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? Dpoc

A DPOC é uma condição respiratória crônica caracterizada por obstrução do fluxo aéreo, frequentemente causada pelo tabagismo, e inclui processos como bronquite e enfisema. O diagnóstico é baseado na história clínica, função pulmonar e exames de imagem, enquanto o tratamento visa reduzir sintomas e melhorar a qualidade de vida. Exacerbações são comuns e podem ser confundidas com outras condições como pneumonia e tromboembolismo pulmonar.
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A DPOC é uma condição respiratória crônica caracterizada por obstrução do fluxo aéreo, frequentemente causada pelo tabagismo, e inclui processos como bronquite e enfisema. O diagnóstico é baseado na história clínica, função pulmonar e exames de imagem, enquanto o tratamento visa reduzir sintomas e melhorar a qualidade de vida. Exacerbações são comuns e podem ser confundidas com outras condições como pneumonia e tromboembolismo pulmonar.
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DPOC

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DPOC

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Status Concluído

condição respiratória caracterizada por


sintomas respiratórios crônicos secundários a
alterações enfisematosas (do parênquima
pulmonar) ou das vias aéreas, de caráter
persistente, frequentemente progressiva,
caracterizada pela obstrução do fluxo aéreo
principal fator causador: cigarro
então ela tem 2 processos: enfisema +
bronquite
→ bronquite: infiltrado inflamatório, destruição

[Link] 30/11/2025, 10:48


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→ bronquite: infiltrado inflamatório, destruição
dos cílios do epitélio, broncoconstrição

→ enfisema: destruição dos alvéolos


alta mortalidade e morbidade

DIAGNÓSTICO
história clínica + função pulmonar + radiologia
o diagnóstico de certeza seria o patológico

CLÍNICA
EXPOSIÇÃO
cigarro (ativa ou passiva)
ambiental (fogão de lenha, queimadas,
carvoaria, exposição a fumaça)

HISTÓRICO FAMILIAR
deficiência de alfa-1 antitripsina

SINTOMAS
tosse seca ou com secreção
dispneia progressiva
expectoração matinal mucoide ou hialina
(refere como se fosse uma baba, não relaciona
com catarro)

TAXONOMIA

[Link] 30/11/2025, 10:48


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TAXONOMIA

EXAME FÍSICO
tórax em barril: ocorre uma retificação do
diafragma
hipoxemia: diminuição da pCO2, só no fim da
vida que fica uma hipoxemia + importante
uso de mm acessória
baqueteamento digital: qd evolui pra
insuficiência respiratória, não é comum
inspeção dinâmica: incursões respiratórias +
curtas e breves, costuma ter um tempo de
expiração maior
percussão: hipertimpanismo
ausculta: MV reduzido, se tiver em crise pode
ter ronco (se tem expectoração) e sibilância

[Link] 30/11/2025, 10:48


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ter ronco (se tem expectoração) e sibilância

ESPIROMETRIA
limitação do fluxo de ar: irreversível ou
apenas parcialmente reversível com
broncodilatador
DPOC: VEF1/CVF <0,7

ACHADOS RADIOLÓGICOS
manifestações tardias, nem sempre se associam
a alterações funcionais → não esperar
diagnóstico pela radio
qd há alterações: enfisema + sinais de
aprisionamento aéreo
rx de tórax: sinais de hiperinsuflação pulmonar

[Link] 30/11/2025, 10:48


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rx de tórax: sinais de hiperinsuflação pulmonar
→ retificação do diafragma e arcos costais

→ aumento dos EIC


→ trama vascular aumentada na região superior
→ coração em gota (coração fica apertado)
→ aumento do diâmetro ântero-posterior
tc de tórax: enfisema
→ é uma região de atenuação, uma parte mais
preta dentro do tórax
→ centrolobular: dentro do parênquima
→ parasseptal: próximo à pleura
→ panlobular: acometendo toda a região
pulmonar, mto relacionado à def de alfa-1
antitripsina
→ sinais de aprisionamento aéreo na
expiração: persistência de hipoatenuação
(atenuação em mosaico, sinal de
hiperinsuflação), as regiões ficam + escuras

CLASSIFICAÇÃO
MMRC - avaliação de dispneia
0. nunca cansa
1. cansa qd sobe ladeira leve
2. cansa qd aperta o passo ou anda + devagar
que pessoas da mesma idade
3. cansa qd anda 100m
4. não sai de casa pelo cansaço

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4.
CAT - avalia tb outros sintomas

GOLD
usa o valor de VEF1 pré-broncodilatador e a
clínica do pcte
MMRC 0 a 1: pouco sintomático
MMRC >2: muito sintomático
pcte exacerbador: exacerbações moderadas 2x
ao ano com internação e uso de antibiótico OU
exacerbação grave 1x ao ano
→ qd é exacerbador, nunca mais ele é outra
coisa, é sempre exacerbador

TRATAMENTO
objetivo: reduzir sintomas, frequência e
gravidade das exacerbações + melhorar
tolerância ao exercício e estado de saúde
a longo prazo: sempre broncodilatadores de
longa ação
→ LABA: formoterol, indacaterol, holodaterol
→ LAMA: tiotrópio, glicopirrônio

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→ corticoide inalatório

SABA ou SAMA: só pra crise, exacerbação


A: escolhe LABA ou LAMA
B: LABA + LAMA
E: LABA + LAMA
→ se tiver eosinofilia no sangue: usa CI
também

TRATAMENTO NÃO FARMACOLÓGICO


grupo A:
→ essencial: cessação tabágica
→ recomendado: atv física
→ vacinação: influenza, pneumococo,
pertussis, covid, herpes zóster
grupo B e E:
→ essencial: cessação tabágica + reabilitação
pulmonar
→ recomendado: atv física
→ vacinação: influenza, pneumococo,
pertussis, covid, herpes zóster

[Link] 30/11/2025, 10:48


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DIAGNÓSTICOS
DIFERENCIAIS
no caso de suspeita de exacerbação aguda na
DPOC
MAIS FREQUENTES
pneumonia: rx de tórax
tromboembolismo pulmonar: olhar clínica e
se precisar fzr exames
insuficiência cardíaca: rx de tórax

MENOS FREQUENTES
pneumotórax e derrame pleural: rx de tórax
ou USG torácico

[Link] 30/11/2025, 10:48


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IAM ou arritmia: eletro e marcadores qd
necessário

EXACERBAÇÕES
piora da dispneia/tosse com expectoração com
piora nos últimos 14 dias
pode vir com taquipneia/taquicardia

[Link] 30/11/2025, 10:48


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