Relatorio Do LAB
Relatorio Do LAB
Abel
André
Pedro
Universidade Rovuma
Instituto Superior de Recursos Naturais e Ambiente
2024
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Amane Carlitos
Charifa Saide Jumbe
Ezequiel Elias Abel
Osvaldo André
Valdimiro Jorge Pedro
Universidade Rovuma
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Introdução
A obtenção de hidrogénio tem-se tornado um tema central nas discussões sobre energia
sustentável e mitigação das mudanças climáticas. Como um vector energético versátil, o
hidrogénio pode ser produzido a partir de diversas fontes, incluindo a electrólise da água,
reforma de gás natural e biomassa. Cada método apresenta suas próprias vantagens e desafios,
influenciando suas prioridades no contexto da sustentabilidade ambiental, viabilidade económica
e infra-estrutura tecnológica.
Objectivo:
Fundamentação Teórica
Hidrogénio é o mais leve dos elementos naturais. Na sua forma estável, ele existe sob a forma de
moléculas diatómicas (H2), que é a mais leve das moléculas conhecidas. Como só existem em
quantidades mínimas na natureza, o hidrogénio deve ser preparado por reacções químicas dos
compostos que o contenham, como água, alguns ácidos, algumas bases, além dos hidrocarbonetos.
Para a preparação de Hidrogénio a partir de ácidos em laboratório, inicialmente requer a escolha
correcta dos ácidos, onde os mais convenientes são os ácidos não-oxidantes como o H2SO4 diluído
e o HCI diluído ou concentrado, que reagem rápida e calmamente com muitos metais sem oxidar o
hidrogénio formado. A escolha do metal é importante e deve-se levar em consideração a relação
de electropositividade do metal (Série Electromotriz dos metais), onde a electropositividade do
metal deve ser inversamente proporcional a concentração do ácido.
Materiais Necessários
Substâncias Necessárias
Procedimentos
Observações
Depois de se colocar o magnésio, no tubo de ensaio por onde continha o HCl, observou-se que a
mistura estava fervendo, criando bolhas na proveta depois de depois de se retirar a proveta da
água acendendo se o palito de fósforo aproximando-o ocorreu uma explosão confirmando a
presença de gás Hidrogénio.
Discussão de resultados
2.3 ,3 6,6
X= =¿ = 1,2 Espátulas de zinco.
5 ,5 5 ,5
1, 2
= 0,6 Espátulas.
2
Conclusão
Referências bibliográficas
AMÁLIA. Cândido e SILVA, Maria. Trabalhos práticos de química 2º ano complementar.
Porto. Volume II. Porto editora, 1975.
BARROS, J. A. P. Manual de práticas laboratoriais. Uma introdução a química geral e
inorgânica. Maputo. Universidade Pedagógica. 1996.
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Introdução
A obtenção de cloro no laboratório é um processo fundamental para estudos e experimentos em
química, proporcionando um ambiente controlado para a produção e análise desse elemento
químico. Cloro é um gás altamente reactivo e venenoso, utilizado em diversas reacções químicas
e sínteses, e sua produção laboratorial é geralmente realizada em pequenas quantidades devido
aos riscos associados.
No ambiente laboratorial, o cloro pode ser obtido através de vários métodos, como a reacção
entre permanganato de potássio (KMnO₄) e ácido clorídrico (HCl) ou a electrólise de uma
solução de cloreto de sódio (NaCl). Estes métodos permitem a geração de cloro gasoso de forma
relativamente segura e controlada, adequada para uso em experimentos e pesquisas.
Objectivos:
Gerais:
Fundamentação Teórica.
O cloro (Cl) é um elemento químico pertencente ao grupo dos halogénios, situado no grupo 17
da tabela periódica. Com número atómico 17 e massa atómica aproximadamente 35,5, o cloro é
um gás amarelo-esverdeado à temperatura ambiente, altamente reactivo e tóxico. Ele tem uma
ampla gama de aplicações industriais e laboratoriais, sendo um componente essencial em muitas
reacções químicas e processos de produção.
Cor: Amarelo-esverdeado.
Solubilidade: Solúvel em água, formando ácido clorídrico (HCl) e ácido hipocloroso (HClO).
Métodos de Obtenção:
Electrólise de Salmoura: Processo industrial mais comum, onde uma solução aquosa de cloreto
de sódio (NaCl) é electrolisada para produzir cloro gasoso, hidróxido de sódio (NaOH) e
hidrogénio (H₂).
Reacção de Ácido Clorídrico com Hipoclorito: Outra técnica laboratorial, onde ácido clorídrico
(HCl) reage com hipoclorito de sódio (NaClO), liberando cloro gasoso.
Aplicações:
Tratamento de Água: Utilizado para desinfectar água potável e piscinas, eliminando bactérias e
outros patógenos.
Sanitização: Cloro e seus derivados, como hipoclorito de sódio, são amplamente utilizados em
produtos de limpeza e desinfectantes.
Material necessário
1 Suportes, 1 Provetas de 100, 4 Tubos de ensaio, 2 Esguichos, Rolhas de borracha, Tampas, 2
Seringas, 2 Tinas pneumáticas, 2 Espátulas, 2 Micropipetas, 2 Mangueiras, 5 Bécqueres de 50
ml, Papel indicador, Papel branco, 1 Caneta.
Substância necessária
Permanganato de potássio em pó (KMnO4 (s));
Ácido clorídrico concentrado (HCl (conc))
Água da torneira
12
Procedimentos
Preparou-se uma solução de 1,0 mL de Ácido clorídrico 5,5 M.
Colocou-se uma espátula de Permanganato de potássio em pó no tubo de ensaio 1.
Encheu-se até ¾ o tubo de ensaio 2 com água da torneira. Testou-se o efeito da água num
pedaço de papel indicador.
Tampou-se bem o tubo de ensaio 2 com a tampa.
Adaptou-se o tubo de ensaio 1 á tubo de ensaio 2 por meio de uma mangueira.
Injectou-se, com a seringa, a solução de HCl 2,75 M, gota a gota, no tubo de ensaio1
Depois de cerca de 7-8 minutos, removeu-se a tampa do tubo de ensaio 2. Usando outro
pedaço de papel indicador, testou-se o efeito da solução do tubo de ensaio 2 sobre o
papel.
Escreveu-se sobre o papel branco com uma caneta de filtro. Colocou-se o papel na
solução do tubo de ensaio 2.
Discussão de resultados
C1.V1 = C1.V2
0,3.V1 = 5,5.1,0 ml
5 ,5.1
V1 = = 18,3ml.
0 ,3
Observações
Durante a reacção de HCl com KMnO 4 observou-se a formação de bolhas, depois a água mudou
da sua coloração passando a ser amarela-esverdeada.
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DETERMINAÇÃO VOLUMÉTRICA DA CONCENTRAÇÃO DE UM ÁCIDO
Objectivos:
Fundamentação Teórica
Quando os ácidos reagem com bases ocorre uma reacção de neutralização, pois os iões
hidrogénio H+ do ácido e os iões hidroxilo (OH-) da base combinam, formando água (H2O).
A solução resultante não apresenta nem propriedades ácidas nem básicas, sendo uma solução
neutra. Quando se põe em contacto uma solução ácida com uma solução básica ocorre sempre
uma reacção química. É assim que se consegue alterar a acidez das soluções ácidas e a
basicidade das soluções básicas. A acidez de uma solução diminui quando se lhe adiciona uma
solução básica, a basicidade de uma solução diminui quando se lhe adiciona uma solução ácida,
alterando o pH.
Os ácidos e as bases são identificados através de substâncias denominadas indicadoras.
16
O indicador é uma espécie química que muda de cor conforme o pH do meio onde se encontra,
meio ácido ou básico.
Material necessário
Quatro (4) tubos de ensaio; Quatro (4) pipetas; Conta-gotas; Suporte para tubos de ensaio.
Substância necessária
10 ml de acido nítrico diluído(HNO3); 10 ml de hidróxido de sódio diluído (NaOH); 10 ml de
vinagre (CH3-COOH); 10 ml de uma solução de sabão (solução básica); Água destilada.
Indicadores
Solução alcoólica de fenolftaleina; Tintura azul de tornesol.
Procedimentos
Coloca-se os quatro (4) tubos de ensaio num suporte de tubos de ensaio;
Introduziu-se em cada tubo de ensaio cerca de 5 ml de cada reagente (em tubos
diferentes);
Em seguida, introduziu-se em cada tubo de ensaio 2 a 3 gotas da solução alcoólica de
fenolftaleína
Anotou-se as observações e comparou-se os resultados obtidos.
Tabela. Soluções reagentes e Indicadores
Observações
Com Fenolftaleína:
Ácido Nítrico: Incolor, pois o pH é ácido.
Hidróxido de Sódio: Rosa, pois o pH é básico.
Vinagre: Incolor, pois o pH é ácido.
Solução de Sabão: Rosa, pois o pH é básico.
Água Destilada: Incolor, indicando pH neutro ou ligeiramente ácido (fenolftaleína não muda de
cor em pH neutro).
Conclusões
Fenolftaleína:
Ácido Nítrico e Vinagre: Permanecem incolores, confirmando que são soluções ácidas.
Hidróxido de Sódio e Solução de Sabão: Mudaram para rosa, confirmando que são soluções
básicas.
Água Destilada: Permaneceram incolor, confirmando pH neutro ou ligeiramente ácido.
Azul de Tornesol:
Ácido Nítrico e Vinagre: Tornam-se vermelhos, indicando ambiente ácido.
Hidróxido de Sódio e Solução de Sabão: Permanecem azuis, indicando ambiente básico.
Água Destilada: Permanece azul, indicando pH neutro.
Com essas observações permitem concluir que os indicadores são úteis para identificar a
natureza ácida ou básica das soluções. A fenolftaleína é incolor em ácidos e rosa em bases,
enquanto o azul de tornesol é vermelho em ácidos e azul em bases. A água destilada, sendo
18
neutra, não altera a cor da fenolftaleína e apenas ligeiramente afecta a cor do azul de tornesol,
dependendo do seu pH exacto.
Esta experiência demonstra a eficácia dos indicadores na identificação do pH das soluções. A
fenolftaleína é um indicador adequado para detectar soluções básicas, enquanto o azul de
tornesol pode ser utilizado para identificar tanto soluções ácidas quanto básicas. Essas
observações são fundamentais para diversas aplicações em química analítica e educativa.
Referências Bibliográficas
Atkins, P., & de Paula, J. Atkins' Physical Chemistry 10 ed. Oxford University Press. Puri, B. R.,
(2014).
Sharma, L. R., & Kaila, K. C. Principles of Inorganic Chemistry. Vishal Publishing Co. (2009).
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OBTENÇÃO DE OXIGÉNIO E VERIFICAÇÃO DAS SUAS PROPRIEDADES
Introdução
Objectivos:
Gerais:
Específicos:
Fundamentação teórica
O oxigénio é o elemento mais abundante da crosta terrestre: e o elemento livre representa 23%
da massa atmosférica, onde se encontra fundamentalmente na forma de compostos como sílica,
silicatos, carbonatos, sulfatos, nitratos, fosfatos, boratos, etc. Também está presente no ar e na
água. Existem duas formas alotrópicas do oxigénio, sendo mais vulgar a que tem o nome do
elemento, O2. É um gás incolor a temperatura ambiente. O outro alótropo é o ozono, O3, um gás
muito reactivo, com forte odor. As fases sólidas e líquidas do ozono são muito instáveis e
decompõe-se explosivamente. Nas camadas inferiores da atmosfera o ozono é um poluente,
22
porém, nas camadas superiores é muito importante. Pois absorve raios ultravioletas emitidos pelo
sol. O oxigénio é muito mais reactivo do que o nitrogénio, o outro componente principal da
atmosfera. A combustão de todos os organismos vivos em oxigénio é termodinamicamente
espontânea.
Material necessário
Substância necessária
Procedimentos
Montou-se o sistema;
Colocou-se uma espátula de Dióxido de manganês em pó no tubo de ensaio;
Fechou-se bem o tubo de ensaio;
Ligou-se a mangueira ao tubo de ensaio de modo que ficasse dobrada;
Ligou-se a extremidade livre da mangueira ao tubo de combustão de vidro;
Encheu-se a seringa com 0,5 ml de solução recém preparada de Peróxido de hidrogénio a
10 %;
Adaptou-se a seringa ao tubo de ensaio, mas não adicione ainda a solução de Peróxido de
hidrogénio;
Acendeu-se a micro lamparina e colocou-se afastada do tubo de ensaio;
Retirou-se um palito do seu kit, leve á chama do micro lamparina a extremidade mais fina
do palito, até que comece a arder;
Enquanto a ponta do palito de fósforo está arder, adicionou-se lentamente o Peróxido de
hidrogénio ao MnO2 no tubo;
23
Observações
Conclusão
Após a realização desta experiencia concluiu-se que a presença de oxigénio, permite que a
combustão continue a decorrer, fornecendo mais oxigénio numa reacção de queima a reacção
poderá decorrer ou ira aumentar a seu volume, pois o oxigénio alimenta a combustão.
MnO 2
H2O2 → H2O O2
❑
Referências Bibliográficas
ATKINS, Peter, PRINCÍPIOS DE QUÍMICA Questionando a vida moderna e o meio ambiente,
7T ed, Bookman Editora Ltda, 2018
24
ANONIMO, grupo do nitrogénio (grupo 15) E grupo do oxigénio (grupo 16) aula 7, link
[Link] ufm ou [Link]
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PRÁTICAS DE QUÍMICA FÍSICA I
EXPANSÃO ISOBÁRICA
Introdução
O presente relatório tem como tema experiencia química sobre: Verificação da Lei dos Gases. A
lei dos gases foi criada por físicos-químicos com o intuito de entender o comportamento
macroscópico dos gases. Existem três leis dos gases que são denominadas como Lei de Boyle
(transformação isotérmica), Lei de Gay-Lussac (transformação isovolumétrica) e a Lei de
Charles (transformação isobáricas).
Objectivo Geral:
Objectivos específicos
Fundamentos Teóricos
O estado físico de uma amostra de uma substância, sua condição física, é definido por suas
propriedades físicas. Duas amostras de uma substância que têm as mesmas propriedades físicas
estão no mesmo estado. O estado de um gás puro, por exemplo, fica definido pelos valores do
27
Materiais
Três garrafas
3 Copos de bequer;
3 Balões;
1 Espátula
Substâncias necessárias
Vinagre;
Bicarbonato de sódio;
Água (a temperatura ambiente, gelada e 100º C).
Procedimentos
Observações
Depois de embutir-se os balões para cada garrafa e colocou-se nos seus devidos bequeres que
tinham água quente (100ºC), morna e H 2O a temperatura ambiente observou-se que para o
recipiente que colocou-se na água quente, isto, é a 100ºC o balão aumentava cada vez mais o
volume com tendência de explodir, na água morna o balão não tinha tanto volume enquanto na
água fria o balão se comprimia e não tinha volume.
Interpretação
A Lei dos Gases foi criada por físico-químicos entre os séculos XVII e XIX. As três leis dos
gases são denominadas:
Lei de Boyle (transformação isotérmica);
Lei de Gay-Lussac (transformação isobárica);
Lei de Charles (transformação isométrica).
Cada uma delas contribuiu para os estudos sobre os gases e suas propriedades, a saber: volume,
pressão e temperatura.
Gases
Os gases são fluidos que não possuem forma, nem volume próprio, ou seja, a forma e o volume
dos gases dependem directamente do recipiente no qual estão inseridos.
Isso ocorre porque as moléculas dos gases, diferente dos sólidos, estão separadas umas das
outras.
Lei de Charles
O cientista francês Jacques Charles elucidou outra importante propriedade dos gases, ao estudar
o efeito da temperatura sobre o volume de uma amostra mantida à pressão constante. O cientista
descobriu que o volume varia linearmente com temperatura qualquer que seja a natureza do gás,
desde que a pressão seja baixa. Assim, estabeleceu que;
V = constante * T
Quanto maior a temperatura, maior o grau de agitação das moléculas do gás, o que torna as
colisões quase que completamente elásticas.
30
Conclusão
Ao colocar a mão em volta do experimento, percebeu-se que os balões tomavam cada volume.
Ao observar-se esse facto, concluiu-se que, devido à várias temperaturas dos recipientes, os
balões tinham diferentes volumes, e nesse processo, o recipiente que continha água a temperatura
ambiente, o volume era constante, o recipiente B que continha água morna, o volume tendia
aumentar pouco, enquanto o recipiente C que continha água quente, isto, é a 100ºC o volume
aumentava e com tendência do balão estourar.
Referências bibliográficas
Theodore L. Brown, H. Eugene LeMay, Bruce E. Bursten, Catherine Murphy e Patrick
Woodward
The Molecular Theory of Gases and Liquids" de Joseph O. Hirschfelder, Charles F. Curtiss e R.
Byron Bird.
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Material necessário
1 Tubo de ensaio grande; 1 Proveta de 100,0 mL; 1 Mangueira com rolha; 1 Cuba transparente;1
Copo plástico; Sonrisal
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Procedimentos
m = ρ .V
m = 2,5 * 10-3 . 0,05 L
m = 0,125 . 10-3 g
Observações
A precisão das medições de massa e volume é crucial para a precisão dos resultados.
Controlar a entrada de ar e garantir a estanqueidade do sistema é essencial para evitar perda de
gás.
Discussão de Resultados:
P . R .T
ρ=
M
P. M
ρ=
RT
1 atm . 44 g
ρ=
62,3637. 273 K
44 g
ρ= = 2,5 * 10-3
17025
Precisão e Exactidão
Comparando a densidade experimental (ρexp) com a densidade ideal (ρideal), podemos avaliar a
precisão do experimento. Discrepâncias podem ser atribuídas a factores como perda de gás
durante a transferência ou medição imprecisa dos volumes.
Comportamento do Gás
Se a densidade experimental estiver próxima da densidade ideal, podemos concluir que o gás se
comporta aproximadamente como um gás ideal nas condições experimentais. Divergências
significativas sugerem que efeitos como interacções intermoleculares ou não idealidades devem
ser considerados.
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Erros Experimentais:
Possíveis fontes de erro incluem a entrada de bolhas de ar na proveta, perda de gás durante a
transferência, e imprecisões na medição de massa e volume.
Conclusão
Os resultados experimentais obtidos são consistentes com a teoria dos gases ideais, considerando
pequenas discrepâncias que podem ser atribuídas a erros experimentais. Este experimento
demonstra eficazmente como a densidade dos gases pode ser determinada e comparada com
valores teóricos, proporcionando uma compreensão prática das propriedades dos gases e a
aplicação da equação dos gases ideais.
Referências Bibliográficas
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Objectivo:
Verificar a Pressão Atmosférica e a Dilatação dos Gases
Material necessário
1 Prato fundo;
1 Vela;
1 Isqueiro;
1 Recipiente de Vidro
Substância necessárias
Corante
Água (H2O)
Procedimentos
Observações:
Quando introduziu-se o recipiente de vidro no prato onde tinha a vela e o corante observou-se a
subida da corante e a vela se apagou.
Conclusões:
Segundo a lei de Charles o volume e proporcional a temperatura. A vela aquece o ar dentro do
recipiente fazendo com que se expanda e saia, deslocando a água para dentro do recipiente.
Quando o ar dentro do recipiente esfria a expansão diminui, fazendo com que a pressão
atmosférica externa empurre a água para dentro do recipiente.
Referências Bibliográficas.
Livros Didácticos e Manuais de Química/Física:
Robert Resnick, David Halliday e Jearl Walke
Theodore L. Brown, H. Eugene LeMay, Bruce E. Bursten, Catherine Murphy e Patrick
Woodward
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Introdução
Para este relatório debruça acerca de Determinação das Entalpias de Combustão de Alguns
Álcoois, pretende-se determinar, experimentalmente, a entalpia de combustão do etanol,
utilizando um calorímetro de chama rudimentar.
Objectivo Geral:
Objectivos específicos:
Materiais
Substância
Procedimentos
1. Na falta da água desionizada, utilizou-se água simples medindo numa proveta 550 cm 3,
que depois colocou-se no interior de tubo de ensaio na falta do vaso calorimétrico e
fechou-se com uma borracha branca e no meio colocou-se o termómetro.
Observações:
HF = HP – HR
HF = 40 – 12
48
HF = 28 J
Interpretação de resultados
Depois de ter feito a experiência não constatou-se resultado esperado, a combustao de entalpia
do etanol, devido a água que usamos ter sido água simples.
Conclusão
Combustão incompleta
Ocorre uma entalpia de combustão incompleta quando a substância combustível (substâncias
orgânicas, por exemplo, hidrocarbonetos, álcoois, cetonas, etc.), ao reagir com o comburente,
forma necessariamente monóxido de carbono (CO) e água (H2O).
Portanto, concluiu-se que a experiencia não decorreu da forma que esperavamos porque a água
que usamos é água simples ao invés da água desionizada.
ΔH água = m CP ΔT
ΔH água = 32*1*28
ΔH água = 896.
Eficiência = calor absorvido /calor produzido.
Referências Bibliográficas
David P. Shoemaker, Carl W. Experimental Physical Chemistry Garland e Joseph W. Nibler
Química: A Ciência Central" de Theodore L. Brown, H. Eugene LeMay, Bruce E. Bursten,
Catherine Murphy e Patrick Woodward.
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Materiais
Tubos de ensaio, pipeta, funil, copo de Becker, algodão, espátula, seringa, almofariz,
pistilo
Substâncias
Procedimentos
Observação
Após adicionar o carvão activado a solução de vinagre e agitar, a solução mudou de cor.
Após a filtração, observou-se que o filtrado (liquido resultante) foi menos turvo e claro.
Explicações: o carvão activado possui uma grande área de superfície devido a sua estrutura
porosa, permitindo a adsorção de moléculas de ácido acético da solução.
Durante a agitação, as moléculas do ácido acético aderem a superfície do carvão activado, sendo
removidas da solução.
Conclusão
Adsorção – processo pelo qual os contaminantes orgânicos presentes numa certa substância são
retidos na superfície do carvão.
Referencias Bibliográficas
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CINÉTICA QUÍMICA
A Cinética Química é o estudo das velocidades das reacções. A cinética considera a variável =
tempo‘ nas transformações físico-químicas. Dessa forma, é estabelecido o tempo necessário para
que ocorra uma transformação química. Porém, é a termodinâmica que determina a variação das
propriedades de um sistema quando esse muda de um estado de equilíbrio para outro. Ou ainda, a
termodinâmica que irá determinar se um processo ocorrerá espontaneamente ou não.
A partir do momento em que a termodinâmica determina a possibilidade de uma reacção ocorrer,
a velocidade em que ela ocorrerá irá depender de factores como, por exemplo, a natureza, a
concentração e a temperatura dos reagentes e a presença de catalisador.
Um exemplo de reacção que se observa a influência desses factores é a redução do ião permanganato,
MnO4-.
MnO4- (aq) + 8 H+ + 5 e- Mn2+ (aq) + 4 H2O E°red = + 1,512 V
(violeta) (incolor)
O mecanismo reaccional é uma hipótese frequentemente sujeita a revisão sempre que novos
resultados experimentais e/ou novas teorias assim o exijam. Raramente um único mecanismo se
ajusta às observações, pelo que o experimentalista deve ser cauteloso na concepção das suas
experiências e nas conclusões a retirar.
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A ordem da reacção é a soma dos expoentes que afectam as concentrações das diferentes
espécies intervenientes na lei de velocidade. A “constante” de proporcionalidade entre a
velocidade e as concentrações depende da temperatura e por vezes da pressão, ou se a reacção
ocorre em solução, pode depender ainda do próprio solvente e força iónica do meio, sendo em
qualquer caso designada por velocidade específica.
carga global das duas espécies envolvidas nesse passo elementar. No primeiro trabalho segue-
se a evolução da reacção titulando volumetricamente uma das espécies envolvidas na reacção,
em tempos sucessivos: método directo. No estudo da reacção do anião hexacianoferrato com
ácido ascórbico mede-se a absorvência da solução a uma frequência de radiação em que apenas o
anião hexacianoferrato absorve. Utiliza-se pois uma propriedade física de uma espécie reaccional
para seguir a conversão de reagentes em produtos, ou seja usa-se um método indirecto.
Introdução
A reacção entre magnésio metálico e uma solução aquosa de ácido clorídrico é um exemplo
clássico de reacção de deslocamento simples, frequentemente utilizada em experimentos
laboratoriais para ilustrar conceitos fundamentais de química, como reactividade de metais,
cinética química e termodinâmica. Esta reacção envolve a conversão do magnésio sólido em
cloreto de magnésio dissolvido e gás hidrogénio, conforme descrito pela equação química:
O estudo desta reacção não apenas facilita a compreensão dos processos reaccionais e dos
factores que influenciam a velocidade das reacções químicas, mas também destaca a importância
das condições experimentais, como a concentração do ácido e a temperatura, na determinação da
eficiência e da taxa da reacção. A observação das mudanças físicas e a medição dos parâmetros
durante a reacção proporcionam uma base prática para a aplicação de princípios teóricos da
química.
Neste experimento, vamos investigar como diferentes concentrações de ácido clorídrico afectam
a velocidade de reacção com magnésio metálico. Espera-se que concentrações mais elevadas de
HCl resultem em uma reacção mais rápida, evidenciando a relação entre a concentração dos
reagentes e a cinética da reacção. Além disso, a variação de temperatura durante a reacção será
monitorada para entender a transferência de energia no sistema reaccional.
Objectivo:
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Fundamentação Teórica
A reacção entre magnésio metálico (Mg) e uma solução aquosa de ácido clorídrico (HCl) é uma
reacção de deslocamento simples, onde o magnésio desloca o hidrogénio do ácido, resultando na
formação de cloreto de magnésio (MgCl₂) e gás hidrogénio (H₂). A equação balanceada da
reacção é:
Esta reacção é exotérmica, liberando calor no processo. A taxa de reacção pode ser influenciada
por vários factores, incluindo a concentração do ácido, a superfície de contacto do magnésio, a
temperatura e a agitação da mistura.
Material necessário
1 Cronómetro; 1 Proveta de 100 ml. 1 Proveta de 25 ml; 1 Vareta de vidro; 6 tubos de ensaio.
Substância necessária
15 Pedaços da fita de Magnésio, cuja massa é ± 15 mg (comprimento =1 mm); HCl(aq) de várias
Concentrações
Procedimentos
Recolheu-se 7 pedaços de fita de Magnésio, todos com a mesma massa (± 15 mg).
Encheu-se 6 tubos de ensaio á metade com ácido clorídrico das seguintes molaridades:
0,25; 0,50; 0,75; 1,00; 11,50; 2,00.
Um tubo de ensaio extra com 1,00 M HCl serviu para a primeira tentativa.
Foi necessário medir quanto tempo cada reacção demorou a partir do momento de juntar
os reagentes até ao desaparecer de um dos mesmos; para realizar-se isso precisou de um
cronómetro ou um relógio com indicação de segundos.
Durante a reacção o contacto entre o Mg e o HCl controlou-se; foi necessário agitar de
vez em quando.
Mediu-se no início e no fim de cada medição a temperatura: anotou-se os valores.
60
Deixou-se reagir, no tubo de ensaio extra com 1,0 M HCl, um pedaço de Mg, medindo a
temperatura e tempo da reacção.
Observações
Observou-se que no tubo de ensaio 1 a mudança de cor foi mais rápida em relação ao
tubo 2.
∆[ ] 0 ,22
32% Tubo 1: V= = = 0,02mol/l/s
∆V 15 S
∆[ ] 0 ,28
28% Tubo 2: V= = = 0,018mol/l/s
∆V 29 S
∆[ ] 0 ,20
20% Tubo 3: V= = = 0,013mol/l/s
∆V 38 S
Conclusão
61
Referências bibliográficas
Atkins, P., & de Paula, J. Physical Chemistry. Oxford University Press. 2010.
- Brown, T. L., LeMay, H. E., Bursten, B. E., & Murphy, C. J. (2012). Chemistry: The Central
Science. Pearson.
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Objectivo
Estudar o efeito da concentração dos reagentes na velocidade de uma reacção química
Fundamentação Teórica
A lei da acção das massas, para uma reacção genérica:
aA + bB + cC M + nN + oO
m
Estabelece que:
V = K [A]a [B]b[C]c
Onde:
V → velocidade da reacção
K →constante, específica para cada reacção
[ ] → concentração = número de moles de soluto por litro de solução
A equação proposta por Guldberg e Waage mostra que um aumento na molaridade de qualquer
um dos reagentes provoca um aumento na velocidade da reacção.
Escolhemos a reacção entre o tiossulfato de sódio e o ácido sulfúrico porque produz enxofre:
H2SO4 + Na2S2O3 Na2SO4 + H2O + SO2 + S
O enxofre formado, sendo insolúvel em água, provoca uma turvação que permite ver quando a
reacção ocorre. Assim poderemos medir o tempo de duração da reacção. Mantendo fixa a
concentração de ácido e adicionando água à solução de tiossulfato de sódio, verificaremos como a
diminuição da concentração de um dos reagentes influi no tempo da reacção, isto é na velocidade
da reacção.
Dadas as variáveis:
Δn = número de mols que reagiram = V x M
Δt = tempo (em segundos) de duração da reacção
Podemos calcular a velocidade da reacção com a fórmula:
∆n
V=
∆t
Parte Experimental
Material
Bureta de 25 mL (3)
66
Resultados
A equação da reacção que mostra o ocorrido é a seguinte:
Volume em mL Δn = número de Velocidade
[M] da mistura Tempo de
Tubo Na2S2O3 moles de Na2S2O3 Δn
H2O Total M1.V1 = M2.V2 reacção (s) V= mol/s
0,3M que reagiram v, m, ∆t
−4
6 x 0,3 = 6 M2 Δn = 0,006 x 0,30 18 × 10 9 mol
1 6 mL 0 mL 6 mL
M2 = 0,30 Δn = 18 x 10-4
2s v= = /s
2 l
−4
2 4 x 0,3 = 6 M2 Δn = 0,006 x 0,20 12 ×1 0 2.4 mol
4 mL 2 mL 6 mL
M2 = 0,20 Δn = 12 x 10-4
5s v= = /
5 l
−4
3 3 x 0,3 = 6 M2 Δn = 0,006 x 0,15 9× 1 0 0.9 mol
3 mL 3 mL 6 mL
M2 = 0,15 Δn = 9 x 10-4
10s v= = /s
10 l
−4
4 2 x 0,3 = 6 M2 Δn = 0,006 x 0,10 6× 1 0 0.4 mol
2 mL 4 mL 6 mL
M2 = 0,10 Δn = 6 x 10-4
15s v= = /s
15 l
2HCl (aq) + Na2S2O3 (aq) → 2NaCl (aq) + H2O (l) + S (s) + SO2 (g)
Observações
Observou-se a mudança de cor em cada um dos tubos de ensaio e o tempo da mudança da cor varia.
Conclusão
Referencias Bibliográficas
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Introdução
Uma reacção química é um rearranjo de átomos provocado pelas colisões (choques) entre as partículas dos
reagentes.
Objectivos
Determinar os factores que afectam a velocidade de uma reacção química.
(Verificar a influência da concentração dos reagentes, temperatura e catalisador na velocidade das
reacções químicas.)
Fundamentação Teórica
Para que ocorra uma reacção química duas condições são necessárias:
Haver afinidade química entre as substâncias
Haver colisões entre as moléculas dos reagentes que levem a quebra de suas ligações para formação
de novas ligações (rearranjo dos átomos dos reagentes para formação dos produtos)
Alguns factores alteram a frequência de colisões entre os reagentes de uma reacção química aumentando
ou diminuindo a velocidade com que ela ocorre. Tais factores podem ser:
Temperatura
Pressão
Concentração dos reagentes
Superfície de contacto
Catalisadores ou inibidores
Assim, algumas reacções são extremamente rápidas como a reacção de combustão instantânea entre os gases
oxigénio e hidrogénio, na propulsão dos ônibus espaciais enquanto que outras extremamente lentas como
Fermentação do suco de uva na produção do vinho, podendo demorar meses para ocorrer.
Nesta unidade serão analisados factores que alteram a velocidade da reacção do ião permanganato (MnO 4-
(aq)) em meio ácido com o ião oxalato (C2O4-2).
5C2O4-2 (aq) + 2 MnO4- (aq) + 16 H+ (aq) --------›10 CO2- (aq) + 2Mn2+ (aq) + H2O (l)
Das espécies envolvidas na reacção apenas a solução de iões permanganato apresenta coloração violeta, que
lhe é característica, as demais soluções são incolores. Desta maneira, a velocidade da reacção pode ser
observada em função do tempo necessário para que se dê o tempo de descoloração do permanganato.
72
[Link] Experimental
Materiais:
Procedimento
Observações: após a mistura das soluções, observou-se uma mudança na coloração da solução
que passou de roxo escuro para incolor. O tempo necessário para que essa mudança ocorresse foi
74
registado em cada experimento, e foi observado que a medida que o tempo aumentava do copo 1
à 4.
Cálculos:
Preparação de soluções
[MnO4-] =5.5M
Erlenmeyer 2 Erlenmeyer 3 Erlenmeyer 3
C1*V1=C2*V2 C1*V1=C2*V2 C1*V1=C2*V2
5.5M * 2ml = C2 * 5ml 5.5M*2ml=2M*V2 5.5M*2ml=C2*15ml
11 = 5*C2 C2 = (5.5M*2ml) / 10ml C2 = (5.5M * 2ml) / 15ml
C2 = 11 / 5 = 2.2M C2 = 1.1M C2 = 0.73M
Conclusão
A concentração dos reagentes influencia directamente na velocidade da reacção. Assim, pode-se
concluir que a concentração dos reagentes é um factor importante a ser considerado na
velocidade das reacções químicas.
Influência da temperatura
Foi adicionado a outro erlenmeyer 5,0 mL de solução 2,5 mol/L de ácido clorídrico e
2,50 mL de solução de ácido acético, e a temperatura da mistura foi determinada.
O erlenmeyer contendo a mistura foi aquecido 20ºC acima da temperatura do ambiente.
As soluções dos ácidos foram misturadas com a de permanganato, agitadas e deixadas em
repouso. O tempo de descoramento da solução foi marcado imediatamente após a
mistura.
75
O procedimento foi repetido para o erlenmeyer 3, aquecendo a mistura dos ácidos 30ºC
acima da temperatura do ambiente. Os resultados obtidos foram anotados na tabela.
Resultados
Observações
Conclusão
A temperatura exerce influência na velocidade das reacções químicas. Ao aumentar a
temperatura da mistura dos ácidos, observou-se uma diminuição no tempo de descoramento da
solução de permanganato, indicando que a reacção ocorreu mais rapidamente. Assim, podemos
concluir que a temperatura é um factor que influencia na velocidade das reacções químicas.
76
Feito do Catalisador
Adicionou-se em um erlenmeyer 2,00 mL de solução 0,04 mol/L de permanganato de
potássio e 15 mL de água destilada.
Adicionou-se em outro erlenmeyer de 250 mL, 5,0 mL de solução 2,5 mol/L de ácido
clorídrico 2,5 mol/L e 2,50 mL de solução de ácido acético 0,20 mol/L. Acrescentou-se a
esse mesmo erlenmeyer 5 gotas de solução de sulfato de manganês (MnSO4).
Transferiu-se a solução ácida resultante para o erlenmeyer que continha a solução de
permanganato de potássio. Marcou-se o tempo de descoramento imediatamente após a
mistura.
Resultados
Erlenmeyer HCl HAC H2O KMnO4 MnSO4 t(s) [MnO4-] Velocidade
-- [2.2] 0.36 mol −1
1 5ml 2.5ml 15ml 2ml 6s 2.2M v= = ∗s
6s L
5 gotas [2.2] 1.1 mol −1
2 5ml 2.5ml 15ml 2ml 2s 2.2M v= = ∗s
2s L
Observações: o tempo de mudança de cor ente a solução com catalisador foi maior em relação a
da sem catalisador, ou seja, ao misturar as soluções, foi observada uma rápida mudança de cor,
passando de roxo (devido ao permanganato de potássio) para incolor. A adição de sulfato de
manganês teve um papel catalisador, acelerando a reacção de descoramento do permanganato de
potássio. O tempo de descoramento foi medido imediatamente após a mistura das soluções.
Conclusão
O experimento demonstrou a influência do catalisador sulfato de manganês na velocidade de
reacção entre o permanganato de potássio e os ácidos clorídricos e acético. A presença do
77
catalisador permitiu uma reacção mais rápida e eficiente, evidenciando a importância dos
catalisadores na aceleração de reacções químicas.
Referencias Bibliográficas
Atkins, P. W., & de Paula, J. Physical Chemistry (9a ed.). Oxford University Press, (2010).
Laidler, K. J. Chemical Kinetics (3a ed.). Harper & Row, (1987).
Chang, R. Chemistry (10a ed.). McGraw-Hill, (2010).
Silberberg, M. S. Chemistry: The Molecular Nature of Matter and Change (6a ed.). McGraw-
Hill, (2012).
Mortimer, C. E. Química (6ª ed.). Guanabara Koogan, (1986).
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Objectivos
Fundamentação Teórica
A reacção de redução do permanganato de potássio em meio ácido é uma reacção redox que
pode ser representada da seguinte forma:
Nesta reacção, o ião permanganato (MnO₄⁻) é reduzido a ião manganês (II) (Mn² ⁺) e o ácido
oxálico (H₂C₂O₄) é oxidado a dióxido de carbono (CO₂).
Substâncias: Etanol, Solução KMnO4 (aq) 0,005 mol/L, Solução de ácido oxálico 0,5 mol/L em
H2SO4, 1 mol/L, Solução de um sal de Fe2+ e solução de um sal de Mn2+
Procedimentos
No tubo 3 foi adicionada a solução de ácido acético à solução de KMnO 4. Ao comparar com o
tubo 2, onde foi utilizada a solução de ácido acético pura, notou-se que a reação no tubo 2
ocorreu mais rapidamente devido à maior concentração de ácido acético.
Efeito da temperatura:
No tubo 4, a solução de KMnO4 foi aquecida antes de adicionar a solução de ácido acético.
Verificou-se que a reacção ocorreu mais rapidamente do que no tubo 2 (temperatura ambiente),
indicando que o aumento da temperatura favorece a velocidade da reacção.
Efeito do catalisador:
No tubo 5, foram adicionadas algumas gotas de solução contendo iões Mn 2+ à mistura de KMnO4
e ácido acético. Observou-se que a presença do catalisador acelerou significativamente a reacção,
resultando em uma mudança de cor mais rápida do que nos outros tubos.
Conclusão
Em geral, foi possível observar que a natureza dos reagentes, a concentração, a temperatura e a
presença de um catalisador influenciam directamente na velocidade da reacção química. Cada
um desses factores pode acelerar ou retardar o processo, resultando em diferentes tempos de
reacção e mudanças de cor.
Referências Bibliográficas
Atkins, P. W., & de Paula, J. Physical Chemistry (9a ed.). Oxford University Press, (2010).
Silberberg, M. S. Chemistry: The Molecular Nature of Matter and Change (6a ed.). McGraw-
Hill, (2012).
Chang, R. Chemistry (10a ed.). McGraw-Hill, (2010).
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A velocidade de uma reacção química pode ser influenciada por vários factores, incluindo a
concentração dos reagentes, a temperatura e a presença de catalisadores. Um factor
frequentemente estudado é a superfície de contacto dos reagentes sólidos. Este experimento visa
investigar o efeito da superfície de contacto na velocidade da reacção entre magnésio (Mg) e
ácido clorídrico (HCl). A reacção entre Mg e HCl é uma reacção típica de metal com ácido,
produzindo cloreto de magnésio (MgCl₂) e hidrogénio gasoso (H₂).
Objectivo
Fundamentação Teórica
A velocidade de uma reacção química depende da frequência e da energia das colisões entre as
partículas dos reagentes. Para reacções que envolvem sólidos, a superfície de contacto entre o
sólido e o reagente líquido ou gasoso é um factor crítico. Quanto maior a área de superfície do
sólido exposta, maior é a frequência das colisões entre as partículas reactivas, aumentando a
velocidade da reacção. A equação que descreve a velocidade de uma reacção de primeira ordem
é:
Velocidade = k [A]
Material
Procedimentos
Discussão de Resultado
Velocidade de Reacção:
Magnésio em pó: A reacção deve ser visivelmente mais rápida, com um tempo de reacção
menor.
Magnésio em pedaços maiores: A reacção deve ser mais lenta, com um tempo de reacção maior.
Observações Qualitativas
Quantidade de gás hidrogénio liberado pode ser semelhante, mas a taxa de liberação deve ser
mais alta no caso do magnésio em pó.
Conclusão
Referências Bibliográficas
Atkins, P. W, & de Paula, J. Physical Chemistry 9a ed. Oxford University Press, (2010).
Silberberg, M. S. Chemistry: The Molecular Nature of Matter and Change 6a ed. McGraw-Hill,
(2012).
Chang, R. Chemistry 10a ed. McGraw-Hill4, (2010).
Mortimer, C. E. Química (6ª ed.). Guanabara Koogan, (1986).
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Introdução
A produção de biodiesel tem-se tornado uma alternativa promissora aos combustíveis fósseis
devido à sua sustentabilidade e menor impacto ambiental. Entre os diversos métodos de
produção de biodiesel, a transesterificação catalisada por bases homogéneas é uma das mais
utilizadas devido à sua eficiência e relativa simplicidade operacional.
Objectivo
Explorar os fundamentos e as condições operacionais da catálise homogénea básica na produção
de biodiesel;
Compreender os factores que influenciam a eficiência e a qualidade do produto final.
Fundamentação Teórica
Biodiesel é um combustível renovável produzido a partir de óleos vegetais ou gorduras animais
por meio da reacção de transesterificação. Nessa reacção, triglicerídeos (presentes nos óleos e
gorduras) reagem com um álcool de cadeia curta (geralmente metanol ou etanol) na presença de
um catalisador para formar ésteres de ácidos graxos (biodiesel) e glicerol como subproduto.
Na catálise homogénea básica, o catalisador está na mesma fase que os reagentes, tipicamente
dissolvido no álcool. Os catalisadores mais comuns para essa reacção são hidróxidos (como
NaOH ou KOH) e alcoóxidos (como metóxido de sódio ou potássio).
Substâncias necessárias: Óleo alimentar usado; Metanol (95 – 99% Merck); Catalisador
(Hidróxido de Sódio (95 – 99 % Merck).
Procedimentos
Colocou-se 5ml de óleo no tubo de ensaio;
Colocou-se 5ml de solução do indicador NaOH no Metanol; e agitou-se;
Montou-se o seguinte sistema:
Acendeu-se a vela e aqueceu se o óleo;
Depois adicionou-se a solução do metanol junto com o catalisador;
Fazer teste de chama acendendo uma vela e passando o que se formou.
Resultados
Observação: durante a experiencia observou-se a formação de bolhas ao aquecer o óleo, e
quando se adicionou o metanol no óleo houve efervescência, e quando se passou ao fogo da vela
queimou.
Explicação de resultados
A formação de bolhas ao aquecer o óleo ocorre devido ao fato de que quando um líquido é
aquecido, seus componentes se expandem e gases que estavam dissolvidos são liberados. A
efervescência ao adicionar metanol no óleo ocorre devido à reacção química entre os dois
componentes, que resulta na liberação de gases. Por fim, a queima do óleo ao passar a vela acesa
demonstra a inflamabilidade do líquido.
A adição do catalisador básico reage com os ácidos graxos presentes no óleo alimentar,
formando ésteres metílicos de ácidos graxos (biodiesel) e glicerina.
C36H74O2 + CH3OH + NaOH (catalisador) → C19H38O2 + C3H8O3 + H2O
92
Conclusão
A catálise homogénea básica é uma técnica eficaz e económica para a produção de biodiesel a
partir de óleo alimentar usado. É importante ressaltar a importância da utilização de catalisadores
de alta qualidade e da correta manipulação dos reagentes para garantir a eficiência e a pureza do
biodiesel produzido. Este método contribui para a redução do impacto ambiental causado pela
queima de combustíveis fósseis, promovendo a sustentabilidade e a preservação do meio
ambiente.
Referencia Bibliográfica
Maher Technical aspects of biodiesel production by transesterification, (2006).
Butterfield, et all Transesterification kinetics of soybean oil. Journal of the American Oil
Chemists' Society, 63(10), 1375-1380. (1986).
Ma, F., & Hanna, M. A. Biodiesel production: a review. Bioresource technology, 70(1), 1-15,
(1999).
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Introdução
A busca por fontes de energia renovável tem impulsionado o desenvolvimento de
biocombustíveis, entre eles o biodiesel, que se destaca por suas vantagens ambientais e por ser
uma alternativa aos combustíveis fósseis. A produção de biodiesel por catálise heterogénea
básica é uma área de pesquisa em crescimento devido às suas vantagens sobre a catálise
homogénea, incluindo a facilidade de separação do catalisador e a redução de resíduos .
Objectivo:
Fundamentação teórica
Na catálise heterogénea, o catalisador está em uma fase diferente dos reagentes, geralmente
sólido, enquanto os reagentes são líquidos. Isso facilita a separação e a reutilização do
catalisador, além de minimizar a formação de sabão.
Substâncias necessárias: Óleo alimentar usado; Metanol (95 – 99% Merck); Catalisador
(Hidróxido de cálcio (sólido) (95 – 99 % Merck).
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Procedimentos
Montou-se o seguinte sistema;
Colocou-se 5ml de óleo no tubo de ensaio;
Colocou-se 5ml de solução do indicador Ca(OH)2 no Metanol; e agitou-se;
Acendeu-se a vela e aqueceu se o óleo;
Depois adicionou-se a solução do metanol junto com o catalisador;
Fez-se teste de chama acendendo uma vela e passando o que se formou.
Conclusão
A catálise heterogénea básica se mostrou um método eficiente para a produção de biodiesel,
permitindo a formação dos ésteres metílicos de forma mais rápida e reactiva. A utilização de
catalisadores sólidos alcalinos se mostrou uma escolha acertada, pois promoveu uma reacção
mais eficiente e com um melhor rendimento. Portanto, a catálise heterogénea básica é uma
alternativa promissora para a produção de biodiesel em escala industrial.
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CATÁLISE HETEROGÉNEA: REACÇÃO DA DECOMPOSIÇÃO DO PERÓXIDO DE
HIDROGÉNIO
Introdução
Objectivos
Demonstrar a catálise heterogénea na decomposição do peróxido de hidrogénio (H₂O₂).
Fundamentação Teórica
A catálise heterogénea é um processo onde o catalisador está em uma fase diferente dos reagentes.
No caso deste experimento, MnO₂ (sólido) atua como catalisador na decomposição de H₂O₂
(líquido). A decomposição do peróxido de hidrogénio ocorre de acordo com a equação química:
2H2O2 (aq) →2H2O (l) + O2 (g)
Sem um catalisador, esta reacção ocorre lentamente à temperatura ambiente. O MnO₂ serve como
um catalisador heterogéneo que aumenta a taxa de reacção sem ser consumido no processo.
Catalisadores fornecem um caminho de reacção alternativo com menor energia de activação,
permitindo que a decomposição ocorra mais rapidamente.
Material Necessário:
1 Proveta de 100 ml; 1 Proveta de 25 ml; 1 Vareta de vidro; 2 Tubos de ensaio de 5 ml; 1 Espátula
Substâncias Necessárias
- H₂O₂ (aq) 3%
100
- MnO₂ (s)
Procedimentos
Mediu-se aproximadamente 5 ml de H₂O₂ 3% usando a proveta de 25 ml e transfira para dois tubos
de ensaio separados.
No primeiro tubo de ensaio, não se adicionou nada. Este tubo serviu como controlo.
No segundo tubo de ensaio, adicionou-se uma pequena quantidade (uma ponta de espátula) de
MnO₂.
Observou-se e comparou-se a formação de bolhas gasosas (indicando a produção de O₂) nos dois
tubos.
Observações
No tubo de ensaio sem MnO₂ (controle), a decomposição do H₂O₂ é muito lenta e não foi visível
durante o tempo do experimento.
No tubo de ensaio com MnO₂, a reacção é visivelmente mais rápida, com a formação abundante de
bolhas de oxigénio.
Conclusões
O experimento demonstra a eficácia de MnO₂ como um catalisador na decomposição do peróxido
de hidrogénio. A presença do catalisador aumenta significativamente a taxa de reacção,
confirmando o papel dos catalisadores em fornecer um caminho de reacção com menor energia de
activação. Este experimento ilustra a importância dos catalisadores na química e suas aplicações em
processos industriais e biológicos.
Referências Bibliográficas
Atkins, P., & de Paula, J. Physical Chemistry. Oxford University Press, (2010).
Mortimer, C. E. Química. Guanabara Koogan, (1993).
Housecroft, C. E., & Constable, E. C. Chemistry: An Introduction to Organic, Inorganic and
Physical Chemistry Pearson Education, (2006).
Hill, J. W., & Kolb, D. K. Chemistry for Changing Times. Prentice Hall, (1998).
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CATÁLISE ENZIMÁTICA: REACÇÃO DA DESNATURAÇÃO DE BATATA (Solanum
tuberosum L.)
Introdução
Objectivo:
Fundamentação Teórica
Catálise Enzimática
Enzimas são proteínas que atuam como catalisadores biológicos, aumentando a velocidade das
reacções químicas sem serem consumidas no processo. A acção das enzimas é específica para
substratos particulares, com os quais formam complexos enzima-substrato, diminuindo a energia
de activação necessária para a reacção.
Desnaturação
A desnaturação refere-se à alteração da estrutura tridimensional de uma enzima, resultando na
perda de sua função biológica. Factores como temperatura, pH, e agentes químicos podem causar
desnaturação.
Experimento 1
105
Matérias:
Uma faca;
Um copo transparente de vidro ou plástico de 500 mL.
Substâncias:
300 mL de água em temperatura ambiente (~25°C);
Uma batata inglesa lavada;
Procedimentos:
No copo, adicionou-se 300 mL de água à temperatura ambiente.
Descascou-se a batata e divida-a em quatro pedaços.
Adicionou-se um dos pedaços dentro do copo com água e mantenha um segundo pedaço
exposto ao ar. Acompanhou-se a coloração da batata por 40 minutos nas duas situações.
Condições da batata
Observações
Após o experimento observou-se que a batata exposta ao ar livre e à água a temperatura ambiente
não apresentou mudanças significativas em sua textura, cor ou sabor.
Conclusões:
Experimento 2
Material
Sistema para aquecimento de água (fogão a gás ou resistência eléctrica);
Recipiente de metal para aquecimento de água (panela ou leiteira);
Xícara de vidro;
Prato de vidro;
Freezer.
Substâncias
200 mL de água;
Uma batata inglesa;
Procedimento
Aqueceu-se 250 mL de água até ebulição. Enquanto esta é aquecida, corte uma batata descascada
em três pedaços.
Em um prato, deixou-se um dos pedaços à temperatura do laboratório; levou-se o segundo ao
freezer, mantendo-se por 5 a 10 minutos; e colocou-se o terceiro na água fervente e deixou-se
por 5 a 10 minutos. Em seguida, cessou-se o aquecimento e, com auxílio de um garfo, retirou-se
o tubérculo e o expôs-se sobre o prato junto com aquele exposto à temperatura do laboratório.
Fez-se o mesmo com o tubérculo exposto ao freezer. Aguardou-se cerca de 30 minutos para tirar
as observações acerca das colorações dos pedaços de batata.
Condições:
Observações:
Feito a experiencia, observou-se que a batata exposta à água gelada não apresentou alterações
visíveis. A exposição à água quente resultou em uma mudança na textura da batata. A batata
exposta à água a temperatura ambiente também não mostrou mudanças significativas.
Conclusões:
A água na quente acelerou a desnaturação das proteínas da batata, enquanto a água gelada e a
água a temperatura ambiente tiveram um impacto mínimo não houve, nenhuma alteração.
Experimento 3:
Material
Um frasco novo de 100 mL de peróxido de hidrogénio (H2O2) a 3% m/m (10 volumes);
Três copos de vidro transparentes de 300 mL;
Faca;
Sistema para aquecimento de água (fogão a gás ou resistência eléctrica);
Recipiente de metal para aquecimento de água (panela ou leiteira);
Substâncias
108
250 mL de água;
Uma batata inglesa.
Procedimento
Descascou-se uma batata e a cortou-se em cubos iguais de aproximadamente 1 cm3.
Aqueceu-se 250 mL de água até
Ebulição. Colocou-se 50 % dos cubos na água fervente e deixou-se por 5-10 minutos.
Nos três copos de vidro transparentes, adicionou-se volume suficiente de solução de H2O2
de modo a formar uma coluna de líquido de aproximadamente 5cm de altura. Adicionou-
se os cubos de batata mantidos a temperatura do laboratório em um dos copos e, em um
segundo copo, os cubos que foram colocados na água fervente.
O terceiro copo (H2O2 sozinha) será tomado como referência. Observou-se as
transformações ocorridas nos três recipientes.
Condições:
Observações:
Conclusões:
O peróxido de hidrogénio causou uma desnaturação mais significativa das proteínas da batata em
comparação com a água quente e a água a temperatura ambiente.
Experimento 4.
Condição
Batata na geladeira
Batata no fogão
Batata exposta a temperatura ambiente.
Observações
Material
Sistema para aquecimento (forno eléctrico ou a gás);
Sistema para resfriamento (geleira);
Três pratos de vidro;
Faca.
Substâncias
Uma batata inglesa;
Procedimento
110
Conclusões
Feito a experiencia concluiu-se que a água quente contribui para a desnaturação da batata.
Conclusões gerais:
A água quente teve um impacto maior na desnaturação da batata, ou nas proteínas da batata em
comparação com a água gelada e a água a temperatura ambiente.
111
Referências Bibliográficas
Lehninger, A. L., Nelson, D. L., & Cox, M. M. Principles of Biochemistry. W.H. Freeman,
(2013).
Berg, J. M., Tymoczko, J. L., & Stryer, L. Biochemistry. W.H. Freeman, (2015).
Voet, D., Voet, J. G., & Pratt, C. W. Fundamentals of Biochemistry: Life at the Molecular Level.
Wiley, (2016).
Amane Carlitos
Charifa Saide Jumbe
Ezequiel Elias Abel
Osvaldo André
Valdimiro Jorge Pedro
Universidade Rovuma
Instituto Superior de Recursos Naturais e Ambiente
2024
Amane Carlitos
Charifa Saide Jumbe
Ezequiel Elias Abel
Osvaldo André
Valdimiro Jorge Pedro
Universidade Rovuma
Instituto Superior de Recursos Naturais e Ambiente
2024
Introdução
A série de reactividade dos metais é uma ferramenta fundamental na química, permitindo prever
a capacidade relativa dos metais de actuar como agentes redutores. Quando um metal reage com
um ácido, como o ácido clorídrico (HCl), ele pode deslocar o hidrogénio do ácido, liberando gás
hidrogénio e formando um sal metálico. Este experimento visa determinar a ordem crescente de
força dos metais como agentes redutores do ião hidrogénio em HCl, usando seis metais
diferentes: chumbo (Pb), ferro (Fe), zinco (Zn), alumínio (Al), magnésio (Mg) e sódio (Na).
Objectivo Geral:
Estudar a Série de reactividade dos metais
Fundamentação Teórica
A série de reactividade dos metais é uma sequência que ordena os metais de acordo com a sua
capacidade de perder electrões e actuar como agentes redutores. A posição de um metal na série
de reactividade pode ser determinada pela sua tendência a oxidar-se (perder electrões) em
comparação com outros metais. Metais mais reactivos deslocam metais menos reactivos de suas
soluções salinas e também reagem mais vigorosamente com ácidos.
Materiais
114
Substâncias
Procedimentos
Levou-se 6 tubos de ensaio, adicionou-se os seguintes metais Fe, Zn, Al, Mg, Cu cada um dos
tubos, todos com a mesma massa (± 15 mg).
NB.: Os metais Pb e Na não têm no laboratório.
Encheu-se os tubos de ensaio á metade com HCl a 2,0 M e determinou-se a ordem crescente de
força dos metais como agentes redutores do ião hidrogénio do HCl.
2HCl + Al = AlCl2 + H2
2HCl +Fe = FeCl2 +H2
2HCl+Zn=ZnCl2+H2
2HCl+Mg=MgCl2+H2
2HCl+Cu=CuCl2+H2
Observação
Observou-se que o tubo do alumínio é que foi mais rápido na mudança de coloração,
comparando com os demais metais, seguido de magnésio, zinco, ferro e cobre, criando bolhas
(gás hidrogénio).
115
Conclusões
O alumínio é o mais reactivo com HCl porque possui maior capacidade redutora comparado com
os metais Mg, Zn, Fe e Cu.
Cu ¿Fe¿Zn¿ Mg¿Al.
Referências Bibliográficas
Atkins, P., & de Paula, J. Physical Chemistry. Oxford University Press, (2010).
Brown, T. L., LeMay, H. E., Bursten, B. E., & Murphy, C. J. Chemistry: The Central Science.
Pearson, (2012).
Petrucci, R. H. General Chemistry: Principles and Modern Applications, (2017).
116
Amane Carlitos
Charifa Saide Jumbe
Ezequiel Elias Abel
Osvaldo André
Valdimiro Jorge Pedro
PILHA DE DANIEL
Universidade Rovuma
Instituto Superior de Recursos Naturais e Ambiente
117
2024
Amane Carlitos
Charifa Saide Jumbe
Ezequiel Elias Abel
Osvaldo André
Valdimiro Jorge Pedro
PILHA DE DANIEL
Universidade Rovuma
Instituto Superior de Recursos Naturais e Ambiente
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2024
ELECTROQUÍMICA
PILHA DE DANIEL
Introdução
Uma pilha fácil de ser construída e que permite a observação do fenómeno descrito é a pilha de
Daniel. Uma pilha de Daniel é formada por um sistema Cu / Zn, quando estes materiais são
postos em contacto eléctrico as reacções que se processam são a redução do cobre e a oxidação
do zinco.
Uma pilha Cu / Zn, em cada meia célula há um eléctrodo (de Zn ou Cu) e um electrólito (ZnSO 4
e CuSO4 dissolvidos). Os eléctrodos são ligados por meio de um fio eléctrico a um voltímetro.
As soluções se mantêm ligadas electricamente por meio de uma ponte salina (feita de NaCl e
H2O), que deixa passar apenas os iões da solução. Quando a concentração de ambos os
electrólitos encontra-se a 1 mol / L e a temperatura a 25°C, esta pilha produz uma diferença de
potencial padrão (E°célula) de 1,1 V. A modificação da concentração dos iões Cu 2+ e Zn2+
interferem no potencial da pilha, esta mudança pode ser calculada através da Equação de Nernst.
Objectivo geral:
Objectivos específicos:
Material necessário
Substância necessária
Solução de Sulfato de cobre II (CuSO4) 0,1 mol / l; Solução de Sulfato de zinco (ZnSO 4) 0,1
mol / l; Lâminas de zinco metálico e de cobre metálico; Solução de NaCl.
Procedimentos
Observação
Viu-se que a lâmina de zinco no copo de becquer que continha solução de ZnSO 4, sofreu
corrosão, ao passo que a lâmina de cobre no becquer que continha a solução de CuSO 4 continuou
no mesmo estado inicial.
121
Interpretação de resultados
No princípio da experiência, pesou-se as duas placas, no fim também pesamos e constatamos que
o peso da lâmina cobre não sofreu nenhuma alteração, mas a lâmina de zinco no fim tinha um
peso menor que o inicial.
Conclusão
Concluímos que a lâmina de zinco era ânodo porque ele oxidava e a lâmina de cobre era o cátodo
porque ele reduzia. Desta feita podemos alegar que o agente redutor é o zinco e o agente
oxidante é o cobre. Os electrões saiam da direcção da lâmina do zinco para a lâmina de cobre.
Referências Bibliográficas
Keith B. Oldham, Jan C. Myland, e Alan M. Bond, Electrochemical Science and Technology:
Fundamentals and Applications
Christopher M. A. Brett e Ana Maria Oliveira Brett, Electrochemistry: Principles, Methods, and
Applications
Allen J. Bard e Larry R. Faulkner, Electrochemical Methods: Fundamentals and Applications
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Amane Carlitos
Charifa Saide Jumbe
Ezequiel Elias Abel
Osvaldo André
Valdimiro Jorge Pedro
PILHA DE LIMÃO
Licenciatura em Ensino de Química com Habilitações em Gestão Laboratorial
Universidade Rovuma
Instituto Superior de Recursos Naturais e Ambiente
2024
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Amane Carlitos
Charifa Saide Jumbe
Ezequiel Elias Abel
Osvaldo André
Valdimiro Jorge Pedro
PILHA DE LIMÃO
Universidade Rovuma
Instituto Superior de Recursos Naturais e Ambiente
2024
124
PILHA DE LIMÃO
1 Copo bécquer de 50 ml; 1 placas de cobre (Cu); 1 placas de zinco (Zn); 1 Multímetro; 1 Faca.
Substância necessária
Limões.
Procedimentos
1. Cortou-se os limões e exprimiu-se o suco de limão (contém electrólito "ácido cítrico")
num copo bécquer e quase atingia a metade do volume do copo bécquer.
Fonte: autores,2024.
Observações
Observou-se que quando colocou-se em contacto as placas de zinco e cobre com os fios de
multímetro, a marcação foi de 0,05V.
A placa de zinco libera os iões ao passo que placa de cobre atrai os mesmos iões, sendo o zinco
agente oxidante e o cobre agente redutor, isso ocorreu pelo facto de que as duas placas
encontravam-se em contacto através dum fio metálico porque estabelecia-se uma corrente
eléctrica.
Conclusão
O limão é ácido e, portanto, em seu meio existem catiões H+ e também aniões, formando assim
uma solução condutora de electrões.
A corrente gerada é pequena, mas o suficiente para fazer certos objectos funcionarem como o
que usamos, nesse caso o multímetro e também relógio e maquina calculadora.
O potencial do eléctrodo de cobre é maior que o do eléctrodo de zinco.
126
Referências Bibliográficas
The Lemon Battery" por Brian Rohrig (artigo científico disponível em revistas científicas)
Michael J. Karweit, The Lemon Battery: A Hands-On Experience in Electrochemistry
Robert H. Electricity from a Lemon
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Amane Carlitos
Charifa Saide Jumbe
Ezequiel Elias Abel
Osvaldo André
Valdimiro Jorge Pedro
Universidade Rovuma
Instituto Superior de Recursos Naturais e Ambiente
2024
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Amane Carlitos
Charifa Saide Jumbe
Ezequiel Elias Abel
Osvaldo André
Valdimiro Jorge Pedro
Universidade Rovuma
Instituto Superior de Recursos Naturais e Ambiente
2024
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Introdução
Nessa experiencia aborda-se sobre a Electrólise duma solução aquosa de cloreto de sódio. É uma
reacção redox, indirecta e não espontânea portanto, exotérmica; há fornecimento de energia de
uma fonte externa.
Ânodo: 2 Cl- Cl2 (g) + 2e-
Cátodo: 2 Na+ (aq) + 2e- 2 NaCl
_______________________________
2 Na+ (aq) + 2 Cl- (aq) Cl2 (g) + 2 NaCl
Material necessário
1 Copo de bécquer de 100 ml; 1 placa de cobre (Cu); 1 placas de zinco (Zn); 1
Multímetro.
Substância necessária
Cloreto de sódio (NaCl (aq)).
Procedimentos
Introduziu-se a solução aquosa de Cloreto de sódio (NaCl (aq) ) 1,0 M até a metade do
volume do copo bécquer.
Não
Energia Química → Energia Eléctrica
Espontánea
Electrólise ígnea (ausência de H2O)
Electrólise (presença de H2O)
Observações
Quando colocou-se as placas de zinco e de cobre dentro do copo de bécquer que contem o
cloreto de sódio, observou-se que o multímetro estava apresentar marcação de 0,4 V.
A placa de zinco libera os iões ao passo que placa de cobre atrai os mesmos iões, sendo o zinco
agente oxidante e o cobre agente redutor, isso ocorreu pelo facto de que a placa de zinco ser
agente oxidante e o cobre ser agente redutor ser agente redutor.
Conclusão
Electrólise é um processo em que se passa uma corrente eléctrica sobre uma substância e, por
meio de reacção de oxirredução, o composto decompõe-se.
Portanto, a dissociação iónica do NaCl, formando os iões Na + e Cl-, existem também a reacção de
Auto ionização da água.
Referências bibliográficas
ANEXOS
133
134
APÊNDICES
135
136