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MAPA

O documento discute o impacto da inteligência artificial generativa, como o ChatGPT, na educação e na produção de conhecimento científico, destacando seus benefícios e riscos. A popularização da IA no Brasil, iniciada com a criação do ELIZA em 1965, levou ao desenvolvimento de chatbots educacionais que auxiliam na aprendizagem, mas também levantam preocupações sobre privacidade e desigualdade digital. A necessidade de diretrizes específicas para o uso dessas tecnologias é enfatizada, visando garantir um uso ético e responsável na educação.

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O documento discute o impacto da inteligência artificial generativa, como o ChatGPT, na educação e na produção de conhecimento científico, destacando seus benefícios e riscos. A popularização da IA no Brasil, iniciada com a criação do ELIZA em 1965, levou ao desenvolvimento de chatbots educacionais que auxiliam na aprendizagem, mas também levantam preocupações sobre privacidade e desigualdade digital. A necessidade de diretrizes específicas para o uso dessas tecnologias é enfatizada, visando garantir um uso ético e responsável na educação.

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“O lançamento do ChatGPT no final de 2022, como a primeira ferramenta de

inteligência artificial generativa (lAGen) de fácil utilização disponibilizada amplamente


ao público' e seguida por versões iterativas mais sofisticadas, gerou uma comoção ao
redor do mundo e está impulsionando a corrida entre grandes empresas de tecnologia
para se posicionarem no campo de desenvolvimento de modelos de lAGen. [...] De fato,
a lAGen tem uma infinidade de usos possíveis. Ela pode automatizar o processamento
de informações e a apresentação de resultados em todas as principais representações
simbólicas do pensamento humano. Além disso, ela possibilita a entrega de resultados,
fornecendo produtos de conhecimento semiacabados. Ao libertar os humanos de
algumas categorias de habilidades de pensamento de nível inferior, essa nova geração de
ferramentas de lA pode ter implicações profundas para a compreensão da inteligência
humana e da aprendizagem”.
Fonte: ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS PARA EDUCAÇÃO, A
CIÊNCIA E A CULTURA (UNESCO). Guia para IA generativa na educação e na
pesquisa. Paris, 2024, p. 07. Disponível em: [Link]
para-ia-generativa-na-educacao-e-na-pesquisa. Acesso em: 05 jun. 2025.

As ferramentas de IA generativa são um exemplo de como o avanço da tecnologia pode


influenciar diretamente na produção do conhecimento científico. Diante disso, a partir
de uma investigação prática das tecnologias presentes no cotidiano e seus impactos
sociais, éticos e ambientais, esse MAPA propõe uma análise crítica entre ciência,
tecnologia e sociedade. Para tanto, você deve escolher uma tecnologia amplamente
utilizada no cotidiano da área do seu curso e elaborar um texto dissertativo-
argumentativo, de 20 a 25 linhas, contendo as seguintes informações:
1. Qual ciência por trás dessa tecnologia (como ela surgiu);
2. Quais os atores sociais envolvidos no seu desenvolvimento e implantação (usuários,
desenvolvedores, governos, empresas, etc.);
3. Quais os benefícios sociais, culturais ou econômicos promovidos por ela;
4. Quais os riscos, controvérsias ou desigualdades geradas por essa tecnologia;
5. Como diferentes grupos sociais são afetados (positiva ou negativamente) por essa
tecnologia.
6. Faça uma análise crítica sobre o uso e os impactos da tecnologia escolhida na
produção do conhecimento científico.

Além disso, para uma boa execução da atividade:


- É obrigatório a utilização do TEMPLATE/FORMULÁRIO WORD que está localizado
no Material da Disciplina.
- Atente-se às instruções e intervenções realizadas pelos professores formadores e
mediadores, tanto em aulas ao vivo quanto no ambiente on-line de aprendizagem
(Studeo), por meio do Mural de avisos e Mensagem.
- Atente-se aos materiais complementares que possam ser utilizados para a realização da
atividade. Esses, em caso de uso, estarão no Material Extra da disciplina.
- A atividade precisa ser desenvolvida por você, portanto, não utilize cópias indevidas
de atividades já realizadas por terceiros, assim como cópias indevidas de textos
disponíveis na web.
*Em caso de dúvida, entre em contato com seu professor(a) mediador(a).
Nos últimos anos, constatamos a popularização da Inteligência Artificial (IA) no
Brasil. Seus primeiros passos, têm origem em 1965, quando o matemático Joseph
Weizenbaum criou ELIZA, considerada a primeira assistente virtual. O programa
identificava mais de 250 frases e formulava perguntas e respostas, transmitindo a falsa
impressão de uma conversa natural com o usuário. No momento, a IA está presente em
diversos setores da sociedade, inclusive na educação, como ferramenta de apoio aos
alunos. Diante disso, um dos principais questionamentos dos profissionais da área
educacional é: como utilizar esse recurso de forma adequada, sem pôr em risco crianças
e adolescentes?
Nesse cenário surgem os chamados Chatbots educacionais, que conversam com
os usuários de forma semelhante a primeira assistente virtual. Seu objetivo é auxiliar a
aprendizagem sem limitar-se as paredes de uma sala de aula tradicional. Os principais
defensores do uso — universidades, institutos de pesquisa e empresas de educação
tecnológica — argumentam que os alunos podem tirar dúvidas a qualquer hora e lugar,
receber de forma personalizada o ensino de acordo com o seu nível e ainda engajar os
alunos por ter a linguagem tecnológica prezada pelos jovens.
Em contrapartida, os opositores como pais, sindicatos de educação e Instituições
tradicionais de ensino alertam para os riscos da inclusão sem supervisão dessa
ferramenta. Entre eles, destacam-se a exposição de dados de crianças e adolescentes, o
estimulo ao plágio, substituição parcial de professores e a desigualdade digital, já que
nem todos os alunos têm acesso à internet.
Desse modo, torna-se importante a criação de um estatuto com diretrizes e regras
especificas para o uso de Chatsbots educacionais, visto que seus principais usuários
serão crianças e adolescentes. A formulação dessas normas pode garantir o acesso
igualitário, a qualidade do ensino e a proteção dos usuários. Assegurando assim, que
será possível a utilização dessas ferramentas de forma ética, responsável e como
verdadeira aliada da educação.

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