PC VFR
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REVISÃO 001
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SUMÁRIO
1- APROVAÇÃO DO PROGRAMA DE INSTRUÇÃO - PILOTO COMERCIAL 5
2- TERMOS DE RESPONSABILIDADE DO COORDENADOR DE CURSO 6
3- CONTROLE DE REVISÕES 7
4- INTRODUÇÃO 8
4.1 - Objetivos 8
4.2 - Identificação da Empresa e Localização 9
4.3 - Pessoal de Gestão e Administração 9
4.4 - Organograma da Empresa 11
5- OBJETIVOS DO TREINAMENTO 11
5.1 - FAP 02 13
5.2 - FAP 04.1 15
5.3 - FAP 04.2 17
6- PROGRAMA DE TREINAMENTO - PILOTO COMERCIAL VFR 19
6.1 - AERONAVES 19
6.1.1 - PT-BOK - VFR 19
[Link] - Equipamentos – PT-BOK - VFR 19
6.1.2 - PT-DCW 20
[Link] - Equipamentos – PT-DCW - VFR e IFR - NOTURNO 21
6.1.3 - PR-CLA - VFR e IFR 22
[Link] - Equipamentos – PR-CLA - VFR e IFR 22
6.2 - Simulador FTD 23
6.3 - Aeroportos para Instrução 23
6.4 - Níveis de Aprendizagem 26
6.5 - Níveis de Padronização e Proficiência 27
6.6 - Composição do Curso 28
6.6.1 - Parte 1 - Familiarização com a aeronave ou Ground School 30
6.6.2 - Parte 2 - Prática de Voo - Fases de Voo 31
6.6.3 - Avaliação final de curso 33
6.6.4 - Avaliação ANAC 33
6.6.5 - Tipos e Limitações de Missões 34
6.6.6 - Plano de Missões da Fase I – Local 35
6.6.7 - Plano de Lições da Fase II – Em Rota 36
6.6.8 - Plano de Lições da Fase III – Noturno 39
6.6.9 - Plano de Lições da Fase IV – IFR Básico (FSTD) 40
6.6.10 - Plano de Lições da Fase IV – IFR Básico (Avião) 41
6.7 - Ficha de Instrução 41
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7.21. Subida 83
7.21.1. Subida Normal 83
7.21.2 - Melhor Razão de Subida 84
7.21.3 - Melhor Ângulo de Subida 84
7.22 - Voo em Baixa Velocidade 85
7.23 - Estol 86
7.23.1 - Reconhecimento do Estol 86
7.23.2 - Recuperação do Estol 88
7.23.3 - Características do Estol 89
7.23.4 - Pré-Estol com e sem Motor 90
7.23.5 - Estol Completo com Motor em Idle 91
7.23.6 - Estol Completo com Potência de Motor 93
7.23.7 - Estol Secundário 94
7.24 - Voo em Retângulo 95
7.25 - “S” sobre Estrada 97
7.26 - Oito sobre Marcos 98
7.27 - Descida 100
7.27.1 - Descida Normal (Com Potência) 100
7.27.2 - Descida com a Velocidade Mínima de Segurança 101
7.27.3 - Descida em Idle (Voo Planado) 102
7.28 - Coordenação Atitude Potência 103
7.29 - Coordenação Elementar (C1) 104
7.30 - Coordenação Avançada (C2) 106
7.31 - Aproximação e Pouso 107
7.31.1. Conceito de Aproximação Estabilizada 107
7.32 - Pouso com Vento de Través 108
7.33 - Pouso Curto 110
7.34 - Aproximação 90° 111
7.35 - Aproximação 180° 112
7.36 - Aproximação 360° Vertical 113
7.37 - Efeito Solo 115
7.38 - Arremetidas 116
7.38.1 - Arremetida no Solo 117
7.39 - Emergências 118
7.39.1 - Pouso de Emergência 118
7.39.2 - Emergência no Circuito de Tráfego 119
7.39.3 - Fogo no Motor 120
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Coordenador
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3- CONTROLE DE REVISÕES
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4- INTRODUÇÃO
4.1 - Objetivos
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GESTOR RESPONSÁVEL
Nome Gerson Litzenberger Neto
CPF 006.520.629-03
Telefone (11)98556-8486
E-mail gerson@[Link]
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COORDENADOR DE CURSO
Nome João Pedro Barrelli de Carvalho
CPF 441.911.158-55
Telefone (11)97760-1803
E-mail jopbarrelli@[Link]
DIRETOR FINANCEIRO/QUALIDADE
Nome Adriano de Moraes dos Santos
CPF 124.540.578-08
Telefone (11)99360-6426
E-mail adrianomor@[Link]
EXAMINADORES CREDENCIADOS
Nome André Henrique Santos de Oliveira
CPF 079.785.237-99
Telefone (11)98049-3801
E-mail andreacmilha@[Link]
CPF 368.524.938-06
E-mail [Link]@[Link]
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5- OBJETIVOS DO TREINAMENTO
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5.1 - FAP 02
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6.1 - AERONAVES
A Charlie 0 dispõe de duas aeronave PA28-140, sendo a aeronave PT-BOK
destinada apenas para o treinamento VFR e IFR sob capota e a aeronave PT-DCW
homologada para treinamento VFR e IFR uma aeronave Cirrus SR20 de matrícula
PR-CLA para treinamento VFR e IFR.
6.1.1 - PT-BOK - VFR
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6.1.2 - PT-DCW
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AIRPORT BRIEFING
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Jundiai (SBJD)
XX/XX/XXXX
Alertas operacionais
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A Ficha de Avaliação deverá ser devidamente assinada pelo instrutor e pelo aluno.
Durante o treinamento do aluno, o processo de aprendizagem é dividido em quatro
níveis evolutivos. Na medida em que o curso é realizado, objetiva-se veri car o
aprimoramento das habilidades, o que é possível através do incremento
progressivo do critério de avaliação a ser veri cado em cada lição. Tais fases,
denominadas “Níveis de Aprendizagem”, estão de nidas a seguir:
- Execução (E): deve executar o exercício sozinho. São admitidos erros pequenos,
que devem ser interpretados e corrigidos pelo próprio aluno com a devida presteza.
A intervenção do INVA nos comandos não é mais admitida como normal.
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NOTA: Caso o piloto deseje a obtenção da licença para voos sob condições
IMC, ele deve atentar para o plano de instrução no manual PCA-IFR da Charlie
0 - Aeronautical Training Center.
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Após a execução de todas as fases com grau satisfatório, o aluno será submetido a
uma avaliação segundo os critérios estabelecidos pela ANAC, tendo por nalidade
a obtenção de licença do PCA.
Esta fase é voltada para o treinamento inicial de Piloto Comercial de Avião. Será
dividida em uma etapa realizada com auxílio de um instrutor, completando um
mínimo de 5 (cinco) horas, para repasse de manobras básicas e avançadas do
curso de PPA. A outra será composta por 5 (cinco) horas solo, a m de aumentar o
grau de con ança do aluno com a aeronave voada.
Ao nal desta fase, o aluno deverá ser capaz de conduzir o avião em voo solo e
resolver uma possível emergência em voo. Nesta etapa, que é fundamental para
todo o desenvolvimento da parte prática do curso, o aluno deverá aumentar o seu
rendimento de forma contínua e gradual, de modo a atingir a pro ciência desejável
para ser indicado para a próxima etapa prevista no curso, na qual a segurança de
voo será um importantíssimo fator.
Nesta etapa, o aluno deverá estar apto a conduzir o avião com segurança, através
de rotas pré-estabelecidas ou não, com noção correta de direcionamento,
utilizando os meios auxiliares de orientação e de comparação das representações
geográ cas de mapas e cartas com os pontos de referência no solo. Por m, em se
tratando de uma importantíssima fase da prática de voo, a sua duração está
estabelecida em um mínimo de 77 (setenta e sete) horas de voo, e conforme esse
manual, 22 (vinte e duas) horas serão executadas com auxílio de um instrutor e as
55 (cinquenta e cinco) horas demais serão feitas em voo solo.
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Visando dar uma noção básica sobre o voo por instrumentos (IFR), esta fase está
dividida em duas etapas: uma delas composta por treinamento em simulador de
voo homologado e a outra em avião. Cada uma destas será composta por 5 horas,
de modo que ao nal do treinamento o aluno tenha noções de como conduzir uma
aeronave utilizando seus equipamentos e auxílios-rádio dispostos em solo, em
baixas condições de visibilidade. Caso o aluno tenha interesse em obter a
habilitação para voar em tais condições, deverá seguir o programa completo
de IFR também disponível na Charlie 0 - Aeronautical Training Center, contido
no programa de treinamento especí co PCA-IFR.
O aluno será submetido a uma avaliação nal de curso que o liberará para
avaliação ANAC. Em caso de reprovação o aluno deverá realizar a lição de
recuperação nas manobras até atingir grau satisfatório para assim realizar avaliação
ANAC.
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Missão com grau limítrofe (2): quando o aluno não atingir grau satisfatório em
uma ou mais manobras da missão, o grau nal será de ciente (02). Neste caso o
aluno deverá repetir as manobras até atingir grau satisfatório e prosseguir para a
missão seguinte. O tempo de voo dependerá do desenvolvimento do aluno.
Missão com grau de ciente (1) em várias missões: quando o aluno for avaliado
com grau de ciente em mais de 3 missões, o instrutor encaminhará o relatório
através da cha de voo e ou reporte no sistema CAVOK para o conselho de
instrução analisar o caso. Alunos com grau de ciente (1) carão fora de voo até a
decisão do conselho.
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Inspeção da aeronave A E E E E E
Checklist A E E E E E
Fraseologia A E E E E E
Táxi A E E E E E
Decolagem Normal A E E E E
Decolagem Curta E E
Mudança de Atitude A E E E E E
Curvas A E E E E E
Coordenação de 1º tipo A E E
Coordenação de 2º tipo A E
Voo planado A E
Pane simulada A E
8 ao redor de marcos A E
Estol A E
Glissada A E
Circuito de Tráfego A E E E E
Pouso Normal A E E E
Pouso Curto E
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TIPO DE VOO DC DC DC SL SL SL
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Ao término de cada sessão, a cha será preenchida com a avaliação das manobras
feita pelo instrutor e assinada eletronicamente pelo aluno e instrutor. O aluno deve
atentar aos comentários do instrutor e rever as orientações antes do próximo voo.
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Objetivo
Um voo seguro começa com uma inspeção adequada da aeronave. Essa inspeção
tem duas nalidades: avaliar se a aeronave está legalmente pronta para voo e se
suas condições permitem um voo seguro.
Execução
A execução descrita nos próximos parágrafos refere-se a um avião genérico e
complexo. Contudo, os dados aqui contidos devem preparar o leitor para executar
uma inspeção interna e externa em qualquer aeronave de pequeno porte. Lembre-
se de usar sempre o checklist: cada aeronave tem características próprias que
devem ser veri cadas antes do voo. Comece veri cando a situação da
documentação técnica da aeronave, veri que no livro de situação técnica e no
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Todo o cheque pré-voo deve ser realizado com o auxílio do checklist. Comece
removendo travas de hélice, travas de comando, cadeados dos tanques e veri que
o aspecto geral de sua aeronave, observando discrepâncias evidentes, como trem
de pouso fora de alinhamento, dano estrutural, vazamento de óleo ou combustível.
Após certi car-se de que não há nenhum item fora do comum, comece a inspeção
pela parte interna do avião. Ao entrar na cabine, veri que o estado da porta, se ela
abre e fecha com facilidade. Ter que fazer muita força para fechá-la ou se o piso e
os assentos estão molhados devido a uma chuva recente, pode signi car um
desalinhamento da estrutura. Observe também o estado das janelas, procurando
por rachaduras, trincas e riscos. Riscos e trincas em demasia no para-brisas
comprometem muito a visibilidade, principalmente sob situações de operação
contra o sol ou luzes (por exemplo, re etores do pátio principal). Cheque se os
assentos estão rmes sobre os trilhos e se os cintos a velam e são soltos com
facilidade ao serem assim comandados.
Antes de dar segmentos aos itens do checklist, faça uma última checagem de
segurança veri cando que a alavanca do trem de pouso encontra-se na posição
baixada e travada (se for o caso), a bateria e magnetos desligados, mistura cortada
e trava dos comandos removida. Agora basta seguir com as veri cações
estabelecidas no checklist. Velocímetro deve estar marcando 0, horizonte arti cial,
altímetro ajustado para a altitude do aeródromo, variômetro com indicação 0, RMI,
HSI, bússola magnética, seletora e medidores de quantidade de combustível,
painel de rádios, comandos de voo (veri que se estão livres e correspondentes),
compensador, ape, etc.
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exceto pelos itens referentes ao freio e acrescente uma veri cação no farol de
pouso e no amortecedor de Shimmy.
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Erros Comuns
Após ter realizado alguns voos no avião, sem encontrar problema algum, é comum
o aluno relaxar na inspeção e até mesmo abandonar o checklist. Isso pode ser
extremamente perigoso, pois é nesse momento que os problemas costumam
ocorrer. Toda a condição anormal encontrada durante a inspeção pode e deve ser
reportada no livro de situação técnica da aeronave. É comum o aluno achar que
determinadas anomalias de menor importância não precisam ser reportadas. Um
avião impecável não é aquele com um livro de reportes limpo, mas um com um livro
de reportes preenchido e que tenha cada um de seus reportes corrigidos pela
manutenção. Livro de reportes vazio pode signi car duas coisas: avião novo ou
piloto que não reporta nada. Ao drenar o combustível lembre-se de começar pelas
asas, principalmente em aviões de asas alta com alimentação por gravidade.
Drenar primeiro o ltro pode fazer com que a água dos tanques vá para a linha e
não seja detectada ao drenar o tanque.
Avaliação
A avaliação do aluno a respeito da inspeção pré-voo se dá quando o aluno
apresentar a situação do avião para o instrutor antes do voo. Mas, antes de tudo, o
aluno deve ter em mente de que tirar “uma nota baixa” signi ca por em risco a
própria vida.
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Objetivo
Manter a cabine organizada é fundamental para o bom andamento do voo. Papeis
jogados sobre o painel e os cruzando uns por cima dos outros são fatores que
podem atrapalhar o piloto, aumentando, desnecessariamente, sua carga de
trabalho e, em algumas circunstâncias, comprometendo a segurança do voo. Esse
capítulo visa estabelecer um padrão na organização e distribuição do material
dentro da cabine de comando. Seguindo algumas orientações simples, o aluno
certamente encontrará maior facilidade para conduzir seu voo.
Execução
Ao entrar na cabine, se você for utilizar fones de ouvido e intercomunicadores,
certi que de instalá-los no painel de maneira que nenhum o que obstruindo
algum comando de voo nem impeça os seus movimentos. Essa mesma orientação
vale para itens como GPS portátil que eventualmente possa ser colocado junto ao
painel. Abra todas as cortinas do avião. Deixar qualquer cortina fechada irá
restringir sua visibilidade e tal situação pode ser extremamente perigosa em
operações de solo, pousos e decolagens. Procure na cabine por objetos que
possam facilmente se deslocar de um lado para o outro em caso de turbulência e
prenda-os.
Ajuste o assento de maneira que consiga ter boa visibilidade à frente sem precisar
esticar o pescoço quando possível (para os aviões que possuem trem convencional
isto é praticamente inviável). Seus pés devem alcançar os pedais e você deve ser
capaz de utilizar todo o comando de leme apenas esticando a perna, sem precisar
jogar com o quadril. Além disso, suas mãos precisam alcançar o piano de manetes
e o manche de maneira confortável, sem que haja necessidade de deslocar o corpo
para frente. Tenha absoluta certeza de que seu assento está travado nos trilhos. No
momento da decolagem, não é nada bom ver seu assento deslizar enquanto você
tenta aplicar algum comando de voo. Isso pode ser extremamente perigoso. A vele
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o seu cinto principal e utilize também o cinto de ombro. O cinto de ombro deve ser
utilizado durante a decolagem, subida inicial, descida e aproximação. Quando em
cruzeiro, ele pode ser removido, mas o cinto principal deve ser mantido sempre
a velado.
O piloto é responsável por todos a bordo do avião. Tenha certeza de que qualquer
pessoa que esteja acompanhando seu voo também tenha o seu cinto corretamente
a velado e realize um brie ng para uma eventual evacuação de emergência.
Indique quem sairá primeiro do avião, como abrir a porta, como desa velar o cinto,
etc. Cartas, checklists e qualquer outro material que possa se fazer necessário
durante o voo devem estar ao seu alcance para uma consulta rápida. Use a sua
prancheta e os bolsos laterais da cabine para acomodar esse material. De maneira
nenhuma utilize o painel para largar material sobre ele. Isso poderá comprometer
sua visibilidade e o material corre o risco de cair e atrapalhar sua pilotagem durante
fazes críticas do voo.
Erros Comuns
Não ajustar devidamente o assento, deixar o cinto de segurança frouxo, deixar
objetos soltos na cabine, etc. Todos esses tópicos são mais comuns de acontecer
do que se imagina. Mas, infelizmente, os pilotos só costumam perceber a
importância de atentar para esses detalhes depois que passam por situações
probatórias. Errar um pouso por não conseguir aplicar corretamente os comandos,
bater a cabeça durante uma turbulência por não ter apertado o cinto, ou ver papeis,
garrafas ou outros objetos voando pelo cockpit em situações de turbulência são
exemplos dessas situações. Preste atenção a tais aspectos na preparação de sua
cabine e aprenda com o erro dos outros. Você pode não ter muitas chances de
aprender com os seus. Um voo seguro e produtivo também passa por uma cabine
organizada.
Avaliação
O instrutor irá cobrar que o aluno mantenha seu ambiente de trabalho limpo,
organizado e seguro. Atitudes também serão avaliadas, como cobrar de eventuais
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passageiros que a velem seus cintos, por exemplo. Organizar a cabine de modo a
ter sempre a seu alcance o material necessário ao voo e ao mesmo tempo não
deixar itens perigosamente soltos no cockpit é outro tópico que será avaliado.
Objetivo
Fazer uma introdução para todos os procedimentos a serem executados nas
determinadas fases: táxi, operacional, subida e emergência. A Charlie 0 -
Aeronautical Training Center recomenda a execução do brie ng de decolagem
antes do acionamento do motor da aeronave. Isso possibilita mais tempo e
atenção dos pilotos.
Execução
O brie ng deve ser feito de uma forma sequencial, em voz alta e clara para que se
tenha um padrão dos procedimentos a serem seguidos pela tripulação. A m de
facilitar a sua realização, estimula-se que o aluno desenvolva algum processo
mnemônico para a abrangência dos principais pontos. Atualmente está sendo
empregada a técnica de estruturação mental do brie ng através do A.T.O.S.E.
Departure Briefing (A.T.O.S.E): O briefing deve ser feito de uma forma sequencial, em voz
alta e clara para que se tenha um padrão dos procedimentos a serem seguidos pela
tripulação. A fim de facilitar a sua realização, estimula-se que o aluno desenvolva algum
processo mnemônico para a abrangência dos principais pontos. Atualmente está sendo
empregada a técnica de estruturação mental do briefing através do A.T.O.S.E.
T - Taxi: Avaliar o percurso provável a ser seguido para chegar até o ponto de espera da
cabeceira em uso. O briefing deve conter os pontos mais comuns de confusão no
aeroporto, tais como cruzamento de pistas, pistas de taxi e faixas amarelas apagadas.
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S - Saída esperada: Aborda-se a possível saída que será realizada após a decolagem.
Utiliza-se as cartas de saída (SID) em caso de voo IFR e as VACs em caso de aeroportos
com procedimentos não padrão de circuito de tráfego.
7.6 - Acionamento
Objetivo
Dar a partida no motor do avião pode não ser tão simples como parece.
Diferentemente do que acontece nos carros de hoje em dia, o controle da mistura
ar combustível de um avião não é automático. Por esse motivo, fatores como
temperatura ambiente, temperatura do motor, altitude, entre outros irão afetar a
maneira como prosseguir o acionamento do motor.
Execução
Antes de se pressionar o botão de partida, é vital que se faça uma checagem visual
da área ao redor do avião. Ela deve estar completamente livre da presença de
qualquer pessoa que possa ser ferida ou de objetos que possam causar dano à
própria aeronave. No caso de aeronaves que necessitam ser acionadas com calço
aplicado, para retirar os calços a pessoa que for fazê-lo deverá aproximar-se do
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trem de pouso sempre por trás da hélice, jamais pela frente. E por onde se
aproximou deve se afastar.
Antes de tentar dar a partida no motor, veri que as seguintes condições:
temperatura ambiente, pressão atmosférica e temperatura do motor. Em uma
partida normal (mistura rica) a manete de potência pode precisar estar mais ou
menos aberta. Isso vai depender dos fatores citados anteriormente. No caso de
estar muito frio, o piloto necessitará ciclar a manete por 3 ou 4 vezes e à posicionar
um pouco mais avançada. Isso porque a baixa temperatura di culta a vaporização
do combustível no cilindro, o que, por sua vez, di culta a explosão. Já em um
segundo exemplo, com motor quente, pode-se diminuir o número de ciclos da
manete para 1 ou 2 e deixá-la mais recuada durante a partida. No caso de aviões
que necessitam de bomba elétrica para o acionamento, como no caso do
Cherokee, se a temperatura do motor estiver muito elevada, ela pode até mesmo
tornar-se desnecessária.
Após a partida do motor lembre-se sempre de permitir que ele opere por um
tempo em marcha lenta até aquecer. Forçar o motor a uma potência mais alta
com o bloco e óleo frios pode dani cá-lo. Por esse motivo os pilotos devem
manter a mão na manete de potência durante o acionamento, prevenindo que
o motor trabalhe com elevadas seleções de RPM logo após ser acionado.
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JAN 2022
Erros Comuns
Aplicar potência em excesso. Afogar a partida injetando combustível em excesso.
Não esperar um determinado tempo antes de operar a aeronave, exigindo demais
dele sem que haja um pré-aquecimento. Não realizar um cheque de área e ciente
antes de acionar; quando requerido, não aplicar os freios de maneira su ciente,
deixando o avião rodar sem estar atento. Avaliação O aluno deve ter sempre em
mente as ações necessárias para realizar uma partida normal e uma partida
afogada. O treinamento mental de tais rotinas é essencial para a sedimentação do
conhecimento.
7.7 - Taxi
Objetivo
O Táxi é o movimento controlado da aeronave por meios próprios enquanto no
solo, onde o piloto deverá possuir pro ciência e o conhecimento completo sobre o
procedimento. Durante o táxi, os olhos do piloto deverão estar para fora da
aeronave – tanto para frente quanto para os lados. Ele deve estar ciente de toda a
área entorno do avião para garantir que esteja livre de obstáculos ou mesmo de
outro avião. Se houver dúvida quanto a área livre presente, o piloto deverá parar a
aeronave para realizar um cheque efetivo.
Execução
É difícil estabelecer qualquer regra para uma velocidade de táxi segura. A condição
primária para um táxi seguro é um controle positivo, a habilidade de reconhecer
perigos potenciais a m de evitá-los a tempo, e a habilidade de parar e girar onde e
quando for necessário. Deve-se prosseguir com uma velocidade cuidadosa,
principalmente em áreas mais movimentadas. Normalmente, a velocidade deverá
ser em uma razão onde o movimento da aeronave está dependente de sua
potência, isto é, lenta o su ciente para quando se coloque a marcha lenta, a
aeronave pare prontamente.
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REVISÃO 001
JAN 2022
Erros Comuns
Realizar o movimento com velocidade
excessiva, tendo que atuar constantemente e
em excesso nos freios. Não utilizar de maneira
correta e satisfatória os comandos de aileron
e profundor para corrigir o vento atuante. Não
estar atento sobre o movimento existente na
área em que vai realizar o táxi.
Avaliação
Orientação, monitoramento contínuo, e execução correta em função das condições
pré-existentes são aspectos primordiais para a execução de um táxi seguro. Em
localidades que possuam várias taxiways e um movimento acentuado das
operações, a comunicação correta com os respectivos órgãos de controle são
pontos que serão avaliados durante a realização da movimentação.
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REVISÃO 001
JAN 2022
7.8 - Decolagem
Objetivo
Fazer com que a aeronave deixe o solo na velocidade de rotação e prossiga em sua
subida inicial mantendo uma velocidade determinada, seja ela VX ou VY, de acordo
com o brie ng realizado.
Execução
A partir do alinhamento na pista, e com o “cleared for takeo procedure” e o
“cleared for takeo checklist” concluídos, aplicar potência de decolagem checando
os mínimos dos parâmetros de motor (callout), veri car se os velocímetros estão
coerentes (callout), e rodar a aeronave na velocidade de rotação (callout), cabrando
a aeronave de forma suave e constante, tirando-a do solo e buscando a atitude
de nida para tal velocidade (VX ou VY). A Charlie 0 - Aeronautical Training Center
recomenda a execução de TODOS os checklists antes do alinhamento da
aeronave na pista. A técnica de Rolling Take-o deverá ser a padrão para as
operações, garantindo agilidade, e ciência e melhor coordenação com os
tráfegos em aproximação para pouso.
Erros comuns
• Não checar se os mínimos de decolagem foram atingidos;
• Perda do eixo da pista devido ao torque do motor ou ao vento;
• Rodar a aeronave com uma cabrada brusca, assim fazendo com que o uxo de
ar na asa se não seja constante, podendo haver um princípio de estol;
• Não de nir uma atitude coerente com a velocidade (VX ou VY).
Avaliação
Será realizada a partir de três pontos básicos: callouts mínimos; manutenção da
reta de decolagem, acompanhamento das velocidades.
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REVISÃO 001
JAN 2022
Objetivo
Acelerar a aeronave na pista para atingir a velocidade de rotação (VR), a m de tirar
o avião do solo, e iniciar o per l de subida inicial.
Execução
Após o taxi o piloto deve alinhar a aeronave no eixo da pista com os pedais, fazer o
“cleared for takeo procedure” e o “cleared for takeo checklist” e iniciar a
aceleração, mantendo o eixo da pista com os pedais. O piloto deve estar atento à
ação do vento e ao torque do motor, bem como checar os parâmetros do motor e
se os velocímetros estão atuantes (callouts). No decorrer da rolagem com a
aeronave acelerando, os comandos carão mais atuantes devido ao maior uxo de
ar nas superfícies, assim a de exão dos comandos será menor no decorrer da
manobra.
Erros comuns
• Não checar se os mínimos de decolagem foram atingidos;
• Perda do eixo da pista devido ao torque do motor ou ao vento;
Avaliação
Avaliar se o aluno sabe o procedimento a ser executado nessa fase do voo,
mantendo o eixo satisfatoriamente, checando os parâmetros e fazendo os callouts.
7.9.2 - Rotação
Objetivo
Fazer com que a aeronave, a partir da corrida de decolagem, deixe o solo.
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Execução
Quando a aeronave atingir a velocidade de rotação, o piloto deverá efetuar o
callout, assim efetuando uma cabrada suave e constante colocando na atitude de
Vy, para tirá-la do solo.
Erros comuns
• Não checar se os mínimos de decolagem foram atingidos;
• Perda do eixo da pista devido ao torque do motor ou ao vento;
• Cabrar antes ou após a VR;
• Rodar a aeronave com uma cabrada brusca, assim fazendo com que o uxo de
ar na asa se não seja constante, podendo haver um princípio de estol;
• Avaliação Avaliar se o aluno sabe o procedimento a ser executado nessa fase
do voo, cabrando a aeronave na velocidade correta e fazendo o callout de VR.
Objetivo
Colocar a aeronave em uma atitude de subida onde se possa conseguir a melhor
razão de subida (VY) ou ângulo de subida (VX).
Execução
Manter uma subida colocando a aeronave em uma atitude onde se possa conseguir
a velocidade de melhor razão de subida (VY), sem pista em frente e climb positivo
recolher o trem de pouso (callout), manter referência em frente, asas niveladas,
manter esta atitude até 400ft AGL. Para o caso de existirem obstáculos em frente,
inicialmente deve-se subir mantendo-se a VX, e assim que livrá-los, alterna-se para
a atitude de VY.
Erros comuns
• Não checar se os mínimos de decolagem foram atingidos;
• Inadequada correção do torque;
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REVISÃO 001
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• Erro de atitude;
• Perda de proa;
• Não de nir uma atitude coerente com a velocidade (VX ou VY).
Avaliação
Avaliar se o aluno procede de forma correta e padronizada mantendo atitude,
velocidade, referência em frente e asas niveladas.
Objetivo
Acelerar a aeronave mantendo o eixo da pista com o vento atingindo a lateral da
aeronave.
Execução
Após executado o “cleared for take o procedure” e o cleared for take o
checklist”, manter o eixo da pista durante a corrida de decolagem será necessário
aplicar todo aileron para o lado do vento, para que esta asa não tenha tendência de
levantar. Durante uma corrida de decolagem com vento de través a aeronave terá a
tendência de aproar o vento devido este atingir a empenagem. A correção deverá
ser feita através dos pedais (leme). No momento em que a aeronave acelerar, levar
o aileron de forma constante em direção a posição neutra, pois com o maior uxo
de ar na asa, a asa tenderá a car mais baixa durante a rolagem, se não houver
esta neutralização.
Erros comuns
Perder o eixo pela má correção do vento com os pedais, seja de forma demasiada
guinando a aeronave para o lado contrário do vento, ou pela pouca correção do
vento, fazendo com que a aeronave aproe o vento;
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REVISÃO 001
JAN 2022
Não dar comando de aileron para o lado do vento, fazendo com que a asa do lado
do vento tenha tendência de subir;
Manter o aileron comandado para o lado do vento após a VR, assim não decolando
com as asas niveladas.
Avaliação
Veri car se o aluno mantém o eixo da pista através dos comandos de pedal e
aileron.
7.10.2 - Rotação
Objetivo
A partir da rolagem, cabrar a aeronave na VR, corrigindo a ação do vento de través.
Execução
A partir da VR cabrar a aeronave para a atitude de VX ou VY, com aileron em neutro.
Erros comuns
• Deixar o comando de aileron aplicado, assim iniciando uma inclinação para o
lado do vento, podendo a ponta da asa tocar o solo (mais pronunciado em
aviões de asa baixa);
• Atitude inadequada.
Avaliação
Avaliar se o aluno rodou a aeronave na VR (callout) colocando na atitude inicial,
comando de aileron em neutro, corrigindo o torque do motor mantendo a
coordenação do voo.
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REVISÃO 001
JAN 2022
Objetivo
Iniciar uma subida mantendo a velocidade determinada (VX ou VY) corrigindo a
ação do vento atingindo a lateral da aeronave.
Execução
Após a rotação da aeronave, de nir atitude de subida inicial com a respectiva
velocidade e proa de correção do vento, ou seja, uma proa em direção de onde
vem o vento, esta correção deverá ser feita através do leme, possibilitando dessa
forma que o avião tenha o seu deslocamento em direção a referência na linha do
horizonte ao longo do eixo da pista, e uma proa defasada em relação a esta
referência.
Erros comuns
• Pouca ou excessiva correção do vento com o uso de leme durante a subida;
• Perda de referência em frente devido a uma correção ine caz do vento;
• Atitude incorreta e como consequência velocidade diferente da VX ou VY.
Avaliação
Avaliar se o aluno procede de forma adequada nesta fase do voo com vento de
través, fazendo as correções necessárias para manter uma correção adequada do
vento, mantendo as velocidades, atitude, velocidade e deslocamento em direção a
referência em frente.
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REVISÃO 001
JAN 2022
Erros comuns
Perda reta;
Não corrigir vento.
Avaliação
Avaliar se o aluno tem em mente e sabe proceder de forma correta a manobra,
mantendo a aeronave no eixo da pista, checando parâmetros e fazendo os callouts.
7.11.2 - Rotação
Objetivo
Passar a aeronave da corrida no solo para a subida inicial.
Execução
Ao atingir a VR estabelecida, colocar a aeronave em atitude de VX até pelo menos
50 ft ou mais, onde na sequência deve-se buscar a atitude de VY, mantendo a
potência de decolagem.
Erros comuns
Não colocar a aeronave em atitude onde se deseja a velocidade de VX ou VY;
Rodar antes ou após a VR.
Avaliação
Será avaliado se o aluno roda a aeronave na VR colocando-a em atitude de VY,
mantendo-a coordenada na transição da corrida no solo para a subida inicial.
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REVISÃO 001
JAN 2022
Objetivo
Subida inicial com maior ângulo de subida (VX).
Execução
A partir da rotação da aeronave, colocá-la em atitude de VX com potência de
decolagem, sem pista em frente e razão de subida positiva, frear as rodas e
recolher o trem de pouso (no caso de aeronaves com trem retrátil). Somente após
50ft (em altitude estipulada durante o brie ng) deve-se diminuir a atitude para a
velocidade de VY.
Erros comuns
Não colocar a aeronave na atitude correta para a velocidade pretendida;
Não manter referência em frente;
Não corrigir a ação do vento.
Avaliação
Será avaliado se o aluno sabe proceder de forma correta a manobra,
principalmente durante a transição entre a VX ou VY.
Objetivo
Interromper o procedimento de decolagem motivado por a algum tipo de
anormalidade, tais como: perda de reta, operação da aeronave, runway incursion,
con ito de tráfego, parâmetros não atingidos, funcionamento inadequado do motor,
etc. Para aeronaves multimotoras, a pane de um dos motores é associada à
manutenção do controle da aeronave presenciando uma assimetria na tração. Tal
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REVISÃO 001
JAN 2022
Execução
Para abortar decolagem antes da Vr é necessário reduzir a potência, controlar a
aeronave no eixo da pista, através dos pedais do leme e aplicar os freios de forma
que seja necessário até a parada total ou até a velocidade de taxi da aeronave, se
necessário, efetuar o corte do motor devido ao tipo de pane.
Erros comuns
Perder o eixo;
Não reduzir potência totalmente;
Não aplicar de forma correta os freios.
Avaliação
Avaliar se o aluno está preparado para uma emergência antes da Vr, controlando a
aeronave no eixo da pista.
7.12.2 - Depois da VR
Objetivo
Interromper o procedimento de decolagem de aeronaves monomotoras devido a
algum tipo de anormalidade, tais como: falha de motor, parâmetros do motor,
choque com objeto estranho, con ito de tráfego, entre outros. Para aeronaves
multimotoras, a pane de um dos motores é associada a manutenção da chamada
decolagem com um motor inoperante, a ser detalhada dentro da seção referente ao
voo assimétrico, do curso de aeronaves multimotoras.
Execução
A execução deve considerar duas situações distintas: pane após VR com pista em
frente; e pane após a VR sem pista em frente. Sobre a primeira, caso ocorra
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REVISÃO 001
JAN 2022
Erros comuns
• Não reduzir a potência para marcha lenta;
• Não de nir a atitude de voo planado, resultando em uma velocidade de
aproximação maior ou menor da aeronave;
• Julgamento de ciente quanto a rampa de planeio e as con gurações de apes
disponíveis.
Avaliação
Avaliar se o aluno está preparado para uma emergência após a VR, controlando de
forma correta a aeronave, com marcha lenta e atitude de aproximação para assim
pousar em frente na pista – quando houver; ou se não houver mais pista em frente,
se consegue planejar de maneira adequada um retorno para a própria pista,
quando a altitude permite, ou mesmo um pouso em frente, considerando o melhor
campo de apoio para este tipo de procedimento.
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REVISÃO 001
JAN 2022
Objetivo
Auxiliar o piloto no controle de superfícies primárias de voo, como leme, aileron e
profundor, por meio de compensadores que venham a diminuir os esforços do
piloto quando ele está no comando da aeronave. Para cada atuador, tem-se um
compensador no qual são chamados de Elevator Trim (compensador do profundor),
Aileron Trim (compensador dos ailerons) e Rudder Trim (compensador do Leme) no
qual compensarão os movimentos de Arfagem, Guinada e Rolagem.
Execução
Especi camente para o profundor, este deve ser empregado com o intuito para
aliviar a necessidade de controle da pressão, para a manutenção de uma atitude e
velocidade constante da aeronave. Assim, de nido a atitude que se deseja manter,
e realizada a compensação do profundor, devem-se manter as asas niveladas
através de pressão no aileron, enquanto o leme é compensado. Após esta cadeia
de ações é que se deve empregar o compensador do aileron, o qual deve ser
ajustado para se aliviar qualquer pressão lateral que haja na aeronave.
Erros Comuns
O principal erro cometido pelos pilotos em relação ao uso do compensador é
justamente o excesso de comando dado pelo piloto no compensador para ajustar
as superfícies de controle. Para se evitar esta situação, o piloto deve aprender a
manter e estabilizar o avião na atitude desejada através da superfícies de controle
primária, através do manche e só depois compensar a aeronave (na sequencia
descrita no item “execução”) para aliviar qualquer pressão exercida nos seus pés
ou mãos. O piloto deve evitar utilizar o compensador para compensar ou corrigir a
atitude da aeronave.
Avaliação
Um avião corretamente compensado é uma indicação das habilidades do piloto.
Qualquer pressão que o piloto sinta ao controlar a aeronave deve ser deliberada
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REVISÃO 001
JAN 2022
pelo piloto durante uma mudança prevista na atitude do avião, e não um resultado
de pressões aplicadas pela aeronave sem controle do piloto.
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REVISÃO 001
JAN 2022
Execução
Para a adaptação a cabine é de extrema importância o estudo do manual da
aeronave, realizando após uma adaptação no cockpit para a familiarização com a
ergonomia da mesma, desta forma a localização dos comandos e dispositivos ca
mais clara, sendo este procedimento indispensável para o voo em uma nova
aeronave ou adaptação ao simulador. Inicialmente, não se faz necessário o foco em
todos os instrumentos, exigindo menor complexidade no monitoramento de
poucos instrumentos de voo, trabalhando com a demanda cognitiva menor. Com a
evolução do treinamento, consequentemente a demanda de atenção em diversos
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REVISÃO 001
JAN 2022
Erros Comuns
No início do treinamento é de fundamental importância a adaptação do aluno à
aeronave, sendo erro comum a pouca familiarização com a ergonomia da mesma,
fazendo com que as ações e cheques a serem realizados acabem demorando um
pouco mais pela falta de familiaridade com o painel. Durante os voos IFR, onde a
complexidade da operação aumenta, é normal a di culdade de alocação da
atenção em diversos parâmetros ao mesmo tempo, sendo que progressivamente o
aluno desenvolve estratégias para agilizar o seu scan ow.
Avaliação
Um voo onde o piloto demonstra conhecimento da ergonomia da aeronave
demonstra-se mais ágil, sendo que as diversas rotinas operacionais são realizadas
com facilidade devido à adaptação do piloto à cabine de controle. A familiarização
e o estudo da posição dos instrumentos são fundamentais para o desenvolvimento
de estratégias de alocação da atenção, sendo que um piloto familiarizado com a
cabine e com a posição dos instrumentos de voo demonstra um scan ow agilizado
e bem desenvolvido, contribuindo para a e ciência do voo e realização de
manobras.
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REVISÃO 001
JAN 2022
Objetivo
O voo reto e horizontal tem por objetivo manter uma trajetória de linha reta sobre o
solo com as asas da aeronave nivelada.
Execução
Realizado em regime de cruzeiro, deve-se manter as asas niveladas e horizontais
(paralelas à linha do horizonte em voo VFR). Para o voo IFR, consiste em manter a
aeronave nivelada com um ajuste de potência pré-determinado. Em ambos os
casos a trajetória da aeronave deve ser uma linha reta horizontal sobre o solo.
Erros Comuns
Durante a execução desta manobra em voos VFR a atitude da aeronave deve ser
observada em relação ao horizonte, a m de manter o nivelamento das asas, nos
treinamentos iniciais o aluno pode apresentar um pouco de di culdade em manter
a atitude correta ou deixar uma das asas com uma pequena inclinação. O mau uso
do compensador pode afetar o voo em linha reta horizontal, causando tendências
de alterações na atitude (pitch) da aeronave. Na realização de voo em linha reta
horizontal sobre regras IFR o importante é manter o permanente cross-check e
scan ow agilizado para evitar erros comuns de variação na atitude e potência.
Avaliação
A realização do voo em linha reta horizontal onde o piloto possua familiarização
com a atitude da aeronave e conhecimento dos padrões operacionais é realizado
com muita naturalidade, sendo este o principal tipo de voo realizado durante uma
navegação enquanto a aeronave se encontra em voo de cruzeiro.
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REVISÃO 001
JAN 2022
Objetivo
Visa a mudança na trajetória vertical da aeronave (subida/descida) com a
manutenção de uma velocidade constante, desta forma a velocidade se torna um
dos principais parâmetros a ser mantido durante a manobra.
Execução
Para a manutenção de uma velocidade constante, a correta atitude (pitch) e ajuste
de potência devem ser observados como parâmetros fundamentais para a busca
da velocidade desejada, uma vez que o ajuste de potência e pitch da aeronave
estejam adequados a velocidade será mantida. Durante voos em turbulência o
piloto deve ater-se aos parâmetros de pitch e potência, visto que mudanças
repentinas no uxo de ar causarão alterações na indicação de velocidade da
aeronave.
Erros Comuns
Di culdades para manter o adequado ajuste de potência e pitch da aeronave são
comuns no início da prática desta manobra, sendo que o aluno busca manter
apenas a velocidade indicada sem atentar para o correto ajuste dos parâmetros,
desta forma a alteração da altitude acaba se tornando uma busca constante pela
velocidade pretendida, porém, sem a correta manutenção da atitude (pitch) e
potência ca impossível manter a velocidade constante.
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REVISÃO 001
JAN 2022
Avaliação
Principalmente durante os voos em subida o padrão é manter uma velocidade
constante, velocidade esta atingida com a correta manutenção da atitude (pitch) e
ajuste de potência, o piloto deve apresentar um scan ow desenvolvido para que
consiga monitorar os padrões necessários e a velocidade a ser mantida.
Objetivo
Visa a mudança na trajetória vertical da aeronave (subida/descida) com a
manutenção de uma razão constante, desta forma a razão de subida/descida se
torna um dos principais parâmetros a ser mantido durante a manobra.
Execução
Ao realizar uma mudança de altitude procurando manter uma razão constante os
parâmetros de altitude (pitch) e potência são fundamentais. Este tipo de manobra é
mais utilizado para as descidas, principalmente durante a realização de
procedimentos IFR, onde razões de descida mandatórias devem ser mantidas para
a correta execução do mesmo.
Erros Comuns
Di culdades para manter o adequado ajuste de potência e pitch da aeronave são
comuns no início da prática desta manobra, sendo que o aluno busca manter
apenas a razão recomendada sem atentar para o correto ajuste dos parâmetros
necessários para a realização da manobra, o que acaba causando grandes
variações na razão de subida/descida da aeronave.
Avaliação
Principalmente durante as descidas onde razões recomendadas devem ser
empregadas, o piloto deve apresentar um scan ow desenvolvido, a m de atentar o
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REVISÃO 001
JAN 2022
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Objetivo
O Turn Coordinator é um instrumento de voo capaz de indicar a razão de giro (roll),
guinada (yaw) e coordenação da curva, evitando a glissada ou a derrapagem da
aeronave durante a realização da manobra.
Execução
O Turn Coordinator apresenta ao fundo a miniatura de um avião, quando a
miniatura esta nivelada a taxa de guinada mais a razão de giro são zero, sendo que
ao inclinar a miniatura para um dos lados a taxa de guinada mais a razão de giro é
apresentada, o instrumento apresenta nas laterais marcas para indicar as asas
niveladas e para indicar a razão de giro de 3º por segundo. Durante uma curva
coordenada, manche e pedal são aplicados para o mesmo lado, fazendo com que
a “bola” do Turn Coordinator se mantenha centrada, quando esta “bola” desloca-se
para um dos lados durante a execução da curva signi ca que a curva não está
coordenada: ”Bola” escorregando para dentro da curva indica uma necessidade de
maior aplicação do pedal, resultando
em uma glissada para dentro da
curva. ”Bola” escorregando para fora
da curva indica uma aplicação
excessiva de pedal, produzindo uma
derrapagem durante a execução da
manobra.
Erros Comuns
Ao efetuar uma curva é comum um aluno pouco familiarizado com a sensibilidade
dos comandos da aeronave aplicar força demasiada ou insu ciente nos comandos
(manche e pedal) durante a execução de uma curva, gerando desta forma
derrapagens ou glissadas durante a manobra. Outro erro comum é a busca da
inclinação necessária para uma curva com base no Turn Coordinator, sendo que a
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REVISÃO 001
JAN 2022
Avaliação
Durante a execução de uma curva coordenada o manche (ailerons) e o pedal (leme
de direção) devem ser aplicados para o mesmo lado, evitando que a aeronave
glisse ou derrape durante a execução da manobra, ao efetuar uma curva com a
razão de giro padrão de 3º por segundo e sendo esta uma curva coordenada, a
“bola” deve manter-se centrada e a asa da miniatura deve tangenciar o ponto
indicativo da razão de giro padrão.
Objetivo
Para a realização de curvas é de extrema importância conhecer a razão de giro a
ser empregada, para através desta, determinar a inclinação necessária para a
realização da manobra, consequentemente, quanto maior a velocidade
desenvolvida pela aeronave, maior será o raio desta curva.
Execução
Ao efetuar uma curva com a razão de giro padrão de 3 graus por segundo a
inclinação a ser aplicada na aeronave para a execução desta manobra deve ser
calculada da seguinte forma:
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REVISÃO 001
JAN 2022
Erros Comuns
Di culdades comuns encontradas durante a realização de curvas dizem respeito ao
correto cálculo da inclinação necessária para a realização da manobra, sendo que
muitas vezes o aluno busca a correta inclinação através do Turn Coordinator,
desviando sua atenção para este instrumento, enquanto que o instrumento primário
durante um voo por instrumentos é o Indicador de Atitude (ADI), este desvio da
atenção pode gerar uma di culdade em manter uma curva nivelada ou com razões
constantes.
Avaliação
Para a correta realização de uma curva é imprescindível conhecer a inclinação a ser
aplicada para a realização da manobra, tendo como instrumento primário o ADI,
desta forma o Turn Coordinator servirá para um cross check da razão de giro
padrão.
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REVISÃO 001
JAN 2022
Objetivo
Treinar curvas, com menos de 20º de inclinação, utilizando pontos de referências
visuais externos, assim como o instrumento indicador de inclinação. Sempre
lembrando de checar a área antes de qualquer manobra.
Execução
Para efetuar uma curva devem-se aplicar pressões perfeitamente coordenadas
sobre o manche e o profundor. Após estabelecer a inclinação desejada, deve-se
aliviar a pressão sobre os ailerons. A aeronave irá permanecer na inclinação
desejada sem tendência de guinar, uma vez que não há mais de exão no aileron.
Deve-se relaxar, também, a pressão sobre os pedais, cuidando para deixar a bola
do turn coordenator centrada, para que a aeronave não derrape para fora da curva.
A pressão sobre o profundor não deve ser aliviada, mas mantida constante, de
forma a não alterar a altitude. Durante a curva, o piloto deverá veri car o
velocímetro, caso a velocidade caia mais de 5 nós, deve-se aplicar um pouco mais
de potência. Também se deve veri car as referências externas, altímetro e VSI, que
podem ajudar a determinar se a atitude mantida está correta ou não. A melhor
referência externa a ser pega para estabelecer o grau de inclinação em aeronaves
de asa baixa, é o ângulo formado pela asa que sobe, (e a asa que desce em
aeronaves de asa alta) e o horizonte. Outro ponto referencial é o ângulo da
carenagem do motor, que geralmente é plano em relação ao horizonte, para que se
tenha uma ideia da inclinação. A postura do piloto sentado no avião também é
muito importante, especialmente em curvas. Ela poderá afetar a interpretação das
referências visuais. No início, o aluno pode inclinar-se, em uma tentativa de
permanecer na vertical em relação ao solo, ao invés de acompanhar a trajetória do
avião. A posição do aluno deverá ser imediatamente corrigida. Antes de chegar à
referência desejada, deve-se antecipar a saída da curva. Aplicar aileron e pedal
simultaneamente, para o lado oposto ao da curva, retirando a potência aplicada.
Como o ângulo da inclinação é diminuído, deve-se aliviar um pouco a pressão feita
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REVISÃO 001
JAN 2022
Erros Comuns
• Não checar a área;
• Executar a curva olhando somente os instrumentos;
• Sentar em linha reta em relação ao solo, não acompanhando o movimento do
avião;
• Não sentir a aeronave derrapando ou glissando na curva, sem referência de
instrumentos;
• Cuidar apenas as referência do nariz, não olhando as referências da asa;
• Executar curvas derrapadas, quando operando em baixas altitudes, em um
esforço consciente ou inconsciente de evitar inclinações próximas ao solo;
• Segurar o leme durante a curva;
• Acertar as curvas para um lado só (geralmente curvas pela esquerda);
• Di culdade de coordenar o uso da potência com outros controles; • Perder e/ou
ganhar altitude nas curvas.
Outro erro muito comum é o erro de Paralaxe (Parallax Error), que seria a diferença
na posição ou direção aparente de um objeto, quando avistado de diferentes
pontos. Este erro é uma característica comum de aviões com assentos lado a lado,
pois o piloto está sentado ao lado do eixo longitudinal, sobre o qual a aeronave
inclinou. Isso faz com que o nariz pareça subir em uma curva para a esquerda, e
aparente estar descendo, quando em curva para a direita. Abaixo segue gura
demonstrativa sobre o tipo de erro.
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REVISÃO 001
JAN 2022
Avaliação
Será avaliada a capacidade de o aluno de nir uma inclinação condizente com a
curva de pequena inclinação mantendo a aeronave coordenada, sem variar altitude
e velocidade.
Objetivo
Manobra utilizada para mudar a direção da aeronave, mantendo uma inclinação
que varia de 20° a 45° e de forma constante.
Execução
Primeiro realiza-se um cheque de área que abrange a área de um profundor a outro
que deve ser iniciado a partir do lado contrário da curva. A curva é feita inclinando-
se as asas, utilizando pé e mão ao mesmo tempo para o lado em que se deseja
realizar a curva, na direção da proa desejada. Seleciona-se então o ângulo de
inclinação desejado (valor entre 20° a 45° ) e aplica-se pressão nos controles (ailer
on, leme/bola centrada e profundor) para se atingir e manter a inclinação requerida.
Erros Comuns
• O erro de paralaxe é comum entre os alunos e entre pilotos experientes. Este
erro é uma característica dos aviões “side-by-side”, pois o piloto tem a
sensação de que na curva para a esquerda o nariz está descendo e nas curvas
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para a direita, o nariz está subindo. Alguns outros erros comuns cometidos
durante as curvas:
• Não fazer ou fazer um cheque de área incompleto;
• Querer executar a curva exclusivamente por referências de instrumento, quando
em voo visual;
• Tendência de nalizar a curva para manter a aeronave paralela ao solo;
• Di culdade de reconhecimento de movimentação lateral da aeronave durante a
curva sem a ajuda de instrumentos;
• Fixar-se na referência do nariz do avião e esquecer-se da ponta da asa;
• Pressão de ciente no leme durante a curva;
• Falha na coordenação da potência com as superfícies de controle;
• Perda ou ganho de altitude durante a curva.
Avaliação
• Alguns parâmetros podem ser utilizados para se avaliar uma curva
descoordenada:
• Se o nariz começa a se movimentar antes da inclinação começar, sinal de que o
leme foi pressionado muito cedo;
• Se a inclinação começar antes do nariz se movimentar ou se o nariz for na
direção contrária à curva, sinal de que o leme foi pressionado muito tarde;
• Se o nariz subir ou descer ao iniciar-se uma curva, sinal de que o profundor não
foi su cientemente puxado ou foi excessivamente puxado.
Uma curva corretamente coordenada deve ser aquela que após ser atingida a
inclinação e atitude desejada, o aileron e o leme são aliviados, pois isso fará com
que a inclinação pare de aumentar. Além disso, o profundor não deve ser aliviado e
sim controlado de maneira constante para que se mantenha a atitude. Por m,
deve-se executar o “cross-check” que inclui: velocidade, potência, referencia
visual, altímetro, climb e bola.
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Objetivo
Treinar curvas com mais de 45º de inclinação. Compreendendo que a tendência de
“overbanking” de uma aeronave ultrapassa a estabilidade, aumentando a
inclinação, se não for aplicado o aileron para prevenir essa situação.
Execução
Em todas as curvas com altitude e velocidade constante, em especial as curvas de
grande inclinação, é necessário aumentar o ângulo de ataque da asa, aplicando
profundor, para aumentar a sustentação total que foi perdida com a decomposição
da sustentação na curva. Ao aumentarmos a sustentação, iremos aumentar o
arrasto induzido, tornando necessário o incremento de potência.
Erros Comuns
São os mesmos erros das curvas de pequenas inclinações laterais.
Avaliação
Será avaliada a capacidade de o aluno de nir uma inclinação condizente com a
curva de grande inclinação, mantendo a aeronave coordenada, sem variar altitude e
velocidade.
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7.21. Subida
Objetivo
Mudança de atitude da aeronave, passando de voo nivelado para voo em subida,
podendo ser numa trajetória reta ou em curva.
Execução
A subida normal sempre é feita com a velocidade recomendada pelo fabricante da
aeronave. Inicia-se a subida ajustando-se a potência necessária para a subida ao
mesmo tempo em que se trás o nariz do avião para a atitude de subida. Após,
confere-se a velocidade e então, aplica-se progressivamente o pedal direito para
corrigir o efeito do torque da aeronave e manter uma proa constante. Por m,
compensa-se o avião para aquela determinada atitude de subida. Um crosscheck
de velocidade, indicador de atitude e posição do nariz em relação ao horizonte
deve ser constantemente realizado para se certi car se a subida está sendo
efetuada corretamente.
Erros Comuns
• Tentar estabilizar a subida pela velocidade, ação conhecida como “caçar o
velocímetro”;
• Aplicar muita pressão no profundor, resultando num ângulo de subida muito
excessivo;
• Aplicar muita pressão no profundor, durante o nivelamento, resultando em “G”
negativo.
• Falha de aplicação no pedal direito durante a subida;
• Fixar a atenção ao nariz durante a subida, deixando uma das asas mais baixa,
consequentemente, entrando em curva para um dos lados;
• Falha de manutenção do pitch durante a subida.
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Avaliação
Uma boa subida é aquela em que o piloto inicia, aplicando potência e trazendo o
nariz para atitude ao mesmo tempo, aplica o pedal direito corretamente e
compensa a aeronave para a atitude requerida, o piloto mantém uma razão de
subida constante e a toda hora confere a atitude do avião, mas também se as asas
estão niveladas no caso de uma subida em linha reta.
Objetivo
Mudança de atitude da aeronave, passando de voo nivelado para voo em subida,
podendo ser numa trajetória reta ou em curva, utilizando-se uma velocidade que
lhe permite obter o maior ganho de altitude possível no menor tempo.
Execução
O voo em subida utilizando-se a melhor razão de subida apresenta uma velocidade
conhecida como VY que utiliza a potência máxima disponível da aeronave. Esta
condição permitirá o avião subir com o maior ganho de altitude possível no menor
tempo. As ações são a mesma do voo em subida normal.
Erros Comuns
Os principais erros cometidos durante as subidas (qualquer tipo) são as mesmas
especi cadas em 7.18.1.
Objetivo
Mudança de atitude da aeronave, passando de voo nivelado para voo em subida,
utilizando-se uma velocidade que lhe permite obter o maior ganho de altitude
numa determinada distância podendo ser numa trajetória reta ou em curva.
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Execução
O voo em subida utilizando-se o melhor ângulo de subida apresenta uma
velocidade conhecida como VX que utiliza toda potência da aeronave, inclusive a
recomendada pelo fabricante, por isso, esta con guração deve ser utilizada por
tempo limitado. Esta condição permitirá o avião subir com o maior ganho de
altitude possível numa determinada distância. Esta subida é muito utilizada para se
livrar de obstáculos à frente. As ações são a mesma do voo em subida normal.
Erros Comuns
Os principais erros cometidos durante as subidas (qualquer tipo) são as mesmas
especi cadas em 7.18.1.
Objetivo
Desenvolver a capacidade do piloto-aluno estimar a margem de segurança acima
da velocidade de estol, com o propósito de evitar estóis e para operar um avião
corretamente e de forma segura em baixas velocidades.
Execução
O voo em baixa velocidade será executado tanto em con guração de voo em
cruzeiro como em con guração pouso, decolagem e arremetida. A manobra deve
partir de um voo em linha reta horizontal em uma altitude segura. Reduzir
gradualmente a potência, onde se tem que ao reduzir a velocidade, o ângulo de
ataque deverá ser aumentado. Ao atingir a velocidade para a operação com trem
de pouso e ape, atentar para o ajuste da nova atitude. Quando em curva, pode ser
necessário o acréscimo de pitch e potência, para manter a aeronave na altitude e
na velocidade desejada. Como em todas as manobras que envolvem mudanças
signi cativas na altitude ou direção, o piloto deve assegurar que a área esteja livre
de outros tráfegos antes de executar a manobra.
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Erros Comuns
• Não checar a área antes de iniciar a manobra;
• Pouca aplicação de profundor ao reduzir a potência, resultando na perda de
altitude;
• Demasiada aplicação de profundor ao reduzir a potência, resultando no ganho
de altitude e perda de velocidade;
• Compensação inadequada para a guinada adversa durante as curvas;
• Fixação no velocímetro;
• Falha na antecipação de mudanças de sustentação, causadas pelo uso do
ape;
• Inadequado gerenciamento da potência;
• Incapacidade de dividir a atenção adequada entre o controle do avião e
orientação.
Avaliação
Será avaliada a capacidade do aluno em manter a velocidade, altitude e proa.
7.23 - Estol
Objetivo
Reconhecer as situações que levam a uma condição de estol e saber como aplicar
as ações corretivas para sair desta situação.
Execução
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Erros Comuns
• Não checar a área adequadamente antes da execução da manobra;
• Não conseguir reconhecer a aproximação da situação de estol, através das
indicações proporcionadas pela aeronave;
• Fixação no velocímetro, tirando assim a atenção das outras indicações;
• Inabilidade de manter uma inclinação constante durante curvas de estol;
• Falha na tomada de ações para a prevenção de um estol completo, quando em
um pré-estol.
Avaliação
Será avaliado o desempenho do aluno na capacidade de reconhecer as condições
prévias sobre a ocorrência do estol.
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Objetivo
Desenvolver e compreender as ações necessárias para sair de uma situação de
estol.
Execução
• Partindo de um voo em linha reta horizontal, levar a aeronave à atitude de estol.
A manobra será dividida em três tipos de recuperação:
• Primeira: O piloto-aluno irá recuperar cedendo o manche, abaixando o nariz da
aeronave, retornando para o ângulo de ataque correto.
• Segunda: A situação de estol será recuperada, aliviando a pressão sobre o
manche e aplicando a potência máxima permitida pelo motor.
• Terceira: O piloto-aluno deve ceder o manche e aplicar a potência necessária,
mantendo o controle direcional da aeronave utilizando aileron e leme de direção.
A manobra deve ser treinada partindo-se de um voo com potência e em
seguida, novamente executada, a partir de um voo sem potência, com a
nalidade de simular situação de estol durante execuções de manobras normais
durante o voo.
Recuperação do estol
• Reduzir o ângulo de ataque;
• Aplicar potência.
Erros Comuns
• Fixação no velocímetro, tirando assim a atenção das outras indicações;
• Inadequado controle do leme de direção;
• Estol secundário durante uma recuperação;
• Excessiva pressão do manche para frente, durante uma recuperação, resultando
em um fator de carga negativo nas asas;
• Atingir uma velocidade excessiva durante uma recuperação;
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Objetivo
Compreender os fatores que afetam as características do estol, tais como Bank,
atitude, coordenação, arrasto e potência. Perceber também os diferentes indícios
do estol com Power-on e Power-o .
Execução
Quando praticando o estol em curva deve-se manter um pitch e uma inclinação
constante até que o estol ocorra. Deve-se ajustar, constantemente, a pressão sobre
o manche, a m de manter a atitude e inclinação da curva constante, bem como a
pressão sobre o leme de direção para manter a bola centrada. Quando maior for a
inclinação da curva, mais difícil será manter um pitch e uma inclinação constante.
Em um estol com Power-o , a indicação predominante pode ser a posição do
profundor (todo par cima) e uma grande razão de descida. Já em um estol em
Power-on o bu eting será o indício predominante. O controle direcional deve ser
mantido através do leme de direção, e não pelo uso de aileron, o qual poderá
resultar em uma entrada em parafuso, di cultando ainda mais a recuperação.
Erros Comuns
Não conseguir reconhecer a aproximação da situação de estol, através das
indicações proporcionadas pela aeronave;
Fixação no velocímetro, tirando assim a atenção das outras indicações;
Falha na tomada de ações para a prevenção de um estol completo, quando em um
pré-estol.
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Avaliação
Será avaliada a capacidade do aluno perceber e compreender as características do
estol quando a aeronave estiver chegando a ele, e também quando a situação de
fato ocorrer.
Objetivo
Sentir quando a aeronave estiver próximo ao estol, e iniciar as medidas cabíveis
para a recuperação. Praticar a manutenção e/ou recuperação do controle total do
avião imediatamente após reconhecer o pré-estol.
Execução
A manobra pode ser executada em todas as con guração descritas anteriormente.
Pré-Estol com potência de motor: Levar o avião lentamente a uma altitude de
subida excessiva, provocando uma queda constante na velocidade e uma perda na
e ciência dos comandos. Ao sentir os primeiros indícios do estol, tais como
bu eting, baixar o ângulo de ataque da aeronave e aplicar a potência adicional
necessária, retomando o voo normal. Tendo em vista que a aeronave não entrará
em um estol completo, a atitude deve ser reduzida apenas para um ponto, no qual
a aeronave se tornará controlável novamente.
Pré-Estol com motor em idle: partindo de um voo em linha reta horizontal, abrir o
aquecimento do carburador, quando necessário e reduzir por completo a potência.
Trazer a aeronave para uma atitude que resultará na redução da velocidade. Ao
pressentir os indícios do pré-estol, aplicar toda a potência do motor, diminuindo a
atitude e fechando o aquecimento do carburador.
Erros Comuns
• Não checar a área adequadamente antes da execução da manobra;
• Não conseguir reconhecer a aproximação da situação de estol, através das
indicações proporcionadas pela aeronave;
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• Recuperação prematura;
• Fixação no velocímetro, tirando assim a atenção das outras indicações;
• Asas desniveladas durante a manobra, devido a um crosscheck incorreto;
• Excessiva pressão no leme de direção, ocasionando uma atitude exagerada na
entrada da manobra;
• Inadequado controle do leme de direção;
• Estol secundário durante uma recuperação;
• Inabilidade de manter uma inclinação constante durante curvas de estol;
• Excessiva pressão do manche para frente, durante uma recuperação, resultando
em um fator de carga negativo nas asas;
• Atingir uma velocidade excessiva durante uma recuperação;
• Falha na tomada de ações para a prevenção de um estol completo, quando em
um pré-estol.
Avaliação
Será avaliada a não ocorrência do estol por completo. O piloto-aluno também
deverá se capaz de reconhecer imediatamente as indicações de um estol e de
tomar as ações cabíveis. Ainda será considerada a capacidade de o aluno manter a
proa e asas niveladas, sem a utilização dos ailerons.
Objetivo
O objetivo desta manobra é simular uma situação de estol, que pode ocorrer tanto
em um pouso, quanto em uma aproximação.
Execução
A manobra deve ser executada preferencialmente em con gurações de
aproximação. Após um cheque de área, abaixar o trem de pouso (quando possuir
este recurso) abrindo o aquecimento do carburador, se aplicável. Reduzir por
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JAN 2022
Erros Comuns
• Não checar a área adequadamente antes da execução da manobra;
• Não conseguir reconhecer a aproximação da situação de estol, através das
indicações proporcionadas pela aeronave;
• Recuperação prematura;
• Fixação no velocímetro, tirando assim a atenção das outras indicações;
• Asas desniveladas durante a manobra, devido a um cross check incorreto;
• Excessiva pressão no leme de direção, ocasionando uma atitude exagerada na
entrada da manobra;
• Inadequado controle do leme de direção;
• Estol secundário durante uma recuperação;
• Inabilidade de manter uma inclinação constante durante curvas de estol;
• Excessiva pressão do manche para frente, durante uma recuperação, resultando
em um fator de carga negativo nas asas;
• Atingir uma velocidade excessiva durante uma recuperação;
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REVISÃO 001
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Avaliação
Será avaliada a e ciência da recuperação, considerando uma perda mínima de
altitude e mantendo a proa.
Objetivo
Reconhecer e treinar estóis durante situações de subidas, decolagens e curvas em
subidas. E treinamento e ciente da recuperação.
Execução
A manobra deve ser treinada tanto em con gurações de decolagem (trem de pouso
e aps abaixados), quanto em con gurações de subida, com a aeronave “limpa”
( aps e trem de pouso recolhidos). Primeiramente deve-se estabelecer a
con guração desejada, a aeronave deve ser reduzida para a velocidade de subida.
Assim que está velocidade for atingida, deve-se ajustar a potência de decolagem
recomendada para a subida, colocando o nariz da aeronave em uma atitude a qual
ela não conseguirá manter e consequentemente entrará em estol. A nalidade de
ajustar a velocidade antes da potência é a de evitar uma atitude excessivamente
alta por um longo período, antes da aeronave entrar em estol. A recuperação
deverá ser executada reduzindo o ângulo de ataque e aliviando a pressão sobre o
manche. No caso de uma simulação de decolagem, avançar a potência até a
máxima admissível. Uma vez que a potência já se encontra quase totalmente
aplicada, a adição da mesma será relativamente pequena. Em seguida, deve-se
colocar a aeronave em uma atitude normal de voo em linha reta e nivelado, e então
regular para a potência de cruzeiro.
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Erros Comuns
• Não checar a área adequadamente antes da execução da manobra;
• Não reconhecer a aproximação da situação de estol, através das indicações da
aeronave;
• Recuperação prematura;
• Fixação no velocímetro, tirando assim a atenção das outras indicações;
• Asas desniveladas durante a manobra, devido a um cross check incorreto;
• Excessiva pressão no leme, ocasionando uma atitude exagerada na entrada da
manobra;
• Inadequado controle do leme de direção;
• Estol secundário durante uma recuperação;
• Inabilidade de manter uma inclinação constante durante curvas de estol;
• Excessiva pressão do manche para frente, durante uma recuperação, resultando
em um fator de carga negativo nas asas;
• Atingir uma velocidade excessiva durante uma recuperação;
• Falha na tomada de ações para a prevenção de um estol completo, quando em
um pré-estol.
Avaliação
Será considerada a utilização da atitude correta necessária para a recuperação da
velocidade, com o mínimo de perda de altitude.
Objetivo
Identi car que a ocorrência do Estol Secundário poderá acontecer logo após uma
recuperação de um estol anterior, uma vez que o piloto aplica uma atitude muito
elevada após uma recuperação de estol ou de parafuso. Também ocorre quando o
ângulo de ataque da aeronave, em uma recuperação, não for su cientemente
baixo, ou quando se tenta recuperar o estol apenas usando potência.
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Execução
A partir de um estol normal, acelerar a conclusão da recuperação, antes que a
aeronave atinja velocidade su ciente de voo. Para sair desta situação deve-se,
novamente, aliviar a pressão sobre o profundor. Ao atingir a velocidade necessária
a aeronave poderá retomar ao voo normal.
Erros Comuns
• Não checar a área adequadamente antes da execução da manobra;
• Não conseguir reconhecer a aproximação da situação de estol, através das
indicações proporcionadas pela aeronave;
• Recuperação prematura;
• Fixação no velocímetro, tirando assim a atenção das outras indicações;
• Asas desniveladas durante a manobra, devido a um cross check incorreto;
• Excessiva pressão no leme, ocasionando uma atitude exagerada na entrada da
manobra;
• Inadequado controle do leme de direção;
• Excessiva pressão do manche para frente, durante uma recuperação, resultando
em um fator de carga negativo nas asas;
• Atingir uma velocidade excessiva durante uma recuperação.
Avaliação
Será avaliada a capacidade de percepção dos fatores que levam a aeronave um
estol secundário e a capacidade de saída da mesma, sem que haja uma grande
perda de altitude e de proa.
Objetivo
Desenvolver a técnica de atenção dividida entre pilotagem e as referências no solo,
simulando um circuito de tráfego.
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Execução
O voo em retângulo deve ser feito simétrico e com uma distância uniforme entre
0,25 Nm e 0,5 Nm da referência no solo, seja ela um ponto de nido, uma estrada
ou a própria pista do aeródromo. As curvas não deverão exceder a inclinação de
45º. Na perna do vento, teoricamente o vento estará de cauda, assim a velocidade
em relação ao solo vai ser maior do que nas outras pernas, desta forma a curva
para perna base deverá ser feita com uma maior inclinação para que o vento não
“jogue” para fora da trajetória pré-determinada, o contrário acontecerá na perna
contra o vento para a perna de través onde, o vento estará de proa, assim usando
uma inclinação menor, pois o vento estará “segurando” a aeronave, estas
inclinações deverão ser analisadas para obter um retângulo simétrico. A atuação do
vento, em relação a simetria no retângulo, deverá ser corrigida nas diferentes
pernas voando em linha reta horizontal, assim usando o método de
“caranguejamento” (a gura abaixo exempli ca este método).
Erros comuns
• Variação de atitude e altitude;
• Inadequada correção de vento;
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Avaliação
Será avaliado se o aluno mantém uma simetria do retângulo satisfatória, mantendo
altitude e referência, correção de vento nas pernas e diferentes inclinações nas
curvas.
Objetivo
Desenvolver a técnica de atenção dividida entre a pilotagem e as referências no
solo com diferentes inclinações devido à ação do vento e mantendo altitude,
efetuando semicírculos com constantes raios de curva.
Execução
A partir o voo nivelado escolher uma estrada na qual esteja perpendicular ao vento,
de nir pontos de referências ao longo da estrada distantes aproximadamente
300m. A manobra inicia-se com vento de cauda e asa niveladas, após cruzar a
estrada iniciar a inclinação, visualizando a referência ao longo da estrada, esta
inclinação deverá ser maior, pois o vento irá ter a tendência de aumentar o raio de
curva, no decorrer da curva a inclinação deverá ser diminuída pois a aeronave
encontrará vento de proa, no término do semicírculo fazendo com que a velocidade
em relação ao solo diminua, a aeronave deverá cruzar a referência na mesma
altitude e com asas nivelas, assim efetuando uma curva para o lado oposto, agora
com uma inclinação menor devido o vento estar de proa, no decorrer da curva a
inclinação irá aumentar, pois a aeronave passará a ter vendo de cauda, desta forma
mantendo o raio do semicírculo constante e cruzando a referência mantendo
altitude a asas niveladas. A gura abaixo exempli ca o exercício.
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Erros comuns
• Coordenação inadequada;
• Perda ou ganho de altitude;
• Di culdade em visualizar a trajetória do semicírculo no solo;
• Atraso ou início prematuro das curvas;
• Não usar diferentes inclinações em função do vento;
• Não cruzar a referência com asas niveladas.
Avaliação
Será avaliado se o aluno mantém determinada altitude constante, com diferentes
inclinações em função do vento. Como consequência destas ações, espera-se que
ele efetue raios de curvas constantes ao longo do exercício.
Objetivo
Desenvolver a técnica de atenção dividida entre a pilotagem e a trajetória a ser
mantida em relação ao solo.
Execução
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Escolher duas referências no solo alinhadas entre si e de forma que a linha que os
une esteja perpendicular ao vento. A distância entre as duas referências deverá ser
su ciente para que se possa voar em linha reta durante o término e início das
curvas. A manobra deverá ser iniciada a 45º com vento de cauda. Descrever o
percurso em forma de “8”, deixando a referência centrada e com raio constante em
cada perna do oito, desta forma, será necessário utilizar a técnica do “S” sobre
estrada, efetuando diferentes inclinações durante as curvas. Durante o voo em linha
reta deverá ser feito correção do vento. A altitude para a realização do exercício
também baseia-se no conceito de altitude pivotal trazido anteriormente. A gura
abaixo exempli ca o exercício.
Erros comuns
• Inclinação incorreta para corrigir a ação do vento;
• Perda e ganho de altitude;
• Di culdade em descrever uma trajetória constante no solo.
Avaliação
Será avaliado se o aluno descreve uma trajetória constante no solo, mantendo o
voo coordenado, sem perda nem ganho de altitude.
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7.27 - Descida
Objetivo
Mudança de atitude da aeronave, passando de nivelado para um plano inclinado
em descida, podendo ser descida em linha reta ou em curva.
Execução
Também conhecida como descida em rota, o voo em descida com motor utiliza-se
daquela con guração (velocidade e potência) recomendada pelo fabricante para
descidas prolongadas. A razão de descida utilizada deve car em torno de 400-500
pés por minuto, já a velocidade vai variar daquela utilizada em cruzeiro para aquela
utilizada na perna do vento do circuito, porém em qualquer caso, a velocidade deve
ser pré-selecionada pelo piloto, antes de iniciada a descida. A descida com
potência inicia-se reduzindo a potência para a necessária, de nindo a velocidade a
ser utilizada e, por m compensando-se a aeronave. Um cheque cruzado é
importante para que se mantenha a aeronave nestas condições e deve abranger:
atitude, asas niveladas, potência e bolinha.
Erros Comuns
• Os erros mais comuns recorrentes de descidas são:
• Falha ao conferir a área em volta da aeronave antes da descida;
• Não conseguir perceber mudanças na velocidade através do som e da
sensação;
• Falha na manutenção da atitude;
• Mau uso do compensador para manter a aeronave na con guração da descida.
Avaliação
Uma boa descida é aquela em que o aluno segue a sequência correta das ações,
potência, atitude, velocidade (principalmente depois de ter baixado ape e trem de
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pouso, pois o arrasto aumenta), compensador e crosscheck o qual, mais uma vez
deve abranger atitude, referência, asas niveladas, potência, velocidade e bolinha.
Objetivo
Mudança de atitude da aeronave, passando de nivelado para um plano inclinado
em descida, podendo ser descida em linha reta ou em curva. Tem o objetivo
principal de livrar obstáculos quando na aproximação nal para uma pista curta.
Execução
Esta descida utiliza potência e uma velocidade determinada pelo fabricante que
normalmente não é maior que 1.3 VS (velocidade de estol). Esta descida tem duas
peculiaridades especí cas, como o excesso de potência utilizada, em alguns
casos, para produzir aceleração para se manter o voo em baixas velocidades e a
razão de descida exagerada que pode ser desenvolvida ao longo da descida.
Erros Comuns
• Os erros mais comuns recorrentes de descidas são:
• Falha ao conferir a área em volta da aeronave antes da descida;
• Não conseguir perceber mudanças na velocidade através do som e da
sensação;
• Falha na manutenção da atitude;
• Mau uso do compensador para manter a aeronave na con guração da descida.
Avaliação
Uma boa descida é aquela em que o aluno segue a sequência correta das ações,
potência, atitude, velocidade (principalmente depois de ter baixado ape e trem de
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pouso, pois o arrasto aumenta), compensador e crosscheck o qual, mais uma vez
deve abranger atitude, referência, asas niveladas, potência, velocidade e bola.
Objetivo
Mudança de atitude da aeronave sem a utilização de potência do motor, passando
de nivelado para um plano inclinado em descida, podendo ser em linha reta ou em
curva, mantendo velocidade constante.
Execução
Uma descida planada é uma manobra básica na qual o avião perde altitude em
uma descida controlada com pouco ou nenhuma potência do motor. O movimento
para frente é mantido pela gravidade, que atrai o avião ao longo de um plano
inclinado, e a descida é controlada pelo piloto através do equilíbrio das forças de
gravidade e sustentação. Deve-se iniciar a descida reduzindo toda a potência,
após, ajusta-se a aeronave para a atitude desejada, busca a velocidade correta e
compensa-se a aeronave. Importante lembrar-se de abrir o aquecimento (em caso
de dias frios) antes de iniciar a descida e de fazer aplicações de potência
constantemente para não deixar esfriar muito o motor. Grande parte dos problemas
de rachaduras em motores se dá pelo choque térmico em reduções bruscas de
potência.
Erros Comuns
• Alguns erros comuns quando se efetua a descida planada:
• Falha ao compensar a aeronave, resultando numa descida excessiva;
• Falha ao reduzir a aeronave para planar o avião ao invés de baixar o pitch da
aeronave;
• Tentativa de manter a aeronave planando apenas por referências dos
instrumentos;
• Não conseguir manter o voo planado (caçar o velocímetro);
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Avaliação
O instrutor deve avaliar se o aluno mantém a aeronave planando na velocidade
recomendada pelo fabricante através de referências visuais (mais até do que os
instrumentos – quando em VFR), ou seja, pela atitude da aeronave; deve avaliar se
o aluno é capaz de compensar a aeronave nesta con guração, sem usar
demasiadamente ou inadequadamente o compensador; e se o aluno consegue
reconhecer através do som do vento passando pela aeronave que a aeronave
ganha ou perde velocidade, além de saber reconhecer qualquer atitude indesejada
que possa causar estol ou perda de atitude maior do que o normal.
Objetivo
Esta manobra tem como objetivo o desenvolvimento do aluno quanto à noção
sobre as diversas atitudes da aeronave, em função do regime de de potência de
motor utilizada e aplicação de ape. Deve-se observar que deve-se manter a
altitude variando o pitch (no manche) e a velocidade (na potência).
Execução
Esta manobra é feita trabalhando-se conjuntamente seleção de potência e manche,
pois a manobra é feita reduzindo-se a potência e puxando o manche para se
chegar numa determinada velocidade de, por exemplo, 60 nós. Para isso, além de
reduzir potência, aplica-se pressão no manche para manter o nariz da aeronave
para cima. Repete-se a sequência até chegar próximo da velocidade de estol (à
medida que vai se diminuindo a velocidade, vai-se aplicando ape para auxiliar na
manutenção de altitude).
Erros Comuns
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REVISÃO 001
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Avaliação
O instrutor deve buscar avaliar a manutenção da potência necessária para manter o
voo nas determinadas velocidades para a manobra; a aplicação do ape
corretamente, observando o arco branco de velocidade no velocímetro; baixar o
trem de pouso, caso necessário e se retrátil; compensar corretamente a aeronave
para que ela não perca e nem ganhe altitude, mantendo a velocidade; manter o
avião controlado e manter referências visuais para gravar a atitude da aeronave.
Objetivo
Com o intuito de desenvolver habilidades básicas de coordenação na atuação dos
comandos da aeronave, consiste em inclinar o avião sobre o seu eixo longitudinal
sem modi car a sua trajetória, exigindo a aplicação de manche e pedal
coordenadamente.
Execução
A aeronave deve estar nivelada e compensada na atitude de voo em linha reta
horizontal, a aplicação de manche e pedal deve ser efetuada a m de iniciar uma
curva para um dos lados, antes que a aeronave entre em curva, a aplicação dos
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REVISÃO 001
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Erros
Comuns Durante o início de aprendizagem desta manobra é normal o aluno não
manter a mesma inclinação das asas para ambos os lados ou ainda permitir que a
aeronave inicie levemente a curva antes de inclinar para o outro lado.
Avaliação
Deve ser observada a manutenção da proa (constante) e mesma inclinação das
asas para ambos os lados, devendo o aluno perceber seus erros e iniciar correções
a m de ajustar a manobra.
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REVISÃO 001
JAN 2022
Objetivo
Com o intuito de desenvolver habilidades básicas de coordenação na atuação dos
comandos da aeronave, consiste da execução de curvas de média inclinação,
efetuando deslocamentos de curva de 45 graus para cada lado.
Execução
A aeronave deve estar nivelada e compensada na atitude
de voo em linha reta horizontal, esta manobra também
pode ser executada durante as subidas. Inclina-se a
aeronave para a execução de uma curva de média
inclinação de 45 graus para um dos lados (abrir 45 graus
em relação a referência/ proa inicial), ao atingir os 45 graus,
curvar 90 graus para o lado oposto e assim
sucessivamente, manter esta sequência até o término da
manobra, mantendo se a referência inicial constante, no
caso de voo em linha reta horizontal a altitude também
deve permanecer constante.
Erros Comuns
Durante o início de aprendizagem desta manobra é normal
o aluno não manter a mesma inclinação (média inclinação)
para os dois lados, assim como apresentar di culdades
para manter a referência em frente ou efetuar o
deslocamento de 45 graus para cada lado. Avaliação Deve
ser observada a manutenção da referência em frente ou término na mesma proa,
assim como a execução correta de 45 graus de deslocamento para cada lado com
médias inclinações, o aluno deve procurar efetuar correções para a realização
correta da manobra.
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REVISÃO 001
JAN 2022
Objetivo
Levar da maneira mais segura possível, a transição de um avião em voo para o
pouso, até a parada completa no aeródromo.
Execução
É considerado um procedimento normal de aproximação e pouso, quando temos
potência disponível, o vento estiver fraco ou alinhado com a pista e não tendo mais
obstáculos no trajeto da aproximação nal, tendo um amplo comprimento para
efetuar o pouso com segurança até a parada total da aeronave na pista.
Erros Comuns
• Chegar desestabilizado na aproximação nal, mesmo assim prosseguir para o
pouso.
• Velocidade acima ou abaixo da indicada para a aproximação;
• Di culdade em manter a razão de descida chegando alto ou baixo na rampa
para o pouso.
Avaliação
Veri car o planejamento realizado pelo aluno para este momento de transição entre
o voo em cruzeiro e o pouso.
Objetivo
Manter o avião estabilizado com a mesma velocidade e razão de descida
constante.
Execução
Manter de acordo com o procedimento em uso ou julgamento do piloto (no caso do
voo visual) um ângulo de aproximação e velocidade constante para o pouso
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REVISÃO 001
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(atitude e potência necessárias para manter a trajetória, com uma razão não maior
que 1.000ft/min e um ângulo aproximado de 3º da rampa com a pista), todos
brie ngs e checklists completos com o toque da aeronave no primeiro terço da
pista.
Erros Comuns
• Não manter atitude e potência necessária para manter a trajetória durante a
aproximação nal;
• Aumentar a razão de descida próximo à pista e não retirar a potência,
ocasionando uma aceleração da aeronave e em consequência necessitando de
mais pista para o pouso;
• Esquecer-se de fazer os brie ngs e checklits para aproximação e pouso;
• Não efetuar a fraseologia.
Avaliação
Veri car sobre a capacidade do aluno em manter uma aproximação estabilizada,
dentro de certos limites de variação dos parâmetros originais: razão máxima de
descida 1.000ft/min; e velocidade de Vapp - 10Kt para mais ou menos.
Aproximação VFR
No caso do voo visual a aeronave deve estar estabilizada em até 500ft de altura
acima do aeródromo.
Aproximação IFR
Para voos IFR a aeronave deve estar estabilizada a 1.000ft de altura na
aproximação nal.
Objetivo
Pousar a aeronave utilizando algum método de correção de vento para manter o
eixo da pista.
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REVISÃO 001
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Execução
O pouso com vento de traves deve ser muito bem estudado e treinado, pois ele
requer um conhecimento para anulação do vento e habilidade para corrigir a atitude
da aeronave próxima ao toque com o solo. Existem duas maneiras de se corrigir o
vento:
Caranguejamento - Nessa técnica, o eixo longitudinal da aeronave não estará
alinhado com o eixo da pista, necessitando uma correção para alinhar a aeronave
durante a manobra do are.
Erros Comuns
Controle Cruzado: não manter a correção necessária de leme para manter o eixo da
pista, ou não dar potência para corrigir a componente de sustentação, pois a
aeronave precisara de mais sustentação para manter a mesma razão de descida;
Caranguejamento: Não achar a proa correta para correção do vento e car variando
durante toda aproximação, com isso ele não tem um parâmetro para manter,
também ocorre no are nal a correção atrasada ou não correção no toque,
pousando atravessado com o eixo da pista, ou dando pedal e não segurando a asa
do lado de vento podendo fazer a asa tocar o solo.
Avaliação
Cabe ao instrutor veri car sobre a capacidade do aluno de alterar, de maneira
correta, a manutenção do caranguejamento para o controle cruzado.
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Objetivo
Manobra realizada com o intuito de aterrar e parar a aeronave no menor espaço de
pista possível, utilizado para operação em pistas críticas, com curtas distâncias
disponíveis para o pouso. Ao executar uma manobra de aterragem o manual da
aeronave e suas tabelas de performance devem ser veri cadas para assegurar-se
que o comprimento disponível de pista é su ciente para um pouso e parada
seguros da aeronave.
Execução
Este pouso é realizado com o ape todo estendido para que a velocidade de
aproximação seja a menor possível, fazendo com que a aeronave venha com
menor energia para o toque na pista, a trajetória de planeio deve ser estabilizada
tão cedo quanto possível, reduzindo a velocidade lentamente durante o
arredondamento para que a aeronave toque o solo a uma velocidade próxima do
estol. Após o toque puxar o manche e aplicar o máximo de freio compatível com as
condições existentes.
Erros Comuns
Durante a execução desta manobra os erros mais comuns referem-se à
manutenção da velocidade de aproximação, que deve ser menor que a velocidade
de um pouso normal, caso a velocidade seja muito elevada a aeronave utuará pela
pista alongando o pouso.
Avaliação
Deve ser avaliada a capacidade do aluno de controlar a velocidade de aproximação
e tocar o solo a uma velocidade próxima ao estol.
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Objetivo
Esta aproximação é realizada a partir da perna base do circuito de tráfego e requer
somente uma curva de 90° para a aproximação nal.
Execução
Esta aproximação geralmente
inicia a partir de um padrão
retangular de aproximação,
mantendo-se aproximadamente
1000 pés sobre o solo, ou a
altitude normal do circuito do
aeródromo. O avião deverá
estar voando no circuito de
tráfego, onde o aluno deverá realizar o landing checklist na perna do vento
(normalmente no través da metade da pista). Após a curva para a perna base estar
nalizada, a potência deve ser reduzida, e deve se estabelecer a velocidade de
planeio especí ca para a aeronave. A utilização dos apes ca a critério para cada
tipo de aeronave, e cabe ao piloto realizar o julgamento quanto à rampa de planeio
até o ponto de toque que considerou, e a utilização de motor para a correção
necessária (o ideal é que todo o julgamento considere uma aproximação em
marcha lenta desde o início da redução até o toque, mas não é por isso que ele vai
deixar a aeronave afundar em excesso e não corrigir).
Erros Comuns
• Julgamento da rampa de ciente;
• Julgamento de ciente quanto a aplicação dos apes;
• Não considerar a intensidade do vento;
• Não utilizar as técnicas para a manutenção da nal com vento de través;
• Variações excessivas na velocidade (10Kt para mais ou menos).
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REVISÃO 001
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Avaliação
Será avaliado o julgamento que o aluno realizou sobre a rampa de aproximação,
bem como as correções empregadas, aplicação de apes e glissada (utilizada
apenas em emergência).
Objetivo
Esta aproximação é realizada a partir da perna do vento do circuito de tráfego e
requer duas curvas de 90° para a aproximação nal. Esta aproximação geralmente
inicia a partir de um padrão retangular de aproximação, mantendo-se
aproximadamente 1000 pés sobre o solo, ou a altitude normal do circuito do
aeródromo.
Execução
O avião deverá estar
voando no circuito de
tráfego, onde o aluno
deverá realizar o landing
checklist na perna do
vento (normalmente no
través do ponto médio da
pista). Ainda na perna do
vento, estando no través
do ponto de toque, a
potência deverá ser reduzida, estabelecendo-se a velocidade de planeio especí ca
para a aeronave. A utilização dos apes ca a critério para cada tipo de aeronave, e
cabe ao piloto realizar o julgamento quanto à rampa de planeio até o ponto de
toque que considerou, e a utilização mais e caz dos apes para estar na nal,
estabilizado. A utilização de motor ca a critério, apenas para a correção da rampa
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Erros Comuns
• Julgamento da rampa de ciente;
• Não considerar a intensidade do vento;
• Julgamento de ciente quanto a aplicação dos apes;
• Inclinações de cientes prejudicando a interceptação da nal;
• Não utilizar as técnicas para a manutenção da nal com vento de través;
• Variações excessivas na velocidade (10Kt para mais ou menos).
Avaliação
Será avaliado o julgamento que o aluno realizou sobre a rampa de aproximação,
bem como as correções empregadas, aplicação de apes e glissada (utilizada
apenas em emergência).
Objetivo
Esta aproximação é realizada a partir do sobrevoo do ponto de toque da pista em
uso. Normalmente inicia-se a partir de um padrão retangular de aproximação,
mantendo-se aproximadamente 1,300 pés sobre o solo.
Execução
O avião deverá estar voando no circuito de tráfego mantendo 1,300 pés sobre o
terreno. O aluno deverá realizar a perna do vento, base e nal nesta altura,
realizando o landing checklist na perna base, na mesma altura. No que se refere as
referências visuais, duas são essenciais: uma para dar o alinhamento ao eixo da
pista assim que curva da base para a nal, mantendo 1,300 pés; outra referência
lateral para indicar o través do ponto de toque, enquanto estiver voando a nal
nivelado. Ao passar pela referência lateral, a potência deverá ser reduzida,
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REVISÃO 001
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Erros Comuns
• Julgamento da rampa de ciente;
• Não considerar a intensidade do vento;
• Julgamento de ciente quanto a aplicação dos apes;
• Inclinações de cientes prejudicando a interceptação da nal;
• Não utilizar as técnicas para a manutenção da nal com vento de través;
• Variações excessivas na velocidade (10Kt para mais ou menos).
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REVISÃO 001
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Avaliação
Será avaliado o julgamento que o aluno realizou sobre a rampa de aproximação,
bem como as correções empregadas, aplicação de apes e glissada (utilizada
apenas em emergência).
7.37 - Efeito Solo
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REVISÃO 001
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7.38 - Arremetidas
Objetivo
Esta é uma manobra normal, que deve ser muito bem treinada por exigir do piloto
atenção para passar de uma con guração de pouso para uma de “decolagem”.
Execução
Após a aeronave estar estabilizada para pouso, deve ser efetuado a preparação
para o caso de arremetida, callout “set go around hading and altitude”, colocando o
HDG na primeira proa a ser voada após a arremetida e ajustar o altitude selector
para primeira restrição da arremetida. No procedimento de não precisão essas
ações devem ser feitas quando o piloto estabilizar a aeronave nos mínimos do
procedimento, já no procedimento de precisão esta ação deve ser feita quando
estabilizado no Glide Slope. Uma vez feita as ações para o caso de arremetida o
piloto deve sempre ter em mente que uma possível arremetida poderá ser
executada. Para os procedimentos de não precisão, que possuem o auxílio da
indicação DME, pode-se brifar o “visual descent point” ou VDP (3 x MDAH / 1000)
para saber em que ponto da MDA se não avistado a pista os pilotos já devem
esperar a arremetida, pois mesmo que avistando a pista ira aproximar com um
ângulo de descida acima de 3 graus ou razão de descida acima de 1,000ft/min,
desestabilizando na aproximação. Uma vez a aeronave estando no MAP, ela deve
iniciar o procedimento de arremetidaComo falado anteriormente, as arremetidas
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REVISÃO 001
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Erros Comuns
• Falha em reconhecer uma condição que necessite de uma arremetida;
• Indecisão;
• Atraso no início do go-around;
• Não aplicar potência máxima admissível em tempo hábil;
• Aplicação de energia repentina;
• Atitude de inclinação imprópria;
• Falha para con gurar o avião de forma adequada;
• Tentar sair do efeito de solo prematuramente.
Objetivo
Esta manobra visa uma rápida decolagem logo após o toque da aeronave no solo.
Executada em treinamentos, pode ser realizada também em situações onde a
aeronave não tenha condições de realizar um pouso seguro até o nal da pista
(incursões na pista, pistas contaminadas).
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REVISÃO 001
JAN 2022
Execução
Logo após o toque na pista a aeronave deve ser rapidamente con gurada para a
condição de decolagem normal, prosseguindo o voo com a realização deste tipo de
decolagem. Veri car mínimos de decolagem, rodar a aeronave e prosseguir
normalmente com a decolagem.
Erros Comuns
• Di culdade para manter o eixo e o alinhamento com a pista;
• Demora em con gurar a aeronave para a decolagem;
• Esquecimento das ações após a decolagem.
Avaliação
Será avaliada a capacidade do aluno em gerenciar as diversas ações que devem
ser tomadas, atentando sempre para a segurança do voo.
7.39 - Emergências
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Objetivo
Controlar a aeronave e de nir qual o melhor meio para se retornar para a pista,
também julgando qual a melhor cabeceira, e efetuando as ações em caso de
emergência.
Execução
No caso de uma emergência o piloto deverá ter a frieza e agilidade para controlar
sua aeronave, pesquisar a possível falha e saná-la se possível. No caso de não
conseguir alguma solução, deve pousar a aeronave na melhor con guração para o
tipo de terreno da pista. Para emergências no circuito de trafego a melhor escolha
será o pouso no próprio aeródromo, buscando-se estabelecer um circuito para
cabeceira da pista levando em consideração o vento, dimensões e tipo da pista.
Erros Comuns
• Não conseguir controlar a aeronave;
• Mau julgamento para trajetória até a cabeceira da pista;
• Baixo nível de atenção durante os checklists;
• Variação excessiva da velocidade de melhor planeio.
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Avaliação
Será veri cado do aluno o seu julgamento para o retorno à pista, bem como sobre
a utilização de todos os recursos disponíveis para a realização de um pouso de
emergência de maneira segura.
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aquecimento da cabine deve estar fechado e um pouso com motor desligado deve
ser realizado.
Objetivo
Em uma emergência a baixa altura o fator mais importante é manter o controle da
aeronave na velocidade de melhor planeio e buscar um campo de apoio para a
realização de um poso sem potência, veri cando a direção do vento e buscando
por um campo sem obstáculos. Quando em baixa altura, muitas vezes não existe
tempo su ciente para a realização de uma pesquisa de pane, sendo realizada fonia
para comunicar a emergência e logo após o corte do motor para o pouso. Caso o
piloto tenha tempo su ciente a pesquisa de pane pode ser realiza, sendo que esta
não deve prejudicar os outros procedimentos.
Execução
O piloto sempre deve estar atento a possíveis campos para o pouso em caso de
uma pane, durante uma pane a baixa altura as principais ações devem ser
realizadas para o controle da aeronave na velocidade de melhor planeio, voo para o
campo de apoio escolhido, ações para realização de uma aterragem sem potência
e comunicação da emergência. Para a escolha do campo de apoio a direção do
vento e obstáculos devem ser cuidadosamente considerados. Um pequeno circuito
de tráfego deve ser realizado se possível, com ingresso na perna do vento ou base.
Para que a aeronave se ajuste corretamente ao circuito para pouso na área
escolhida o piloto fará uso dos apes e caso necessário, uso de glissadas. A
aterragem deve ser realizada com o ape todo estendido, para que a distância de
pouso seja a menor possível, a manete de potência deve ser recuada, o interruptor
geral e a chave de partida devem ser desligados, manete de combustível cortada e
seletora de combustível fechada. Todos os objetos cortantes e/ou perfurantes
devem ser retirados, sendo os cintos passados e as portas e janelas abertas para
possibilitar a saída da aeronave rapidamente. Quando esta manobra é realizada
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REVISÃO 001
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Erros Comuns
• Escolha de um campo de apoio inadequado;
• Mau julgamento do vento;
• Variação excessiva da velocidade de melhor planeio;
• Di culdade para ordenar as ações de corte do motor.
Avaliação
Será veri cada a capacidade de julgamento do aluno quanto ao campo escolhido e
sentido de pouso (vento), veri cando a agilidade na realização dos procedimentos
de corte e preparação para a aterragem sem motor. O instrutor deve car atento
pois durante um voo real estes procedimentos devem se SIMULADOS, atentar para
a altitude de arremetida da manobra.
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REVISÃO 001
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localizados na retina, uma camada sobre a qual todas as imagens são focadas. Os
cones estão localizados no centro da retina, enquanto que os bastonetes se
localizam na sua periferia. A função dos cones é detectar cores e detalhes dos
objetos que estão focados no centro da nossa visão. Como eles necessitam de
muita luz para formar a imagem de um objeto, não é possível utilizá-los a contento
para a visão noturna. Ficando esta, quase que totalmente a cargo dos bastonetes.
Os bastonetes são os responsáveis pela nossa visão periférica e nos fornecem uma
imagem grosseira e em tons de cinza dos objetos que visualizamos. Como eles
necessitam de pouca luz para serem sensibilizados, podem ser utilizados para se
enxergar durante a noite. O fato de eles estarem fora do centro da retina, faz com
que nós tenhamos que utilizar a visão periférica para visualizar objetos em
condições de baixa luminosidade. A adaptação do olho à escuridão é outro
aspecto importante da visão noturna. Quando se entra numa sala escura, são
necessários até 30 minutos para que a nossa visão se ajuste completamente à
nova condição de luminosidade. Neste processo, as pupilas se dilatam para que a
retina possa receber a maior quantidade de luz possível. Após este período de
adaptação, a visão noturna melhora de maneira sensível, especialmente se os
olhos forem utilizados corretamente. Após os olhos terem se adaptado à escuridão,
todo o processo é revertido ao se entrar numa sala iluminada. Os olhos são
inicialmente ofuscados pela claridade, para então, se ajustarem a esta condição em
apenas alguns segundos. Caso seja preciso entrar numa sala escura novamente,
serão necessários outros 30 minutos até que a visão se adapte totalmente ao novo
ambiente. O piloto, antes e durante o voo noturno, precisa considerar o processo
de adaptação dos olhos. Primeiramente, deve-se permitir aos olhos se adaptarem
ao baixo nível de luz, e depois, eles devem ser mantidos adaptados, sem expô-los
a qualquer luz brilhante para evitar uma cegueira temporária. Abaixo, outras
orientações importantes a respeito da visão noturna:
• Se oxigênio estiver disponível, utilize-o durante o voo noturno;
• Tenha em mente que a visão noturna pode ser signi cativamente prejudicada
em altitudes a partir de cinco mil pés;
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REVISÃO 001
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• Feche um olho quando for exposto a uma luz brilhante para evitar ser cegado
temporariamente;
• Utilize a visão periférica, já que ela é menos sensível à falta de luz;
• Evite o uso de medicações que possam prejudicar a visão noturna.
7.40.2 - Ilusão
Além das limitações da visão noturna, os pilotos devem estar cientes de que as
ilusões noturnas podem causar confusão durante um voo a noite. A seguir, serão
discutidas algumas das situações comuns que causam ilusões durante um voo
noturno. Ilusões como o horizonte falso podem enganar um piloto. Isto ocorre
quando uma formação de nuvens inclinada ou certos padrões de luzes no solo
levam o piloto a identi car um horizonte diferente do real. Tomando como referência
este horizonte falso, o piloto é levado a colocar a aeronave em uma atitude
anormal. Levando isto em consideração, pilotar a noite tendo os instrumentos
como referência é quase que uma necessidade. A maioria dos pilotos já ouviu falar
da ilusão noturna chamada de Black Hole (buraco negro), que ocorre quando se
está efetuando uma aproximação sobre um terreno que não é iluminado. Este tipo
de condição pode fazer com que o piloto faça uma aproximação numa rampa
muito baixa e acabe colidindo com o solo antes de alcançar a pista. Uma estratégia
para se lidar com aproximações deste tipo é utilizar o VASI, PAPI ou ILS para se
manter na rampa de planeio ideal.
Uma luz solitária como a da cauda de uma aeronave, quando vista sobre um fundo
completamente escuro, aparenta se movimentar aleatoriamente se a visão do piloto
se xar nela. Os movimentos involuntários do olho são responsáveis por esta ilusão
chamada de autokinesis. Para evitar ser surpreendido por ela, é importante se
orientar por referências que tenham mais de um ponto de luz. Ilusões criadas pela
iluminação da pista também são um fator de complicação. Pistas com luzes de
brilho muito forte podem aparentar estar mais próximas do que realmente estão.
Por outro lado, pistas com luzes muito fracas aparentam estar a uma distância
maior do que a real.
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Pelo menos uma lanterna con ável é mandatória como equipamento padrão em
qualquer voo noturno. Além disso, lembre-se de colocar um conjunto de pilhas
sobressalentes em um local de fácil acesso no cockpit. Alguns pilotos preferem ter
abordo duas lanternas: uma de luz branca e uma de luz vermelha. A lanterna de luz
branca pode ser utilizada para se fazer a inspeção pré-voo da aeronave. Já a de luz
vermelha é indicada para se utilizar em voo, devido ao fato de ela não prejudicar a
adaptação do olho ao ambiente escuro. Deve-se ter cuidado, entretanto, quando se
estiver utilizando uma lanterna vermelha, já que detalhes pintados com esta cor não
serão vistos. Os equipamentos necessários para as aeronaves em voo noturno
encontram-se no RBHA 91, subparte C, item 91.205.
O voo noturno requer que o piloto seja capaz de operar dentro de suas habilidades
e limitações. Embora um planejamento cuidadoso de qualquer voo seja essencial, o
voo noturno demanda mais atenção nos detalhes da preparação pré-voo e no seus
planejamento. Esta preparação deve incluir uma revisão ampla das informações e
previsões meteorológicas disponíveis, com uma atenção particular quanto a
amplitude diferenciadora entre a temperatura do ar e a do ponto de orvalho. Valores
próximos entre si podem indicar a possibilidade de nevoeiro. A direção do vento
também deve ser analisada, pois seu efeito não é tão fácil de ser detectada do que
quanto em uma operação diurna.
Táxi
Em uma operação noturna, o táxi deve ser realizado com uma velocidade mais
lenta do que a normal em dia, A luz de táxi ou de pouso deve ser usada quando
necessária durante a trajetória no solo. Lembre-se que o uso contínuo da luz de
pouso pode acarretar em uma drenagem excessiva sobre o sistema elétrico da
aeronave. O piloto deve estar atento quanto a sua operação, evitando “cegar”
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outros pilotos e funcionários de pátio durante sua operação. As taxi lines devem ser
mantidas durante todo o tempo, a m de se evitar colisões desavisadas com
obstáculos ou mesmo outras aeronaves.
Decolagem Noturna
O procedimento para decolagens noturnas é o mesmo para as decolagens diurnas,
exceto que muitos dos auxílios visuais não estarão presentes. Por isso, os
instrumento de voo devem ser checados frequentemente durante a decolagem, a
m de garantir a atitude adequada, a proa, e a velocidade a ser mantida. Com a
velocidade da subida inicial atingida, a atitude deve ser ajustada naquela
estabelecida para uma subida normal. Isto pode ser realizado tanto através das
referências visuais disponíveis, como luzes, quanto pelos instrumentos de voo.
Estabilizado na nal, a atitude e a potência devem ser utilizadas para manter uma
aproximação estabilizada. Os apes devem ser utilizados da mesma maneira que
em uma aproximação diurna.O are e o toque devem ser realizados da mesma
maneira que no voo diurno. No período noturno, o julgamento da altitude,
velocidade e variações no per l de voo torna-se debilitado pela diminuição de
objetos observáveis na área de pouso. Um piloto inexperiente pode ter uma
tendência de realizar o are muito alto. Recomenda-se que se inicie o
procedimento quando as marcas de pneu sobre a pista se tornem visíveis ao piloto.
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Durante o voo noturno o piloto estará sujeito os efeitos das ilusões noturnas, no
caso de um pouso sem farol a atenção aos instrumentos é fundamental. Durante
um pouso noturno com o farol inoperante a ilusão do Black Hole pode ser
ampliada, assim como um aparente distanciamento da pista de pouso devido à
grande escuridão abaixo da aeronave.
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8 - CHECKLISTS
Método de execução - Do and Read (D&R): Esse método o piloto deve executar
todas as ações daquela fase em, forma de Scan Flow. Após a execução dos itens,
o piloto faz a leitura da lista, veri cando se as ações foram executadas.
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Expandido
Cabin Inspection - R&D: Ao iniciar essa inspeção, o piloto já concluiu todos os
trâmites junto à secretaria da Charlie 0, estará de posse dos documentos da
aeronave e demais preparações para o voo. Caso seja um voo de instrução e o
instrutor não estiver disponível, o aluno pode executar o Pre ight Checklist até o
nal, antes mesmo do brie ng da sessão. O piloto senta-se no assento frontal da
direita e acomoda todos os seus pertences e objetos soltos dentro da aeronave, de
modo a deixar o ambiente organizado e pronto para o voo. Nesse mesmo assento,
executa os itens do checklist, de modo a nalizar pela seleção de aps para baixo
( ap lever para cima).
Right Wing/Nose and Engine (Right Side)/Nose and Engine (Left Side)/Left
Wing/Left Fuselage/Empennage/Right Fuselage - R&D: Essa é a inspeção
externa da aeronave. Ela deve ser feita com o checklist em mãos, iniciando pela
raiz da asa direita e seguindo em sentido horário, nalizando no mesmo ponto onde
iniciou. Toda e qualquer observação fora da normalidade e que não estava na lista
de itens reportados no sistema CAVOK, deve ser informada imediatamente a um
representante Charlie 0, para uma avaliação mais detalhada.
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Em voos de instrução, caso o brie ng da sessão já tenha sido feito, o piloto aluno
pode efetuar os cheques até esse ponto e aguardar o instrutor, já embarcado e
pronto para o acionamento do motor.
Expandido
Seguindo com a loso a da
Charlie 0 direcionada à
segurança e e ciência, o
Brie ng de taxi e de
decolagem será feito antes
do acionamento do motor.
Essa prática é comum entre
os maiores operadores da
aviação executiva e
comercial mundial. O
brie ng deve seguir a
sequência A.T.O.S.E,
descrita no item 7.7 desse
manual. Esse é o último
checklist a ser executado
da forma R&D na fase de
preparação para o voo. O procedimento aqui descrito, é o normal de acionamento. Para
demais procedimentos, o manual deve ser consultado. Seleciona-se a Master Switch em
ON para energizar o sistema elétrico da aeronave, suprido através da bateria. Ligar a Anti-
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colision light, signi ca para todos que estão fora da aeronave que o motor será acionado
ou que ela irá se movimentar. Com a mão direita, o piloto seleciona a mistura rica e aplica 2
cursos completos na manete de potência, deixando-a de 1/8 à 1/4 de polegada aplicada. A
mão direita do piloto deve permanecer na manete de potência durante o acionamento do
motor, garantindo que a rotação nunca ultrapasse 2.000rpm, evitando danos ao motor.
Com a mão esquerda o piloto gira a chave de magnetos para ambos. Pressiona-se os
freios e checa-se a área ao redor da aeronave, conferindo se não há nenhuma pessoa,
animal ou outra aeronave aproximando-se. Com a área livre, o piloto aciona a bomba de
combustível por no máximo 4 segundos e desliga, evitando injetar muito combustível do
motor antes do acionamento. Sem muita demora, o piloto pressiona o botão de ignição/
starter. O motor deve ser acionado dentro de até 8 segundos. Caso ele não acione em 8
segundos, será exigida alguma outra ação do piloto. Ao acionar o motor, comanda a
manete a m de manter 1000rpm e checa-se a pressão de óleo dentro do arco verde em
até 10 segundos.
Expandido
Esse é o primeiro
checklist que utiliza
como padrão o modelo
Do and Read. Ao
acionar o motor da
aeronave, o piloto deve checar se o amperímetro está carregando a bateria. Atente-
se para a característica de diferentes aeronaves quanto ao acionamento do
amperímetro. No PA28-140 (Cherokee 140), o acionamento do amperímetro é
automático, já para outras aeronaves, é exigido do piloto o acionamento do
mesmo. A maioria das aeronaves apresenta, pelo menos, dois rádios de
comunicação e de navegação, assim como ADFs. Nesse momento, o piloto deve
preparar seus rádios para as comunicações e para as navegações a serem
executadas após a decolagem. O transponder deve estar em Standby no solo, com
o código apropriado para cada tipo de voo. Atente-se para alguns códigos
especí cos para voos em terminais, como a terminal São Paulo, que exige códigos
distintos para destinos diferentes. O piloto deve anotar o horário de acionamento e
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Antes de iniciar o
deslocamento da aeronave, o
piloto deve procurar por
algum tráfego, veículo, pessoas ou objetos ao redor da aeronave que estejam no raio de
colisão. Ao iniciar o taxi, o piloto deve aplicar potência no motor, possibilitando o início do
deslocamento da aeronave. Assim que iniciar o movimento, o piloto deve checar os freios,
aplicando e de nindo se estão atuando normalmente. A técnica correta de taxi e utilização
dos freios é manter o motor girando à 1.000rpm, deixar a aeronave acelerar e quando
sentir necessidade de desacelerar, aplicar freio constante até estabelecer velocidade bem
baixa. Deixar acelerar novamente e repetir a aplicação dos freios. Taxiar com os pés
aplicando e atuando nos freios para manter a velocidade constante pode super aquecer os
discos e pastilhas, além de aumentar signi cativamente o desgaste desses componentes.
A utilização da técnica correta garante que os freios não tenham aquecimento acima do
esperado e o desgaste mínimo.
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Expandido
Esse checklist é dividido
em duas partes, sendo
uma até o down to the line
e outra below the line. O
piloto pode executar a
primeira parte durante o
taxi, desconsiderando a
primeira linha, que se refere
ao uso dos freios. Nesse
caso, o piloto vai executar
a sequência dentro do
Scan Flow e ler o checklist
com a aeronave parada no
ponto de espera. A decisão
em executar o before takeo checklist até o down the line durante o taxi deve ser de nida e
estabelecida durante a execução do taxi brie ng.
Expandido
Dando continuidade à
loso a de incentivar uma
padronização focada na
aviação pro ssional, o piloto
treinado pela Charlie 0 -
Aeronautical Training Center deve observar as melhores práticas desse mercado. Nossa
padronização reforça o conceito de minimum runway ocupancy time, adotado pelos
aeroportos com elevadas taxas de operações. Em observância a esse conceito, o Take-o
Checklist deve ser executado no ponto de espera. Ao nalizar esse checklist, a aeronave
está totalmente pronta para a decolagem, não necessitando parar sobre a pista e um
Rolling Take-o deve ser executado.
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9 - BIBLIOGRAFIA RECOMENDADA
COMPONENTE
Conhecimentos Técnicos de Aeronaves I
EMENTA:
Introdução à aviação e aos engenhos aéreos pilotados – histórico; Estruturas de aeronaves de
pequeno porte: tipos de materiais de construção; Esforços estruturais e trem de pouso; Sistemas
hidráulicos simples; Controles de voo e flaps; Motores aeronáuticos convencionais e a reação;
Sistemas de alimentação e de combustíveis, lubrificação e arrefecimento; Sistemas elétricos e de
ignição; Sistemas de proteção contra fogo e mau tempo; Sistemas de ar condicionado,
pressurização e oxigênio; Hélices e sistemas de controle de passo; Instrumentos básicos de
bordo; Sistema de manutenção; Meio ambiente: descarte de óleos usados, rejeitos de
combustíveis, elastômeros, rejeitos metálicos e peças condenadas.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
Conhecimentos Técnicos de Avião – Treinamento Eletrônico para a Formação de Pilotos
(Software). São Paulo: e-Fly, 2004. Licença BRAC-F767-8457-7510.
CRANE, DALE. Powerplant Test Guide. Washington, USA: ASA, 2001.
KROES & RARDON. Aircraft basic science. USA: Glencoe, 2000.
MCA 58-3/2004 – Manual do Piloto Privado. Brasília: ANAC, 2004.
MINISTÈRE DES TRANSPORTS. Manuel du pilote d´avion. Toulouse (France): MT, 2001
COMPONENTE
Matemática Aplicada à Aviação
Ementa
Conjunto dos números naturais (N), racionais (Q), inteiros (Z) e reais (R); Algarismos significativos
e notação científica; Razões e proporções. Porcentagem. Expressões algébricas. Frações
algébricas. Equações de 1º grau (em R); Sistemas de equações de 1º grau a duas incógnitas;
Equações de 2º grau; Sistema sexagesimal; Sistemas de unidades de medida (Medição);
Sistemas de medida (sistema internacional e sistema inglês); Conversão de volume para peso;
Gráficos; Valor médio de grandezas; Trigonometria; Construções e traçados geométricos;
Conceito de gradiente; Razão de subida em função do gradiente e da velocidade de subida da
aeronave; Triângulo do vento.
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BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
McELROY, Ronald D. MENTAL MATH FOR PILOTS. 2ª ed. Newcastle, WashingtonUSA: Aviation
Supplies & Academics, 2004.
MONTEIRO, Manoel Agostinho. SÍNTESE DA NAVEGAÇÃO AÉREA. São Paulo: ASA, 1999.
WADEN, Buchan Borthwick. AVIATION MATHEMATICS. Massachusetts – USA: The University
Press, Cambridge, 1942.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BUCCHI, Paulo. Curso prático de matemática. São Paulo: Moderna, 1998.
COMPONENTE
Meteorologia I
Ementa
Introdução à meteorologia aeronáutica. Atmosfera: definição, função, composição, camadas e
características, vapor d’água, atmosfera padrão e suas características, albedo, efeito estufa.
Equilíbrio atmosférico termodinâmico. Temperatura do ar. Pressão. Umidade atmosférica. Nuvens.
Visibilidade atmosférica. Códigos Meteorológicos. Circulação Geral dos Ventos. Trovoadas. Gelo.
Turbulência. Massas de ar e frentes. Altimetria. Meio Ambiente.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
SONNEMAKER, João Baptista. Meteorologia. 30ª ed. São Paulo: Asa, 2009.
SOUZA, Walkir Barros de. Meteorologia para a aviação: piloto privado. 2. ed. Brasília: [s. n.], 2005.
96 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
CHEDE, Farid Cezar, Chede, Igor Cezar Gama. Meteorologia para Piloto Privado. [Rio de Janeiro]:
Ed Técnica de Aviação, 1977
SOUZA, Walkir Barros de, Códigos e Mensagens Meteorológicas. [Rio de Janeiro]: [Ed.
Técnica de Aviação]. 2001.
U.S.A. Department of The Air Force - Weather for Aircrews, 1982, 145p.
U.S.A. National Oceanic and Atmospheric Administration - Aviation Weather for Pilots and Flight
Operations Personnel, 1975, 219p.
COMPONENTE
Teoria de Voo
Ementa
Conhecimentos básicos de física; aerodinâmica; hélices; comandos de voo e superfícies de
comando; dispositivos hipersustentadores; mecânica de voo e performance (subida, descida,
cruzeiro e pouso e decolagem); manobras - voo em curva; atitudes anormais; parafusos; esforços
estruturais e fator de carga; estabilidade e controle; cálculo de peso e balanceamento para o
planejamento de voo; teoria de voo de alta velocidade.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
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BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ABOTT, Ira H. e VON DOENHOFF, Albert E. – Theory of Wing Sections - Dover Publications INC,
New York, USA, 1959.
DOLE, Charles E. Flight Theory for Pilots. Colorado, USA: Jeppensen Sanderson Training
Products, Englewood, 1989.
MILNE-THOMSON, L. M. Theoretical Aerodynamics. New York, USA: Dover Publications INC,
1973.
TALAY, Theodore A. - An Introduction to The Aerodynamics of Flight. Washington, USA: National
Aeronautics and Space Administration / Scientific and Technical Information Office, 1975.
COMPONENTE
Navegação Aérea
Ementa
MONTEIRO, Manoel Agostinho. Nova Síntese da Navegação Aérea – Primeira Parte – 12ª ed, São
Paulo: Asa, 2010.
MONTEIRO, Manoel Agostinho. Roteiros de Navegação Aérea - Vol. I. 17ª ed. São Paulo: Asa,
2008.
ROOS, Titus. Piloto Privado – Navegação Visual e Estimada - VFR. Apostila.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
Ementa
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BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
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BRASIL, ANAC, IAC 157/1001, 2008. Fornece diretrizes para a utilização do método conhecido
como ACN-PCN, instituído pela Organização de Aviação Civil Internacional – OACI, na notificação
de resistência de pavimentos de aeródromos destinados a aeronaves de carga superior ou igual a
5.700 kg. Resistência de Pavimentos dos Aeródromos. Brasília, 2008. Disponível em http://
[Link]/biblioteca/iac/IAC157_1001.pdf. Acesso em 15/10/2010.
BRASIL, DECEA, CIRTRAF 100-23, 2008. Uso do Equipamento Transponder no Brasil.
Brasília, 2008. Disponível em [Link] cfm?i=publicacao&id=2747.
Acesso em 15/10/2010.
BRASIL, DECEA, CIRTRAF 100-4, 2006. Procedimentos para processamento de Infrações de
Tráfego Aéreo. Brasília, 2006.
BRASIL, DECEA, ICA 100/32, 2008. Procedimentos Operacionais e Orientações de
Treinamento para Pilotos e Controlador de Tráfego Aéreo com Relação ao Sistema de Anticolisão
de Bordo (ACAS). Brasília, 2008. Disponível em [Link]
i=publicacao&id=2571. Acesso em 15/10/2010. BRASIL, DECEA, MCA 53-1, 2008. Manual do
Especialista em Informação Aeronáutica. Brasília, 2008. Disponível em http://
[Link]/ aisweb_files/publicacoes/mca/mca_53-1_250908.pdf. Acesso em
15/10/2010. BRASIL, DECEA, MCA 64-3. 2008. Manual de Busca e Salvamento (SAR). Brasília,
2008. Disponível em [Link]
mca_6403_130308.pdf. Acesso em 15/10/2010.
BRASIL, DECEA. AIC-N 10, 2009. Estabelece os critérios para utilização do Sistema
Global de Navegação por Satélites – GNSS no espaço aéreo brasileiro Sistema de
Posicionamento Global. Sistema Global de Navegação por Satélites – GNSS no Espaço Aéreo
Brasileiro. Brasília, 2009. Disponível em [Link]
Acesso em 15/10/2010. BRASIL, DECEA. ICA 64-2, 2009. Estabelece os procedimentos a serem
adotados pelos
Centros de Coordenação de Salvamento (RCC), bem como pelo Centro de Controle de
Missão Brasileiro (BRMCC), referente aos sinais de alerta emitidos pelo Sistema
COSPAS-SARSAT. Procedimentos a serem adotados pelo BRMCC e RCC referentes às
Mensagens de Alerta do Sistema COSPASSARSAT. Brasília, 2009. Disponível em http://
[Link]/?i=publicacao&id=3422. Acesso em 15/10/2010.
BRASIL, DECEA. ROTAER, 2010. Manual Auxiliar de Rotas Aéreas. Brasília, 2010.
Disponível em [Link] pdf.
Acesso em 15/10/2010.
FAA, Doc. 7110.65, Air TrafficControl.
COMPONENTE
Segurança de Voo
EMENTA:
Segurança de Voo; A evolução da prevenção de acidentes aeronáuticos; Aspectos
Gerais; A sistemática de segurança de voo no âmbito da aeronáutica; Regulamentação; Estrutura
do SIPAER; Normas do Sistema; Filosofia SIPAER; Fatores Contribuintes dos acidentes e
incidentes aeronáuticos; Classificação das Ocorrências; Acidentes e incidentes aeronáuticos;
Relatórios de Investigação; Responsabilidade dos Operadores; Prevenção de Acidentes;
Inspeções de segurança; Prevenção contra incêndio; Manutenção como fator essencial na
prevenção de acidentes aeronáuticos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
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BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
COMPONENTE
Fator Humano
EMENTA:
A emergência e evolução do Fator Humano na aviação. Definição e objetivo do Fator Humano no
estudo do erro humano na aviação geral. As disciplinas do Fator Humano. O modelo conceitual de
Fator Humano: teoria Shell e teoria do Queijo Suíço e suas abordagens. Erro e violação.
Treinamento em Gerenciamento da Tripulação – CRM. Comunicação, assertividade, briefing e
debriefing. Conflito interpessoal. Aspectos raciais e sociais no trabalho do piloto. Liderança. A
motivação humana na segurança do voo. Influência do bem-estar na qualidade do desempenho
das tarefas do piloto: stress, fadiga e sono. Carga de trabalho. Aspectos básicos da ergonomia e
as funções cognitivas utilizadas pelo piloto durante o voo: atenção, percepção e memória. Tomada
de decisão. Consciência Situacional. A importância do meio ambiente e a indústria da aviação.
Automação.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
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A STRATEGY FOR HUMAN FACTORS IN CIVIL AVIATION. CAP1159. Civil Aviation Authority.
London, 2014. Disponível em: [Link]
appid=11&mode=detail&id=6159 CAP 719 - FUNDAMENTAL HUMAN FACTORS CONCEPTS.
ICAO Circular 216AN/131. Human Factors Digest No. 1, 2002.
HASSE, M. Fatores Humanos na aviação. Apostila do professor. Curitiba, 2017.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
HELMREICH R. L. Commission of Inquiry into the Air Ontario Crash at Dryden, Ontario. NASA/
University of Texas. Disponívelem: [Link]
95_1/95_1.htm#3
HUMAN FACTORS IN THE MANAGEMENT OF MAJOR ACCIDENT HAZARDS. Health and Safety
Executive, 2005.
University of Maryland Eastern Shore Princess Anne, MD Journal of Air Transportation
World Wide Vol. 3, No. 1. 1998
SCHULTZ D. P. SCHULTZ S. E. História da Psicologia Moderna. Ed. Thomson Learning.
SP 2005.
WEICK K. E. The Vulnerable System: An Analysis of the Tenerife Air Disaster1. Journal of
Management, 16(3), 571-593, 1990.
WIEGMANN D. A., SHAPPELL S. A. A Human Error Analysis of Commercial Aviation Accidents
Using the Human Factors Analysis and Classification System (HFACS).
NationalTechnicalInformation Service, Springfield, Virginia 22161. February, 2001.
COMPONENTE
Fraseologia e Tráfego Aéreo Internacional – TAI
EMENTA:
Estudo dos fundamentos da comunicação rádio-telefônica com os órgãos de serviço de tráfego
aéreo nacional e internacional, utilizando a fraseologia padrão em língua portuguesa e língua
inglesa, com clareza e desenvoltura. Estudo das normas, procedimentos e meteorologia ICAO e
FAA, regulamentos e procedimentos específicos. Manuseio de cartas de navegação. Símbolos e
boletins meteorológicos. Símbolos de “clearence”.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BRASIL, DECEA, ICA 100-12. 2009. Estabelece as normas inerentes às Regras do Ar e Serviços
de Tráfego Aéreo. Regras do Ar e Serviços de Tráfego Aéreo. Brasília, 2009. Disponível em http://
[Link]/?i=publicacao&id=2558. Acesso em 15/10/2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
Fraseologia e Tráfego Aéreo Internacional. Apostila. Curso de Tráfego Aéreo Internacional. Base
Aérea de Brasília.
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