LOGÍSTICA E LAYOUT
HISTÓRICO:
Essencialmente ligado a operações militares.
Exército Persa (481 a.C.)– Contra os Gregos – 3.000 navios de suporte.
Alexandre O Grande (323 a.C.) – Engenheiros e Contramestres.
General Aníbal (218 a.C.) – 2º Guerra Púnica entre Cartago e Roma- Uso de elefantes.
Valores Intrínsecos à Logística:
Valor de Lugar: para o consumidor usufruir o produto em toda a sua plenitude, é necessário que a
mercadoria seja colocada no lugar desejado.
Valor de Tempo: o valor monetário dos produtos passou a crescer, gerando custos financeiros
elevados e obrigando ao cumprimento de prazos bem mais rígidos.
Valor de Lugar: para o consumidor usufruir o produto em toda a sua plenitude, é necessário que a
mercadoria seja colocada no lugar desejado.
Valor de Tempo: o valor monetário dos produtos passou a crescer, gerando custos financeiros
elevados e obrigando ao cumprimento de prazos bem mais rígidos.
CONCEITO:
“Logística é o processo de planejar, implementar e controlar de maneira
eficiente o fluxo e a armazenagem de produtos, bem como os serviços e
informações associados, cobrindo desde o ponto de origem até o ponto de
consumo, com o objetivo de atender aos requisitos do consumidor.”
Elementos básicos da logística
Processo de planejar,
operar, controlar
Fluxo e
Armazenagem Ao ponto de destino
Do ponto de origem Matéria-prima
Produtos em
processos
Produtos acabados Satisfazendo as
De forma econômica, Informações necessidades e
eficiente e efetiva Dinheiro preferências dos
clientes
A moderna logística busca incorporar:
• Prazos previamente acertados e cumpridos integralmente, ao longo de toda a cadeia de suprimentos;
• Integração efetiva e sistêmica entre todos os setores da empresa;
• Integração efetiva e estreita (parcerias) com fornecedores e clientes;
• Busca da otimização global, envolvendo a racionalização dos processos e a redução de custos em toda
a cadeia de suprimentos;
• Satisfação plena do cliente, mantendo nível de serviço preestabelecido e adequado.
•
•
Evolução da logística:
Primeira fase: Atuação segmentada
• Após a 2º guerra mundial;
• Aproveitamento da capacidade ociosa e os novos processos de produção;
• Centrado na família padrão da época;
• Produtos padronizados;
• Não havia os sofisticados sistemas de informação;
• O estoque era o elemento-chave no balanceamento da cadeia de suprimento
Segunda fase: Integração rígida
• Especialistas em marketing foram “trabalhando” os consumidores por produtos mais diferenciados;
• Produtos começaram a ser comercializados com mais cores, com tipos diferentes de motores e com
acabamentos diversos;
• Novos produtos foram sendo incorporados ao lar, como televisão, aparelhos de som, forno de micro-
ondas, etc.;
• No setor supermercadista uma quantidade muito grande de novos produtos alimentícios, como
cereais matinais, café solúvel, salgadinhos, bebidas variadas, foram incorporadas aos hábitos
alimentares dos consumidores;
• Início dos anos 70 – crise do petróleo encarecendo subitamente as operações logísticas;
• Os custos de transferência e de distribuição aumentaram subitamente, reduzindo as margens de
comercialização e encarecendo os produtos;
• Grande concentração de pessoas nas regiões urbanas;
• Crescimento da frota de veículos nas cidades;
• Congestionamentos de tráfegos e restrições de movimentação de caminhões no horário comercial,
consequentemente aumento de custos e redução das velocidades médias;
• Uso intensivo da multimodalidade no transporte de mercadorias;
• Efeito benéfico da introdução da informática nas empresas a partir dos anos 60;
• Otimização dos recursos e Planejamento das operações;
Terceira fase: Integração flexível
• Fins da década de 80 e ainda hoje está sendo implementada em muitas empresas;
• O Intercâmbio de informações entre dois elementos da cadeia de suprimentos passou a se dar através
do EDI (Intercâmbio eletrônico de dados);
• Como consequência da informatização e do EDI, a logística na terceira fase passa a ter uma integração
dinâmica; passa-se a observar uma preocupação maior com a satisfação plena dos clientes;
• Busca, aparentemente utópica, do chamado estoque zero.
•
Quarta fase: Integração Estratégica (SCM)
• As empresas da cadeia de suprimento passam a tratar a questão logística de forma estratégica;
• Os agentes da cadeia de suprimento passam a trabalhar mais próximos, trocando informações antes
consideradas confidenciais;
• Formação de parcerias;
• A logística passou a ser usada como elemento diferenciador, de cunho estratégico, na busca de
maiores fatias de mercado.
• Globalização e a competição cada vez mais acirrada entre as empresas;
• O postponement (postergação) passou a ser bastante utilizado nessa fase;
• Aparecimento das empresas virtuais ou agile enterprises (empresas ágeis);
• Crescente preocupação com a logística e meio ambiente – Logística Verde;
• Grande interesse na logística reversa (alumínio, papel, plástico);
• Ao mesmo tempo que se busca a redução de estoques e maior qualidade do serviço logístico, a
competição entre as empresas, num ambiente globalizado, passou também a exigir custos reduzidos e
prazos curtos no ciclo do pedido;
• Uso em larga escala da tecnologia da informação;
• As empresas concentram seus esforços na sua core competence, terceirizando todo o resto;
O intercâmbio de informações, mais do que nunca, é intenso na quarta fase da
Logística, mas o que se distingue significativamente das demais são:
• Ênfase absoluta na satisfação plena do consumidor final;
• Formação de parcerias entre fornecedores e clientes, ao longo da cadeia de suprimentos;
• Abertura plena, entre parceiros, possibilitando acesso mútuo às informações operacionais e
estratégicos;
• Aplicação de esforços de forma sistemática e continuada, visando agregar o máximo valor para o
consumidor final e eliminar os desperdícios, reduzindo custos e aumentando a eficiência.
A quarta fase da logística se distingue principalmente das outras pelo surgimento de uma nova
concepção no tratamento dos problemas logísticos. Trata-se do SCM – Supply Chain Management
(Gerenciamento da Cadeia de Suprimento). Nessa nova abordagem, a integração entre os processos ao
longo da cadeia de suprimento continua a ser feita em termos de materiais, de informações e de
dinheiro, mas, agora, os agentes atuam em uníssono e de forma estratégica, buscando os melhores
resultados possíveis em termos de redução de custos, de desperdícios e de agregação de valor para o
consumidor final.
Definido Supply Chain Management
SCM é a integração dos processos industriais e comerciais, partido do consumidor final e indo
até os fornecedores iniciais, gerando produtos, serviços e informações que agreguem valor
para o cliente.”
VIDEO: FedEx
[Link]
[Link]
CADEIA DE SUPRIMENTO
O Gerenciamento da Cadeia de Suprimento
(Supply Chain Management)
É o gerenciamento da demanda de suprimento;
aquisição de matérias primas e componentes;
manufatura e montagem;
armazenagem e rastreamento de inventário;
entrada de pedidos e gerenciamento de pedidos;
distribuição de todos os canais;
e entrega de clientes.”Fonte:
Supply Chain Coucil [Link]
Canais de Distribuição
Os especialistas em logística denominam de distribuição física de
produtos, ou resumidamente distribuição física, os processos operacionais e
de controle que permitem transferir os produtos desde o ponto de
fabricação, até o ponto em que a mercadoria é finalmente entregue ao
consumidor.
Inbound Logistics ou logística de suprimento é o processo de abastecer a
manufatura com matéria-prima e componentes.
Outbound Logistics ou distribuição é o deslocamento de produtos acabados
da manufatura até o consumidor final.
Já o pessoal de marketing e de vendas encara a cadeia de suprimentos
focalizando mais os aspectos ligados à comercialização dos produtos e
serviços a ele associados. A maior parte dos produtos comercializados no
varejo chega as mãos dos consumidores através de intermediários. Sob esse
enfoque, os elementos que formam a cadeia de suprimentos, na parte que
vai da manufatura ao varejo, forma o canal de distribuição.
Ex: O canal de distribuição de determinado produto pode envolver os
seguintes setores:
departamento de vendas do fabricante
Atacadista
Varejista
Serviços de pós-venda (montagens, assistência técnica)
Portanto, uma determinada cadeia de suprimento é constituída por canais de
distribuição que significa:
“Conjunto de organizações interdependentes envolvidas no processo de tornar o
produto ou serviço disponível para uso ou consumo.”
Objetivos dos Canais de Distribuição
Garantir a rápida disponibilidade do produto nos segmentos do mercado identificados como
prioritários;
Intensificar ao máximo o potencial de vendas do produto em questão;
Buscar cooperação entre os participantes da cadeia de suprimento no que se refere aos fatores
relevantes relacionados com a distribuição;
garantir um nível de serviço preestabelecido pelos parceiros da cadeia de suprimento;
Garantir um fluxo de informações rápido e preciso entre os elementos participantes;
Buscar, de forma integrada e permanente, a redução de custos, atuando não isoladamente, mas em
conjunto, analisando a cadeia de valor no seu todo.
Funções do Canal de Distribuição
Dentro da moderna visão do Supply Chain Management, os canais de distribuição desempenham
quatro funções básicas:
• Indução da demanda;
• Satisfação da demanda;
• Serviços pós-venda;
• Troca de informações.
Canais Múltiplos
Uma outra forma de melhorar o desempenho no gerenciamento da cadeia de suprimento é utilizar
mais de um canal de distribuição. Isso ocorre em função da diversidade de tipos de consumidor.
Exemplo: O comprador em potencial de um microcomputador pode adquiri-lo por telefone, ou pela
Internet, a partir de uma lista publicada numa revista de informática, ou poderá se dirigir a uma loja
especializada, que lhe pedirá um preço um pouco mais alto, mas onde poderá conseguir informações
mais detalhadas e atendimento personalizado.
Propriedades dos Canais de Distribuição
Extensão:
A extensão de um canal de distribuição está ligada ao número de níveis intermediários na cadeia
de suprimentos, desde a manufatura até o consumidor final. Cada patamar de intermediação na cadeia
de suprimento forma um nível do canal.
Canal de nível Zero: não possui níveis intermediários, com o fabricante vendendo seu produto
diretamente ao consumidor.
Ex: Avon, que comercializa os seus produtos através de suas próprias vendedoras.
Amplitude
A amplitude, também chamada largura do canal é representada pelo número de empresas que
nela atuam.
Três tipos de amplitude são normalmente observados na prática:
Distribuição exclusiva (amplitude unitária);
Distribuição seletiva (amplitude múltipla, mas controlada);
Distribuição Intensiva (amplitude múltipla, aberta).
Na distribuição exclusiva, existe apenas uma empresa atuando em cada região demarcada pelo
fabricante do produto. Isso pode acontecer com um distribuidor ou atacadista autorizada a vender
para cada região. No caso do varejo, há somente uma firma autorizada pelo fabricante ou distribuidor
a vender seus produtos ao consumidor.
Na distribuição seletiva existem mais do que uma firma atuando num mesmo mercado, mas de forma
controlada. Ou seja, em lugar de designar apenas uma empresa para comercializar seus produtos, o
fabricante seleciona algumas. O objetivo principal é aumentar as condições de acesso aos produtos e
garantir um certo nível de competição entre eles.
Na distribuição intensiva, o fabricante tenta colocar o seu produto através do maior número possíveis
de revendedores, não restringindo o número de participantes nas diversas regiões onde é
comercializado o seu produto.
A escolha de uma das alternativas de amplitude do canal de distribuição depende essencialmente
do tipo de produto. Existe três tipos básicos de produtos que são normalmente considerados:
Produtos de consumos frequentes;
Produtos que envolvem pesquisas antes da compra;
Produtos especiais.
Os produtos de consumo frequentes são constituídos pelos produtos que consumimos
no dia-a-dia, como por exemplo xampu para cabelo, sabonete, pasta de dente.
Esses tipos de produtos estão associados normalmente à distribuição intensiva.
Há produtos que só são adquiridos após alguma pesquisa. Por exemplo conjunto de
estofados para casa, armários de cozinha, cama..., etc.
Nesse caso, o fabricante normalmente seleciona um certo número de revendedores, ou
seja, escolhe uma distribuição seletiva.
Alguns tipos de produtos, de alto valor e adquiridos esporadicamente, atraem o
comprador pela marca, em razão de sua qualidade, do status a eles associados ou do
caráter específico de seu desempenho.
Exemplo: Rolex, Ferrari...etc.
Nesses casos, o fabricante prefere escolher um único representante (distribuição
exclusiva)
DEFININDO OS CANAIS DE DISTRIBUIÇÃO
Ao se montar ou reestruturar uma cadeia de suprimento, em sua
totalidade ou parcialmente, uma das questões estratégicas que se coloca é
sobre o melhor canal de distribuição, ou melhor combinação de canais, que
coloca um produto no mercado da forma mais competitiva possível.
Para definir os canais de distribuição de um certo produto, são seguidas
algumas etapas:
Etapa 1 – Identificação dos Segmentos Homogêneos de Clientes;
Etapa 2 – Identificação e Priorização das Funções;
Etapa 3 – Benchmarking Preliminar;
Etapa 4- Revisão do projeto
Etapa 5 – Custos e Benefícios;
Etapa 6 – Integração com as Atividades Atuais da Empresa.
ETAPA 01: Identificação dos Segmentos Homogêneos de Clientes:
A Idéia básica é agrupar os clientes com necessidades e preferências
semelhantes dentro de canais específicos.
Ex: Empresas que produzem refrigerantes, focalizam o consumidor final
quando definem seus canais de distribuição, e não o comerciante. Já as
empresas que produzem garrafas plásticas para refrigerantes vão focalizar
como cliente não o consumidor final , mas as indústrias que produzem a
bebida.
ETAPA 02: Identificação e priorização das Funções:
Uma vez definido os canais, a empresa deve identificar que funções devem
ser associadas a cada canal de distribuição. Em geral as funções são
enquadradas em oito categorias:
• Informações sobre o produto: a evolução tecnológica, a crescente
preocupação com a saúde, a atenção com o meio ambiente, além de outros
fatores, vêm exigindo por parte dos consumidores informações de melhor
qualidade e em maior quantidade.
• Customização do produto: alguns produtos requerem modificações técnicas
para se adaptarem a condições específicas do mercado ou às exigências dos
clientes.
Ex: A venda de automóveis para países com severas restrições anti poluição
deve contemplar equipamentos para absorção de gases mais eficazes nos
veículos.
• Afirmação da qualidade do produto: além produtos requerem, além da
garantia normal, uma afirmação explícita de sua qualidade e confiabilidade
quando comercializada em certos canais.
Ex: Fornecimento de produtos à indústria farmacêutica, em razão dos riscos
de vida e implicações de saúde.
• Tamanho do lote: esta função está intimamente associada ao desembolso de
recursos por parte dos clientes, considerando as despesas com aquisição, os
custos de manuseio e os custos de estocagem do produto.
Ex: Comercializando um certo produto para uma grande cadeia de
supermercados, o fabricante pode fornecê-lo em pallets plastificados,
contendo um número razoável de caixas, cada uma contendo dúzias de
unidades. Já o fornecimento a pequenos varejistas pode ser feito em caixas
• Variedade: alguns canais de distribuição exigem diferentes especificações de
um mesmo produto.
Ex: Uma determinada loja que atende a diversos tipos de clientes na capital e
no interior necessita ser abastecida com equipamentos de voltagem 110 e
220volts. Já uma loja situada num bairro pode oferecer apenas o tipo
adequado à sua região de influência.
• Disponibilidade: alguns clientes exigem maior disponibilidade de tipos de um
mesmo produto.
Ex: Numa região onde há forte concorrência com outras marcas, é
conveniente oferecer o produto em tamanhos diversos, com características
diferentes (sabores, aditivos, desempenho). Já em outra região de menor
renda e hábitos menos sofisticados, uma menor variedade pode ser
satisfatória.
• Serviços pós-venda: os clientes necessitam de serviços diversos como
instalação, manutenção de rotina, consertos, atendimento de reclamações
etc.
Ex: A comercialização de computadores, está muito associada aos upgrades
que periodicamente são lançados no mercado. Nesses casos, um
permanente envolvimento com os usuários é de fundamental importância
para o sucesso da empresa.
• Logística: parte das funções vistas anteriormente tem impacto direto nas
operações logísticas da empresa.
Ex: Certos serviços de pós-venda requerem programação, de visitas técnicas,
cadastramento e monitoramento de informações. Há necessidade de
transporte próprio ou de terceiros, facilidades de armazenamento dos
produtos, etc...
ETAPA 3: Benchmarking Preliminar
Uma vez definidas e detalhadas as funções associadas ao canal (ou canais) de
distribuição, é importante fazer uma análise do projeto, confrontando-as
com as melhores práticas dos concorrentes, e verificando principalmente o
nível de satisfação dos requisitos sob a ótica dos clientes da cadeia de
suprimento.
ETAPA 4: Revisão do Projeto
Combinando o resultado das análises realizadas nas etapas 2 e 3, são
definidas algumas opções, compreendendo alternativas possíveis de canais
de distribuição e de suas respectivas funções. A definição dessas opções deve
ser baseada nos objetivos da empresa, observando-se os requisitos
desejados pelo consumidor e devidamente balizadas em relação às práticas
dos concorrentes (Benchmarking, etapa 3)
ETAPA 5: Custos e Benefícios
Nesta fase, é analisado de forma sistemática, os custos e os benefícios
associadas a cada opção gerada na etapa 04. É importante estimar a divisão
do mercado (market Share) e os investimentos previstos para cada
alternativa.
ETAPA 6: Integração com as Atividades Atuais da Empresa
Normalmente, a empresa que lança um novo produto no mercado já produz,
ou comercializa, outros produtos. Assim torna-se necessário integrar o
projeto de distribuição, resultante da etapa 5, à estrutura de canais
existentes na empresa. É possível que sejam necessárias certas melhorias nas
funções hoje desempenhadas ao longo dos canais existentes, de forma a
compatibilizá-los com os requisitos do novo produto.
LOGÍSTICA REVERSA
Alguns conceitos:
“ Logística Reversa é um amplo termo relacionado às habilidades e atividades
envolvidas no gerenciamento de redução, movimentação e disposição de resíduos de
produtos e embalagens...” CLM (1993:323)
“ Logística Reversa: em uma perspectiva de logística de negócios, o termo refere-se ao
papel da logística no retorno de produtos, redução na fonte, reciclagem, substituição de
materiais, recuso de materiais, disposição de resíduos, reforma, reparação,
remanufatura...” Stock (1998:20)
O processo de planejamento, implementação e controle da eficiência e custo efetivo
do fluxo de matérias-primas, estoques em processo, produtos acabados e as
informações correspondentes do ponto de consumo para o ponto de origem com o
propósito de recapturar o valor ou destinar à apropriada disposição” Rogers e Tibben-
Lembke (1999:2), adaptando a definição de logística do Council of Logistics
Management (CLM).