Ações Sociais e Cidadania - SAS com recursos do Fundo Municipal de Investimento Social
- FMIS e a Associação Evangélica de Proteção a Crianças.
- FMIS e a Federação dos Deficientes Físicos de Mato Grosso do Sul e Entidades Afins.
FUNDAMENTO LEGAL: Lei Federal n. 8.666/93, da Lei Municipal n. 3.452/98, art. 6°
FUNDAMENTO LEGAL: Lei Federal n. 8.666/93, da Lei Municipal n. 3.452/98, art. 6º
da Lei Municipal n. 5.640/2015, Lei Municipal n. 5.749/2016, Decreto n. 7.761/98 e
da Lei Municipal n. 5.640/2015, Lei Municipal n. 5.749/2016, Decreto n. 7.761/98, e
Processo Administrativo n. 79628/2016-88.
Processo Administrativo n. 52210/2016-23.
OBJETO: Repasse dos recursos financeiros a Convenente para despesas a realizar, em
OBJETO: Repasse de recursos financeiros a convenente para despesas a realizar, em
conformidade com o Plano de Trabalho anexo ao processo.
conformidade com o Plano de Trabalho anexo ao processo.
VALOR TOTAL: R$ 10.000,00 (dez mil reais) destinados a aquisição de material de
investimento em parcela única, de acordo com o cronograma de desembolso do Plano VALOR TOTAL: R$ 2.500,00 (dois mil e quinhentos reais) destinados a aquisição de
de Trabalho. material de investimento em parcela única, de acordo com o cronograma de desembolso
DOTAÇÃO: 0220.08.244.0285.4365.44504200 - Auxílios, NE 00243.1131S; FR 14. do Plano de Trabalho.
VIGÊNCIA: O prazo de vigência do presente Convênio será após recebimento do recurso DOTAÇÃO: 0220.08.244.0285.4365.44504200 - Auxílios, NE 00267.1131S; FR 14.
até 31 de dezembro de 2016. VIGÊNCIA: 30 (trinta) dias após o recebimento do recurso.
ASSINATURAS: Marcela Rodrigues Carneiro e Zilfa Gomes Braz Andrekowisk. ASSINATURAS: Marcela Rodrigues Carneiro e Marcos Antonio Braga.
N. ORIGEM NATUREZA OBJETO EXECUTOR VALOR R$ COMERCIAL CIRURGICA RIOCLARENSE LTDA 508.110,65
01 MS/FNS S U S - Pagto Incremento SESAU/FMS 500.000,00
S i s t e m a Temporario do COMERCIAL ISOTOTAL LTDA ME 86.550,00
Único de Limite Financeiro
Saúde do MAC – Parcela COMERCIAL T & C LTDA - EPP 13.502,10
Única
Comp. 12/2016 COTOLENGO SUL-MATOGROSSENSE 43.000,00
TOTAL 500.000,00
CQC - TECNOLOGIA EM SISTEMAS DIAGNOSTICOS LTDA. 55.000,00
FRANCISCO EDILSON MAGALHÃES IVANDRO CORREA FONSECA
DEBORA RENATA MENDONCA DE MORAES 419,15
Diretor Departamento Secretaria Municipal de Saúde
Financeiro Pública
DIAGNOSTICARE [Link] [Link].E [Link] 17.563,03
ASSOCIACAO DE AMPARO A MATERNIDADE E A INFANCIA INSTITUICAO [Link] BRAS. DE EDUC.E [Link] 440.641,23
1.255.177,11
ASSOCIACAO DE APOIO DE PACIENTE COM CANCER AMIGOS DO
10.000,00 INSTITUTO AMIGOS DO CORACAO (ICA) 70.000,00
CHITAO
PÁGINA 17 - segunda-feira, 26 de dezembro de 2016 DIOGRANDE n. 4.757
MED RIM SERVICOS MEDICOS LTDA 567.748,61 CONCEDER aposentadoria voluntária, por idade e tempo de contribuição, à
servidora ARLENE PEREIRA DE SOUZA, matrícula n. 127124/03, ocupante do cargo de
MISSAO SALESIANA DE MATO GROSSO-UCDB 344.657,91 Assistente Administrativo II, Referência 09, Classe “F”, lotada na Secretaria Municipal
de Saúde Pública, com proventos integrais, que corresponderão à totalidade de sua
MOACIR EUGENIO REGIS 1.074,68 remuneração no cargo efetivo em que se der a aposentadoria, constituídos de vencimento,
acrescido de vantagem pecuniária pessoal e funcional, com fulcro nos artigos 6º e 7º,
MULTILAB LABORATORIO DE ANALISES CLINICAS LTDA. 630,00 da Emenda Constitucional n. 41, de 19 de dezembro de 2003, e artigo 2º, da Emenda
Constitucional n. 47, de 5 de julho de 2005, combinado com o art. 24, inciso I, alínea
NACIONAL COMÉRCIO E SERVIÇOS LTDA - EPP 21.939,26 “c” e arts. 65 e 67 da Lei Complementar n. 191, de 22 de dezembro de 2011 (Processo
n. 61259/2016-11).
NATALI FISIO CLINICA DE FISIOTERAPIA E ESTETICA LTDA 10.201,90
CAMPO GRANDE-MS, 23 DE DEZEMBRO DE 2016.
NELLY ELIAS BACHA 4.258,14
ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL
NEO STOCK BRASIL PRODUTOS PARA SAUDE LTDA. - ME 144.674,20
Prefeito Municipal
OI S/A 53.687,02
RICARDO TREFZGER BALLOCK
ORGANIZACAO MORENA DE PARCERIA E SERVICOS H. LTDA. 72.902,13 Secretário Municipal de Administração
S.H. INFORMATICA LTDA 551.467,61 CONCEDER aposentadoria voluntária, por idade, com proventos proporcionais ao
tempo de contribuição, ao servidor ODACIR LIMA ALBUQUERQUE, matrícula n. 10774/07,
S.I.N. SERVS. MEDICOS INT. EM NEFROLOGIA S/C LTDA. 495.114,22 ocupante do cargo de Médico, Referência 15, Classe “F”, lotado na Secretaria Municipal
de Saúde Pública, com fulcro no art. 40, § 1º, inciso III, alínea “b”, §§ 3º, 8º e 17,
SCREENLAB [Link] CITOLOGIA E [Link].S/C LTDA 18.125,17 da Constituição Federal, com redação dada pela Emenda Constitucional n. 41, de 19 de
dezembro de 2003, observado o art. 1º, da Lei Federal n. 10.887, de 18 de junho de
SEBASTIAO CAMPOS ARINOS JUNIOR 3.395,05 2004, combinado com os artigos 33, 70 e 72, da Lei Complementar n. 191, de 22 de
dezembro de 2011 (Processo n. 72810/2016-53).
SERVAN ANESTESIOLOGIA E [Link] DOR DE C. GRANDE S/S. 91.819,52
CAMPO GRANDE-MS, 23 DE DEZEMBRO DE 2016.
SHALIMAR MARTINS VASCONCELOS FILIU 419,15
ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL
SHIZUE & TAKUJI LTDA 11.897,43 Prefeito Municipal
WALDOMIRO MOLINA 744,73 APOSENTAR por invalidez, com proventos proporcionais ao tempo de
contribuição, o servidor JAIR BENTO, matrícula n. 382591/01, ocupante do cargo de
WANDERLEIA MATTOS BARAUNA ALVES 1.215,51 Técnico de Enfermagem, Referência 13A, Classe “C”, lotado na Secretaria Municipal de
Saúde Pública, com fulcro no art. 40, § 1º, inciso I, da Constituição Federal, com redação
dada pela Emenda Constitucional n. 41, de 19 de dezembro de 2003, combinado com o
YOUSSIF AMIM YOUSSIF - EPP 8.400,00
art. 24, inciso I, alínea “a”, e artigos 26, 27, 70 e 71, da Lei Complementar n. 191, de 22
de dezembro de 2011 (Processo n. 45773/2016-56).
TOTAL
34.309.176,66
CAMPO GRANDE-MS, 23 DE DEZEMBRO DE 2016.
ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL, Prefeito de Campo Grande, Capital do Estado de
Prefeito Municipal Mato Grosso do Sul, no uso de suas atribuições Legais, resolve:
ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL, Prefeito de Campo Grande, Capital do ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL
Estado de Mato Grosso do Sul, no uso de suas atribuições Legais, resolve: Prefeito Municipal
RICARDO TREFZGER BALLOCK CONCEDER aposentadoria voluntária, por idade e tempo de contribuição, à
Secretário Municipal de Administração servidora ROSMARY LUCIA GALASSI OLIVEIRA, matrícula n. 132314/02, ocupante do
cargo de Professor, Nível PH-3, Classe “G”, lotada na Secretaria Municipal de Educação,
com proventos integrais, constituídos de vencimento, acrescido de vantagem pecuniária
DECRETO “PE” N. 2.604, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2016. pessoal e funcional, com fulcro nos artigos 6º e 7º, da Emenda Constitucional n. 41, de
19 de dezembro de 2003, e artigo 2º, da Emenda Constitucional n. 47, de 5 de julho de
ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL, Prefeito de Campo Grande, Capital do Estado de 2005, combinado com o § 5º, do art. 40, da Constituição Federal de 5 de outubro de
Mato Grosso do Sul, no uso de suas atribuições Legais, resolve: 1988, art. 24, inciso I, alínea “c” e arts. 65 e 67 da Lei Complementar n. 191, de 22 de
dezembro de 2011 (Processo n. 65652/2016-94).
APOSENTAR por invalidez, com proventos integrais, calculados com base na média
aritmética simples, por ser portadora de uma das doenças elencadas pelo art. 6°, inciso CAMPO GRANDE-MS, 23 DE DEZEMBRO DE 2016.
XIV, da Lei n. 7.713, de 22 de dezembro de 1988 e alterações, a servidora BEATRIZ
HELENA MARTINS KORNDORFER, matrícula n. 378014/01, ocupante do cargo de Médico,
ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL
Referência 15, Classe “C”, lotada na Secretaria Municipal de Saúde Pública, com fulcro Prefeito Municipal
no art. 40, § 1º, inciso I, da Constituição Federal, com redação dada pela Emenda
Constitucional n. 41, de 19 de dezembro de 2003, combinado com o art. 24, inciso I,
alínea “a”, e artigos 26, 27 e 70, da Lei Complementar n. 191, de 22 de dezembro de RICARDO TREFZGER BALLOCK
2011 (Processo n. 73568/2016-35). Secretário Municipal de Administração
ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL, Prefeito de Campo Grande, Capital do
Prefeito Municipal Estado de Mato Grosso do Sul, no uso de suas atribuições legais, resolve:
ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL, Prefeito de Campo Grande, Capital do Estado de RICARDO TREFZGER BALLOCK
Mato Grosso do Sul, no uso de suas atribuições Legais, resolve: Secretário Municipal de Administração
PÁGINA 20 - segunda-feira, 26 de dezembro de 2016 DIOGRANDE n. 4.757
DECRETO “PE” n. 2.611, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2016. I - Representantes de Organizações Prestadoras de Serviço
ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL, Prefeito de Campo Grande, Capital do SIRPHA - LAR DO IDOSO
Estado de Mato Grosso do Sul, no uso de suas atribuições legais, resolve: MEMBROS EM SUBSTITUIÇÃO
Titular: Nathalia Rocha Grabowski Conselheira: Suzana Saucedo
CONCEDER licença-capacitação à servidora ÉRICA NAOMI NAKA MATOS,
matrícula n. 261017/03, ocupante do cargo de Médico, Referência 15, Classe “D”, lotada Suplente: Suzana Saucedo Conselheira: Nathalia Rocha Grabowski
na Secretaria Municipal de Saúde Pública, no período de 9 a 19 de novembro de 2016,
com fulcro no art. 140, inciso I, da Lei Complementar n. 190, de 22 de dezembro de
2011 (Processo n. 82736/2016-29). CAMPO GRANDE-MS, 23 DE DEZEMBRO DE 2016.
DECRETO “PE” n. 2.613, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2016. RETIFICAR o Decreto “PE” n. 1.722, de 11 de agosto de 2016, publicado no
DIOGRANDE n. 4.647, de 12 de agosto de 2016, na parte que autorizou a cedência dos
servidores abaixo relacionados, de forma que passe a constar “... para a Secretaria de
ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL, Prefeito de Campo Grande, Capital do Estado de Educação,...” (Processo n. 8715/2013-16):
Estado de Mato Grosso do Sul, no uso de suas atribuições legais, resolve:
Matrícula Servidor
DESIGNAR a servidora ALZENIR MATIAS DE SOUZA OLIVEIRA, matrícula n.
182532/05 Amarildo Sanches da Silva
305987/01, lotada na Secretaria Municipal de Políticas e Ações Sociais e Cidadania,
para representar a Prefeitura Municipal de Campo Grande, junto à Secretaria Especial 323772/09 Milva Heimbach
de Direitos Humanos – SEDH, do Ministério da Justiça e Cidadania, praticando todos os CAMPO GRANDE-MS, 23 DE DEZEMBRO DE 2016.
atos necessários à efetivação e recebimento do conjunto de equipamentos destinados
a equipagem e estruturação do Conselho Municipal do Idoso - CMI (CI n. 1.520/DPA/
SAS/2016). ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL
Prefeito Municipal
CAMPO GRANDE-MS, 23 DE DEZEMBRO DE 2016.
RICARDO TREFZGER BALLOCK ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL, Prefeito de Campo Grande, Capital do
Secretário Municipal de Administração Estado de Mato Grosso do Sul, no uso de suas atribuições legais, resolve:
ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL, Prefeito de Campo Grande, Capital do Matrícula Servidor
Estado de Mato Grosso do Sul, no uso de suas atribuições legais, resolve:
378880/01 Adjalmo Malaquias da Silva
338532/03 Breno Gomes de Arruda Dias
NOMEAR os membros abaixo relacionados, representantes de Entidade Não
336009/08 Cláudio Morinigo Ribeiro
Governamental, para comporem o Conselho Municipal do Idoso - CMI e completar
mandato até 28 de julho de 2018 (CI n. 1.544/DPA/SAS/2016). 310026/10
Daniela Richter Kanitz
310026/17
PÁGINA 21 - segunda-feira, 26 de dezembro de 2016 DIOGRANDE n. 4.757
374583/01 Denise Aparecida Camargo “c” e arts. 65 e 67 da Lei Complementar n. 191, de 22 de dezembro de 2011 (Processo
n. 55627/2016-11).
383583/06 Edi Carlos Douglas Mazini
374750/01 Edivaldo Luis Camargo
CAMPO GRANDE-MS, 23 DE DEZEMBRO DE 2016.
374155/05 Elizabeth Queiroz Negrelli Tschinkel
299375/02 Fabiola Silva dos Santos ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL
356352/01 Fernanda Alves Bucallon Prefeito Municipal
374719/01 Gisele Maria Bacanelli
379681/01 Helga Ticiana de Barros Maciel RICARDO TREFZGER BALLOCK
355917/01 Ivan Benito de Vasconcelos Secretário Municipal de Administração
275638/01 Jaqueline Dias
378724/06 Julio César Gonçalves da Silva DECRETO “PE” n. 2.623, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2016.
378678/13 Leandro Colombo Pedrini
298344/25 Lourival Ramos de Almeida ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL, Prefeito de Campo Grande, Capital do
Estado de Mato Grosso do Sul, no uso de suas atribuições legais, resolve:
374619/01 Marcia Cristina Yassunaka Chimenez
378402/01 Marilidia Satiro DESIGNAR NELSON BARBOSA GUIMARÃES, matrícula n. 220590, para
374650/01 Matildes Araujo Lima desempenhar a função de Coordenador da Coordenadoria de Obras e Arquitetura Sanitárias,
382869/01 Mauro Matsuo Yamazato na Secretaria Municipal de Saúde Pública, com efeito a contar de 23 de fevereiro de 2016,
sem aumento de despesa, para fins de regularização funcional (Ofício n. 13.259/DRH/SESAU/2016).
390083/01 Nelma do Amaral Rezende Diniz Bento
340553/12 Reinaldo José Schmidt CAMPO GRANDE-MS, 23 DE DEZEMBRO DE 2016.
378546/01 Renato Lima de Aguiar
349291/09 Rodrigo Trelha de Oliveira ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL
362727/16 Rose Helena Pádoa Barbosa Prefeito Municipal
183962/01 Vanessa Vasconcelos Galvão Miranda
RICARDO TREFZGER BALLOCK
300861/36 Vera Lúcia da Silva Mendes Secretário Municipal de Administração
CONCEDER 3 ano(s) de Licença para Tratar de Interesse Particular sem ônus, em pror-
DECRETO “PE” n. 2.620, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2016. rogação, ao servidor PAULO SÉRGIO NAHAS, matrícula n. 194220/02, ocupante do car-
go de Engenheiro, Referência 16, Classe “F”, lotado na Secretaria Municipal de Meio
ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL, Prefeito de Campo Grande, Capital do Ambiente e Desenvolvimento Urbano, com fulcro no art. 169, da Lei Complementar 190,
Estado de Mato Grosso do Sul, no uso de suas atribuições legais, resolve: e art. 6° e seus parágrafos da Lei Complementar n. 191, ambas de 22 de dezembro de
2011, com efeito a partir de 26 de dezembro de 2016 (Processo n. 55526/2014-41).
AUTORIZAR a cedência do servidor WILLIAN GERALDO CAVALARI BARBOSA, CAMPO GRANDE-MS, 26 DE DEZEMBRO DE 2016.
matrícula n. 383003/01, para o Governo do Estado de Mato Grosso do Sul, para
desempenhar suas funções na Secretaria de Estado de Educação, no Convênio de RUI NUNES DA SILVA JÚNIOR
Cooperação Mútua, com ônus para a origem, no período de 1º de julho a 31 de dezembro Secretário Municipal de Meio Ambiente e
de 2016, com fulcro nos arts. 172 e 173, da Lei Complementar n. 190, de 22 de dezembro Desenvolvimento Urbano
de 2011 (Processo n. 8715/2013-16).
ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL, Prefeito de Campo Grande, Capital do CAMPO GRANDE-MS, 22 DE DEZEMBRO DE 2016.
Estado de Mato Grosso do Sul, no uso de suas atribuições legais, resolve:
RICARDO LEITE ALBUQUERQUE
CONCEDER aposentadoria voluntária, por idade e tempo de contribuição, à Secretário Municipal de Educação - em exercício
servidora DILZA MARA SAMPAIO, matrícula n. 152307/03, ocupante do cargo de Técnico
de Enfermagem, Referência 13A, Classe “F”, lotada na Secretaria Municipal de Saúde
RESOLUÇÃO “PE” SEMED N. 1.043, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2016.
Pública, com proventos integrais, constituídos de vencimento, acrescidos de vantagem
pessoal e funcional, com fulcro no artigo 7º, da Emenda Constitucional n. 41, de 19 de
O SECRETÁRIO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO de Campo Grande, Mato Grosso do Sul,
dezembro de 2003, no artigo 3º da Emenda Constitucional n. 47, de 5 de julho de 2005, no uso das atribuições legais que lhe são conferidas pela Lei n. 4.722, de 1o de janeiro
e arts. 66 e 67 da Lei Complementar n. 191, de 22 de dezembro de 2011 (Processo n. de 2009, art. 53, inciso III, e tendo em vista o Decreto n. 11.247, de 24 de junho de
59818/2016-61). 2010, resolve:
CAMPO GRANDE-MS, 23 DE DEZEMBRO DE 2016. DESIGNAR as servidoras Marina Gabinio da Silva, matrícula n. 393957, Lilian Droppa,
matrícula n. 383656, Fernanda Maciel Mendes da Costa, matrícula n. 402080, e Ana
Paula Leite Fabrini, matrícula n. 402462, pertencentes ao quadro de pessoal da Prefeitura
Municipal de Campo Grande-MS, para que, sob a presidência da primeira, componham a
ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL
Comissão de Amostras para Aquisição da Alimentação Escolar.
Prefeito Municipal
CAMPO GRANDE-MS, 22 DE DEZEMBRO DE 2016.
PARTE IV P U B L I C A Ç Õ E S A P E D I D O
CONCESSÃO CONCESSÃO
AUTO POSTO VILAÇA LTDA, torna público que recebeu da Secretaria Municipal Viação São Francisco LTDA torna público que recebeu da Secretaria Municipal de Meio
de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano – SEMADUR a Licença Ambiental – Ambiente e Desenvolvimento Urbano – SEMADUR a Licença Ambiental – Modalidade
Modalidade Licença de Operação n° 03.521/2016 com validade de 48 MESES a contar Licença de Operação N° 03.568/2016 com validade até 12/08/2017 para atividade de
de 17/11/2016, para atividade de POSTO DE COMBUSTÍVEL COM SERVIÇOS Transporte Urbano de passageiros, abastecimento de veículos, troca de óleo,
DE TROCA DE ÓLEO. Localizada à Rua Marechal Cândido Mariano, 909 – Vila lavagem de veículos e oficina mecânica. Localizada à Av. Euler de Azevedo, nº 1113
Maracaju, município de Campo Grande –MS. – Vila São Francisco, município de Campo Grande – MS
EDITAL CONCESSÃO
UNIÃO COMUNITÁRIA DE MULHERES E ASSOCIAÇÕES DE MATO GROSSO Viação São Francisco LTDA torna público que recebeu da Secretaria Municipal de Meio
Ambiente e Desenvolvimento Urbano – SEMADUR a Licença Ambiental – Modalidade
DO SUL – UNICAM/MS, CONVOCA TODAS AS SUAS ASSOCIADAS
Licença de Instalação N° 02.176/2016 com validade de 12 MESES a contar de
PARA REALIZAÇÃO DE ASSEMBLÉIA GERAL ORDINÁRIA PARA 24/11/2016, para atividade de Transporte Urbano de passageiros, abastecimento
de veículos, troca de óleo, lavagem de veículos e oficina mecânica - Ampliação.
REFORMULAÇÃO DO ESTATUTO E ELEIÇÃO E POSSE DA NOVA Localizada à Av. Euler de Azevedo, nº 1113 – Vila São Francisco, município de Campo
DIRETORIA A SER REALIZADA EM 10 DE FEVEREIRO DE 2017, Grande – MS
SITO A RUA TEIXEIRA DE FREITAS Nº 88, SEDE PROVISÓRIA DA CONCESSÃO
UNICAM-MS, DAS 14H AS 17H30MIN. INSCRIÇÃO DE CHAPAS Viação São Francisco LTDA torna público que recebeu da Secretaria Municipal de Meio
Ambiente e Desenvolvimento Urbano – SEMADUR a Licença Ambiental – Modalidade
ATÉ O DIA 16 DE JANEIRO, NA SEDE DA UNICAM-MS, ENDEREÇO Licença de Instalação N° 02.176/2016 com validade de 12 MESES a contar de
SUPRACITADO. 24/11/2016, para atividade de Transporte Urbano de passageiros, abastecimento
de veículos, troca de óleo, lavagem de veículos e oficina mecânica - Ampliação.
Localizada à Av. Euler de Azevedo, nº 1113 – Vila São Francisco, município de Campo
PAULI INDUSTRIA METALURGICA E COMÉRCIO LTDA torna público que recebeu
Grande – MS
da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano – SEMADUR a
Licença Ambiental – Modalidade Licença de Operação com validade de 48MESES a
contar de 14/12/2016,para atividade de FABRICAÇÃO DE ESTRUTURAS METALICAS.
Localizada à AVENIDA MANOEL DA COSTA LIMA, N. 407, VILA IPIRANGAmunicípio
de Campo Grande –MS.