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O documento apresenta o Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços da Saúde do Laboratório Mediprime, localizado em Imperatriz-MA, em conformidade com a Resolução Conjunta n.º 002/2005. Ele detalha a identificação do gerador, tipos de resíduos gerados, quantificação, acondicionamento, coleta interna e externa, e medidas de saúde e segurança ocupacional. O plano visa garantir o manejo adequado dos resíduos, minimizando riscos à saúde pública e ao meio ambiente.

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O documento apresenta o Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços da Saúde do Laboratório Mediprime, localizado em Imperatriz-MA, em conformidade com a Resolução Conjunta n.º 002/2005. Ele detalha a identificação do gerador, tipos de resíduos gerados, quantificação, acondicionamento, coleta interna e externa, e medidas de saúde e segurança ocupacional. O plano visa garantir o manejo adequado dos resíduos, minimizando riscos à saúde pública e ao meio ambiente.

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LABORATÓRIO MEDIPRIME

PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DE SERVIÇOS DA SAÚDE PARA


LABORATORIO DE ANÁLISES CLÍNICAS

Em conformidade com a Resolução Conjunta n.º 002/2005 - SEMA/SESA, de 31 de maio de


2005 - ANEXO I

Nome do Empreendimento: LABORATORIO MEDIPRIME


Endereço: Rua Joao Lisboa 1710
Bairro: Centro
Cidade: Imperatriz- MA

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RESOLUÇÃO CONJUNTA N.º 002/2005 - SEMA/SESA, DE 31 DE MAIO DE 2005

ANEXO I
PLANO SIMPLIFICADO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DE SERVIÇOS DA
SAÚDE PARA MÍNIMOS GERADORES

Até 30 Litros/semana

1. IDENTIFICAÇÃO DO GERADOR
Razão Social: LABORATORIO DE MEDICINA PREVENTIVA
Nome Fantasia: LABORATORIO MEDIPRIME
CNPJ: 41.000.515/0002-50
Endereço: RUA JOAO LISBOA 1710
Bairro: CENTRO
Cidade: IMPERATRIZ
Fone / Fax: 99991065597
Email: labmediiprime@[Link]
Área Construída (m²): Área Total do Terreno (m²):

Especialidades:
Data de início de funcionamento: 01/01/2025
Horário de funcionamento: 7:00 as 18:00
Número de pacientes atendidos por dia: 10
Número de funcionários: 4

Responsável pelo Estabelecimento:


Nome: ARTHUR CARDOSO MIRANDA LOPES
RG: 042885912011-2
Profissão: EMPRESÁRO
Registro no Conselho: UF:
Endereço residencial: MANOEL SARAIVA
Bairro: JD SÃO LUIS CEP: 6595000
Cidade: IMPERATRIZ Estado: MA
Fone / Fax:
Email:

Responsável Técnico pelo Plano de Gerenciamento de Resíduos:


Nome: MARCELO HENRIQUE DE BRITO SOUSA
RG:
Profissão: FARMACEUTICO
Registro no Conselho: CRFMA1690 UF: MA
Endereço residencial: RUA POMPEU MARINHO 05J
Bairro: PQ DAS PALMEIRAS CEP: 65970000
Cidade: IMPERATRIZ Estado: MA
Fone / Fax: 999991065597
Email: [Link]@[Link]

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2. IDENTIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS GERADOS

GRUPO A: Resíduos Infectantes


Resíduos que apresentam risco potencial à saúde pública e ao meio ambiente devido à
presença de agentes biológicos.

GRUPO A1
Culturas e estoques de microrganismos resíduos de fabricação de produtos
biológicos, exceto os hemoderivados; (estes resíduos não podem deixar a unidade geradora
sem tratamento prévio).
Meios de cultura e instrumentais utilizados para transferência, inoculação ou mistura
de culturas; (estes resíduos não podem deixar a unidade geradora sem tratamento prévio).
Resíduos de laboratórios de manipulação genética. (estes resíduos não podem deixar a
unidade geradora sem tratamento prévio).
Resíduos resultantes de atividades de vacinação com microrganismos vivos ou
atenuados, incluindo frascos de vacinas com expiração do prazo de validade, com conteúdo
inutilizado, vazios ou com restos do produto, agulhas e seringas. (devem ser submetidos a
tratamento antes da disposição final).
Resíduos resultantes da atenção à saúde de indivíduos ou animais, com suspeita ou
certeza de contaminação biológica por agentes Classe de Risco 4 (Apêndice II),
microrganismos com relevância epidemiológica e risco de disseminação ou causador de
doença emergente que se torne epidemiologicamente importante ou cujo mecanismo de
transmissão seja desconhecido. (devem ser submetidos a tratamento antes da disposição
final).
Bolsas transfusionais contendo sangue ou hemocomponentes rejeitadas por
contaminação ou por má conservação, ou com prazo de validade vencido, e aquelas
oriundas de coleta incompleta; (devem ser submetidos a tratamento antes da disposição
final).
Sobras de amostras de laboratório contendo sangue ou líquidos corpóreos, recipientes e
materiais resultantes do processo de assistência à saúde, contendo sangue ou líquidos
corpóreos na forma livre. (devem ser submetidos a tratamento antes da disposição final).

GRUPO A2
Carcaças, peças anatômicas, vísceras e outros resíduos provenientes de animais
submetidos a processos de experimentação com inoculação de microrganismos, bem como
suas forrações, e os cadáveres de animais suspeitos de serem portadores de
microrganismos de relevância epidemiológica e com risco de disseminação, que foram
submetidos ou não a estudo anatomopatológico ou confirmação diagnóstica. (devem ser
submetidos a tratamento antes da disposição final).

GRUPO A3
Peças anatômicas (membros) do ser humano; produto de fecundação sem sinais
vitais, com peso menor que 500 gramas ou estatura menor que 25 centímetros ou idade
gestacional menor que 20 semanas, que não tenham valor científico ou legal e não tenha
havido requisição pelo paciente ou familiares.

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GRUPO A4
Kits de linhas arteriais, endovenosas e dialisadores, quando descartados.
Filtros de ar e gases aspirados de área contaminada; membrana filtrante de
equipamento médico-hospitalar e de pesquisa, entre outros similares.
Sobras de amostras de laboratório e seus recipientes contendo fezes, urina e
secreções, provenientes de pacientes que não contenham e nem sejam suspeitos de conter
agentes Classe de Risco 4, e nem apresentem relevância epidemiológica e risco de
disseminação, ou microrganismo causador de doença emergente que se torne
epidemiologicamente importante ou cujo mecanismo de transmissão seja desconhecido ou
com suspeita de contaminação com príons.
Resíduos de tecido adiposo proveniente de lipoaspiração, lipoescultura ou outro
procedimento de cirurgia plástica que gere este tipo de resíduo. Recipientes e materiais
resultantes do processo de assistência à saúde, que não contenha sangue ou líquidos
corpóreos na forma livre.
Peças anatômicas (órgãos e tecidos) e outros resíduos provenientes de
procedimentos cirúrgicos ou de estudos anatomopatológicos ou de confirmação diagnóstica.
Carcaças, peças anatômicas, vísceras e outros resíduos provenientes de animais
não submetidos a processos de experimentação com inoculação de microrganismos, bem
como suas forrações.
Bolsas transfusionais vazias ou com volume residual pós-transfusão.

GRUPO A5
Órgãos, tecidos, fluidos orgânicos, materiais perfurocortantes ou escarificantes e
demais materiais resultantes da atenção à saúde de indivíduos ou animais, com suspeita ou
certeza de contaminação com príons.

GRUPO B: Resíduos Químicos


Resíduos que apresentam risco potencial à saúde pública e ao meio ambiente devido às
suas características químicas.

Produtos hormonais e produtos antimicrobianos; imunossupressores; digitálicos;


imunomoduladores; antirretrovirais, quando descartados por serviços de saúde, farmácias,
drogarias e distribuidores de medicamentos ou apreendidos e os resíduos e insumos
farmacêuticos dos Medicamentos controlados pela Portaria MS 344/98 e suas atualizações.
(Resíduos de saneantes, desinfetantes, desinfestantes; resíduos contendo metais
pesados; reagentes para laboratório, inclusive os recipientes contaminados por estes.
Efluentes de processadores de imagem (reveladores e fixadores).
Efluentes dos equipamentos automatizados utilizados em análises clínicas
Demais produtos considerados perigosos, conforme classificação da NBR 10.004 da
ABNT (tóxicos, corrosivos, inflamáveis e reativos).

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GRUPO D: Resíduos Comuns
Resíduos que não apresentem risco biológico, químico ou radiológico à saúde ou ao
meio ambiente, podendo ser equiparados aos resíduos domiciliares.

Papel de uso sanitário e fralda, absorventes higiênicos, peças descartáveis de


vestuário, resto alimentar de paciente, material utilizado em antissepsia e hemostasia de
venóclises equipo de soro e outros similares não classificados como A1;
Sobras de alimentos e do preparo de alimentos;
Resto alimentar de refeitório;
Resíduos provenientes das áreas administrativas;
Resíduos de varrição, flores, podas e jardins.
Resíduos de gesso provenientes de assistência à saúde

GRUPO E: Materiais perfurocortantes ou escarificastes


Lâminas de barbear, agulhas, escalpes, ampolas de vidro, brocas, limas endodônticas,
pontas diamantadas, lâminas de bisturi, lancetas;
Tubos capilares; micropipetas;
Lâminas e lamínulas; espátulas;
Utensílios de vidro quebrados no laboratório (pipetas, tubos de coleta sanguínea e placas de
Petri)

3. QUANTIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS

Grupo A1, Resíduos Infectantes: (0) litros por semana (6) kg por semana
Grupo A2, Resíduos Infectantes: (0) litros por semana (4) kg por semana
Grupo A3, Resíduos Infectantes: (0) litros por semana (0) kg por semana
Grupo A4, Resíduos Infectantes: (0) litros por semana (2) kg por semana
Grupo A5, Resíduos Infectantes: (0) litros por semana (0) kg por semana
Grupo B, Resíduos Químicos: (0) litros por semana (0) kg por semana
Grupo D, Resíduos Comuns: (0) litros por semana (10) kg por semana
Grupo E, Resíduos Perfurantes: (0) litros por semana (1) kg por semana

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4. ACONDICIONAMENTO DOS RESÍDUOS – Obrigações Legais
Os resíduos deste estabelecimento serão acondicionados e armazenados da seguinte
forma, de acordo com as Resoluções RDC – ANVISA nº 306/2004, CONAMA nº 358/2005 e
normas pertinentes da ABNT e do município sede do estabelecimento.

GRUPO A: Resíduos Infectantes


São acondicionados em sacos plásticos, impermeáveis e resistentes, de cor branca leitosa,
com simbologia de resíduo infectante. É observada a necessidade de utilização de sacos
vermelhos – RDC 306/04 – ANVISA.
São armazenados em recipientes estanques, metálicos ou de plástico, com tampa, de fácil
higienização e manuseio.

GRUPO B: Resíduos Químicos


São acondicionados em duplo saco plástico de cor branca leitosa, com identificação
do resíduo e dos riscos; ou acondicionados em recipiente rígido e estanque, compatível com
as características físico-químicas do resíduo ou produto a ser descartado, identificando de
forma visível com o nome do conteúdo e suas principais características.

GRUPO D: Resíduos Comuns


São acondicionados em sacos pretos resistentes de modo a evitar derramamento
durante o manuseio. Os resíduos comuns recicláveis (papel, papelão, plástico e vidro) são
ser separados e destinados à reciclagem.

GRUPO E: Resíduos Perfurantes ou escarificantes


Os resíduos perfurantes e cortantes do Grupo A são acondicionados e armazenados
em recipientes rígidos, resistentes à punctura, rompimento e vazamento, com tampa,
devidamente identificados com a simbologia de resíduo infectante e perfurocortante.

5. COLETA INTENA DOS RESÍDUOS – Obrigações Legais


Os resíduos deverão seguir os seguintes procedimentos ao serem transportados dentro do
estabelecimento, de acordo com as Resoluções RDC – ANVISA nº 306/2004, CONAMA nº
358/2005 e normas pertinentes da ABNT e do município sede do estabelecimento.

1. O transporte dos recipientes deve se realizado sem esforço excessivo ou risco de


acidente para o funcionário.
2. Os procedimentos devem ser realizados de forma a não permitir o rompimento dos
recipientes. No caso de acidente ou derramamento, deve-se imediatamente realizar
a limpeza e desinfecção simultânea do local, e notificar a chefia da unidade.

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6. ABRIGO DOS RESÍDUOS – Obrigações Legais
Os resíduos deverão seguir os seguintes procedimentos ao serem transportados dentro do
estabelecimento, de acordo com as Resoluções RDC – ANVISA nº 306/2004, CONAMA nº
358/2004 e normas pertinentes da ABNT e do município sede do estabelecimento.

1. O abrigo de resíduos deve ser constituído de um local fechado, ser exclusivo para
guarda temporária de resíduos de serviços de saúde, devidamente acondicionados
em recipientes.
2. As dimensões do abrigo devem ser suficientes para armazenar a produção de
resíduos de até três dias, sem empilhamento dos recipientes acima de 1,20 m.
3. O piso, paredes, porta e teto devem ser de material liso, impermeável, lavável e de
cor branca.
4. A porta deve ostentar o símbolo de substância infectante.
5. O abrigo de resíduo deve ser higienizado após a coleta externa ou sempre que
ocorrer derramamento.

7. TRATAMENTO E DESTINO FINAL DOS RESÍDUOS – Obrigações Legais


Os resíduos deverão ser tratados e destinados da seguinte forma, de acordo com
Resoluções RDC – ANVISA nº 306/2004, CONAMA nº 358/2005 e normas pertinentes da
ABNT e do município sede do estabelecimento.

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[Link] EXTERNA DOS RESIDUOS

GRUPO A: Resíduos Infectantes


Responsável pelo transporte: Policlínica de Imperatriz
Veículo utilizado: Caminhão
Frequência de coleta: semanal
Tratamento:
Destino Final: incineração

GRUPO D: Resíduos Comuns Não Recicláveis


Responsável pelo transporte: Prefeitura Municipal de Imperatriz
Veículo utilizado: Caminhão compactador
Frequência de coleta: semanal
Destino Final: Aterro Sanitário

GRUPO E: Resíduos Perfurantes ou escarificantes


Responsável pelo transporte: Policlínica de Imperatriz
Veículo utilizado: Caminhão
Frequência de coleta: semanal
Tratamento:
Destino Final: incineração

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9. SAÚDE E SEGURANÇA OCUPACIONAL – Obrigações legais e recomendações
As seguintes medidas serão implantadas neste estabelecimento, de acordo com Resoluções
RDC – ANVISA nº 306/2004, CONAMA nº 358/2005 e normas pertinentes da ABNT e do
município sede do estabelecimento:

1. Durante o manuseio dos resíduos o funcionário deverá utilizar os seguintes


equipamentos de proteção individual: luvas: de PVC ou borracha, impermeáveis,
resistentes, de cor clara, antiderrapantes e de cano longo; e avental: de PVC,
2. Impermeável e de médio comprimento.
3. Após a coleta interna, o funcionário deve lavar as mãos ainda enluvadas, retirando
as luvas e colocando-as em local apropriado. O funcionário deve lavar as mãos
antes de calçar as luvas e depois de retirá-las.
4. Em caso de ruptura das luvas, o funcionário deve descartá-las imediatamente, não
as reutilizando.
5. Estes equipamentos de proteção individual devem ser lavados e desinfetados
diariamente. Sempre que houver contaminação com material infectante, devem ser
substituídos imediatamente, lavados e esterilizados. As pessoas envolvidas com o
manuseio de resíduos devem ser submetidas a exame admissional, periódico, de
retorno ao trabalho, mudança de função e demissional. Os exames e avaliações que
devem ser submetidas são: Anamnese ocupacional, Exame físico, Exame mental. Os
funcionários também devem ser vacinados contra tétano, hepatite e outras
considerações importantes pela Vigilância Sanitária.

Para a prevenção de acidentes e exposição do trabalhador e agentes biológicos devem ser


adotadas as seguintes medidas:

1. Realizar anti-sepsia das mãos sempre que houver contato da pele com sangue e
secreções
2. Usar luvas sempre e, após retirá-las realizar lavagem das mãos
3. Não fumar e não alimentar-se durante o manuseio com resíduos.
4. Retirar as luvas e lavar as mãos sempre que exercer outra atividade não relacionada
aos resíduos (ir ao sanitário, atender ao telefone, beber água, etc.)
5. Manter o ambiente sempre limpo.

Em caso de acidente com perfurantes e cortantes, as seguintes medidas serão tomadas:

1. Lavar bem o local com solução de detergente neutro.


2. Aplicar solução antisséptica (álcool iodado, álcool glicerinado a 70%) de 30
segundos a 2 minutos.
3. Notificar imediatamente a chefia da unidade, e encaminhar para o pronto
atendimento se necessário.

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10. BIBLIOGRAFIA
Para fins de atendimento de apresentação do Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos
Sépticos, deverão ser observadas as seguintes Legislações e Normas Técnicas:

LEI FEDERAL Nº 9605/98 – Dispõe sobre crimes ambientais.

RESOLUÇÃO CONAMA Nº 01/86 – Estabelece definições, responsabilidade, critérios


básicos, e diretrizes da avaliação do impacto ambiental, determina que aterros sanitários,
processamento e destino final de resíduos tóxicos ou perigosos são passiveis de avaliação.

RESOLUÇÃO CONAMA Nº 05/88 – Especifica licenciamento de obras de unidade de


transferências, tratamento e disposição final de resíduos sólidos de origem domésticas,
públicas, industriais e de origem hospitalar.

RESOLUÇÃO CONAMA Nº 05/93 – dispões sobre destinação dos resíduos sólidos de


serviço de saúde, portos, aeroportos, terminais rodoviários e ferroviários. Onde define a
responsabilidade do gerador quanto o gerenciamento dos resíduos desde a geração até a
disposição final.

RESOLUÇÃO CONAMA Nº 358/2005 – Dispõe sobre o tratamento a destinação final dos


resíduos dos serviços de saúde.

RESOLUÇÃO ANVISA RDC 306/04 – Dispõe sobre o regulamento técnico para o


gerenciamento de resíduos dos serviços de saúde.

NBR 10.004/87 – Classifica os resíduos sólidos quanto aos seus riscos potenciais ao meio
ambiente e à sua saúde.

NBR 7.500/87 – Símbolos de risco e manuseio para o transporte e armazenamento de


resíduos sólidos.

NBR 12.235/92 – Armazenamento de resíduos sólidos perigosos definidos na NBR 10004 –


procedimentos

NBR 12807/93 – Resíduos de serviços de saúde – terminologia.

NBR 12808/93 – Resíduos de serviços de saúde – classificação.

NBR 12809/93 – Manuseio de resíduos de serviços de saúde – procedimentos.

NBR 12810/93 – Coleta de resíduos de serviços de saúde – procedimentos.

NBR 12980/93 – Coleta, varrição e acondicionamento de resíduos sólidos urbanos


terminologia.

NBR 11.175/90 – Fixa as condições exigíveis de desempenho do equipamento para


incineração de resíduos sólidos perigosos.

NBR 13.853/97 – Coletores para resíduos de serviços de saúde perfurantes ou cortantes –


requisitos e métodos de ensaio.

CNEN – NE 6.05/98 gerência dos rejeitos radioativos

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11. CONSIDERAÇÕES FINAIS
Este estabelecimento se compromete a seguir as disposições e implantar as medidas
contidas neste plano.

Imperatriz 05 de janeiro de 2025.

_________________________________________________
Assinatura do Responsável pelo Estabelecimento Gerador
ARTHUR CARDOSO MIRANDA LOPES

_____________________________________________________
Assinatura do Responsável Técnico pelo Plano de Gerenciamento
MARCELO HENRIQUE DE BRITO SOUSA

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