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Diogrande: Diário Oficial de Campo Grande-Ms

O Diário Oficial de Campo Grande-MS publica diversas leis complementares sancionadas pelo Prefeito Alcides Jesus Peralta Bernal em 22 de dezembro de 2016, que alteram dispositivos legais relacionados a impostos, subsídios e a composição de órgãos municipais. As leis incluem a isenção do imposto sobre serviços de transporte público, a fixação de subsídios para agentes políticos e a regulamentação da Junta de Recursos Fiscais. As alterações entram em vigor a partir de 1º de janeiro de 2017.

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O Diário Oficial de Campo Grande-MS publica diversas leis complementares sancionadas pelo Prefeito Alcides Jesus Peralta Bernal em 22 de dezembro de 2016, que alteram dispositivos legais relacionados a impostos, subsídios e a composição de órgãos municipais. As leis incluem a isenção do imposto sobre serviços de transporte público, a fixação de subsídios para agentes políticos e a regulamentação da Junta de Recursos Fiscais. As alterações entram em vigor a partir de 1º de janeiro de 2017.

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DIOGRANDE

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cn=RODOLFO LARA DE SOUZA:01721863150

DIÁRIO OFICIAL DE CAMPO GRANDE-MS


Registro n. 26.965, Livro A-48, Protocolo n. 244.286, Livro A-10
4 º Registro Notarial e Registral de Títulos e Documentos da Comarca de Campo Grande - Estado de Mato Grosso do Sul

ANO XIX n. 4.757 - segunda-feira, 26 de dezembro de 2016 22 páginas

PARTE I P O D E R E X E C U T I V O
de 2 de outubro de 2003, e acrescenta parágrafo único ao mesmo artigo, que passa a
LEI vigorar com a seguinte redação:

“Art. 12. .............................................................................


LEI COMPLEMENTAR n. 291, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2016.
.............................................................................................
ALTERA DISPOSITIVOS DA LEI COMPLEMENTAR n. 02, DE 15 DE DEZEMBRO
XV - a prestação de serviços de transporte coletivo urbano de passageiros por
DE 1992, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.
ônibus no município.
Faço saber que a Câmara Municipal aprovou e eu ALCIDES JESUS PERALTA
Parágrafo único. A isenção de que trata o inciso XV deste artigo será
BERNAL, Prefeito Municipal de Campo Grande, Capital do Estado de Mato Grosso do Sul
integralmente repassada ao preço da tarifa, devendo ser comprovada pela planilha
sanciono a seguinte Lei Complementar:
de estruturação tarifária autorizada pela Agência de Regulação dos Serviços Públicos
Delegados de Campo Grande. (NR)”
Art. 1º Dá nova redação ao art. 69, da Lei Complementar n. 02, de 15 de dezembro
de 1992, modificado pela Lei Complementar n. 242, de 21 de julho de 2014, que passa a
Art. 2º Esta Lei Complementar entra em vigor na data de sua publicação,
vigorar com a seguinte alteração:
produzindo seus efeitos a partir de 1º de janeiro de 2017 até 31 de março de 2017.
“Art. 69. A Junta de Recursos Fiscais - JURFIS será composta por 13 (treze)
CAMPO GRANDE, 22 DE DEZEMBRO DE 2016.
membros titulares e iguais números de suplentes, portadores de título universitário,
reputação ilibada e reconhecida experiência em matéria tributária e fiscal sendo 7 (seis)
representantes do Município de Campo Grande e 6 (cinco) representantes dos contribuintes,
ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL
observando o critério de representação paritária.
Prefeito Municipal
................

§ 2º..................................................................................
LEI COMPLEMENTAR n. 293, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2016.
.........................................................................................
ALTERA DISPOSITIVOS DA LEI COMPLEMENTAR n. 153, DE 20 DE
V - 1 (um) titular e um suplente representante do Conselho Regional de Engenharia
JANEIRO DE 2010 E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.
e Agronomia de Mato Grosso do Sul;
Faço saber que a Câmara Municipal aprovou e eu ALCIDES JESUS PERALTA
VI - 1 (um) titular e um suplente representante do Conselho de Arquitetura e
BERNAL, Prefeito Municipal de Campo Grande, Capital do Estado de Mato Grosso do Sul
Urbanismo de Mato Grosso do Sul.” (NR)
sanciono a seguinte Lei Complementar:
Art. 2º Esta Lei Complementar entra em vigor na data de sua publicação
Art. 1º Ficam revogados a alínea “e” do inciso I do Art. 2º e o inciso V do Art 3º
da Lei Complementar n. 153, de 20/01/2010.
CAMPO GRANDE-MS, 22 DE DEZEMBRO DE 2016.
Art. 2º Ficam alterados os incisos I, II e III e acrescido o inciso IV no Art 5º da
Lei Complementar n. 153, de 20/01/2010, que passarão a vigorar com as seguintes
ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL
redações:
Prefeito Municipal
“Art. 5º ...
LEI COMPLEMENTAR n. 292, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2016.
I - 4% para a medida descrita na alínea a;

II - 4% para a medida descrita na alínea b;


DISPÕE SOBRE A ISENÇÃO DO IMPOSTO SOBRE SERVIÇO INCIDENTE
SOBRE A PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE TRANSPORTE PÚBLICO
III - 2% para a medida descrita na alínea c;
COLETIVO DE PESSOAS, POR ÔNIBUS, NESTE MUNICÍPIO E DÁ OUTRAS
PROVIDÊNCIAS.
IV - 2% para a medida descrita na alínea d. (NR)”

Art. 3º Fica alterado o Art. 6º da Lei Complementar n. 153, de 20/01/2010, que


Faço saber que a Câmara Municipal aprovou e eu ALCIDES JESUS PERALTA
passa a vigorar com a seguinte redação:
BERNAL, Prefeito Municipal de Campo Grande, Capital do Estado de Mato Grosso do Sul
sanciono a seguinte Lei Complementar:
“Art. 6º Para obtenção do benefício tributário, as medidas mencionadas
no Art. 2º, inciso I, alíneas “a”, “b”, “c” e “d”, poderão ser adotadas em conjunto ou
separadamente. (NR)”
Art. 1º Dá nova redação ao inciso XV, do art. 12, da Lei Complementar n. 59,

PREFEITO................................................................................Alcides Jesus Peralta Bernal Secretário Munic. de Segurança Pública..........................Luidson Borges Tenório Noleto
Vice-Prefeito.............................................................................................................................. Procurador-Geral do Município....................................................Denir de Souza Nantes
Chefe do Gabinete do Prefeito ...........................................................Odimar Luis Marcon Diretor-Presidente da Ag. [Link] Habitação de Campo Grande ................................
Secretário Munic. de Governo e Relações Institucionais ................................................... .........................................................................................................Dirceu de Oliveira Peters
................................................................................................................Odimar Luis Marcon Diretor-Presidente do Instituto Munic. de Planejamento Urbano.....................................
Secretário Munic. de Administração..........................................Ricardo Trefzger Ballock .........................................................................................................Dirceu de Oliveira Peters
Secretário Munic. da Receita..................................................Disney de Souza Fernandes Diretor-Presidente da Agência Municipal de Prestação de Serviços à Saude...................
Secretário Munic. de Planejamento, Finanças e Controle ............................................... ...........................................................................................................Ivandro Correa Fonseca
....................................................................................................Disney de Souza Fernandes Diretor-Presidente da Agência Munic. de Transporte e Trânsito .....................................
Secretária Munic. de Políticas e Ações Sociais e Cidadania .............................................. ................................................................................................................Elidio Pinheiro Filho
...................................................................................................Marcela Rodrigues Carneiro Diretora-Presidente da Agência de Regulação dos Serviços Públicos Delegados de
Secretária Munic. de Educação......................................................Leila Cardoso Machado Campo Grande........................................................Ritva Cecilia de Queiroz Garcia Vieira
Secretária Munic. de Desenvolvimento Econômico, Turismo, de Ciência e Tecnologia Diretor-Presidente da Fundação Municipal de Cultura ..................................................
...................................................................................................Emerson dos Santos Borges
e Agronegócio .....................................................................Dharleng Campos de Oliveira
Diretor-Presidente da Fundação Municipal de Esporte .....................................................
Secretário Munic. de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano................................... ........................................................................................Luiz Alberto Algaranhães Antunes
........................................................................................................Rui Nunes da Silva Junior Diretor-Presidente do Instituto Munic. de Previdência de Campo Grande.......................
Secretário Munic. de Infraestrutura, Transporte e Habitação ........................................... .........................................................................................................Ricardo Trefzger Ballock
..................................................................................................Amilton Cândido de Oliveira Diretor-Presidente da Fundação Social do Trabalho de Campo Grande.........................
Secretário Munic. de Saúde Pública.............................................Ivandro Correa Fonseca .....................................................................................................Josmar Gonçalves Barbosa
Secretária Munic. de Políticas para as Mulheres .............................Leyde Alves Pedroso Diretor-Presidente do Instituto Municipal de Tecnologia da Informação......................
Secretário Municipal da Juventude ................................Wilton Edgar Sá e Silva Acosta ...................................................................................................................................................
PÁGINA 2 - segunda-feira, 26 de dezembro de 2016 DIOGRANDE n. 4.757
Art. 4º Esta Lei Complementar entra em vigor na data de sua publicação. titulares das entidades da administração indireta - agentes políticos fica fixado em parcela
única de R$ 11.619,70 (onze mil, seiscentos e dezenove reais e setenta centavos).
CAMPO GRANDE, 22 DE DEZEMBRO DE 2016.
Art. 4º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação, produzindo seus
efeitos a partir de 1º de janeiro de 2017, revogando-se a Lei n. 5.506, de 20/01/2015.
ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL
Prefeito Municipal CAMPO GRANDE-MS, 22 DE DEZEMBRO DE 2016.

LEI COMPLEMENTAR n. 294, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2016. ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL


Prefeito Municipal
ALTERA E ACRESCENTA DISPOSITIVO À LEI COMPLEMENTAR n. 190, DE
22 DE DEZEMBRO DE 2011, QUE DISPÕE SOBRE O REGIME JURÍDICO LEI n. 5.778, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2016.
ÚNICO DOS SERVIDORES PÚBLICOS MUNICIPAIS DE CAMPO GRANDE-
MS. FIXA A REMUNERAÇÃO DOS VEREADORES PARA A LEGISLATURA
2017/2020 E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.
Faço saber que a Câmara Municipal aprovou e eu ALCIDES JESUS PERALTA
BERNAL, Prefeito Municipal de Campo Grande, Capital do Estado de Mato Grosso do Sul Faço saber que a Câmara Municipal aprovou e eu ALCIDES JESUS PERALTA
BERNAL, Prefeito Municipal de Campo Grande, Capital do Estado de Mato Grosso do Sul
sanciono a seguinte Lei Complementar:
sanciono a seguinte Lei:

Art. 1º Fica alterado e acrescida alínea “a” ao inciso VI do Art. 196 da Lei Art. 1º Consoante dispõe a alínea “f”, do inciso VI, do Art. 29, combinado com
Complementar n. 190, de 22 de dezembro de 2011, que passa a vigorar com a seguinte os incisos XI e XV, do Art. 37, todos da Constituição Federal, a remuneração mensal dos
redação: Membros da Câmara Municipal de Campo Grande-MS, para a legislatura a iniciar-se em 1º
de janeiro de 2017, corresponderá até 75% (setenta e cinco por cento) da remuneração dos
“Art. 196. Deputados Estaduais de Mato Grosso do Sul, considerada esta como os valores percebidos
em espécie, a qualquer título.
...
Art. 2º O subsídio, em parcela única a ser pago aos Senhores Vereadores, será no
VI - jornada especial – dispensa do servidor municipal por contrato de trabalho valor de R$ 15.031,76 (quinze mil, trinta e um reais e setenta e seis centavos).
ou concurso do tempo equivalente à 50% (cinquenta por cento) de sua jornada de
trabalho, para acompanhamento de filho com necessidades especiais, para tratamento Art. 3º A Câmara Municipal regulará por ato da Mesa Diretora os efeitos decorrentes
junto à entidade pública ou particular, e enquanto perdurar o tratamento, independente da aplicação desta Lei, assim como as verbas de caráter indenizatório e demais verbas.
do vínculo ou acúmulo da jornada:
Art. 4º As despesas decorrentes da aplicação da presente Lei correrão por conta de
recursos orçamentários próprios.
a) O tempo destinado no inciso anterior será concedido de acordo com os interesses
do beneficiário, desde que em consonância com a maior eficácia do tratamento do filho Art. 5º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação, produzindo seus efeitos a
com necessidades especiais, preferencialmente no início da concessão do benefício; partir de 1º de janeiro de 2017, revogando-se a Lei n. 5.507, de 20/01/2015.

... (NR)” CAMPO GRANDE-MS, 22 DE DEZEMBRO DE 2016.

Art. 2º Esta Lei Complementar entra em vigor na data de sua publicação.


ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL
Prefeito Municipal
CAMPO GRANDE, 22 DE DEZEMBRO DE 2016.

LEI n. 5.779, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2016.


ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL
Prefeito Municipal AUTORIZA A ABERTURA DE CRÉDITO ADICIONAL SUPLEMENTAR NO
VALOR DE R$ 6.620.000,00.

LEI n. 5.777, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2016. Faço saber que a Câmara Municipal aprovou e eu ALCIDES JESUS PERALTA
BERNAL, Prefeito Municipal de Campo Grande, Capital do Estado de Mato Grosso do Sul
FIXA O SUBSÍDIO DOS AGENTES POLÍTICOS QUE MENCIONA, PARA A sanciono a seguinte Lei:
LEGISLATURA A INICIAR-SE EM 1º DE JANEIRO DE 2017.
Art. 1º Fica o Poder Executivo Municipal autorizado a abrir crédito adicional
suplementar ao Orçamento Municipal, aprovado pela Lei n. 5.640, de 23 de dezembro
Faço saber que a Câmara Municipal aprovou e eu ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL,
de 2015, no valor de R$ 6.620.000,00 (seis milhões, seiscentos e vinte mil reais),
Prefeito Municipal de Campo Grande, Capital do Estado de Mato Grosso do Sul sanciono destinados ao reforço das dotações orçamentárias discriminadas conforme anexo único
a seguinte Lei: desta Lei, sem utilização do limite de 5%.

Art. 1º O subsídio mensal devido ao Prefeito de Campo Grande-MS fica fixado Parágrafo único. A suplementação será compensada na forma do inciso III, do
em parcela única de R$ 20.412,42 (vinte mil, quatrocentos e doze reais e quarenta e § 1º, do art. 43, da Lei Federal n. 4.320/64, conforme anulação mencionada no Anexo
de que trata este artigo.
dois centavos).
Art. 2º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Art. 2º O subsídio mensal devido ao Vice-Prefeito de Campo Grande-MS fica
fixado em parcela única de R$ 15.308,66 (quinze mil, trezentos e oito reais e sessenta CAMPO GRANDE, 22 DE DEZEMBRO DE 2016.
e seis centavos).

Art. 3º O subsídio mensal devido aos secretários municipais, procurador-geral e ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL
Prefeito Municipal

ANEXO ÚNICO DA LEI n. 5.779, DE 22/12/2016

UG Programa de Trabalho El. Desp Fonte


Sub
Cód. Esfera Sigla Mod Função Programa Ação Código Código Anulação Suplementação
Função
0909 F SEMED 90 12 361 149 2197 339032 101 2.800.000,00 -
0909 F SEMED 90 12 365 148 2435 339030 101 700.000,00 -
0909 F SEMED 90 12 365 148 2435 339036 101 500.000,00 -
0909 F SEMED 90 12 365 148 2435 339039 101 2.000.000,00 -
Total 6.000.000,00
0245 S IMPCG 90 10 302 270 4308 339039 110 - 6.000.000,00
Total 6.000.000,00

0101 F Câmara Municipal 01 031 0167 2240 31911300 Obrigações Patronais RPPS 0101 380.000,00 -

0101 F Câmara Municipal 01 031 0167 2240 33901400 Diárias Civil 0101 90.000,00 -
0101 F Câmara Municipal 01 031 0167 2240 33903500 Serviços Consultoria 0101 90.000,00 -
Outros Serviços de Terceiros
0101 F Câmara Municipal 01 031 0167 2240 33903500 Pessoa Jurídica 0101 60.000,00 -
Total 620.000,00
0101 F Câmara Municipal 01 031 0167 2240 31901300 Obrigações Patronais 0101 - 380.000,00
Outros Serviços de Terceiros
0101 F Câmara Municipal 01 031 0167 2240 33903600 Pessoa Física 0101 - 240.000,00
Total - 620.000,00
Total Geral 6.620.000,00 6.620.000,00
PÁGINA 3 - segunda-feira, 26 de dezembro de 2016 DIOGRANDE n. 4.757

LEI n. 5.780, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2016. Manipulação, com o objetivo de proporcionar o suprimento da demanda de medicamentos
das Unidades de Saúde Públicas com remédios manipulados.
AUTORIZA A DISTRIBUIÇÃO DE CESTAS NUTRICIONAIS ÀS LACTANTES
DE BAIXA RENDA ATÉ O SEXTO MÊS DE AMAMENTAÇÃO NO MUNICÍPIO Parágrafo único. O abastecimento com medicamentos manipulados das
DE CAMPO GRANDE-MS E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. Unidades de Saúde Públicas de que trata o caput desde artigo, ficará sob responsabilidade
do órgão municipal competente designado pelo Poder Executivo para essa finalidade.
Faço saber que a Câmara Municipal aprovou e eu ALCIDES JESUS PERALTA
BERNAL, Prefeito Municipal de Campo Grande, Capital do Estado de Mato Grosso do Sul Art. 2º Os medicamentos referidos no Art. 1º serão fornecidos mediante a
sanciono a seguinte Lei: apresentação de receita médica, prescrita por profissionais da Rede Pública de Saúde.

Art. 1º Autoriza o Executivo Municipal, no âmbito do Município de Campo Grande- Art. 3º A despesa decorrente da aplicação desta Lei irá compor a dotação
MS, a proceder a distribuição de cestas nutricionais para as lactantes de baixa renda até orçamentária da Secretaria Municipal de Saúde Pública para o exercício de 2017,
o sexto mês de amamentação. destinada à aquisição de medicamentos.

Art. 2º A distribuição das cestas nutricionais será feita pelo serviço de assistência Art. 4º O Poder Executivo, através da Secretaria Municipal de Saúde Pública, se
especializada da Prefeitura Municipal do Município de Campo Grande-MS. assim julgar necessário, expedirá as normas complementares para a fiel execução desta
Lei.
Parágrafo único. Os critérios para o recebimento do beneficio serão:
Art. 5º Esta Lei entra em vigor a partir de 1º de janeiro de 2017.
I - estar cadastrada no cadastro único para acompanhamento gestacional, a ser
instituído e regulamentado pelo Executivo Municipal, através de Secretaria competente; CAMPO GRANDE, 22 DE DEZEMBRO DE 2016.

II - comprovar mensalmente que está amamentando a criança;

III - comprovar que vive em situação de vulnerabilidade social. ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL
Prefeito Municipal
Art. 3º O Poder Executivo regulamentará esta Lei, naquilo que lhe for aplicável,
no prazo de 90 (noventa) dias, contados da data de sua publicação.
LEI n. 5.783, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2016.
Art. 4º As despesas para a execução desta Lei correrão por conta das dotações
orçamentárias próprias, suplementadas se necessário.
AUTORIZA O PODER EXECUTIVO A CRIAR O CORREDOR COMERCIAL NO
Art. 5º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. BAIRRO UNIVERSITÁRIO NO MUNICÍPIO DE CAMPO GRANDE.

CAMPO GRANDE, 22 DE DEZEMBRO DE 2016. Faço saber que a Câmara Municipal aprovou e eu ALCIDES JESUS PERALTA
BERNAL, Prefeito Municipal de Campo Grande, Capital do Estado de Mato Grosso do Sul
sanciono a seguinte Lei:
ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL
Prefeito Municipal
Art. 1º Fica o Poder Executivo autorizado a criar o Corredor Comercial na Rua
Pontalina, entre a Rua Vitor Meireles e a Avenida Guaicurus, no Bairro Universitário, no
LEI n. 5.781, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2016. município de Campo Grande-MS.

Art. 2º O Poder Executivo incentivará a promoção e ordenamento do local,


AUTORIZA O PODER EXECUTIVO A IMPLANTAR O HOSPITAL PÚBLICO NO mediante apoio dos órgãos envolvidos, visando:
MUNICÍPIO DE CAMPO GRANDE.

Faço saber que a Câmara Municipal aprovou e eu ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL, I - promover o desenvolvimento sustentável do comércio ali já instalado;
Prefeito Municipal de Campo Grande, Capital do Estado de Mato Grosso do Sul sanciono
a seguinte Lei: II - atrair novos investimentos dentro do perfil vocacional da área;

Art. 1º Fica o Poder Executivo autorizado a implantar o Hospital Público no III - assegurar o controle urbano e o ordenamento do uso do solo, com ênfase
município de Campo Grande. ao combate às poluições sonoras, visual e do ar;
Art. 2º Compete ao Hospital Público:
IV - favorecer o trânsito de pedestres na área e melhorias da circulação de
I - oferecer atendimento multiprofissional à saúde nas modalidades ambulatorial, veículos;
de internação e de urgência e emergência aos usuários do Sistema Único de Saúde e da
Saúde Suplementar (convênios ou particulares); V - otimizar o uso coletivo de estacionamento, bem como a ampliação de ofertas
de vagas no entorno;
II - atuar como hospital de referência na rede de atenção à saúde de grande
porte de média e alta complexidade no município de Campo Grande, em parceria com
VI - realizar campanhas publicitárias objetivando a divulgação do corredor.
associações, fundações e instituições assistenciais existentes;

III - inserir uma Política Municipal de Humanização integrando e incorporando Art. 3º O Poder Executivo regulamentará esta Lei no prazo de até 30 (trinta)
novas tecnologias, saberes e práticas e orientando ações humanizadoras na atenção ao dias.
usuário, ao colaborador e na gestão dos serviços;
Art. 4º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
IV - efetivar ações de assistência pública contínua e especializada em
conformidade com os princípios do Sistema Único de Saúde - SUS, empregando, nesse
CAMPO GRANDE, 23 DE DEZEMBRO DE 2016.
contexto, medidas de auxílio, diagnóstico e internações;

V - oferecer leitos de Unidade de Terapia Intensiva – UTI Geral;


ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL
VI - assegurar os serviços de Pronto-Socorro Adulto/Pediátrico; Prefeito Municipal

VII - celebrar convênios com entidades públicas e privadas que prestem


atividades correlatas.
LEI n. 5.784, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2016.
Art. 3º O atendimento de urgência e emergência será realizado no pronto-socorro
da própria unidade hospitalar e as internações de emergência serão realizadas de acordo AUTORIZA O PODER EXECUTIVO A CRIAR O CORREDOR COMERCIAL NO
com as vagas disponibilizadas pelo Complexo Regulador Estadual. BAIRRO PIONEIROS NO MUNICÍPIO DE CAMPO GRANDE.

Art. 4º As internações eletivas (programadas) serão feitas através de solicitação Faço saber que a Câmara Municipal aprovou e eu ALCIDES JESUS PERALTA
do médico responsável, a partir de consulta por vagas realizada no Complexo Regulador
BERNAL, Prefeito Municipal de Campo Grande, Capital do Estado de Mato Grosso do Sul
Estadual.
sanciono a seguinte Lei:
Art. 5º As despesas decorrentes da execução da presente Lei correrão por conta
de dotações orçamentárias próprias, suplementadas se necessário ou verbas alocadas Art. 1º Fica o Poder Executivo autorizado a criar o Corredor Comercial na Rua
de recursos federais ou estaduais. Ana Luísa de Souza, entre a Avenida Gury Marques e a Rua dos Gonçalves, no Bairro
Pioneiros, no município de Campo Grande-MS.
Art. 6º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Art. 2º O Poder Executivo incentivará a promoção e ordenamento do local,
CAMPO GRANDE, 22 DE DEZEMBRO DE 2016.
mediante apoio dos órgãos envolvidos, visando:

ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL I - promover o desenvolvimento sustentável do comércio ali já instalado;
Prefeito Municipal
II - atrair novos investimentos dentro do perfil vocacional da área;

LEI n. 5.782, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2016.


III - assegurar o controle urbano e o ordenamento do uso do solo, com ênfase
AUTORIZA O PODER EXECUTIVO A IMPLANTAR A FARMÁCIA MUNICIPAL ao combate às poluições sonoras, visual e do ar;
DE MANIPULAÇÃO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.
IV - favorecer o trânsito de pedestres na área e melhorias da circulação de
Faço saber que a Câmara Municipal aprovou e eu ALCIDES JESUS PERALTA veículos;
BERNAL, Prefeito Municipal de Campo Grande, Capital do Estado de Mato Grosso do Sul
sanciono a seguinte Lei: V - otimizar o uso coletivo de estacionamento, bem como a ampliação de ofertas
de vagas no entorno;
Art. 1º Fica o poder Executivo autorizado a implantar a Farmácia Municipal de
PÁGINA 4 - segunda-feira, 26 de dezembro de 2016 DIOGRANDE n. 4.757
VI - realizar campanhas publicitárias objetivando a divulgação do corredor. I - Administração Pública: União, Estados, Distrito Federal, Municípios e
respectivas autarquias, fundações, empresas públicas e sociedade de economia mista
Art. 3º O Poder Executivo regulamentará esta Lei no prazo de até 30 (trinta) prestadoras de serviço público e suas subsidiárias.
dias.
II - Organização da Sociedade Civil:

Art. 4º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. a) a entidade privada sem fins lucrativos que não distribua entre os seus sócios
ou
CAMPO GRANDE, 23 DE DEZEMBRO DE 2016. associados, conselheiros, diretores, empregados, doadores ou terceiros eventuais
resultados, sobras, excedentes operacionais, brutos ou líquidos, dividendos, isenções de
qualquer natureza, participações ou parcelas do seu patrimônio, auferidos mediante o
exercício de suas atividades, e que os aplique, integralmente, na consecução do respectivo
ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL
objeto social, de forma imediata ou por meio da constituição de fundo patrimonial ou de
Prefeito Municipal
fundo de reserva;

b) as sociedades cooperativas previstas na Lei Federal n. 9.867, de 10 de


LEI n. 5.785, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2016.
novembro de 1999; as integradas por pessoas em situação de risco ou de vulnerabilidade
pessoal ou social; as alcançadas por programas e ações de combate à pobreza e de
DECLARA DE UTILIDADE PÚBLICA MUNICIPAL O INSTITUTO SOCIAL DE
geração de trabalho e renda; as voltadas para fomento, educação e capacitação de
AÇÃO, AVENTURAS E CIDADANIA – ISAAC.
trabalhadores rurais ou para capacitação de agentes de assistência técnica e extensão
rural, e as capacitadas para execução de atividades ou de projetos de interesse público
Faço saber que a Câmara Municipal aprovou e eu ALCIDES JESUS PERALTA
e de cunho social;
BERNAL, Prefeito Municipal de Campo Grande, Capital do Estado de Mato Grosso do Sul
sanciono a seguinte Lei:
c) as organizações religiosas que se dediquem a atividades ou a projetos de
interesse público e de cunho social, distintas das destinadas a fins exclusivamente
Art. 1º Fica declarado de Utilidade Pública Municipal o Instituto Social de Ação,
religiosos;
Aventuras e Cidadania – ISAAC.
III - parceria: conjunto de direitos, responsabilidades e obrigações decorrentes
Parágrafo único. A entidade deverá observar as exigências contidas no Art. 13
de relação jurídica estabelecida formalmente entre a Administração Pública e as
da Lei Municipal n. 4.880, de 03 de agosto de 2010, sob pena de revogação da presente
organizações da sociedade civil, em regime de mútua cooperação, para a consecução
Lei.
de finalidades de interesse público e recíproco, mediante a execução de atividade ou de
projeto expressos em termos de colaboração, em termos de fomento ou em acordos de
Art. 2º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
cooperação;
CAMPO GRANDE, 23 DE DEZEMBRO DE 2016.
IV - atividade: conjunto de operações que se realizam de modo contínuo ou
permanente, das quais resulta um produto ou um serviço necessário à satisfação de
interesses compartilhados pela Administração Pública e pela organização da sociedade
ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL
civil;
Prefeito Municipal
V - projeto: conjunto de operações, limitadas no tempo, das quais resulta um
produto destinado à satisfação de interesses compartilhados pela Administração Pública
LEI n. 5.786, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2016.
e pela organização da sociedade civil;
DECLARA DE UTILIDADE PÚBLICA MUNICIPAL A APUCAS – ASSOCIAÇÃO
VI - dirigente: pessoa que detenha poderes de administração, gestão ou de
DE PAIS E PROFISSIONAIS DO CENTRO DE CAPACITAÇÃO DE
controle da organização da sociedade civil, habilitada a assinar termo de colaboração,
PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO E DE ATENDIMENTO DE PESSOAS COM
termo de fomento ou acordo de cooperação com a Administração Pública para a
SURDEZ/DEFICIENTE AUDITIVO.
consecução de finalidades de interesse público e recíproco, ainda que delegue essa
competência a terceiros;
Faço saber que a Câmara Municipal aprovou e eu ALCIDES JESUS PERALTA
BERNAL, Prefeito Municipal de Campo Grande, Capital do Estado de Mato Grosso do Sul
VII - administrador público: agente público revestido de competência para assinar
sanciono a seguinte Lei:
termo de colaboração, termo de fomento ou acordo de cooperação com organização da
sociedade civil para a consecução de finalidades de interesse público e recíproco, ainda
Art. 1º Fica Declarada de Utilidade Pública Municipal a APUCAS – Associação
que delegue essa competência a terceiros;
de Pais e Profissionais do Centro de Capacitação de Profissionais da Educação e de
atendimento de pessoas com Surdez/Deficiente Auditivo.
VIII - gestor: agente público responsável pela gestão de parceria celebrada
por meio de termo de colaboração, termo de fomento ou de acordo de cooperação,
Parágrafo único. A entidade deverá observar as exigências contidas no Art. 13
designado por ato publicado em meio oficial de comunicação, com poderes de controle
da Lei Municipal n. 4.880, de 03 de agosto de 2010, sob pena de revogação da presente
e de fiscalização;
Declaração.
IX - conselho de política pública: órgão criado pelo Poder Público para atuar como
Art. 2º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
instância consultiva, na respectiva área de atuação, na formulação, implementação,
acompanhamento, monitoramento e na avaliação de políticas públicas;
CAMPO GRANDE, 23 DE DEZEMBRO DE 2016.
X - comissão de seleção: órgão colegiado destinado a processar e a julgar
chamamentos públicos, constituído por ato publicado em meio oficial de comunicação,
ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL
assegurada a participação de pelo menos um servidor ocupante de cargo efetivo ou de
Prefeito Municipal
emprego permanente do quadro de pessoal da Administração Pública;

XI - comissão de monitoramento e avaliação: órgão colegiado destinado a


DECRETOS monitorar e a avaliar os termos de fomento e de colaboração celebrados com organizações
da sociedade civil, constituída por ato publicado em meio oficial de comunicação,
assegurada a participação de, pelo menos, dois terços de servidores ocupantes de cargo
DECRETO n. 13.022, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2016 efetivo ou de emprego permanente do quadro de pessoal da Administração Pública;

REGULAMENTA A APLICAÇÃO DA LEI FEDERAL n. 13.019, DE 31 DE JULHO XII - chamamento público: procedimento destinado a selecionar organização da
DE 2014, PARA DISPOR SOBRE REGRAS E PROCEDIMENTOS DO REGIME sociedade civil para firmar parceria, no qual se garanta a observância dos princípios da
JURÍDICO A SEREM CELEBRADAS ENTRE A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA E isonomia, da legalidade, da impessoalidade, da moralidade, da igualdade, da publicidade,
AS ORGANIZAÇÕES DA SOCIEDADE CIVIL. da probidade administrativa, da vinculação ao instrumento convocatório, do julgamento
objetivo e dos que lhes são correlatos;
ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL, Prefeito de Campo Grande, Capital do
Estado de Mato Grosso do Sul, no uso de suas atribuições legais, resolve: XIII - bens remanescentes: os de natureza permanente adquiridos com recursos
financeiros envolvidos na parceria, necessários à consecução do objeto, mas que a ele
D E C R E T A: não se incorporam;

CAPÍTULO I XIV - prestação de contas: procedimento em que se analisa e se avalia a execução


DISPOSIÇÕES GERAIS da parceria, pelo qual seja possível verificar o cumprimento do objeto da parceria e o
alcance das metas e dos resultados previstos, compreendendo duas fases:
SEÇÃO I
DISPOSIÇÕES PRELIMINARES a) apresentação das contas, de responsabilidade da organização da sociedade
civil;
Art. 1º Este Decreto dispõe sobre regras e procedimentos do regime jurídico das
parcerias celebradas entre a Administração Pública do Município de Campo Grande e as b) análise e manifestação conclusiva das contas, de responsabilidade da
organizações da sociedade civil de que trata a Lei Federal n. 13.019, de 31 de julho de Administração Pública, sem prejuízo da atuação dos órgãos de controle.
2014.
XV - termo de colaboração: instrumento por meio do qual são formalizadas
Parágrafo único. A aplicação das normas contidas na Lei Federal n. 13.019/2014, as parcerias estabelecidas pela Administração Pública com organizações da sociedade
e neste Decreto, que tem como fundamento a gestão pública democrática, a participação civil para a consecução de finalidades de interesse público e recíproco proposta pela
social, o fortalecimento da sociedade civil e a transparência na aplicação dos recursos Administração Pública, que envolva transferência de recursos financeiros;
públicos, deverá ser orientada pelos princípios e pelas diretrizes estabelecidas nos artigos
5º e 6º da retromencionada Lei. XVI - termo de fomento: instrumento por meio do qual são formalizadas as
parcerias estabelecidas pela Administração Pública com organizações da sociedade
Art. 2º O processamento das parcerias, que envolvam transferência de recursos civil para a consecução de finalidades de interesse público e recíproco propostas pelas
financeiros, será realizado por meio da plataforma eletrônica a ser desenvolvida pelo organizações da sociedade civil, que envolvam transferência de recursos financeiros;
Município de Campo Grande.
§ 1º As parcerias celebradas por empresas públicas e sociedades de economia mista do XVII - acordo de cooperação: instrumento por meio do qual são formalizadas as
Município de Campo Grande, prestadoras de serviço público, poderão ser processadas parcerias estabelecidas pela Administração Pública com organizações da sociedade civil
em plataforma eletrônica própria. para a consecução de finalidades de interesse público e recíproco, que não envolvam a
§ 2º O processamento das parcerias realizadas no âmbito de programas de proteção a transferência de recursos financeiros.
pessoas ameaçadas está dispensado da aplicação do disposto neste artigo.
Art. 3º Para os efeitos do disposto neste Decreto, considera-se: Art. 4º As parcerias disciplinadas na Lei Federal n. 13.019/2014, e regulamentadas
PÁGINA 5 - segunda-feira, 26 de dezembro de 2016 DIOGRANDE n. 4.757
por este Decreto respeitarão, em todos os seus aspectos, as normas específicas das subdelegação.
políticas públicas setoriais relativas ao objeto da parceria e as respectivas instâncias de
pactuação e de deliberação. § 3º Não poderá ser objeto de delegação a competência para aplicação de sanção.

Art. 5º Não se aplicam as exigências contidas neste Decreto: CAPÍTULO II


DO ACORDO DE COOPERAÇÃO
I - às transferências de recursos homologadas pelo Congresso Nacional ou às
autorizadas pelo Senado Federal naquilo em que as disposições específicas dos tratados, Art. 8º O acordo de cooperação poderá ser proposto pela Administração Pública
acordos e convenções internacionais conflitarem com os termos da Lei Federal n. Municipal ou pela organização da sociedade civil.
13.019/2014; Parágrafo único. O acordo de cooperação poderá ser prorrogado de acordo com o
interesse público, hipótese que prescinde de prévia análise jurídica.
II - aos contratos de gestão celebrados com organizações sociais, desde que
cumpridos os requisitos previstos na Lei Federal n. 9.637, de 15 de maio de 1998; Art. 9º São aplicáveis ao acordo de cooperação as regras e os procedimentos
dispostos no Capítulo I, Seção I - Disposições preliminares, e, no que couber, o disposto
III - aos convênios e aos contratos celebrados com entidades filantrópicas e sem nos seguintes Capítulos deste Decreto:
fins lucrativos nos termos do § 1º do art. 199 da Constituição Federal, nos termos do
inciso II do parágrafo único do art. 84 da Lei Federal n. 13.019/2014; I - Capítulo III - Do Chamamento Público;

IV - aos termos de compromisso cultural, referidos no § 1º do art. 9º da Lei II - Capítulo IV - Da celebração do instrumento de parceria, exceto quanto à:
Federal n. 13.018/2014;
a) art. 24, caput e § 1º;
V - aos termos de parceria celebrados com organizações da sociedade civil de
interesse público, desde que cumpridos os requisitos previstos na Lei Federal n. 9.790, b) art. 25, caput, incisos V a VII e § 1º;
de 23 de março de 1999;
III - Capítulo VII - Do procedimento de manifestação de interesse social;
VI - às transferências referidas no art. 2º da Lei Federal n. 10.845, de 5 de março
de 2004, e nos artigos 5º e 22 da Lei Federal n. 11.947, de 16 de junho de 2009; IV - Capítulo X - Das sanções;

VII - aos pagamentos realizados a título de anuidades, contribuições ou de V - Capítulo XI - Da transparência e da divulgação das ações;
taxas associativas em favor de organismos internacionais ou de entidades que sejam
obrigatoriamente constituídas por: VI - Capítulo XII - Disposições finais.

a) membros de Poder ou do Ministério Público; § 1º As regras e os procedimentos dispostos nos demais Capítulos são aplicáveis
somente a acordo de cooperação que envolva comodato, doação de bens ou outras
b) dirigentes de órgão ou de entidade da Administração Pública; formas de compartilhamento patrimonial, e poderão ser afastadas quando a exigência
for desproporcional à complexidade da parceria ou ao interesse público envolvido,
c) pessoas jurídicas de direito público interno; mediante justificativa prévia.

d) pessoas jurídicas integrantes da Administração Pública; § 2º O órgão ou a entidade da Administração Pública Municipal, para celebração
de acordo de cooperação que não envolva comodato, doação de bens ou outras formas
VIII - às parcerias entre a Administração Pública e os serviços sociais autônomos. de compartilhamento patrimonial, poderá, mediante justificativa prévia e considerando
a complexidade da parceria e o interesse público:
SEÇÃO II
DA CAPACITAÇÃO I - afastar as exigências previstas nos Capítulos III e IV, especialmente aquelas
dispostas nos artigos 10 e 23 e nos artigos 26 a 29 deste Decreto;
Art. 6º Os programas de capacitação, de que trata o art. 7º da Lei Federal n.
13.019/2014, priorizarão a formação conjunta dos agentes de que tratam os incisos I a II - estabelecer, no próprio instrumento, procedimento simplificado de prestação
VI do caput do referido art. 7º e poderão ser desenvolvidas por órgãos e por entidades de contas ou sua dispensa.
da Administração Pública, instituições de ensino, escola de governo do Município e
organizações da sociedade civil. CAPÍTULO III
DO CHAMAMENTO PÚBLICO
§ 1º Os órgãos e as entidades da Administração Pública Municipal que mantiverem
relações de parceria nos termos da Lei Federal n. 13.019/2014, incluirão nos programas SEÇÃO I
de capacitação sob sua responsabilidade temas, também, relacionados à política pública DISPOSIÇÕES GERAIS
a qual está vinculada à execução dos programas e das ações que serão desenvolvidas
pelas organizações da sociedade civil. Art. 10. A seleção da organização da sociedade civil para celebrar parceria deverá
ser realizada pela Administração Pública Municipal por meio de chamamento público, nos
§ 2º Os programas de capacitação deverão garantir acessibilidade às pessoas termos do art. 24 da Lei Federal n. 13.019/2014.
com deficiência, independentemente da modalidade, do tempo de duração e do material
utilizado. § 1º O chamamento público poderá selecionar mais de uma proposta, se houver
previsão no edital.
SEÇÃO III
DAS COMPETÊNCIAS § 2º O chamamento público para celebração de parcerias executadas com
recursos de fundos específicos, como o da criança e do adolescente, do idoso e de
Art. 7º Compete ao dirigente máximo do órgão ou da entidade da Administração defesa de direitos difusos, entre outros, poderá ser realizado pelos respectivos conselhos
Pública Municipal: gestores, conforme legislação específica, respeitadas as exigências da Lei Federal n.
13.019/2014, e deste Decreto.
I - autorizar e instaurar chamamento público;
§ 3º Os termos de fomento ou de colaboração, que envolvam recursos
II - celebrar ou autorizar a formalização do termo de colaboração e de fomento decorrentes de emendas parlamentares às leis orçamentárias anuais, serão celebrados
e os acordos de cooperação; sem chamamento público, nos termos do art. 29 da Lei Federal n. 13.019/2014.

III - celebrar ou autorizar a formalização dos termos aditivos ao termo de § 4º O chamamento público poderá ser dispensado ou será considerado inexigível
colaboração, de fomento e os acordos de cooperação; nas hipóteses previstas nos artigos 30 e 31 da Lei Federal n. 13.019/2014, mediante
decisão fundamentada pelo dirigente máximo do órgão ou da entidade da Administração
IV - denunciar ou rescindir ou autorizar a denúncia ou a rescisão do termo de Pública Municipal, nos termos do art. 32 da referida Lei.
colaboração, de fomento ou do acordo de cooperação;
§ 5º A dispensa e a inexigibilidade, bem como o disposto no § 3º deste artigo,
V - designar a comissão de seleção, a comissão de monitoramento e avaliação e não afastam a aplicação dos demais dispositivos deste Decreto.
o gestor da parceria;
§ 6º As organizações da sociedade civil poderão celebrar mais de uma parceria
VI - homologar o resultado do chamamento público; concomitantemente, no mesmo órgão ou em outros, independente da esfera da
federação, desde que não haja sobreposição de objetos.
VII - anular, no todo ou em parte, ou revogar editais de chamamento público;
Art. 11. O edital de chamamento público especificará, no mínimo:
VIII - aplicar penalidades relativas aos editais de chamamento público e aos
termos de colaboração e de fomento e aos acordos de cooperação, nos termos do art. I - a programação orçamentária que autoriza e viabiliza a celebração da parceria;
73, § 1º, da Lei Federal n. 13.019/2014;
II - o objeto da parceria com indicação da política, do plano, do programa ou da
IX - decidir sobre a prestação de contas final; ação correspondente, compatível com a atividade do órgão ou da entidade pública da
Administração Pública Municipal;
X - decidir sobre a realização de Procedimento de Manifestação de Interesse
Social, bem como requerer a realização do chamamento público dele decorrente; III - a data, o prazo, as condições, o local e a forma de apresentação das
propostas;
XI - decidir, em última instância administrativa, os recursos interpostos das
decisões proferidas no processo de seleção;
IV - as condições para interposição de recurso administrativo no âmbito do
processo de seleção;
XII - decidir, em última instância administrativa, o pedido de reconsideração de
que trata o inciso II do art. 71 deste Decreto;
V - o valor de referência para a realização do objeto, no termo de colaboração,
XIII - decidir sobre os casos de dispensa ou de inexigibilidade de que trata o art. ou o teto, no termo de fomento;
32 da Lei Federal n. 13.019/2014.
VI - a previsão de contrapartida em bens e serviços, se for o caso, observado o
§ 1º Quando o objeto da parceria se inserir na competência de mais de um disposto no art. 13 deste Decreto;
órgão da Administração Pública Municipal ou implicar a atuação conjunta com um ou
mais entes da Administração Indireta, a celebração será requerida conjuntamente pelos VII - a minuta do instrumento de parceria;
titulares dos órgãos ou das entidades envolvidos, e o termo de colaboração, termo de
fomento ou o acordo de cooperação deverá especificar as atribuições de cada partícipe. VIII - as medidas de acessibilidade para pessoas com deficiência ou com
mobilidade reduzida e para idosos, de acordo com as características do objeto da
§ 2º A competência prevista neste artigo poderá ser delegada, vedada a parceria;
PÁGINA 6 - segunda-feira, 26 de dezembro de 2016 DIOGRANDE n. 4.757
IX - as datas e os critérios de seleção e de julgamento das propostas, inclusive § 9º Os órgãos ou as entidades da Administração Pública Municipal poderão
no que se refere à metodologia de pontuação e ao peso atribuído a cada um dos critérios estabelecer uma ou mais comissões de seleção, inclusive permanente, conforme sua
estabelecidos, se for o caso; organização e conveniência administrativa, observado o princípio da eficiência, e desde
que, no caso de constituição de comissão de seleção permanente, seja por prazo não
X - as condições para interposição de recursos administrativos. superior a 12 (doze) meses, podendo os membros ser reconduzidos uma única vez, por
prazo não superior ao previsto para a primeira constituição.
§ 1º Nos casos das parcerias, com vigência plurianual ou firmadas em exercício
financeiro seguinte ao da seleção, o órgão ou a entidade da Administração Pública § 10 As atividades dos membros das comissões são consideradas de relevante
Municipal indicará a previsão dos créditos necessários para garantir a execução das interesse público e poderão ser remuneradas.
parcerias nos orçamentos dos exercícios seguintes.
SEÇÃO III
§ 2º Os critérios de julgamento de que trata o inciso IX do caput deste artigo DO PROCESSO DE SELEÇÃO
deverão abranger, no mínimo, o grau de adequação da proposta:
Art. 15. O processo de seleção das propostas apresentadas pelas organizações
I - aos objetivos da política, do plano, do programa ou da ação em que se insere da sociedade civil será estruturado nas seguintes etapas:
a parceria; e
I - avaliação das propostas; e
II - ao valor de referência ou ao teto constante do edital.
II - divulgação e homologação dos resultados.
§ 3º Os critérios de julgamento não poderão se restringir ao valor apresentado
para a proposta, observado o disposto no § 5º do art. 27 da Lei Federal n. 13.019/2014. SUBSEÇÃO I
DA AVALIAÇÃO DAS PROPOSTAS
§ 4º Para celebração de parcerias poderão ser privilegiados critérios de julgamento
como inovação e criatividade, conforme previsão no edital. Art. 16. A avaliação das propostas terá caráter eliminatório e classificatório.

§ 5º O edital não exigirá, como condição para a celebração da parceria, que as § 1º As propostas serão classificadas de acordo com os critérios de julgamento
organizações da sociedade civil possuam certificação ou titulação concedida pelo Estado, estabelecidos no edital.
exceto quando a exigência decorrer de previsão na legislação específica da política
setorial. § 2º Será eliminada a organização da sociedade civil cuja proposta esteja em
desacordo com os termos do edital ou que não contenha as seguintes informações:
§ 6º O edital, desde que devidamente justificado, poderá incluir cláusulas e
condições específicas da execução da política, do plano, do programa ou da ação em que I - a descrição da realidade objeto da parceria e o nexo com a atividade ou o
se insere a parceria, e poderá estabelecer execução por público determinado, delimitação projeto proposto;
territorial, pontuação diferenciada, cotas, entre outros.
II - as ações a serem executadas, as metas a serem atingidas e os indicadores
§ 7º O edital de chamamento público deverá conter dados e informações sobre que aferirão o cumprimento das metas;
a política, o plano, o programa ou a ação em que se insira a parceria para orientar a
elaboração das metas e dos indicadores da proposta pela organização da sociedade civil. III - os prazos para a execução das ações e para o cumprimento das metas; e

§ 8º O órgão ou a entidade da Administração Pública Municipal deverá assegurar IV - o valor global.


que o valor de referência ou o teto indicado no edital seja compatível com o objeto da
parceria, o que pode ser realizado por qualquer meio que comprove a estimativa do valor SUBSEÇÃO II
especificado. DA DIVULGAÇÃO E DA HOMOLOGAÇÃO DOS RESULTADOS

§ 9º A parceria poderá se efetivar por meio da atuação em rede de que trata o Art. 17. O órgão ou a entidade da Administração Pública Municipal divulgará o
Capítulo VI deste Decreto, desde que haja disposição expressa no edital. resultado preliminar do processo de seleção no seu sítio eletrônico oficial, no órgão oficial
de imprensa e na plataforma eletrônica.
Art. 12. O edital de chamamento público deverá ser divulgado no órgão de Parágrafo único. A publicação do resultado deverá ser realizada em até 30 (trinta)
imprensa oficial do Município de Campo Grande, na página do órgão ou da entidade da dias após o término do prazo de apresentação das propostas, podendo ser prorrogado
Administração Pública Municipal, responsável pela parceria, e na plataforma eletrônica. por igual período, desde que justificado.
Parágrafo único. O prazo para a apresentação de propostas será de, no mínimo,
trinta dias, contados da data de publicação do edital no órgão de imprensa oficial. Art. 18. As organizações da sociedade civil poderão apresentar recurso contra o
resultado preliminar, no prazo de cinco dias, contados da publicação da decisão no órgão
Art. 13. É facultada a exigência de contrapartida em bens e em serviços, desde oficial de imprensa, ao colegiado que a proferiu.
que necessária e justificada pelo órgão ou pela entidade da Administração Pública
Municipal, cuja expressão monetária será, obrigatoriamente, prevista no edital de § 1º Os recursos das decisões que não forem reconsideradas pelo colegiado no
chamamento público e identificada no termo de colaboração ou de fomento. prazo de cinco dias, contados do recebimento, deverão ser encaminhados à autoridade
competente para decisão final, nos termos do art. 7º, inciso XI, deste Decreto.
SEÇÃO II
DA COMISSÃO DE SELEÇÃO § 2º No caso de seleção realizada por conselho gestor de fundo, a competência
para decisão final do recurso poderá observar regulamento próprio do conselho.
Art. 14. A Comissão de Seleção será designada pelo órgão ou pela entidade
da Administração Pública Municipal responsável pela parceria, em ato de nomeação § 3º Não caberá novo recurso da decisão do recurso previsto neste artigo.
específica, devendo ser composta por, no mínimo, 3 (três) membros, sempre em número
ímpar. Art. 19. Após o julgamento ou o transcurso do prazo para interposição de recurso,
o órgão ou a entidade da Administração Pública Municipal, deverá homologar e divulgar,
§ 1º A Comissão de Seleção de que trata o caput deste artigo será composta por, no seu sítio eletrônico oficial, no órgão oficial de imprensa e na plataforma eletrônica, as
no mínimo, um servidor público ocupante de cargo efetivo ou de emprego permanente decisões recursais proferidas e o resultado definitivo do processo de seleção.
do quadro de pessoal da Administração Pública Municipal.
Parágrafo único. A homologação do processo seletivo não gera para a
§ 2º Para subsidiar seus trabalhos, a Comissão de Seleção poderá solicitar organização da sociedade civil direito subjetivo à celebração da parceria, constituindo-
assessoramento, não remunerado, de técnico especialista, servidor público ou não, que se em mera expectativa de direito, impedindo, no entanto, a Administração Pública
não seja membro desse colegiado. Municipal de celebrar outro instrumento de parceria com o mesmo objeto que não esteja
de acordo com a ordem do resultado do processo seletivo.
§ 3º Não poderá compor a Comissão de Seleção o servidor público responsável
pela emissão dos pareceres técnicos e jurídicos, de que tratam os artigos 30 e 31 deste CAPÍTULO IV
Decreto. DA CELEBRAÇÃO DO INSTRUMENTO DE PARCERIA

§ 4º Sempre que o objeto da parceria se inserir no campo de mais de um órgão SEÇÃO I


ou entidade da Administração Pública Municipal, a Comissão de Seleção deverá ser DO INSTRUMENTO DA PARCERIA
composta por, no mínimo, um membro de cada órgão ou entidade envolvida.
Art. 20. O termo de fomento ou de colaboração ou o acordo de cooperação
§ 5º A seleção de parceria executada com recursos de fundo específico poderá deverá conter as cláusulas essenciais previstas no art. 42 da Lei Federal n. 13.019/2014.
ser realizada por Comissão de Seleção, a ser constituída pelo respectivo conselho gestor,
conforme legislação específica, respeitadas as exigências da Lei Federal n. 13.019/2014 Art. 21. A cláusula de vigência, de que trata o inciso VI do caput do art. 42 da Lei
e deste Decreto. Federal n. 13.019/2014, deverá estabelecer prazo correspondente ao tempo necessário
para a execução integral do objeto da parceria, passível de prorrogação, desde que o
§ 6º O membro da Comissão de Seleção deverá se declarar, sob as penas da lei, período total de vigência não exceda cinco anos.
impedido de participar do processo, caso, nos últimos 5 (cinco) anos, tenha mantido Parágrafo único. Nos casos de celebração de termo de fomento ou de colaboração
relação jurídica com quaisquer das organizações participantes do chamamento público, para execução de atividade, o prazo de que trata o caput deste artigo, desde que
configuradas as seguintes hipóteses: tecnicamente justificado pelo dirigente máximo do órgão ou da entidade da Administração
Pública Municipal, poderá ser prorrogado por até cinco anos.
I - participação como associado, dirigente ou empregado de qualquer organização
da sociedade civil participante; Art. 22. Quando a execução da parceria resultar na produção de bem submetido
ao regime jurídico relativo à propriedade intelectual, o termo ou o acordo disporá, em
II - prestação de serviços a qualquer organização da sociedade civil participante, cláusula específica, sobre sua titularidade e seu direito de uso, observado o interesse
com ou sem vínculo empregatício; público e o disposto na Lei Federal n. 9.610, de 19 de fevereiro de 1998, e na Lei Federal
n. 9.279, de 14 de maio de 1996.
III - recebimento, como beneficiário, dos serviços de qualquer organização da Parágrafo único. A cláusula de que trata este artigo deverá dispor sobre o tempo
sociedade civil participante; e o prazo da licença, as modalidades de utilização e a indicação quanto ao alcance da
licença.
IV - doação para organização da sociedade civil participante.
Art. 23. A cláusula de definição da titularidade dos bens remanescentes
§ 7º A declaração de impedimento de membro da Comissão de Seleção não obsta adquiridos, produzidos ou transformados com recursos repassados pela Administração
a continuidade do processo de seleção e a celebração de parceria entre a organização da Pública Municipal após o fim da parceria, prevista no inciso X do caput do art. 42 da Lei
sociedade civil e o órgão ou a entidade da Administração Pública Municipal. Federal n. 13.019/2014, poderá determinar a titularidade dos bens remanescentes:
§ 8º Na hipótese do § 7º deste artigo, o membro impedido deverá ser
imediatamente substituído, a fim de viabilizar a realização ou a continuidade do processo I - para o órgão ou para a entidade da Administração Pública Municipal, quando
de seleção. necessários para assegurar a continuidade do objeto pactuado, seja por meio da
celebração de nova parceria, seja pela execução direta do objeto pela Administração
PÁGINA 7 - segunda-feira, 26 de dezembro de 2016 DIOGRANDE n. 4.757
Pública Municipal; ou publicações especializadas ou quaisquer outras fontes de informação disponíveis ao
público.
II - para a organização da sociedade civil, quando os bens forem úteis à
continuidade da execução de ações de interesse social pela organização. § 2º Somente será aprovado o plano de trabalho que estiver de acordo com
as informações já apresentadas na proposta, observados os termos e as condições
§ 1º Na hipótese do inciso I do caput deste artigo, a organização da sociedade constantes do edital.
civil deverá, a partir da data da apresentação da prestação de contas final, disponibilizar
os bens para a Administração Pública Municipal, que deverá retirá-los, no prazo de até § 3º Para fins do disposto no § 2º deste artigo, a Administração Pública Municipal
noventa dias, após o qual a organização da sociedade civil não mais será responsável poderá solicitar a realização de ajustes no plano de trabalho, observados os termos e as
pelos bens. condições da proposta e do edital.

§ 2º A cláusula de determinação da titularidade, dos bens remanescentes para o § 4º O prazo para realização de ajustes no plano de trabalho será de quinze dias,
órgão ou para a entidade da Administração Pública Municipal, formaliza a promessa de contados da data de recebimento da solicitação apresentada à organização da sociedade
transferência da propriedade de que trata o art. 35, § 5º, da Lei Federal n. 13.019/2014. civil, na forma do disposto no § 3º deste artigo.

§ 3º Na hipótese do inciso II do caput deste artigo, a cláusula de definição da § 5º A aprovação do plano de trabalho não gerará direito à celebração da parceria.
titularidade dos bens remanescentes poderá prever que a organização da sociedade civil
possa realizar doação a outras organizações da sociedade civil, executantes da política § 6º É vedada a celebração de parceria, com organizações da sociedade civil que
pública objeto da parceria, desde que demonstrada sua utilidade para realização ou para estejam em situação de mora ou inadimplência perante qualquer órgão ou entidade da
continuidade de ações de interesse social. Administração Pública, inclusive com prestação de contas em atraso, assim como as
demais vedações disciplinadas no art. 39 da Lei Federal n. 13.019/2014.
§ 4º Na hipótese do inciso II do caput deste artigo, caso a prestação de contas final
seja rejeitada, a titularidade dos bens remanescentes permanecerá com a organização Art. 26. Além da apresentação do plano de trabalho, a organização da sociedade
da sociedade civil, observados os seguintes procedimentos: civil selecionada, no prazo de que trata o caput do art. 25 deste Decreto, deverá
comprovar o cumprimento dos requisitos previstos no inciso I do caput do art. 2º, nos
I - não será exigido ressarcimento do valor relativo ao bem adquirido quando a incisos I a V do caput do art. 33 e nos incisos II a VII do caput do art. 34 da Lei Federal
motivação da rejeição não estiver relacionada ao seu uso ou à sua aquisição; ou n. 13.019/2014, e a não ocorrência de hipóteses que incorram nas vedações de que trata
o art. 39 da referida Lei, que serão verificados por meio da apresentação dos seguintes
II - o valor pelo qual o bem remanescente foi adquirido deverá ser computado documentos:
no cálculo do dano ao erário a ser ressarcido, quando a motivação da rejeição estiver
relacionada ao seu uso ou à sua aquisição. I - cópia do estatuto registrado e suas alterações, em conformidade com as
exigências previstas no art. 33 da Lei Federal n. 13.019/ 2014;
§ 5º Na hipótese de dissolução da organização da sociedade civil, durante a
vigência da parceria: II - comprovante de inscrição no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ),
emitido no sítio eletrônico oficial da Secretaria da Receita Federal do Brasil, para
I - os bens remanescentes deverão ser retirados pela Administração Pública demonstrar que a organização da sociedade civil existe há, no mínimo, um ano com
Municipal, no prazo de até noventa dias, contado da data de notificação da dissolução, cadastro ativo;
quando a cláusula de que trata o caput deste artigo determinar a titularidade para o
órgão ou para a entidade da Administração Pública Municipal; ou III - comprovantes de experiência prévia na realização do objeto da parceria
ou de objeto de natureza semelhante de, no mínimo, um ano de capacidade técnica e
II - o valor pelo qual os bens remanescentes foram adquiridos deverá ser operacional, podendo ser admitidos, sem prejuízo de outros:
computado no cálculo do valor a ser ressarcido, quando a cláusula de que trata o caput
deste artigo, determinar a titularidade para a organização da sociedade civil. a) instrumentos de parceria firmados com órgãos e com entidades da
Administração Pública, organismos internacionais, empresas ou outras organizações da
SEÇÃO II sociedade civil;
DA CELEBRAÇÃO
b) relatórios de atividades com comprovação das ações desenvolvidas,
Art. 24. A celebração do termo de fomento ou do termo de colaboração depende devidamente comprovadas;
da indicação expressa de prévia dotação orçamentária para execução da parceria.
c) publicações, pesquisas e outras formas de produção de conhecimento
§ 1º A indicação dos créditos orçamentários e dos empenhos, necessários à realizadas pela organização da sociedade civil ou a respeito dela;
cobertura de cada parcela da despesa a ser transferida em exercício futuro, deverá ser
efetivada por meio de certidão de apostilamento do instrumento da parceria, no exercício d) currículos profissionais de integrantes da organização da sociedade civil, quais
em que a despesa estiver consignada, nos termos do disposto no inciso II do § 1º do sejam de dirigentes, conselheiros, associados, cooperados, empregados, entre outros;
art. 42 deste Decreto.
e) declarações de experiência prévia e de capacidade técnica no desenvolvimento
§ 2º O termo de fomento, o termo de colaboração e o acordo de cooperação, de atividades ou de projetos relacionados ao objeto da parceria ou de natureza
bem como suas alterações, por meio de termo aditivo ou de apostilamento, somente semelhante, emitidas por órgãos públicos, instituições de ensino, redes, organizações
produzirão efeitos jurídicos após a publicação dos respectivos extratos na imprensa da sociedade civil, movimentos sociais, empresas públicas ou privadas, conselhos,
oficial, que será providenciada pelo órgão ou pela entidade da Administração Pública comissões ou comitês de políticas públicas; ou
Municipal, no prazo de até 30 (trinta) dias, a contar de sua assinatura, e deverá conter:
f) prêmios de relevância recebidos no País ou no exterior pela organização da
I - nome e número do instrumento da parceria; sociedade civil;

II - número do processo; IV - Certidão de Débitos Relativos aos Tributos Federais e à Dívida Ativa da União
e Certidões Negativas de Débitos Estadual e Municipal;
III - nome e CNPJ dos parceiros público e privado;
V - Certificado de Regularidade do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CRF/
IV - resumo do objeto; FGTS);

V - fundamento legal; VI - Certidão Negativa de Débitos Trabalhistas (CNDT);

VI - valor a ser transferido e contrapartida, se houver, indicação da classificação VII - Ata de Posse da atual diretoria da organização da sociedade civil,
funcional-programática e econômica da despesa e da fonte de recursos; devidamente registrada em cartório;

VII - prazo de vigência da parceria; VIII - relação nominal atualizada dos dirigentes da organização da sociedade
civil, conforme o estatuto, com endereço, telefone, endereço de correio eletrônico,
VIII - data de assinatura da parceria e nome dos representantes das partes que número e órgão expedidor da carteira de identidade e número de registro no Cadastro
assinam; de Pessoas Físicas (CPF) de cada um deles;

IX - número e data de emissão da nota de empenho. IX - cópia de documento que comprove que a organização da sociedade civil
funciona no endereço por ela declarado, como conta de consumo ou de contrato de
Art. 25. Para a celebração da parceria, a Administração Pública Municipal convocará locação;
a organização da sociedade civil selecionada para, no prazo de quinze dias, apresentar o
seu plano de trabalho, que deverá conter, no mínimo, os seguintes elementos: X - declaração do representante legal da organização da sociedade civil com
informação de que a organização e seus dirigentes não incorrem em quaisquer das
I - a descrição da realidade objeto da parceria, devendo ser demonstrado o nexo vedações previstas no art. 39 da Lei Federal n. 13.019/2014, as quais deverão estar
com a atividade ou o projeto e com as metas a serem atingidas; descritas no documento; e

II - a forma de execução das ações, indicando, quando cabível, as que demandarão XI - declaração do representante legal da organização da sociedade civil sobre
atuação em rede; a existência de instalações e de outras condições materiais da organização ou sobre a
previsão de contratar ou de adquirir com recursos da parceria.
III - a descrição de metas quantitativas e mensuráveis a serem atingidas;
§ 1º A capacidade técnica e operacional da organização da sociedade civil
IV - a definição dos indicadores, documentos e dos outros meios a serem independe da capacidade já instalada, admitida a contratação de profissionais, a
utilizados para a aferição do cumprimento das metas; aquisição de bens e de equipamentos ou a realização de serviços de adequação de
espaço físico, para o cumprimento do objeto da parceria.
V - a previsão de receitas e a estimativa de despesas a serem realizadas na
execução das ações, incluindo os encargos sociais e trabalhistas e a discriminação dos § 2º Serão consideradas regulares, para fins de cumprimento do disposto dos
custos indiretos, necessários à execução do objeto; incisos IV a VI do caput deste artigo, as certidões positivas com efeito de negativas.

VI - os valores a serem repassados mediante cronograma de desembolso; e § 3º As organizações da sociedade civil ficarão dispensadas de reapresentar as
certidões, de que tratam os incisos IV a VI do caput deste artigo, que estiverem vencidas
VII - as ações que demandarão pagamento em espécie, quando for o caso, na no momento da análise, desde que estejam disponíveis eletronicamente.
forma do § 1º do art. 37 deste Decreto.
§ 4º A organização da sociedade civil deverá comunicar alterações em seus atos
§ 1º A previsão de receitas e de despesas, de que trata o inciso V do caput deste societários e em seu quadro de dirigentes, quando houver.
artigo, deverá incluir os elementos indicativos da mensuração da compatibilidade dos
custos apresentados com os preços praticados no mercado ou com outras parcerias da § 5º As organizações da sociedade civil sediadas no município de Campo Grande
mesma natureza, tais como cotações, tabelas de preços de associações profissionais, deverão apresentar a Certidão Negativa de Débitos Gerais - CNDG, expedida pela
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Prefeitura de Campo Grande, acompanhada da respectiva Guia DAM - Documento de serão retidas nas hipóteses previstas no art. 48 da Lei Federal n. 13.019/2014.
Arrecadação Municipal quitada.
§ 1º A verificação das hipóteses de retenção previstas no art. 48 da Lei Federal
Art. 27. Além dos documentos relacionados no art. 26 deste Decreto, a n. 13.019/2014, ocorrerá por meio de ações de monitoramento e avaliação, incluindo:
organização da sociedade civil, por meio de seu representante legal, deverá apresentar,
no prazo de que trata o caput do art. 25 deste Decreto, declaração de que: I - a verificação da existência de denúncias aceitas;

I - não há, em seu quadro de dirigentes: II - a análise das prestações de contas anuais, nos termos da alínea “b”do inciso
I do § 4º do art. 65 deste Decreto;
a) membro de Poder ou do Ministério Público ou dirigente de órgão ou de entidade
da Administração Pública Municipal; e III - as medidas adotadas para atender a eventuais recomendações existentes
dos órgãos de controle interno e externo; e
b) cônjuge, companheiro ou parente em linha reta, colateral ou por afinidade, até
o segundo grau, das pessoas mencionadas na alínea “a” deste inciso; IV - a consulta aos cadastros e aos sistemas municipais que permitam aferir a
regularidade da parceria.
II - não contratará, para prestação de serviços, servidor ou empregado público,
inclusive àquele que exerça cargo em comissão ou função de confiança, de órgão ou § 2º O atraso injustificado no cumprimento de metas pactuadas no plano de
entidade da Administração Pública Municipal celebrante, ou seu cônjuge, companheiro trabalho configura inadimplemento de obrigação estabelecida no termo de fomento ou
ou parente em linha reta, colateral ou por afinidade, até o segundo grau, ressalvadas as de colaboração, conforme disposto no inciso II do caput do art. 48 da Lei Federal n.
hipóteses previstas em lei específica e na lei de diretrizes orçamentárias; e 13.019/2014.

III - não serão remunerados, a qualquer título, com os recursos repassados: § 3º As parcerias com recursos depositados em conta corrente específica e não
utilizados no prazo de trezentos e sessenta e cinco dias deverão ser rescindidas conforme
a) membro de Poder ou do Ministério Público ou dirigente de órgão ou de entidade previsto no inciso II do § 4º do art. 65 deste Decreto.
da Administração Pública Municipal;
§ 4º O disposto no § 3º deste artigo poderá ser excepcionado quando houver
b) servidor ou empregado público, inclusive àquele que exerça cargo em comissão execução parcial do objeto, desde que previamente justificado pelo gestor da parceria
ou função de confiança, de órgão ou entidade da administração pública municipal e autorizado pelo Secretário ou pelo dirigente da entidade da Administração Indireta do
celebrante, ou seu cônjuge, companheiro ou parente em linha reta, colateral ou por Município de Campo Grande.
afinidade, até o segundo grau, ressalvadas as hipóteses previstas em lei específica e na
lei de diretrizes orçamentárias; e Art. 34 Os recursos da parceria geridos pelas organizações da sociedade civil,
inclusive pelas executantes não celebrantes na atuação em rede, estão vinculados ao
c) pessoas naturais condenadas pela prática de crimes contra a Administração plano de trabalho e não caracterizam receita própria e nem pagamento por prestação
Pública ou contra o patrimônio público, de crimes eleitorais para os quais a lei comine de serviços e devem ser alocados nos seus registros contábeis, conforme as Normas
pena privativa de liberdade, e de crimes de lavagem ou de ocultação de bens, direitos Brasileiras de Contabilidade.
e valores.
SEÇÃO II
§ 1º Para fins deste Decreto, entende-se por membro de Poder o titular de cargo DAS COMPRAS E CONTRATAÇÕES E DA REALIZAÇÃO DE DESPESAS E
estrutural da organização política do País, que exerça atividade típica de governo, de PAGAMENTOS
forma remunerada, como Presidente da República, Governadores, Prefeitos, e seus
respectivos vices; Ministros de Estado, Secretários Estaduais e Municipais, Senadores, Art. 35. As compras e contratações de bens e serviços pela organização da
Deputados Federais, Deputados Estaduais, Vereadores, membros do Poder Judiciário e sociedade civil, com recursos transferidos pela Administração Pública Municipal, adotarão
membros do Ministério Público. métodos usualmente utilizados pelo setor privado, observadas as seguintes condições:

§ 2º Para fins deste Decreto, não são considerados membros de Poderes § 1º A organização da sociedade civil parceira deverá demonstrar a compatibilidade
integrantes de conselhos de direitos e de políticas públicas. das despesas realizadas com os preços praticados no mercado à época da contratação,
usando, dentre outras, as seguintes possibilidades:
Art. 28. Caso se verifique irregularidade formal nos documentos apresentados
nos termos dos artigos 26 e 27, ou quando as certidões referidas nos incisos IV a VI do I - comparação com os preços contratados pela Administração Pública, nas
caput do art. 26, todos deste Decreto, estiverem com prazo de vigência expirado e novas licitações realizadas para atender as necessidades de órgãos e instituições sediados no
certidões não estiverem disponíveis eletronicamente, a organização da sociedade civil Município de Campo Grande;
será notificada para, no prazo de quinze dias, regularizar a documentação, sob pena de
não celebração da parceria. II - pesquisa publicada em mídia especializada, sítios eletrônicos especializados
ou de domínio amplo, desde que contenha a data e hora de acesso;
Art. 29. No momento da verificação do cumprimento dos requisitos para
a celebração de parcerias, a Administração Pública Municipal deverá, sempre que III - utilização de tabelas de preços de associações profissionais;
possível, consultar o Cadastro de Entidades Privadas sem Fins Lucrativos Impedidas
- Cepim, o Siconv, o Sistema de Cadastramento Unificado de Fornecedores - Sicaf, IV - cotação entre fornecedores do ramo do objeto ou serviço a ser adquirido
Cadastro Informativo de Créditos não Quitados - Cadin, o Sistema de Planejamento ou contratado, mediante solicitação de orçamento pela organização da sociedade civil
e Finanças do Estado de Mato Grosso do Sul, o Cadastro de Responsáveis por Contas e apresentação de proposta de preços pelo fornecedor, registradas formalmente em
Julgadas Irregulares - CadIrreg e o Cadastro Integrado de Condenações por Ilícitos documento escrito, admitido o uso de e-mail;
Administrativos - Cadicon para verificar se há informação sobre ocorrência impeditiva à
referida celebração. V - cópias de notas fiscais e/ou contratos celebrados nos últimos 6 (seis) meses
Parágrafo único. Para fins de apuração do constante no inciso IV do caput do art. pela empresa contratada, em objetos de natureza similar, nos casos de inviabilidade de
39 da Lei Federal n. 13.019/2014, o gestor da parceria verificará a existência de contas competição, devidamente justificada pela organização da sociedade civil;
rejeitadas, que constem da plataforma eletrônica prevista no art. 2º deste Decreto.
§ 2º Na impossibilidade de se obter 3 (três) parâmetros de preço, estabelecidos
Art. 30. O parecer técnico do órgão celebrante da Administração Pública Municipal nos incisos do § 1º deste artigo, em virtude da inviabilidade de competição ou de limitação
deverá se pronunciar a respeito dos itens enumerados no inciso V do caput do art. 35 da de mercado, o responsável pela Organização da Sociedade Civil poderá autorizar a
Lei Federal n. 13.019/2014. compra com um número menor de cotação, mediante justificativa escrita, acompanhada
Parágrafo único. Para fins do disposto na alínea “c” do inciso V do caput do art. de documentos que evidenciem tal ocorrência.
35 da Lei Federal n. 13.019/2014, o parecer analisará a compatibilidade entre os valores
apresentados no plano de trabalho, conforme disposto no § 1º do art. 25 deste Decreto, § 3º A organização da sociedade civil parceira poderá solicitar a utilização do
e o valor de referência ou do teto indicado no edital, conforme disposto no § 8º do art. Sistema de Registro de Preços do Município de Campo Grande, mediante autorização do
11 deste Decreto. gestor do sistema, ocasião em que, estará dispensada da comprovação prevista no § 1º
do art. 35 deste decreto.
Art. 31. A manifestação jurídica acerca da celebração da parceria abrangerá:
§ 4º Na ocorrência de inviabilidade de competição, a organização da sociedade
I - análise da juridicidade das parcerias; e civil deverá apresentar justificativa escrita, comprovando o fato, acompanhada da
comprovação da compatibilidade do custo com a realidade de mercado.
II - consulta sobre dúvida específica apresentada pelo gestor da parceria.
Parágrafo único. A manifestação não abrangerá a análise de conteúdo técnico de § 5º É vedada, a aquisição de bens e a contratação de serviços, de pessoas
documentos do processo. físicas ou jurídicas, que sejam geridas e/ou mantenham vínculo societário com qualquer
um dos dirigentes da organização da sociedade civil parceira, inclusive, em relação aos
CAPÍTULO V seus cônjuges, companheiros ou parentes em linha reta, colateral ou por afinidade, até
DA EXECUÇÃO DA PARCERIA o segundo grau.

SEÇÃO I § 6º É vedada, a aquisição de bens e a contratação de serviços, de pessoas


DA LIBERAÇÃO E DA CONTABILIZAÇÃO DOS RECURSOS físicas ou jurídicas, que tenham vínculo societário com os gestores responsáveis pela
formalização da parceria, inclusive, em relação aos seus cônjuges, companheiros ou
Art. 32. A liberação de recursos obedecerá ao cronograma de desembolso e parentes em linha reta, colateral ou por afinidade, até o segundo grau.
guardará consonância com as metas, fases ou etapas de execução do objeto do termo
de colaboração ou do termo de fomento. § 7º A execução das despesas relacionadas à parceria observará, nos termos de
que trata o art. 45 da Lei Federal n. 13.019/2014:
§ 1º Os recursos serão depositados e geridos em conta bancária específica,
isenta de tarifas bancárias, em instituição financeira pública indicada pelo órgão ou pela I - a responsabilidade exclusiva da organização da sociedade civil pelo
entidade da Administração Pública Municipal. gerenciamento administrativo e financeiro dos recursos recebidos, inclusive no que
disser respeito às despesas de custeio, de investimento e de pessoal; e
§ 2º A indicação de instituição financeira prevista no § 1º deste artigo será
feita, exclusivamente, entre as instituições financeiras oficiais, federais ou estaduais, II - a responsabilidade exclusiva da organização da sociedade civil pelo
que poderão atuar como mandatárias, do órgão ou da entidade da Administração Pública pagamento dos encargos trabalhistas, previdenciários, fiscais e comerciais relacionados
Municipal, na execução e na fiscalização dos termos de colaboração ou dos termos de à execução do objeto previsto no termo de fomento ou de colaboração, o que não implica
fomento. responsabilidade solidária ou subsidiária da Administração Pública quanto à inadimplência
da organização da sociedade civil em relação ao referido pagamento, aos ônus incidentes
§ 3º Os recursos serão, automaticamente, aplicados em cadernetas de poupança, sobre o objeto da parceria ou aos danos decorrentes de restrição à sua execução.
fundo de aplicação financeira de curto prazo ou em operação de mercado aberto lastreada
em títulos da dívida pública, enquanto não empregados na sua finalidade. § 8º A organização da sociedade civil deverá verificar a compatibilidade entre
o valor previsto para realização da despesa, aprovado no plano de trabalho, e o valor
Art. 33. As liberações de parcelas, relativas às fases ou às etapas de execução do efetivo da compra ou da contratação.
objeto do termo de colaboração ou do termo de fomento, se constatadas impropriedades,
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§ 9º Se o valor efetivo da compra ou da contratação for superior ao previsto no § 2º Poderão ser pagas diárias referentes a deslocamento, hospedagem e a
plano de trabalho, a organização da sociedade civil deverá assegurar a compatibilidade alimentação, nos casos em que a execução do objeto da parceria assim o exigir, para a
do valor efetivo com os novos preços praticados no mercado, inclusive para fins de equipe de trabalho e para os prestadores de serviço voluntário, nos termos da Lei Federal
elaboração de relatório de que trata o art. 59 deste Decreto, quando for o caso. n. 9.608, de 18 de fevereiro de 1998.

§ 10 É vedada a realização de pagamentos antecipados com recursos da parceria, § 3º O pagamento das verbas rescisórias de que trata o caput deste artigo, ainda
bem como, os pagamentos em parcelas aos fornecedores de bens e prestadores de que após o término da execução da parceria, será proporcional ao período de atuação do
serviços contratados pelas organizações da sociedade civil. profissional na execução das metas previstas no plano de trabalho.

§ 11 É vedado o pagamento de juros, multas ou correção monetária, inclusive § 4º É vedado à organização da sociedade civil remunerar, com recursos da parceria,
referentes a pagamentos ou a recolhimentos fora do prazo, com recursos da parceria, cônjuge, companheiro ou parente, em linha reta ou colateral, por consanguinidade ou
salvo se decorrentes de atrasos da administração pública na liberação de recursos afinidade, até o terceiro grau, de agente público que exerça, no órgão ou entidade
financeiros, hipótese em que haverá complementação de recursos para suprir o pública municipal, cargo de natureza especial, cargo de provimento em comissão ou
adimplemento não previsto. função de direção, chefia ou assessoramento.

§ 12 É permitida a aquisição de equipamentos e materiais permanentes essenciais § 5º A organização da sociedade civil deverá dar ampla transparência aos valores
à consecução do objeto e a contratação de serviços para adequação de espaço físico, pagos, de maneira individualizada, a título de remuneração de sua equipe de trabalho
sendo vedado o pagamento de execução de obras que caracterizem a ampliação de área vinculada à execução do objeto e com recursos da parceria, juntamente à divulgação dos
construída ou a instalação de novas estruturas físicas. cargos e valores, na forma do art. 81 deste Decreto.

Art. 36. As organizações da sociedade civil, para fins de comprovação das § 6º Fica facultada à Administração Pública Municipal, para fins de comprovação
despesas, deverão obter de seus fornecedores e prestadores de serviços, os respectivos no disposto do art. 27, inciso III, alínea c, deste Decreto, exigir a apresentação de
comprovantes fiscais ou recibos, observada a legislação tributária competente, contendo, certidões e/ou declaração.
necessariamente, as seguintes informações:
SEÇÃO III
I - data, nome, endereço e número de inscrição no CNPJ da organização da DAS ALTERAÇÕES NA PARCERIA
sociedade civil e do CNPJ ou do CPF do fornecedor ou do prestador de serviço;
Art. 42. O órgão ou a entidade da Administração Pública poderá autorizar ou
II - especificação do objeto ou serviço, definição da quantidade, valor unitário e propor a alteração do termo de fomento ou de colaboração ou do plano de trabalho,
total do bem ou do serviço adquirido ou contratado; após, respectivamente, solicitação fundamentada da organização da sociedade civil ou
sua anuência, desde que não haja alteração de seu objeto, da seguinte forma:
III - indicação do número da parceria;
I - por termo aditivo à parceria para:
§ 1º Nos casos em que não for possível a identificação mecânica do número da
parceria, deverá ser atestado manualmente pela organização da sociedade civil. a) ampliação de até trinta por cento do valor global;

§ 2º As organizações da sociedade civil deverão manter a guarda dos documentos b) redução do valor global, sem limitação de montante;
originais referidos no caput deste artigo, conforme o disposto no art. 62 deste Decreto.
c) prorrogação da vigência, observados os limites do art. 21 deste Decreto; ou
Art. 37. Os pagamentos efetuados pelas organizações da sociedade civil deverão
ser realizados mediante crédito, por transferência eletrônica ou depósito identificado, na d) alteração da destinação dos bens remanescentes.
conta bancária de titularidade dos fornecedores de bens ou serviços.
II - por apostilamento, nas demais hipóteses de alteração, tais como:
§ 1º O termo de fomento ou de colaboração poderá admitir a dispensa da exigência
prevista no caput, e possibilitar a realização de pagamentos em espécie, após saque à a) utilização de rendimentos de aplicações financeiras ou de saldos, por ventura,
conta bancária específica da parceria, na hipótese de impossibilidade de pagamento na existentes antes do término da execução da parceria;
forma do caput deste artigo, devidamente justificada pela organização da sociedade civil
no plano de trabalho, que poderá estar relacionada, dentre outros motivos, com: b) ajustes da execução do objeto da parceria no plano de trabalho;

I - o objeto da parceria; c) remanejamento de recursos sem a alteração do valor global, vedada a


modificação da natureza da despesa; ou
II - a região onde se desenvolverão as ações da parceria; ou
d) alteração da fonte de custeio de recurso, mediante justificativa prévia do
III - a natureza dos serviços a serem prestados na execução da parceria. gestor.

§ 2º Os pagamentos em espécie estarão restritos a limite individual previsto no § 1º Sem prejuízo das alterações previstas no caput deste artigo, a parceria
termo de fomento ou colaboração, levando-se em conta toda a duração da parceria, deverá ser alterada por certidão de apostilamento, independentemente de anuência da
ressalvada disposição específica nos termos do § 3º deste artigo. organização da sociedade civil, para:

§ 3º Os pagamentos realizados na forma do § 1º deste artigo não dispensam o I - prorrogação da vigência, antes de seu término, quando o órgão ou a entidade
registro do beneficiário final da despesa. da Administração Pública Municipal tiver dado causa ao atraso na liberação de recursos
financeiros, ficando a prorrogação limitada ao exato período do atraso verificado; ou
Art. 38. Os custos indiretos, necessários à execução do objeto, de que trata o
inciso III do caput do art. 46 da Lei Federal n. 13.019/2014, poderão incluir, entre outras II - indicação dos créditos orçamentários de exercícios futuros.
despesas, aquelas com internet, transporte, aluguel, telefone, consumo de água e luz, e
remuneração de serviços contábeis e de assessoria jurídica. § 2º O órgão ou a entidade pública da Administração Pública Municipal deverá se
manifestar sobre a solicitação de que trata o caput deste artigo, no prazo de até trinta
§ 1º Quando for o caso de rateio, a memória de cálculo dos custos indiretos dias, contado da data de sua apresentação, ficando o prazo suspenso quando forem
deverá conter a indicação do valor integral da despesa e o detalhamento quantitativo solicitados esclarecimentos à organização da sociedade civil.
da divisão que compõe o custo global, especificando a fonte de custeio de cada fração,
com identificação do órgão da parceria, quando for o caso, vedada a duplicidade ou a § 3º No caso de término da execução da parceria antes da manifestação sobre
sobreposição de fontes de recursos no custeio de uma mesma parcela da despesa. a solicitação de alteração da destinação dos bens remanescentes, a custódia dos bens
permanecerá sob a responsabilidade da organização da sociedade civil até a decisão do
§ 2º Os limites para pagamento de custos indiretos será estabelecido em edital, pedido.
vedado o pagamento integral dos serviços contábeis e de assessoria jurídica.
§ 4º Os pedidos de alteração nas parcerias, formulados pela organização da
Art. 39. A organização da sociedade civil somente poderá pagar despesa em data sociedade civil devem ser apresentados em até 45 (quarenta e cinco) dias, antes do
posterior ao término da execução do termo de fomento ou de colaboração quando o fato término da vigência.
gerador da despesa tiver ocorrido durante sua vigência.
§ 5º A formalização do termo de aditivo ou do apostilamento, na forma deste
Art. 40. Para os fins deste Decreto, considera-se equipe de trabalho, o pessoal artigo, deve ser realizada durante a vigência da parceria.
necessário à execução do objeto da parceria, que poderá incluir pessoas pertencentes
ao quadro da organização da sociedade civil ou que vierem a ser contratadas, desde que Art. 43 A manifestação jurídica é dispensada nas hipóteses de que tratam a
exerçam ação prevista no plano de trabalho aprovado, nos termos da legislação cível e alínea “c” do inciso I e o inciso II do caput e os incisos I e II do § 1º do art. 42 deste
trabalhista. Decreto, sem prejuízo de consulta sobre dúvida jurídica específica apresentada pelo
Parágrafo único. É vedado à Administração Pública praticar atos de ingerência, gestor da parceria.
na seleção e na contratação de pessoal pela organização da sociedade civil, ou que
direcionem o recrutamento de pessoas para trabalhar ou para prestar serviços na CAPÍTULO VI
referida organização. DA ATUAÇÃO EM REDE

Art. 41. Poderão ser pagas com recursos vinculados à parceria, as despesas Art. 44. A execução das parcerias pode se dar por atuação em rede de duas ou
com remuneração da equipe de trabalho, inclusive de pessoal próprio da organização mais organizações da sociedade civil, a ser formalizada mediante assinatura de termo de
da sociedade civil, durante a vigência da parceria, podendo contemplar as despesas atuação em rede, desde que prevista a expressa autorização em edital.
com pagamentos de impostos, contribuições sociais, Fundo de Garantia do Tempo de
Serviço (FGTS), férias, décimo terceiro salário, salários proporcionais, verbas rescisórias § 1º A atuação em rede pode se efetivar pela realização de ações coincidentes,
e demais encargos sociais e trabalhistas, desde que tais valores: quando há identidade de intervenções ou de ações diferentes e complementares à
execução do objeto da parceria.
I - estejam previstos no plano de trabalho e sejam proporcionais ao tempo
efetivamente dedicado à parceria; e § 2º A rede deve ser composta por:

II - sejam compatíveis com o valor de mercado e observem os acordos e as I - uma organização da sociedade civil celebrante da parceria com a Administração
convenções coletivas de trabalho e, em seu valor bruto e individual, o teto da remuneração Pública, que ficará responsável pela rede e atuará como sua supervisora, mobilizadora
do Poder Executivo Municipal. e orientadora;

§ 1º Nos casos em que a remuneração for paga proporcionalmente com recursos II - uma ou mais organizações da sociedade civil, executantes e não celebrantes
da parceria, a organização da sociedade civil deverá apresentar a memória de cálculo do da parceria com a Administração Pública Municipal, que deverão executar ações
rateio da despesa para fins de prestação de contas, nos termos do parágrafo único do relacionadas ao objeto da parceria definidas em comum acordo com a organização da
art. 59 deste Decreto, vedada a duplicidade ou a sobreposição de fontes de recursos no sociedade civil celebrante.
custeio de uma mesma parcela da despesa.
§ 3º A atuação em rede não caracteriza subcontratação de serviços e nem
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descaracteriza a capacidade técnica e operacional da organização da sociedade civil § 1º O PMIS tem por objetivo permitir a oitiva da sociedade sobre ações de
celebrante. interesse público e recíproco, que não coincidam com projetos ou atividades que sejam
objeto de chamamento público ou parceria em curso no âmbito do órgão ou da entidade
Art. 45. A atuação em rede será formalizada entre a organização da sociedade da Administração Pública, responsável pela política pública.
civil celebrante e cada uma das organizações da sociedade civil, executantes e não § 2º A realização de chamamento público ou a celebração de parceria não depende
celebrantes, por meio de termo de atuação em rede. da realização do PMIS.

§ 1º O termo de atuação em rede especificará direitos e obrigações recíprocas e Art. 49. A Administração Pública Municipal disponibilizará modelo de formulário
estabelecerá, no mínimo, as ações, as metas e os prazos que serão desenvolvidos pela para que as organizações da sociedade civil, os movimentos sociais e os cidadãos possam
organização da sociedade civil executante e não celebrante e o valor a ser repassado apresentar proposta de abertura de PMIS, que deverá atender aos seguintes requisitos:
pela organização da sociedade civil celebrante.
I - identificação do subscritor da proposta;
§ 2º A organização da sociedade civil celebrante deverá comunicar à Administração
Pública Municipal a assinatura do termo de atuação em rede, no prazo de até sessenta II - indicação do interesse público envolvido;
dias, contados da data de sua assinatura.
III - diagnóstico da realidade a ser modificada, aprimorada ou desenvolvida e,
§ 3º Na hipótese de o termo de atuação em rede ser rescindido, a organização da quando possível, indicação da viabilidade, dos custos, dos benefícios e dos prazos de
sociedade civil celebrante deverá comunicar o fato à Administração Pública, no prazo de execução da ação pretendida;
quinze dias, contados da data da rescisão.
IV - correspondência entre a ação de interesse público apresentada na
§ 4º A organização da sociedade civil celebrante deverá assegurar, no momento manifestação de interesse social e as competências e as finalidades do órgão ou da
da celebração do termo de atuação em rede, a regularidade jurídica e fiscal da entidade da Administração Pública Municipal destinatária.
organização da sociedade civil executante e não celebrante, que será verificada por meio
da apresentação dos seguintes documentos: § 1º A proposta de que trata o caput deste artigo será encaminhada ao órgão ou
à entidade da Administração Pública Municipal, responsável pela política pública a que
I - comprovante de inscrição no CNPJ, emitido no sítio eletrônico oficial da se referir.
Secretaria da Receita Federal do Brasil;
§ 2º Os órgãos e as entidades da Administração Pública Municipal estabelecerão
II - cópia do estatuto e de eventuais alterações registradas; período para o recebimento de propostas que visem à instauração de PMIS, observado o
mínimo de sessenta dias por ano.
III - documentos previstos nos incisos IV, V, VI e VII do art. 26 deste Decreto; e
Art. 50. A avaliação da proposta de instauração de PMIS observará, no mínimo,
IV - declaração do representante legal da organização da sociedade civil executante as seguintes etapas:
e não celebrante de que não possui impedimento no Cadastro de Entidades Privadas sem
Fins Lucrativos Impedidas - Cepim, no Siconv, no Sistema de Cadastramento Unificado I - análise de admissibilidade da proposta, com base nos requisitos previstos no
de Fornecedores - Sicaf, no Cadastro Informativo de Créditos não Quitados - Cadin e no art. 49 deste Decreto;
Sistema de Planejamento e Finanças do Estado de Mato Grosso do Sul, no Cadastro de
Responsáveis por Contas Julgadas Irregulares - CadIrreg e no Cadastro Integrado de II - decisão sobre a instauração ou não do PMIS, após verificada a conveniência
Condenações por Ilícitos Administrativos - Cadicon. e a oportunidade pelo órgão ou pela entidade da Administração Pública Municipal
destinatária;
§ 5º Fica vedada a participação em rede de organização da sociedade civil
executante e não celebrante que tenha mantido, nos últimos 5 (cinco) anos, contados III - oitiva da sociedade sobre o tema, se instaurado o PMIS; e
da celebração da parceria, relação jurídica com, no mínimo, um dos integrantes da
comissão de seleção responsável pelo chamamento público que resultou na celebração IV - manifestação do órgão ou da entidade da Administração Pública Municipal
da parceria. destinatária sobre a realização ou não do chamamento público proposto no PMIS.

Art. 46. A organização da sociedade civil celebrante deverá comprovar à § 1º A partir do recebimento da proposta de abertura do PMIS, apresentada de
Administração Pública o cumprimento dos requisitos previstos no art. 35-A da Lei acordo com o art. 49 deste Decreto, o órgão ou a entidade da Administração Pública
Federal n. 13.019/2014, a serem verificados por meio da apresentação dos seguintes Municipal destinatária terá o prazo de até seis meses para cumprir as etapas previstas
documentos: no caput deste artigo.

I - comprovante de inscrição no CNPJ, emitido no sítio eletrônico oficial da § 2º As propostas de instauração de PMIS serão divulgadas no sítio eletrônico
Secretaria da Receita Federal do Brasil, para demonstrar que a organização da sociedade oficial do órgão ou da entidade da Administração Pública Municipal destinatária, no prazo
civil celebrante existe há, no mínimo, cinco anos com cadastro ativo; e de até 30 (trinta) dias, contados da data de seu recebimento, devendo permanecer no
sítio eletrônico até o final da análise prevista no § 1º deste artigo.
II - comprovantes de capacidade técnica e operacional para supervisionar e
orientar a rede, sendo admitidos: Art. 51. A realização de PMIS não implicará, necessariamente, a execução do
chamamento público, que acontecerá de acordo com os interesses do órgão ou da
a) declarações de organizações da sociedade civil que componham a rede de que entidade da Administração Pública Municipal.
a celebrante participe ou tenha participado;
Parágrafo único. A realização de PMIS não dispensa a convocação por meio de
b) cartas de princípios, registros de reuniões ou eventos e de outros documentos chamamento público para a celebração de parceria.
públicos de redes de que a celebrante participe ou tenha participado; ou
CAPÍTULO VIII
c) relatórios de atividades com comprovação das ações desenvolvidas em rede de DO MONITORAMENTO E DA AVALIAÇÃO
que a celebrante participe ou tenha participado.
Parágrafo único. A Administração Pública Municipal verificará se a organização SEÇÃO I
da sociedade civil celebrante cumpre os requisitos previstos no caput deste artigo, no DA COMISSÃO DE MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO
momento da celebração da parceria.
Art. 52. A Comissão de Monitoramento e Avaliação é a instância administrativa
Art. 47. A organização da sociedade civil celebrante da parceria é responsável colegiada responsável pelo monitoramento do conjunto de parcerias, pela proposta de
pelos atos realizados pela rede. aprimoramento dos procedimentos, pela padronização de objetos, custos e indicadores
e pela produção de entendimentos voltados à priorização do controle de resultados,
§ 1º Para fins do disposto no caput deste artigo, os direitos e as obrigações da sendo de sua competência a avaliação e a homologação dos relatórios técnicos de
organização da sociedade civil celebrante perante a Administração Pública Municipal não monitoramento e avaliação.
poderão ser sub-rogados à organização da sociedade civil executante e não celebrante.
§ 1º Os órgãos ou as entidades da Administração Pública Municipal designarão,
§ 2º Na hipótese de irregularidade ou de desvio de finalidade na aplicação dos em ato específico, os integrantes da Comissão de Monitoramento e Avaliação, a ser
recursos da parceria, as organizações da sociedade civil executantes e não celebrantes, composta pela participação de, no mínimo, 3 (três) membros, sempre em número ímpar,
responderão subsidiariamente até o limite do valor dos recursos recebidos ou pelo valor sendo dois terços de servidores ocupantes de cargo efetivo ou de emprego permanente
devido em razão de dano ao erário. do quadro de pessoal da Administração Pública Municipal.

§ 3º A Administração Pública Municipal avaliará e monitorará a organização § 2º A Comissão de Monitoramento e Avaliação poderá solicitar assessoramento,
da sociedade civil celebrante, que prestará informações sobre prazos, metas e ações não remunerado, de técnico especialista, servidor público ou não, que não seja membro
executadas pelas organizações da sociedade civil executantes e não celebrantes. desse colegiado para subsidiar seus trabalhos.

§ 4º A Administração Pública Municipal poderá realizar visita “in loco” nas § 3º Os órgãos ou as entidades da Administração Pública Municipal poderão
organizações da sociedade civil executantes e não celebrantes, independentemente do estabelecer uma ou mais comissões de monitoramento e avaliação, observado o princípio
disposto no § 3º deste artigo. da eficiência.

§ 5º As organizações da sociedade civil executantes e não celebrantes, deverão § 4º A Comissão de Monitoramento e Avaliação reunir-se-á, periodicamente, a
apresentar informações sobre a execução das ações, dos prazos e das metas e dos fim de avaliar a execução das parcerias por meio da análise das ações previstas na Seção
documentos e dos comprovantes de despesas, inclusive com o pessoal contratado, II deste Capítulo.
necessários à prestação de contas pela organização da sociedade civil celebrante da
parceria, conforme descrito no termo de atuação em rede e no inciso I do parágrafo § 5º O monitoramento e a avaliação da parceria, executada com recursos de
único do art. 35-A da Lei Federal n. 13.019/2014. fundo específico, poderão ser realizados por comissão de monitoramento e avaliação a ser
constituída pelo respectivo conselho gestor, conforme legislação específica, respeitadas
§ 6º O ressarcimento ao erário, realizado pela organização da sociedade civil as exigências da Lei Federal n. 13.019/2014, e deste Decreto.
celebrante, não afasta o seu direito de regresso contra as organizações da sociedade civil
executantes e não celebrantes. § 6º As atividades dos membros da Comissão de Monitoramento e Avaliação são
consideradas de relevante interesse público e poderão ser remuneradas.
CAPÍTULO VII
DO PROCEDIMENTO DE MANIFESTAÇÃO DE INTERESSE SOCIAL Art. 53. O membro da Comissão de Monitoramento e Avaliação deverá se
declarar impedido de participar do monitoramento e da avaliação da parceria quando
Art. 48 As organizações da sociedade civil, os movimentos sociais e os cidadãos verificar que:
poderão apresentar proposta de abertura de Procedimento de Manifestação de Interesse
Social (PMIS) aos órgãos ou às entidades da Administração Pública Municipal, para que I - tenha participado, nos últimos cinco anos, como associado, cooperado,
seja avaliada a possibilidade de realização de chamamento público com objetivo de dirigente, conselheiro ou empregado da organização da sociedade civil;
celebração de parceria.
II - tenha participado da comissão de seleção da parceria.
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SEÇÃO II IV - os documentos de comprovação do cumprimento da contrapartida, quando
DAS AÇÕES E DOS PROCEDIMENTOS houver.

Art. 54. As ações de monitoramento e avaliação terão caráter preventivo e § 1º O relatório de que trata o caput deste artigo deverá, ainda, fornecer
saneador, objetivando a gestão adequada e regular das parcerias, e devem ser registradas elementos para avaliação:
na plataforma eletrônica.
I - dos impactos econômicos ou sociais das ações desenvolvidas;
§ 1º As ações de que trata o caput deste artigo contemplarão a análise das
informações acerca do processamento da parceria constantes da plataforma eletrônica, II - do grau de satisfação do público-alvo, que poderá ser indicado por meio
incluída a possibilidade de consulta às movimentações da conta bancária específica de pesquisa de satisfação, de declaração de entidade pública ou privada local e de
da parceria, além da verificação, análise e manifestação sobre eventuais denúncias declaração do conselho de política pública setorial, entre outros; e
existentes relacionadas à parceria.
III - da possibilidade de sustentabilidade das ações após a conclusão do objeto.
§ 2º O termo de fomento ou de colaboração deverá prever procedimentos de § 2º As informações de que trata o § 1º deste artigo serão fornecidas por meio
monitoramento e avaliação da execução de seu objeto a serem realizados pelo órgão ou da apresentação de documentos e por outros meios previstos no plano de trabalho,
pela entidade da Administração Pública Municipal. conforme definido no inciso IV do art. 25 deste Decreto.

§ 3º As ações de monitoramento e avaliação poderão utilizar ferramentas § 3º O órgão ou a entidade da Administração Pública Municipal poderá dispensar,
tecnológicas de verificação do alcance de resultados, incluídas as redes sociais na mediante justificativa prévia, a observância do disposto no § 1º deste artigo e da alínea
internet, aplicativos e outros mecanismos de tecnologia da informação. “b” do inciso II do caput do art. 65 deste Decreto, quando a exigência for desproporcional
à complexidade da parceria ou ao interesse público, devendo essa excepcionalidade
§ 4º O relatório técnico de monitoramento e avaliação de que trata o art. 59 da constar do edital de chamamento público e do instrumento da parceria.
Lei Federal n. 13.019/2014, será produzido na forma estabelecida pelo art. 65 deste
Decreto. § 4º A organização da sociedade civil deverá apresentar justificativa na hipótese
de não cumprimento do alcance das metas.
Art. 55. O órgão ou a entidade da Administração Pública Municipal deverá realizar
visita técnica in loco para subsidiar o monitoramento da parceria, nas hipóteses em que Art. 59. Quando a organização da sociedade civil não comprovar o alcance das
esta for essencial para verificação do cumprimento do objeto da parceria e do alcance metas ou quando houver evidência de existência de ato irregular, a Administração Pública
das metas. Municipal exigirá a apresentação de Relatório de Execução Financeira, que deverá conter:

§ 1º Antes da realização da visita in loco, o órgão ou a Entidade da Administração I - a relação das receitas e das despesas realizadas, inclusive dos rendimentos
Pública Municipal, ou em quem em nome dele for responsável pela ação, poderá notificar financeiros, que possibilitem a comprovação da observância do plano de trabalho;
a organização da sociedade civil para informar o agendamento, quando conveniente e
oportuno. II - o comprovante da devolução do saldo remanescente da conta bancária
específica, quando houver;
§ 2º Sempre que houver visita técnica in loco, o resultado será circunstanciado
em relatório de visita técnica in loco, que será registrado na plataforma eletrônica III - o extrato da conta bancária específica;
e enviado à organização da sociedade civil para conhecimento, esclarecimentos e
providências e poderá ensejar a revisão do relatório, a critério do órgão ou da entidade IV - a memória de cálculo do rateio das despesas, quando for o caso;
da Administração Pública Municipal.
V - a relação de bens adquiridos, produzidos ou transformados, quando houver;
§ 3º A visita técnica in loco não se confunde com as ações de fiscalização e
auditoria realizadas pelo órgão ou pela entidade da Administração Pública Municipal, VI - cópia simples das notas e dos comprovantes fiscais ou dos recibos, inclusive
pelos órgãos de controle interno e pelo Tribunal de Contas do Estado. dos holerites, devidamente atestados por servidor público, com data do documento,
valor, dados da organização da sociedade civil e do fornecedor, e a indicação do produto
Art. 56. Nas parcerias com vigência superior a um ano, o órgão ou a entidade ou do serviço; e
pública municipal realizará, sempre que possível, pesquisa de satisfação.
VII - comprovação da contratação realizada nos termos do art. 36 deste Decreto.
§ 1º A pesquisa de satisfação terá por base critérios objetivos de apuração Parágrafo único. A memória de cálculo referida no inciso IV do caput deste artigo,
da satisfação dos beneficiários e de apuração da possibilidade de melhorias das a ser apresentada pela organização da sociedade civil, deverá conter a indicação do
ações desenvolvidas pela organização da sociedade civil, visando a contribuir com o valor integral da despesa e o detalhamento da divisão de custos, especificando a fonte
cumprimento dos objetivos pactuados e com a reorientação e o ajuste das metas e das de custeio de cada fração, com identificação do número e do órgão ou da entidade da
ações definidas. parceria, vedada a duplicidade ou a sobreposição de fontes de recursos no custeio de
uma mesma parcela da despesa.
§ 2º A pesquisa de satisfação poderá ser realizada diretamente pela Administração
Pública Municipal, com metodologia presencial ou à distância, com apoio de terceiros, Art. 60. A análise dos relatórios de que tratam os artigos 58 e 59 deste Decreto
por delegação de competência ou por meio de parcerias com órgãos ou com entidades será formalizada pela Administração Pública Municipal, na prestação de contas anual, por
aptas a auxiliar na realização da pesquisa. meio do Relatório Técnico de Monitoramento e Avaliação e, na prestação de contas final,
por meio do Parecer Técnico Conclusivo.
§ 3º Na hipótese de realização da pesquisa de satisfação, a organização da
sociedade civil poderá opinar sobre o conteúdo do questionário que será aplicado. Art. 61. A análise do relatório de execução financeira contemplará:

§ 4º Sempre que houver pesquisa de satisfação, a sistematização será I - o exame da conformidade das despesas, realizado pela verificação das despesas
circunstanciada em documento que será enviado à organização da sociedade civil para previstas e das despesas efetivamente realizadas, por item ou por agrupamento de
conhecimento, esclarecimentos e eventuais providências. itens, conforme aprovado no plano de trabalho, observado o disposto no § 3º do art. 35
deste Decreto; e
CAPÍTULO IX
DA PRESTAÇÃO DE CONTAS II - a verificação da conciliação bancária, por meio da aferição da correlação
entre as despesas constantes na relação de pagamentos e os débitos efetuados na conta
SEÇÃO I corrente específica da parceria.
DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 62. As organizações da sociedade civil deverão manter a guarda dos
Art. 57. A prestação de contas terá o objetivo de demonstrar e de verificar documentos originais relativos à execução das parcerias pelo prazo de dez anos, contados
resultados, e deverá conter elementos que permitam avaliar a execução do objeto e o do dia útil subsequente ao da apresentação da prestação de contas ou do decurso do
alcance das metas, podendo ser: prazo para a apresentação da prestação de contas.

I - prestação de contas anual: nas parcerias com vigência superior a um ano, SEÇÃO II
para fins de monitoramento do cumprimento das metas previstas no plano de trabalho; DA PRESTAÇÃO DE CONTAS ANUAL

II - prestação de contas final: ao término das parcerias, para fins de comprovação Art. 63. Nas parcerias com vigência superior a um ano, as organizações da
do cumprimento do objeto e alcance das metas. sociedade civil deverão apresentar prestação de contas anual, por meio de Relatório
Parágrafo único. Na hipótese de atuação em rede, caberá à organização da Parcial de Execução do Objeto, no prazo de até trinta dias após o fim de cada exercício,
sociedade civil celebrante apresentar a prestação de contas, inclusive no que se refere às conforme estabelecido no instrumento da parceria.
ações executadas pelas organizações da sociedade civil executantes e não celebrantes.
§ 1º Para fins do disposto no caput deste artigo, considera-se exercício cada
Art. 58. Para fins de prestação de contas anual e final, a organização da sociedade período de doze meses de duração da parceria, contado da primeira liberação de recursos
civil deverá apresentar Relatório de Execução do Objeto, na plataforma eletrônica, que para sua execução.
conterá:
§ 2º A prestação de contas anual deverá observar o disposto no art. 58 deste
I - a demonstração do alcance das metas referentes ao período de que trata a Decreto.
prestação de contas;
§ 3º Na hipótese de omissão no dever de prestação de contas anual, o gestor
II - a descrição das ações desenvolvidas para o cumprimento do objeto; da parceria notificará a organização da sociedade civil para, no prazo de quinze dias,
apresentar a prestação de contas.
III - os documentos de comprovação do cumprimento do objeto, como listas de
presença, fotos, vídeos, entre outros; e § 4º Persistindo a omissão de que trata o § 3º deste artigo, deverão ser adotadas
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medidas para a instauração do procedimento de Tomada de Contas Especial. Parágrafo único. Fica dispensada a apresentação dos documentos, de que tratam
os incisos III e IV do caput do art. 58 deste Decreto, quando já constarem da plataforma
Art. 64. A análise da prestação de contas anual, formalizada por meio do Relatório eletrônica.
Técnico de Monitoramento e Avaliação, poderá ser realizada por amostragem, conforme
ato formal expedido pela autoridade máxima do órgão ou entidade da Administração Art. 67. A análise da prestação de contas final pela Administração Pública será
Pública Municipal. formalizada por meio de Parecer Técnico Conclusivo, a ser inserido na plataforma
eletrônica, que deverá verificar o cumprimento do objeto e o alcance das metas previstas
§ 1º A análise prevista no caput deste artigo deverá ser realizada quando: no plano de trabalho e considerará:

I - for identificado o descumprimento injustificado do alcance das metas da I - o Relatório Final de Execução do Objeto;
parceria no curso das ações de monitoramento e avaliação, de que trata o art. 54 deste
Decreto; ou II - os Relatórios Parciais de Execução do Objeto, para parcerias com duração
superior a um ano;
II - for aceita denúncia de irregularidade na execução parcial do objeto, mediante
juízo de admissibilidade realizado pelo gestor. III - o relatório de visita técnica in loco, quando houver; e

§ 2º A prestação de contas anual será considerada regular quando, da análise do IV - o relatório técnico de monitoramento e avaliação, quando houver.
Relatório Parcial de Execução do Objeto, for constatado o alcance das metas da parceria. Parágrafo único. Além da análise do cumprimento do objeto e do alcance das
metas previstas no plano de trabalho, o gestor da parceria, em seu parecer técnico,
§ 3º Na hipótese de não comprovação do alcance das metas ou quando houver avaliará os efeitos da parceria, devendo mencionar os elementos de que trata o § 1º do
evidência de existência de ato irregular, a Administração Pública Municipal notificará a art. 58 deste Decreto.
organização da sociedade civil para apresentar, no prazo de até trinta dias, Relatório
Parcial de Execução Financeira, que deverá observar o disposto no art. 59 deste Decreto, Art. 68. Na hipótese de a análise de que trata o art. 67 deste Decreto concluir
e subsidiará a elaboração do relatório técnico de monitoramento e avaliação. que houve descumprimento de metas estabelecidas no plano de trabalho ou evidência
de irregularidade, o gestor da parceria, antes da emissão do parecer técnico conclusivo,
Art. 65. O relatório técnico de monitoramento e avaliação conterá: notificará a organização da sociedade civil para que apresente Relatório Final de Execução
Financeira, que deverá observar o disposto no art. 59 deste Decreto.
I - os elementos dispostos no § 1º do art. 59 da Lei Federal n. 13.019/2014; e
Parágrafo único. A análise do relatório de que trata o caput deste artigo deverá
II - o parecer técnico de análise da prestação de contas anual, que deverá: observar o disposto no art. 61 deste Decreto.

a) avaliar as metas já alcançadas e seus benefícios; e Art. 69. Para fins do disposto no art. 69 da Lei Federal n. 13.019/2014, a
organização da sociedade civil deverá apresentar:
b) descrever, quando for o caso, os efeitos da parceria na realidade local
referentes: I - o Relatório Final de Execução do Objeto, no prazo de até trinta dias, contados
do término da execução da parceria, conforme estabelecido no instrumento de parceria,
1. aos impactos econômicos ou sociais; prorrogável por até quinze dias, mediante justificativa e solicitação prévia da organização
da sociedade civil; e
2. ao grau de satisfação do público-alvo; e
II - o Relatório Final de Execução Financeira, no prazo de trinta dias, contados de
3. à possibilidade de sustentabilidade das ações após a conclusão do objeto. sua notificação, conforme estabelecido no instrumento de parceria, prorrogável por até
quinze dias, mediante justificativa e solicitação prévia da organização da sociedade civil.
§ 1º Na hipótese de o relatório técnico de monitoramento e avaliação evidenciar
irregularidade ou inexecução parcial do objeto, o gestor da parceria notificará a Art. 70. O parecer técnico conclusivo da prestação de contas final embasará a
organização da sociedade civil para, no prazo de 15 (quinze dias), prorrogável por igual decisão da autoridade competente e deverá concluir pela:
período e a critério da Administração Pública Municipal:
I - aprovação das contas;
I - sanar a irregularidade;
II - aprovação das contas com ressalvas; ou
II - cumprir a obrigação; ou
III - rejeição das contas.
III - apresentar justificativa para impossibilidade de saneamento da irregularidade
ou para cumprimento da obrigação. § 1º A aprovação das contas ocorrerá quando constatado o cumprimento do
objeto e das metas da parceria, conforme disposto neste Decreto.
§ 2º O gestor da parceria avaliará o cumprimento do disposto no § 1º deste
artigo, atualizando o relatório técnico de monitoramento e avaliação. § 2º A aprovação das contas com ressalvas ocorrerá quando, apesar de cumpridos
o objeto e as metas da parceria, for constatada impropriedade ou qualquer outra falta de
§ 3º Serão glosados valores relacionados a metas descumpridas sem justificativa natureza formal que não resulte em dano ao erário.
suficiente.
§ 3º A rejeição das contas ocorrerá nas seguintes hipóteses:
§ 4º Persistindo a irregularidade ou inexecução parcial do objeto, o relatório
técnico de monitoramento e avaliação: I - omissão no dever de prestar contas;

I - caso conclua pela continuidade da parceria, deverá determinar: II - descumprimento injustificado do objeto e das metas estabelecidos no plano
de trabalho;
a) a devolução dos recursos financeiros relacionados à irregularidade ou
inexecução apurada ou à prestação de contas não apresentada; e III - dano ao erário decorrente de ato de gestão ilegítimo ou antieconômico; ou

b) a retenção das parcelas dos recursos, nos termos do art. 33 deste Decreto; ou IV - desfalque ou desvio de dinheiro, bens ou valores públicos.
II - caso conclua pela rescisão unilateral da parceria, deverá determinar:
a) a devolução dos valores repassados relacionados à irregularidade ou à § 4º A rejeição das contas não poderá ser fundamentada unicamente na avaliação
inexecução apurada ou à prestação de contas não apresentada; e de que trata o parágrafo único do art. 67 deste Decreto.

b) a instauração de tomada de contas especial, se não houver a devolução de que Art. 71. A decisão sobre a prestação de contas final caberá à autoridade
trata a alínea “a” deste inciso no prazo determinado. responsável por celebrar a parceria, sendo a organização da sociedade civil notificada
para, no prazo de 30 (trinta) dias:
§ 5º O relatório técnico de monitoramento e avaliação será submetido à comissão
de monitoramento e avaliação designada, na forma do art. 52 deste Decreto, que o I - sanar a irregularidade ou cumprir a obrigação; ou
apreciará, no prazo de até 30 (trinta) dias, contados de seu recebimento.
II - apresentar recurso à autoridade que a proferiu.
§ 6º O gestor da parceria deverá adotar as providências, apontadas pela
comissão de monitoramento e de avaliação, visando à homologação do relatório técnico Parágrafo único. Admite-se, no caso do inciso I deste artigo, a prorrogação do
de monitoramento e avaliação pela comissão de monitoramento e avaliação. prazo, por igual período.

§ 7º As sanções previstas no Capítulo X deste Decreto poderão ser aplicadas, Art. 72. Exaurida a fase recursal, o gestor da parceria deverá:
independentemente, das providências adotadas de acordo com o § 6º deste artigo.
I - no caso de aprovação com ressalvas da prestação de contas, registrar na
SEÇÃO III plataforma eletrônica as causas das ressalvas; e
DA PRESTAÇÃO DE CONTAS FINAL
II - no caso de rejeição da prestação de contas, notificar a organização da
Art. 66. As organizações da sociedade civil deverão apresentar a prestação de sociedade civil para que, no prazo de trinta dias:
contas final por meio de Relatório Final de Execução do Objeto, que deverá conter os
elementos previstos no art. 58 deste Decreto, o comprovante de devolução de eventual a) devolva os recursos financeiros relacionados com a irregularidade ou
saldo remanescente de que trata o art. 52 da Lei Federal n. 13.019/2014,e a previsão de inexecução do objeto apurada ou com a prestação de contas não apresentada; ou
reserva de recursos para pagamento das verbas rescisórias de que trata o § 3º do art.
41 deste Decreto. b) solicite o ressarcimento ao erário por meio de ações compensatórias de
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interesse público, mediante a apresentação de novo plano de trabalho, nos termos do § de abertura de vista dos autos processuais.
2º do art. 72 da Lei Federal n. 13.019/2014.
§ 2º A sanção de advertência tem caráter preventivo, e será aplicada quando
§ 1º O registro da aprovação com ressalvas da prestação de contas possui caráter verificadas impropriedades praticadas pela organização da sociedade civil no âmbito da
preventivo, e será considerado na eventual aplicação das sanções de que trata o Capítulo parceria que não justifiquem a aplicação de penalidade mais grave.
X deste Decreto.
§ 3º A sanção de suspensão temporária será aplicada nos casos em que forem
§ 2º A Administração Pública deverá se pronunciar sobre a solicitação, de que verificadas irregularidades na celebração, execução ou na prestação de contas da parceria
trata a alínea “b” do inciso II do caput deste artigo, no prazo de trinta dias. e não se justificar a imposição da penalidade mais grave, considerando-se a natureza e
a gravidade da infração cometida, as peculiaridades do caso concreto, as circunstâncias
§ 3º A realização das ações compensatórias de interesse público não deverá agravantes ou atenuantes e os danos que dela provieram para a Administração Pública.
ultrapassar a metade do prazo previsto para a execução da parceria.
§ 4º A sanção de suspensão temporária impede a organização da sociedade civil
§ 4º Compete exclusivamente ao dirigente máximo do órgão ou entidade da de participar de chamamento público e de celebrar parcerias ou contratos com órgãos e
Administração Pública Municipal autorizar o ressarcimento de que trata a alínea “b” do entidades da Administração Pública Municipal, por prazo não superior a dois anos.
inciso II do caput deste artigo.
§ 5º A sanção de declaração de inidoneidade impede a organização da sociedade
§ 5º Os demais parâmetros para concessão do ressarcimento, de que trata a civil de participar de chamamento público e de celebrar parcerias ou contratos com
alínea “b” do inciso II do caput deste artigo, serão definidos em ato da autoridade máxima órgãos e entidades de todas as esferas de governo, enquanto perdurarem os motivos
do órgão ou da entidade da Administração Pública Municipal, observados os objetivos da determinantes da punição ou até que seja promovida a reabilitação perante a autoridade
política, do plano, do programa ou da ação em que a parceria esteja inserida. que aplicou a penalidade, que ocorrerá quando a organização da sociedade civil ressarcir
a Administração Pública Municipal pelos prejuízos resultantes, e depois de decorrido o
§ 6º Na hipótese do previsto no inciso II do caput deste artigo, o não ressarcimento prazo de dois anos da aplicação da sanção de declaração de inidoneidade.
ao Erário ensejará:
§ 6º A aplicação das sanções de suspensão temporária e de declaração de
I - a instauração da tomada de contas especial, nos termos da legislação vigente; inidoneidade é de competência exclusiva do dirigente máximo do órgão ou da entidade
e da Administração Pública Municipal.

II - o registro da rejeição da prestação de contas e de suas causas na plataforma Art. 76. Da decisão administrativa que aplicar as sanções previstas nos incisos
eletrônica, enquanto perdurarem os motivos determinantes da rejeição. I a III do art. 75 deste Decreto caberá recurso administrativo, no prazo de dez dias,
contados da data de ciência da decisão.
Art. 73. O prazo de análise da prestação de contas final, pela Administração Parágrafo único. No caso da competência exclusiva do dirigente máximo do órgão
Pública Municipal, deverá ser fixado no instrumento da parceria e será de até cento ou da entidade da Administração Pública Municipal prevista no § 6º do art. 75 deste
e cinquenta dias, contados da data de recebimento do Relatório Final de Execução do Decreto, o recurso cabível é o pedido de reconsideração.
Objeto.
Art. 77. Na hipótese de aplicação de sanção de suspensão temporária ou de
§ 1º O prazo de que trata o caput deste artigo poderá ser prorrogado, declaração de inidoneidade, a organização da sociedade civil deverá ser inscrita como
justificadamente, por igual período, não podendo exceder o limite de trezentos dias. inadimplente na plataforma eletrônica, enquanto perdurarem os efeitos da punição ou
até que seja promovida a reabilitação.
§ 2º O transcurso do prazo definido no caput deste artigo, e de sua eventual
prorrogação, nos termos do § 1º deste artigo, sem que as contas tenham sido apreciadas: Art. 78. Prescrevem no prazo de cinco anos as ações punitivas da Administração
Pública Municipal destinadas a aplicar as sanções previstas neste Decreto, contados da
I - não impede que a organização da sociedade civil participe de outros data de apresentação da prestação de contas ou do fim do prazo de noventa dias, a partir
chamamentos públicos e celebre novas parcerias; e do término da vigência da parceria, no caso de omissão no dever de prestar contas.

II - não implica impossibilidade de sua apreciação em data posterior ou vedação Parágrafo único. A prescrição será interrompida com a edição de ato
a que se adotem medidas saneadoras, punitivas ou destinadas a ressarcir danos que administrativo destinado à apuração da infração.
possam ter sido causados aos cofres públicos.
CAPÍTULO XI
§ 3º Se o transcurso do prazo definido no caput deste artigo, e de sua eventual DA TRANSPARÊNCIA E DIVULGAÇÃO DAS AÇÕES
prorrogação, nos termos do § 1º deste artigo, se der por culpa exclusiva da Administração
Pública Municipal, sem que se constate dolo da organização da sociedade civil ou de seus Art. 79. A Administração Pública Municipal e as organizações da sociedade
prepostos, não incidirão juros de mora sobre os débitos apurados no período entre o civil deverão dar publicidade e promover a transparência das informações referentes à
final do prazo e a data em que foi emitida a manifestação conclusiva pela Administração seleção e à execução das parcerias.
Pública Municipal, sem prejuízo da atualização monetária, que observará a variação anual Parágrafo único. São dispensadas do cumprimento do disposto no caput deste
do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo - IPCA, calculado pela Fundação artigo as parcerias realizadas no âmbito de programas de proteção a pessoas ameaçadas.
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE.
Art. 80. O órgão ou a entidade da Administração Pública Municipal divulgará
Art. 74. Os débitos a serem restituídos pela organização da sociedade civil serão informações referentes às parcerias celebradas com organizações da sociedade civil
apurados mediante atualização monetária, acrescido de juros calculados da seguinte em dados abertos e acessíveis e deverá manter, no seu sítio eletrônico oficial e na
forma: plataforma eletrônica, a relação dos instrumentos de parcerias celebrados com seus
planos de trabalho.
I - nos casos em que for constatado dolo da organização da sociedade civil ou de
seus prepostos, os juros serão calculados a partir das datas de liberação dos recursos, Art. 81. As organizações da sociedade civil divulgarão nos seus sítios eletrônicos
sem subtração de eventual período de inércia da Administração Pública Municipal quanto oficiais e em locais visíveis de suas sedes sociais e dos estabelecimentos em que
ao prazo de que trata o § 3º do art. 73 deste Decreto; e exerçam suas ações, desde a celebração das parcerias até cento e oitenta dias após a
apresentação da prestação de contas final, as informações de que tratam o art. 11 da
II - nos demais casos, os juros serão calculados a partir: Lei Federal n. 13.019/2014.
Parágrafo único. No caso de atuação em rede, caberá à organização da sociedade
a) do decurso do prazo estabelecido no ato de notificação da organização da civil celebrante divulgar as informações de que trata o caput deste artigo, inclusive
sociedade civil ou de seus prepostos para restituição dos valores ocorrida no curso da quanto às organizações da sociedade civil não celebrantes e executantes em rede.
execução da parceria; ou
Art. 82. A divulgação de campanhas publicitárias e as programações desenvolvidas
b) do término da execução da parceria, caso não tenha havido a notificação de por organizações da sociedade civil, nos termos do art. 14 da Lei Federal n. 13.019/2014,
que trata a alínea “a” deste inciso, com subtração de eventual período de inércia da seguirão as políticas, orientações e as normas estabelecidas pelo Município de Campo
Administração Pública Municipal quanto ao prazo de que trata o § 3º do art. 73 deste Grande para os serviços de publicidade governamental.
Decreto. Parágrafo único. Os recursos tecnológicos e a linguagem, utilizados na divulgação
das campanhas e dos programas, deverão garantir acessibilidade às pessoas com
Parágrafo único. Os débitos de que trata o caput deste artigo observarão juros deficiência.
equivalentes a 1% (um por cento) ao mês, acumulados mensalmente.
CAPÍTULO XII
CAPÍTULO X DISPOSIÇÕES FINAIS
DAS SANÇÕES
Art. 83. Aplica-se subsidiariamente o disposto na Lei Federal n. 9.784, de 29 de
Art. 75. Quando a execução da parceria estiver em desacordo com o plano de janeiro de 1999, aos processos administrativos relativos às parcerias de que trata este
trabalho e com as normas da Lei Federal n. 13.019/2014, e da legislação específica, Decreto.
a Administração Pública Municipal poderá aplicar à organização da sociedade civil as
seguintes sanções: Parágrafo único. A juízo da autoridade competente e a pedido da organização
da sociedade civil, poderá ser realizada audiência para esclarecimento necessário à
I - advertência; instrução do processo.

II - suspensão temporária; Art. 84. Ressalvado o disposto no art. 81 da Lei Federal n. 13.019/2014, enquanto
não estruturada e implantada a plataforma eletrônica de que trata a referida Lei e este
III - declaração de inidoneidade. Decreto, as rotinas correspondentes serão realizadas por meio físico e registradas nas
plataformas atualmente existentes, naquilo que for compatível.
§ 1º É facultada a defesa do interessado no prazo de dez dias, contados da data Parágrafo único. Fixa-se o prazo de 5 (cinco) anos para a Administração Pública
PÁGINA 14 - segunda-feira, 26 de dezembro de 2016 DIOGRANDE n. 4.757
Municipal implantar plataforma eletrônica para as parcerias de que trata este Decreto. Art. 91. Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.

Art. 85. Compete, exclusivamente, ao Prefeito Municipal, independentemente CAMPO GRANDE-MS, 23 DE DEZEMBRO DE 2016
da possibilidade de delegação concedida por meio do art. 7º, § 1º deste Decreto, a
autorização financeira prévia para a celebração de parcerias que contenham cláusulas
ou condições dispondo sobre o repasse total de recursos em valores acima do limite de ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL
R$ 100.000,00 (cem mil reais). Prefeito Municipal

§ 1º Serão submetidos à autorização financeira prévia do Prefeito Municipal,


também, os aditivos que se referirem a alteração, adição ou modificação de cláusulas DESPACHOS
que disponham sobre a situação prevista no caput deste artigo.

DESPACHO DO EXMO. SR. PREFEITO


§ 2º Não estão incluídos nas exigências constantes deste artigo as parcerias que Conforme os parâmetros legais pertinentes, em 19.12.2016, foi Ratificada por
tenham como objeto o recrutamento, seleção e colocação de estagiários ou adolescentes dispensa de licitação, consubstanciada pelo art. 24, IV da Lei Federal n. 8666/93
aprendizes para estágio profissional. e, com fundamento no artigo 26 e legislação complementar, a despesa do processo n.
86644/2016-54, PPS n. 3113/2016 - FMS, em favor da HOSPITALLAR ASSISTENCIA
MEDICA DOMICILIAR LTDA - ME.
§ 3º É vedado dar efeito retroativo a data anterior à autorização do Prefeito
Municipal, às parcerias. ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL
Prefeito Municipal
§ 4º A competência prevista no caput e § 1º deste artigo não engloba a avaliação
dos dispositivos jurídico-legais para celebração da parceria, cuja competência é exclusiva
do órgão ou da entidade da Administração Pública Municipal celebrante.
SECRETARIAS
Art. 86. O Município de Campo Grande, por intermédio da Procuradoria-Geral
do Município, poderá adotar medidas administrativas de conciliação para dirimir
controvérsias resultantes das parcerias.
SECRETARIA MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO, FINANÇAS E
CONTROLE
Art. 87. Os convênios e os instrumentos congêneres, já assinados na data de
entrada em vigor da Lei Federal n. 13.019/2014, permanecerão regidos pela legislação ANEXO ÚNICO O DECRETO N. 10.499 DE 02 DE JUNHO DE 2008.
em vigor ao tempo de sua celebração, sem prejuízo da aplicação subsidiária da referida
Lei e deste Decreto, naquilo em que for cabível, desde que em benefício do alcance do Art. 1º - A Prefeitura de Campo Grande, considerando o art. 2º da Lei Federal
9.452/97, e, após as liberações dos recursos federais, a qualquer título, notificará
objeto da parceria. a Câmara Municipal, os partidos políticos, os sindicatos de trabalhadores e as
entidades empresariais;
§ 1º Os convênios e os instrumentos congêneres, de que trata o caput deste
artigo, poderão ser prorrogados de ofício em caso de atraso na liberação dos recursos por NOTIFICAÇÃO
parte da Administração Pública Municipal, hipótese em que a prorrogação corresponderá
Nº. 095/2016 Data 23/12/2016
ao período equivalente ao atraso e será regida pela legislação em vigor ao tempo da ÓRGÃO: Secretaria Municipal de Planejamento, Finanças e Controle
celebração da parceria.
Nº Origem Natureza Objeto Executor Valor R$
§ 2º Nos termos do § 2º do art. 83 da Lei Federal n. 13.019/2014, os convênios CFM -
e os instrumentos congêneres com prazo indeterminado ou prorrogáveis por período Compens.
[Link] Transf.
1 Financ. Explor. PMCG 55.422,52
superior ao inicialmente estabelecido serão, no prazo de um ano, contado da data de de Energia Constiucional
Recursos
entrada em vigor da referida Lei, alternativamente: Minerais
TOTAL 55.422,52
I - substituídos por termo de fomento, de colaboração ou por acordo de
cooperação, para adaptação ao disposto na Lei Federal n. 13.019/2014, e neste Decreto,
no caso de decisão da autoridade máxima do órgão ou da entidade da Administração Saul Santiago Alves de Mello
Pública Municipal pela continuidade da parceria; ou Superintendente de Gestão Financeira

II - rescindidos, justificada e unilateralmente, pela Administração Pública Disney de Souza Fernandes


Municipal, com notificação à organização da sociedade civil parceira para as providências Secretário Mun. de Planejamento, Finanças e Controle / SEPLANFIC
necessárias.

§ 3º A Administração Pública Municipal poderá firmar termos aditivos de convênios SECRETARIA MUNICIPAL DE INFRAESTRUTURA,
e instrumentos congêneres prorrogáveis por período igual ou inferior ao inicialmente TRANSPORTE E HABITAÇÃO
estabelecido, observada a legislação vigente ao tempo da sua celebração original e a
aplicação subsidiária da Lei Federal n. 13.019/2014. EXTRATO DA OES N. 36/2016, FORMALIZADA EM 09/12/2016.
PARTES: Prefeitura Municipal de Campo Grande – MS e a Empresa ANDRADE
§ 4º Para a substituição, de que trata o inciso I do § 2º deste artigo, a organização CONSTRUÇÕES EIRELI - ME.
da sociedade civil deverá, no prazo de até 90 (noventa) dias, a contar da entrada em FUNDAMENTO LEGAL: Convite n. 82/2016 e artigo 62 da Lei Federal n. 8.666/93 -
vigor deste Decreto, apresentar os documentos previstos nos artigos 26 e 27 deste Processo Administrativo n. 69223/16-50;
Decreto, para fins de cumprimento do disposto nos artigos 33, 34 e 39 da Lei Federal n. OBJETO: OBRAS VISANDO A REFORMA DE PONTE DE MADEIRA SOBRE CÓRREGO
13.019/2014. SALTINHO E RECUPERAÇÃO DE ESTRADA NA CG 140, EM CAMPO GRANDE/MS;
DOTAÇÃO ORÇAMENTÁRIA: 0227.26.782.0058.2730.44905199 FR: 21;
§ 5º A prestação de contas das parcerias substituídas na forma do inciso I do § VIGÊNCIA: 30 (trinta) dias a contar da data de recebimento da ordem de início;
2º deste artigo observará o disposto na Lei Federal n. 13.019/2014, e neste Decreto. VALOR: R$ 145.085,29 (cento e quarenta e cinco mil, oitenta e cinco reais e vinte e
nove centavos);
§ 6º Excepcionalmente, a Administração Pública Municipal poderá firmar termo ASSINATURAS: Amilton Cândido de Oliveira e Rozemar Andrade da Costa Sanches.
aditivo da parceria, de que trata o § 2º deste artigo, a ser regida pela legislação em vigor
ao tempo de sua celebração, desde que seja limitada sua vigência até 1º de janeiro de
2018. EXTRATO DA OES N. 38/2016, FORMALIZADA EM 09/12/2016.
PARTES: Prefeitura Municipal de Campo Grande – MS e a Empresa BELTER CONSTRUÇÕES
LTDA – EPP.
§ 7º Para atender ao disposto no caput deste artigo, poderá haver aplicação da
FUNDAMENTO LEGAL: Convite n° 80/2016 e artigo 62 da Lei Federal n. 8.666/93 -
Seção III do Capítulo IX deste Decreto para os convênios e os instrumentos congêneres,
Processo Administrativo n. 69085/16-18;
existentes na data da entrada em vigor da Lei Federal n. 13.019/2014, que estejam
OBJETO: OBRAS VISANDO A REFORMA DE PONTE DE MADEIRA E RECUPERAÇÃO DE
em fase de execução de seu objeto ou que estejam em fase de análise de prestação de
ESTRADA CÓRREGO INFERNINHO CG 224, EM CAMPO GRANDE/MS;
contas.
DOTAÇÃO ORÇAMENTÁRIA: 0227.26.782.0058.2730.44905199 FR: 21;
VIGÊNCIA: 30 (trinta) dias a contar da data de recebimento da ordem de início;
Art. 88. Ficam ratificados os convênios assinados com respaldo no Decreto VALOR: R$ 131.434,03 (cento e trinta e um mil, quatrocentos e quatro reais e três
Municipal n. 7.761, de 30 de dezembro de 1998, até a data da publicação deste Decreto, centavos);
devendo observar, quanto às regras de transição, o disposto no art. 87 deste Decreto. ASSINATURAS: Amilton Cândido de Oliveira e Elvio Ramires.

Art. 89. A fim de disciplinar complementarmente a matéria tratada neste Decreto,


e fixar os procedimentos necessários à sua aplicação, poderá ser instituída Comissão EXTRATO DA OES N. 39/2016, FORMALIZADA EM 09/12/2016.
Permanente Multidisciplinar, composta por, no mínimo, 3 (três) membros dentre os PARTES: Prefeitura Municipal de Campo Grande – MS e a Empresa AIROS CONSTRUTORA
órgãos ou entidades da Administração Pública Municipal. LTDA - ME.
FUNDAMENTO LEGAL: Convite n. 78/2016 e artigo 62 da Lei Federal n. 8.666/93 -
Art. 90. Fica estabelecido o prazo de até 60 (sessenta) dias para regulamentação Processo Administrativo n. 67700/16-14;
do credenciamento de que trata o art. 30, VI da Lei Federal n. 13.019/2014. OBJETO: OBRAS VISANDO A REFORMA DE PONTE DE MADEIRA SOBRE O RIO ANHANDUÍ
Parágrafo único. Enquanto não editado o Decreto de que trata o caput, considera- CG 286, EM CAMPO GRANDE/MS;
se credenciada a entidade que já mantenha ou manteve relação de parceria com o DOTAÇÃO ORÇAMENTÁRIA: 0227.26.782.0058.2730.44905199 FR: 21;
Município de Campo Grande e teve prestação de contas aprovada. VIGÊNCIA: 30 (trinta) dias a contar da data de recebimento da ordem de início;
PÁGINA 15 - segunda-feira, 26 de dezembro de 2016 DIOGRANDE n. 4.757
VALOR: R$ 143.000,54 (cento e quarenta e três mil e cinquenta e quatro centavos); EXTRATO DO CONVÊNIO n. 656, CELEBRADO EM 16 DE DEZEMBRO DE 2016.
ASSINATURAS: Amilton Cândido de Oliveira e Celso Acuña Soria. PARTES: Município de Campo Grande-MS, com interveniência da Secretaria de Políticas,
Ações Sociais e Cidadania - SAS com recursos do Fundo Municipal para a Infância e
Adolescência - FMIA e a Associação Juliano Varela.
EXTRATO DA OES N. 40/2016, FORMALIZADA EM 09/12/2016. FUNDAMENTO LEGAL: Lei Federal n. 8.666/93, da Lei Municipal n. 3.452/98, Decreto n.
PARTES: Prefeitura Municipal de Campo Grande – MS e a Empresa MDP CONSTRUÇÃO 7.761/98, Deliberação 525/CMDCA/2016 e Processo Administrativo n. 83100/2016-40.
CIVIL EIRELI – EPP. OBJETO: Repasse dos recursos financeiros a Convenente para despesa a realizar, em
FUNDAMENTO LEGAL: Convite n° 83/2016 e artigo 62 da Lei Federal n. 8.666/93 - conformidade com o Plano de Trabalho anexo ao processo.
Processo Administrativo n. 69220/16-61; VALOR TOTAL: R$ 6.280,00 (seis mil, duzentos e oitenta reais) para custeio, a ser pago
OBJETO: OBRAS VISANDO A CONSTRUÇÃO DE PONTE DE MADEIRA SOBRE O CÓRREGO
em parcela única, da Fonte 0601 de acordo com o cronograma de desembolso do Plano
RETIRO CG 162, EM CAMPO GRANDE/MS;
de Trabalho.
DOTAÇÃO ORÇAMENTÁRIA: 0227.26.782.0058.2730.44905181 FR: 21;
DOTAÇÃO: 0601.08.243.0286.4364.33504300 - Subvenções Sociais, NE 00025.1129S; FR 06.
VIGÊNCIA: 30 (trinta) dias a contar da data de recebimento da ordem de início;
VIGÊNCIA: O prazo de vigência do presente Convênio será de 6 (seis) meses após o
VALOR: R$ 138.992,08 (cento e trinta e oito mil, novecentos e noventa e dois reais e
repasse da parcela única do recurso.
oito centavos);
ASSINATURAS: Marcela Rodrigues Carneiro e Maria Lucia Nogueira Fernandes.
ASSINATURAS: Amilton Cândido de Oliveira e Moisés Dias Portilho.

CAMPO GRANDE-MS, 16 DE DEZEMBRO DE 2016.


EXTRATO DA OES N. 41/2016, FORMALIZADA EM 09/12/2016.
PARTES: Prefeitura Municipal de Campo Grande – MS e a Empresa CONSTRUTORA
SONHO REAL LTDA - ME. MARCOS GUIMARÃES DE CAMPOS
FUNDAMENTO LEGAL: Convite n. 81/2016 e artigo 62 da Lei Federal n. 8.666/93 - Coordenador de Técnica Legislativa
Processo Administrativo n. 69089/16-79;
OBJETO: OBRAS VISANDO A REFORMA DE PONTE DE MADEIRA E RECUPERAÇÃO DE
ESTRADA DOS CÓRREGOS CAMPEIRA E CÓRREGO FUNDO NA ESTRADA CG 342, EM EXTRATO DO CONVÊNIO n. 657, CELEBRADO EM 16 DE DEZEMBRO DE 2016.
CAMPO GRANDE/MS; PARTES: Município de Campo Grande-MS, com interveniência da Secretaria de Políticas,
DOTAÇÃO ORÇAMENTÁRIA: 0227.26.782.0058.2730.44905199 FR: 21; Ações Sociais e Cidadania - SAS com recursos do Fundo Municipal de Investimento Social
VIGÊNCIA: 30 (trinta) dias a contar da data de recebimento da ordem de início; - FMIS e o PROSSOL - Projeto Social Solidário.
VALOR: R$ 147.154,43 (cento e quarenta e sete mil, cento e cinquenta e quatro reais FUNDAMENTO LEGAL: Lei Federal n. 8.666/93, da Lei Municipal n. 3.452/98, art. 6°
e quarenta e três centavos); da Lei Municipal n. 5.640/2015, Lei Municipal n. 5.749/2016, Decreto n. 7.761/98 e
ASSINATURAS: Amilton Cândido de Oliveira e Neureci Cardoso Glagau. Processo Administrativo n. 52237/2016-80.
OBJETO: Repasse dos recursos financeiros a Convenente para despesas a realizar, em
conformidade com o Plano de Trabalho anexo ao processo.
EXTRATO DA OES N. 42/2016, FORMALIZADA EM 12/12/2016.
VALOR TOTAL: R$ 20.000,00, sendo R$ 699,00 destinados a aquisição de material de
PARTES: Prefeitura Municipal de Campo Grande – MS e a Empresa TERCAM
custeio e R$ 19.301,00 destinados a aquisição de material de investimento em parcela
CONSTRUÇÕES EIRELI - ME.
única, de acordo com o cronograma de desembolso do Plano de Trabalho.
FUNDAMENTO LEGAL: Convite n. 91/2016 e artigo 62 da Lei Federal n. 8.666/93 -
DOTAÇÕES: 0220.08.244.0285.4365.33504300 - Subvenções Sociais, NE n. 00068.1131S,
Processo Administrativo n. 69115/16-87;
FR 14; 0220.08.244.0285.4365.44504200 - Auxílios, NE n. 00069.1131S, FR 14.
OBJETO: OBRAS VISANDO A REFORMA DE PONTE DE MADEIRA E RECUPERAÇÃO DE
ESTRADA DO CÓRREGO MANTENA CG 222, EM CAMPO GRANDE/MS; VIGÊNCIA: O prazo de vigência do presente Convênio será de 30 (trinta) dias após o
DOTAÇÃO ORÇAMENTÁRIA: 0227.26.782.0058.2730.44905199 FR: 21; recebimento do recurso.
VIGÊNCIA: 30 (trinta) dias a contar da data de recebimento da ordem de início; ASSINATURAS: Marcela Rodrigues Carneiro e Silvio Pinheiro.
VALOR: R$ 137.787,10 (cento e trinta e sete mil, setecentos e oitenta e sete reais e
dez centavos); CAMPO GRANDE-MS, 16 DE DEZEMBRO DE 2016.
ASSINATURAS: Amilton Cândido de Oliveira e Ana Rita Hoffmeister Ortega.

MARCOS GUIMARÃES DE CAMPOS


PROCURADORIA - GERAL DO MUNICÍPIO Coordenador de Técnica Legislativa

EXTRATO DO CONVÊNIO n. 620, CELEBRADO EM 9 DE NOVEMBRO DE 2016. EXTRATO DO CONVÊNIO n. 659, CELEBRADO EM 19 DE DEZEMBRO DE 2016.
PARTES: Município de Campo Grande-MS, com interveniência da Secretaria de Políticas, PARTES: Município de Campo Grande-MS, com interveniência da Secretaria de Políticas,
Ações Sociais e Cidadania - SAS com recursos do Fundo Municipal de Investimento Social Ações Sociais e Cidadania - SAS com recursos do Fundo Municipal para Infância e
- FMIS e o Cotolengo Sul-Matogrossense. Adolescência - FMIA e o Centro Social Dom Bosco.
FUNDAMENTO LEGAL: Lei Federal n. 8.666/93, da Lei Municipal n. 3.452/98, art. 6°
FUNDAMENTO LEGAL: Lei Federal n. 8.666/93, da Lei Municipal n. 3.452/98, Decreto n.
da Lei Municipal n. 5.640/2015, Lei Municipal n. 5.749/2016, Decreto n. 7.761/98 e
7.761/98, Deliberação 511/CMDCA/2016 e Processo Administrativo n. 80652/2016-60.
Processo Administrativo n. 52614/2016-62.
OBJETO: Repasse dos recursos financeiros a Convenente para despesas a realizar, em
OBJETO: Repasse dos recursos financeiros a Convenente para despesas a realizar, em
conformidade com o Plano de Trabalho anexo ao processo.
conformidade com o Plano de Trabalho anexo ao processo.
VALOR TOTAL: R$ 11.073,52, sendo R$ 4.748,52 para custeio e R$ 6.325,00 para
VALOR TOTAL: R$ 40.000,00 (quarenta mil reais), destinados à aquisição de material
permanente, a ser pago em parcela única, da Fonte 0601 de acordo com o cronograma
de investimento em parcela única, de acordo com o cronograma de desembolso do Plano
de Trabalho. de desembolso do Plano de Trabalho.
DOTAÇÃO: 0220.08.244.0285.4365.44504200 - Auxílios, NE 00191.1131S; FR 14. DOTAÇÕES: 0601.08.243.0286.4364.3350 4300 - Subvenções Sociais, NE 00026.1131S,
VIGÊNCIA: O prazo de vigência do presente Convênio será após recebimento do recurso FR 06; 0601.08.243.0286.4364.44504200 - Auxílios, NE 00027.1129S; FR 06.
até 31 de dezembro de 2016. VIGÊNCIA: 60 (sessenta) dias após o repasse da parcela única do recurso.
ASSINATURAS: Marcela Rodrigues Carneiro e Valdeci Marcolino. ASSINATURAS: Marcela Rodrigues Carneiro e Lincoln Saito.

CAMPO GRANDE-MS, 9 DE NOVEMBRO DE 2016. CAMPO GRANDE-MS, 19 DE DEZEMBRO DE 2016.

MARCOS GUIMARÃES DE CAMPOS MARCOS GUIMARÃES DE CAMPOS


Coordenador de Técnica Legislativa Coordenador de Técnica Legislativa

EXTRATO DO CONVÊNIO n. 647, CELEBRADO EM 14 DE DEZEMBRO DE 2016. EXTRATO DO CONVÊNIO n. 660, CELEBRADO EM 19 DE DEZEMBRO DE 2016.
PARTES: Município de Campo Grande-MS, com interveniência da Secretaria de Políticas, PARTES: Município de Campo Grande-MS, com interveniência da Secretaria de Políticas,
Ações Sociais e Cidadania - SAS com recursos do Fundo Municipal de Investimento Social Ações Sociais e Cidadania - SAS com recursos do Fundo Municipal de Investimento Social
- FMIS e a Associação Evangélica de Proteção a Crianças.
- FMIS e a Federação dos Deficientes Físicos de Mato Grosso do Sul e Entidades Afins.
FUNDAMENTO LEGAL: Lei Federal n. 8.666/93, da Lei Municipal n. 3.452/98, art. 6°
FUNDAMENTO LEGAL: Lei Federal n. 8.666/93, da Lei Municipal n. 3.452/98, art. 6º
da Lei Municipal n. 5.640/2015, Lei Municipal n. 5.749/2016, Decreto n. 7.761/98 e
da Lei Municipal n. 5.640/2015, Lei Municipal n. 5.749/2016, Decreto n. 7.761/98, e
Processo Administrativo n. 79628/2016-88.
Processo Administrativo n. 52210/2016-23.
OBJETO: Repasse dos recursos financeiros a Convenente para despesas a realizar, em
OBJETO: Repasse de recursos financeiros a convenente para despesas a realizar, em
conformidade com o Plano de Trabalho anexo ao processo.
conformidade com o Plano de Trabalho anexo ao processo.
VALOR TOTAL: R$ 10.000,00 (dez mil reais) destinados a aquisição de material de
investimento em parcela única, de acordo com o cronograma de desembolso do Plano VALOR TOTAL: R$ 2.500,00 (dois mil e quinhentos reais) destinados a aquisição de
de Trabalho. material de investimento em parcela única, de acordo com o cronograma de desembolso
DOTAÇÃO: 0220.08.244.0285.4365.44504200 - Auxílios, NE 00243.1131S; FR 14. do Plano de Trabalho.
VIGÊNCIA: O prazo de vigência do presente Convênio será após recebimento do recurso DOTAÇÃO: 0220.08.244.0285.4365.44504200 - Auxílios, NE 00267.1131S; FR 14.
até 31 de dezembro de 2016. VIGÊNCIA: 30 (trinta) dias após o recebimento do recurso.
ASSINATURAS: Marcela Rodrigues Carneiro e Zilfa Gomes Braz Andrekowisk. ASSINATURAS: Marcela Rodrigues Carneiro e Marcos Antonio Braga.

CAMPO GRANDE-MS, 14 DE DEZEMBRO DE 2016. CAMPO GRANDE-MS, 19 DE DEZEMBRO DE 2016.

MARCOS GUIMARÃES DE CAMPOS MARCOS GUIMARÃES DE CAMPOS


Coordenador de Técnica Legislativa Coordenador de Técnica Legislativa
PÁGINA 16 - segunda-feira, 26 de dezembro de 2016 DIOGRANDE n. 4.757

ASSOCIACAO DE AUXILIO E RECUPERACAO DOS HANSENIANOS


SECRETARIA MUNICIPAL DA RECEITA 1.435.535,63
ASSOCIACAO DE R. S. E R. NO TRABALHO - P. JABOQUE 15.000,00
EDITAL DE NOTIFICAÇÃO/INTIMAÇÃO Nº 0040/2016
ASSOCIACAO DE REABILITACAO PARCEIROS DA VIDA 124.000,00
A Prefeitura Municipal de Campo Grande, através da Junta de Recursos Fiscais/SEMRE,
com base no inciso I do artigo 88 da Lei Complementar nº 02, de 15 de Dezembro de ASSOCIACAO DOS DIABETICOS E FAMILIARES DO MS 63.000,00
1992, e considerando terem resultado improfícuos os outros meios de intimação, faz
publicar o presente EDITAL. ASSOCIACAO ESCOLA CLINICA SANTA TEREZINHA 62.000,00
Ficam, os contribuintes abaixo identificados, NOTIFICADOS do julgamento dos recursos
impetrados e de suas respectivas Decisões relacionados neste Edital. ASSOCIACAO FRANCISCANAS ANGELINAS - AFRANGEL 27.500,00
Ficam também, INTIMADOS a comparecerem no prazo de 30 (trinta) dias, contados
a partir do dia seguinte à publicação deste, a recolherem o CRÉDITO TRIBUTÁRIO OU ASSOCIAÇÃO JULIANO VARELA 17.000,00
NÃO-TRIBUTÁRIO decorrente das decisões em que lhes foram desfavoráveis.
ASS. MOV. MAE AGUIA DE COMBATE A VIOLENCIA SEXUAL COMETIDA
Decorrido o prazo legal sem o cumprimento da presente intimação, o crédito será 20.000,00
CONTRA CRIANCAS E ADOLESCENTES
inscrito em dívida ativa, para posterior cobrança judicial.
ACÓRDÃO PROCESSO CONTRIBUINTE INSCRIÇÃO DECISÃO ASSOCIACAO PESTALOZZI DE CAMPO GRANDE-MS 12.523,33
MUNICIPAL RECURSO
0545/2016 68823/2013-49 Guiomar Alves 1750070074 improvido ASSOCIACAO RECANTO SAO JOAO BOSCO - ARSJB 15.000,00
Moreira da Silva
0518/2016 74693/2011-58 N&A Informatica 123041003 improvido ASSOCIACAO SANTA RITA DE CASSIA - A SRITA 35.000,00
Ltda
BIOMOLECULAR [Link] BIOLOGIA MOLECULAR E HIST. LTDA 228.347,55
Campo Grande/ MS, sexta, 23 de Dezembro de 2016
BIOSHOP PRODUTOS HOSPITALARES LTDA 3.684,00

JORGE TAKESHI OTUBO C D C NUCLEAR S/S 2.100,00


Presidente JURFIS/SEMRE
CARLA MORELO DALBIANCO 3.795,92

CENTRO ESPIRITA DISCIP. DE JESUS-HOSPITAL NOSSO LAR 81.615,72


SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE PÚBLICA
CENTRO RADIOLOGICO CAMPO GRANDE S/S LTDA 4.903,90
ANEXO ÚNICO AO DECRETO N. 10.499 DE 02 DE JUNHO DE 2008.
CENTRO RADIOLOGICO POR IMAGEM LTDA - ME 35.910,30
Art. 1º. – A Prefeitura Municipal de Campo Grande, considerando o artigo 2º da Lei
Federal n. 9.452/97, e, após as liberações dos recursos federais, a qualquer título, CIRURGICA MS LTDA-ME 201.854,88
notificará os partidos políticos, os sindicatos dos trabalhadores, o conselho municipal de
saúde e as entidades empresariais. CLINICA DE DOENCAS RENAIS LTDA 448.723,27

NOTIFICAÇÃO COLEGIO PEQUENOPOLIS LTDA 15.197,34


Nº. 97/2016 Data: 22/12/2016
Órgão: Secretaria Municipal de Saúde Pública – SESAU COLETTO ENGENHARIA LTDA. 243.817,29

N. ORIGEM NATUREZA OBJETO EXECUTOR VALOR R$ COMERCIAL CIRURGICA RIOCLARENSE LTDA 508.110,65
01 MS/FNS S U S - Pagto Incremento SESAU/FMS 500.000,00
S i s t e m a Temporario do COMERCIAL ISOTOTAL LTDA ME 86.550,00
Único de Limite Financeiro
Saúde do MAC – Parcela COMERCIAL T & C LTDA - EPP 13.502,10
Única
Comp. 12/2016 COTOLENGO SUL-MATOGROSSENSE 43.000,00
TOTAL 500.000,00
CQC - TECNOLOGIA EM SISTEMAS DIAGNOSTICOS LTDA. 55.000,00
FRANCISCO EDILSON MAGALHÃES IVANDRO CORREA FONSECA
DEBORA RENATA MENDONCA DE MORAES 419,15
Diretor Departamento Secretaria Municipal de Saúde
Financeiro Pública
DIAGNOSTICARE [Link] [Link].E [Link] 17.563,03

INFORMATIVO DE PAGAMENTO N 08/2016 DOUGLAS RIBEIRO DOS SANTOS 1.215,51


DU BOM DISTRIBUIÇÃO DE PRODUTOS MEDICO-HOSPITALARES
O SECRETÁRIO MUNICIPAL DE SAÚDE PÚBLICA, no uso de suas atribuições 280.630,00
EIRELI - EPP
legais, e considerando o disposto na Lei de Responsabilidade Fiscal Nº 101 de 04 de maio
de 2.000 e na Lei Complementar 131 de 27 de maio de 2.009 (Lei da Transparência), que ELETROTECNICA PANTANAL LTDA - ME 17.987,50
determina a disponibilização de informações sobre a execução orçamentária e financeira
da União, dos Estados e dos Municípios, torna público todos os pagamentos efetuados ENELITA MARIA MAZON 2.218,68
dentro do período de 01 a 31 de outubro de 2.016, utilizando Recursos Federais e
Estaduais, conforme planilha abaixo: F.C.A. COMERCIO E EVENTOS LTDA - ME 98.796,96
ACBR [Link] DE REABILITACAO 1.698,28
FEDERACAO DAS APAES DO ESTADO DE MS 15.000,00
ADAUTO VALENTE DE OLIVEIRA 1.638,45
FINANCIAL ADMINISTRADORA DE IMOVEIS LTDA 7.558,01
ANACORPUS REABILITACAO FISICA LTDA - ME 13.916,17
FUND. CENTRO DE ETUDOS DA STA CASA DE CAMPO GRANDE 25.000,00
ANDREA DA SILVA GOMES - ME 5.100,00
FUNDACAO CARMEN PRUDENTE DE MATO GROSSO DO SUL
3.689.662,92
ANTONIO ALISSON PEREIRA DE OLIVEIRA 1.620,68
FUNDACAO P/ ESTUDO E [Link] [Link]-FACIAIS 596.709,32
AQUIDAUANA VIAGENS E TURISMO LTDA - ME 10.029,02
FUNDACAO SERVICOS DE SAUDE DE MATO GROSSO DO SUL 56.811,64
ART VIDEO EIRELI - EPP 8.944,94
GIROGAZ COMERCIAL DE OXIGENIO LTDA EPP 248.574,87
[Link] E AMIGOS DOS [Link] [Link]-APAE
1.739.057,65 GRUPO ONÇA PINTADA 35.000,00
ASSOC. CAMPOGRANDENSE DA PESSOA COM DEFICIENCIA 20.000,00
H2L EQUIPAMENTOS E SISTEMAS LTDA. 67.351,45
ASSOC. DE PAIS E A. DO AUTISTA DE CAMPO GRANDE - AMA 49.999,79
HABITAR - COMÉRCIO EM GERAL E SERVIÇOS LTDA - ME 17.100,00
[Link] EDUC. ESPECIAL MARCELO TAKAHASHI AEMMT 55.000,00
HILDICE CHAVES ALVES PEREIRA 1.215,51
[Link] AMIGOS DAS CRIANCAS COM CANCER 25.000,00
HOSPTEC ASSISTENCIA TECNICA HOSPITALAR LTDA-ME 44.558,33
[Link] P/ [Link] 15.000,00
I.A. CAMPAGNA JUNIOR & CIA LTDA - EPP 27.147,40
ASSOCIACAO ASSISTENCIAL HORIZONTE 44.833,85
INDIANARA DE OLIVEIRA MORAES ALEXANDRE 1.215,51
ASSOCIACAO BENEFICENTE DE CAMPO GRANDE
16.012.362,65 INJEX INDUSTRIAS CIRURGICAS LTDA 12.045,00
ASSOCIACAO BENEFICENTE DOS RENAIS CRONICOS DE MS 25.000,00
INST. SUL MAT. PARA CEGOS FLORISVALDO VARGAS 29.606,82

ASSOCIACAO DE AMPARO A MATERNIDADE E A INFANCIA INSTITUICAO [Link] BRAS. DE EDUC.E [Link] 440.641,23
1.255.177,11
ASSOCIACAO DE APOIO DE PACIENTE COM CANCER AMIGOS DO
10.000,00 INSTITUTO AMIGOS DO CORACAO (ICA) 70.000,00
CHITAO
PÁGINA 17 - segunda-feira, 26 de dezembro de 2016 DIOGRANDE n. 4.757

INSTITUTO DE PATOLOGIA E CITOLOGIA S.S. 31.939,37


ADMINISTRAÇÃO INDIRETA
INSTITUTO DE QUALIDADE DE VIDA - IQUAVI(BUCRISGUE) 40.000,00

INSTITUTO MIRIM DE CAMPO GRANDE - I.M.C.G AGÊNCIA MUNICIPAL DE TRANSPORTE E TRÂNSITO


111.826,97
J. MACIEL - REFORMA, CONSTRUCAO E AMPLIACAO LTDA - ME 22.999,20
EXTRATO DO CONTRATO Nº 006/2016, CELEBRADO EM 22 DE DEZEMBRO DE 2016.
J4 SERVICOS E NEGOCIOS MULTIPLOS EIRELI - ME 2.500,00 PARTES: Agência Municipal de Transporte e Trânsito – AGETRAN e Empresa Engemaf
Engenharia LTDA - ME
JONATAS ALVES CRAVEIRO 1.774,37 FUNDAMENTO LEGAL: O presente Contrato tem fundamento legal na Lei Federal
nº 8.666, de 21.06.93 e demais legislação complementar, aplicáveis à espécie, de
JOSE DA SILVEIRA MAIA 25.327,92 conformidade com o Edital de Convite nº 66/2016 aprovado pela Assessoria Jurídica
e pelo Secretario Municipal de Administração, procedimento licitatório homologado e
JOSIMAR CORVALA DOS SANTOS 1.215,51 adjudicado em 14/12/2016 pelo Diretor Presidente da AGETRAN, anexo ao Processo
Administrativo nº 16680/2016-23.
KATSUMI ONO 1.279,66 OBJETO: Constitui objeto do presente Contrato a contratação de empresa para a
execução de obra, visando à prestação de serviços de pintura em geral, na sede da
Agência Municipal de Transporte e Trânsito, em suas instalações, situada a Avenida Gury
L&A ELETRONICOS COMERCIAL E REFRIGERACAO LTDA - EPP 62.400,00
Marques, 2395, Bairro Universitário Secção A, em Campo Grande /MS.
DO VALOR: O valor do presente contrato é de R$ 106.973,53 (cento e seis mil novecentos
LABORATORIO DE [Link].E CITOLOGIA DE [Link] S/S 18.662,34 e setenta e três reais e cinquenta e três centavos).
DO PRAZO: A vigência do presente Contrato será de 90 (noventa) dias contados a partir
LABORATORIO DIAGNOSE CUNHA LTDA 14.197,01 da data de assinatura do presente Contrato pelas partes.
ASSINATURAS: ELÍDIO PINHEIRO FILHO E MARCIO ANDRIGHETTO MENEGHEL.
LAC LABORATORIO DE [Link].E CITOPATOLOGIA LTDA 19.446,18

LOURDES GRESELE 200,00


ATOS DE PESSOAL
M.S. DIAGNOSTICA LTDA 9.635,00

MARCIA CRISTINA MACIEL DA SILVA - ME 33.112,15


ATOS DO PREFEITO
MARCOS ANTONIO MARINI-EPP
1.102.819,17
DECRETO “PE” n. 2.590, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2016.
MARCOS ANTONIO RODRIGUES 1.620,68
ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL, Prefeito de Campo Grande, Capital do
MATRIX SISTEMAS E SERVICOS LTDA 31.813,20 Estado de Mato Grosso do Sul, no uso de suas atribuições legais, resolve:

MED RIM SERVICOS MEDICOS LTDA 567.748,61 CONCEDER aposentadoria voluntária, por idade e tempo de contribuição, à
servidora ARLENE PEREIRA DE SOUZA, matrícula n. 127124/03, ocupante do cargo de
MISSAO SALESIANA DE MATO GROSSO-UCDB 344.657,91 Assistente Administrativo II, Referência 09, Classe “F”, lotada na Secretaria Municipal
de Saúde Pública, com proventos integrais, que corresponderão à totalidade de sua
MOACIR EUGENIO REGIS 1.074,68 remuneração no cargo efetivo em que se der a aposentadoria, constituídos de vencimento,
acrescido de vantagem pecuniária pessoal e funcional, com fulcro nos artigos 6º e 7º,
MULTILAB LABORATORIO DE ANALISES CLINICAS LTDA. 630,00 da Emenda Constitucional n. 41, de 19 de dezembro de 2003, e artigo 2º, da Emenda
Constitucional n. 47, de 5 de julho de 2005, combinado com o art. 24, inciso I, alínea
NACIONAL COMÉRCIO E SERVIÇOS LTDA - EPP 21.939,26 “c” e arts. 65 e 67 da Lei Complementar n. 191, de 22 de dezembro de 2011 (Processo
n. 61259/2016-11).
NATALI FISIO CLINICA DE FISIOTERAPIA E ESTETICA LTDA 10.201,90
CAMPO GRANDE-MS, 23 DE DEZEMBRO DE 2016.
NELLY ELIAS BACHA 4.258,14
ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL
NEO STOCK BRASIL PRODUTOS PARA SAUDE LTDA. - ME 144.674,20
Prefeito Municipal
OI S/A 53.687,02
RICARDO TREFZGER BALLOCK
ORGANIZACAO MORENA DE PARCERIA E SERVICOS H. LTDA. 72.902,13 Secretário Municipal de Administração

PRIME PHARMA MEDICAMENTOS LTDA - ME 368.310,00


DECRETO “PE” n. 2.591, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2016.
PROBIO PRODUTOS E SERVICOS NUTRICIONAIS LTDA
119.146,00
ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL, Prefeito de Campo Grande, Capital do
RR NOGUEIRA COMERCIO E REPRESENTACOES LTDA - ME 559.800,00 Estado de Mato Grosso do Sul, no uso de suas atribuições legais, resolve:

S.H. INFORMATICA LTDA 551.467,61 CONCEDER aposentadoria voluntária, por idade, com proventos proporcionais ao
tempo de contribuição, ao servidor ODACIR LIMA ALBUQUERQUE, matrícula n. 10774/07,
S.I.N. SERVS. MEDICOS INT. EM NEFROLOGIA S/C LTDA. 495.114,22 ocupante do cargo de Médico, Referência 15, Classe “F”, lotado na Secretaria Municipal
de Saúde Pública, com fulcro no art. 40, § 1º, inciso III, alínea “b”, §§ 3º, 8º e 17,
SCREENLAB [Link] CITOLOGIA E [Link].S/C LTDA 18.125,17 da Constituição Federal, com redação dada pela Emenda Constitucional n. 41, de 19 de
dezembro de 2003, observado o art. 1º, da Lei Federal n. 10.887, de 18 de junho de
SEBASTIAO CAMPOS ARINOS JUNIOR 3.395,05 2004, combinado com os artigos 33, 70 e 72, da Lei Complementar n. 191, de 22 de
dezembro de 2011 (Processo n. 72810/2016-53).
SERVAN ANESTESIOLOGIA E [Link] DOR DE C. GRANDE S/S. 91.819,52
CAMPO GRANDE-MS, 23 DE DEZEMBRO DE 2016.
SHALIMAR MARTINS VASCONCELOS FILIU 419,15
ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL
SHIZUE & TAKUJI LTDA 11.897,43 Prefeito Municipal

SIRPHA - LAR DO IDOSO 105.000,00


RICARDO TREFZGER BALLOCK
SOCIEDADE ASSISTENCIAL MEIMEI 50.000,00 Secretário Municipal de Administração

TILIA HENRIQUETA GUIZZO COUTO 10.893,00


DECRETO “PE” n. 2.592, 23 DE DEZEMBRO DE 2016.
UNIC-UNIDADE CAMPOGRANDENSE [Link] LTDA. 257.500,00
ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL, Prefeito de Campo Grande, Capital do
VICTOR ROCHA PIRES DE OLIVEIRA 307,38 Estado de Mato Grosso do Sul, no uso de suas atribuições Legais, resolve:

WALDOMIRO MOLINA 744,73 APOSENTAR por invalidez, com proventos proporcionais ao tempo de
contribuição, o servidor JAIR BENTO, matrícula n. 382591/01, ocupante do cargo de
WANDERLEIA MATTOS BARAUNA ALVES 1.215,51 Técnico de Enfermagem, Referência 13A, Classe “C”, lotado na Secretaria Municipal de
Saúde Pública, com fulcro no art. 40, § 1º, inciso I, da Constituição Federal, com redação
dada pela Emenda Constitucional n. 41, de 19 de dezembro de 2003, combinado com o
YOUSSIF AMIM YOUSSIF - EPP 8.400,00
art. 24, inciso I, alínea “a”, e artigos 26, 27, 70 e 71, da Lei Complementar n. 191, de 22
de dezembro de 2011 (Processo n. 45773/2016-56).
TOTAL
34.309.176,66
CAMPO GRANDE-MS, 23 DE DEZEMBRO DE 2016.

CAMPO GRANDE, 12 DE DEZEMBRO DE 2016. ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL


Prefeito Municipal

IVANDRO CORREA FONSECA


Secretário Municipal de Saúde Pública RICARDO TREFZGER BALLOCK
Secretário Municipal de Administração
PÁGINA 18 - segunda-feira, 26 de dezembro de 2016 DIOGRANDE n. 4.757
DECRETO “PE” n. 2.593, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2016. na Agência Municipal de Prestação de Serviços à Saúde, com fulcro no art. 40, § 1º,
inciso I, da Constituição Federal, com redação dada pela Emenda Constitucional n. 41,
ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL, Prefeito de Campo Grande, Capital do de 19 de dezembro de 2003, combinado com o art. 24, inciso I, alínea “a”, e artigos
Estado de Mato Grosso do Sul, no uso de suas atribuições Legais, resolve: 26, 27, 70 e 71, da Lei Complementar n. 191, de 22 de dezembro de 2011 (Processo n.
66561/2016-76).
APOSENTAR por invalidez, com proventos proporcionais ao tempo de contribuição,
a servidora RUTH CELESTINO DE SOUZA, matrícula n. 381802/01, ocupante do cargo de CAMPO GRANDE-MS, 23 DE DEZEMBRO DE 2016.
Agente de Saúde Pública, Referência 10A, Classe “C”, lotada na Secretaria Municipal de
Saúde Pública, com fulcro no art. 40, § 1º, inciso I, da Constituição Federal, com redação
dada pela Emenda Constitucional n. 41, de 19 de dezembro de 2003, combinado com o ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL
art. 24, inciso I, alínea “a”, e artigos 26, 27, 70 e 71, da Lei Complementar n. 191, de 22 Prefeito Municipal
de dezembro de 2011 (Processo n. 45710/2016-36).

CAMPO GRANDE-MS, 23 DE DEZEMBRO DE 2016. RICARDO TREFZGER BALLOCK


Secretário Municipal de Administração

ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL


Prefeito Municipal DECRETO “PE” n. 2.598, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2016.

ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL, Prefeito de Campo Grande, Capital do


Estado de Mato Grosso do Sul, no uso de suas atribuições Legais, resolve:
RICARDO TREFZGER BALLOCK
Secretário Municipal de Administração
APOSENTAR por invalidez, com proventos proporcionais ao tempo de contribuição,
à servidora EDNEUZA MENDES DA SILVA, matrícula n. 380419/02, ocupante do cargo
de Agente Comunitário de Saúde, Referência 4A, Classe “C”, lotada na Agência Municipal
DECRETO “PE” n. 2.594, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2016.
de Prestação de Serviços à Saúde, com fulcro no art. 40, § 1º, inciso I, da Constituição
Federal, com redação dada pela Emenda Constitucional n. 41, de 19 de dezembro de
ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL, Prefeito de Campo Grande, Capital do
2003, combinado com o art. 24, inciso I, alínea “a”, e artigos 26, 27, 70 e 71, da Lei
Estado de Mato Grosso do Sul, no uso de suas atribuições Legais, resolve:
Complementar n. 191, de 22 de dezembro de 2011 (Processo n. 70523/2016-91).
APOSENTAR por invalidez, com proventos proporcionais, calculados com base na CAMPO GRANDE-MS, 23 DE DEZEMBRO DE 2016.
remuneração do cargo efetivo em que se der a aposentadoria, a servidora DIVA MARQUES
PEREIRA, matrícula n. 355364/02, ocupante do cargo de Especialista em Educação, Nível
EE-2, Classe “C”, lotada na Secretaria Municipal de Educação, com fulcro no art. 40, § 1º, ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL
inciso I, da Constituição Federal, com redação dada pela Emenda Constitucional n. 41, de Prefeito Municipal
19 de dezembro de 2003, combinado com o art. 24, inciso I, alínea “a”, e artigos 26, 27
e 66-A, todos da Lei Complementar n. 191, de 22 de dezembro de 2011, com redação
dada pela Lei Complementar n. 196, de 3 de abril de 2012, cumulado com a Emenda RICARDO TREFZGER BALLOCK
Constitucional n. 70, de 29 de março de 2012 (Processo n. 68652/2016-09). Secretário Municipal de Administração

CAMPO GRANDE-MS, 23 DE DEZEMBRO DE 2016.


DECRETO “PE” N. 2.599, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2016.

ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL, Prefeito de Campo Grande, Capital do Estado de
Prefeito Municipal Mato Grosso do Sul, no uso de suas atribuições Legais, resolve:

APOSENTAR por invalidez, com proventos proporcionais ao tempo de contribuição,


RICARDO TREFZGER BALLOCK a servidora EVANIR DIAS DA COSTA, matrícula n. 385158/01, ocupante do cargo de
Secretário Municipal de Administração Agente de Saúde Pública, Referência 10A, Classe “C”, lotada na Secretaria Municipal de
Saúde Pública, com fulcro no art. 40, § 1º, inciso I, da Constituição Federal, com redação
dada pela Emenda Constitucional n. 41, de 19 de dezembro de 2003, combinado com o
DECRETO “PE” n. 2.595, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2016. art. 24, inciso I, alínea “a”, e artigos 26, 27, 70 e 71, da Lei Complementar n. 191, de 22
de dezembro de 2011 (Processo n. 75195/2016-09).
ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL, Prefeito de Campo Grande, Capital do
Estado de Mato Grosso do Sul, no uso de suas atribuições Legais, resolve: CAMPO GRANDE-MS, 23 DE DEZEMBRO DE 2016.

APOSENTAR por invalidez, com proventos proporcionais, calculados com base


na remuneração do cargo efetivo em que se der a aposentadoria, a servidora EXPEDITA ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL
BARROS, matrícula n. 198749/04, ocupante do cargo de Professor, Nível PH-3, Classe Prefeito Municipal
“E”, lotada na Secretaria Municipal de Educação, com fulcro no art. 40, § 1º, inciso I,
da Constituição Federal, com redação dada pela Emenda Constitucional n. 41, de 19 de
dezembro de 2003, combinado com o art. 24, inciso I, alínea “a”, e artigos 26, 27 e 66-A, RICARDO TREFZGER BALLOCK
todos da Lei Complementar n. 191, de 22 de dezembro de 2011, com redação dada pela Secretário Municipal de Administração
Lei Complementar n. 196, de 3 de abril de 2012, cumulado com a Emenda Constitucional
n. 70, de 29 de março de 2012 (Processo n. 68302/2016-99).
DECRETO “PE” N. 2.600, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2016.
CAMPO GRANDE-MS, 23 DE DEZEMBRO DE 2016.
ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL, Prefeito de Campo Grande, Capital do Estado de
Mato Grosso do Sul, no uso de suas atribuições Legais, resolve:
ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL
APOSENTAR por invalidez, com proventos proporcionais ao tempo de contribuição, a
Prefeito Municipal
servidora CECÍLIA DE FREITAS DA SILVA, matrícula n. 371832/03, ocupante do cargo
de Auxiliar em Saúde Bucal, Referência 10, Classe “D”, lotada na Secretaria Municipal de
Saúde Pública, com fulcro no art. 40, § 1º, inciso I, da Constituição Federal, com redação
RICARDO TREFZGER BALLOCK
dada pela Emenda Constitucional n. 41, de 19 de dezembro de 2003, combinado com o
Secretário Municipal de Administração
art. 24, inciso I, alínea “a”, e artigos 26, 27, 70 e 71, da Lei Complementar n. 191, de 22
de dezembro de 2011 (Processo n. 45768/2016-16).
DECRETO “PE” n. 2.596, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2016. CAMPO GRANDE-MS, 23 DE DEZEMBRO DE 2016.
ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL, Prefeito de Campo Grande, Capital do
Estado de Mato Grosso do Sul, no uso de suas atribuições Legais, resolve: ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL
Prefeito Municipal
APOSENTAR por invalidez, com proventos proporcionais, calculados com base na
remuneração do cargo efetivo em que se der a aposentadoria, a servidora ENEIR DUTRA
JARA, matrícula n. 293849/01, ocupante do cargo de Técnico em Laboratório, Referência RICARDO TREFZGER BALLOCK
13, Classe “E”, lotada na Secretaria Municipal de Saúde Pública, com fulcro no art. 40, Secretário Municipal de Administração
§ 1º, inciso I, da Constituição Federal, com redação dada pela Emenda Constitucional n.
41, de 19 de dezembro de 2003, combinado com o art. 24, inciso I, alínea “a”, e artigos
26, 27 e 66-A, todos da Lei Complementar n. 191, de 22 de dezembro de 2011, com DECRETO “PE” N. 2.601, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2016.
redação dada pela Lei Complementar n. 196, de 3 de abril de 2012, cumulado com a
Emenda Constitucional n. 70, de 29 de março de 2012 (Processo n. 70913/2016-15). ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL, Prefeito de Campo Grande, Capital do Estado de
Mato Grosso do Sul, no uso de suas atribuições Legais, resolve:
CAMPO GRANDE-MS, 23 DE DEZEMBRO DE 2016.
APOSENTAR por invalidez, com proventos proporcionais ao tempo de contribuição, a
servidora SANDRA APARECIDA MONTEIRO FERREIRA, matrícula n. 379909/02, ocupante
ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL do cargo de Agente Comunitário de Saúde, Referência 4A, Classe “C”, lotada na Agência
Prefeito Municipal Municipal de Prestação de Serviços à Saúde, com fulcro no art. 40, § 1º, inciso I, da
Constituição Federal, com redação dada pela Emenda Constitucional n. 41, de 19 de
dezembro de 2003, combinado com o art. 24, inciso I, alínea “a”, e artigos 26, 27, 70 e
RICARDO TREFZGER BALLOCK 71, da Lei Complementar n. 191, de 22 de dezembro de 2011 (Processo n. 70698/2016-
Secretário Municipal de Administração 34).

CAMPO GRANDE-MS, 23 DE DEZEMBRO DE 2016.


DECRETO “PE” n. 2.597, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2016.

ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL, Prefeito de Campo Grande, Capital do ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL
Estado de Mato Grosso do Sul, no uso de suas atribuições Legais, resolve: Prefeito Municipal

APOSENTAR por invalidez, com proventos proporcionais ao tempo de


contribuição, a servidora MARIA ELENA BEZERRA DA SILVA, matrícula n. 389791/01, RICARDO TREFZGER BALLOCK
ocupante do cargo de Agente Comunitário de Saúde, Referência 4A, Classe “B”, lotada Secretário Municipal de Administração
PÁGINA 19 - segunda-feira, 26 de dezembro de 2016 DIOGRANDE n. 4.757
DECRETO “PE” N. 2.602, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2016. APOSENTAR por invalidez, com proventos integrais, calculados com base na
remuneração do cargo efetivo em que se der a aposentadoria, por apresentar uma das
ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL, Prefeito de Campo Grande, Capital do Estado de doenças elencadas pelo art. 6º, inciso XIV, da Lei n. 7.713, de 22 de dezembro de 1988,
Mato Grosso do Sul, no uso de suas atribuições Legais, resolve: a servidora CARMEN MÁRCIA MUNHÃES CREPALDI, matrícula n. 381801/01, ocupante
do cargo de Agente de Saúde Pública, Referência 10A, Classe “C”, lotada na Secretaria
APOSENTAR por invalidez, com proventos integrais, da média aritmética simples, em Municipal de Educação, com fulcro no art. 40, § 1º, inciso I, da Constituição Federal, com
redação dada pela Emenda Constitucional n. 41, de 19 de dezembro de 2003, combinado
decorrência de acidente em serviços ou moléstia profissional, por apresentar uma das
com o art. 24, inciso I, alínea “a”, e artigos 26, 27 e 66-A, todos da Lei Complementar
doenças elencadas pelo art. 6°, inciso XIV, da Lei n. 7.713, de 22 de dezembro de 1988,
n. 191, de 22 de dezembro de 2011, com alteração dada pela Lei Complementar n. 196,
a servidora TATIANA CHAUKE SANCHES HADDAD, matrícula n. 376477/01, ocupante de 3 de abril de 2012, cumulado com a Emenda Constitucional n. 70, de 29 de março de
do cargo de Farmacêutico, Referência 14, Classe “C”, lotada na Secretaria Municipal de 2012 (Processo n. 42417/2016-35).
Saúde Pública, com fulcro no art. 40, § 1º, inciso I, da Constituição Federal, com redação
dada pela Emenda Constitucional n. 41, de 19 de dezembro de 2003, combinado com o CAMPO GRANDE-MS, 23 DE DEZEMBRO DE 2016.
art. 24, inciso I, alínea “a”, e artigos 26, 27 e 70, da Lei Complementar n. 191, de 22 de
dezembro de 2011 (Processo n. 74906/2016-00).
ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL
CAMPO GRANDE-MS, 23 DE DEZEMBRO DE 2016. Prefeito Municipal

ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL RICARDO TREFZGER BALLOCK


Prefeito Municipal Secretário Municipal de Administração

RICARDO TREFZGER BALLOCK DECRETO “PE” n. 2.607, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2016.


Secretário Municipal de Administração
ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL, Prefeito de Campo Grande, Capital do
Estado de Mato Grosso do Sul, no uso de suas atribuições legais, resolve:
DECRETO “PE” N. 2.603, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2016.
CONCEDER aposentadoria voluntária, por idade, com proventos proporcionais ao
tempo de contribuição, à servidora TEREZA BERBETE CAMPOS, matrícula n. 193429/04,
ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL, Prefeito de Campo Grande, Capital do Estado de ocupante do cargo de Auxiliar de Serviços Diversos, Referência 01, Classe “F”, lotada na
Mato Grosso do Sul, no uso de suas atribuições Legais, resolve: Secretaria Municipal de Educação, com fulcro no art. 40, § 1º, inciso III, alínea “b”, §§
3º, 8º e 17, da Constituição Federal, com redação dada pela Emenda Constitucional n. 41, de
APOSENTAR por invalidez, com proventos integrais, calculados com base na 19 de dezembro de 2003, observado o art. 1º, da Lei Federal n. 10.887, de 18 de junho
remuneração do cargo efetivo em que se der a aposentadoria, por apresentar uma das de 2004, combinado com os artigos 33, 70 e 72, da Lei Complementar n. 191, de 22 de
doenças elencadas pelo art. 6º, inciso XIV, da Lei n. 7.713, de 22 de dezembro de dezembro de 2011 (Processo n. 22347/2016-07).
1988, a servidora HELENA FERREIRA DOS SANTOS, matrícula n. 193933/02, ocupante
do cargo de Auxiliar de Serviços Diversos, Referência 01, Classe “F”, lotada na Secretaria CAMPO GRANDE-MS, 23 DE DEZEMBRO DE 2016.
Municipal de Educação, com fulcro no art. 40, § 1º, inciso I, da Constituição Federal, com
redação dada pela Emenda Constitucional n. 41, de 19 de dezembro de 2003, combinado
com o art. 24, inciso I, alínea “a”, e artigos 26, 27 e 66-A, todos da Lei Complementar ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL
n. 191, de 22 de dezembro de 2011, com alteração dada pela Lei Complementar n. 196, Prefeito Municipal
de 3 de abril de 2012, cumulado com a Emenda Constitucional n. 70, de 29 de março de
2012 (Processo n. 68976/2016-01).
RICARDO TREFZGER BALLOCK
Secretário Municipal de Administração
CAMPO GRANDE-MS, 23 DE DEZEMBRO DE 2016.

DECRETO “PE” n. 2.608, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2016.


ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL
Prefeito Municipal ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL, Prefeito de Campo Grande, Capital do
Estado de Mato Grosso do Sul, no uso de suas atribuições legais, resolve:

RICARDO TREFZGER BALLOCK CONCEDER aposentadoria voluntária, por idade e tempo de contribuição, à
Secretário Municipal de Administração servidora ROSMARY LUCIA GALASSI OLIVEIRA, matrícula n. 132314/02, ocupante do
cargo de Professor, Nível PH-3, Classe “G”, lotada na Secretaria Municipal de Educação,
com proventos integrais, constituídos de vencimento, acrescido de vantagem pecuniária
DECRETO “PE” N. 2.604, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2016. pessoal e funcional, com fulcro nos artigos 6º e 7º, da Emenda Constitucional n. 41, de
19 de dezembro de 2003, e artigo 2º, da Emenda Constitucional n. 47, de 5 de julho de
ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL, Prefeito de Campo Grande, Capital do Estado de 2005, combinado com o § 5º, do art. 40, da Constituição Federal de 5 de outubro de
Mato Grosso do Sul, no uso de suas atribuições Legais, resolve: 1988, art. 24, inciso I, alínea “c” e arts. 65 e 67 da Lei Complementar n. 191, de 22 de
dezembro de 2011 (Processo n. 65652/2016-94).
APOSENTAR por invalidez, com proventos integrais, calculados com base na média
aritmética simples, por ser portadora de uma das doenças elencadas pelo art. 6°, inciso CAMPO GRANDE-MS, 23 DE DEZEMBRO DE 2016.
XIV, da Lei n. 7.713, de 22 de dezembro de 1988 e alterações, a servidora BEATRIZ
HELENA MARTINS KORNDORFER, matrícula n. 378014/01, ocupante do cargo de Médico,
ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL
Referência 15, Classe “C”, lotada na Secretaria Municipal de Saúde Pública, com fulcro Prefeito Municipal
no art. 40, § 1º, inciso I, da Constituição Federal, com redação dada pela Emenda
Constitucional n. 41, de 19 de dezembro de 2003, combinado com o art. 24, inciso I,
alínea “a”, e artigos 26, 27 e 70, da Lei Complementar n. 191, de 22 de dezembro de RICARDO TREFZGER BALLOCK
2011 (Processo n. 73568/2016-35). Secretário Municipal de Administração

CAMPO GRANDE-MS, 23 DE DEZEMBRO DE 2016.


DECRETO “PE” n. 2.609, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2016.

ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL, Prefeito de Campo Grande, Capital do
Prefeito Municipal Estado de Mato Grosso do Sul, no uso de suas atribuições legais, resolve:

CONCEDER licença-capacitação a servidora MILENE DA SILVA DANTAS SILVEIRA,


RICARDO TREFZGER BALLOCK matrícula n. 382898/03, ocupante do cargo de Médico, Referência 15, Classe “C”, lotada
Secretário Municipal de Administração na Secretaria Municipal de Saúde Pública, no período de 1º a 6 de novembro de 2016,
com fulcro no art. 140, inciso I, da Lei Complementar n. 190, de 22 de dezembro de
2011 (Processo n. 82742/2016-21).
DECRETO “PE” N. 2.605, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2016.
CAMPO GRANDE-MS, 23 DE DEZEMBRO DE 2016.
ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL, Prefeito de Campo Grande, Capital do Estado de
Mato Grosso do Sul, no uso de suas atribuições Legais, resolve: ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL
Prefeito Municipal
APOSENTAR por invalidez, com proventos integrais, calculados com base na remuneração
do cargo efetivo em que se der a aposentadoria, a servidora ENIR MARIA DOS SANTOS,
matrícula n. 222470/02, ocupante do cargo de Auxiliar Social II, Referência 10, Classe RICARDO TREFZGER BALLOCK
“E”, lotada na Secretaria Municipal de Saúde Pública, com fulcro no art. 40, § 1º, inciso Secretário Municipal de Administração
I, da Constituição Federal, com redação dada pela Emenda Constitucional n. 41, de 19
de dezembro de 2003, combinado com o art. 24, inciso I, alínea “a”, e artigos 26, 27 e
66-A, todos da Lei Complementar n. 191, de 22 de dezembro de 2011, com alteração DECRETO “PE” n. 2.610, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2016.
dada pela Lei Complementar n. 196, de 3 de abril de 2012, cumulado com a Emenda
Constitucional n. 70, de 29 de março de 2012 (Processo n. 57997/2016-19). ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL, Prefeito de Campo Grande, Capital do
Estado de Mato Grosso do Sul, no uso de suas atribuições legais, resolve:
CAMPO GRANDE-MS, 23 DE DEZEMBRO DE 2016.
CONCEDER licença-capacitação a servidora SANDRA REGINA CHAHUAN TOBJI
HERNANDES, matrícula n. 262510/02, ocupante do cargo de Médico, Referência 15,
Classe “E”, lotada na Secretaria Municipal de Saúde Pública, no período de 8 a 13 de
ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL
setembro de 2016, com fulcro no art. 140, inciso I, da Lei Complementar n. 190, de 22
Prefeito Municipal de dezembro de 2011 (Processo n. 82731/2016-13).

CAMPO GRANDE-MS, 23 DE DEZEMBRO DE 2016.


RICARDO TREFZGER BALLOCK
Secretário Municipal de Administração
ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL
Prefeito Municipal
DECRETO “PE” N. 2.606, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2016.

ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL, Prefeito de Campo Grande, Capital do Estado de RICARDO TREFZGER BALLOCK
Mato Grosso do Sul, no uso de suas atribuições Legais, resolve: Secretário Municipal de Administração
PÁGINA 20 - segunda-feira, 26 de dezembro de 2016 DIOGRANDE n. 4.757
DECRETO “PE” n. 2.611, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2016. I - Representantes de Organizações Prestadoras de Serviço

ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL, Prefeito de Campo Grande, Capital do SIRPHA - LAR DO IDOSO
Estado de Mato Grosso do Sul, no uso de suas atribuições legais, resolve: MEMBROS EM SUBSTITUIÇÃO
Titular: Nathalia Rocha Grabowski Conselheira: Suzana Saucedo
CONCEDER licença-capacitação à servidora ÉRICA NAOMI NAKA MATOS,
matrícula n. 261017/03, ocupante do cargo de Médico, Referência 15, Classe “D”, lotada Suplente: Suzana Saucedo Conselheira: Nathalia Rocha Grabowski
na Secretaria Municipal de Saúde Pública, no período de 9 a 19 de novembro de 2016,
com fulcro no art. 140, inciso I, da Lei Complementar n. 190, de 22 de dezembro de
2011 (Processo n. 82736/2016-29). CAMPO GRANDE-MS, 23 DE DEZEMBRO DE 2016.

CAMPO GRANDE-MS, 23 DE DEZEMBRO DE 2016.


ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL
Prefeito Municipal

ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL


Prefeito Municipal RICARDO TREFZGER BALLOCK
Secretário Municipal de Administração

RICARDO TREFZGER BALLOCK


DECRETO “PE” n. 2.616, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2016.
Secretário Municipal de Administração
ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL, Prefeito de Campo Grande, Capital do
Estado de Mato Grosso do Sul, no uso de suas atribuições legais, resolve:
DECRETO “PE” n. 2.612, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2016.
DESIGNAR o servidor DYECKO KYNNED PEREIRA SOLLES, matrícula n. 396792/01,
ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL, Prefeito de Campo Grande, Capital do Estado lotado na Secretaria Municipal de Educação, para exercer o cargo de Secretário Escolar,
de Mato Grosso do Sul, no uso de suas atribuições legais, resolve: na Escola Municipal Profª Danda Nunes, no período de 21 de novembro a 9 de dezembro
de 2016, em substituição à titular CHRISTIELLE REGINA LEITE ARCANGELO, matrícula
CONCEDER à servidora GISELE SILVA NEVES AMORIM, matrículas n. 356883/01 n. 387052/01, durante licença médica, sem aumento de despesa, em conformidade
ao disposto no Decreto n. 12.917, de 29 de junho de 2016 (Ofício n. 4.878/DDF/
e n. 356883/08, ocupante do cargo de Professor, Nível PH-3, Classe “D”, a redução de
SEMED/2016).
cinquenta por cento da carga horária de cada vínculo, a contar de 5 de maio de 2016, em
prorrogação, em cumprimento a decisão judicial prolatada em caráter liminar nos autos CAMPO GRANDE-MS, 23 DE DEZEMBRO DE 2016.
n. 1400942-52.2014.8.12.0000, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (Processo
n. 21379/2013-15).
ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL
CAMPO GRANDE-MS, 23 DE DEZEMBRO DE 2016. Prefeito Municipal

RICARDO TREFZGER BALLOCK


ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL
Secretário Municipal de Administração
Prefeito Municipal

DECRETO “PE” n. 2.617, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2016.


RICARDO TREFZGER BALLOCK
Secretário Municipal de Administração ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL, Prefeito de Campo Grande, Capital do
Estado de Mato Grosso do Sul, no uso de suas atribuições legais, resolve:

DECRETO “PE” n. 2.613, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2016. RETIFICAR o Decreto “PE” n. 1.722, de 11 de agosto de 2016, publicado no
DIOGRANDE n. 4.647, de 12 de agosto de 2016, na parte que autorizou a cedência dos
servidores abaixo relacionados, de forma que passe a constar “... para a Secretaria de
ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL, Prefeito de Campo Grande, Capital do Estado de Educação,...” (Processo n. 8715/2013-16):
Estado de Mato Grosso do Sul, no uso de suas atribuições legais, resolve:
Matrícula Servidor
DESIGNAR a servidora ALZENIR MATIAS DE SOUZA OLIVEIRA, matrícula n.
182532/05 Amarildo Sanches da Silva
305987/01, lotada na Secretaria Municipal de Políticas e Ações Sociais e Cidadania,
para representar a Prefeitura Municipal de Campo Grande, junto à Secretaria Especial 323772/09 Milva Heimbach
de Direitos Humanos – SEDH, do Ministério da Justiça e Cidadania, praticando todos os CAMPO GRANDE-MS, 23 DE DEZEMBRO DE 2016.
atos necessários à efetivação e recebimento do conjunto de equipamentos destinados
a equipagem e estruturação do Conselho Municipal do Idoso - CMI (CI n. 1.520/DPA/
SAS/2016). ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL
Prefeito Municipal
CAMPO GRANDE-MS, 23 DE DEZEMBRO DE 2016.

RICARDO TREFZGER BALLOCK


Secretário Municipal de Administração
ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL
Prefeito Municipal
DECRETO “PE” n. 2.618, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2016.

RICARDO TREFZGER BALLOCK ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL, Prefeito de Campo Grande, Capital do
Secretário Municipal de Administração Estado de Mato Grosso do Sul, no uso de suas atribuições legais, resolve:

RETIFICAR o Decreto “PE” n. 900, de 25 de abril de 2016, publicado no


DIOGRANDE n. 4.549, de 26 de abril de 2016, na parte que autorizou a cedência da
DECRETO “PE” n. 2.614, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2016.
servidora SANDRA DOS PASSOS, matrículas n. 130583/02 e n. 130583/04, de forma que
passe a constar “... no período de 3 de fevereiro a 31 de dezembro de 2016,...” (Processo
ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL, Prefeito de Campo Grande, Capital do n. 8715/2013-16):
Estado de Mato Grosso do Sul, no uso de suas atribuições legais, resolve:
CAMPO GRANDE-MS, 23 DE DEZEMBRO DE 2016.
PRORROGAR o mandato dos membros do Conselho Municipal de Segurança
Alimentar e Nutricional - COMSAN, nomeados pelo Decreto “PE” n. 270, de 28 de janeiro
de 2015, publicado no DIOGRANDE n. 4.199, de 29 de janeiro de 2015, por mais 120 ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL
(cento e vinte) dias, a contar de 28 de janeiro de 2017 (CI n. 1.545/DPA/SAS/2016). Prefeito Municipal

CAMPO GRANDE-MS, 23 DE DEZEMBRO DE 2016.


RICARDO TREFZGER BALLOCK
Secretário Municipal de Administração

ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL


Prefeito Municipal DECRETO “PE” n. 2.619, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2016.

ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL, Prefeito de Campo Grande, Capital do


RICARDO TREFZGER BALLOCK Estado de Mato Grosso do Sul, no uso de suas atribuições legais, resolve:
Secretário Municipal de Administração
RETIFICAR o Decreto “PE” n. 900, de 25 de abril de 2016, publicado no
DIOGRANDE n. 4.549, de 26 de abril de 2016, que autorizou a cedência dos servidores
abaixo relacionados, de forma que passe a constar “... no período de 1º de janeiro a 31
DECRETO “PE” n. 2.615, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2016. de dezembro de 2016,...” (Processo n. 8715/2013-16):

ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL, Prefeito de Campo Grande, Capital do Matrícula Servidor
Estado de Mato Grosso do Sul, no uso de suas atribuições legais, resolve:
378880/01 Adjalmo Malaquias da Silva
338532/03 Breno Gomes de Arruda Dias
NOMEAR os membros abaixo relacionados, representantes de Entidade Não
336009/08 Cláudio Morinigo Ribeiro
Governamental, para comporem o Conselho Municipal do Idoso - CMI e completar
mandato até 28 de julho de 2018 (CI n. 1.544/DPA/SAS/2016). 310026/10
Daniela Richter Kanitz
310026/17
PÁGINA 21 - segunda-feira, 26 de dezembro de 2016 DIOGRANDE n. 4.757

374583/01 Denise Aparecida Camargo “c” e arts. 65 e 67 da Lei Complementar n. 191, de 22 de dezembro de 2011 (Processo
n. 55627/2016-11).
383583/06 Edi Carlos Douglas Mazini
374750/01 Edivaldo Luis Camargo
CAMPO GRANDE-MS, 23 DE DEZEMBRO DE 2016.
374155/05 Elizabeth Queiroz Negrelli Tschinkel
299375/02 Fabiola Silva dos Santos ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL
356352/01 Fernanda Alves Bucallon Prefeito Municipal
374719/01 Gisele Maria Bacanelli
379681/01 Helga Ticiana de Barros Maciel RICARDO TREFZGER BALLOCK
355917/01 Ivan Benito de Vasconcelos Secretário Municipal de Administração
275638/01 Jaqueline Dias
378724/06 Julio César Gonçalves da Silva DECRETO “PE” n. 2.623, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2016.
378678/13 Leandro Colombo Pedrini
298344/25 Lourival Ramos de Almeida ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL, Prefeito de Campo Grande, Capital do
Estado de Mato Grosso do Sul, no uso de suas atribuições legais, resolve:
374619/01 Marcia Cristina Yassunaka Chimenez
378402/01 Marilidia Satiro DESIGNAR NELSON BARBOSA GUIMARÃES, matrícula n. 220590, para
374650/01 Matildes Araujo Lima desempenhar a função de Coordenador da Coordenadoria de Obras e Arquitetura Sanitárias,
382869/01 Mauro Matsuo Yamazato na Secretaria Municipal de Saúde Pública, com efeito a contar de 23 de fevereiro de 2016,
sem aumento de despesa, para fins de regularização funcional (Ofício n. 13.259/DRH/SESAU/2016).
390083/01 Nelma do Amaral Rezende Diniz Bento
340553/12 Reinaldo José Schmidt CAMPO GRANDE-MS, 23 DE DEZEMBRO DE 2016.
378546/01 Renato Lima de Aguiar
349291/09 Rodrigo Trelha de Oliveira ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL
362727/16 Rose Helena Pádoa Barbosa Prefeito Municipal
183962/01 Vanessa Vasconcelos Galvão Miranda
RICARDO TREFZGER BALLOCK
300861/36 Vera Lúcia da Silva Mendes Secretário Municipal de Administração

CAMPO GRANDE-MS, 23 DE DEZEMBRO DE 2016.


SECRETARIA MUNICIPAL DE MEIO AMBIENTE E
DESENVOLVIMENTO URBANO
ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL
Prefeito Municipal
RESOLUÇÃO “PE” SEMADUR n. 65, DE 26 DE DEZEMBRO DE 2016.

O SECRETÁRIO MUNICIPAL DE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO URBANO,


RICARDO TREFZGER BALLOCK
usando da competência que lhe foi atribuída pelo art. 4º, inciso X, alínea “f”, do Decreto
Secretário Municipal de Administração n. 11.247, de 24 de junho de 2010, resolve:

CONCEDER 3 ano(s) de Licença para Tratar de Interesse Particular sem ônus, em pror-
DECRETO “PE” n. 2.620, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2016. rogação, ao servidor PAULO SÉRGIO NAHAS, matrícula n. 194220/02, ocupante do car-
go de Engenheiro, Referência 16, Classe “F”, lotado na Secretaria Municipal de Meio
ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL, Prefeito de Campo Grande, Capital do Ambiente e Desenvolvimento Urbano, com fulcro no art. 169, da Lei Complementar 190,
Estado de Mato Grosso do Sul, no uso de suas atribuições legais, resolve: e art. 6° e seus parágrafos da Lei Complementar n. 191, ambas de 22 de dezembro de
2011, com efeito a partir de 26 de dezembro de 2016 (Processo n. 55526/2014-41).
AUTORIZAR a cedência do servidor WILLIAN GERALDO CAVALARI BARBOSA, CAMPO GRANDE-MS, 26 DE DEZEMBRO DE 2016.
matrícula n. 383003/01, para o Governo do Estado de Mato Grosso do Sul, para
desempenhar suas funções na Secretaria de Estado de Educação, no Convênio de RUI NUNES DA SILVA JÚNIOR
Cooperação Mútua, com ônus para a origem, no período de 1º de julho a 31 de dezembro Secretário Municipal de Meio Ambiente e
de 2016, com fulcro nos arts. 172 e 173, da Lei Complementar n. 190, de 22 de dezembro Desenvolvimento Urbano
de 2011 (Processo n. 8715/2013-16).

CAMPO GRANDE-MS, 23 DE DEZEMBRO DE 2016. SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO

RESOLUÇÃO “PE” SEMED N. 1.042, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2016


ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL
Prefeito Municipal
O SECRETÁRIO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO de Campo Grande, Mato Grosso do Sul,
no uso das atribuições legais que lhe são conferidas pela Lei n. 4.722, de 1o de janeiro
de 2009, art. 53, inciso III, e tendo em vista o Decreto n. 11.247, de 24 de junho de
RICARDO TREFZGER BALLOCK 2010, resolve:
Secretário Municipal de Administração
REVOGAR a Resolução “PE” SEMED n. 689, de 19 de agosto de 2016, publicada no
DIOGRANDE n. 4.657, de 23 de agosto de 2016, em que se designaram servidores para
comporem a Comissão de Amostras para Aquisição da Merenda Escolar, referente ao
DECRETO “PE” n. 2.621, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2016.
processo n. 30793/2016-50.

ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL, Prefeito de Campo Grande, Capital do CAMPO GRANDE-MS, 22 DE DEZEMBRO DE 2016.
Estado de Mato Grosso do Sul, no uso de suas atribuições legais, resolve:
RICARDO LEITE ALBUQUERQUE
CONCEDER aposentadoria voluntária, por idade e tempo de contribuição, à Secretário Municipal de Educação - em exercício
servidora DILZA MARA SAMPAIO, matrícula n. 152307/03, ocupante do cargo de Técnico
de Enfermagem, Referência 13A, Classe “F”, lotada na Secretaria Municipal de Saúde
RESOLUÇÃO “PE” SEMED N. 1.043, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2016.
Pública, com proventos integrais, constituídos de vencimento, acrescidos de vantagem
pessoal e funcional, com fulcro no artigo 7º, da Emenda Constitucional n. 41, de 19 de
O SECRETÁRIO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO de Campo Grande, Mato Grosso do Sul,
dezembro de 2003, no artigo 3º da Emenda Constitucional n. 47, de 5 de julho de 2005, no uso das atribuições legais que lhe são conferidas pela Lei n. 4.722, de 1o de janeiro
e arts. 66 e 67 da Lei Complementar n. 191, de 22 de dezembro de 2011 (Processo n. de 2009, art. 53, inciso III, e tendo em vista o Decreto n. 11.247, de 24 de junho de
59818/2016-61). 2010, resolve:

CAMPO GRANDE-MS, 23 DE DEZEMBRO DE 2016. DESIGNAR as servidoras Marina Gabinio da Silva, matrícula n. 393957, Lilian Droppa,
matrícula n. 383656, Fernanda Maciel Mendes da Costa, matrícula n. 402080, e Ana
Paula Leite Fabrini, matrícula n. 402462, pertencentes ao quadro de pessoal da Prefeitura
Municipal de Campo Grande-MS, para que, sob a presidência da primeira, componham a
ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL
Comissão de Amostras para Aquisição da Alimentação Escolar.
Prefeito Municipal
CAMPO GRANDE-MS, 22 DE DEZEMBRO DE 2016.

RICARDO TREFZGER BALLOCK RICARDO LEITE ALBUQUERQUE


Secretário Municipal de Administração Secretário Municipal de Educação - em exercício

DECRETO “PE” n. 2.622, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2016. SECRETARIA MUNICIPAL DE SEGURANÇA PÚBLICA

ALCIDES JESUS PERALTA BERNAL, Prefeito de Campo Grande, Capital do


DESPACHO DO SECRETÁRIO MUNICIPAL DE SEGURANÇA PÚBLICA
Estado de Mato Grosso do Sul, no uso de suas atribuições legais, resolve:
ASSUNTO: Registro de Acidente de Trabalho
CONCEDER aposentadoria voluntária, por idade e tempo de contribuição, à
servidora VILMA APARECIDA DA SILVA PAUFERRO, matrícula n. 256269/01, ocupante REQUERENTE:
do cargo de Auxiliar em Saúde Bucal, Referência 10, Classe “E”, lotada na Secretaria
Municipal de Saúde Pública, com proventos integrais, constituídos de vencimento, MATRÍCULA SERVIDOR CARGO LOTAÇÃO
acrescido de vantagem pecuniária pessoal e funcional, com fulcro nos artigos 6º e 7º,
0192775/01 ESMAEL SOARES PEREIRA Guarda Municipal 3ª Classe SEMSP
da Emenda Constitucional n. 41, de 19 de dezembro de 2003, e artigo 2º, da Emenda
Constitucional n. 47, de 5 de julho de 2005, combinado com o art. 24, inciso I, alínea PROCESSO: 70137/2016-17
PÁGINA 22 - segunda-feira, 26 de dezembro de 2016 DIOGRANDE n. 4.757
DECISÃO: Autorizo o registro da Comunicação de Acidente de Trabalho nos assenta- Municipal de Compras e Licitações – CECOM que no evento que tem por objeto a
mentos funcionais, com base no laudo da perícia médica do município. “AQUISIÇÃO DE MATERIAIS PARA PREMIAÇÃO PARA OS PROJETOS SILABAR,
CAMPO GRANDE-MS, 21 DE DEZEMBRO DE 2016. MATEMÁTICA EM BUSCA DO OURO, 1° SILABAR EM LÍNGUA ESTRANGEIRA, SOU
UM TALENTO E 100 ANOS DE MANOEL DE BARROS”, comunica aos interessados
LUIDSON BORGES TENORIO NOLETO – Maj. QOBM no certame em epígrafe, que a data do recebimento dos envelopes de documentação e
Secretário Municipal de Segurança Pública
propostas, fica prorrogada para o dia 06 de janeiro de 2017, às 08h
Informamos que fica retificado o Edital em tela sendo que as empresas interessadas
INSTITUTO MUNICIPAL DE PREVIDÊNCIA DE poderão obter o Edital na sede da Prefeitura Municipal de Campo Grande – MS, Central
CAMPO GRANDE Municipal de Compras e Licitações, na Avenida Afonso Pena, n. 3.297, térreo ou através
do e-mail cadastro@[Link], para retirar o Edital.
PORTARIA “PE” IMPCG N. 160, DE 22 DE DEZEMRO DE 2016.
Campo Grande - MS, 23 de dezembro de 2016.
O DIRETOR PRESIDENTE DO INSTITUTO MUNICIPAL DE PREVIDÊNCIA DE
CAMPO GRANDE – IMPCG, no uso das atribuições que lhe confere o disposto no inciso Gislaine do Carmo Penzo Barbosa José Guilherme Justino da Silva
III do Artigo 9º, do Decreto n. 6.998, de 18 de julho de 1994, resolve: Coordenadora Geral da CECOM Pregoeiro

Conceder PENSÃO a ANNA KAROLINY BATISTA DE SÁ MORAIS (filha), dependente


do ex-segurado RICARDO DOS SANTOS MORAIS, lotado na Secretaria Municipal de
AVISODE LICITAÇÃO
Educação – SEMED, onde detinha o cargo de Auxiliar de Serviços Diversos, Referência
1, Classe “A”, com fundamento no artigo 40, parágrafo 7º, inciso II, da Constituição PREGÃO PRESENCIAL Nº 215/2016
Federal, c/c os artigos 47 e 49, da Lei Complementar n. 191, de 22 de dezembro de 2011, PROCESSO ADMINISTRATIVO Nº82.343/2016-14e apensos n° 82.343/2016-
com proventos estabelecidos no referido dispositivo legal, a partir de 30 de outubro de
2016 (Processo IMPCG n. 1023/2016). 14, 82.366/2016-10, 82.364/2016-86, 82.363/2016-13, 82.362/2016-51,
82.361/2016-98 e 82.350/2016-71, 82.360/2016-25
CAMPO GRANDE-MS, 22 DE DEZEMBRO DE 2016. O MUNICÍPIO DE CAMPO GRANDE, ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL, através da
Comissão Permanente de Licitação, torna público que se encontra SUSPENSA à licitação
RICARDO TREFZGER BALLOCK em epígrafe, tendo por objeto a “REGISTRO DE PREÇO PARACONTRATAÇÃO DE
Diretor-Presidente do Instituto Municipal de Previdência de Campo Grande EMPRESA ESPECIALIZADA NA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE LOCAÇÃO, MÃO-
DE-OBRA TERCEIRIZADA E MATERIAIS NECESSÁRIOS PARA EXECUÇÃO DOS
SERVIÇOS DE LIMPEZA E MANUTENÇÃO DOS PARQUES DA CIDADE DE CAMPO
ATOS DE LICITAÇÃO GRANDE – MS”.
Campo Grande - MS, 23 de Dezembro de 2016.
Patrícia da Silva
AVISO Gislaine do Carmo Penzo Barbosa
Ferreira
ADENDO Nº 01 AO EDITAL DO PREGÃO PRESENCIAL N. 209/2016 Coordenadora Geral - CECOM Pregoeira
PROCESSOS ADMINISTRATIVOS Nº 28.028/2016-33
O Município de Campo Grande, Estado de Mato Grosso do Sul, através da Central

PARTE IV P U B L I C A Ç Õ E S A P E D I D O
CONCESSÃO CONCESSÃO
AUTO POSTO VILAÇA LTDA, torna público que recebeu da Secretaria Municipal Viação São Francisco LTDA torna público que recebeu da Secretaria Municipal de Meio
de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano – SEMADUR a Licença Ambiental – Ambiente e Desenvolvimento Urbano – SEMADUR a Licença Ambiental – Modalidade
Modalidade Licença de Operação n° 03.521/2016 com validade de 48 MESES a contar Licença de Operação N° 03.568/2016 com validade até 12/08/2017 para atividade de
de 17/11/2016, para atividade de POSTO DE COMBUSTÍVEL COM SERVIÇOS Transporte Urbano de passageiros, abastecimento de veículos, troca de óleo,
DE TROCA DE ÓLEO. Localizada à Rua Marechal Cândido Mariano, 909 – Vila lavagem de veículos e oficina mecânica. Localizada à Av. Euler de Azevedo, nº 1113
Maracaju, município de Campo Grande –MS. – Vila São Francisco, município de Campo Grande – MS

EDITAL CONCESSÃO
UNIÃO COMUNITÁRIA DE MULHERES E ASSOCIAÇÕES DE MATO GROSSO Viação São Francisco LTDA torna público que recebeu da Secretaria Municipal de Meio
Ambiente e Desenvolvimento Urbano – SEMADUR a Licença Ambiental – Modalidade
DO SUL – UNICAM/MS, CONVOCA TODAS AS SUAS ASSOCIADAS
Licença de Instalação N° 02.176/2016 com validade de 12 MESES a contar de
PARA REALIZAÇÃO DE ASSEMBLÉIA GERAL ORDINÁRIA PARA 24/11/2016, para atividade de Transporte Urbano de passageiros, abastecimento
de veículos, troca de óleo, lavagem de veículos e oficina mecânica - Ampliação.
REFORMULAÇÃO DO ESTATUTO E ELEIÇÃO E POSSE DA NOVA Localizada à Av. Euler de Azevedo, nº 1113 – Vila São Francisco, município de Campo
DIRETORIA A SER REALIZADA EM 10 DE FEVEREIRO DE 2017, Grande – MS
SITO A RUA TEIXEIRA DE FREITAS Nº 88, SEDE PROVISÓRIA DA CONCESSÃO
UNICAM-MS, DAS 14H AS 17H30MIN. INSCRIÇÃO DE CHAPAS Viação São Francisco LTDA torna público que recebeu da Secretaria Municipal de Meio
Ambiente e Desenvolvimento Urbano – SEMADUR a Licença Ambiental – Modalidade
ATÉ O DIA 16 DE JANEIRO, NA SEDE DA UNICAM-MS, ENDEREÇO Licença de Instalação N° 02.176/2016 com validade de 12 MESES a contar de
SUPRACITADO. 24/11/2016, para atividade de Transporte Urbano de passageiros, abastecimento
de veículos, troca de óleo, lavagem de veículos e oficina mecânica - Ampliação.
Localizada à Av. Euler de Azevedo, nº 1113 – Vila São Francisco, município de Campo
PAULI INDUSTRIA METALURGICA E COMÉRCIO LTDA torna público que recebeu
Grande – MS
da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano – SEMADUR a
Licença Ambiental – Modalidade Licença de Operação com validade de 48MESES a
contar de 14/12/2016,para atividade de FABRICAÇÃO DE ESTRUTURAS METALICAS.
Localizada à AVENIDA MANOEL DA COSTA LIMA, N. 407, VILA IPIRANGAmunicípio
de Campo Grande –MS.

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