Slides Rino Sinusite
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ESPECIALIDADE
Rino-sinusite
Otorrinolaringologia
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PERGUNTA ORIGINAL 10
Um doente de 25 anos de idade vem ao consultório médico por odinofagia. Refere obstrução nasal com rinorreia
seromucosa anterior e posterior e mal-estar generalizado com 3 dias de evolução. Sem noção de febre embora tenha
sentido arrepios durante a noite. Refere que a irmã mais nova, de 5 anos, esteve constipada há 1 semana e que por
esse motivo ficou a cuidar dela. Não tem queixas de prurido nasal, espirros, cefaleias ou tosse. Não tem queixas
visuais nem otológicas. Tem 185 cm de altura e pesa 80 kg; IMC 23 kg/m2. Os sinais vitais são temperatura 37,5ºC,
frequência cardíaca 80/min, frequência respiratória 16/min e pressão arterial 110/80 mmHg. A auscultação cardíaca e
pulmonar não revelam alterações. A otoscopia é normal. A orofaringe está ruborizada mas sem exsudados ou
secreções purulentas. A rinoscopia evidencia hipertrofia dos cornetos nasais e edema da mucosa nasal com discreta
quantidade de secreções mucosas. Não são palpáveis adenopatias. O restante exame físico está dentro dos
parâmetros de normalidade.
Qual das seguintes alternativas é o tratamento mais adequado?
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PERGUNTA ORIGINAL 10
Um doente de 25 anos de idade vem ao consultório médico por odinofagia. Refere obstrução nasal com rinorreia
seromucosa anterior e posterior e mal-estar generalizado com 3 dias de evolução. Sem noção de febre embora tenha
sentido arrepios durante a noite. Refere que a irmã mais nova, de 5 anos, esteve constipada há 1 semana e que por
esse motivo ficou a cuidar dela. Não tem queixas de prurido nasal, espirros, cefaleias ou tosse. Não tem queixas
visuais nem otológicas. Tem 185 cm de altura e pesa 80 kg; IMC 23 kg/m2. Os sinais vitais são temperatura 37,5ºC,
frequência cardíaca 80/min, frequência respiratória 16/min e pressão arterial 110/80 mmHg. A auscultação cardíaca e
pulmonar não revelam alterações. A otoscopia é normal. A orofaringe está ruborizada mas sem exsudados ou
secreções purulentas. A rinoscopia evidencia hipertrofia dos cornetos nasais e edema da mucosa nasal com discreta
quantidade de secreções mucosas. Não são palpáveis adenopatias. O restante exame físico está dentro dos
parâmetros de normalidade.
Qual das seguintes alternativas é o tratamento mais adequado?
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PERGUNTA ORIGINAL 10
A resposta correta E. Terapêutica com oximetazolina tópica e analgesia.
Jovem com odinofagia e obstrução nasal com rinorreia seromucosa anterior e posterior e mal-estar generalizado com
3 dias de evolução, calafrios e subfebril. Contexto epidemiológico com irmã constipada. Sugestivo de uma
Constipação Comum/Rinite aguda. A orofaringe está ruborizada. A rinoscopia evidencia hipertrofia dos cornetos
nasais e edema da mucosa nasal com discreta quantidade de secreções mucosas. O tratamento é sintomático,
descongestinantes nasais como a oximetazolina (vasoconstritor nasal) máximo de 5 dias, pelo risco de rinite
medicamentosa.
A. B. Não se dá AB em rinites agudas pois os microrganismos mais frequentes são vírus (rhinovírus).
C. Também não é necessário dar corticosteróides numa constipação comum.
D. Montelucaste é um anti-leucotrieno utilizado quando temos asma. Não é utilizado com 1º linha em ORL.
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RINITE AGUDA (CONSTIPAÇÃO COMUM)
Doença aguda + freq nos países industrializados e doença infeciosa + freq.
Transmissão
• Contacto das mãos (direto ou indireto): os vírus podem permanecer viáveis na pele humana durante 1-2h
• Gotículas pequenas (aerossóis): através de espirros ou tosse
• Gotículas grandes: requerem contacto próximo com o infetado Ar reciclado nos aviões e
temperatura baixa não
parecem ↑ o risco
Clínica ++ devido à resposta imune. Período de incubação de 3-7 dias
Complicações
ü Rino-sinusite aguda - ++ viral (sinusite rinogénica; embora a rinite tenha tendência a envolver a mucosa sinusal, nem sempre acontece)
ü D. Respiratória do trato respiratório inferior: ++ VSR e Parainfluenza. p.e. VSR causa constipação comum
e bronquilite nas crianças
ü Exacerbação de asma
ü OMA: por disfunção da tuba auditiva
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RINITE AGUDA (CONSTIPAÇÃO COMUM)
Tx
Auto-limitada +++ Duração de 3-10 dias (pode persistir 2 sem)
Tx sintomático!
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PERGUNTA ORIGINAL 11
Um doente de 23 anos de idade vem ao consultório médico a uma consulta de rotina. Ao ser questionado sobre o
estado de saúde refere estar preocupado porque a namorada queixa-se que ele “ressona muito durante a noite”.
Nunca notara esse sintoma até ir viver com ela há cerca de 1 ano. Ao ser questionado refere obstrução nasal,
xerostomia matinal, espirros e comichão nasal frequentes. Nunca foram presenciadas apneias durante o sono. Pratica
desporto, não fuma e diz ter uma alimentação saudável. Vivem num ambiente urbano, num apartamento ventilado
com um gato. Não tem antecedentes médicos ou cirúrgicos prévios. Não tem queixas visuais nem otológicas. Tem 170
cm de altura e pesa 70 kg; IMC 24 kg/m2. Os sinais vitais são temperatura 36.0ºC, frequência cardíaca 80/min,
frequência respiratória 16/min e pressão arterial 110/80 mmHg. A auscultação cardíaca e pulmonar não revelam
alterações. Apresenta pele escurecida infraorbitária (imagem) e uma prega nasal transversa. A rinoscopia evidencia
hipertrofia dos cornetos nasais com mucosa nasal pálida. Não são palpáveis adenopatias. O restante exame físico está
dentro dos parâmetros de normalidade.
Qual das seguintes é a abordagem mais correta?
Um doente de 23 anos quadro de roncopatia sem apneias (apneias importante para excluir SAOS), obstrução nasal,
xerostomia matinal, espirros e comichão nasal frequentes estes dois últimos muito sugestivos de rinite alérgica.
Apresenta pele escurecida infraorbitária e uma prega nasal transversa (coçar constantemente o nariz). A rinoscopia
evidencia hipertrofia dos cornetos nasais com mucosa nasal pálida – típica da Rinite Alérgica. O pelo do gato pode ser
o agente responsável pela clínica alérgica do doente. Tratamento com anti-histamínico oral (ex. levocetirizina) e
corticoide tópico intra-nasal (ex. mometasona).
A. Por norma não se solicita prick teste nos doentes com rinite alérgica a não ser se refratários ao tratamento médico.
Rx dos seios da face já não se utiliza atualmente.
B. A evicção dos alergénios é sempre importante, mas sem sequer tentar tratamento médico prévio levanta algumas
questões, pode haver alínea mais correta.
D. Antileucotrienos indicados para tratamento de asma.
E. A fenilefrina é um descongestionante nasal logo só se pode utilizar no máximo durante 5 dias.
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RINITE ALÉRGICA
Muito frequente
Mediada por IgE à Reação de hipersensibilidade do tipo 1 (imediata)
Classificação Sazonal Sintomas ocorrem em certas alturas do ano p.e. provocado por pólens
Perene Sintomas ocorrem ao longo de todo o ano p.e. ácaros do pó, pelos de animais
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RINITE ALÉRGICA
EO
Rinoscopia
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RINITE ALÉRGICA
Dx CLÍNICO
Pode ser confirmado pela presença de IgE específica de alergénio à Prick test
A identificação dos alergénios específicos NÃO é necessária p/ o tx. No entanto, pode estar indicada em
alguns doentes com sintomas refratários
Tx
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RINITE MEDICAMENTOSA
++ Pelo uso a longo prazo de sprays descongestionantes nasais (vasoconstritores tópicos)
Quadro de cefaleias periorbitárias. História de congestão nasal, rinorreia, tosse seca e odinofagia com inicio há 10 dias
com melhoria inicial, contudo desde há 72 horas, surgiu associadamente febre alta (39.5 ºC) e dor periorbitária intensa.
SEM oftalmoplegia, diplopia, dor nos movimentos oculares, proptose ou diminuição da acuidade visual, sem sinais de
alarme muito importante para excluir celulite pós-septal com atingimento da órbita. EO com febre, edema e eritema
periorbitário esquerdo e rinoscopia anterior evidencia secreções muco-purulentas em ambas as fossas nasais. Este
quadro é sugestivo de uma rinossinusite aguda bacteriana (tem um duplo agravamento, inicialmente melhor e depois
piorou) complicada com uma celulite pré-septal, apenas no tecido celular subcutâneo. As características das secreções
não apontam ser ou não sobreinfeção bacteriana. Tratamento com AB per os em ambulatório e tópicos nasais.
A. O Rx dos seios perinasais raramente é pedido em ORL o melhor é o TC dos seios perinasais.
B: O TC é pedido quando suspeita de celulite pós-septal. Aqui é mais provável ser pré-septal, não tem sinais de alarme.
Alínea discutível pois estamos a falar de complicações mas há uma alínea mais correta.
C. Não tem sinais de alarme a nível ocular, pode vir a ser necessário mas para já não.
D. Em falta o antibiótico oral, suspeita de sobreinfeção bacteriana.
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(RINO-)SINUSITE AGUDA
Inflamação da cavidade nasal e seios paranasais
(crianças: ++etmoidal; adultos: maxilar > etmoidal > frontal > esfenoidal)
ü Rinorreia purulenta
ü Congestão nasal
4 sem 12 sem
ü Dor/ Pressão/ Fullness facial Sinusite Sinusite Sinusite
aguda subaguda crónica
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(RINO-)SINUSITE AGUDA
Tx 1º Tx de suporte Analgésicos
Irrigação nasal c/ soro salino
Corticóides intra-nasais
Descongestionantes
Espera-se que resolva em < 10 dias
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(RINO-)SINUSITE AGUDA
Complicações Ocorrem em doentes com rino-sinusite bacteriana
Clínica Imagiologia
Celulite pré- Dx clínico (imagem geralm não é necessária, excepto se
Dor ocular, edema da pálpebra e eritema
septal houver preocupação com a possibilidade de celulite orbitária)
Imp DDx
Celulite Dor ocular, edema da pálpebra e eritema + dor c/ movs TC c/ contraste ou RM da cabeça, incluindo órbita e
orbitária oculares, proptose, ou alt. da visão - EMERGÊNCIA seios paranasais
Abcesso
Deslocamento do globo ocular + sint. celulite orbitária RM da cabeça, incluindo órbita e seios paranasais
subperiósteo
Abcesso Cefaleia ± alt. estado consciência, febre, ou náuseas/ TC c/ contraste ou RM da cabeça, incluindo seios
intracraniano vómitos paranasais
TC sem contraste da cabeça pode estar indicada antes
Meningite Febre, rigidez da nuca e/ou alt. estado consciência
da punção lombar (p/ excluir abcesso)
Trombose RM da cabeça, incluindo órbita e seios paranasais
Parésia de nervos cranianos (III, IV, VI) ± cefaleia e
séptica do seio Venografia por RM
febre
cavernoso
TC c/ contraste ou RM da cabeça, incluindo seios
Osteomielite Dor no local envolvido com eritema e edema
paranasais 22
(RINO-)SINUSITE AGUDA
Complicações Celulite Causa + freq: Rino-
sinusite bacteriana
AMBAS
SINAIS DE ALARME P/ ORBITÁRIA
∅ Dor ocular unilateral
Sem outros sint. associados Edema e eritema palpebral ü Oftalmoplegia
Febre ü Diplopia
Leucocitose ü Dor com movs. oculares
ü Proptose
Tx: AB per os em ambulatório + tópicos nasais ü ↓ Acuidade visual
≥ 2 dos
seguintes: ü Secreções nasais muco-purulentas (anterior e/ou posterior)
ü Congestão nasal
ü ± Dor ou pressão facial
ü ± Hipósmia/ Anósmia
Fenótipos:
1. Rino-sinusite crónica com pólipos nasais
2. Rino-sinusite crónica sem pólipos nasais: alterações anatómicas (desvio do septo, tumores),
patologia dentária
3. Rino-sinusite fúngica alérgica: é não invasiva; a principal causa é o Aspergillus fumigatus; TC mostra o sinal “ironlike”
típico (calcificações); tx é cirúrgico (antimicóticos locais e sistémicos sem benefício)
Nova classificação EPOS 2020 dá mais relevância à identificação do endótipo (e não tanto do fenótipo)
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(RINO-)SINUSITE CRÓNICA
Dx O dx de rino-sinusite crónica é baseado na presença de sintomas sugestivos + evidência objetiva de
inflamação da mucosa dos seios
Logo, requer alterações dos seios visíveis na TC ou endoscopia, pois os sintomas isoladamente
não são suficientemente específicos
Sinais endoscópicos:
- Pólipos nasais
- Secreções muco-purulentas ou edema no meato médio
Alterações na TC:
- Espessamento da mucosa ou opacificação parcial ou
completa dos seios paranasais
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(RINO-)SINUSITE CRÓNICA
Tx
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PERGUNTA ORIGINAL 13
Uma mulher de 35 anos recorre ao seu médico de família por quadro de obstrução nasal com vários anos de evolução
associado a cefaleias frontais de predomínio matinal. Refere roncopatia, sem apneias, durante o sono e xerostomia
matinal. Não sente o cheiro nem o paladar e, por vezes, apresenta rinorreia espessa e tosse seca associada. Tem
“passado muito mal este inverno”, por vezes com “falta de ar intensa”. Decidiu tomar aspirina para alívio da cefaleia,
mas considera que “reagiu mal ao medicamento porque ainda ficou com mais falta de ar”. Nega queixas visuais ou
neurológicas. Recentemente realizou testes de função respiratória que revelaram a presença de um padrão obstrutivo,
motivo pelo qual aguarda agendamento de consulta de Pneumologia. Tem 165 cm de altura e pesa 50 kg; IMC 21
kg/m2. Os sinais vitais são temperatura 36.0º, frequência cardíaca 65/min, frequência respiratória 16/min e pressão
arterial 110/80 mmHg. A auscultação cardíaca e pulmonar são normais. Após vasoconstrição e anestesia tópica, a
rinoscopia anterior evidencia um desvio do septo nasal com convexidade para a esquerda e uma estrutura arredondada
na fossa nasal esquerda, de coloração cinza-pálida (imagem).
Qual o diagnóstico mais provável?
A. Rinite alérgica
B. Rinite medicamentosa
C. Rinossinusite aguda
D. Rinossinusite crónica sem pólipos nasais
E. Doença respiratória exacerbada pela aspirina
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PERGUNTA ORIGINAL 13
Uma mulher de 35 anos recorre ao seu médico de família por quadro de obstrução nasal com vários anos de evolução
associado a cefaleias frontais de predomínio matinal. Refere roncopatia, sem apneias, durante o sono e xerostomia
matinal. Não sente o cheiro nem o paladar e, por vezes, apresenta rinorreia espessa e tosse seca associada. Tem
“passado muito mal este inverno”, por vezes com “falta de ar intensa”. Decidiu tomar aspirina para alívio da cefaleia,
mas considera que “reagiu mal ao medicamento porque ainda ficou com mais falta de ar”. Nega queixas visuais ou
neurológicas. Recentemente realizou testes de função respiratória que revelaram a presença de um padrão obstrutivo,
motivo pelo qual aguarda agendamento de consulta de Pneumologia. Tem 165 cm de altura e pesa 50 kg; IMC 21
kg/m2. Os sinais vitais são temperatura 36.0º, frequência cardíaca 65/min, frequência respiratória 16/min e pressão
arterial 110/80 mmHg. A auscultação cardíaca e pulmonar são normais. Após vasoconstrição e anestesia tópica, a
rinoscopia anterior evidencia um desvio do septo nasal com convexidade para a esquerda e uma estrutura arredondada
na fossa nasal esquerda, de coloração cinza-pálida (imagem).
Qual o diagnóstico mais provável?
A. Rinite alérgica
B. Rinite medicamentosa
C. Rinossinusite aguda
D. Rinossinusite crónica sem pólipos nasais
E. Doença respiratória exacerbada pela aspirina
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PERGUNTA ORIGINAL 13
Resposta correta E. Doença respiratória exacerbada pela aspirina.
Quadro de obstrução nasal com vários anos de evolução associado a cefaleias frontais de predomínio matinal,
roncopatia, sem apneias e xerostomia matinal (respiram mal pelo nariz logo respiram pela boca), hipósmia e anósmia
compatível com rinossinusite crónica. Agravamento das queixas de falta de ar com a toma de aspirina em SOS. A
rinoscopia anterior evidencia uma estrutura arredondada na fossa nasal esquerda, de coloração cinza-pálida muito
sugestiva de pólipo nasal. Típico da Doença respiratória exacerbada pela aspirina tríade de asma + rinossinusite crónica
+ pólipos nasais.
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DOENÇA RESPIRATÓRIA EXACERBADA PELA AAS
(= TRÍADE DE SAMTER = SÍNDROME DE WIDAL)
Fisiopatologia Tx
Ocorre por alterações do metabolismo do ácido araquidónico, com
consequente desequilíbrio entre mediadores pró-inflamatórios e Evitar AINEs
anti-inflamatórios à inflamação crónica das vias aéreas Dessensibilizar se necessita de AINEs
Os AINEs, ao inibirem a COX-1, agravam este desequilíbrio de forma Tx da asma e da polipose nasal
aguda.
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PÓLIPOS NASAIS
Hiperplasia polipóide edematosa da mucosa dos seios paranasais (geralmente nas células etmoidais
anteriores e seio maxilar) e que se projeta para a cavidade nasal na forma de pólipos
ü Obstrução nasal
ü Hipósmia/ Anósmia (por obstrução do sulco olfativo)
Ainda:
Cefaleia (por compromisso da ventilação e drenagem nos seios paranasais)
Ressonar
Rinofonia clausa (alteração da fala por obstrução nasal)
Limpeza freq. da garganta por drenagem pós-nasal
Risco de laringite e sintomas brônquicos
Dx
ü Clínico – observação dos pólipos na rinoscopia ou endoscopia
(parede nasal lateral +++)
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