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O documento apresenta o Trabalho Final de Mestrado de João Gonçalves Aguilar, que consiste no projeto estrutural de um edifício residencial em Algueirão – Mem Martins, com dois níveis de cave e cinco andares. O projeto será desenvolvido com base nas normas europeias e utilizará softwares como Robot Structural Analysis, AutoCAD e FTool para modelagem e análise estrutural. O trabalho inclui a análise de cargas, pré-dimensionamento e dimensionamento estrutural, assegurando conformidade com os requisitos de segurança e desempenho.

Enviado por

José Diogo
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O documento apresenta o Trabalho Final de Mestrado de João Gonçalves Aguilar, que consiste no projeto estrutural de um edifício residencial em Algueirão – Mem Martins, com dois níveis de cave e cinco andares. O projeto será desenvolvido com base nas normas europeias e utilizará softwares como Robot Structural Analysis, AutoCAD e FTool para modelagem e análise estrutural. O trabalho inclui a análise de cargas, pré-dimensionamento e dimensionamento estrutural, assegurando conformidade com os requisitos de segurança e desempenho.

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Projeto de Estruturas de um Edifício Habitacional

JOÃO GONÇALVES AGUILAR


(Licenciado em Engenharia Civil)

Trabalho de Projeto para obtenção do grau de Mestre em Engenharia Civil, na Área de


Especialização de Estruturas

Orientador:
Doutor Luís Manuel Faria da Rocha Evangelista

Júri:
Presidente: Doutora Paula Raquel Pires da Cunha Lamego
Vogais:
Doutor Luís Manuel Faria da Rocha Evangelista
Doutor Paulo Jorge Henriques Mendes

Outubro de 2024
Projeto de Estruturas de um Edifício Habitacional

JOÃO GONÇALVES AGUILAR


(Licenciado em Engenharia Civil)

Trabalho de Projeto para obtenção do grau de Mestre em Engenharia Civil, na Área de


Especialização de Estruturas

Orientador:
Doutor Luís Manuel Faria da Rocha Evangelista, Instituto Superior de
Engenharia de Lisboa, ISEL

Júri:
Presidente: Doutora Paula Raquel Pires da Cunha Lamego, Instituto
Superior de Engenharia de Lisboa, ISEL
Vogais:
Doutor Luís Manuel Faria da Rocha Evangelista , Instituto
Superior de Engenharia de Lisboa, ISEL
Doutor Paulo Jorge Henriques Mendes, Instituto Superior de
Engenharia de Lisboa, ISEL

Outubro de 2024

I
II
Agradecimentos

Gostaria de expressar a minha gratidão a todos os intervenientes na minha vida


académica, com grande ênfase na minha familia, que me apoiou independentemente
dos meus resultados, e que sempre me deram força para continuar a dar o meu
melhor. Com muito carinho agradeço à minha noiva que, embora nos tenhamos
conhecido no inicio do percurso universitário, nunca mais deixámos de nos apoiar um
ao outro e, ainda hoje, nos entre-ajudamos em tudo o que é preciso, seja qual for o
objetivo ou a dificuldade. Agradeço ao meu orientador, Doutor Luís Evangelista, que,
com muita paciência, me ajudou a reforçar conceitos da engenharia menos dominados
e a focar no meu objetivo de ser engenheiro de estruturas, sempre com uma
imparcialidade louvável. Sem a vossa ajuda, este percurso não teria sido possível. A
todos, o meu sincero obrigado.

III
IV
Declaração de integridade

Declaro que este trabalho de projeto é o resultado da minha investigação pessoal e


independente. O seu conteúdo é original e todas as fontes listadas nas referências
bibliográficas foram consultadas e estão devidamente mencionadas no texto. Mais
declaro que todas as referências científicas e técnicas relevantes para o
desenvolvimento do trabalho estão devidamente citadas e constam das referências
bibliográficas.

O autor

_____________________

Lisboa, 23 de Outubro de 2024

V
VI
Resumo

O presente documento refere-se ao Trabalho Final de Mestrado, cujo objetivo é a


elaboração do projeto estrutural de um edifício residencial localizado em Algueirão –
Mem Martins. Este edifício é constituído por dois níveis de cave e cinco pisos acima do
solo. A conceção estrutural será desenvolvida com base nas plantas de arquitetura
existentes, que serão analisadas para garantir um projeto de estruturas coerente e em
conformidade com as exigências regulamentares.

O desenvolvimento do projeto será orientado pelos critérios estabelecidos nas


normas europeias, presentes nos Eurocódigos, assegurando o cumprimento dos
requisitos de segurança e desempenho. Para a realização deste trabalho, serão
utilizados três softwares principais: o Robot Structural Analysis 2021, o AutoCAD 2021
(ambos da Autodesk) e o FTool. O Robot Structural Analysis será utilizado para a
modelação tridimensional dos elementos estruturais e para a análise do
comportamento elástico linear do edifício. O AutoCAD será empregado tanto na leitura
e interpretação das peças arquitetónicas como na criação de novos desenhos
estruturais. Por fim, o FTool servirá de apoio no cálculo dos esforços em duas
dimensões, auxiliando no dimensionamento dos elementos estruturais.

Palavras-Chave: Dimensionamento Betão Armado; Laje Maciça; Laje Fungiforme;


Engenharia Sísmica.

VII
VIII
Abstract
The present document refers to the Master's Final Project, which aims to develop
the structural design of a residential building located in Algueirão – Mem Martins. This
building consists of two basement levels and five above-ground floors. The structural
design will be based on existing architectural plans, which will be analyzed to ensure a
coherent and compliant structural project in line with regulatory requirements.

The project development will be guided by the criteria established in the European
standards, specifically the Eurocodes, ensuring compliance with safety and
performance requirements. For the completion of this work, three main software tools
will be used: Robot Structural Analysis 2021, AutoCAD 2021 (both from Autodesk), and
FTool. Robot Structural Analysis will be employed for three-dimensional modeling of
the structural elements and for the analysis of the building's linear elastic behavior.
AutoCAD will be used both for reading and interpreting architectural drawings as well
as for creating new structural designs. Lastly, FTool will provide support in the
calculation of forces in two dimensions, assisting in the structural element design.

Keywords: Reinforced Concrete Design; Solid Slab; Flat Slab; Seismic Engineering.

IX
X
Simbologia
– Inclinação das armaduras;
– Largura do pilar;
– Flecha a longo prazo;
– Valor de cálculo da aceleração à superfície [m/s2];
– Valor de referência da aceleração máxima [m/s2];
– Flecha elástica;
– Largura da sapata;
– Área da secção de um elemento de betão;
– Valor de cálculo da ação sísmica;
– Área da secção de um ramo das armaduras transversais;
– Área das armaduras de esforço transverso;
– Largura da secção transversal;
– Maior dimensão da secção transversal do pilar perpendicular ao eixo longitudinal
da viga;
– Largura média da zona traccionada;
– Largura da secção traccionada;
– Comprimento da sapata;
– A resistência num solo não drenado ao corte;
– Espessura da parede;
– Valor do módulo de elasticidade;
– Valor do módulo de elasticidade do aço;
– Valor de cálculo da tensão de rotura do betão à compressão;
– Valor da tensão de rotura à compressão;
– Valor médio da tensão de rotura à tração simples;
– Valor de cálculo da tensão de cedência do aço;
– Valor caraterístico da tensão de cedência do aço;
– Valor de cálculo da tensão de cedência das armaduras de esforço transverso;

, – Valor caraterístico de uma ação permanente j;


ℎ – Altura da viga;
– Coeficiente que reflete o modo de rotura predominante nos sistemas estruturais
de parede;
/ – Momento de cálculo em relação ao eixo considerado;

/ – Momento resistente na direção considerada;


– Esforço axial resultante da análise para a situação de projeto sísmica;

XI
– Número de pancadas para atingir uma profundidade de 30 metros;
– Tensão admissível do terreno;
– Área da secção de um ramo das armaduras transversais;
– Coeficiente de fluência;
– Valor básico do coeficienter de comportamento;
, – Valor caraterístico de uma ação variável i;

, – Valor caraterístico da ação variável base;


– Espaçamento de armaduras de erforço transverso;
– Momento fletor reduzido;
– Coeficiente de Poisson;
, – Valor médio da propagação de ondas S nos 30 metros superiores do perfil do
solo;
– Coeficiente de redução de resistência do betão fendilhado por esforço
transverso;
V , – Área da secção de um ramo das armaduras transversais;

, – Área da secção de um ramo das armaduras transversais;


– Percentagem mecânica do aço;
– Fator de majoração;
– Peso volúmico do betão;
– Coeficiente parcial de segurança relativo às ações permanentes;
– Peso volúmico do aço;
– Coeficiente parcial de segurança relativo às ações variáveis;

, – Coeficiente parcial relativo às ações variáveis i;

, – Coeficiente parcial relativo às ações variáveis base;


– Coeficiente de importância;
– Braço de momentos entre armadura superior e inferior;
– Coeficiente de amortecimento relativo;
– Valor de cálculo da extensão de cedência;

, – Coeficiente para a determinação do valor de combinação de uma ação variável;

, – Coeficiente para a determinação do valor quase-permanente de uma ação


variável;
– Coeficiente de redução para as ações permanentes desfavoráveis G;

XII
Índice
1 INTRODUÇÃO ................................................................................................................................ 1

1.1 ENQUADRAMENTO ........................................................................................................................... 1


1.2 OBJETIVOS...................................................................................................................................... 2
1.3 ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO ............................................................................................................. 2
1.3.1 Introdução .............................................................................................................................. 2
1.3.2 Enquadramento Teórico ......................................................................................................... 2
1.3.3 Caracterização do Projeto ...................................................................................................... 3
1.3.4 Análise das Cargas .................................................................................................................. 3
1.3.5 Pré-Dimensionamento ............................................................................................................ 3
1.3.6 Dimensionamento Estrutural .................................................................................................. 3
1.3.7 Conclusão................................................................................................................................ 4
1.3.8 Referências Bibliográficas ....................................................................................................... 4
1.3.9 Peças Desenhadas .................................................................................................................. 4
1.3.10 Anexos ................................................................................................................................ 4
1.4 ENQUADRAMENTO REGULAMENTAR .................................................................................................... 4

2 ENQUADRAMENTO TEÓRICO......................................................................................................... 5

2.1 CONCEITOS FUNDAMENTAIS DE ENGENHARIA ESTRUTURAL ...................................................................... 5


2.1.1 Forças Internas e Externas ...................................................................................................... 5
2.1.2 Elementos Estruturais ............................................................................................................. 6
2.1.3 Comportamento dos Materiais............................................................................................... 7
2.1.4 Análise do Comportamento Estrutural ................................................................................... 8
2.1.5 Critérios de Segurança e Estabilidade..................................................................................... 8
2.2 TIPOLOGIAS DE EDIFÍCIOS E SUAS CARACTERÍSTICAS ................................................................................ 9
2.2.1 Edifícios Residenciais .............................................................................................................. 9
2.2.2 Edifícios Comerciais ................................................................................................................ 9
2.2.3 Edifícios Industriais ............................................................................................................... 10
2.2.4 Edifícios Mistos ..................................................................................................................... 10
2.2.5 Edifícios com Caves ............................................................................................................... 11
2.2.6 Edifícios Altos ........................................................................................................................ 11
2.3 NORMATIVAS E REGULAMENTAÇÃO (EUROCÓDIGOS E NORMAS NACIONAIS) ............................................ 12
2.3.1 Eurocódigos .......................................................................................................................... 12
2.3.2 Anexos Nacionais e Adaptação Local ................................................................................... 13
2.3.3 Importância da Conformidade Normativa............................................................................ 14
2.4 AVANÇOS TECNOLÓGICOS NA MODELAÇÃO E DIMENSIONAMENTO ESTRUTURAL ........................................ 14
2.4.1 Modelação Estrutural em 3D ................................................................................................ 14

XIII
2.4.2 Análise Estrutural Avançada ................................................................................................. 15
2.4.3 Automação no Cálculo e Dimensionamento......................................................................... 16

3 CARACTERIZAÇÃO DO PROJETO .................................................................................................. 17

3.1 DESCRIÇÃO GERAL DO EDIFÍCIO ........................................................................................................ 17


3.1.1 Características Estruturais .................................................................................................... 18
3.1.2 Arquitetura do Edifício .......................................................................................................... 19
3.1.3 Solução de parede ................................................................................................................ 26
3.2 CRITÉRIOS DE PROJETO ................................................................................................................... 27
3.2.1 Tempo de vida útil do projeto ............................................................................................... 27
3.2.2 Classes de Ductilidade .......................................................................................................... 28
3.3 MATERIAIS ESTRUTURAIS................................................................................................................. 29
3.3.1 Classes de Exposição ............................................................................................................. 30
3.3.2 Betão .................................................................................................................................... 31
3.3.3 Aço ........................................................................................................................................ 33

4 ANÁLISE DAS CARGAS.................................................................................................................. 35

4.1 AÇÕES ......................................................................................................................................... 35


4.1.1 Carga Permanente ................................................................................................................ 35
4.1.2 Sobrecargas .......................................................................................................................... 35
4.1.3 Ação do vento ....................................................................................................................... 36
4.1.4 Ação Térmica ........................................................................................................................ 37
4.1.5 Ação Sísmica ......................................................................................................................... 37
4.2 COMBINAÇÕES DE AÇÕES ................................................................................................................ 42
4.2.1 Estados Limites Últimos ........................................................................................................ 42
4.2.2 Estados Limites de Serviço .................................................................................................... 44
4.2.3 Coeficientes Parciais Relativos às Ações e às Combinações de Ações .................................. 45

5 PRÉ-DIMENSIONAMENTO............................................................................................................ 47

5.1 ESCOLHA DO MODELO A ANALISAR .................................................................................................... 47


5.2 LAJES ........................................................................................................................................... 47
5.3 VIGAS .......................................................................................................................................... 51
5.4 PILARES........................................................................................................................................ 52

6 DIMENSIONAMENTO ESTRUTURAL ............................................................................................. 55

6.1 DIMENSIONAMENTO DE LAJES E ESCADAS ........................................................................................... 55


6.2 DIMENSIONAMENTO DE VIGAS ......................................................................................................... 60
6.3 DIMENSIONAMENTO DE PILARES ....................................................................................................... 63
6.4 DIMENSIONAMENTO DE PAREDES DE CONTENÇÃO E NÚCLEO ................................................................. 66

XIV
6.5 DIMENSIONAMENTO DE FUNDAÇÕES ................................................................................................. 71

7 CONCLUSÕES ............................................................................................................................... 73

7.1 SÍNTESE DOS RESULTADOS ............................................................................................................... 73


7.2 CONTRIBUIÇÕES PARA A ENGENHARIA CIVIL ........................................................................................ 74
7.3 LIMITAÇÕES E TRABALHOS FUTUROS .................................................................................................. 74

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ............................................................................................................ 75

ANEXOS ............................................................................................................................................... 76

XV
XVI
Figuras
Figura 2-1 - Exemplo de elementos estruturais (Vigas, Pilares, Lajes e Fundações) .................... 7
Figura 3-1 - Localização geográfica do edifício............................................................................ 17
Figura 3-2 - Piso tipo da cave do edifício .................................................................................... 19
Figura 3-3 - Piso térreo do edifício .............................................................................................. 20
Figura 3-4 - Andar tipo dos pisos elevados ................................................................................. 21
Figura 3-5 - Último piso do edifício ............................................................................................. 22
Figura 3-6 - Vista em planta da cobertura................................................................................... 23
Figura 3-7 – Corte A-B do edifício ............................................................................................... 24
Figura 3-8 - Corte C-D do edifício ................................................................................................ 24
Figura 3-9 - Alçado principal Esquerdo ....................................................................................... 25
Figura 3-10 - Alçado principal Direito.......................................................................................... 25
Figura 3-11 – Parede Exterior da Cave ........................................................................................ 26
Figura 3-12 - Parede Exterior do Edifício .................................................................................... 26
Figura 4-1 - Zonamento sísmico: a) tipo 1; b) tipo 2. .................................................................. 40
Figura 5-1 - Vista em planta da laje fungiforme aligeirada com a distribuição dos blocos. ....... 48
Figura 5-2 - Deformação na laje maciça. ..................................................................................... 48
Figura 5-3 - Deformação na laje aligeirada. ................................................................................ 49
Figura 5-4 - Deformação da laje em Combinação Quase Permanente ....................................... 51
Figura 5-5 - Numeração das barras. ............................................................................................ 52
Figura 6-1 - Deformada do edifício em ELS. ................................................................................ 56
Figura 6-2 - Cargas aplicadas da parede de contenção (ftool) .................................................... 69
Figura 6-3 - Momentos resultantes na parede de contenção (ftool).......................................... 70

XVII
XVIII
Tabelas
Tabela 3-1 - Categorias e valor indicado do tempo de vida útil para estruturas. ....................... 27
Tabela 3-2 - Características a utilizar consoante o cimento e a exposição. ................................ 32
Tabela 3-3 - Características do Betão C25/30. ............................................................................ 33
Tabela 3-4 - Características do aço A500 NR SD ......................................................................... 33
Tabela 4-1 - Utilizações previstas para o edifício. ....................................................................... 36
Tabela 4-2 - Valor das sobrecargas a aplicar. .............................................................................. 36
Tabela 4-3 - Valor do coeficiente de 0 para sistemas regulares em altura .............................. 38
Tabela 4-4 - Zonamento sísmico aplicado no projeto. ................................................................ 40
Tabela 4-5 - Classes de importância. ........................................................................................... 41
Tabela 4-6 - Valores de aceleração sísmica................................................................................. 42
Tabela 5-1 - Dimensões dos Pilares............................................................................................. 53

XIX
XX
1 Introdução
1.1 Enquadramento

O projeto em causa foca-se num cenário urbano que à semelhança do que


acontece em todo o mundo, com o aumento da população, surge um novo desafio ao
nível da construção de edificios e do aproveitamento do espaço. O edificio residencial
em análise contém pisos elevados e caves, o que exige a análise das diferentes
cargas e forças a que a estrutura estará sujeita. Nestas forças, estão incluidas não só
as forças permanentes e variáveis do uso diário, como também as forças naturais, tais
como sismos e vento.

Além disso, o dimensionamento de edíficios em Portugal deve estar em


conformidade com as normas regulamentares nacionais e europeias, neste caso os
Eurocódigos, que servem para estabelecer os critérios de segurança e desempenho
para as estruturas de betão armado. No presente trabalho, foram seguidas as
diretrizes estabelecidas na norma NP EN 1990 (EC0), que define as bases gerais para
o projeto estrutural, nomeadamente a Cláusula 2.1 sobre os princípios gerais de
segurança e funcionalidade, na norma NP EN 1991-1-1 (EC1), que especifica as
ações em estruturas, , com destaque para a Cláusula 3.1, que trata das ações
permanentes e variáveis aplicáveis a edifícios, na norma NP EN 1992-1-1 (EC2),
referente ao dimensionamento de estruturas de betão, especialmente as Cláusulas 5.2
e 6.1, que abordam os critérios de dimensionamento de vigas e pilares, e na norma
NP EN 1998-1 (EC8), aplicável à resistência sísmica, com ênfase na Cláusula 4.3, que
define as ações sísmicas a considerar no projeto. Estas normas asseguram a
segurança, funcionalidade e durabilidade da estrutura projetada."

De salientar que o edifício irá situar-se em Portugal, na localidade de Algueirão –


Mem Martins.

1
1.2 Objetivos

O objetivo deste projeto consiste na elaboração de uma estrutura para um


edifício residencial de 4 andares elevados e 2 caves, situado em Algueirão – Mem
Martins, tendo em conta os conhecimentos adquiridos no curso de Mestrado de
Engenharia Civil.

Para essa finalidade, será necessário completar os seguintes passos:

• Definir uma solução estrutural segundo o projeto de arquitetura;


• Pré-dimensionar os elementos estruturais presentes;
• Modelar e analisar a estrutura no programa de cálculo automático Robot;
• Verificação dos elementos estruturais nos estados limite últimos e estados
limite de serviço;
• Execução de peças desenhadas com os devidos pormenores.

1.3 Organização do trabalho

Este trabalho final de mestrado (TFM) será estruturado em diversos capítulos,


cada um abordando uma parte essencial do estudo. Desta forma, a organização terá a
seguinte ordem:

1.3.1 Introdução

Neste capítulo inicial, será apresentado o contexto do projeto, os seus objetivos


assim como uma visão geral sobre a estrutura que será analisada. Por fim, será dada
uma explicação sobre a organização do conteúdo.

1.3.2 Enquadramento Teórico

Este ponto focar-se-á nos conceitos principais de engenharia, necessários para


o desenvolvimento do projeto, incluindo as tipologias de edifícios, as normas e

2
regulamentos aplicáveis, e ainda uma introdução aos softwares utilizados no processo
de dimensionamento e cálculo do projeto.

1.3.3 Caracterização do Projeto

Será descrito em detalhe o edifício em estudo, os critérios de projeto adotados


e os materiais escolhidos para a sua construção, fundamentando todas as decisões
com base nas necessidades e particularidades do projeto.

1.3.4 Análise das Cargas

Neste capítulo, irão ser indicadas todas as ações que influenciam o edifício tais
como cargas permanentes, sobrecargas, ações térmicas, sismícas e de vento.
Também serão apresentadas as combinações de ações aplicadas na modelação
estrutural.

1.3.5 Pré-Dimensionamento

Quanto a este ponto, será demonstrado o processo de pré-dimensionamento


de todos os elementos estruturais, detalhando os respetivos cálculos utilizados e
justificações necessárias para definir as secções e características preliminares da
estrutura.

1.3.6 Dimensionamento Estrutural

Este ponto conterá a verificação das condições de segurança de todos os


elementos estruturais utilizados, apresentando o dimensionamento final, de acordo
com as normas e regulamentações em vigor.

3
1.3.7 Conclusão

No capítulo final, será apresentado um resumo das principais conclusões


retiradas do desenvolvimento do projeto, bem como reflexões sobre o processo e
possíveis melhorias ou recomendações para trabalhos futuros.

1.3.8 Referências Bibliográficas

De salientar que todas as fontes consultadas, tais como artigos, normas e


outras referências relevantes utilizadas ao longo do trabalho, serão enumeradas de
forma detalhada neste capítulo.

1.3.9 Peças Desenhadas

Esta secção conterá os desenhos estruturais dos elementos calculados, assim


como as plantas, cortes e alçados do edifício, com base no projeto arquitetónico.

1.3.10 Anexos

Por fim, nos anexos serão incluídos documentos complementares, como


cálculos, tabelas, e desenhos técnicos detalhados suportam a análise do projeto.

1.4 Enquadramento Regulamentar

A regulamentação utilizada para a execução deste projeto será a seguinte:

• Eurocódigo 0– Bases para projeto de estruturas (NP EN 1990, 2009)


• Eurocódigo 1 – Ações em Estruturas (NP EN 1991-1-1, 2009);
• Eurocódigo 2 – Projeto de Estruturas de Betão (NP EN 1992-1-1, 2010);
• Eurocódigo 8 – Projeto de Estruturas para resistência aos Sismos (NP EN
1998-1, 2010).

4
2 ENQUADRAMENTO TEÓRICO

Este capítulo servirá de base teórica que, por sua vez, sustentará o
desenvolvimento do projeto estrutural. Serão explicados os principais conceitos de
engenharia estrutural, as diferentes tipologias de edifícios e respetivas características,
as normas e regulamentações aplicáveis ao dimensionamento estrutural e os avanços
tecnológicos que influenciam a modelação e análise de estruturas.

2.1 Conceitos Fundamentais de Engenharia Estrutural

A engenharia de estruturas é um ramo essencial da engenharia civil, focando-se


na análise, dimensionamento e construção de estruturas que devem resistir a
diferentes tipos de ações, mantendo a segurança, funcionalidade e durabilidade
durante o seu ciclo de vida. No contexto de edifícios, os conceitos fundamentais
focam-se na compreensão do comportamento dos materiais, na análise das forças
internas e externas e na interação entre os diversos elementos estruturais. Este
capítulo tem como objetivo descrever os princípios básicos que orientam o
dimensionamento de estruturas, proporcionando uma base teórica para o projeto em
causa.

2.1.1 Forças Internas e Externas

As estruturas são projetadas para resistir a uma variedade de forças internas e


externas que afetam o seu desempenho. As forças externas incluem cargas
permanentes (peso próprio da estrutura e acabamentos), cargas variáveis (cargas
móveis, como pessoas e mobiliário), e ações climáticas e naturais, tais como vento,
neve e sismos. Estas forças atuam sobre os elementos estruturais, que por sua vez,
as redistribuem ao longo da estrutura até às fundações, onde acabam por ser
dissipadas no solo.

As forças internas surgem como resposta às cargas externas e podem ser


definidas como:

5
• Força axial: ocorre ao longo do eixo do elemento estrutural, podendo ser de
compressão (esmagamento) ou tração (alongamento).

• Momento fletor: gerado pela tendência de flexão do elemento estrutural sob


uma carga transversal.

• Esforço transverso: força interna que atua perpendicularmente ao eixo do


elemento, provocando um deslizamento entre as secções transversais.

Desta forma, é crucial uma correta distribuição e dimensionamento dos elementos


estruturais como forma de resistir a essas forças, garantindo que a estrutura se
mantenha estável e segura ao longo do tempo.

2.1.2 Elementos Estruturais

Os principais componentes de uma estrutura podem ser definidos como, pilares,


vigas, lajes e fundações. Cada um desempenha um papel fundamental no
comportamento global da edificação:

• Pilares: elementos verticais que suportam as cargas axiais principais,


transmitindo-as para as fundações. Também são os elementos mais
importantes na resistência sísmica

• Vigas: componentes horizontais que transferem cargas das lajes para os


pilares, resistindo principalmente a momentos fletores e esforço transverso.

• Lajes: superfícies horizontais que suportam as cargas distribuídas, como


cargas permanentes e cargas variáveis, transferindo-as para as vigas.

• Fundações: elementos que ancoram a estrutura ao solo, distribuindo as cargas


da estrutura de forma segura evitando assentamentos ou falhas no solo.

6
Figura 2-1 - Exemplo de elementos estruturais (Vigas, Pilares, Lajes e Fundações)

2.1.3 Comportamento dos Materiais

Outro conceito fundamental na engenharia estrutural prende-se com o conceito do


comportamento dos materiais, uma vez que os materiais utilizados na construção de
edifícios como betão, aço, madeira ou alvenaria, devem ser escolhidos com base nas
suas propriedades mecânicas, como a resistência à compressão, tração, flexão e
corte.

No caso do betão armado, por exemplo, este oferece excelente resistência à


compressão mas má resistência à tração. Logo, para culmatar esta falhar, o aço, que
é um material resistente à tração, deve ser utilizado nas armaduras do betão. A

7
combinação destes materiais permite o dimensionamento de estruturas mais robustas
e duráveis, otimizando o comportamento estrutural sob diferentes tipos de esforços.

2.1.4 Análise do Comportamento Estrutural

Ao processo de determinar o comportamento de uma estrutura mediante a ação


de cargas externas, dá-se o nome de análise estrutural. Este processo pode ser
realizado através de métodos analíticos (cálculos manuais) ou numéricos, com recurso
a programas informáticos, como o Robot Structural Analysis. A análise permite prever
a distribuição de forças internas nos elementos estruturais, os deslocamentos das
estruturas e a sua capacidade de resistência a colapsos ou deformações excessivas.

Os principais tipos principais de análise estrutural são:

• Análise elástica linear: onde se assume que a estrutura tem um


comportamento linear, ou seja, as deformações que ocorrem são proporcionais
às cargas aplicadas, sendo que os materiais seguem a lei de Hooke.

• Análise plástica: considera que, após certo limite, o material entra num estado
de deformação permanente (plástico), o que permite uma redistribuição de
esforços.

2.1.5 Critérios de Segurança e Estabilidade

A segurança de uma estrutura depende da sua capacidade de resistir às forças


internas sem atingir o estado limite último (colapso) ou o estado limite de utilização
(por ex: deformações excessivas). Para tal, o dimensionamento deve ser realizado
com base em critérios de segurança estabelecidos por normativas, como os
Eurocódigos, que especificam coeficientes de segurança e verificações de resistência
e estabilidade.

A estabilidade global do edifício, especialmente em edifícios altos ou com caves,


envolve a análise de mecanismos como o efeito de pórticos rígidos e a interação solo-
estrutura. Deve-se garantir que o edifício resista ao comportamento dinâmico mediante
o efeito de sismos e vento.

8
2.2 Tipologias de Edifícios e Suas Características

Os edifícios podem ser classificados de diversas formas, com base na sua


função, no sistema construtivo, na altura ou no tipo de ocupação. Estas tipologias têm
influência direta no processo de projeto estrutural, uma vez que cada tipo de edifício
apresenta características e exigências próprias que, por sua vez, afetam o
comportamento estrutural, as soluções de dimensionamento e a escolha dos
materiais. Neste capítulo serão abordadas as principais tipologias de edifícios e as
suas características estruturais mais relevantes.

2.2.1 Edifícios Residenciais

Esta tipologia de edifícios são projetados principalmente para um fim


habitacional e incluem tipologias como moradias unifamiliares, edifícios multifamiliares
(apartamentos) e condomínios. A principal característica estrutural destes edifícios é a
distribuição relativamente uniforme das cargas ao longo das áreas habitacionais. Por
norma, as cargas variáveis são menores comparativamente com edifícios comerciais
ou industriais, sendo que as cargas permanentes (peso próprio e restantes cargas
permanentes) são as mais significativas.

Nos edifícios residenciais de múltiplos andares, como o edifício em estudo, é


necessário garantir uma adequada transmissão de cargas entre pisos e uma análise
rigorosa das lajes, vigas e pilares. Além disso, é importante considerar os espaços
comuns, como escadas e elevadores, que podem necessitar de soluções específicas
no dimensionamento estrutural, devido a uma maior concentração de cargas e à
necessidade de garantir a segurança em caso de ser necessário efetuar uma
evacuação.

2.2.2 Edifícios Comerciais

No que toca aos edifícios comerciais, estes destinam-se a atividades de


caractér económico, tais como escritórios, lojas, centros comerciais e hotéis. Nestes
edifícios, as cargas variáveis podem ser significativamente mais elevadas,

9
principalmente em áreas de grande circulação de pessoas ou em espaços de
armazenamento de mercadorias. Desta forma, é imperativo que o dimensionamento
estrutural considere não só as cargas associadas à sua utilização, bem como à
flexibilidade de adaptação do espaço a diferentes configurações de layout.

Para além disso, em edifícios de grande altura, o que acaba por ser comum no
setor comercial, a análise das forças laterais provocadas por efeitos de vento e sismos
torna-se crítica, sendo muitas vezes necessário o uso de núcleos rígidos (core) ou
pórticos estruturais para garantir a estabilidade global da estrutura.

2.2.3 Edifícios Industriais

No caso dos edifícios industriais, como fábricas, armazéns e unidades de


produção, estes apresentam características estruturais muito distintas devido ao tipo
de carga que suportam. Por norma, estas cargas são muito concentradas, devido ao
uso de maquinaria pesada ou à presença de grandes vãos, necessitando de soluções
estruturais reforçadas e, por vezes, do uso de materiais como o aço em vez de betão
armado.

Outro fator importante prende-se na flexibilidade estrutural já que muitas vezes


os edifícios necessitam de ser modificados para dar resposta à procura de novas
industrias. Desta forma, o uso de estruturas modulares ou sistemas pré-fabricados
acaba por tornar-se na opção mais comum neste tipo de construção.

2.2.4 Edifícios Mistos

Tal como o nome indica, esta tipologia de edifícios combina um misto de


diferentes funções, como habitação, comércio e serviços, num único edifício. Os
edifícios mistos são cada vez mais comuns nas áreas urbanas, onde é uma prioridade
a otimização do uso do solo. No entanto, esta tipologia de edifícios apresenta desafios
adicionais, como a necessidade de integrar diferentes sistemas estruturais para
suportar áreas com diferentes cargas. Por exemplo, e o que acaba por ser mais
comum, é que um edifício tenha áreas comerciais nos primeiros pisos, onde as cargas
variáveis são mais elevadas, e pisos residenciais nos andares superiores, onde as
cargas são mais distribuídas.
10
Neste caso, o importante passa por garantir a compatibilidade entre os
diferentes sistemas construtivos e funcionais, considerando a segurança global do
edifício todo, tanto em termos estruturais como de evacuação e proteção contra
incêndios.

2.2.5 Edifícios com Caves

Nesta tipologia, edifícios com caves, é na categoria onde se encaixa o projeto


em causa e é também onde se apresentam desafios estruturais adicionais. A
construção de caves exige uma análise detalhada da interação solo-estrutura, uma
vez que as paredes da cave estão sujeitas a pressões laterais do solo e, em alguns
casos, à pressão hidrostática, caso o nível freático esteja próximo da superfície. Neste
caso, o nível freático não está presente e, por isso, não é contabilizado nos cálculos.

Além disso, o uso das caves, como para garagens ou áreas técnicas, pode
implicar a necessidade de resistência a cargas concentradas, como veículos, exigindo
uma estrutura robusta e bem dimensionada. Outro aspeto crítico em edifícios com
caves, prende-se com o fator impermeabilização, que deve ser assegurada para evitar
problemas de infiltração de água que podem comprometer a durabilidade e
estabilidade do edifício.

2.2.6 Edifícios Altos

Por último, os edifícios altos (arranha-céus ou torres) são uma categoria


específica de edifícios que enfrentam desafios particulares no seu dimensionamento
estrutural. Nesta tipologia de edifícios, as cargas de vento e sismos têm um papel
crucial, sendo muitas vezes mais impactantes do que as cargas verticais. Para resistir
a estas forças laterais, são utilizadas estratégias como pórticos rígidos, núcleos
estruturais (core), contraventamentos e sistemas de amortecimento.

Outro fator relevante a considerar nos edifícios altos é o efeito de encurvadura


em pilares longos e a necessidade de controlar os deslocamentos laterais, garantindo
que o edifício permaneça dentro de limites aceitáveis de deformação para o conforto e
segurança dos seus ocupantes.

11
2.3 Normativas e Regulamentação (Eurocódigos e Normas
Nacionais)

O dimensionamento estrutural de edifícios encontra-se regulamentado


rigorosamente por um conjunto de normas e códigos que visam garantir a segurança,
funcionalidade e durabilidade das estruturas. Estas normativas definem os critérios de
projeto e os métodos de verificação que devem ser seguidos como forma de assegurar
que as construções resistam às cargas e ações a que estarão sujeitas ao longo da sua
vida útil. Em Portugal, à semelhança de países da união europeia, o cumprimento das
normas europeias conhecidas como Eurocódigos é obrigatório para o projeto
estrutural, complementado por regulamentos nacionais específicos. Este capítulo
assenta nas principais normas e regulamentações aplicáveis ao projeto de estruturas.

2.3.1 Eurocódigos

Os Eurocódigos, tal como o nome indica, são um conjunto de normas e


directrizes europeias harmonizadas e implementadas em todos os estados-membros e
que fornecem princípios e regras gerais para o projeto de estruturas de diferentes
materiais e para diferentes tipos de ações. Os Eurocódigos, oferecem uma abordagem
unificada ao dimensionamento estrutural, com a flexibilidade de poderem ser
adaptados às condições nacionais mediante a utilização de Anexos Nacionais. Os
Eurocódigos cobrem uma vasta gama de tópicos, desde a resistência dos materiais
até à análise de sismos e vento.

Dentro das normas presentes no Eurocódigo, salientam-se abaixo as mais


relevantes para o presente projeto em causa:

• Eurocódigo 0: Base de Dimensionamento Estrutural (NP EN 1990: 2009)


Define os princípios gerais e requisitos fundamentais para o dimensionamento
e verificação da segurança estrutural. O Eurocódigo 0 estabelece a
metodologia para combinar ações permanentes e variáveis, utilizando
coeficientes de segurança apropriados.

• Eurocódigo 1: Ações em Estruturas (NP EN 1991: 2009)


Fornece as diretrizes para a definição das cargas que atuam sobre uma
estrutura, incluindo cargas permanentes, cargas variáveis, cargas de vento, de

12
neve e ações sísmicas. Para o projeto de edifícios residenciais com múltiplos
pisos, como o presente estudo, este código define as cargas mínimas a serem
consideradas em função do uso da estrutura.

• Eurocódigo 2: Projeto de Estruturas de Betão (NP EN 1992: 2010)


Especifica os requisitos para o projeto de estruturas de betão armado e pré-
esforçado. O Eurocódigo 2 define os critérios de cálculo da resistência dos
elementos estruturais em betão (pilares, vigas, lajes, fundações) e os métodos
para garantir a sua durabilidade ao longo do tempo, considerando fatores como
a exposição ambiental e a vida útil da estrutura.

• Eurocódigo 8: Projeto de Estruturas Sismo-Resistentes (NP EN 1998: 2010)


É particularmente importante em zonas de elevada atividade sísmica, como
algumas regiões de Portugal. Este código estabelece os critérios de
dimensionamento para garantir que as estruturas resistam adequadamente a
eventos sísmicos, minimizando o risco de colapso e protegendo a vida
humana. Para edifícios como o do presente projeto, o Eurocódigo 8 define as
verificações de segurança para sismos, tanto para as cargas verticais como
para as forças horizontais.

2.3.2 Anexos Nacionais e Adaptação Local

Embora os Eurocódigos sejam aplicáveis a todos os estados-membros da


União Europeia, cada país tem a liberdade de adaptar certos parâmetros aos seus
próprios contextos através de Anexos Nacionais. No caso de Portugal, os Anexos
Nacionais ajustam parâmetros como fatores de segurança, coeficientes de ação e
métodos de cálculo específicos, de forma a refletir as condições ambientais, climáticas
e sísmicas do país. Por exemplo, de acordo com a Cláusula [Link](2) do Anexo
Nacional do NP EN 1998-1 (2010), a ação sísmica é caracterizada com diferentes
coeficientes, dependendo da localização geográfica e da tipologia do terreno. Em
Portugal, esta adaptação é particularmente relevante para as regiões de alta atividade
sísmica, onde o valor da aceleração sísmica de base é ajustado para garantir uma
resposta eficiente da estrutura em caso de sismo."

13
2.3.3 Importância da Conformidade Normativa

O cumprimento das normas e regulamentações é essencial para garantir a


segurança estrutural e a durabilidade de um edifício. A não aplicabilidade dos critérios
estabelecidos nas normas pode resultar em estruturas mal dimensionadas, que por
sua vez, podem apresentar falhas durante a sua vida útil, colocando em risco a
integridade física dos seus ocupantes assim como elevar os custos de manutenção ou
reparação da estrutura. Por esta razão, o projeto estrutural deve ser desenvolvido com
rigor, utilizando as metodologias prescritas pelos Eurocódigos e complementado pelos
regulamentos nacionais aplicáveis, garantindo que o edifício atenda a todos os
requisitos de segurança e desempenho.

2.4 Avanços Tecnológicos na Modelação e Dimensionamento


Estrutural

Os avanços tecnológicos desempenham um papel crucial na evolução da


engenharia estrutural, transformando a forma como os projetos são modelados,
analisados e dimensionados. As constantes inovações no campo da computação,
software de simulação e métodos de análise têm permitido aos engenheiros civis criar
projetos cada vez mais precisos, eficientes e seguros. Este capítulo explora os
principais avanços tecnológicos que têm impactado a modelação e o
dimensionamento estrutural, destacando ferramentas e métodos modernos utilizados
em projetos de edifícios.

2.4.1 Modelação Estrutural em 3D

A modelação tridimensional (3D) tornou-se uma prática padrão na engenharia


estrutural moderna, devido à sua capacidade de representação digital das estruturas
de forma precisa e detalhada. Com softwares como o Robot Structural Analysis, os
engenheiros conseguem modelar todos os elementos estruturais do edifício, desde as
fundações até à cobertura, em três dimensões. Abordagem essa que por sua vez,
oferece diversas vantagens:

14
• Visualização detalhada: A modelação 3D permite uma visualização mais nítida
da interação entre os elementos estruturais, facilitando a identificação de
possíveis conflitos e a otimização do layout estrutural.

• Simulação de cargas: Permite a aplicabilidade de diferentes tipos de


carregamentos (permanentes, variáveis, vento, sismos) diretamente no
modelo, o que melhora a precisão das análises de esforço e deformação.

• Integração com arquitetura: A modelação 3D facilita a colaboração entre os


diferentes intervenientes no projeto, como os arquitetos e os engenheiros de
sistemas mecânicos, elétricos e hidráulicos.

Essa tecnologia permite uma análise estrutural mais eficiente que proporciona
resultados detalhados e que serve como base para fundamentar uma decisão mais
informada para o dimensionamento.

2.4.2 Análise Estrutural Avançada

No ramo da análise estrutural avançada, com os avanços nos algoritmos e


métodos de cálculo, a análise estrutural também passou por significativas melhorias.
Através dos softwares modernos de análise estrutural, como o Robot Structural
Analysis e o ETABS, é possível realizar nos dias de hoje análises complexas com
grande precisão, incluindo:

• Análise não-linear: Este tipo de análise considera o comportamento não-linear


dos materiais e das estruturas, o que é fundamental em situações como sismos
ou cargas de grande intensidade. Fundamenta a previsão de como a estrutura
se irá comportar quando exposta para além do seu limite elástico, fornecendo
uma análise mais precisa da capacidade de carga, bem como das possíveis
falhas.

• Análise de dinâmica estrutural: A capacidade de simular o comportamento


dinâmico das estruturas, especialmente para edifícios em zonas sísmicas, é
uma análise que permite avaliar o comportamento da estrutura sob ações
como sismos e cargas de vento, garantindo o dimensionamento adequado para
resistir a esses fenómenos.

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• Métodos de Elementos Finitos (FEM): A utilização do método de elementos
finitos, permite subdividir a estrutura em pequenas partes (elementos) para
uma análise detalhada, fomentando uma visão mais precisa dos esforços
internos e das tensões que atuam sobre a estrutura e permitindo otimizações
no dimensionamento.

Em suma, esses métodos avançados de análise melhoram significativamente a


capacidade de previsão do comportamento real da estrutura, resultando em projetos
mais seguros e eficientes.

2.4.3 Automação no Cálculo e Dimensionamento

A automação no cálculo estrutural através da utilização de ferramentas


especializadas oferece uma maior simplificação dos processos outrora complexos e
manuais. Programas como o Ftool, facilitam a análise de sistemas bidimensionais,
permitindo calcular rapidamente esforços em vigas, pilares e lajes. Ao combinar essas
ferramentas com softwares mais robustos de análise tridimensional, é possível
automatizar grande parte do dimensionamento estrutural, melhorando a eficiência e
reduzindo o tempo necessário para a conclusão do projeto.

Outro ponto benéfico prende-se com o facto de muitos softwares modernos já


incorporam códigos de dimensionamento (como os Eurocódigos), permitindo que o
dimensionamento dos elementos estruturais seja automaticamente verificados com
base nas normativas aplicáveis.

16
3 Caracterização do Projeto

Este capítulo pretende demonstrar detalhadamente as características do projeto


em estudo, fornecendo uma visão clara sobre o edifício, as suas funcionalidades, e as
principais condicionantes de projeto. A caracterização de um projeto estrutural é
fundamental para definir os requisitos técnicos que irão servir de orientação para as
etapas de modelação e dimensionamento, garantindo a fiabilidade do projeto final em
matéria de segurança, funcionalidade e viabilidade construtiva.

3.1 Descrição Geral do Edifício

Tal como mencionado anteriormente, o edifício em questão estará situado na


zona de Algueirão – Mem Martins (Figura 3-1), é composto por sete pisos, incluindo
dois andares de cave e cinco andares acima do solo. Este projeto visa responder às
necessidades habitacionais da região, proporcionando conforto e segurança aos
futuros moradores.

Figura 3-1 - Localização geográfica do edifício

17
3.1.1 Características Estruturais

A estrutura do edifício será composta predominantemente por betão armado e as


características estruturais incluem:

• Caves: Os dois níveis de cave destinam-se ao estacionamento e a áreas


técnicas, sendo projetados para o suporte de cargas de veículos.

• Pisos superiores: Os cinco andares acima do solo são dedicados a unidades


habitacionais, com uma diversidade de tipologias que podem incluir
apartamentos de um, dois e três quartos. Cada piso é projetado para otimizar a
utilização do espaço, oferecendo áreas comuns e privadas confortáveis e
funcionais. Por esse motivo, é importante compatibilizar a componente
estrutural com a solução arquitetônica.

18
3.1.2 Arquitetura do Edifício

O edifício planeado é destinado à habitação e comercio (no piso 0) e contém


uma cave com dois pisos no subsolo e 5 pisos acima do nível térreo.

A área de implantação do edifico é de aproximadamente 316 m2.

O piso 0 é distinto do piso 5 e, por sua vez, ambos distintos dos pisos 2, 3 e 4.

O pé direito da cave do piso -2 é 2.85 m, o piso -1 é 2.55 m, o piso 0 é 3.45 m,


e os restantes pisos são 2.60 m.

Na figura 3-2, é possível observar o piso tipo da cave. Este foi o piso utilizado
para um dos 2 modelos utilizados para o pré-dimensionamento.

Figura 3-2 - Piso tipo da cave do edifício

19
O piso térreo encontra-se na Figura 3-3 e é um piso distinto dos restantes,
tendo o pé direito superior aos outros e parte da laje contém áreas ajardinadas.

Figura 3-3 - Piso térreo do edifício

20
O piso seguinte é o andar que mais se repete no edifício, sendo por isso o
utilizado para pré-dimensionamento (Figura 3-4).

Figura 3-4 - Andar tipo dos pisos elevados

21
A próxima figura (Figura 3-5) expõe o último andar do edifício, que contém
diferenças do piso tipo.

Figura 3-5 - Último piso do edifício

22
A Figura 3-6 apresenta a cobertura do edifício.

Figura 3-6 - Vista em planta da cobertura

23
Em termos de cortes arquitetónicos, as Figuras 3-7 e 3-8 apresentam o projeto
concebido arquitetonicamente.

Figura 3-7 – Corte A-B do edifício

Figura 3-8 - Corte C-D do edifício

24
As Figuras 3-9 e 3-10 apresentam os alçados exteriores visíveis do edifício.

Figura 3-9 - Alçado principal Esquerdo

Figura 3-10 - Alçado principal Direito

25
3.1.3 Solução de parede

Para alinhar a estrutura com a arquitetura, foram propostas duas


soluções para as paredes, que foram cuidadosamente desenvolvidas para se
adequar às suas dimensões em projeto, que podem ser observadas abaixo:

Figura 3-11 – Parede Exterior da Cave

Figura 3-12 - Parede Exterior do Edifício

Esta análise possibilitou um adequado enquadramento dos pilares e vigas,


garantindo espaço suficiente para a integração de todos os elementos térmicos e
acústicos exigidos pela legislação atual.

26
3.2 Critérios de Projeto

Os critérios de projeto são fundamentais para assegurar que o edifício repeita os


requisitos de segurança, funcionalidade, sustentabilidade, e que esteja em
conformidade com as normativas vigentes. Esta seção descreve os principais critérios
que servem de guia para o desenvolvimento do projeto estrutural do edifício
residencial em Algueirão – Mem Martins.

3.2.1 Tempo de vida útil do projeto

Pode-se definir o tempo de vida útil de um projeto, como o período durante o


qual a estrutura é concebida para manter-se em condições de segurança e
funcionalidade, sem incorrer em custos de manutenção imprevistos.

Esta classificação é baseada na cláusula CL.2.3 do EC0, que especifica o


tempo de vida útil em função do tipo de estrutura a ser construída. Para este projeto, o
edifício está classificado na categoria 4, o que implica um tempo de vida útil estimado
de 50 anos (segundo a Tabela 3-1).

Tabela 3-1 - Categorias e valor indicado do tempo de vida útil para estruturas.

Valor indicado
Categoria do tempo
do tempo de
de vida útil de Exemplos
vida útil de
projeto
projeto (anos)
1 10 Estruturas provisórias
Componentes estruturais substituíveis, por
2 10 a 25
exemplo vigas-carril, apoios
3 15 a 30 Estruturas agrícolas e semelhantes
Estruturas de edifícios e outras estruturas
4 50
correntes
Estruturas de edifícios monumentais,
5 100 pontes e outras estruturas de engenharia
civil

27
3.2.2 Classes de Ductilidade

A ductilidade define-se como a propriedade de um material que lhe permite


deformar-se sob a ação de uma força sem chegar à ruptura. Essa capacidade
proporciona às estruturas uma maior tolerância a forças em comparação com
materiais que não são dúcteis. O Eurocódigo 8 (EC8) estabelece três classes de
ductilidade:

[Link] DCL – Classe de Ductilidade Baixa

De acordo com a Cl.5.3.1 do EC8, esta classe é recomendada apenas em


casos de baixa sismicidade (NP EN 1998-1, 2009). Neste contexto, o Eurocódigo 2
(EC2) é o apropriado para o projeto, pois as forças sísmicas não têm um impacto
significativo no dimensionamento. Assim, a resposta estrutural é maioritariamente
considerada em regime elástico, com uma baixa capacidade de deformação antes de
atingir a ruptura.

[Link] DCM – Classe de Ductilidade Média

A classe de ductilidade média, descrita na Cl.5.4 do EC8, apresenta requisitos


específicos para os materiais (como a classe mínima de betão e a classe do aço),
além de restrições geométricas e de esforços de cálculo. Estruturas nesta classe
adotam uma resposta não elástica em relação a sismos, evitando assim rupturas
frágeis.

[Link] DCH – Classe de Ductilidade Alta

Por sua vez, a terceira classe de ductilidade é caracterizada por altos níveis de
plasticidade, decorrentes de regras de dimensionamento rigorosas, taxas de armadura
e disposições construtivas mais complexas comparativamente à classe anterior. Tanto
a DCM quanto a DCH são adequadas para zonas de sismicidade média e alta,

28
apresentando um coeficiente de comportamento superior a 1,5. Esse coeficiente é
utilizado para reduzir as forças na análise linear, permitindo que a estrutura resista à
resposta não linear. Para garantir a resistência dessas estruturas, todos os pontos
vulneráveis são analisados, prevenindo rupturas frágeis, como aquelas provocadas
por esforços transversos.

[Link] Classe de Ductilidade escolhida

Neste projeto, irá ser utilizada a Classe de Ductilidade Média. Esta escolha
fundamenta-se pela dimensão da obra e da sua localização, permitindo construir um
edifício mais económico, uma vez que os requisitos dos materiais são menos
exigentes em comparação à classe mais resistente.

3.3 Materiais Estruturais

Como forma de garantir a resistência do edifício, os materiais utilizados serão


compostos por betão armado. De acordo com a Cl.[Link] do Eurocódigo 8 (EC8),
para estruturas da Classe de Ductilidade Média (DCM), é essencial cumprir os
seguintes requisitos mínimos, assegurando as características necessárias de
resistência estrutural e ductilidade:

1. Classe de Betão: Nos elementos sísmicos primários, o betão utilizado não


deve ser inferior à classe C 16/20.

2. Armadura: Com exceção dos estribos fechados e ganchos, nas zonas críticas
dos elementos sísmicos primários, é permitido o uso apenas de varões
nervurados na armadura.

3. Classe do Aço: Nas zonas críticas dos elementos sísmicos primários, a


armadura deve ser feita de aço das classes B ou C, conforme a norma EN
1992-1-1:2004 (ver Quadro C.1).

Esses requisitos garantem que os materiais estruturais utilizados sejam


adequados para suportar as exigências sísmicas, proporcionando a segurança e
estabilidade do edifício.

29
3.3.1 Classes de Exposição

Pode-se definir classes de exposição como as condições ambientais às quais


os materiais estruturais estarão expostos durante a sua vida útil. A correta
classificação das classes de exposição é fundamental para assegurar a durabilidade e
a resistência do betão armado ao longo do tempo. Segundo a norma NP EN 206-1, as
classes de exposição são definidas tendo em conta diferentes fatores, como a
presença de água, agentes agressivos e as condições climáticas. De seguida é
possível verificar as principais classes de exposição:

[Link] Classe X0 – Ausência de Agressão

Esta classe é utilizada em ambientes que não apresentam agentes agressivos,


como em estruturas internas que não estão expostas à água ou produtos químicos. O
betão utilizado deve ter resistência adequada, no entanto as exigências de
durabilidade são mínimas.

[Link] Classe XC – Agressão por Carbonatação

Nesta classe, o betão está exposto à carbonatação que consiste num processo que
pode reduzir a proteção do aço de armadura. Desta forma, é crucial utilizar betão com
uma resistência à carbonatação para aumento da sua resistência e durabilidade.

[Link] Classe XD – Agressão por Cloretos

Quando o betão encontra-se exposto a ambientes com cloretos, como


acontece em estruturas próximas ao mar ou expostas a descongelantes, requer
cuidados especiais, tais como a utilização de aditivos ou por selecionar betões com
menor permeabilidade como forma de prevenção da corrosão do aço.

30
[Link] Classe XF – Agressão por Ciclos de Congelamento e Descongelamento

Essa classe é aplicável a estruturas que podem ser afetadas por ciclos de
congelamento e descongelamento, onde a resistência à fissuração do betão é
essencial. Desta forma, devem ser utilizados betões com propriedades específicas
para suportar essas condições.

[Link] Classe XA – Agressão Química

Quando o betão é exposto a substâncias químicas agressivas, como ácidos ou


bases, a Classe XA deve ser considerada pois para garantir a durabilidade da
estrutura devem ser utilizados materiais com resistência química.

[Link] Seleção de Materiais em Função das Classes de Exposição

A seleção do tipo de betão, a adição de aditivos e a escolha da armadura


devem considerar a classe de exposição à qual a estrutura estará sujeita. No projeto
em causa, concluí-se que os elementos interiores e exteriores da estrutura, que não
têm contacto direto com o terreno e que apresentam baixa humidade, pertencem à
classe de exposição XC1. Não obstante, os elementos que estão em contacto direto
com o terreno, tais como as fundações e os muros de contenção da cave, fazem parte
da classe XC2.

3.3.2 Betão

Depois de atribuída a classe de exposição ambiental, foi necessário consultar a


tabela do Quadro 6 do LNEC E464 (Tabela 2), para determinar a classe mínima do
betão a ser utilizado. Este quadro é fundamental, pois estabelece as diretrizes para
garantir a proteção das armaduras tendo em conta a composição do betão, bem como
a integridade estrutural da construção, e tendo em vista as condições ambientais a
que a estrutura estará sujeita.

31
Na tabela abaixo, é possível verificar os limites da composição da classe de
resistência do betão sob ação do dióxido de carbono, para uma vida útil de 50 anos:

Tabela 3-2 - Características a utilizar consoante o cimento e a exposição.

Tipo de cimento CEM I (Referência); CEM II/A (1) CEM II/B (1); CEM III/A (2); CEM IV (2); CEM V/A (2)

Classe de exposição XC1 XC2 XC3 XC4 XC1 XC2 XC3 XC4
Mínimo
recobrimento 25 35 35 40 25 35 35 40
nominal (mm)
Máxima razão
0,65 0,65 0,60 0,60 0,65 0,65 0,55 0,55
água/cimento
Mínima dosagem de
240 240 280 280 260 260 300 300
cimento, C (kg/m3)
C25/30 C25/30 C30/37 C30/37
Mínima classe de C25/30 C25/30 C30/37 C30/37
LC25/2 LC25/2 LC30/3 LC30/3
resistência LC25/28 LC25/28 LC30/33 LC30/33
8 8 3 3
(1) Não aplicável aos cimentos II/A-T e II/A-W e aos cimentos II/B-T e II/B-W, respetivamente.
(2) Não aplicável aos cimentos com percentagem inferior a 50% de clínquer Portland, em massa.

Tendo em conta os conceitos explicados anteriormente, para a classe de


exposição XC1, que se caracteriza por uma baixa humidade e menor risco de
carbonatação, a classe mínima de betão é de C25/30. Também para a classe de
exposição XC2, mesmo existindo um maior potencial de carbonatação e risco de
corrosão das armaduras, a classe mínima de betão continua a ser de C25/30. Esta
classe é suficiente para assegurar a durabilidade da estrutura ao longo de uma vida
útil de 50 anos, considerando a ação moderada do dióxido de carbono.

Desta forma, a composição do betão deve incluir aditivos que possam melhorar
a sua resistência à carbonatação, tais como inibidores de corrosão ou agentes que
reduzem a permeabilidade, contribuindo assim para a proteção das armaduras.

Após análise, foi inicialmente decidido utilizar betão de resistência C25/30 para
o pré-dimensionamento da estrutura. Não obstante, esta escolha poderá ser revista
caso se verifique uma resposta estrutural inadequada em relação às exigências do
edifício. A tabela seguinte, apresenta as principais características do betão escolhido
(C25/30):

32
Tabela 3-3 - Características do Betão C25/30.

Betão C25/30
Valor da tensão de rotura à compressão (t = 28
25 [MPa]
dias)
Valor de cálculo da tensão de rotura à compressão 16,7 [MPa]
Valor médio da tensão de rotura à tração simples 2,6 [MPa]
Coeficiente de amortecimento relativo 5%
Valor do módulo de elasticidade 31 [GPa]
Peso volúmico do betão 24 [kN/m3]
Coeficiente de Poisson 0,2

3.3.3 Aço

O aço utilizado no projeto desempenhará um papel crucial na garantia de


ductilidade nas zonas críticas da estrutura, permitindo que ocorra uma deformação
plástica sob a ação de cargas variáveis de média a alta intensidade, ao invés de uma
falha súbita. Para alcançar esse comportamento, optou-se preliminarmente pela
Classe C de aço, sendo escolhido o tipo A500 NR SD. As características específicas
deste aço estão detalhadas na Tabela 3-4.

Tabela 3-4 - Características do aço A500 NR SD

Aço A500 NR SD

Valor caraterístico da tensão de cedência do aço 500 [MPa]


Valor de cálculo da tensão de cedência do aço 435 [MPa]
Valor do módulo de elasticidade do aço 200 [GPa]
Peso volúmico do aço 77 [kN/m3]
Valor de cálculo da extensão de cedência 0,00218

33
34
4 Análise das Cargas

A análise das cargas que atuam sobre a estrutura consiste num dos aspetos
fundamentais do dimensionamento de um edifício. As cargas podem ser permanentes
ou variáveis e devem ser devidamente combinadas e ponderadas de acordo com as
normas de projeto, nomeadamente os Eurocódigos, garantindo que a estrutura resiste
às solicitações previstas ao longo da sua vida útil. Neste capítulo serão descritos os
principais tipos de ações consideradas no projeto, incluindo as cargas permanentes,
sobrecargas, ações térmicas e sísmicas, e as combinações de ações para os estados
limites últimos e de utilização.

4.1 Ações

4.1.1 Carga Permanente

Estas cargas, tal como o nome indica, são aquelas que permanecem
constantes ao longo do tempo incluindo o próprio peso dos elementos estruturais,
como pilares, vigas, lajes e fundações, assim como elementos não estruturais, como
paredes, revestimentos, coberturas, e os acabamentos interiores e exteriores. Estas
cargas devem ser calculadas de forma rigorosa, visto que são cruciais para o
comportamento estático e dinâmico da estrutura.

4.1.2 Sobrecargas

Por sua vez, as sobrecargas são cargas de caráter variável e que dependem
da utilização do edifício. Incluem, por exemplo, o peso das pessoas, móveis,
equipamentos, e outras cargas móveis que variam ao longo da vida útil do edifício.
Estas ações são definidas de acordo com a função do edifício (residencial, comercial,
industrial, etc.) e são regulamentadas pelo EC1. Este regulamento, transparece as
utilizações específicas que regem os valores a utilizar. Na tabela 4-1, presente na
Cl.6.3, é possível verificar os casos que se adequam à estrutura em análise:

35
Tabela 4-1 - Utilizações previstas para o edifício.

Categoria Utilização específica Exemplos


Salas em edifícios de habitação; quartos e
Atividades domésticas e
A enfermarias de hospitais; quartos de
residenciais
hotéis, cozinhas e lavabos.
Locais de circulação e de
estacionamento para veículos
Garagens; zonas de estacionamento;
F ligeiros (≤ 30 kN de peso bruto
zonas de estacionamento em altura
e ≤ 8 lugares, não incluindo o
do condutor)
Coberturas não acessíveis,
exceto para operações de
H ---
manutenção e reparação
correntes

Tendo em conta a informação presente no Quadro 6.2 do Anexo Nacional para


a categoria A e o Quadro 6.8, na Nota 1, do EC1 (NP EN 1991-1-1:2009) para o valor
das sobrecargas e no Quadro A1.1 do anexo A1 do EC0 (NP EN 1990:2009) para os
coeficientes de combinação, concluí-se que os valores de sobrecarga a utilizar e os
valores de combinação, estão presentes na seguinte tabela 4-2.

Tabela 4-2 - Valor das sobrecargas a aplicar.

Categoria das
Categoria
zonas carregadas [kN/m2]
Piso Tipo
A 2,0 0,7 0,5 0,3
Elevado
Piso Tipo
F 2,5 0,7 0,7 0,6
Garagem

Os coeficientes de redução ψ são aplicados às sobrecargas e às ações


variáveis tendo em conta que estas cargas podem não atuar com a sua intensidade
máxima durante toda a vida útil da estrutura. Estes coeficientes permitem uma
redução ponderada das sobrecargas no cálculo das combinações de ações,
especialmente nos Estados Limites de Utilização.

4.1.3 Ação do vento

Este fator, ação do vento, é relevante no dimensionamento de edifícios,


especialmente em estruturas de maior altura ou com grandes superfícies expostas. O

36
vento condiciona as superfícies externas do edifício, gera pressão, mediante a criação
de forças horizontais e verticais que podem afetar tanto a estabilidade global da
estrutura quanto o dimensionamento dos seus elementos individuais, como lajes,
vigas, pilares e fundações.

É de salientar que, apesar de ser relevante, este fator não será considerado
neste estudo tendo em conta que a ação sísmica é a condicionante mais relevante
para esta estrutura. O motivo deve-se ao peso da estrutura de betão não ser tão
influênciada pelo vento como seria uma estrutura metálica, mais leve.

4.1.4 Ação Térmica

As ações térmicas decorrem da variação da temperatura a que a estrutura


estará sujeita ao longo do tempo. Essas variações podem provocar deformações
térmicas no betão e no aço, levando a tensões internas se as deformações forem
impedidas. Este fator deve ter-se em conta no que diz repeito à dilatação e à retração
dos materiais em função das condições climáticas e às características dos materiais,
para evitar fissuras ou danos estruturais.

No entanto, à semelhança da ação do vento, a ação térmica também não será


considerada já que a ação sísmica é a condição mais impactante para a estrutura. Isto
deve-se ao fator da retração do betão num edificio desta dimensão não ser
significativo para o cálculo.

4.1.5 Ação Sísmica

As ações sísmicas respeitam aos efeitos que os sismos podem causar na


estrutura, especialmente em regiões com elevada atividade sísmica. Estas ações são
de natureza dinâmica e, por isso, exigem uma análise cuidadosa da resposta da
estrutura em termos de rigidez, ductilidade e capacidade de dissipação de energia.

De modo a lidar com as ações sísmicas horizontais, é necessário calcular o


coeficiente de comportamento. A fórmula é a seguinte:

= ≥ 1.5 (1)

37
Em que:

valor básico do coeficiente de comportamento;

coeficiente que reflete o modo de rotura predominante nos sistemas estruturais


de parede (neste caso é 1).

Segundo a Cl.[Link] do EC8, temos a seguinte tabela:

Tabela 4-3 - Valor do coeficiente de para sistemas regulares em altura

DCM
Tipo Estrutural

Sistema porticado, sistema misto,


sistema de paredes acopladas 3,0*αu/α1

sistema de paredes não acopladas 3,0

sistema torsionalmente flexível 2,0

sistema de pêndulo invertido 1,5

Como o edifico em estudo não é regular em altura, então terá que haver uma
redução do coeficiente em 20%.

Para a determinação do αu/α1, na alínea (5)a, pode-se utilizar valores


aproximados do fator de majoração que, neste caso, será 1,3.

Considerando todos estes dados, obteve-se o valor de = 3 ∗ 1.3 ∗ 0.8 = 3.12.


Como fator de segurança, será arredondado o coeficiente de comportamento para 3.

[Link] Tipos de Terreno

Os diferentes tipos de solo influenciam significativamente a resposta sísmica de


uma estrutura. De acordo com o Eurocódigo 8 (NP EN 1998-1:2010), os solos são
classificados em categorias de A a E, com base nas suas propriedades geotécnicas. A
interação entre a fundação e o terreno é importante para definir a resposta sísmica
adequada da estrutura.

38
No projeto em causa, tendo em conta a sua localização, foi considerado um
solo rochoso, dado este facultado pelo Engº. Luís Evangelista. Desta forma, adotou-se
o solo de tipo A, com uma resistência de 450 kPa.

[Link] Zonas Sísmicas

As zonas sísmicas são determinadas com base no nível de atividade sísmica


de uma região. O Eurocódigo 8 fornece mapas de zonamento sísmico que indicam a
aceleração sísmica esperada em diferentes áreas.

Tendo em conta que Portugal encontra-se numa região onde a atividade


sísmica é influenciada por várias origens, isto levou à definição de dois tipos de ações
sísmicas: Tipo 1 e Tipo 2.

No caso da ação sísmica de Tipo 1, o epicentro está mais afastado de


Portugal, o que normalmente se traduz em sismos de maior magnitude, mas que
ocorrem a grandes distâncias. Já no Tipo 2, o epicentro encontra-se mais próximo ou
dentro do território nacional, gerando sismos de menor magnitude, mas com distâncias
focais curtas. De salientar que estas diferenças têm impactos distintos nas estruturas
e, por isso, é essencial avaliar cuidadosamente qual dos tipos de ação sísmica afeta
mais a estrutura em análise.

O zonamento sísmico aplicado em Portugal Continental está definido de acordo


com a informação do Anexo NA. I (NP EN 1998-1:2010). Na Figura 4-1, é possível
observar os valores de aceleração máxima de referência para os dois tipos de ação
sísmica.

39
Figura 4-1 - Zonamento sísmico: a) tipo 1; b) tipo 2.

Considerando o zonamento sísmico em Portugal Continental, especificamente


na região de Algueirão – Mem Martins, apresenta-se na tabela abaixo (Tabela 4-4), a
zona sísmica e os valores de referência considerados de aceleração máxima.

Tabela 4-4 - Zonamento sísmico aplicado no projeto.

Aceleração
Ação Zona
Região Máxima (
Sísmica Sísmica
[m/s2])

Algueirão Tipo 1 1,3 1,5


- Mem
Martins Tipo 2 2,3 1,7

[Link] Classes de importância

As classes de importância para sismos são uma classificação que define o


nível de rigor necessário no projeto de uma estrutura, tendo em conta a sua utilização
e a sua importância social, econômica ou de segurança. Esta classificação ajuda a
determinar as medidas de segurança sísmica adequadas. Segundo o Eurocódigo 8
(NP EN 1998-1:2010), na Cl.4.2.5(1)P, as classes de importância são divididas em
quatro categorias, como se pode ver na Tabela 4-5.

40
Tabela 4-5 - Classes de importância.

Classe de
Edifícios
Importância

Edifícios de importância menor para a segurança pública, como por


I
exemplo edifícios agrícolas, etc.

II Edifícios correntes, não pertencentes às outras categorias.

Edifícios cuja resistência sísmica é importante tendo em vista as


III consequências associadas ao colapso, como por exemplo escolas, salas
de reunião, instituições culturais, etc.

Edifícios cuja integridade em caso de sismo é de importância vital para a


IV proteção civil, como por exemplo hospitais, quartéis de bombeiros,
centrais elétricas, etc.

O projeto em causa, enquadra-se na Classe de Importância II, cujo coeficiente


de importância é 1, tanto para a ação sísmica Tipo 1 como para a Tipo 2. Esse valor
será considerado no dimensionamento da estrutura.

[Link] Aceleração à superfície

Após identificação do coeficiente de importância e do valor de referência da


aceleração máxima, poderá ser calculado o valor da aceleração à superfície para os
dois tipos de ação sísmica através da expressão (1).

= ∗ (1)

Onde:

– Valor de cálculo da aceleração à superfície [m/s2];

– Coeficiente de importância;

– Valor de referência da aceleração máxima [m/s2].

41
Na Tabela 4-6, estão descritos os valores encontrados para a aceleração à
superfície.

Tabela 4-6 - Valores de aceleração sísmica.

Zona
Região Ação Sísmica [m/s2] [m/s2]
Sísmica
Algueirão - Tipo 1 1,3 1,5 1,00 1,5
Mem
Tipo 2 2,3 1,7 1,00 1,7
Martins

[Link] Espectros de Resposta

O espectro de resposta é uma ferramenta usada para descrever a resposta


máxima de uma estrutura a um sismo, tendo em conta a sua frequência natural. De
acordo com o Eurocódigo 8, este espectro deve ser utilizado para definir as forças
sísmicas que atuarão na estrutura, com base na sua rigidez e nas características do
terreno. O Robot Structural Analysis já possui funcionalidades que permitem a
aplicação das normas do EC8, incorporando todas as características essenciais para a
correta definição da ação sísmica com pouca discretização humana.

4.2 Combinações de Ações

As diferentes ações que atuam sobre a estrutura raramente ocorrem


isoladamente. O dimensionamento deve prever combinações de ações, que incluem
cargas permanentes, sobrecargas e ações variáveis (como sismos), de forma a
garantir que a estrutura se mantenha segura e funcional em todas as situações
possíveis.

4.2.1 Estados Limites Últimos

Os Estados Limites Últimos (ELU) referem-se às condições que, se forem


excedidas, podem causar o colapso total ou parcial da estrutura. As combinações de
ações para este estado têm em consideração os fatores de segurança aplicados às

42
cargas e materiais, conforme descrito no Eurocódigo 0 (NP EN 1990: 2009), de forma
a garantir a resistência necessária.

A combinação fundamental inclui as ações permanentes, como o peso próprio


da estrutura, paredes e outras cargas que não variem e perssupõe também as ações
varáveis que inclui as sobrecargas como o peso de móveis pessoas e equipamentos,
bem como as ações climáticas.

Combinação Fundamental para situações de projeto persistentes ou


transitórias (Cl.[Link](3) do EC0);

= , × , "+" , × , "+" , × , × , ≥ 1; ≥1
j 1 i 1

(2)

As combinações para os estados limites STR e GEO são analisadas em


conjunto, sendo que a mais crítica entre as duas será sempre a que determina o
dimensionamento final. No caso do Estado Limite STR, é fundamental garantir que os
elementos estruturais em contacto com o solo, como as fundações, suportem as
cargas aplicadas sem risco de colapso. Já o Estado Limite GEO foca-se nas
interações entre a estrutura e o terreno, assegurando que o solo tem capacidade de
resistir às cargas transmitidas, evitando problemas como deslizamentos ou
assentamentos excessivos.

Combinação Fundamental para o estado limite STR e GEO (Cl.[Link](3) do


EC0);

⎧ , × , "+" , × , "+" , × , × , ⎫
⎪ ⎪
= ≥1; ≥1
j 1 i 1
⎨ × × "+" × "+" × × ⎬
⎪ , , , , , , , ⎪
⎩j 1 i 1 ⎭

(3)

A última combinação que irá ser necessária neste projeto é a combinação para
situações de projeto sísmicas.

43
Combinação sísmica (Cl.[Link](2) do EC0).

= , "+" "+" , × , ≥1; ≥1


j 1 i 1

(4)

4.2.2 Estados Limites de Serviço

Os Estados Limites de Serviço (ELS), referem-se a condições que, se


ultrapassadas, podem comprometer o conforto dos utilizadores ou a durabilidade da
estrutura, tais como deformações excessivas ou fissuração. As combinações de ações
neste estado pressupõem assegurar o desempenho funcional da estrutura ao longo do
tempo, sem causar danos estéticos ou estruturais.

A combinação característica é utilizada para a análise inicial da estrutura e é


baseada nos valores de referência das ações, que são obtidos a partir de medições ou
especificações normativas. As ações permanentes são consideradas nas
combinações máximas e as sobrecargas nos seus valores máximos de serviço, sem
considerar a ocorrência simultânea.

Combinação Característica (Cl.6.5.3(a) do EC0):

= , "+" , "+" , × , ≥1; ≥1


j 1 i 1

(5)

A combinação frequente é utilizada para situações que são esperadas ocorrer


com mais regularidade. Nela, considera-se as ações permanentes com valores
máximos e as sobrecargas com uma fração do seu valor, considerando as
simultâneadades.

44
Combinação frequente (Cl.6.5.3(b) do EC0).

= , "+" "+" , , "+" , × , ≥ 1; ≥1


j 1 i 1

(6)

Essa combinação é mais realista para avaliar o desempenho diário da estrutura


e é especialmente importante para a verificação da deformaçao e da funcionalidade.

A combinação quase-permanente é utilizada para ações que têm uma


presença contínua ou quase contínua ao longo do tempo, mas que não estão sujeitas
a variações frequentes. São também consideradas as ações permanentes nos seus
valores máximos e as sobrecargas numa fração mais reduzida.

Combinação quase-permanente (Cl.6.5.3(c) do EC0).

= , "+" , × , ≥ 1; ≥1
j 1 i 1

(7)

Esta combinação é a mais relevante para avaliar os efeitos da deformação ao


longo do tempo.

4.2.3 Coeficientes Parciais Relativos às Ações e às Combinações de Ações

Os coeficientes parciais são fatores de segurança aplicados tanto às ações


como às resistências dos materiais. Estes coeficientes são estabelecidos no
Eurocódigo 0 e têm como objetivo assegurar que a estrutura é projetada com uma
margem de segurança suficiente para resistir a cargas variáveis. Para as ações
permanentes e variáveis, utilizam-se diferentes coeficientes, como 1.35 para cargas
permanentes e 1.5 para sobrecargas no caso de serem desfavoráveis, e 1.0 para
cargas permanentes e 0.0 para sobrecargas no caso de serem favoráveis, nas
combinações de ELU.

45
Para as combinações de ELS, utilizam-se coeficientes de redução aplicados às
sobrecargas e ações variáveis, para representar de forma mais realista a incidência
dessas cargas na estrutura, reduzindo a simultaneidade. Este conceito foi previamente
abordado no ponto 4.1.2.

46
5 Pré-Dimensionamento

Tendo em conta que o capítulo anterior apresentou as fundações essenciais


para a concepção do projeto, este capítulo tem como objetivo realizar o pré-
dimensionamento dos elementos estruturais. Através da análise das plantas e dos
alçados, será possível determinar a localização ideal dos diferentes elementos,
estabelecendo assim as bases para a definição das suas secções. Este processo é
fundamental para permitir a posterior modelação no software Robot Structural
Analysis, garantindo que a estrutura seja dimensionada de forma eficiente e em
conformidade com os requisitos técnicos e regulamentares.

5.1 Escolha do Modelo a analisar

Neste projeto, foram desenvolvidos dois modelos distintos, um para o piso


elevado e outro para um dos níveis da cave, sendo crucial determinar qual deles
apresenta as condições mais restritivas. Para tal, foram definidas as forças aplicadas
em cada modelo, considerando que estas variam entre si, e aplicaram-se materiais
equivalentes em ambos os casos. Posteriormente, foi avaliada a deformação linear
máxima obtida. No Estado Limite de Serviço, com uma espessura de laje maciça de
25 centímetros, verificou-se uma deformação de 4 milímetros em ambos os modelos.
No entanto, considerando que, do ponto de vista sísmico, a cave estará sujeita a
menores forças devido à maior resistência proporcionada pelas paredes de contenção,
optou-se por utilizar o modelo do piso elevado para o pré-dimensionamento da laje,
das vigas e dos pilares.

5.2 Lajes

Para este edifício, optou-se pela utilização de lajes fungiformes aligeiradas, com
o objetivo de reduzir a carga, diminuir os esforços de corte e corrigir a inércia nas
zonas da laje com apoio inadequado. Esta escolha visa também uma vantagem
económica, uma vez que a redução de carga permite diminuir o consumo de betão,
resultando igualmente numa redução das secções dos pilares e das fundações.

47
Para validar esta opção, foi decidido incorporar blocos "Ferca bloco FB65/20" na
composição da laje (ver Anexo 2), com a distribuição apresentada na Figura 5-1,
mantendo-se uma espessura de 0,25 metros na parte maciça. Após definir a
disposição dos blocos, foi calculado o volume de betão necessário, e verificou-se que
uma laje maciça de área equivalente necessitaria de uma espessura máxima de 18
centímetros (Anexo 3). No modelo estrutural, observou-se que a deformação da laje
maciça, com um valor de 6 milímetros (Figura 5-2), era superior à da laje aligeirada,
que apresentou uma deformação de 5 milímetros (Figura 5-3), confirmando assim a
escolha inicial da solução aligeirada.

Figura 5-1 - Vista em planta da laje fungiforme aligeirada com a distribuição dos blocos.

Figura 5-2 - Deformação na laje maciça.

48
Figura 5-3 - Deformação na laje aligeirada.

Consequentemente, foram analisados dois pavimentos do edifício, um na cave e


outro nos pisos acima do rés-do-chão. Verificou-se que a condição mais desfavorável
ocorria no piso superior tipo, especificamente no vão de maior dimensão.

= (8)

O maior vão da laje identificado é de aproximadamente 8,5 metros. Deste


modo, a espessura da laje é determinada da seguinte forma:

≌ 8,5 (9)

0,24 ≤ ≤ 0,28 (10)

Foi adotada uma espessura de 0,25 metros para a laje. Sendo fungiforme, essa
espessura é mantida apenas nas zonas de apoio, sendo aligeirada nas áreas
restantes.

As cargas aplicadas no modelo da laje são as seguintes:

• Peso próprio da laje, calculado automaticamente pelo software;

• Peso dos revestimentos, considerado como 1,5 kN/m²;

• Peso das paredes interiores, representado por uma carga uniformemente


distribuída de 1,2 kN/m²;

49
• Sobrecarga de uso no valor de 2,0 kN/m², de acordo com a Tabela 4-2,
considerando o uso para atividades domésticas e residenciais, conforme a
Tabela 4-1.

Após a construção do modelo de cálculo no programa, e considerando várias


combinações de ações, a flecha da laje mais condicionante apresentou uma
deformação elástica máxima de 5,0 milímetros. De seguida, verificou-se a deformada
a longo prazo da flecha com base na deformação elástica. De acordo com o
Cl.7.4.1(4) do EC2, a flecha a longo prazo é calculada pela seguinte fórmula:

= (11)

Pelo que se obteve:

= = 34,0
,
(12)

A flecha a longo prazo é agora relacionada com a flecha elástica obtida no


programa de cálculo através do coeficiente de fluência, dando se assim, o seguinte:

= . 1+ (13)

Em que:

– Flecha a longo prazo;

– Flecha elástica;

– Coeficiente de fluência, valor que será adotado 3,5 visto ser conservativo.

Chegando assim ao resultado:

= ,
= 7,5 (14)

A flecha elástica obtida no programa de cálculo foi de 5,0 milímetros de


deformação máxima (Figura 5-4) para a combinação de forças quase permanente para
a espessura de 0,25 metros de laje. Sendo que a flecha obtida no programa foi inferior
à flecha máxima calculada, a verificação está confirmada para 0,25 metros de
espessura.

50
Figura 5-4 - Deformação da laje em Combinação Quase Permanente

5.3 Vigas

O comportamento estrutural do sistema pilar/laje fungiforme em relação à ação


sísmica ainda não é completamente compreendido. Conforme mencionado no
Cl.5.1.1(2)P do Eurocódigo 8, os edifícios com lajes fungiformes utilizadas como
elementos sísmicos primários ainda não são totalmente abrangidos pelas regras
específicas do EC8. Para assegurar uma boa resistência sísmica, optou-se pela
inclusão de vigas de bordadura no edifício, assim como um núcleo em betão armado
para a caixa do elevador e das escadas, uma solução que já estava prevista na
proposta arquitetónica.

Para o pré-dimensionamento da altura das vigas, foi considerado o maior vão,


que é de 6,8 metros. A expressão utilizada para o pré-dimensionamento da altura das
vigas é a seguinte:

= (15)

Pelo que se obteve:

≅ 6.8 (16)

0,57 ≤ ≤ 0,68 (17)

Depois de observados os resultados, foi decidido uma altura de viga de 0,65


metros. A largura aplicada é de 0,25 metros para estar de acordo com a largura dos
pilares.

51
5.4 Pilares

Para o pré-dimensionamento dos pilares e nas paredes estruturais, foram


consideradas apenas as ações verticais. O programa de cálculo forneceu as reações
nas bases dos pilares determinado com a combinação de ações do Estado Limite
Último. A fórmula a utilizar é a seguinte;

.
=
, ,
(18)

Em que:

– Área da secção de um elemento de betão;

– Esforço axial para Estado de Limite Último;

– Valor de cálculo da tensão de rotura do betão à compressão.

Chegando assim ao resultado:

=
.
, , . . ∗
(19)

Na Figura 5-5 é possível identificar qual a numeração das barras para o devido
pré-dimensionamento de todos os pilares.

Figura 5-5 - Numeração das barras.

52
Na Tabela 5-1 é possível confirmar quais as dimensões dos pilares observados
no modelo gerado pelo programa de cálculo automático.

Tabela 5-1 - Dimensões dos Pilares.

Nº Pilar Força (kN) Força Área da Área da Comprimento Largura


considerando secção secção (m) (m)
nº pisos mínima máxima
(m2) (m2)
3 69,98 489,86 0,05 0,07 0,24 0,25
4 137,6 963,2 0,10 0,14 0,48 0,25
5 218,49 1529,43 0,15 0,23 0,76 0,25
7 81,46 570,22 0,06 0,09 0,28 0,25
8 227,25 1590,75 0,16 0,24 0,79 0,25
9 142,71 998,97 0,10 0,15 0,50 0,25
10 158,95 1112,65 0,11 0,17 0,56 0,25
11 125,39 877,73 0,09 0,13 0,44 0,25
12 287,37 2011,59 0,20 0,30 0,63 0,4
13 313,95 2197,65 0,22 0,33 0,69 0,4
14 129,2 904,4 0,09 0,14 0,45 0,25
15 158,73 1111,11 0,11 0,17 0,55 0,25
16 246 1445,22 0,14 0,22 0,72 0,25
17 168,75 1181,25 0,12 0,18 0,59 0,25
18 263,88 1847,16 0,18 0,28 0,92 0,25

53
54
6 Dimensionamento Estrutural

Este capítulo objetiva detalhar o processo de cálculo e verificação dos


principais elementos que compõem a estrutura do edifício. Tendo como base as
normas regulamentares e os critérios de segurança estabelecidos, irá ser abordado o
dimensionamento de lajes, escadas, pilares, vigas, paredes de contenção e
fundações.

A solução adotada para o dimensionamento difere da do pré-dimensionamento.


O motivo deve-se à resposta fragilizada que o modelo, quando completo, demonstrava
quando exposto a um sismo. A opção escolhida para lidar com esta dificuldade foi
mudar de laje fungiforme para um sistema porticado, onde todos os elementos
estruturais são primários, e assim contabilizados para a resistência da estrutura.

Nos subcapítulos dos pilares, vigas e do núcleo, foi utilizado o programa Robot
para o calculo das armaduras e as fórmulas apresentadas foram utilizadas apenas
para verificação dos dados recebidos do programa, garantindo a confirmação dos
cálculos. De notar que todos os controlos utilizados encontram-se mencionados nos
anexos, com excepção das armaduras das lajes e das paredes de contenção em que
os cálculos utilizados encontram-se explicados nos respetivos capítulos, sempre com
recurso às forças facultadas pelo modelo tridimensional, mas as armaduras não foram
facultadas pelo software de cálculo automático..

6.1 Dimensionamento de Lajes e Escadas

Uma vez que o pré-dimensionamento já não é valido, irá começar-se por


recalcular se as deformadas estão verificadas. Para saber o vão máximo, será
utilizada a seguinte expressão:

= (20)

Pelo que se obteve:

= = 32,4
.
(21)

55
A flecha a longo prazo é agora relacionada com a flecha elástica obtida no
programa de cálculo através do coeficiente de fluência, dando se assim, o seguinte:

= . 1+ (22)

Chegando assim ao resultado:

= = 7,2
.
,
(23)

A flecha elástica obtida no programa de cálculo foi de 7,0 mm de deformação


máxima (Figura 6-1) para a combinação de forças quase permanente para a
espessura de 0,16 metros de laje. Sendo que a flecha obtida no programa foi inferior à
flecha máxima calculada, então a verificação está confirmada..

Figura 6-1 - Deformada do edifício em ELS.

Para obter a taxa de armadura necessária nas lajes, tem de ser analisado o
esforço transverso e os momentos. Começando com o esforço transverso, utiliza-se as
seguintes expressões, presente no EC2 na Cl.6.2.2:

V , = , 100 + (24)

56
Com um mínimo de:

V , = + (25)

Em que:

em MPa;

=1+ ≤ 2,0 com d em mm;

= ≤ 0,02;

área da armadura de tração prolongada de um comprimento ≥ + para


além da secção considerada;

menor largura da secção transversal na área traccionada [mm]

= / < 0.2 [MPa]

esforço normal na secção devido às ações aplicadas ou ao pré-esforço [N]


( > 0 para a compressão). Em , a influência de deformações impostas poderá
ser ignorada;

área da secção transversal de betão [mm2]

, em [N]

, = 0.18/

coeficiente parcial critico, será utilizado 1,5 segundo o EC2;

= 0.15 ;

= 0.035 /
. /
.

Comecemos por calcular a armadura mínima com a seguinte expressão,


presente no EC2 na Cl.[Link]:

, = 0.26 ã 0.0013 (26)

Em que:

representa a largura média da zona traccionada

57
valor médio da tensão de rotura do betão à tração

altura útil da secção transversal

A armadura máxima dá-se pela expressão:

0.04 (27)

Para os momentos leva-se em consideração os momentos nas direções


principais combinado com os momentos torsores. Com isso em mente, chegou-se às
seguintes expressões:

, = , + ,

, = , ,

, = , + ,

, = , ,

(28)

Para o dimensionamento das áreas de armadura da laje usaram-se as seguintes


expressões:

= (29)

Em que:

percentagem mecânica do aço;

largura da seção transversal;

altura útil da seção transversal.

A percentagem mecânica de armadura é obtida através da expressão:

= 1+ (30)

Em que:

momento fletor reduzido

O momento fletor reduzido é obtido:

58
= (31)

Para as escadas, foi realizado um modelo simplicado 2D em Robot onde foram


retirados os dados para o seu cálculo à semelhança do exemplo seguinte referente às
lajes.

A demonstração do cálculo será feito no piso da cobertura, para as armaduras


inferiores na direção X.

Para o cálculo do esforço transverso, irá começar-se primeiro por calcular a


armadura mínima segundo a expressão (26):

= 0.26 ∗ 100 ∗ 16 3.1 ≥ 0.0013 ∗ 100 <=> = 1.74 ≥ 0.13


.
, ,

Com isto em mente, foi adotada a armadura de 10//20 que corresponde a uma
área de 3.93 / .

De seguida, para cálculo do esforço transverso resistente, será utilizado a


expressão (24) e (25), que totaliza:

= ≤ 0,02 <=> = ≤ 0,02 <=> = 0.00305 ≤ 0,02


. ∗

V , = 0.12 ∗ 2 ∗ 100 ∗ 0.00305 ∗ 25 + 0.15 ∗ 0.125 ∗ 1000 ∗ 129 = 63000 = 63

V , = 0.035 ∗ 2 /
∗ 25 /
+ 0.15 ∗ 0.125 1000 ∗ 129 = 66000N = 66kN

O valor da expressão (25), por ser superior, será utilizada.

O valor V = 27 foi retirado dos esforços no Robot.

Como V , > V , então verifica.

Para a verificação à flexão, serão utilizadas as expressões (28), (29), (30) e


(31).

Os valores de M , e M , , ou seja, do momento aplicado em direção x


somado ao momento torsor em módulo, foram retirados do Robot, totalizando 24.5 /
.

Segundo a expressão (31) pode-se calcular o Momento reduzido:

59
= =
.
∗ . ∗ .
0.1139

= 1+ =0.1269

= = 6.27
. ∗ ∗ . ∗ .

Dado isto, foi escolhido uma armadura de 10//20 com um reforço de 8//20 que
corresponde a uma área de 6.45 / .

6.2 Dimensionamento de Vigas

No dimensionamento, a armadura mínima é geralmente atendida pela


expressão (26) e a armadura máxima pela expressão (27). No entanto, o EC8 contém
a seguinte uma expressão que revela ser mais condicionante:

= 0.5 ∗ (32)

Em que:

O EC8 também delimita restrições geométricas às vigas. Na Cl.[Link].1,

≤ + ℎ ;2 (33)

Em que:

ℎ altura da viga

maior dimensão da secção transversal do pilar perpendicular ao eixo


longitudinal da viga.

menor largura da secção transversal na área traccionada [mm]

Neste caso, esta condição está cumprida devido a não haver vigas com bw
superior a 0.4m, e a condicionante ser a versão de 2 = 0.4 .

A armadura transversal de uma viga não pode ser inferior à taxa de armadura
que resiste ao esforço transverso, segundo a Cl.9.2.2 do EC2:

60
= (34)

Em que:

não deve ser inferior a , ;

área das armaduras de esforço transverso;

espaçamento de armaduras de esforço transverso;

largura da secção tracionada;

=
.
, (35)

Segundo a Cl.6.2.3 do EC2, pode-se calcular o valor do esforço transverso


resistente, com as seguintes expressões:

, = (36)

Em que:

valor de cálculo da tensão de cedência das armaduras de esforço transverso;

, = (37)

Em que:

é um coeficiente de redução de resistência do betão fendilhado por esforço

transverso, recomendado = 0.6 1 ;

coeficiente de estado de tensão do banzo comprimido, neste caso igual a 1;

ângulo que varia entre 21.8º e 45º, em que 30º é o valor mais comum a ser
utilizado porque equilibra a contribuição entre o betão e a armadura.

Outro parâmetro a avaliar é o espaçamento entre armaduras, segundo a


Cl.9.2.2(6) do EC2, a seguinte expressão:

, = 0.75 1+ (38)

Em que:

inclinação das armaduras.

61
Para exemplo de cálculo, irá ser utilizada a viga VB43, uma das mais
condicionantes no projeto.

Para a armadura minima, irá ser utilizado a expressão (32):

= 0.5 ∗ = 0.0026
.

A área de armadura foi fornecida pelo programa de cálculo. A área escolhida


com base nos dados do Robot foi 4⌀20 para a armadura superior e 4⌀25 para a
armadura inferior, chegando a uma área de 12,56 cm /m e 19,64 cm /m
respetivamente. Para verificar, será usado a seguinte expressão:

= = 0.0184
. .

Como ≥ , então verifica.

Para a verificação à flexão, serão utilizadas as expressões (29), (30) e (31).

O valor de M , ou seja, do momento na viga, foi retirado do Robot, totalizando


415 / .

Segundo a expressão (31) pode-se calcular o Momento reduzido:

= ∗ ∗ .
= 0.1486

= 1+ =0.1706

= = 10.95
. ∗ ∗ ∗ .

Dado isto, como a armadura escolhida é superior à armadura de cálculo, então


verifica.

Para a armadura transversal, será usada a expressão (34) e (35), admitindo


uma = 2.52 / , que corresponde a uma armadura de 8//20.

= = 0.0008
. √
,

= = 0.00504
.
∗ ∗

Como ≥ , , então verifica.

Em relação ao espaçamento maximo, pode ser calculado pela expressão (38):

62
, = 0.75 ∗ 67 1 + 45 = 100.5

O espaçamento da armadura transversal verifica.

O esforço transverso aplicado, segundo o Robot, é 200kN. O calculo do esforço


transverso resistente será efetuado segundo as expressões (36) e (37):

= ∗ 0.9 ∗ 70 ∗ 435 ∗ 30/1000 = 598


.
, .

= 0.6 1 = 0.54

= = 614
∗ ∗ . ∗ ∗ . ∗ .
,

Como , ≤ , , então verifica.

Como ≤ , , então também verifica.

6.3 Dimensionamento de Pilares

No dimensionamento de pilares, um aspecto fundamental para garantir a


segurança estrutural é a adoção do princípio pilar forte-viga fraca, um conceito central
do “capacity design”. O objetivo dessa abordagem é evitar colapsos catastróficos,
promovendo um comportamento previsível e seguro da estrutura durante eventos
extremos, como sismos. Ao condicionar a formação das rótulas plásticas nas vigas,
garante-se que, em caso de falha, serão as vigas a ceder primeiro. Isso é crucial, pois
se o colapso ocorresse nos pilares, poderia desencadear um colapso progressivo da
estrutura, comprometendo diversos andares e, consequentemente, a segurança dos
ocupantes.

Essa hierarquia de resistências assegura que os elementos dúcteis (como as


vigas) absorvam a maior parte da energia do sismo, enquanto os elementos fortes
(como os pilares) permanecem intactos, preservando a integridade global do edifício.
Caso os pilares falhem antes das vigas, o colapso da estrutura seria muito mais
severo e difícil de controlar. Por isso, é essencial garantir que os pilares sejam
dimensionados para resistir a forças maiores, mantendo a estabilidade da estrutura.

Segundo o EC8, a seguinte expressão deverá ser verificada:

63
∑ ≥ 1.3 ∑ (39)

Em que:

∑ soma dos valores de cálculo dos momentos resistentes dos pilares ligados ao
nó;

∑ soma dos valores de cálculo dos momentos resistentes das vigas ligadas ao nó.

Esta funcionalidade não foi calculada manualmente, mas sim pelo programa de
cálculo automático.

Para o dimensionamento de armaduras longitudinais, de acordo com a Cl.9.5.2,


chegou-se às seguintes expressões:

= 0,002
.
, (40)

Em que;

Valor de cálculo da tensão de cedência das armaduras;

Valor de cálculo do esforço normal de compressão:

Utilizando as diretrizes da Cl.9.5.3 do EC2, o diâmetro das armaduras ter que


respeitar esta fórmula:

⌀ ≥ {6 ; ⌀/4 } (41)

O espaçamento máximo entre armaduras define-se com a seguinte expressão:

, ≤ {20 ∗ ⌀ ã ; ã ; 400 }

(42)

Para verificação das armaduras dos pilares, é utilizada a expressão presente


na Cl.5.8.9(4) do EC2:

+ ≤ 1.0 (43)

Em que:

64
/ momento de cálculo em relação ao eixo considerado, incluindo um
momento de segunda ordem;

/ momento resistente na direção considerada;

expoente, calculado na relação entre / através de uma tabela,


no entanto é utilizado o valor 1,0 que é o mais condicionante;

braço de momentos entre armadura superior e inferior.

Para exemplo de cálculo, irá ser utilizar o pilar PB9, um dos pilares mais
condicionantes no projeto.

A área de armadura foi fornecida pelo programa de cálculo. A área escolhida


com base nos dados do Robot foi 2⌀20 para a armadura na direção H e foi de 8⌀20
para a armadura B, chegando a uma área de 6,28 cm /m e 25,12 cm /m
respetivamente. A força axial no pilar = 1620 . Para verificar, será usada a
seguinte expressão (40):

= ∗ 10 = 3.72 0,002 ∗ 25 ∗ 60 = 3
. ∗
,

A armadura escolhida verifica.

Para a análise da resistencia à flexão desviada, foi utilizada a expressão (43).

Os momentos atuantes retirados pelo programa de cálculo são = 60 e


= 120.

O cálculo que foi efetuado no excel usando a equação de equilíbrio das forças
(44) chegou aos seguintes valores:

= + + (44)

Ao chegar aos valores, multiplicando as forças pelos braços obteve-se o


= 623 e = 102.

Para calcular se o pilar resiste, foi utilizada a expressão (43):

+ ≤ 1.0 <=> 0.53 ≤ 1.0

Logo verifica.

Para a escolha da armadura transversal, foi utilizada a expressão (41):

65
⌀ ≥ {6 ;5 ;}

Como o varão a utilizar tem diâmetro 8mm, então verifica.

O espaçamento é verificado com uso da seguinte expressão (42):

, ≤ {400; 250; 400 }

Como o espaçamento utilizado é de 200mm, então verifica.

6.4 Dimensionamento de Paredes de Contenção e Núcleo

Dimensionamento das armaduras verticais, a armadura deve estar dentro dos


limites na Cl.9.6.2 do EC2:

0.002 ≤ , ≤ 0.04 (45)

A distância entre varões terá que estar compreendido entre os seguintes


valores:

= {3 ∗ ; 400 } (46)

Em que:

distância entre varões;

espessura da parede.

Para as armaduras horizontais, a secção das armaduras o valor minimo de


armadura pode ser calculado pela seguinte expressão:

, ≥ 0.25 , ; 0.01 (47)

Para os momentos leva-se em consideração os momentos nas direções


principais combinado com os momentos torsores. Com isso em mente, chegou-se às
seguintes expressões:

, = , + ,

, = , ,

66
, = , + ,

, = , ,

(28)

Para o dimensionamento das áreas de armadura da laje usaram-se as


seguintes expressões:

= (29)

Em que:

percentagem mecânica do aço;

largura da seção transversal;

altura útil da seção transversal.

A percentagem mecânica de armadura é obtida através da expressão:

= 1+ (30)

Em que:

momento fletor reduzido.

O momento fletor reduzido é obtido por:

= (31)

Para as armaduras das paredes, irá ser usado o núcleo como referência. Os
limites da armadura vertical dá-se pela seguinte expressão (45):

0.002 ∗ 20 ∗ 100 ≤ , ≤ 0.04 ∗ 20 ∗ 100 <=> 4 ≤ , ≤ 80

A distância de varões deverá em conformidade com a expressão abaixo (46):

= {600 ; 400 }

Armadura escolhida foi 16//15, o que corresponde a uma , = 13.4 /


com um espaçamento de 15 cm., o que verifica.

O minimo da armadura horizontal dá-se pela seguinte expressão (47):

67
, ≥ {3.35; 20}

Neste caso, a , ≥ 20 / . Por esse motivo, armadura escolhida foi


16//10, o que corresponde a uma , = 20.1 / com um espaçamento de 10 cm.,
o que verifica.

Para a verificação à flexão, serão utilizadas as expressões (28), (29), (30) e


(31), do mesmo método que as lajes. Como ≤ , então a armadura verifica.

Para verificação das paredes de contênção, será usado um modelo


simplificado realizado no programa Ftool. As cargas utilizadas foram as impulsões da
estrada, com o valor de 10kN/m, e do solo que foi admitido o valor de 26kN/m3. Neste
caso, o nível freático está abaixo do nível da cave do edificio, não sendo assim
impactante para os cálculos. As lajes na cave fazem travamento da parede e, por isso,
foi usado apoios fixos nesses níveis. O ângulo utilizado para os cálculos foi de 20º, um
valor conservativo.

Para o cálculo, foi usado a seguinte expressão:

1
=
1+

= 0.497

De seguida, prosseguimos para o cálculo da tensão do terreno e da tensão da


sobrecarga:

σ =γ ∗γ∗h∗ = 1 ∗ 26 ∗ 5.9 ∗ 0.497 = 76.23 /

σ =γ ∗q∗ = 1.3 ∗ 10 ∗ 0.497 = 6.46 /

68
A soma destas cargas pode ser observada na figura abaixo:

Figura 6-2 - Cargas aplicadas da parede de contenção (ftool)

69
Os momentos resultantes foram os seguintes:

Figura 6-3 - Momentos resultantes na parede de contenção (ftool)

Segundo os resultados obtidos, da mesma maneira que foi calculado o núcleo


do edificio, foram calculadas as paredes de contenção. A armadura proposta para a
direção X é de 16//7,5 e para a direção Y é de 16//10.

70
6.5 Dimensionamento de Fundações

No dimensionamento de fundações, na Cl.9.8.2 do EC2, obteve-se o diâmetro


minimo ∅ = 8 .

Para o dimensionamento da fundação da dimensão da fundação, utiliza-se a


seguinte expressão:

=á (48)

Em que:

tensão admissível do terreno, neste caso 450 MPa;

fator de majoração.

Para o cálculo das armaduras das sapatas isoladas, serão utilizadas as


seguintes fórmulas:

=
/
(49)

/ = (50)

Em que:

largura da sapata;

comprimento da sapata;

largura do pilar.

Como exemplo, será considerado a sapata SB7, uma das sapatas mais
condicionantes. Para o cálculo das dimensões da fundação usou-se a seguinte
expressão (48):

= . ∗ .
= 421

Como a tensão do terreno é 450 MPa, então verifica.

Para o cálculo da armadura, foram executados cálculos para as duas direções.

Para a direção x chegou-se ao seguinte:

71
= = 503.54
. .
∗ . .

= = 19.29 /
.
. ∗

Para a direção y chegou-se ao seguinte:

= = 413.16
. .
∗ . .

= = 37.99 /
.
. ∗

Para a direção x e y, a armadura proposta foi 20//7.5, que totaliza 41.87 / , e


assim verifica.

72
7 Conclusões

O desenvolvimento deste projeto estrutural de um edifício residencial de sete


andares, que inclui dois níveis de cave, foi executado com uma abordagem cuidadosa
e fundamentada de acordo com as normas europeias, tendo em especial atenção aos
Eurocódigos. A análise detalhada das cargas que atuam sobre a estrutura juntamente
com um pré-dimensionamento e com a respetiva utilização de métodos de cálculo
automatizados, incluindo algumas ferramentas desenvolvidas no programa excel,
possibilitou a verificação de um dimensionamento seguro e eficiente dos componentes
estruturais.

7.1 Síntese dos Resultados

A estrutura desenvolvida começou por ser de laje alijeirada mas, devido ao


mau comportamento que se obteve no Robot relativamente ao sismo, optou-se por
desenvolver uma solução porticada em que todos os pilares e vigas têm um
comportamento primário, ou seja, resistem ao sismo.

O programa de cálculo foi utilizado para desenvolver as armaduras e identificar


os esforços em todos os elementos estruturais. Após a modelação, foram realizadas
diversas verificações para confirmar que o modelo encontrava-se corretamente
dimensionado e livre de erros de modelação. Esse processo de validação foi
fundamental para garantir que todas as armaduras atendessem aos requisitos de
segurança e desempenho especificados nas normas.

Além disso, as análises permitiram ajustar as dimensões das armaduras e


otimizar a distribuição de materiais, assegurando uma solução eficiente e económica.
A utilização de software avançado não só facilitou a modelação tridimensional, mas
também proporcionou uma visualização clara dos esforços, o que é essencial para
identificar possíveis pontos críticos na estrutura. Essas etapas garantiram que o
projeto não só cumprisse com os requisitos normativos, mas também que estivesse
alinhado com as melhores práticas da engenharia civil.

73
7.2 Contribuições para a Engenharia Civil

Este trabalho ressalta a importância de aplicar corretamente as normas


técnicas e de utilizar ferramentas avançadas de análise estrutural. Essas práticas não
só melhoram a qualidade do trabalho na engenharia civil, mas também podem servir
como referência para projetos futuros em situações semelhantes, promovendo
construções mais seguras e eficientes.

7.3 Limitações e Trabalhos Futuros

Embora o processo de dimensionamento tenha sido bem-sucedido, a utilização


de análises simplificadas pode representar algumas limitações. Caso venham a ser
utilizadas análises mais complexas, como efeitos não lineares e simulações dinâmicas
detalhadas, poderá proporcionar uma compreensão mais profunda do desempenho do
edifício. Além disso, essas análises podem otimizar a execução do projeto,
potencialmente reduzindo a quantidade de material utilizado e tornando a construção
mais económica. Ao utilizar uma abordagem mais rigorosa não só aumenta a
segurança, mas também promove uma maior eficiência na utilização dos recursos.
Uma melhoria que poderia ser realizada seria uma melhor automatização destes
cálculos de verificação, onde apenas a introdução de valores é suficiente para o
devido cálculo. Dessa maneira, poderá ser poupado muito tempo sem pôr em causa a
veracidade dos resultados. Outro aperfeiçoamento a ter em consideração no futuro
será melhorar a quantidade de pormenores para uma melhor leitura e entendimento
em obra do projeto.

74
Referências Bibliográficas

Grupo de Betão Armado e Pré-Esforçado. (1992). Tabelas Diversas. s.I. : Secção


de Folhas - IST.

NP EN 1990. (2009). Eurocódigo 0 - Bases para o projeto de estruturas. Instituto


Português Da Qualidade, 1999, 88. [Link] EN 1991-1-4

NP EN 1991-1-1. (2009). Eurocódigo 1 - Ações em Estruturas - Parte 1-1: Ações


Gerais - Pesos volúmicos, pesos próprios, sobrecargas em edifícios. Instituto
Português Da Qualidade, 44.

NP EN 1992-1-1. (2010). Eurocódigo 2 - Projeto de estruturas de betão - Parte 1-


1: Regras gerais e regras para edifícios. Instituto Português Da Qualidade.

NP EN 1997-1. (2010. Eurocódigo 7 – Projeto geotécnico – Parte 1: Regras


gerais. Instituto Português da Qualidade.

NP EN 1998-1. (2010). Eurocódigo 8 - Projeto de estruturas para resistência aos


sismos - Parte 1: Regras gerais, ações sísmicas e regras para edifícios. Instituto
Português Da Qualidade.

BARRADAS, Bernardo. Projeto de Fundações e Estruturas de um Edifício de


Habitação. Ano de apresentação: 2019. 192 páginas (Tese em Engenharia Civil para
obtenção de grau Mestre em Estruturas). ISEL, Lisboa, 2020.

PINHAL, Francisco. Dimensionamento de um Edifício Destinado a Centro de Dia


para Idosos e Creche. Ano de apresentação: 2019. 313 páginas (Tese em Engenharia
Civil para obtenção de grau Mestre em Estruturas). ISEL, Lisboa, 2015.

Jacinto, Luciano (2024). Folhas da cadeira de betão 1. [material de curso].

Gorgulho, António (2024). Folhas da cadeira de betão 2. [material de curso].

Bisch, P., Carvalho, E., Degee, H., Fajfar, P., Fardis, M., Franchin, P., Kreslin, M.,
Pecker, A., Pinto, P., Plumier, A., Somja, H., Tsionis, G., Cornejo, J., Raoul, G., &
Sedlacek, G. (Autores.). (2011). Acun, B., Athanasopoulou, A., Pinto, A., Carvalho, E.,
Fardis, M. (Editores). Eurocode 8: Seismic design of buildings. Worked examples
presented at the Workshop “EC 8: Seismic Design of Buildings”, Lisbon, 10-11 Feb.
2011*.

75
Anexos

Anexo 1 – Classes de exposição face a exposição a condições ambientais descritas


segundo a E464 – 2007.

Anexo 2 – Tabela técnica dos blocos Ferca, consulta a dia 15 de janeiro, 2023,
[Link]

Anexo 3 – Cálculos efetuados para chegar à dimensão equivalente em material da laje


aligeirada.

Anexo 4 – Cálculos de lajes, vigas, pilares e fundações.

Anexo 5 – Peças desenhadas.

76
Anexo 1 – Classes de exposição face a exposição a condições ambientais descritas
segundo a E464 – 2007

Quadro 1 - Sem risco de corrosão ou ataque


Classe Descrição do ambiente Exemplos Informativos
Para betão sem
Betão enterrado em solo não agressivo.
armaduras: Todas as
Betão permanentemente submerso em água não agressiva.
exposições, exceto ao
Betão com ciclos de molhagem/secagem não sujeito a abrasão,
X0 gelo/degelo, à abrasão ou
gelo/degelo ou ataque químico.
ao ataque químico
Para betão armado: muito Betão armado em ambiente muito seco.
seco Betão no interior de edifícios com muito baixa humidade do ar

Quadro 2 – Corrosão induzida por carbonatação


Classe Descrição do ambiente Exemplos Informativos
Betão armado no interior de edifícios ou estruturas, com
Seco ou permanentemente exceção das áreas com humidade elevada.
XC1
húmido Betão armado permanentemente submerso em água não
agressiva.
Betão armado enterrado em solo não agressivo.
XC2 Húmido, raramente seco Betão armado sujeito a longos períodos de contato com água
não agressiva.
Superfícies exteriores de betão armado protegidas da chuva
transportada pelo vento.
XC3 Moderadamente húmido
Betão armado no interior de estruturas com moderada ou
elevada humidade do ar (v.g., cozinhas, casas de banho).
Betão armado exposto a ciclos de molhagem/secagem.
XC4 Ciclicamente húmido Superfícies exteriores de betão armado expostas à chuva ou
fora do âmbito da XC2.

Quadro 3 – Corrosão induzida por cloretos não provenientes da água do mar


Classe Descrição do ambiente Exemplos Informativos
Betão armado em partes de pontes afastadas da ação direta
XD1 Moderadamente húmido dos sais descongelantes, mas expostas a cloretos
transportados pelo ar.
Betão armado completamente imerso em água contendo
XD2 Húmido, raramente seco
cloretos; piscinas
Betão armado diretamente afetado pelos sais descongelantes
ou pelos salpicos de água contendo cloretos (1).
Ciclicamente húmido e Betão armado em que uma das superfícies está imersa em
XD3
seco água contendo cloretos e a outra exposta ao ar (v.g., algumas
piscinas ou partes delas). Lajes de parques de estacionamento
de automóveis (2) e outros pavimentos expostos a sais contendo

77
cloretos.

(1)
No nosso país estas situações deverão ser consideradas na classe XD1; (2) Idem, se relevante

Quadro 4 – Corrosão induzida por cloretos da água do mar


Classe Descrição do ambiente Exemplos Informativos
Ar transportando sais Betão armado em ambiente marítimo saturado de sais.
marinhos, mas sem Betão armado em áreas costeiras perto do mar, diretamente
XS1
contato direto com água exposto e a menos de 200 m do mar; esta distância pode ser
do mar aumentada até 1 km nas costas planas e foz de rios.

XS2 Submersão permanente Betão armado permanentemente submerso.

Betão armado sujeito às marés ou aos salpicos, desde 10 m


acima do nível superior das marés (5 m na costa Sul de
Portugal Continental) até 1 m abaixo do nível inferior das marés.
Zona de marés, de Betão armado em que uma das superfícies está imersa em
XS3
rebentação e de salpicos água do mar e a outra exposta ao ar (v.g., túneis submersos ou
abertos em rocha ou solos permeáveis no mar ou em estuário
de rios). Esta exposição exigirá muito provavelmente medidas
de proteção suplementares.

Quadro 5 – Ataque pelo gelo/degelo


Classe Descrição do ambiente Exemplos Informativos
Moderado número de Betão em superfícies verticais expostas à chuva e ao gelo.
XF1 ciclos de gelo/degelo, sem Betão em superfícies não verticais mas expostas à chuva ou
produtos descongelantes. gelo.
Moderado número de
Betão, tal como nas pontes, classificável como XF1, mas
XF2 ciclos de gelo/degelo, com
exposto aos sais descongelantes direta ou indiretamente.
produtos descongelantes.

78
Anexo 2 – Tabela técnica dos blocos Ferca, acedido a dia 15 de janeiro, 2023,
[Link]

79
Anexo 3 – Cálculos efetuados para chegar à dimensão equivalente em material da
laje aligeirada.

80
Anexo 4 - Cálculos efetuados no dimensionamento.

81
EDIFÍCIO HABITACIONAL MULTIFAMILIAR PROJETO DE ESTABILIDADE

RUA DAS CAMÉLIAS, 2 - SINTRA CÁLCULOS DE ESTRUTURAS DE BETÃO ARMADO


ISEL - INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DE LISBOA OUTUBRO 2024

ARMADURA DE LAJES EM BETÃO ARMADO

Med Dimensões (cm) As (cm2/m) Ver Ver Varões Escolhidos


Piso
(kN/m) h r Min Max Geral Reforço MRd S/Ref MRd C/Ref Geral reforço
Cob sup X 24,50 16 3,1 1,74 64,00 3,93 2,52 21,15 1 33,77 1 10//20 8//20
inf X 25,33 16 3,1 1,74 64,00 3,93 2,52 21,15 1 33,77 1 10//20 8//20
sup Y 28,22 16 3,1 1,74 64,00 3,93 2,52 21,15 1 33,77 1 10//20 8//20
inf Y 27,00 16 3,1 1,74 64,00 3,93 2,52 21,15 1 33,77 1 10//20 8//20
4 sup X 32,00 16 3,1 1,74 64,00 3,93 2,52 21,15 1 33,77 1 10//20 8//20
inf X 22,00 16 3,1 1,74 64,00 3,93 2,52 21,15 1 33,77 2 10//20 8//20
sup Y 32,00 16 3,1 1,74 64,00 3,93 2,52 21,15 1 33,77 1 10//20 8//20
inf Y 22,00 16 3,1 1,74 64,00 3,93 2,52 21,15 1 33,77 2 10//20 8//20
3 sup X 29,00 16 3,1 1,74 64,00 3,93 2,52 21,15 1 33,77 1 10//20 8//20
inf X 30,00 16 3,1 1,74 64,00 3,93 2,52 21,15 1 33,77 1 10//20 8//20
sup Y 29,00 16 3,1 1,74 64,00 3,93 2,52 21,15 1 33,77 1 10//20 8//20
inf Y 33,00 16 3,1 1,74 64,00 3,93 2,52 21,15 1 33,77 1 10//20 8//20
2 sup X 26,00 16 3,1 1,74 64,00 3,93 2,52 21,15 1 33,77 1 10//20 8//20
inf X 30,00 16 3,1 1,74 64,00 3,93 2,52 21,15 1 33,77 1 10//20 8//20
sup Y 32,00 16 3,1 1,74 64,00 3,93 2,52 21,15 1 33,77 1 10//20 8//20
inf Y 30,00 16 3,1 1,74 64,00 3,93 2,52 21,15 1 33,77 1 10//20 8//20
1 sup X 26,00 16 3,1 1,74 64,00 3,93 2,52 21,15 1 33,77 1 10//20 8//20
inf X 23,00 16 3,1 1,74 64,00 3,93 2,52 21,15 1 33,77 1 10//20 8//20
sup Y 32,00 16 3,1 1,74 64,00 3,93 2,52 21,15 1 33,77 1 10//20 8//20
inf Y 22,00 16 3,1 1,74 64,00 3,93 2,52 21,15 1 33,77 2 10//20 8//20
jardim sup X 5,00 16 3,1 1,74 64,00 2,52 0,00 13,77 3 13,77 3 8//20
inf X 7,00 16 3,1 1,74 64,00 2,52 0,00 13,77 2 13,77 2 8//20
sup Y 7,00 16 3,1 1,74 64,00 2,52 0,00 13,77 2 13,77 2 8//20
inf Y 7,00 16 3,1 1,74 64,00 2,52 0,00 13,77 2 13,77 2 8//20
0+ sup X 19,00 16 3,1 1,74 64,00 3,93 0,00 21,15 1 21,15 1 10//20
inf X 12,00 16 3,1 1,74 64,00 3,93 0,00 21,15 2 21,15 2 10//20
sup Y 18,00 16 3,1 1,74 64,00 3,93 0,00 21,15 1 21,15 1 10//20
inf Y 10,00 16 3,1 1,74 64,00 3,93 0,00 21,15 2 21,15 2 10//20
0- sup X 15,00 16 3,1 1,74 64,00 3,93 0,00 21,15 1 21,15 1 10//20
inf X 29,00 16 3,1 1,74 64,00 3,93 2,52 21,15 1 33,77 1 10//20 8//20
sup Y 20,00 16 3,1 1,74 64,00 3,93 0,00 21,15 1 21,15 1 10//20
inf Y 29,00 16 3,1 1,74 64,00 3,93 2,52 21,15 1 33,77 1 10//20 8//20
-1 sup X 35,00 20 3,1 2,28 80,00 5,23 0,00 36,85 1 36,85 1 10//15
inf X 25,00 20 3,1 2,28 80,00 5,23 0,00 36,85 1 36,85 1 10//15
sup Y 32,00 20 3,1 2,28 80,00 5,23 0,00 36,85 1 36,85 1 10//15
inf Y 30,00 20 3,1 2,28 80,00 5,23 0,00 36,85 1 36,85 1 10//15
EDIFÍCIO HABITACIONAL MULTIFAMILIAR PROJETO DE ESTABILIDADE

RUA DAS CAMÉLIAS, 2 - SINTRA CÁLCULOS DE ESTRUTURAS DE BETÃO ARMADO


ISEL - INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DE LISBOA OUTUBRO 2024

ARMADURA DE LAJES EM BETÃO ARMADO

Vrd calc. (kN) Vrd,min (kN) VRd,c (kN) VEd Ver.


Piso
Ned (kN) bw (mm) d (mm) ρ1 k σcp Vrd,c (kN) vmin Vrd,min kN VEd Ver.
Cob sup 20 1000 129 0,00305 2 0,125 63 0,495 66 66 27 2
inf 20 1000 129 0,00305 2 0,125 63 0,495 66 66 27 2
sup 40 1000 129 0,00305 2 0,250 66 0,495 69 69 35 2
inf 40 1000 129 0,00305 2 0,250 66 0,495 69 69 35 2
4 sup 10 1000 129 0,00305 2 0,063 62 0,495 65 65 22 3
inf 20 1000 129 0,00305 2 0,125 63 0,495 66 66 22 3
sup 45 1000 129 0,00305 2 0,281 66 0,495 69 69 30 2
inf 45 1000 129 0,00305 2 0,281 66 0,495 69 69 30 2
3 sup 20 1000 129 0,00305 2 0,125 63 0,495 66 66 22 3
inf 20 1000 129 0,00305 2 0,125 63 0,495 66 66 22 3
sup 20 1000 129 0,00305 2 0,125 63 0,495 66 66 30 2
inf 20 1000 129 0,00305 2 0,125 63 0,495 66 66 30 2
2 sup 15 1000 129 0,00305 2 0,094 63 0,495 66 66 22 3
inf 15 1000 129 0,00305 2 0,094 63 0,495 66 66 22 3
sup 15 1000 129 0,00305 2 0,094 63 0,495 66 66 30 2
inf 15 1000 129 0,00305 2 0,094 63 0,495 66 66 30 2
1 sup 10 1000 129 0,00305 2 0,063 62 0,495 65 65 22 3
inf 10 1000 129 0,00305 2 0,063 62 0,495 65 65 22 3
sup 10 1000 129 0,00305 2 0,063 62 0,495 65 65 30 2
inf 10 1000 129 0,00305 2 0,063 \ 0,495 65 65 30 2
jardim sup 25 1000 129 0,00195 2 0,156 56 0,495 67 67 5
inf 25 1000 129 0,00195 2 0,156 56 0,495 67 67 5
sup 30 1000 129 0,00195 2 0,188 56 0,495 67 67 10 7
inf 30 1000 129 0,00195 2 0,188 56 0,495 67 67 10 7
0+ sup 32 1000 129 0,00305 2 0,200 65 0,495 68 68 34 2
inf 32 1000 129 0,00305 2 0,200 65 0,495 68 68 34 2
sup 40 1000 129 0,00305 2 0,250 66 0,495 69 69 23 3
inf 40 1000 129 0,00305 2 0,250 66 0,495 69 69 23 3
0- sup 32 1000 129 0,00305 2 0,200 65 0,495 68 68 20 3
inf 32 1000 129 0,00305 2 0,200 65 0,495 68 68 20 3
sup 40 1000 129 0,00305 2 0,250 66 0,495 69 69 25 3
inf 40 1000 129 0,00305 2 0,250 66 0,495 69 69 25 3
-1 sup 40 1000 169 0,00309 2 0,200 85 0,495 89 89 22 4
inf 40 1000 169 0,00309 2 0,200 85 0,495 89 89 22 4
sup 40 1000 169 0,00309 2 0,200 85 0,495 89 89 30 3
inf 40 1000 169 0,00309 2 0,200 85 0,495 89 89 30 3
EDIFÍCIO HABITACIONAL MULTIFAMILIAR PROJETO DE ESTABILIDADE

RUA DAS CAMÉLIAS, 2 - SINTRA CÁLCULOS DE ESTRUTURAS DE BETÃO ARMADO


ISEL - INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DE LISBOA OUTUBRO 2024

ARMADURA DE ESCADAS EM BETÃO ARMADO

Med Dimensões (cm) As (cm2/m) Ver Varões Escolhidos


Piso
(kN/m) h r Min Max Geral MRd Geral
Patim inf X 27,00 16 3,1 1,74 64,00 5,23 27,75 1 10//15
sup X 27,00 16 3,1 1,74 64,00 5,23 27,75 1 10//15
inf Y 27,00 16 3,1 1,74 64,00 5,23 27,75 1 10//15
sup Y 27,00 16 3,1 1,74 64,00 5,23 27,75 1 10//15
Escada inf X 21,00 16 3,1 1,74 64,00 3,93 21,15 1 10//15
sup X 21,00 16 3,1 1,74 64,00 3,93 21,15 1 10//15
inf Y 21,00 16 3,1 1,74 64,00 3,93 21,15 1 10//15
sup Y 21,00 16 3,1 1,74 64,00 3,93 21,15 1 10//15
EDIFÍCIO HABITACIONAL MULTIFAMILIAR PROJETO DE ESTABILIDADE

RUA DAS CAMÉLIAS, 2 - SINTRA CÁLCULOS DE ESTRUTURAS DE BETÃO ARMADO


ISEL - INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DE LISBOA OUTUBRO 2024

ARMADURA DE ESCADAS EM BETÃO ARMADO

Vrd calc. (kN) Vrd,min (kN) VRd,c (kN) VEd Ver.


Piso
Ned (kN) bw (mm) d (mm) ρ1 k σcp Vrd,c (kN) vmin Vrd,min kN VEd Ver.
Patim inf 30 1000 129 0,00405 2 0,188 71 0,495 67 71 27 3
sup 30 1000 129 0,00405 2 0,188 71 0,495 67 71 27 3
inf 30 1000 129 0,00405 2 0,188 71 0,495 67 71 35 2
sup 30 1000 129 0,00405 2 0,188 71 0,495 67 71 35 2
Escada inf 30 1000 129 0,00305 2 0,188 65 0,495 67 67 22 3
sup 30 1000 129 0,00305 2 0,188 65 0,495 67 67 22 3
inf 30 1000 129 0,00305 2 0,188 65 0,495 67 67 30 2
sup 30 1000 129 0,00305 2 0,188 65 0,495 67 67 30 2
EDIFÍCIO HABITACIONAL MULTIFAMILIAR PROJETO DE ESTABILIDADE
RUA DAS CAMÉLIAS, 2 - SINTRA CÁLCULOS DE ESTRUTURAS DE BETÃO ARMADO
ISEL - INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DE LISBOA OUTUBRO 2024

ARMADURA DE VIGAS EM BETÃO ARMADO


Dimensões (cm) As (cm2) min. As (cm2) Varões Escolhidos
Elem.
H B Sup Inf Sup Inf Sup Inf Transv
VB1 50 25 2,00 3,00 4,020 4,020 2⌀16 2⌀16 8//20
VB2 50 25 2,00 3,00 4,020 4,020 2⌀16 2⌀16 8//20
VB3 50 25 4,00 4,00 4,020 4,020 2⌀16 2⌀16 8//20
VB4 50 25 4,00 4,00 4,020 4,020 2⌀16 2⌀16 8//20
VB5 50 25 5,00 7,00 6,030 8,040 3⌀16 4⌀16 8//20
VB6 50 25 5,00 7,00 6,030 8,040 3⌀16 4⌀16 8//20
VB7 50 25 2,00 2,00 4,020 4,020 2⌀16 2⌀16 8//20
VB8 50 25 1,70 1,70 4,020 4,020 2⌀16 2⌀16 8//20
VB9 50 25 2,50 4,00 4,020 4,020 2⌀16 2⌀16 8//20
VB10 50 25 3,00 3,00 4,020 4,020 2⌀16 2⌀16 8//20
VB11 50 25 3,00 4,00 4,020 4,020 2⌀16 2⌀16 8//20
VB12 50 25 3,00 3,00 4,020 4,020 2⌀16 2⌀16 8//20
VB13 50 25 3,00 4,00 4,020 4,020 2⌀16 2⌀16 8//20
VB14 50 25 2,00 4,00 4,020 4,020 2⌀16 2⌀16 8//20
VB15 50 25 4,00 3,00 4,020 4,020 2⌀16 2⌀16 8//20
VB16 50 25 2,00 2,00 4,020 4,020 2⌀16 2⌀16 8//20
VB17 35 25 2,00 2,00 4,020 4,020 2⌀16 2⌀16 8//20
VB18 50 25 5,00 6,00 6,030 6,030 3⌀16 3⌀16 8//20
VB19 50 25 3,00 3,00 4,020 4,020 2⌀16 2⌀16 8//20
VB20 50 25 3,00 5,00 4,020 4,020 2⌀16 3⌀16 8//20
VB21 50 25 2,50 2,00 4,020 4,020 2⌀16 2⌀16 8//20
VB22 50 25 2,00 2,00 4,020 4,020 2⌀16 2⌀16 8//20
VB23 50 25 2,00 4,00 4,020 4,020 2⌀16 2⌀16 8//20
VB24 50 25 4,00 5,00 4,020 6,030 2⌀16 3⌀16 8//20
VB25 50 25 4,00 4,00 4,020 4,020 2⌀16 2⌀16 8//20
VB26 50 25 4,00 2,00 4,020 4,020 2⌀16 2⌀16 8//20
VB27 50 25 4,00 3,00 4,020 4,020 2⌀16 2⌀16 8//20
VB28 50 25 5,00 4,00 6,030 6,030 3⌀16 3⌀16 8//20
VB30 50 25 11,00 12,00 4,020 4,020 4⌀20 4⌀20 8//20
VB31 50 20 3,00 3,00 4,020 4,020 2⌀16 2⌀16 8//20
VB32 50 20 4,00 5,00 4,020 6,030 2⌀16 3⌀16 8//20
VB33 35 25 6,00 5,00 6,030 6,030 3⌀16 3⌀16 8//20
VB34 50 25 2,00 2,00 4,020 4,020 2⌀16 2⌀16 8//20
VB35 50 25 2,00 4,00 4,020 4,020 2⌀16 2⌀16 8//20
VB36 50 20 7,00 7,00 8,040 8,040 4⌀16 4⌀16 8//20
VB37 50 20 5,00 5,00 6,030 6,030 3⌀16 3⌀16 8//20
VB38 50 25 9,00 10,00 12,560 12,560 4⌀20 4⌀20 8//20
VB39 50 25 6,00 5,00 6,030 6,030 3⌀16 3⌀16 8//20
VB40 50 25 4,00 9,00 4,020 10,050 2⌀16 5⌀16 8//20
VB41 50 25 4,00 6,00 4,020 4,020 2⌀20 2⌀20 8//20
VB42 50 25 6,00 6,00 4,020 4,020 2⌀20 2⌀20 8//20
VB43 70 25 12,00 17,00 12,560 19,640 4⌀20 4⌀25 8//20
VB44 35 25 2,00 1,00 4,020 4,020 2⌀16 2⌀16 8//20
VB45 35 25 1,00 2,00 4,020 4,020 2⌀16 2⌀16 8//20
VB46 35 25 4,00 2,00 4,020 4,020 2⌀16 2⌀16 8//20
VB47 35 25 4,00 3,00 4,020 4,020 2⌀16 2⌀16 8//20
VB48 35 25 8,00 5,00 8,040 4,020 4⌀16 3⌀16 8//20
VB49 35 20 6,00 3,00 6,030 4,020 3⌀16 2⌀16 8//20
VB50 35 20 2,00 2,00 4,020 4,020 2⌀16 2⌀16 8//20
VB51 35 25 3,00 4,00 4,020 4,020 2⌀16 2⌀16 8//20
VB52 35 25 4,00 5,00 4,020 6,030 2⌀16 3⌀16 8//20
VB53 50 25 2,00 10,00 4,020 12,560 2⌀16 4⌀20 8//20
VB54 35 25 4,00 3,00 4,020 4,020 2⌀16 2⌀16 8//20
VB55 35 25 4,00 6,00 4,020 6,030 2⌀16 3⌀16 8//20
EDIFÍCIO HABITACIONAL MULTIFAMILIAR PROJETO DE ESTABILIDADE
RUA DAS CAMÉLIAS, 2 - SINTRA CÁLCULOS DE ESTRUTURAS DE BETÃO ARMADO
ISEL - INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DE LISBOA OUTUBRO 2024

ARMADURA DE VIGAS EM BETÃO ARMADO


As,min (cm2) As,min transversal (cm2/m)
Elem.
ρmin ρ Ver ρw,min Asw S ρw Ver
VB1 0,0026 0,006432 2 0,0008 2,52 20 0,00504 6
VB2 0,0026 0,006432 2 0,0008 2,52 20 0,00504 6
VB3 0,0026 0,006432 2 0,0008 2,52 20 0,00504 6
VB4 0,0026 0,006432 2 0,0008 2,52 20 0,00504 6
VB5 0,0026 0,011256 4 0,0008 2,52 20 0,00504 6
VB6 0,0026 0,011256 4 0,0008 2,52 20 0,00504 6
VB7 0,0026 0,006432 2 0,0008 2,52 20 0,00504 6
VB8 0,0026 0,006432 2 0,0008 2,52 20 0,00504 6
VB9 0,0026 0,006432 2 0,0008 2,52 20 0,00504 6
VB10 0,0026 0,006432 2 0,0008 2,52 20 0,00504 6
VB11 0,0026 0,006432 2 0,0008 2,52 20 0,00504 6
VB12 0,0026 0,006432 2 0,0008 2,52 20 0,00504 6
VB13 0,0026 0,006432 2 0,0008 2,52 20 0,00504 6
VB14 0,0026 0,006432 2 0,0008 2,52 20 0,00504 6
VB15 0,0026 0,006432 2 0,0008 2,52 20 0,00504 6
VB16 0,0026 0,006432 2 0,0008 2,52 20 0,00504 6
VB17 0,0026 0,009189 4 0,0008 2,52 20 0,00504 6
VB18 0,0026 0,009648 4 0,0008 2,52 20 0,00504 6
VB19 0,0026 0,006432 2 0,0008 2,52 20 0,00504 6
VB20 0,0026 0,006432 2 0,0008 2,52 20 0,00504 6
VB21 0,0026 0,006432 2 0,0008 2,52 20 0,00504 6
VB22 0,0026 0,006432 2 0,0008 2,52 20 0,00504 6
VB23 0,0026 0,006432 2 0,0008 2,52 20 0,00504 6
VB24 0,0026 0,00804 3 0,0008 2,52 20 0,00504 6
VB25 0,0026 0,006432 2 0,0008 2,52 20 0,00504 6
VB26 0,0026 0,006432 2 0,0008 2,52 20 0,00504 6
VB27 0,0026 0,006432 2 0,0008 2,52 20 0,00504 6
VB28 0,0026 0,009648 4 0,0008 2,52 20 0,00504 6
VB30 0,0026 0,006432 2 0,0008 2,52 20 0,00504 6
VB31 0,0026 0,00804 3 0,0008 2,52 20 0,0063 8
VB32 0,0026 0,01005 4 0,0008 2,52 20 0,0063 8
VB33 0,0026 0,013783 5 0,0008 2,52 20 0,00504 6
VB34 0,0026 0,006432 2 0,0008 2,52 20 0,00504 6
VB35 0,0026 0,006432 2 0,0008 2,52 20 0,00504 6
VB36 0,0026 0,01608 6 0,0008 2,52 20 0,0063 8
VB37 0,0026 0,01206 5 0,0008 2,52 20 0,0063 8
VB38 0,0026 0,020096 8 0,0008 2,52 20 0,00504 6
VB39 0,0026 0,009648 4 0,0008 2,52 20 0,00504 6
VB40 0,0026 0,011256 4 0,0008 2,52 20 0,00504 6
VB41 0,0026 0,006432 2 0,0008 2,52 20 0,00504 6
VB42 0,0026 0,006432 2 0,0008 2,52 20 0,00504 6
VB43 0,0026 0,0184 7 0,0008 2,52 20 0,00504 6
VB44 0,0026 0,009189 4 0,0008 2,52 20 0,00504 6
VB45 0,0026 0,009189 4 0,0008 2,52 20 0,00504 6
VB46 0,0026 0,009189 4 0,0008 2,52 20 0,00504 6
VB47 0,0026 0,009189 4 0,0008 2,52 20 0,00504 6
VB48 0,0026 0,013783 5 0,0008 2,52 20 0,00504 6
VB49 0,0026 0,014357 6 0,0008 2,52 20 0,0063 8
VB50 0,0026 0,011486 4 0,0008 2,52 20 0,0063 8
VB51 0,0026 0,009189 4 0,0008 2,52 20 0,00504 6
VB52 0,0026 0,011486 4 0,0008 2,52 20 0,00504 6
VB53 0,0026 0,013264 5 0,0008 2,52 20 0,00504 6
VB54 0,0026 0,009189 4 0,0008 2,52 20 0,00504 6
VB55 0,0026 0,011486 4 0,0008 2,52 20 0,00504 6
EDIFÍCIO HABITACIONAL MULTIFAMILIAR PROJETO DE ESTABILIDADE
RUA DAS CAMÉLIAS, 2 - SINTRA CÁLCULOS DE ESTRUTURAS DE BETÃO ARMADO
ISEL - INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DE LISBOA OUTUBRO 2024

ARMADURA DE VIGAS EM BETÃO ARMADO


MRd (kN/m) Ver. MEd VRd,s VRd,max Ver. VEd
Elem.
ωRd μRd MRd MEd Ver. Asw s z cm Vrd,s z (cm) v1 Vrd,max Ver. VEd Ver.
VB1 0,045 0,044 161 100 2 2,52 20 45 427 45 0,54 438 1 200 2
VB2 0,045 0,044 161 100 2 2,52 20 45 427 45 0,54 438 1 200 2
VB3 0,045 0,044 161 100 2 2,52 20 45 427 45 0,54 438 1 200 2
VB4 0,045 0,044 161 100 2 2,52 20 45 427 45 0,54 438 1 200 2
VB5 0,078 0,075 276 100 3 2,52 20 45 427 45 0,54 438 1 200 2
VB6 0,078 0,075 276 100 3 2,52 20 45 427 45 0,54 438 1 200 2
VB7 0,045 0,044 161 100 2 2,52 20 45 427 45 0,54 438 1 200 2
VB8 0,045 0,044 161 100 2 2,52 20 45 427 45 0,54 438 1 200 2
VB9 0,045 0,044 161 100 2 2,52 20 45 427 45 0,54 438 1 200 2
VB10 0,045 0,044 161 100 2 2,52 20 45 427 45 0,54 438 1 200 2
VB11 0,045 0,044 161 100 2 2,52 20 45 427 45 0,54 438 1 200 2
VB12 0,045 0,044 161 100 2 2,52 20 45 427 45 0,54 438 1 200 2
VB13 0,045 0,044 161 100 2 2,52 20 45 427 45 0,54 438 1 200 2
VB14 0,045 0,044 161 100 2 2,52 20 45 427 45 0,54 438 1 200 2
VB15 0,045 0,044 161 100 2 2,52 20 45 427 45 0,54 438 1 200 2
VB16 0,045 0,044 161 100 2 2,52 20 45 427 45 0,54 438 1 200 2
VB17 0,066 0,063 108 100 1 2,52 20 32 299 31,5 0,54 307 1 200 1
VB18 0,067 0,065 238 100 2 2,52 20 45 427 45 0,54 438 1 200 2
VB19 0,045 0,044 161 100 2 2,52 20 45 427 45 0,54 438 1 200 2
VB20 0,045 0,044 161 100 2 2,52 20 45 427 45 0,54 438 1 200 2
VB21 0,045 0,044 161 100 2 2,52 20 45 427 45 0,54 438 1 200 2
VB22 0,045 0,044 161 100 2 2,52 20 45 427 45 0,54 438 1 200 2
VB23 0,045 0,044 161 100 2 2,52 20 45 427 45 0,54 438 1 200 2
VB24 0,056 0,054 200 100 2 2,52 20 45 427 45 0,54 438 1 200 2
VB25 0,045 0,044 161 100 2 2,52 20 45 427 45 0,54 438 1 200 2
VB26 0,045 0,044 161 100 2 2,52 20 45 427 45 0,54 438 1 200 2
VB27 0,045 0,044 161 100 2 2,52 20 45 427 45 0,54 438 1 200 2
VB28 0,067 0,065 238 100 2 2,52 20 45 427 45 0,54 438 1 200 2
VB30 0,045 0,044 161 145 1 2,52 20 45 427 45 0,54 438 1 200 2
VB31 0,045 0,044 161 100 2 2,52 20 45 427 45 0,54 351 1 200 2
VB32 0,056 0,054 200 100 2 2,52 20 45 427 45 0,54 351 1 200 2
VB33 0,098 0,093 159 100 2 2,52 20 32 299 31,5 0,54 307 1 200 1
VB34 0,045 0,044 161 100 2 2,52 20 45 427 45 0,54 438 1 200 2
VB35 0,045 0,044 161 100 2 2,52 20 45 427 45 0,54 438 1 200 2
VB36 0,089 0,085 314 100 3 2,52 20 45 427 45 0,54 351 1 200 2
VB37 0,067 0,065 238 100 2 2,52 20 45 427 45 0,54 351 1 200 2
VB38 0,139 0,129 477 215 2 2,52 20 45 427 45 0,54 438 1 210 2
VB39 0,067 0,065 238 100 2 2,52 20 45 427 45 0,54 438 1 200 2
VB40 0,078 0,075 276 120 2 2,52 20 45 427 45 0,54 438 1 200 2
VB41 0,045 0,044 161 100 2 2,52 20 45 427 45 0,54 438 1 200 2
VB42 0,045 0,044 161 100 2 2,52 20 45 427 45 0,54 438 1 375 1
VB43 0,125 0,117 878 415 2 2,52 20 63 598 63 0,54 614 1 200 3
VB44 0,066 0,063 108 100 1 2,52 20 32 299 31,5 0,54 307 1 200 1
VB45 0,066 0,063 108 100 1 2,52 20 32 299 31,5 0,54 307 1 200 1
VB46 0,066 0,063 108 100 1 2,52 20 32 299 31,5 0,54 307 1 200 1
VB47 0,066 0,063 108 100 1 2,52 20 32 299 31,5 0,54 307 1 200 1
VB48 0,098 0,093 159 100 2 2,52 20 32 299 31,5 0,54 307 1 200 1
VB49 0,082 0,079 134 100 1 2,52 20 32 299 31,5 0,54 246 1 200 1
VB50 0,066 0,063 108 100 1 2,52 20 32 299 31,5 0,54 246 1 200 1
VB51 0,066 0,063 108 100 1 2,52 20 32 299 31,5 0,54 307 1 200 1
VB52 0,082 0,079 134 100 1 2,52 20 32 299 31,5 0,54 307 1 200 1
VB53 0,092 0,088 323 100 3 2,52 20 45 427 45 0,54 438 1 200 2
VB54 0,066 0,063 108 100 1 2,52 20 32 299 31,5 0,54 307 1 200 1
VB55 0,082 0,079 134 100 1 2,52 20 32 299 31,5 0,54 307 1 200 1
EDIFÍCIO HABITACIONAL MULTIFAMILIAR PROJETO DE ESTABILIDADE

RUA DAS CAMÉLIAS, 2 - SINTRA CÁLCULOS DE ESTRUTURAS DE BETÃO ARMADO


ISEL - INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DE LISBOA OUTUBRO 2024

ARMADURA DE PILARES EM BETÃO ARMADO


Dimensões (cm) As (cm2) min. As (cm2) Varões Escolhidos
Elem.
H B rec H B H B H B Transv.
PB1 25 50 3 4,30 1,20 4,52 2,26 4⌀12 2⌀12 8//20
PB2 25 70 3 25,00 11,00 25,12 12,56 8⌀20 4⌀20 8//20
PB3 25 50 3 1,20 0,50 4,02 4,02 2⌀16 2⌀16 8//20
PB4 25 50 3 4,00 2,10 4,52 2,26 4⌀12 2⌀12 8//20
PB5 25 45 3 0,80 0,90 2,26 2,26 2⌀12 2⌀12 8//20
PB6 25 40 3 5,00 12,00 6,28 12,56 2⌀20 4⌀20 8//20
PB7 40 60 3 6,00 22,00 12,56 25,12 4⌀20 8⌀20 8//20
PB8 25 50 3 0,80 0,50 4,02 4,02 2⌀16 2⌀16 8//20
PB9 25 60 3 6,00 22,00 6,28 25,12 2⌀20 8⌀20 8//20
PB10 25 50 3 1,50 1,00 4,02 4,02 2⌀16 2⌀16 8//20
PB11 25 40 3 1,20 0,90 2,26 2,26 2⌀12 2⌀12 8//20
PB12 20 35 3 0,60 0,60 2,26 2,26 2⌀12 2⌀12 8//20
PB13 20 50 3 2,00 1,00 2,26 2,26 2⌀12 2⌀12 8//20
PB14 20 115 3 3,00 13,00 4,02 14,07 2⌀16 7⌀16 8//20
PB15 20 60 3 3,00 8,00 4,02 8,04 2⌀16 4⌀16 8//20
PB16 20 70 3 4,50 17,00 6,28 18,84 2⌀20 6⌀20 8//20
PB17 20 70 3 3,00 6,00 4,02 8,04 2⌀16 4⌀16 8//20
PB18A 20 200 3 7,00 32,00 9,82 34,37 2⌀25 7⌀25 8//20
PB18B 20 100 3 7,00 21,00 9,82 34,37 2⌀25 7⌀25 8//20
PB19 25 45 3 7,00 9,70 9,82 9,82 2⌀25 2⌀25 8//20
PB20 25 25 3 2,00 2,00 4,02 4,02 2⌀16 2⌀16 8//20
EDIFÍCIO HABITACIONAL MULTIFAMILIAR PROJETO DE ESTABILIDADE

RUA DAS CAMÉLIAS, 2 - SINTRA CÁLCULOS DE ESTRUTURAS DE BETÃO ARMADO


ISEL - INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DE LISBOA OUTUBRO 2024

ARMADURA DE PILARES EM BETÃO ARMADO


As,min long. (cm2) ⌀ transv. (mm) Scl,max (mm)
Elem.
NEd(kN) As,calc As,2‰AC As,min Ver. ⌀H ⌀B ⌀calc. ⌀ min ⌀ Ver. 20*⌀
PB1 430,00 0,99 2,50 2,50 3 12,00 12,00 3,00 6,0 8 1 250,00 240 240,00
PB2 1500,00 3,45 3,50 3,50 11 20,00 20,00 5,00 6,0 8 # 250,00 400 250,00
PB3 630,00 1,45 2,50 2,50 3 12,00 12,00 3,00 6,0 8 # 250,00 240 240,00
PB4 710,00 1,63 2,50 2,50 3 12,00 12,00 3,00 6,0 8 # 250,00 240 240,00
PB5 840,00 1,93 2,25 2,25 2 12,00 12,00 3,00 6,0 8 # 250,00 240 240,00
PB6 1620,00 3,72 2,00 3,72 5 20,00 20,00 5,00 6,0 8 # 250,00 400 250,00
PB7 2100,00 4,83 4,80 4,83 8 20,00 20,00 5,00 6,0 8 # 400,00 400 400,00
PB8 230,00 0,53 2,50 2,50 3 12,00 12,00 3,00 6,0 8 # 250,00 240 240,00
PB9 1620,00 3,72 3,00 3,72 8 20,00 20,00 5,00 6,0 8 # 250,00 400 250,00
PB10 600,00 1,38 2,50 2,50 3 12,00 12,00 3,00 6,0 8 # 250,00 240 240,00
PB11 405,00 0,93 2,00 2,00 2 12,00 12,00 3,00 6,0 8 # 250,00 240 240,00
PB12 345,00 0,79 1,40 1,40 3 12,00 12,00 3,00 6,0 8 # 200,00 240 200,00
PB13 250,00 0,57 2,00 2,00 2 12,00 12,00 3,00 6,0 8 # 200,00 240 200,00
PB14 640,00 1,47 4,60 4,60 4 16,00 16,00 4,00 6,0 8 # 200,00 320 200,00
PB15 850,00 1,95 2,40 2,40 5 16,00 16,00 4,00 6,0 8 # 200,00 320 200,00
PB16 470,00 1,08 2,80 2,80 9 20,00 20,00 5,00 6,0 8 # 200,00 400 200,00
PB17 200,00 0,46 2,80 2,80 4 16,00 16,00 4,00 6,0 8 # 200,00 320 200,00
PB18A 800,00 1,84 8,00 8,00 6 25,00 25,00 6,25 6,3 8 # 200,00 500 200,00
PB18B 400,00 0,92 4,00 4,00 11 25,00 25,00 6,25 6,3 8 # 200,00 500 200,00
PB19 100,00 0,23 2,25 2,25 9 25,00 25,00 6,25 6,3 8 # 250,00 500 250,00
PB20 200,00 0,46 1,25 1,25 6 16,00 16,00 4,00 6,0 8 # 250,00 320 250,00
EDIFÍCIO HABITACIONAL MULTIFAMILIAR PROJETO DE ESTABILIDADE

RUA DAS CAMÉLIAS, 2 - SINTRA CÁLCULOS DE ESTRUTURAS DE BETÃO ARMADO


ISEL - INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DE LISBOA OUTUBRO 2024

ARMADURA DE PILARES EM BETÃO ARMADO


Cálculo do MRdz
Elem.
d(m) Fc x= ε1 ε2 Ver. x= ε1 σ1 ε2 σ2 Fc Fs1 Fs2 MRdz
PB1 0,47 3373 0,13 0,00940 0,00268 0 0,12 0,01006 435 0,00263 435 82 21,6 21,6 125
PB2 0,67 3373 0,44 0,00110 0,00203 0 0,40 0,00233 435 0,00324 435 248 174,8 174,8 598
PB3 0,47 3373 0,19 0,00331 0,00183 0 0,17 0,00618 435 0,00288 435 103 38,5 38,5 180
PB4 0,47 3373 0,21 0,00269 0,00187 0 0,20 0,00473 435 0,00297 435 112 21,6 21,6 156
PB5 0,42 3373 0,25 0,00150 0,00192 0 0,24 0,00251 435 0,00307 435 102 19,2 19,2 140
PB6 0,37 3373 0,48 0,00050 0,00204 0 0,34 0,00026 52 0,00319 435 66 92,9 11,2 170
PB7 0,57 5397 0,39 0,00101 0,00201 0 0,34 0,00236 435 0,00319 435 291 295,0 295,0 881
PB8 0,47 3373 0,07 0,01285 0,00122 0 0,07 0,01948 435 0,00203 407 53 36,0 38,5 128
PB9 0,57 3373 0,48 0,00041 0,00204 0 0,36 0,00197 394 0,00321 435 182 295,0 266,9 744
PB10 0,47 3373 0,18 0,00358 0,00181 0 0,16 0,00667 435 0,00285 435 100 38,5 38,5 177
PB11 0,37 3373 0,12 0,00454 0,00164 0 0,11 0,00780 435 0,00258 435 59 16,7 16,7 92
PB12 0,32 2698 0,13 0,00328 0,00167 0 0,12 0,00581 435 0,00263 435 41 14,3 14,3 69
PB13 0,47 2698 0,09 0,00888 0,00147 0 0,09 0,01478 435 0,00233 435 52 21,6 21,6 95
PB14 1,12 2698 0,24 0,00811 0,00190 0 0,17 0,02022 435 0,00286 435 226 333,6 333,6 893
PB15 0,57 2698 0,32 0,00176 0,00197 0 0,31 0,00297 435 0,00316 435 143 94,4 94,4 332
PB16 0,67 2698 0,17 0,00621 0,00180 0 0,12 0,01675 435 0,00259 435 94 262,3 262,3 619
PB17 0,67 2698 0,07 0,01753 0,00130 0 0,08 0,02707 435 0,00213 426 66 109,7 111,9 287
PB18A 1,97 2698 0,30 0,01231 0,00196 0 0,14 0,04428 435 0,00277 435 366 1450,2 1450,2 3266
PB18B 0,97 2698 0,15 0,01208 0,00174 0 0,09 0,03250 435 0,00239 435 117 702,7 702,7 1523
PB19 0,42 3373 0,03 0,02870 0,00003 0 0,06 0,02186 435 0,00169 338 39 64,7 83,3 187
PB20 0,22 3373 0,06 0,00591 0,00108 0 0,07 0,00821 435 0,00190 381 22 14,5 16,6 53
EDIFÍCIO HABITACIONAL MULTIFAMILIAR PROJETO DE ESTABILIDADE

RUA DAS CAMÉLIAS, 2 - SINTRA CÁLCULOS DE ESTRUTURAS DE BETÃO ARMADO


ISEL - INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DE LISBOA OUTUBRO 2024

ARMADURA DE PILARES EM BETÃO ARMADO


Cálculo do MRdz
Elem.
d(m) Fc x= ε1 ε2 Ver. x= ε1 σ1 ε2 σ2 Fc Fs1 Fs2 MRdz
PB1 0,22 6746 0,06 0,00858 0,00185 0 0,03 0,02245 435 0,00351 435 22,5 18,7 18,7 60
PB2 0,22 9444 0,16 0,00135 0,00284 0 0,08 0,00595 435 0,00351 435 70,1 103,8 103,8 278
PB3 0,22 6746 0,09 0,00474 0,00238 0 0,03 0,02366 435 0,00352 435 21,7 16,6 16,6 55
PB4 0,22 6746 0,11 0,00382 0,00250 0 0,03 0,02245 435 0,00351 435 22,5 18,7 18,7 60
PB5 0,22 6071 0,14 0,00207 0,00274 0 0,05 0,01335 435 0,00350 435 29,4 9,3 9,3 48
PB6 0,22 5397 0,30 0,00093 0,00315 0 0,07 0,00808 435 0,00351 435 34,9 26,0 26,0 87
PB7 0,37 8095 0,26 0,00149 0,00310 0 0,10 0,00890 435 0,00351 435 132,4 92,9 92,9 318
PB8 0,22 6746 0,03 0,01908 0,00042 0 0,03 0,02366 435 0,00354 435 21,7 16,6 16,6 55
PB9 0,22 8095 0,20 0,00035 0,00298 0 0,06 0,00958 435 0,00353 435 47,9 26,0 26,0 100
PB10 0,22 6746 0,09 0,00516 0,00232 0 0,03 0,02366 435 0,00352 435 21,7 16,6 16,6 55
PB11 0,22 5397 0,08 0,00676 0,00210 0 0,02 0,02777 435 0,00352 435 15,2 9,3 9,3 34
PB12 0,17 4722 0,07 0,00464 0,00206 0 0,03 0,01939 435 0,00352 435 10,9 6,9 6,9 25
PB13 0,17 6746 0,04 0,01256 0,00067 0 0,02 0,02300 435 0,00353 435 13,7 6,9 6,9 27
PB14 0,17 15515 0,04 0,01092 0,00095 0 0,02 0,02604 435 0,00362 435 28,6 12,2 12,2 53
PB15 0,17 8095 0,11 0,00217 0,00250 0 0,04 0,01041 435 0,00352 435 28,5 12,2 12,2 53
PB16 0,17 9444 0,05 0,00846 0,00139 0 0,03 0,01661 435 0,00365 435 24,5 19,1 19,1 63
PB17 0,17 9444 0,02 0,02460 0,00146 0 0,02 0,02051 435 0,00362 435 21,0 12,2 12,2 45
PB18A 0,17 26983 0,03 0,01657 0,00004 0 0,02 0,02210 435 0,00378 435 56,6 29,9 29,9 116
PB18B 0,17 13492 0,03 0,01657 0,00004 0 0,03 0,01593 435 0,00382 435 36,1 29,9 29,9 96
PB19 0,22 6071 0,02 0,04325 0,00287 0 0,04 0,01544 435 0,00359 435 26,7 40,6 40,6 108
PB20 0,22 3373 0,06 0,00949 0,00173 0 0,04 0,01750 435 0,00354 435 13,6 16,6 16,6 47
EDIFÍCIO HABITACIONAL MULTIFAMILIAR PROJETO DE ESTABILIDADE

RUA DAS CAMÉLIAS, 2 - SINTRA CÁLCULOS DE ESTRUTURAS DE BETÃO ARMADO


ISEL - INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DE LISBOA OUTUBRO 2024

ARMADURA DE PILARES EM BETÃO ARMADO


Verificação dos Pilares
Elem.
MEdz MRdz MEdy MRdy a Ver.
PB1 38 125 28 60 1 ##
PB2 415 598 10 278 1 ##
PB3 10 180 10 55 1 ##
PB4 50 156 21 60 1 ##
PB5 25 140 17 48 1 ##
PB6 15 170 40 87 1 ##
PB7 14 881 100 318 1 ##
PB8 10 128 10 55 1 ##
PB9 15 744 53 100 1 ##
PB10 20 177 20 55 1 ##
PB11 20 92 20 34 1 ##
PB12 10 69 10 25 1 ##
PB13 60 95 10 27 1 ##
PB14 10 893 45 53 1 ##
PB15 25 332 45 53 1 ##
PB16 86 619 53 63 1 ##
PB17 21 287 17 45 1 ##
PB18A 250 3266 105 116 1 ##
PB18B 100 1523 12 96 1 ##
PB19 60 187 60 108 1 ##
PB20 30 53 20 47 1 ##
EDIFÍCIO HABITACIONAL MULTIFAMILIAR PROJETO DE ESTABILIDADE

RUA DAS CAMÉLIAS, 2 - SINTRA CÁLCULOS DE ESTRUTURAS DE BETÃO ARMADO


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DIMENSÃO DE SAPATAS ISOLADAS EM BETÃO ARMADO


Dim Pilar (m) Dim Sapata (m) Verificação (NRd< σSd)
Elem.
a b A B H rec. NSd (kN) NRd (kN) Ver
SB1 0,50 0,35 1,6 0,8 0,6 0,05 450 352 1,3
SB2 0,25 0,70 2,0 2,0 1,0 0,05 1500 375 4
SB3 0,25 0,50 1,3 1,3 0,6 0,05 300 178 1,7
SB4 0,25 0,50 1,3 1,3 0,6 0,05 630 373 1,7
SB5 0,25 0,45 1,4 1,4 0,6 0,05 700 357 2
SB6 0,25 0,40 2,0 1,8 1,0 0,05 1620 450 3,6
SB7 0,60 0,25 2,2 2,2 1,0 0,05 2040 421 4,8
SB8 0,50 0,25 1,2 1,2 0,6 0,05 230 160 1,4
SB9 0,80 0,25 1,8 1,4 0,6 0,05 1620 643 2,5
SB10 0,25 0,50 1,2 1,2 0,6 0,05 600 417 1,4
SB11 0,40 0,20 1,2 1,2 0,6 0,05 405 281 1,4
SB12 0,25 0,35 1,0 1,0 0,6 0,05 350 350 1

Tensão do terreno: σSd = 450


EDIFÍCIO HABITACIONAL MULTIFAMILIAR PROJETO DE ESTABILIDADE

RUA DAS CAMÉLIAS, 2 - SINTRA CÁLCULOS DE ESTRUTURAS DE BETÃO ARMADO


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DIMENSÃO DE SAPATAS ISOLADAS EM BETÃO ARMADO


As (cm2/m) Varões Escolhidos NEd As,x A As,x B
Elem.
A B A B kN Fs A As (cm2/m) Ver Fs B As (cm2/m) Ver
SB1 10,05 10,05 16//20 16//20 450 105 6,92 1 43 1,98 5
SB2 25,12 25,12 20//12,5 20//12,5 1500 332 10,91 2 247 22,70 1
SB3 10,05 10,05 16//20 16//20 300 67 3,08 3 51 4,70 2
SB4 10,05 10,05 16//20 16//20 630 141 6,47 2 107 9,86 1
SB5 13,4 13,4 16//15 16//15 700 171 8,75 2 141 13,01 1
SB6 31,4 31,4 20//10 20//10 1620 359 20,62 2 287 26,40 1
SB7 41,87 41,87 20//7,5 20//7,5 2040 413 37,99 1 504 19,29 2
SB8 10,05 10,05 16//20 16//20 230 34 3,15 3 46 2,14 5
SB9 32,73 32,73 25//15 25//15 1620 345 31,69 1 396 11,39 3
SB10 10,05 10,05 16//20 16//20 600 121 5,58 2 89 8,22 1
SB11 10,05 10,05 16//20 16//20 405 69 7,92 1 86 4,95 2
SB12 10,05 10,05 16//20 16//20 350 56 3,67 3 48 4,45 2
EDIFÍCIO HABITACIONAL MULTIFAMILIAR PROJETO DE ESTABILIDADE

RUA DAS CAMÉLIAS, 2 - SINTRA CÁLCULOS DE ESTRUTURAS DE BETÃO ARMADO


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ARMADURA DE MUROS EM BETÃO ARMADO


Med Dimensões (cm) As (cm2/m) Ver Ver Varões Escolhidos
Piso
(kN/m) h r Min Max Geral Reforço MRd S/Ref MRd C/Ref sup reforço
X+ 37,00 20 3,1 2,28 80,00 20,10 124,19 3 124,19 3 16//10
X- 42,00 20 3,1 2,28 80,00 20,10 124,19 3 124,19 3 16//10
M1
Y+ 42,00 20 3,1 2,28 80,00 13,40 88,03 2 88,03 2 16//15
Y- 65,00 20 3,1 2,28 80,00 13,40 88,03 1 88,03 1 16//15
X+ 28,00 25 3,1 2,96 100,00 26,80 213,40 8 213,40 8 16//7,5
X- 35,00 25 3,1 2,96 100,00 26,80 213,40 6 213,40 6 16//7,5
M2
Y+ 60,00 25 3,1 2,96 100,00 20,10 167,91 3 167,91 3 16//10
Y- 8,00 25 3,1 2,96 100,00 20,10 167,91 21 167,91 21 16//10
Anexo 5 – Peças desenhadas.

82
LISTA DE PEÇAS DESENHADAS
EST.01 PLANTA DE FUNDAÇÕES
EST.02.1 PLANTA DO PISO -2
EST.03.1 PLANTA DO PISO -1
EST.04.2 PLANTA DO PISO -1 - LAJE - ARMADURA SUPERIOR
EST.05.2 PLANTA DO PISO -1 - LAJE - ARMADURA INFERIOR
EST.06.1 PLANTA DO PISO 0
EST.07.2 PLANTA DO PISO 0 - LAJE - ARMADURA SUPERIOR
All rights [Link] copyright of this drawing (including all attached and incorporated documents) is the property of its author Neither the form or any part of it may be used or reproduced by any method whatsoever in any document without the prior written consent of the company.

EST.08.2 PLANTA DO PISO 0 - LAJE - ARMADURA INFERIOR


EST.09.1 PLANTA DO PISO 1
EST.10.2 PLANTA DO PISO 1 - LAJE - ARMADURA SUPERIOR
EST.11.2 PLANTA DO PISO 1 - LAJE - ARMADURA INFERIOR
EST.12.1 PLANTA DO PISO 2
EST.13.2 PLANTA DO PISO 2 - LAJE - ARMADURA SUPERIOR
Este desenho é proprIedade intelectual do autor, não podendo ser reproduzido ou usado para qualquer propósito a não ser o aqui expresso, sem prévia autorização escrita. Este desenho deverá ser lido em conjunto com o projeto de arquitetura.

EST.14.2 PLANTA DO PISO 2 - LAJE - ARMADURA INFERIOR


EST.15.1 PLANTA DO PISO 3
EST.16.2 PLANTA DO PISO 3 - LAJE - ARMADURA SUPERIOR
EST.17.2 PLANTA DO PISO 3 - LAJE - ARMADURA INFERIOR
EST.18.1 PLANTA DO PISO 4
EST.19.2 PLANTA DO PISO 4 - LAJE - ARMADURA SUPERIOR
EST.20.2 PLANTA DO PISO 4 - LAJE - ARMADURA INFERIOR
EST.21.1 PLANTA DA COBERTURA
EST.22.2 PLANTA DA COBERTURA - LAJE - ARMADURA SUPERIOR
EST.23.2 PLANTA DA COBERTURA - LAJE - ARMADURA INFERIOR
EST.24 PORMENORES DE PILARES
EST.25 PORMENORES DAS SAPATAS E DOS MUROS
EST.26 PORMENORES DE LAJES, ESCADAS E PAREDES
EST.27 PORMENORES DE VIGAS 1
EST.28 PORMENORES DE VIGAS 2
EST.29 PORMENORES DE VIGAS 3
EST.30 PORMENORES DE VIGAS 4
EST.31 PORMENORES DE VIGAS 5
EST.32 LISTA DE LAYERS

CLIENTE |CLIENT: OBJETIVO |OBJECTIVE


ARQUIREAL, Lda Tese de Mestrado
LOCALIZAÇÃO | LOCATION: UNIVERSIDADE |UNIVERSITY
Rua das Camélias, 2 - Sintra ISEL - Instituto [Link] Eng. de Lisboa
NOME DESENHO |DRAWING NAME: FASE PROJECTO |PROJECT PHASE:

Lista de Peças Desenhadas Execução


TÉCNICO(S)|TECHNICIAN(S): DESENHO No. |DRAWING No.
João Gonçalves Aguilar
ESCALA |SCALE

DATA |DATE
s/esc
Outubro 2024
ESTABILIDADE
FOLHA |SHEET A4 EST.00
A

1 C
169.25 T2A
Piso 1
D

4%
l.1
inc
pa
All rights [Link] copyright of this drawing (including all attached and incorporated documents) is the property of its author Neither the form or any part of it may be used or reproduced by any method whatsoever in any document without the prior written consent of the company.

ram
P1 T3B T2A
Piso 1 Piso 3
Arrec.1 Arrec.2 P1
3.50m2 3.50m2

10 9 8 7 6 5 4

3
Este desenho é proprIedade intelectual do autor, não podendo ser reproduzido ou usado para qualquer propósito a não ser o aqui expresso, sem prévia autorização escrita. Este desenho deverá ser lido em conjunto com o projeto de arquitetura.

11 2

1 2
3 T2A
T3B Piso 0
Piso 1
P1

P1

168.92
P1
4
T3B
Piso 1

%
l.9
inc
pa
ram
5
T2A 168.90
Piso 3

ESTACIONAMENTO
7 Lugares
6
T2A
Piso 3

7
T2A
Piso 2

CLIENTE |CLIENT: OBJETIVO |OBJECTIVE


ARQUIREAL, Lda Tese de Mestrado
LOCALIZAÇÃO | LOCATION: UNIVERSIDADE |UNIVERSITY
Rua das Camélias, 2 - Sintra ISEL - Instituto [Link] Eng. de Lisboa
NOME DESENHO |DRAWING NAME: FASE PROJECTO |PROJECT PHASE:

Planta de Fundações Execução


TÉCNICO(S)|TECHNICIAN(S): DESENHO No. |DRAWING No.
João Gonçalves Aguilar
ESCALA |SCALE

DATA |DATE
1:100
Outubro 2024
ESTABILIDADE
FOLHA |SHEET A3 EST. 01
A

1 C
169.25 T2A
Piso 1
D

4%
l.1
inc
pa
All rights [Link] copyright of this drawing (including all attached and incorporated documents) is the property of its author Neither the form or any part of it may be used or reproduced by any method whatsoever in any document without the prior written consent of the company.

ram
P1 T3B T2A
Piso 1 Piso 3
Arrec.1 Arrec.2 P1
3.50m2 3.50m2

10 9 8 7 6 5 4

3
Este desenho é proprIedade intelectual do autor, não podendo ser reproduzido ou usado para qualquer propósito a não ser o aqui expresso, sem prévia autorização escrita. Este desenho deverá ser lido em conjunto com o projeto de arquitetura.

11 2

1 2
3 T2A
T3B Piso 0
Piso 1
P1

P1

168.92
P1
4
T3B
Piso 1

%
l.9
inc
pa
ram
5
T2A 168.90
Piso 3

ESTACIONAMENTO
7 Lugares
6
T2A
Piso 3

7
T2A
Piso 2

nº alteração data alteração

CLIENTE |CLIENT: OBJETIVO |OBJECTIVE


ARQUIREAL, Lda Tese de Mestrado
LOCALIZAÇÃO | LOCATION: UNIVERSIDADE |UNIVERSITY
Rua das Camélias, 2 - Sintra ISEL - Instituto [Link] Eng. de Lisboa
NOME DESENHO |DRAWING NAME: FASE PROJECTO |PROJECT PHASE:

Planta do Piso -2 Execução


TÉCNICO(S)|TECHNICIAN(S): DESENHO No. |DRAWING No.
João Gonçalves Aguilar
ESCALA |SCALE

DATA |DATE
1:100
Outubro 2024
ESTABILIDADE
FOLHA |SHEET A3 EST. 02
A

172.00
8
C
T3B
Piso 3
D
All rights [Link] copyright of this drawing (including all attached and incorporated documents) is the property of its author Neither the form or any part of it may be used or reproduced by any method whatsoever in any document without the prior written consent of the company.

P1 T3B T3B
Piso 2 Piso 3
Arrec.3 Arrec.4 P1
3.50m2 3.50m2

10 9 8 7 6 5 4

3
Este desenho é proprIedade intelectual do autor, não podendo ser reproduzido ou usado para qualquer propósito a não ser o aqui expresso, sem prévia autorização escrita. Este desenho deverá ser lido em conjunto com o projeto de arquitetura.

11 2

12 1 9
13
T3B
Piso 3

P1
rampa incl.15%

14 15 16 17

P1

172.02
P1
10
T3B
Piso 2

11
T3B
Piso 2

ESTACIONAMENTO
4 Lugares
172.00

nº alteração data alteração

CLIENTE |CLIENT: OBJETIVO |OBJECTIVE


ARQUIREAL, Lda Tese de Mestrado
LOCALIZAÇÃO | LOCATION: UNIVERSIDADE |UNIVERSITY
Rua das Camélias, 2 - Sintra ISEL - Instituto [Link] Eng. de Lisboa
NOME DESENHO |DRAWING NAME: FASE PROJECTO |PROJECT PHASE:

Planta do Piso -1 Execução


TÉCNICO(S)|TECHNICIAN(S): DESENHO No. |DRAWING No.
João Gonçalves Aguilar
ESCALA |SCALE

DATA |DATE
1:100
Outubro 2024
ESTABILIDADE
FOLHA |SHEET A3 EST. 03
A

172.00
8
C
T3B
Piso 3
D
All rights [Link] copyright of this drawing (including all attached and incorporated documents) is the property of its author Neither the form or any part of it may be used or reproduced by any method whatsoever in any document without the prior written consent of the company.

P1 T3B T3B
Piso 2 Piso 3
Arrec.3 Arrec.4 P1
3.50m2 3.50m2

10 9 8 7 6 5 4

3
Este desenho é proprIedade intelectual do autor, não podendo ser reproduzido ou usado para qualquer propósito a não ser o aqui expresso, sem prévia autorização escrita. Este desenho deverá ser lido em conjunto com o projeto de arquitetura.

11 2

12 1 9
13
T3B
Piso 3

P1
rampa incl.15%

14 15 16 17

P1

172.02
P1
10
T3B
Piso 2

11
T3B
Piso 2

ESTACIONAMENTO
4 Lugares
172.00

nº alteração data alteração


B

nº alteração data alteração

CLIENTE |CLIENT: OBJETIVO |OBJECTIVE


ARQUIREAL, Lda Tese de Mestrado
LOCALIZAÇÃO | LOCATION: UNIVERSIDADE |UNIVERSITY
Rua das Camélias, 2 - Sintra ISEL - Instituto [Link] Eng. de Lisboa
NOME DESENHO |DRAWING NAME: FASE PROJECTO |PROJECT PHASE:

Planta do Piso -1 - Laje - Armadura Superior Execução


TÉCNICO(S)|TECHNICIAN(S): DESENHO No. |DRAWING No.
João Gonçalves Aguilar
ESCALA |SCALE

DATA |DATE
1:100
Outubro 2024
ESTABILIDADE
FOLHA |SHEET A3 EST. 04
A

172.00
8
C
T3B
Piso 3
D
All rights [Link] copyright of this drawing (including all attached and incorporated documents) is the property of its author Neither the form or any part of it may be used or reproduced by any method whatsoever in any document without the prior written consent of the company.

P1 T3B T3B
Piso 2 Piso 3
Arrec.3 Arrec.4 P1
3.50m2 3.50m2

10 9 8 7 6 5 4

3
Este desenho é proprIedade intelectual do autor, não podendo ser reproduzido ou usado para qualquer propósito a não ser o aqui expresso, sem prévia autorização escrita. Este desenho deverá ser lido em conjunto com o projeto de arquitetura.

11 2

12 1 9
13
T3B
Piso 3

P1
rampa incl.15%

14 15 16 17

P1

172.02
P1
10
T3B
Piso 2

11
T3B
Piso 2

ESTACIONAMENTO
4 Lugares
172.00

nº alteração data alteração


B

nº alteração data alteração

CLIENTE |CLIENT: OBJETIVO |OBJECTIVE


ARQUIREAL, Lda Tese de Mestrado
LOCALIZAÇÃO | LOCATION: UNIVERSIDADE |UNIVERSITY
Rua das Camélias, 2 - Sintra ISEL - Instituto [Link] Eng. de Lisboa
NOME DESENHO |DRAWING NAME: FASE PROJECTO |PROJECT PHASE:

Planta do Piso -1 - Laje - Armadura Inferior Execução


TÉCNICO(S)|TECHNICIAN(S): DESENHO No. |DRAWING No.
João Gonçalves Aguilar
ESCALA |SCALE

DATA |DATE
1:100
Outubro 2024
ESTABILIDADE
FOLHA |SHEET A3 EST. 05
N 173.33

177.19
A empena confinante existente

*
I.S. I.S.
4.75m2 3.50m2 Quarto
Projecção piso superior
14.00m2

Circ. C
[Link] 2.60m2
13.80m2
176.00
All rights [Link] copyright of this drawing (including all attached and incorporated documents) is the property of its author Neither the form or any part of it may be used or reproduced by any method whatsoever in any document without the prior written consent of the company.

175.45 Sala Comum


3 2 1
20.35m2
Limite da implantação em cave

176.50 10 9 10 9 8 7 6

175.50
*
4
177.64 5
3 Forno
Este desenho é proprIedade intelectual do autor, não podendo ser reproduzido ou usado para qualquer propósito a não ser o aqui expresso, sem prévia autorização escrita. Este desenho deverá ser lido em conjunto com o projeto de arquitetura.

11 4 Desp.
2
+ M.O. Cozinha
Sala Condomínio 12 3
1 9.80m2
10.30m2 13 2

1 * 174.72
T2 A MLL MLR
14 15 16
[Link]
Q.E.

2.60m2 4.05m2 P1 P1
rampa incl. 15%

174.80
Hall da
Habitação

P1
12
T4A
empena confinante existente

Inst. Técnicas
piso 4
174.72
P1

R.P.

[Link]
4.65m2

Limite terreno no piso 0

ESTACIONAMENTO 13
T4A
2 Lugares piso 4

174.72
174.80
*

174.73

174.92 B nº alteração data alteração


174.76

CLIENTE |CLIENT: OBJETIVO |OBJECTIVE


ARQUIREAL, Lda Tese de Mestrado
LOCALIZAÇÃO | LOCATION: UNIVERSIDADE |UNIVERSITY
Rua das Camélias, 2 - Sintra ISEL - Instituto [Link] Eng. de Lisboa
NOME DESENHO |DRAWING NAME: FASE PROJECTO |PROJECT PHASE:

Planta do Piso 0 Execução


TÉCNICO(S)|TECHNICIAN(S): DESENHO No. |DRAWING No.
João Gonçalves Aguilar
ESCALA |SCALE

DATA |DATE Outubro 2024


1:100 ESTABILIDADE
FOLHA |SHEET A3 EST. 06
N 173.33

177.19
A empena confinante existente

*
I.S. I.S.
4.75m2 3.50m2 Quarto
Projecção piso superior
14.00m2

Circ. C
[Link] 2.60m2
13.80m2
176.00
All rights [Link] copyright of this drawing (including all attached and incorporated documents) is the property of its author Neither the form or any part of it may be used or reproduced by any method whatsoever in any document without the prior written consent of the company.

175.45 Sala Comum


3 2 1
20.35m2
Limite da implantação em cave

176.50 10 9 10 9 8 7 6

175.50
*
4
177.64 5
3 Forno
Este desenho é proprIedade intelectual do autor, não podendo ser reproduzido ou usado para qualquer propósito a não ser o aqui expresso, sem prévia autorização escrita. Este desenho deverá ser lido em conjunto com o projeto de arquitetura.

11 4 Desp.
2
+ M.O. Cozinha
Sala Condomínio 12 3
1 9.80m2
10.30m2 13 2

1 * 174.72
T2 A MLL MLR
14 15 16
[Link]
Q.E.

2.60m2 4.05m2 P1 P1
rampa incl. 15%

174.80
Hall da
Habitação

P1
12
T4A
empena confinante existente

Inst. Técnicas
piso 4
174.72
P1

R.P.

[Link]
4.65m2

Limite terreno no piso 0

ESTACIONAMENTO 13
T4A
2 Lugares piso 4

174.72
174.80
*
nº alteração data alteração
174.73

174.92 B nº alteração data alteração


174.76

CLIENTE |CLIENT: OBJETIVO |OBJECTIVE


ARQUIREAL, Lda Tese de Mestrado
LOCALIZAÇÃO | LOCATION: UNIVERSIDADE |UNIVERSITY
Rua das Camélias, 2 - Sintra ISEL - Instituto [Link] Eng. de Lisboa
NOME DESENHO |DRAWING NAME: FASE PROJECTO |PROJECT PHASE:

Planta do Piso 0 - Laje - Armadura Superior Execução


TÉCNICO(S)|TECHNICIAN(S): DESENHO No. |DRAWING No.
João Gonçalves Aguilar
ESCALA |SCALE

DATA |DATE Outubro 2024


1:100 ESTABILIDADE
FOLHA |SHEET A3 EST. 07
N 173.33

177.19
A empena confinante existente

*
I.S. I.S.
4.75m2 3.50m2 Quarto
Projecção piso superior
14.00m2

Circ. C
[Link] 2.60m2
13.80m2
176.00
All rights [Link] copyright of this drawing (including all attached and incorporated documents) is the property of its author Neither the form or any part of it may be used or reproduced by any method whatsoever in any document without the prior written consent of the company.

175.45 Sala Comum


3 2 1
20.35m2
Limite da implantação em cave

176.50 10 9 10 9 8 7 6

175.50
*
4
177.64 5
3 Forno
Este desenho é proprIedade intelectual do autor, não podendo ser reproduzido ou usado para qualquer propósito a não ser o aqui expresso, sem prévia autorização escrita. Este desenho deverá ser lido em conjunto com o projeto de arquitetura.

11 4 Desp.
2
+ M.O. Cozinha
Sala Condomínio 12 3
1 9.80m2
10.30m2 13 2

1 * 174.72
T2 A MLL MLR
14 15 16
[Link]
Q.E.

2.60m2 4.05m2 P1 P1
rampa incl. 15%

174.80
Hall da
Habitação

P1
12
T4A
empena confinante existente

Inst. Técnicas
piso 4
174.72
P1

R.P.

[Link]
4.65m2

Limite terreno no piso 0

ESTACIONAMENTO 13
T4A
2 Lugares piso 4

174.72
174.80
*
nº alteração data alteração
174.73

174.92 B nº alteração data alteração


174.76

CLIENTE |CLIENT: OBJETIVO |OBJECTIVE


ARQUIREAL, Lda Tese de Mestrado
LOCALIZAÇÃO | LOCATION: UNIVERSIDADE |UNIVERSITY
Rua das Camélias, 2 - Sintra ISEL - Instituto [Link] Eng. de Lisboa
NOME DESENHO |DRAWING NAME: FASE PROJECTO |PROJECT PHASE:

Planta do Piso 0 - Laje - Armadura Inferior Execução


TÉCNICO(S)|TECHNICIAN(S): DESENHO No. |DRAWING No.
João Gonçalves Aguilar
ESCALA |SCALE

DATA |DATE Outubro 2024


1:100 ESTABILIDADE
FOLHA |SHEET A3 EST. 08
N

empena confinante existente

I.S. I.S.
4.75m2 4.60m2 Quarto
12.90m2

C
D [Link]
17.30m2 Circ.
9.95m2
All rights [Link] copyright of this drawing (including all attached and incorporated documents) is the property of its author Neither the form or any part of it may be used or reproduced by any method whatsoever in any document without the prior written consent of the company.

Vestir

Quarto
MLR
[Link] 14.05m2
7 6 5 4 3 2 1
CALD

Forno
+ M.O.
Este desenho é proprIedade intelectual do autor, não podendo ser reproduzido ou usado para qualquer propósito a não ser o aqui expresso, sem prévia autorização escrita. Este desenho deverá ser lido em conjunto com o projeto de arquitetura.

8
MLL MLR
MLL 9

10
Cozinha
12.20m2
P1
Quarto 11 12 18 19 20 21 Cozinha
12.35m2 10.50m2
Q.E.
Forno
Q.E.
T2 A T3 B
+ M.O. Desp.

178.55 Hall
4.65m2 [Link]
1.50m2
Hall
I.S. 5.65m2
2.15m2

I.S.
1.70m2
empena confinante existente

I.S. 2.90m2
4.65m2

Sala Comum Sala Comum


25.50m2 27.40m2

Quarto
16.30m2

B nº alteração data alteração

CLIENTE |CLIENT: OBJETIVO |OBJECTIVE


ARQUIREAL, Lda Tese de Mestrado
LOCALIZAÇÃO | LOCATION: UNIVERSIDADE |UNIVERSITY
Rua das Camélias, 2 - Sintra ISEL - Instituto [Link] Eng. de Lisboa
NOME DESENHO |DRAWING NAME: FASE PROJECTO |PROJECT PHASE:

Planta do Piso 1 Execução


TÉCNICO(S)|TECHNICIAN(S): DESENHO No. |DRAWING No.
João Gonçalves Aguilar
ESCALA |SCALE

DATA |DATE
1:100
Outubro 2024
ESTABILIDADE
FOLHA |SHEET A3 EST. 09
N

empena confinante existente

I.S. I.S.
4.75m2 4.60m2 Quarto
12.90m2

C
D [Link]
17.30m2 Circ.
9.95m2
All rights [Link] copyright of this drawing (including all attached and incorporated documents) is the property of its author Neither the form or any part of it may be used or reproduced by any method whatsoever in any document without the prior written consent of the company.

Vestir

Quarto
MLR
[Link] 14.05m2
7 6 5 4 3 2 1
CALD

Forno
+ M.O.
Este desenho é proprIedade intelectual do autor, não podendo ser reproduzido ou usado para qualquer propósito a não ser o aqui expresso, sem prévia autorização escrita. Este desenho deverá ser lido em conjunto com o projeto de arquitetura.

8
MLL MLR
MLL 9

10
Cozinha
12.20m2
P1
Quarto 11 12 18 19 20 21 Cozinha
12.35m2 10.50m2
Q.E.
Forno
Q.E.
T2 A T3 B
+ M.O. Desp.

178.55 Hall
4.65m2 [Link]
1.50m2
Hall
I.S. 5.65m2
2.15m2

I.S.
1.70m2
empena confinante existente

I.S. 2.90m2
4.65m2

Sala Comum Sala Comum


25.50m2 27.40m2

Quarto
16.30m2

nº alteração data alteração

B nº alteração data alteração

CLIENTE |CLIENT: OBJETIVO |OBJECTIVE


ARQUIREAL, Lda Tese de Mestrado
LOCALIZAÇÃO | LOCATION: UNIVERSIDADE |UNIVERSITY
Rua das Camélias, 2 - Sintra ISEL - Instituto [Link] Eng. de Lisboa
NOME DESENHO |DRAWING NAME: FASE PROJECTO |PROJECT PHASE:

Planta do Piso 1 - Laje - Armadura Superior Execução


TÉCNICO(S)|TECHNICIAN(S): DESENHO No. |DRAWING No.
João Gonçalves Aguilar
ESCALA |SCALE

DATA |DATE
1:100
Outubro 2024
ESTABILIDADE
FOLHA |SHEET A3 EST. 10
N

empena confinante existente

I.S. I.S.
4.75m2 4.60m2 Quarto
12.90m2

C
D [Link]
17.30m2 Circ.
9.95m2
All rights [Link] copyright of this drawing (including all attached and incorporated documents) is the property of its author Neither the form or any part of it may be used or reproduced by any method whatsoever in any document without the prior written consent of the company.

Vestir

Quarto
MLR
[Link] 14.05m2
7 6 5 4 3 2 1
CALD

Forno
+ M.O.
Este desenho é proprIedade intelectual do autor, não podendo ser reproduzido ou usado para qualquer propósito a não ser o aqui expresso, sem prévia autorização escrita. Este desenho deverá ser lido em conjunto com o projeto de arquitetura.

8
MLL MLR
MLL 9

10
Cozinha
12.20m2
P1
Quarto 11 12 18 19 20 21 Cozinha
12.35m2 10.50m2
Q.E.
Forno
Q.E.
T2 A T3 B
+ M.O. Desp.

178.55 Hall
4.65m2 [Link]
1.50m2
Hall
I.S. 5.65m2
2.15m2

I.S.
1.70m2
empena confinante existente

I.S. 2.90m2
4.65m2

Sala Comum Sala Comum


25.50m2 27.40m2

Quarto
16.30m2

nº alteração data alteração

B nº alteração data alteração

CLIENTE |CLIENT: OBJETIVO |OBJECTIVE


ARQUIREAL, Lda Tese de Mestrado
LOCALIZAÇÃO | LOCATION: UNIVERSIDADE |UNIVERSITY
Rua das Camélias, 2 - Sintra ISEL - Instituto [Link] Eng. de Lisboa
NOME DESENHO |DRAWING NAME: FASE PROJECTO |PROJECT PHASE:

Planta do Piso 1 - Laje - Armadura Inferior Execução


TÉCNICO(S)|TECHNICIAN(S): DESENHO No. |DRAWING No.
João Gonçalves Aguilar
ESCALA |SCALE

DATA |DATE
1:100
Outubro 2024
ESTABILIDADE
FOLHA |SHEET A3 EST. 11
N

empena confinante existente

I.S. I.S.
4.75m2 4.60m2 Quarto
12.90m2

C
D [Link]
17.30m2 Circ.
9.95m2
All rights [Link] copyright of this drawing (including all attached and incorporated documents) is the property of its author Neither the form or any part of it may be used or reproduced by any method whatsoever in any document without the prior written consent of the company.

Vestir

Quarto
MLR
[Link] 14.05m2
7 6 5 4 3 2 1
CALD

Forno
+ M.O.
Este desenho é proprIedade intelectual do autor, não podendo ser reproduzido ou usado para qualquer propósito a não ser o aqui expresso, sem prévia autorização escrita. Este desenho deverá ser lido em conjunto com o projeto de arquitetura.

8
MLL MLR
MLL 9

10
Cozinha
12.00m2
P1
Quarto 11 12 13 14 15 16 Cozinha
12.35m2 10.40m2
Q.E.
Forno
Q.E.
T2 A T3 B + M.O. Desp.

181.45 Hall
4.65m2 [Link]
1.50m2
Hall
I.S. 5.65m2
2.15m2

I.S.
1.70m2
empena confinante existente

I.S. 2.90m2
4.65m2

Sala Comum Sala Comum


25.50m2 27.40m2

Quarto
16.30m2

B nº alteração data alteração

CLIENTE |CLIENT: OBJETIVO |OBJECTIVE


ARQUIREAL, Lda Tese de Mestrado
LOCALIZAÇÃO | LOCATION: UNIVERSIDADE |UNIVERSITY
Rua das Camélias, 2 - Sintra ISEL - Instituto [Link] Eng. de Lisboa
NOME DESENHO |DRAWING NAME: FASE PROJECTO |PROJECT PHASE:

Planta do Piso 2 Execução


TÉCNICO(S)|TECHNICIAN(S): DESENHO No. |DRAWING No.
João Gonçalves Aguilar
ESCALA |SCALE

DATA |DATE
1:100
Outubro 2024
ESTABILIDADE
FOLHA |SHEET A3 EST. 12
N

empena confinante existente

I.S. I.S.
4.75m2 4.60m2 Quarto
12.90m2

C
D [Link]
17.30m2 Circ.
9.95m2
All rights [Link] copyright of this drawing (including all attached and incorporated documents) is the property of its author Neither the form or any part of it may be used or reproduced by any method whatsoever in any document without the prior written consent of the company.

Vestir

Quarto
MLR
[Link] 14.05m2
7 6 5 4 3 2 1
CALD

Forno
+ M.O.
Este desenho é proprIedade intelectual do autor, não podendo ser reproduzido ou usado para qualquer propósito a não ser o aqui expresso, sem prévia autorização escrita. Este desenho deverá ser lido em conjunto com o projeto de arquitetura.

8
MLL MLR
MLL 9

10
Cozinha
12.00m2
P1
Quarto 11 12 13 14 15 16 Cozinha
12.35m2 10.40m2
Q.E.
Forno
Q.E.
T2 A T3 B + M.O. Desp.

181.45 Hall
4.65m2 [Link]
1.50m2
Hall
I.S. 5.65m2
2.15m2

I.S.
1.70m2
empena confinante existente

I.S. 2.90m2
4.65m2

Sala Comum Sala Comum


25.50m2 27.40m2

Quarto
16.30m2

nº alteração data alteração

B nº alteração data alteração

CLIENTE |CLIENT: OBJETIVO |OBJECTIVE


ARQUIREAL, Lda Tese de Mestrado
LOCALIZAÇÃO | LOCATION: UNIVERSIDADE |UNIVERSITY
Rua das Camélias, 2 - Sintra ISEL - Instituto [Link] Eng. de Lisboa
NOME DESENHO |DRAWING NAME: FASE PROJECTO |PROJECT PHASE:

Planta do Piso 2 - Laje - Armadura Superior Execução


TÉCNICO(S)|TECHNICIAN(S): DESENHO No. |DRAWING No.
João Gonçalves Aguilar
ESCALA |SCALE

DATA |DATE
1:100
Outubro 2024
ESTABILIDADE
FOLHA |SHEET A3 EST. 13
N

empena confinante existente

I.S. I.S.
4.75m2 4.60m2 Quarto
12.90m2

C
D [Link]
17.30m2 Circ.
9.95m2
All rights [Link] copyright of this drawing (including all attached and incorporated documents) is the property of its author Neither the form or any part of it may be used or reproduced by any method whatsoever in any document without the prior written consent of the company.

Vestir

Quarto
MLR
[Link] 14.05m2
7 6 5 4 3 2 1
CALD

Forno
+ M.O.
Este desenho é proprIedade intelectual do autor, não podendo ser reproduzido ou usado para qualquer propósito a não ser o aqui expresso, sem prévia autorização escrita. Este desenho deverá ser lido em conjunto com o projeto de arquitetura.

8
MLL MLR
MLL 9

10
Cozinha
12.00m2
P1
Quarto 11 12 13 14 15 16 Cozinha
12.35m2 10.40m2
Q.E.
Forno
Q.E.
T2 A T3 B + M.O. Desp.

181.45 Hall
4.65m2 [Link]
1.50m2
Hall
I.S. 5.65m2
2.15m2

I.S.
1.70m2
empena confinante existente

I.S. 2.90m2
4.65m2

Sala Comum Sala Comum


25.50m2 27.40m2

Quarto
16.30m2

nº alteração data alteração

B nº alteração data alteração

CLIENTE |CLIENT: OBJETIVO |OBJECTIVE


ARQUIREAL, Lda Tese de Mestrado
LOCALIZAÇÃO | LOCATION: UNIVERSIDADE |UNIVERSITY
Rua das Camélias, 2 - Sintra ISEL - Instituto [Link] Eng. de Lisboa
NOME DESENHO |DRAWING NAME: FASE PROJECTO |PROJECT PHASE:

Planta do Piso 2 - Laje - Armadura Inferior Execução


TÉCNICO(S)|TECHNICIAN(S): DESENHO No. |DRAWING No.
João Gonçalves Aguilar
ESCALA |SCALE

DATA |DATE
1:100
Outubro 2024
ESTABILIDADE
FOLHA |SHEET A3 EST. 14
N

empena confinante existente

I.S. I.S.
4.75m2 4.60m2 Quarto
12.90m2

C
D [Link]
17.30m2 Circ.
9.95m2
All rights [Link] copyright of this drawing (including all attached and incorporated documents) is the property of its author Neither the form or any part of it may be used or reproduced by any method whatsoever in any document without the prior written consent of the company.

Vestir

Quarto
MLR
[Link] 14.05m2
7 6 5 4 3 2 1
CALD

Forno
+ M.O.
Este desenho é proprIedade intelectual do autor, não podendo ser reproduzido ou usado para qualquer propósito a não ser o aqui expresso, sem prévia autorização escrita. Este desenho deverá ser lido em conjunto com o projeto de arquitetura.

8
MLL MLR
MLL 9

10
Cozinha
12.00m2
P1
Quarto 11 12 13 14 15 16 Cozinha
12.35m2 10.40m2
Q.E.
Forno
Q.E.
T2 A T3 B + M.O. Desp.

184.35 Hall
4.65m2 [Link]
1.50m2
Hall
I.S. 5.65m2
2.15m2

I.S.
1.70m2
empena confinante existente

I.S. 2.90m2
4.65m2

Sala Comum Sala Comum


25.50m2 27.40m2

Quarto
16.30m2

B nº alteração data alteração

CLIENTE |CLIENT: OBJETIVO |OBJECTIVE


ARQUIREAL, Lda Tese de Mestrado
LOCALIZAÇÃO | LOCATION: UNIVERSIDADE |UNIVERSITY
Rua das Camélias, 2 - Sintra ISEL - Instituto [Link] Eng. de Lisboa
NOME DESENHO |DRAWING NAME: FASE PROJECTO |PROJECT PHASE:

Planta do Piso 3 Execução


TÉCNICO(S)|TECHNICIAN(S): DESENHO No. |DRAWING No.
João Gonçalves Aguilar
ESCALA |SCALE

DATA |DATE
1:100
Outubro 2024
ESTABILIDADE
FOLHA |SHEET A3 EST. 15
N

empena confinante existente

I.S. I.S.
4.75m2 4.60m2 Quarto
12.90m2

C
D [Link]
17.30m2 Circ.
9.95m2
All rights [Link] copyright of this drawing (including all attached and incorporated documents) is the property of its author Neither the form or any part of it may be used or reproduced by any method whatsoever in any document without the prior written consent of the company.

Vestir

Quarto
MLR
[Link] 14.05m2
7 6 5 4 3 2 1
CALD

Forno
+ M.O.
Este desenho é proprIedade intelectual do autor, não podendo ser reproduzido ou usado para qualquer propósito a não ser o aqui expresso, sem prévia autorização escrita. Este desenho deverá ser lido em conjunto com o projeto de arquitetura.

8
MLL MLR
MLL 9

10
Cozinha
12.00m2
P1
Quarto 11 12 13 14 15 16 Cozinha
12.35m2 10.40m2
Q.E.
Forno
Q.E.
T2 A T3 B + M.O. Desp.

184.35 Hall
4.65m2 [Link]
1.50m2
Hall
I.S. 5.65m2
2.15m2

I.S.
1.70m2
empena confinante existente

I.S. 2.90m2
4.65m2

Sala Comum Sala Comum


25.50m2 27.40m2

Quarto
16.30m2

nº alteração data alteração

B nº alteração data alteração

CLIENTE |CLIENT: OBJETIVO |OBJECTIVE


ARQUIREAL, Lda Tese de Mestrado
LOCALIZAÇÃO | LOCATION: UNIVERSIDADE |UNIVERSITY
Rua das Camélias, 2 - Sintra ISEL - Instituto [Link] Eng. de Lisboa
NOME DESENHO |DRAWING NAME: FASE PROJECTO |PROJECT PHASE:

Planta do Piso 3 - Laje - Armadura Superior Execução


TÉCNICO(S)|TECHNICIAN(S): DESENHO No. |DRAWING No.
João Gonçalves Aguilar
ESCALA |SCALE

DATA |DATE
1:100
Outubro 2024
ESTABILIDADE
FOLHA |SHEET A3 EST. 16
N

empena confinante existente

I.S. I.S.
4.75m2 4.60m2 Quarto
12.90m2

C
D [Link]
17.30m2 Circ.
9.95m2
All rights [Link] copyright of this drawing (including all attached and incorporated documents) is the property of its author Neither the form or any part of it may be used or reproduced by any method whatsoever in any document without the prior written consent of the company.

Vestir

Quarto
MLR
[Link] 14.05m2
7 6 5 4 3 2 1
CALD

Forno
+ M.O.
Este desenho é proprIedade intelectual do autor, não podendo ser reproduzido ou usado para qualquer propósito a não ser o aqui expresso, sem prévia autorização escrita. Este desenho deverá ser lido em conjunto com o projeto de arquitetura.

8
MLL MLR
MLL 9

10
Cozinha
12.00m2
P1
Quarto 11 12 13 14 15 16 Cozinha
12.35m2 10.40m2
Q.E.
Forno
Q.E.
T2 A T3 B + M.O. Desp.

184.35 Hall
4.65m2 [Link]
1.50m2
Hall
I.S. 5.65m2
2.15m2

I.S.
1.70m2
empena confinante existente

I.S. 2.90m2
4.65m2

Sala Comum Sala Comum


25.50m2 27.40m2

Quarto
16.30m2

nº alteração data alteração

B nº alteração data alteração

CLIENTE |CLIENT: OBJETIVO |OBJECTIVE


ARQUIREAL, Lda Tese de Mestrado
LOCALIZAÇÃO | LOCATION: UNIVERSIDADE |UNIVERSITY
Rua das Camélias, 2 - Sintra ISEL - Instituto [Link] Eng. de Lisboa
NOME DESENHO |DRAWING NAME: FASE PROJECTO |PROJECT PHASE:

Planta do Piso 3 - Laje - Armadura Inferior Execução


TÉCNICO(S)|TECHNICIAN(S): DESENHO No. |DRAWING No.
João Gonçalves Aguilar
ESCALA |SCALE

DATA |DATE
1:100
Outubro 2024
ESTABILIDADE
FOLHA |SHEET A3 EST. 17
N

empena confinante existente

I.S.
I.S. 3.45m2
4.75m2 Quarto
11.65m2

C
D [Link]
15.30m2 Circ.
7.25m2
All rights [Link] copyright of this drawing (including all attached and incorporated documents) is the property of its author Neither the form or any part of it may be used or reproduced by any method whatsoever in any document without the prior written consent of the company.

Vestir

Quarto
12.85m2

7 6 5 4 3 2 1
Este desenho é proprIedade intelectual do autor, não podendo ser reproduzido ou usado para qualquer propósito a não ser o aqui expresso, sem prévia autorização escrita. Este desenho deverá ser lido em conjunto com o projeto de arquitetura.

10 Quarto
Q.E. 9.90m2
P1 T4 A
11 12 13 14 15 16
187.35

Hall Desp.
8.60m2

Desp.
Forno I.S.
+ M.O.
1.80m2

MLR

Sala Comum
35.00m2 Cozinha
12.20m2
MLL

187.30

B nº alteração data alteração

CLIENTE |CLIENT: OBJETIVO |OBJECTIVE


ARQUIREAL, Lda Tese de Mestrado
LOCALIZAÇÃO | LOCATION: UNIVERSIDADE |UNIVERSITY
Rua das Camélias, 2 - Sintra ISEL - Instituto [Link] Eng. de Lisboa
NOME DESENHO |DRAWING NAME: FASE PROJECTO |PROJECT PHASE:

Planta do Piso 4 Execução


TÉCNICO(S)|TECHNICIAN(S): DESENHO No. |DRAWING No.
João Gonçalves Aguilar
ESCALA |SCALE

DATA |DATE
1:100
Outubro 2024
ESTABILIDADE
FOLHA |SHEET A3 EST. 18
N

empena confinante existente

I.S.
I.S. 3.45m2
4.75m2 Quarto
11.65m2

C
D [Link]
15.30m2 Circ.
7.25m2
All rights [Link] copyright of this drawing (including all attached and incorporated documents) is the property of its author Neither the form or any part of it may be used or reproduced by any method whatsoever in any document without the prior written consent of the company.

Vestir

Quarto
12.85m2

7 6 5 4 3 2 1
Este desenho é proprIedade intelectual do autor, não podendo ser reproduzido ou usado para qualquer propósito a não ser o aqui expresso, sem prévia autorização escrita. Este desenho deverá ser lido em conjunto com o projeto de arquitetura.

10 Quarto
Q.E. 9.90m2
P1 T4 A
11 12 13 14 15 16
187.35

Hall Desp.
8.60m2

Desp.
Forno I.S.
+ M.O.
1.80m2

MLR

Sala Comum
35.00m2 Cozinha
12.20m2
MLL

187.30

nº alteração data alteração

B nº alteração data alteração

CLIENTE |CLIENT: OBJETIVO |OBJECTIVE


ARQUIREAL, Lda Tese de Mestrado
LOCALIZAÇÃO | LOCATION: UNIVERSIDADE |UNIVERSITY
Rua das Camélias, 2 - Sintra ISEL - Instituto [Link] Eng. de Lisboa
NOME DESENHO |DRAWING NAME: FASE PROJECTO |PROJECT PHASE:

Planta do Piso 4 - Laje - Armadura Superior Execução


TÉCNICO(S)|TECHNICIAN(S): DESENHO No. |DRAWING No.
João Gonçalves Aguilar
ESCALA |SCALE

DATA |DATE
1:100
Outubro 2024
ESTABILIDADE
FOLHA |SHEET A3 EST. 19
N

empena confinante existente

I.S.
I.S. 3.45m2
4.75m2 Quarto
11.65m2

C
D [Link]
15.30m2 Circ.
7.25m2
All rights [Link] copyright of this drawing (including all attached and incorporated documents) is the property of its author Neither the form or any part of it may be used or reproduced by any method whatsoever in any document without the prior written consent of the company.

Vestir

Quarto
12.85m2

7 6 5 4 3 2 1
Este desenho é proprIedade intelectual do autor, não podendo ser reproduzido ou usado para qualquer propósito a não ser o aqui expresso, sem prévia autorização escrita. Este desenho deverá ser lido em conjunto com o projeto de arquitetura.

10 Quarto
Q.E. 9.90m2
P1 T4 A
11 12 13 14 15 16
187.35

Hall Desp.
8.60m2

Desp.
Forno I.S.
+ M.O.
1.80m2

MLR

Sala Comum
35.00m2 Cozinha
12.20m2
MLL

187.30

nº alteração data alteração

B nº alteração data alteração

CLIENTE |CLIENT: OBJETIVO |OBJECTIVE


ARQUIREAL, Lda Tese de Mestrado
LOCALIZAÇÃO | LOCATION: UNIVERSIDADE |UNIVERSITY
Rua das Camélias, 2 - Sintra ISEL - Instituto [Link] Eng. de Lisboa
NOME DESENHO |DRAWING NAME: FASE PROJECTO |PROJECT PHASE:

Planta do Piso 4 - Laje - Armadura Inferior Execução


TÉCNICO(S)|TECHNICIAN(S): DESENHO No. |DRAWING No.
João Gonçalves Aguilar
ESCALA |SCALE

DATA |DATE
1:100
Outubro 2024
ESTABILIDADE
FOLHA |SHEET A3 EST. 20
Este desenho é proprIedade intelectual do autor, não podendo ser reproduzido ou usado para qualquer propósito a não ser o aqui expresso, sem prévia autorização escrita. Este desenho deverá ser lido em conjunto com o projeto de arquitetura.
All rights [Link] copyright of this drawing (including all attached and incorporated documents) is the property of its author Neither the form or any part of it may be used or reproduced by any method whatsoever in any document without the prior written consent of the company.
N

B
A

9
8

10
7
6

11
5

12
4

13
3

14
2

15
1

16
Gerador

Gd

Ac
190.30

P1
5.15m2
Área Técnica

CS
nº alteração

DATA |DATE
ESCALA |SCALE
CLIENTE |CLIENT:
data

ARQUIREAL, Lda
LOCALIZAÇÃO | LOCATION:

TÉCNICO(S)|TECHNICIAN(S):
João Gonçalves Aguilar
NOME DESENHO |DRAWING NAME:

Outubro 2024
1:100
Rua das Camélias, 2 - Sintra
alteração

FOLHA |SHEET
ESTABILIDADE
C

Planta da Cobertura - Laje - Armadura Superior

A3
Execução
OBJETIVO |OBJECTIVE
Tese de Mestrado
UNIVERSIDADE |UNIVERSITY

DESENHO No. |DRAWING No.

EST. 21
FASE PROJECTO |PROJECT PHASE:
ISEL - Instituto [Link] Eng. de Lisboa
N

CS
D

Gerador
All rights [Link] copyright of this drawing (including all attached and incorporated documents) is the property of its author Neither the form or any part of it may be used or reproduced by any method whatsoever in any document without the prior written consent of the company.

7 6 5 4 3 2 1
Gd Área Técnica
5.15m2
Este desenho é proprIedade intelectual do autor, não podendo ser reproduzido ou usado para qualquer propósito a não ser o aqui expresso, sem prévia autorização escrita. Este desenho deverá ser lido em conjunto com o projeto de arquitetura.

9 190.30
10

P1
Ac
11 12 13 14 15 16

nº alteração data alteração

B nº alteração data alteração

CLIENTE |CLIENT: OBJETIVO |OBJECTIVE


ARQUIREAL, Lda Tese de Mestrado
LOCALIZAÇÃO | LOCATION: UNIVERSIDADE |UNIVERSITY
Rua das Camélias, 2 - Sintra ISEL - Instituto [Link] Eng. de Lisboa
NOME DESENHO |DRAWING NAME: FASE PROJECTO |PROJECT PHASE:

Planta da Cobertura - Laje - Armadura Superior Execução


TÉCNICO(S)|TECHNICIAN(S): DESENHO No. |DRAWING No.
João Gonçalves Aguilar
ESCALA |SCALE

DATA |DATE
1:100
Outubro 2024
ESTABILIDADE
FOLHA |SHEET A3 EST. 22
N

CS
D

Gerador
All rights [Link] copyright of this drawing (including all attached and incorporated documents) is the property of its author Neither the form or any part of it may be used or reproduced by any method whatsoever in any document without the prior written consent of the company.

7 6 5 4 3 2 1
Gd Área Técnica
5.15m2
Este desenho é proprIedade intelectual do autor, não podendo ser reproduzido ou usado para qualquer propósito a não ser o aqui expresso, sem prévia autorização escrita. Este desenho deverá ser lido em conjunto com o projeto de arquitetura.

9 190.30
10

P1
Ac
11 12 13 14 15 16

nº alteração data alteração

B nº alteração data alteração

CLIENTE |CLIENT: OBJETIVO |OBJECTIVE


ARQUIREAL, Lda Tese de Mestrado
LOCALIZAÇÃO | LOCATION: UNIVERSIDADE |UNIVERSITY
Rua das Camélias, 2 - Sintra ISEL - Instituto [Link] Eng. de Lisboa
NOME DESENHO |DRAWING NAME: FASE PROJECTO |PROJECT PHASE:

Planta da Cobertura - Laje - Armadura Inferior Execução


TÉCNICO(S)|TECHNICIAN(S): DESENHO No. |DRAWING No.
João Gonçalves Aguilar
ESCALA |SCALE

DATA |DATE
1:100
Outubro 2024
ESTABILIDADE
FOLHA |SHEET A3 EST. 23
Este desenho é proprIedade intelectual do autor, não podendo ser reproduzido ou usado para qualquer propósito a não ser o aqui expresso, sem prévia autorização escrita. Este desenho deverá ser lido em conjunto com o projeto de arquitetura.
All rights [Link] copyright of this drawing (including all attached and incorporated documents) is the property of its author Neither the form or any part of it may be used or reproduced by any method whatsoever in any document without the prior written consent of the company.
MAPA DE PILARES

DATA |DATE
ESCALA |SCALE
CLIENTE |CLIENT:
ARQUIREAL, Lda
LOCALIZAÇÃO | LOCATION:

TÉCNICO(S)|TECHNICIAN(S):
Pormenores de Pilares
João Gonçalves Aguilar
NOME DESENHO |DRAWING NAME:

Outubro 2024
1:100
Rua das Camélias, 2 - Sintra

FOLHA |SHEET
ESTABILIDADE
A1
Execução
OBJETIVO |OBJECTIVE
Tese de Mestrado
UNIVERSIDADE |UNIVERSITY

DESENHO No. |DRAWING No.

EST. 24
FASE PROJECTO |PROJECT PHASE:
ISEL - Instituto [Link] Eng. de Lisboa
Este desenho é proprIedade intelectual do autor, não podendo ser reproduzido ou usado para qualquer propósito a não ser o aqui expresso, sem prévia autorização escrita. Este desenho deverá ser lido em conjunto com o projeto de arquitetura.
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MAPA DE SAPATAS

DATA |DATE
ESCALA |SCALE
CLIENTE |CLIENT:
ARQUIREAL, Lda
LOCALIZAÇÃO | LOCATION:

TÉCNICO(S)|TECHNICIAN(S):
João Gonçalves Aguilar
NOME DESENHO |DRAWING NAME:

Outubro 2024
1:100
Rua das Camélias, 2 - Sintra

Pormenores das Sapatas e dos Muros

FOLHA |SHEET
ESTABILIDADE
A3
Execução
OBJETIVO |OBJECTIVE
Tese de Mestrado
UNIVERSIDADE |UNIVERSITY

DESENHO No. |DRAWING No.

EST. 25
FASE PROJECTO |PROJECT PHASE:
ISEL - Instituto [Link] Eng. de Lisboa
Este desenho é proprIedade intelectual do autor, não podendo ser reproduzido ou usado para qualquer propósito a não ser o aqui expresso, sem prévia autorização escrita. Este desenho deverá ser lido em conjunto com o projeto de arquitetura.
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DATA |DATE
ESCALA |SCALE
CLIENTE |CLIENT:
ARQUIREAL, Lda
LOCALIZAÇÃO | LOCATION:

TÉCNICO(S)|TECHNICIAN(S):
João Gonçalves Aguilar
NOME DESENHO |DRAWING NAME:

Outubro 2024
1:20
Rua das Camélias, 2 - Sintra

Pormenores de Lajes, Escadas e Paredes

FOLHA |SHEET
ESTABILIDADE
A3
Execução
OBJETIVO |OBJECTIVE
Tese de Mestrado
UNIVERSIDADE |UNIVERSITY

DESENHO No. |DRAWING No.

EST. 26
FASE PROJECTO |PROJECT PHASE:
ISEL - Instituto [Link] Eng. de Lisboa
Este desenho é proprIedade intelectual do autor, não podendo ser reproduzido ou usado para qualquer propósito a não ser o aqui expresso, sem prévia autorização escrita. Este desenho deverá ser lido em conjunto com o projeto de arquitetura.
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DATA |DATE
ESCALA |SCALE
CLIENTE |CLIENT:
ARQUIREAL, Lda
LOCALIZAÇÃO | LOCATION:

TÉCNICO(S)|TECHNICIAN(S):
Pormenores de Vigas 1
João Gonçalves Aguilar
NOME DESENHO |DRAWING NAME:

Outubro 2024
1:100
Rua das Camélias, 2 - Sintra

FOLHA |SHEET
ESTABILIDADE
A1
Execução
OBJETIVO |OBJECTIVE
Tese de Mestrado
UNIVERSIDADE |UNIVERSITY

DESENHO No. |DRAWING No.

EST. 27
FASE PROJECTO |PROJECT PHASE:
ISEL - Instituto [Link] Eng. de Lisboa
Este desenho é proprIedade intelectual do autor, não podendo ser reproduzido ou usado para qualquer propósito a não ser o aqui expresso, sem prévia autorização escrita. Este desenho deverá ser lido em conjunto com o projeto de arquitetura.
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DATA |DATE
ESCALA |SCALE
CLIENTE |CLIENT:
ARQUIREAL, Lda
LOCALIZAÇÃO | LOCATION:

TÉCNICO(S)|TECHNICIAN(S):
Pormenores de Vigas 2
João Gonçalves Aguilar
NOME DESENHO |DRAWING NAME:

Outubro 2024
1:100
Rua das Camélias, 2 - Sintra

FOLHA |SHEET
ESTABILIDADE
A1
Execução
OBJETIVO |OBJECTIVE
Tese de Mestrado
UNIVERSIDADE |UNIVERSITY

DESENHO No. |DRAWING No.

EST. 28
FASE PROJECTO |PROJECT PHASE:
ISEL - Instituto [Link] Eng. de Lisboa
Este desenho é proprIedade intelectual do autor, não podendo ser reproduzido ou usado para qualquer propósito a não ser o aqui expresso, sem prévia autorização escrita. Este desenho deverá ser lido em conjunto com o projeto de arquitetura.
All rights [Link] copyright of this drawing (including all attached and incorporated documents) is the property of its author Neither the form or any part of it may be used or reproduced by any method whatsoever in any document without the prior written consent of the company.

DATA |DATE
ESCALA |SCALE
CLIENTE |CLIENT:
ARQUIREAL, Lda
LOCALIZAÇÃO | LOCATION:

TÉCNICO(S)|TECHNICIAN(S):
Pormenores de Vigas 3
João Gonçalves Aguilar
NOME DESENHO |DRAWING NAME:

Outubro 2024
1:100
Rua das Camélias, 2 - Sintra

FOLHA |SHEET
ESTABILIDADE
A1
Execução
OBJETIVO |OBJECTIVE
Tese de Mestrado
UNIVERSIDADE |UNIVERSITY

DESENHO No. |DRAWING No.

EST. 29
FASE PROJECTO |PROJECT PHASE:
ISEL - Instituto [Link] Eng. de Lisboa
Este desenho é proprIedade intelectual do autor, não podendo ser reproduzido ou usado para qualquer propósito a não ser o aqui expresso, sem prévia autorização escrita. Este desenho deverá ser lido em conjunto com o projeto de arquitetura.
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DATA |DATE
ESCALA |SCALE
CLIENTE |CLIENT:
ARQUIREAL, Lda
LOCALIZAÇÃO | LOCATION:

TÉCNICO(S)|TECHNICIAN(S):
Pormenores de Vigas 4
João Gonçalves Aguilar
NOME DESENHO |DRAWING NAME:

Outubro 2024
1:100
Rua das Camélias, 2 - Sintra

FOLHA |SHEET
ESTABILIDADE
A1
Execução
OBJETIVO |OBJECTIVE
Tese de Mestrado
UNIVERSIDADE |UNIVERSITY

DESENHO No. |DRAWING No.

EST. 30
FASE PROJECTO |PROJECT PHASE:
ISEL - Instituto [Link] Eng. de Lisboa
Este desenho é proprIedade intelectual do autor, não podendo ser reproduzido ou usado para qualquer propósito a não ser o aqui expresso, sem prévia autorização escrita. Este desenho deverá ser lido em conjunto com o projeto de arquitetura.
All rights [Link] copyright of this drawing (including all attached and incorporated documents) is the property of its author Neither the form or any part of it may be used or reproduced by any method whatsoever in any document without the prior written consent of the company.

DATA |DATE
ESCALA |SCALE
CLIENTE |CLIENT:
ARQUIREAL, Lda
LOCALIZAÇÃO | LOCATION:

TÉCNICO(S)|TECHNICIAN(S):
Pormenores de Vigas 5
João Gonçalves Aguilar
NOME DESENHO |DRAWING NAME:

Outubro 2024
1:100
Rua das Camélias, 2 - Sintra

FOLHA |SHEET
ESTABILIDADE
A1
Execução
OBJETIVO |OBJECTIVE
Tese de Mestrado
UNIVERSIDADE |UNIVERSITY

DESENHO No. |DRAWING No.

EST. 31
FASE PROJECTO |PROJECT PHASE:
ISEL - Instituto [Link] Eng. de Lisboa
Este desenho é proprIedade intelectual do autor, não podendo ser reproduzido ou usado para qualquer propósito a não ser o aqui expresso, sem prévia autorização escrita. Este desenho deverá ser lido em conjunto com o projeto de arquitetura.
All rights [Link] copyright of this drawing (including all attached and incorporated documents) is the property of its author Neither the form or any part of it may be used or reproduced by any method whatsoever in any document without the prior written consent of the company.

DATA |DATE
ESCALA |SCALE
CLIENTE |CLIENT:
ARQUIREAL, Lda
LOCALIZAÇÃO | LOCATION:

TÉCNICO(S)|TECHNICIAN(S):
Pormenores de Vigas 6
João Gonçalves Aguilar
NOME DESENHO |DRAWING NAME:

Outubro 2024
1:100
Rua das Camélias, 2 - Sintra

FOLHA |SHEET
ESTABILIDADE
A1
Execução
OBJETIVO |OBJECTIVE
Tese de Mestrado
UNIVERSIDADE |UNIVERSITY

DESENHO No. |DRAWING No.

EST. 32
FASE PROJECTO |PROJECT PHASE:
ISEL - Instituto [Link] Eng. de Lisboa
LISTA DE LAYERS

0 FOLHAS, ESQUADRIAS E LEGENDAS

ARQ_Proposta ARQUITETURA PROPOSTA

EST_Fundações
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FUNDAÇÕES (SAPATAS)

EST_Hatch PREENCHIMENTO DE MUROS, PILARES E PAREDES

EST_Lajes LAJES (MACIÇAS, ALIJEIRADAS, COLABORANTES, ETC..)


Este desenho é proprIedade intelectual do autor, não podendo ser reproduzido ou usado para qualquer propósito a não ser o aqui expresso, sem prévia autorização escrita. Este desenho deverá ser lido em conjunto com o projeto de arquitetura.

EST_Muros MUROS EM BETÃO (SUPORTE, CONTENÇÃO, ETC...)

EST_Pilares PILARES (BETÃO, METÁLICOS, ETC...)

EST_Pormenores PORMENORES ESTRUTURAIS (BETÃO, METÁLICAS, ETC..)

EST_Texto TEXTOS, NOTAS E DESCRIÇÕES

EST_Vigas VIGAS (BETÃO, METÁLICAS, MADEIRA, ETC...)

CLIENTE |CLIENT: OBJETIVO |OBJECTIVE


ARQUIREAL, Lda Tese de Mestrado
LOCALIZAÇÃO | LOCATION: UNIVERSIDADE |UNIVERSITY
Rua das Camélias, 2 - Sintra ISEL - Instituto [Link] Eng. de Lisboa
NOME DESENHO |DRAWING NAME: FASE PROJECTO |PROJECT PHASE:

Lista de Layers Execução


TÉCNICO(S)|TECHNICIAN(S): DESENHO No. |DRAWING No.
João Gonçalves Aguilar
ESCALA |SCALE

DATA |DATE
s/esc
Outubro 2024
ESTABILIDADE
FOLHA |SHEET A4 EST.33

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