Ssa 12
Ssa 12
FACULDADE DE ENGENHARIA
Discentes: Docentes:
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[Link]ÇÃO
O processo produtivo da TRI-M inicia-se com a aquisição e recepção das matérias-primas, que
incluem chapas de aço, barras redondas e reforçadas, perfis metálicos, vigas, tubos (pretos,
galvanizados e sem costura), malhas soldadas, chapas expandidas e acessórios para tubagens.
Como resultado desse processo integrado, a TRI-M fornece uma ampla gama de produtos
finais, incluindo estruturas metálicas para construção civil, equipamentos industriais, sistemas
completos de armazenamento e distribuição de combustíveis (tanques, tubagens e estruturas de
suporte), além de peças mecânicas e componentes destinados aos sectores da energia,
transportes, manutenção industrial e infra-estrutura.
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Os principais consumidores dos produtos e serviços da TRI-M situam-se nos sectores da
construção civil, energia, transportes, manutenção industrial e infra-estruturas públicas e
privadas. A empresa fornece estruturas metálicas, componentes e equipamentos para
construtoras nacionais, empresas de energia eléctrica e de hidrocarbonetos, oficinas de
manutenção e indústrias transformadoras. Além disso, os sistemas de armazenamento e
distribuição de combustíveis são adquiridos por companhias petrolíferas e postos de
abastecimento. No segmento de serviços, a TRI-M atende tanto clientes corporativos de grande
porte como pequenas e médias empresas que recorrem à manutenção, instalação e montagem
de estruturas. A diversidade da sua carteira de clientes reflecte a importância estratégica da
TRI-M no apoio ao desenvolvimento industrial e de infra-estruturas em Moçambique.
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[Link] FUNDAMENTAIS
[Link] do Trabalho
As actividades realizadas nas oficinas da TRI-M apresentam vários riscos para a manutenção
da higiene. Na usinagem, surgem aparas metálicas, poeiras e óleos de corte; no corte de chapas
e perfis, partículas finas acumulam-se no chão e mesas de trabalho; e na soldadura, os fumos
metálicos e respingos sólidos espalham-se pelo ambiente. A pintura e o acabamento libertam
vapores químicos e respingos que contaminam superfícies, enquanto a montagem de estruturas
metálicas gera restos de consumíveis e embalagens que dificultam a organização. Já a
manutenção de equipamentos expõe o ambiente a derrames de óleos e lubrificantes, e a
movimentação de materiais aumenta a presença de poeiras e sucatas em áreas de circulação.
[Link]ça do Trabalho
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A montagem de estruturas metálicas envolve manipulação de cargas pesadas, trabalho
em altura e queda de objectos.
Pintura e acabamento podem causar incêndios se os solventes forem mal manuseados,
enquanto a manutenção de equipamentos apresenta riscos de accionamento acidental e
esmagamentos.
A movimentação de materiais, por gruas, empilhadores ou transporte manual, gera
riscos de colisão, atropelamento e queda de cargas.
Para minimizar esses riscos, a TRI-M implementa medidas de prevenção de carácter geral, das
quais se destacam:
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[Link]úde no Trabalho
As actividades realizadas na TRI-M expõem aos trabalhadores a diferentes riscos que podem
afectar a sua saúde durante o processo produtivo e podem ser de origem tais como:
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A descrição com detalhes das normas regulamentares de higiene e segurança aplicadas
encontram-se no (anexo 14).
A amplitude das suas operações, que vão desde a transformação de matérias-primas metálicas
até à produção, montagem, instalação e manutenção de equipamentos, torna-a um exemplo
representativo da complexidade e dos desafios de segurança em ambientes industriais. O
carácter diversificado da empresa, que abrange desde oficinas de usinagem até serviços de
campo, aumenta a exposição a riscos ocupacionais e ambientais, justificando a implementação
de práticas rigorosas de higiene, saúde e segurança.
A motivação deste projecto de estudo assenta não apenas na necessidade de criar um ambiente
laboral seguro, saudável e equitativo, mas também na relevância da empresa TRI-M no sector
industrial moçambicano.
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Emissão de fumos e vapores para o ambiente;
Desperdício de materiais no processo produtivo;
Geração de resíduos sólidos industriais.
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DESENVOLVIMENTO DOS OBJECTIVOS ESPECÍFICOS DEFINIDOS
Os riscos ocupacionais podem surgir tanto na fase de planificação, através de falhas no projecto
e organização, como na fase de execução, onde os trabalhadores estão expostos a actividades
de maior perigosidade. A seguir apresentam-se as principais actividades e os riscos associados
em cada etapa.
Para uma melhor compreensão dos riscos presentes nas diferentes etapas do processo
produtivo, analisaram-se as actividades realizadas durante a fase de planificação. Após estudo
dos riscos envolvidos nas actividades de planificação, os dados culminaram na seguinte tabela.
(veja Tab. Nº1 - Riscos Ocupacionais na Planificação)
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Riscos Ocupacionais na Execução
Após análise dos riscos envolvidos nas actividades correspondentes à fase de execução, o
estudo culminou com a produção da tabela Nº2 – (Riscos Ocupacionais na Execução)
Na planificação
Após a identificação dos riscos envolvidos nas actividades de planificação, fez-se o estudo das
fontes de geração dos riscos e avaliação do grau de perigosidade, e culminou com a produção
da tabela Nº3 – (Fontes de geração de riscos e o seu grau de perigosidade na planificação)
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movimentação de
materiais
05 Planeamento da Organizacional Avaliação de riscos X
segurança no e responsabilidade
trabalho sobre medidas
preventivas
06 Organização do Organizacional Espaço X
espaço ocupacional desordenado
Tabela 3: Fontes de geração de riscos e o seu grau de perigosidade na planificação
Na Execução
O estudo dos riscos envolvidos nas actividades correspondentes à fase de execução, culminou
com a identificação das fontes de geração dos riscos e avaliação do grau de perigosidade, que
culminou com a produção da tabela Nº4 – (Fontes de geração de riscos e o seu grau de
perigosidade na execução)
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07 Manutenção de RPA Contacto com peças X
ferramentas e em movimento,
equipamentos cortes e falha de
ferramentas
Tabela 4: Fontes de geração de riscos e o seu grau de perigosidade na execução
Serras eléctricas e manuais devem ser submetidas a manutenção preventiva e correctiva, com
inspecção periódica de lâminas, sistemas de corte e protecções. Trocas de lâminas ou ajustes
de tensão devem ser realizadas conforme o uso e a observação de sinais de desgaste, evitando
acidentes e garantindo cortes precisos.
Equipamentos de soldaduras eléctricas e a gás, por lidarem com altas temperaturas e gases,
requerem manutenção preventiva e TPM (Total Productive Maintenance). A manutenção
preventiva inclui verificação de cabos, conexões, regulagem de voltagem e limpeza de bicos
de solda. A aplicação do TPM incentiva os operadores a realizar inspecções diárias e pequenas
intervenções antes da operação, promovendo maior segurança e responsabilização pelo
equipamento.
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Ferramentas manuais e eléctricas menores, como parafusadoras, alicates e martelos, recebem
manutenção correctiva e preventiva simples, consistindo em limpeza, lubrificação e
substituição de peças danificadas, assegurando que estejam sempre prontas para uso e evitando
acidentes por falha mecânica.
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7.1.4. Elaborar um plano de gestão de riscos adequados ao processo produtivo
7.4.1. Plano de Gestão dos Riscos Envolvidos nas Actividades Perigosas da TRI-M
As operações de corte e usinagem apresentam risco físico elevado devido ao contacto com
lâminas, partes móveis e projecção de fragmentos. O plano de gestão de riscos inclui:
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A instalação de protecções nas máquinas, manutenção preventiva regular, e o
fornecimento de EPIs adequados, como óculos de protecção, protectores auditivos e
luvas;
Os operadores devem ser treinados para operar as máquinas de forma segura e seguir
procedimentos padronizados, garantindo inspecções diárias antes do início das
actividades.
Soldadura e brasagem
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Planeamento detalhado da sequência de montagem;
Utilização de equipamentos auxiliares para levantamento de cargas;
Organização do espaço de trabalho;
Supervisão constante;
Uso obrigatório de EPIs, incluindo capacete, luvas, calçado de segurança e cintos de
protecção quando houver trabalho em altura.
Durante a manutenção, há risco físico de contacto com peças em movimento, cortes e falha de
ferramentas. Para minimizar esses riscos, deve-se
Com a implementação do plano de gestão de riscos delineado para as actividades das oficinas
da TRI-M, espera-se uma redução significativa nos níveis de perigosidade e exposição dos
trabalhadores, assim como melhorias nas condições de higiene e segurança no a mbiente
laboral.
Situação actual
Após a análise das condições observadas nas diferentes áreas de trabalho da empresa,
procedeu-se à avaliação das práticas actuais de Higiene e Segurança no Trabalho, o que
culminou com a produção da tabela Nº6 – (situação actual)
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N/o Aspectos Situação de HST Descrição
Existe Não
existe
01 Selecção e organização de E. Boa A empresa realiza selecção de
equipa de trabalho pessoal com base em competências
técnicas e experiência. Há divisão
clara de funções e supervisão
directa durante as operações, o que
contribui para a segurança e
eficiência no trabalho.
02 Usinagem e corte de E. Má Os equipamentos de corte e
materiais usinagem possuem protecções,
porém, observa-se falta de uso
consistente de EPI’s (óculos, luvas
e protectores auriculares). O ruído e
as partículas metálicas representam
riscos ainda pouco controlados.
03 Soldadura e brasagem E. A zona de soldadura é isolada, com
Suficiente ventilação adequada e sinalização
de risco. Os operadores utilizam
máscaras de solda e luvas.
04 Acabamentos e ajustes finais E. O sector de acabamentos segue
Suficiente procedimentos adequados, com uso
de lixadeiras e ferramentas
manuais. O ambiente é limpo e o
uso de EPI’s é quase total, mas falta
um sistema eficaz de extracção de
poeiras metálicas.
05 Montagem e instalação de E. Boa O trabalho é feito com o auxílio de
estruturas ferramentas manuais e eléctricas
em ambiente controlado. A
empresa exige o uso de capacete,
luvas e botas de segurança. Há
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supervisão e cumprimento das
normas básicas de segurança.
06 Manutenção de ferramentas Não Não há um plano formal de
e equipamentos existe manutenção preventiva. As
reparações são feitas apenas quando
ocorre avaria, o que pode
comprometer a segurança e
durabilidade dos equipamentos.
Tabela 6:situação actual
Situação esperada
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uso contínuo de EPI’s, proporcionando um ambiente de
trabalho mais higiénico e seguro.
05 Montagem e Deve-se manter a supervisão constante das actividades,
instalação de garantir o uso correcto de EPI’s e verificar periodicamente as
estruturas ferramentas, assegurando a continuidade das boas práticas de
segurança.
06 Manutenção de Deve-se implementar um plano formal de manutenção
ferramentas e preventiva e correctiva, com registos actualizados e
equipamentos verificações periódicas, garantindo a fiabilidade dos
equipamentos e a segurança dos trabalhadores.
Tabela 7: Situação esperada
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Usinagem e Corte de Materiais
Soldadura e Brasagem
A zona de soldadura é isolada e ventilada, com uso de máscaras e luvas, mas há deficiências
na manutenção dos cabos e botijas e falhas ocasionais na ventilação. Com a aplicação das novas
medidas, será garantida manutenção regular dos equipamentos, ventilação adequada e
contínua, e cumprimento rigoroso das normas de segurança e operação. O processo passa de
um sistema parcialmente seguro para um ambiente de soldadura mais controlado, com menor
exposição a fumos e gases tóxicos, resultando em melhor saúde ocupacional e menos riscos de
incêndio ou queimaduras.
O ambiente é limpo e o uso de EPIs é quase total, mas não há sistema eficaz de extracção de
poeiras metálicas e o controlo da fadiga ainda é limitado. Com a implementação das medidas,
prevê-se a instalação de sistemas de extracção de poeiras, reforço da limpeza e organização do
espaço e uso constante dos EPIs. O sector de acabamentos evolui de um ambiente apenas
adequado para um espaço higiénico e seguro, com melhores condições ergonómicas e menor
exposição a partículas e poeiras, elevando o conforto e a produtividade dos trabalhadores.
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medidas implementadas reforçarão a supervisão constante, o uso correcto dos EPIs e a
verificação periódica de ferramentas e equipamentos. O sector passa de um nível bom de
segurança para um nível de excelência, consolidando práticas preventivas que reduzem
acidentes por esmagamento, quedas e falhas mecânicas.
Não existe plano formal de manutenção preventiva; as reparações são feitas apenas em caso de
avaria, o que compromete a segurança e a durabilidade dos equipamentos. Será implementado
um plano formal de manutenção preventiva e correctiva, com registos actualizados, inspecções
periódicas e monitorização da fiabilidade das máquinas. Há uma transição clara de um sistema
reactivo para um modelo preventivo e organizado, garantindo maior segurança operacional,
redução de falhas e aumento da vida útil dos equipamentos.
Análise dos Riscos: Os riscos identificados nas diferentes etapas do processo produtivo
variam conforme a natureza das actividades realizadas. Na fase de selecção e organização
da equipa de trabalho, destaca-se o risco social e organizacional, resultante de possíveis
falhas na comunicação, má distribuição de tarefas e conflitos interpessoais, que podem
afectar o desempenho e a harmonia do grupo. Já nas etapas de usinagem e corte de
materiais, soldadura e brasagem, acabamentos e ajustes finais, montagem e instalação de
estruturas e manutenção de ferramentas e equipamentos, predominam os riscos de patologia
de acidentes (RPA). Durante a usinagem e o corte, há perigo de cortes, projecção de
partículas e exposição ao ruído; na soldadura, o risco está relacionado às altas temperaturas,
radiações e fumos metálicos; nos acabamentos e ajustes, os trabalhadores podem sofrer
com inalação de poeiras e esforços repetitivos; na montagem e instalação, há possibilidade
de quedas, esmagamentos e sobrecarga física; e na manutenção, os riscos incluem choques
eléctricos, cortes e aprisionamento em partes móveis. Cada uma dessas actividades requer
medidas preventivas adequadas e uso rigoroso de Equipamentos de Protecção Individual
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para garantir a segurança e o bem-estar dos trabalhadores. Veja tabela Nº5 -(Actividades
perigosas da TRI-M)
Análise da Situação Actual: De acordo com a tabela Nº6 – (Situação actual), verifica-se
que as condições de Higiene e Segurança no Trabalho (HST) da empresa são satisfatórias,
apresentando pontos positivos e outros que exigem melhorias.
Pontos Fortes
Pontos Fracos
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Armazenamento irregular de materiais;
Ausência de manutenção preventiva regular em algumas máquinas, o que
compromete a segurança operacional.
A metodologia foi estruturada para garantir uma análise rigorosa, crítica e contextualizada,
utilizando os seguintes métodos de recolha e análise de dados:
Consulta bibliográfica;
Interacção entre colegas em relação ao processo produtivo da TRI-M;
Consultas a docentes.
Com base na análise dos riscos observados nas oficinas da TRI-M e na comparação com as
boas práticas adoptadas em indústrias metalomecânicas de referência, foram delineadas acções
preventivas, correctivas e medidas de melhoria contínua destinadas ao reforço do sistema de
Higiene, Segurança e Saúde no Trabalho (HSST) da empresa.
Criar pontos fixos para a entrega e controlo de EPI, com registos de distribuição e
rastreabilidade.
Actualizar toda a sinalização de segurança e emergência nas áreas produtivas,
utilizando símbolos universais e linguagem simples e objectiva.
Implementar um canal interno, para a comunicação de condições inseguras e com alto
risco de acidentes.
Valorizar e responder de forma proactiva às notificações de risco reportadas pelos
colaboradores.
RECOMENDAÇÕES
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segurança, actualização de procedimentos e exigência de planos de segurança antes de iniciar
actividades de maior risco.
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13. CONCLUSÃO
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14. ANEXOS
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as responsabilidades das entidades patronais e do Estado no controlo e fiscalização das
condições de segurança.
Estabelece as Normas de Prevenção de Riscos Industriais, complementando a Lei n.º 5/89. Este
regulamento define medidas técnicas e organizacionais para prevenir acidentes em indústrias
que utilizam substâncias perigosas, impondo a criação de planos de segurança, sistemas de
detecção e combate a incêndios, e a formação obrigatória dos trabalhadores. Também
determina que qualquer nova instalação industrial deve ser precedida por uma avaliação de
riscos e por medidas de prevenção adequadas.
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Figura 1: Decreto n.º 62/2013, de 4 de Dezembro
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Figura 2: Decreto n.º 61/2006, de 26 de Dezembro
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Figura 3:Lei n.º 5/89, de 18 de Setembro
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Figura 4:Decreto-Lei n.º 48/1973, de 15 de Fevereiro
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