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O documento discute a importância do Roots Reggae como uma ferramenta educacional para desmistificar a cultura negra e promover a consciência racial nas escolas brasileiras. Através de suas letras, o gênero musical aborda temas como a resistência afrodescendente e a valorização da identidade negra, propondo uma reinterpretação da história que contrasta com a perspectiva eurocêntrica tradicional. O uso do reggae no ensino visa transformar a educação, proporcionando um novo olhar sobre as questões sociais e culturais do Brasil.
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O documento discute a importância do Roots Reggae como uma ferramenta educacional para desmistificar a cultura negra e promover a consciência racial nas escolas brasileiras. Através de suas letras, o gênero musical aborda temas como a resistência afrodescendente e a valorização da identidade negra, propondo uma reinterpretação da história que contrasta com a perspectiva eurocêntrica tradicional. O uso do reggae no ensino visa transformar a educação, proporcionando um novo olhar sobre as questões sociais e culturais do Brasil.
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História e linguagens

Nome: Luiz Rafael de Paiva Santos RGU: 12210366


Prof: Leandro Ricon Data: 30/11/2022

Ensino de história a partir da temática da música: A desmistificação da cultura


negra através da propagação do Roots Reggae.

Reinterpretação das estruturas bases da cultura africana no Brasil: o Roots Reggae


como releitura contracultural da temática negra abordada nas escolas.

1. Introdução

O Roots Reggae é um gênero musical surgido na Jamaica no fim da década de


1960. O estilo combina elementos do blues norte americano e do Calypso
caribenho, apresentando um ritmo mais lento e arrastado, principal característica do
gênero, que na década seguinte já alcançava sucesso internacional. Hoje, o Reggae
se encontra em boa parte da cultura brasileira, sendo ouvido em bares e boates de
regiões do Norte ao Sul do país. Em Estados do nordeste, a partir dos anos 1980, o
ritmo se faz popular devido a influência caribenha presente na região. Inclusive, o
Maranhão se destaca sendo o centro do Reggae no país.
Exaltando as raízes africanas, o Roots Reggae, apresenta a cultura negra a partir
de um outro ponto de vista, a partir da valorização identitária da em contraste com
aquele que é ensinado por costume. O uso de elementos políticos nas letras das
músicas, cantadas em ritmo alegre, reforça a consciência da história do continente
africano e aborda temas relacionados a liberdade, respeito, beleza negra,
exploração colonial, escravidão, preservação da natureza e, principalmente, a luta
anti-racista. Logo ao surgir na Jamaica, nos anos 1970, o Reggae passa a ser um
movimento contra o racismo que vai ganhando popularidade internacional através
do sucesso de artistas do gênero, como Bob Marley, Peter Tosh e Jimmy Cliff.
No Brasil, o gênero chega através de embarcadores do litoral norte que faziam o
transporte de mercadorias através do Caribe na década de 1970, e traziam consigo
as influências musicais que recebiam durante suas viagens. Já no fim nos anos
1980, o ritmo foi adaptado à cultura brasileira, se popularizou nas regiões periféricas
da parte norte do país e suas mensagens políticas foram sendo adotadas pela
população majoritariamente negra, de realidade periférica que eram adeptas do
gênero musical.

2. Abordagem da temática acerca da resistência dos povos


afrodescendentes

Juntamente com a propagação da mensagem política do Reggae, também se


populariza a ideologia rastafari, religião de origem africana que faz do continente
negro obra divina, sendo o berço da civilização e símbolo de libertação. O culto a
Ras Tafari – príncipe etíope, coroado como Haile Selassie, que comandou o país
africano durante a tentativa italiana de colonizar a Etiópia por duas vezes durante o
século XX – surgiu na Jamaica nos anos 1930, por camponeses descendentes de
Africanos escravizados, e se inspirava no posicionamento do ativista político Marcus
Garvey1.
A religião se tornou símbolo da luta contra o colonialismo africano. Com
componentes naturalistas, o rastafarianismo é representado por três cores, que logo
foram adotadas pelo reggae: amarelo, simbolizando as riquezas da África, no caso o
ouro; verde, alusão ao solo fértil da região; e vermelho, representando o sangue
daqueles que lutaram pela liberdade dos países. Por esse motivo, também se
encontram no Reggae letras que exaltam a beleza natural e protestam a favor da
preservação de florestas e povos originários.
Juntando os componentes do movimento negro engajado pelo Reggae e da
ideologia rastafari, adotada pelos artistas do gênero, a mensagem propagada
transcreve a história negra a partir do ponto de vista africano, alterando alguns
conceitos estruturais presentes na reprodução histórica da cultura étnico-social
relacionados as questões raciais. Como se pode ver na letra da música Reverência,
do grupo de reggae nacional GrooVI2:

1
Líder do Movimento Nacionalista Negro nos Estados Unidos e do Pan-Africanismo, sua militância
anti-racista teve início durante a década de 20 quando Marcus Garvey passou a fazer parte de um
grupo de negros que desafiava a política daquele país e que se concentrava no bairro do Harlem em
Nova Yorque.
2
GrooVI foi fundada em 2010 como uma banda de apoio (backing band) que acompanhava artistas
de diversos gêneros musicais, a sigla VI significa “New Roots” música com fundamentos espirituais
africanos.
. Oh África, a história insiste em negar
A academia eurocêntrica não lhe conta
Eles continuam a blasfemar que Cristovão Colombo
foi quem descobriu a América
Ainda vão dizer aos seus filhos na escola, que esse
tal de Pedro Alvarez Cabral foi quem descobriu o
Brasil Pindorama
Mas que prepotência afirmar descobrir um local
onde já haviam civilizações
E além disso os africanos já estavam presentes nos
quatro cantos do planeta
Você ainda acredita que a Grécia é o berço da
civilização?
InI conhecemos bem os seus plágios, que seu
desenvolvimento foi com base no conhecimento
africano, e até mesmo seus maiores filósofos e
pensadores que você cita, tiveram uma formação
numa escola de mistérios Africana, no Antigo Kemet,
no Vale do Rio Nilo, o real berço da civilização
A sua propaganda quer nos ensinar que o legado
africano foram artes dança e música, e que todo o
conhecimento intelectual provém da Europa
Justificaram a colonização e a escravidão afirmando
que éramos selvagens e primitivos
No auge de seus ideais racistas foram capaz de
teorizar que o cérebro africano era menor
Mas eu revelo pra você minha irmazinhã enquanto
na Europa eles ainda andavam em cavernas, o
homem africano já havia construído as pirâmides
Mas mesmo assim eles vão te ensinar que Pitágoras
é o pai da matemática
Esqueça o desserviço de Hollywood sobre o três
vezes grande Imhotep
O verdadeiro pai da medicina, muito antes do então
chamado Hipócrates, Imhotep
O matemático arquiteto da primeira pirâmide, a de
Saccara
Honrando a ancestralidade, conheça a ti mesmo e a
tua história
Melanina não é a tua desgraça minha irmã, mas a
tua glória
A nossa história não começou na escravidão.
Não somos descendentes de escravos mas de reis e
rainhas africanos (GROOVI, 2018).

A letra da música reporta erros presentes na abordagem historiográfica da


metodologia educacional do país que acabam concretizando e reproduzindo a
perspectiva eurocêntrica acerca da história ancestral africana. A letra também exalta
as grandes conquistas e contribuições dos povos negros originários para a
humanidade, destacando conhecimentos nas áreas da matemática, arquitetura e da
medicina. Além de explanar os efeitos negativos da tradição histórica de ensino na
sociedade brasileira, sugerindo a apropriação da cultura negra a fim de ocultar os
efeitos da exploração colonial.

3. O reggae como projeto de trabalho pedagógico

O projeto de trabalho pedagógico se torna necessário enquanto objeto gerador de


conhecimento disciplinar revisado, sendo capaz de trazer abordagens modernas
que proporcionam novas reinterpretações acerca do tema abordado. Na disciplina
de História, novas interpretações atuam diretamente no processo de desmistificação
de conceitos pré estabelecidos que vão sendo reproduzidos equivocadamente.
Um projeto de trabalho pautado em manifestação cultural se faz constantemente
necessário para que não haja um certo atraso em relação a aulas de história que
abordam temas relacionados a questões de comportamento social. Trazer um olhar
actualizado para os currículos torna maior ciência das transformações que ocorrem
entre as gerações, além de impedir a reprodução de interpretações que não
condizem mais com a realidade nos livros de história.
Como avalia Peter Lee ao dizer que uma educação não libertadora acaba sendo
um projeto de propaganda de valores "comuns" responsáveis pela reprodução de
valores em que o indivíduo se reconhece pelo seu lugar preestabelecido pela
sociedade, impedindo a produção de consciência sobre a experiência sociocultural.
A Educação Histórica, como a liberdade de
expressão, não pode nunca ser considerada como
certa. Em alguns países europeus ela está
atualmente sob a
ameaça de agendas de cidadania e cívicas, por um
lado, e agendas “de fusão”,no outro. O desejo de
usar a história como um suporte para a coesão
social ou mesmo o
ressurgimento nacional parece prosperar em uma
era da migração, da incerteza sobre as
consequências do multiculturalismo e da busca por
alguma base legítima de
afirmação de valores “comuns”. Enquanto isso, com
a concorrência da China e da Índia aumenta, os
políticos procuram novas maneiras de simplificar o
currículo, em
um esforço para assegurar que as competências
exigidas pelas empresas possam encontrar espaço
nas escolas. Apesar de se falar de uma “economia
do conhecimento”, a pressão sobre o currículo
parece ser para as escolas treinarem uma mão de
obra eficaz. (LEE, 2016, p. 110).

Não há nenhuma dúvida a respeito da urgência em abordar História afro-brasileira


na metodologia de ensino nas escolas a fim de proporcionar consciência acerca das
questões raciais presentes no Brasil. Para destacar a relevância de tal temática,
vale ressaltar a obrigatoriedade da abordagem pedagógica a partir da Resolução n.º
01/2004, no Artigo 2º, Parágrafo 2º, que diz:

O Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e


Africana tem por objetivo o reconhecimento e
valorização da identidade, história e cultura dos
afro-brasileiros, bem como a garantia de
reconhecimento e igualdade de valorização das
raízes africanas da nação brasileira, ao lado das
indígenas, europeias, asiáticas. (BRASIL. LEI
10693, 2003).
A partir deste ponto, podemos destacar o uso do posicionamento político do reggae
roots sendo aplicado na educação brasileira. Por se tratar, de maneira pacífica, de
temas sociais recorrentes na realidade brasileira, a adoção do estilo logo na infância
se faz ideal na construção de um novo olhar voltado para análise da estrutura
cultural do país, a definição de conceitos que exaltam as raízes africanas, sendo de
extrema necessidade para um país que sofre abruptamente com racismo e uma
atenção reforçada as questões ambientais que surgem com o crescimento da
civilização, minimizar o eurocentrismo presente no ensino de história geral. Além de
reforçar a formação de espiritualidade do aluno, essencial para lidar com a
segregação social e a discrimição racial.
Recentemente, o uso da música como ferramenta de reprodução de herança
cultural vem sendo usado com cada vez mais frequência. De fato, o uso de uma
pedagogia instrumental facilita o processo de contextualização nas áreas de ensino,
ainda mais quando se é usado em ambientes onde há uma identificação por parte
dos alunos.
O reggae como projeto pedagógico nas escolas do nordeste tem sido bem
observado, agregando imenso valor educacional. Como explicita a professora
Joaquina Silva após dar início a esse tipo de abordagem de ensino:

Da mesma forma que as camadas populares


jamaicanas encontravam nas músicas de
Reggae, uma forma de protestar contra as injustiças
sociais e total abandono pelos
poderosos em São Luís, como se fosse uma espécie
de telepatia musical estabelecida entre os
jamaicanos e os ludovicenses, o Reggae adentrou
suavemente nas mentes dos carentes de São Luís.
É como que os maranhenses compreendessem as
letras da música, ou seja, é como que eles por uma
dádiva de Deus, compreendessem a mensagem de
protestos e também de superação do estágio de
abandono pelo poder local (SILVA, 1998, pp. 20-21).

Um projeto de trabalho visando a inserção do Reggae como metodologia


educacional para o currículo de uma escola situada na periferia de São Luís, no
Maranhão, promovido pela professora Rosangela Coêlho Costa3, demonstrou
grande êxito no ensino de história e geografia para turmas do 7° ano do Ensino
Fundamental. Com a maioria dos alunos, de idades entre 12 e 15 anos,
declaradamente preta, a abordagem do novo método despertou interesse e
curiosidade nos jovens, que logo se identificaram com os temas sobre consciência e
cultura identitária abordados pelo gênero musical.
Na atual conjuntura nacional, observamos o rap e o funk como os gêneros mais
populares nas grandes periferias do Brasil, especialmente nos Estados de São
Paulo e Rio de Janeiro, onde o estilo musical é de grande importância para lidar
com as adversidades presentes trazidas pela desigualdade social, além de dar voz
aqueles que se encontram oprimidos em meio a subversidade do sistema, tornando,
assim, a cultura periférica viva e presente como grande meio de expressão e arte.
Também abordando temas políticos, no caso do rap, o gênero aborda a temática
anti-racista como forma de resistência, pacífica ou não, em meio às grandes cidades
do país. O estilo retrata com riqueza de detalhes a vida abastada de pessoas que
sofrem e sofreram com a desigualdade, abandonados através da segregação social
e discriminação racial. Hoje, os estilos se fazem presente na rotina dos jovens, que
logo adquirem boa parte da consciência acerca da vida desigual em que se situam.
Já o Reggae, não tão popular, destaca a simplicidade e a beleza da vida que estão
além dos grandes centros urbanos, desviando a atenção da baixa perspectiva de
vida presente nas classes mais subalternizadas fomentando positividade,
enaltecendo as capacidades humanas e enfatizando o direito de igualdade. Na letra
da música Abre a janela, do grupo carioca Ponto de equilíbrio4, sobre a temática das
favelas é apresentado o relato de algumas das realidades presentes no âmbito da
favela, exaltando a beleza, destacando a pobreza e protestando a violência.

Abre a janela!
Abre a janela da favela
Você vai ver a beleza que tem por dentro dela
Abre a janela, moço!
Abre a janela da favela

3
Mestra em Educação – Gestão de Ensino da Educação Básica – pelo Programa de Pós Graduação
em Gestão de Ensino da Educação Básica, da Universidade Federal do Maranhão. Membro do
Grupo de Estudo e Pesquisa Investigação Pedagógica Afro-Brasileira (GIPEAB/UFMA).
4
Banda de Reggae brasileira, oriunda do bairro carioca de Vila Isabel, em atividade desde 1999, a
banda é identificada por muitos como a principal representante do Reggae no Brasil.
Você vai ver a beleza que tem por dentro dela
Não quero dizer que lá não existe tristeza (tristeza)
Não quero dizer que lá não existe pobreza (pobreza)
Porque favela sem miséria não é favela
Porque favela sem miséria não é favela
Abre! Abre a janela da favela
Você vai ver a beleza que tem por dentro dela
Abre a janela, moço!
Abre a janela da favela
Você vai ver a beleza que tem por dentro dela
Vai, no silêncio quando a noite cede a vez à
madrugada
Pra romper um novo dia
Puxe a cortina da mesma, lentamente
E você vai ver o samba em pessoa falando com a
gente
(...). (PONTO DE EQUILÍBRIO, 2007).

4. Considerações finais

A educação precisa ser transformadora, ser capaz de transformar a vida do


discente através de seu próprio modo de pensar. O aluno precisa ser capaz de se
questionar a respeito de sua própria realidade.
Portanto, a ideia que eu trago, baseado em práticas, tanto pessoais quanto em
metodologias aplicadas em casos isolados, se baseia na mensagem primordial da
consciência sociológica e filosófica que gira em torno do Roots Reggae. O
reconhecimento de nossa origem, abordagem de nossos direitos e a mensagem de
respeito e bem estar social são capacidades básicas que, presentes na sociedade
logo nas primeiras fases da vida, trazem uma melhor compreensão e interpretação
da cultura e sociedade brasileira.
Em entrevista com Jahir Soares5, baterista, compositor e professor de música, foi
feita a seguinte colocação:
"O reggae simboliza o verdadeiro sentido da vida, através da música
podemos observar o início e o fim da vida, de maneira simples e leve. A vida

5
Músico, nascido em Maragogipe, Bahia, graduado na escola de música pela UFBA. Ganhador do
primeiro concurso de bateria solo no Brasil, se destaca sendo grande referência de percussão no
reggae nacional.
está totalmente ligada a natureza, assim como os humanos, portanto
precisamos ser capazes de observar e reconhecer as leis naturais que estão
presentes a todo momento de nosso cotidiano, ignorando nossas vaidades
que nos afastam do verdadeiro bem estar, tanto individual quanto social."
(Jahir Soares, 2022).

A música é, sem dúvida, um excelente instrumento para se trabalhar na produção


de conhecimento, aulas com abordagens musicais relatam de maneira mais precisa
o conteúdo da disciplina. Quando se faz uso de músicas que condizem com o
contexto do tema abordado, o artista apresentado, na função de fonte, atua como
um testemunha direto do fato histórico.
5. Referências bibliográficas

ROCHA, Elaine. “Stand up for your rights!” As raízes do reggae e a luta contra o
racismo no Brasil. Almanaque Urupês, 2013. Disponível em:
<[Link]
aizes-do-reggae-e-a-luta-contra-o-racismo-no-brasil/>. Acesso em: 22 de novembro
de 2022.

LEE, Peter. Literacia histórica e história transformativa. Educar em Revista, Curitiba,


Brasil, n. 60, p. 107-146, abr./jun. 2016.

FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa.


53ª
ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2016.

SILVA, Joaquina Furtado da. Estudo comparativo sobre a aceitação do reggae nos
Colégios
Liceu Maranhense e Marista. Monografia de Conclusão de Curso de Pedagogia.
São Luís,
UFMA, 1998

BRASIL. Lei 10.639/03. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das


Relações
Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana.
Brasília,
2003.

SILVA, Carlos Benedito Rodrigues da. Da terra das primaveras à ilha do amor:
reggae, lazer
e identidade cultural. São Luís: EDUFMA, 1985.

NAPOLITANO, Marcos. História e Música: história cultural da música popular. 2°


edição. Belo Horizonte: Autêntica, 2002.
COSTA, Rosangela Coêlho. PROJETO DE TRABALHO SOBRE O REGGAE: uma
intervenção didático-pedagógica do ensino de Geografia na Unidade de Educação
Básica Rosário Nina. 2019. 196 p. Dissertação (Mestrado) - Programa de
Pós-graduação em
Gestão de Ensino da Educação Básica/ccso, Universidade Federal do Maranhão,
São Luis, 2019.

COSTA, Rosangela Coêlho. O reggae como tema gerador de projeto de trabalho:


uma proposta pedagógica no contexto das relações étnicos – raciais. Braz. J. of
Develop., Curitiba, v. 6, n. 9, p. 70411-70428, sep. 2020.

COSTA, Rosangela Coêlho. CONSCIÊNCIA NEGRA: O REGGAE COMO


ENFOQUE GLOBALIZADOR DE PROJETO DE TRABALHO NO FOMENTO À
PERTENÇA IDENTITÁRIA DOS(AS) ALUNOS(AS) AFRO-MARANHENSES DA
ESCOLA MUNICIPAL MAIOBINHA. EM FAVOR DE IGUALDADE RACIAL, Rio
Branco – Acre, v. 4 n. 2, p.143-154, maio/ago. 2021

SANTOS, Alexssandro Aparecido dos. SANCHES, Tiago Costa. MÚSICA NO


ENSINO DE HISTÓRIA LOCAL: A CULTURA JUVENIL NO PROCESSO ENSINO
APRENDIZAGEM. 2018. 21 p. Projeto de TCC – UNILA, Foz do Iguaçu, 2018.

GROOVI, KUSH Amani. Reverência: Paradise Entretenimento de Porto Alegre:


2021. Disponível em:
[Link]
ck/3PcDTxpcWOnYlzZQf1G8HQ&ved=2ahUKEwja-sPh8sz7AhVXrJUCHYpXD_0Qjj
h6BAg3EAE&usg=AOvVaw3LJlzB9QiGsv2OjKeCVrjC. Duração (07:30).

PONTO DE EQUILÍBRIO. Janela da favela: Sound System Brazil / Kilimanjaro:


2007. Disponível em:
[Link]
U8sz7AhXIqZUCHToIAlUQjjh6BAgrEAE&usg=AOvVaw2060wp851IfC3TFnpNbAX4.
Duração (03:31).

SOARES. Jahir. Em entrevista concedida a Luiz Rafael. Outubro. 2022

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