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Prof. Marcos Aurélio
Especialista em Redes de Computadores
O que é um sistema de arquivos?
Prof. Marcos Aurelio
Um Sistema de Arquivos é um sistema utilizado para
armazenar, organizar e acessar dados em um
computador de forma efetiva.
Um sistema de arquivos permite o armazenamento organizado
de arquivos, agregando características a cada arquivo como
um nome, permissões de acesso, atributos especiais e um
índice, que é uma lista de arquivos na partição que informa
onde cada arquivo está localizado no disco. Assim, o sistema
operacional é capaz de encontrar o arquivo em seu local de
armazenamento rapidamente.
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O que é FAT?
FAT (File Allocation Table) ou, em português, “Tabela de Alocação de
Arquivos” foi a primeira versão do sistema de arquivos baseado em uma
tabela representativa com a capacidade de indicar a localização das
extensões armazenadas por um disco. Criado para funcionar como filesystem
oficial do MS-DOS no início da década de 1980, este formato foi usado como
padrão até o lançamento do Windows 95.
A primeira versão do sistema de arquivos trabalhava com 12 bits de
endereçamento, valor que passou para 16 em 1987 e, então, para 32 em
1996. As formatações derivadas a partir do FAT, cada uma delas utilizada
de acordo com as necessidades técnicas de uma dada época, ainda estão
sendo aperfeiçoadas; hoje, o FAT32 e o exFAT (ou FAT64) são os
filesystems mais populares.
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Os sistemas de arquivos são compostos por grupos contínuos de setores
ou unidades de alocação (clusters) – esta tecnologia, também, surgiu
junto do lançamento do FAT. Uma unidade de alocação diz respeito ao
menor espaço em disco que pode ser usado para o armazenamento de
um arquivo. Se uma extensão pequena for armazenada em uma unidade
de alocação grande, o processo conhecido como “fragmentação interna”
acontece – o espaço livre é desperdiçado (há, então, o que se chama de
“slack space”).
Por exemplo: se uma unidade de armazenamento de 8 GB estiver
configurada sob o formato FAT32, clusters de 4 KB serão destinados à
alocação de arquivos. Significa que uma extensão de 10 KB vai ocupar
três clusters de 4 KB – neste caso, 2 KB serão desperdiçados, pois um
mesmo arquivo não pode compartilhar o espaço livre de um mesmo
cluster.
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FAT32
O endereçamento de dados pelo sistema de arquivos FAT32 é feito a partir
de clusters menores – no FAT16, quanto maior a capacidade de
armazenamento, maior é o tamanho do cluster (veja a relação acima). Por
ser capaz de trabalhar com unidades de alocação menores, o FAT32 evita
grandes desperdícios de espaço em disco.
Além disso, a compatibilidade deste tipo de formatação é maior, pois
somente 4 bytes são necessários para o armazenamento dos valores em
cluster. Drivers, APIs e mídias de armazenamento da atualidade suportam o
FAT32; unidades com mais de 32 GB podem ser formatadas sob este
filesystem com pouca manifestação de slack space.
Uma das principais deficiências do FAT32 é o limite imposto sobre o
tamanho máximo dos arquivos que podem ser alocados. Quem costuma
trabalhar com extensões maiores que 4 GB, como vídeos em formato RAW ,
tem de usar unidades formatadas sob exFAT (que admitem a escrita de
arquivos maiores que 4 GB).
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exFAT (ou FAT64)
Também como variação da Tabela de Alocação de Arquivos lançada no
início da década de 1980, o exFAT foi desenvolvido para atender a
usuários que manipulam arquivos únicos com mais de 4 GB (o NTFS,
conforme descrito adiante, é outra alternativa). Conhecida, ainda, como
FAT64, a “evolução” do FAT32 foi introduzida em 2006 com o objetivo de
otimizar unidades de armazenamento, como pendrives.
O que é NTFS?
A “Nova Tecnologia de Sistema de Arquivos”, ou NTFS, foi lançada com o
Windows NT, em 1993. Essa versão do sistema operacional da Microsoft
chegou ao mercado com o objetivo de oferecer segurança e comodidade
aos usuários do software. A boa desenvoltura e a performance do então
novo filesystem fez com que a implementação do formato fosse feita no
Windows XP, Vista, Windows 7 e Server 2008.
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Uma das principais características do NTFS é o suporte ao recurso de
journaling, que fornece permissão ao sistema operacional para
manter um log, um registro, de todas as alterações feitas sobre um
arquivo. Dessa forma, se um erro de gravação ou problema de
conexão acontecer, os dados escritos sobre uma unidade de
armazenamento podem ser revertidos, o que resulta na restauração
dos arquivos.
Journaling
Um sistema de arquivos com journaling é aquele que mantém um
log, normalmente circular, de todas as mudanças no sistema de
arquivos antes de escrever os dados no disco
Este tipo de sistema de arquivos oferece uma melhor probabilidade de
não sofrer corrupção de dados no caso de o sistema travar ou faltar
energia, e uma recuperação mais rápida, porque não há necessidade de
verificar todo o disco, somente aqueles que pertenciam a um log que
não foi devidamente fechado.
Prof. Marcos Aurelio
Como exemplo iremos supor que você esteja usando
um sistema de arquivos sem journaling e está movendo
um arquivo de 500MB de um diretório para outro, quando
de repente há uma queda de energia e seu computador
reinicia; ao religar perceberá que o arquivo que estava
sendo movido(recortado) ainda existe só que corrompido.
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Agora, o que aconteceria se pegássemos o mesmo exemplo acima,
alterando o sistema de arquivos para um que contenha journaling?
Simplesmente não haveria arquivo corrompido.
Ao realizar journaling, o arquivo que está sendo movido tem
algumas informações primeiramente gravadas no setor de
journal e só depois será realmente gravado em disco; com uma
queda de energia ou travamento, após religar o sistema, o linux
irá realizar uma checagem e saberá que há uma tarefa não
finalizada e em que ponto parou e continuará a tarefa,
finalizando-a com êxito.
A realização do journaling deixa a
gravação em disco um pouco mais lenta,
mas nada que afete o desempenho e uso
do usuário.
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Alguns Sistemas de Arquivos Conhecidos
Ext: Significando “Extended file system” ou “Sistema de arquivos
extendido”, foi o primeiro sistema de arquivos criados unicamente para o
linux em 1992.
Ext2: Suportava discos com até 2 TB e não suportava journaling. Porém, já
era um avanço considerável do Ext. Por não usar journaling pode ser usado
em pendrives e derivados, porém, para o uso em vários sistemas de arquivos
ou para compartilhamento opte pelo FAT32 ou exFAT da Microsoft.
Ext3: Igual ao Ext2, se diferenciando apenas por ter journaling.
Ext4: A atual versão dos tipos Ext. Possui várias funções vantajosas quando
comparada com as suas antecessoras, como redução na fragmentação do
sistema, trabalha efetivamente com arquivos grandes.
BtrFS: Se pronuncia “better ou butter”; foi criando inicialmente pela Oracle e
ao que tudo indica será o sucessor do Ext4. Mas ainda é algo novo e sem
muitos testes.
ReiserFS: A sua criação foi um avanço para sistemas linux. Foi substituído
pelo Reiser4. O Reiser4 ficou estagnado, sabe o por que? O seu principal
desenvolvedor, Hans Reiser, foi preso em 2008.
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ZFS: Criado pela SUN para o sistema Solaris. Todo arquivo gravado por esse
sistema possui um checksum e com isso o sistema de arquivos consegue
identificar quando um arquivo está corrompido ou não.
XFS: Esse sistema de arquivos lida muito bem com arquivos grandes, mas
não se sai tão bem ao trabalhar com arquivos pequenos.
JFS ou Journaled File System: Trabalha bem com arquivos grandes ou
pequenos. Faz pouco uso do processador. Pode ter seu tamanho
aumentando mas não diminuído. Tem um suporte muito com com alguns
sistemas operacionais, porém não está totalmente testado para Linux. Ext4
é uma melhor opção.
Swap: Não é exatamente um sistema de arquivos mas é ainda muito útil em
sistemas Linux. Swap para Linux é como bem parecido com o arquivo de
paginação no windows. Não é usado apenas na falta de memória RAM
como muitos pensam, o Linux utiliza swap para cache também.
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Distribuição Linux
Uma distribuição Linux (informalmente abreviada de distro) é um sistema
operativo (português europeu) ou sistema operacional (português
brasileiro) criado a partir de uma coleção de software, com o uso do núcleo
Linux, um sistema gestor de pacotes, e um repositório de programas. Na
maioria das distribuições Linux, a maior parte do software disponível em
seus repositórios é livre e de código aberto, estando disponíveis na forma
de pacotes previamente compilados (binários), e em código-fonte.
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A história do Linux começa no ano de 1991, pelas mãos de um
estudante universitário finlandês chamado Linus Torvalds. O Linux
foi criado por ele, não totalmente do "zero", mas sim como uma
variação do Minix. O Minix é um sistema operacional simples,
criado por Andrew S.
O que é Linux?
Para muita gente, o Linux é meramente um sistema operacional.
Essa definição não está errada, mas também não está completa. Na
verdade, o Linux é parte de um todo, mais precisamente, é um
kernel de código-fonte* aberto, que foi — e é desenvolvido — ao
longo do tempo graças à colaboração voluntária de
desenvolvedores de várias partes do mundo.
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O que é kernel?
Kernel pode ser entendido como o núcleo do sistema
operacional, isto é, como a parte essencial deste. Cabe
ao kernel fazer a intermediação entre o hardware e os
programas executados pelo computador. Isso significa
que a junção do kernel mais os softwares que tornam o
computador usável (drivers, protocolos de
comunicação, entre outros), de acordo com a sua
aplicação, é que formam o sistema operacional em si.
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O surgimento do Linux
Linus Torvalds, então com quase 20 anos, começou a estudar
ciência da computação na Universidade de Helsinki, na
Finlândia, em 1988. Cerca de dois anos depois, aproveitando o
conhecimento que tinha e estava adquirindo sobre a linguagem
C, decidiu criar a sua própria implementação de um terminal em
seu recém obtido computador 80386, principalmente para
acessar o servidor Unix da instituição de ensino. Isso porque ele
já havia testado o Minix para essa finalidade, mas não estava
satisfeito com os seus recursos.
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O início da trajetória do Linux não foi isenta de problemas. Uma dos
obstáculos que Torvalds teve que enfrentar foram as críticas do professor
Andrew S. Tanenbaum, que em suas declarações afirmou que o "Linux é
obsoleto", especialmente por ter "design monolítico".
Tanenbaum não estava contente com o fato de o Linux ter sido
preparado especificamente para rodar com o processador 80386 que,
além de caro (na época), teria sua arquitetura substituída futuramente, o
que, na verdade, não aconteceu.
Linus respondeu às críticas e continuou seu trabalho, contando com o
apoio de cada vez mais pessoas. Com o passar do tempo, o Linux
acabou inclusive sendo portado para várias outras plataformas, o que
certamente contribuiu para o seu sucesso.
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O nome Linux
O projeto já era realidade, mas não tinha um nome.
Inicialmente, Torvalds atribuiu ao kernel a denominação
Freax, uma mistura de free (livre) com freak (monstruoso,
esquisito) e a letra 'x', para lembrar o Unix.
O programador Ari Lemmke, depois de
sugerir a Torvalds que colocasse o projeto
em uma rede para torná-lo mais
acessível, decidiu criar no servidor de FTP
que hospedaria o software uma pasta de
nome "linux" (muito provavelmente,
uma mistura de Linus com Unix), já que
não havia gostado de Freax. A
denominação "Linux" acabou "pegando"
e é, tal como você vê, utilizada até hoje.
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GNU/Linux
O Linux, por si só, é um kernel. Sozinho, um kernel não tem
muita utilidade. É necessário "juntá-lo" a um conjunto de
softwares para que tenhamos, efetivamente, um sistema
operacional em condições de uso. É aí que o projeto GNU
entra em cena.
GNU é a sigla para um nome curioso: "GNU is Not
Unix (GNU Não é Unix)". Trata-se de um projeto
que teve início em 1984 pelas mãos de Richard
Stallman, que queria criar um sistema compatível
com Unix, mas sem utilizar código deste.
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Com o passar dos anos, o projeto foi ganhando recursos, como
compiladores e editores de texto. Mas, faltava um elemento
importantíssimo: um kernel. Stallman e seus colaboradores estavam
trabalhando em um kernel de nome Hurd, mas dada a demora em concluí-
lo, muitos daqueles que precisavam ou queriam usar software GNU
decidiram recorrer a algo que souberam ser capaz de atender à
necessidade que tinham: o Linux.
Linux que temos hoje é conhecido por trabalhar em
conjunto com software GNU. Por isso, muitos
integrantes e simpatizantes de movimentos ligados
ao software livre defendem a ideia de que, quando
houver referência ao sistema operacional como um
todo, o nome GNU/Linux deve ser utilizado.
Acontece que, por comodidade ou simplesmente
desconhecimento, muitas pessoas criaram o hábito
de chamar todo o conjunto de Linux e não apenas o
kernel.
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Distribuições Linux
Ao contrário de outros sistemas baseados no Unix ou mesmo
deste, não é um sistema operacional como um todo. Mas,
sendo um kernel disponível de maneira gratuita e com
código-fonte aberto, qualquer pessoa ou organização pode
juntá-lo a um conjunto de softwares para criar um sistema
operacional customizado.
Ao longo dos últimos anos, foi
justamente isso o que aconteceu. Vários
grupos ou mesmo empresas se
organizaram e criaram seu próprio
sistema operacional baseado em Linux.
Cada um deles recebe o nome de
"distribuição Linux" (ou "distribuição
GNU/Linux").
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Há várias distribuições Linux por aí, para os mais diversos fins. Muitas
inclusive fazem parte de negócios rentáveis em que a empresa fornece,
por exemplo, o sistema operacional de graça, mas obtém receita a partir
de serviços de suporte. Naturalmente, aquelas distribuições que se
destinam ao segmento de usuários domésticos são mais populares.
Ubuntu - Linux
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Para o público em geral, a distribuição mais famosa
atualmente é o Ubuntu, da empresa Canonical. Por
padrão, são lançadas novas versões do Ubuntu em
todos os meses de abril e outubro de cada ano. Há um
esquema de numeração que ajuda a identificar a época
de lançamento: a versão 15.10 do Ubuntu, por exemplo,
foi lançada em 2015, no mês de outubro. É possível
saber disso porque a indicação de ano aparece primeiro
(15) e, depois do ponto, vem a indicação do número do
mês (10).
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É claro que há outras distribuições renomadas, entre elas:
Fedora (ligada à Red Hat);
Debian;
Arch Linux;
Linux Mint;
CentOS (com foco em servidores);
Slackware.
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Versões do kernel
Periodicamente, novas versões do kernel Linux são lançadas.
Atualizações são naturais para qualquer software e ocorrem
para atribuir melhorias a determinadas funcionalidades,
para corrigir falhas (bugs) e, no caso de sistemas
operacionais, para adicionar recursos importantes ao kernel,
principalmente compatibilidade com novos hardwares.
Normalmente, cada versão do kernel é representada por três
números distintos separados por pontos, por exemplo:
2.6.24. O primeiro número indica a versão do kernel. O
segundo número indica a última revisão feita até o momento
naquela versão. O terceiro número, por sua vez, indica uma
revisão menor, como se fosse uma "revisão da última
revisão" do kernel. Um quarto número pode ser utilizado
para indicar uma atualização importante naquela versão.
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Distribuições Linux no topo do Distrowatch
por pelo menos 14 anos!
Distrowatch iniciou o seu sistema de classificação em 2002. Embora seja
apenas um guia para o sucesso de uma distribuição, ele fornece uma
visão histórica interessante de como a esfera Linux mudou nos últimos 14
anos.
Cada distribuição Linux tem um contador de páginas que conta os hits
que recebe todos os dias e estes são contados e usados como hits por dia
para os rankings do Distrowatch. Para evitar o abuso, apenas uma
contagem de página é registrada em cada endereço IP por dia. Agora, os
méritos dos números e a precisão deles podem estar em debate, mas
espero que a lista a seguir seja uma visão interessante da história do
Linux.
Esta lista analisa os rankings desde 2002 e destaca as distribuições que
atingiram os dez melhores em qualquer ano. Existem alguns fatos
interessantes para acompanhar esta lista. Por exemplo, há apenas 1
distribuição que esteve no top 10 durante todos os 14 anos, embora
possa contar Red Hat e Fedora como uma distribuição, então você
poderia dizer 2. Prof. Marcos Aurelio
Esta lista está em ordem alfabética porque seria difícil fazê-la em
rankings, pois eles sofreram muitas alterações nesses 14 anos.
01. Arch Linux
Arch Linux é uma distribuição rolling-release que sempre esteve rondando
o top 10 em todos os 14 anos do ranking Distrowatch.
Uma distribuição rolling-release para o usuário avançado, o Arch cresceu em
presença e possui um dos maiores repositórios de software. Como
destaque, podemos incluir o AUR e a documentação incrível.
Amado por uma grande comunidade, esta distribuição fornece tudo que o
usuário Linux experiente poderia precisar.
Levou até 2010 para que o Arch atingir o top 10 e sua posição mais alta foi
em 2011, quando atingiu a 6ª posição. Isso pode ser atribuído à
complexidade da distribuição.
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02. CentOS
O CentOS é uma versão da comunidade do Red Hat Linux, que fornece
toda a estabilidade e poder de seu pai.
Já existe a algum tempo, mas só atingiu o top 10 em 2011.
É uma boa distribuição, sólida, sem frescura e perfeita para uso
doméstico e comercial.
03. Damn Small Linux
Damn Small Linux (DSL) figura desde 2003/2004 e seu principal ponto de
venda é que ele tem uma pegada incrivelmente pequena.
O tamanho de download do DSL é de apenas 50 megabytes e, durante
alguns anos, esteve nas 10 principais distribuições, mas saiu da lista em
2009 e vem caindo desde então. A posição mais alta foi um 6º lugar em
2006.
O problema principal com uma imagem tão pequena é que exige muita
configuração para conseguir fazer qualquer coisa. Uma idéia inovadora,
mas não muito substancial no mundo real.
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04. Debian
Sua posição mais alta é de 2º lugar e essa é a classificação atual.
Debian é um pai fundador do Linux e fornece a base para muitas das outras
distribuições disponíveis hoje, incluindo Ubuntu e Linux Mint.
Usado por profissionais e grandes empresas, isso a torna uma distribuição
fundamental para as pessoas que pensam em entrar no Linux como uma
escolha de carreira.
É relativamente fácil de instalar e é altamente personalizável e é fácil de
usar.
05. Dream Linux
O Dream Linux saiu de cena em 2012. É difícil encontrar informações
sobre ela. A captura de tela foi tirada do [Link].
Dream Linux atingiu o top 10 em 2008 e foi a versão 3.5 que foi
responsável por sua ascensão. Com base no Debian Lenny, o Dream Linux
veio com o ambiente de trabalho XFCE com uma opção para instalar o
desktop GNOME.
O melhor tributo que pode ser dado a esta distribuição brasileira é do
Unixmen que descreveu “Dream Linux tão rápido e bonito”.
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06. Elementary OS
Elementary é um recém-chegado ao bloco. Primeiro alcançou os
rankings do Distrowatch em 2014 e sua posição mais alta até o
momento foi o 7º lugar.
A chave para Elementary é a área de trabalho visualmente
agradável e altamente estética. O conceito é simples, mantenha-
o simples.
07. Fedora
Fedora é uma ramificação da Red Hat. É a distribuição dos entusiastas do
Linux porque é completamente vanguardista, trazendo todos os novos
conceitos à mesa primeiro.
Tal como acontece com o Debian, é uma boa idéia usar o Fedora ou o
CentOS, pois fornecem a plataforma perfeita para qualquer pessoa que
deseje obter uma carreira no Linux.
O Fedora foi uma das primeiras distribuições à introduzir o Wayland e
SystemD.
É relativamente fácil de instalar e a área de trabalho GNOME é fácil de usar.
No entanto, nem sempre é o mais estável.
O Fedora entrou no Top 10 do Distrowatch em 2004 e não ficou abaixo do 5º
desde o pico na posição 2 em 2010. Prof. Marcos Aurelio
08. Gentoo
Em 2002, o Gentoo foi a terceira distribuição Linux mais popular. Claro, isso
foi um tempo antes dos instaladores gráficos.
O Gentoo não é para os fracos e é usado por uma comunidade básica de
pessoas que vivem para compilar o código. Ele saiu dos 10 melhores em 2007
e atualmente esta na posição 34.
09. Knoppix
Knoppix é uma distribuição Linux projetada para ser executada a partir
de um DVD ou unidade USB. Atingiu o top 10 em 2003, atingindo o 3º
lugar antes de deixar a lista em 2006.
Ainda está em andamento e está atualmente na versão 7.6 e reside na
posição 55.
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Sistemas Operacionais - Linux OpenSuse
Requisitos de sistema recomendados
Processador 2 GHz dual core ou melhor
Memória de 2 GB
Mais de 40 GB de espaço livre em disco
Unidade de DVD ou porta USB para a
instalação da mídia
O acesso à Internet é útil e necessário
para a instalação via rede
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Instalação modo texto
Após o carregamento do sistema aparecerá a tela inicial do instalador do
openSUSE, onde é possível alterar o Idioma, o Layout do teclado e ler o
Contrato de Licença. Selecionar o idioma "Portuguese (Brazilian) - Português
brasileiro" (indicado pela SETA 1 na imagem abaixo) e o layout do teclado
como "Português (Brasil)", que é a opção padrão, em seguida, poderá testar
alguns caracteres especiais do teclado para conferir se o layout selecionado
estava correto (indicado pela SETA 2). Feito isso, clique em "Próximo":
Prof. Marcos Aurelio
No próximo passo você poderá adicionar os repositórios durante
a instalação do openSUSE.
Se estiver a primeira opção
(Adicionar repositórios online
antes da instalação), com isso
vou poder escolher quais
repositórios adicionar no
decorrer da instalação, mas
numa etapa mais adiante.
Após, clique em "Próximo":
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A próxima etapa é uma das mais importantes, nela você deverá definir o
local de instalação do openSUSE portanto, muita atenção!!!
O próprio "instalador" do openSUSE vai sugerir uma opção de
particionamento e fará a instalação automaticamente (caso você aceite
clicando em "Próximo"). Sugestão que aceite essa opção SOMENTE se
estiver instalando o openSUSE num HD "vazio", que não tenha nenhum
outro sistema operacional ou alguma partição com seus dados.
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Vamos configurar manualmente as partições para a instalação. Supondo que você
criou um espaço livre no HD para esta instalação (conforme indicado um pouco
acima neste post), selecione a opção "Criar a configuração da partição...":
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Na tela seguinte selecione a opção "Particionamento personalizado
(para usuários avançados)" e clique em "Próximo":
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Será apresentado todos os discos rígidos e partições do seu computador.
Para criar uma nova partição, SELECIONE O HD onde irá instalar o
openSUSE (o que você liberou um espaço anteriormente), clique com o
botão direito do mouse sobre o mesmo e selecione a opção "Adicionar
partição", conforme mostra a imagem abaixo:
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Vamos criar primeiramente a partição raiz (onde o openSUSE será
instalado), para isso, selecione a opção "Tamanho personalizado" e, em
seguida, defina o tamanho (em GiB) para a mesma, após, clique em
"Próximo", conforme mostra a imagem abaixo:
Tamanho da partição raiz com 25 GiB, o que é uma quantidade "boa" para
quem não tem o costume de instalar vários programas no sistema;
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Em seguida, selecione a função dessa partição como "Sistema
operacional" e clique em "Próximo", conforme mostra a imagem abaixo:
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Na próxima etapa, em "Opções de formatação", selecione "Formatar a partição"
e logo abaixo escolha o sistema de arquivos para a mesma. O sistema de
arquivos padrão do openSUSE (para a partição raiz) é o BtrFS, fica a seu critério
utilizá-lo ou não; mais poderá escolher o sistema de arquivos Ext4.
Após, em "Opções de
montagem", selecione a
opção "Montar partição"
e logo abaixo, em "Ponto
de montagem",
selecione a "/" (barra);
feito isso, clique em
"Concluir":
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Partição /home
Você tem a opção de criar uma partição home separada para armazenar os seus dados
pessoais, caso não queira, todos os seus arquivos ficarão dentro da partição raiz;
o Para criar uma NOVA partição /home, repita os 4 últimos passos acima, alterando
apenas o ponto de montagem para /home,
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Se você já possui uma home separada no seu HD (que utiliza em outra
distribuição Linux instalada no seu HD), basta selecionar essa partição, clicar
com o botão direito do mouse sobre ela e selecionar a opção "Editar"; nas
"Opções de formatação" você DEVE MARCAR a opção de NÃO FORMATAR
A PARTIÇÃO e nas "Opções de montagem", selecione o ponto de
montagem como /home .
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# Partição Swap
Para criar uma partição swap, SELECIONE O SEU HD, clique
com o botão direito do mouse sobre a mesma e selecione
"Adicionar partição", conforme mostra a imagem abaixo:
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Selecione a opção "Tamanho personalizado" e logo abaixo defina o tamanho
para a Swap.
Não existe um tamanho pré-definido para a Swap, você pode utilizar o
tamanho que quiser para ela, mas recomendado que use o dobro da memória
RAM, se tiver 2 Gb coloca-se 4 GiB -> "Próximo":
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Logo após, em "Função", selecione a opção "Swap" e clique em
"Próximo":
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Em "Opções de formatação", selecione "Formatar a partição" e defina como
"Swap" o sistema de arquivos; e em "Opções de montagem", selecione a opção
"Montar partição" e o ponto de montagem como "swap", após, clique em
"Concluir":
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Concluída a criação das
partições necessárias para a
instalação do openSUSE, mas
antes de continuar, fique atento:
Se tudo estiver certo, basta
clicar em "Aceitar"
Confira também se as outras partições que existirem no seu HD (como, por
exemplo, a partição onde está instalado o Windows) não estão marcadas
para formatação, o que é indicado pela letra "F" ao lado do tamanho de
cada uma (exceto as partições criadas a partir do espaço livre, como
indicado na imagem abaixo); caso alguma delas esteja, clique em "Voltar" e
revise as opções das partições antes de continuar com a instalação.
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Será apresentado um resumo das mudanças que serão realizadas no seu
disco rígido, confira mais uma vez se tudo está correto antes de continuar. Se
estiver, clique em "Próximo":
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A seguir, você deverá selecionar a sua Região e o seu Fuso Horário, lembre também de
marcar a opção "Relógio de hardware definido para UTC" e após, clique em "Próximo":
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Logo após, será apresentado a etapa de Seleção do ambiente de área de trabalho
(desktop) a ser instalado no openSUSE.
Os principais ambientes gráficos do openSUSE são o KDE Plasma 5.8 (padrão) e o
GNOME 3.20. Além destes dois (que são os mais usados), você também poderá
escolher outros ambientes gráficos ou até mesmo no modo texto, como, por
exemplo, o Xfce, para isso, clique em "Outro" (como mostrado na imagem abaixo) e
selecione o que desejar.
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Na próxima etapa você deverá Criar um Novo Usuário para o sistema, informe
o seu Nome Completo, o Nome de Usuário* e uma Senha (de preferência com
caracteres especiais, além de letras e números).
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E começa a instalação do openSUSE, agora é só aguardar:
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Primeiros Comandos
usuario@máquina:~$
# = modo super-usuário (root)
$ = modo usuário
~>
su: Serve para você logar com algum usuário, se o usuário não for especificado,
por padrão o "su" vai se logar com o usuário "root" ou administrador.
O comando sudo do sistema operacional Unix permite a usuários
comuns obter privilégios de outro usuário, em geral o super usuário,
para executar tarefas específicas dentro do sistema de maneira segura
e controlável pelo administrador. O nome é uma forma abreviada de se
referir a substitute user do (fazer substituição do usuário) ou super user
do (fazer como super usuário).
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Mudança de Usuário:
Comando Pwd
# Sudo su usuario Confirma o diretório corrente
Ou su usuario
Usuário Root:
# sudo Comando ls
Ou ls, que serve para listar os arquivos dentro da
# su pasta. Na maioria das distribuições, a listagem
aparece colorida, permitindo diferenciar as
pastas e os diferentes tipos de arquivos. As
Comando Cd
pastas aparecem em azul, os links em azul claro,
permite navegar entre os
os arquivos compactados em vermelho, as
diretórios.
imagens em rosa, os executáveis em verde e os
arquivos de texto e outros formatos em preto
#cd /etc
(ou em branco, de acordo com o esquema de
# cd /
cores usado).
# ls
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Parâmetros do ls
# ls –a
Lista arquivos ocultos
# ls -l
No caso do ls -l mostra arquivo ou diretório, tamanho, data e
hora modificada, nome de arquivo ou pasta e proprietário do
arquivo e também as permissões de tudo o que for listado.
Usando o comando ls com a opção -F
Lista de arquivos e diretórios com ‘/’ no final de cada diretório.
# ls -F
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Usando o comando ls com a opção -R
Nesta opção o ls vai listar os subdiretórios, permissões, usuário e também
quantos subdiretórios existem.
# ls -R
Usando comando ls com a opção -ltr
Nesta opção -ltr ele vai listar o arquivos de forma organizada, e o critério
vai ser a data de alteração do arquivo.
# ls -ltr
Usando comando ls com a opção -lS
Nesta opção o comando vai organizar os arquivos pelo tamanho, no caso
começará pelo o arquivo de maior tamanho.
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mkdir = cria um diretório
# rm -rf nome_do_diretorio
# mkdir /sala r: remove recursivamente diretórios e
# mkdir /sala/banheiro subdiretórios
f: ignora arquivos e argumentos não
• Parâmetro –p existentes e nunca exibe confirmação
de exclusão.
Cria as pastas e subpastas
# mkdir – p escola/soe
O comando para remover um
diretório no linux:
Entretanto, quando o diretório contém
# rm nome_do_diretório outros arquivos e diretórios a remoção
não funciona.
Para remover diretórios que contém sub-
diretórios e arquivos basta adicionar os
parâmetros -rf ao comando da seguinte
forma.
Prof. Marcos Aurelio
Comando cp
Copiar arquivos ou diretórios para outro local.
Se o destino fornecido for o nome de um diretório existente, os arquivos
serão copiados para esse diretório, com o mesmo nome. Caso indiquemos
um nome de arquivo no caminho de destino, o arquivo de origem será
copiado e essa cópia renomeada também.
cp [opções] arquivos_origem local_destino
-i, --interactive
Pergunta se desejamos sobrescrever um arquivo de destino já
existente.
-n, --no-clobber
Não sobrescrever um arquivo já existente
Prof. Marcos Aurelio
-p
Preserva as permissões originais do arquivo, incluindo proprietário, grupo,
tempos da última modificação e acesso...
-r, -R, --recursive
Copia diretórios de forma recursiva. Ou seja todo conteúdo da pasta.
-u, --update
Copia apenas quando os arquivos de origem forem mais novos que os
de destino, ou quando os arquivos de destino estiverem faltando.
Exemplos:
1. Copiar o arquivo protocols do diretório /etc para o diretório /sistema
$ cp /etc/protocols /sistema
Se o diretório de trabalho atual já for o /sistema, podemos também usar
o ponto (.) para indicá-lo como local de destino, como a seguir:
$ cp /etc/protocols .
Prof. Marcos Aurelio
2. Copiar o arquivo passwd do diretório /etc/ para o diretório /sistema/
renomeando a cópia como [Link]:
$ cp /etc/passwd /sistema/[Link]
3. Copiar todos os arquivos cujo nome se inicia com a letra l do diretório
/lib/ para o diretório atual:
$ cp /lib/l* .
4. Fazer uma cópia de backup de um arquivo no mesmo diretório, com outro
nome (muito útil quando precisamos alterar arquivos de configuração do
sistema):
$ cp passwd [Link]
5. Copiar o diretório /sistema e todo o seu conteúdo recursivamente para
o diretório /backup/
$ cp -r /sistema /backup/
Prof. Marcos Aurelio
Comando mv
O comando mv pode ser usado para mover ou renomear arquivos.
Sintaxe:
mv [opções] arquivos_origem local_destino
-i, --interactive
Pergunta se desejamos sobrescrever um arquivo de destino já existente.
Exemplos:
1. Mover o arquivo protocols do diretório atual para o subdiretório backup
$ mv passwd ./backup/
2. Renomear o arquivo procotols para [Link]:
$ mv protocols [Link]
Prof. Marcos Aurelio
Usando páginas do manual
As páginas do manual acompanham quase todos os programas GNU/Linux. Elas
Trazem uma descrição básica de comandos e detalhes sobre o funcionamento de
suas opções.
Uma página de manual é visualizada na forma de texto único com rolagem vertical.
Para acessar o manual é comando man seguido do item procurado. Como opção,
o número da sessão pode ser passada como parâmetro.
# man passwd
# man ls
# man 5 passwd
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Uname
Comando usado para mostrar diversas informações sobre o sistema, tais
como nome e versão do kernel, hostname, tipo de hardware e
processador.
# Uname –a
Mostra todas as informações
#Uname –s
Mostra o nome do Kernel.
# uname –n
Mostra o nome do host
# uname –r
Mostra a distribuição do kernel
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FIM
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