Deepest Reflection
Deepest Reflection
Summary: TRADUÇÃO da continuação de "The Darkness Within" e "A Part of Me". Harry tem a chance de ver como seria
a sua vida se Rabicho tivesse traído completamente seus pais na noite de Halloween. Ele vai trocar de universo com seu
eu, de um universo paralelo. Livro Três dos Dark Prince Trilogy. H/G UA
*Chapter 1*: Chapter 1
Deepest Reflections
Essa historia é tradução da continuação deThe Darkness Within e A Part of Me da autoria de Kurinoone.
CAPITULO 1
Damien seguiu Lily Potter para dentro Mansão, caminhou para dentro cansado. Mãe e filho tinham as mãos cobertas de
terra e Damien ainda tinha alguma em seu rosto. Lily colocou no chão as ferramentas trouxas, antes de lavar as mãos na
pia. Ela deixou-se cair em uma cadeira, um sorriso satisfeito no rosto. Seus canteiros estavam perfeitos agora. Não
importa o que ela conseguia fazer com a ajuda de magia, jardinagem era algo que ela adorava fazer do jeito trouxa. Ela
sempre ajudou a sua mãe e Petunia a plantar as flores em seu jardim quando ela era jovem. Para ela, parecia que a
jardinagem era algo para ser feito apenas de maneira trouxa.
Damien lavou as mãos e sentou-se em frente da sua mãe. Lily sorriu para a sujeira em sua testa. Ele deve ter coçados os
seus olhos em algum momento com suas mãos sujas de terra. Lily pegou um pano de prato e se inclinou para frente para
limpar o rosto menino.
O menino de 14 anos de idade corou um pouco, por sua mãe estar limpando o seu rosto sujo e esfregou suas mãos
sobre a testa, tentando se certificar de seu rosto estava completamente livre da terra.
"Você já terminou o seu malão?" Lily perguntou quando ela se levantou da mesa e começou a arrumar sua cozinha
bagunçada.
"A maior parte dele." Damien respondeu, esticando as pernas à sua frente. Ele estava sentado de joelhos a muito
tempo, e estava começando a ficar com cãibra.
"Isso normalmente significa que você nem começou a embalar as suas coisas." ela repreendeu levemente.
"Ainda falta muito tempo, mãe. Vou arrumá-lo a tempo, prometo." Ele tranqüilizou.
"Como falta muito tempo Damy? estamos saindo daqui a dois dias!" disse Lily, com os seus olhos verde-esmeralda
fixos no seu filho mais novo.
Damien apenas deu de ombros em resposta. Lily soltou um suspiro e voltou-se para seus afazeres.
"Vá lá em cima e comece, por favor, eu não vou volta para pegar qualquer coisa de você tenha esquecidos." Ela alertou.
"Está tudo bem. Se eu se esquecer de alguma coisa, Harry pode levá-lo para mim." Damien respondeu à toa.
Lily parou o que estava fazendo e tentou se acalmar. Ela foi pega desprevenida não queria deixar Harry para trás, em
casa, e ir para Hogwarts. Pela centésima vez, ela desejou que Harry tivesse aceitado a oferta de Dumbledore para
ensinar na escola. Colocando seus sentimentos de lado, ela voltou ao seu trabalho.
"Isso é injusto. Você não pode esperar que seu irmão saia correndo para Hogwarts para levar as suas coisas!" advertiu
ela.
" Por que não? Não é como ele se ele fosse estar ocupado com qualquer forma." Damien respondeu casualmente. E de
repente ele olhou para sua mãe." Erm, onde está Harry? Eu não o vejo desde do café da manhã." Ele disse,
sentando-se na cadeira e olhando ao redor da cozinha.
"Ele está, provavelmente, em seu quarto." Lily disse distraidamente, arrumando sua bancadas que estava em
desordem.
Damien levantou-se e dirigiu-se para cima. Ele tinha estado tão ocupado ajudando sua mãe terminar seu trabalho de
verão no jardim, que ele nem tinha percebido a ausência de seu irmão. Damien só tinha batido uma vez na porta de Harry
e já foi entrando, e viu que o quarto estava vazio. Damien já estava saindo com a intenção de fazer uma busca por toda a
mansão, quando ouviu um som fraco, mas distinto, de alguém aparantando. Damien voltou-se para o quarto de Harry e
abriu a porta só para ver Harry em frente de sua cama. Ele deixou cair alguns itens estranhos em sua cama antes de olhar
para Damien.
O garoto de 14 anos de idade olhou para Harry interrogativamente. Ele estava com sua capa de viagem e tirou num
processo recorte jogando-a sobre as costas da cadeira. Damien rapidamente entrou e fechou a porta atrás de si.
"Onde você foi?" ele perguntou enquanto olhava os itens estranhos em cima da cama de Harry.
Harry não respondeu e se sentou ao lado da pequena pilha. Damien foi até a cama e olhou para o "tesouro" em cima da
cama.
A maioria era o que parecia ser partes comuns de jóias, um pingente, dois anéis e uma pulseira. Cada um era feito de ouro
puro e tinha pedras coloridas estranhas neles. Damien viu uma pena de aparência estranha, pena preta com uma mancha
vermelha brilhante apenas na ponta. Ele estava ao lado de uma pequena caixa em forma de hexágono. Mas foi o objeto
deitado ao lado da pequena caixa que chamou a atenção de Damien. Era o que parecia ser uma bússola, mas muito mais
estranho. Ele era feito de ouro maciço e na frente da bússola tinha uma tampa de vidro matizado roxo. Mas em vez de as
marcas habituais em torno das bordas da bússola, havia marcas de runas. Havia inúmeros desenhos, tudo em torno da
face da bússola que tinha pelo menos cinco setas diferentes.
Damien estava olhando para o estranho aparelho, imaginando o que era, e o que Harry estaria fazendo com todas
essas coisas.
" Onde você conseguiu tudo isso?" Damien perguntou, ainda olhando para a bússola.
"Isso não importa." Harry disse distraidamente. Ele estava segurando a pequena caixa em forma de hexágono na mão e
estava muito ocupado olhando para ela.
Damien tinha a sensação de naufrágio acontecendo dentro dele, quando ele olhou para todos os itens estranhos,
deitado diante dele. De repente, ele sabia onde Harry tinha encontrado-os.
"Será que você voltou a Mansão Riddle?" ele perguntou, olhando para Harry.
"O que você quer com todas essas perguntas?" ele perguntou, com uma nota de irritação em sua voz.
Harry não disse nada e nos próximos minutos, apenas encarou Damien. Finalmente ele desistiu e, com um suspiro,
respondeu a ele.
"Sim, eu voltei."
"Legal", disse Damien, seus olhos olhando atrás da estranha bússola. "O que são exatamente todas essas coisas?" ele
perguntou apontando para eles.
"Só coisas Voldemort tinha em sua posse. Eu não queria que eles ficassem na Mansão Riddle." Harry respondeu.
"Isso, eu sei que o Ministério não está mais atrás da mansão Riddle. Diggory colocar um fim a isso, mas Rodolfo
conseguiu entrar na Mansão e pegar minha varinha. Eu não quero que ninguém indo até a Mansão com todas essas
coisas lá." explicou Harry.
Damien acenou com a cabeça em compreensão. Era óbvio que Harry só tinha pego, algumas poucas coisas que
significava algo para ele. Ele olhou para a bússola novamente.
" O que é isso, Harry? " ele finalmente perguntou, apontando para a bússola de ouro.
Harry olhou para ele, mas não fez nenhum movimento para pegá-lo.
" Sim, isso eu também sei, eu quero dizer o que ela faz?"
"O que qualquer outra bússola faz." Harry respondeu, sorrindo para a expressão irritada Damien usava agora.
"Nada é escuro. Ele pode ser usado para magia negra, como qualquer outro item neste mundo, mas os itens em si, não
são escuro."
Damien se sentiu estranhamente aliviado com isso. Ele olhou para a bússola novamente. Harry moveu-se para a
mesa, com a pena preta e a caixa em forma de hexágono nas mãos.
Damien teve a chance de pegar a bússola. Ele sentiu uma sensação reconfortante porem bizarro ultrapassá-lo
enquanto ele segurava a bússola surpreendentemente leve em sua mão. Ele olhou para os cinco setas, tudo
apontando para o que seria a posição norte e examinou as marcas estranhas, runas, decorar o anel externo da
bússola. Olhando de mais perto para ela, Damien percebeu que a bússola tinha dois anéis que podem ser movidos de
forma independente um do outro.
Damien nem percebeu o que estava fazendo quando ele começou a se mover no sentido horário anel externo. Ele
clicou cinco vezes. Damien viu algo flash na face da bússola, mas o que quer que fosse, tinha desaparecido no
instante seguinte. Curiosamente, Damien moveu o círculo interno, desta vez três vezes anti horário. Mais uma vez o
vidro matizado roxo brilhou como um raio. Damien foi paralisado olhando para a bússola e só percebeu o que tinha
feito quando uma voz aguda puxou para seus sentidos.
Damien olhou para cima, ainda segurando a bússola brilhante. Harry estava em pé diante dele, com o rosto contorcido de
raiva. Ele olhou para a bússola e viu que os cinco setas estavam girando loucamente, apontando em todas as direções.
Uma onda de pânico varreu Damien quando viu o brilho no vidro mudando da cor roxa. Um brilho dourado percorreu a
bússola e Damien tentou solta-la, mas os dedos não conseguiam abrir.
Harry se lançou em direção a ele e agarrou da bússola. Imediatamente os dedos de Damien se libertaram da bússola
cintilante. Mas antes de Damien pudesse retirar a mão ele sentiu a sala girar. Ele voltou a apertar a bússola, e por puro
reflexo a sua outra mão agarrou Harry.
A bússola emitiu um raio de ouro que atingiu Harry e Damien e engolfá-los em uma bola de luz dourada. Antes que
qualquer um dos meninos conseguir pronunciar uma única palavra, eles desapareceram junto com a bússola.
Nas casas alinhadas da Rua dos Alfeneiros todas eram idêntica uma a outra. O calor do verão forçava todos os
moradores a abrir suas amplas janelas, tentando captar alguma brisa inexistente. Mesmo sendo à noite, as janelas
permaneciam abertas. As lâmpadas de rua piscaram, jogando a rua numa escuridão sombria em todos os poucos
segundos. Todas as casas já estavam com as suas luzes apagadas, indicando que a maioria dos moradores da Rua dos
Alfeneiros estava dormindo. Todos, menos um.
Harry estava desconfortável em sua cama, olhando para o nada. Ele observou que cada vez que ele voltava de
Hogwarts, sua cama na Rua dos Alfeneiros parecia ficar mais e mais desconfortável e pequena. Ele achava que era
porque ele se costumava com a confortável cama, macia e quente em seu dormitório da Grifinória.
Ele olhou para as paredes em branco de seu quarto e inutilmente tentou não pensar sobre o pesadelo que tinha o
acordado. Não era tão incomum, Harry disse a si mesmo. Ele havia passado por uma terrível provação. Ver alguém
assassinado a sangue frio na sua frente, e em seguida, ser forçado a participar de um ritual que trouxe de volta um
monstro chamado Lord Voldemort, era o suficiente para dar pesadelos em qualquer adulto, e Harry tinha acabado de
completar quinze anos .
Com um suspiro cansado, Harry virou-se para o seu lado e tentou adormecer. Mas ele sabia que esta noite ele voltaria a
dormir. Toda noite havia sido a mesma coisa. Toda noite ele acordava depois de reviver os eventos horríveis da terceira
tarefa. O corpo de Cedrico morto batendo no chão, com os olhos, aberto, vazio e morto.
Às vezes, em seus pesadelos, Harry podia sentir as cordas que o prendiam à lápide, ele poderia provar o pano que tinha
sido forçado em sua boca, sentir a terrível lâmina afundar em seu braço e tirar seu sangue. Seu coração batia loucamente
e dolorosamente em seu peito enquanto ele via uma figura surgi do caldeirão, um corpo esquelético envolto de vestes
negras, seus longos dedos pálidos segurando sua varinha e seu rosto, como uma serpente com vívidos olhos, vermelhos
sangue, olhando para ele, perfurando-o com um ódio tão feroz que parecia que ele iria rasgar a alma de Harry somente
com seu olhar.
Harry sentou-se em sua cama, com as mãos tremendo, o suor na testa. Ele tinha que parar de fazer isso, ele tinha que
parar de reviver o renascimento de Voldemort. Ele iria ficar louco se continuasse assim. Ele tentou forçar a sua mente, a
pensar em outra coisa. Seus olhos percorreram o quarto nu e ele viu o livro encadernado de couro grosso ao pé da sua
cama. Harry pegou o livro e olhou para ele. Ele estava olhando para ele antes de adormece.
Ele abriu o álbum de fotografias e olhou para as imagens em movimento de seus pais. Os olhos de Harry estavam fixos
nas duas pessoas sorridentes. Seu coração apertou dolorosamente. Ele os tinha visto, bem, não realmente eles, mais,
como seus espectros que tinha sido forçado da varinha de Voldemort durante Priori Incantateum.
Harry observava as imagens em movimento e tentou não ficar chateado. Ele sempre tinha pensado que, se, de alguma
forma ele possuísse a chance de ver seus pais novamente, a chance de falar com eles, ele iria dizer-lhes muitas coisas.
Todas as coisas que ele tinha guardado dentro dele.
Porem quando chegou à hora, quando ele viu as duas figuras de pé em cada lado dele, ele não conseguiu dizer nada. A
situação era tal que, ele não teve tempo ou até mesmo estado de espírito, para dizer qualquer coisa a eles. Ele estava
duelando com Lord Voldemort, e estava a alguns minutos da morte. Ele não tinha sido capaz de dizer qualquer coisa
para seus pais, nem uma única palavra.
Harry fechou o álbum e colocá-lo em sua mesa de cabeceira. Voldemort tinha levado tudo para longe dele. Ele tinha
matado seus pais e essa era à razão pelo qual Harry teve uma infância miserável. Ele tinha pensado que ir para
Hogwarts teria sido à melhor coisa a acontecer com ele, mas agora que Voldemort estava de volta, o que isso
significava para a escola de magia? O que isso significava para o mundo bruxo?
Harry estava ouvindo as notícias e lendo o jornal trouxa, depois que seu tio terminava, e manteve sua assinatura no
Profeta Diário, na esperança de saber o que Voldemort estava fazendo. Até agora, porem nada tinha acontecido. O
"ministro ainda estava dizendo que estava tudo bem e que 'aquele-que-não-deve-ser-nomeado" não estava de volta.
Isso fazia as entranhas de Harry queimar de raiva. Como poderia Fudge ser estúpido?
Harry subitamente foi retirado de seus pensamentos por um barulho alto. Que soou como algo caindo lá embaixo. Harry
mergulhou para apanha sua varinha, que estava debaixo do travesseiro. Os restos de suas coisas ficavam mantidos
dentro armário debaixo da escada, mas Harry tinha tirado sua varinha. Agora que Voldemort estava de volta, Harry não
ia arriscar nada.
Com o coração batendo, Harry apurou os ouvidos para captar qualquer som. Ele ficou surpreso que o barulho não tinha
acordado os três Dursley. Harry ouviu um fraco murmúrio e seu coração pulou no peito. Havia alguém na casa. Na
verdade, a partir do som dele, havia mais de uma pessoa no andar de baixo. Harry não tinha dúvida de que eram
Comensais da Morte. Era natural supor que, com Voldemort de volta, a primeira coisa que ele gostaria de fazer era matar
Harry.
Harry levantou-se e caminhou firmemente para a porta. Abriu-a o mais silenciosamente que pôde e saiu e considerou
suas opções. Ele poderia correr ou ficar e lutar. Ele poderia correr para fora pela porta da frente e chamar o ônibus Knight
e ir para casa do Rony. Ele realmente não sabia como lutar contra os Comensais da Morte. Pois o seu duelo com
Voldemort na ocasião não foi nada menos do que sorte. Sua pele se arrepiou de medo. E se Voldemort estivesse lá
embaixo? Talvez ele tivesse vindo para terminar o duelo que tinham acontecido á quatro semanas. Harry disse a si
mesmo que Voldemort não poderia vim até aqui. Sua cicatriz não estava doendo o suficiente para justificar a presença de
Voldemort.
Harry estava no topo das escadas. Ele não podia correr. Ele não iria correr de Voldemort. E o que dizer dos Dursley?
Evidentemente, eles nunca se importaram com ele, mas ele não poderia deixá-los no meio de Comensais da Morte e,
possivelmente, Voldemort. Eles seriam mortos.
Reunindo todos os nervos de seu corpo, Harry desceu as escadas, tomando cuidado para evitar fazer barulho. Sua
varinha ia a frente dele. Em sua mente estava repassando tudo que tinha aprendido até agora sobre defesa. A voz
estridente de Hermione estava enchendo sua cabeça com as lições ela tinha ajudado-o. Ele balançou a cabeça para
limpá-la e caminhou tranquilamente pela casa escura. Ele conseguiu ouvi o murmúrio agora claramente e foi pego de
surpresa com o som. Ele não soava como Comensais da Morte, as vozes eram muito mais jovens. Harry chegou mais
perto da cozinha, que era o lugar de onde o som estava vindo.
"... Eu não sabia que ia virar uma chave de portal! Você disse que não era escuro!" uma voz dizia.
"Quem mandou você mexer, em primeiro lugar! Que mandou brincar com ele?" uma segunda voz perguntou, irritada.
Harry sentiu os pêlos na parte de trás de seu pescoço se irisar. Esta voz era muito mais velha, mas ainda assim não
velha o suficiente para ser um adulto. E havia algo sobre essa voz, que fez Harry se sentir estranho. Soava muito
familiar. Tão familiar, que era francamente assustadora.
"Bem, eu sinto muito! Você não disse para não tocar em nada!" a primeira voz, do mais novo, disse. Harry poderia
imaginar um biquinho com a afirmação.
Harry estava confuso. Esses visitantes noturnos não sabiam onde eles estavam? E também tinham falado alguma
coisa sobre uma chave de portal? Harry chegou o mais próximo da porta, que ousou, em uma tentativa de ouvi-los
melhor.
"Eca, olhe o quão limpa está essa cozinha!" a primeira voz disse.
"Damy, shish".
"Não, a sério, se eu não soubesse melhor, eu diria que estávamos na cozinha da tia Petúnia." A primeira voz disse.
Harry congelou seu coração batendo dolorosamente rápido. Tia Petúnia? Como eles conheciam tia Petúnia? E por que
esses estranhos a chamava de tia Petúnia!
"Hum, acho que realmente estamos na casa da Tia Petúnia." A primeira voz disse, com uma pitada de medo em sua
voz.
Esse foi tudo o aviso Harry teve antes de ser atingido no rosto com a porta, que foi violentamente escancarada. Com o
impacto Harry foi jogado ao chão. Seu rosto começou arder com dor, a porta tenha acertado seu nariz. Contudo ele tinha
mantido um aperto feroz em sua varinha e em questão de segundos, estava apontado-a para o atacante. Ele ainda
estava deitado no chão, mas isso não importava. O importante era desarmar o atacante.
"Expelli-"
O feitiço de desarmamento morreu na garganta de Harry quando viu quem era, ele estava apontando sua varinha para si
mesmo. Olhos idênticos, verde-esmeralda, se entreolhavam. Harry piscou os olhos embaçados, para tentar ver melhor...
a pessoa em pé diante dele. Só que eles não eram completamente idênticos. Por um lado ele era mais velho do que
quinze. Ele não estava usando óculos e seu físico era muito diferente do seu. Ele parecia uma versão mais velha, mais
alta, mais saudável de si mesmo.
Harry ainda estava sentado no chão, olhando com uma misturada de horror e curiosidade. Atrás do Harry mais velho,
um garoto também olhava para ele com a boca entreaberta de surpresa, tinha cabelos e olhos castanhos escuros. Seus
olhos iam de um Harry para o outro.
Harry estava apontando a varinha para o rapaz sentado no chão, e olhava para ele atordoado. Seus olhos estavam fixos
no garoto. Era definitivamente a si mesmo. Ele estava olhando para um Harry Potter, nisso não havia a menor dúvida.
Harry baixou lentamente sua varinha, observando como a ação foi espelhada pelo Harry que estava no chão, adiante
dele. Damien ainda ficava olhando para os dois, sua boca abrindo e fechando sem palavras. O outro Harry se levantou,
seus olhos nunca deixando o rosto do Harry mais velho.
Mesmo com o corredor escuro. Harry podia ver claramente o estado do outro Harry. A primeira coisa que notou foi à
magreza do menino, suas roupas estavam claramente folgadas nele, ele tinha uma aparência abatida. Seus olhos
esmeralda estavam escondidos atrás de uma armação de óculos preta, que parecia desajustado em seu rosto fino.
"Eu acho que alguém deveria explicar o que está acontecendo, não?" o Harry de óculos disse sua voz denunciando o
quão nervoso e assustado ele estava.
Harry olhou para ele, sua mente registrando como suas vozes era parecida. Mas Harry pode identifica a inocência na
voz dele. Sua voz não detinha qualquer ameaça real e não havia praticamente nenhum tom de aspereza.
Harry desviou o olhar do jovem Harry e olhou para a bússola de ouro, que ainda segurava em sua própria mão. Ele
tinha uma idéia do que a bússola era, mas ele nunca deve certeza. Agora porem ele tinha todas as provas de que ele
precisava.
Damien estava olhando para a bússola de ouro também e percebeu o que aconteceu ao mesmo tempo em que Harry.
Seus olhos castanhos se arregalaram ainda mais, com surpresa.
"De jeito nenhum! Estamos em outra dimensão? Nós viajamos para outra dimensão?" ele perguntou em choque e
com pavor.
Harry não pôde evitar sorrir quando ele fez um gesto na direção ao outro Harry e disse:
"Vendo que existem dois de nós aqui, eu diria que sim, nós viajamos para outra dimensão."
O Harry mais novo parecia bastante perdido, mas seus olhos também se desviaram para bússola cintilante assim como os
dois outros rapazes. Seria possível? Eles poderiam realmente ser de outra dimensão? Ele olhou para o Harry mais velho e
lutou contra a paranóia de que eles eram Comensais da Morte disfarçados. Se fosse esse o caso, eles já teriam atacado
ou matou-o até agora.
Devagar, Harry caminhou em direção ao outro Harry. Os dois garotos estavam olhando um para o outro, procurando
detalhes na aparência um do outro. O Harry de quinze anos viu, o quanto mais alto, o outro Harry era, ele também era
definitivamente mais velho. Seu cabelo também era rebelde porem um pouco maior que os seus e suas mechas
cobriam a testa e então Harry não podia ver se ele tinha a famosa cicatriz em forma de relâmpago ou não.
"Isso é ... uau, isso é inacreditável. Quer dizer, você está aqui, mas não. Estou fazendo algum sentido?" Harry disse,
pois ambos circulavam entre si.
"Apenas o suficiente para que eu entenda." O Harry mais velho respondeu, fazendo suas próprias observações. O rapaz
era mais jovem, muito jovem, talvez, doze ou treze anos. Ele era muito magro e suas roupas eram muito nojentas até
mesmo comentar. Seu cabelo era tão revolto quanto o seu próprio e seus olhos eram do mesmo exato tom que o seu,
quando ele não estava em um de seus temperamentos elevado.
Antes que pudessem expressar quaisquer outras questões, um som foi ouvido o andar de cima. Um gemido alto,
seguido de um 'moleque' gritado ecoou pela casa escura.
Harry pulou e olhou para as escadas, ele podia ver forma bastante grande de seu tio no topo das escadas. Ele
começou a descer as escadas, esfregando os olhos redondos com sono. Uma onda de pânico percorreu Harry. Seu
instinto lhe disse que seu tio não deve saber sobre o outro Harry e o outro rapaz. Ele só iria colocar a culpa de tudo sobre
o seu dom 'esquisito'. Ele virou-se para os dois rapazes e ficou aliviado ao ver o Harry mais velho arrastando o menino,
Damien, de volta para a cozinha. A porta se fechou com um clique suave e Harry rapidamente ficou diante dele, seu
coração martelando em seu interior.
Tio Valter chegou ao pé da escada e ele pegou a figura, pertencente ao seu sobrinho, de pé na porta da cozinha. Ele
falou com raiva para ele.
"O que, em nome dos céus, que você está fazendo, moleque?" ele gritou.
"Eu estava com sede. Eu só me levantei para pegar um copo de água." Harry mentiu facilmente, esperando que seu tio
não estivesse levantado pela mesma razão e entrou na cozinha.
"Então, você não pode fazer em silencio! O que você estava fazendo que causou tanto barulho?" ele exigiu.
"Eu sinto muito, eu deixei um copo cair." Harry disse, sabendo que o som ouvido não era de vidro quebrando. Era o
som de uma porta batendo nele e ele caindo no chão.
Do outro lado da porta, Harry e Damien estava ouvindo a conversa. Um nó frio começou a se formar na boca do
estômago de Harry. Ele não gostou da forma como este "tio" estava falando.
"Pelo menos tenho o bom senso para não causar tumulto! Você provavelmente já acordou a rua todo com a sua falta de
jeito! Estou avisando agora, garoto, se você me acorda outra vez, eu vou trancá-lo em seu quarto à noite! Entendeu?"
disse ele, seu rosto ficando vermelho de raiva.
Damien compartilhou um olhar com Harry. Ele nunca gostou de seu tio Valter, mas nunca pensou que ele seria capaz de
realizar tal ameaça. Damien viu a forma como o queixo de Harry apertou ao ouvir as palavras do tio Valter. Damien
sabia que isso não era um bom sinal.
"Eu sinto muito, tio Valter. Serei cuidadoso da próxima vez." Harry disse, silenciosamente implorando por seu tio para ir
embora. Ele disse que a coisa que mais poderia apaziguar ele, esperando que acalme seu tio.
Tio Valter olhou para Harry com os olhos suspeitos. Por que ele não estava sendo atrevido? Ele notou que seu rosto
parecia um pouco vermelho, especialmente o nariz. O que estava acontecendo?
"Nada, eu só quero voltar para a minha cama." Harry disse, olhando seu tio no olho, para que ele pudesse acreditar
nele.
Tio Valter nada disse, mas continuou a examinar o seu sobrinho. Dentro da cozinha, Damien e Harry foram esticando
as orelhas para escutar o que estava acontecendo. Por fim, Valter desistiu e seguiu em direção à escada.
"Sim, tio Valter." Harry suspirou de alívio. Ele seguiu os passos de seu tio e lhe deu um pequeno sorriso falso quando ele
abriu a porta de seu quarto, convencendo seu tio que ia de volta para sua cama. Valter balançou a cabeça grande e foi
para seu próprio quarto, fechando a porta com firmeza.
Harry fugiu de volta para baixo, evitando o degrau que range e correu para a cozinha. Ele abriu a porta e deu de cara
com os dois meninos. A respiração de Harry estava presa em seu peito enquanto ele ficava de pé a centímetro de
distância dos dois. Ele notou que o Harry mais velho era uns bons três ou quatro centímetros mais alto que ele. No
entanto além da óbvia diferença de altura e o porte físico, eles eram réplicas exatas um do outro. Suas características
faciais e cabelo bagunçado eram idênticos.
"Eu acho que nós deveríamos nos sentar." Damien disse um brilho divertido em seus olhos quando viu o olhar de
surpresa no rosto do outro Harry.
O Harry de quinze anos piscou para o outro rapaz. Ele tinha quase esquecido que ele estava lá. Harry olhou sem jeito
para a cozinha impecável. Seria muito arriscado para se sentar aqui, caso alguém descesse as escadas.
"Eu, eu acho que é melhor então nos íamos para cima." Ele disse com a voz um pouco hesitante.
Ele levou os dois recém-chegados para o andar de cima, apontando o degrau que chiava para pulá-lo. Ele abriu a porta
de seu quarto e conduziu os dois rapazes para dentro, antes de a si mesmo entrar. Assim que ele fechou a porta, ele
virou-se para os dois meninos. Ele viu que ambos estavam olhando em volta do quarto vazio, com expressões curiosas
em seus rostos.
"Ok, um de vocês poderia explicar o que está acontecendo?" perguntou ele, com um pouco mais de autoridade em sua
voz agora.
"Damien estava brincando com isso. É uma bússola que permite direcionar e viajar para outras dimensões. Ele estava
brincando com ela e acabamos aqui."
"Eu estou supondo que você é o Damien." Ele disse, usando um tom mais cuidadoso.
Damien sorriu novamente. Isso era tão bizarro, para Harry entender, outro Harry de outra dimensão. Damien estendeu a
mão em um gesto formal de saudação.
Harry estendeu a mão para apertar a mão dele, mas parou no meio de ação. Seus olhos verde-esmeralda se
arregalaram de surpresa e sentiu as palavras desaparecem de sua boca. Damien sorriu com a reação. Assim, à
semelhança do que seu irmão Harry parecia quando ele o tinha encontrado pela primeira vez.
"Eu estou supondo que a partir de sua reação que você não tem um irmão nesta dimensão." Damien disse.
Damien olhou para seu irmão, que estava sorrindo para a reação do outro Harry também.
"Ele está levando isso muito melhor do que você." Damien brincou.
Harry apenas revirou os olhos para ele e, em seguida, voltou sua atenção para o seu 'outro' eu.
Harry balançou a cabeça novamente, mas desta vez ele acrescentou um verbal "não" também.
"Sério? Isso é estranho. Sempre pensei que a mãe e o pai iria querer mais do que uma criança." Ele disse, mais para si
mesmo do que os outros.
Harry de quinze anos olhou para Damien e sentiu o coração aperta. Seus pais devia estar vivo na dimensão que eles
tinham vindo. Era por isso que o outro garoto existia. Limpando a garganta, ele respondeu.
"Eles não tiveram escolha. Eles morreram quando eu tinha apenas um ano."
O sorriso de Damien desapareceu de seu rosto e ele ficou olhando para Harry, incapaz de falar. As palavras caíram
sobre os dois garotos e os deixou sem palavras. Damien virou-se para olhar para o seu irmão e viu que ele tinha
fechado os olhos, e um olhar de compreensão sombria surgia em seu rosto.
Harry devia ter adivinhado que algo assim teria acontecido quando ouviu o outro Harry falando com o tio. Sua aparição
fazia muito mais sentido agora. Ele havia perdido James e Lily e foi entregue a sua tia e tio, que obviamente, não queria
cuida dele e não fazia nenhum esforço para cuidar dele. Harry olhou ao redor do quarto vazio de novo e senti um arrepio
na espinha.
Damien tinha caído sobre a lamentável cama e com os braços sobre a sua cabeça.
"Eu... eu não posso... eu não... eles estão mortos? Desculpe-me, quero dizer... Como é que... isso é horrível!" Damien
não que dizer que equivaleria a uma avaliação adequada de como ele estava se sentindo. Seus pais estavam mortos
neste universo. Ele, Damien, não existia, porque seus pais estavam mortos. Ele "olhou para Harry, o órfão, em pé diante
dele e sentiu uma terrível pontada de simpatia por ele." O que aconteceu? Como eles morreram?", perguntou ele.
Um olhar cheio de ódio intenso surgiu no rosto de Harry enquanto ele respondia.
"Voldemort".
A palavra foi sussurrada, mas ainda tocou no pequeno quarto, de um lado ou o outro, a cabeça de Harry dilacerou com a
palavra.
Damien virou-se para olhar a reação do seu irmão. O Harry trincou o queixo, e suas as mãos se fecharam em punhos
bem apertados. Seus olhos tinham escurecido consideravelmente. Damien sabia que se era difícil para ele, chegar aqui
e descobri o fato de que nesta outra dimensão, Voldemort matou seus pais, para seu irmão, não devia ser nada menos
do que tortura.
Damien e Harry ouviram quando o Harry mais jovem explicou os acontecimentos que aconteceram na noite de
Halloween, quando Harry tinha um ano de idade. Os dois garotos ouviam sem interromper, absorvido nos eventos que
poderiam facilmente ter ocorrido em seu mundo, Peter tinha dado a Voldemort a localização Potters.
"... Como não tinha nenhum outro parente para ficar, Professor Dumbledore me trouxe aqui, me deixou com a minha
tia." Harry terminou.
Com isso, Harry ergueu os olhos rapidamente, sua expressão escurecendo com a menção do nome do diretor de
Hogwarts.
"Mas eu não entendo por que você está vivendo com a tia Petúnia? Por que você não vai ficar com o tio Sirius?" Damien
perguntou, tentando não imaginar como era viver com sua tia detestável e seu marido.
"Eu provavelmente teria ficado com ele, se ele não tivesse corrido atrás de Pedro, com a intenção de vingar da morte de
seus amigos e, no processo, ter sido condenado pela morte de doze trouxas". Harry respondeu.
"Ele fez o que?" Damien perguntou incapaz de acreditar que seu tio.
"Sim, ele pegou prisão perpétua. Ele foi acusado de traição e da morte dos meus pais, como todo mundo achava que ele
era o guardião secreto. Ninguém sabia que o meu pai tinha mudado o guarda do segredo para Peter no último minuto."
Harry explicou.
"Então, ele é... ele está em Azkaban agora?" Damien perguntou, sentindo seu coração aperta com o pensamento.
"Ele estava até dois anos atrás. Ele fugiu e ainda está na clandestinidade." Harry explicou.
"E quanto a Voldemort? Que aconteceu com ele depois que a maldição voltou-se contra ele?" Harry perguntou.
Harry olhou para o seu eu mais velho, como ele tinha feito a pergunta. Havia um brilho estranho nos olhos enquanto
ele falava uma emoção que Harry não conseguiu identificar. O Harry mais novo lambeu os lábios nervosamente
enquanto ele encontrava uma maneira expressar os acontecimentos da terceira tarefa.
"Ele tinha desaparecido do mundo bruxo. Muita gente disse que ele tinha morrido, mas ele... ele voltou." ele sussurrou.
"Apenas algumas semanas atrás, ele voltou. Tenho proteção contra ele por causa do sacrifício de minha mãe, mas agora
a proteção está desaparecendo. Ele... ele me forçou a participar do seu ritual re-nascimento, ele tomou um pouco do meu
sangue e agora, graças a mim, ele está de volta." Harry abaixou a cabeça após as últimas palavras.
Damien foi incapaz de dizer qualquer coisa e apenas olhava para o rapaz à sua frente. Harry estava observando o
menino mais jovem de perto e viu-oele puxar a manga de sua camiseta folgada levantando-a para revelar uma cicatriz
feia logo abaixo do cotovelo.
Em voz baixa, contou sobre o torneio Tri bruxo que tinha ocorrendo em Hogwarts e que tinha acontecido na terceira
tarefa. Quando ele chegou à parte sobre Cedric Diggory, ele descobriu que podia ver a cena diante dele, o jeito que ele
havia sentido a morte maldição verde através de suas pálpebras fechadas, o baque repugnante do corpo como ele bateu
no chão, seus olhos sem vida olhando na direção dele, Harry podia ver tudo de novo, sentir o frio correr por sua espinha
ao lembrar.
"Como você saiu? Quero dizer, você duelar com... com ele?" Damien perguntou, olhando para esta versão mais nova
de Harry com respeito e admiração.
"Eu não chamaria aquilo de duelo." Harry disse. "Eu não acho que eu conseguiria fazer isso, ele tinha seus Comensais da
Morte ao seu lado e eu estava sozinho. Embora ele não deixasse eles se intrometerem na luta. Acabei disparou a primeira
maldição que eu conseguia pensar." Admitiu Harry.
"Que foi?" Dessa vez o Harry de 18 anos que perguntou, estava curioso para saber como ele teria lutado contra
Voldemort.
Damien e Harry não falaram nada, mas estava claro pela expressão deles o que achavam.
"Eu sei o que você está pensando, mas no momento eu não conseguia pensar em mais nada." Harry soltou
rapidamente em sua defesa.
"Bem, obviamente funcionou." Damien disse, apontando para ele. "Você está aqui e esta inteiro."
O olhar nos olhos do Harry de 15 anos mudou e ele olhou para a varinha, ainda no bolso.
"Foi a sorte que me salvou, e... e os meus pais." Sobre os olhares chocados, ele continuou. "Nossas varinhas são
varinhas gêmeas, a minha e a de Voldemort. Elas não podem lutar um contra a outra, e por isso minha varinha forçou a
de Voldemort para cuspir de volta os últimos feitiços que ele tinha realizado. Vi o fantasma como ecos das pessoas que
ele havia matado. Cedric, um funcionário do Ministério chamado Bertha, um homem trouxa e... e os meus, os meus pais."
Damien e Harry estavam mantendo seus olhos fixos no menino magro sentado diante deles.
"Eles me ajudaram, todos eles. Foi minha mãe e meu pai, que falou para correr enquanto eles mantiveram Voldemort de
volta. Eu só tinha alguns segundos para fugir. Então fiz o que eles pediram e quebrei a ligação que as varinhas tinham
formado e corri para a chave de portal. No caminho peguei o corpo de Cedrico, já ele tinha pedido para não deixá-lo lá.
E chave de portal me levou de volta para Hogwarts."
O silêncio na sala depois que Harry terminou era enervante. Ninguém sabia o que dizer. Damien soltou um suspiro
cansado. Ele nunca pensaria que uma mudança pequena pode ter tais ramificações. Em pensar que, se o Peter nunca
tivesse levado o Harry para Voldemort e em vez disso, tivesse contado sobre o paradeiro dos seus pais, não pensaria que
tal mudança pudesse mudar tanto suas vidas.
O Harry de dezoito anos estava perdido em pensamentos. Ele sempre teve James e Lily em sua vida. Mesmo nos
momentos em que ele os odiava e não queria ter nada a ver com eles, eles ainda estavam em sua vida. Ele sabia da
existência dos seus pais porque quando ele estava com Voldemort, sempre ouvia os Comensais da Morte falar sobre
'Auror Potter' e Draco sempre falava sobre a sua professora de Poções 'Professora Potter' o tempo todo. Nos últimos dois
anos de sua vida tinha vivido com eles e agora não podia imaginar sua vida sem eles. Mas este Harry, ele só tinha vivido
com eles durante um ano e, em seguida, tinha perdido eles. Ele não conseguia lembrar-se deles, eles eram ecos que se
desvaneciam em questão de segundos. Além de qualquer razão, parecia cruel, que isso acontece a ele.
"Sua vez."
A frase trouxe Harry de volta de seus pensamentos e ele olhou para cima, só para ver o menino olhando para ele.
"O quê?"
"Eu já contei tudo sobre mim, agora é a sua vez de me dizer sobre você." Harry disse muito mais relaxado agora.
Damien olhou entre os dois Harry's e sorriu. Isso não ia ser fácil.
Quando o Harry não fez qualquer esforço para começar a falar, o Harry mais jovem começou a tentar obter respostas.
"Eu estou supondo, já que Damien está aqui, que os acontecimentos da noite de Halloween não foram os mesmos
em seu mundo.
"Eu posso dizer que você teve uma vida diferente da minha." Harry disse, apontando para sua aparência.
Harry olhou para ele, num sinal para Damien manter a boca fechada.
"Quantos anos você tem?" o Harry mais jovem perguntou, ficou claro que ele queria fazer esta pergunta antes.
"Que idade você está? Treze?" Harry perguntou genuinamente dando um palpite.
Harry apertou os lábios para que a sugestão e respondeu com um digno "quinze, Eu tenho quinze anos."
Harry virou-se para olhar para Damien. Eles tinham a mesma idade! Ele percebeu então que os universos alternativos não
aconteciam, em paralelo um ao outro. Era por isso que o Harry diante dele era mais velho do que ele. Ele tinha três anos a
mais, nesta linha do tempo.
"Eu nunca teria pensado que as coisas poderiam ser tão diferentes em um universo alternativo. Eu nunca tinha dado
muita atenção a isso, até agora." O Harry de quinze anos disse. "Você provavelmente teve uma vida totalmente
diferente, com os pais e amigos diferentes."
"Você mencionou Sirius, ele ainda melhor amigo do papai?" Harry mais jovem perguntou, com os olhos brilhando.
"Sim! Ele e o Tio Remus." Damien disse novamente, como o outro Harry não falava.
"E o Peter? Ele é diferente em seu mundo?" Harry perguntou num tom muito mais frio.
Damien estava perdido. Ele não sabia o que ele deveria dizer sobre isso. Ele olhou para o irmão para pedir ajuda.
"Não, ele morreu há alguns anos atrás." Harry disse, sem emoção na voz.
"Mas ele ainda era amigo. Se não foram atacados isso significa que ele nunca traiu James e Lily, certo?" Harry
perguntou.
O olhar nos rostos dos dois meninos deu a Harry sua resposta.
"O que aconteceu? Pedro fez algo assim?" ele perguntou vendo como os olhos verdes de seu homólogo firmemente
ficou mais escuro ou foi apenas um truque da luz?
"Ele traiu, mas não o que ele fez neste mundo." Damien disse rapidamente.
"O que ele fez?" ele perguntou sem entender o que ele poderia ter feito de diferente.
Esta pergunta não foi respondida. Os dois garotos se entreolharam e ficaram em silêncio. O Harry de quinze anos não
conseguia entender o que poderia ter acontecido. Se James e Lily ainda estavam vivos nesse outro mundo, então Peter
poderia ter traído a Voldemort.
"Eu não entendo, o que aconteceu? O que Pedro fez?" Harry perguntou novamente.
"É... é complicado... e além disso, isso realmente não se importa." Damien disse, tentando soar tão indiferente como
podia."Vamos falar sobre as outras pessoas. Conhece Ron Weasley?"
As próximas horas foram gastas com os três rapazes passando por todas as pessoas que conhecia. Harry de quinze anos
estava espantado que Damien conhecesse e era amigo da maioria de seus amigos. Ele achou estranho que seu irmão
ficasse calado e não estivesse tão interessado na conversa. Ele estava sentado em sua cadeira, examinando a bússola
dourada e tocando suavemente as runas.
"Então, como são seus pais?" Harry perguntou, dirigindo a questão ao seu eu mais velho.
"Como foi, crescendo com eles?" Harry perguntou, querendo agora que sua vida poderia ter sido crescer com dois pais
amorosos ao seu lado.
Harry olhou para Damien novamente e ele se mexeu desconfortavelmente. Damien, por outro lado parecia bastante
relaxado e estava sorrindo para Harry.
"Você não parece muito certo." Harry disse, percebendo o quão estranho seu outro eu estava ficando. "Eu sinto muito,
eu só fiquei curioso para saber como era a crescer com os pais. Você não tem que me dizer, se você não quiser. Só
perguntei por que você cresceu com eles."
Damien atirou em seu irmão um olhar, se divertindo com a forma como ele iria responder a isso. Harry se remexeu na
cadeira novamente. O Harry mais novo percebeu isso.
"O que há de errado? Você cresceu com eles, certo?" ele perguntou, pensando que talvez ele tenha sido enviado para
viver com parentes por alguma outra razão.
Damien se inclinou para trás e tentou não sorrir. Isso era muito divertido para não desfrutar. Poucas coisas poderiam
fazer seu irmão ficar desconfortável, e dizendo a seu outro eu dimensional que ele foi criado pela própria pessoa que
matou seus pais e causaram toda a miséria de sua vida, era uma das poucas coisas que faria o seu irmão se contorce.
"O que você quer dizer? Quem criou você então?" o Harry mais jovem perguntou cada vez mais perplexo.
Antes que Harry pudesse tentar uma resposta, houve uma batida forte na porta, fazendo com que todos os três
pulassem de surpresa.
"Levanta! Agora! Você tem café da manhã para fazer!" uma voz aguda gritou atrás da porta.
Damien e Harry olharam para fora pela janela. Já estava amanhecido. O céu estava clareando. O relógio de mesa na
cabeceira frágil estava marcando seis da manhã. Por que ele tinha que levantar tão cedo?
"Tia Petúnia gosta de começar seus afazeres o mais cedo possível." Harry ofereceu uma explicação.
"Você sempre faz o café da manhã?" Damien perguntou, crescendo o ódio pela sua tia e tio.
"O que mais eles fazem você fazer?" Harry perguntou, com os olhos fixos no seu eu mais jovem.
"Apenas as tarefas domésticas habituais, nada de importante." Harry deixou de lado a questão. "Não é nada para se
reclamar."
"Hmm, me diga, se o seu primo ajuda com essas tarefas domésticas, ou se é só você?" Harry perguntou, com os olhos
ardendo com raiva reprimida. Damien estava olhando para ele com cuidado. Ele entendia a raiva. A forma como
esse Harry era tratado, fazia Harry lembrar de suas memórias com os 'Potter'.
"Dudley? Você está brincando? Estou surpreso tia Petúnia permita ele escove os próprios dentes de manhã! Eles
fazem de tudo por ele. Mas eles são inofensivos." Harry disse.
Harry e Damien duvidavam dessa última parte, mas não disseram nada. Damien olhou ao redor do quarto vazio
novamente.
"Qual é o problema com o quarto?" Damien perguntou incapaz de conter-se por mais tempo. "Você não tem sequer um
único cartaz aqui. Você não torce pra nenhum time?" perguntou ele.
"Eu amo Quadribol, eu jogo como no time da Grifinória, dês do primeiro ano, mas meus parentes não gostam de
verem nada que envolva magia. Eles não ficam muito, hum, confortável com isso." Harry explicou.
"Mas, ainda assim, eles devem deixar você colocar alguma coisa." Damien gemeu, olhando ao redor do quarto. Ele
avistou o álbum de fotos, mas não fez nenhum movimento em direção a ele. Ele já adivinhou as fotos que estariam no
álbum.
Harry sorriu para Damien. Ele só tinha conhecido o rapaz por algumas horas, mas já estava começando a gostar dele.
Eles eram da mesma idade e era muito doce.
"Sim, bem, eu só estou feliz que eles me deram um quarto. Até que eu recebi minha carta de Hogwarts, eu dormia no
armário sob as escadas." Harry não estava certo do por que ele deixou escapar essa informação. Talvez fosse para
convencer os dois rapazes que seus parentes não eram realmente tão ruins quanto eles pensavam que eram. Que o
quarto era mais confortável do que o armário frio e escuro que tinha vivido por dez anos. Ironicamente, a revelação só o
fez perceber o quão cruel seus parentes eram.
Damien respirou fundo e olhou para Harry com uma expressão de incredulidade. Mas a expressão do outro Harry que foi
assustadora. Ele estava olhando claramente assassino. Seus olhos estavam definitivamente mais escuro do que antes,
com os dentes cerrados e os punhos apertados.
"É, não é... Eu não era para sair desse jeito." Harry apressou-se a tentar explicar.
De repente, outro grito de tia Petúnia, fez Harry correr para a porta.
"Já vou descer, tia Petúnia!" Harry disse gritando da porta. Ele se virou para olhar para os dois garotos. "Eu... eu tenho
que ir."
"Devemos ir também. Mamãe vai pirar quando ela não conseguir nos encontrar."
Harry notou a forma como o Harry mais jovem tinha olhado para Damien, quando ele mencionou Lily. Foi um olhar triste e
de desejo. Ele rapidamente mascarou suas emoções e tentou sorrir para eles, mas estava longe de ser convincente.
"Vamos voltar para te visitar, eu acho." Damien disse quando ele apertou a mão de Harry.
Ambos os Harry's ficaram diante um do outro. Era estranho ver outra pessoa igual que não era nem seu gêmeo nem
uma pessoa disfarçada. E sim você, a mesma alma, a mesma pessoa.
"Estou muito feliz por ter conhecido você. É reconfortante saber que, pelo menos em algum lugar, em outro universo, eu
tenho que esteja com a minha família." disse Harry, com um olhar de saudade e tristeza que atingiu Harry como uma
onda. Tudo o que ele podia fazer era acenar com a cabeça em concordância.
Harry caminhou em direção à janela e levantou a bússola e começou a girar o anel externo de cinco vezes no sentido
inverso ao que Damien tinha feito. Damien estava de pé ao lado dele, esperando pacientemente a bússola começar a
brilhar. O Harry de quinze anos estava ao lado da porta, com o coração sangrando ao saber que eles estavam indo de
volta a um mundo que tinha um James e Lily Potter.
Antes de Harry mudar o anel interno três vezes ele olhou para o outro Harry. Seus dedos pararam no meio da ação e ele
viu o outro garoto sorrir, infeliz para eles, instante antes de ter que ao encontro de seus parentes. Harry olhou para a foto
emoldurada de James e Lily e depois para o álbum encadernado de couro encima da mesa, ao lado de onde ele estava.
Ele sabia sem sequer abrir o livro que ele estava cheio de fotos de seus pais que ele nunca tinha conhecido.
De repente, uma decisão formou em sua mente e ele parou girar a bússola.
"Harry! Qual é o problema? Por que você parou? " Damien perguntou querendo saber o que estava acontecendo.
Harry não respondeu. Pelo contrário, ele caminhou em direção à porta, onde um confuso olhando Harry estava em pé
diante dele. Harry entregou a bússola para o Harry mais jovem.
"Pegue-o." ele disse, mas o outro menino não chegou a fazer nenhum movimento em direção a bússola oferecida.
"Eu quero que você pegue isso." Harry explicou. Damien ainda estava de pé ao lado da janela, aparentemente
paralisada em confusão.
O Harry mais novo estava olhando para o menino mais velho, não se atrevendo a acreditar no que ele estava
sugerindo.
"Eu sei que tudo isso é complicado, mas se você colocá-lo em termos simples, os seres de universos diferentes são os
mesmos que os seus homólogos. Eu e você somos a mesma pessoa, uma só alma, se quiser. Portanto, meus pais são
os mesmos que os seus pais. Damien é meu irmão, mas você é meu homólogo então Damien é seu irmão também."
Harry parou para ver que o outro Harry estava acompanhando ele até agora. "Eu acho que você deve ter uma chance de
conhecer seus pais, para ver como seria sua vida. Mesmo que seja apenas por alguns dias".
Por alguns segundos nada aconteceu. Então, Damien entrou em pânico e se jogou entre ambos os Harry's.
"Harry! Você está louco? Você perdeu o juízo? Nós não podemos levá-lo conosco! Como vamos explicar de onde ele
veio?" Damien perguntou, enquanto o 'Harry' em questão apenas olhava para o Harry mais velho e para a Bússola de
Ouro.
"Eu não vou levá-lo conosco. Isso seria uma loucura." Harry disse calmamente para o irmão.
"Eu estou dizendo que ele deveria tomar o meu lugar." Harry terminou.
Damien apenas piscou para ele. Ele se virou para o outro Harry antes de murmurar "licença" e arrastou o irmão para
um canto da sala.
"Você quer trocar de lugar com ele? Como é que você não esta louco!" Damien perguntou.
"Ouça-me, Damy. Olhe para ele." ele fez um gesto para o outro Harry, que estava de pé ao lado da porta, sem jeito.
"Esse sou eu. Ele é Harry Potter. Não é outra pessoa. Esta é a minha vida nesse outro mundo. O que aconteceu com
ele poderia ter acontecido comigo se Peter não tivesse me seqüestrado. Acho que se eu tivesse uma chance ver os
pais e a vida que eu poderia ter tido então eu gostaria de ter essa oportunidade".
Damien olhou com culpa para o menino magro e sentiu seu coração aperta. Ele merecia conhecer os pais dele, mas
Damien não queria perder seu irmão, o seu verdadeiro irmão.
"Você não pode trocar de lugar com ele! Isso não vai dar certo." Ele argumentou.
"Por que você está preocupado? Você não se importa com os outros, por que ele?" Damien perguntou irritado.
"Eu me preocupo comigo mesmo." Harry disse com uma sobrancelha levantada.
"Oh, vamos lá, Harry, eu não vou cair nessa! Diga-me o motivo real!"
Harry parou por um minuto antes de sussurrar para Damien.
"Eu não quero que ele seja usado. Posso ver o que Dumbledore está fazendo. O deixou com essas pessoas que não se
importam com ele, deixou ele lutar contra Voldemort, é tudo isso para transformá-lo em uma arma, para ser o 'escolhido!'
Eu não vou deixá-lo ganhar. Se Dumbledore quer se livrar de Voldemort, ele deve fazer isso sozinho!"
"É isso, que você realmente quer? Você quer ficar aqui, porque você não quer que Dumbledore o use ou é porque ele
ainda está vivo aqui?" Damien perguntou, com o coração batendo freneticamente.
"Ele não é o mesmo, Harry. O Voldemort deste mundo nunca ligou para você. Ele só quer matá-lo e se você tentar
chegar perto dele..."
"Eu sei, Damien, confie em mim. Isso não tem nada a ver com Voldemort. Ele não é o mesmo, eu não estou pensando
em conhecê-lo. . . " Harry disse.
"Eu não posso fazer isso sem você. O propósito disso é que, este Harry possa saber qual é a sensação de ter pais. Se a
mãe e o pai souberem que ele não é o real, e sim de outra dimensão, eles não vão tratar ele da maneira adequada, eles
vão querer mandá-lo de volta, gritando sobre a instabilidade e o equilíbrio da dimensão, ou eles vão tratá-lo como um
estranho, porque é isso que eles vão pensar dele. Se eles acharem que ele, sou eu, então eles vão tratá-lo como
deveriam". Harry explicou. Damien ainda não estava convencido. "Vamos lá, Damy, vai ser apenas por alguns dias, só até
você ir para Hogwarts. Que pode dar errado em dois dias?" Harry perguntou.
"Nada vai dar errado. Se você fizer tudo certo então tudo vai dar certo."
"O quê? Eu não vou fazer nada e nem você! O pai vai arrancar a minha cabeça se eu voltar sem você." Damien disse.
"Você não vai voltar sem mim, você vai voltar com ele." Harry disse, apontando para o outro Harry, que estava tentando o
seu melhor para não escutar.
Os dois meninos foram até o Harry mais jovem, Damien ainda implorando Harry reconsiderar. Harry ignorou.
"Ok, o trato é esse. Você vai para o meu mundo com Damien. E eu vou ficar aqui no seu lugar. Se eu for com você só vai
causar problemas. Eu possa fazer um feitiço, para fazer você ficar parecido comigo, ninguém vai saber que você é de
outra dimensão." Harry fez uma pausa enquanto Damien bufou sarcasticamente. Ele continuou. "Em dois dias, todo
mundo vai para Hogwarts, quando eles forem, vamos trocar de lugar novamente. Ninguém nunca vai saber." Harry
terminou.
"Mas, vamos voltar a Hogwarts em setembro, que é um mês de distância." Harry disse seu espírito umedecido pelo
conhecimento de que ele iria ver a sua família por dois dias.
"Parece que este universo é de três anos e cerca de um mês atrás o nosso." Damien comentou secamente.
"Você volta depois que todo mundo foi para Hogwarts. Isso vai dá dois dias para conhecer seus pais." Harry terminou.
Mesmo que fosse por apenas dois dias, a idéia de que ele pudesse ver a sua mãe e seu pai, falar com eles, estar com
eles, Harry estava se sentindo como se flutuasse no ar. Ele abriu um grande sorriso.
Damien estava xingando baixinho. Isso não ia dar certo, algo ia sair errado, ele podia sentir isso.
"E se eu precisar falar com você? E se algo horrivelmente errado acontecer?" Damien perguntou, tentando expressar
seus medos.
Ambos os Harry's se entreolharam. Dois dias era um período muito curto de tempo, mas, ainda assim, muita coisa
podia dá errada. De repente, o Harry de 18 anos pegou seu telefone celular.
O menino mais novo pegou o telefone, com uma expressão perplexa no rosto. Harry tomou os dois telefones e tocou
sua varinha neles. Imediatamente o Harry mais jovem falou.
"Você não pode fazer mágica aqui. O Ministério já me fez uma advertência. Vou ser expulso de Hogwarts."
Harry estava prestes a responder que não era uma grande perda, mas o medo na voz do outro Harry deteve.
"Minha varinha é diferente. Ele tem a capacidade de fazer feitiços que não podem ser rastreados." Harry assegurou-lhe.
O Harry de quinze anos olhou para a varinha e descobriu que ela parecia idêntica à sua varinha. Seria possível que os
dois tivessem a mesma varinha? Pensar em tudo isso dava uma dor de cabeça.
Harry bateu os dois telefones com a varinha e viu como eles brilhavam uma cor vermelha estranha antes de
desaparecer de volta ao normal. Ele entregou o telefone de Damien volta para ele.
"Eu usei um feitiço de conexão. É bastante básico, mas deve funcionar. É essencialmente o mesmo feitiço que está no
espelho de dois sentidos da mãe e do pai." Harry explicou.
"Mas será que funcionam através das dimensões?" Damien perguntou, parecendo duvidoso.
"Eu não sei, Damy. Eu nunca tentei isso antes." Harry riu de volta. "Em teoria, deveria, vamos testá-lo."
Harry olhou para a varinha novamente e sua paranóia voltou a falar novamente, talvez fosse um Comensal da Morte
disfarçado. Talvez tudo o que ele ouviu foi uma mentira e eles iam levá-lo para Voldemort. Mas quando Harry olhou para
o par de olhos idênticos, ele sabia que tudo o que tinha acontecido era real. Esta pessoa na frente dele era ele. Era como
olhar para um espelho e ver seu reflexo, mas não no sentido de aparência física, e sim, mais como no sentido espiritual.
Ele não sabia como argumentar com ele, mas ele confiou o menino à frente dele.
Harry passou a varinha sobre o garoto á frente dele e sussurrou algumas magias. Ele viu a expressão de um relutante
Damien, quando o menino de óculos e magro ficou mais alto, e seu corpo fortaleceu para coincidir com o do Harry que
estava em pé diante dele. Harry sorriu com satisfação. Ele parecia exatamente com ele, exceto pelos óculos. Harry
acenou com a varinha e murmurou um feitiço de correção na visão e o outro Harry piscou algumas vezes, enquanto tirava
os óculos.
Olhou-se no espelho do guarda-roupa e não podia acreditar que a pessoa piscando de volta para ele era ele e não o
Harry da outra dimensão. Ele se virou para olhar para ele.
"Obrigado." Harry disse enquanto guardava sua varinha. "Agora vocês devem ir. Você só tem dois dias. Não perca mais
tempo aqui." Ele mostrou Harry e Damien como a bússola funcionava. O anel externo caminhou cinco runas no sentido
horário, enquanto o interno três runas no anti horário.
"Eu ainda acho que você deveria reconsidera." Disse Damien enquanto a bússola era colocada em sua mão.
O Harry mais novo estava ocupado, estava retirando a varinha do bolso. Ele cruzou os óculos com cuidado e colocou
em outro bolso. Ele pegou o álbum de fotos e colocou-o em sua bolsinha, que ainda estava pendurado no pescoço
dele, apesar de sua forma muscular.
Aproveitando-se da distração do outro Harry, Harry puxou o Damien para mais perto e sussurrou-lhe.
"Ele só vai fica lá por dois dias. Não há necessidade de conta tudo que aconteceu comigo e com o Pedro. Basta fingir
que eu cresci com vocês, e fui embora para fazer um treinamento. Ok?" Harry disse.
Damien olhou para o rosto de seu irmão e acenou com a cabeça em concordância. Depois de ouvir o que este Harry
passara pelas mãos de Voldemort, era provavelmente melhor não contar a ele sobre o relacionamento que tinham
compartilhado naquela dimensão.
Harry afastou-se para o um canto do quarto para o outro Harry ficar perto de Damien. O rapaz de olhos cor de avelã deu a
seu irmão um último olhar antes de girar o anel interno por três runas. A bússola começou a brilhar, os cinco ponteiro
girando loucamente. A luz dourada começou a emitida pela a bússola e engoliu os dois meninos. Harry deu um passo
para mais longe, não querendo ser pego. Harry viu quando os dois rapazes desaparecer no ar, juntamente com a bússola.
Ele soltou um suspiro, agora que estava sozinho no quarto. Nos próximos dois dias, que ele ficaria neste mundo,
enquanto o seu homólogo maltratado passaria esses dias com sua família. Era a coisa certa a fazer. Damien não
conseguia entender, ele nunca tinha sido privado de seus pais. Ele não sabia o quanto isso doía. Harry entendia essa
dor e foi por isso que ele permitiu que o outro Harry ficasse alguns dias vivendo a vida que ele deveria ter tido.
A voz estridente gritou novamente o seu nome, trazendo Harry de seus pensamentos. Ele sorriu ao ouvir o som. Isso ia
ser muito agradável. Ele ia passar esses dois dias, com sua tia e tio. Ele alisou suas vestes e caminhou em direção a
porta. Já era tempo ele conheceu sua tia Petúnia.
*Chapter 3*: Chapter 3
Capítulo Três
AU mundo
Um flash de luz dourada apareceu e dois garotos caíram na grama fresca. Harry levantou a mão em direção ao seu rosto,
com a intenção de verificar seus óculos. Seus dedos agarraram o ar vazio a frente de seus olhos. Então ele se lembrou
que os óculos estavam guardados no bolso. Ele ia demora algum tempo para se acostumar com isso. Ele lentamente
ficou de pé e olhou em volta. Eles estavam em um gramado perfeitamente cortado, na frente de uma impressionante
mansão. O prédio era uma cor branca cremosa e irradiava magia. Harry estava olhando para os hectares de terra que
rodeavam a Mansão e não pode se segura, soltou um suspiro com a visão. Ele ouviu uma risada atrás dele e virou-se no
local para ver Damien alisando suas roupas e sorrindo para ele.
"Você sempre morou aqui?" ele perguntou, pensando que talvez nesta dimensão, os Potters nunca tenham vivido em
Godric.
"Não, nós mudamos para cá há um ano." Damien respondeu, olhando em volta para se certificar de que estavam
sozinhos e ninguém os tinha visto antes de guarda a bússola de ouro no bolso. "Vamos lá, é melhor a gente entrar."
Damien guiou Harry para a porta principal da Mansão e conduziu-o para dentro. Ele teve que leva esse Harry para o
andar de cima, aonde ele poderia prepará-lo sobre como agir em torno de seus pais. Ele não poderia ser muito
emocional, que seria no mínimo muito suspeito. A situação que seu irmão tinha criado, não significava nada além de
problemas, e Damien sabia disso, mas, como sempre, ele se viu indo junto com ele. Ele só esperava que seus pais
compreendessem o motivo desta vez.
Damien e Harry se arrastaram silenciosamente pelo corredor. Harry sempre olhando ao redor, com uma curiosidade
feroz, ele nunca tinha visto um lugar tão impressionante como este, com a exceção de Hogwarts, é claro. Porém não
importava o quanto ele amava sua escola de magia, ele poderia deixa de se apaixonar pela Mansão Potter. Não tanto
pelo luxo ou qualquer coisa assim. Mais sim por que pertencia aos Potter's.
"Vamos lá, por aqui!" Damien puxou Harry para a grande escadaria e apontou para o primeiro andar.
Harry o seguiu por apenas alguns passo, quando uma voz o fez parar.
"Aí estão vocês! Eu to procurado por vocês dois em tudo quanto é lugar."
Harry sentiu seu corpo enrijecer em antecipação. Ele reconheceu a voz, mesmo que ele não fizesse idéia que se
lembrasse. Dois anos atrás, quando os dementadores o atacaram pela primeira vez no Expresso de Hogwarts e ele
tivesse ouvido uma única palavra, o seu nome, sendo gritado com um tom de medo. Essa era a única referência que
tinha de como era a voz de sua mãe.
Lentamente, ele virou, com a mão ainda segurando no corrimão. Ele visualizou uma mulher se aproximando, sua mãe, Lily
Potter. Ela estava caminhando na direção deles, seu cabelo vermelho saltando a cada passo, um pano de prato em suas
mãos que ela estava usando para limpar e seca as mãos molhadas. Seus olhos cor de esmeralda brilhante vibrantes
estavam fixos nele, em Harry. O garoto de quinze anos sentiu toda a sua respiração deixá-lo quando ele olhou para um
par de olhos idênticos. Ele realmente tinha os olhos de sua mãe.
Lily veio para ficar na frente de seus dois filhos, que ela já tinha procurando por toda a casa.
"Onde vocês estavam? Olhei em todos os lugares " Ela reclamou, mas havia um sorriso em seu rosto.
Damien estava simplesmente a ponto de entrar em pânico. Ele não tinha pensado que sua mãe iria detê-los tão cedo.
Precisava explicar a Harry sobre como agir com James e Lily. Se ele ficasse muito emocional agora, seu disfarce já era.
'Por favor, por favor, não abrace ela, faça o que fizer, por favor, não abrace ela!' Damien silenciosamente implorou, ele
desceu os poucos degraus apressado.
"Nós... estávamos no campo de treino." Damien disse, vindo a ficar ao lado do Harry em silêncio.
Lily parecia irritada com Damien quando ela se virou para encará-lo.
"Eu lhe disse para subir e arruma suas coisas para Hogwarts. Estou avisando agora Damy, se você deixar alguma coisa
para trás, eu não vou voltar para busca e Harry não ira correndo para Hogwarts leva suas coisas, não é Harry?",
perguntou ela, virando-se para encará-lo.
Harry não respondeu. Ele estava muito ocupado analisando tudo sobre a mãe dele. Sua voz, sua aparência e a forma
como ela estavam de pé, com as mãos torcendo o pano de prato enquanto ela brigava com o Damien. Ele
silenciosamente ficou maravilhado como ela era maternal, mesmo quando ela estava dizendo dando bronca em alguém.
"Harry, o que em nome de Merlin você está vestindo?" Lily perguntou quando ela notou o traje estranho seu filho usava.
Harry saiu de seu torpor e olhou diretamente para o par de olhos verdes, fixo olhando interrogativamente para ele. Ele
percebeu que ela tinha perguntado algo e estava esperando por uma resposta. Próximo a ele, Damien estava
começando a transpirar.
"Harry, por que você está usando essas roupas?" ela repetiu, olhando para a camisa abatida e folgada e as calça jeans
remendada.
Harry não conseguiu encontrar sua voz; ele desviou o olhar sem saber o que ele deveria dizer.
"Eu fiz isso!" Damien interrompeu. "Sim, eu... Eu estava apenas brincando e troquei a roupa dele para essa em
farrapos. Eu pensei que fosse engraçado." Ele forneceu, parecendo envergonhado.
Lily olhou para ele e voltou a olhar para as roupas. O que tinha de engraçado em mudar as roupas para trapos? Ela
nunca poderia entender humor masculino.
Lily estava confusa com o estranho comportamento de Harry. Ele estava olhando para ela como se estivesse a vendo
pela primeira vez. A maneira como ele estava agindo a fazia pensar que ele estava chateado com alguma coisa, ou
talvez ele estivesse doente.
"Harry, você está bem? Você não parece muito bem." Ela disse estendendo a mão para sentir a testa e verificar sua
temperatura.
Quando seus dedos jogaram a franja para trás e tocou-lhe a testa, Harry sentiu sua respiração sumir dentro dele. Seu
coração parecia está sendo esmagado por uma força invisível e os cantos dos olhos se encheram de lágrimas. Ele deu
um passo para trás e balançou a cabeça novamente, sem saber o que dizer ou até mesmo como dizê-lo; sua garganta
estava muito apertada para permitir que qualquer palavra de sair.
Lily estava olhando para o seu comportamento completamente perdida. Harry já tinha se afastado dela antes, mas
ultimamente ele estava começando a se aproximar dela. Ao vê-lo se afastar dela como ele tinha feito a fez sentir como
eles estivessem voltados à estaca zero.
"Você está bem? Qual é o problema?" Lily perguntou perplexa com o comportamento dele.
Damien aproveitou.
"Isso, isso, estamos muito cansados ! Tivemos um longo treino, nós vamos subir e descansar. Vamos, Harry." Damien
puxou-o pelo braço, instigando-o a subir as escadas.
"Você pode descansar depois de ter arrumado sua coisas! Eu não vou dizer isso de novo." Lily disse com firmeza.
Damien rapidamente concordou, puxando Harry com ele. Harry subiu as escadas, voltando-se para olha a sua mãe de
vez em quando. Lily estava ainda mais confusa. O que tinha acontecido com o Harry? Ela balançou a cabeça e voltou
para cozinha, pensando sobre seu comportamento enquanto terminava de preparar o jantar.
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Damien abriu a porta do quarto de Harry e conduziu o garoto para dentro antes de fecha a porta. Ele lançou um feitiço
silenciador na porta, para evitar alguém de escutar.
Ele se virou para ver Harry caminhar em direção à cama em transe. Ele caiu sobre ela e ficou olhando para o chão, sua
mente lembrando-se da primeira vez que viu sua mãe.
"Você está bem?" perguntou Damien, seu coração cheio de compaixão por ele.
Damien sabia que não importava o quanto ele tentasse, ele não conseguiria entender o que Harry estava passando.
Ele até ele e puxou a cadeira para longe da mesa, para poder sentar-se ao lado deste 'novo' Harry.
Harry olhou para cima e seus olhos encontraram os de Damien. Ele balançou a cabeça novamente.
"Eu nunca pensei... Isso é algo que sempre sonhei.. reencontrar meus pais novamente. Quer dizer, eu sei que ela não
é realmente a minha mãe. Sei que a minha verdadeira mãe morreu e que esta Lily pertence a este mundo, e não ao
meu." Harry estava divagando. "Eu sei disso, mas... está ainda é Lily Potter, por isso de uma maneira estranha, ela é a
minha mãe. E eu tive a chance de conhecê-la de vê-la. É muito estranho pensar que há algumas semanas atrás, eu a vi
o seu eco e pensei que nunca mais iria vê-la novamente ou ouvir sua voz e agora, aqui estou eu, com ela, onde eu possa
vê-la e falar com ela e tudo mais."
Damien escutou sem dizer nada. Era difícil para ele ouvir sobre a morte de sua mãe e seu pai, mesmo que sendo de
outro mundo. Ele entendeu ligação que este Harry teria com James e Lily. Eram as mesmas pessoas, só em mundos
diferentes.
"Se você se sente assim com a mãe, espere até conhecer o papai." Damien disse com um sorriso.
"Não, ele costumava ser auror, mas ele se demitiu. Ele agora é o novo Professor de Defesa Contra as Artes das
Trevas." Damien disse.
Harry queria perguntar por que seu pai tinha deixado de ser um auror. Parecia estranho seu pai desistir de um trabalho
como esse. Ele queria ser um Auror quando ele se formasse em Hogwarts.
Damien mudou de posição na cadeira e não olhou para ele, quando respondeu.
"Ele meio que se desentendeu com o ministro, é muito complicado." Ele parou de falar.
"O ministro? Mas por que ele..." Harry começou, mas foi cortado por Damien.
"Isso realmente não importa." Damien disse apressadamente. "Eu tenho que explicar algumas coisas para você, então
você poderá fingir ser o Harry. Quer dizer, o Harry que deveria estar aqui." acrescentou.
"Tudo bem." Harry respondeu contente de receber mais algumas informações sobre seu outro eu.
Damien respirou fundo, o que ele deveria dizer a ele. Seu irmão tinha dito para não contar a verdade sobre como ele foi
seqüestrado por Peter e dado a Voldemort para ser criado. Ele não contaria isso, também não haveria necessidade. A sua
estadia seria de apenas por dois. Mas como ele iria explicar o comportamento distante de Harry com seus pais, então?
"Você deve saber algumas coisas sobre o Harry." Damien começou, pensando sobre uma explicação plausível. "Harry
não cresceu com a gente." no olhar interrogativo do outro Harry continuou ele. "Harry foi enviado para um centro de
treinamento, para aprender habilidades que iria ajudá-lo a se torna mais forte. Como resultado, ele estava longe de casa
e de nós por um longo tempo. Ele só começou a viver conosco corretamente alguns anos atrás." De certa forma, isso era
verdade.
"Oh" Harry respondeu. "Isso faz sentido." Ele olhou para si mesmo. "É por isso que ele se parece assim." Harry
comentou.
"Sim, ele treinou muito." Damien riu nervosamente por algum motivo. "De qualquer forma, já que ele ficou tanto longe da
mãe e do meu pai, ele é um pouco distante com eles. Ele não cresceu com eles e por isso, às vezes, ele acha um
pouco difícil, lidar com toda a sua aproximação." Damien tentou manter a historia o mais verdadeiro possível.
"Você foi para esse treinamento também? É uma coisa comum, aqui?" Harry perguntou.
"Não, Harry era... hum, diferente. Ele foi enviado porque ele corria perigo por causa de Voldemort, sendo o escolhido e
tudo mais."
O nome trouxe um sentimento de raiva em Harry. Ele se recuperou e engoliu o sentimento de ódio crescia dentro dele.
Foi só então que ele percebeu as palavras Damien tinha adicionado no final.
Ao olhar a expressão de Harry, pensou Damien que talvez as coisas fossem diferente, em seu mundo.
"Pode ser que isso seja apenas nesta dimensão." Damien disse. A questão veio a ele e ele decidiu perguntar, para
entender as diferenças entre os dois mundos melhor. "Você disse que seus pais tiveram que se esconder. Por que eles
fizeram isso? Neste mundo, minha mãe e meu pai levaram Harry ao Godric para mantê-lo seguro por causa da
profecia? Se no seu mundo não teve essa profecia, então por que tiveram que se esconder?"
Harry parecia perdido. Ele nunca tinha se perguntado sobre isso. Ele assumiu que seus pais estavam escondidos de
Voldemort por causa de seu crescente poder. Ele nunca tinha pensado que poderia ser mais do que isso.
"Eu... eu realmente não sei. Ninguém nunca me contou o que aconteceu." Harry respondeu.
Damien acenou com a cabeça em compreensão, mas sentiu uma pontada de irritação com esse outro Harry. Por que ele
iria se contentar com isso? Ele não deveria tentar descobrir por que seus pais foram mortos?
"O que fala essa profecia?" Harry perguntou intrigado com a menção dela.
Damien sabia que não era uma boa idéia para falar com ele, sobre isso. Isso levaria a perguntas difíceis, sobre
Voldemort e a sua morte.
"Mas ainda assim, se é sobre Harry, então eu..." Harry foi cortado por um som baixo. Tanto seu nome e de Damien
estava sendo gritado por alguém. Alguém que soava muito parecido com Sirius Black.
"Ok, vamos falar mais tarde. Basta tentar agir distante com todos eles, venha comigo." Damien disse, levantando-se e
caminhando para guarda-roupa de Harry. Ele pegou algumas roupas para Harry se trocar.
"Mas, qual é o ponto de vir até aqui se eu não posso falar com meus pais?" Harry perguntou um pouco irritado.
"Eu não disse para não fala com eles! O Harry conversa com eles. Não é como se ele os odeia-se de qualquer forma."
Damien disse e acrescentou "não mais" para si mesmo.
"Eu quis dizer para não abraçá-los ou algo do tipo!" Damien disse apressadamente.
Antes que Harry pudesse dizer mais, outro grito o fez parar.
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Harry seguiu Damien, como ele não estava familiarizado com a planta da Mansão. Ele seguiu o menino mais novo pelo
corredor e por uma sala de estar. Ao mesmo tempo, Harry notou que, embora tudo estivesse limpo, ele não era da mesma
forma que na Rua dos Alfeneiros. Na casa de Tia Petúnia, tudo ira cuidadosamente limpo e cada item tinha
que estar em seu lugar. Toda a Rua dos Alfeneiros tinha um senso de falta de naturalidade para ele. Mas neste lugar, a
casa de sua mãe, tinha uma aura muito confortável. As coisas ficavam espalhadas pelos os cômodos e tinha um olhar
vivido; algumas peças pela a lareira, um manto estava estendido sobre o sofá, cadeira, havia alguns livros em cima da
mesa de centro. Isso fez Harry querer se aconchega no sofá e ler um livro confortavelmente.
Harry estava tão ocupado, olhando ao redor que de primeira ele nunca notou os adultos na sala. Ele olhou para cima
quando ele notou que um homem de cabelo escuro se levantou e caminhou em sua direção.
Harry ficou parado em estado de choque. Ele já esperava ver seu pai, ele até tinha se preparado para enfrentá-lo, mas o
homem de cabelo escuro em pé diante dele não era James Potter e sim, Sirius Black.
Harry tinha pensado, quando viu pela primeira vez a imagem do fugitivo Sirius no Profeta Diário, que Sirius deveria ter sido
um homem muito bonito e que Azkaban era o responsável por tirar a maior parte de sua beleza. Agora que ele estava de
pé diante deste Sirius, viu que ele estava certo. Um homem incrivelmente bonito estava sorrindo para Harry, a visão disso,
fez Harry perceber que o seu Sirius nunca mais sorriu. O seu sorriso era vazio, em comparação com esse sorriso diante
dele. O brilho nos olhos e a saúde que irradiava dele causou uma pontada dolorosa no coração de Harry. Era assim que o
seu Sirius deveria ser. Ele nunca deveria ter ido para Azkaban.
"Hey, Harry? Você está bem?" Sirius perguntou, notando o olhar em seu rosto.
"Sim, eu... Eu só estava pensando em algumas coisas." Harry obrigou seus pés a se move para além de Sirius e parou de
olhar para ele.
Harry viu que Remus também estava na sala, sentado ao lado de uma mulher de cabelos roxos que ele nunca tinha visto
antes. Harry olhou atentamente para Remus desta dimensão. Ele ainda parecia doente e seu rosto estava coberto de
arranhões. Então, ele ainda era um lobisomem nesta dimensão. Isso era interessante. Ele percebeu que suas roupas não
eram de pobre ou remendada. Ele estava vestido com vestes casuais de verde garrafa e parecia bastante feliz sentado ao
lado da mulher de cabelo roxo, que estava sorrindo e conversando com Remus calmamente. Parecia que eles eram um
casal, sentado perto um do outro e sorrindo e sussurrando um com o outro. Harry pensou que a mulher parecia um pouco
jovem para Remus, mas o importante é que o fazia feliz.
Harry viu o olhar familiar de preocupação em seus olhos e o calor em suas palavras. Foi reconfortante ver que Remus
era o mesmo que seu outro eu.
A palavra "professor" saiu sem ele percebesse. Harry parou, repreendendo-se mentalmente por ser tão descuidado.
Agora ele esperava que Remus também tivesse ensinado em Hogwarts nessa dimensão, assim, ele poderia cobrir seu
erro. No entanto, a partir dos olhares de choque e confusão nos rostos de todos, Harry percebeu com uma sensação
de pavor que Remus nunca havia ensinado.
Harry olhou para Damien pedido ajuda, e viu o garoto de 14 anos estava possivelmente mais nervoso do que ele no
momento. Sirius estava olhando para Harry, esperando o final da piada.
"Boa, Harry"! Ele disse, dando a Harry um soco leve no braço antes de jogar-lhe um olhar discreto que se via - Cale a
boca e jogar junto!
Remus estava olhando confuso, mas permaneceu sentado e esperou por uma explicação.
"Eu e Harry estávamos falando sobre como todos são realmente bons Aurores, que deveriam se tornar professores.
Você sabe, como o pai fez." Damien explicou.
Um olhar de compreensão apareceu nos rostos dos três Aurores e eles olharam para Harry com diversão. Harry
apenas sorriu o mais agradavelmente que podia.
"Ah, certo. Então, o que vocês dois acha que eu poderia ensinar?" Remus perguntou a seu afilhado com um sorriso.
"Trato das Criaturas Mágicas, o que mais? " Damien suavemente respondeu .
Remus riu e Harry suspirou de alívio. Ele tinha que ter mais cuidado, ele quase estragou tudo.
"Você com certeza gostaria de ser o nosso professor de Quadribol." Damien respondeu.
Harry se virou e viu que a estranha com o cabelo roxo que tinha feito a pergunta. Ela estava olhando para Harry com um
sorriso e estava esperando por sua resposta.
Harry olhou para ela pensando em o que dizer. Ele não sabia quem ela era, então como ele poderia saber que classe ela
seria mais adequado para ensinar? Ela estava olhando para Harry com um sorriso brincalhão, enquanto Remus e Sirius
riram às gargalhadas.
"Nós ainda não decidimos o que você poderia ensinar." Harry respondeu, sem saber de que outra forma de responder.
Sirius soltou uma gargalhada e a mulher de cabelo roxo bufou de brincadeira, fingindo estar ofendido.
Harry ainda estava olhando perdido, mas antes que pudesse dizer qualquer coisa, Damien saltou em seu socorro.
"Oh, vamos lá, Tonks. Você sabe que estamos apenas brincando com você. Quem mais poderia ensinar
Transfiguração, se não você?"
Tonks sorriu e se virou para piscar para Harry, que em troca apenas sorriu sem jeito. Ele teria que se lembrar de
perguntar Damien quem era essa mulher.
"Bem, só porque seu pai está se juntando a equipe de Hogwarts, não significa que o resto de nós pode ir também."
Remus disse.
A voz veio de trás de Harry, e ele virou-se para enfrentar o recém-chegado. Ele estava esperando para ver seu pai em
breve, mas a visão ainda tirou o fôlego. Ali, de pé ao lado da porta, segurando um prato de comida, estava seu pai,
James Potter. Não importa quantas vezes Harry o estivesse olhado em seu álbum de fotos e estudado o rosto de seu pai,
ele nunca poderia ter apreciado o quão parecido eles eram. Vendo-o de carne e osso, de pé a poucos centímetros dele,
Harry viu a estranha semelhança entre eles.
"Eu não sei, Pontas, você sabe o que dizem, quem não pode, ensina!" Sirius disse antes de deixar escapar outra
gargalhada.
James pegou um pudim Yorkshire do prato que estava segurando e enfiou-o na boca aberta do seu melhor amigo.
"Ei pessoal, vamos come. James! Onde está a bandeja com o pudim de Yorkshire?" veio a voz de Lily da cozinha.
Todo mundo se levantou e começou a caminhar para a cozinha. James viu Harry de pé na sala, com tipo de sorriso
estranho no rosto.
Harry olhou para o pai e sentiu seu coração inchar com a felicidade.
"Claro... pai." A palavra saiu língua de Harry naturalmente e um arrepio passou por ele. Ele estava conversando com
seu pai!
James sorriu também e levou seu filho através da porta para a cozinha, onde todos eles se sentaram juntos para
jantar.
Um Harry muito feliz se sentou ao lado de Damien, sua mente vagando para Privet Drive. Perguntou-se como o outro
Harry estava indo.
Canon mundo
Na Rua dos Alfeneiros, Harry desceu a escada e virou-se para a cozinha. A luz da manhã tinha acendido a casa e Harry
podia ver o lugar mais claramente. Ele não prestou muita atenção embora. Ele caminhou em direção à porta que ele sabia
desde ontem à noite para ser a porta da cozinha.
Passou pela pequena porta que estava no armário sob as escadas e Harry parou ao lado dela. Ele abriu a porta
destrancada e olhou para dentro, era abarrotado, um local pequeno e escuro, lembrando-se do que o outro Harry tinha
dito. Ele cresceu ali dentro, trancado como lixo indesejado. Harry desviou os olhos do armário e fixou na porta que dava
para a cozinha.
Ele abriu a porta e entrou na cozinha impecavelmente limpa. Ele olhou em volta e viu uma mulher magra pegando
canecas no armário para o chá. Harry ficou surpreso com sua aparência. Por ser irmã de sua mãe, Harry estava
esperando alguém com algum tipo de semelhança com Lily. Mas o que ele viu diante de si era uma mulher muito magra,
com cabelos loiros curtos. Ela tinha um pescoço anormalmente longo para seu rosto, que lembrava a Harry, um cavalo.
Harry se perguntou que talvez ele estivesse enganado e essa não seria sua tia Petúnia.
A mulher não olhou para o Harry e virou o rosto para o teto antes de deixar escapar um estridente "Harry!"
"Sim, ela é a Petúnia, Ótimo' Harry pensou enquanto caminhava mais para dentro.
"Aí está você! Já era tempo...!" Petúnia parou com a visão de Harry. Ela tinha escutado os passos dele e começado a
falar com ele antes de se virar para encará-lo corretamente. Agora que ela olhou para ele viu um Harry muito diferente.
No início, ela foi pega de surpresa e tinha realmente pensado em gritar por Valter. Havia um estranho em sua casa! Mas,
então, ela reconheceu as feições de seu sobrinho e percebeu que o rapaz muito mais velho de pé em frente a ela era, na
verdade Harry Potter. Ele não estava apenas mais velho, ele estava sem os óculos e seu corpo havia crescido, ele não
estava mais terrivelmente magro. Ele estava usando roupas que ela não conhecia e encaixa perfeitamente nele. Foi
quando seus olhos chegaram até seu rosto, que ela percebeu o sorriso.
Harry olhou para o seu corpo e olhou de volta para sua tia enfurecida.
"O que? isso? Oh, não é nada. Fiz uma poção de fortalecimento na noite passada. Fico feliz em dizer que funcionou
muito bem, você não acha?"
Harry riu abertamente, pelo olhar de choque e desgosto no rosto de sua tia.
"Não diga isso de novo!" Petunia em pânico antes de correr para a janela para fechá-la.
Ela virou-se para enfrentar um olhar de muito divertimento do Harry antes de cuspir para fora.
"Onde é que você fez isso... isso, essa coisa?" ela exigiu.
"Aqui, onde mais? Eu fabricado na noite passada, em um caldeirão, bem ali, no seu fogão." Harry disse, apontando
para o aparelho reluzente.
Harry tinha percebido que a mulher era muito ligada a sua cozinha, já que parecia que tinha acabado de ser construída.
Ele sabia que isso era uma coisa boa de usar para aborrecê-la.
Ele estava certo.
Petúnia deu um grito muito feminino antes de suas mãos voaram para seu rosto. Ela virou-se para o seu precioso fogão
e voou em direção a ele, esfregando em todos os cantos, como se estivesse tentando limpa alguma resídua de "magia
imunda', como se fosse comida queimada.
Harry não pôde deixar de rir da mulher patética como ela olhava para o fogão antes de se virar para suas bancadas e
examiná-la em frenético pânico.
Quando ela estava certa de que nada havia sido danificado, ela virou-se para Harry. Seu rosto estava retorcido de raiva e
suas narinas estavam um tanto dilatadas, parecia que chamas estavam prestes a saltar dela.
Harry não foi afetado tão pouco. Ele sabia que não importava como o tio Valter tratava Harry, ele não o teria abusado dele
se sua tia, irmã da própria mãe, não tivesse permitido. Ela era mais culpada do que Valter, como ela era a pessoa que
estava relacionada com Harry e ela deveria protegê-lo.
"Como você se atreve!" Petunia gritou para ele. "Como você pode usar a minha cozinha, a minha casa, para usar o
seu... seu... estranho, não natural..."
"Simples, realmente." Harry a atravessou. "Eu usei um caldeirão em vez de uma panela e fez uma poção, bem parecido
como se você fizesse sopa. A única diferença é que eu usei ingredientes como olho de salamandra e língua de..."
"Pare, pare! Eu não quero ouvir isso!" Petúnia gritou, parecendo que ela estaria doente a qualquer momento.
"Petúnia, querida. Qual é o problema? " uma voz disse atrás deles.
Harry virou-se ao ouvir a voz familiar. Ele sabia que a voz pertencia ao tio Valter. Ele tinha ouvido a voz dele na noite
passada, mas não o tinha visto. A visão tirou o fôlego. O homem era tão alto e gordo. Seu rosto estava muito vermelho, e
seu bigode grande parecia estranho debaixo de seu nariz. Ele quase não tinha pescoço, quando de sua esposa parecia
que tinha crescido a mais que o devido. Seus pequenos olhos redondos estavam fixos em Harry e ele também tinha um
olhar de choque no seu rosto quando o reconheceu.
"Você... você, garoto! Qual é o significado disso?" ele exigiu, esquecendo-se de sua esposa por um momento.
Harry não respondeu, ele nem precisou, também. Petúnia mergulhou na explicação, soluçando sobre como sua
cozinha estava contaminado com rituais esquisitos.
"Ele... ele usou coisas horríveis, na minha cozinha, em nossa casa! Olhos de... de... oh, eu não posso repeti-la!"
Petúnia disse, jogando as mãos ossudas sobre o peito.
"Você não vai dizer uma palavra! " ameaçado Vernon como seu rosto continuou a crescer vermelho. Ele tremia de raiva.
"Ok, eu não vou dizer uma palavra. Que tal uma frase?" Harry perguntou, gostando do olhar de raiva que se espalhou
pelo rosto do homem obeso.
"Eu tentei, de novo e de novo, mas você não ouve! Você não tem nenhum respeito por minha casa ou minhas regras.
Você só..." Valter parou, seus pequenos olhos arremessando através da cozinha. De repente, ele virou-se para Harry,
uma veia roxa pulsava horrivelmente em sua testa. "Ontem à noite, quando eu te vi no corredor, você disse que era para
pegar um copo de água. Você mentiu não foi? Você estava fazendo seu Abra-Cadabra , não era? " ele exigiu.
Valter se ergueu em toda sua estatura, que agora fazia menos efeito com esse Harry já que era mais alto.
"Isso é o que é, rapaz! Você teve seus avisos! Você vai ficar trancado em seu quarto! Você vai sair para nada! Essa é a
sua punição." Seu tom de autoridade, não perturbou em nada o Harry.
Harry fingiu pensar sobre a punição abaixando a cabeça e com olhar perdido em pensamentos. Ele olhou para trás e
disse uma única palavra.
"Não"
Tio Valter olhou para o menino a frente dele com um olhar chocado. Petúnia parecia que ela estava prestes a desmaiar.
"O quê?"
"Eu disse, não. Eu não concordo com a sua punição." Harry declarou friamente.
"Não é para discussão!" Vernon balbucio, enfurecido com a audácia seu sobrinho teve de discutir com ele.
"Bem, agora é. Eu não fiz nada de errado, então eu não vou ficar de castigo." Harry respondeu.
Ele foi pegar Harry, para arrastá-lo para o armário. Na mente trouxa de Valter, ele pensou que a mudança na aparência
de Harry era apenas uma ilusão. Ele não achava que o rapaz tinha desenvolvido uma força verdadeira em apenas uma
noite. Por isso, ele ficou muito surpreso quando sentiu sua mão ser pega no ar e apertada e de repente sua mão estava
presa dolorosamente atrás dele. Seu peso foi usado contra ele como ele foi empurrado contra a parede, com o rosto se
esmagado contra a parede. Ele estava vagamente consciente de grito horrorizado de Petúnia atrás dele.
"Eu acho que seria melhor para você, nunca mais, tentar fazer isso!" Harry falou perigosamente em seu ouvido.
Este não era o Harry. Esse não poderia ser o Harry. Seu sobrinho Harry nunca poderia fazer tal façanha. Ele era teimoso e
atrevido e o respondia o tempo todo, mas ele nunca iria ameaçá-lo, nunca.
Harry soltou e o virou. Foi uma prova de resistência para Harry, ele ter sido capaz de controlar um homem do tamanho e
peso de Valter Dursley. Vernon olhou para o rosto sorridente.
"Não se preocupe, tio. Ainda sou eu, Harry Potter. Mas eu decidi parar de usar os óculos." Os olhos verdes de Harry,
escureceram apenas um pouco, mas Valter percebeu. Ele engoliu em seco com medo e tentou afastar-se dele, mas ele
foi pressionado contra a parede. Ele não tinha para onde ir.
A próxima coisa que Valter sabia, ele estava sendo agarrado pelo colarinho e foi arrastado para fora da cozinha. Ele
ficou de frente para o armário sob as escadas. Valter não entendia o que estava acontecendo. Ele podia ouvir Petúnia
choramingando atrás dele, mas não conseguia se virar para encará-la devido à forte aderência Harry tinha sobre ele.
Vernon virou para olhar para Harry, com a descrença escrita em seu rosto.
"O quê?"
Valter não podia acreditar no que estava ouvindo. Ele não ia ser tratado desta forma, em sua própria casa! Era
escandaloso!
"Harry, você não pode fazer isso! É desumano!" Petúnia gritou, ela sabia que com o tamanho de alguém como o Valter, o
armário ia ser extremamente desconfortável. Ela não tinha certeza se ele caberia.
Harry virou-se para olhar para ela. Sua expressão ainda era calma, mas um fogo estranho entrou em erupção em seus
olhos verdes.
"Engraçado, você não achava que era desumano quando fui forçado a viver aqui por dez anos."
Petúnia estava sem palavras. Ela olhou para Harry com os olhos arregalados de medo. Harry desviou o olhar e voltou
sua atenção para o seu tio.
"Vamos lá, tio. Você foi rápido em querer me trancar aqui, agora entre você mesmo e veja como é que é. Talvez, então
você comece a pensa duas vezes de querer trancar qualquer um aqui."
Valter não ia entrar ali. Só de olhar para o pequeno espaço escuro que estava fazendo ele se sentir claustrofóbico.
"Pai? Que... o que está acontecendo?"
Todos os três se voltaram para as escadas para ver Dudley parado lá. Harry pegou na forma de seu primo. Ele era
grande, assim como seu pai, mas ele não estava tão ruim assim, ainda. Seus olhos estavam fixos em Harry e em seu pai,
e ele estava visivelmente assustado. Ele não reconheceu Harry, não de imediato.
"Quem é você? O que você está fazendo com o meu pai?" Dudley começou, a falar com o seu primo, mas de repente foi
empurrado para trás por uma força invisível. Seus olhos se arregalaram de susto quando viu o pedaço de pau na mão do
estranho.
Petúnia e Valter gritaram quando viram Harry apontar sua varinha para o seu filho.
"Você não pode... você não pode usar isso! Você vai ser expulso!" Valter gritou enquanto tentava sair do controlo
apertado de Harry.
"Não desta vez. Eu fiz algumas mudanças, eu posso fazer toda a magia que eu quero e o Ministério não sabe nada!"
Harry podia ver claramente o efeito de suas palavras tinham sobre os três trouxas.
Não era uma visão bonita, mas Valter finalmente conseguiu espremer-se para o espaço pequeno. Harry
descaradamente acenou para ele antes de bater a porta e trancá-lo com um clique. Ele virou-se para enfrentar uma
Petúnia muito branca.
"Eu acho que nós devemos tomar o café da manhã agora, sinto com votante de comer bacon. Você acha que você pode
fazer um pouco para mim? ele perguntou com falsa doçura na voz.
Petúnia assentiu com a cabeça, obviamente, com muito medo de falar e correu para a cozinha. Harry poupou um único
olhar para Dudley, que ainda estava pressionado contra a parede, como se estivesse preso a ela.
Harry ignorou-o e entrou na cozinha. Ele iria libertar tanto Dudley e Valter depois de alguns minutos. Ele não ia deixá-los
em seu estado torturante por muito tempo. Ele estava apenas fazendo-os pensar que ele ia deixá-los.
Como ele se sentou à mesa de madeira e observou a tia Petúnia em pânico fazendo seu café da manhã. Ele podia ver as
lágrimas escorrendo pelo o seu rosto. A visão não fez diferença para Harry. Ele sabia que seu suplente, deveria ter
derramado incontáveis lágrimas nesta casa e ninguém teria feito qualquer tentativa de limpá-las.
Ele se arrumou quando Petúnia colocou um prato grande de café da manhã a sua frente. Harry comeu seu café da manhã
com um pensamento em sua mente; os dois dias, que ele tinha nesse mundo seria gasto para se certifica que nenhum
dos Dursley iria maltratar Harry Potter novamente.
OBS... Desculpem-me por qualquer erro de português... A tradução é muito mais complicada, do que eu imaginava.
*Chapter 4*: Chapter 4
Capítulo Quatro
AU mundo
O jantar foi um assunto agradável. Embora Harry quase não tenha comido nada, como ele estava muito ocupado
observando as pessoas ao seu redor. Ele percebeu imediatamente a alegre e a descontração que Sirius tinha. Ele era
diferente do Sirius de seu mundo. Claro, que perder o seu melhor amigo e passar 12 anos em Azkaban iria endurecer
qualquer um.
Harry observava a cena ao seu redor com sentimentos estranhos florescimento dentro dele. Ele estava sentado no jantar
com seus pais. A sua vida era para ser assim, não ser ignorado por sua tia e seu tio. Harry sentiu algo bater o pé e ele
olhou para cima para ver Damien olhando para ele com uma careta. Ele sussurrou a pelo canto de sua boca,
"Pare de olhar fixamente! Você está deixando obvio que algo está errado."
Harry olhou para o lado e se concentrou em seu prato cheio de comida e tentou comer alguma coisa, mas era difícil,
pois seu apetite havia aparentemente desaparecido.
Após o jantar acabar, Damien agarrou Harry e arrastou-o para cima. Os adultos estavam felizes em deixar os dois
rapazes sozinhos e não notaram nada fora do comum.
No andar de cima, Damien trancou a porta do quarto de Harry e deixou escapar um suspiro.
"Oh Deus, eu não acho que agüentaria isso durante a noite. Eu tinha certeza de que alguém iria percebe que estava
agindo de forma estranha."
"Sinto muito, eu não sabia como agir." Harry disse, genuinamente arrependido de quase ter atrapalhando as coisas.
"Não, não, está tudo bem. Você foi bem, menos pelo comentário de 'Professor'." Damien respondeu.
Harry podia sentir seu rosto esquentar pelo seu deslize. Ele abaixou a cabeça para se salvar de algum embaraço.
"O que esperava com isso, afinal? Tio Moony é professor no seu mundo?" Damien perguntou, sem perceber a
bochecha vermelha do outro rapaz.
"Ele ensinou Defesa Contra as Artes das Trevas no terceiro ano. Depois disso, ele teve que sair já que todo mundo
descobriu que ele era um lobisomem." Harry respondeu, ainda sentindo o ressentimento amargo por Snape, que foi
quem deixou escapar o segredo.
"Eu não sei, para ser honesto. Remus disse que a maioria dos pais se oporia a ele ensinando os seus filhos, no caso de
ele os atacar na lua cheia. Ele foi o melhor professor que tive, mas foi forçado a demitir-se por causa de... bem, sua
condição." Harry olhou para Damien. "Então, ele é um auror neste mundo?"
"Alistou-se ao mesmo tempo em que meu pai e tio Sirius. Ele está trabalhando ao lado deles desde que se formou em
Hogwarts."
Harry sorriu para isso. Era bom saber que neste mundo os Marotos ficaram juntos, com a exceção de Peter, claro. O
pensamento lembrou Harry que ele não tinha aprendido o que esse Peter tinha feito para causa sua saída. Ele teria
que descobrir durante sua estadia.
"Então, quem é seu professor de Defesa agora?" Damien perguntou, tomando um assento oposto Harry na cama.
"Eu não sei. Nós temos um novo professor a cada ano, ninguém dura mais de um ano." Harry respondeu.
As sobrancelhas de Damien subiram para isso.
"Alguma coisa sempre acontece com eles. Alguns pensam que o trabalho é amaldiçoado. Com certeza parece que de
alguma maneira." Harry disse puxando as pernas em cima da cama e se estabelecer de forma mais confortável na cama
do "outro" Harry.
"Bem, o primeiro foi o Professor Quirrell. Ele era um professor bom o suficiente, porém ele só tinha um problema,. .
Voldemort estava alojado na parte de trás de sua cabeça."
"O quê?"
"Voldemort estava compartilhando de seu corpo, como ele tinha um para si mesmo." Harry explicou. "Desnecessário
dizer que Quirrell não durou muito tempo. Ele estava tentando chegar até a Pedra Filosofal, uma pedra que ajudaria
Voldemort volta. Eu nem sei como, mas Hermione, Ron e eu nos envolvemos e paramos Voldemort antes que ele
pudesse ter sucesso. No nosso segundo ano tínhamos alguém chamado Gilderoy Lockhart como nosso professor."
Harry esperou para ver se o nome era conhecido para Damien. Quando Damien não demonstrou qualquer
reconhecimento ao nome, Harry continuou. "Ele era uma fraude, roubava o crédito dos trabalhos dos outros e usava o
feitiço obliviates nele depois. Ele também foi demitido no final do ano, por usado o feitiço obliviate nele mesmo por
acidente e não se lembra de mais nada, nem mesmo o próprio nome."
"Oh?" Damien disse, e Harry podia ver compaixão pelo Professor em olhos castanhos de Damien.
"Não se sinta mal por ele. Ele estava tentando oblivina eu e o Roni porque tínhamos encontrado a Câmara Secreta. Ele
estava pensando em rouba todo o crédito."
"Yeah"
"É uma câmara que foi construída por Salazar Slytherin. É uma câmara subterrânea, embaixo Hogwarts. Foi reaberta
em meu segundo ano e Ginny foi levada para lá. Ron e eu fomos resgatá-la.
"Você... você salvou Gina?" ele perguntou com alegria mal escondida.
"Não, não é nada. Por favor, continue." Damien disse, não querendo dizer que algumas coisas eram semelhantes entre os
dois Harrys.
"Terceiro ano foi o melhor, Remus veio e nós realmente aprendeu alguma coisa. Seus ensinamentos vieram a ser muito
útil quando fui atacado por dementadores. Patrono, O feitiço, que Remus me ensinou salvou a minha vida, para não
mencionar de algumas outras pessoas também." Harry continuou.
"Você aprendeu o encanto Patrono no seu terceiro ano?" Damien perguntou, com os olhos arregalados.
"Sim, mas somente eu. Era o mais afetado pelos dementadores do que os outros. Então Remus me ensinou durante as
aulas secretas de Defesa." Harry respondeu.
"E o que diz do ano passado? Que era seu professor?" Damien perguntou concentrado na vida de Harry cheia de
excitação
Harry levou um ou dois minutos para recolher seus nervos. O ano passado foi provavelmente o pior, já que no fim
resultou na morte de Cedric e no renascimento de Voldemort.
"No ano passado, tivemos Olho-Tonto Moody, ou devo dizer, um Comensal da Morte disfarçado de Moody." Começou
Harry a conta sobre os acontecimentos do ano passado, para um Damien com os olhos arregalados. Passando pelo
conceito de como Bartolomeu Crouch Jr. enganou a todos, dês da policia e a justiça ate se passa pelo auror Moody.
Harry contou-lhe tudo sobre como ele o ajudou a passar o torneio, para ele seria entregue direito á Voldemort.
Até mesmo o Damien estava sem palavras no final. Ele abriu e fechou a boca algumas vezes, imaginando o que ele
deveria dizer. Finalmente ele conseguiu falar.
"Eu ficaria feliz em trocá-la. Eu faria qualquer coisa por uma vida pacífica. Uma vida sem Voldemort e sem aventuras
fatais. Prefiro viver com uma família e fazer coisas normais, como o Harry desta dimensão." Ele acrescentou.
Damien lutou para esconder sua reação. Com uma voz firme e controlada, ele respondeu.
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Lily terminou de limpar a mesa e começou distraidamente a limpar os pratos. Sua mente estava em Harry e como
estranhamente ele tinha agido. Primeiro quando ela pegou ele e Damien esgueirando para dentro após o treinamento.
Harry estava olhando para ela como se nunca a tivesse visto antes. Ela sabia que ele tinha ficado chateado com alguma
coisa. Ela viu as lágrimas em seus olhos, mas como sempre, ele agiu como se nada estivesse errado. E hoje
à noite no jantar, ele quase não tinha comido nada. Ele estava muito ocupado olhando para Sirius e Remus e ela ainda
pegou-o olhando para Tonks com uma expressão confusa.
Damien continuou sussurrando-lhe sobre alguma coisa. Sendo a sua mãe, ela podia dizer que algo estava errado. Eles
pareciam... Diferentes um com o outro. As palhaçadas habituais de seus dois filhos estavam faltando hoje. Em vez
disso, parecia distante. Harry estava, certamente, mais silencioso e do jeito que ele sorria para ela, era enervante para
dizer o mínimo.
Lily olhou para cima quando a porta atrás dela se abriu. Ela olhou ao redor para encontrar Remus entrando.
"Sim, eu pensei que eu em lhe fazer companhia." Remus disse enquanto colocava chaleira no fogo.
"Eu faço um muito bom chá." Remus disse como se isso explicasse seu estranho desejo de fazer uma xícara de chá
para todos depois de uma refeição.
"O que há de errado, Lily?" Remus perguntou como ele expôs as canecas.
"Não é nada... provavelmente." Ela acrescentou calmamente. Ela olhou para Remus e viu a preocupação em seus
olhos. "Eu não sei se é só comigo ou o que, mas, Harry parecia um pouco diferente para mim."
Lily estava ao mesmo tempo aliviada e preocupada quando Remus acenou com a cabeça em compreensão.
"Eu sei o que você quer dizer. Notei isso também." Ele disse.
"... E eu sei que Damien disse que eles estavam apenas brincando, mas essa é o ponto. Harry nunca brinca com
essas coisas. E você devia ter visto a fuga de cor no rosto de Harry quando ele soltou o comentário. Ele não estava
sorrindo ou estava sarcástico. Ele estava genuinamente chocado que a palavra tinha deslizado por seus lábios. Ele
olhou para Damien tentando se explica, e isso foi o que eu achei mais estranho." terminado Remo.
Lily assentiu com a cabeça.
"Eu sei, eu notei que as expressões dele também. Harry está diferente. Não há sarcasmo em suas palavras e ele
parece, eu não sei mais novo para mim. Não apenas em suas expressões, mas também o jeito que ele fala, é como se
ele estivesse perdido a sua confiança." Lily parecia triste.
"Eu acho que sua mente ainda está preocupada com Rodolfo e tudo o que aconteceu. Quero dizer que foi apenas
algumas semanas. E com todos vocês o deixando em dois dias, ele provavelmente está começando a se arrepender de
fica aqui sozinho. Isso explicaria sua súbita mudança de estados de espírito." Remus ofereceu.
"Essa é o ponto Lily, nós não sabemos. Às vezes nos esquecemos de que só conhecemos Harry há dois anos e que ele
só veio mora com a gente há um ano. Que é normal para ele, é desconhecido para nós."
Lily assentiu com a cabeça, Remus estava certo. Talvez Harry estivesse agindo assim porque todos eles estavam indo
para Hogwarts e ele iria fica aqui sozinho. Talvez Harry estivesse observando tudo em volta de sua família com tanto
interesse, porque ele sabia que não ia ficar com eles por muito tempo.
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Enquanto os adultos bebiam chá na sala de estar, no nível superior, Harry e Damien continuou a compartilhar histórias.
"O pai ensinou, Defesa, no ano passado. Eu realmente gostei e eu acho que é seguro dizer que os alunos também
gostavam dele. Papai é muito famoso em Hogwarts, sendo um Maroto e tudo isso ele foi bem recebido." Damien riu.
Harry sorriu o pai dele em Hogwarts, ensinando sua matéria favorita, que era um pensamento reconfortante.
"Quem ensinou a classe antes de pai?" Harry perguntou, em silêncio, amando a forma como a palavra saiu de sua
boca.
"Em meu mundo, ele foi depois esse trabalho por anos. Porém Professor Dumbledore não lhe permitia a posição."
Harry falou.
"Bem, neste mundo, Professor Snape ensinou a classe de Defesa durante anos. Ele era realmente muito bom
também. Dificilmente alguém falhou em sua classe." Damien adicionou.
"Então, o que aconteceu com ele? Por que ele foi embora?" Harry perguntou.
Harry nunca tinha gostado de Snape, nem um pouco. Suas provocações cruéis em Poções e sua clara sua antipatia por
ele tornou fácil para Harry odiá-lo. Mesmo assim, a notícia da morte do professoro fez Harry prender a respiração e seu
coração pula uma batida.
"Oh, isso é... isso é terrível." Harry disse com uma voz fina.
"Sim, ele não era o professor mais querido de Hogwarts ou qualquer coisa, mas ele nos ajudou, no momento em que nós
realmente precisávamos dele" Damien se lembrou de como o Comensal da Morte tinha arriscado sua vida para salvar
Harry.
"Snape ajudou? Pensei que ele odiava o pai, pelo menos ele o odeia em meu mundo." Harry disse.
"Pai e ele nunca se bateram. Eles lutaram o tempo todo quando eles estavam em Hogwarts. Mas ambos faziam parte da
Ordem então eles aprenderam a conviver." Damien explicou.
"Ordem?"
"A Ordem da Fênix. Você sabe, o grupo secreto formado pelo professor Dumbledore para lutar contra Voldemort?"
Damien disse, sem acreditar que o Professor Dumbledore não teria começado um grupo semelhante no outro mundo.
Harry acenou com a cabeça, mas ele tinha a sensação de que seu diretor com certeza teria feito algo assim.
O silêncio estendeu entre os dois rapazes. Finalmente Harry falou, mudando o assunto.
"Eu me pergunto como Harry está indo." Harry disse, sentindo estranho dizer seu próprio nome assim.
Damien acenou uma vez antes de repente levanta e enfia a mão no bolso.
"Como eu poderia ter esquecido isso?" ele exclamou quando ele pegou seu telefone.
Harry se animou quando viu Damien retirar o telefone. Isso ia ser interessante. Vê essa conexão ser feita entre dois
mundos, ia ser incrível.
Damien compartilhado meio olhar animado e meio nervoso com Harry antes de pressionar o botão "chamar" em seu
telefone. Ele trouxe o telefone no ouvido e deu um grito de triunfo quando ouviu o tom de toque. Seu telefone estava
tentando se conectar ao seu telefone parceiro, que estava em um mundo completamente diferente.
Canon mundo
Harry observou o quarto grande com uma expressão de desdém. Tudo estava coberto com um padrão florido ou rendas
de rosa. Ele olhou para a cama com a colcha florida e estremeceu com desgosto. Ele se virou para olhar para os dois
adultos que estavam com muito medo ao lado da porta.
"É necessário redecorar, mas ele vai servi." disse ele antes de pegar sua varinha.
Ele ouviu dois suspiros abafados atrás dele e virou-se para sorrir para eles.
"Silêncio agora, a menos que ambos querem ir para o armário." Ele zombou, apreciando o olhar de medo que
apresentou em ambos os adultos.
Petúnia olhou para Valter o homem obeso, em grande parte abriu a boca, mas depois fechou de novo. Era difícil para
ele não retaliar. Uma parte dele não estava aceitando que seu sobrinho estava mandando em tudo. A outra parte dele
estava dizendo-lhe para se calar e não repetir a última meia hora de sua vida.
Harry mudou tudo no quarto, absolutamente tudo. O padrão florido nas paredes derretido para uma cor azul royal
profundo e a colcha mudado para verde esmeralda. As flores em vasos desapareceram completamente assim como
cerca de vinte fotografias emolduradas de uma baleia de um menino, às vezes conhecido como Duda.
"Por que você está tomando conta do nosso quarto? Qual é o problema com o seu quarto?" ela perguntou
corajosamente.
"Além do fato de que ser menos que um quarto e mais como um armário grande, nada." Harry respondeu.
"Olha aqui, garot - Harry" Valter rapidamente se corrigiu e baixou a voz. "Você tem que entender. Se você assumir o
nosso quarto, onde é que vamos dormir?", perguntou ele.
"Hmm... vamos ver." Harry zombou. "Não sei e não me importo." Ele disse antes de levantar sua varinha para terminar a
sua decoração.
Valter e Petúnia ainda estavam de pé ao lado da porta, olhando com um horror mórbido para o quarto alterado pelo
Harry.
Ele se virou para ver Petúnia olhando como se alguém tivesse morrido, as lágrimas escorrendo pelo rosto.
"Não chore, tia Petúnia. Isso nunca teria acontecido se você tivesse me dado um quarto adequado desde o início.
Acontece que eu posso escolher o quarto que eu quero e é esse que quero." Harry disse isso quando ele pulou na
cama e deitou muito confortavelmente sobre a colcha de seda.
"O que aconteceu com você? Você nunca foi assim?" Petúnia chorou quando viu o sorriso cruel no rosto.
"O Harry aqui cresceu " ele disse antes de rapidamente a porta se fechasse sobre eles.
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Assim que Harry tinha fechado a porta em sua tia e tio, ele sentiu o telefone vibrar em seu bolso. Ele sorriu para si
mesmo quando ele percebeu que o feitiço havia funcionado. Ele rapidamente puxou o telefone e atendeu.
Harry sorriu; ele não podia acreditar que ele estava falando com Damien, que estava em outra dimensão.
"Não, é o entregador de pizza local. Qual é o problema com você?" Harry perguntou, ganhando uma risada em
resposta.
"Eu não posso acreditar nisso! É verdade, estamos falando um com o outro, mas estamos em dois mundos diferentes!
Como isso é possível?" Perguntou a voz de Damien animado.
Harry estava deitado em sua cama confortável, uma mão debaixo de sua cabeça, enquanto o outro segurava o telefone
ao ouvido.
"Ótimo" Harry respondeu. Ele realmente queria que tudo ocorresse bem para o outro Harry. Ele merecia.
"Hum, Harry. O outro Harry está perguntando se tudo correu bem com a tia Petúnia e tio Valter." Damien perguntou com
curiosidade em sua voz também.
"Relaxe, Damy. Eles ainda estão respirando, e podem ser grato por isso." Harry brincou.
"Eu sei, mas parece que ela tinha esquecido esse fato. Eu só a lembrei." Harry disse simplesmente.
"Eles não suspeitaram do seu comportamento? Ou melhor, de sua aparência?" Perguntou Damien.
"Eu disse a eles que era devido a uma poção que eu fiz. Imaginei que seria o melhor assim, já que em dois dias
quando trocamos de volta, Harry pode apenas dizer-lhes que o efeito da poção se esgotou."
Antes que Harry pudesse dizer mais, uma batida na janela distraiu. Ele olhou para a janela e viu uma grande coruja
nevada incrivelmente bela, sentado no parapeito, olhando-o.
"Espere Damy." Harry disse quando ele saiu da cama e foi até a janela.
Ele abriu a janela e deixar a coruja saltar dentro. Havia uma carta amarrada ao seu pé, mas a coruja não estava elevando
seu pé para ele. Harry podia ler o olhar de questionamento da ave, uma vez que olhava para ele, inclinando a cabeça de
neve para o lado enquanto tentava entendê-lo.
"Sim, Harry diz que é uma coruja branca." Damien transmitidas de volta para ele.
"Qual é o nome dela?" Harry perguntou, mantendo o contato visual com o pássaro.
"Tudo bem, eu ouvi Damy, falo com você depois. Cuide das coisas e não deixe ninguém ficar desconfiado." Harry
instruiu.
Harry riu quando ele desligou o telefone e voltou sua atenção para a coruja. A coruja nevada tinha os seus olhos âmbar,
fixos em Harry.
Edwiges piou no que parecia ser ' não! ' e se manteve longe de Harry.
O moreno riu enquanto observava ' olhar ' do pássaro para ele.
"Você é uma coruja inteligente, não é?" ele meditou. "Você está certo, a carta não é certamente para mim, mas eu ainda
sou Harry Potter por isso você deve entregar a carta para mim." Harry disse que ele gentilmente pegou a carta.
Hedwig parecia esta confusa. Ele estava inclinando a cabeça em uma tentativa de olhar para Harry com mais cuidado e
esperar longe de sua mão estendida. Harry sabia que o pássaro tinha reconhecido que o menino antes dela não era o seu
mestre, mas, ao mesmo tempo, sentia-se que era Harry Potter. Isso era o que estava confundindo ela.
"Se você acha que eu vou me explicar para você, então você está enganada." Harry disse, sentindo-se muito bobo
falando com um pássaro. "Só sei que eu sou Harry Potter, na medida em que você está interessada. Qualquer
mensagem para Harry Potter deverá se entregue para mim, então me entregar essa carta!"
Hedwig examinou Harry uma última vez antes de levantar a sua perna. Harry desamarrou o envelope e libertou o
pássaro de seu peso.
"Viu, isso não foi tão ruim, foi?" ele disse enquanto ele acariciava a cabeça da ave de forma suave tapinhas.
Hedwig esperou até que Harry parar de bate na cabeça antes de avançar e morder seu dedo, com força.
"Ow! Coruja maldita!" Harry gritou quando ele puxou o dedo ensangüentado para longe dela.
Hedwig decolou e voou para fora da janela, Piando. Harry balançou a cabeça, suas ações eram claro de entender. Ela
sabia que ele não era o seu Harry, mas desde que era um pássaro mágico poderia pegar sua aura e sabia que ele era
Harry Potter, então ela ia entregar a carta para ele, mas ela não estava feliz com isso e mostrou isso ao mordê-lo.
Harry viu o seu nome impresso numa escrita elegante e soube, antes de abrir a carta que era de Hermione. O outro
Harry tinha dito a ele e ao Damien, que ele era o melhor amigo de Rony e Hermione.
Harry deitou-se na cama e abriu a carta, curioso para ver o que a Hermione deste mundo tinha a dizer.
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Valter abaixou seus enormes ombros e olhou para trás, temendo ver o "impostor" olhando para ele. Ele relaxou quando
viu que não havia ninguém atrás dele. Era só ele e Petúnia na cozinha. Duda tinha corrido para fora de casa, assim que
Harry o tinha liberado da parede. Ele ainda não tinha voltado.
"Petúnia, querida, você não pode ver que o rapaz lá em cima não é o Harry. Ele nunca poderia fala e fazer o que ele fez!
Ele não teria coragem!" Valter disse, estremecendo com a lembrança de estar nesse armário horrível.
"Valter, é o Harry. Você escutou o que ele disse, sobre fazer aquela coisa, de porção! E, obviamente, isso o mudou, não
só a sua aparência mais o seu comportamento também." Petúnia disse furiosamente esfregando a panela impecável.
Valter estava sentado à mesa, falando baixinho com ela.
"Como você pode ter certeza?" Valter perguntou com os seus olhos redondos fixado em sua mulher.
Petúnia parou a lavagem e se debatendo consigo mesma se deveria contar ao marido a verdade. Ela decidiu acabar
com isso.
"A noite em que ele foi deixado na porta da casa dela. A carta que o acompanhava disse que foram tomadas
"precauções " para garantir a sua segurança e a nossa. Sei exatamente o que essas "precauções" são, elas foram
explicada de forma clara. Elas são para mantê-lo seguro e se alguém tentasse levar Harry daqui contra a sua vontade ou
se alguém tomasse o seu lugar, os alarmes iria dispara e aqueles, aquelas pessoas viriam, aquelas que o deixaram
aqui. Se o menino lá em cima não fosse o Harry, eu dúvida de que ele seria capaz de permanece aqui."
Os olhos de Valter estavam arregalados de medo e nojo. Ele olhou ao redor da cozinha, olhando para as paredes
como eles foram infectados com uma doença horrível.
"Você estava chateado, com aparição do rapaz. Eu não queria adicionar nada à sua miséria." disse Petúnia com
tristeza.
Valter sabia que não havia muito que pudesse fazer agora sobre a carta. Fica chateado com Petúnia era inútil.
"Está tudo bem, querida. Não há nada que se possa fazer sobre isso agora." Ele disse a ela.
"O que devemos fazer agora?" Valter pediu, sentindo desespero ao pensar em mais um mês com o adolescente
agressivo.
"A primeira coisa é." Petúnia respondeu, enxugando as mãos molhadas, com um olhar determinado em sua cara de
cavalo. "Nós temos que resolver a onde vamos dormir."
*Chapter 5*: Chapter 5
Capítulo Cinco
AU Mundo
Lily e James acordaram ao mesmo tempo e durante os primeiros minutos que não conseguiram descobrir o por que.
James geralmente era impossível de acordar e só sai da cama quando era absolutamente necessário. Mas hoje ele tinha
acordado, ao mesmo tempo em que Lily. Ambos se entreolharam com expressões de surpresa. Em seguida, eles
ouviram o som fraco de alguém lá embaixo. Lily murmurou 'Damien' e esfregou os olhos. Ela olhou para o relógio ao lado
dela e viu que era apenas meia hora antes do que habitualmente ela acordava. Ela imaginou que Damien devia te
acordado e estava à procura de alguma coisa para come no café da manhã. Pensando na bagunça que ele faria se
deixasse à sua própria sorte, ela saiu apressadamente da cama.
Tanto James e Lily se levantaram e se prepararam para o último dia das férias de verão. Amanhã eles estariam voltando
para Hogwarts. Eles não haviam discutido ainda o que Harry iria fazer por conta própria, nunca tiveram a chance, com
tanta coisa acontecendo um após o outro. Harry era muito mais adulto do que um garoto de dezoito anos deve ser. Ele
tinha já tinha se decidido, sem dúvida.
James e Lily estavam andando para o andar de baixo quando avistaram um Damien com muito sono olhando-os também
fazendo o seu caminho lá para baixo. Lily ficou surpreso ao ver que não era o menino que tinha acordado-os. Mas então,
isso significava, que era Harry estava na cozinha.
Lily, seguido por James e Damien, abriu a porta da cozinha e ficou em estado de choque com a visão no interior.
Harry estava lá, já vestido, e estava em processo de fazer café da manhã. A visão fez todo o sono desaparecer dos
olhos de Damien. Ele estava olhando para ele, com a boca aberta em choque. Lily e James ficaram mudos. Harry
nunca tinha feito o café-da-manhã, então o que era tudo isso?
Harry olhou para cima do fogão, preparando oito salsichas suculentas, e sorriu para sua família. 'Aí está ele novamente'
Lily pensou quando viu o estranho sorriso no rosto de seu filho. Era um sorriso muito doce, mas era muito diferente de
seus sorrisos habituais.
"O que... o que você está fazendo?" James perguntou, olhando a pilha de torradas na mesa.
"Harry, você nunca faz o café da manhã." Ele disse, enfatizando o 'nunca', dando-lhe um olhar de pânico discreto.
"Eu sei, eu apenas pensei que, que já que vocês vão para Hogwarts, seria bom se todos nós comecemos o café-da-
manhã que eu preparei."
Lily sentiu algo aperta o seu coração ao ouvir isso. Ela compartilhou um olhar surpreso com James. Isso não era algo
que ela jamais esperava ouvir de Harry. Nas últimas semanas, ele vinha agindo como se ele não fosse notar a sua
ausência deles e agora, ele estava fazendo um esforço especial para eles.
"Você não tem que fazer isso Harry." Lily conseguiu dizer por trás do nó na garganta.
"Não é nada tão grande, apenas o café da manhã." Harry respondeu, com um toque de timidez rastejando em sua voz.
Harry estabeleceu sua família em seus lugares antes de trazer o resto da comida para a mesa. Lily ficou
agradavelmente surpreendida com a forma como a comida foi feito e como ele conseguiu deixar a cozinha arrumada
após o cozimento. Ela se perguntou se isso era por causa de Voldemort também. Lembrou-se da última memória
horrível que tinha visto da infância de Harry e como com a idade de quatro anos, ele tinha que fazer o jantar. A
lembrança fez seus olhos arderem e ela discretamente enxugou-os.
"Isso está muito bom." Ela disse, limpando a garganta. "Se eu soubesse que você era um bom cozinheiro, eu teria
pedido sua ajuda em todas as refeições."
Harry apenas sorriu com o elogio e abaixou a cabeça. James estava muito ocupado mastigando sua comida para dizer
algo. Ele jogou para Harry o polegar para cima como um sinal antes de retornar para a comida. Damien mal conseguia
come. Ele sentiu como se o fundo do seu estômago estivesse o abandonado e ele não conseguia comer nada.
"O que você está fazendo?" ele o olhou com raiva no momento em que estavam a salvo dentro do quarto.
"Você quer ser pego? Foi por isso que fez tal proeza?" Damien perguntou, irritado. "Harry nunca fez o café da manhã,
nunca! Ele não ajudar com quaisquer tarefas. Você poderia facilmente ter explodido seu disfarce!"
"Bem, ele deviria ajuda. É injusto que a mãe faça toda a comida."
"Olha, me desculpe, mas eu queria fazer alguma coisa para a mãe, a sua mãe." Ele corrigiu ao ver a expressão no
rosto de Damien. "Eu vou voltar para o meu mundo essa noite e eu... Eu só queria fazer algo de bom."
"Eu entendo, mas você deveria ter verificado comigo primeiro. Você não pode fazer algo que o outro Harry nunca faria
isso deixaria apenas a mãe e o pai ficarem desconfiado de que você não é o Harry mesmo que você seja o Harry, só
que não o seu Harry. Estou fazendo sentido?" Damien perguntou, olhando-se confuso.
"Vagamente" Harry respondeu, mas sorriu para o menino mais novo, fazendo-o sorrir também.
"Você está bem com hoje à noite?" Damien perguntou, enquanto caminhavam de volta para baixo. Harry ficou um pouco
tenso e ele acenou com a cabeça, com um empurrão. "Eu vou entrar em seu quarto depois de todo mundo te ido para a
cama." Damien confirmada.
Harry acenou com a cabeça, com o coração pesado. Dois dias não era o suficiente para conhecer sua família. Ele mal
tinha falado com os pais dele. Ele passou seu tempo como um observador silencioso. Ele tinha que fazer esta
experiência durar o Maximo possível. Ele desejava que tivesse um pouco mais de tempo embora.
Harry e Damien tinham acabado de entrar na sala de estar quando a lareira ficou verde. Harry e Damien viram quando
uma figura alta saiu das chamas verdes e limpou o seu manto sujo com uma mão enluvada. Ele escovou o cabelo longo
e louro dele com uma elegante graça e examinou a sala com os olhos cinzentos frios. Seu olhar definido em Harry e um
raro sorriso enfeitaram seu rosto pálido.
Harry estava olhando em choque com o homem. Nunca ele imaginar que Lucius Malfoy apareceria na Mansão Potter
através da lareira e ficaria diante dele, como um convidado! Harry sabia que o homem diante dele era o Lucius Malfoy
deste mundo, mas isso não o impediu de alcançar sua varinha. Ele só parou quando sentiu a mão de Damien na dele,
impedindo-o de puxar a varinha. Harry estava tendo flashbacks da Lucius Malfoy em seu mundo. A última vez que tinha
visto o Sr. Malfoy, ele estava rindo e ridicularizando Harry quando ele estava amarrado à lápide Riddle e foi torturado por
Voldemort. Um ódio tão feroz encheu Harry de dentro quando a memória voltou para ele, que estava fazendo de tudo o
que podia, para se impedir de atacar o homem.
A mente de Harry registrou o estranho fato de que depois de impedi-lo de chegar a sua varinha, Damien não tinha feito
qualquer movimento contra a presença de Malfoy. Ele estava olhando para o homem com um agradável, e sem esforço
estava sorrindo.
Malfoy veio para ficar na frente dos meninos e acenou com a cabeça com força na direção de Damien. Harry percebeu
que ele estava falando, mas seu sistema estava chocado e não conseguia entender o sentido das palavras. Obrigou-se
a escutar.
"... Eu estava esperando encontrar você em casa. Eu não tinha certeza para onde procura você nos dias de hoje."
Harry percebeu, com um choque súbito, que Malfoy estava falando amigavelmente com ele e estava faltando o habitual
desdém. Ele estava sorrindo para ele, quase da mesma forma que Sirius sorria para ele, como um tio ou uma figura
paternal. Isso fez com que Harry reagir da pior maneira.
Ele cruzou os braços sobre o peito e deu um passo para trás, com uma carranca no rosto. Ele cruzou os braços em uma
tentativa de manter-se perto do alcance de sua varinha. Ele imaginou que Lúcio não iria prejudicá-lo ou Damien já teria
chamado por seus pais, se ele fosse um Comensal da Morte neste mundo. Mas isso não impedia o Harry de odiar esse
homem.
Lúcio foi pego de surpresa. Ele olhou para Harry, tentando descobrir por que ele estava falando com ele dessa
maneira. O que ele tinha feito recentemente para Harry falar tão friamente com ele?
Damien puxou Harry, mas Harry ignorou-o, o seu ódio por Sr. Malfoy estava fazendo-o sem vontade de ouvir nada.
Lucius pigarreou.
"Fui informado por Draco que você não estava indo visitá-lo nos últimos dias. Eu estava indo para o hospital e passei
para ver se você não gostaria de acompanhar-me."
Harry estava completamente perdido. O que estava acontecendo? Por que Draco estava incomodado que Harry não
tivesse indo visitar ele recentemente? Eles não poderiam ser amigos nesta dimensão, poderiam? Não, isso não pode está
certo. Ele disse que estava indo para o hospital? Então Draco estava doente ou ferido? Harry não conseguiu limpar sua
mente rápido o suficiente para responder, mas Damien já estava assumindo o controle da conversa.
"Harry estava apenas ajudando a gente, já que estamos em processo de preparação para ida a Hogwarts. Tenho
certeza que ele vai visitar Draco, mais tarde, talvez amanhã?" Damien disse, olhando para Harry, querendo-o que ele
concorda-se.
"Draco está ansioso para vê-lo. Se você pudesse vir hoje..." Lucius parou de.
"Eu não posso ir hoje. Como disse Damien, estou ocupado. Eu não tenho tempo." Harry respondeu confuso sobre o
que estava acontecendo.
Rosto de Lúcio perdeu ainda mais cor e Harry tinha certeza de que ele pegou o vislumbre de dor em seus olhos. Ele
escondeu atrás de sua máscara de indiferença e desviou o olhar de Harry. Ele afastou-se de suas vestes e olhou para
trás para a lareira.
"Bem, então é melhor eu ir. Eu não quero impedi-lo de sua agenda lotada."
Lucius virou-se e varreu da sala. Ele entrou na lareira e desapareceu no turbilhão de chamas verdes.
"Ele é um Comensal da Morte no meu mundo e ele estava com Voldemort, quando ele me torturou." Harry explicou em
voz baixa.
"Mas isso foi em seu mundo. Você não pode apenas supor as pessoas são as mesmas que estão em seu mundo.
Acontece que Harry é muito próximo do Lucius. O jeito que você falou com ele não está certo." Damien disse, pensando
no que seu irmão irá dizer sobre o incidente. Ele convenientemente evitou de responder se Lucius era um Comensal da
Morte ou não neste mundo também. Isso seria muito difícil de explicar sem contar toda a verdade.
Dizer que Harry ficou chocado era um eufemismo. Suas sobrancelhas desapareceram sob a franja e ele balbuciou em
choque.
"Isso não é importante." Damien desconversou. Ele observou como sua resposta irritou Harry, mas ele não podia lutar
contra isso. Em vez disso, concentrou sua atenção para outro tema difícil, Draco.
"Qual foi o acordo com o Draco? Por que Lúcio quer que o Harry vá visitá-lo? E por que ele está no hospital?"
Damien se mexeu desconfortavelmente. Como ele deveria responder a isso sem conta muito coisa?
A reação de Harry foi inestimável. Ele ficou boquiaberto com Damien, os olhos arregalados e redondos. Uma palavra
muito aguda saiu e soou como 'o que' foi emitida por ele, enquanto olhava para o outro rapaz, como se ele tivesse
crescido outra cabeça.
Damien lutou para esconder seu sorriso, mas não conseguiu como Harry parecia que tinha congelado em estado de
choque. Finalmente ele conseguiu limpar a garganta e ele perguntou:
"Desculpe, eu acho que a partir de sua reação, você não é muito apreciador de Draco Malfoy em seu mundo." Damien
perguntou, com diversão mal escondido.
"Eu o odeio, mas provavelmente não tanto quanto ele me odeia. Nós lutamos desde primeiro ano. Eu não posso acreditar
que eu iria mesmo uma forma alternativa de mim mesmo, jamais poderia ser amigos com os tipos de Draco Malfoy!"
Harry disse com irritação.
"Bem, você é amigo dele, e não apenas amigo, mas melhores amigos. Vocês estão juntos desde que eram crianças.
Harry não confia em ninguém, tanto quanto ele confia Draco." Damien tentou, mas não conseguiu esconder a amargura
na sua voz com a última declaração.
"Eu posso dizer que você não está feliz com isso." Ele disse.
Damien deu de ombros novamente, mas desta vez não tão indiferente como ele tentou fazer parecer.
"É só que... eu realmente não o conheço como o Draco. Às vezes parece que mesmo sendo o irmão de Harry, ele não
contar comigo, tanto quanto ele conta com o Draco. Eu entendo o motivo, mas isso não torna mais fácil de qualquer
forma."
"O qual casa Draco pertence?" Harry perguntou, querendo entender como ele poderia ser amigo de 'arrogante e auto-
centrado "Malfoy.
Damien sorriu.
"Qual casa você acha que ele estaria em?", perguntou ele.
Harry sabia que o Chapéu Seletor considerou colocá-lo na Sonserina. Era a sua própria vontade que resultou em sua
colocação na Grifinória. Mas o que ele sabia sobre esse Harry? Talvez ele não tenha pedido ao chapéu seletor para
colocá-lo na Grifinória. Talvez ele tenha sido colocado na casa de Slytherin. Isso explicaria a sua amizade com o Malfoy.
O sorriso de Damien caiu longe de seu rosto. Ele não podia dizer isso porque, em certo sentido, Harry era um Slytherin.
Ele foi marcado pelo herdeiro de Voldemort, o último descendente de Slytherin. Isso fez dele um Slytherin. Damien
pigarreou.
"Ele estava na Grifinória." Ele disse calmamente.
"Oh, Deus, você tinha me assustado." Ele riu. Após alguns momentos, Harry perguntou: "Então Draco passou por esse
treinamento, também, então?"
Damien olhou para ele confuso. Ele não tinha idéia do que ele estava falando.
"Treinamento?"
"Sim, você sabe que o treinamento que Harry foi enviado em quando era mais jovem? O que você me falou?"
"Você disse que Harry e Draco eram amigos desde que eram crianças. Se eles estavam em casas diferentes em
Hogwarts, então eles devem se tornaram amigos antes disso. Então, eles estavam no mesmo grupo de treino?" Harry
perguntou.
"Que estranho mundo é este, o Malfoy não são Comensais da Morte e Draco Malfoy e Harry Potter são os melhores
amigos, como qualquer outra coisa que pode ser mais estranho do que isso.?" ele riu.
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Harry passou o resto do dia com os seus pais. Damien estava à espreita, mantendo um olho em como as coisas iam e
estava pronto para agir se Harry fizesse algo fora do comum. Mas as coisas correram bem para Harry.
Ele ajudou Lily preparar o almoço e aproveitou cada segundo que cozinhava com ela. Ele amava o jeito que sua mãe
falava; sua voz era muito mais doce do que a sua irmã. Tia Petúnia tinha uma voz estridente que sempre irritou Harry.
Mas Lily tinha uma voz doce maravilhoso. Suas palavras eram gentis e amáveis. Ela sorria muito Harry gostava e
achava que era a melhor coisa dela, o seu sorriso.
Depois do almoço, ele passou um tempo com James. Harry logo percebeu que James não era como ele tinha imaginado.
Ele não era rigoroso e não gritava nem com ele ou Damien. Ele era casual e mais como um amigo. Ele ria muito; Harry
descobriu que sua risada era contagiante. Se ele começava a rir, todo mundo iria, juntando-se a ele. James era tudo o
que Harry tinha desejado, especialmente nos momentos em que o tio Vernon serrava seus dentes para ele ou começava
a gritar incontrolavelmente com ele pelas coisas mais insignificantes. Nestes momentos, Harry desejava que seu pai
estivesse com ele.
Era pouco antes do jantar, James e Damien estavam se preparando para o jantar. Lily tinha levado Harry para fora da
cozinha dizendo que, uma vez que está era a última das refeições eles fariam junto como uma família, ela faria tudo
sozinha. Eles estavam saindo para Hogwarts na parte da manhã.
Harry andou para o jardim e notou o campo de Quadribol. Ele devia ter adivinhado que seu pai teria um em seu quintal.
Ele andou até ela e sentou-se na plataforma de pedra elevada. Ele ficou em silêncio observando o pôr do sol com uma
dor em seu coração. Ele voltaria para o seu mundo em poucas horas. Seus dois dias passaram muito rápidos e logo após
o jantar, quando James e Lily fossem dormi, ele e Damien pegariam a bússola para voltar. Harry sabia quando ele veio
para ali, que ele teve que voltar. Que ele não pertencia a este lugar. Ele pertencia ao um mundo, onde era odiado e
ignorado, pelos seus tios, para um mundo que não acreditava nele, não acreditava que Voldemort estava de volta, para o
mundo que tinha o Lorde das Trevas esperando para ter um confronto com ele novamente e Harry sabia que se ele o
enfrentasse novamente, ele não sobreviveria.
Harry soltou um suspiro e olhou o céu como se viu o céu rosado com sol. O que ele não daria para ficar ali? Em um
mundo que tivesse seus pais, em um mundo que tinha um feliz e bem sucedido Sirius Black, em um mundo onde
Voldemort tinha sido derrotado. Harry ainda não sabia como tinha acontecido o feito, quem havia o matado? Ele estava
tão ocupado em conhece esse novo mundo e sua família que ele tinha esquecido completamente de pergunta sobre isso.
Harry estava perdido em seus pensamentos e por isso não ouviu o som de passos que se aproximavam por trás dele. Ele
só percebeu que alguém estava atrás dele quando sentiu duas mãos envolvendo em seu peito e abraçando por trás.
Antes que Harry ter alguma chance de reagi, ouviu uma voz familiar sussurrar em seu ouvido.
Harry virou para ver quem estava abraçando-o. A primeira coisa que ele registrou foi o cabelo vermelho e, em seguida,
ele se pegou olhando para o rosto da irmã de seu melhor amigo. O rosto sorridente de Ginny cumprimentou-o e Harry
deixou escapar um grito de surpresa antes de cair da pedra em estado de choque. Ele caiu para o lado e de cara no
chão.
"Oh! Harry! Você está bem?" Gina perguntou quando Harry caiu de seus braços e sobre a grama fresca.
"Claro, claro... Eu estou bem, eu só... você me surpreendeu." Ele conseguiu dizer de forma coerente.
Ginny lutou para esconder seu sorriso divertido. Esta era a primeira vez que ela tinha visto Harry ser descuidado. Ela
sabia que ele tinha bons reflexos e, geralmente, ele nunca pego de surpresa. Mas hoje ele parecia tão bonito tentando
cobrir sua queda.
Harry estava tentando não olhar para ela. Este Ginny era, obviamente, mais velha que a Ginny do seu mundo. Essa
Ginny era três anos mais velha, ela tinha dezessete anos e Ginny em seu mundo tinha apenas quatorze anos.
"O que, um, o que você está fazendo aqui?" Harry perguntou, querendo saber por que ela estava sozinha.
"Eu vim te ver. Já que depois de amanhã, eu não vou consegui vê-lo novamente até o Natal e eu não consegui suportar a
idéia de fica longe de você por tanto tempo." Gina se aproximou de Harry enquanto falava, fazendo Harry dar alguns
passos para trás. O que estava acontecendo? Por que Ginny queria ver Harry?
"O que há de errado com você hoje?" Ela perguntou quando percebeu um nervosismo atípico nele.
Ginny estava olhando para ele de uma forma que fez Harry certeza de que ela ia percebe que ele não era Harry deste
mundo. Ela caminhou até ele, com um olhar examinador em seu rosto bonito. Harry sorriu para ela e tentou não ficar
mais nervoso. Ele endureceu quando Ginny colocou os braços ao redor de seu torso e inclinou-se perto dele.
"Sim, eu estou bem." Harry respondeu, quase sem fôlego. Harry suspeitava que Ginny tivesse mais do que amizade
com o Harry deste mundo. Suas palavras e ações certamente apontava nessa direção. Agora, ele estava certo.
Ginny se afastou quando sentiu o desconforto de Harry em seu abraço. Ela parecia um pouco magoada por que Harry
estava se afastando dela.
"Eu realmente vou sentir falta de você, Harry." Ela disse em um sussurro.
Ginny olhou para ele, seus olhos se encontraram com os dele. Ela estava olhando fixamente para ele.
Harry engoliu em seco, ele não gostava do jeito que ela estava olhando para ele. Tinha suspeita escrita em seu rosto
sobre ele.
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Damien estava para sair e chamar o Harry, o jantar estava pronto. Ele abriu a porta para encontrar Harry e Gina indo em
direção a casa. Damien ficou intrigado com a visão de Gina. Quando ela chegou aqui?
Damien percebeu ambos estavam andando depressa e nem uma palavra era dita entre eles. Ele não tinha certeza se
isso era um bom sinal ou não.
"Gina! Ei, quando você chegou aqui?" Damien perguntou quando o par entrou.
"Apenas alguns minutos atrás. Professora, eu quero dizer a Sra. Potter, me disse Harry estava lá fora, então eu fui vê-lo
primeiro." Ela explicou.
"Oh" Damien olhou para Harry ver se conseguia descobrir pela a sua expressão o que tinha acontecido. Harry não
olhava para Damien embora.
"Ah, aí está você. Eu queria saber onde todos estavam. Gina, você vai ficar para o jantar?", perguntou ela.
"Não, obrigado, Sra. Potter. Mamãe está me esperando em casa." Ginny respondeu.
Ele se moveu alguns passos para dar a privacidade 'casal'. Ele não ia a nenhum lugar para longe dali. Ginny virou-se
para Harry.
"Mantenha contato, se puder." Ela disse antes de abraçá-lo novamente. Ela inclinou-se para beijá-lo, mas Harry mudou
seu rosto para que o beijo pousasse em seu rosto e não seus lábios. Damien, que estava discretamente observando,
cobriu os olhos e gemeu. Seu irmão ia ter um grande problema para resolve com Ginny, quando ele voltasse. Ginny se
afastou e parecia bastante magoada com movimento deliberado de Harry. Ela sussurrou um adeus e foi em direção da
lareira para usar o Flu.
"Gina! Espere um segundo." Damien chamou por ela. Ele encontrou-se com ela na sala e viu como ela estava
chateada com o comportamento "frio" de Harry.
"Gina, não se incomode com o Harry. Ele realmente teve uma grande briga com o meu pai hoje. Papai estava tentando
fazer Harry ir para Hogwarts e Harry entrou em uma grande discussão com ele sobre isso. Ele não está em um bom
humor hoje. Não tem nada a ver com você. " Damien consolando.
"Eu não sei, Damy. Ele não parecia diferente em tudo hoje." Ela disse com tristeza.
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Damien voltou para a sala e veio que Harry ainda esperava por ele. Ginny tinha acabado de sair usando o Flu. Harry
virou-se para Damien, que tinha um sorriso tímido no rosto. Nos primeiros minutos, ninguém falou então Damien
limpou a garganta.
"Eu acho que eu deveria ter dito a você sobre Gina, né?" ele perguntou com sorriso em seu rosto.
Damien riu e logo se juntou a Harry. Os dois meninos desapareceram no quarto do andar superior para conversar.
"Eu não posso acreditar que Harry está namorando Gina." Harry disse enquanto eles se sentaram. "Ela é a irmã de
Rony! Sua irmã, eu não posso acreditar que Ron concordaria com isso!" continuou ele, imaginando o que seu amigo
ruivo faria com ele, se ele se atrevesse a ficar com Ginny.
"Ron está muito feliz." Damien respondeu. "Ginny meio que tinha uma queda por Harry por um longo tempo. Ron ficou
feliz pela sua irmã, quando Harry começou a namora com ela."
"A irmã de Ron, eu tenho certeza que há uma regra em algum lugar sobre o namora irmã do seu amigo."
Damien riu bastante com isso. Ele ia perder este Harry. Ele era muito engraçado.
"Bem, com a maneira como você agiu com ela, eu tenho certeza que Harry vai ter um monte de trabalho para fazer as
pazes com ela." Damien disse.
"Eu não fiz nada! Acho que agi muito bem, considerando as circunstâncias." Ele bufou.
"Eu só estou puxando sua perna. Eu disse a Gina que você teve outra briga com o pai e foi por isso que você estava
desligado com ela."
Damien amaldiçoou em voz baixa, ele tinha que parar de fazer isso.
"Você sabe como é, você discutir sobre coisas bobas. Harry às vezes se irrita com a forma como o pai passa sobre as
coisas." Damien explicou.
"Eu pensei que o pai era bastante descontraído, na verdade." Harry comentou.
"Ele é, é apenas, quando se trata de Harry e algumas coisas que ele faz, o pai pode ficar um pouco mais neurótico em
relação ao bem estar do Harry." Damien tentou explicar.
Harry estava começando a questionar seu outro eu e pensa na em como sua personalidade era. Ele parecia muito seguro
de si mesmo, ele era muito mais forte e Harry estava assumindo a partir de todo o treinamento que ele tinha de que ele
também era magicamente muito avançado. Sua relação com seus pais parecia tensa embora. Ele tinha um ótimo
relacionamento com seu irmão, mas ele não próximo de sua mãe ou seu pai. Harry ponderou a razão para isso. Era
realmente porque Harry tinha vivido longe deles por tanto tempo que ele não conseguia se aproxima mais deles ou se era
outra coisa. Harry começou a duvidar de que ele tinha dito sobre isso. Havia mais nesta história, muito mais do que
Damien estava contando.
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Harry estava deitado na cama, com os olhos fixos no teto alto. Ele realmente tinha tido o último jantar com sua família.
Sentia-se como se os dois dias tivessem passado como um borrão. Era doloroso pensar sobre o que ele estava voltando
para seu mundo. Para seu pequeno quarto na Rua dos Alfeneiros, para os seus comentários sarcásticos sobre ele esta
em seu caminho, para os olhares acusadores, que ele, sem dúvida, receberia de todos em Hogwarts quando ele
voltasse.
Uma batida forte o tirou de seus pensamentos. Sentou-se na cama quando a porta se abriu e Damien entrou. Ele
estava segurando a bússola de ouro em sua mão. Harry rapidamente saiu de sua cama e se levantou. Ele já havia
mudado em suas próprias roupas, as que ele tinha quando ele veio a este mundo.
Harry acenou com a cabeça, ele notou a emoção na voz do outro garoto como ele fez a pergunta. Ele estava obviamente
contente a troca tinha chegado ao fim. Harry podia entender, Damien estava sob muita pressão, tentando esconder a
verdade de seus pais e dos outros.
Harry olhou ao redor do quarto uma vez, tentando tomar o máximo que podia sobre esta vida alternativa ele estava
vivendo. Seus olhos varreram o espelho grande e ele parou para olhar para ele. Ele ainda parecia outro Harry. O
encanto que havia colocado não tinha passado ainda. Parecia estranho se olhar no espelho e não ver o seu reflexo.
Harry verificou todos os seus itens, seus óculos, sua varinha e seu álbum de fotos. Ele tinha tudo com ele.
Damien virou o anel externo no sentido horário e cinco vezes o anel interno três vezes anti-horárias assim como ele
tinham feito antes. Ele segurou a bússola firmemente em sua mão enquanto Harry pegou a sua mão livre.
"Não se preocupe com isso." Damien sorriu de volta. Ele segurou a bússola e esperou a luz dourada aparecer.
Damien esperou mais alguns segundos, cada vez mais preocupado com a falta de atividade da bússola. Damien
balançou a bússola e olhou para ele.
Nada.
Ela não estava fazendo nada. Não houve brilho ou luz, as cinco setas não estavam girando loucamente fora de controle,
todas elas estava apontado na posição norte e recusava-se a mover-se. Damien olhou para ele em crescente horror. Ele
soltou a mão de Harry e mudou os anéis de volta ao ponto de partida e depois voltou novamente. Ainda não tinha
acontecido nada. O pânico agora estava crescendo em Damien. Ele começou a se atrapalhar com a bússola, tentando
obter algum tipo de reação dele. Nada do que ele fazia tinha feito alguma diferença para ele.
"Eu não entendo... não está funcionando! Estou fazendo tudo que eu deveria Eu não... não esta funcionando!" Damien
estava agora em modo de pânico total. Girava os anéis em todas as direções e fazia todo o que podia para que a
bússola de ouro reagir. Nada acontecia com ela. Nem uma única diferença veio sobre ele.
"Oh Merlin.. Isso é ruim, isso é muito, muito ruim!" Damien disse, sua voz quebrando em alarme.
"Por que essa coisa não está funcionando?" Harry perguntou não que ele estivesse com pressa para voltar, ele estava
apenas curioso.
"Eu não sei, eu não posso obtê-lo para fazer qualquer coisa!" Damien estava pronto para jogar a maldita coisa para
fora da janela, mas ele se conteve. Era a única coisa que poderia trazer seu irmão de volta.
Damien colocar a bússola cuidadosamente sobre a cama de Harry e pegou seu telefone. Ele se preparou
mentalmente. Esse era um telefonema que ele não queria fazer.
Canon Mundo
Harry sentiu as vibrações do telefone e respondeu quase que imediatamente. O que ele não esperava era um Damien
entrando em pânico na outra extremidade.
"Harry, Harry! Algo está errado, eu não consigo fazer a bússola funciona, eu não sei o que aconteceu, ela não funciona!"
"Ei, ei, acalme-se." Harry disse, tentando encontra sentido nas palavras. Ele ouviu Damien tomar um fôlego tremendo
antes de falar com clareza.
"Eu tentei usar a bússola e nada está acontecendo. Eu mudei os anéis do jeito que você me mostrou e nada está
acontecendo." Damien retransmitiu, falando um pouco mais lento, mas ainda alarmado.
"O que quer dizer que não está funcionando? O que você fez com ela?", perguntou ele.
"Nada. Eu juro que eu não toquei nela até agora." Damien chorava.
Harry tinha começado a andar pelo o quarto.
"Não pode ter simplesmente parado de funcionar! Alguma coisa deve ter acontecido com ele." Harry disse.
"Eu não sei o que aconteceu com ele! Apanhei-o agora mesmo e mudei os anéis, mas nada está acontecendo. Sem
luz, sem brilho, todas as setas estão apontando para o norte, eu não entendo." Damien exclamou.
Harry soltou um suspiro de frustração. Ele não esperava que algo assim acontecesse. Tudo estava indo conforme o
planejado. Por que a bússola parou de funr?
"Ok, Damien, me diga exatamente o que você fez suas ações precisas."
Damien explicou tudo para Harry. Até o fim de tudo, Harry estava mais perto de descobrir por que a bússola tinha
parado de funcionar.
"Olha, a única coisa que você pode fazer agora é colocar a bússola em algum lugar seguro. Coloque a bússola em uma
caixa, um de madeira se você pode gerenciar e colocá-lo dentro, em algum lugar fresco e escuro. Mantenha-o fora da luz
direta do sol, ok? Ele precisa restaurar sua energia." Harry instruído.
"Você acha que isso pode ser a causa?" Damien perguntou grato por ter algum tipo de explicação.
"Eu não sei ao certo, mas talvez a bússola não foi criada para ser usado com freqüência. Nós usamos duas vezes no
espaço de algumas horas. Talvez tenha que recuperar sua energia antes de volta a funciona de novo." Harry explicou
com crescente frustração. Ele ficaria preso ali até que a bússola recuperou sua capacidade mágica.
"Eu não sei, Damien! Não é como eu tivesse feito esse tipo de coisa antes!" Harry virou-se para ele.
"Bem, ninguém lhe pediu para fazê-lo desta vez!" Damien retrucou. "Eu disse que algo poderia dar errado, mas você
não quis me ouvir." O que puder de errado?" bem que você tem a sua resposta!"
"Eu vou guarda a bússola como você disse, mas por quanto tempo? Quando devo tentar de novo?" Perguntou Damien.
"Pode levar mais tempo. Leva tempo para reservas para encher novamente. Levei 10 dias para recupera a minha energia
mágica de volta após a transferência. Só Merlin sabe o quanto de energia que bússola necessita para que ele volte a
funciona novamente." Harry disse a Damien.
"E Harry?"
"O que devemos fazer com ele? Ele não pode simplesmente ficar na Mansão Potter por uma semana sozinho. Se
acontecer alguma coisa?" Perguntou Damien.
"Diga a ele para ficar na Mansão e usa o floo chama a mãe e o pai todos os dias. Se ele não chamá-los um dia, eles
irão quere ir vê-lo. Aconteça o que acontecer e não importa quanto tempo isso leve, Harry não pode ir para Hogwarts.
Estou falando sério Damy, se Harry for para Hogwarts, Dumbledore vai descobri que ele é outro ai todo mundo vai
descobrir que ele é de outra dimensão. Ele não pode ir para Hogwarts, ok?"
Harry desligou o telefone e sentiu sua raiva a ponto de ebulição. Ele havia tentado fazer algo de bom e o que
aconteceu? Agora, ele foi preso nesta dimensão por sabe-se lá quanto tempo, e o outro Harry ia ser preso na Mansão
Potter por uma semana sozinho.
Harry de repente se levantou e se dirigiu para a porta. Ele desceu as escadas e saiu pela porta da frente, sem se
preocupar em dizer aos dois adultos, para onde estava indo. Harry sabia que precisava tomar um ar. Ele tinha que se
acalmar, caso contrário, ele iria acabar matando alguém.
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O tempo estava tão quente que ele sentiu como se não houvesse ar. Harry podia sentir sua camisa grudar nele enquanto
ele caminhava pela rua deserta. Todos estavam dentro de suas casas, em busca de sombra e tentando ficar fora do sol.
Harry chutou uma lata velha, enviando-o através da estrada ruidosamente. Seu mau humor não estava indo embora. Ele
não podia acreditar que seu plano tinha saído pela culatra, desse jeito. Ele ainda não conseguia imagina o porquê a
bússola tinha parado de funcionar. Sua única teoria era a que ele tinha dito ao Damien.
"Da próxima vez, não faça nada de bom para ninguém, ele não funciona para você." Ele resmungou para si mesmo.
Harry logo se viu andando em um parque trouxa. Ele estava vazio, deserto. Ele caminhou ao redor do parque, tentando
pacificar a si mesmo. Não era tão ruim para ele, ele estava realmente se divertindo, atormentando sua tia e tio. Mas ele
sabia que só iria mantê-lo entretido por pouco tempo. Foi o pensamento do outro Harry. Ele estava com medo de que o
outro Harry querer ir para Hogwarts, já que ele não foi para uma dimensão diferente para ficar sozinho em uma mansão.
Se ele fosse com o resto dos Potters, ele correria o risco de ser exposto. Dumbledore provavelmente seria capaz de
perceber que este Harry era diferente de imediato e Merlin sabia como ele iria usar esse conhecimento a seu favor.
Harry ouviu o som de meninos conversando a distância e ele olhou para cima para ver quem mais estava lá fora como
ele. Ele viu um grupo de rapazes passando no parque. Ele não reconheceu nenhum deles, não que ele esperasse. Foi
quando ele notou a forma volumosa de um dos meninos, o que os outros estavam se referindo a como "Big D'.
Harry sorriu. Era seu primo, Dudley e seus amigos. Harry observou o grupo fala animadamente sobre bater em alguém e
fazer piada com sua vítima. Harry começou a andar atrás deles, ouvindo suas palavras, sem que nenhum deles estivesse
consciência.
Ele observou como lentamente o grupo começou a descer rua; um menino em um momento deixou o grupo, o lançou
um adeus e foi para sua casa. Por fim foi só sobrou Dudley. Harry acelerou para que ele pudesse chegar até seu primo.
O rosto de Dudley perdeu a cor rapidamente e parecia que ia ficar doente. Ele ficou boquiaberto com Harry, seus olhos
redondos e afiado.
"Eu também moro aqui. E eu posso sair para uma caminhada, você sabe." Harry respondeu.
"Então você se divertiu? Batendo num garoto de dez anos de idade, que é provavelmente um terço de seu tamanho
deve ter sido muito satisfatório?" Harry provocou.
O rosto de Dudley ficou vermelho, mas ele manteve sua boca fechada. Ele não ia brigar com Harry, não quando ele viu
as recentes mudanças nele.
Harry, por outro lado não se conteve. Seu humor tinha melhorado com a perspectiva de desconta sua frustração por ter
ficado preso aqui, no seu primo. Ele sabia que o menino merecia.
Harry deu uma risada fria que fez Dudley virar para olhar para ele, surpresa.
"Oh, não Dudley, eu não acho que seja assim tão fácil." Harry observou com satisfação como o menino empalideceu.
"Por que você está fazendo isso? Você nunca foi assim..."
"Mau?" Harry fornecido.
Harry sorriu.
"Você sabe o que dizem você é, como você foi educado, eu só estou dando a você o que você me forneceu." Harry
disse.
"Nós nunca fizemos nada com você! Você só era punido quando você fazia alguma coisas... 'estranha'!" Dudley
sussurrou a última palavra.
Dudley foi pego de surpresa instantaneamente. Seus olhos dispararam para o bolso de Harry, onde ele sabia que a
varinha de Harry era mantida. Harry, para dar razão ao temor Dudley, pegou sua varinha, aumentando o pânico de Duda.
"Você não pode usar isso!... É uma luta injusta!" ele começou.
"Talvez eu não me importe mais." Harry disse, fazendo Dudley dar alguns passos para trás, com os olhos grudados na
varinha.
Harry só estava brincando com seu primo. Ele não ia fazer nada com ele. Estava apenas se divertido muito ao ver seu
primo se contorcer de medo.
Harry ainda estava segurando sua varinha quando aconteceu. As lâmpadas de rua, de repente se apagaram,
mergulhando-os na escuridão. Dudley soltou um grito, mas Harry dificilmente notou. Ele estava distraído com a súbita
mudança que ocorreu. As estrelas acima deles aparentemente desapareceu e o calor pegajoso que eles estavam
sofrendo de repente mudou para um frio inexplicável. Harry tinha certeza de que sua respiração estava nebulização na
frente dele.
Ele agarrou na sua varinha e estava pronto para um ataque. Ele sabia o que estava vindo em sua direção; ficou claro a
partir dos sinais ao seu redor. A pequena cidade trouxa tinha visitante; Dementadores tinha vindo a Little Whinging.
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"O que você está fazendo?" Perguntou a voz em pânico de Duda em algum lugar à direita de Harry.
"Pare com isso agora! Você já fez o suficiente! Coloque as luzes de volta!" Dudley lamentou.
"Dudley, cale a boca antes que eu a feche pra você!" Harry avisou.
Dudley deve ter acreditado na ameaça porque ele não disse mais nenhuma palavra. Harry apurou os ouvidos para
captar o som da respiração de chocalho ou para sentir o cheiro de carne podre. Ele hesitou um pouco. Ele odiava
essas coisas horríveis, realmente odiava.
"Dudley, fique por perto." Harry instruído. Ele ouviu um grunhido em resposta e preferiu ignorá-lo por enquanto.
Tudo aconteceu muito de repente, a primeira coisa que o registrado na mente de Harry era as memórias. Eles vieram tão
rápido que o cegou. Sua mente foi agredida com imagens, imagens aterrorizantes do passado de Harry; Voldemort
morrendo, a destruição de Bella quando o Dementador roubou sua alma, Draco caindo de joelhos com um punhal
cravado em suas costas, e muitos dos pesadelos de Harry vieram claras como as lembranças inundaram.
Ela durou apenas uma questão de segundos, mas foi o suficiente para deixar Harry sentir-se doente e muito fraco. Ele
agarrou a varinha com força e pensou em sua família, as que ele agora tinha em sua vida; seus pais, seu irmão, sua
namorada.
"Expecto Patronum!" Harry disse com uma voz clara e Nagini veio trovejando de sua varinha. Harry observou o patrono
serpente gigante iluminou a escuridão ao seu redor e mordeu o Dementador diante de Harry.
Harry observou com satisfação que o Dementador fugiu de Nagini, gritando de uma maneira horrível.
"Não, isso não era tão ruim assim foi..." Harry parou quando ele se virou; esperando ver forma assustada de Duda ao
lado dele, mas não encontrou ninguém ao lado dele.
Harry sentiu seu coração saltar de medo quando viu a cena diante dele. Duda não estava de pé ao lado dele; ele estava
deitado no chão a poucos metros de distância, encharcado de suor e gemendo inaudível. Ele tinha os olhos fechados com
medo e estava gemendo de dor. A razão estava agachada sobre ele. Um Dementador estava se curvando para baixo
sobre ele e estava puxando os pulsos de seu rosto, suas mãos podres prendendo as mãos de Duda no chão. Sua capa já
foi rebaixada e foi abaixando sua boca para Duda, com a intenção de dar-lhe o beijo.
A visão fez o estômago de Harry da guinada. Ele desviou sua varinha, dirigindo Nagini para parar o Dementador. Nagini
chegou na hora certa. A serpente bateu na Dementador, derrubando-o longe de Dudley que estava chorando livremente
agora.
O Dementador agiu como se tivesse sido queimada e voou para longe do patrono, sibilando em forma que fez Harry
pensar que estava com dor agonizante. Assim que os dementadores fugiram, Nagini desapareceu. As luzes piscaram
novamente e o frio que havia penetrado Harry foi substituído imediatamente com o calor do verão.
Harry estava respirando pesadamente. Ele chegou muito perto de permitir que o Dementador beija-se o Dudley. O
menino pode ser desagradável e um valentão, mas que não merecia Beijo do Dementador.
"Dudley? Dudley? Você está bem?" ele perguntou, sacudindo o ombro do rapaz.
Dudley gemeu e cobriu o rosto com as mãos. Harry não tinha opção. Ele olhou à sua volta, só para ter certeza de que a
rua ainda estava deserta antes de pegar Dudley e aparatar direto para a sala de Duda no número quatro, Rua dos
Alfeneiros.
Harry já tinha ido com Dudley antes de uma velha correu ao virar da esquina, com chinelos tartan batendo no chão e
ofegando sem fôlego.
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*Chapter 6*: Chapter 6
AU Mundo
Damien guardou o seu telefone depois que Harry desligou na sua cara. Ele não podia acreditar no que estava
acontecendo. Seu irmão estava preso em outra dimensão e ele estava preso com o outro Harry. Pensando sobre isso,
Damien virou-se para encará-lo. Ele lutou contra o pânico que estava sentindo para que ele pudesse falar corretamente.
"Más notícias, Harry acha que a bússola pode estar sobrecarregada. Ele precisa recuperar sua energia mágica antes de
voltar funcionar de novo. Você não será capaz de retornar ainda. Vai demora cerca de uma semana." Damien explicou
miseravelmente.
Harry podia sentir uma pequena erupção de felicidade dentro dele. Ele não ia voltar ainda. Ele se sentia um pouco
preocupado, de talvez não conseguir voltar para o seu próprio mundo, mas diferente de seus amigos, nada de positivo o
esperava por ele. Mesmo assim, seus amigos mal tinham mandado cartas para ele, durante todo o verão, mesmo
sabendo de tudo pelo o que ele passado com Voldemort, no ano passado. Harry sentia um pouco de ressentimento de
seus amigos, que só aumentava o seu desejo de permanecer neste mundo alternativo por mais algum tempo.
"Oh, certo... não há muito que possamos fazer sobre isso." Ele disse, lutando para esconder a sua felicidade.
Damien acenou com a cabeça em resposta. Sua mente estava envolto com problemas futuros. Ele sabia que isso era
uma má idéia desde o início e agora que os dois Harry ficaram presos nas dimensões erradas, a probabilidade de as
coisas saírem terrivelmente errado era muito grande.
Suspirando, tanto frustração e aborrecimento, Damien levantou sua varinha e conjurou uma caixa de madeira. Ele
cuidadosamente colocou a bússola de ouro na caixa e a tampa firmemente. Ele abriu a gaveta da escrivaninha de Harry
e colocou a caixa de madeira no interior, sabendo muito bem que seus pais nunca entrariam no quarto de Harry. Eles
respeitavam a privacidade dele e nunca olharia as suas coisas, de modo a bússola estaria seguro aqui.
"Ok, a bússola deve ser capaz de se estabelecer se não for tocada. Depois de uma semana, vamos tentar de novo. Vou
ter que inventar uma desculpa para voltar aqui para isso." Damien começou a tenta fazer sua mente criar uma desculpa.
"Eu vou pensar em alguma coisa!" ele resmungou. Ele pensou em dizer que tinha esquecido alguma coisa, mas, em
seguida, dispensou essa idéia. Sua mãe, provavelmente, iria comê-lo vivo, se ele disse isso, depois de todas as vezes que
ela o avisou para embalar suas coisas corretamente.
"O que você está falando?" Harry perguntou, parecendo bastante confuso.
"Na próxima semana, eu vou voltar aqui para encontrar com você para que possamos testa a bússola novamente."
Damien repetiu, perguntando-se o que era complicado nisso.
"Encontre-me aqui? Eu não vou ficar aqui sozinho. Eu vou com você." Harry disse.
"Desculpe-me? Você não pode vir para Hogwarts!" Damien disse irritado.
"Oh, vamos ver?" Damien disse sarcasticamente. "Que tal, se você vir com a gente todo mundo vai saber que você não é
o verdadeiro Harry!"
"Você sabe o que eu quero dizer." Damien agarrou. "Você conseguiu dois dias aqui, mas em Hogwarts, vai ser uma
história totalmente diferente. Em primeiro lugar, a mãe e o pai vão ficar desconfiados por você mudar de idéia, e querer ir
para Hogwarts com a gente. Em segundo lugar, a maioria dos estudantes vai notar que você não está com a sua auto
confiante como de costume, para não mencionar os professores, especialmente o Professor Dumbledore! Ele saberá de
imediato que algo está errado e o seu disfarce será revelado."
Harry esperou até que Damien acabar o seu discurso.
"Você está exagerando. Nada disso vai acontecer." Harry disse. "Eu vou ficar longe dos alunos e funcionários. Eles não
vão ter tempo para se concentrar em mim de qualquer maneira, eles estarão ocupados com suas próprias vidas." Harry
viu Damien abrir a boca para argumentar e rapidamente o cortou. "Damien, olha, eu só vi até esta dimensão para que eu
pudesse passar um tempo com meus pais. Esses últimos dois dias foram ótimos, mas eu quase não tive a chance de falar
com eles. Esta é mais uma oportunidade para conhecê-los e passar mais tempo com eles. Eu não vou fica na Mansão
Potter e desperdiçar uma semana inteira, quando eu poderia esta gastando esse tempo com eles em Hogwarts."
Damien sentiu dilacerado. Ele entendia os sentimentos de Harry completamente, mas o risco era muito grande. Professor
Dumbledore iria perceber que Harry estava diferente e ele certamente descobriria o que tinha acontecido. Ele tentou não
imaginar o que seus pais faria com ele quando descobrissem que ele fazia parte do plano que resultou em Harry fica
preso em outra dimensão. Ele deu um tremor involuntário; seu pai ia matá-lo.
"Eu entendo, Harry, eu realmente entendo, mas eu sinto muito. Se você vir com a gente só vai causar problemas. A mãe e
o pai certamente irão percebe que você está diferente, se você passar uma semana com eles. Professor Dumbledore
conhece muito bem o Harry, ele vai pegar no ar que algo está diferente com você, a verdade é você estará em campo
aberto. Sinto muito, mas você não pode ir. Você tem que ficar aqui." Damien disse isso e se virou para sair. Ele abriu a
porta e desapareceu no corredor escuro, não dando a Harry a chance de discutir.
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Lily estava ao pé da escada, gritando com James e Damien se apressar. Era sempre assim cada vez que tinha que ir a
algum lugar. Ela não conseguia entender por que os homens não poderiam estar mais preparados como ela. Ela estava
pronta e arrumada logo de manhã para o seu caminho para Hogwarts.
"James, Damien, apresse-se temos que sair em três minutos!" ela gritou.
"To indo." James respondeu enquanto descia as escadas, seu tronco flutuando atrás dele. "Lily, eu não consigo
encontrar os meus sapatos, os marrons, alguma idéia de onde eles estão?" Perguntou James.
"Sob o sofá." Lily respondeu distraidamente, arrastando-a própria bagagem para a porta.
"Essa é a sua resposta para tudo." James bufou enquanto ele caminhava em direção à sala de estar.
"Isso é porque tudo é geralmente chutado para aí embaixo!" Lily respondeu, estreitando os olhos cor de esmeralda
para ele.
"Eu estou aqui, eu estou aqui." Damien respondeu, arrastando sua mala com ele. "Essa coisa pesa uma tonelada!" ele
gemeu.
Lily balançou a varinha e assumiu o tronco, guiando-o com cuidado ao lado do resto da bagagem, ao lado da porta.
"É Harry ainda lá em cima?" Lily perguntou por seu filho mais velho esta ausente no café da manhã. Ela sabia que ele
estava irritado por todo mundo esta indo embora e ele ia ser por conta própria, mas ela não achava que ele não iria
descer para se despedir deles.
"Hum, não, eu acho que ele ainda está na cama." Damien respondeu, não encontrando os olhos de sua mãe. Ele sabia
que Harry estava chateado com ele sobre a noite passada, mas realmente não havia nada que pudesse fazer.
"Oh, eu vou ir vê-lo. Eu não posso sair sem dizer adeus apropriado." Lily disse quando ela se virou em direção à
escada.
"Eu encontrei-os!" James anunciou alegremente enquanto caminhavam para fora da sala, seus sapatos favoritos em
seus pés.
Lily riu e voltou-se para as escadas que pretendem ir para cima, mas ela parou de repente ao vê-ló à sua frente.
Harry estava em pé no topo da escada, a capa de viagem sobre os ombros, o tronco ao lado dos seus pés. Ele olhou
para ela com um sorriso caloroso.
Harry olhou para Damien e viu sua expressão de choque antes de falar.
Os três Potters olharam para Harry com surpresa. James estava sem palavras, assim como Lily. Eles nunca tinham
pensado Harry pudesse mudar de idéia sobre ir para Hogwarts. Damien, no entanto, não estava apenas chocado, mas
com raiva também. O que Harry estava pensando? Ele tinha acabado de explicar por que ele não podia ir para Hogwarts
ontem à noite, mas parecia Harry tinha o ignorado.
"Eu... eu não entendo. Você disse que não queria aceitar o trabalho. Que te fez mudar de idéia?" James perguntou,
aproximando-se ao pé da escada.
Harry estava perdido trabalho? Que trabalho? Do que o seu pai falando? Ele olhou para Damien, mas sabia que o
menino não ia ajudá-lo. Ele limpou a garganta para falar.
Naquele momento, Damien tinha certeza que ele ia ter um ataque de pânico. Se Harry dissesse que ele estava
aceitando o trabalho, ele estava assinando sua morte. Seu irmão mataria este Harry com certeza.
"Eu não mudei de idéia sobre o trabalho. Eu disse que não queria que o trabalho e eu ainda não quero." Harry disse. Ele
sabia que se o outro Harry disse "não" a um emprego, então ele deve manter a mesma resposta. "Mas eu quero ir com
vocês e ficar com vocês em Hogwarts. Eu não quero ficar aqui sozinho."
Lily deixou escapar um suspiro de emoção. Damien olhou para longe de sua mãe com lágrimas nos olhos. "Ótimo,
ótimo!" ele gemeu para si mesmo.
Lily rapidamente empurrado para trás as lágrimas e falou com a voz trêmula.
"Harry isso é ótimo, eu não queria que você ficasse aqui sozinho também. É ótimo que você queira ir com a gente."
Damien não disse uma palavra, quando sua mãe e meu pai ajudaram Harry a levar as coisas dele lá embaixo. Ele não
disse uma palavra até que eles estivessem sentados na parte de trás do carro de seu pai. Damien viu James e Lily
alterando as enfermarias de segurança da Mansão e aproveitou a oportunidade para falar rapidamente para Harry.
"Eu sei como você se sente sobre eu ir, mas eu não vou ficar sozinho por uma semana. Eu não troquei de mundo
apenas para ficar sozinho! Quero conhecer meus pais e eu não vou perder tempo, nem mesmo um único momento!"
Damien olhou para ele, mas não podia dizer nada. Já que James e Lily tinham voltado e sentado na frente pronto para ir.
Damien olhou para fora da janela e empurrou para baixo sua sensação de pavor. Nada de bom viria disso, ele sabia
disso. Ele queria ligar para o Harry e dizer-lhe quão teimosa outro Harry estava sendo, mas ele não podia fazer nada
até que ele está longe de seus pais.
Ele sentou-se em silêncio, imaginando o quão ruim as coisas podem ficar enquanto seu pai levou-os para Kings
Cross, onde todos iriam embarcar no Expresso de Hogwarts na plataforma 9 ¾.
Canon Mundo
Harry deixou as cortinas caem de volta no lugar quando ele se afastou da janela. Ele sabia que a casa foi fortemente
protegia, não havia como os Dementadores segui-lo. Eles foram embora por enquanto. Mesmo assim, Harry observava a
rua escura, seus olhos varrendo a área à procura de qualquer coisa que estava fora do normal. Mas tudo estava em
silêncio e imóvel, assim como era antes do ataque.
Harry afastou-se da janela e olhou para o garoto abalado sentado na cama. Harry aparatou Dudley direto para seu
quarto na Rua dos Alfeneiros. Ele estava feliz que ele ainda pode manipular as alas, assim como ele vazia em seu
próprio mundo.
Harry não disse nada para o menino grande que estava sentado com os braços envolto em torno de seu grande torso,
balançando para frente e para trás. Seus olhos estavam bem abertos e vidrados, sua pele na cor cinza. Parecia que ele
estava lutando contra o desejo de fica doente. Harry ficou surpreso que ele estivesse sentado calmamente na cama.
Ele tinha imaginado que ele gritaria escada abaixo e chamar por seus pais no momento em que voltaram, mas Dudley
estava em grande choque para fazer algo além de sentar-se em sua cama.
Harry olhou ao redor da sala, estavam recheados de coisas, brinquedos trouxas e jogos espalhados nas prateleiras,
cartazes decoravam as paredes, as roupas estavam espalhadas em toda a volta da cadeira e na mesa dele eram mais
doces do que Harry tinha visto em lojas de trouxas. Harry foi até a mesa e pegou uma grande barra de chocolate. Ele
caminhou até Dudley, que se encolheu horrivelmente como Harry se aproximou dele. Sem dizer uma palavra, Harry
ofereceu a barra para ele. Dudley olhou para ele e balançou a cabeça grande loiro para ele.
"Coma, isso vai fazer você se sentir melhor." Harry disse tentando manter a voz livre de aborrecimento. Ele não sentia
compaixão por Dudley, ele era apenas um Trouxa imbecil que seguiu os passos de seus pais cegamente e não via
qualquer razão de pensar por si mesmo. No entanto, o rapaz tinha acabado de ser quase beijado por um Dementador.
Harry sabia exatamente como se sentia e foi por causa disso que ele só estava ajudando o seu primo trouxa.
Dudley assumiu a barra e se atrapalhou com a embalagem antes de finalmente conseguir removê-lo com sucesso. Ele
comeu a barra em questão de segundos. Harry observou com diversão leve quando ele se sentou na cadeira perto da
mesa. Dudley parecia um pouco melhor agora. Com alguma cor voltando ao seu rosto e ele conseguiu parar de tremer.
Harry pegou outra barra e jogou-a para Duda que o apanhou, mas não abri-lo imediatamente. Ele apenas ficou com a
barra de chocolate em suas mãos gorduchas, os olhos fixos em Harry.
"O que era aquilo?" Dudley finalmente perguntou sua voz tremendo.
"O que você acabou de experimenta foi um ataque dos Dementadores." Harry calmamente respondeu. "Eles são
criaturas terríveis que guardam a prisão do mundo mágico, Azkaban. Quando chega perto de você, você é forçado a
reviver suas piores memórias. Se eles te beijar, eles sugam a sua alma."
Dudley soltou um grito de horror. A barra caiu no chão de seus dedos. Dudley trouxe as mãos para cima e começou a
sentir o peito freneticamente, como você faria se estivesse procurando algo em seu bolso. Seus dedos estavam
cutucando seu próprio peito, como se estivesse tentando sentir se sua alma ainda estava dentro dele.
"Você está muito bem! Se sua alma fosse sugada de você, você saberia! Confie em mim!" ele disparou fazendo Dudley
parar e soltar as próprias mãos.
Harry não pôde deixar de se irritar. Ele tinha acabado de ser atacado por dementadores. Ele olhou para o lado de
Dudley e tentou fazer que a sua mente cansada trabalhasse. Que diabos, esses dementadores estavam fazendo em
Little Whinging?
Um som no quarto distraiu Harry e ele olhou para Duda. Ele tinha pegado o chocolate e estava em processo de rasgar o
invólucro. Ele olhou para Harry com um olhar culpado passado pelo seu rosto.
"Chocolate ajudar a curá-lo depois de um ataque dos Dementadores." Harry oferecido como uma explicação.
"Ah, então você comece aquelas, aquelas coisinhas, Demência o ataca com freqüência?" Perguntou Dudley.
"Então como você sabe que o chocolate ajuda?" ele perguntou depois de um momento ou dois.
Harry não sabia se o Harry deste mundo tinha lidado com dementadores ou não. Mas ele sabia que, se tivesse, ele não
teria discutido com seus parentes trouxas como eles mostraram tão pouco interesse no mundo mágico. Assim, Harry
sabia que seu comentário não seria questionado.
Vendo que seu primo trouxa estava com um olha muito melhor agora, Harry se levantou para sair. Ele precisava coloca a
sua cabeça para pensa sobre este ataque para tentar descobrir a razão por trás disso. Assim que ele se aproximou da
porta, a voz de Dudley o deteve.
"Você mudou".
Harry olhou para trás para o rapaz, ainda sentado com a barra de chocolate pela metade.
"Eu não quero dizer o visualmente." Dudley respondeu. "Quero dizer, tudo em você está diferente. A maneira como você
fala com a gente, o jeito que você usou o seu, seus poderes, tudo sobre você está diferente. Você nem mesmo anda do
mesmo jeito! Você está mais confiante." Dudley exclamou.
Harry conteve o sorriso, com certeza alguém tinha que notar as diferenças uma poção não poderia causar. Ele teve que
admitir, ele não estava fazendo nenhum esforço para fingir ser como o outro Harry, ele não podia suportar a idéia, mesmo
que só fingindo de ser submisso.
"As pessoas mudam, Dudley." Harry disse. "A vida, faz você mudar. Foi isso que aconteceu comigo."
Dudley parecia pensativo e Harry teve que admitir que parecia que ele estava com dor.
"Você ... você diz isso, por causa daquele rapaz que foi morto na sua escola?" ele perguntou finalmente.
Harry não sabia que Dudley sabia sobre o garoto do sétimo ano que foi morto por Voldemort. Ele poderia dizer, mesmo
por um breve encontro com Harry deste mundo, que ele era torturado pela memória da morte de Cedrico Diggory, mas
não acho que ele teria contado os Dursley.
"Minha mãe mencionou algo sobre isso." Dudley murmurou quando viu a expressão no rosto de Harry.
"Coma um pouco mais de chocolate, ele vai ajudar." Harry instruiu quando ele abriu a porta do quarto com a intenção
de sair.
Dudley olhou para a barra pela metade em sua mão antes de o olha de volta. Sua expressão de repente mudou e ele
corou.
"Hum, Harry, você, você pode pega um também, se você, você quiser." Ele disse, apontando para a pilha de doces
sobre a mesa.
"Eu estou bem." Ele comentou, mas ele poderia dizer que, para Dudley estar oferecendo doces para seu primo
negligenciado era uma coisa rara e uma coisa que acontece vez na vida.
"Você me ajudou com isso, essa coisa. Que eu não consegui nem ver o que era. Se eu estivesse no seu lugar eu teria ...
teria ..."
"Você teria me largado lá e corrido, certo?" Harry terminou, com diversão, vendo o olhar de culpa do Dudley.
Dudley olhou para seu primo e sorriu, não um sorriso sarcástico, mas um sorriso genuíno que até mesmo seus pais
nunca tevem ter visto.
"Obrigado, Harry."
"Eu estou indo para ir agora." Harry disse, abrindo mais a porta para que ele pudesse sair. "Eu tenho que ir e tomar um
banho para me livra disso em mim."
Dudley soltou uma risada e olhou surpreso seu primo com uma emoção que nunca tinha sentido antes. Era
estranhamente como um sentimento de amizade. Ele observou enquanto Harry saiu e olhou para a barra de chocolate.
Talvez ele estivesse errado sobre seu primo. Seus pais lhe tinha dito que o dom 'estranho' de Harry só poderia causar
estragos e problemas, e depois de ter passado por uma cirurgia para remover o rabo de porco e de quase desmaiar
quando a sua língua inchou com os doces falsos, ele concordou de todo coração com eles, mas depois do que
aconteceu hoje, as coisas Dementadores invisíveis que havia feito com que se sentisse frio e triste e depois sentir o
desespero surgindo dentro dele como ácido, corroendo suas entranhas, ele não tinha outra opção a não ser admitir que
sem presente 'esquisito' de Harry, ele nunca teria se livrado desse desespero. Um arrepio percorreu-o com a memória e
ele colocou o resto do chocolate em sua boca.
Ele resolveu ser mais agradável com o Harry a partir de agora. Ele viu um lado dele que ele nunca pensou. Seu primo,
que ele havia espancado em diversas ocasiões e que tinha sido ridicularizado e criticado, arriscou sua vida para salvá-lo.
Se isso não fizesse voltar atrás e reconsiderar a sua relação com ele, então nada faria.
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Harry não dormiu naquela noite. Ele estava deitado acordado em sua cama tentando descobrir o que estava acontecendo
no mundo. Uma coisa que ele sabia com certeza era que Dementadores não agir por conta própria. Eles não vieram para
Little Whinging, eles tinham sido enviados aqui. Harry percebeu isso praticamente de imediato. A única coisa que ele
estava tentando descobrir era quem tinha os enviado? O primeiro e mais óbvio culpado era Voldemort. Ele estava em
busca de sangue de Harry. Por mais desconfortável que esse pensamento fosse para Harry, essa era a verdade. Mas
esse era o problema, Voldemort queria matar Harry, não sugar sua alma. A outra coisa era que se os Dementadores não
estavam sob o controle de Voldemort. Então eles estavam com o Ministério.
Aquela pequena conclusão trouxe Harry a acreditar que alguém do Ministério estava tentando chegar a Harry. Era a
única explicação plausível. A partir do Profeta Diário e a carta de Hermione, Harry tinha deduzido que o mundo mágico
pensava sobre Harry Potter. Suas entranhas ferveu furiosamente quando ele se lembrou das piadas e comentários
sarcásticos descaradamente cruéis feitas sobre Harry, porque ele alegou que Voldemort estava de volta e eles não
acreditavam nele, desconsiderando-o como um "moleque delirante e busca de atenção. Lembrou-se da linha na carta de
Hermione,
'Não dê atenção para o Profeta Diário, Harry. Eles não querem acreditar que você está dizendo a verdade. Apenas
ignore-os! '
Harry buscou a carta e leu novamente. Era uma simples carta perguntando sobre a saúde de Harry e dizendo-lhe que
ela e Ron estavam "muito ocupado" e tinha "muito a fazer". O que ela e o Rony estavam ocupados fazendo não foi
divulgado. Harry dobrou a carta de volta e colocou-a debaixo do travesseiro. Ele tinha que deixar isso para o 'Harry'
destinado.
Assim que Harry estava começando a cochilar, ele ouviu um barulho que o fez sentar-se em sua cama. O som distinto de
alguém andando no andar de baixo fez Harry alcançar sua varinha e se levantar. Ele sabia que nenhum dos Dursley
estavam lá embaixo como Dudley estava dormindo em seu quarto e Vernon e Petunia estavam dormindo no antigo quarto
de Harry. Harry teria ouvido eles saindo de seus quartos e descer as escadas se fosse eles. Harry ainda não sabia como
sua tia e tio dormia no antigo quarto de Harry, e ele honestamente não estava interessado também.
Harry se levantou e calmamente saiu da grande sala. Ele tinha acabado de chegar ao topo da escada, quando ele
sentiu. Magia. Alguém estava usando magia. Podia senti-lo, quase prová-lo no ar. Harry foi imediatamente em seu
modo guerreiro e furtivamente fez o seu caminho descendo as escadas.
Uma parte dele esperava que fosse Damien eo outro Harry, que tinha chegado. Talvez a bússola tinha funcionado. Mas
Harry sabia que Damien teria lhe telefonou antecipadamente. Então, definitivamente não era eles. Ele sabia que não ia
ser Aurores, uma vez que não conseguiu detectar varinha especial de Harry. Mesmo se ele tivesse realizado a magia, o
Ministério nunca saberia. Isso só deixou uma outra opção; Comensais da Morte.
Harry chegou ao pé da escada e pressionou suas costas contra a parede, mantendo-se escondido. O aperto em sua
varinha estava firme e ele estava pronto para tirar em quem o estivesse ameaçando. Ele ouviu outro som, alguém pisar
em algo que rangeu alto e uma voz dizendo alguém para "abafar!
Harry se preparou quando ouviu passos suaves aproximar dele. De sua visão periférica, viu à beira da porta da cozinha
aberta e ele sabia que alguém estava entrando na sala. Harry não perdeu um momento. Ele se jogou na frente do
estranho e disparou sua maldição.
Jato de Harry de luz azul, destinado a imobilizar seu alvo, voou direto para o assistente desavisados e acertá-lo
diretamente no peito. Harry viu a pessoa bateu no chão com um baque.
Era como uma meia dúzia de varinhas foram destinadas a ele que Harry reconheceu a figura deitada no chão.
"Kingsley?" Harry murmurou baixinho quando viu a forma atordoado do Auror deitado aos seus pés.
Harry olhou para cima e viu todos os rostos olhando para ele, cheios de choque e alarme antes do reconhecimento
chegar no rostos deles.
Harry lançou "Lumos" para melhorar a sua visão e viu a pessoa que tinha feito a pergunta. A resposta de Harry ficou
perdida em algum lugar em sua garganta. Ele pegou a aparência terrível do homem em pé diante dele, suas vestes
gasta e remendada, seu cabelo castanho com listras cinza e seus olhos o olhando cansado e mal-assombrado.
"Remus?" Harry perguntou, sem se atrever a acreditar que o assistente de pé diante dele era a forma alternativa do
melhor amigo de seu pai.
"O que você ... o que aconteceu com você?" Ele perguntou como ele abaixou a varinha.
Harry sabia que sua aparência estava causando a surpresa. Ele rapidamente ofereceu a sua explicação, não querendo
que ninguém duvidar de sua identidade.
"Eu fiz uma poção de fortalecimento. Mas eu estraguei tudo e acabou alterando a minha aparência." Harry forneceu
rapidamente.
Harry estava prestes a voltar o comentário, mas se conteve. Ele viu alguns rostos familiares por trás Remus. Ele notou
Tonks imediatamente com seu cabelo rosa chiclete. Moody estava olhando para ele, sua varinha ainda apontando para
ele, seu olho azul girando loucamente em seu soquete. Ele viu algumas outras pessoas que ele sabia pertencer à Ordem,
mas nunca se preocupou em conversar.
"O que você está fazendo aqui?" Harry perguntou quando ele abaixou a varinha, mas não a guardou.
"Viemos para ver como você estava depois que descobriu sobre o ataque dos Dementadores." Remus disse, retirando o
feitiço de Kingsley.
"A Sra. Figg nos alertou." Remus disse, enquanto ajudava a Kingsley a ficar em pé. O Auror se levantou, esfregando seu
pescoço.
"Oh" Harry não tinha idéia do que era a Sra. Figg, mas ele tinha que jogar junto.
Harry sabia que o Harry deste mundo conhecia Remus já que ele o havia mencionado quando eles estavam discutindo
todas as pessoas que ele e Damien conhecia. Mas o que Harry não sabia era quem mais ele conhecia. Harry tinha que
jogar junto da melhor forma possivel, com quase nenhuma informação.
Ele notou Kingsley olhar para ele e ele rapidamente se virou para ele.
"Desculpe, sobre isso. Você me pegou desprevenido." Ele fornecido como ele apertou sua mão.
"Sem problemas". Kingsley escovado o pedido de desculpas de lado e olhou para Harry de perto. "Você está muito
mais parecido com James. É estranho." Ele comentou.
"Sim, mas os seus olhos ainda são como o de Lily." um assistente estridente fornecido.
Harry lutou para não revirar os olhos. Constatando o óbvio, por que não", ele disse a si mesmo.
"Nós estávamos preocupados com você. Sra. Figg nos falou que sentiu os dementadores e pensamos o pior ..."
Remus parou e olhou para Harry, um olhar estranho de confusão em seu rosto. "Como você escapou dos
Dementadores sem usar a sua magia?" , perguntou ele.
Harry sentiu um momento de pânico explodir dentro dele. Ele sabia que não podia dizer que ele usou sua magia desde
que o Ministério teria emitido um aviso por agora. Como é que ele ia explicar o que ele fez magia, mas o Ministério não
podia detectar ela? Mantendo sua expressão tão relaxado quanto possível, ele respondeu:
"Eu corri."
"Perdão?"
"Eu corri. Eu e Duda. Percebo que os dementadores estavam vindo pr que subitamente ficou fria e eu disse para o Duda
correr, antes que os dementadores podesse chegar até a gente. Nós não estávamos tão longe de casa e conseguimos
voltar para dentro a tempo. Acho que as proteções parou os dementadores de me seguir até aqui dentro. " Harry
respondeu com a sua voz mais inocente.
Remus estava olhando para Harry como se não pudesse acreditar no que ouvia.
"Você correu?" ele perguntou de novo, a descrença em sua voz. "Isso ... tudo bem, eu não estava esperando isso, mas,
acho que funcionou, certo." Ele terminou de forma abrupta, sem saber o que dizer a ele.
Harry notou, com um crescente sentimento de medo, que Moody estava olhando para ele muito desconfiado. Ele
descobriu que ele estava certo no momento seguinte.
"Acho que devemos testá-lo." ele disse com sua voz rouca.
"Ele não se parece com Potter, ele não soa como Potter, você não acha que talvez haja uma boa chance de que ele não
ser o Potter?" ele perguntou em sua voz irritante e paranóica.
"Oh, Moody, pelo amor de Deus!" Tonks reclamou, mas foi interrompido quando Moody se virou para ela.
"Houve um ataque dos Dementadores! Existe uma boa chance de o real Potter ter sido levado e este ser um isca, para
nos confundir!" ele sussurrou para ela.
"Alguém trouxe Vertiserum com voces?" , perguntou ele. Na resposta negativa, ele balançou a cabeça. "Não, eu não
acho que alguem iria se lembrar dessas coisas vitais!"
Moody parecia não ouvi-la quando ele pisou o seu caminho até Harry.
"Tudo bem, dizer-nos algo que só o verdadeiro Harry saberia." ele exigiu.
Harry teve que se impedir de ser rude. Ele não poderia explodir seu disfarce, mas a tentação era demais.
"Isso não é diversão e jogos, rapaz. Não tente ser engraçado comigo." Ele alertou.
Harry estava achando difícil não irritar o Auror, mas ele resistiu suas tentações.
Harry amaldiçoado. Por que Remus tem que perguntar isso? Não havia nenhuma maneira que ele poderia descobrir isso.
Ele sabia, sem dúvida que o Harry deste mundo não teria o mesmo patrono como ele. Vendo que a forma do seu Patrono
assustava até os bruxos mais adultos, ele não achava que o Patrono do Harry de 15 anos ia ser Nagini.
Harry percebeu que todo mundo estava esperando por sua resposta. Limpando a garganta, Harry virou-se para Moody.
"Antes de responder a isso, como eu sei que você é o verdadeiro Moody? Pelo que sei, todos vocês poderiam ser
Comensais da Morte disfarçado."
Moody parecia chocado por um momento antes de olhar para Harry com um olhar em seus olhos que poderia ser
descrito como orgulho.
"O menino tem um ponto." Ele disse, voltando-se para falar com os membros da Ordem atrás dele.
"Além disso, a minha forma do Patrono poderia ser revelado por alguem. Isso não te diria se eu sou o verdadeiro Harry ou
não. Qualquer um pode aprender esses detalhes." Harry continuou.
"Então, o que você sugere?" Moody perguntou, evidentemente intrigado com a vigilância de Harry.
"Feitiço de identidade."
Moody olhou para Harry com o choque. Ele não estava esperando isso.
" Feitiço de Identidade? Essa é uma idéia, mas que precisam de sangue para que isso funcione." Ele disse.
"Apenas uma gota." Harry respondeu. Então, lembrando-se que o outro Harry lhe tinha dito sobre ser forçado a participar
do ritual de Voldemort, ele acrescentou: "Já tive que fazer pior. Pettigrew arrancou meu sangue, para trazer de volta,
Voldemort. Tenho certeza de que posso perder uma gota para ajudar, você acredita que eu sou realmente Harry Potter ".
A atmosfera de repente se intensificou. Harry viu os outros soltarem um suspiro profundo. Harry se perguntou se era a
menção do nome de Voldemort ou o fato de que Pettigrew tinha tomado o sangue de Harry. Ele achava que era
principalmente a menção de Voldemort.
Moody repente recuou e olhou incerto para Remus. Os membros da Ordem se entreolharam com expressões solenes.
Harry percebeu que era, o conhecimento de que Harry ficou ferido no ritual de re-nascimento que estava causando o
desconforto outros. A última coisa que queria era fazer Harry sangrar.
"Apenas uma gota." Ele confirmou, as palavras soaram mais para ele se convencer do que a Harry.
Harry levou os outros de volta para a cozinha e viu como Remus passou em primeiro lugar. Moody tomou uma gota de
sangue do dedo e usou o feitiço identificando nele. O nome 'Remus Lupin John' apareceu no ar em letras vermelhas de
fogo antes de desaparecer. Harry deixou Moody extrair uma gota de sangue do dedo e olhava com um sorriso satisfeito
como as palavras 'Harry James Potter' apareceu no ar.
Todo mundo parecia muito mais relaxado agora. Harry sabia que, com exceção de Remus, o resto estavam apreensivos
de Harry como sua aparência havia mudado e, aparentemente, por isso tinha o seu modo de falar, Harry não podia ser
tão tímido e reservado, se tentasse. Mas agora que ele foi identificado como Harry Potter, que podia confiar nele. Agora
que eles verificaram que Harry Potter ainda estava na Rua dos Alfeneiros e estava seguro, eles podiam sair.
Remus se virou para encarar Harry agora e sorria cansado para ele.
"Agora que isso está resolvido, você pode subir e pegar as suas coisas. Devemos ir."
"Você não vai ficar aqui. Você teve sorte, você fugiu dos dementadores, desta vez, da próxima vez, você pode não ter
tanta sorte. Você vem com a gente." Remus disse com um sorriso.
*Chapter 7*: Chapter 7
Capítulo Sete
AU mundo
O passeio no Expresso de Hogwarts era muito diferente para o passeio habitual Harry já havia experimentado. Para
começar, ele não estava sentado em um compartimento com Rony e Hermione. Em vez disso, ele estava sentado com
sua mãe e seu pai no compartimento dos Professores. Harry observava pela a janela a passagem do cenário. Ele estava
perdido em seus pensamentos. Ele sabia que Damien estava zangado com ele. Ele se recusou a falar com ele durante
todo o trajeto de carro para Kings Cross. Assim que eles passaram pela barreira mágica e chegaram à Plataforma 9 ¾,
Damien foi às pressas para um compartimento próximo ao final do trem, sem dizer uma única palavra para Harry. James
e Lily olharam para Harry com surpresa e James tinha perguntado se ele e Damien tinham brigado. Harry encolheu os
ombros em resposta, não querendo inventar uma desculpa.
Harry soltou um suspiro como ele pensava sobre o menino mais novo, ele entendia seus medos e sabia que estava
arriscando seu disfarce, indo para Hogwarts, mas ele não podia sentar-se e ficar sozinho, quando ele tinha a chance de
ficar com seus pais. Ele olhou para Lily quando ela sentou-se com James, ambos passando por uma lista do que
precisava ser feito, uma vez que chegasse a Hogwarts. Ele sorriu quando viu a forma como os olhos de Lily se
iluminaram quando ela encontrou seu olhar. Ela desviou o olhar novamente como James pediu sua atenção.
Harry estava feliz por se sentar em silêncio e apenas assistir seus pais de forma discreta. A próxima vez que ele olhava
para fora da janela, ele estava surpreso que o sol já estava caindo, o céu estava ficando mais escuro a cada minuto.
Então ele sentiu alguém sentar-se ao lado dele e ele puxou o olhar para longe da janela e olhou para James. Seu pai
estava sentado ao lado dele e estava olhando para ele com cuidado, com uma pitada de preocupação em seus grandes
olhos castanha.
Harry acenou com a cabeça, sem poder falar. Ele tinha um desejo ardente de abraçar seu pai e sua mãe também, mas o
Harry deste mundo nunca abraçaria os seus pais e por isso Harry teve que forçar-se a ficar no seu lugar.
"Harry, eu só queria te dizer o quanto sou grato que você está vindo com a gente." James começou. Harry sorriu
mentalmente. Pelo menos alguém estava feliz por tê-lo em Hogwarts. "Eu sei que a decisão deve ter sido difícil, mas
estou feliz que você fez. Eu quero que você saiba que eu entendo a sua decisão de não assumir a oferta de
Dumbledore."
Harry se perdeu novamente. Que oferta Dumbledore teria feito que Harry tivesse recusado? Ele perguntou à toa que
tipo de relação Harry e Dumbledore tinha? Pelo que ele tinha deduzido até o momento, não parecia como se eles
fossem muito próximos.
Harry percebeu que James estava esperando por uma resposta de algum tipo. Ele limpou a garganta e olhou para ele.
"Eu não queria ficar sozinho. Pensei que mesmo que eu não querendo aceitar a oferta de Dumbledore, que eu poderia
ficar em Hogwarts com você e a mãe." Harry disse que as palavras com cuidado, certificando-se que ele não disse nada
que gerasse confusão.
"Ele disse que você era bem-vindo para ficar conosco, mesmo que você não quisesse o emprego. Dumbledore não terá
qualquer problema com a sua permanência. Embora, eu acho que ele vai tentar oferece o trabalho novamente. Apenas
faça-me um favor e seja educado, ok? não o insulte, ele apenas está oferecendo-lhe um emprego recusa-o se for preciso,
mas faça o mais educadamente possível."
Harry piscou de volta para James. Seu choque foi tal que ele não conseguia formar nenhuma palavra para responder. O
Harry deste mundo era rude com Dumbledore? O mago mais poderoso que até mesmo intimidava Voldemort! Isso era
algo que Harry tinha certeza de que ele nunca iria ouvir. Ele balançou a cabeça, para limpá-la, mas James tomou isso
como uma resposta ao seu apelo.
"Harry, por favor. Ele não é seu inimigo. Apenas... apenas o ignore. Eu sei o quanto isso lhe dói."
Harry forçou as suas palavras para mostrar que ele não estava discutindo com seu pai.
"Tudo bem, pai. Eu não vou briga com ele."
James abriu a boca para falar, mas as palavras que Harry tinha falado penetraram sua mente e ele parou em choque.
Ele fechou a boca e olhou para Harry com surpresa. Ele estava pronto para lutar pelo caso e não espera que Harry fosse
ceder tão cedo. Ele compartilhou um olhar com Lily antes de voltar para Harry.
"Ok, então, isso é... bom... obrigado, por isso." Ele gaguejou sem saber como mostrar a gratidão por Harry está ouviu-o.
Harry estava tomando a reação de seu pai com uma dor em seu coração. Seu pai parecia tão feliz que seu filho o ouvi.
Ele percebeu que o Harry desse mundo tinha uma relação muito estranha com seu pai. Era dolorosamente óbvio que ele
não dava ouvidos á seu pai. Harry não podia ajudar, mas pensou na velha frase que ouvi uma vez, "aqueles que o têm,
não aprecia, aqueles que não o tem, anseiam por isso. '
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Harry caminhou para a plataforma em Hogsmeade e olhou em seu entorno. As coisas pareciam como seu próprio mundo
por um momento. Ele podia ver o castelo ao longe, brilhando na escuridão, convidando-o para casa. A caminhada dos
estudantes, todos vestindo suas vestes da escola, correndo para sair do frio e para o castelo o mais rápido possível. Harry
viu o grupo de crianças, um pouco assustados que ele sabia que eles eram dos primeiro ano. Com uma pontada de
repente, ele se lembrou de Hagrid. Ele olhou ao redor da estação, em busca de seu meio amigo gigante, mas ele não
podia vê-lo em qualquer lugar. Com tamanho de Hagrid, que era geralmente muito fácil de encontrá-lo de longe. Ele viu
outro professor, de cabelos grisalhos e um pouco gordo, orientando os alunos para os barcos.
"O quê?"
Harry olhou ao redor para encontrar James olhando para Harry, seus olhos ligeiramente redondos e largos. Ele
descobriu que ele não era tão tranqüila como ele pensava.
"Nada, eu só estava me perguntando onde Hagrid está?" Harry disse, sem saber o que mais ele poderia dizer para
disfarçar suas palavras. Afinal, nada rimada com 'Hagrid'.
Ele se arrependeu de imediato, com o olhar chocado James se virou para ele com raiva.
"Como é que você sabe sobre o Hagrid?" James perguntou, com um tom áspero de sua voz.
Harry estava começando a suar. Ele não gostou da forma como James estava olhando para ele, com raiva e irritado.
Ele tinha acabado de descobri que o Harry deste mundo não conhecia o Hagrid.
"Eu ouvi alguns estudantes mencioná-lo no ano passado." Harry mentiu, em pânico pelo seu deslize. "Eles estavam
dizendo que um meio gigante com o nome de Hagrid costumava trabalhar para Hogwarts. Eu só queria saber onde ele
estava."
Ele observou com o coração batendo dolorosamente como James relaxou um pouco. Ele ainda estava olhando para
Harry com desconfiança. Ele não disse nada embora e deixou cair o tema de conversa quando Lily chegou a eles.
Harry seguiu-os no meio da multidão de pessoas, também envolvido em seu próprio erro, para perceber os outros alunos
olhando para ele com surpresa. Ele tinha os olhos fixos no chão, apenas tomando nota de onde os pés de seus pais iam.
Foi só quando percebeu que seus pais tinham parado ao lado de um carro que ele olhou para cima. Ele quase desejou
que ele não tivesse olhado. Ele prendeu a respiração em seu peito enquanto ele olhou para o carro. O carro em si foi
idêntico ao de seu mundo. Mas a coisa anexada à frente da carruagem era algo que Harry nunca tinha visto antes. Uma
grande criatura como um cavalo estava amarrada ao carro, seu grande corpo esquelético estava parado, seus olhos
brilhando branco estava fazendo a pele de Harry se arrepiar. Harry percebeu as grandes asas de aranha ao seu lado e
sentiu seu estômago apertar de medo. O que eram aquelas coisas? E por que tais criaturas ferozes ficavam no meio das
crianças.
"Harry?"
Harry virou a cabeça e volta para olhar para James e Lily, ambos olhando para ele com preocupação.
"Desculpe? Quê?" Harry disse, pensando que talvez eles estivessem falando com ele e ele não tinha respondido.
"Você está bem?" James perguntou com uma expressão preocupada. "Você está agindo de forma engraçada todo o
caminho até aqui."
Harry abaixou a cabeça de vergonha. Se ele não podia durar a viagem até Hogwarts como ele iria durar uma semana
com eles no castelo?
"Eu estou bem." Ele mentiu e ele sabia que estava longe de ser convincente.
James abriu a porta e disse para Lily e ele entrar. Lily subiu de uma vez feliz por sair do frio. Harry se aproximou do
carro com cautela e não conseguia parar de olhar para a estranha criatura cavalo/dragão. James olhou para trás e
olhou para Harry.
"O que é foi agora, Harry? O que você está olhando?" James perguntou, ficando cansado com o comportamento
estranho do filho.
"Nada, é só" Harry engoliu em seco quando o cavalo deu um grunhido antes balançando sua cauda. "O que, o que é
isso, essa coisa?" Harry tinha que pergunta, a criatura estava pirando ele.
James olhou para trás em linha reta para o cavalo e, em seguida, olhou para Harry.
Os olhos castanhos de James se arregalaram de surpresa. Ele olhou para o carro e depois para Harry. Um olhar de
suspeita encheu seus olhos castanhos, fazendo Harry engolir novamente nervosamente.
"Você não sabe o que essas criaturas são?" James perguntou, apontando diretamente para o cavalo.
James estava visivelmente atordoado. Ele levou alguns minutos para falar.
"Eles são chamados de testrálios. Eles puxam as carruagens até Hogwarts, eles sempre fizeram isso. Eles são
inofensivos." James acrescentou, ao ver a expressão no rosto de Harry.
Harry teve que admitir que ele ficou aliviado por finalmente saber o que era a criatura. Ele olhou para James com uma
expressão mais relaxada.
"Será que você não os viu no ano passado?" James perguntou, olhando de perto Harry.
"Eu teria pensado que você acima de todos os teria visto." James disse baixinho.
Harry não sabia o que fazer com isso. Ele ficou em silêncio e não respondeu. Ele não tinha certeza se ele estava
imaginando isso ou não, mas James tinha soado quase embaraçado nesse último comentário.
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James seguiu Harry para dentro do carro e sentou-se, olhando-o todo o caminho até ao castelo de Hogwarts. Ficaram em
silêncio, Lily olhando entre os dois com um olhar interrogativo. Harry não fez qualquer contato com os olhos e sentou-se
em silêncio. Ele estava começando a ver o que Damien estava falando. Ele iria prejudicar seu disfarce antes mesmo que
ele chegasse ao castelo!
Harry entrou no enorme castelo e não pôde evitar o sorriso que enfeitou seu rosto. Ele amava Hogwarts. Ele ficou
aliviado ao encontrar o castelo, assim como era em seu próprio mundo. Os mesmos retratos, as mesmas escadas
mágicas que se moviam sozinhas, os mesmos móveis, era como se Harry tivesse voltado para o seu mundo. Como ele
passou pelo corredor e se dirigiu para o Salão Principal, ele observou que o corredor principal parecia um pouco
diferente.
Harry entrou no Salão Principal e teve que lutar contra o sorriso ameaçando surgir em seu rosto. Ele amava a
familiaridade de sua querida escola; ele olhou as velas flutuantes, as quatro mesas das casas, estendida por todo o
comprimento da sala e da longa mesa no palco, destinada ao pessoal. Ele olhou para o teto e viu o teto encantado
mostrando o céu nublado e uma garoa de leve.
Ele seguiu seus pais até a mesa dos professores. Harry de repente percebeu que todo o conjunto de Hogwarts ia ser
capaz de vê-lo sentado na mesa da equipe. A percepção fez sentir-se muito apreensivo. Ele odiava as pessoas olhando
para ele, e com ele sentado na mesa dos professores, à vista de todos, ele iria atrair a atenção de todos. Não tinha como
se ele parar agora, então, ele se arrastou pelo caminho até a mesa dos professores e se sentou na cadeira perto da
borda. Ele observou alguns membros da equipe já sentados à mesa, viu a professora de Quadribol, Professora Hooch,
professora de Herbologia, Professora Sprout e alguns outros que não podia reconhecer. Lentamente, o salão começou a
encher com as pessoas; em primeiro lugar era na maior parte do pessoal e, em seguida, vieram os alunos. Harry não
pôde deixar de olhar para as massas de estudantes se derramando no hall, todos vestidos em suas vestes. Ele notou os
olhares que tinham sobre ele, e queria saber o que seu colega tinha feito para justificar tais reações.
Muitos dos estudantes pararam em seu caminho quando o via, com boca aberta em surpresa, outros de forma audível
suspiravam e apontavam na direção dele e começava a sussurrar um com o outro, não há dúvida para ele. Isso fazia
Harry se contorcer desconfortavelmente. Ele olhou para sua mãe, que estava sentada ao lado dele e ela colocou uma
mão reconfortante sobre ele.
Harry puxou da ação o reconforto e conseguiu passar pelos olhares e sussurros. Ele já tinha passado por isso antes. Mas
havia algo dolorosamente diferente sobre os olhares e sussurros que ele estava recebendo aqui em comparação com os
que ele recebeu na volta para casa. Ele não tinha certeza se ele estava interpretando mal ou não, mas parecia que os
alunos aqui olhavam para ele como se eles estivessem medo dele. Harry teve que admitir o outro Harry parecia um pouco
assustador até mesmo para ele. Ele ficava em silêncio e a maneira como ele olhava para ele dava a impressão de que ele
estava analisando. Não era o melhor dos sentimentos. Mas esse mesmo rapaz havia dado a Harry uma oportunidade de
ver e conhecer seus pais. Harry não conseguia pensar mal dele. Havia também o fato de que o menino era "ele mesmo".
Como ele poderia ter medo de si mesmo?
Harry saiu de seus devaneios quando ouviu uma porta atrás dele abrir. Ele olhou ao redor em sua cadeira e viu o diretor
andando graciosamente em direção ao meio da mesa, dirigindo-se para a sua cadeira. Harry aproveitou o momento para
observar a Dumbledore deste mundo. Ele era o mesmo; alto e gracioso, a essência da magia dele vindo em ondas fortes,
o mesmo nariz torto com os óculos de meia-lua descansando sobre ele, cabelo prateado e barba, tudo nele era o mesmo.
A única coisa que era diferente era os olhos. Eles pareciam mais assombrados e cansados. Sua verdadeira idade refletia
mais nesse do que no Dumbledore do seu próprio mundo. Harry se perguntou o motivo por trás disso. Claro que este
mundo era de três anos à frente na linha do tempo, mas três anos não faria tanta diferença.
Harry observou o diretor cumprimentar a escola como habitual. Inventar palavras estranhas e fazendo os alunos rir. A
classificação foi como sempre divertida de assistir e Harry finalmente teve um vislumbre de Damien quando ele se se
sentou à mesa da Grifinória, Gina sentada ao lado dele. De repente, ele percebeu que Gina ia está aqui também. Ele
gemeu mentalmente, ele definitivamente iria explodir seu disfarce com ela, não havia nenhuma dúvida sobre isso.
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Assim que a festa acabou, James e Lily levaram Harry até Dumbledore. Harry estava começando a ficar nervoso.
Aparentemente, o Harry deste mundo era rude com Dumbledore. Ele nunca poderia sonhar em ser rude com
Dumbledore, mas ele não podia ser seu estado normal também. James já estava ficando desconfiado dele e de seu
comportamento "estranho". Harry se aproximou da cadeira do diretor, sua mãe e seu pai na frente dele.
Dumbledore se levantou de uma vez e cumprimentou James e Lily calorosamente. Seus olhos azuis encontraram os de
Harry de quinze anos não poderia deixar de estremecer. Não é que o olhar era frio ou qualquer coisa desse tipo.
Dumbledore olhou para ele tão calorosamente como ele olhou para seus pais. Era mais a ver com a percepção de que ele
não podia mentir para Dumbledore. O assistente era sábio e poderoso e ia ver que o Harry diante dele não era o Harry
deste mundo. Como não poderia? Ele era muito talentoso e não poderia ser enganado. O que ele estava pensando vindo
para cá?
Harry rapidamente desviou o olhar e olhou para o chão à sua frente. Em seguida, percebeu que essa ação era muito ao
contrário do Harry faria e rapidamente olhou para fora, olhando para o salão como se estivesse entediado. Seus olhos
encontraram inesperadamente Damien e ele viu que o menino estava pendurado deliberadamente para trás para que
ele pudesse assistir a interação entre Harry e Dumbledore.
Harry ouviu as palavras que seu pai estava dizendo e tentou fazer com que seu coração disparado se calma se para
que ele pudesse entender o que estava sendo dito.
"... Se ele ficar comportado, Harry pode ficar aqui com a gente?"
Harry furtivamente uma olhada Dumbledore e ficou aliviado ao ver que ele estava sorrindo.
"Claro, isso não é um problema. Mandarei os elfos domésticos preparar o seu quarto." ele se virou para olhar para
Harry e de novo, Harry teve que lutar contra o desejo de abaixa seu olhar.
"Bem-vindo a Hogwarts novamente, Harry." Ele disse com um brilho nos olhos.
Harry, literalmente morder a língua para parar o 'obrigado' de sair. Ao contrário, ele acenou com a cabeça com força e
desviou o olhar. Ele se sentiu mal por agir distante com seu diretor, mas ele teve que agir dessa maneira. Ele não podia
deixar que os outros descobrissem a verdade. Eles agiriam de forma diferente com ele, para não mencionar o problema
do outro Harry e Damien. Ele olhou para encontrar Damien pairando perto da porta, seus colegas pedindo-lhe para se
apressar.
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Harry entrou em seu quarto com interesse. Era ao lado do quarto de seu pai e idêntico ao seu. Houve uma espaçosa
sala de estar com móveis semelhantes como o seu pai. A porta dava para o quarto com uma cama de dossel e uma
pequena cômoda. Outra porta levou ao banheiro. Harry estava muito impressionado. Ele passou alguns minutos apenas
olhando tudo dentro. Ele espiou o quanto de seu pai antes de ser conduzido para o seu próprio.
A primeira coisa que Harry fez quando deixado sozinho para a noite era tomar um banho longo e quente. Ele sofria com a
tensão e estava mais do que feliz por estar sob o chuveiro quente por quase vinte minutos. Ele quase tinha estragado tudo
hoje. James continuou atirando-lhe olhares estranhos, como ele pensou que seu filho estava destraido. Harry se encolheu
quando ele trouxe de volta memórias do dia. Ele tinha que ter mais cuidado. Ele não queria estragar seu disfarce.
Harry saiu do chuveiro e finalmente vestiu o pijama. Distraidamente ele caminhou até a pia e começou a sua rotina
noturna. Ele olhou para o espelho e teve que espera um pouco para reconhecer o seu rosto olhando de volta. Ele ainda
não tinha se acostumado à sua nova aparência. Este era o fim de seu terceiro dia neste novo mundo e com todas as
coisas acontecendo, ele não tinha tido a chance de realmente ter olhar sua nova aparência. Ele ainda continuava
procurando os seus óculos. Ele percebeu imediatamente como seus olhos pareciam grandes e vibrantes sem os óculos
os escondendo. Seus traços eram os mesmos, os mesmos olhos, nariz, boca, tudo era o mesmo, mas de alguma forma
parecia diferente. Seu cabelo era longo e, se possível, mais confuso. Mas Harry descobriu que seu cabelo só contribuiu
para o seu novo visual. Ele teve que admitir que ele parecia bonito. Ele olhou para seu peitoral ele examinou, era bem
construído e tonificado, braços musculosos e mãos fortes. Harry havia trabalhado duro para construir o seu corpo, isso era
óbvio. Harry encontrou-se perguntando que tipo de centro de treinamento era esse que Harry ido, já que não trabalhava
somente mágica avançado, mas enfatizou sobre os atributos físicos também.
Harry afastou a franja para longe de seus olhos, com a intenção de ter um olhar mais atento para o seu rosto, e foi aí que
ele percebeu. Em sua testa, uma leve cicatriz na forma de um raio. Harry congelou, olhando para a cicatriz familiar, mão
ainda segurando a franja que tinha escondido a cicatriz até agora. Trazendo-se a outra mão com dedo traçou a cicatriz,
como se quisesse ter certeza de que realmente estava lá. "Como eu não poderia ter notado isso até agora? 'ele pensou.
Os últimos dias, ele tinha apenas corrido com o chuveiro e a rotinas, sem prestar muita atenção a si mesmo. Foi só agora,
quando ele teve tempo para estudar a sua aparência que ele notou a cicatriz.
"Por que Harry tem a cicatriz? Ele nunca foi atingido com a maldição morte de Voldemort." Ele questionou a si mesmo.
Em seguida, um pensamento assustador súbito veio a ele. E se fosse sua cicatriz que estava de alguma forma
aparecendo através do feitiço de glamour? Harry olhou para a cicatriz novamente. Parecia fraco, mas ainda era visível.
Sua cicatriz era geralmente muito mais feroz que esta, mas talvez ele parecia fraco porque ele estava lutando por um
feitiço glamour. Harry rapidamente cobriu a cicatriz com o seu cabelo, escovar o cabelo para baixo sobre a testa em uma
tentativa de escondê-lo. Ele olhou no espelho e ficou feliz ao ver que sua franja escondia completamente a cicatriz.
Ele terminou no banheiro e rapidamente se arrastou para a cama. Deitou-se e tentou relaxar. Ele tinha que ter muito
cuidado, se alguém notou a cicatriz seu jogo estaria terminado. Ele estava certo de que a cicatriz em sua cabeça era
sua, que se via através do glamour.
"Afinal de contas, por que o Harry desse mundo teria uma cicatriz quando ele nunca enfrentou Voldemort? "Harry
questionou-se pouco antes de ele caiu num sono exausto.
Canon mundo
Harry olhou para Remus e tentou digerir as palavras faladas. Ele estava para ir com eles. Eles estavam aqui para
transportá-lo para outro lugar. Mas Harry sabia que não podia sair. Ele tinha que ficar aqui, por que quando Damien e o
outro Harry aparecessem daqui uma semana, ele poderia voltar para seu próprio mundo.
Harry sabia que não poderia insistir em ficar em Privet Drive. Era óbvio que o outro Harry odiava ficar com seus
parentes horríveis e aceitaria na hora a primeira chance de sair. O ponto era como Harry poderia tentar ficar sem
levantar suspeitas.
"Harry? Qual o problema? Achei que você ficaria feliz em ir embora." Remus questionou.
Harry olhou para ele e viu-se preso. Ele teve que ir, seria muito suspeito não ir. E não havia nenhum problema para ele
aparatar de volta. Ele poderia dizer Damien para avisá-lo de antemão quando eles estivesse com a intenção de voltar.
Harry poderia facilmente aparatar de volta à Rua dos Alfeneiros há tempo.
"Sim, eu vou fazer as malas. Dê-me alguns minutos." Harry disse que ele saiu da cozinha e subiu as escadas.
Ele perguntou onde eles estavam indo para levá-lo. Ele achava que era, provavelmente, casa Remus. Ele era o melhor
amigo de seu pai; ele provavelmente levaria Harry para o resto do verão.
Harry se perguntou o que fazer as malas. Todas as roupas de Harry estavam em seu antigo quarto e em uma condição
terrível. Harry havia transfigurado algumas das roupas esfarrapadas em suas próprias roupas e foi assim que ele
conseguiu nos últimos dias. Harry pegou as roupas e jogou-os no porta-malas, ele havia se mudado de antigo quarto de
Harry. Ele ignorou o material escolar, Harry poderia fazer sua própria embalagem, quando ele voltasse.
Em poucos minutos ele estava de volta lá embaixo seu tronco á seus pés e Edvirgem dormindo em sua gaiola.
"Onde está a sua vassoura, rapaz?" Moody perguntou como ele olhou para ele.
"Meu nome é Harry, e não rapaz." Ele respondeu com uma pitada de raiva. "E a minha vassoura está no armário." Ele
mentiu, ele não tinha idéia de onde a outra vassoura de Harry estava.
Harry passou por ele e queria silenciosamente enfeitiçá-lo. Ele se conteve e se dirigiu para o corredor. Ele abriu o armário
e entrou. Ele fez uma careta para o espaço apertado, mas centrou-se na situação. Ele sussurrou 'Accio vassoura de
Harry' e, em seguida, saiu do armário. Ele ouviu a vassoura vêm ampliando a descer as escadas e ele a pegou com uma
mão, apenas alguns segundos antes de Tonks entrou no corredor, seguido pelo resto. Eles avistaram Harry em pé com a
Firebolt em suas mãos, e a porta do armário aberta atrás dele.
"Você entendeu? Bem, vamos agora." Tonks disse enquanto se dirigia para a porta.
Assim como Harry se aproximou da porta, seu tronco realizado por Kingsley ouviu um leve tumulto e um rangido. Ele
olhou para trás e viu duas figuras, um grande e redondo e outro alto e magro, espiando do topo da escada.
Os lábios de Harry se curvaram em um sorriso e virou-se no local para olhar para seu tio e tia. Eles provavelmente
tinham acordado quando sua vassoura veio voando para fora de seu quarto e desceu em direção a Harry.
"Você... já vai, Harry?" Vernon pediu o nome de seu sobrinho rolando desajeitadamente de sua língua.
Os sorrisos escorregaram de ambas as faces adultas e eles olharam para ele com terror. Harry riu antes de sair. O grupo
estavam esperando por ele, nenhum deles ouviu a conversa de despedida. Moody começou a instruí-los sobre como eles
estavam indo para fazer esta viagem. Harry quase não escutou. Ele olhou de volta para a casa e seus olhos se viraram
para a janela. Ele viu uma figura de pé junto à janela, olhando para eles. Harry reconheceu o seu ao mesmo tempo, era
Dudley.
Assim como Harry montou a vassoura ele olhou para Dudley e viu um leve aceno de mão. Harry sorriu com a visão. Ele
ergueu a mão e fez um gesto de despedida ao menino trouxa antes que ele começou a partir do solo. Ele sabia que
Dudley parecia surpreso com a visão de Harry voando em sua vassoura, mas junto com o choque, houve um toque de
admiração também.
Harry alinhou sua vassoura ao lado de Tonks e deu Dudley ea casa uma olhada final antes de correr em direção ao seu
próximo destino, que era o que ele ainda não sabia.
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O vôo era longo, frio e chato. Harry tinha que manter a sua velocidade baixa já ele devia segui os outros. Moody era
irritante como o inferno, enquanto ele continuava levando-os caminhos em torno prolixo e insistiu que eles fazem isso para
"despistar quaisquer seguidores '. Harry amaldiçoou quando suas mãos começaram a ficar dormentes com o frio.
Finalmente Harry recebeu o gesto para desce. Ele puxou para o chão e pulou a vassoura graciosamente. Ele esperou
que os outros desembarcassem e o alcançasse.
"Isso foi um ótimo vôo. Ouvi dizer que você era bom, mas você é incrível!" Tonks disse, piscando para Harry.
Harry sorriu.
"Você pega as coisas rápido, não é?" ela comentou. "Meu nome é Ninfadora Tonks, mas eu odeio primeiro nome. Eu
não sei o que a minha mãe estava a pensar. Por isso todos me chamam de Tonks." Ela introduziu.
"Introduções pode esperar até que estamos lá dentro em segurança!" ele virou-se para Tonks.
O cabelo rosa ficou vermelho como ela olhou para o Auror, mas ela obedientemente manteve a boca fechada.
Harry estava olhando a rua escura que estavam. Ele nunca tinha estado aqui antes. Parecia uma rua trouxa. Moody
empurrou um pedaço de pergaminho dobrado em sua mão e disse-lhe para lê-lo. Harry abriu o papel e parou. A escrita
inclinada no pergaminho era um endereço que Harry odiava com vigor. Ele olhou para Moody com o choque.
Diante de seus olhos, uma casa espremida entre duas outras casas e Harry ficou boquiaberto com a visão. Ele estava
indo para a Ordem da Fênix, e mais uma vez, ele estava indo para lá contra a sua vontade.
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Com contragosto Harry caminhou dentro da casa escura, ele teve que abafar o barulho de surpresa. Essa casa era a
mesmo que em seu mundo, mas parecia muito, muito diferente. Primeiro era o cheiro. O cheiro de mofo, apodrecendo
pelo fato de que a casa tinha ficado muito tempo vazia. O estreito corredor era iluminado por algumas tochas e a luz
bruxuleante jogou a casa em mais sombras do que luz. Harry caminhou para dentro e sentiu uma sensação estranha na
boca do estômago. Ele odiava esse lugar, mesmo pertencendo ao seu padrinho, Sirius. Vê-lo no estado em que estava
agora só reforçou o fato de que Sirius tinha sofrido neste mundo. O estado de deterioração da casa, explicava a vida que
Sirius era forçado a viver após a morte de seus melhores amigos.
Harry viu uma porta aberta e uma mulher ruiva sair, parecendo cansada. Harry levou um momento para reconhecê-la. A
mulher ruiva viu Harry e os outros e para nos primeiros minutos ela simplesmente olhou além de Harry, não
reconhecendo. Então ela fez uma tomada dupla e olhou para Harry.
"Oh meu Deus! É você, Harry querido? Eu não reconheci." Ela exclamou com o rosto cansado com um sorriso
maternal.
Harry não tinha idéia de por que a Sra. Weasley estava falando com ele, de tal forma. Lembrou-se do outro Harry dizendo
que ele era o melhor amigo de Ron Weasley, mas ele não achava que isso significava que ele estava perto de toda a sua
família também.
Harry ficou onde estava quando Molly Weasley correu para ele e antes mesmo que Harry tivesse a oportunidade de
cumprimentá-la, ela engoliu-o em um abraço maternal. Punhos de Harry apertaram duros ao seu lado para se impedir de
jogar a mulher de lado. Ele odiava abraços, ele quase não suportou os abraços sua mãe lhe dava. Rangendo os dentes,
ele conseguiu fazer isso e assim que Molly ele tinha liberado ele deu um passo para trás, fora do seu alcance.
"Ele teve um pequeno acidente com uma porção de fortalecimento. Isso o afetou fisicamente." Remus forneceu
enquanto se dirigia para o quarto, passado por Molly.
"Oh, bem, pelo menos funcionou para você. Mas, realmente, Harry querido, você não deveria mexer com poções. Que
se algo de ruim acontecesse com você?", ela exclamou.
Harry sabia que tinha que ficar longe dela. Ela tinha boas intenções, mas para o menino ela estava lhe dando nos
nervo.
"Você está com fome querido? Receio jantar vai demora um tempo. Porque eu não lhe mostrar o seu quarto?" Molly
disse e começou a conduzi-lo em direção à escada.
Harry a seguiu e olhou para as paredes decoradas com casa para as cabeças decepadas dos elfos. 'Lindo' ele
pensou sarcasticamente para si mesmo, revoltado com a visão.
"Aqui está querido. Vamos trazer as suas coisas mais tarde. Experimente descansar um pouco. Uma vez que a reunião
terminar eu venho chamá-lo para o jantar." Ela estendeu a mão e gentilmente acariciou o rosto de Harry.
Harry observou enquanto ela saiu de volta para baixo. Ele soltou um suspiro de frustração. Ele odiava as pessoas
tocando, especialmente gestos maternais, o incomodava imensamente. Com um suspiro Harry abriu a porta e entrou em
um grande quarto. A primeira coisa que notou foi o pássaro twitter, voando ao redor da sala em círculos. Havia duas
camas no quarto. Um estava vazio, mas no outro estava um cabelo vermelho Ron e os cabelos espessam de Hermione.
Harry sentiu o aborrecimento com a Sra. Weasley desaparecer enquanto tomava nas formas alternativas de seus amigos
sentadas na cama, aparentemente no meio de uma conversa. Ambos olharam para Harry quando ele entrou e, a princípio
havia o olhar confuso de costume antes do reconhecimento.
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"Oh meu... Harry? O que aconteceu? Você parece tão... tão..." Hermione ficou sem palavras quando viu o novo visual de
seu amigo.
"Eu meio que tive um acidente." Harry explicou com seu sorriso no lugar.
"Isso não é como eu definiria." Ron comentou.
"Eu estava tentando fazer uma porção fortalecimento da mente, mas não funcionou. Eu tive que substituir alguns
ingredientes e eu acho que isso fez com que ele mudasse. Acabei desse jeito." Harry disse.
Era estranho para Harry ver um jovem Ron e Hermione. Eles eram da mesma idade que o Harry deste mundo, o que
significava que tinham quinze. O Ron e a Hermione que Harry tinha deixado para trás em seu mundo tinham dezoito
anos. Era apenas três anos, mas isso fazia uma grande diferença. Hermione parecia pegar o mesmo pensamento e
olhou para Harry de perto.
Ela ignorou Ron e olhava com toda a sua atenção para o Harry.
"Mas ainda assim, o que você fez que causou tal... reação?" Hermione estava obviamente ansiosa para pesquisar os
efeitos colaterais potenciais de substituir os ingredientes em poções.
"Qualquer possibilidade que você tem um pouco dessa poção com você?" ele perguntou com um olhar esperançoso.
"O que fez você decidir fazer a poção? Quero dizer que era bastante perigoso beber uma poção com os ingredientes
errados. E a sua tia e tio não ficaram irritado com você?" Hermione perguntou com preocupação.
"Na verdade eles gritaram bastante, mas eu lidei com isso." Harry disse. "Quanto à poção, eu queria ver se ela ia
funcionar. Imaginei que, com Voldemort de volta, eu precisava reunir toda a força que podia."
Como Harry suspeitava, Ron e Hermione se acalmaram quando ele falou o nome de Voldemort. Ron soltou um ruído de
medo disfarçado de tosse e Hermione se encolheu, mas de outra forma não fez nada. Eles olharam para Harry com uma
expressão que era uma mistura de simpatia, compreensão e por mais estranho que fosse medo.
"Então, o que vocês dois tem feito?" Harry pediu para mudar de assunto.
"Limpeza, principalmente. Este lugar ficou vazio por muito tempo, muita sujeira ficou acumulada nas coisas! Sério! Nós já
limpamos a maior parte do nível mais baixo, mas ainda há muito a fazer." Ela falou.
"Então é isso que você quis dizer quando disse que estava ocupada." Harry disse, referindo-se à carta de Hermione.
E lá fui com Hermione explicando o que tinha descoberto e que eles tinham combatido. Harry ouviu com interesse de
mentira, dizendo 'sim' e 'oh? e 'wow' em intervalos regulares.
Hermione só parou de falar quando dois estalos altos foram ouvidos e Harry viu os gêmeos Weasley aparecer.
"Caramba! Só porque vocês dois podem aparatar agora, não significa que você tem que fazê-lo a cada minuto do dia!"
Ron gemeu.
"Meu Deus, Harry, você cresceu muito no último mês", disse Fred olhando para ele.
Todos riram com as palhaçadas dos gêmeos antes de Ron explica como Harry desarrumou sua poção.
"Bem, esse é um erro que eu não me importaria de fazer." Fred riu, acotovelando George.
Harry não disse nada, mas riu junto com Ron. Hermione não achou graça em tudo.
"Realmente, você não deveria encorajá-lo." ela bufou para os meninos mais velhos. "Ele substituiu os ingredientes,
algo muito ruim poderia ter acontecido."
Harry estava distraído quando a porta se abriu e uma menina de cabelo vermelho entrou, segurando um gato de
gengibre em seus braços.
"Hermione, Bichento está querendo..." ela parou quando seus olhos castanhos encontraram os de Harry.
Harry estava esperando para ver o mais jovem Ginny a qualquer momento, mas ainda ficou boquiaberta com a visão. Ela
tinha apenas quatorze anos neste mundo, mas ela era idêntica à namorada que ele tinha deixado para trás em seu
mundo. Nada sobre ela parecia diferente, exceto ser mais jovem. Ela estava olhando para ele, de boca aberta e sem
palavras.
"Harry! Eu... o que... olha você... uau." Ela gaguejou seus olhos captando cada detalhe seu.
Ginny sorriu para Harry, fazendo com que o coração do menino pular uma batida. Foi neste momento que ele percebeu o
quanto ele sentia falta da sua namorada. Ele teria que esperar uma semana para vê-la. O conhecimento fez a semana
parece mais longa do que antes.
Os adolescentes se sentaram no quarto, falando principalmente sobre as mudanças na aparência de Harry. Mas Harry
suavemente mudou o tema de discussão para a Ordem. Ele tinha que ter cuidado, pois ele não sabia se o Harry deste
mundo sabia da Ordem ou não.
"Portanto, este encontro acontece no andar de baixo, quando vai terminar?" Harry perguntou.
"É a reunião da Ordem da Fênix, Ron. Pode demorar algumas horas." Fred advertiu.
"A Ordem da Fênix é um grupo fundado por Dumbledore. É para lutar contra Você-Sabe-Quem".
"Quem está na Ordem?" Harry perguntou, querendo saber se as mesmas pessoas estavam nele como no seu mundo.
"Professor Dumbledore, naturalmente, a professora McGonagall, a mãe e o pai, Bill, Charlie, Remus, Moody, Sirius,
Tonks e alguns outros." Ron contado fora de seus dedos.
"Sim, eu não sei por quê. O seboso não é confiável, mas você sabe o Professor Dumbledore, dá a todos uma segunda
chance." Ron disse com um olhar azedo.
Harry não sabia por que ele não havia considerado a possibilidade de Snape estar vivo neste mundo. Ele achou que ele
não se importava de qualquer maneira, mas era estranhamente reconfortante saber que o homem não tinha sido
brutalmente assassinado neste mundo.
Ele sentou-se e ouviu os outros conversar e deixar sua mente vagar para o que mais era diferente neste mundo.
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Foi pelo menos uma hora depois que a Sra. Weasley apareceu para pegá-los. Harry desceu as escadas ao lado de
Ron. Ele observou que todo mundo ficou em silêncio quando entraram na sala. Harry se perguntou por que.
Tonks tinha saído de um dos quartos e seu olhar foi definido nos adolescentes que se aproximam. Ela acenou para
eles e no momento seguinte, seu pé ficou preso num guarda-chuva feio, na forma de uma perna trolls, e ela caiu no
chão, de forma espetacular a estande de perna trolls caiu em cima dela.
"Imundos sangues-ruins! Criaturas repulsivas manchando a casa dos meus PAIS! FORA, Vocês! FORA!"
Harry examinou o corredor escuro para a fonte e encontrou-o na forma de um retrato. Um retrato em tamanho natural de
uma velha que estava babando, os olhos rolando, a pele amarelada do rosto esticada sobre o rosto. Ela estava gritando
como se estivesse sendo torturada.
A porta se abriu e Harry observou um homem de cabelos escuros que entrou. Ele gritou com o retrato antes de puxar a
cortina de veludo comido pelas traças sobre o retrato, com efeito de silenciá-la.
Ele virou-se e afastou seu longo cabelo fora de seu rosto para que Harry pudesse vê-lo claramente. O homem de
cabelo escuro e Harry se encararam em completa surpresa.
"Harry!"
Sirius estava sorrindo para Harry. Ele estava obviamente surpreso, como o resto, com as diferenças físicas, mas Harry
estava muito distraído para notar que ele estava dizendo. Sentia-se como uma mão invisível tinha atingido no peito e
estava apertando seu coração. O homem diante dele era uma versão terrível de seu padrinho. Ele era magro e seu
cabelo estava embaraçado e muito longo, seu rosto era magro e oco e seus olhos, seus olhos estavam assombrados
além de qualquer coisa que Harry tinha visto. Ele mantinha essa dor que doía apenas olhar para eles.
Harry não podia acreditar que o homem bonito, carismático, ele tinha apreendido a amar era a forma alternativa do
homem de pé diante dele. Harry tinha uma idéia de que ele não era apenas Azkaban que tirou sua beleza. Foi a perda
de entes queridos que ele teve que suportar também.
"Harry?"
"Yeah"
"Eu estava perguntando o que aconteceu com você? Como você conseguiu essa transformação?"
Harry repetiu a mentira de novo e desta vez ele sentiu que suas palavras vacilar. Ele não podia acreditar que o efeito
Sirius estava tendo com ele. A pressão invisível em seu coração não tinha aliviado ainda e parecia piorar quanto mais
Harry olhava para ele.
"Bem, eu estou feliz por você estar aqui. Depois que eu ouvi sobre o ataque dos Dementadores eu estava preocupado."
Ele disse, com os olhos, mostrando sua preocupação.
Hermione suspirou e bateu as mãos sobre a boca. Trazendo as mãos para baixo, ela olhou para Harry.
"Oh Deus, Harry! Sinto muito. Nós nem sequer perguntar-lhe sobre isso. Que aconteceu? Como você escapar? Por
que ...?"
"Eu penso que nós podemos discuti-lo, enquanto comemos. Estou faminto." Remus atravessam e os levou para a sala de
jantar onde todos começaram a ajudar a Sra. Weasley com o jantar.
Harry sentou-se em frente a Sirius e só o observou enquanto ele falava sobre o lugar que era seu lar e a mulher gritando
e xingando todos era a sua querida mãe. Harry ficou em silêncio e escutou com a dor ainda em seu coração.
Foi quando a Ginny colocou uma bandeja diante dele que Harry deu um pequeno salto. As vibrações de seu telefone
causaram a reação dele. Ginny olhou para ele estranhamente, mas Harry ignorou. Ele desculpou-se, com Sirius, dizendo
que ele precisava lava as mãos antes do jantar. Ele rapidamente se levantou e desapareceu no banheiro mais próximo.
Uma vez lá dentro, ele pegou o telefone, depois de aplicar o feitiço privacidade na porta.
"Harry, você não vai acreditar nisso!" veio a voz irritada de Damien.
:)
*Chapter 8*: Chapter 8
Capítulo Oito – Erros
AU mundo
Damien fez uma careta ao ouvir o som de raiva na voz de seu irmão. Ele atualmente estava sentado na Sala Precisa,
pois era o único lugar que ele confiou para não ser descoberto, enquanto falava com seu irmão, que estava em outra
dimensão.
"Ele simplesmente ignorou o que eu disse a ele e arrumou as coisas, quer dizer as suas coisas, na verdade, e veio
com a gente." Damien respondeu.
"Eu não acredito nisso! Por que você não o fez percebe que tudo podia dar errado?" Harry perguntou com raiva.
"Sim, Claro!" Damien fornecido. "Eu tentei Harry, mas ele é teimoso, bem, eu acho que isso é óbvio, já que ele é você."
Damien acrescentou resignadamente.
"Eu vou tentar trazer ele amanhã. Eu não posso arriscar ir lá hoje à noite. Mamãe e papai podem está com ele." Damien
explicou.
Não houve resposta na outra extremidade. Damien sabia que seu irmão estava chateado e com raiva. Era
compreensível.
"Certo" Harry falou. Depois de um momento de pausa, Harry falou, com a voz baixa e ameaçadora. "Alguém já falou
com ele sobre a oferta de trabalho?"
"Sim, o pai mencionou isso, mas não tem problema, Harry recusou. Pelo menos isso." Damien disse, sentindo a
mesma irritação que seu irmão. "Harry, eu sinto muito. Eu tentei, mas ele não quis ouvir..."
"Pare com isso, Damien! Não é culpa sua." Harry disse de maneira muito dura.
"Eu tenho que falar com ele. Preciso explicar algumas coisas." Harry disse e Damien de repente ficou muito contente
Harry não estava chateado com ele.
Os dois irmãos conversaram por mais alguns minutos antes de Harry desliga. Damien colocou o telefone em suas
vestes com cuidado e sentou-se.
O outro Harry iria toma as rédeas agora. Mesmo que seu irmão estivesse a mundos de distância, ele pode ser muito
assustador, mesmo quando apenas conversando. Damien levantou-se e atirou a capa de invisibilidade em torno dele e
se esgueirou para fora da sala, voltando para seu dormitório para descansar e dormir.
xxx
Harry correu pelo corredor, tentando chegar até o Salão Principal a tempo. Já era ruim o suficiente que ele tinha que
sentar-se à mesa dos professores, à vista de todos, mais seria muito pior ele ser o ultimo a chegar e ter que caminha até
a mesa no meio de um salão cheio.
Harry abriu a porta e espreitou para dentro. Ele já estava repleto de pessoas. Com um gemido, Harry correu para dentro e
tentou ignorar a forma como os estudantes pararam o café da manhã para se embasbacar com ele. Se ele encontrava o
olhar de alguém a pessoa rapidamente desviava o olhar, alguns se encolhia, como se o seu olhar queimasse eles.
Harry se perguntou por que eles estavam agindo assim enquanto se apressava para o seu lugar. Sua mãe e meu pai
já estavam lá, já na metade do café da manhã. Com um pequeno sorriso, Harry sentou-se ao lado de sua mãe.
"Você dormiu bem? Não é comum você quase perde o café da manhã." Lily comentou, enquanto ela o observava.
"Eu só, eu estava cansado ontem à noite. Devo ter caído em um sono profundo." Harry murmurou.
De repente, a expressão de Lily mudou e para o horror de Harry, com os olhos cheios de lágrimas. Harry estava perdido
sobre o que tinha acontecido para fazê-la ficar chateada. O que ele tinha dito que a fez reagir dessa maneira? Tudo o que
ele disse foi que ele tinha caído em um sono profundo.
Lily apertou a mão de Harry e fez um barulho estranho como asfixia. Ela limpou a garganta e, finalmente, voltou ao
normal, para alívio de Harry.
"É bom ouvir isso." Ela disse com um sorriso com lágrimas.
Harry sorriu sem jeito para ela e olhou para o seu prato. "O que foi aquilo?" ele se perguntou como ele serviu-se o café
da manhã.
xxx
Depois do almoço, Harry encontrou-se ocupado em todo a programação do dia. Os alunos foram assistir a primeira
aula do novo semestre, os professores foram ensina as aulas e Harry se viu completamente sozinho.
James disse que ele iria se encontrar com ele na hora do almoço e correu de a sua sala de aula. Lily disse a mesma coisa
antes de ir para as masmorras para a aula de Poções. Harry voltou para seu quarto, pensando sobre o que ele poderia
fazer para manter-se ocupado. Assim que ele chegou, ele viu uma figura solitária esperando por ele do lado de fora de
sua porta. Ele correu em direção a Damien rapidamente.
Antes que Harry pudesse dizer uma única palavra Damien falou.
"Eu não posso falar por muito tempo. Eu tenho que ir para a aula de Transfiguração. Eu só vim aqui para dizer que você
precisa para fazer uma ligação mais tarde ainda hoje."
Harry entendeu o que significava do que Damien disse. Harry queria falar com ele. Ele sabia que Damien falaria para
Harry como ele não deu ouvido e veio para Hogwarts. Ele já espera algo assim.
"Certo, eu vou passar por aqui depois do jantar." Ele disse e começou a ir embora.
"Sinto muito."
"O quê?"
Harry suspirou.
"Sinto muito. Sei que você está realmente com raiva de mim por não ouvi-lo. Sinto muito sobre isso." Harry disse.
"Olha, eu realmente não posso falar agora. Vamos conversar na hora do almoço, ok?" Damien disse, ao fazer o seu
caminho até o corredor.
Damien desapareceu na esquina. Harry sentiu-se melhor. Ele não gostava de ter ficado sem fala com Damien. Ele
admirava ele e não se sentia bem com o Damien ficar zangado com ele. Harry foi para o seu quarto, ansioso para a
hora do almoço para que ele pudesse ter a sua companhia novamente.
Harry passou o tempo até o almoço, olhando os livros que tinha na sua estante. A maioria deles era muito avançado
para ele; ele não conseguiu dar sentido a eles. Outros eram apenas grandes, volumes antigos que não reconhecia. Ele
encontrou-se pensando em Hermione e como ela teria amado ler todos os livros mantidos ali.
Ele perdeu Hermione e Ron. A verdade era que ele estava se divertindo muito nesta nova dimensão com seus pais que
ele nem teve muito tempo para pensar sobre os seus amigos. Ele tinha ficado muito chateado com a falta de
correspondência com eles. As poucas cartas que recebeu eram vagas e não oferecia nenhuma informação sobre o que
estava acontecendo no mundo dos bruxos. Isso lhe incomodou e magoou. Ele tinha pensado que depois do que ele tinha
sofrido após a terceira tarefa, seus amigos estariam lá para ele.
Independentemente dos seus sentimentos amargos para com seus amigos, ele ainda sentia falta deles. 'O que Ron diria
se ele soubesse onde estou? "ele pensou com um sorriso divertido. 'Hermione me diria para tomar nota de todas as
coisas que fosse diferentes ", ele riu para si mesmo.
Esse pensamento o ajudou atravessar o tédio e antes que ele percebesse, já era hora do almoço.
xxx
Harry sentou-se com seu pai e conversava com ele em voz baixa sobre a sua manhã. James estava explicando suas
aulas com tal detalhe que Harry conseguia visualizar tudo em sua cabeça. Ele acenava com a cabeça
inexpressivamente e dava pequenas afirmações verbais para mostrar que ele estava ouvindo, mesmo que ele não
entendesse as lições as avançadas de Defesa.
Ele observou Damien como ele entrou no Hall, rodeado por um grupo de amigos. Ele notou que Ginny estava faltando.
Ele ainda não sabia como agir em torno dela. Ele sabia que não podia ignorar a garota. Uma semana sem nenhum
contato de seu suposto namorado, certamente mataria o relacionamento. Harry tinha quase certeza se isso acontecesse,
o outro Harry iria matá-lo em troca.
Ele viu Damien apontando para ele discretamente, sinalizando para ele vir. Harry balançou a cabeça e desculpou-se
com o seu pai, e se retirou.
Quando Harry se levantou e caminhou pelo corredor, sentiu todos os olhos fixos nele. Ele tentou ignorá-los, tanto
quanto possível e se dirigiu na direção de Damien. Quanto mais rápido ele saísse da sala, melhor. Ele estava a poucos
passos de distância de Damien quando alguém entrou na frente dele, bloqueando seu caminho. Harry olhou para o
rosto conhecido do menino, que estava adiante dele hesitante. Ele reconheceu-o de imediato. Ele era o irmão mais
novo de Colin Creevey, um colega da Grifinória. Harry lembrou-se do nome dele; Dennis Creevey.
Harry observou de uma só vez o silêncio que caiu sobre a mesa como Dennis estava diante de Harry, tremendo
ligeiramente. Seu irmão Colin levantou-se e pôs-se atrás dele. Ambos os irmãos tinham um olhar de profunda vergonha
em seus rostos. Antes que Harry pudesse dizer uma palavra ou trair a sua confusão, Dennis de repente caiu de joelhos
assustando Harry.
"Eu sinto muito, Harry! Sinto muito. Eu não posso expressar o quanto estou triste. Eu nunca quis te machucar, eu nunca
poderia sequer pensar em te machucar! Sinto muito sobre tudo! eu 'Sinto muito! "Dennis estava balbuciando e sua voz
tremia de medo.
Harry estava mortificado. Ele olhou para cima e viu todos os olhos estavam sobre ele e Dennis. Mesmo os professores
estavam assistindo a cena estranha, embora ninguém tivesse se levantado para intervir.
"Eu sinto muito! Estou tão envergonhado. Eu sei que você não vai me perdoar. Que eu fiz foi imperdoável! Entendo sua
raiva!" Dennis parecia que ele estava à beira das lágrimas.
Harry estava esperando com toda a esperança que o menino não começasse a chorar. Isso era tudo o que precisava um
menino chorando de joelhos, pedindo perdão. Ele perguntou o que Dennis poderia ter feito para o outro Harry que
justifique tal um pedido de desculpas?
Neste ponto, foi dolorosamente claro que todo o salão estava assistindo esta pequena conversa. Nem um som era
feito e todo mundo esperou para ouvir o que Harry tinha a dizer. Harry, por outro lado não sabia que ele deveria dizer.
Como poderia ele disse algo, quando ele não sabia o que tinha acontecido entre Dennis e Harry?
"Eu não vou pedir o seu perdão, Harry." Dennis falou com uma voz derrotada. "Eu sei que não mereço isso depois do
que você passou por minha causa. Eu quero que você saiba que eu estou pronto para qualquer punição que você
queira me dá. Mereço depois do que eu fiz."
Harry ficou sem fala. O medo cru e a rendição que Dennis irradiava estavam fazendo Harry se sentir mal do estômago.
Harry virou-se para ver Damien ao seu lado, os olhos apertados e fixados em Dennis. Harry não tinha notado em que
ponto ele tinha vindo para ficar ao lado dele.
"Damien, deixar Dennis conversar sobre isso com Harry." Colin interrompeu, falando diretamente para Damien.
"Tudo bem! Ele disse que o que ele queria dizer. Vamos sair agora!" Damien revidou. Ele agarrou o braço de Harry.
"Vamos lá, Harry."
"Olha, Dennis está a tentar corrigir um erro que ele fez. Ele teve que ser muito corajoso para pedir desculpas na frente
de todos. Deixe-o falar isso com Harry, não se envolva." Ele disse para Damien.
Harry viu a professora McGonagall de pé apenas alguns metros de distância. Ela, juntamente com todos os outros
estava assistindo a cena com cuidado, mas não se mexeu para acabar com a discussão. Ela realmente parecia
aprova o que Dennis e Colin, estivesse pedido desculpa.
Damien, porém, estava tentando levar Harry para fora e para longe o mais rápido possível, mas Colin não estava
deixando isso acontecer.
"Olha. Não faça disso uma grande coisa." Ele disse tanto para Damien quanto para Colin. Ele virou-se para Dennis e
sentiu seu estômago torcer novamente como Dennis visivelmente se encolheu com o olhar de Harry. "Dennis, eu aceito
seu pedido de desculpas."
Cabeça de Dennis subiu para isso e ele olhou para Harry como se não pudesse acreditar no que ouvia.
"Sim, eu aceito." Harry disse, apenas querendo que esse evento embaraçoso acabasse.
"Você não está dizendo isso só da boca para fora, não é? Você não vai me fazer acreditar que eu estou perdoado e
depois me machucar?" ele perguntou, sem fazer nenhum esforço para esconder seu medo.
"Não, eu nunca faria isso!" ele se defendeu. Isso era uma coisa absolutamente cruel a fazer com alguém.
"Como você pode me perdoar tão facilmente depois do que fiz? Eu, eu poderia ter... poderia... ter matado você." As
últimas palavras foram sussurradas.
Harry sentiu seu coração virar em seu peito. Isso não soa como algo que deveria ter sido perdoado facilmente, mas
agora era tarde demais.
"Eu sei" Harry engoliu em seco. "Mas é passado. Contanto que você nunca mais faça isso, eu estou disposto a colocar
isso de lado."
Dennis finalmente acreditou nele, para o grande alívio de Harry. Ele começou a prometer freneticamente que ele nunca
mais machucaria Harry.
Harry suspirou em alívio quando os dois irmãos deixaram o salão. Harry virou-se para ver a maioria das pessoas olham
para ele de forma estranha, como se não pudesse acreditar no que ele tinha acabou de fazer. Ele virou-se para Damien
e viu a expressão de raiva no rosto do menino.
Silenciosamente o menino levou Harry para fora do salão e não falou até que estivessem em uma sala de aula vazia.
Somente após a aplicação de um feitiço de privacidade que o menino falou com Harry.
"Uma palavra de conselho." Cuspiu para Harry. "Uma vez que toda essa confusão acabar e você voltar para o seu
próprio mundo, assim que se encontra no seu quarto Harry, faça um favor e pule pela janela. Será uma morte muito
mais rápido e menos dolorosa , posso te garanti. "
"Errou? Oh, não Harry. Você fez uma asneira. Você reagiu como um asno!" ele sobrou. "Por que você disse que o
perdoava?"
"O que mais eu poderia dizer? Você viu o jeito que ele estava agindo. Foi embaraçoso. Eu só queria que ele parasse e
perdoá-lo parecia ser a melhor coisa a fazer." Harry explicou.
"Você não sabe o que você fez. Harry estava furioso com o Dennis! Ele já está chateado com você por ter vindo para
Hogwarts quando ele especificamente disse para não vim e agora você perdoa a pessoa que fez a vida de Harry um
inferno no ano passado!"
Harry sabia que era o momento errado para fazer perguntas, mas ele não podia se segurar.
Damien pareceu surpreso com a pergunta. No início, parecia que não ia responder-lhe, mas depois mudou de idéia.
"Ele estava drogando Harry com porção do sono. Batizando suas bebidas e fazendo Harry acha que ele estava perdendo
sua mentalidade, chegou a tal ponto em que Harry começou a ficar realmente desnorteado. Dennis acabou causando
uma overdose em Harry. E ainda por cima Harry tornou-se um viciado, sofrendo os efeitos dela quando deve que ficar em
abstinência para se limpar da droga! "Damien se lembrou da vez que Harry tinha ficado doente vomitado sangue. A
memória nunca iria deixá-lo.
"Claro que você não sabia. É por isso que você deve ter apenas ignorado Dennis em vez de perdoá-lo por um crime
que não conhecia!" Damien disse.
"Bem, talvez você devesse ter me avisado sobre Dennis. Como iria saber que ele machucou Harry desse jeito?"
"Talvez você devesse ter me ouvido e ficado na Mansão Potter. Então, nada disso teria acontecido." Ele disse com um
olhar furioso.
"Eu já lhe expliquei por que eu não poderia ficar para trás. Isso não faria sentido se eu ficasse sozinho em casa
quando eu poderia estar com a minha família." Harry repetiu.
Damien levantou as sobrancelhas, na parte "minha família", mas forçou-se a não comentar. Ao contrário, ele voltou sua
atenção para a porta. Era hora de começar as aulas da tarde.
"Seja como for, Harry. Basta ficar pronto depois do jantar de hoje. Eu vou te encontrar fora do seu quarto e você poderá
fala com Harry. Ele realmente precisa falar com você."
Damien virou-se e saiu sem olhar para ele. Ele entendeu por que Harry se refere a seus pais como sua própria família. Ele
sabia que, no fundo, que, de alguma maneira estranha e bizarra o James e Lily deste mundo eram tecnicamente pais para
o outro Harry também. Independentemente disso, Damien não podia deixar de sentir-se irritado quando Harry se referiu a
eles como "seus pais" ou "sua família". Apesar de tudo isso, Damien se recusou a aceitar que o Harry de quinze anos era
seu irmão. Quanto Damien pensava nisso, ele só pensava que seu irmão estava atualmente preso em outra dimensão. Ele
não estava disposto a mudar de idéia.
Canon mundo
Harry saiu do banheiro, xingando baixo. Por que o outro Harry tinha que fazer algo tão estúpido? Não havia nenhuma
maneira dele ser capaz de manter a farsa perante Hogwarts. Dumbledore com certeza seria capaz de dizer que ele era
outra pessoa.
Harry voltou para a mesa e sentou-se, ainda fumegante sobre o outro Harry.
Harry olhou para cima para ver Sirius olhando para ele, obviamente surpreso com a sua expressão.
"Nada" Harry respondeu e, em seguida, teve que engolir sua raiva como Sirius olhou para ele com um olhar
interrogativo. "Eu só estou cansado." Ele fornecida como uma explicação.
"Harry, você tem que nos dizer sobre o ataque dos Dementadores. Eu não posso acreditar que eu esqueci
completamente sobre isso! Sinto-me horrível!" Hermione disse enquanto se sentava ao lado dele. "O que aconteceu?"
Harry contou a história sobre o ataque da mesma forma que tinha dito a Remus. Em torno dele, a mesa começou a se
encher de pessoas. Remus, Tonks, Gina e Rony se juntaram a Sirius e Harry, todos se sentaram para escuta a historia de
Harry.
"Você não sabe a sorte que tem. Ataque de Dementadores! E em Little Whinging ainda por cima!" Tonks disse
balançando a cabeça.
Harry ficou em silêncio e deixou que os outros discutissem o ataque. Sua mente ainda estava nas travessuras de outro
Harry. Ele não conseguia parar de imaginar todos os problemas que ele poderia causar. De repente, Harry foi puxado
para fora de seus pensamentos como um grito ecoou na sala.
Tudo aconteceu em uma fração de segundo. Harry virou-se para a Sra. Weasley ao ouvir seu grito e viu vários itens
voando para eles de uma vez. Havia um grande caldeirão de guisado, um garrafão de ferro cheio de cerveja amanteigada
e uma tábua de mesa com uma grande faca de pão, que vinham à mesa com força rápida. O caldeirão caiu sobre a mesa
e deslizou pela a mesma o garrafão de cerveja amanteigada estava apenas alguns centímetros de distância de ser
derrubada sobre a borda. Mas a grande faca de manteiga estava voando diretamente para Sirius e Harry. Por instinto
Harry estendeu a mão e pegou a faca voadora antes de machucar Sirius. Sua ação só registrada em sua mente depois
que ele pegou a faca. Ele olhou ao redor da mesa e vi as reações de surpresa e choque. Ele baixou a faca e colocou-o
sobre a mesa. Se ele não tivesse pegado a faca, ele teria cortado através da mão de Sirius.
"Uou!" Ron foi o primeiro a falar. "Harry, como é que você...?"
Sra. Weasley começou a gritar com seus filhos gêmeos, que estavam com rosto muito pálido com o acidente. Fred
correu até a mesa e olhou para a faca com um olhar horrorizado.
"Pedimos desculpas, nós apenas pensamos que poderíamos poupar mãe um pouco. Sirius companheiro, desculpa, nós
não queríamos..."
"Está tudo bem, nenhum dano aconteceu." Sirius disse, dispensando a desculpas de Fred para o lado. Ele virou-se
para olhar para Harry, uma pitada de orgulho em seus olhos. "Pelo menos, graças a Harry não teve."
Harry acenou com a cabeça, em silêncio, amaldiçoando a si mesmo. Ele tinha que policiar a si mesmo. Não ia fazer-lhe
nenhum bem se ele mostrasse as suas verdadeiras forças. A desculpa de que era a porção foi só vai funcionar por pouco
tempo e apenas para algumas coisas. A porção de fortalecimento da mente pode ser usada para explicar os reflexos mais
nítidos, mas não para as outras coisas que Harry pudesse fazer. Ele tinha que ter certeza que ele manteve esses poderes
em segredo.
xxx
O jantar teria sido uma ocasião bastante agradável, se Harry não estivesse tão incrivelmente irritado com impulsos
constantes da Sra. Weasley para ele "comer mais".
"Não, obrigado. Já tive o suficiente." Harry disse, pela décima vez, rangendo os dentes.
"Bobagem! Você tem que comer mais de uma porção." Sra. Weasley disse. Quando era óbvio que Harry não ia comer o
segundo prato, ela se aproximou da mesa e pegou a concha, para colher mais cozido no prato de Harry. "Aqui, deixe-me."
Ela disse.
Harry agarrou a mão dela antes que ela pudesse depositar a concha cheia, em seu prato. A conversa agradável ao
redor da mesa chegou a um impasse. Todo mundo estava olhando para Harry em choque. A Sra. Weasley estava
olhando para o menino que pensava como um dos seus próprios com grandes olhos atordoados.
"Eu disse, eu já tive o suficiente, obrigado." Harry disse as palavras saindo com um leve chiado, enquanto lutava para
controlar sua raiva.
Ele soltou a mão da Sra. Weasley lentamente, sem mostrar remorso por sua ação. A concha balançou um pouco, mas a
Sra. Weasley segurou a mão dela. Lentamente, ela trouxe a concha de volta e pousou-o de volta para dentro do
caldeirão.
"Sim, claro querido." Ela tentou sorrir, mas ficou claro o quanto o comportamento de Harry aborrecê-la. Ela olhou
rapidamente para longe dele.
A mesa retornou à sua conversa, mas era tenso e diferente do que anteriormente. Ron parecia que ele queria dizer
alguma coisa a Harry, mas Hermione colocou a mão sobre a dele e sussurrou algo em seu ouvido. Ron caiu em sua
cadeira e olhou miseravelmente para o chão. Harry notou, mas não disse nada.
Depois do jantar, os ocupantes ficaram sentados em seus lugares e continuaram falando. Sra. Weasley colocou a
chaleira para esquenta e começou a perguntar quem queria chá e quem queria café.
"O que você querer, querido?" ela perguntou a Harry, tentando agir normalmente com ele.
"Um chocolate quente seria bom." Ele respondeu, pensando em sua mãe.
Sra. Weasley animo-se e rapidamente tirou outra caneca e colocou-a ao lado dos outros. Harry sentou-se ao lado de
Ron e aceitou a caneca quente de um radiante Sra. Weasley.
Enquanto a noite passava, a atmosfera tornou-se mais relaxado. Harry queria ir para o seu quarto, mas ficou com a
companhia. Só quando a Sra. Weasley começou introduzir seus filhos para a cama que Sirius falou com Harry.
"Eu pensei que quando você chegasse aqui a primeira coisa que faria seria para perguntar sobre Voldemort?"
A sala se acalmou e suspiros agudos foram ouvidos. Harry sentiu uma torção em seu interior como a menção de seu ex-
pai.
"Eu sei que você ficou naquela casa trouxa por um mês, sem contato do mundo bruxo e que deve ter sido horrível. Achei
que você ia pular em nós, querendo saber o que está acontecendo." Perguntou Sirius.
Harry viu quando todos já haviam acordado, todos os vestígios de sonolência tinham desaparecido. A Sra. Weasley
estava olhando furiosa para o Sirius.
"Você não devia estar falando com ele sobre isso! Você sabe o que Dumbledore disse!" ela disse.
"Lembro-me das ordens de Dumbledore muito bem, obrigado." Sirius respondeu com polidez forçada.
"Então você vai se lembrar quando ele disse Harry era para saber só 'estritamente necessário'." Ela respondeu.
Os olhos de Harry escureceram uma sombra com a menção de Dumbledore e suas ordens. Era seu desejo de fazer o
oposto do que Dumbledore queria, isso e o fato de que ele queria que Sirius ganhasse a discussão.
"Eu acho que tenho o direito de saber o que está acontecendo." Ele disse, dirigindo suas palavras para a mulher ruiva de
pé ao lado dele.
"Ninguém está negando-lhe qualquer direito, Harry. Mas há certas coisas que você não deve saber." Sra. Weasley disse
preocupada.
"Por que ele não deveria saber?" Perguntou Sirius. "Afinal, ele sofreu mais nas mãos de Voldemort. Ele passou por
muito mais coisa que alguns membros da Ordem."
"Eu sei disso, mas, ele ainda é apenas uma criança!" Sra. Weasley disse com um olhar desesperado em seu rosto.
"Exatamente! Quinze! Essa não é a idade para se preocupar com Você-Sabe-Quem e o que ele está fazendo!"
"Eu tenho que me preocupar com isso, pois tudo o que ele faz, provavelmente, me envolve." Harry respondeu.
As pessoas sentadas ao redor da mesa se alarmaram com a palavra e muitas pessoas pareciam visivelmente
preocupadas.
"Ele está certo." Sirius disse finalmente, quebrando o silêncio tenso. "Harry tem todo o direito de saber o que o inimigo
está fazendo."
Harry estremeceu mentalmente a palavra "inimigo", mas não fez nenhum comentário. A Sra. Weasley se virou para
enfrentar Sirius.
"É realmente essa a razão que você está convidando-o a fazer perguntas sobre Você-Sabe-Quem?" ela perguntou,
seus olhos se estreitaram para ele.
"Às vezes, a maneira de falar com ele é como se você achasse que tivesse o seu melhor amigo de volta." Ela disse.
Rosto de Sirius perdeu um pouco da cor que tinha e um olhar de fúria surgiu em seus olhos. Seus punhos estavam
cerrados e apertados e sua mandíbula também estava obstinadamente cerrada.
"O que há de errado com isso?" Harry perguntou. "Se Sirius chega a pensar isso, não há nada de errado."
"O que está errado é que você não é o seu pai. A maneira Sirius trata você é..."
"Meu relacionamento com Harry não está em discussão." Sirius jogou para fora.
"O quê? O que não quer dizer? Acho que já disse o suficiente." Sirius cortou.
"Ah, pelo amor de Deus, Sirius, ele não é James!" Sra. Weasley gritou.
"Eu estou mais do que ciente de que ele é." Sirius disse com firmeza.
"Não, você não está! Você pensa em Harry como James. Só porque ele se parece com ele não quer dizer que Harry é
James. Você está tão cativo em tê-lo de volta em sua vida que você está tratando-o como um amigo, em vez de tratá-lo
como um afilhado!"
"Sirius, pare com isso!" Remus finalmente falou. "Molly, por favor, acalme-se. Sirius sente-se!"
Sirius lentamente se abaixou para sua cadeira, mas seu olhar furioso nunca deixou a mulher de cabelos vermelhos.
"Molly, eu sei que você está preocupado. Sei que Harry significa muito para você, mas..." Remus começou.
"Ok! Chega todos vocês!" Harry disse levantando-se. "Isso é loucura. Que eu sou a pessoa Voldemort está mirando
como alvo, assim é lógico que eu tenho que saber o que ele está fazendo. Não me dizendo que é para me proteger
isso é uma asneira total!" Harry tinha que manter baixa a sua ira, uma vez que ameaçava transbordar. Com um tom
mais calmo, continuou ele. "Eu preciso saber o que está acontecendo, para a minha própria sanidade mental,
juntamente com a segurança."
Um palavrão muito feio para o diretor estava na ponta da língua de Harry, mas ele empurrou-o de volta com toda a força
de vontade que ele tinha. Com polidez forçada, ele respondeu.
"Então, considere o que eu preciso saber tudo o que está acontecendo com Voldemort."
Isso pareceu selar o negócio. A Sra. Weasley olhou para o marido pedido ajudar, mas depois que ele concordou com
Harry, ela desistiu. Com um grunhido, ela ordenou seus filhos para ir para a cama. Todo mundo lutou contra a ordem,
dizendo que, se Harry poderia ficar, eles devem ficar. Só Ginny caiu na presa à Sra. Weasley e foi arrastado para fora da
sala e começou a subir as escadas.
Quando Harry encontrou o olhar de Sirius, ele poderia jurar que viu uma piscadela discreta em sua direção, um meio
sorriso no rosto.
xxx
Era muito tarde da noite, mas Harry não conseguia dormir. Ficou acordado em sua cama, pensando sobre a informação
que eles tinham contado. Voldemort estava procurando por algo, algo que ele não tinha da última vez. O que era ou o que
esta arma poderia fazer ninguém sabia. Harry perguntou sobre tudo o que ele conseguia pensar, tudo sobre Voldemort, o
número de Comensais da Morte, os possíveis locais onde Voldemort poderia estar escondido, mas a Ordem não tinha a
menor idéia.
Era frustrante, principalmente porque Harry tinha a resposta para todas estas perguntas, mas eles eram relacionados ao
seu próprio mundo. As coisas eram diferentes aqui. Voldemort era diferente aqui. Ele estava de volta recentemente.
Onde ele estava ficando e que quem tinha voltado para o seu lado era um mistério.
Harry virou-se para o lado e soltou um suspiro. Harry não gostava de mistérios. Se ele se deparava com eles, ele tinha
o mau hábito de resolvê-los.
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*Chapter 9*: Chapter 9
Capítulo Nove – A ligação
AU mundo
Harry ouviu uma batida em sua porta às oito da noite. O jantar tinha acontecido duas horas atrás e Harry estava
começando a pensar Damien tinha se esquecido dele e o telefonema que tinham de fazer. Ele abriu a porta, logo que ele
ouviu a batida. Damien não entrou no quarto, ao invés disso ele fez um gesto para Harry a ir com ele. Perplexo, mas em
silêncio, Harry seguiu o rapaz de olhos cor de avelã e que se dirigiu para a escada. No momento em que chegou ao
sétimo andar, Harry estava começando a se perguntar o que o menino estava fazendo.
Damien deu nenhuma resposta, mas o levou por um corredor do sétimo andar. Harry viu uma grande tapeçaria
mostrando Barnabé o Barmy que por ele olha de coisas estava tentando ensinar trolls para dançar balé. Ele parou ao
lado da tapeçaria e viu Damien andar para cima e para baixo em silêncio. Harry, por esta altura, estava certo que o
menino tinha se perdido. Talvez alguém o tivesse atingido com um confúcio?
"Damien, o que...?" novamente Harry foi cortado, mas desta vez não foi por Damien. Assim como Damien caminhou
pelo corredor, pela terceira vez, uma porta se materializou na frente deles. Harry ficou boquiaberto ao ver, Hogwarts
continuava a surpreendê-lo, mesmo depois de quatro anos.
Silenciosamente os dois rapazes entraram no quarto, fechando a porta tão silenciosamente quanto podiam por trás
deles. Harry observou o quarto, era grande e confortável, com as cores da Grifinória, vermelho e dourado. Havia uma
lareira com grandes sofás em frente a ela. Harry virou-se para Damien.
"Chama-se a Sala Precisa. Ele equipa com tudo o que você precisa."
Ambos os meninos sentaram-se nas cadeiras antes de Damien pegar seu telefone. Harry não tinha certeza se ele estava
imaginando isso ou não, mas ele pensou que o rapaz parecia um pouco nervoso. Ele não esperou para fala ao telefone e
se em vez entregou o telefone para Harry assim que apertou o botão verde 'chamar'.
"Aqui, fale", disse ele quando ele empurrou o telefone nas mãos de Harry.
Harry rapidamente levou o telefone ao ouvido em tempo da ligação ser atendida. Ele ouviu a voz de seu colega
preencher seu ouvido.
"Damien".
Um momento de silêncio se passou antes que alguém falasse. Harry não tinha certeza se ele deve iniciar a conversa.
Depois de alguns momentos difíceis, o Harry de dezoito anos falou.
"Eu pensei que tinha deixado claro para Damien que você deveria fica na Mansão. Será que ele não explicou isso para
você?" ele perguntou.
O Harry de quinze anos não sabia como responder a isso, por isso escolheu permanece em silêncio. Após a viagem
desastrosa para Hogwarts e seu constrangimento cada vez maior na presença do Professor Dumbledore, Harry sabia
que as chances de sua verdadeira identidade ser descoberto eram relativamente altas.
"Eu não sei o que você estava pensando, mas quando eu disser para fazer algo, você o faz! Você não deve ignora!"
Harry sussurrou para ele.
"Não falei nada de mais, só a verdade!" A voz fria de Harry penetrou na cabeça de Harry e ele involuntariamente
estremeceu.
"Olha, eu sei que eu errei." Harry disse com um suspiro resignado. "Mas eu não podia ficar na Mansão por uma
semana, quando eu poderia gastar esse tempo com meus pais." Ele tentou explicar.
"Eu realmente não me importo com o que você pensou! Eu já tinha te dado a chance de conhecer seus pais, o mínimo
que você pode fazer era confiar em mim quando digo que você ficar fora do caminho!"
"Cale-se e ouça!"
A boca de Harry se fechou quando a reprimenda veio. Suas entranhas se contorceram de raiva por ele ter falado desse
jeito com ele, porém ele detectou a autoridade seu homólogo e resistiu a seu instinto que lhe dizia para não retruca.
"De agora em diante, quando eu lhe disse para fazer alguma coisa, você faz. Quando Damien lhe diz para fazer algo,
você obedece! Você deveria ter ficado na Mansão como Damien disse para você fazer. Agora você está em Hogwarts,
será difícil você sair daí, você não pode simplesmente dizer que você está voltando para a Mansão depois de ficar
apenas um dia em Hogwarts".
"Eu sei que você me fez um grande favor e eu sou muito grato a tudo, mas não suponha que eu vou fazer tudo o que você
me disser para fazer. Eu errei, mas isso não significa que você pode falar comigo assim. "Harry soltou, incapaz de se
conter.
"Agradeça por eu está apenas falando!" Harry respondeu: "se eu estivesse ai, seria muito pior!"
Harry não respondeu a isso. Ele podia ouvir a raiva e irritação na voz do outro Harry. Ele olhou para Damien e ficou
surpreso ao ver um olhar compreensivo no rosto. O quarto estava tranqüilo, portanto a voz irritada do Harry que saia do
telefone dava para Damien escutar o que seu irmão estava dizendo. Damien olhou para longe quando Harry encontrou o
seu olhar e ele abaixou a cabeça para evitar olhar para ele.
"Agora me escute com muita atenção porque eu não vou repetir." A voz fria de Harry tocou em sua cabeça. "Sob
nenhuma circunstância é pra você falar com Dumbledore. Se ele se aproxima de você, ignore-o e saia andando. Se ele te
chama para seu escritório, não vá."
"Eu, eu não acho que eu possa ignora o Professor Dumbledore." Harry disse, balançando a cabeça só de pensar.
"Você tem que manter Dumbledore o mais longe possível de você. Se ele falar com você ele vai perceber imediatamente
que você não sou eu. E então você sabe o que vai acontecer? Os pais que você tanto lutou e arriscou seu disfarce para
ficar com eles, vão começa a tratá-lo como um estranho e vão fazer de tudo para joga você de volta à sua dimensão, o
mais rápido possível. É isso você quer? "ele perguntou asperamente.
"Eu achava que não." Harry respondeu. "Olha, eu não estou sendo chato só por ser. Estou lhe dizendo para ficar longe
de Dumbledore para o seu próprio bem. E outra coisa, não olhe nos olhos dele."
"Seus olhos?"
"Isso significa que ele pode ler sua mente e olhar através de suas memórias." Harry explicou com os dentes cerrados.
"Oh!" Harry disse isso não seria uma coisa boa, não com todas as memórias Dursley que ele tinha. "Ok, eu vou ficar
longe de Dumbledore."
"Mas eu não vou ficar longe da mãe e do meu pai! Apesar de tudo essa é a razão de eu ter vindo para cá." Harry disse.
"Tudo bem", disse Harry, não se importando com isso. "Basta ter algumas tópicos claros para evitar, a oferta de
trabalho de Dumbledore, algumas coisas muito pessoal e... e Voldemort."
Harry de quinze anos tinha certeza que ele ouviu a mudança de tom quando Voldemort foi mencionado.
"Por que...?"
"Basta ficar longe desses temas e você vai ficar bem!" Harry jogou fora. "Se eles falam sobre qualquer coisa que você
não sabe como responder, apenas haja como se você estivesse entediado e vão deixá-lo sozinho."
"Você não está falando sério?" Harry perguntou, não acreditando que iria dá certo.
"Mudando de assunto, sobre Sirius, ele é muito diferente do seu Sirius." Harry disse, sentindo seu coração saltar uma
batida com a lembrança do rosto pálido e magro de seu padrinho.
"Eu sei, eu já o conheci." Harry disse que um sorriso no rosto, com a lembrança do saudável e feliz Sirius Black.
"Correu tudo bem?" Harry perguntou, temendo a Harry mais jovem tivesse feito merda de alguma forma.
"Olha Harry. Eu sinto muito por não ouvi-lo. Eu não te ignorei é pronto, eu só quero passar o máximo de tempo que
puder com a mãe e o pai. Quando eu voltar para o meu mundo, eu vou nunca ter a chance de vê-los novamente. você
entende, não é? "Harry perguntou.
Ambos Harrys falaram mais um pouco, o Harry de 18 anos dando ao Harry mais jovem mais conselhos e a ordem
explícita para ficar longe de Dumbledore.
Harry lembrou-se de repente, seu terrível erro com Dennis logo no início do dia.
"Creevey? Que tem ele?" Harry perguntou seu tom mudando para raiva de novo.
Harry estava perdido, ele viu Damien fazer um gesto freneticamente para ele para não dizer nada.
"Hum, ele está em Hogwarts e tentou falar comigo hoje." Harry disse, sem saber o que dizer. "Damien me disse para
ignorá-lo."
"Faça o que Damien lhe diz. Ele não vai deixar você dá conselhos errado." Harry disse, a nota de orgulho em sua voz
era muito perceptível.
Poucos minutos depois, Harry desligou. Harry de quinze anos sentou-se com o telefone na mão. Isso tinha sido
interessante, se não um pouco assustador. Ele nunca soube que seu colega poderia falar assim. Harry não diria que ele
estava com medo dele, pois esse era o seu outro eu e você não devia temer a si mesmo, mas ele definitivamente não
estava ansioso para ter uma conversa como essa, nunca mais. Ele olhou para cima e viu o olhar aliviado no rosto de
Damien.
"Por que você não me deixou dizer-lhe sobre Dennis?" Harry perguntou como ele entregou o telefone de volta para
Damien.
"Ele tinha acabado de se acalmar. Eu não queria que ele ficasse bravo com você de novo." Ele respondeu.
"E sobre as ameaças feitas anteriormente dizendo a Harry que eu fiz?" Harry perguntou com um sorriso.
"Eu estava com raiva de você. Mas então eu percebi que você não fez nada de propósito. Foi um erro."
"Eu acho que quando Harry voltar ele não ficara em Hogwarts. Felizmente, ele nunca vai trombar Dennis e ele não vai
precisar saber."
"E, se surgir à necessidade de dizer a ele, eu vai ter certeza de ter um plano para acalmá-lo de antemão." Damien
disse, fazendo o outro Harry rir timidamente.
xxx
Alguns dias se passaram e Harry encontrou os dias entram em um padrão regular. Todas as suas refeições eram no
Salão Principal, na mesa dos professores. Ele conversou com seus pais, tanto quanto pôde durante esses tempos.
Durante os tempos de classe, Harry vagava por Hogwarts, visitava a Biblioteca, a Sala Precisa, ou ficava em seus
aposentos. Ele estava desesperadamente entediado. Ele não tinha ninguém para conversar durante o dia. Depois do
jantar era o seu tempo favorito do dia. Ele se juntava a sua mãe e a seu pai em seu quarto e passou todos os momentos
com eles falando sobre tudo. Ele manteve as restritas ordens de Harry em mente, para com o encontrou com seus pais
não mencionar qualquer um desses tópicos.
Ele adorava passar tempo com a sua mãe. Ela fazia chocolate quente e sentava-se com ele, enquanto marcava seus
papéis das aulas de poções. Ela conversava com ele sobre as classes e que os alunos estavam achando a matéria
difícil. Ela estava preocupada com seus alunos, ao contrário de seu professor de Poções do seu mundo, que tentou
fazer os seus alunos falhar o maximo possível.
Seu pai era muito mais divertido. Ele iria terminar suas aulas do dia e, em seguida, levar Harry e Damien para o campo de
Quadribol para um jogo. Harry nunca tinha imaginado que ele poderia amar voar mais do que ele já amava. Voar e joga
quadribol eram seus passatempos favoritos, mas de alguma forma, jogar o esporte ao lado de seu pai e seu irmão fazia
tudo parece melhor e mais agradável.
Era seu terceiro dia em Hogwarts e Harry se viu vagando pelos corredores depois do almoço. Ele estava incrivelmente
entediado. Ele já tinha tido o suficiente da Biblioteca, que ele não gostava muito de ler de qualquer maneira, o tempo
estava tão ruim que voar ao redor do campo não era uma opção. Ele não queria ficar em seu quarto, então ele estava
andando em torno da escola. Ele sentiu uma estranha sensação de satisfação quando o zelador da escola, Filch,
olhou para ele, fez uma careta, mas voltou para o seu trabalho. Ele não disse nada para ele. Harry achava que era
porque ele não era um aluno, então Filch não podia contar com ele.
Foi só quando ele estava passando pelo o primeiro andar, que ele percebeu que era hora do jantar, quando ele estava
indo para o salão, ele ouviu uma voz muito familiar. Ele olhou ao redor e descobriu que ele estava vindo da ala hospitalar.
Rapidamente, Harry se dirigiu para as portas, ouvindo a voz familiar de forma mais clara quando se aproximou da ala.
Silenciosamente Harry abriu a porta e olhou para dentro da ala hospitalar branca brilhante. Todas as camas estavam
vazias, mas ele podia ouvir duas vozes, muito familiar. Harry entrou na ala e parou com a visão.
Perto da esquina da ala tinha uma pequena mesa e cadeira. Madame Pomfrey estava parada de um lado da mesa,
uma grande variedade de frascos foi empilhados ao longo do comprimento da mesa e a enfermeira estava
gesticulando para eles enquanto ela falava. Sentado na cadeira com uma pena na mão e uma grande folha de
pergaminho diante dele, sentou-se o melhor amigo de Harry Potter, Ronald Weasley.
Harry ficou boquiaberto com a visão. Ron era mais velho, como todos eram nesta dimensão. Seu cabelo vermelho era
mais longo e caia sobre os seus olhos. Ele era mais alto e mais esguio. Suas longas pernas estavam deitadas debaixo
da mesa e seus longos braços repousavam sobre a mesa. Ele estava absorvido na palestra que ele estava recebendo da
enfermeira da escola. Foi então que Harry percebeu o traje de seu amigo. Ele estava vestido de vestes brancas, e elas
pareciam novas.
Ron olhou para cima e viu Harry em pé na porta. Isso propagou um sorriso tímido em seu rosto e Harry não pôde evitar
um sorriso semelhante de tomar conta dele.
"Eu ouvi um boato de que você estivesse aqui. Eu não acreditei nisso, mas aqui está você." Ron disse levantando-se e
caminhando até Harry.
"Eu comecei o meu aprendizado. Era para eu começar a minha formação, mas meu financiamento caiu
completamente no último minuto. Madame Pomfrey ofereceu para me ajuda neste ano e me treinar, de qualquer
maneira eu não vou perder este ano. Esperemos meu treinamento de Curandeiro comece no próximo ano."
Harry não sabia que seu amigo queria ser um Curandeiro. Em seu mundo, Ron queria ser um auror, como Harry.
"Uau, isso é, isso é ótimo. Que bom para você." Harry disse.
Ron sorriu.
"Sim, Professor Dumbledore deu permissão para eu treinar aqui com Madame Pomfrey. É estranho estar de volta em
Hogwarts, sem ser um estudante."
"Como vai você, Harry?" a pergunta veio detrás de Ron, da enfermeira da escola que estava esperando pacientemente
por uma chance de falar.
A enfermeira olhou para Harry, suas sobrancelhas arqueadas de altura, olhos arregalados e surpresos.
"Desde quando eu me tornei Madame Pomfrey para você?", perguntou ela, com uma nota de dor em sua voz.
Harry foi pego de surpresa. Ela sempre foi Madame Pomfrey. O que mais ele deve chamá-la? Perdido, ele olhou para
Rony, que parecia surpreso com Harry também. Harry se perguntou se o outro Harry usava o primeiro nome da
enfermeira da escola. Mas isso parecia estranho. Por que Harry usaria o primeiro nome dela? E afinal qual era o seu
primeiro nome? Harry tentou se lembrar, ele esteve em sua companhia muitas vezes para contar, ele deve ter ouvido
seu primeiro nome em algum momento. Mas, para a ruína dele, ele não conseguia se lembrar do nome dela.
Ele a olhou fixamente e sua mente gritou para ele dizer algo que poderia cobrir seu erro.
"Desculpe, é que eu vi você com atitude de professora então me pareceu apropriado te tratar como Madame Pomfrey."
Harry disse com que ele esperava que fosse um sorriso no rosto.
A enfermeira da escola olhou para ele por um momento antes de balançar a cabeça.
"Humor masculino, eu nunca vou entender." ela suspirou quando ela se virou em direção à mesa e começou a recolher os
frascos.
"Então, por que está aqui? Pensei que havia recusado a oferta." Perguntou Ron.
"Sim, eu recusei. Eu ainda não quero o trabalho, mas eu não queria ficar sozinho na Mansão. Achei que poderia passar
algum tempo com a mãe e o pai se eu estivesse em Hogwarts também." Harry explicou.
Harry acenou com a cabeça e baixou o olhar para o chão. Ele não sabia o que era essa referência, então era mais
seguro evitar o tema.
Um sorriso se espalhou pelo rosto de Ron novamente, as pontas de suas orelhas ficaram vermelhas.
"Ela é uma nerd, você sabe." Ele falou, mas Harry podia detectar o tom de orgulho em sua voz. "Ela foi aceita em três
projetos de pesquisa diferentes. Acho que um era Herbologia, o outro era efeitos de alguma coisa e a última tenha algo a
ver com runas antigas. Eu não sei, se você sabe como ela é com os detalhes. Mas ela dispensou Herbologia e aceitou os
outros dois."
"Yeah. Ah, Harry, você devia tê-la visto. Sentiu-se tão mal por dispensar o projeto de Herbologia. Ela queria fazer esse
também, mas eu disse que ela não teria tempo para comer ou dormir se ela fizesse todos os três. Felizmente ela acabou
aceitando. Mas mesmo assim os dois projetos estão tomando todo o seu tempo. Mas ela está amando isso, eu acho que
isso é o que importa, não é? "ele desabafou.
Harry sabia que se havia alguma coisa a sua amiga gostava mais do que tudo, era de uma pesquisa. Hermione
certamente adorava cada minuto dela.
"Você consegue vê-la com muita freqüência?" Harry perguntou, desejando que ele pudesse ver a Hermione deste
mundo antes de ele voltar.
"Vou me encontrar com ela neste fim de semana. Você e Damien podem ir também. Ela vai gostar disso." Ron disse.
Harry sorriu.
Canon mundo
Harry jogou a última fada no grande saco e deixou escapar um suspiro de alívio. Essa era o última. Ele havia se juntado
ao pessoal para ajudar limpar a sala de visitas. As cortinas estavam infestadas por fadas, pequenas criaturas feéricas que
eram cobertas de pelo preto e tinha dentes afiados venenosas, e todos estavam envolvidos em se livrar deles.
Naturalmente, Harry tinha sido convidado para ajudar também. Sabendo que ele tinha que fazer o papel do outro Harry,
que teria, sem dúvida, corrido para ajudá-los, ele a contragosto concordou.
Na verdade, não era tão ruim, e Harry descobriu que podia descontar um pouco a sua frustração nas fadas irritantes.
"Basta colocar o saco lá, no canto, George. Lave-se, todo mundo e vamos almoçar." Sra. Weasley disse enquanto se
movimentava em direção à porta.
Quando ela estava passando Harry, ela parou para dar-lhe um tapinha no rosto, à sua maneira maternal habitual.
"Obrigado por sua ajuda, Harry." Ela disse com um sorriso antes de ir para fora da porta.
"Ela é a mãe de Gina, ela é mãe de Gina. Harry repetiu para si mesmo, a fim de acalmar. Ele odiava as pessoas tocá-lo,
especialmente gestos maternais como este. Ele só suportou Lily pelo simples fato de que ela era sua mãe. Qualquer
pessoa pode simplesmente irritar tanto quanto ele estava preocupado.
Ele olhou ao redor do quarto escuro para se distrair do comportamento irritante da Sra. Weasley e observou as paredes,
pintadas em verde oliva. Ron e Hermione estavam olhando com interesse para a sala também e foram para ao lado
dele. Todo mundo tinha saído da sala.
"Esse lugar... É realmente assustador." Ron disse enquanto olhava para um pequeno armário que sacudiu
ligeiramente.
"Eu sei, mas é bastante interessante." Hermione disse, olhando tudo ao seu redor.
"Não me diga. Você vai escrever um ensaio sobre isso não é?" Ron disse sarcasticamente.
Hermione apenas o ignorou, mas mudou-se para uma grande tapeçaria que tomou conta de uma das paredes.
A tapeçaria parecia imensamente velha; era desbotada e parecia que as Fada tinha roído ela em vários lugares. No
entanto, o fio de ouro com a qual tinha sedo bordada ainda brilhava o suficiente para mostrar-lhes uma árvore de uma
família extensa. No topo da tapeçaria podia-se ler: A Nobre e Mais Antiga Casa dos Black.
"Você não viu isso quando você entrou? É um pouco difícil não notá-lo." Ron disse, mas se juntou a ela, no entanto.
"É claro que eu vi. Mas eu nunca tive a chance de examiná-lo." Hermione disse, contornando os dedos delicadamente
sobre as linhas douradas.
Harry, que sabia tudo o que precisava saber sobre a família Black, ignorou os outros dois. Bella costumava falar com
grande sobre a 'casa Nobre dos Black'. Claro, ela costumava deixar Sirius fora.
"Harry! Olha isso! Sirius está relacionado com furo na cara!" Ron gritou.
"furo no rosto?" Harry questionou em voz baixa. Ele se virou para Rony e perguntou: "O quê?"
"Eu sei, difícil de acreditar." Ron disse, ainda olhando para a tapeçaria.
Harry se aproximou para ver o que ele estava falando e viu o dedo apontando para o nome, Draco Malfoy.
Harry não deixou que seu aborrecimento em nome de seu melhor amigo mostrar em seu rosto. Em vez disso, ele
sorriu e se virou para Ron.
"Você percebe que, se os Malfoy estão relacionados com a família Black e a família Weasley também está relacionada
com a família Black, então isso significa..." Harry parou de propósito, observando como a compreensão bater em casa
para Ron.
"Oh, não!"
O sorriso de Harry aprofundou quando viu Ron voltar-se para a tapeçaria e tentar localizar o nome de seu pai. Ele era
representado com uma marca de queimado.
Harry e Hermione tiveram que reprimir a risada ao ver a expressão no rosto de Ron. Harry bateu com a mão no ombro
de Ron e falsificou empatia.
"Ah, bem. Poderia ser pior. Você poderiam ser primos de primeiro grau."
Ron olhou boquiaberto para Harry antes de jogar a mão de seu ombro.
"Criaturas imundas, sangue-ruim suja e traidores de sangue, manchando, minha casa e falar sobre sua família. Ah, que
vergonha, meu pobre senhora. E olha, há um novo!" A voz chamou a atenção todos os três adolescentes '.
Harry olhou para a porta e viu o pequeno e sujo elfo doméstico. Seus grandes olhos baços foram criados em Harry e os
outros dois. Ele ainda estava murmurando insultos a eles como ele afundou através do limiar da porta, agindo como se
ele fosse alheio à atenção que ele estava recebendo.
"Ótimo! O elfo esquisito da casa está de volta." Ron disse, franzindo o cenho para ele.
"Ron! Não chamá-lo assim. Você sabe que ele não está bem." Hermione repreendeu ao mesmo tempo. Ela olhou para o
elfo doméstico gentilmente, mesmo quando a criatura estava olhando para ela com desconfiança e antipatia clara.
O elfo doméstico parecia horrorizado com ela e afundou de volta alguns passos.
"A sangue-ruim está falando com Monstro como se ela fosse uma amiga!" ele disse com um silvo de antipatia.
"Eu disse a você antes! Não a chame assim!" Ron gritou, avançando sobre ele.
"Ron, não." Hermione disse, agarrando-o pelo braço. "Ele não está bem da cabeça. Ele não sabe o que ele está
dizendo."
"Não se iluda, Hermione. Ele sabe exatamente o que ele está dizendo." A voz soou da porta. Sirius caminhou para
dentro do quarto, olhando para o elfo doméstico, que relutantemente se curvaram diante dele. "Ele está perfeitamente
consciente da sujeira que vomita de sua boca!"
"Talvez se você fosse um pouco mais agradável com ele...", ela começou.
"Vamos, Hermione. Você tem vivido aqui por algumas semanas agora. Você deve saber agora que Monstro não vale a
pena ser tratado bem."
Enquanto Sirius e Hermione tinham uma discussão sobre Monstro, o elfo doméstico usou a distração para olhar para
Harry.
"É verdade? A sangue-ruim está dizendo a verdade? Você Harry Potter, o menino-que-sobreviveu? Monstro não pode ver
a marca, Monstro se pergunta se é ele, mesmo? Harry Potter, o filho do sangue-ruim e traidor do sangue."
Harry sentiu o desejo de chutá-lo, com força. Com um olhar furioso Harry agarrou o elfo doméstico pela a fronha
imunda que estava enrolada em volta dele e segurou-o com força.
"Mantenha seus pensamentos para si mesmo! Se eu ouvir você falar assim de novo, eu vou arrancar sua língua,
entendeu?"
O elfo olhou para Harry com seus grandes olhos arregalado. Ele acenou com a cabeça lentamente e não proferiu um
pio. Harry o soltou e empurrou-o com força, fazendo com elfo caísse no chão. Quando Harry olhou em volta, viu todos
os olhos sobre ele. Hermione estava olhando horrorizado para ele. Rony estava parecendo um pouco confuso, mas
Sirius tinha um sorriso imediato no rosto.
"Está vendo? Essa é a maneira de lidar com ele." ele disse enquanto Monstro rapidamente deslizou para fora da sala,
sem uma única palavra. "Essa é a forma como ele deve ser tratado, é a única língua que ele compreende."
Mas Hermione não pareceu ouvi-lo. Ela estava olhando para Harry com uma expressão de incredulidade.
"Hermione! Ele estava sujando os nomes dos pais de Harry! Por que Harry deixaria isso quieto?" Ron disse, voltando-se
para Hermione.
Hermione não tinha uma resposta para isso, por isso ela se virou e saiu da sala. Sirius balançou a cabeça por ela ter se
retirado e, em seguida, virou-se para Harry. Um sorriso brilhante agraciado seu rosto cansado.
"Não deixe que a sua reação incomodá-lo, Harry. Você não fez nada de errado." Sirius tranqüilizou, brilhando de orgulho
por Harry ter defendido seus pais.
Harry não comentou e saiu com Rony e Sirius, indo lá embaixo para o almoço.
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Ron encontrou Hermione na biblioteca, sentada melancolicamente no chão empoeirado, algumas horas mais tarde.
"Por que você está nesse estado de espírito?" Ele perguntou enquanto ele se aproximava dela.
"Eu não estou." Ela respondeu, traçando o que parecia ser runas no chão poeirento.
"Hermione, não se aflija por causa do Monstro. Aquela coisa desagradável insultou os pais de Harry."
"Então por que você está chateada com Harry?" Perguntou Ron.
"Eu não estou, é só... Eu nunca pensei que Harry iria agir assim." Ela disse sua voz traindo confusão e dor. "Nunca na
minha vida eu achei que Harry poderia tratar outro ser vivo assim. Só senti... que está errado. Ele parece tão diferente."
ela disse com um sussurro.
"Hermione, você era a única que estava ensinando-me no outro dia a ignorar as coisas que Harry faz. Você me disse
que Harry iria agir diferente depois que ele viu no cemitério... A morte de Cedric e a volta de Você-Sabe-Quem e com o
Ministério não acreditando nele e o Profeta Diário difamando ele, tudo isso com certeza ia afetá-lo. "
"Sim, eu sei e eu sei que o seu comportamento recente é porque ele está passando por um momento difícil e horrível,
mas eu nunca esperaria que ele fosse falar com um elfo doméstico daquela forma, principalmente pela forma amigável
que ele trata o Dobby." Hermione disse.
"Dobby não xinga os nomes dos seus pais mortos." Ron apontou. "Quando Harry foi estranho com a minha mãe no
jantar, você sussurrou para ignorá-lo, porque Harry estava lidando com muitas coisas. Eu não gostei do jeito que ele
falou com a mãe, mais eu sei que ele se preocupa com ela. Como você disse, é tudo por causa de Você-Sabe-Quem
estar de volta e Harry sendo pego no meio de tudo isso."
"Basta dar um tempo a Harry. Ele voltará ao normal em breve." Ron disse enquanto caminhava de volta para a porta.
Hermione o seguiu, mas não pude deixar de pensar sobre o quão diferente Harry estava e se ele voltaria ao seu estado
normal.
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No terceiro dia, Harry estava cansado da limpeza. Detestava a forma como a Sra. Weasley persuadiu-o a ajudá-los. Ele
odiava as maneiras trouxas e estúpidas de esfregar os tapetes e lavar as cortinas e as toalhas de mesa.
Harry decidiu passar mais tempo com Sirius e passava horas conversando com ele e ficava fora do caminho da Sra.
Weasley. Harry aprendeu muito mais sobre a ordem deste mundo e suas estratégias recentes para lutar contra
Voldemort.
Harry estava surpreso que ele não tivesse encontrado o Dumbledore deste mundo ainda. Ele esperava que o líder da
Ordem fosse fazer uma aparição em breve na sede, mas até agora, ele não tinha aparecido.
Harry sentou-se no jantar e ouviu Ron gemer sobre todo o lixo que ele tinha jogado fora hoje.
"Eu juro que não consigo limpar mais! Eu me sinto como um elfo doméstico sangrento!"
"Bem, agora você sabe como ele se sente." Hermione adicionou quando ela sentou-se com Ginny.
Harry olhou para Gina, que tomou assento à sua frente. Ele mal tinha visto ela ou falado com ela, ela estava na limpeza
sempre muito ocupada. Harry ainda achava estranho ver uma Ginny mais jovem. Olhando a Gina de 14 anos, Harry viu o
seu desejo de ver a sua própria Ginny intensificar. Ele mal podia esperar até que a bússola estúpida estivesse pronta para
levá-lo de volta ao seu mundo, de volta a sua Ginny.
Ginny olhou para cima e sorriu para Harry, forçando Harry a sorrir de volta e depois desviar o olhar. Ele se perguntou
que tipo de relacionamento o Harry desse mundo tinha com esta Ginny. Eles não estavam saindo, isso estava claro.
Até onde ele podia adivinhar Harry apenas considerado Ginny como a irmã mais nova de seu melhor amigo, nada
mais, nada menos.
Sua Gina estava em Hogwarts, onde o outro Harry atualmente estava. Ela não sabia nada sobre a troca, naturalmente, e
por isso espera que o outro Harry agisse como seu namorado. Apenas o pensamento de outro Harry possivelmente
beijando Ginny ou estar com ela fazia uma onda de fogo e raiva se espalhar dentro dele. Ele rapidamente se levantou da
mesa.
"Eu tenho que... eu tenho que... eu já volto." Ele disse enquanto corria para o quarto, indo em direção ao banheiro.
"Foi, provavelmente, os sanduíches de peru que ele comeu no almoço. Eu também me senti um pouco estranho."
Sirius disse, ganhando um olhar da Sra. Weasley.
"Diga isso ao meu estômago." Sirius sussurrou quando ela estava de costas.
*Chapter 10*: Chapter 10
Capítulo Dez
AU mundo
Damien acordou quando o telefone debaixo do travesseiro vibrou. Sentou-se, e começou a procurar a sua varinha para
que ele pudesse lançar um 'Silencio' e não acordar ninguém com a conversa. Com sono ainda agarrando a ele, ele pegou
o telefone e atendeu se jogando de volta no travesseiro.
"Damien acorda! Isso é importante." Harry disse, parecendo muito irritado e impaciente.
"Nada é importante a essa hora da manhã." Damien respondeu com um grande bocejo.
"Sim! Quero dizer, não, não é isso! Eu só agora percebi que Gina está em Hogwarts com o Harry!"
"Eu não tive a chance de realmente pensar sobre isso!" Harry defendeu. "Quando eu fiz a troca eu pensei que era por
apenas dois dias. Quando a bússola não funcionou eu pensei que Harry iria ouvir e ficar na Mansão enquanto Gina
estaria em Hogwarts. Quando você me disse que Harry estava em Hogwarts, bem, eu só pensei nele se reunindo
Dumbledore. Gina nem sequer passou pela a minha mente! Só foi agora que me toquei que Gina está ai com o outro
Harry!"
Damien riu.
"Desculpe Harry." Damien ficou sério. "É só que Gina conheceu o outro Harry em seu segundo dia neste mundo. Ela foi lá
em casa para vê-lo na noite anterior de partirmos para Hogwarts."
"Sim, foi muito ruim, o outro Harry nem sabia que você e Gina estavam namorando, foi muito engraçado!". Damien
disse.
"Então, por que você me telefonou?" Damien perguntou agora totalmente desperto.
"Então, você pode dizer a Harry para ficar longe bem longe de Gina!" Harry respondeu.
"Ok, Harry vai ficar longe dela, mas como é que vamos mantê-la longe de Harry?" Damien perguntou.
Harry xingou novamente. Isto estava ficando realmente confuso. Harry percebeu que ele só tinha uma opção.
"Sim, ela tem o direito de saber." Harry disse calmamente. Ele não conseguiria manter Gina no escuro sobre essa
mudança, especialmente depois da maneira como ele a tratara por tentar mantê-la no escuro sobre a poção Sedare.
"Ok, eu vou dizer a ela, assim que encontrá-la." Damien disse aliviado por poder compartilhar esse segredo com outra
pessoa.
Ser o único, a saber, sobre a troca de Harry estava deixando-o louco. Pelo menos Gina saberia. Embora, Damien não
estivesse particularmente ansioso para contar a ela. Ele sabia o quão quente o temperado sua amiga ruiva poderia ser e
dizer a ela que Harry estava preso em outra dimensão não ia ser divertido.
xxx
Por volta das sete e meia da manhã, Damien já estava pronto para o dia. Ele esperou na sala comum pela aparição de.
Ele amaldiçoou a escada estúpida do dormitório das meninas. Que virava escorregador caso algum garoto tentasse entrar
nos dormitório das meninas. Era tão injusto; afinal, as meninas podiam entrar dormitório dos meninos, sem problema
algum.
Já passava das oito e muitos grifinórios já tinham ido tomar café da manhã, mas até o momento não havia nenhum sinal
de Gina. Damien perguntou-se quando ela iria se levantar. Gina não era uma pessoa preguiçosa. Ela geralmente
levantava antes do resto deles.
Ele viu uma menina do sétimo ano que ele conhecia sair do dormitório que compartilhava com a Gina, e fazer o seu
caminho em direção ao retrato. Ele chamou a garota de cabelos loiros.
"Ela não estava em sua cama quando me levantei esta manhã." Ela disse antes de sair.
Damien perguntou-se onde Gina estava. Ele estava esperando por ela na sala comum desde as sete e meia da
manhã. Ela não poderia ter deixado à torre antes desse tempo, poderia?
Ele rapidamente saiu da sala comum e correu para o Salão Principal para ver se ela estava no café da manhã. Mas
sua amiga ruiva não estava na mesa também. Ele decidiu verificar Harry, para contar-lhe sobre o telefonema de seu
irmão.
Ele bateu uma vez na porta de Harry, mas ninguém atendeu. Ele tentou girar a maçaneta, mas a porta estava trancada.
Querendo saber onde Harry estava Damien virou-se para sair. James tinha acabado de abrir a porta para sair e viu
Damien.
"Bom dia, Damien." Ele falou para seu filho mais novo.
"Você acordou cedo. Você geralmente não levanta antes das 8:45." James brincou.
"Fui acordado esta manhã." Damien disse, pensando sobre o telefonema de Harry. "Alguma ideia de onde Harry está?
Sua porta está trancada."
"Ele estava comigo esta manhã, ele geralmente vem me ver antes do café da manhã. Nós normalmente vamos para o
Salão Principal, juntos, mas hoje ele foi levado por sua adorável namorada." James disse com um sorriso.
"Sim, ela disse que precisava falar com ele, em particular." James disse.
'Não é bom, não é bom, isso não é nada bom! "Damien pensou consigo mesmo".
"Oh, tudo bem. Eu vou... Eu te vejo mais tarde, pai." Damien disse, fazendo o caminho de volta até o salão principal.
"Você quer andar comigo para café da manhã?" James gritou atrás dele.
"Uh, não, não agora, eu só preciso... fazer algo. Antes, pai!" e com isso Damien saiu correndo, tentando chegar até
Harry e Gina tão rápido quanto podia.
James perguntou o que Damien tinha que fazer que exigisse uma saída tão rápida.
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Harry estava nervoso; ele tinha um bom motivo para está. Ele estava sozinho com Gina Weasley e ela parecia chateada.
Eles estavam do lado de fora, enquanto o resto de Hogwarts estava lá dentro, ou ainda na cama ou fazendo o seu
caminho sonolento para o Salão para tomar o café da manhã. Gina levou Harry para uma parte isolada de terrenos de
Hogwarts e, atualmente, estava sentado ao lado dele em um silêncio sepulcral.
"Então, o que você quer falar comigo?" Harry perguntou, preparando-lhe os nervos.
"Nós"
"Oh, Certo!" Harry murmurou nervosamente sob sua respiração. Este era exatamente o que ele precisava.
"Ultimamente você tem me ignorando e eu não entendo o porque." Gina disse, olhando para Harry atentamente.
"Eu não tenho te ignorando." Harry disse, não encontrando seu olhar. "Eu apenas estou... ocupado e outras coisas."
"Ocupado com o quê?" Gina perguntou, estreitando os olhos para ele. "Você não aceitou a oferta de emprego, você não
está promovendo nenhum estudo e aqui em Hogwarts você não faz nada."
Harry não sabia o que dizer então ele ficou em silêncio. Gina continuou.
"Olha, eu não estou pedindo muito, apenas um Olá de manhã seria bom. Eu não sei o que está ocupando todo o seu
tempo, mas se você pudesse tirar alguns minutos para falar com sua namorada eu apreciaria." Ela disse
sarcasticamente.
"O que há com você?", perguntou ela. "Você está agindo muito estranho."
"Eu não estou. Eu só sei que você está certa e eu não deveria estar te ignorando. E não vou mais de ignorar a partir de
agora." Ele prometeu.
Gina estava olhando para ele, claramente, não satisfeita com a explicação.
Gina levantou-se também, mas continuou a olhar para Harry com desconfiança.
"Ok, mas eu quero que você prometa que vai passar a noite comigo." Gina disse suas palavras com muita clareza e
cuidado.
"Sim, claro, tudo bem." Harry disse, sem se a pegar ao seu tom.
Gina se aproximou de Harry, surpreendendo-o. Seus braços serpenteavam em torno de seu torso e ela o segurou em
seu abraço. Seu rosto se aproximou de Harry, tão perto que ela podia sentir sua respiração em pânico em seu rosto.
Sem dar Harry muita chance de fazer qualquer coisa, Gina se moveu e beijou-o. Desta vez, Harry nunca teve a chance
de virar o rosto e o beijo pegou de surpresa.
O beijo foi estranho, tenso e não estava certo. Harry estava tentando tanto ficar parado e afastar-se, ao mesmo tempo. A
sensação de lábios de Gina nos seus era aterrorizante, por duas razões. Um deles, ela era irmã de Ron e era errado beijar
a irmã do seu melhor amigo. O segundo foi o pensamento de que o outro Harry lhe faria se descobrisse que ele havia
beijado a sua namorada.
Gina puxou para fora do beijo, mas não se afastou dele. Harry arriscou um olhar estranho para ela e foi naquele instante
que ele sabia que seu disfarce tinha sido descoberto. Os olhos castanhos de Gina tinham endurecido e antes que Harry
pudesse dizer uma única palavra, ela o empurrou com força. Sua varinha tinha sacada e apontada para sua cabeça antes
que ele pudesse recuperar o equilíbrio.
"O que você está falando? Sou eu, Harry." O moreno respondeu, mantendo um olhar atento sobre a varinha.
"Você não é o Harry! Diga-me onde ele está! Quem é você? O que você fez com o Harry ?!" Gina estava tremendo, mas a
varinha estava incrivelmente estável e fixa no garoto à sua frente.
"Gina, ouça, não o que você está achando. Eu sou Harry..." Harry teve que parar e saltar para fora do caminho enquanto
Gina mandou uma azaração deslumbrante para ele.
"Gina pare!" Harry gritou quando ele caiu no chão duro e teve que rolar para fora do caminho de outra magia.
Mas a ruiva não o escutava e tetanva o azarar de novo. Por esta altura, Harry já tinha pegado sua própria varinha e antes
de Gina poderia acertá-lo, ele puxou-o para fora e mirou.
"Expelliarmus!"
Feitiço de desarmamento de Harry pegou Gina e sua varinha voou de sua mão.
Harry levantou-se do chão e ficou com a varinha ainda apontada a Gina. Indignado e furioso, Gina correu para ele, não
se importando que o menino ainda estivesse com a varinha apontada para ela. Seu chute certeiro pegou Harry na canela
e ele se encolheu de dor.
"OW! Merlin, Gina! Pare com isso!" Harry gritou e tentou segurar os punhos da menina que caíam sobre ele, sua
varinha caiu no chão no processo.
"Onde está o Harry ?! O que você fez com ele!? Quem te mandou !?" Gina gritou, enquanto ela continuava a lutar com
ele.
"Gina, não! Pare, pare!" A voz de Damien foi um alívio bem-vindo para Harry e Gina.
Gina foi agarrada pela cintura e afastada de Harry, que se abaixou para pegar a varinha de uma só vez. Gina tentou se
virar e enfrentar Damien, mas o aperto do menino era muito forte. Ela gritou com ele então.
"Damy! Deixe-me ir! Ele não é o Harry! Ele é um impostor!" Gina gritou apontando o dedo para Harry.
"Shh! Pelo amor de Merlin, Gina! Alguém vai te ouvir!" Damien disse, depositando a menina a poucos passos de Harry e
olhando ao redor da área. Felizmente, eles estavam em uma parte isolada de terrenos de Hogwarts e não havia ninguém
por perto para ouvi-los.
"Ele não é Harry!" Gina gritou, olhando para Harry com lágrimas de raiva nos olhos.
"Eu sei!" Damien disse, tentando fazê-la parar de gritar que alto.
Gina parou em suas ações e olhou para Damien. Seus olhos estavam arregalados e ainda brilhando com lágrimas.
"O quê?"
"Eu sei, eu sei quem ele é." Damien disse calmamente desta vez. "Venha comigo e eu vou explicar tudo. Não pode ser
aqui." Ele rapidamente disse a ela.
"Gin, confie em mim, por favor, venha para dentro do castelo." Damien disse.
"A sua varinha." Gina disse, estendendo a mão para frente para tomar a varinha, com a suspeita em seus olhos.
"Feliz? Vamos."
Gina manteve a varinha de Damien apontou para o outro Harry enquanto ela caminhou até o ponto de sua varinha tinha
caído. Ela pegou sua varinha antes de dá ao Damien sua varinha de volta.
Damien levou os outros dois de volta para dentro do castelo. Enquanto todo mundo estava ocupado tomando café da
manhã, os três Grifinórios que vão para a Sala Precisa ter uma conversa muito complicada.
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"Então me deixe ver se entendi." Gina disse, sentando-se na cadeira vermelha, de frente para Damien. "Você e Harry
foram para outra dimensão, por acidente, e se encontraram com Harry daquele mundo. E ambos os Harrys decidiram
trocar de lugar por alguns dias, mas a bússola que transporta entre os mundos não está mais funcionando o que
significa que o meu Harry está preso em outro mundo até a bússola voltar a funcionar e ninguém sabe quanto tempo
isso vai demorar."
"Tudo bem", ela começou e depois ficou em silêncio. "Eu poderia então surtar agora." ela disse, parecendo que ela
poderia desmaiar a qualquer momento.
"Mas, estamos agradecidos que você não faça." Damien disse, tentando dar-lhe seus sorrisos habituais.
O outro Harry estava assistindo a conversa do outro lado da sala. Ele não participou da explicação do que tinha
acontecido. Ele ouviu Damien percorrer os detalhes de sua reunião em seu mundo. Ele observou que Damien não
revelou muito sobre a vida de Harry, ele ainda não tinha mencionado os Dursley.
"Eu não posso acreditar que você deixe Harry ficar nesse outro mundo!" ela disse.
"Eu tentei pará-lo! Mas você conhece o Harry, teimoso como o inferno." Damien disse.
"Por que essa coisa bússola parou de funcionar? O que você fez com ela?", perguntou ela, voltando-se para ele.
"Por que todos assumem que fiz alguma coisa com ela?" Damien perguntou incrédulo.
"Eu não sei o que aconteceu com ela." Damien argumentou volta.
Gina estava começando a ficar preocupada agora. O choque do que tinha acontecido estava passando e ela começava a
entender a gravidade da situação.
Gina fitou-o com um olhar, mas não disse nada. Damien se levantou e foi até ela.
"Harry disse para tentar de novo em uma semana. Ele está certo de que já vai ter reunido a energia necessária para
fazer a troca até então. Este domingo vai completar a semana. Espero que Harry esteja de volta no domingo."
"Mas você não sabe com certeza. se ela não funciona? E se ele ficar preso nesse outro mundo?" Gina perguntou com
medo.
Gina abriu a boca para dizer algo em troca, mas depois mudou de ideia.
"Eu não posso acreditar que ele fez isso. Como ele poderia aceitar esse risco?" ela questionou.
Gina trouxe o telefone no ouvido e soltou um suspiro de surpresa quando ouviu Harry resposde do outro lado.
"Harry?"
"Hey, Gina. Como você está?" Harry disse e Gina quase podia ouvir o sorriso em sua voz.
Isso foi tudo o que precisou para Gina para começar a gritar com ele. Ela se dirigiu a um canto da sala para obter um
pouco de privacidade, mas os dois rapazes ainda podia ouvi-la gritar com ele.
Damien olhou para longe dela e viu Harry, sentado calmamente. Ele foi até ele e sentou-se.
"Eu sinto muito. Que você teve que dizer Gina à verdade por minha causa." Ele fez uma careta quando a voz irritada de
Gina chegou até eles.
"Não se preocupe com isso. Eu estava indo contar para ela hoje mesmo." Damien riu.
"Harry ligou esta manhã. A genialidade só agora percebeu Gina estava com você em Hogwarts. Ele disse-me para lhe
dizer a verdade."
Harry se sentiu muito melhor sobre isso, até que ouviu Gina gritar novamente.
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O resto do dia passou em um borrão para Harry e Damien. Eles só viram Gina novamente à noite, quando ela bateu na
porta de Harry. Ela olhou para Harry de forma diferente agora, quase nervosa.
"Ainda assim, eu acho que eu deveria pedir desculpas. Eu poderia ter te machucado."
"Não, sério, não precisa. É embaraçoso." Harry disse com um sorriso tímido.
"Como você sabia que ele não era o Harry?" Damien perguntou.
"Eu estava desconfiado, desde a noite antes de nós vir para cá. Harry estava tão diferente. Então, quando eu lhe pedi
para vir e passar a noite comigo, e você só concordou. Com tudo o que eu disse a você, foi fácil perceber o meu Harry
não é assim. Quando eu te beijei, eu sabia imediatamente que não era o meu Harry ".
Harry tinha adivinhado. O beijo tinha sido horrível e distante. Fora o fato de que Harry nunca tinha beijado ninguém
antes, ele estava terrivelmente nervoso e desajeitado com Gina. Ele tinha certeza que o outro Harry não beijava assim.
"Uau, você a beijou?" Damien perguntou a Harry, levantando-se da cadeira.
"Só para ver se eu estava certa nas minhas suspeitas." Gina explicou.
"Sério? Será que ele ficar incomodado por coisas como essa?", perguntou ela, ficando levemente corada.
"Extremamente. E não importa de que foi tecnicamente o Harry que você beijou." Damien fornecido.
"Se você ficou bem esta manhã. Você perdeu a maior parte de sua primeira aula?" Harry perguntou.
"Na verdade, não. McGonagall me deu detenção. Mas está tudo bem. Conversa com Harry foi mais importante do que
Transfiguração de qualquer maneira." Gina respondeu.
Eles conversaram por um tempo mais longo; Gina manteve atirando um olhar ao Harry ficou claro para ver que ela
queria interrogá-lo sobre sua vida em seu mundo. Por fim, ela não pode se segurar por mais tempo.
Harry sorriu.
"Seu irmão, Ron, é o meu melhor amigo. Conheço toda a sua família e, sim, você é uma amiga." Harry deixou
propositalmente de fora a parte sobre Gina ter uma queda por ele. Ele não queria que ela se sentisse desconfortável.
"Por que você pergunta?" Harry perguntou nervosamente. Ele queria empurrar o cabelo para baixo plana para cobrir a
testa, mas resistiu à tentação.
"Harry fez um feitiço de glamour para me fazer parecer exatamente como ele." Harry respondeu, aliviada por Gina não
tinha notado sua cicatriz.
"Para começar, tenho três anos a menos que ele." Harry disse e sorriu para a expressão chocada Gina usava.
"Eu não tinha ideia, eu quero dizer como eu não poderia ter, com o feitiço de glamour, mas... você tem quinze anos!?"
Ela perguntou de novo.
"Então, como é que você vê as coisas neste mundo? Elas realmente são diferentes? Além da irmã de seu melhor
amigo ter te atacando, em?" Gina perguntou com um sorriso.
A expressão de Harry foi aquela que apresentou uma infinidade de emoções. O mais proeminente era a felicidade.
Damien rapidamente interrompeu, com medo de que Gina pode fazer uma observação sobre a infância de Harry com
Voldemort. Ele não precisava que isso acontecesse acima de tudo.
"Eu acho que devemos ir. Filch está patrulhando os corredores e eu não tenho a minha capa comigo."
"Eu sei". Ele respondeu. "Por que você tem? Pensei o pai teria dado a Harry."
"Ele fez, mas Harry passou para mim." Damien mentiu, levando Gina em direção à porta.
"Há muito mais para dizer, esperar até chegarmos à sala comum."
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A sala comunal estava vazia e o feitiço de privacidade foi colocado em todos os cantos da sala. Mesmo assim, Damien
explicou o que o outro Harry tinha dito sobre o seu mundo num sussurro.
Gina ouviu sem interromper, mas sua expressão endureceu com cada palavra. Uma vez Damien terminou, ela não
falou até alguns minutos.
"Eu sei". Damien respondeu. "É o que Harry disse-me para dizer."
"Você disse a ele que o Harry desse mundo ficou longe de sua família, pois ele estava em um programa de
treinamento?" Gina perguntou com irritação. "O que você acha que ele vai dizer quando descobrir que o treinador era
Voldemort?"
"Eu sei, eu sei, mas o que eu devo fazer? Dizer isso a verdade não é uma opção."
"Voldemort matou meus pais." ele sussurrou. "No mundo em que Harry pertence, James e Lily Potter foram
assassinados por Voldemort. E isso é o que mudou tudo. Peter Pettigrew nunca levou Harry a ele, ao invés disso ele
levou Voldemort a Godric, onde ele matou meus pais."
Gina tinha uma mão sobre sua boca e estava olhando para Damien, com um crescente horror.
"Harry é um órfão. Ele foi enviado para viver com a minha tia Petunia desde que tinha um ano."
"Sua tia trouxa? Aquele que não sabe mesmo o seu nome?"
"A única." Damien respondeu miseravelmente. "Ela e seu marido trouxa negligenciaram o Harry. Ele foi forçado a viver em
um armário sob as escadas até quando tinha onze anos. Você devia ver como ele realmente se parece, Gina. Ele é
parece uma vara fina e é tão pequeno. Tudo isso porque ele não foi cuidado adequadamente."
"O seu mundo é tão diferente do nosso. Varias pessoas nem sequer existem! Mamãe e papai estão mortos, Sirius
passou mais de uma década em Azkaban, tudo é distorcido." Damien disse com um suspiro triste. "Agora você vê o que
eu quero dizer? Como posso dizer isso a Harry que o homem que ele odeia mais do que qualquer coisa neste mundo,
aquele que tirou tudo dele, é o mesmo homem que o Harry desse mundo serviu? Que o seu outro eu dimensional foi
criado e amado por Voldemort, que Harry o amava e matava por ordem de Voldemort, que o Harry era o lendário Príncipe
Negro e que todos o temiam. Como você acha que Harry receberia essa notícia?"
"Ele vai descobrir." A voz de Gina suou na sala. "Mais cedo ou mais tarde. Algo tão grande como isto não pode ficar
escondido para sempre."
"Ele não ficara aqui para sempre!" Damien disse um pouco com muita força.
"Damy, segredos não permanecem em segredo por muito tempo. E se ele descobrir?" Gina perguntou.
"Ele não vai descobrir. Ele vai ter ido embora antes disso. Esperemos que até este domingo, ele estará no seu mundo."
Damien não podia deixar de adicionar uma pequena oração silenciosa no final.
Canon mundo
A casa estava em silêncio e tranquila. Todo mundo estava dormindo. Harry estava deitado em sua cama, sua conversa
com Gina passava em sua mente. "Merlin, ela estava tão chateada"! Harry pensou consigo mesmo. Seu coração doía
querendo estar com ela novamente
Ele esperava que a bússola funcionasse desta vez. Ele queria ir para casa, de volta ao seu mundo, de volta a seus
pais, para Damien e sua Gina.
O dia que estava permanecendo em Grimmauld Place estava acabando com os seus nervos. A limpeza interminável, o
irritava tanto, mesmo que ele não fizesse mais parte dela. Sirius e ele rapidamente ficaram sem coisas para falar. Ron,
Hermione e Gina estavam absortos na limpeza e a Sra Weasley estava incomodando Harry cada vez mais. Ele queria
sair. Ele precisava sair, mesmo que por algumas horas. Com esse pensamento em mente, Harry silenciosamente rastejou
para fora de sua cama cuidado para não acordar o Ron. Ele transfigurado seu travesseiro em um molde com
aproximadamente o tamanho dele e o jogou debaixo das cobertas. Ele voltaria antes que alguém desse conta, mas isso
era apenas uma precaução.
Ele silenciosamente transfigurou suas roupas em traje trouxa. Com um pop quase inaudível, Harry desaparatou para
fora da sede.
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Harry não teve que pensar sobre onde ele queria ir. Ele rapidamente se viu andando pelas ruas familiares, fazendo o seu
caminho com confiança ao seu destino. Ele encontrou-o rapidamente; a localização era a mesma que em seu mundo.
Harry pegou a visão familiar do clube. Parecia idêntico ao do seu mundo. Com um sorriso, Harry entrou no clube e olhou
em volta com prazer. O clube estava agitado com as pessoas, em volta do ringue. A multidão reunida estava gritando para
os dois homens dentro do ringue. Algumas palavras eram de encorajamento, outros era o oposto. O cheiro de sangue e
suor que se misturavam fez o coração de Harry se acelerar de excitação. Alex não tinha estado aqui há tanto tempo.
Ele viu o homem de cabelos grisalhos perto da frente e reconheceu-o como o proprietário. Harry o havia conhecido no
passado esse homem, quando Frank e Alice tinham acabado de assumir os negócios da John Allen. Depois disso, Alex
só lutou por Little John. Sr. Jenkins, o proprietário do clube, estava inconsolável quando Alex disse que ele não poderia
lutar mais em seu clube de luta.
Harry fez o seu caminho até ele, pronto para começar uma briga ou dois. Ele desesperadamente precisava colocar
para fora alguma frustração.
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A luta foi espetacular. Harry amou cada minuto dela. Ele se esquivou dos golpes que seu adversário mandou para ele
com tanta facilidade e graça que lhe rendeu aplausos e elogios ensurdecedores. Harry se divertia com seus ataques.
Ele girou para fora do caminho quando o homem de cabelos loiros enviou o seu punho em direção ao seu rosto. Harry
virou-se e pegou o homem no queixo, fazendo-o cair no chão.
Harry teve um total de duas lutas. Ele queria mais, mas isso era tudo o que lhe foi oferecido hoje. Sr. Jenkins estava
ansioso para vê-lo de novo. Ele tentou conseguir todos os detalhes que pôde, mas Harry apenas deu o seu nome, Alex.
"Alex do quê?" a mulher de cabelo muito escuro perguntou quando ela anotou os seus dados.
Harry não assistiu nenhuma das lutas seguintes, ele não estava interessado nelas. Ele saiu do clube ignorando as
palavras de louvor que a multidão oferecia. Ao todo, ele se sentiu bastante descontraído. Ele sabia que era imprudente
deixar a sede, caso alguém notou sua ausência. Mas Harry percebeu que poderia dizer que ele saiu para uma
caminhada. Não devia causar um grande negócio.
Harry deu uma volta por um tempo, desfrutando da liberdade da Sede. Foi uma noite agradável, uma noite de verão
perfeito, como se costuma dizer. Harry acabou andando uma distância muito longe do clube da luta, desfrutando da
tranquilidade e silêncio em torno dele. Era terapêutico, especialmente após tudo que passou todos esses dias no
Largo Grimmauld.
Harry caminhou o quanto pôde. Quando sentiu as pernas começarem a doer ele sabia que tinha de descansar, então ele
parou. Com um suspiro desanimado, ele decidiu que era hora de voltar. Ele não podia andar por aí a noite toda.
Harry estava à procura de um bom local para desaparatar quando a sentiu, a magia no ar. Sua pele se arrepiou, quando a
sensação familiar tomou conta dele. Harry olhou ao redor da rua deserta e tentou identificar o local de onde a magia era
proveniente. Ele não conseguia ver nada.
O mais silenciosamente que pôde, Harry se aproximou da esquina, mantendo as costas pressionadas contra as lojas
fechadas. Harry espiou o canto e viu o que estava acontecendo.
Comensais da Morte, quatro deles estavam em torno de um carro, que tinha três pessoas gritando dentro dela. Harry
observou enquanto suas bocas abertas e os punhos fechados batendo contra as janelas fechadas, mas nem um único
som de pânico e angústia era ouvido. Os Comensais da Morte haviam lançado encantos de silenciar ao redor do carro
para que ninguém pudesse ouvi-los. Harry tentou dar uma olhada em quem estava no carro; ele avistou duas fêmeas e
um macho, que estavam tentando freneticamente para quebrar a janela para sair. As duas mulheres, uma mais velha e
uma mais nova, tinha lágrimas escorrendo nos rostos, como eles pediram para os seus captores para deixá-los ir. Harry
pensou ter reconhecido a garota; era difícil de dizer, já que estava tão escuro.
Enquanto Harry se aproximou, ainda permanecer nas sombras, ele viu o que os Comensais da Morte estavam fazendo
para deixar os ocupantes do carro em pânico. O cheiro foi a primeira coisa que atingiu Harry, antes mesmo de ele ver o
fluxo de líquido espesso que começou a sair das suas varinhas deles. Eles estavam banhando o carro com gasolina. Um
dos Comensais da Morte falou, sua voz era calma, mas cheia de ódio.
"Vê agora, abbot! Você deveria ter pensado melhor sobre o seu destino quando você decidiu se casar com aquele
trouxa imundo! Nós não podemos deixar você sujar o nosso mundo com meio-sangues, podemos?"
Harry viu a mulher mais velha balançar a cabeça para eles, em silêncio, implorando. Ela se agarrou a sua filha, que em
troca se agarrou a ela e escondeu o rosto no dela, os soluços acudindo as duas. O homem, de cabelo escuro com óculos,
tinha tirado os olhos do Comensal da Morte e estava tentando fazer o carro se mover, para que ele pudesse salvar sua
família. Harry podia ver as rodas do carro girar loucamente, mas o carro permanecia no mesmo lugar. Os quatro
Comensais da Morte deram uma gargalhada e acenaram com as suas varinhas na frente dele.
"Essa magia é para você, trouxa estúpido!" um deles disse e Harry reconheceu imediatamente a voz de Nott.
"Vamos lá, vamos acabar com isso." o terceiro homem disse, um pouco afastado como Avery.
Os quatro homens baixaram as varinhas, interrompendo o fluxo contínuo de gasolina. O carro estava pingando com ele.
Avery ergueu a varinha e uma chama apareceu no final do mesmo. O carro balançou como as três pessoas dentro dele
entrou em pânico, tentando desesperadamente encontrar uma fuga.
"Outro grupo de sujeira removida do mundo." Avery vaiou quando ele abaixou sua varinha para o carro.
A chama foi apenas alguns centímetros de distância antes que se extinguisse. Avery olhou para a varinha. Ele acendeu
a varinha novamente e baixou, mas a chama morreu antes de chegar ao carro.
"Eu não... não que pegar fogo. Eu não entendo." O Comensal da Morte disse olhando para a varinha.
"Eu vou fazer isso!" disse o quarto Comensal da Morte e tentou a mesma magia.
As três pessoas dentro do carro observou com expressões aterrorizadas como a chama se recusou a tocar no carro.
"O que está acontecendo?!" Avery gritou quando nenhum deles poderia inflamar a gasolina encharcando o carro.
De repente, uma força invisível bateu-lhe na cara e o Comensal da Morte bateu no carro, pego de surpresa. Ele olhou
em volta, mas não conseguiu ver o seu agressor.
"Há... há alguém aqui!" Avery respondeu enquanto segurava sua varela diante dele, pronto para se defender.
"Não me diga!", disse uma voz sarcástica atrás deles. Os quatro Comensais da Morte se virou na direção da voz. Harry
finalmente saiu das sombras, sua varinha na mão e um sorriso no rosto. "Não é muito astuto, mas, novamente, você é um
Comensal da Morte."
Os homens tinham seus rostos escondidos atrás de máscaras para que Harry não podia ver suas expressões, mas ele
sabia que eles devem ter parecido uma visão real. Eles piscaram para ele, com as varinhas inutilmente em suas mãos.
"Por que vocês não debatem entre vocês a respeito de quem eu sou, enquanto eu chuto os traseiros arrependidos de
volta para seus buracos do inferno?"
Isso fez com que os homens entrassem em ação. Um deles jogou um feitiço em Harry, que ele calmamente desviou.
Se alguma coisa poderia ter feito bocas dos quatro homens cair aberto, era isso.
"Quem é você?!" um deles perguntou como Harry saiu do caminho de sua Cruciatus.
"O seu pior pesadelo." Ele disse com um sorriso malicioso quando ele atingiu o homem com um surto de ácido antes de
um de um corpo preso.
Os outros três atacaram ao mesmo tempo, os três jogaram diferentes maldições para ele. Harry trouxe seu escudo de
corpo inteiro permitindo que a bolha azul absorvesse as três maldições.
"Não!" Nott disse com medo quando ele se afastou de Harry. Ele só tinha visto um assistente fazer isso antes; apenas
um mago poderoso poderia trazer um escudo que o cobria da cabeça aos pés.
"Diga a ele que eu disse oi." Harry brincou, derrubando seu escudo e atingindo-o com um corpo preso. "Oh, espere, eu
não vou deixar você se lembra de mim, vergonha de verdade!" Harry disse com um sorriso cruel como o homem se
esforçou em seus vínculos.
Os outros dois Comensais da Morte estavam tentando libertar os dois no chão, mas antes que eles pudessem Harry já
tinha os derrubado, um com uma maldição o outro com um chute na cabeça.
Harry olhou para o chão, para os quatro homens, dois acordados e lutando e dois nocauteado. Ele calmamente andou
até as três pessoas que ainda estavam presas no carro. Com um aceno de sua mão, a gasolina e o seu mau cheiro se
foram. Harry estendeu a mão e abriu o carro. As três pessoas que lutaram para sair, levando-se em respirações
profundas de ar e ainda se engasgando com as suas lágrimas.
"Obrigada! Oh, obrigada! Você salvou nossas vidas! Muito Obrigada!" a mulher disse enquanto abraçava Harry
firmemente.
A menina ficou rosa enquanto olhava para o Harry com olhos arregalados e incrédulos.
Harry sorriu para ela. Ele sabia que a tinha visto antes. Agora que ele olhou para ela de perto, ele sabia que ela era um
estudante de Hogwarts. Ele não tinha ideia de qual era seu nome, mas ele pareceu se lembrar dela com um lenço
Hufflepuff em torno de seu pescoço. Ela sempre olhava para ele timidamente e nervosamente.
"Como você...? Você parece tão...? Você esta tão... diferente." ela disse com admiração.
"Harry Potter! É uma honra." A Sra Abbott disse enquanto apertava a mão dele, com a dela ainda tremendo.
Harry não sabia como responder a isso, por isso ele ficou quieto.
"O que vai acontecer com eles?" o moreno perguntou, apontando para os homens no terreno.
"Harry, você tem que entrar em contato com os Aurores, eles vão vir e levá-los." a menina disse de uma vez, olhando
para os homens com uma mistura de medo e ódio.
"Está tudo bem, Hannah. Eles vão receber o que merecem." Mrs Abbott disse.
"Não se preocupe com eles." Harry repetiu novamente. Ele tinha o castigo perfeito planejado para eles. "Você deveria ir; o
carro de vocês já pode andar novamente."
"Obrigado, eu não posso agradecer o suficiente." O pai de Hannah disse com um aperto de mão novamente.
Harry esperou até que eles estavam dentro do carro, suas entranhas retorcidas, com pesar, o que ele estava prestes a
fazer. "Não há outra maneira!" disse a si mesmo. Eles não conseguiriam se lembrar desse incidente; não lhe faria
nenhum mal.
A família Abbott sentado dentro de seu carro, sorrindo para ele. Quando o carro começou a funcionar, mas recusou-se a
mover-se, o homem olhou para Harry.
"Ele ainda não está funcionando. Acho que o feitiço ainda pode estar no seu lugar." Ele disse, olhando para sua
esposa e filha.
"Esse feitiço foi eu que coloquei, me desculpem, mais tenho que fazer isso." Harry murmurou puxando sua varinha.
Com pesar, ele apontou.
"Sinto muito." Harry disse e ele realmente quis dizer isso. "Obliviate!" ele gritou e o feitiço atingiu os três ocupantes no
carro. O interior do carro brilhou por um instante antes que ele desapareceu. Harry voltou para as sombras, escondendo-
se de seus olhos. Ele levantou o feitiço sobre o carro e o veículo rugiu e fugiu antes que o homem ao volante percebeu
onde estava. Harry viu o carro antes de desviar o motorista assumiu o controle e o veículo fugiu antes de virar uma
esquina e estava fora de vista.
Harry sabia que era necessário, mas ele odiava lançar o feitiço de memória. Lembrava-lhe muito de suas memórias
perdidas nas mãos de Voldemort. Ele assegurou-se de que sua necessidade era muito diferente de Voldemort. Ele não
podia pegar a atenção desses tipos. Ele contou que a família Abbott provavelmente não queria lembrar-se desse
horrível incidente de quase morte de qualquer maneira.
Um gemido atrás dele trouxe a sua atenção para os quatro Comensais da Morte no chão. Ele sorriu, agora retirando
suas memórias era algo que Harry não sentia culpa por, qualquer.
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Foi poucos dias antes de Harry ouviu alguma coisa sobre aquela noite especial ser mencionado. Harry ouviu Moody
conversando com Sirius.
"... Quando os investigadores chegaram lá, não havia sinal de ninguém. Houve alertas definidos de magia que está
sendo feito em uma área trouxa habitada, mas nenhum sinal de duelo foi encontrado."
"Ou talvez quem foi o responsável é bom em limpeza. Os alertas mostrou que poderoso duelo ocorreu. Foram mais de
três lotes de magia realizado. Mas nada foi danificado e nenhum sinal da magia realizada." Moody disse tomando um
gole de seu próprio frasco. "E aqui está à coisa, eu falei com Snape. Ele disse que quatro Comensais da Morte foram
enviados em uma missão na mesma noite e eles voltaram não só sem completá-la, mas sem memória do que aconteceu.
Desnecessário dizer que o seu Mestre não estava satisfeito. Snape disse que ninguém nunca tinha sido punido tão
severamente como os quatro". Moody disse.
Harry sorriu mentalmente. Limpar a memórias deles e, em seguida, enviá-los de volta para Voldemort era o castigo
perfeito para os Comensais da Morte.
Sirius se animou um pouco, mas ainda parecia duvidoso. "Eu não acredito no que Snape tem a dizer. Ele pode estar
inventando tudo. E em qualquer caso, por que é um grande negócio se nada foi danificado?" Perguntou Sirius.
"Não havia sinais de danos, mas isso não significa que não houve danos. Temos de ser vigilantes! Se o que Snape
disse for verdade, então é possível que a magia realizada na área trouxa fosse resultado dos Comensais da Morte
tentando realizar a sua missão, mas algo os impediu. Ou, mais importante, alguém os deteve".
Harry lutou contra o incomodo impulso e se esforçou para ouvir o resto da conversa.
"Se há um novo jogador nesta guerra, então devemos saber sobre ele. Aliados Desconhecido ainda pode ser
perigoso." Moody disse e Sirius concordou com ele.
Os dois membros da Ordem continuou a discutir o tema, mas Harry largadão. Ele sabia que ele tinha que ter mais
cuidado. Ele não poderia atrair mais atenção para si do que ele já estava ficando. Ele teria que assistir os seus passos
com mais cuidado.
Ele percebeu com desdém, que não poderia sair como Alex tanto quanto ele tinha planejado originalmente. Era
arriscado e ele teria que resistir à tentação de ir para fora tanto quanto era possível.
Harry esperava a bússola funcionasse no domingo, de maneira ele pudesse voltar para sua vida e ficar longe deste
lugar miserável onde ele não podia nem ao mesmo sair e se divertir por algumas horas.
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*Chapter 11*: Chapter 11
Capitulo Onze
AU mundo
O fim de semana chegou e com ele veio o primeiro encontro de Harry com Hermione deste mundo. Harry estava
animado para conhecê-la, para ver como ela era neste mundo. Ele se juntou a Ron, Damien e Ginny para seguirem o
caminho para Hogsmeade param se encontrar com ela.
Quando eles entraram no Três Vassouras, Harry viu as diferenças no pub imediatamente. Parecia muito mais recente,
como se tivesse sido reformado recentemente. Ele viu a dono do bar, Madame Rosmerta olhar para ele quando ele
entrou e ela deu um largo sorriso para ele.
"Bem-vindo, Sr. Potter! Isto é uma agradável surpresa!" ela disse, dando a volta no balcão para aperta as mãos dele.
"Erm, sim, é bom ver você também." Ele respondeu educadamente e confuso com a recepção calorosa.
"Por aqui, Harry." Ron disse e levou-o a uma mesa perto da entrada.
Harry viu Hermione sentada em uma das mesas, lendo o jornal. Seu cabelo espesso não era tão selvagem como ele
lembrava e estava organizado em uma trança francesa. Ela estava vestida com roupas trouxas e atualmente estava
envolvido em papel.
Harry ficou boquiaberto com ela, ela parecia incrível. Ela estava com 18 anos e parecia muito diferente da garota de
quinze anos que Harry tinha deixado para trás em seu mundo. Harry percebeu que ela era uma menina muito bonita. É
claro, sua transformação no Baile de Inverno no ano passado já havia mostrado isso a ele. Ela olhou para cima quando o
grupo se aproximou dela. Seus olhos castanhos encontraram Harry e sorriu para ele.
"Eu queria saber onde vocês estavam. Vocês estão atrasados." Ela advertiu brincando.
Harry estava prestes a saudá-la, mas as palavras ficaram em sua garganta quando viu Hermione e Ron se curva para se
beijarem nos lábios. Foi um beijo muito leve, mas um beijo, no entanto.
Harry não podia acreditar em seus olhos. Ron estava namorando Hermione! Ele tinha notado a tensão entre eles, no ano
passado, especialmente durante o Baile de Inverno e todo o negócio de Viktor Krum pedindo Hermione sairem. Ele tinha
suspeitado Ron estava desenvolvendo sentimentos por Hermione, mas nunca pensei que ele iria vê-los sair com o outro.
Era muito bizarro para imaginar.
"Harry"
Harry saiu de seu estupor quando Ginny sussurrou-lhe. Hermione e Ron estavam olhando para ele, olhando curioso
para saber por que ele estava escarando eles. Harry sentou-se rapidamente, desviando o olhar para Damien que sorriu
descaradamente quando ele se sentou em frente com ele. Ele revirou os olhos para Rony e Hermione e murmurou as
palavras "Esqueci-me de mencionar".
Harry deu Damien um olhar engraçado e suspirou para si mesmo. Parecia que o menino 'esqueceu-se de dizer a ele um
monte de coisas.
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Algumas horas se passaram e tudo o que Harry fez foi ouvir o grupo como eles trocaram detalhes do que estava
acontecendo em suas vidas. Hermione falou com entusiasmo de seus projetos. Ela entrou em detalhes sobre o projeto
Runas e que sua pesquisa envolvia e qual o seu principal objetivo. Foi uma pena que ninguém entendia o que ela estava
falando.
Ron falou sobre a formação de Curandeiro. Madame Pomfrey era uma professora rigorosa, o que não era de ser
surpreender, mas ela era uma professora muito boa. Na medida em que Harry poderia dizer, os seus dois amigos
estavam em empregos que gozavam. Esse conhecimento fez o seu sentir-se satisfeito e contente.
"É ..."
"Você pode assumir um projeto, bem como eu, se você quiser. Há uma abundância disponível." Ela sugeriu.
"Obrigado, Hermione. Mas acho que só vou levar as coisas fáceis para agora." Harry respondeu.
"Eu entendo Harry. Que com os acontecimentos do ano passado, você realmente precisa de tempo para se recuperar."
Harry estava confuso, mas antes que ele pudesse formar qualquer resposta a Hermione ou perguntar o que ela queria
dizer, Ginny e Damien entraram na conversa.
"Sim, a mãe e meu pai queria passar algum tempo com Harry também. Este é o primeiro fim de semana em Hogwarts e
tudo mais." Damien disse se levantando também.
"Oh, tudo bem. Vou encontra vocês mais tarde, então." Hermione disse, parecendo um pouco desapontado com o início
da partida.
Ron ficou com sua namorada enquanto os outros três fizeram o seu caminho para fora.
"O que foi aquilo?" Harry perguntou quando começou a caminhar para longe do pub.
"Oh, não é nada. Harry teve um ano muito ruim no ano passado, com toda aquela historia da droga e vício, era disso
que Hermione estava falando." Damien disse, ele estava dizendo uma meia verdade.
Harry acenou com a cabeça, mas sabia que havia mais nisso do que estava sendo dito. Ginny e Damien tinham pulado
para fora de suas cadeiras, quase como se eles não quisessem que Hermione dissesse mais nada.
"Bem, nós não podemos ficar por aqui. Se Ron e Hermione nos ver vai ficar estranho. Vamos ir mais longe de
Hogsmeade. Ouvi dizer que há um bom pub e uma loja de doces algumas ruas daqui. Podemos caminhar ou pegar o flu,
que é que vocês querem fazer? "Gina perguntou.
"Por que você está cansado? Você não fez nada, ficou sentado durante todo o dia." Harry disse.
"É por isso que eu estou cansado. Muito descanso também cansa." Damien respondeu.
Harry e Gina trocaram um olhar antes de rir. Damien levou-os para os correios. As corujas estavam voando ao redor,
entregando as cartas, encomendas, entregas especiais.
Escondido no canto havia uma pequena lareira. Ele tinha a palavra "FLOO" escrito no topo. Damien foi até lá e pegou o
saco cheio de pó de flu. Ele ofereceu a Ginny primeiro.
Gina pegou um punhado de pó antes de pisar na lareira. Ela jogou o pó no fogo e gritou o nome do pub.
"Jumping Jacks!" ela disse e um segundo depois ela se foi em um redemoinho de chamas verdes.
"Você é o próximo, Harry." Damien disse que ele ofereceu Harry saco.
Harry odiava o Flu, a última vez que ele tinha viajado pelo Flu, que havia se perdido. Esperando que ele tivesse mais
sorte desta vez, ele pegou um punhado de pó e entrou.
Ele jogou o pó e franziu os olhos fechados contra as cinzas que subiram. Ele abriu a boca para dizer o nome e, em vez
engoliu um pouco de fumaça e cinzas. Tossindo e cuspindo, ele gritou o nome.
"Ju-Jump... Jumpin ugh! Jacks!" ele engasgou, tossindo como um louco.
O redemoinho verde tomou conta dele, deixando-o tonto. Ele sentiu como se estivesse voando pelo espaço e tempo.
Por fim, ele caiu no chão e ele reprimiu seu gemido em bater no chão com tanta força.
Ele se levantou e limpou suas vestes, olhando em volta para sua localização.
"Isso não pode estar certo." Ele murmurou quando viu onde estava. Ele estava cercado por bancos longos. Ele olhou
para trás e viu um grande palco com cortinas roxas que penduram em ambos os lados. Harry percebeu que estava em
um teatro.
"Ótimo, errei de novo!" Harry repreendeu a si mesmo. Ele queria dizer Jumping Jacks não Jumpin Jacks. Ele veio para o
lugar errado. Ele olhou ao redor da pequena lareira que tinha vindo, mas não conseguiu encontrar qualquer pó de flu para
voltar.
Harry perguntou para fora do teatro, surpreendeu ao encontrar o lugar vazio. Ele percebeu que era muito cedo para que
ele estivesse aberto. Depois de encontrar as portas fechadas e trancadas, ele saiu do prédio usando as janelas.
Harry suspirou de alívio quando ele apertou-se para fora da janela e pulou para o chão. Ele estava feliz em sair de lá.
Ele olhou em volta e ficou aliviado ao ver que ele ainda estava em Hogsmeade. Ele podia ver a parte do castelo de
Hogwarts à distância. Harry olhou em volta e percebeu que, embora ainda estivesse em Hogsmeade, era uma parte
que nunca tinha visto antes. Intrigado, Harry começou a andar, olhando os prédios e as lojas ao redor dele. Harry
estava procurando outra estação de correios, ou qualquer outro edifício que tinha um sistema de flu que o levou a
Jumping Jacks.
Logo Harry descobriu que ele tinha chegado a uma parte residencial de Hogsmeade. As ruas estavam cheias de
casas em sua maioria. Algumas lojas estavam espalhadas no meio dos encantadores chalés.
Harry estava prestes a voltar para trás e ir à outra direção quando avistou um monumento estranho. Foi colocado no
meio de uma compensação. Degraus de pedra estavam levando para cima, para uma plataforma de pedra. Harry andou
alguns passos, os olhos fixos no mármore preto do túmulo assentado orgulhosamente no topo da plataforma.
Harry apertou os olhos à luz do sol para ler o nome na lápide. Ele andou mais uns passos e, de repente, parou. Ele
ficou congelado em entorpecido de terror quando viu seu nome gravado no túmulo preto.
O nome dele brilhava na luz, brilhando como joias contra o mármore preto suave. Harry sentiu a bile subir na sua
garganta. O que estava acontecendo? Por que tinha um túmulo com o nome dele?
Como que, em resposta às suas perguntas, seus olhos avistaram uma placa, na parte inferior da escada. Harry
caminhou lentamente até ele, seus pés sentindo-se estranhamente pesado. Harry parou diante da placa e leu as
palavras impressas de novo e de novo, para tentar entendê-las.
"Este túmulo permanece aqui, em Hogsmeade, como monumento para marcar o fim do reinado de terror de Lord
Voldemort. Este túmulo com o nome do nosso salvador sobre ele permanece aqui lembrar-nos tudo o que poderia ter
acontecido e quão perto chegamos de perder o escolhido; Harry James Potter, sem os quais, o Lorde das Trevas nunca
poderia ter sido derrotado".
Harry sentiu as palavras flutuar em sua mente. O Harry deste mundo era o único que derrotou Voldemort! Ele foi o
"escolhido". Harry lembrou-se Damien mencionar as palavras antes para ele. Ele também mencionou a profecia, algo
que apontava para Harry como sendo o 'escolhido'.
Damien não disse a ele o que a profecia falava, mas deve ter sido sobre Voldemort. Foi por isso que a palavra
'escolhido' apareceu aqui, esta praga. Seus olhos viajaram até o túmulo novamente e ele estremeceu
involuntariamente.
Ele estava tão envolvido com o túmulo, ele nunca ouviu os chamados de Damien, até que ele estava bem atrás dele.
Harry virou-se no local e olhou para Damien. O garoto de olhos cor de avelã estava olhando diretamente para Harry, o
olhar fixo teimosamente sobre ele, quase como se estivesse forçando-se a não olhar para o túmulo.
"Damien? Que... o que é isso?" Harry perguntou sua voz embargada e pesada.
"Harry, eu... eu não posso explicar aqui. Vamos. Vou lhe contar tudo, mas, por favor, temos que sair daqui." Damien
disse, cuidado para não olhar para o túmulo na frente dele.
Harry saiu com Damiens. Mas ele não ia deixar a conversa sobre o túmulo, passar. Ele queria saber por que o túmulo
estava aqui e que exatamente o outro Harry fez para derrotar Voldemort.
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Harry teve que esperar até que estivessem de volta a Hogwarts e na Sala Precisa, antes que ele tivesse uma explicação.
Damien tinha ido primeiro a Jumping Jacks e dito a Ginny o que tinha acontecido, antes que todos os três voltassem para
Hogwarts. Gina decidiu que ela não precisava ouvir Damien explicar sobre o túmulo negro, então ela se despediu,
deixando os dois meninos sentados em um silêncio constrangedor.
"Você vai me dizer o que diabos era aquilo?" Harry perguntou, seu coração ainda batendo fortemente.
Damien olhou para Harry e decidiu que não iria mentir desta vez. Era muito difícil mentir, difícil de lembrar as mentiras e,
francamente, ele não queria mais mentir. Manter as instruções de seu irmão ainda em mente, Damien começou a
explicar.
"Ok, eu vou te dizer, mas você tem que manter a calma até eu terminar. Não interrompa, ok?"
Harry acenou com a cabeça, os olhos fixos em Damien. Com um suspiro, Damien começou.
"O que você viu foi uma ameaça feita a vida de Harry por Voldemort. Eu lhe disse que Harry era o escolhido. Ele era o
único que a profecia indicava que podia matar Voldemort." Damien parou quando viu a fuga de cor do rosto de Harry. Ele
podia ver os pensamentos preocupados executados em sua mente. "Isso pode ser apenas neste mundo. Seu mundo pode
não ter tido essa profecia." Ele acrescentou rapidamente.
"Esse túmulo foi construído como um aviso para Harry, para que ele soubesse que Voldemort estava atrás de seu
sangue". Papai tinha literalmente bloqueado Harry dentro da Mansão. Ele não podia sair sozinho ou fazer qualquer coisa
que pudesse permitir que os Comensais da Morte chegassem a ele. A tumba realmente assustou o pai, e isso é
compreensível. "Damien murmurou e Harry concordou".
Damien ficou em silêncio depois disso, o que levou Harry para falar.
"A placa disse que Harry era o único que derrotou Voldemort. Isso é verdade?" Harry perguntou.
"Por que você não mencionou isso antes? O fato de que Voldemort foi morto por... por Harry?" Harry perguntou.
"É uma coisa difícil de falar. Nós nunca falamos sobre isso. Aquele dia foi... foi horrível." Damien disse, estremecendo
com a lembrança de ver seu irmão torturado e perto da morte.
"Eu acho que você está certo. Não importa quem seja, assassinato é assassinato". Ele disse.
"O quê?", ele perguntou, não acreditando Harry teria a coragem de dizer uma coisa dessas.
"Não me interpretem mal, eu não culpo Harry. Odeio Voldemort. Ele tirou tudo de mim. Mas eu posso entender a
relutância de Harry para falar sobre a morte de Voldemort. Ele não pode conseguir descansar facilmente, com uma
morte em sua consciência, mesmo que seja aquele bastardo com cara de cobra".
"Cobra?"
"Sim, você sabe, Voldemort? Ele se parece com uma cobra. Olhos vermelhos e uma fenda para o nariz" Harry oferecido,
mas viu o olhar de confusão aprofundar em Damien.
"Hum, ele não se parecia assim neste mundo." Damien disse reprimindo um estremecimento.
"Sério? O que ele se parece?" Harry perguntou incapaz de manter a curiosidade em baixa.
"Ele só se parecia, normal. Quer dizer, exceto para os olhos vermelhos, mas o resto do corpo era muito normal. Cabelo
escuro, alto, ele era realmente muito bonito." Damien explicou.
Harry lembrou-se do moreno, bonito Tom Riddle e acenou com a cabeça. Podia imaginar um mais velho Tom Riddle e foi
detestado a admiti-lo, mas sim, ele teria sido muito bom aspecto.
"Concordo com você nessa!" Damien disse, forçando um sorriso cansado no rosto.
"O que é essa profecia exatamente? Quem fez isso? O que ele disse?" Harry perguntou.
"Eu não sei quem fez ela, mas, basicamente, diz um menino nascido no final de julho será o único com poder de
vencer o Lorde das Trevas. Ela não especifica a criança poderia ser e Harry se encaixa nessa descrição."
"É por isso que a mãe e o pai mandou Harry para longe, para treiná-lo para que ele pudesse lutar contra Voldemort e
sobreviver. Faz sentido agora." Harry disse.
"E isso faz sentido porque todo mundo tem medo de Harry. Fiquei me perguntando por que todo mundo estava com
tanto medo dele, agora eu entendo o por que." Harry continuou, feliz por resolver parte do mistério que rodeava Harry
deste mundo. "Derrotar Voldemort deve ter impressionado e assustando-os."
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Damien estava grato quando o domingo finalmente chegou. A semana tinha exigido muito dele, especialmente sua
conversa com Harry. Ele estava grato que Gina sabia da verdade. Era uma pessoa a menos para se preocupar. Gina, por
sua vez, foi uma grande ajuda. Ela não assediar Damien ou manter se preocupar em voz alta sobre como ela Harry ia
voltar. Diferentemente do primeiro dia, ela não pirou em tudo. Ela estava preocupada e ansiosa embora, mas depois,
novamente era Damien.
Gina foi quem tornou possível para Damien e Harry chegar à bússola. Como a bússola de ouro ainda estava trancado na
gaveta de Harry Potter na Mansão, os meninos precisavam chegar a Mansão sem que ninguém percebesse. Damien
não queria nem tentar fingir que tinha esquecido alguma coisa. Ele tinha certeza de que sua mãe iria enlouquecer se ele
usou essa desculpa.
Assim, ele ficou aliviado quando Ginny ofereceu para aparantar com ele e Harry Potter para a Mansão. Os três se
encontraram fora dos portões de Hogwarts no domingo de manhã e Ginny rapidamente pegou em Harry e Damien
antes aparantar para a Mansão.
Assim que eles chegaram, Damien e Ginny correu para o quarto de Harry, ansioso para pegar a bússola e fazer a troca.
Harry ficou no andar de baixo, tentando não deixar que sua relutância transparecer. Ele olhou ao redor da sala, tendo os
minutos que lhe restavam de memorizar rostos de seus pais e sua vida nesta dimensão. Ele andava pela sala lentamente,
observando todas as fotos emolduradas. Ele viu um bebê de olhos verde escuro que ele sabia que era Harry. O de olhos
cor de avelã e do bebê ligeiramente mais gordinha era Damien.
Quando Harry olhou para as fotos de perto ele percebeu algo. As imagens ao seu redor eram em sua maioria de
Damien. As fotos dele em várias idades. Havia fotos dele como um bebê, uma criança, um cinco anos de idade
equitação sua vassoura de brinquedo, uma criança de dez anos posando com Sirius e Remus e um de 11 anos de
idade em suas vestes de Hogwarts, com Lily com lágrimas nos olhos beijando e o abraçando.
Mas as fotos de Harry eram apenas suas fotos do bebê. Não havia fotos dele crescendo. Harry se perguntou o que a
razão para isso poderia ser. Ele sabia que Harry tinha ficado longe de sua família por causa da sua formação, mas que
deve ter indo quando ele era muito mais velho. Harry não podia ver uma criança sendo mandado embora por anos e anos
em um programa de treinamento, mesmo que fosse para destruir Voldemort.
Harry ouviu Damien e Ginny caminhar de volta para dentro, conversando em voz baixa. Ele se virou para ver Damien
carregando a caixa de madeira e coloque-o cuidadosamente sobre a mesa. Abriu-a e tirou à bússola, os dedos
manipulam a bússola de ouro com cuidado.
Damien parou, de costas para Harry. Ele compartilhou uma olhada rápida com Gina, que olhou para ele com uma
expressão perdida.
"Sim, tivemos um incêndio na nossa antiga casa, que destruiu completamente um monte de coisas, incluindo fotos de
infância de Harry e me Os que você vê aqui são as únicos.". Damien mentiu facilmente.
Harry pareceu acreditar nele e ele virou-se para olhar para as imagens novamente. Damien pegou Ginny olhando para
ele com um olhar severo, sacudindo a cabeça para ele. Damien ignorou.
"Ok, aqui vai." Damien disse, focando a atenção longe das fotos e de volta para a bússola.
Harry suspirou mentalmente, 'sim, aqui vou eu'. Ele pensou consigo mesmo miseravelmente. Ele sabia que estava a ser
ganancioso, mas ele não poderia me importar menos. Ele queria ficar com seus pais por um tempo mais longo. Mas
sabendo que isso não era possível, ele estendeu a mão e pegou na bússola.
Ginny e Damien estavam olhando para ele com entusiasmo mal escondido. Harry forçou a sorrir para eles antes de
assumir um porão da bússola. Ele deslizou os dois anéis que ele foi mostrado antes e esperou.
Os cinco setas giraram loucamente, fazendo várias batidas de coração de Harry. A bússola brilhou antes que estremeceu
e morreu para baixo. As setas pararam e congelaram novamente na posição norte. Harry esperou que algo acontecesse.
Nada aconteceu.
Harry esperou um minuto ou dois, mas quando a bússola não reagiu ele olhou para Damien e Ginny, lutando para
esconder seu alívio.
"De novo, não! Isso deveria ter funcionado! Eu não entendo, o que há de errado com essa coisa estúpida!?" Damien
disse, pegando a bússola de Harry.
"Damien, cuidado! Essa coisa estúpida é a única coisa que pode trazer Harry de volta. Não quebrá-lo!" Ginny disse
pegando a bússola dele e segurando-a como um item frágil.
"Isso já está quebrado! Não está funcionando! O que eu devo fazer agora?"
Ginny olhou para ele incisivamente. Damien respirou fundo e pegou seu telefone. Ele esperava que Harry estivesse de
bom humor.
Canon mundo
Harry não estava de bom humor. Ele esfaqueou a sua comida, e ficava movendo-a de um canto para o outro do prato.
Ele não podia acreditar que a bússola não funcionou desta vez. Ele estava certo de uma semana era tempo suficiente
para deixar a bússola recuperar sua energia mágica. No entanto, parecia que a bússola precisava de mais tempo.
Harry não sabia o que dizer a Damien, além de deixar a bússola na caixa de madeira e não tocá-lo. O fato de que ele
tinha reagido um pouco, deu a Harry uma razão para acreditar que talvez seja necessário mais tempo para regenerar a
energia necessária. A semana claramente não foi tempo suficiente para que ela pudesse se regenerar. Harry tinha a
contragosto falado a Damien para dar a bússola mais algumas semanas, talvez até um mês.
Dizer Damien achou a notícia ruim era um eufemismo. Harry entendeu o seu dilema. Ele tinha que manter o outro Harry
escondido por um mês. Isso não poderia ser mais fácil. Pelo menos ele tinha Ginny com ele agora, que era algum consolo.
Harry estava preso neste mundo sozinho, sem ninguém sabendo de sua verdadeira origem. Ele estava sozinho e tinha
que lutar contra seus instintos naturais para sobreviver aqui como o outro Harry.
"Harry, querido, você está bem? O seu alimento está frio? Você quer que eu aquecê-lo de novo?"
Harry cerrou os dentes com força. "Honestamente, essa mulher vai ser a minha morte, ou a morte de si mesma em
breve!" Harry disse a si mesmo como ele olhou para Mrs Weasley.
"Eu estou bem." Ele apertou e forçou uma colher de purê de batata em sua boca para fazer para o olhar fixamente da
mulher.
Ele não sabia como ele iria sobreviver aqui por um mês. Ele esperava que ele conseguisse.
Algumas semanas se passaram da mesma maneira maçante e chata. A única diversão Harry era quando ele deixava a
sede como Alex e tinha um pouco de diversão. Essa foi a única maneira que ele poderia liberar sua frustração reprimida.
Como resultado, sua luta era mais brutal e intensa, tornando-lhe mais dinheiro do que nunca. Harry usou o dinheiro para
algumas roupas decentes, ele estava doente de transfigurar os trapos do outro Harry possuía. É claro que ele não podia
comprar nada muito caro como Hermione iria notar e questioná-los.
Certa manhã, Harry acordou e encontrou uma carta esperando por ele. Ele gemeu quando viu a tinta verde familiar e
insígnia de Hogwarts; era a carta para o quinto ano de Hogwarts de Harry.
Harry sentou-se em sua cama e pegou a carta. Abriu-a para mostrar Ron, mas não se incomodou de lê-la. Ele jogou
para o lado e levantou-se da cama.
Fred e George apareceram, fazendo observações espirituosas sobre Ron que Harry e Ron ignoravam. O menino de
cabelos vermelhos estava abrindo a sua carta de Hogwarts quando algo pequeno e escarlate caiu fora dele e bater no
chão.
"Bem, bem, bem, olhe o que temos aqui George." Fred disse jogando o item para seu irmão gêmeo.
"Caramba! É o que eu temo? Temos outro? A maldição não acabou?" o menino zombou.
"Dá isso aqui!" estalou Ron quando ele roubou o crachá escarlate de seu irmão. Harry observou divertido quanto
vermelho o menino poderia ficar. As pontas das orelhas estavam camufladas com seu cabelo vermelho.
"Aww, o pequeno Ronnyquinho é um Monitor! Como isto é perfeitamente horrível!" os gêmeos riram.
Ron virou uma sombra mais clara, mas Harry podia ver claramente o choque nele. Ele claramente não estava
esperando esse emblema em sua carta.
"Eu nunca pensei... eu achava que seria, ser..." Ele parou, mas olhou diretamente para Harry.
"De jeito nenhum maldito!" Harry pensou consigo mesmo, mas ele audivelmente respondeu: "Eu acho que eles
preferiram você."
A porta do quarto foi aberta e a Hermione veio correndo para o quarto. Ela estava segurando uma carta e um crachá de
escarlate idêntica em sua mão. Seus olhos se estabeleceram em Harry, mas depois de ver suas mãos estava vazia, ela
olhou para Ron. Sua boca se abriu em surpresa quando ela viu o emblema em suas mãos.
"Ron?! Você tem o emblema de monitor? Mas eu pensei que Harry teria sido o escolhido...? Eu não entendo." Ela
exclamou.
Harry assistiu calmamente enquanto Ron se virou para ela, insultado e irritado.
Sra Weasley passou, carregando a roupa lavada e escutou que seu filho tinha se tornado um Monitor, quase que
instantaneamente, Antes que ela pudesse começar a gritar em felicidade, Harry desapareceu rapidamente pelas as
escadas. A última coisa que ele queria ouvir no início da manhã era a animada voz da Sra Weasley.
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Harry estava confuso sobre o que deveria fazer. Sua carta chegou hoje. O primeiro de setembro era de amanhã e Harry
teve que decidir o que ele ia fazer. Ele não queria ir para Hogwarts. Ele não tinha visto o Dumbledore deste mundo ainda
e não tinha vontade de vê-lo também. Mas, por outro lado, se ele não fosse seria suspeito e ele não queria ninguém
olhando muito atentamente para ele.
Harry passou a maior parte do dia pensando sobre o que ele deve fazer. Se ele não fosse para a escola, ele iria atrair
muita atenção. Dumbledore gostaria de saber por que Harry estava faltando e onde ele estava. Harry sabia que não
podia ficar na sede; ele teria que sair e ir para outro lugar.
Por outro lado, se ele fosse para Hogwarts, ele não iria atrair atenção de ninguém. Ele não se preocupava com o outro
Dumbledore notá-lo. Dumbledore não representava nenhuma ameaça para ele; ele não era ingênuo, ao contrário do
outro Harry, para cair para manipulações de Dumbledore. Harry poderia facilmente lidar com o Diretor e mantê-lo na baía.
Ele pode até mesmo se diverti vendo Dumbledore e mexer com ele, discretamente, claro.
Harry decidiu, finalmente, que ele estava indo para Hogwarts no momento. Ele realmente não tinha outra opção, que
não iria faltar ou revelar sua verdadeira identidade e origem.
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Aquela noite foi o pior ainda. Harry achou divertido quando uma pequena festa foi realizada para Rony e Hermione em
honra por serem nomeado Monitores. Harry tinha certeza que ele não tinha visto nada tão patético. Uma festa por ser
nomeado Monitor? Realmente, o que tinha isso de mais?
As maiorias dos membros da Ordem se reuniram para a festa e Harry fez um esforço para evitar a Moody. Ele podia vê-lo
olhando para ele, assim, um de seus olhos olhando para ele, mas Harry sempre ia numa direção oposta.
"Tenho uma coisa para te mostrar." Ele disse enquanto ele enfiava a mão no bolso.
Em reflexo, a mão de Harry foi para a varinha. Ele parou de puxá-lo para fora quando viu Moody tirar uma fotografia.
"Eu achei que você gostaria de ver isso." Moody continuou como ele entregou a foto para Harry.
Harry viu um grupo de pessoas em pé, posando para a foto. Ele sabia o que ele estava olhando. A presença de seus
pais, Sirius, Remus, Dumbledore e o Longbottom e outras pessoas.
"A Ordem original do Phoenix." Harry sussurrou enquanto olhava para as faces do James e Lily pertencente neste
universo.
Harry de repente sentiu que tinha o suficiente desta festa. Ele desculpou-se e saiu calmamente. Enquanto se dirigia para o
seu quarto, ele pensou na foto. Seus pais estavam mortos neste universo. Era uma coisa estranha de se assimilar, uma
vez que ele sabia que estaria com eles quando ele finalmente fosse para casa. Ainda assim, o pensamento deles não
estarem aqui fez o estômago de Harry se revirar. Ele nunca iria admitir isso, mas ele sentia falta deles. Ele repreendeu a si
mesmo por me sentir isso, mas isso não mudava a falta que sentia.
Harry foi tirado de seus pensamentos quando ouviu o som de choro. Ele parou no caminho. O som vinha da sala da
tapeçaria. Ele instintivamente se virou e correu em direção a ela.
Quando ele entrou dentro viu algo muito estranho, que arrepiou os cabelos na parte de trás do pescoço. Deitado no
chão, com os braços abertos, estava o corpo morto de Ron. Harry não entendeu o que aconteceu, mas ele estava
olhando para o corpo de Ron Weasley. Mas como isso era possível? Ele tinha visto Rony, apenas alguns segundos
atrás, desfrutando de sua festa no andar de baixo. Como ele poderia estar aqui também?
Em resposta à pergunta silenciosa de Harry, o corpo mudou e ele viu o corpo de Fred em seu lugar. A compreensão bateu
em Harry quase riu de alívio. Era só um bicho-papão. Ele olhou ao redor da sala e encontrou a forma encolhida e o
soluços de Molly Weasley, sacudindo a varinha na mão, enquanto tentava se livrar do bicho-papão.
"R-R-Riddi- Riddikulus!" ela engasgou, mas a única coisa que aconteceu com o bicho-papão era que ele mudou de
forma novamente e Harry viu o corpo de Arthur Weasley com sangue saindo pelo o canto de sua boca.
Isso foi o que quebrou a mulher e ela deixou cair à varinha em angústia, chorando histericamente, com o rosto
escondido entre as mãos.
Harry pegou sua varinha e apontou-a para o bicho-papão, na mesma hora ele começou a mudar de forma.
Mas Harry viu a forma que assumiu antes de ser forçado a voltar para um pequeno armário e ser trancado. Arthur tinha
virado Harry. Molly estava com medo de Harry morresse assim como o resto de sua família. A revelação fez o coração de
Harry pular uma batida. "Ele olhou para a mulher quebrada no chão, chorando muito e balançando-se, repetindo 'não,
não, por favor, não".
Harry não podia deixá-la assim, então foi até ela. Ele se ajoelhou diante dela e desajeitadamente colocou a mão no
ombro dela que tremia.
"Sra Weasley? Sra Weasley está tudo bem agora. Era apenas um bicho-papão, ele já se foi." Harry disse tão
gentilmente quanto podia.
A mulher ruiva olhou para Harry antes de seu olhar se desviou para onde o Papão tinha atormentando-a. Ela chorou
ainda mais, surpreendendo Harry.
"Sra Weasley, está tudo bem. Não chore..." Harry estava desejando que ele não tivese chegado lá em cima. Ele não
poderia estar com uma mulher chorando. Ele não conseguia consolá-la. Ele não sabia como. Ele olhou para a porta,
esperando que alguém entrasse e tomasse conta da situação, mas ninguém veio para resgatar Harry e ele ficou preso
com a mulher chorando.
Para alívio de Harry, Sra Weasley finalmente se acalmou e ela enxugou seu rosto.
"Eu sinto muito, H-Harry querido. Você, você não deveria ter... ter visto isso." Ela pediu desculpas por seus soluços. "É só
que... com, com ele de volta e esta guerra, eu só não sei o que vai acontecer, eu sei que é tolice minha, mas eu não posso
parar de se preocupar com todos, com Arthur e os meus filhos e você, especialmente você! e ainda tem o Percy não está
falando com nós e às vezes penso o que aconteceria se alguma coisa acontecer com um de nós, como é que Percy lidaria
com isso e eu... Eu sinto muito! "ela explodiu em lágrimas frescas".
Harry se moveu para que ele pudesse sentar ao lado da mulher chorando. Ele passou os braços em volta dela e
suavemente esfregou as costas dela, o modo como sua mãe tinha feito para ele quando ele estava doente. Foi o único
gesto de conforto que podia se lembrar.
"Esta é uma guerra, Sra Weasley." Harry falou com uma voz calma, porém firme, fazendo a mulher olhar para ele. "Na
guerra, não podemos nós fazer de vítimas. Se você for ficar contra Voldemort, você tem que estar pronto para perder
aqueles ao seu redor, porque as chances de você perdê-los são grandes."
Sra Weasley ficou de boca aberta, os olhos vermelhos se arregalaram em grandes círculos pelo o pesar de suas
palavras.
"Mas isso não significa que você tem que se despedaçar sobre eles. Chorar não vai parar Voldemort, ele irá usar isso a
seu favor. Isso é o que ele faz. Ele manipula o poder através de suas lágrimas. Não o deixe vencer." Harry sussurrou a
última parte. "Se você teme pela segurança de sua família e amigos, então incentivá-los a aprender a defenderem e vez
de deixa-los de fora das reuniões. Deixe-os fazer parte dela, sua família é jovem, mas eles já têm idade suficiente para
entender, que eles estão vivendo em um mundo onde a segunda guerra está prestes a estourar. Quanto mais souberem,
mais eles podem se preparar para ela, não se iluda que eles ainda terão uma infância para viver, a infância deles terminou
quando Voldemort ressurgiu."
Sra Weasley olhou para Harry. Ela engoliu as lágrimas e gentilmente tocou seu rosto.
"Você tem razão, eu deveria envolvê-los mais." Ela admitiu. "Eu só queria que eles pudessem aproveitar o pouco tempo
que resta antes da guerra começa, realmente. Não posso suportar a ideia de crianças nessa guerra, não é certo". Ela
disse emocionada.
Harry sorriu tristemente para isso.
"A guerra raramente é justa." Ele disse calmamente pensando sobre o seu passado.
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O dia seguinte foi caótico no Largo Grimmauld. Ninguém estava pronto a tempo e a Sra Weasley estava tentando
desesperadamente fazer com que todos estivessem prontos e fora. Ela estava gritando com os gêmeos para se
apressarem, pegando o gato de Hermione, Bichento, do chão para que não fosse atropelado, gritando com Ron para
perguntar onde estava o cachecol e tudo em todos se trabalhando em certo incômodo.
Ela viu Ginny arrastando-tronco descendo as escadas com dificuldade e correu para dá-lhe uma mão.
"Mãe, onde está a minha vassoura? Eu não consigo encontrá-la!" George perguntou correndo atrás dela.
"Eu sei onde ele está eu vou buscá-la." Ginny disse correndo de volta para as escadas, George seguindo.
Sra Weasley agarrou-tronco, com a intenção de colocá-lo com o resto da bagagem. Mas estava muito pesado para que
ela pudesse leva-la sozinha e lutou com o tronco. Bufando e ofegando ela puxou o tronco em direção à porta. Os antigos
tapetes e carpetes fizeram o trabalho mais difícil e ela chegou a um ponto onde ela teve que levantar o tronco para leva-lo
sobre o tapete. Ela lutou com ele, não sendo capaz de levantar o tronco pesado.
De repente, uma mão a parou e olhou para cima ela viu Harry. Ele sorriu um sorriso muito diferente do que, ele lhe
dirigia nos últimos dias, e sem dizer uma palavra para ela, ele ergueu o tronco, levando o peso para longe dela
completamente. Sra Weasley assistiu com surpresa quando Harry levantou o tronco pesado sem problemas e
facilmente levou-a para se juntar ao resto dos troncos.
Ela sorriu para ele. Desde que chegou ao Largo Grimmauld neste verão, olhava e agia de modo diferente, esta foi a
primeira vez que ela viu uma parte do antigo Harry. O sorriso que ele lhe ofereceu agora e seu gesto útil fez seu coração
pular com um ânimo leve. Ela amava Harry, assim como ela amava Ron e o resto de seus filhos. Sua conversa com ele
ontem à noite tinha inicialmente assustava. Harry parecia tão crescido quando ele falava sobre a guerra. Mas ela
argumentou que Harry nunca foi realmente uma criança. Ele foi forçado a crescer rapidamente com seus parentes trouxas,
ele nunca foi mimado ou amado de forma como a criança deveria ser. Portanto Harry foi obrigado a ter uma visão,
crescida sobre a vida e, especialmente, sobre a guerra.
xxx
Harry esperou que o resto se juntasse a ele. Ele ainda não podia acreditar que ele estava indo para Hogwarts. Ele se
virou para ver o resto montar ao lado dele, um cão preto desgrenhado estava acompanhando eles, para grande
desgosto da Sra Weasley.
Sirius em sua forma de animago delimitada pela rua e perseguiu sua própria cauda, fazendo com que o resto deles rir.
Harry olhou para Sra Weasley e viu que ainda estava lutando contra um sorriso com a visão.
Harry percebeu ontem à noite que a mulher não estava sendo insuportável de propósito. Ela era apenas uma mãe
assustada e mulher, que não podia suportar a idéia de perder aqueles que amavam. Sentia-se desconfortável sabendo
que ele tinha aborrecido ela com seu comportamento frio, especialmente quando ele viu que ela temia pela segurança
dele, assim como seu marido e filhos.
Ele estava distraído com Sirius novamente enquanto perseguia os pombos e latiu em delírio quando eles voaram no susto.
Harry sorriu ao vê-lo e percebeu que ele não ai ter a chance de ver o Sirius deste mundo de novo. Esperando que a
bússola iria funcionar até a próxima semana, como que iria completar as quatro semanas, e Harry finalmente iria para
casa. Pelo menos ele esperava isso de qualquer maneira. A semana em Hogwarts era o suficiente para ele suportar, a
única coisa que ele estava ansioso para se encontrar com Dumbledore e ver o seu choque ao ver esse novo Harry.
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*Chapter 12*: Chapter 12
Capítulo Doze - Encontros no Expresso
AU mundo
Harry acordou com um sobressalto. Ele se sentou em sua cama tentando não pensar sobre o pesadelo que ele tinha
acabado de ter. Desde que ele tinha vindo a este novo universo, esta era a primeira vez que ele havia sonhado com a
morte de Cedric. A lembrança do que tinha acontecido no cemitério fez Harry começa a suar. Ele não poderia tira da
memória o corpo de Cedric morto, esparramado na grama.
Harry rapidamente saiu de sua cama e se dirigiu ao banheiro. Ele deixou a pia encher com água fria antes de mergulhar
o rosto para ele. A água fria fazia muito bem a sua pele encharcada de suor. Quando ele puxou para fora da água e
olhou para seu reflexo, notou a cicatriz vermelha irritada em sua testa.
Nervoso, Harry passou a mão no cabelo dele, empurrando-o sobre a sua cicatriz, tentando esconder a marca que
Voldemort lhe dera. Sua cicatriz eriçou com a dor e fez o coração de Harry bate mais rápido. Por que sua cicatriz estava
doendo? Ele estava em um universo diferente de Voldemort. O mundo em que estava não tinha mais um Voldemort.
Então, por que sua cicatriz estava doendo?
Ele deduziu que o sonho devia ser a causa de sua cicatriz arder. A lembrança de como Voldemort tinha renascido e a
tortura infligida a ele fez a sua cicatriz pulsar com dor. Harry lembrou-se de algumas noites atrás, ele havia sonhado,
sonhos bobos apenas normais, quando de repente ele sonhou que estava caminhando ao longo de um corredor longo
escuro. Ele sentiu como se estivesse andando por horas quando ele finalmente chegou ao fim e parou diante de uma
porta. Mas quando ele chegou à porta, encontrou-o trancado. Assim como ele torceu a maçaneta da porta e descobriu que
ele não se mexia, ele acordou. Sua cicatriz tinha formigado desconfortavelmente também, mas Harry não entendia o
porquê. Ele pensou que o sonho era apenas seus sentimentos sobre esta preso em outro mundo. Ele não estava
chateado por ter sido efetivamente preso neste universo alternativo. A verdade era que ele estava feliz. Ele não estava
sozinho neste mundo. Ele tinha uma família e um lar, uma casa adequada, e não importa o quão confuso ele era, às
vezes, ele descobriu que ele estava confortável aqui.
Harry afastou-se do espelho e voltou para seu quarto. Ele tentou voltar a dormir, mas ele não podia. Ele logo desistiu e
levantou-se para sentar-se na beira da cama. A memória da morte de Cedric ainda estava à espreita no fundo de sua
mente, tentando forçar seu caminho através de sua consciência. Harry lutou para manter longe a lembrança do que tinha
acontecido no cemitério. De repente, Harry percebeu alguma coisa, ele não tem que lutar com ele para parar a memória.
Ele não estava trancado em seu quarto; ele não estava cercado por pessoas que não se importam com ele. Ele podia
distrair-se por andar fora de seu quarto e conversando com seus pais. Ele tinha alguém para se ligar aqui.
Sentindo-se como o seu coração poderia explodir com alívio; Harry levantou-se e saiu do quarto. Foi só quando ele
estava em pé na frente da porta de seu pai que lhe ocorreu que era tarde da noite e que seu pai, provavelmente estava
dormindo. Assim quando ele virou-se para voltar, ele ouviu o som de vozes vindo do quarto. O pai dele estava acordado e
com visita. Harry timidamente bateu na porta de seu pai.
"Harry? Qual o problema?" James perguntou, mostrando preocupação em seus olhos castanhos.
"Nada. Eu não conseguia dormir. Pensei em vim ver se você ainda estava acordado." Harry respondeu.
James mudou-se para deixar Harry entrar. Assim que ele entrou, ele se arrependeu. De pé ao lado da lareira, vestido
com vestes azuis, estava o diretor da escola, Professor Dumbledore. Harry parou em seus passos e olhou para o
assistente. Ele tinha muito cuidadosamente evitado se reunir ou falar com o diretor, até agora.
Noite!
Dumbledore virou-se para falar com James.
"Devemos continuar a nossa discussão em outro momento. Devo me despedir. Boa noite."
Com isso o diretor foi embora, sem olhar para trás para ninguém. James fechou a porta e sentou-se ao lado de Harry,
cansado passando a mão pelo cabelo. Harry tinha aprendido que seu pai só fez isso quando ele estava ansioso ou
preocupado.
"Sim, está tudo bem." James disse, nem um pouco convincente. Ele tirou os óculos e beliscou a ponte de seu nariz,
como se fosse afastar a dor de cabeça.
"Você não parece bem. Aconteceu alguma coisa? Será que... O Pr... Dumbledore disse alguma coisa?" Harry se
conteve a tempo antes de chamar Dumbledore, Professor.
"Não, Harry. Ele não disse nada. Só, estou cansado." James disse olhando Harry nos olhos.
"Oh, ok, eu vou então. Deixar você descansar." Harry disse uma vez, levantando-se para sair. Só porque ele não
conseguia dormir não significa que ele teve de interromper o sono dos outros também.
"Sente-se, Harry. Eu quero falar com você sobre algo." James disse, sentado em sua cadeira.
Harry sentou-se, imaginando o que seu pai queria falar com ele.
"Eu notei o quanto tempo que você tem passado comigo e sua mãe." James começou. "Enquanto eu estou feliz por ter
mais companhia com você, eu estou um pouco preocupado."
"Harry eu sei por que você está saindo tanto com a gente." James disse, com os olhos fixos em Harry.
"Você... você sabe?" Harry perguntou, rezando para que a verdade não tivesse sido descoberta.
"Você está entediado. Você não tem mais nada para fazer, então você está gastando seu tempo com a gente." James
disse.
"Eu sei que você ainda é contra a idéia do trabalho de ensino de duelo, mas você pode fazer outra coisa. Com suas
notas, você pode fazer muita coisa. Você já pensou sobre o que você quer fazer?" Perguntou James.
Harry só nunca tinha pensado em um trabalho que ele gostaria de fazer depois de Hogwarts.
"Estou falando sério." Harry disse confuso sobre o porquê seu pai que ele estava brincando.
"Tudo bem, se você não vai levar a sério o assunto sobre o seu futuro, então vamos falar de outra coisa." James disse
enquanto se preparava duas xícaras de chá.
Harry achou melhor não discutir com seu pai, então eles mudaram de assunto e passou a hora seguinte conversando
com James sobre outras coisas. Foi apenas o som de uma batida na porta que os tirou de sua conversa. James abriu a
porta para ver Sirius de pé diante dele.
"Não posso reclamar." Sirius sorriu. "Bem, eu poderia, mas eu não vou." acrescentou, com seu sorriso habitual.
Harry sorriu com o comentário de Sirius. Para os próximos minutos, ele assistiu em silêncio, enquanto seu pai e padrinho
conversavam entre si. Assistindo a conversa do Sirius deste mundo e brincadeira ao redor com James o fez sentir pena
do Sirius que ele tinha deixado para trás em seu próprio mundo. Ele podia ver o quão perto os dois amigos foram e pela
primeira vez ele entendeu o brilho maníaco nos olhos de Sirius quando ele estava atacando Peter na Casa dos Gritos.
Harry agora entendeu a necessidade de vingança Sirius tinha, não eram apenas pelos os 12 anos que passou em
Azkaban, mas pelo o assassinato e traição de seu amigo.
"Eu tenho algo para você." Sirius disse, deixando sua caneca e enfiando a mão no bolso vestes. Ele puxou um
envelope lacrado e o entregou a James.
Harry viu quando James abriu o envelope e tirou uma carta oficial. Harry notou as linhas aparecem na testa de James
quando ele leu a carta. Ele ficou irritado o que foi provado no momento seguinte, quando ele amassou a carta na mão e
atirou-o ao fogo.
"Ele quer que eu o encontre neste fim de semana." Ele disse, tomando um longo gole de sua caneca.
"Você vai?" Perguntou Sirius. James não respondeu, mas ficou sentado com a caneca na mão. Harry estava
completamente perdido sobre o que eles estavam discutindo. "Eu digo que você deve ir ao seu encontro. Pelo menos
ouvir o que ele tem a dizer." Sirius disse.
"Eu já sei o que o ministro tem a dizer." James respondeu e Harry podia ouvir o profundo rosnado e raiva na voz de seu
pai.
"Eu sei, mas eu ainda não quero vê-lo. Eu sei o que ele quer e eu não posso dar isso a ele." James disse.
Harry notou que James olhou para ele e, em seguida, desviou o olhar rapidamente. Harry estava tentando descobrir o que
estava acontecendo. Seu pai foi chamado para se reunir com o ministro, mas ele se recusava. Ele não quer se encontrar
com o ministro, porque ele sabia que o ministro queria algo dele, algo que James não estava disposto a dar. Mas o que
poderia o ministro querer? E poderia o pai realmente recusar o Ministro da Magia?
"Eu acho que você deve ir ao encontro do ministro." Harry de repente disse com a voz baixa, mas clara.
"O quê?" Perguntou James. "Se o ministro Diggory quer se encontrar com você, então talvez você devesse ir." Harry
disse. Lembrou-se de Damien dizendo-lhe que o ministro anterior, Cornelius Fudge teve uma briga com James, mas
tanto quanto Harry sabia, o atual ministro e seu pai estavam em termos amigáveis .
"Eu sei o que ele quer." James disse se levantando de seu assento.
"Ele quer desfazer a minha demissão e que eu retome o trabalho de auror." James disse, de costas para que Harry não
pudesse ver sua expressão.
Harry esperou por mais, mas James não disse mais.
"Não é isso", disse James se virar. "Eu gostava de ser um auror, mas depois do que aconteceu... Eu não posso pensar
em voltar para o Ministério depois da maneira como agiu."
Harry não disse nada. Ele não sabia o que o Ministério tinha feito para perturbar seu pai, mas o que quer que fosse
parecia grande.
"Não pense muito sobre isso, Harry, eu não vou voltar." James disse, interpretando mal o silêncio de Harry.
"Eu estava pensando, se você realmente gostava de ser um auror, talvez você deva considerar a oferta para voltar a ser
um." Harry respondeu honestamente.
James olhou para Harry como se ele não pudesse acreditar no que acabara de ouvir.
"Se eu voltasse a ser um Auror, você estaria bem com isso?" Perguntou James.
"Nada, eu só quero que você seja feliz." Harry respondeu com sinceridade.
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"Ele realmente disse isso?" Lily perguntou, esquecendo-se o prato de comida na sua frente.
James assentiu com a cabeça. Ele cutucou as salsichas com o garfo, mas não se incomodou de comê-los. Todo
mundo ao redor deles no Grande Salão estava ocupado comendo o café da manhã e ninguém estava prestando
atenção para Professores Potter.
"Eu nunca pensei que Harry diria isso a você." Lily comentou, balançando a cabeça. "Tem certeza de que ele não estava
sendo sarcástico?"
"Não, ele estava sendo verdadeiro. Ele disse que eu deveria encontrar o Ministro e voltar a ser um auror se isso me faz
feliz." James repetido.
Lily olhou para o seu marido e olhou para seu prato, imersa em pensamentos.
"Pare com isso, Lily! É do Harry que estamos falando. Ele odeia o Ministério e seus Aurores. Ele nunca quis me dizer
para se juntar a eles novamente." James sussurrou para ela.
"Então por que ele diria isso para você?" Lily perguntou com seus olhos verdes fixos nele.
James não respondeu de imediato. Ele se virou para olhar para a mesa da Grifinória onde seus dois filhos estavam
sentados, conversando baixinho entre si. Gina estava sentada ao lado de Damien e estava ouvindo atentamente aos
dois meninos.
"O que você quer dizer?" Lily perguntou rapidamente e um pouco defensivamente.
"Harry tem agido muito estranho. Desde que ele veio para Hogwarts este ano, ele não tem sido ele mesmo. Às vezes,
tenho a sensação de que ele não é ele... Eu não posso explica. Ele só não tem agido do seu modo usual."
Lily sabia o que James queria dizer. Ela também teve momentos que ela questionou se o rapaz à sua frente era
mesmo seu filho em tudo. Ele estava tão diferente, discreto, calado e, por vezes, nervoso. Ainda assim, ela era sua
mãe; ela podia dizer que ele era o Harry. Ela podia sentir isso.
"Olha, talvez você esteja dando muita corda para isso. Talvez Harry disse isso para você, porque ele sabe o quanto você
gostava de ser um auror." Lily ofereceu.
"Eu não penso assim." James disse, ainda mantendo os olhos fixos em Harry.
"Olha James. Talvez ele esteja finalmente se abrindo para nós. Ele passa muito mais tempo com a gente do que ele
costumava fazer. Ele cresceu longe de nós. Ele realmente quer que você seja feliz. Eu sei que de fato ele se sente
responsável por sua demissão, em primeiro lugar. Talvez ele esteja apenas tentando deixá-lo saber que ele não vai
usar isso contra você, se você tomar o seu emprego de volta". Lily explicou.
James queria acreditar nela, era um pensamento reconfortante. Ele sabia que sua esposa estava contente em pensar
que Harry tinha mudado para melhor, que ele tinha se achegado mais perto deles. Mas Lily não sabia a caminhada de
Harry, mas James conhecia. James tinha visto em primeira mão a raiva e ódio Harry tinha de Aurores, que não mudaria,
não importa o quê.
James voltou seu olhar para Harry mais uma vez. Algo definitivamente não estava certo. Harry estava tramando algo e
James ia descobrir o que era em breve.
Canon mundo
O caos na plataforma nove e três quartos foi como de costume. Harry levou sua mala e uma Hedwig prostrada em sua
jaula, até o trem. Sirius em sua forma de animago saltou para cima à sua frente. Sra Weasley lançou seu adeus,
enquanto Moody estava com a fiação olho mágico em todas as direções, obviamente, à procura de atacantes. Harry
continuava a ouvir o nome de "Murdungo" que está sendo mencionado por Moody e deduziu que o auror deveria ter
acompanhado eles, mas estava faltando. Ele não deu muita atenção.
Pouco antes do embarque, Sirius pulou para as patas traseiras e colocou as patas dianteiras no peito de Harry. Sra
Weasley foi rápida para golpeá-lo para baixo.
"Aja como um cão!" ela sussurrou para o cão que mais parecia um urso negro, ao guiar Harry para o comboio.
Harry caminhou em frente, Ron e Hermione em ambos os lados. Ele observou alguns alunos olham para ele com
confusão. Ele ignorou. Ele estava indo para obter um monte de olhares. Ele caminhou ao longo da plataforma e para o
comboio com a sua graça habitual, atraindo ainda mais a atenção.
Assim que eles estavam dentro do trem, Ron e Hermione se despediram, explicando que eles tinham que ir para o
compartimento de Prefeitos. Harry ficou com Ginny.
Eles olharam através dos painéis de vidro da maioria dos compartimentos para vê-los cheios.
Gina olhou para Harry com surpresa. Ela estava prestes a protestar, mas Harry acenou-lhe para continuar caminhando.
Ela virou-se e continuou andando pelo corredor, atirando Harry olha questionando.
Assim como eles entraram na última carruagem, eles encontraram uma pessoa. Harry congelou seus passos como viu
o rosto redondo, sem fôlego, do menino olhando para ele.
"Oi Ginny! Todos os vagões estão cheio... Eu não consigui encontrar nenhum lugar para sentar!"
"O que você está falando Neville? Este é livre, só há Luna Lovegood aqui." Ginny disse, apontando para o
compartimento atrás do garoto.
Neville lutou com o sapo na mão, pois estava tentando desesperadamente se libertar.
"Oh, não seja bobo!" Ginny disse, abrindo a porta e caminhando dentro do compartimento.
Grandes olhos castanhos de Neville encontraram os de Harry e ele olhou para ele com um olhar nervoso. Ficou claro
para ver que ele não o tinha reconhecido.
"Você pode se sentar com a gente, se... se você quiser." Ele resmungou.
Harry teve que lutar contra a vontade de rir em voz alta. Era demais para ele. Ver o menino que, em seu mundo, foi
treinado para derrotar Voldemort, está neste estado patético. Seu rosto gordinho estava brilhando de suor, por arrastar o
seu tronco. Seus olhos quase não fitaram o rosto de Harry; ele era tímido demais para sequer olhar Harry nos olhos.
A boca de Neville caiu. Ele virou a cabeça para olhar para Harry. Descrença atado cada centímetro de seu rosto, mas
quando o menino olhou nos olhos de Harry, ele soltou um pequeno 'oh!'
Palavras sem som o deixou fazendo parecer que ele era peixe fora d'água. Harry soltou uma risada com a visão.
"Está bem?" Harry perguntou depois Neville desistiu de tentar questionar aparência diferente de seu amigo.
Neville assentiu com a cabeça, os olhos ainda fixos e agora sem hesitação em Harry.
"Então, vamos entrar." Harry passou por Neville e não olhou para trás para ver se o outro garoto estava seguindo.
Harry orientado para encontrar o compartimento só tinha duas meninas sentadas nela. Um era Ginny e a outra era uma
menina que Harry nunca tinha visto. Ele lanceou de uma vez, como alguém que ele não queria falar.
Ela estava sentada ao lado da janela, lendo uma revista que estava de cabeça para baixo. Esse era o primeiro e único
sinal de Harry precisava para ignorar a estranha garota. A garota olhou para Harry quando ele se sentou em frente a ela.
Ela tinha longos cabelos loiros, sobrancelhas muito claras grandes olhos. Ela tinha um colar feito de rolhas de cerveja
amanteigada, que fez um barulho cada vez que ela se moveu em seu assento. Harry olhou para ela enquanto ela estava
olhando para ele. Ele observou a varinha preso atrás da orelha e teve que reprimir o impulso de esbofeteá-la por isso.
"Tive um bom verão, Luna?" Ginny perguntou, fazendo uma conversa educada.
"Sim", disse Luna em uma maneira sonhadora. Seus olhos ainda estavam fixos em Harry, mesmo que ela estava
falando com Gina. "Foi muito agradável, você é Harry Potter." De repente, ela acrescentou.
"Mas você não parece mais como você costuma parecer." Luna disse, parecendo como se não tivesse ouvido sua
resposta.
Neville olhou para Harry, bem como, à espera de uma explicação. Mas Harry não ofereceu nenhuma. Ginny
rapidamente mencionou o acidente poção e que era responsável pela aparência alterada de Harry.
Harry ignorou.
Luna voltou para sua revista, cujo o título Harry leu, O Pasquim. Neville tentou falar com Harry, mas Harry ignorou. Ele
não tem paciência para lidar com Neville, ele sabia que era errado, mas o seu desagrado para o Neville em seu mundo
estava impedindo-o de tolerar este Neville.
Neville compartilhou um olhar interrogativo com Ginny, mas a ruiva balançou a cabeça para ele, sinalizando que ela não
sabia por que Harry estava nesse estado de espírito.
Em um esforço para obter Harry para falar com ele, Neville mostrou-lhe o seu presente de aniversário.
"Olha o que eu tenho Harry." ele disse enquanto ele pescava dentro de sua mochila. Ele tirou uma pequena planta que se
assemelhava a um cacto, só que era cinza e tinha fardo em vez de espinhos.
"Hmm, um Mimbulus Mimbletonia, agradável." Harry comentou, mal olhando para a planta.
"Meu tio Algie pegou para mim. É realmente legal, ele tem esse mecanismo de defesa incrível, aqui eu vou te mostrar."
Neville tentou entregar a planta para o Harry, mas Harry não pegou-a dele.
"Eu não tenho nenhum desejo de ficar coberto de gosma fedorenta, graças, Longbottom." Harry disse.
Neville não disse nada, mas afundado em sua cadeira, olhando para a planta atrofiada, não olhando para ninguém.
Ginny atravessou a sentar-se ao lado de Harry e sussurrou-lhe:
"Desde quando é que ele Longbottom para você?" ela perguntou uma nota dura em sua voz.
Antes que Harry pudesse responder, a porta se abriu e um cabelo, menina bonita apareceu em seu compartimento. Ele
olhou ao redor da sala antes de parar em Harry. No início não havia o reconhecimento, e de repente ela soltou um
pequeno 'oh' e sua boca aberta.
"Oi Cho" Ginny cumprimentou-a, dando a Harry seu nome. "Como você está?"
"Eu... bem, eu acho." Ela parou de falar, um olhar de inquietação tomou conta dela. "Bem, eu apenas passei porque eu
iria dizer... Olá. Hum, então adeus."
Com isso a porta se fechou e a moça foi embora. Pouco depois de Rony e Hermione apareceu. Harry teve que ouvi-los
reclamar sobre os deveres do prefeito que tinham e quem eram os outros prefeitos das outras casas.
Harry não comentou. Ele sabia que estava indo se encontrar com a contrapartida de seu melhor amigo em breve. A
última vez que tinha visto Draco, ele estava no hospital. Ele estava fora do coma, mas ainda estava se recuperando.
Harry tinha descoberto a partir da forma como Ron e Hermione falavam sobre ele, que Draco e Harry desse universo
não eram amigos. Harry se perguntou como o Draco Malfoy deste mundo iria reagir a ele.
A porta do compartimento se abriu e três alunos da Sonserina estavam na porta. Harry olhou para cima para ver um Draco
Malfoy de 15 anos, em pé com seus comparsas usuais, Crabbe e Goyle. Cabelo loiro elegante de Draco estava
organizado no local, seu desdém fixo no lugar, um sorriso brincando em seus lábios. Seus olhos cinzentos esquadrinhou o
quarto e pousou em Harry. Rosto pontiagudo pálido de Malfoy perdeu seu sorriso de escárnio e por um momento ele
apenas olhou para Harry. Ele rapidamente recuperou a compostura e zombou Harry.
"Brincando de se arrumar, Potter?" Draco perguntou. "Você pode fazer quantos feitiços de glamour como você quiser,
mas você sempre será um perdedor!"
"É melhor você se comportar este ano, Potter." Malfoy apontou para o emblema Prefeito preso a suas vestes da
Sonserina. "Ou eu vou te deixar em detenção."
Harry não poderia deixar passar. A visão se Draco Malfoy, mostrando seu distintivo de monitor e ameaçando-o com
punições era muito engraçado. Ele começou a rir. O sorriso caiu do rosto de Malfoy e ele olhou para Harry.
"Se eu fosse você eu pararia. Pois você não vai ficar rindo por muito tempo." Malfoy ameaçada.
Malfoy e seus dois capangas se virou para sair. Os dedos de Harry se contraíram e a porta se fechou, pouco antes de
os três sonserinos estavam prestes a sair. Todos os três bateram a cara dolorosamente na porta.
Crabbe olhou estupidamente para Malfoy, segurando o nariz. Malfoy virou-se para olhar para Harry, que por sua vez ainda
estava sorrindo para ele, com clara alegria em seus olhos. O resto estava rindo alto e sem fazer nenhum esforço para
esconder sua diversão. Apenas Luna parecia não ter consciência da presença dos Sonserinos. Malfoy abriu a porta e
saiu, seus dois comparsas seguindo-o.
"Oh, isso foi ótimo! Bom trabalho com o feitiço não verbal, Hermione." Ron disse, dando um tapinha em seu ombro.
"Então quem foi?", perguntou ele. "Além de você, Hermione, ninguém nesta sala pode lançar um feitiço tão
complicado." Ele disse que, com a intenção de cumprimentá-la.
Os olhos de Hermione se viraram para Harry. Ela não tinha o visto fazer nada, mas a maneira como ele tinha olhado
para Malfoy, do jeito que ele tinha lidado com ele; era muito diferente da maneira como ele costuma lutar com Malfoy.
Ela desviou olhar de Harry e olhou para fora da janela. Ela pensou sobre o quanto o amigo tinha mudado, e que não
era só em sua aparência física. Sua personalidade tinha mudado completamente. Ela perguntou com cautela que
outras mudanças a poção poderia ter causado.
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*Chapter 13*: Chapter 13
Cap 13 - Bem vindo a Hogwarts
AU mundo
Damien fez o seu caminho para a sala comunal da Grifinória, cansado além da crença. Ele tinha muita lição de casa
para fazer hoje à noite, o simples pensamento foi cansativo para fora. Ele entrou na sala comum e apressou-se a
sentar-se na poltrona mais próxima da lareira. Assim que ele sentou em sua cadeira favorita ouviu seu nome sendo
chamado. Olhando para cima, ele avistou um sexto ano, Jason Hugh.
"Seu pai pediu para lhe dizer, que ele quer vê-lo agora, antes do jantar."
Damien gemeu.
"Eu não sei." Jason respondeu. "Eu estou apenas passando a mensagem."
Damien levantou-se e se dirigiu para a porta, querendo saber sobre o que seu pai queria falar com ele.
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James caminhava pelo seu quarto, com as mãos cruzadas atrás dele, perdido em pensamentos. Seu melhor amigo,
Sirius Black, ficou olhando-o.
"Se você fizer isso por mais tempo, você vai criar uma pista no meio do seu quarto.", brincou. James ignorou e
aumentou o ritmo. "Pelo amor de Merlin, sente-se!" Sirius disse, apontando para uma cadeira em frente a ele.
James parou, olhou para onde Sirius estava apontando e depois começou a andar novamente.
"Por que você está pensando tanto?" Sirius perguntou e então percebi o quão bizarro a pergunta era.
"É Harry", disse James. "Ele tem agido de forma estranha, é esta realmente começando a me assustar."
"Nada em particular. Ele não tem realmente feito nada. Essa é questão da coisa, não é qualquer coisa que ele fez, é
mais como ele anda agindo hoje em dia." James explicou, visivelmente preocupado.
"Ele está muito calmo e às vezes ele parece tão... deprimido." James disse, depois de alguns momentos de reflexão.
"É difícil de explicar. Antes Harry tinha um... um... tipo de calma assustadora, agora ele é um tipo tímido de calma. Isso
faz sentido?", perguntou ele.
"Mais ou menos, eu só não sei se existem" tipos "de calma." Sirius brincou novamente, irritando James.
"Você está ficando todo preocupado por nada." Sirius tentou dizer a ele.
"Há algo acontecendo com Harry. Ele está agindo de forma estranha desde que venho a Hogwarts." James disse.
"Você já falou com ele sobre isso?" Perguntou Sirius. James apenas olhou para ele. "Claro que não, o que eu estava
pensando?" ele meditou. "Então, o que você está pensando em fazer?"
"Eu vou falar com Damien." James disse.
"Se há algo acontecendo com Harry, posso apostar que todos os cabos de vassoura do mundo, Damien vai saber
sobre isso." James disse.
"Então você está indo para interrogar o filho mais novo a procura de informações?" Perguntou Sirius. James não deu
uma resposta. "Você já falou com Lily sobre isso?" Sirius perguntou insatisfeito.
"Ela não concorda comigo. Ela acha que eu estou exagerando." James admitiu. "Ela esta mais do que feliz com a abertura
de Harry até ela, não me interpretem mal, eu sou grato também, é só que, eu não consigo entender o que o fez mudar tão
de repente."
Comentário de Sirius foi abafada pelo som de batida. James chegou à porta em dois passos e abriu para encontrar
Damien antes dele.
"Você queria me ver?" Damien perguntou como ele entrou, gesticulando 'Olá' para seu padrinho.
"Sim, eu só queria ver como você estava, eu não tive a chance de falar com você recentemente." James disse, fechando a
porta e caminhando para se juntar ao seu filho e amigo.
"Você pediu para eu vir e vê-lo antes do jantar, só para ver como eu estava?" Damien perguntou, ainda em pé.
"Bem, se isso é tudo o que você queria então eu já vou. Tenho um monte de lição de casa." Damien disse, dirigindo-se
para a porta.
"Não, na verdade eu tenho algo que eu queria falar com você. Sente-se." James disse. Ele guiou o rapaz desnorteado
para um banco e fez um gesto para que ele se sentasse.
"Nada" James deu Sirius um olhar aguçado, gesticulando para que ele fosse embora. Sirius não se mexeu. "Você não
tem um lugar para ir?" James perguntou secamente.
"Não, eu estou bem aqui." Sirius respondeu, voltando o olhar para James.
"Você deveria ir e ver Lily, antes de sair. E você não deve ver Harry em sua visita?"
Sirius sabia que ele não seria capaz de vencer essa luta. Ele levantou-se de má vontade; ele não achava que era muito
justo de James, procurar Damy para obter informações sobre Harry. Isso não estava certo.
"Vejo você mais tarde, filhote. Calma, Pontas." Sirius sussurrou a última parte a seu amigo, antes de atravessar a sala e
desaparecer pela porta.
James sentou-se de frente a Damien, que de repente começou a se senti muito apreensivo. Será que ele estava
realmente exagerando?
"Uh, papai?" James abocanhou ver Damien olhando preocupada para ele. "Você está bem?"
"Sim, eu estou bem. Que eu queria falar com você, sobre Harry." James disse mantendo os olhos fixos para Damien
para todas as reações.
Damien tentou, ele realmente se esforçou para não deixar seu pânico transparecer. Ele manteve o rosto rigidamente
controlado em uma expressão vazia. Com toda a energia que conseguiu reunir, ele respondeu.
James podia ver através Damien e seu ato. Ele tinha sido um auror por tanto tempo, ele foi usado para questionar as
pessoas. Ele podia ver o pânico em si, mesmo que seu filho estava lutando para escondê-lo. Seus olhos dizia tudo.
"Você não percebeu nada, estranho sobre ele, ultimamente?" Perguntou James.
"Não realmente, Harry já muito estranho, para começar." Damien tentou brincar, com uma risada forçada.
"Eu notei muitas diferenças em seu comportamento ultimamente e eu estou começando a ficar preocupado", continuou
James. "Eu não sei o que está acontecendo, mas eu tenho certeza que você sabe."
Damien mexia na cadeira, sem fazer qualquer contato visual. 'Droga, Harry, os dois."
"Tudo bem, pai. Você descobriu. Você tem razão, alguma coisa está acontecendo com Harry." Damien disse.
James sentou-se em sua cadeira, sua completa atenção no menino antes dele.
"Sim, Ginny. Harry e ela tem tido uns dias difícil. É muito complicado para não mencionar privado, mas pode apenas
considerar que eles poderiam terminar a qualquer momento."
James parecia genuinamente chocado. Ele sentou-se com um olhar profundo de preocupação em seu rosto.
"O que aconteceu? Quero dizer que ambos pareciam tão felizes, o que mudou?", perguntou ele. Damien encolheu-se
internamente. "Eu estou indo para o inferno", pensou miseravelmente, antes de ir em frente com sua mentira elaborada.
"Ginny tem brigado com o Harry por qualquer coisa, ele está realmente mal. Ela tem mexido com a cabeça dele
totalmente. Harry não se sente mais confiante em si mesmo e acha que ele não faz nada direito, e que ele é o
responsável por tudo que dá errado."
"O que!?" James de repente ficou muito zangado. "Por que ela faria isso? Ela não parece ser esse tipo de garota!"
"Ela não disse nada a ele, não diretamente. É mais do jeito que ela está agindo, questionando-o. Acho que alguém está
abordando ela. Ela está começando a ouvir os que os outros falam sobre eles e eu acho que a vezes, ela se deixa levar.
"Damien realmente odiava a si mesmo agora, mas ele tinha que dizer alguma coisa para proteger seu segredo.
"É por isso que ele parece tão inseguro. Faz sentido." James murmurou.
"Oh, graças a Deus"! 'Damien disse em voz baixa. Em voz alta, ele disse: "É por isso que Harry passa tanto tempo com
vocês, é porque ele tenta ficar longe de Ginny."
"Eu não fazia ideia." James disse calmamente. "Gina é uma menina sensível, ela não devia se deixar levar pelo o que os
outros falam da relação deles."
Damien acenou com a cabeça, muito aborrecido consigo mesmo a dizer mais.
"O que?! Não, não, você não pode!" Damien disse, saltando de pé.
"Por que não? Sua filha está prejudicando o meu filho." James respondeu.
"Pai! Este é assunto privado de Harry. Deixe-o lidar com isso. Se você disser qualquer coisa, para ninguém sobre isso,
isso só vai envergonhar Harry mais. Além disso, eu não deveria dizer nada sobre isso. Harry vai me matar!"
"Você não deve dizer nada, em qualquer caso. Não tem nada a ver com você." Damien respondeu. "E você não deve
dizer nada para Harry ou Ginny. Deixe-os resolver isso por si só."
James não deu qualquer afirmação verbal, mas acenou com a cabeça uma fração.
"Eu deveria ir agora, eu realmente tenho um monte de lição de casa para fazer." Damien levantou-se e dirigiu-se para a
porta. Uma mão o impediu de ombro e ele se virou para James.
"Damien, eu espero que você tenha-me contato tudo. Eu já te pedi uma vez antes para você nunca esconder as coisas
de mim, para a segurança de Harry. Peço-lhe novamente para ter isso em mente."
Damien teve que engolir a verdade como ela veio borbulhando de dentro. Ele forçou um sorriso em seu rosto antes de
sair, consciente dos olhos de seu pai sobre ele o tempo todo.
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"Você não acredita nele?" Lily perguntou, seus olhos verdes se estreitaram para o marido.
"Damien é meu filho, eu o conheço bem o suficiente para saber quando ele está me dizendo a verdade." Ele
respondeu.
"Você acha que Damien está mentindo? Por que ele mentiria?" Lily perguntou, não gostando da acusação contra seu
filho.
"A explicação de Damien se encaixa o comportamento de Harry;. Seu súbito interesse em passar o tempo com a gente,
sua incomum falta de confiança e até mesmo a sua distância de Ginny. Mas o que ela não explica é a maneira como ele
falou comigo sobre o ministério e a minha volta a ser auror, ela não explica a forma como ele fala comigo, ou a maneira
como ele olha para mim, como se ele estivesse me vendo pela primeira vez. "
"Você só está olhando muito para isso." Lily disse balançando a cabeça.
"Não, eu não estou, Lily, eu conheço o Harry e eu sei quando ele está chateado. O comportamento recente de Harry não
sugere que ele está chateado. Pelo contrário, ele parece que ele está tendo um grande momento, especialmente quando
ele está com a gente."
"Se você sabia que o Damien estava mentindo, por que não dizer isso a ele?" Lily perguntou cansando-se da suspeita de
James.
"Ele se empenhou tanto em sua história. Eu só percebi que eu deveria deixá-lo ir. E, além disso, se ele não me disse na
primeira vez que eu perguntei, então ele não vai me dizer, mesmo se eu perguntar a ele uma centena vezes."
Canon mundo
"Devemos avançar, estamos bloqueando o caminho." Ginny disse, puxando o irmão para fora do caminho. Ron ainda
estava ocupado olhando em volta a procura de Hagrid.
Harry caminhava ao lado deles, perguntando quem diabos era Hagrid. Ele não expressou sua confusão ou participar da
discussão. Ele manteve a cabeça baixa e caminhou rapidamente em direção ao carro, seus troncos sendo arrastado
atrás deles.
Como Hermione, Gina, Luna e para grande desgosto de Harry, Neville empilhados em um dos vagões, Ron e Harry levou
alguns momentos de carregamento dos troncos para o transporte. Harry ouviu o grunhido suave do cavalo alado,
aproveitada para o transporte e olhou para ele. Ele já tinha visto Testrálio antes, ele os viu pela primeira vez quando ele
foi enviado em uma missão. Ele já tinha lido sobre eles, então quando o viu imediatamente o reconheceu, ele estava
voando no céu acima dele, na ocasião. Quando ele foi trazido à força para Hogwarts, há dois anos, tinha-os visto
inúmeras vezes, voando sobre a floresta proibida.
Harry andou para a frente e antes de levantar-se sobre o carro, ele estendeu a mão e acariciou o animal, seus dedos
roçando suavemente sobre as asas de couro. O Testrálio soltou outro assobio suave e virou a cabeça para olhar ele de
volta. Harry deu um pequeno sorriso antes de entrar. Uma vez que ele estava sentado, ele notou Luna, sorrindo
serenamente para ele.
"Você pode vê-los também." Ela sussurrou para ele, com a voz sonhadora chamando a atenção de todos.
"Imaginei que você poderia vê-los agora, depois do que aconteceu. Eu posso vê-los dês do meu primeiro dia em
Hogwarts." Ela informou.
Harry sabia que só podia ver Testrálios, aqueles que tinham visto a morte. Isso significava que a garota de cabelos
loiros tinha visto alguém morrer. O conhecimento perturbou-o por algum motivo. Ele ainda não falou, nem para
confirmar o que estava dizendo ou negá-lo.
"O que você pode ver a partir de seu primeiro dia em Hogwarts?" Hermione perguntou novamente.
Mas Luna não lhe respondeu. Ela sentou-se e olhou pela janela, um sorriso satisfeito no rosto. Harry desviou o olhar dela
e viu o rosto irritado de Hermione. Ela não parecia feliz em ser ignorado. Ele sorriu ao pensar em quantas vezes ele tinha
feito Hermione olhar assim. Ele olhou para fora da janela como uma pressão súbita torcida em seu coração. Ele não
perdeu Hermione. Ele não perdeu o seu próprio mundo com seus pais e irmão e seus amigos e sua namorada. Ele só
não poderia.
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As portas do Salão Principal se abriram e alastraram os alunos, todos olhando feliz por estar de volta. Os alunos
segregados instantaneamente para as suas próprias mesa da casa e sentou-se com os amigos, já contando histórias de
suas férias de verão. O corredor brilhava com as centenas de velas flutuantes, o céu encantado mostrou a noites céu
escuro, nuvens bloqueando quaisquer estrelas.
Professor Dumbledore tomou um gole de sua taça, enquanto observava o salão preencher com seus alunos. Era uma
visão que ele amava o início do ano letivo, os seus alunos chegando, pronto e preparado para o próximo ano. Seus olhos
azuis se instalaram no banco que tinha visto pela última vez por ano sétimo Hufflepuff menino sentar-se. Ele soltou um
suspiro de dor com o lugar agora preenchido por uma menina do quinto ano, Hannah Abbott.
A morte de Cedric estava pesando fortemente sobre ele. O menino tinha morrido quando ele estava sob seus cuidados.
Sua morte em Hogwarts contaminado, assim como a morte de Murta tinha. Muitos pais lhe escreveram, queixou-se a
ele, disse-lhe que ele era inadequado como diretor. Não só porque um estudante perdeu a vida quando ele era suposto
ele está seguro em Hogwarts, mas por causa de sua morte estava ligada a uma mentira deslavada; que Ele-que-não-
deve-ser-nomeado havia voltado e foi responsável pela morte de Cedrico Diggory.
Não importa o que ele fez e como ele tentava, a comunidade mágica não estava disposto a acreditar que Lord Voldemort
estava de volta. Dumbledore olhou para o céu noturno, os seus pensamentos, por um estudante que ele estava
desesperado para ver. Ele se sentiu mal por ter ignorado Harry, mas seu raciocínio era compreensível. Ele tinha que
proteger Harry, até que ele estava pronto para enfrentá-lo, para enfrentar Voldemort.
As portas se abriram novamente, chamando a atenção de Dumbledore. Ele olhou para as portas para ver uma grande
multidão se apressar dentro. Foi então que o viu caminhar entre a multidão. No momento em que Dumbledore viu Harry
Potter, ele sentiu sua respiração ficar presa em seu peito. Claro, ele tinha sido informado da mudança na aparência física
de Harry por seus membros da Ordem. Mas, mesmo assim, ele não estava muito preparado para assumir no novo visual
do Harry.
Dumbledore olhou para ele; o garoto moreno que estava caminhando para o corredor, cabeça erguida, olhos verde-
esmeralda altas, livre dos óculos quadrado, tendo em seu entorno com intensidade calma, seus passos confiantes
caindo no chão fazendo suas vestes escolares fluir atrás dele. Harry entrou, seus amigos habituais ao seu lado,
olhando pequeno e humilde em relação a ele.
Dumbledore não foi o único a tomar nota de entrada de Harry Potter. Os estudantes transformaram em seus assentos
para olhar para ele. Ao mesmo tempo sussurros ecoavam no corredor.
Dumbledore sentou-se um pouco mais reto em sua cadeira, seu olhar azul fixo para Harry. Ele observou enquanto o
moreno ignorou os olhares e cochichos. Sentou-se a mesa da Grifinória e não deu nenhuma resposta às saudações que
recebeu. Ele sentou-se calmamente à mesa, fazendo com que conversa com seus amigos.
Nem uma vez que o rapaz olhar para cima a mesa dos professores.
Dumbledore viu Ronald Weasley sussurrar algo para ele e Harry olhou para a mesa da Sonserina, um sorriso no rosto.
Ele se virou e compartilhou algumas palavras com Ron sorrindo.
Dumbledore sentiu um frio inexplicável subir na espinha quando viu o sorriso de Harry. Ele nunca tinha visto Harry olhar
assim, sorrir assim. Essa pequena diferença foi suficiente para preocupar o diretor. No entanto, ele sabia que o menino
era Harry Potter. Moody tinha realizado a identidade soletrar a si mesmo. Não havia nenhuma maneira que qualquer um
poderia manipular esse feitiço.
Quando Dumbledore tinha sido informado de que a aparência de Harry Potter havia sido alterada devido a uma poção mal
feita, ele tinha pensado que era apenas algo pequeno. Molly lhe tinha dito que Harry tinha "mudado completamente", mas
ele ignorou seus comentários, pensando que ela estava aumentando. A verdade era que ele estava distraído com os
acontecimentos no Ministério e o problema Fudge estava lhe causando. Ele não tinha prestado atenção em Molly e seu
relatório sobre Harry com muita atenção. No entanto, agora que ele estava olhando para o rapaz adiante, que ele se sentiu
irritado com seus membros da Ordem. Como não podiam ver que as diferenças apresentadas em Harry não poderiam ser
de um erro de poção?
Dumbledore olhou para longe de Harry, que observou ele ainda não tinha olhado para a mesa dos professores. Harry
sempre olhava para ele quando ele chegava em Hogwarts. Era algo que Dumbledore tinha notado. Mas desta vez, Harry
estava claramente ignorando os professores, e ele.
Dumbledore apenas desviou o olhar de Harry quando o mais novo membro de sua equipe pediu sua atenção.
"Hem, hem"
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Harry ignorou os olhares e cochichos ao seu redor e se concentrou no que Ron estava dizendo. Ele olhou para trás na
mesa da Sonserina e viu com diversão, três sonserinos com rostos machucados e narizes vermelhos. Malfoy olhou para
ele fazendo Harry sorrir. Ele virou-se para Ron, para ver o garoto ruivo olhando imensamente feliz.
"Pelo menos eles vão olhar para onde estão indo na próxima vez." Harry disse.
"Eles não vão chegar perto de nosso compartimento de novo, isso é certo." Ron riu de volta.
Harry podia sentir os olhares sobre ele; eles se sentiram como pesos físicos, agarrando-se a ele. Mas foi o olhar de uma
pessoa em particular que ele se sentiu mais. Harry sorriu profundamente ao perceber que Albus Dumbledore, o grande e
poderoso feiticeiro, diretor de Hogwarts, estava perplexo com o novo visual de Harry. Ele resistiu à tentação de olhar para
ele e ver o olhar confuso em seu rosto. Ele sabia que, ignorando o professor, ele irritaria mais. Então, ele se recusou a
olhar para cima, mesmo quando Ron e Hermione fizeram e comentaram que Hagrid continuava desaparecido, quem quer
que fosse.
Harry não tinha escolha; ele olhou para a mesa para ver quem Hermione estava falando. Ele viu o Dumbledore deste
mundo, vestindo seu traje de bobo de costume, em uma conversa profunda com outro membro da equipe. Foi essa
pessoa Hermione estava apontando. Harry pegou na aparência da mulher conversando intensamente com
Dumbledore. A primeira coisa que atingiu Harry era o quanto ela se parecia com um sapo. Seu rosto era largo e seus
olhos se arregalaram um pouco. Mesmo que ela estava sentada, Harry poderia dizer que ela era baixa. Ela estava
usando uma faixa de cabelo cor de rosa em seus cabelos castanhos. Qual foi o pior foi o cardigan rosa fofo combinando
ela estava usando sobre suas vestes. Ela pegou a taça para tomar um gole e Harry se encolheu com a visão de vários
antigos anéis de moda feia em seus dedos grossos.
"Eu não sei, eu lhe fiz a mesma pergunta!" Hermione respondeu irritada.
"Tudo bem, acalme-se, você vai fazer o cabelo mais espesso." Ron comentou.
"Ela deve ser o novo professor de Defesa, que é a única posição que estava vaga." Neville ofereceu humildemente.
Harry olhou para o novo professor de Defesa para encontrar seu olhar focado nele. Harry segurou o olhar dela,
mantendo o rosto livre de todas as expressões. A bruxa em rosa sorriu lentamente para ele, revelando dentes muito
pontudos.
"Merlin, ela é assustadora." Ron disse, notando o jeito que ela estava olhando para o amigo.
Ele só olhou para o lado quando ela quebrou seu olhar e olhou para o fluxo constante de primeiros anos chegarem para
a seleção. Harry virou-se em seu assento para ver as pequenas crianças uniformizadas chegando na sala, olhando
assustado e confuso. Harry resolvido para assistir a ordenação, uma das coisas de Hogwarts, ele realmente gostava.
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Eu classificá-lo em Casas
Nos primeiros momentos a sala estava em completo silêncio. Harry olhou ao redor da sala para ver rostos preocupados
e confusos. Professora McGonagall assumiu o comando e começou a chamar nomes dos primeiros anos, que foram
um por um e se sentou no banquinho de três pernas. A seleção começou e, lentamente, a linha dos primeiros anos foi
se encurtando.
"Sem chance de nos unir com a Sonserina. Não sei o que há com esse chapéu? Dando tal conselho." ele zombou.
"Unir todos, yeah certo! Como se Grifinória e Sonserina poderiam unir como um só!"
Harry não respondeu. Ron não sabia o quão poderosa uma união dessas duas casas poderia ser. A prova estava
sentada ao lado dele.
Assim que a última pessoa que correu para a mesa, Dumbledore levantou-se, ordenando silêncio. Harry observava
seus olhos nunca deixando o homem que ele odiava com vigor.
"Há sempre tempo para um discurso. Mas não agora, tuck in!" Ele bateu palmas e as quatro mesas de repente gemeu
sob a tensão de alimentação.
Ron mergulhou em linha reta e puxou a bandeja de costeletas de porco para ele. Hermione estava brigando com ele por
comer como uma pessoa faminta. Harry ainda estava observando Dumbledore. O diretor sentou-se, pegando a taça
novamente. Seus olhos azuis olharam para Harry sobre óculos de meia-lua. Harry encontrou o olhar do diretor em frente.
Assim que seus olhos se encontraram, Dumbledore desviou os olhos, olhando para além dele às portas. Mas não antes
de notar aquele sorriso frio novamente.
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*Chapter 14*: Chapter 14
Capítulo Quatorze
AU mundo
Lily sabia que era uma má ideia. No minuto em que James havia dito as palavras, ela sabia que ia dar errado. Mas Lily
também sabia que quando se tratava de Quadribol; ninguém iria ouvi-la, não James, não Damien e nem mesmo Harry.
Então, Lily sentou-se no assento frio, envolto em seu manto, resmungando palavras sussuradas para si mesma, com o
olhar atento e fixo sobre os números de vôo enquanto corriam uns aos outros na noite fria. Como podia ver nada que ia
além dela. já tinha anoitecido e o pomo de ouro já era difícil de ver a luz do dia, imagina no escuro. Havia apenas três
lanternas enfeitiçadas, balançando no ar, dando aos jogadores uma pobre luz.
Sempre que James e os meninos jogaram Quadribol, Lily nunca se juntava a eles. Mas quando ela ouviu James sugerir
um jogo ao entardecer, para fazer o jogo "mais interessante", ela sabia que era uma má ideia. Ela veio para se certificar
que jogassem de forma segura. Afinal, ela era a única pessoa com bom senso suficiente para parar o jogo quando era
necessário. Ela ainda se lembrava do tempo que ela estava grávida de Harry e ela assistiu a um jogo entre Tiago, Sirius,
Remus, Peter, Arthur e Frank e alguns outros Aurores. James havia sido atingido no ombro por um dos balaços, fazendo
com que seu braço ser deslocado. James tinha continuado a jogar, insistindo que ele estava bem. Lily teve de gritar para
todo mundo parar de jogar, a fim de obter James fora de sua vassoura. Jamais esquecerei aquele dia. Ela sabia que seus
filhos, especialmente o mais jovem, adorava o jogo com essa intensidade também.
James estava guardando os aros, um bastão em sua mão, batendo os balaços em direção Damien e Harry, que
estavam jogando como artilheiros. Harry também estava agindo como apanhador, mas honestamente não sei como ele
deveria vê-lo, estava muito escuro.
Harry estava examinando seus arredores para ver se ele poderia pegar o pomo de ouro, talvez vê-lo vibrar passado um
dos lanternas.
"Harry! Cuidado!"
Harry virou-se ao ouvir a voz de Damien encontrou um balaço vindo em sua direção, rápido. Harry desviou do caminho
sem esforço. Ele estava jogando quadribol por quase cinco anos, se esquivar do balaço foi fácil para ele. Harry tinha
acabado de fazer sua vassoura por perto quando duas coisas aconteceram ao mesmo tempo. Algo pesado bater-lhe
quadrado na parte de trás, à direita, entre as omoplatas. A força de propulsão empurrou para frente. Ao mesmo tempo, um
balaço bateu contra a cabeça, fazendo-o perder o equilíbrio. Harry caiu de sua vassoura, todo o caminho até o chão. Ele
tinha certeza que ele ouviu sua mãe gritar pouco antes de o solo veio correndo ao seu encontro.
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Harry podia sentir sua cabeça latejar dolorosamente quando ele veio a tona. Ele lutou para abrir os olhos. No início de
sua visão estava embaçada e Harry estendeu a mão para sentir os óculos, uma reação instintiva. Ele sentiu os dedos
quentes agarrar sua mão e segurá-la com força.
"Harry?"
Harry piscou através da neblina e, gradualmente, sua visão ficou clara. O borrão diante dele aguçou a cara preocupada
de James.
Ele lutou para se sentar, sua cabeça latejava horrivelmente. James e Damien ajudou-o a sentar-se e percebeu que ele
ainda estava no campo de Quadribol. Ele só deve ter ficado inconsciente por alguns instantes. Os três lanternas foram
pairando sobre ele, James e Damien estavam sentados ao lado dele. Lily estava longe de ser visto. Assim que Harry
sentou-se, estendeu a mão para sua cabeça. Ele podia sentir um galo proeminente na parte de trás de sua cabeça.
"Você caiu, foi isso que aconteceu." Damien disse. "Você foi atingido por dois balaços, ao mesmo tempo. Que eu tenho
que te dizer, Harry, que nunca aconteceu a ninguém."
Harry deu Damien um olhar.
"Você está bem? Você precisa visitar a ala hospitalar?" James perguntou, preocupado.
"Não, eu acho que estou ok-" o resto das palavras de Harry foram abafados pelo som dos passos batendo no chão
macio. Harry só percebeu um borrão de cabelos vermelhos antes que ele estava envolto em um abraço feroz por Lily.
"Harry! Oh graças a Deus, você está bem! Eu estava tão preocupada. Você forte no chão, mesmo com o meu feitiço
para atrasá-lo. Deus, Harry, você poderia ter sido realmente machucar! Graças a Merlin você está bem! Oh, Graças a
Merlin! "
Lily estava abraçando Harry com força, seus braços, embalando-o junto ao peito. Harry sabia que quando ele era um
bebê, seus pais devem tê-lo abraçado, segurado e o beijado, mas ele não se lembrava de nada. Para ele, esta foi a
primeira vez que ele havia sido abraçado por sua mãe. Era estranho; ele nunca pensou que a ação seria trazer
lágrimas aos seus olhos. Seu coração estava quebrando e inchaço ao mesmo tempo. Ele piscou furiosamente as
lágrimas, não podia chorar.
Lily ainda estava segurando ele, recusando-se a deixá-lo ir. Ela afrouxou seu aperto apenas ligeiramente, para que ela
pudesse enfrentar James e gritar com ele para o envio de dois balaços para Harry.
A parte de Harry queria que ela o soltasse, ele estava sofrendo muito por ela te o abraçado e amado para ele não reagir.
A outra parte dele desejava que ela nunca deixasse ir. Ele desesperadamente queria abraçar sua mãe tantas vezes em
sua vida. Sempre que via Dudley ser mimado pela tia Petúnia, ele imaginou sua mãe fazendo o mesmo com ele. Sempre
que Sra Weasley engolfou em um abraço maternal ele dolorosamente lembrava-se que era a mãe de Ron abraçando-o,
não a sua mãe.
Ele conteve as lágrimas, apertando os olhos bem fechados. Lentamente, como se por vontade própria, os braços de
Harry levantou e passou os braços em torno de sua mãe, suavemente, quase como se ela iria desaparecer se ele a
segurou com muita força.
Lily parou de falar quando sentiu os braços de Harry ao seu redor. Ela se afastou um pouco para olhar para ele e notei os
olhos de Harry estavam fechados. Ela estendeu a mão e gentilmente tocou seu rosto, fazendo com que Harry abriu os
olhos. Foi quando ela viu as lágrimas não derramadas brilhando em seus olhos. Lily olhou para ele, incapaz de ver além
dos olhos esmeraldas. Nunca antes Harry olhou para ela assim. Sem dizer nada, ela o abraçou como ela fazia quando
ele era um bebê. Sua mão acariciou a parte de trás de sua cabeça, sentindo-se delicadamente a colisão.
"Harry", ela começou com uma voz suave. "Você realmente deve ir e ver Poppy. Essa foi uma colisão terrível que você
teve."
"Eu estou bem." Harry murmurou de volta, sua voz soando sufocada.
"Vamos lá, devemos ir para dentro." Ele disse, envolvendo um braço em volta de Harry.
Tanto James e Lily ajudou Harry caminhar de volta para o castelo, Damien arrastando atrás deles sem olhar feliz.
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Harry foi levado para ver Poppy, apesar de ele dizendo que se sentia bem. James e Lily não cederam e guiou para a ala
hospitalar onde Poppy tomou seu tempo para verificá-lo.
"Você está bem. Espero que você entenda que você poderia ter rachado o crânio! Felizmente, a sua sorte estendeu e
você sobreviveu com nada mais do que uma contusão." Ela repreendeu. "E por que você estava jogando quadribol no
escuro, em primeiro lugar?"
"Eu pensei que seria... diferente." James explicou agora usando uma expressão muito vergonhosa.
"Podemos ir agora?" Damien perguntou do canto da sala. "Harry está bem, podemos ir?", ele perguntou, cansado.
Lily olhou para Damien em tom de censura, mas não disse nada. Em vez disso, ela se virou para a enfermeira da
escola.
"Poppy?"
"Sim, ele pode sair. Mas certifique-se que ele tome a porção de alívio da dor e uma poção anti inflamatório, isso vai
ajudar." Poppy respondeu, entregando as poções para Lily.
Lily levou as poções, que ela mesma tinha fabricado e embolsou eles. Os quatro Potters deixou a ala e foi para seus
aposentos.
"Damien, é melhor você ir para o seu dormitório, o toque de recolher." Lily disse, parando Damien de juntá-las.
"Eu quero ficar com Harry, só para ter certeza que ele está bem." Damien respondeu.
"Certo, porque você parecia muito preocupado na ala hospitalar." Lily repreendeu.
"Você sabe o quanto eu odeio esse lugar, com suas paredes brancas, e camas brancas com lençóis brancos e
cortinas brancas, eu quero dizer, que mal teria uma pitada de cor?" Damien respondeu.
Lily ainda estava irritado com ele, mas deixá-lo ficar com Harry. Ela sabia que se ela não permitir que ele agora, ele me
esgueirava para baixo para ver Harry mais tarde. Damien ficaria feliz corre o risco de ser pego toque de recolher quebra
se ele queria ficar com seu irmão.
Assim que Harry fechou a porta de seu quarto, após dar boa noite a seus pais, ele se virou para Damien. Durante os
primeiros minutos, ninguem falou. Então Damien caminhou até o sofá e sentou-se.
"Essa foi por pouco, Harry." Damien disse com uma voz calma, mas sério.
"Você está me dizendo. Minha cabeça ainda está latejando." Harry disse, pegando de volta a sentir a colisão.
"Você sabe que não disso que eu estou falando." Damien respondeu, com os olhos fixos em Harry.
"Pedir desculpa não muda nada. Já estão desconfiado de que algo está acontecendo com você. Após a maneira como
você agiu com a mãe o pai esta noite, pai vai saber com certeza alguma coisa está errada."
"Eu sei, eu não deveria tê-la abraçado, mas eu não pude me segura. Ela é minha mãe, ela me confortava. Pela
primeira vez na minha vida eu estava sendo abraçado por minha mãe, como é que você espera que eu reaja? "Harry
perguntou.
Damien não tinha uma resposta. Ele desviou o olhar de Harry e apenas olhou para o tapete, imerso em pensamentos.
"Eu não estou chateado com você." Damien disse. "Não é culpa sua. Deve ser difícil, tentar manter-se distante das
pessoas que você quer ficar perto. É injusto com você, eu posso entender isso."
Harry entendeu a pressão que estava em cima do outro rapaz. Ele podia ver Damien, e se sentia horrível por obrigá-lo a
ficar longe de seus pais. Não era algo que ele queria fazer, mas antes tinha que fazer. Os meninos ficaram em silêncio
depois disso, cada um a pensar sobre os problemas que o outro tinha em manter seu segredo. Como Harry saberia que
a pressão que Damien estava era muito mais grave do que ele entendia? Ele não sabia que Damien estava mantendo
mais de um segredo.
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Harry observou o seu entorno com curiosidade. Ele nunca tinha estado no Canto do Pesquisador 'antes. A verdade era
que ele não era um canto em tudo. Era um prédio inteiro. O magnífico edifício parecia um museu do lado de fora. As
estátuas esculpidas de bruxos famosos eram tão realistas, Harry teve que parar e olhar para eles para se certificar de
que eles não estavam vivos. As esculturas eram de tirar o fôlego e todo o edifício foi rodeado por hectares de grama
verde. Atrás do edifício eram numerosas estufas, obviamente, para os projetos de Herbologia. O edifício tinha oito
andares e inúmeras salas com laboratórios e salas de ensaio e zonas diferentes. Era um labirinto que Harry tinha certeza
que ele nunca poderia imaginar.
Harry estava ao lado de Ron e esperou pacientemente por seu amigo para aparecer. Com certeza, Hermione apareceu
no longo corredor, com uma prancheta na mão. Ela estava conversando com um colega e não percebeu os dois rapazes
que estavam esperando por ela. Quando ela olhou para cima e viu um deles, seu rosto estourou em seu sorriso habitual.
Ela correu para eles.
"Você chegaram cedo." Ela disse em forma de saudação, abraçando os dois rapazes.
"Não, não, eu não quis dizer isso. Oh, não importa." Ela disse.
Ron e Harry tinham combinado de se encontrar Hermione em seu "escritório" depois de seu trabalho para que ela pudesse
levá-los para sua nova casa. Ela tinha saído de casa de seus pais e tinha conseguido uma casinha agradável na cidade
bruxo de Gelgoton, a mesma cidade que o trabalho dela, Canto do pesquisador ficava.
"Vocês estão prontos para ir, ou você quer um passeio?" Hermione perguntou de forma otimista.
"Eu só quero ver a sua nova casa. Eu não ligo para este lugar." Ron disse.
"Bem, um rápido passeio ficaria bem, eu acho." Harry disse, sabendo que era a resposta Hermione queria ouvir.
"Por que você tem que ir e fazer isso? Este lugar é enorme. Vai demorar uma eternidade para vê-lo. Eu realmente quero
ver sua nova casa." Ron lamentou.
"Eu sei, mas ela parece animada." Harry disse, apontando para Hermione, que já estava falando e dando-lhes
informações detalhadas sobre os laboratórios e que projeto estava acontecendo em que quarto.
"... E neste laboratório Robert Cheffield está trabalhando em um projeto que venha a revolucionar o uso de animais em
poções. É algo a ver com clonagem de as partes do corpo que são usados em poções para que menos animais sejam
mortos." Hermione disse com uma nota visível de orgulho em sua voz.
"Sim, sim isso é ótimo, podemos ir, por favor?" Perguntou Ron.
"Extremamente!"
Hermione suspirou.
"Tudo bem, vamos lá." Ela cedeu e foi em direção à escadaria principal que os levavam para o andar térreo.
Harry seguiu o casal em silêncio, distraído em uma forte sensação de déjà vu. Ron e Hermione eram exatamente como
eles estavam em seu mundo, sempre brigando um com o outro, mas ainda incapaz de ficar longe um do outro. Harry se
perguntou se eles iriam começar a sair com uns aos outros quando eles fossem mais velhos, como Ron deste mundo e
Hermione.
Eles chegaram ao destino e fizeram o seu caminho em direção à porta da frente. De repente, Hermione parou e se
virou, com um olhar animado em seu rosto.
"Oh, como eu poderia esquecer? Que eu tenho que te mostrar a melhor parte!" Ela rapidamente tomou um porão de
Harry e Ron e antes que pudesse protestar, ela literalmente arrastou para o outro lado do átrio, no sentido de um
conjunto de escadas que levava ao porão.
"Eu tenho que mostrar isso! É incrível!" , ela respondeu, estatelando rapidamente pelas escadas.
Havia apenas uma porta no fundo das escadas. Era uma porta de madeira lisa sem alça. Hermione tirou um pequeno
disco, redondo e prata de sua bolsa. Harry achou que parecia um CD, que tinha visto muitos no quarto de Duda.
Hermione segurou o disco até a porta e um dente rodada apareceu, delineando o disco. Um momento depois, houve um
clique alto e o disco era feito da porta, incorporada dentro dele como sempre foi uma parte dela. A linha começou a partir
do meio do disco e viajou em ambos os sentidos até que houvesse uma linha que vai diretamente para baixo no meio da
porta. A porta repartido ao meio e se abriu, o disco em duas metades perfeitos, ainda incorporados no interior da porta.
Hermione levou os dois meninos dentro de uma sala circular, uma plataforma elevada no meio com apenas uma mesa
de madeira empoleirada em cima dele. Tudo em torno de Harry havia prateleiras e prateleiras cheias de livros. Harry
olhou, tudo o que ele podia ver era intermináveis pilhas de livros.
"Uau, é uma biblioteca." Harry disse, tentando soar impressionado, mas soou sarcástico.
"Hermione, eu digo isto com amor", disse Rony, colocando um braço ao redor dela. "Você precisa de ajuda, é sério.
Você nos trouxe aqui para nos mostrar uma biblioteca!"
Hermione sacudiu o braço de Ron longe dela e se afastou, dando um passo para a plataforma.
"Ronald Weasley Bilius!" Hermione disse em voz alta, de costas para ele.
De repente, um som estranho vibrou através da sala. Harry lembrou-se de todas as vezes que ele estava voando, o vento
correndo por ele. Pelo canto do olho, ele viu algo se aproximando em direção a ele, ele abaixou a tempo como uma pilha
de papéis passou correndo por ele e caiu em cheio no meio da mesa de madeira. Ele endireitou-se para ver uma pilha de
papéis empilhados cuidadosamente sobre a mesa junto com quatro grossos volumes e Hermione olhando muito
presunçoso.
"Que diabos foi isso?" Ron perguntou, subindo para a plataforma e chegando a ficar ao lado de Hermione.
Harry caminhou até a plataforma também e se juntou a eles. Hermione pegou os documentos e mostrou-lhes a Ron.
"Ei, isso fala de mim!" Ron disse suas sobrancelhas desaparecendo sob sua franja. Ele estava olhando para sua
própria imagem, junto com o resto de sua família. "Isso foi quando fomos para o Egito."
Harry viu que os documentos eram, na verdade, cópias do Profeta Diário. Os quatro grossos volumes estavam sem
título.
"Esta é a maior facilidade de recursos na Grã-Bretanha". Uma cópia de todos os jornais que já foi publicado é
armazenada aqui, junto com todos os livros e revistas que tenham qualquer menção de mundo mágico da Grã-Bretanha.
Você pode até obter cópias de apresentações de rádio específicas. ele antecede todas as outras instalações de recursos.
tudo que você tem a fazer é dizer o nome do tema que deseja pesquisar, ou neste caso, a pessoa que você quer
pesquisar e tudo realizado sobre eles serão trazidos para você, em ordem cronológica também. "Ela acrescentou, no final,
em um tom que mostrava como ela estava impressionada".
"Eu não sabia que você estava nos jornais tantas vezes." Harry comentou, havia pelo menos seis cópias.
"Sim, bem a maioria deles eram sobre, bem, você sabe, a última batalha." Um silêncio desconfortável encheu a sala.
Harry estava achando difícil de esconder sua surpresa. Ron estava envolvido na última batalha contra Voldemort? Como
isso aconteceu?
"Três são sobre a última batalha e a outra é uma versão condensada dos registros de nascimento." Hermione
respondeu sem abrir qualquer livro.
"Você lê-los?!"
"Oh, Ron," Hermione riu. Um aceno de varinha e a mesa estavam limpos mais uma vez, os papéis e livros devolvidos
aos seus locais com um pop suave. "O que você acha que eu leio à noite?" ela caminhou para fora da plataforma e se
dirigiu para a porta.
Harry ficou sozinho na plataforma. Ele olhou em volta novamente. A história deste mundo era tudo ao seu redor. Tudo o
que ele queria saber poderia ser encontrado aqui. Todas as coisas que ele não podia pedir a ninguém por medo de ser
pego. Ele poderia saber o que aconteceu com Hagrid? Ele podia olhar para Cho e descobrir o que ela estava fazendo e
até descobrir o que Cedric estava fazendo. Ele sabia que seu pai era o Ministro e sabia que Cedric era provavelmente
bem ali ao lado de seu pai. Seria bom ver Cedric, saber que neste universo, ele estava vivo e bem.
Harry acenou com a cabeça e caminhou para fora da plataforma. Ele não parava de pensar sobre o que ele gostaria de
olhar para cima. Ele percebeu que ele poderia até mesmo olhar para cima a história do seu homólogo, afinal, se Ron teve
seu nome em vários jornais para ajudar na batalha final, em seguida, sendo o único a derrotar Voldemort, quantos papéis
que Harry deveria estar?
- Canon mundo
A primeira noite em Hogwarts encontrava principalmente todos dormindo. A viagem exigiu muito dos alunos e a equipe
teve a chance de dormir em paz antes que suas noites fossem preenchidas com marcação ensaios, planejamento de
aulas e realização de detenções.
Torre da Grifinória tinha todos os seus ocupantes deitados em suas camas de dossel e ao som de roncos suaves
podiam ser ouvidos a partir da sala comum. Apenas um Gryffindor ainda estava acordado, sentado em sua cama, no
processo de ter uma conversa por telefone com seu irmão, que passou a ser em outro universo.
"Você não poderia ter dito outra coisa?" Harry perguntou surpreso que Damien tivesse usado Ginny como desculpa
para seu pai.
"Eu não poderia, foi a única coisa que me veio em mente!" A voz de Damien soou do outro lado.
"Você poderia ter tido outra coisa que não faria a Ginny parecer que tivesse chifres uma cauda bifurcada." Harry
respondeu.
"O que mais eu poderia ter dito? Esta foi à única coisa que parecia remotamente plausível." Damien explicou. "Em todo
caso, eu não acho que o pai acreditou em mim. Ele ainda está com muito suspeita."
Harry podia ouvir a depressão na voz de seu irmão e ele fez seu coração saltar desconfortavelmente. Ele odiava como o
Damien o fazia sentir-se culpado.
"Isso vai acabar em breve, este fim de semana vai completa um mês, a bússola já vai ter recuperado a sua energia E eu
estarei em casa em breve.". Harry assegurou.
Para os próximos momentos, Damien não falou. Em seguida, em voz baixa, com a voz trêmula, perguntou Harry,
Harry já se tinha feito à mesma pergunta. A primeira vez que a bússola não tinha conseguido trabalhar, Harry tinha
pensado em um plano de backup, para obter-se de volta para o seu próprio mundo caso a bússola não funcionasse.
"Se não der certo desta vez", disse Harry com uma voz calma, "então eu vou ter que encontrar a mesma bússola neste
universo e usá-la para voltar."
"Mas como você vai fazer isso? Você disse que a bússola pertencia a Voldemort." De repente, Damien percebeu que
Harry estava sugerindo. "Harry, não! Nem pense nisso: você não vai a lugar nenhum perto de Voldemort!"
"Harry! Você não pode! Ele não é o mesmo. Este Voldemort está tentando matá-lo desde que era um bebê! Se você
chegar perto dele...!"
"Calma, eu sei exatamente como o Voldemort deste universo vai reagir se eu fosse ao encontro dele, não se
preocupe,.. Que eu não estou pensando em conhecê-lo Além disso, ele pode até não ter a bússola, um feitiço
localizador me dira onde a bússola esta. E se por acaso estive com Voldemort, então eu ainda posso chegar a ela,
sem ninguém descobrir. Confie em mim, Damien, nada de ruim vai acontecer. "
"Você sabe quantas vezes você já disse isso e exatamente o oposto aconteceu?", perguntou ele.
Harry sorriu.
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Na manhã seguinte, Harry acordou caído. Ele preguiçosamente se espreguiçou e optou por ficar em sua cama
enquanto os outros ao seu redor se vestiam ruidosamente. Harry podia ouvir Ron falando com os outros meninos.
"Bem, comece a se mexer. Nós não podemos perder o pequeno-almoço." Ron disse, jogando para Harry seu conjunto de
vestes.
Harry saiu da cama e pegou as coisas que ele precisava. Quando ele se endireitou, ele pegou os outros meninos
olhando para ele.
Seamus deu uma cotovelada Dean quando ele abriu a boca para falar. Dean jogou Seamus um olhar irritado e voltou a
falar com Harry.
Dean lançou um olhar para Seamus antes de terminar de fazer o nó da gravata. Harry calmamente vestiu-se, ignorando os
olhares Seamus mantidas as filmagens de seu caminho. Neville, Harry notou estava debaixo de sua cama, pedindo a um
"Trevor" para, "por favor, venha para fora". Balançando a cabeça ao ver, Harry se moveu em direção à porta com Ron,
sua mochila segurava em sua mão.
Assim que ele entrou no grande salão, com Ron e Hermione em ambos os lados, Harry viu a maioria dos ocupantes virar
e olhar para ele. Ignorá-los, Harry caminhou até a mesa da Grifinória e se sentou, puxando um prato mais perto e, a partir
de seu café da manhã.
Em breve, a professora McGonagall entregou os horarios para todos. Ela não disse nada a Harry ou mesmo olhou para ele
mais do que o necessário. Em seu mundo, McGonagall fez questão de mostrar o quanto ele incomodava. Rindo baixinho,
Harry olhou por cima do horário.
"Caramba, você deve olhar para a história deste! Da Magia, Poções duplas, Adivinhação e Defesa duplo Contra as
Artes das Trevas!" Ron reclamou. "Isso tem que ser a pior segunda-feira que nunca!"
"Você disse isso no ano passado também." Hermione lhe disse distraidamente.
"Bem, este ano eu quis dizer!" ele resmungou. "Eu não estou olhando para frente à Umbridge. Julgar pelo que
estarrecedor discurso maçante dela ontem, prestando atenção em suas aulas vai ser impossível."
Harry silenciosamente desacordou de Ron. O discurso feito por Umbridge tinha sido muito interessante. Suas palavras
como "progresso pelo progresso 'causa deve ser desencorajada" e "poda onde encontramos práticas que devem ser
proibidas" foram uma clara indicação de que o que estava acontecendo; O Ministério estava interferindo em Hogwarts.
Hermione pegou a este bem e estava cuspindo como um gato. Ron estava, como sempre, esquecido e teve que ser
contada por Hermione o discurso de Umbridge realmente significava.
"Eu ainda não posso acreditar que ela interrompeu Professor Dumbledore assim", Hermione se juntou. "Ela não tem
educação, do jeito que ela simplesmente se levantou enquanto ele estava falando."
Harry se lembrou do incidente que silenciou a sala inteira. O diretor apenas pareceu surpreso por um momento, mas ele
cobriu sua reação e sentou-se, permitindo que a mulher com cara de sapo falasse.
Depois do almoço, Harry estava saindo da sala quando uma garota alta o bloqueou. Harry reconheceu-a
imediatamente; era Angelina, o capitão de Quadribol.
"Hey, Harry, boa aparência", disse ela com um largo sorriso para ele. "Escute, eu tenho uma notícia. Fui nomeado
capitão. Estamos tendo eliminatórias para goleiro, uma vez que Oliver deixou. Certifique-se de que você está lá na
seletiva na sexta-feira, ok? Bom! Vê-lo." Com isso, ela se foi. Ela não tinha dado a Harry a oportunidade de pronunciar
uma única palavra. Balançando a cabeça em travessuras da menina que ele foi embora, se perguntando quem diabos
era Oliver?
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História da Magia era exatamente como a classe no seu mundo, chato e maçante. Harry estava feliz por ir embora. De
repente ele foi atingido com a percepção de que sua aula de Poções estava ao lado, mas ele não tinha ideia do que
estava ensinando essa classe. Ele não conseguia compreender a ideia de sentar em Hogwarts, assistir a uma aula de
Poções e não a vê ensinando. Ele ainda tinha problemas de aperto para o fato de que não havia James e Lily Potter neste
mundo.
Ele não poderia pergunta a Ron ou Hermione quem era o professor de Poções, como o Harry neste mundo saberia
que o professor de Poções era, então ele continuou andando, mantendo a boca fechada.
"Oi Harry!"
Harry olhou para cima para ver a mesma menina que tinha entrado em seu compartimento no trem. Lembrou-se de
Ginny chamando-a Cho.
"Hi" Harry retornou, perguntando se a menina era um bom amigo do outro Harry.
"Ei, isso é um boton dos Tornados?" Ron perguntou de repente, apontando para um crachá preso a vestes da menina.
"Desde que eu tinha seis anos." Cho friamente respondeu. "De qualquer forma... vejo você mais tarde, Harry." Com
isso, ela foi embora.
"Por que, em nome de Merlin você estava interrogando ela sobre ser um fã Tornados?", perguntou ela.
"Eu não estava interrogando ela, eu só estava perguntando se ela tinha sido sempre um fã ou se ela tivesse acabado
de se torna fã".
"Por que isso importa? Você não podia ver que ela queria falar com Harry?" Perguntou Hermione.
"Eu não estava impedi-la de falar com Harry. Ela poderia ter falado com ele! Ela estava falando com ele!" Ron
respondeu.
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Harry entrou na sala de aula, observando os alunos da Sonserina já sentados. Seus olhos se encontraram com os olhos
frios e cinzentos de Draco Malfoy e o olhar sujo que ele deu só o fez rir silenciosamente. Harry mudou-se para o fundo
da sala e sentou-se ao lado de Rony e Hermione e esperou o Professor desconhecido fazer uma aparição. Ele
preguiçosamente se perguntou se eles estavam de bom em Poções.
"Estabeleça-se."
A cabeça de Harry se ergueu como a voz fria tocou na sala de aula calabouço. Com certeza, lá estava Severus Snape,
vestido com suas vestes escuras habituais, cabelo na altura dos ombros gorduroso cai em torno dele, gancho cheirou
com os olhos ônix frios, vasculhando os quartos ocupantes. Seus olhos encontraram os de Harry e por um momento
ambos só olhava para o outro, choque presente em ambos os pares de olhos. Harry não tinha notado ele na mesa da
equipe na noite passada. Suas intenções de não olhando para Dumbledore tinha feito ignorar o resto do pessoal também.
Snape, claro tinha visto Harry e seu novo visual, mas nunca tive a chance de realmente observá-lo. Agora que ele estava
sentado a apenas alguns passos de distância, ele podia ver o menino corretamente.
"Antes de começar", Snape começou a sua lição e deu as ameaças sobre as corujas as próximas provas e assim por
diante. Harry mal ouviu a ele. Ele não ia ser em torno de as corujas, ele era nada claro sobre isso. Harry olhou para
Snape novamente, surpreso que o homem estava a ensinar Poções. Ele nunca tinha atrelando-o como o tipo de Poções;
Harry não achava que ele tinha a precisão necessária e talento sutil para fazer poções. Ele era um meio decente
Professor de Defesa, que ele não era particularmente bom nisso também...
"Sr. Potter!"
Harry olhou para cima para encontrar Snape em pé diante dele, a classe estava olhando para ele também.
"Sim?"
"Você pode explicar por que você não está anotando as notas que eu coloquei na lousa?" , perguntou ele.
Harry olhou para a placa e viu as instruções para a fabricação de cerveja de esboço da Paz.
"Sim, bem, 'ia' não é bom para mim. Quero que "faça" o seu trabalho "agora" e não mais tarde, quando lhe for
conveniente." Seus lábios se curvaram e um olhar muito feio apareceu em seus olhos. "Você pode pensar que
impressionou a todos com a sua 'reforma', mas você não me impressionar, Sr. Potter."
Malfoy riu, bem como alguns outros alunos da Sonserina. Os grifinórios estavam todos orando Harry manteve sua boca
fechada e não perdê-los todos os pontos da casa. Era o primeiro dia e não quer começar com uma pontuação negativa.
"A menos que o seu novo visual, de alguma forma afetou sua capacidade de fazer poções sem erro, eu sugiro que você
anote as instruções." Snape virou-se e afastou-se, indo em direção à frente da classe.
"Professor?"
"Eu ia dizer, que eu estava apenas indo para salientar que parece haver um erro nas instruções. Você fez mesma
instrução 'adicionar duas gotas de hellbore' duas vezes."
Snape virou-se para olhar para as suas instruções e com certeza não era a linha escrita em dois pontos diferentes.
Snape poderia jurar que não estava lá há pouco. Não era como se ele cometer um erro como esse. Ele se virou e
olhou para Harry, a classe estava olhando para Harry também, imaginando o que aconteceria agora que ele tinha
apontado um erro.
Snape se afastou de Harry e saiu de volta para o quadro-negro. Ele apagou a linha errada e depois de um momento de
reflexão, ele balançou sua varinha, fazendo com penas de todos desaparecem de suas mãos, parando os que ainda
estavam a tomar para baixo as notas. Hermione parecia alguém tinha cortado a mão.
"Você tem uma hora e meia", Snape sussurrou para eles. "Iniciar!"
Harry olhou por cima para encontrar os olhos escuros de seu professor fixos nele, aversão e ódio preenchê-los.
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Harry percebeu muito em breve por que Snape tinha feito a classe tomar notas em primeiro lugar. A espessa fumaça
emitida por numerosos caldeirões estava fazendo a leitura do quadro negro muito difícil. Harry observou os estudantes
em torno dele olhou para o quadro-negro, apertando os olhos e fazendo todos os tipos de rostos, tentando em vão ler as
notas. Dispensável será dizer que a classe foi desastrosa.
Harry olhou para a poção perfeita. Ele sabia como preparar o esboço de poção Paz pelo coração. Foi assim que ele tinha
aprendido todas as suas poções. Lucius nunca tinha permitido que um livro didático no laboratório de poções. As
instruções serão postadas no quadro e exatamente uma hora mais tarde, eles iriam começar a desaparecer. Foi assim
que Harry tinha aprendido poção cerveja.
Harry olhou para o caldeirão de Draco e viu a cor perfeita da poção. Ele também havia fabricado sem nenhum
problema. O resto da turma, no entanto, a história foi diferente. Alguns estavam tentando misturar uma poção tipo de
cimento, outros foram engasgos e tosse em misturas de cheiro desagradáveis .
Snape estava se movendo ao redor da sala de aula, tendo pontos de distância, a partir de apenas Gryffindor, e degradar
aqueles que tinham conseguido derreter seus caldeirões. Ele parou no caldeirão de Harry e olhou para o seu longo nariz
em poção de Harry.
Snape mexeu a poção, verificando a consistência. Ele olhou para Hermione, que ainda estava adicionando os toques
finais a sua poção, que estava olhando como ele deve ser, se um pouco fora de cor.
"Dez pontos da Grifinória." Snape assobiou quando ele balançou sua varinha fazendo desaparecer poção de Harry.
"Você obviamente quer me enganar. Granger, sem dúvida, o ajudou. Mais dez pontos tomados da Grifinória." Outro
aceno e poção de Hermione também desapareceu.
"Nem mais uma palavra de você, Granger. Seja grato eu não estou atribuindo-lhe a ambos, detenções por fraude."
Snape afastou-se, caindo em cima de Neville, fazendo com que o pobre rapaz quase desmaiar de medo.
"O quê?" ele mordeu fora. Ele ainda estava olhando para Snape.
"Nada, é... nada. Deve ser a luz aqui", ela disse. "Por um minuto, pensei que seus olhos se se tornando mais escuro."
Harry se acalmou instantaneamente, forçando toda a raiva e raiva que estava sentindo para o Professor cabelos
gordurosos de volta para baixo. Ele olhou em volta para ela para ver Hermione olhando para ele, parecendo um pouco
nervosa.
"Deve ter sido um truque da luz." Harry disse, embalando suas coisas.
"Sim, deve ter sido." Hermione disse, pegando suas coisas também. Ela não parecia muito certa embora.
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Harry nunca tinha sido mais agradecido por o sino a tocar. Ele sempre gostou de Poções, mas Snape tinha apenas
sugado todo o prazer disso. Harry estava quase fora da porta quando Snape chamou.
Ron e Hermione fez sinal para ele que estariam esperando lá fora para ele. Snape fechou a porta e se virou para
encarar Harry.
"Eu ouvi a coisa mais peculiar ultimamente", disse ele, caminhando até ficar atrás de sua mesa, os braços cruzados
sobre o peito. "Ouvi dizer que sua aparência diferente é devido a um erro poção."
Harry se inclinou para trás para descansar sobre a mesa atrás dele.
"Seu ponto?"
"Outros dez pontos da Grifinória por ser atrevido!" Ele cuspiu. Harry parecia que ele não poderia me importar menos.
Ignorando-o, Snape continuou. "Que poção, atrevo-me a perguntar, você estava tentando fazer quando isso aconteceu."
Ele perguntou, apontando um longo dedo para Harry.
Harry tinha certeza de que ele já sabia, mas respondeu ao humor dele.
Snape de repente teve um espasmo de desprezo frio em seu rosto. Mudou-se então ele estava se inclinando sobre a
mesa.
"Você vê Potter. Essa é a questão. Eu estudei Poções por um longo tempo e eu nunca encontrei nada que sugira que
os ingredientes alternados poderiam levar a uma mudança na aparência."
"Eu chamo-lhe um monte de coisas, Potter, e sim, mentiroso é um deles." Snape respondeu.
Harry afastou-se da mesa, endireitando-se. A ação repentina fez Snape se esquiva para longe de sua mesa, um olhar
cauteloso cruzou. Harry sorriu com a reação dele.
"Não faça a sua situação pior, sendo debochado, Sr. Potter." Ele alertou. "Você tem dois dias para escrever tudo o que
você colocou na poção de fortalecimento e entregá-lo a mim."
"Ou o quê? Você vai me rebaixar novamente, mesmo se eu tiver feito o trabalho?" Harry perguntou.
"Nunca fiz isso na minha vida, e não tenho a intenção de fazê-lo agora." Harry disse com sinceridade.
Snape levantou uma sobrancelha para o comentário, mas não disse nada sobre isso.
"Escreva a suas instruções para o seu chamado" erro de poção ou você terá que responder ao Diretor. "Snape disse
suavemente".
Harry sorriu para a ameaça. Ele sabia que Dumbledore havia colocado Snape nisto.
"Vá e diga a ele que eu não vou fazer isso. Ele não vai ficar bem com um pacote disso, de qualquer maneira." Com
isso, Harry caminhou para fora da porta, deixando um Snape abismado atrás dele.
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No momento em que Harry sentou-se para sua última aula, de Defesa Contra as Artes das Trevas, ele já tinha tido o
suficiente. Tão agradável quanto seu argumento com Snape tinha sido, ele não gostava de ser falado assim. Harry
sabia que Snape o odiava isso era claro, deu pra ver de imediato. Mas o professor foi injusto e pegou nele ao ponto
eram Harry teve de conter-se à vontade de ferir o homem. Ele olhou para Hermione; ela tinha notado os olhos
escurecer. Isso não era bom. Harry nunca conseguia controlar esse poder dele. Se ele se deixasse se levar, ele
poderia explodir seu disfarce, bem como toda a Hogwarts.
Ele resolveu manter seu temperamento sob controle e não deixar-se ficar preocupado, que foi até que ele tinha uma
aula com Dolores Umbridge.
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*Chapter 15*: Chapter 15
Capítulo Quinze
AU Mundial
A chuva começou a cair em pequenas gotas espaçosas quando Harry, Ron e Hermione conseguiram sair. O sol ainda
brilhava de forma a garoa não incomodou a nenhum deles, e como o previsto saíram em direção da casa de Hermione.
Harry ainda estava imerso em seus pensamentos sobre o novo método de pesquisa. Ele estava animado com todas as
coisas que poderia aprender sem denunciar seu disfarce. O único problema era como ele conseguiria pegar o disco de
entrada de Hermione? Ele não sabia se neste mundo Harry era próximo desta Hermione a ponto de ele pedir a ela isso.
Ele tinha certeza de que Hermione não iria dar pra ninguém o seu disco de entrada. O lugar não seria tão seguro se
qualquer um pudesse usar. Era restritamente apenas para os pesquisadores.
Eles tinham acabado de entrar pelos os portões quando Ron e Hermione pararam de repente, tirando Harry de seus
pensamentos.
Ele olhou para a pessoa Hermione estava cumprimentando em estado de choque, ele não podia acreditar em seus
olhos.
De pé na porta, segurando uma pequena caixa cheia com o que pareciam pacotes de sementes, estava um alto e
incrivelmente Neville Longbottom. Harry só podia ficar boquiaberto com a visão. O garoto diante dele muito vagamente
lembrava o Neville Longbottom do seu próprio mundo. Este Neville não tinha nenhuma gordura em lugar nenhum. Ele
tinha uma aparência física magra; o top sem mangas que usava mostrava os seus braços musculosos. Seu cabelo era
longo e caia sobre os olhos.
"Hermione, Ron," Neville cumprimentou. Ele virou-se para Harry, seus olhos de repente endurecimento. "Potter".
Harry estava surpreso com a mudança de seu amigo quando ele falou com ele. Ele se referiu a ele como Potter, não
Harry, mas Potter. Ele não podia acreditar o quanto essa pequena diferença o tinha ferido.
Ele viu a surpresa nos olhos de Neville, mas não houve resposta.
"Ainda trabalhando em suas sementes Fasal?" Hermione perguntou, apontando para a caixa em suas mãos.
"Sim, não tenho certeza se alguma coisa vai funcionar desta vez, mas vou continuar tentando." Ele disse a ela.
Harry percebeu que o menino deve ter tomado um projeto de Herbologia. Ele sentiu-se tranquilizado de uma forma
estranha, saber que pelo menos algumas coisas eram as mesmas em ambos os universos, como a obsessão de
Neville com Herbologia.
Neville se afastou, sem olhar para Ron ou Harry. Assim que ele estava fora do alcance da voz, Ron virou para
Hermione.
"Viu, Ron. Harry não está incomodado. E realmente você deveria estar em melhores condições com ele, especialmente
depois de Neville ajudou a libertar Harry do Ministério."
A cabeça de Harry com isso e ele olhou para Hermione, enquanto ela e Ron continuou a argumentar.
"Talvez, fosse isso. Mas ele está tentando ser civilizado, e também devemos". Hermione disse.
Ron não disse nada, mas continuou a murmurar palavras que soavam como desconfiado e obscenidades dirigidas a
Neville.
Harry não disse nada durante o resto da viagem. Sua mente estava nadando com os pensamentos, todos eles
tentando oferecer razões por que Harry foi preso pelo Ministério, em primeiro lugar?
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Damien não podia deixar de se preocupar. Ele continuou orando para que a bússola funcionasse no domingo. Ele não
queria que seu irmão se arriscasse procurando a bússola em seu novo mundo. Ele não queria Harry perto Voldemort, era
muito aterrorizante até mesmo imaginar.
"Damien? Damien?"
Damien virou-se para ver sua mãe olhando com raiva para ele. Ele olhou em volta para ver o resto da classe olhando
para ele também.
Damien rapidamente baixou a chama sob seu caldeirão preto mas já era tarde demais. Sua poção já estava arruinada.
"Um zero, Sr. Potter." Ela lhe disse com pesar, um aceno de sua varinha e a poção desapareceu.
Damien sentou-se em seu assento, completamente infeliz. Lily afastou-se, concentrando-se os outros alunos que
conseguiram fazer a poção muito bem. Damien recolheu suas coisas e arrumou a mala, não tendo mais nada para
fazer.
Quando a campainha tocou cerca de cinco minutos depois, Damien deixou a sala de aula antes de Lily poderia pedir-lhe
para aguardar. Lily observou o rapaz atirar-se para fora da sala e sentiu a pontada de preocupação na boca do
estômago. Havia alguma coisa acontecendo com ele, Damien não era, mas o mesmo. Ele sempre parecia preocupado
esses dias.
Lily teve que colocar em espera sua preocupação com seu filho mais novo, já que a próxima turma entrava na sala,
pronto para a aula.
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Harry entrou em seus aposentos particulares, de cabeça baixa, ainda intrigado com o que tinha aprendido hoje. Ele foi,
portanto, inicialmente assustado quando viu que alguém estava sentado em seu quarto.
"Hey"
Harry relaxou quando viu que era apenas Damien, sentado no sofá ao lado da lareira, os livros espalhados sobre a
mesa de café, um pergaminho descansando no colo dele, pena na mão; ele estava fazendo seu dever de casa.
"Sim, 'Pontas' não é realmente uma boa senha". Damien respondeu, colocando para baixo sua pena. Harry sorriu,
parecendo um pouco envergonhado. Ele se sentou diante de Damien. "Como foi o passeio com a Hermione?" Damien
perguntou.
"Não deve ter sido tão bom, já que você foi monossilábico." Damien comentou.
"Não, não é isso. O lugar era brilhante. É só que, nós nos encontramos em seu trabalho e acabamos esbarrando em
Neville."
Damien de repente compreendeu e sentiu o pavor preenchê-lo. Ele ia ter que mentir novamente.
"Nada, é só isso. Ele me ignorou depois de me chamar de 'Potter'. Ele nem sequer olhou para mim. Eu tenho a
impressão que ele me odeia, ou melhor, ele odeia o Harry deste mundo."
Damien se mexeu na cadeira, imaginando o que ele poderia dizer que desse tempo de convencer Harry.
"Neville sempre foi avesso com o Harry. Eu realmente não sei por que. Eles simplesmente parecem não gostarem um do
outro." Damien disse.
Harry fez uma pausa, perguntando se ele deve questionar o comentário sobre Neville ajudando Harry a escapar do
Ministério. Ele estava curioso como o inferno sobre o que aconteceu, mas de repente ele percebeu que se questionasse
Damien sobre isso ele não lhe daria uma resposta. Ele estava pensando em tudo o que tinha sido dito sobre este mundo
e este mundo de Harry. Algo simplesmente não se soma.
Ele não disse mais nada para Damien. Ele sabia que o menino escondia coisas dele. Ele agora tinha uma maneira de
obter a verdade, toda a verdade. Ele só tinha que descobrir uma maneira de obter esse disco de Hermione.
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"Por quê?"
"Pai, olhe a lista de alimentos. Você tem comida suficiente para alimentar toda a Hogwarts."
"Você já viu Sirius e Remus comer? Eles poderiam facilmente terminar tudo isto só entre os dois." James brincou.
Harry sentou-se com um sorriso. Ele silenciosamente adorava isso. Ele e seu pai estavam planejando a festa de
aniversário de 15 anos de Damien. Iria ser na Torre de Astronomia, "como sempre" o pai informou-o e Harry estava
tentando finalizar a lista de alimentos e decoração. Com uma pontada dolorosa, Harry percebeu que ele estaria de volta
em seu mundo quando a festa realmente acontecesse. Isso se a bússola funcionasse desta vez.
"Eu acho que assim a lista esta boa. Eu ainda digo que devemos ter explodindo fogos de artifício. Eles são tão legal!"
James disse, escrevendo-as no pergaminho, ainda que Lily tinha apagado das duas últimas vezes que ele lhes tinha
escrito.
"Urgh, não! Nada de explodir fogos de artifício. Eu não tenho, mas sete anos!" Damien disse entrando na sala.
"Você não é divertido!" James fez beicinho quando ele apagou sua última frase.
Damien se juntou a outros dois na mesa de James e se sentou na cadeira ao lado de seu pai.
Harry observou como pai e filho passou por cima da lista. Pela centésima vez, ele silenciosamente agradeceu o outro
Harry para dar-lhe a oportunidade de estar com a família. Mesmo que fosse o aniversário de Damien, que eles
estivessem planejando, ele ainda se sentia como se tivesse um importante papel a desempenhar. Seu pai tinha o
envolvendo em tudo. Era maravilhoso.
"Harry, você acha que isso está bom?" James disse destacando o pergaminho e mostrando a ele.
Harry nem sequer olhar para o pergaminho. Ele manteve os olhos fixos em seu pai, com um sorriso no rosto.
Antes que James pudesse dizer mais, o sorriso de Harry desapareceu e ele soltou um pequeno gemido de dor antes de
sua mão voou para a testa, e se agarrou a sua cicatriz.
Canon Mundial
Harry folheou a cópia de Teoria Mágica Defensiva, nem mesmo tentava ler o material. Era meticulosamente maçante,
para não mencionar muito básico. Harry olhou em volta para ver que ele não era o único entediado fora de sua mente.
Os restos dos alunos estavam todos olhando tão farto como ele. Alguns foram claramente sonhando acordado, os livros
abertos na frente deles, esquecido.
Harry olhou para a Professora de Defesa, sentado à sua mesa, felizmente ignorando os estudantes diante dela. Ele a
tinha figurado-a no momento em que ela entrou na sala de aula. Ela não sabia como ensinar; ela não sabia como falar
com eles; ela se dirigiu a eles como se estivessem cinco anos de idade, e não quinze. Em dois minutos de aula, ela
abusou verbalmente os professores anteriores, dizendo à classe que eles eram "muito abaixo do padrão" dos Exames que
os estudantes desse ano deveriam ter. Harry mal tinha parou de cheirar em resposta. Isso era um eufemismo. Depois de
furar a todos com mais waffle ela disse a eles para guardar suas varinhas e abrir seus livros. Sua lição era nada mais do
que um exercício de leitura chata. Harry balançou a cabeça; ele tinha que parar de ficar surpreso com as táticas de
Hogwarts. Ele não parava de se impressiona, no entanto, em ambos os mundos.
Harry viu Hermione, sentando-se com seu livro fechado à sua frente, sua mão no ar. Harry observava intrigado a
Hermione tentar chamar a atenção da professora. Alguns minutos se passaram e a maioria da classe tinha sua atenção
fixa sobre Hermione. Professora Umbridge estava tentando o seu melhor para ignorá-la, mas como a classe estava agora
abertamente olhando para Hermione e Umbridge, imaginando que ia dar em primeiro lugar; ela não tinha opção, então se
dirigiu a ela.
"Você tem uma pergunta sobre o capítulo, querida?" ela perguntou em sua voz excessivamente doce.
"Bem, eu sinto muito, mas estamos lendo apenas agora", disse a professora Umbridge, batendo seu exemplar do
livro. "As perguntas podem ser respondidas no final da aula."
"Eu tenho uma pergunta sobre o objetivo do seu curso." Hermione mandou.
Harry olhou para o quadro-negro, com fins de curso escritos nele. Professora Umbridge os tinha escrito no momento em
que ela entrou.
"Eles são perfeitamente claras para entender se você lê-los completamente." O professor respondeu, com a voz doce
açucarado agora.
"Bem, eu não entendo elas", disse Hermione. "Eles não dizem nada sobre o uso de feitiços defensivos."
Os olhos de Professora Umbridge estavam fixos em Hermione, seu falso sorriso estampado no rosto.
"Hermione Granger."
"Bem, senhorita Granger, eu não vejo por que você teria a necessidade de usar feitiços defensivos em minha classe.
Afinal, quem atacaria crianças como vocês."
"Isso não é possível! Precisamos aprender a lançar os feitiços, e não apenas ler sobre eles!" Dean gemeu em voz alta.
"Os alunos levantam as mãos se eles desejam falar em minha classe." Voz feminina da professora Umbridge tocou na
sala, desta vez, porém, sua voz tinha uma vantagem gelada.
A classe acalmou, embora suas expressões mostrassem como eles estavam irritados. Harry era o único que não estava
vestindo uma carranca no rosto. Ele não poderia se importar menos com o que era ensinado. Ele não ia estar aqui por
muito tempo. Professora Umbridge levantou-se de seu assento, andando ao redor de sua mesa para estar diante de sua
classe.
"Agora, o Ministério criou um programa cuidadosamente construída que vai garantir que você aprender tudo o que
precisa sobre Defesa Contra as Artes das Trevas. O programa novo, próprio, aprovado pelo Ministério irá permitir-lhe
tudo para passar o seu exame, que é o que a escola é tudo sobre depois de tudo". Ela terminou com uma risadinha
feminina.
Uma dúzia de mãos disparou no ar, fazendo com que o Professor visivelmente tenso com aborrecimento.
"Não há exame prático em nossos exames? Como é que vamos passar sem aprender os feitiços em primeiro lugar?"
Um murmúrio de aprovação percorreu a classe. Harry olhou em volta, divertido com o debate.
"Se você aprender o material completamente, não há nenhuma razão porque você não pode executar as magias no
momento do exame." Professora Umbridge respondeu claramente irritada agora.
"Nós devemos fazer os feitiços pela primeira vez durante nossos exames!? Isso é ridículo!" Seamus saltou.
"O Sr. Finnegan, sua mão não é no ar." Professora Umbridge repreendeu. "Repito, se a teoria é aprendida corretamente,
não há nenhuma razão para que você não possa executar os feitiços na época dos exames." Professora Umbridge
respondeu firmemente.
"Isso já é o suficiente", levantou a voz do professor Umbridge cortar Hermione fora no meio da frase. "Não haverá mais
discussão sobre o currículo da classe. O Ministério pôs em prática este programa por uma razão. Seu estudo anterior
sobre este assunto tem sido inaceitável", sua propagação boca em um sorriso e ela continuou sua voz feminina e doce
retornando. "Eu não gosto de criticar os outros, mas você tem sido exposto a alguns professores muito irresponsáveis e
mal adaptado no passado. Para não mencionar, mestiços extremamente perigosos". Uma risada desagradável lhe
escapou no final de suas palavras.
"Se você está falando sobre o professor Lupin, ele passou a ser o melhor professor de Defesa que tivemos!" Dean
disse com raiva.
"Por outro lado, o Sr. Thomas!" Professora Umbridge disse ignorando os meninos comentar.
Harry, que tinha ficado em silêncio até agora, senti algo dentro dele se mexer. Ele não sabia que provocação de
Umbridge sobre mestiços era se dirigido por causa do Remo.
"Eu não vou dizer isso de novo, eu tenho repetido isso muitas vezes já hoje", disse Umbridge, "os ensinamentos desta
classe têm sido irregular e perigosa. Vocês foram submetidos a aulas não adequadas à sua faixa etária. O Ministério tem
chegar a uma forma de você aprender feitiços defensivos de forma segura, sem risco de que será mais do que suficiente
para passar o exame " ela parou de falar como o som de uma risada baixa alcançou. Atordoada, ela olhou
para a fonte com os olhos arregalados.
Os alunos transformaram em seus assentos para ver Harry, rindo discretamente com a cabeça abaixada.
"Sr. Potter?" Harry olhou para o Professor. "Por que você está rindo?" ela perguntou claramente chocada com o seu
comportamento.
Harry se inclinou para trás em sua cadeira, mantendo os olhos fixos no sapo como o rosto de seu professor.
"Acabei de achar o seu programa" novo "de estudo muito divertido. Numa altura em que todos deveriam estar trabalhando
duro para melhorar a si mesmos, especialmente em Defesa Contra as Artes das Trevas, os Ministérios está fazendo tudo,
pra que fique mais facil de realmente aprendermos nada. Ensinar feitiços de defesa em um ambiente "seguro e livre de
riscos" não é só inútil, mas uma perda de tempo. Quaisquer ataques que acontece não vão acontecer em um "lugar um
livre de risco", eu acho que não deveria ser surpreendente, não realmente, considerando a atitude do Ministério tem sido
sempre a enterrar a cabeça na terra e ignorar todas as ameaças, esperando que ela vá embora. Bem, algumas ameaças
não vão embora. Voldemort passa a ser um delas".
O consumo coletivo de ar ecoou por toda a sala de aula. Para os primeiros momentos, a professora Umbridge não
falou. Seus olhos estavam fixos em Harry, assim como o resto da classe, sem se atrever a olhar para longe dele.
Lentamente, ela saiu de seu torpor.
"Quarenta pontos, Sr. Potter, por falar fora de hora sobre o Ministério."
Harry deu de ombros abertamente, fazendo com que os meninos ao lado dele ofegarem em choque. Professora
Umbridge continuou seus olhos finalmente saindo do rosto de Harry para olharem paras todos na sala.
"Agora me escute com cuidado. Todos vocês foram informados de que um certo bruxo das Trevas está de volta dos
mortos. Isso é uma mentira." ela disse devagar e em voz alta, tendo o cuidado de dizer cada palavra corretamente.
Harry sentiu um profundo sentimento de irritação com a professora. Quanto tempo foram esses idiotas iriam mentir
para si mesmo?
"Perfeitamente um garoto de 17anos e saudável não caiu morto por sua própria vontade, Professora." Harry disse, assim
como alto e bom som. "Se você afirmar Voldemort não está de volta, então como você explica a morte de Cedric
Diggory?"
Um estranho silêncio caiu sobre a sala. Os estudantes estavam todos observando Harry, notando a calma que ele
falou a respeito da morte de Cedric. Hermione estava quase piscando enquanto olhava para Harry.
"O que aconteceu com Cedric Diggory foi um trágico acidente-" Umbridge começou.
Harry não sabia quem era Cedric Diggory; ele nunca tinha conhecido o rapaz, mas ele sabia que o rapaz tinha sido
assassinado por Voldemort. O Harry deste universo tinha lhe dito tudo a primeira vez que se encontraram. Ele alimentou
sua raiva não tem limites quando as pessoas se recusaram a acreditar que Voldemort voltou, mesmo após o assassinato
de Cedrico Diggory.
Professora Umbridge não falou imediatamente. Ela abaixou-se em sua cadeira e juntou as mãos em toda a sua
ordenadamente. Quando ela falou, era sua voz doce açucarado que transita para Harry.
"Contar mentiras", ela respondeu docemente, com um sorriso de seu rosto largo.
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Harry estava muito orgulhoso de si mesmo. Ele havia se abstido de explodir essa mulher sapo em um milhão de
pedaços pequenos no meio da sala de aula de Defesa. Em vez disso, ele aceitou calmamente a detenção dela.
"Queria que você me visse agora, pai. Você ficaria orgulhoso." Harry murmurou para si mesmo quando ele se sentou no
Grande Salão para jantar.
Hermione, Rony e Neville estavam ocupados chamando Umbridge todos os nomes sob o sol.
"Ela é simplesmente horrível!" Ron disse, sua comida esquecido diante dele. "Eu não sei por que Dumbledore
contratou como nosso professor. Não vamos aprender alguma coisa com ela."
"Eu não acho que ele quis contratá-la", respondeu Hermione. "Eu ouvi um boato de que ninguém queria ocupar a
posição, uma vez que os últimos quatro Professores ou acabou demitido, morto, clinicamente insano ou beijada por um
Dementador. Aposto que qualquer coisa, o professor Dumbledore foi pressurizado em contratá-la pelo Ministro uma vez
que ele não poderia encontrar alguém a tempo para o início do prazo. "
Harry achou que ela provavelmente tinha razão. Ele olhou para a mesa dos professores para ver o diretor, ele estava
comendo em silêncio, seus olhos expressos no seu prato, mas Harry tinha a sensação de que ele estava olhando em sua
direção apenas momentos antes.
"Eu não posso acreditar que ela o chamou de mentiroso", disse Neville, chamando a atenção de Harry de volta à mesa.
Harry deu de ombros, preferindo não falar com Neville. "Minha Vó diz que Dumbledore é um grande mago e se
Dumbledore diz que Você-Sabe-Quem está de volta, então ele está de volta. Não há nenhum ponto para negá-lo." ele
disse com um aceno.
Harry desviou o olhar em resposta, brincando com sua comida. Ele manteve sua opinião de Dumbledore para si
mesmo.
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Na noite de primeira detenção de Harry, ele chegou à porta do Professor e bateu uma vez antes de entrar. Ele entrou na
sala e ficou perto da porta. Era impossível manter o olhar de revolução longe de seu rosto. Onde quer que olhasse, a cor
rosa agredido os olhos. Até as paredes eram rosa e coberta de retratos de gatinhos, a maioria dos quais fugiam a visão
de Harry.
Harry olhou para o curto bruxa, sentado atrás de sua mesa perfeitamente organizado. Harry caminhou em, deixando
cair sua bolsa ao lado da única mesa e cadeira, no meio da sala. Sentou-se, sem ser dito e olhou descaradamente
para Umbridge.
O sorriso de Harry era a única resposta que tenho e ela não empurrar para uma saudação. Em vez disso, ela limpou
sua garganta e se dirigiu a ele.
"Para a sua detenção, você estará fazendo algumas linhas para mim. É importante para você entender que você não
pode espalhar mentiras desagradáveis."
Harry não respondeu e continuou a sentar-se, confortavelmente em sua cadeira. Depois de uma pausa deliberada,
Harry se abaixou e tirou sua pena e pergaminho.
"Oh, não, querido. Você vai usar esta pena. É muito especial e perfeito para essa punição." Umbridge disse, parecendo
mais confiante agora.
A palavra "punição" fez o estômago de Harry apertar dolorosamente. Ele se levantou e caminhou até a mulher. Quando
ele se aproximou dela, ela estendeu uma pena preta fina, com uma ponta afiada. Harry pegou a pena dela, rolando a pena
fina entre os dedos. Ele sabia o que ele estava segurando. Ele tinha lido sobre eles e Bella tinha sequer mostrou-lhe uma
vez. Ela disse a ele que seu pai faria Marco, seu irmão, use um Quill sangue se ele nunca desobedeceu a ele. Harry sabia
que eles eram ilegais e nunca em sua vida que ele imaginar ver um em Hogwarts.
Harry encarou o professor antes dele, como ela se sentou sorrindo largamente para ele. Ele não podia acreditar que a
mulher iria realmente usar algo tão horrível como o Pena de Sangue n um estudante, numa criança de 15 anos.
"Tome isso, Sr. Potter e retornar ao seu assento." Umbridge disse, parecendo que ela estava curtindo cada minuto
desta detenção.
Em vez de voltar para o seu lugar, Harry inesperadamente inclinou-se para o professor. Surpresa, Professora Umbridge
recuou.
"Sr. Potter! O que você está fazendo?" ela exclamou.
Mas Harry não respondeu. Seu olhar verde foi fixado nela, fazendo-a pele arrepiar com trepidação. De repente, sua mão
disparou perto de sua cabeça, os dedos roçando-lhe a testa. Atordoada, ela soltou um pequeno grito feminino. Harry
puxou a mão de volta.
"Sr. Potter! O que você acha que você está fazendo?!" perguntou ela.
Harry ergueu a mão, mostrando um pequeno inseto de cor vermelha, descansando na palma da sua mão.
"Oh, bem, obrigado por... isso. Mas, por favor, volte para o seu lugar e começar a sua detenção." Ela disse-lhe,
claramente abalada.
Harry obedeceu e voltou para seu assento. Sentou-se, ainda segurando a pena. Uma vez que ele estava sentado, ele
virou-se para a bruxa.
"O que você quer que eu escreva?" ele perguntou com a voz perfeitamente educada.
"Eu não devo contar mentiras." Umbridge respondeu, com a voz de volta para a sua doçura habitual.
Os olhos de Harry escureceu um tom, mas ele acalmou-se instantaneamente. Com um sorriso, ele abaixou a cabeça,
colocando a pena para o papel, e começou a escrever.
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Era mais de uma hora da manha quando Harry voltou para a sala comum. Ele ficou surpreso ao ver Ron e Hermione
acordado e esperando por ele.
"Por que vocês ainda estão aqui?" Ele perguntou como ele andou até eles.
"Não conseguia dormir, não sem ver o que esse sapo fez você fazer para a detenção!" Ron disse, sentando-se na
cadeira.
"Não foi nada." Harry disse, sentando-se na cadeira ao lado do fogo morrendo.
"O que ela fez você fazer?" Hermione perguntou com preocupação.
"Oh, bem, isso não é tão ruim, não é?" Ron respondeu.
Harry sorriu.
"Mas, na verdade, Harry. Você não deve provocá-la. Você teve sorte, ela só fez você escrever linhas. Ela poderia
ser muito pior da próxima vez."
"Hermione, ela era basicamente chamou Harry e Dumbledore um mentiroso. Como é que Harry deveria ficar calado
sobre isso?" Perguntou Ron. Em seguida, voltando-se para Harry, acrescentou. "Você foi brilhante embora. Insultar o
Ministério, você pode ver como ela ficou irritado!"
"Por que você disse todas essas coisas sobre o Ministério?" Hermione perguntou Harry.
"Porque é a verdade." Harry disse simplesmente. "Você não pode me dizer que você realmente acredita no Ministério
após a forma como eles têm se comportado? Eles têm toda a prova que eles precisam que Voldemort está de volta,"
Harry revirou os olhos quando os outros dois tiveram reações graves a nome do Lorde das Trevas ", e ainda assim eles
se recusam a colocar em práticas para ajudá-los a vencer contra ele".
Ron e Hermione pareciam muito mais sério agora. Ambos ficaram em um silêncio preocupado.
"Ele realmente está lá fora, não é?" Hermione perguntou em um sussurro, de frente para as janelas grandes,
observando a libra chuva fortes para eles.
"Ele sempre esteve lá para fora, Hermione." Harry respondeu. "Você simplesmente não tinha que enfrentá-lo até agora."
Hermione deu um tremor involuntário. Ron apenas pareceu mais pálido do que o habitual. Harry sentiu uma pontada de
arrependimento por eles. Ele podia ver o medo em si claramente, e Harry sabia que, provavelmente melhor do que
ninguém, que o medo estava bem colocado.
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A porta se fechou com um baque e os alunos tagarelas silenciaram instantaneamente. A maioria já tinha tirado a sua
defensiva livro Teoria Mágica, a julgar pela sua última aula de Defesa Contra as Artes das Trevas, esta lição ia ser gasto
lendo o capítulo dois.
No entanto, os alunos se detiveram no ato de abertura de seus livros, quando eles viram o estranho traje que sua
professora estava usando. Hermione franziu a testa ao vê a professora Umbridge apoiando um grande chapéu-de-
rosa. A peça cabeça atroz era tão grande que escondia quase todo o rosto do Professor. Só a boca era visível sob o
chapéu.
Harry observou com satisfação profunda como a Professor desajeitadamente fez seu caminho para o quadro-negro.
Os alunos começaram a sussurrar um ao outro, perguntando por que a mulher estava usando tal chapéu de bobo.
"Comece a ler o capítulo dois, não haverá necessidade qualquer de fala!" a voz estridente gritou para eles. O tom de sua
voz e da ausência de sua saudação matinal alertou a classe para o fato de que a professora Umbridge estava de mau
humor.
"Erm, professora Umbridge? Por que está usando um grande chapéu de tal?"
"Vinte pontos da Grifinória!" Umbridge rosnou de volta, sentando-se em sua mesa com um baque alto.
Parvati olhou pedindo desculpas aos seus colegas da Grifinória. Ninguém parecia se importar com a perda de pontos,
todos eles estavam ansiosos para descobrir por que ela estava usando esse chapéu também.
Harry estava tendo a maior diversão que tinha tido desde que ele veio a este universo. Ele estava aproveitando cada
minuto disso. Ele esperou até que a classe havia abandonado seus livros e estavam olhando para o professor, antes de
agir.
Seu dedo se contraiu na menor das ações e de repente a grande chapéu-de-rosa voou da cabeça de Umbridge,
ficando para trás sua cadeira.
Professora Umbridge soltou um gritinho e tentou o chapéu de novo, mas ele caiu e longe de seu alcance. Ela teria que
levantar-se e sair de seu assento, se ela queria que seu chapéu novo. Até então, já era tarde demais. Toda mundo viu
por que ela estava usando um grande chapéu-de-rosa.
Os suspiros que ecoaram na sala fez Harry sorrir. Foi apenas momentos antes de a classe explodiu em gargalhadas
ferozes. Os meninos estavam batendo as mãos nas mesas, rindo mais do que nunca. As meninas foram associar-se,
apontando para a mulher rosa enfrentou e rindo como louco.
Harry tinha o olhar fixo sobre a mulher de pé diante deles, com um sorriso satisfeito no rosto.
Na testa do Professor, escrito em o que parecia ser tinta vermelha tinha as palavras, não deve ser um pé no saco. A
última palavra foi escrita bem entre os olhos e era maior do que o resto das palavras, tornando-se destacar. As
palavras estavam brilhando e ficou orgulhoso contra a pele pálida da Professora.
A mulher tinha agarrou seu chapéu e empurrou-a contra a cabeça, escondendo a mensagem que tinha sido esculpido em
sua testa. Professora Umbridge olhou para Harry ferozmente como ele abertamente sorriu para ela. Ela desviou os olhos
dele e tentou controlar sua classe.
"Pare com isso! Eu ordeno que você pare de rir imediatamente!" Ela gritou, mas ele não fez nada para os alunos
histéricos. "Detenção, a todos vocês!" ela ameaçou, mas mesmo que não fez nada para acalma-los.
Apenas um aluno não estava rindo e rindo e era Hermione Granger. Ela tinha os olhos não fixo na mulher constrangida
diante deles, mas para o rapaz sentado à sua direita, olhando imensamente satisfeito.
Hermione olhou para Harry, notando a aparência incomum que ele tinha em seus olhos quando ele sentou-se sorrindo
para a professora Umbridge. Harry nunca olhou para ninguém assim. No momento em que Hermione tinha visto a
mensagem na testa do Professor ela virou-se para olhar para Harry e ela tinha visto o olhar de satisfação no rosto. Ela
podia ver claramente o prazer em seu rosto, enquanto observava a mulher envergonhar-se. Ela nunca pensou que Harry
poderia tomar tal prazer com a dor de alguém, mesmo que fosse a Professora Umbridge.
Professora Umbridge não podia controlar a classe; até mesmo atirando fagulhas de sua varinha não fez nada para
acalmá-los. Ela teve que correr para fora, eventualmente, para ficar longe do som do riso. Depois que ela se foi, os
alunos se acalmaram, embora a maioria continuasse rindo.
"Merlin, quem escreveu aquilo na cabeça dela!? Isso foi brilhante!" Perguntou Dean.
"Eu não sei, mas que foi a melhor brincadeira, isso foi!" Ron disse, em silêncio, esperando que fosse Fred ou George.
"Por que ela não apenas escondê-lo com um encanto?" Lavender perguntou, passando Parvati um tecido para que ela
pudesse enxugar as lágrimas, o riso tinha causado, de seus olhos.
"Provavelmente não funcionou. Eu não posso ver que o chapéu ser a primeira escolha para ela." Seamus riu.
Os alunos mantiveram rindo e desejando que eles pudessem encontrar a pessoa que foi responsável por constranger o
sapo irritante de uma mulher.
"Quem quer que seja, foi um trabalho bem feito!" Seamus riu.
Hermione observou enquanto Harry não respondeu, mas um sorriso definitivo se espalhou pelo seu rosto.
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Naquela noite, tudo o que alguém falou foi a mensagem na testa de Umbridge.
"Ouvi dizer que ela acordou no meio da noite com uma dor em queimação na cabeça dela", um sexto ano da Grifinória
menina estava dizendo. "Ela correu para a enfermaria, mas Madame Pomfrey não poderia ajudá-la. Nada funcionou para
curá-la. Não há poções, sem encantos de ocultação, nem mesmo glamour."
"Mas como isso aconteceu?" uma menina de cabelo loiro perguntou à amiga.
"Eu não sei, mas é realmente muito sério." A primeira menina continuou. "Não está escrito em sua cabeça, mas
esculpida em sua pele. Isso é horrível!"
Hermione se afastou da conversa, não querendo ouvir mais. Sua classe tinha sido repreendida pelo professor
McGonagall que tinha andado em sua classe de Defesa após a Professora Umbridge saiu correndo. Agora todos eles
tinham um ensaio extra para entregar a ela como punição para ridicularizar a Professora. Embora, por um leve momento
em que ela parecia estar se se divertindo, mas que poderia ter sido um truque da luz.
Hermione virou-se para olhar para Harry, quando ele se sentou com Rony e Gina, falando baixinho para eles. Ele não
comentou sobre a professora em tudo, nem um único comentário.
"Harry," ela começou, chamando a sua atenção. "Você não viu nada, quando você foi para sua detenção ontem à noite
não é?"
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Naquela noite, tudo o que todos falaram foi sobre a mensagem na testa de Umbridge.
"Você foi provavelmente o último para atender a Professora Umbridge antes de ela ir para a cama. Há um boato de que
ela acordou no meio da noite com a mensagem esculpida em sua testa. Você não saberia me dizer alguma coisa sobre
isso , você faria? "Hermione perguntou.
"Nada", Hermione respondeu rapidamente. "Eu só estou querendo saber se ele viu alguém, você sabe, fazendo uma
brincadeira com ela."
"E daí quem fez?" Ron respondeu. "Ela mereceu. Ela estava sendo um pé no saco!"
"Eu estou dizendo a verdade. Ela estava horrível e eu ouvi que a mensagem em sua cabeça era realmente de uma
Pena de Sangue, que é o que Madame Pomfrey disse em seu relatório. Ela tinha uma Pena de Sangue." Ron disse.
"Fred disse que Lee disse a ele que Jason ouviu de Debra que estava na ala hospitalar com Sharon quando Madame
Pomfrey estava falando com o Professor Snape sobre uma possível poção para ajudar a curar as cicatrizes causadas
por uma pena de sangue."
"Então você vê, Umbridge mereceu. Ela deve ter tentado usar a Pena de Sangue em alguém, mas saiu pela culatra e
se voltou pra ela." Ron terminou, dando uma mordida enorme do seu sanduíche de frango assado.
Hermione de repente deu uma guinada em torno de olhar para Harry. Lembrando-se da conversa na última.
"O que ela fez você fazer?" Hermione perguntou com preocupação.
"Oh, bem, isso não é tão ruim, não é?" Ron respondeu.
Harry sorriu.
Hermione sentiu seu coração martelo em suas entranhas. Linhas, Harry deveria ter feito linhas de detenção. Seria
possível que ela tivesse usado a Pena de sangue, mas saiu pela culatra? Mas a questão era, como é que a pena sair pela
culatra? Harry não sabia esse tipo de magia; para reverter os efeitos de um objeto para outra pessoa. Ou será que ele
sabia?
Harry viu o olhar nos olhos de Hermione e rapidamente desviou o olhar. Ele poderia ter imaginado que se havia alguém
para entendê-lo e sua verdade para fora, seria Hermione.
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Harry caminhou para sua segunda detenção da semana. Ele estava realmente ansioso para isso. Sem bater, ele entrou
na sala do Professor Umbridge para encontrá-la sentada à sua mesa, um espelho na mão. Ela olhou por cima do
espelho e olhou para Harry com ódio.
Harry riu.
"Agora, agora, Professora. Você está se deixando levar. Como posso possivelmente ter feito isso com você?" Harry
perguntou.
"Você vai pagar! Eu não vou deixar você ir longe com isso! Você vai ser expulso! Eu vou ter certeza disso!" Professora
Umbridge gritou.
Harry caminhou para dentro da sala, fazendo com que a mulher calar a boca de uma só vez.
"Se você estivesse poder para me expulsar, você já teria feito isso por agora," Harry disse a ela calmamente. "Você não
pode fazer nada para mim, porque você não pode provar que eu fiz alguma coisa com você."
"Você não pode fazer nada. Se você vai para o diretor para reclamar de mim, você vai ter que admitir em primeiro lugar
que você me fez usar uma Pena de sangue, o que você sabe perfeitamente bem, que são ilegais." Harry sorriu enquanto
ele continuou. "se por acaso eles não expulsa-la imediatamente por torturar um estudante, eles nunca vão acreditar que
um aluno do quinto ano foi capaz de reverter os efeitos de volta para um professor." Harry terminou.
"Como você fez isso?" Umbridge perguntou em voz baixa. "Eu vi a sua mão na noite passada, a pena tinha trabalhado
em você, Como você fez isso !?". perguntou ela, tremendo de raiva.
"Fazer o que?" Harry perguntou com inocência exagerada. "Se você acha que eu executei um charme atraso na pena,
antes de dirigir o efeito da pena de você e, em seguida, escreveu que a mensagem que está em sua testa, em vez de as
linhas que você me deu, antes de aplicar um charme irritação falso na minha própria mão, em seguida, você está
enganada. "
Umbridge estava de pé, com as mãos gordinhas fechadas em punhos, incapaz de falar uma única palavra. Finalmente ela
conseguiu a assobiar para ele,
"Cornelius estava certo sobre você! Você não é tão inocente como você parece ser!"
"Eu não sou inocente em tudo." Ele a corrigiu preguiçosamente. "Agora, como para a minha detenção, você quer outro
repetir o desempenho de ontem à noite?" ele perguntou, apontando para a mesa e cadeira.
Com que Harry abriu a porta e saiu, deixando atrás de si uma bruxa quase soluçando.
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*Chapter 16*: Chapter 16
Capítulo Dezesseis - Os Malfoys.
AU Mundial
Harry recuperou-se apenas momentos depois da súbita dor em sua cicatriz. Sua cicatriz já tinha queimado antes, isso o
tinha prejudicando todo o verão, mas esta era a primeira vez que tinha queimado deis que ele veio a este novo universo.
Junto com a dor cegam-te e afiada, Harry sentiu uma estranha sensação na boca do estômago. Parecia que seu
estômago tinha dado um salto mortal.
Piscando ainda que com dor, Harry baixou a mão e olhou para cima para encontrar um muito preocupado olhando
James e Damien olhando para ele. Harry não tinha tido conhecimento de que James havia deixado seu assento e ido
direito ao seu lado.
Harry não podia responder. De repente, ele se sentiu muito doente; o pânico estava fazendo seu estômago apertar
dolorosamente. Ele reagiu a dor de sua cicatriz na frente de seu pai. Como ele ia explica isso? O outro Harry não tem
uma cicatriz, como ele nunca foi atingido com a maldição de Voldemort. Então, como Harry iria se explicar?
Harry estava pingando com o suor. Seus olhos correram para Damien, um pedido silencioso de ajuda. Mas Damien
estava com o mesmo olhar de preocupado. Seus olhos estavam fixos em um James pálido, esperando o inevitável.
James colocou a mão no ombro de Harry, fazendo com que o coração do rapaz bater duas vezes mais rápidas.
"Harry," James começou, com a voz trêmula e tranquila. "Foi... foi a sua... cicatriz?" ele perguntou.
Harry olhou diretamente nos olhos de James com surpresa. Ele sabia sobre a cicatriz? Será que isso significa que o outro
Harry tinha uma cicatriz também? Mas como isso era possível? O outro Harry havia dito que sua família nunca foi
atacado em Godric naquela noitede Halloween, Voldemort nunca invadiu sua casa, ele nunca matou James e Lily, ele
nunca apontou sua varinha para um Harry de um ano de idade e soltou a maldição da morte, não havia maldição para
atingi Harry e rebater de volta a Voldemort, assim como Harry ficou com uma cicatriz?
Seu silêncio foi mal interpretado e rosto de James rapidamente perdeu a cor.
"Não, pai, não era a minha cicatriz." Harry disse rapidamente, à força tirando-se fora de sua surpresa.
"Não minta Harry. Eu vi você." James disse seus olhos correndo para a cicatriz em forma de raio.
"Não, eu só tive uma dor súbita na minha cabeça, não era a minha cicatriz." Harry disse, tentando parecer honesto.
Damien ficou em silêncio por trás deles, sentindo-se nauseado pela situação. Quanto tempo essa mentira iria durar?
Muito em breve, tudo seria descoberto.
James não pareceu acredita em Harry, mas ele esticou o braço e colocou a mão na testa de Harry, para verificar a sua
temperatura. Harry tentou ignorar a forma como a mão de seu pai estava tremendo.
"Você está se sentindo doente?" ele perguntou, desejando que sua voz voltasse ao normal.
Harry acenou com a cabeça, mantendo os olhos longe de seu pai. Ele era um horrível mentiroso.
"É melhor você ir e deitar então. Aqui, pegue algum alívio da dor." James disse, abrindo a gaveta de lado e entregando-
lhe um frasco.
Harry tomou a poção oferecida, mas não beba imediatamente. Ele foi indo para a porta, em direção ao seu próprio
quarto, mas James o deteve, colocando uma mão em seu ombro.
xxx
Harry não tinha a intenção de adormecer. Ele acordou abruptamente e percebeu que ele estava no quarto de seu pai,
ainda na cama transfigurado. Ele puxou as cobertas e saiu. Ele olhou ao redor da sala vazia, imaginando quanto tempo
ele dormiu.
Harry calmamente deixou os arredores, esperando Damien estava em torno de modo que ele pudesse perguntar o que
diabos estava acontecendo. Por que seu colega tem a mesma cicatriz que ele se as coisas aconteceram de forma
diferente aqui? Harry agora sabia que a pequena cicatriz na testa não era sua própria luta cicatriz através do glamour,
como ele tinha pensado anteriormente. Era a cicatriz real, pertencente à Harry Potter deste universo. Era fraco,
provavelmente porque Voldemort este mundo estava morto. Mas Harry não conseguia entender por que ele tinha a cicatriz
em primeiro lugar. Não fazia sentido. Ele tinha a cicatriz porque sua mãe se sacrificou para salvar a sua vida, dando-lhe
proteção contra a maldição da morte de Voldemort. A maldição recuou e foi isso que lhe deu a cicatriz. Mas Lily Potter
estava viva neste mundo, então por que seu colega tem a mesma cicatriz? E, a julgar pela reação de seu pai no início,
parece que a outra cicatriz de Harry costumava doer também.
Harry saiu das adjacências e estava indo para o seu próprio quarto quando ouviu o som fraco da voz de sua mãe.
Estava vindo da direção de seus aposentos. Silenciosamente, Harry caminhou até a porta, apenas do outro lado do
quarto de James e parou diante da porta.
Ele estava prestes a bater a porta e interromper quando ele pegou alguma coisa da conversa acontecendo. Ele ouviu
atentamente, esperando que possam responder algumas de suas perguntas.
"... Ele estava mentindo, eu posso dizer. Era a sua cicatriz que tinha doido." A voz de James veio de trás da porta.
"O que significa isso? Você não acha que... que..." Lily não conseguiu terminar. Para os próximos momentos ninguém
falava, Harry apurou os ouvidos para captar a conversa. Em um sussurro baixo, Lily perguntou: "que o Harry estava
errado? As Horcruxes, ninguém sabia ao certo o que elas eram. E se, se, talvez, uma delas era falsa? E se ainda há
uma perdida".
Harry não sabia o que era uma Horcrux, ele estava certo de que a palavra nunca foi mencionada em nenhumas aulas
em Hogwarts. Mas, desde o tom de voz usado sua mãe, que soou como uma coisa assustadora.
Harry podia ouvir o medo em sua voz e fez seu coração bater dolorosamente rápido.
"Ele não pode voltar." Lily sussurrou, fazendo calafrios subir pelas costas de Harry. "Não, depois de tudo o que
aconteceu, ele se foi, não havia mais nada dele. Como ele pode voltar?" ela perguntou sua voz histérica.
Passos ecoou e Harry ouviu um soluço abafado. Ele assumiu o seu pai tinha se aproximou para abraçar sua mãe e foi
consolá-la.
"Ele não está de volta", disse James em voz alta. "Nossos medos são sem sentido. Harry foi detalhista em sua pesquisa.
Trabalhou duro, antes de destruir os Horcruxes de Voldemort. Ele nunca deixaria qualquer um delas passar
despercebidas. Eu estou mais do que certo sobre isso."
"Mas, sua cicatriz doeu... James, o que vamos fazer?" Lily perguntou, através de soluços.
"Vou falar com Dumbledore. Ele deve saber sobre isso. Você se lembra de o que ele nos disse sobre a cicatriz de Harry,
sua conexão com Voldemort através de sua cicatriz estava pondo em perigo a sua vida. Talvez, talvez sua cicatriz doendo
tenha algo a ver com isso." James disse a ela.
"Mas por que ela doeu? Se Voldemort se foi, a cicatriz de Harry nunca deve queimar." Lily falou.
"Eu não sei, Lily," James admitiu. "Mas eu vou descobrir." Ele prometeu. Um momento de pausa e, em seguida, James
voltou a falar, seu tom mais suave. "Ele não está de volta, Lily. Eu não posso nem pensar nele voltando. Nossa vida
acaba de começar a ser um pouco normal. Se Harry tiver que enfrentá-lo novamente... eu não vou perde Harry, não mais,
nunca mais."
Harry se afastou da porta. Ele calmamente caminhou de volta para o quarto. Ele tinha pensado espionagem de
conversa de seus pais teria esclarecido as coisas, mas ele só acabou mais confuso. Ele se sentou em sua cama,
tentando juntar o que havia aprendido.
Harry havia matado Voldemort; ele já sabia disso. Mas Harry tinha usado alguma coisa, Horcruxes, ele tinha destruído
Horcruxes que estavam de alguma forma ligado a Voldemort. Sua cicatriz usada para feri-lo e o Professor Dumbledore
lhes havia dito que sua cicatriz estava ligada a Voldemort. Harry passou o dedo sobre a sua própria cicatriz, odiando a
admitir a verdade de que ele tinha uma conexão com Voldemort.
O que Harry não conseguia entender eram as palavras que seu pai falava no final; algo sobre não querer perder Harry,
para não perdê-lo novamente. O que isso significa?
Harry passou a maior parte da noite pensando sobre os possíveis significados dessa declaração. Era quase
madrugada antes de Harry rolou para o lado e permitiu que sua mente exausta de desligar e ir dormir. Sua única
garantia era que ele logo saberia tudo. Tudo o que ele tinha a fazer era pega esse disco de Hermione.
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Harry acordou pouco antes do meio-dia do dia seguinte. Ele se sentou em sua cama, com os olhos turvos olhando para o
relógio na parede distante. Seus olhos se arregalaram com surpresa que ele tinha dormido por tanto tempo. Ele subiu fora
da cama, batendo na gaveta de cabeceira pequena, enviando sua lamparina quebrando no chão.
Ele empilhou as peças de volta na gaveta e foi quando ele percebeu que o pergaminho com a nota rabiscada.
"Passei para verificar em você. Sua temperatura estava normal. Eu não tive coragem de acordá-lo para o café da
manhã. Venha me ver quando você estiver a fim. Amo você, pai."
Harry correu através de sua rotina matinal o mais rápido que pôde e foi correndo para o Grande Salão, com a intenção
de falar com seu pai no almoço. Ele esperava ser cercado pelo resto da escola pode significar que seu pai não iria fazer
todas as perguntas embaraçosas, sobre a noite passada.
Ele correu para o salão, o cabelo ainda molhado e bagunçado. Ele abrandou o seu ritmo quando se encontrou com os
olhares dos alunos. Ele olhou para Damien quando ele passou pela mesa de Grifinória. O garoto estava olhando para ele
com cautela, um pouco de preocupação mostrou em seus olhos.
Harry desacelerou, quase a um impasse quando ele viu que seu pai estava sentado ao lado do diretor, ambos estavam
conversando em voz baixa. Seus olhos se voltaram para ele e Harry se viu olhando para eles. Seu pai deu-lhe um sorriso
genuíno, afastando-se de Dumbledore, endireitando-se na cadeira. Harry escolheu para se sentar ao lado de sua mãe, ele
não queria estar perto Professor Dumbledore não agora, mas temia o poderoso mago pode ser capaz de ver através dele
e de suas mentiras.
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Damien esperou para falar com Harry, mantendo-se parcialmente escondido em uma alcova perto do Salão Principal.
Ele viu seu pai sair para a aula, sua mãe ainda estava pendurado em torno da sala, conversando com Harry, sem
dúvida, ou talvez Dumbledore.
Damien engoliu o medo de volta para baixo, não se permitindo a imaginar o quão ruim as coisas poderiam ficar. Se
Professor Dumbledore se envolveu na investigação do por que cicatriz de Harry queimou, ele, sem dúvida, perceberia,
mais cedo ou mais tarde, que Harry não era deste mundo. Damien balançou violentamente longe a imagem mental de
expressões furiosas de seus pais. Ele sofreria realmente sofreria, se os seus pais descobriram a verdade. Seu pai nunca
iria perdoá-lo e nunca mais ele seria confiável, com qualquer coisa. E, como para o seu irmão, Harry, Damien nem sequer
quero imaginar o que aconteceria entre seu pai e irmão. Era uma conversa, ele nunca esperava que acontecesse.
Damien saiu destes pensamentos quando viu Harry aparecer no corredor. Sua mãe estava seguindo-o para fora e, por
um momento, Damien pensou que Harry ia caminhar junto com ela. Felizmente, eles caminharam em direções opostas
Lily indo para as masmorras para ensinar sua próxima aula, e Harry estava indo em direção à porta principal, com a
intenção de ir para fora.
Damien moveu-se rapidamente, deixando as sombras de seu esconderijo e seguiu Harry. Ele encontrou-se com ele
assim que ele saiu. Harry estava surpreso com a súbita aparição de outro Potter.
"Damien? De onde você veio?" ele perguntou.
"Eu estava seguindo você." Damien respondeu logo. "Nós realmente precisamos conversar." Ele acrescentou.
"Está tudo bem, é apenas História da Magia, Binns nem vai perceber que eu me foi.". Damien respondeu.
Os dois rapazes se dirigiu para a Floresta Proibida, Harry notou a ausência da cabana de Hagrid. Mais uma vez ele se
perguntou onde seu amigo estava neste mundo.
Eles chegaram apenas na periferia da floresta, mas não foram mais fundo. O primeiro pensamento de Damien se
perguntou quando certo eles estavam sozinhos;
"O que o pai dizer depois que eu saí ontem à noite?" Damien perguntou, preparando-se para o pior.
"Nada. Na verdade, eu adormeci. Eu estava trabalhando tão duro fingindo estar dormindo que eu realmente consegui
cochilar. Quando acordei, ele se foi."
"Oh Deus, eu estava tão preocupado que ele iria atormentá-lo com perguntas. Eu estava meio que esperando que você
seja arrastado para Madame Pomfrey para um check-up."
"Eu sei por que, então, Madame Pomfrey pode fazer um bom check-up e perceber que eu não tenho, mas um vício na
porção de dormir. Eu percebi isso." Harry disse olhando Damien cuidado. Damien corou um pouco, mas não disse
nada. Ele acenou com a cabeça em concordância. "Você vai me dizer?" Harry perguntou depois de um momento de
silêncio.
"Por que Harry tem uma cicatriz que ele liga á Voldemort." Harry perguntou friamente.
Damien olhou para longe, uma infinidade de emoções correndo por ele.
"Como pode Harry tem uma cicatriz se ele nunca foi atacado?" Harry empurrado. Ele esperou por uma resposta, mas não
veio nenhuma. Harry notou a forma como o menino se recusou a sequer olhar para ele. "Você não está me dizendo muitas
coisas", disse Harry calmamente, sabendo que ele estava certo. Damien olhou para ele com um olhar cansado, não
lutando contra a acusação. "O que você está escondendo de mim?" Harry perguntou.
Damien olhou Harry, tendo no cenário um castelo enorme, com foco em nada, mas a situação atual em que estava.
Quando foi a sua vida ficar tão sangrenta complicada?
"Damien?"
"Eu não estou escondendo nada de você, Harry." Ele mentiu de novo, odiando as palavras à medida que o deixou.
Harry não disse nada, mas Damien poderia dizer que ele não acreditou nele.
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O fim de semana chegou rapidamente para Harry e sábado o encontrou com James, Sirius e Remo no meio do Beco
Diagonal. Harry caminhou ao longo da rua, seu pai e padrinho de cada lado dele. Lily, Tonks e Damien estavam sentados
em um café, na outra extremidade do Beco Diagonal. As duas senhoras não queria acompanhar os homens. Damien,
bem, ele não queria ir a qualquer lugar com Harry; desde a sua pequena conversa pela Floresta Proibida, Damien tinha
evitando Harry, tanto quanto possível.
A única outra conversa que tinha tido lugar desde aquele dia era esta manhã, quando Damien lembrou Harry o que
estava acontecendo amanhã. Harry não queria pensar sobre o que estava a acontecer amanhã. Eles estavam indo
para tentar a bússola novamente neste domingo, se ele trabalhou ele estaria indo para casa, longe de seus pais.
Harry estava com a esperança que a bússola não funcionasse. Não era apenas o fato de que ele queria passar um
pouco mais de tempo com seus pais, mas também que ele não tinha tido a chance de ver Hermione e conseguir o
disco dela. Ele não podia sequer pensar em sair sem todas as respostas. Sua conversa com Damien na Floresta
Proibida foi uma clara indicação de que ele estava sendo mantido no escuro sobre algo.
Harry tentou não pensar sobre Damien, mas isso era difícil como ele estava atualmente comprando um presente para o
menino para seu próximo aniversário de quinze anos. James tinha sugerido que agora era uma boa hora para comprar o
presente do rapaz e Harry não poderia realmente discordar dele. Harry já tinha ido ao banco para tirar um depósito. Harry
lembrou-se mentalmente para reembolsar o outro Harry quando ele voltasse ao seu mundo. Seu pai havia lhe entregado
a chave e Harry foi levado para o cofre. No entanto, Harry não estava preparado para ver o estado do cofre.
Havia montanhas de ouro e prata no interior. Harry ficou boquiaberto com a visão. De volta para casa, ele tinha uma
pequena fortuna que seus pais haviam deixado para trás para ele, mas em relação a isso, sua fortuna parecia ridícula.
Harry observou as pilhas e pilhas de galeões empilhados em todos os espaços, algumas joias que pareciam muito caras
eram vistos entre a montanha de ouro também.
Harry tirou o que ele precisava e saiu, parecendo um pouco atordoado. Ele se perguntou o quanto seu pai ganhou
como Auror.
"Olha aqui, que tal essa?" Sirius perguntou como ele apontou para a vassoura nova, em exposição na janela.
"Não, Lily vai enlouquecer se ele recebe outra vassoura." James respondeu.
"Nada, ela diz que seu problema quando nós jogamos quadribol." James respondeu, fazendo Remus e Harry sorrir.
Eles caminharam mais adiante, sugerindo coisas diferentes como possíveis presentes.
"Por que você não lhe comprar um animal de estimação?" Remus sugeriu. "Ele não tem uma coruja, ou um sapo."
Harry olhou através da janela, a digitalização sobre as corujas penas marrons que estavam olhando para ele com seus
olhos cor de âmbar.
"Eu não sei." Harry disse, se perguntando se o garoto gostaria de receber um animal de estimação ou não.
Ele não sabia se o Damien era ligado aos animais. Harry de repente percebeu que ele não sabia quase nada sobre o
Damien. Ele tinha estado aqui há quase dois meses e até agora ele não tinha chegado a conhecer o seu irmão. Tinha
passado muito tempo com seus pais, mas ele nunca teve a oportunidade de conhecer Damien. Sentindo-se culpado,
Harry começou a procurar o presente de Damien com um novo vigor.
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Uma hora depois, os quatro homens se dirigiam de volta para o café, para pegar Lily, Tonks e Damien e então eles
partiram de volta a Hogwarts. Harry tinha realmente amado esse dia com a família. Ele pensou consigo mesmo que se
este era o seu último dia com a sua família, ele foi bem gasto.
Eles ainda estavam com pelo menos 10 minutos de distância do café quando Harry encontrou-se travar no meio da
rua. Ele estava conversando com Sirius e foi bastante alheio às duas figuras, até que de repente bloqueou seu
caminho.
A primeira coisa que Harry notou foi uma roupa verde, o outro estava vestido com vestes de marfim. Sua atenção foi
atraída para aquele vestido verde. Foi então que ele viu o rosto fino e pontudo, pele, olhos cinzentos afiados e cabelo
loiro pálido elegante, penteado para trás ordenadamente. Harry arregalou os olhos com surpresa. "Malfoy?"
Harry olhou para o alto, para um Draco Malfoy de 18 anos. Ele parecia realmente diferente. Não só porque ele era mais
velho, mas porque seu rosto parecia mais magro, definitivamente mais fraco. Ele tinha círculos escuros sob seus olhos e
sua pele estava mais pálida do que o habitual. Ele parecia doente. "Ele está internado no hospital!" Harry lembrou a si
mesmo. Mas a diferença mais notável nele era a ausência do sorriso de escárnio nos lábios e o brilho em seus olhos.
Ele olhou para a mulher vestida em vestes imaculadas de marfim e vagamente reconheceu como Narcissa Malfoy,
mãe de Draco. Ele só tinha visto uma vez, quando ele foi com o Weasley para a Copa Mundial de Quadribol.
"Harry"
Harry foi sacudido de seu estupor na saudação e virou-se para Draco. Até a sua voz soava diferente, ele estava livre da
malícia habitual.
"Ma-Draco" Harry rapidamente se conteve antes de chamá-lo de Malfoy. O Harry desse universo era amigo de Malfoy. Os
amigos não chamar uns aos outros pelos seus sobrenomes.
Os olhos de Draco se estreitaram no próximo antiderrapante, mas ele não disse nada.
Harry observou os três homens cumprimentou calorosamente Narcisa. Sirius ainda beijou a bochecha dela. Harry ficou
chocado; ele não sabia que eles se conheciam. A mulher de cabelos loiros se virou para Harry, seus olhos estudaram-no
atentamente. Quando ela falou, sua voz veio a Harry como uma espécie de choque. Sua aparência dava a ilusão de que
quando ela falou, ela seria uma esnobe, até no modo de falar. Mas quando ela realmente falou, sua voz era quente, tipo e
sentiu, quase, maternal.
Narcisa olhou para ele por mais tempo; seus olhos viajaram para cada parte de seu rosto, fazendo Harry começar a se
sentir nervoso. Ele vagamente ouviu seu pai falar com Draco.
"Como vai você, Draco? Eu não sabia que você tinha sido liberado do St Mungus." James disse, estendendo a mão
para apertar com o menino.
Sirius e Remus apertou a mão dele também e perguntaram sobre a saúde dele, o que Draco deu uma resposta curta
"ainda estou vivo".
James olhou para Harry, observando o comportamento incomum. Ele quase não olhava para Draco, na verdade,
parecia que ele estava fazendo um esforço especial para não olhar para ele. Mais uma vez, James não podia ajudar,
mas sentiu a paranoia de que havia algo estava errado com seu filho. À força, empurrando sua paranoia de lado,
James argumentou que talvez Harry queria um pouco de privacidade para falar com seu melhor amigo.
"Você gostaria de se juntar a nós, Narcisa? Lily e Tonks estão no café da Madame Jocelyn e gostaria de vê-la."
Perguntou James.
Harry estava começando a entrar em pânico com a perspectiva de falar com Draco; ele não sabia como falar com
Draco sem dar e receber ameaças.
Draco estava olhando para Harry, parecendo a cada segundo mais irritado.
"Uma palavra rápida, Harry?" ele disse, não fazendo nenhum movimento para acompanhar o resto.
Harry olhou para James, por algum motivo e, em seguida, forçou-se a olhar para Draco.
"Claro", respondeu ele, sabendo que ele não podia recusar. Seria muito suspeito.
Harry e Draco caminharam na direção oposta do resto. Seus passos caíram na rua, em perfeita sintonia um com o
outro. Mais uma vez, Harry descobriu um detalhe, frustrantemente diferente.
Eles caminharam em silêncio; Draco não estava olhando para Harry. Eles viraram a esquina e caminhou ainda mais,
fazendo com que nenhuma conversa. Draco levou Harry em um pequeno pub, ela estava tão discretamente colocado,
que Harry nunca teria notado se ele estivesse sozinho.
Draco entrou, fez um gesto para o barman para duas bebidas e se sentou. Seu fluxo de movimento não foi quebrado
em tudo. Sentando-se, ele finalmente olhou para Harry.
Harry sentou-se, sentindo-se muito nervoso. Draco olhou-o novamente antes de finalmente falar.
"Para quê?"
"Você sabe muito bem o que. inferno!" Draco retrucou seus olhos cinzentos brilhando para ele. "Por que diabos você
voltou para Hogwarts?"
"Eu só mudei de ideia." Ele forneceu, tentando adaptar o seu discurso como o que ele conseguia se lembrar do outro
Harry; calmo, fresco e recolhido.
"Não me venha com esse lixo!" Draco sussurrou. "Não havia nada nesse mundo que pode fazer você voltar a esse
lugar. Você foi lá por um motivo, o qual foi?" Ele exigiu.
Para um melhor amigo, Draco parecia realmente detestável, Harry pensou. Ele não podia ver por que o Harry desse
mundo era amigo dele; Draco parecia tão mal educado como em seu próprio mundo.
"Eu tenho meus motivos." Harry disse, e esperava que a sua voz não traísse seu aborrecimento.
Draco não respondeu, mas que foi apenas porque as suas bebidas tinha chegado. Harry olhou ao redor do bar,
observando que ele era muito pequeno, apenas algumas mesas estavam espalhadas ao redor. Ele viu um total de três
pessoas, sentado à mesa no lado oposto.
"Eu não posso acreditar que você", disse Draco, trazendo a atenção de Harry de volta. "Você sabe o que Dumbledore
quer você sabe, como ele pode ser manipulador e ainda assim você voltou para ele."
Harry sentiu uma onda quente de raiva para o garoto loiro para falar sobre seu diretor assim.
"Deixa, Draco, eu não vou discuti isso." Harry disse, sabendo que ele não poderia defender abertamente Dumbledore.
"O quê?"
"Você está agindo... estranho." Draco disse, olhando para Harry atentamente.
Harry desviou o olhar, tentando acalmar seu coração batendo freneticamente; ele ia ser pego. Ele não poderia retirar
sendo o outro Harry com Draco-sangrento-Malfoy. Era muito difícil.
Felizmente, Draco havia obedientemente deixou cair o assunto da conversa. Harry olhou rapidamente para o outro,
qualquer coisa, menos o assunto de Hogwarts.
"Então, como você está? Sentindo-se melhor?" ele perguntou sem jeito. Ele sabia que Draco estava no hospital, mas
não sabia por quê. Ele imaginou que ele deveria perguntar como ele estava embora, foi apenas educado.
"Eu estou bem. Só o meu tio que enfiou uma faca de nove polegadas em mim, mas fora isso, eu estou ótimo!"
Harry o encarou, sua surpresa foi impossível segurar. Draco ficou ainda mais agitado com a expressão.
"Não á problema nenhum comigo." Harry respondeu, tomando um gole de sua bebida rápida, só para se engasgar
com ela de volta. Tossiu o líquido ardente de sua garganta, cuspi-la.
"Que diabos é isso?!" exclamou ele olhando para a garrafa sem identificação.
"É Firewhiskey." Draco calmamente disse-lhe. "Você sabe, a sua bebida favorita?" ele disse sua voz enviando ondas de
choque de frio glacial pelas costas de Harry.
Harry sabia que, naquele momento que tudo estava acabado; Draco pegou. Seus olhos cinzentos frios trancados com
Harry e o moreno tentou agarrar rapidamente a varinha. Infelizmente, o Draco Malfoy era rápido demais para Harry e
bateu antes dele, a varinha escondida debaixo da mesa.
Harry sentiu uma viagem fria e paralisante abaixo de seu corpo; prendê-lo e suas ações, não permitindo que ele
qualquer movimento, exceto por seus olhos.
Draco se levantou seu movimento lento, mas deliberado. Harry estava em pânico tanto que ele sentiu náuseas. Ele não
podia fazer nada para se proteger. Ele estava regiamente ferrado.
Draco bateu a garrafa de bebida deliberadamente para baixo as roupas de Harry e depois exclamou em voz alta.
"Oh, desculpe sobre isso companheiro. Aqui, deixe-me ajudá-lo." Ele se inclinou, fingindo limpar a frente de suas vestes e
tirou a varinha de Harry de seus dedos congelados. Ele olhou para a varinha e sua expressão endureceu. Um olhar frio
foi enviado maneira de Harry. Draco apontou a varinha para Harry e fez uma onda complicada. Harry sentiu a rigidez
desaparece dele, mas ele ainda não podia se mover. "Aqui, vamos ir ao banheiro." Varinha de Draco escondido feito
Harry primavera para os seus pés e marcha na direção do banheiro, Draco andando atrás dele, controlando-o.
Harry passou os outros três ocupantes do pub, mas eles não o pouparam um único olhar. O barman foi ocupado em re-
estocar suas bebidas e não olhou para cima enquanto os dois garotos passou por ele.
A porta do banheiro se abriu e Harry foi repentinamente empurrado violentamente para dentro. Sua cabeça esmagada
contra os azulejos brancos do chão, fazendo-o ver estrelas. O feitiço foi retirado e Harry caiu contra o chão, deixando a
sensação de retorno aos seus membros congelados. Ele se virou para ver Draco trancando a porta e olhar para ele.
Ele estava segurando a varinha de Harry em sua mão, os dedos envolto contra ele tão apertado, os nós dos dedos
estavam ficando brancos.
"Eu sei o que você está pensando, mas isso não é verdade. Eu sou Harry Potter..." Harry começou, mas foi interrompido
por Draco, lançando um feitiço nele.
A bola roxa de luz atingiu Harry no peito e ele se dobrou de dor. A dor sentida como um golpe físico, bater o vento fora
dele.
"Onde está o Harry? O que você fez com ele?" Draco perguntou, apontando sua varinha para ele ameaçadoramente.
"Eu juro... não é... o que você pensando. Fale com Damien, ele vai dizer-lhe...". Harry ofegava.
"O que Damien sabe? Você provavelmente enganou-o a acreditar que você é Harry Potter!" ele levantou a varinha de
Harry e, em seguida, perguntou: "como você conseguiu isso?! O que você fez para Harry para conseguir isso dele?!" ele
ficou mais irritado quando ele falou fazendo Harry antecipar outro ataque. Mas, felizmente, nenhum veio. "Isto não é de
nenhuma utilidade para você. Só Harry pode usá-lo." Draco fervia para ele.
Harry desejou as pernas para acordar, para que ele pudesse pelo menos ficar em pé. Ele sentiu, literalmente, como um
pato sentado, esperando para ser atingido novamente.
Draco deu alguns passos para perto dele; Harry podia ver a intenção de matar por ele. Ele desejava que ele tivesse
algo com ele, qualquer coisa que pudesse usar para se defender.
"Diga-me onde Harry está, e eu vou deixar você viver." Ele disse Harry em voz baixa, com veneno.
"Você nunca vai acreditar em mim. Fale com Damien, ele pode fazê-lo em contato com o Harry."
Draco estava prestes a atingi-lo novamente quando uma batida forte começou na porta. "Olá?
Harry poderia ter chorado de alívio. Damien estava aqui, finalmente, Draco iria acreditar nele. Harry observou enquanto
Draco hesitante foi até a porta, mantendo a varinha apontada para Harry. Ele estava ao lado da porta e levantou o feitiço
que estava mantendo suas vozes escondida.
"Damien?"
Harry podia ver pelo o rosto de Draco que ele não tinha certeza do que fazer. Sua mão permaneceu na maçaneta da
porta. Ele puxou sua mão e uma carranca apareceu em seu rosto.
"Qual era o sinal de que você tinha que dar na Mansão Riddler?" ele perguntou de repente.
"O sinal, aquele usado por Snape quando estávamos na Mansão Riddle. Qual era?" Draco perguntou, sua voz dura e
fria.
"Sr. Potter, faça o que você disse." Damien disse atrás da porta, não parecendo nada satisfeito.
Draco relaxou um pouco e jogou a porta aberta. Damien correu para dentro, jogando Draco um olhar de desprezo.
"Você está bem?" ele perguntou, sentando-se e examinando-o para todos os ferimentos.
"Eu estou bem", disse Harry. "Não é possível sentir minhas pernas embora."
"Não até eu descobrir o que está acontecendo." Draco calmamente respondeu, fechando a porta, mais uma vez.
"Eu vou explicar tudo para você, mas não aqui. Nós vamos..."
"Nós não vamos a lugar nenhum." Draco atravessou Damien. "Diga-me o que está acontecendo agora."
Vendo que ele realmente não tem escolha nisto, Damien começou a explicar.
"Este é realmente Harry Potter, apenas não deste mundo" começou Damien. "Harry tem uma bússola, uma bússola de
ouro com dois anéis e runas ao redor da circunferência. Eu estava bem, apenas olhando para ele de verdade. Eu acabei
de ativá-lo, por engano e Harry tentou agarrá-lo de mim, mas a bússola nos puxou dois para fora deste universo e
acabamos em outro... " Damien contou tudo o mais rápido que podia, observando o olhar no rosto de Draco piorar a cada
palavra que passa. "... Harry acha que a bússola precisa regenerar sua energia antes que ele possa trabalhar de novo.
Então, até lá, Harry está preso nesse outro universo e este Harry está preso aqui."
Por longos minutos, ninguém falou. Harry ainda era forçado no chão, ainda com as pernas para ser liberado de seu
estado entorpecido. Damien estava de pé ao lado dele, de frente para Draco, que parecia que ele não poderia acreditar
em uma palavra do que ele tinha ouvido. Por fim, Draco falou.
"Harry foi para outra dimensão, por engano e trocou a vida com o seu homólogo, mas agora está preso lá até a bússola
decide começar a trabalhar de novo?" Draco resumiu. Damien acenou com a cabeça. "Sim, isso soa como a porcaria
Harry geralmente gosta de fazer". Draco disse.
Damien abriu a boca para revidar, mas depois descobriu que não podia realmente defender seu irmão quanto a este
ponto.
"Hum, se você está satisfeito agora, você se importa de me liberar?!" Harry falou do chão, irritado além das palavras
com a forma como ele estava sendo tratado.
Draco olhou para ele, com um sorriso no rosto. Ele balançou sua varinha e Harry sentiu o retorno do sangue para as
pernas. Não foi o melhor dos sentimentos. Levantou-se a seus pés, mancando um pouco, mas conseguindo ficar de pé.
Draco jogou a varinha de volta, Harry pegou-a e rapidamente empurrou-o de volta para suas vestes. Draco olhou para o
outro Harry, intrigado com a perspectiva de encontrar uma forma alternativa de seu melhor amigo. Mas agora ele só
queria fazer uma coisa.
Ele caminhou até Damien, elevando-se sobre ele. Ele estendeu a mão.
Damien a mão no bolso e tirou seu telefone. Ele entregou a Draco só para vê-lo olhando confuso.
Draco deu um breve aceno de cabeça e apertou o botão, em seguida, olhou para Damien, sem palavras perguntando-lhe
o que fazer a seguir. Damien suspirou e pegou a mão de Draco levando-o ao ouvido, certificando-se o fone de ouvido foi
colocado junto ao ouvido. A voz de Harry inundou o telefone, fazendo Draco saltar um pouco.
Ele virou-se no local e caminhou para o outro lado do banheiro, querendo privacidade.
Damien virou-se para olhar para Harry, notando as manchas em suas vestes.
"O que é isso?" Ele perguntou, apontando para frente de suas vestes.
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Harry acordou no dia seguinte, sentindo seu interior se torcendo com ansiedade. Eles iriam escapa para a Mansão Potter
em uma hora para tentar a bússola. Harry estava em sua cama por uma hora, apenas pensando em seu tempo neste
mundo. Ele não podia acreditar que ele tinha estado aqui há quase dois meses. Ele tinha vindo originalmente por apenas
dois dias e antes que ele percebesse dois meses já tinha se passado. Ele percebeu que não poderia ter o suficiente de
sua família. Não importa quando ele tivesse que voltar, ele iria odiar.
A pequena batida na porta fez Harry suspirar profundamente antes de se levantar. Ele sabia quem era. Abrindo a porta
revelou Damien, de pé diante dele, completamente vestido, casaco jogado sobre os ombros.
Damien olhou para ele mais perto e então notou as roupas de noite. Ele corou antes de sorrir.
Damien esperou ao lado da lareira até que Harry ficou pronto. Cerca de vinte minutos depois, Harry estava pronto e eles
partiram rapidamente. Harry passou pelo quarto de seus pais, sabendo que seus pais estavam dormindo e que, se as
coisas saíssem como planejado, ele nunca iria vê-los novamente. Ele se forçou a desviar o olhar, doeu menos dessa
forma.
"Finalmente, eu pensei que você não viria!" Ela advertiu, esfregando as mãos para obter um pouco de calor. "Vamos lá,
temos que atravessar as enfermarias antes de podermos aparatar."
"Então, como é que as coisas vão com Malfoy ontem?" Gina perguntou com um sorriso.
"Desculpe, é apenas, Harry telefonou para falar com ela e eu sabia que ele iria dizer a ela, então eu disse a ela, antes
que ele pudesse." Damien disse.
"O que Malfoy disse a Harry mesmo assim? Ele era muito quieto quando falar com ele." Harry perguntou.
"Isso é uma coisa Slytherin. Eles aprendem a falar em voz baixa." Ginny informou. "Harry e disse que só queria falar
com ele, para ver o que ele estava fazendo... e para verificar se ele tinha perdido a cabeça completamente, trocando
universo como fez."
Harry não disse nada. Chegaram ao fim das enfermarias e Harry se virou para olhar, uma última vez, nos Hogwarts que
mantinham sua família, antes de desaparatar junto com Ginny e Damien.
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"Eu juro, eu vou esmagar essa coisa estúpida!" Damien gritou, tendo a bússola em ambas as mãos.
Harry sentou-se em completo silêncio, observando os dois lutar com a bússola, a bússola que não funcionou. Era certa
agora, a bússola que o levara até ali, não funcionou novamente. Desta vez, nada tinha acontecido, nem as setas tinha
se mudado, à luz, nada.
Damien estava pronto para jogá-lo contra a parede. Só a interferência de Gina manteve a coisa inteira.
"Isso é brilhante! Simplesmente brilhante! A maldita coisa está quebrada!" Damien jurou.
"Ele não pode ser quebrado, apenas se acalme. Vamos pensar em alguma coisa." Gina disse, estudando a bússola.
Damien estava passeando aflito no meio da sala de estar. Ele abriu a boca para dizer alguma coisa para Ginny, mas, em
seguida, olhou para Harry e fechou a boca com um clique audível. Ele caiu no sofá, escondendo o rosto por trás de suas
mãos. Ele não podia dizer nada a Ginny na frente do outro Harry. Ele não podia dizer a ela que seu irmão estava
planejando roubar a bússola de Voldemort do mundo. Ele era um suicida, mas Harry não ia recuar, independentemente do
que qualquer um dissesse.
Com as mãos trêmulas de raiva e medo, Damien pegou seu telefone e ligou para Harry, preparando-se para dizer-lhe a
má notícia e esperando que ele fosse ver a razão e não arriscar a sua vida em um esforço para voltar para casa.
Canon Mundial
Harry acrescentou os toques finais ao seu desenho e puxado para trás para examinar seu trabalho. Estava finalmente
pronto. Harry não podia acreditar que ele levou as melhores partes de três dias para obter a coisa pronta. Ele consolou-se
no conhecimento de que os três dias foram passados em aulas bem e ele teve que dependem muito do detalhe Damien
estava fornecendo ao longo dos últimos dias.
Ele sentiu um pouco culpado por gritar com ele mais cedo. Mas ele estava começando a irritá-lo, mais do que o
habitual. Desde domingo, que foi há três dias, Damien tinha telefonado para ele e repetindo a mesma coisa uma e
outra vez.
"Harry, por favor, por favor, não vá a qualquer lugar perto Voldemort. Ele vai te matar! Por favor, não chegar perto dele,
por favor. "
Harry tentou explicar-lhe que, desde a bússola em seu mundo não estava funcionando e ele não tinha ideia de como
corrigi-lo, a única maneira que ele poderia voltar para casa foi procurar a contrapartida bússola 'neste mundo. Usando
essa era a única maneira que ele poderia voltar para casa. Damien, no entanto, ainda estava implorando-lhe para evitar
Voldemort. Esta manhã, Harry virou-se para ele "O que você quer que eu faça?! Esta é a única maneira que eu posso
voltar para casa! Você não consegue entender isso?!"
Harry afastou a culpa. Ele iria fazer as pazes com ele, uma vez que ele estava em casa. Ele tinha muito para
compensar. Harry estava bem ciente do quanto seu irmão mais novo estava passando, tentando manter todos os
segredos ocultos.
Após a conversa, no domingo, Harry tinha dito para Damien explicar, em detalhes, tudo sobre a bússola para ele, por
telefone. Cada pequeno detalhe de que era para ser dado, nada deveria ser deixado de fora; o seu tamanho real, os
comprimentos de todas as mãos, as runas em torno da circunferência, tudo. Harry tinha que replicar uma cópia
duplicada real dele.
Damien tinha feito o Harry pediu, mas quando ele veio para as runas, ele não poderia nomeá-los como ele não tinha
ideia do que eram. Então Harry teve que esperar até Damien voltou para Hogwarts e conferir os livros sobre runas.
Olhando-as era a única maneira que ele poderia nomeá-los para Harry. Harry, que não era tão bom com runas também,
Conferiu em um livro semelhante e foi verificar tudo, antes de adicioná-lo ao seu esboço. As runas exatas e sua ordem
exata da colocação foram muito importantes. O feitiço de localização não iria funcionar se alguma coisa estivesse
errada.
Finalmente, depois de três dias, o esboço de Harry estava pronto e ele estava pronto para fazer o feitiço e descobrir
onde Voldemort tinha escondido esta pequena beleza.
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Era meia-noite, os ocupantes do castelo estavam todos dormindo, todos menos um. Harry se arrastou para fora da cama
e tirou à capa de invisibilidade, ele tinha encontrado entre as coisas de Harry. Puxando-o sobre si mesmo, Harry partiu
para o laboratório de poções. Rastejando através da escola à noite era uma experiência em si. Houve aquele gato irritante
junto com seu zelador que continuava aparecendo do nada. Algumas vezes o gato olhou diretamente para Harry, mas ela
não se moveu em direção a ele. Na verdade, ela se virou e saiu na outra direção.
Finalmente, Harry chegou às masmorras e tão silenciosamente quanto pôde, Harry esgueirou para dentro. Ele tirou o
manto, uma vez que ele estava em segurança dentro e a porta estava trancada e encantada contra quaisquer visitantes.
Harry começou a trabalhar ao mesmo tempo, tirando um caldeirão e reunir os ingredientes necessários. O feitiço só
pode ser lançado uma vez à poção correta estava pronto. Esta poção especial era muito difícil de fabricar e levava
algumas horas para preparar adequadamente. Harry ia ficar aqui por algum tempo.
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Cerca de quatro horas depois, Harry tirou o desenho que tinha feito do bolso e jogou-o em seu caldeirão borbulhante.
Ele tinha feito uma cópia dele e deixou-o em seu tronco, apenas no caso de a poção não funcionou certo da primeira
vez. Mas Harry ficou aliviado ao ver a cor cinza poção mudar pra dourado, logo que o pergaminho dissolvido nela.
Harry pegou o líquido escaldante e cuidadosamente e colheu as gotas e jogou no centro de um pergaminho em
branco, o tempo todo sussurrando o encantamento para o feitiço de localização. Ele assistiu com fascinação como
linhas de aranha começaram a aparecer, cruzando o pergaminho e cobrindo toda a extensão do mesmo. Escrita
minúscula apareceu ao lado do que parecia ser pequenas gotas de tinta, obviamente os nomes dos marcos.
Muito satisfeito que seus esforços tinha valido a pena na primeira tentativa, Harry recolheu o mapa precioso, não se
importando para estudá-lo em detalhe ainda. Ele tinha visto a grande cruz, indicando a localização da bússola. Isso era
tudo o que ele precisava.
Harry teve o cuidado de limpar tudo e depois a si mesmo. Ele não precisava de Snape encontrando provas de uma
poção foi feita no local em segredo. O Seboso já estava desconfiado dele, ele não precisa mais munição.
Harry voltou para seu quarto sem problemas. Agora era tarde demais para voltar a dormir, então Harry optou por
simplesmente deitar na cama e descansar, o mapa escondido em segurança em seu tronco.
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Era sempre um momento tão barulhento. Harry queria apenas comer na cozinha, aonde era mais silencioso. Ele tinha
pequenas conversas com Rony, que Harry observou tinha os mesmos hábitos alimentares em ambos os universos.
Com a boca cheia de torrada e bacon, ele perguntou a Hermione se ela iria "ser uma boneca" e ajudá-lo com seu
ensaio que era para ser entregue naquela tarde.
"Não, eu não vou." Hermione disse sem olhar para ele, com medo de ver a comida em sua boca.
"Ah, vamos lá, Hermione, por favor." Ron implorou, engolindo o grande bocado. "Eu só preciso de ajuda com o final e
talvez com o começo." Ele acrescentou rapidamente.
"Oh, bem! Eu vou olhar ele, mas eu realmente deveria parar de ajudá-lo. Talvez um dia desses, você vai percebe o que
está vindo para você e, em seguida, você pare de deixar as coisas para a última hora." Ela repreendeu.
"Obrigado, Hermione. Você é uma amiga de verdade." Ron disse, voltando-se para o seu prato de comida, não vendo
como seu elogio tinha feito Hermione corar.
Harry observou as palhaçadas dos dois e balançou a cabeça. Eles estavam indo para o lixo mais alguns anos antes de
finalmente percebi o quanto eles gostavam um do outro. Harry voltou para sua linha de pensamento. Ele estava
planejando mentalmente a viagem que ia tomar hoje à noite.
Ele ira sair e encontrar a bússola, esta noite, ele não ia perder mais tempo do que o necessário. Ele não achava que
Damien podia aguentar mais stress. Harry pensou sobre o rosto de seu irmão seria como se ele só chegou sem dizer-lhe
em primeiro lugar. Damien ficaria tão aliviado. Harry tinha que admitir que ele também queria encontrar Damien. Ele
encontrou-se pensando sobre seus pais, eles nem sequer saber que ele estava longe deles. Harry não tinha pensado
estar longe deles iria afetá-lo em tudo. Ele ficou surpreso com o quanto ele se sentia emocionado com a ideia de ver seus
pais novamente. Ele deu de ombros retirando os seus sentimentos sem saber o que fazer com eles.
Os pensamentos de Harry foram interrompidos como um guincho alto perfurado o salão já barulhento. Harry olhou
para cima para ver um bando de corujas, transportando correio e pequenas parcelas, voando em direção a seus
destinatários.
Harry ficou momentaneamente assustado quando uma grande coruja marrom parou diante dele, um pergaminho
amarrado à sua perna. Harry desamarrou a carta, liberando a coruja e deixá-lo voar para longe. Ele estudou a carta,
perguntando quem iria escrever para ele.
Harry colocou a carta para baixo, ainda fechada e voltou para o seu café da manhã. Ele notou Hermione atirando a carta
olhares curioso, mas ela não disse nada. Com um sorriso, Harry entregou a carta dela.
"Você pode fazer as honras da casa." Ele disse, ele não era tão chateado sobre a carta, que não era realmente para ele
de qualquer maneira.
Hermione parecia um pouco surpreso, mas ela pegou a carta dele de qualquer maneira. Ela abriu cuidadosamente a carta,
tomando cuidado para não rasgar o envelope mais do que era necessário. Ela puxou um pergaminho e começou a ler,
absorvido nela.
Ron estava alheio ao pé da letra quando ele estava no processo de rasgando um envelope e ler uma carta de sua
autoria. Harry observou o menino começou a virar um tom de vermelho. Tudo começou primeiro na ponta de suas
orelhas e, em seguida, viajou para o rosto e até mesmo o pescoço.
Pela reação de Ron, ficou claro que Percy deve ter dito algo contra Harry. Pelo que a professora Umbridge tinha deixado
escapar, sobre o ministro dizendo que Harry não era inocente e os jornais contradizendo ele, Harry sabia que o Ministério
estava contra ele. Não que isso fosse algo novo, e especialmente depois do que ele fez com a preciosa Umbridge do
ministro, ele provavelmente era ruim declamando-o a todos. Percy também trabalhou para o Ministério e era evidente que
Ron deve ter recebido conselhos para ficar longe dele.
Harry cruzou os braços e se perguntou o que o garoto Weasley tinha contra ele. Não importa em que mundo estava
pelo menos um deles era contra ele. Se não fosse Charlie era o Percy.
Harry desviou o olhar de Ron e Hermione percebeu com uma careta no rosto, os olhos ainda fixos para o pergaminho
diante dela. Querendo saber quem mais estava falando mau dele, ele se virou para ela.
Hermione olhou para ele e abriu a boca para responder, antes de fala a fechou novamente. Ela esperou até que o
grupo do sexto ano passou. Depois de um momento ou dois, ela inclinou-se para Harry e sussurrou uma única
palavra.
"Almofadinhas"
Hermione lhe lançou um olhar, seus olhos castanhos se estreitaram para ele.
"É o Almofadinhas, a letra é do Almofadinhas!" Hermione disse, apontando para a letra, e olhando para Harry como se
ele fosse louco.
"Ah, Almofadinhas. Oh, tudo bem. Eu pensei que você tinha dito outra coisa."
Hermione ainda estava olhando para ele, com os olhos apertados para ele. Ela ignorou no momento, mas só porque ela
queria dizer a Harry e Rony sobre a carta.
"Ele quer saber como as coisas estão indo. Há algo aqui... Eu acho que você deve ler isso sozinho." Ela entregou-lhe a
carta. Harry pegou a carta e guardou no bolso, se perguntando quem diabos colocaria o nome de seu filho, de
Almofadinha.
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Harry não leu a carta, ele nunca teve a chance. Depois do almoço ele estava ocupado com as aulas, desesperadamente
chatas e maçantes. No final do dia, ele teve que arranjar um pretexto para Rony e Hermione. Nenhum deles perguntou
sobre a carta do 'Almofadinhas' então Harry estava contente em simplesmente ignorá-la por agora. Seu foco principal era
planeja a busca da Bússola de Ouro. Ele teve que ficar no dormitório até os meninos adormeceram, incluindo Ron. Ele
não podia arriscar.
Uma vez que os quatro rapazes estavam dormindo profundamente, Harry se arrastou da cama. Muito calmamente ele
abriu seu baú e tirou do mapa e suas próprias roupas, aqueles que pertenciam a ele, e não ao outro Harry. Ele se
esgueirou para dentro do banheiro para se trocar. Sua varinha foi cuidadosamente dobrada no bolso antes dele abrir o
mapa e dá uma boa olhada no local. Memorizar o local, Harry fechou os olhos e desaparantou.
Harry apareceu no meio do que parecia uma floresta profunda. Harry olhou através da escuridão e se perguntou por que
essas coisas sempre eram escondidas nas florestas e cavernas. Ele conferiu o seu mapa novamente e viu que direção
ele deveria ir. Desencadeando, Harry não pôde deixar de se sentir animado. Depois de dois meses, ele estava indo
finalmente para casa. Ele chegou à boca da caverna e por um momento ele estava ali, preparando-se. Se o Voldemort
deste mundo era qualquer coisa parecida com o seu pai, ele teria arranjado proteção para seus bens. Harry sorriu e
caminhou para dentro da caverna, feliz por ter a chance de liberar um pouco de sua frustração reprimida.
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Harry viajou através da caverna escura, tomando cuidado para não tropeçar. O chão estava terrivelmente desigual e era
muito difícil para caminhar até o caminho íngreme. Harry conseguiu, quase caindo algumas vezes, mas ele se conteve a
tempo. Uma pequena centelha de luz chamou a atenção de Harry e Harry virou-se para enfrentá-lo. Essa era a direção
que ele tinha que ir. Ele perguntou por que não havia luz lá. Segurando em sua varinha, Harry se arrastou para frente. O
som de vozes abafadas deu o fato de que Harry não estava sozinho. Usando toda a discrição que ele possuía, Harry se
arrastou em direção a uma grande abertura em uma das paredes da caverna, diretamente onde era a fonte de luz. Estava
na borda da abertura, Harry olhou para dentro para ver um quarto redondo, o chão coberto de pedras e detritos. A luz
vinha de três lanternas flutuantes separadas, pertencentes aos três homens, com máscaras brancas, de pé dentro. Harry
amaldiçoou quando viu os três Comensais da Morte, seus olhos pousaram sobre um em particular, aquele com longos
cabelos loiros realizada num rabo de cavalo, sua cana-de-cobra na mão. "Por que eles tinham que estar aqui"? Harry
pensou consigo mesmo. Não era possível encontrar Lucius Malfoy qualquer outro dia, tinha que ser nesta mesma
caverna? "
"O Senhor disse que estaria aqui. Continue procurando por ele. Nós não partiremos até que tenhamos todos os três de
seus bens." Malfoy demorou.
"Nós procuramos em todos os lugares. Encontramos dois deles. O último não está aqui." O terceiro homem
mascarado disse, soando muito irado.
Harry observou enquanto Malfoy se virou para ele, sua bengala bateu para fora e bateu no homem sob o queixo,
fazendo-o saltar para trás a dor.
"Você gostaria de voltar para o Senhor do Escuro e dizer-lhe que você só pode encontrar dois dos itens que ele pediu?"
ele perguntou friamente.
"Não"
"Foi o que eu pensei," Lucius zombou. "Agora, ouça com atenção. O Lorde das Trevas nos pediu para recolher seus
pertences, os itens que ele mesmo escondeu nesta caverna. Há três itens aqui. Dois encontramos, mas não vamos sair
daqui até encontrarmos o último . entendido? "
Os outros dois homens expressaram seu acordo e voltou para continuar pesquisando através da confusão de pedras e
sujeira. Harry observou Lucius não estava ajudando-os a olhar. Eles eram, obviamente, Comensais da Morte de
classificação baixa, que Lúcio trouxe com ele. Harry sorriu isso era uma coisa tão Malfoy de fazer.
A luz se moveu sobre a pairar antes de Lúcio e Harry viu o pequeno saco de cordão pendurado em seu pulso. Harry
poderia dizer que já estava cheia de algo, ou melhor, duas coisas. Agora que Voldemort havia retornado para seu corpo,
ele estava recolhendo seu tesouro escondido. Harry percebeu, se ele tivesse demorado um pouco mais para buscar a
bússola, ela teria ido embora, no momento em que ele chegasse aqui.
Harry se firmou. Isso teria sido muito mais fácil se Lucius não estivesse aqui. Por que ele tinha que te vindo? Respirando
fundo e lembrando-se de que este não era o seu Lucius Malfoy, este era um dos inimigos de Harry Potter, Harry se
adiantou e entrou na sala de pedra.
O som de seus passos ecoou bem alto, fazendo com que todos os três Comensais da Morte virar bruscamente, varinhas
em punho. Harry continuou andando, sabendo que eles estavam muito chocados ao fogo qualquer maldição para ele.
Harry desejou que eles não estivessem usando suas máscaras, que teria sido divertido ver suas expressões.
Os três homens parecia congelado em suas ações. Seu choque era claro de se ver em seus olhos arregalados. Harry
ficou na frente de Lúcio, sorrindo para a forma como o homem estava olhando sem piscar.
"Sr. Potter, eu gostaria de pergunta o que você estava fazendo aqui e como você chegou até aqui, mas ao que parece
essas perguntas são fúteis, vendo que você não vai sair de novo."
Os dois Comensais da Morte tomaram as palavras de Lúcio como um sinal e disparou duas maldições para ele. Harry mal
se movia; um movimento de seu pulso e seu escudo mágico derramado de sua varinha e protegeu-o através da formação
de uma bolha em torno dele. A bolha azul absorveu as duas maldições. Os suspiros que deixaram os três homens foram
ampliados por paredes ocas da caverna. Harry puxou seu escudo, sorriu profundamente com eles antes de assobios,
"Minha vez."
Os dois Comensais da Morte até levantaram seus escudos, mas não foi rápido o suficiente. Maldição 'Estupefaça' de
Harry bateu em um, deixando-o inconsciente instantaneamente, enquanto o outro foi explodido fora de seus pés pela
varredura da mão de Harry. Ele chocou-se contra a parede de pedra atrás dele e caiu no chão, nocauteado.
Lúcio ficou no meio do ataque; as duas forças tinham ampliado em cada lado dele e atingiram os dois homens atrás
dele. Ele foi deixado ileso. Ele levantou os olhos para olhar para o adolescente diante dele.
"Você pode tirar sua máscara. Eu sei que é você, Malfoy." Harry disse calmamente.
O homem de cabelo loiro fez uma pausa por um momento antes de levantar longe de sua máscara. Harry olhou para o
rosto que tinha visto todos os dias quando ele estava crescendo.
"Eu tinha ouvido falar sobre o seu... assim chamado, erro de poção." Lucius disse sua voz não traindo sua surpresa.
"Eu acho que é seguro dizer que você está mentindo. Você não poderia ter aprendido tudo isso, devido a um erro
poção."
Harry riu, fazendo Lucius olhar com mais vivacidade para ele.
"Você soa exatamente como seu amigo obcecado em porções. Sim, eu sei que Snape é um Comensal da Morte, não
fique tão surpreso." Harry disse que as sobrancelhas do aristocrata loiro subiu na menção de Snape por Harry.
Lucius olhou para Harry em uma nova luz. Ele olhou para o menino, que só há quatro meses ele o tinha visto,
amarrado a uma lápide, sendo torturado e humilhado por Lord Voldemort. Este menino parecia tão diferente agora,
tanta confiança e tanto arrogância. Isso não fazia nenhum sentido.
"Quem é você?" Lucius perguntou surpreso com a pergunta que saiu de seus lábios.
"Harry James Potter," ele respondeu. "E agora, se você não se importa, eu tenho aula amanhã." Ele fez um gesto para
ele se mover para fora do caminho. "Deixe-me ver o que eu vim buscar e eu vou embora e eu vou deixar você ir embora
também." Harry prometeu. Ele manteve a parte sobre obliviating-lo primeiro para si mesmo.
"Eu não penso assim, Sr. Potter. Eu não sei o que está acontecendo, mas estou mais que certo que o Lorde das Trevas
vai ser capaz de obter a verdade de você. Você vem comigo."
Harry de repente, sentiu uma onda de déjà vu. Dois anos atrás, do lado de fora de uma caverna semelhante ao que eles
estavam em apenas agora, Lucius Malfoy e seu exército de Comensais da Morte tinham vindo para tirar Harry de volta ao
Lord Voldemort. Harry forçou que a memória de lado, que era o dia Horcruxes de Voldemort foi destruída para o bem.
A única resposta que obteve foi um crucio apontada para ele. Harry pulou para fora do caminho. Ele se sentou e olhou
para Malfoy.
"Saia do meu caminho." Harry assobiou.
Sua explosão sem varinha foi combatida por Malfoy e o homem loiro enviado de volta para Harry, que mais uma vez
saltou para fora do caminho. Pulando para cima de seus pés, Harry se endireitou. Sua varinha na mão, Harry disparou a
mais simples das maldições, o feitiço de desarmamento. Ele sabia que Malfoy era um grande duelista, mas sem sua
varinha, ele era inútil. Lucius bloqueou todas as maldições Harry jogou em seu caminho, mas estava lutando para manter-
se. Harry foi rápido e algumas vezes ele tentou sem varinha explodi-lo enquanto dispara Expellarimus para ele.
Malfoy ia levar o moleque ao seu mestre. Ele estava indo para jogar o filho da sangue-ruim nos pés do seu Senhor e
colher os frutos. Por este motivo só, ele se absteve de usar a maldição da morte. Ele tentou o feitiço de desarmamento, a
ligação corpo, estupefaça, todo o resto, mesmo a maldição Cruciatus, mas nada atingiu Harry. Se ele não bloqueava as
maldições, ele simplesmente saia do caminho. Lucius nunca tinha visto ninguém com tão bons reflexos. Ele colocou-a a
prática de Quadribol do menino. O esporte o ajudou imensamente.
A maldição de Harry finalmente pegou Malfoy e o homem foi jogado no ar. Ele chocou-se contra a parede oposta,
colidindo dolorosamente com ele. Ele nunca largou a varinha embora e assim que ele caiu no chão, rolou para fora do
caminho de outra maldição que se aproxima. Ele foi rápido para pular de volta em pé. Foi então que notou a atenção de
Harry momentaneamente tinha sido apanhado por outra coisa. Ele olhou para a parede que tinha colidiu e engasgou. Um
grande bloco de parede de pedra tinha vindo embora, se desintegrou com o impacto e que foi revelado tirou o fôlego.
Sentado no interior da parede, protegido por uma cúpula de vidro estava a bússola de ouro. Lucius sabia que esse era o
último item que ele tinha de recolher por ordem de seu Mestre.
No mesmo instante os dois magos se lançaram para o prêmio; Lucius estava mais próximo a ele e chegou primeiro.
Antes que ele pudesse tirá-lo, ele teve de se defender contra o ataque de Harry. Ele bloqueou o ataque de pragas e
empurrou contra a força, derrubando a última maldição de volta para Harry. Harry desviou do caminho para evitá-lo.
Harry viu Lucius chegar mais perto da bússola, e agiu por impulso e disparou a maldição estupefaça. Lucius abaixou
como ele não teve a chance de trazer o seu escudo. Harry assistiu horrorizado como sua maldição voou direto para a
cúpula de vidro, quebrando-o.
Harry e Lucius ficaram presos ao chão como um uivo sobrenatural sacudiu a caverna. Ambos os magos se
entreolharam. Ambos sabiam o que iria acontecer agora, era o feitiço de proteção especial de Voldemort que tinha
despertado como a barreira de segurança na bússola de ouro tinha sido quebrada.
"Você muque saiu do caminho!" Harry retrucou. Ele não tinha planejado esmagando a cúpula. Ele sabia que fazendo
isso só causaria problemas.
Ambos os assistentes virou-se para a boca da entrada para ver o que eles teriam que enfrentar para sair daqui. Lá, na
entrada, havia um grande grupo de animais. Eles estavam em pé, sobre as patas traseiras; pelo cinza cobria todo seu
corpo. Seus longos braços estavam em seus lados, navalhas afiadas garras prontas para rasgar a carne. Seus rostos se
assemelhavam aos dos lobos, ou mais como lobisomens. Seus olhos brancos brilhavam na escuridão, definida em
ambos os assistentes. Dentes afiados à mostra, os animais rosnou profundamente em suas gargantas, se preparando
para uma festa.
Atrás dele, Lúcio gumes para a parede, mantendo os olhos cinzentos fixos em animais. Ele estendeu a mão para a
bússola, mas parou quando o rugido das feras alertou para não tocá-lo.
"Se eles chegarem até aqui, você pode esquecer consegui-lo. Agarre-o agora, enquanto você ainda tem a chance."
Harry disse, mantendo os olhos sobre os Balverines como eles avançou o seu caminho dentro do pequeno quarto.
Lucius sabia que Harry estava certo. Ele viu como o exército de Balverines tinha bloqueado a saída, preenchendo o
espaço pequeno diante deles. Os animais ferozes soltou outro uivo, medo atingindo direto Lucius. Mas ele tinha mais
medo da besta esperando por ele para voltar sem as suas posses.
"Ao inferno com todos vocês!" Lucius rosnou e enviou uma bola de fogo no mais próximo. A pequena explosão de fogo
deu os animais suficientes de um susto para eles a voltar sua atenção para o fogo. Lúcio aproveitou para roubar a
bússola para fora do ninho do muro e rapidamente solte-o em sua bolsa de cordão.
O que aconteceu depois foi uma experiência aterrorizante, Lucius nunca iria esquecer. Os Balverines veio para ele, em
plena fúria, pronto para rasgá-lo em pedaços. Lucius liberou tantas maldições que pôde em torno dele. Feitiços das
Trevas deixou sua boca, enquanto ele tentava se proteger. Muitos Balverines caíram, uivando de dor agonizante,
espasmo deixou-os incapazes de fazer muito mais que gritar.
Foi só então que Lucius olhou ao redor para encontrar Harry, disparando magias similares, só que a dele era muita,
muito mais escura. Os Balverines que ousaram aproximar-se dele caiu no chão, sua pele ficando marrom como seu
sangue ferveu em suas próprias veias. Viu-o lançando maldições que fizeram os animais implodir a partir do interior,
seus cadáveres caírem no chão, nada além de ossos quebrados. Algumas vezes ele viu Harry lançou a maldição da
morte. Ele ficou tão chocado que ele quase foi atacado por um Balverine. O menino de ouro da Grifinória, o aluno
favorito de Dumbledore, o salvador da Luz, estava lançando feitiços mais escuros do que até mesmo Lord Voldemort.
Diante de seus olhos, Harry mergulhou para fora do caminho do ataque de um particularmente cruel Balverine. Ele
desembarcou ao lado do corpo ainda inconsciente do Comensal da Morte que tinha nocauteado. Harry pegou sua
varinha e se levantou. Ele lutou contra o grande Balverine com duas varinhas agora, não tendo qualquer misericórdia
sobre a besta sofrendo diante dele.
Lucius sentiu os cabelos na parte de trás do seu pescoço formigar enquanto observava Harry literalmente rasgar a
besta à parte. Ele sabia que para que alguém seja capaz de lançar essas magias, eles não só precisa ser um mago
poderoso, mas eles tinham que ter a munição necessária dentro dele para evocar a magia negra.
De todos, Lucius nunca tinha pensado que ele iria ver Harry Potter matando usando a mais escura das magias. Lucius
deve que desviar o olhar e lidar com mais alguns Balverines até que viu um caminho claro para ele escapar. Esquivando
garra venenosa de outra besta, segurando o saco cheio de posses de seu mestre perto de seu peito, ele conseguiu correr
para fora da caverna, deixando Harry por conta própria.
xxx
Lucius só tinha atingido na boca da caverna, quando ouviu o barulho de passos atrás dele. Ele virou-se apenas para ser
batido fora de seus pés quando algo bateu nele. Ele foi rolando para fora da caverna, à bolsa ainda segurava perto dele.
Lúcio caiu com um baque surdo no chão sujo. Sentou-se para ver quem tinha o derrubou. Harry sorriu para ele. Ambos
os assistentes estavam de pé e com as suas varinhas apontada um ao outro em questão de segundos.
Harry disparou uma maldição, mas não a que Lucius tinha pensado que ele faria. Lançou 'Accio' no saco Lucius estava
segurando. Somente o cordão, ainda envolto em torno do pulso de Lúcio parou o saco de ir para as mãos de Harry.
Atordoado, Lúcio revidou, disparando seu próprio fluxo de maldições. Todas elas foram bloqueadas e outra vez, Harry
tentou arrebentar Lúcio antes de ir para a sua bolsa. Lúcio teve que se abaixar e mergulhar para fora do caminho,
evitando perder o precioso tesouro seu mestre queriam devolvidos a ele.
Lucius mexeu rapidamente seus pés, mas encontrou Harry de pé sobre ele. Em vez de mirar com sua varinha, ele bateu
Lúcio, de forma inesperada, e pegou o saco como Lucius caiu para trás do golpe físico. Lúcio, porém, era conhecido por
seus reflexos e tomou uma porção da bolsa, não o permitindo sair de seu controle. Harry balançou seu punho ao redor,
acertando em Lucius novamente, mas o homem ainda não soltou.
"Dê-me, Malfoy!" Harry gritou, tentando se livrar do saco para fora de seu punho de ferro. Ele realmente não queria
machucar Malfoy. Eles estavam lutando muito para qualquer um deles para apontar varinhas. Harry tentou empurra-lo
para longe, mas só conseguiu desequilibrar os dois e Harry acabou perdendo o controle sobre o saco quando ele caiu.
Ambos atiraram de volta em pé, com as varinhas destinadas e prontas, mas antes que pudessem atacar um ao outro um
uivo gutural foi ouvido em torno deles. Ambos os assistentes olhou por cima e viu um grande grupo de Balverines,
avançando seu caminho paras perto deles. Não importa quantos tivessem matado, mais tinha aparecido e agora eles
estavam cercados.
Harry e Lucius compartilharam um olhar antes de ambos se virarem, completando 180 graus, de modo que eles agora
estavam de costa um para o outro. Ambos começaram a disparar maldições, Harry usando ambas as varinhas para lutar
contra as feras, onde Lucius só teve um. Os feitiços atingiam os seus alvos com tal força que o chão tremia com os
efeitos.
Harry teve que se mudar para fora do caminho, quando um grupo de dez Balverines veio para ele. Ele empurrou,
usando apenas a metade superior de seu corpo para bater em Lucius e tira-lo de perigo, antes de se abaixar e rola
para longe.
Lucius estava em seus pés, em questão de segundos. Ele estava começando a perder força e estava com medo de ser
vítima de estes animais em breve. Suas garras tinha um veneno tão potente que iria matá-lo instantaneamente. Seus
dentes podem morder através de ossos humanos, sem qualquer problema. Ele não queria experimentar nada disso.
Lúcio de repente bateu suas costas em um Balverine. Completamente sem fôlego, Lucius caiu no chão, incapaz de fazer
qualquer coisa, além de olhar com medo o Balverine que estava pairando sobre ele. A criatura horrível mostrou os dentes
e se agachou sobre ele, preparando-se para atacar.
Pouco antes garra da fera conseguir alcançá-lo uma força invisível passou por ele, fazendo que o animal congela-se no
meio da ação. Seus olhos brancos arregalaram de surpresa. Ele soltou um grito de dor antes de ser subitamente erguido
no ar e jogado para a direita em uma grande árvore com uma força imensa. O estalo audível significou a quebra de seu
pescoço e o animal morto caiu no chão.
Lúcio ficou de pé, perplexo com o que tinha acontecido. Ele olhou para a direita e viu Harry, a varinha ainda levantou e
apontou para a árvore que o animal tinha colidido. Lúcio não podia entendê-lo, o menino tinha salvado sua vida, mas
por quê? Ele viu o pequeno sorriso no rosto de Harry antes de ele se envolveu em mais batalha com os Balverines.
Lúcio aproveitou a chance, ele se levantou e correu. Ele correu para a borda das enfermarias de aparitação para que
ele pudesse desaparantar. Harry tinha acabado de matar outro Balverine e olhou para cima para ver Lucius, já a uma
boa distância. Harry levantou a mão, pronto para lançar o mais forte accio que podia para levar o saco com a bússola
de ouro para ele, mesmo que isso trouxe Lucius para ele junto.
Pouco antes de o feitiço pode chegar a Lucius, o loiro de Comensal da Morte desaparantou, de volta para Voldemort,
levando com ele a chance de Harry voltar para casa.
*Chapter 17*: Chapter 17
Capítulo Dezessete – A verdade revelada
AU Mundial
Damien não podia acreditar no que acabara de ouvir. Por um momento, ele apenas ficou imóvel, segurando o telefone
com força na mão, olhos fixos à frente para a parede em branco.
"Foi isso que eu disse." Veio à voz cansada de seu irmão do outro lado.
Damien podia sentir o pânico, começa a borbulhar furiosamente dentro dele, a partir da boca do estômago e viajar pelo
corpo todo. A bússola foi embora; Lucius Malfoy tinha pegado a bússola e escapado. Esta foi a pior coisa que poderia ter
acontecido.
"O que... o que você vai fazer agora?" Damien perguntou com medo da resposta.
Ele podia ouvir Harry suspirar pesadamente do outro lado. Seu coração começou a bater mais rápido do que antes.
"Há apenas uma coisa que eu posso fazer", Harry começou. "Não há nenhuma maneira que eu conseguir chegar a
casa sem usar a bússola. Eu tenho que ir pegar a bússola."
Damien sabia que essa seria a resposta de Harry. Ele começou a andar pelo comprimento da sala, a mão livre
fechada em um punho e a outra mão agarrada ao telefone.
"Como é que você vai fazer isso?! Você sabe tão bem quanto eu que a bússola agora está com Voldemort! Não é como
você pudesse apenas ir até ele e pedir para ele e esperar que ele vá entregá-la a você!" Damien disse.
"Obviamente!" Voz irritada de Harry tocou em seu ouvido. "Eu não vou pedir para ele! Eu vou roubá-la."
Não funcionou.
"Olha... Damy. Este é o único caminho, tudo bem. Eu não estou feliz com isso também, mas não é mais minha decisão. Se
eu quiser sair daqui, eu tenho que conseguir a bússola. Mas se só acontece de estar na posse dele, então eu não posso
fazer nada sobre isso. "
Damien ouviu a explicação de seu irmão, sentindo pavor construir em seu peito.
"Você não quer vê-lo, quer?" ele perguntou com sua voz calma.
Não houve resposta imediata do Harry. Damien esperou seu irmão responder, para afastar a suspeita de que havia
crescido lentamente dentro dele.
"Por que você está perguntando?" Harry perguntou com a voz em branda e sem emoção.
"Parece-me que você ficaria feliz em ir para obter a bússola de Voldemort se isso significa que você tem a chance de vê-lo
novamente. A bússola não pode ser a única maneira de saltar entre dimensões. Mas, em vez de procurar outra maneira,
você está ansioso para correr ao covil de Voldemort, ignorando o fato de que, neste mundo, ele está querendo seu
sangue! "
Harry não disse nada, mas ele não desligou como Damien tinha esperado que ele fizesse.
"Você deixou Malfoy ir, de propósito, não foi?" Damien continuou. "Você queria que ele saísse com a bússola, por que
assim você teria a chance de ver Voldemort mais uma vez, não foi, Harry?" Damien não podia deixar de acreditar que
isso era verdade. Ele tinha uma pequena semente da suspeita, desde o dia em que Harry tinha trocado de universo.
Ele havia decidido ficar lá quando soube que esse universo ainda tinha um Lord Voldemort. Damien tinha esmagado por
este pensamento, confiando a seu irmão, até agora.
"Ao contrário do que você pode pensar, eu não sou um idiota completo." Harry disse calmamente. "Eu sei a diferença
entre o Voldemort deste mundo e o meu, e confia em mim;. Eu não to com pressa para encontrá-lo" Damien sentiu um
peso enorme ir pra longe dele ao ouvir essas palavras. "A bússola é a única maneira que eu possa voltar para casa. Há,
claro, outras formas de viajar através das dimensões, mas não há nenhuma maneira de saber qual dimensão você está
viajando. Só a bússola permite isso." Harry explicou. "E sobre deixar Malfoy ir de propósito, a única coisa que eu fiz de
propósito foi deixá-lo viver. Eu teria pegado a bússola dele se não fosse por esses Balverines."
Damien podia ouvir a frustração na voz de seu irmão e imediatamente sentiu uma onda de vergonha lavar sobre ele.
Ele não deveria estar suspeitando seu irmão não estava se esforçando o suficiente para voltar para casa.
"Ei, se eu estivesse me ofendido pela as coisas que você disse, eu não estaria falando com você agora."
Antes que ele pudesse responder, ouviu uma batida forte na porta. Damien quase pulou no ar de surpresa. Seus olhos
corriam para a porta, o quarto de porta Exigência e perguntou quem estava batendo nele. Ele ouviu outra batida antes de
uma voz familiar falou atrás dela.
"Damien! Abra."
Damien pulou novamente, desta vez de pânico. Era seu pai, James estava na porta.
"Harry, o pai de na porta." Damien disse a ele em um sussurro. "Eu tenho que ir. Eu vou chamá-lo de volta assim que
eu puder." Damien disse prestes a cortar a chamada.
"Não, não desligue," disse Harry rapidamente parar Damien. "Assim, basta manter o telefone e ver o que ele quer."
Não ter o tempo para discutir, Damien fez o que lhe foi dito. Ele colocou o telefone no bolso de trás, mantendo o pedaço
da orelha de fora um pouco. Ele correu para a porta e abriu-a. James teve seu punho erguido no ar, prestes a bater
novamente.
"Hey, pai. Que está acima?" Damien perguntou, tentando soar como indiferente possível.
"Por que você está aqui? E como você sabia que eu estava aqui?" Damien perguntou, sabendo que sua localização
não poderia ter vindo acima no mapa.
"Eu verifiquei o mapa e não podia vê-lo em qualquer lugar. Eu sabia que esse quarto é o único lugar que não mostra no
mapa." James explicou.
"Oh, bem, hum ... o que você quer?" Damien perguntou, tentando não parecer atrevido.
"Eu queria ver onde estava desde que você está mais de 20 minutos de atraso."
Damien olhou confusamente para seu pai por um momento antes de seus olhos castanhos se arregalaram de realização.
Ele e Harry eram para se encontrarem com sua mãe e seu pai, após o jantar, uma vez que Sirius, Remus e Tonks
estavam vindos para 'sair'. Ele tinha esquecido completamente sobre isso, como sua mente estava ocupada com a
obtenção de seu irmão para casa.
"Oh, pai, eu sinto muito. É totalmente escorregou minha mente. Eu estarei lá." Ele disse, esperando que seu pai fosse
embora e deixá-lo terminar sua conversa com Harry.
"O que você está fazendo aí?" James perguntou, olhando para trás.
"Nada, eu só estou... tendo... um pouco, tempo para mim." Damien terminou sem jeito.
Damien assentiu.
"Ok, você percebe que você está virando quinze não cinquenta, certo?" James brincou.
"É o meu ano OWL, pai. Eu venho aqui para estudar em paz, tudo bem." Damien disse, revirando os olhos para o pai.
James riu.
"Bem, já que eu estou fora do meu "dever" Eu não sinto nenhuma culpa em dizer, vá com calma. Não se preocupe
muito com seus exames." James disse com um sorriso.
"Sim, tudo bem. Olha, por que você não vai e eu vou arrumar minhas coisas, deixá-la no meu quarto e então eu vou
encontrá-lo em seu quarto."
"Soa como um plano." James respondeu já se afastando da porta. "Mas apresse-se, tudo bem."
Damien acenou com a cabeça novamente e fechou a porta, certificando-se de que estava trancada. Ele rapidamente
pegou seu telefone, trazendo-o ao ouvido.
Damien não tinha certeza se ele estava imaginando isso ou não, mas a voz de Harry soou mais calado do que antes.
"Bem, você me disse para não desligar. Eu achei que você queria me dizer algo importante." Damien perguntou.
"Não, não é nada disso. Eu só queria escuta o que... o que o pai queria isso é tudo." Harry disse a palavra "pai" saindo
com dificuldade.
"Ou talvez, você só queria ouvir sua voz de novo?" Damien perguntou. Harry não disse nada, nada de concordar ou
negar o pedido. Damien sorriu. "Você sente falta dele, não é?" ele perguntou, não necessitando de uma resposta real.
Ele poderia dizer que Harry perdeu-os, todos eles.
"Ele só me sinto estranho por não ser capaz de vê-lo, ou ouvi-lo." Harry admitiu. "Eu quero dizer que ele esteve no meu
pé me incomodando nos últimos dois anos e agora, de repente, ele se foi. Às vezes eu esqueço o que aconteceu com
eles neste universo e espero vê-lo e mãe em torno de Hogwarts. ainda é difícil de acostumar, não tê-los por perto". Harry
acrescentou a última parte em voz baixa.
"Droga, Harry. Você precisou viajar para outro mundo, só para apreciar a mãe e o pai."
"Vamos esperar que isso seja apenas uma viagem e não um arranjo de vida." Harry respondeu com uma voz triste.
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Sábado chegou, e Harry estava realmente animado. Hoje foi décimo quinto aniversário de Damien. Ele não esperava
sinceramente estar aqui no aniversário de Damien, mas desde que a bússola não funcionou, mais uma vez, ele ainda
tinha tempo de desfrutar deste mundo novo. Sentia-se muito mal pelo o outro Harry embora. Ele estava preso em seu
mundo, perdendo o aniversário de seu irmão. Harry fez-se sentir melhor por pensar que o outro Harry tinha estado com
Damien em cada um de seus aniversários passados. Se ele ficou de fora em um, ele não poderia ser tão ruim, certo?
Damien, Harry notou, estava de mau humor. Ele não parecia que ele estava gostando do aniversário em tudo. Ele não
estava prestando muita atenção à comoção acontecendo no telhado da torre de Astronomia. James e Lily estavam
entretendo os convidados, o conjunto da Grifinória, Sirius, Remus e Tonks. Harry ajudou-os; distribuindo bebidas e fazer
uma conversa com os alunos. Ele observou que um aluno estava olhando tão chateado como Damien. Ele olhou para
Gina, enquanto se sentava ao lado de Damien, conversando em voz baixa. Ela deu ao garoto um abraço e sussurrou
algo em seu ouvido, fazendo-o balançar a cabeça, claramente incomodado.
Harry virou-se para ver Lily. Ela estava de pé ao lado dele, mas seu olhar estava fixo em seu filho mais novo e Ginny.
"Ele parece realmente para baixo", disse Lily preocupado. "Eu não consigo descobrir o por que."
Harry, é claro, sabia o porquê; era por causa da bússola e sua incapacidade de trabalhar e trazer de volta o outro Harry.
Era por isso que Damien estava chateado. Ele lhe dissera que o outro Harry estava indo para experimentar e descobrir
uma maneira de trocar de lugar novamente, mas isso era tudo. Ele nunca explicou como Harry estava planejando fazer
isso, mesmo quando Harry o perguntou. Tudo o que ele conseguiu foi alguns sons murmurando e incoerentes que
desconfiado soavam como "missão suicida". Mas isso foi tudo o que Harry poderia sair dele.
Lily se aproximou Damien e Harry viu a forma como o rapaz tentou parecer feliz, mas falhou miseravelmente. Ginny
rapidamente levantou-se e afastou-se, deixando a mãe sentar-se ao lado de seu filho. Harry desviou o olhar, mas não
antes de um fraco 'Não, nada, eu estou bem' chegou aos seus ouvidos.
Harry encarou o outro lado do telhado e viu uma visão que o fez sorrir. Ron e Hermione estavam aqui, finalmente. Harry
cumprimentou-os, observando o braço Ron tinha na cintura de Hermione.
"É sempre a mulher, companheiro." Ele comentou, ganhando um olhar severo de Hermione.
"Sinto muito, Harry, mas levei uma eternidade para sair do trabalho." Ela explicou.
"Eu estava bem ciente disso," Hermione sorriu de volta. "Mas os pesquisadores não têm tempo de folga. Bem, não
quando o prazo é de menos de três semanas de distância, pelo menos."
"Aqui vamos nós." Ron murmurou enquanto Hermione lançou em uma explicação detalhada do que seu projeto
implicava. "... Existem apenas tantos significados possíveis, mas o interessante é que um pequeno erro, uma única
runa mal interpretado e todo o significado podem ser mudados. E outra coisa interessante é..."
"Ela realmente deve procurar o significado da palavra interessante." Ron murmurou para Harry, fazendo o garoto sorrir.
"Eu ouvi isso, Ronald!" ela disse arredondamento em cima dele. "Mas de qualquer forma, pensamos que pode ser para a
última peça e se traduzir corretamente as runas, vamos ter o projeto concluído antes do prazo. Você sabe o que isso pode
fazer por mim? Já que este é o meu primeiro projeto como bem, pode fazer maravilhas para mim. "Hermione estava
claramente animada". "Então, é por isso que estamos trabalhando neste fim de semana". Eu estava no laboratório durante
todo o dia de hoje e será amanhã dia todo também. Duncan e Jenna, os meus colegas do projeto, ainda estão no
laboratório, mas eu tive que sair, pois eu não poderia faltar à festa de Damy. "
"Sim, eu trouxe a minha troca de roupa comigo. Eu sabia que eu ia ter que vir direto do trabalho para Hogwarts. Eu iria
perder todo o partido se eu estava a ir para casa pela primeira vez."
A conversa foi interrompida quando eles chegaram a Damien e a Ginny. Ron e Hermione cumprimentou-os, antes de
desejar Damien um "Feliz Aniversário". Harry estava mal prestando atenção. Sua mente estava ocupada com a vinda
acima com um plano. A oportunidade era boa demais para perder.
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Harry fez o seu caminho em silêncio para alojamentos de Ron. Ao contrário de seu e quartos de seus pais, o quarto de
Ron estava no mesmo andar que a ala hospitalar. Na verdade, foi diretamente ao lado dele. Harry só tinha estado lá uma
vez, já que Ron preferiu sair em seu quarto. Harry não podia culpá-lo; o quarto cheirava a desinfetante e foi pintado de
branco, assim como a enfermaria.
Harry sabia que seu tempo foi muito ruim, ele iria perder a festa de Damien, mas a chance que ele estava esperando
para finalmente tinha chegado. Hermione disse que ela veio direto do trabalho, de modo que significava suas coisas de
trabalho devem estar com ela, sua bolsa de trabalho, segurando o disco especial estava deitado ali, no quarto de Ron.
"Chudley Cannons". Harry disse baixinho e a porta se entreabriu. Harry entrou rapidamente no quarto de Rony,
empurrando para baixo a onda de vergonha em invadir o quarto de seu melhor amigo.
Ele viu as roupas de Hermione instantaneamente, cuidadosamente dobrados e colocados em uma cadeira, ao lado da
mesa. Ele rapidamente se aproximou e viu com alívio, a bolsa em cima da mesa. Harry estendeu a mão para o saco, mas
depois parou. Ele estava roubando e da Hermione! Ele mordeu o lábio, ponderando sobre suas razões para fazer isso. Era
realmente necessario para ele roubar esse disco de Hermione e ir descobrir mais sobre o seu homólogo? Será que a sua
curiosidade queimando realmente justificar o que ele estava prestes a fazer? Harry ficou imóvel por um momento, seus
dedos um mero centímetro de distância da bolsa de Hermione.
O que era que ele estava esperando encontrar? O que era que ele tão desesperadamente queria saber? Ele pensou em
tudo o que ele havia aprendido sobre Harry; sobre sua infância, sobre sua formação, sua derrota de Voldemort, sua fama
e sua vida. Ele percebeu que ele sabia muito pouco. Tudo o que ele tinha sido dito era por Damien e Harry estava certo
de que o menino estava mantendo as coisas dele. Isso era o que estava fazendo-o curioso sobre o seu homólogo. O que
foi que Damien estava tentando esconder? E por quê?
Sabendo que ele não poderia obter as respostas, as verdadeiras respostas, para suas perguntas de outra forma, Harry
pegou a bolsa e enfiou a mão dentro. Seus dedos roçaram os muitos itens dentro do saco de Hermione, mas ele passou
por eles. Finalmente os dedos roçou o disco redondo e ele sentiu o metal liso sob as pontas dos dedos. Ele tirou o disco,
olhando para o pequeno dispositivo que iria ajudá-lo a obter todas as respostas que precisava.
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Harry saiu do porão da Dedosdemel confeitaria, certificando-se de não fazer nenhum som. Seus anos de esgueirando o
Durselys e Hogwarts à noite tinha ajudado. Ele só queria que ele tivesse a sua capa da invisibilidade com ele. Ele havia
deixado o seu no seu próprio mundo e aquela que existia neste mundo estava com Damien, em todos os momentos.
Harry empurrou a culpa de deixar a festa de Damien de sua mente com um empurrão forte. Ele havia mentido para a mãe
dele, dizendo que ele sentiu uma dor de cabeça chegando e queria ir deitar-se por um tempo. Ele sentia horrível quando
sua mãe virou olhos preocupados e positivamente horrorizados com ele. Ela empalideceu e disse-lhe para ir e ver Poppy
imediatamente. Ela estava prestes a deixar a festa e acompanhá-lo para a ala hospitalar, mas Harry a impediu. Convencê-
la de que ele estava bem e que voltaria depois de uma hora ou duas. Harry se apressou a partir da torre de Astronomia.
Ele então roubou o disco da bolsa de Hermione e tinha usado o caminho passagem secreta para chegar a Hogsmeade
sem que ninguém vê-lo. Harry estava grato que a passagem secreta era o mesmo que em seu mundo. Ele não teve o seu
mapa com ele e não teria nenhuma outra maneira de sair do castelo invisível.
Harry correu para fora da loja, que estava fechada por isso ele teve que sair pela a janela. De frente para o tempo
ventoso, Harry se apressou a chamar-se o Noitibus, esperando que a viagem não demorasse mais de duas horas.
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Damien procurou ao seu redor, mas não podia ver Harry em qualquer lugar.
"Onde ele está?" ele murmurou para si mesmo.
"Harry, eu não posso vê-lo em qualquer lugar." Damien disse a digitalização do último piso.
"Você realmente é muito próximo a ele, não é? Eu acho que é tão doce, o quanto ele significa para você." jorrou
Hermione.
Damien fez uma careta. O Harry atualmente aqui não era seu irmão.
"Sim, ele é uma alegria." Ele respondeu secamente. Virando-se para ver sua mãe, ele gritou para ela. "Mãe! Você viu
onde Harry foi?"
Lily veio rapidamente para ele, seus olhos nublados com preocupação.
"Sim, ele não estava se sentindo bem. Ele disse que ia deitar-se, por um tempo, ele estará de volta", ela acrescentou
rapidamente, não querendo que Damien ficasse chateado. "Ele só precisava de um tempo pra descansar."
Ela se virou e saiu, parando um grupo de estudantes de jogar comida ao longo do último piso. Ginny virou-se para
olhar para Damien, um olhar ansioso no rosto.
"Espero que ele esteja bem. Queria saber o que aconteceu com ele, assim, de repente?" Hermione falou.
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Harry saiu do ônibus e viu o prédio em frente a ele, os pesquisadores Corner. Harry rapidamente entrou. Desejando
agora mais que nunca de que ele estava escondido da vista por sua capa.
Ele encontrou as portas da frente aberta. Como Hermione havia dito que dois de seus colegas ainda estavam
trabalhando, Harry havia se reunido o prédio ainda estava aberta, portanto, levando-o para satisfazer a sua curiosidade
esta noite. Ele sabia que tinha que ser hoje à noite uma vez que Hermione disse que ela estava indo para o trabalho
novamente amanhã. Ele tinha que colocá-la em disco de volta em sua bolsa antes disso. Ele tinha descoberto que ele
seria capaz de fazer tudo nas poucas horas que ele tinha. Afinal, tudo o que ele queria era um rápido olhar para a vida
deste outro Harry. Há quanto tempo isso poderia levar?
Harry não encontrou ninguém sequer olhando para ele enquanto caminhava dentro do grande átrio. O homem na
recepção apenas olhou para ele, mas sem realmente reparar nele. Harry sabia que o edifício tinha um monte de gente
indo e vindo em todos os momentos. Tantos rostos diferentes, não havia maneira de o homem se lembraria de todos
eles. Enquanto Harry passava o homem, porém, ele brotou a seus pés, assustando Harry.
"Sr. Potter, senhor!" ele disse, com os olhos arregalados de surpresa. "É um prazer, senhor! Um verdadeiro prazer em
conhecê-lo." As palavras saiam de sua boca com pressa.
"Uh, sim, agradável, prazer conhecê-lo também." Harry disse vendo a felicidade e alegria as suas palavras simples
trouxe para o homem. Ele ficou boquiaberto com Harry quando ele deu alguns passos de distância. "Eu estava ... uh,
aqui apenas para ... para, Hermione Granger me pediu para pegar ela-" felizmente Harry foi cortado pelo homem.
Harry acenou com a cabeça e caminhou até a escada, fazendo parecer que ele estava indo para cima. Ele tinha que
subir até o primeiro andar, o homem estava olhando para ele com um grande sorriso estampado no rosto. Harry
penetrou no andar de baixo depois de alguns minutos. O homem não estava em sua mesa. Esperando que ele
estivesse ido ao banheiro e que tivesse alguns minutos, Harry correu para as escadas que levam para o porão. Ele
sabia que o recepcionista foi amigável e, obviamente, tinha medo dele, não é bem dele, mas o Harry ele estava
fingindo ser, mas ele tinha a suspeita de que ele ainda não ter permissão para ir à biblioteca no andar de baixo.
Em poucos minutos Harry chegou à porta. Harry pegou cuidadosamente o disco do bolso e segurou-a contra a superfície
da porta. Os primeiros segundos se passaram e nada aconteceu, fazendo com que o coração já ansioso de Harry,
acelerar com a decepção. Ele tinha chegado tão longe, ele não queria sair sem obter respostas. Mas, em seguida, o disco
foi subitamente sugado para dentro da porta, encaixando-se contra a porta. Harry observou que a porta se dividir em dois
e se abriu, permitindo-lhe a entrada.
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Ginny correu escada abaixo, indo rapidamente para alojamentos de Harry. Ela tinha que ter certeza que ele estava bem.
Se sua cicatriz havia queimado novamente, ele estava indo para atrair muita atenção. Ela alcançou a porta e bateu nele
antes de tentar a porta. Estava trancada.
Gina pegou sua varinha e lançou um rápido "Alohomora". A porta se abriu e Gina entrou. Ela fez uma pausa em suas
ações quando ela viu a cama e que tinha alguém na mesma. As cobertas estavam puxadas para cima, escondendo
Harry de vista.
"Harry você está acordado?" Gina perguntou, batendo mais perto da cama. Ela não queria perturbar se ele estivesse
doente.
"Harry?"
Ginny de repente sabia, mesmo antes de ela puxou as cobertas de cima para revelar apenas travesseiros ocupando a
cama, ela sabia que Harry tinha ido embora.
Ela sabia que se Harry havia mentido e deixado a festa de Damien, que isso não podia significar boa notícia.
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Harry estava em pé na plataforma, um sentido de proibido inundando seus sentidos. Ele podia sentir sua pele arrepiar
com antecipação. Ele balançou as mãos e flexionou os dedos, numa tentativa de se acalmar.
Tomando uma respiração profunda, e esperando que ele estava prestes a fazer seria dar-lhe as respostas dele, Harry
chamou, em voz clara, alto, seu próprio nome.
O som que encheu o salão era realmente assustador. O grito de material voando para ele fez Harry se encolher. Ele
afastou-se quando livros, jornais, inúmeros artigos e estranhamente uma penseira voou na mesa diante dele. A mesa
gemeu quando os itens do vôo aterrissaram com um baque forte. Harry olhou para a quantidade de material que se
encontra diante dele. Cerca de trinta livros foram empilhados em uma das extremidades da mesa. As pilhas de jornal
assumiu a maior parte da mesa e uma pequena penseira prata estava deitado na extremidade da mesa.
Querendo saber o que diabos estava acontecendo, Harry se aproximou da mesa. Ele não poderia ler tudo isso. Era
impossível, e não no curto tempo que tinha de qualquer maneira. Ele olhou para os jornais, imaginando que eles eram o
melhor lugar para começar. Lembrou-se de Hermione dizendo que o material foi organizado em ordem cronológica. Ele
estendeu a mão para a pilha de jornais mais próxima a ele, verificando a data pela primeira vez.
01 de novembro de 1981
Harry ficou chocado. Ele nunca pensou que Harry seria mencionado com um ano de idade no jornal. Sua mente lhe disse
que a data tinha mais importância. Era o dia depois que foi atacado em seu mundo, o seu primeiro dia como um órfão.
Quer saber o que significado da data realizou neste mundo, Harry começou a ler o artigo.
'O Auror, James Potter, foi internado em St Mungus ontem à noite depois de um ataque horrendo sobre ele que
necessitou de atenção médica imediata. O ataque que também feriu sua esposa, Lily Potter e amigo e companheiro de
Auror, Sirius Black, ocorreu em sua casa, oco de Godric. Foi revelado que um amigo próximo dos Potters, Peter Pettigrew,
um ex-auror, foi o responsável pelo ataque. Juntamente com os graves prejuízos que trouxe ao seus ex melhores amigos,
ele também deu um golpe devastador para os Potters, com o sequestro de seu filho um ano de idade, Harry James Potter.
A criança estava dormindo no momento do ataque. Embora nada tenha sido confirmado especula-se por pessoas
próximas à família Potter que seu amigo, Pettigrew era um seguidor de Você-Sabe-Quem e levou o bebê Harry Potter
para ele. O corpo da criança ainda não foi descoberto. As razões pelas quais Pettigrew levaria
a criança 15 meses de idade para Você-Sabe-Quem ainda não foi estabelecida, mas os rumores de uma profecia que
ligam o bebê Potter com o autoproclamado Lorde das Trevas está parecendo ser a única explicação possível ... "
Harry parou de ler, sua mente se recuperando da notícia. Damien havia mentido para ele; ele tinha suspeitado da mentira
do menino, mas não a este ponto. Deixando o papel de lado, Harry olhou para o próximo, e aquele depois, e o depois.
Pelo menos cinco dos seguintes documentos eram do rapto de Harry James Potter. Cerca de um mês depois, no início de
dezembro de 1981, Harry viu um artigo dizendo que o corpo de uma criança tinha sido descoberto e foi pensado para ser
de Harry Potter. Harry viu os rostos manchados de lágrimas de seus pais como eles foram capturados na câmera,
quando estavam saindo do Ministério. Seu pai tinha o rosto abaixado e estava segurando a mão de sua mãe, levando-a
para fora. Sirius estava perto atrás deles, com o rosto molhado de lágrimas também.
Harry lançou o papel de lado, não querendo ver os seus rostos cheios de tristezas. Ele verificou a data do próximo
jornal e percebeu que eram 15 anos após a data do primeiro documento.
02 de setembro de 1996
"Outro ano começa na Escola Hogwarts de Magia e Bruxaria. Mas este ano um recém-chegado surpreendente juntou os
estudantes para seu sexto ano. Harry James Potter, que se pensava morto, fez uma reaparição chocante. O jovem,
agora 16 anos de idade, se juntou aos seus colegas de ano e apareceu não se perturba por toda a atenção que o
rodeava. O mistério em torno do desaparecimento do adolescente e seu paradeiro durante os últimos 15 anos não foram
revelados, embora rumores diga que o garoto estivesse no exterior com uma família distante, mantendo a salvo de Você-
Sabe-Quem. Sr. e a Sra Potter não estavam disponíveis para comentar o assunto.
Harry empurrou o papel de lado. O que foi que Damien havia dito? Harry tinha sido fora de casa, treinando para
melhorar de vida. Se isso fosse verdade, então por que seus pais fingir que ele tinha morrido? Ele não achava que
seus pais, ou quaisquer pais,, poderia fingir uma coisa dessas. E Harry era apenas um bebê, de um ano, como ele
poderia ser mandado embora para treinar? E o cadáver de uma criança que tinha sido encontrado e enterrado como
Harry, o que foi aquilo? Não fazia sentido. Harry nem sequer considerar a possibilidade de que o primeiro artigo que
tinha lido era certo, e que Harry tinha sido levado para Voldemort.
"Um ataque chocante deixou numerosos Aurores feridos e doze mortos. Mas o que é mais desconcertante é o lugar onde
o ataque ocorreu. Por volta das oito horas, na noite passada, um exército de Comensais da Morte atacou a Escola
Hogwarts de Bruxaria e Magia! Como os homens mascarados foram capazes de chegar ao recinto da escola lendário
ainda estão sendo investigados. Tanto quanto sabemos, nenhum aluno ou equipes foram prejudicados. Mas um estudante
foi levado pelos Comensais da Morte. Vários relatos de testemunhas oculares confirmaram que viu Harry James Potter,
filho de James e Lily Potter, pegue a mão da Comensal da Morte infame conhecido como Bellatrix Lestrange e
desaparantar com ela. Assim que o garoto de 16 anos deixou as terras com a Lestrange, o ataque cessou e os Comensais
da Morte restantes desaparantaram, deixando como rastro os cadáveres dos Aurores corajosos que deram a sua vida
para defender a escola e os alunos... '
Harry olhou para as palavras, tentando fazer sentido deles. Isso não podia estar certo, não é? Harry deixou de bom grado?
Por que ele faria isso? Harry deve ter sido chantageado para sair com os Comensais da Morte em silêncio e sem
resistência. Talvez os Comensais da Morte ameaçassem ferir os estudantes e é por isso que Harry saiu com eles. Deve
ser isso.
Foi o papel seguinte ele pegou que fez a verdade desabar sobre ele.
"O Ministro da Magia, Cornelius Fudge fez uma revelação chocante hoje. Ele confirmou que Harry James Potter, que foi
levado com apenas 15 meses de idade e, posteriormente, ficou desaparecido ao longo dos últimos 15 anos, não é outro
senão o famoso Príncipe das Trevas, seguidor e filho adotivo de Você-Sabe quem! O ministro confirmou em uma
entrevista exclusiva com o Profeta Diário, que o menino foi capturado em uma operação no ano passado, mas vendo que
ele era o filho mais velho de um Auror de alto escalão, James Potter, foi dada a oportunidade de se redimir. O Comensal
da Morte de 16 anos, nomeado o Príncipe das Trevas após seu pai adotivo, o Lorde das Trevas, foi responsável por
muitos crimes nos últimos anos. Sua identidade sempre foi mantido escondido por uma máscara de prata, assim como as
máscaras brancas que os Comensais da Morte usam. O Príncipe das Trevas tem muitos crimes horríveis a seu nome,
incluindo muitos relatos de assassinato. Um deles é a tortura horrenda e morte de Frank Longbottom e sua esposa Alice
Longbottom ... '
Harry deixou cair o papel, afastando-se da mesa. Seu coração estava batendo em seu peito, sentiu-se tonto,
desorientado. Ele agarrou na borda da mesa para não cair. "Não pode ser verdade!" ele pensou consigo mesmo. Ele
simplesmente não podia ser verdade. Harry foi criado por Voldemort! Ele era o seu.. seu filho!?
Harry sentiu-se muito doente, sua cabeça batendo dolorosamente de choque. Seus joelhos se dobraram de repente sob
ele e ele sentou-se no chão frio, tremendo da cabeça aos pés. "Isto está errado!" ele pensou consigo mesmo. "Harry era
um seguidor de Voldemort, ele matou? 'Seu estômago embrulhou novamente como ele pensava sobre nos dois nomes
que ele tinha lido "Frank e Alice Longbottom, pais de Neville. Harry havia matado a mãe e o pai de Neville!"
Harry estava com vontade de vomitar. Mas ele apenas ficou no chão, a mente cambaleando sobre o que tinha lido. Uma
grande parte dele não acreditou, era ridículo, não havia maneira de Voldemort iria criar um filho e não importa o que o
mundo de Harry Potter era nunca que ele iria servir um monstro como Voldemort. Nunca! Nunca Harry iria matar!
Mas então, ele pensou sobre o outro Harry, o jeito que ele falava, a maneira como seus olhos pareciam mais frios,
mais escuro. Sua maneira de falar, a sua confiança, tudo nele era... diferente.
Harry balançou a cabeça; ele não ia acreditar no que estava escrito nos jornais. No ano passado, tudo que havia sido
escrito sobre ele por Rita Skeeter e tudo era um lixo total. Foi totalmente mesclado e falso. Ficando de pé, ele se
aproximou da mesa, tentando o seu melhor para não olhar para a pilha de jornais. "Mas tudo isso não pode ser falso e
exagerado; algo em que deve ser verdade". A voz em sua mente lhe disse.
Harry pegou o próximo papel, mas tudo o que tinha era mais assassinato Harry havia cometido sua lista de crime, o
problema Dumbledore estava enfrentando na tentativa de manter Harry de longe de Azkaban. A cabeça de Harry girou
com a notícia. "Não é verdade! Não é verdade! "ele continuou dizendo a si mesmo, mas quanto mais papéis que ele lia,
mais fraca ficava sua crença".
Ele olhou através de uma cópia do profeta diário que tinha uma grande imagem de Harry. A imagem tinha um título de
'Procurado' e um aviso de recompensa foi impresso abaixo. Harry olhou para a foto, no rosto, seu rosto, observando os
olhos verdes frios e seu olhar penetrante. Harry lembrou-se da maneira que Harry olhou para ele quando o conheceu na
Rua dos Alfeneiros. Ele observou que, em seguida, bem, ele tinha um jeito de olhar para você que era enervante.
Harry empurrou os papéis para longe com raiva, sua respiração vinda em grandes suspiros agora, ele lutava para manter
o controle sobre suas emoções. Harry olhou para a outra extremidade da mesa, observando a pequena penseira na borda.
Com os dedos trêmulos, Harry puxou-a para frente dele. Memórias, mechas prateadas brancas de fumaça estavam
nadando dentro da bacia de pedra, convidando-o. De repente, apareceram palavras, grandes e em preto por toda a bacia,
'Memoria apresentadas no julgamento de Harry Potter "Harry não sabia o que ele estava prestes a ver, ou cuja memória
ele estava prestes a testemunhar, mas ele estava pronto para mergulhar na tigela. Ele precisava de respostas, respostas
que ele podia confiar. Com uma respiração profunda, Harry se jogou de cabeça no penseira.
Ele caiu de bruços, no chão frio, mas suave. Olhando para cima tudo Harry viu foi à grama verde, de cor prateada com
geada branca. Harry levantou-se do chão e olhou em volta. Seus olhos se arregalaram quando ele viu a visão diante
dele. O Trem de cor escarlate estava diante dele, parado, com uma árvore caída sobre os trilhos parando sua viagem.
Harry podia ver comoção acontecendo dentro do trem, rostos de estudantes e adultos estavam olhando para fora das
janelas, o medo estampado neles. Sem entender o que estava acontecendo; Harry olhou ao redor em seu entorno. Ele se
virou para olhar para trás e foi aí que ele viu. A visão tomou toda a respiração dele.
Andando na frente de um exército de Comensais da Morte, levando-os, era Harry. Sua varinha já estava em sua mão,
mas realizada casualmente para o lado. Ele caminhou com facilidade, confiança; autoridade. Seu olhar gelado estava
fixado no trem e as pessoas frenéticas presas dentro. O ligeiro sorriso no rosto fez o outro Harry se sentir enjoado.
Harry ficou onde estava, paralisado com a visão diante dele, incapaz de se mover, incapaz de assimilar o que ele
estava vendo. A imagem de Harry andou através dele, e continuou, os Comensais da Morte seguindo ele, máscaras
brancas em seus rostos, capas pretas fluindo por trás deles.
Harry observou enquanto eles pararam a poucos metros da estação de trem, observando as pessoas em pânico lá
dentro se afastando das janelas. Ele viu Harry virar o rosto para os Comensais da Morte, seus olhos esmeralda
piscando perigosamente para eles. Suas palavras foram ditas em voz baixa, mas claramente.
Lembre-se de minhas ordens; ninguém entra no trem. Se um aluno sai do trem, você simplesmente atordoar-los,
entenderam. Se algum de vocês mata um estudante, eu vou matá-lo em troca. Estamos aqui pelos Aurores,
particularmente Moody. A mensagem que estamos enviando para o mundo mágico é que esses aurores não pode
protegê-los. A verdadeira proteção encontra-se com o meu pai. Entenderam!"
A palavra de Harry soou nos ouvidos de Harry, causando dor real. 'Pai, ele chamou Voldemort, de pai!" Harry pensou
consigo mesmo. Harry assistiu entorpecido, forçado a admitir a verdade do seu homólogo, como a memória Harry
ameaçou os aurores para sair e lutar. Quando saiu, Harry lutou com eles.
O Harry de quinze anos, de repente compreendeu o medo que ele tinha visto nos olhos dos alunos em muitos em
Hogwarts, quando eles olhavam para ele. Ele via o mesmo medo em seus olhos agora, quando eles olhavam para
Harry de dentro do trem. Harry era brutal em seus ataques e seu comportamento com Moody foi excepcionalmente
assustador.
A memória de repente cintilou, a visão diante dele tornou-se confuso e obscuro. Harry apertou os olhos contra as imagens
fora de foco, tentando ver o que estava acontecendo. Enquanto subitamente como tinha começado, ele parou. As
imagens esclareceram e Harry respirou com a visão. Um Sirius ferido estava deitado no chão, com a perna claramente
quebrada, sangue saindo de seu nariz.
Foi quando Harry desviou o olhar de Sirius e viu Damien em pé diante dele, ele estava de costas para Sirius. Ele estava
de frente para Harry e suplicando-lhe.
"Harry, por favor, não faça isso! Tio Siri não fez nada. Por favor, pare!" Damien gritou com a dor clara em sua voz.
Harry sentiu seu coração despencar em seu estômago. Harry tinha machucado Sirius! Ele era o responsável por
lesões de Sirius.
"Damy, volte para o trem." Harry sussurrou para Damien, sua varinha agarrou com tanta força, os nós dos dedos
estavam brancos.
Quando Damien não se moveu, Harry soprou-o para fora do caminho, jogando-o cruelmente longe de Sirius. Isso era
tudo que Harry viu. Ele tinha visto o suficiente. Ele não queria ver seu homólogo torturando Sirius, ele não podia ver
isso, ele ficaria louco se o fizesse. Com um grito, ele forçou-se para fora da penseira. Ele caiu de costas no chão de
pedra frio da biblioteca, a mesa em frente a ele.
Tomando goles profundos de ar, Harry se forçou a se acalmar, mas foi inútil. Um furacão de emoções estava engolindo-o,
fazendo-o jogar de volta a memória que acabamos de ver, ver todos os relatórios que tinha lido ver todos os crimes o seu
homólogo tinha feito.
Em uma onda de raiva, Harry levantou-se, pegou os papéis que tinha lido e correu para fora da plataforma, correndo de
volta a questionar o rapaz que havia mentido atroz para ele. Em sua pressa de sair, Harry esqueceu tudo sobre o disco de
prata, ainda incorporado no interior da porta.
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Damien ainda estava de pé, mesmo que a maioria dos habitantes do castelo tinha adormecido. Seus pais estavam em seu
quarto, felizmente alheios ao fato de que o menino que pensavam ser o seu Harry estava sumido. Graças a Gina e seu
feitiço bem praticado, ela convenceu James e Lily que Harry ainda estava dormindo. Damien tinha que gravar sua própria
voz, resmungando sonolenta que ele não estava se sentindo bem e queria dormir. Sua voz era semelhante o suficiente
por serem irmãos, de modo que não tivera nenhum problema. James e Lily só tinham entrado para vê-lo duas vezes antes
de ir para seus quartos.
Gina ainda estava acordada, mas estava no salão comum, prometendo Damien que ela iria ficar e esperar por ele.
Damien estava dentro do quarto de Harry, esperando para falar com ele. "Onde diabos ele está"? 'ele pensou pela
centésima vez.
Ele estava sentado na frente da lareira, tentando derreter o ponto frio na boca do estômago. Algo estava errado, ele
podia senti.
A porta atrás dele se abriu e Damien virou-se rapidamente. Ele foi saudado pela visão de Harry, de costas para ele
enquanto ele fechava a porta.
"Harry, onde você esteve? Eu estive procurando..." As palavras de Damien pararam quando Harry virou-se para encará-
lo.
Não tinha uma expressão angustiada no rosto que chamou a atenção de Damien, mas as numerosas cópias do Daily
Profetas segurava em suas mãos. Damien podia sentir o tempo desacelerar quando ele reconheceu os antigos
exemplares do jornal. Ele olhou para cima quando Harry virou-se para encará-lo totalmente, os jornais mantidos
firmemente em suas mãos. Damien encontrou o olhar ardente esmeralda e pela primeira vez desde que conheceu este
Harry, ele viu um pouco de seu irmão nele.
Harry caminhou em direção Damien; lento e com passos cuidadosamente medidos, levou-o a comparecer perante o
garoto de olhos cor de avelã. Damien manteve o olhar fixo em Harry, então ele não teria que olhar para os jornais. Ele
não quiser ver esses relatórios novamente.
Harry estendeu os papéis, mas Damien não os pegou. Ele olhou para ele cheio de culpa, e esperou o inevitável.
"Ele foi enviado em treinamento?" Harry engasgou, mágoa e raiva fechando sua garganta.
"Este, esta era a sua formação?!" Harry perguntou jogando os papéis para a pequena mesa de café. Os papéis
espalhados, mostrando imagens de Harry e manchetes lendo 'O Príncipe das Trevas é realmente Harry Potter! "
Damien olhou por cima deles, sentindo seu coração despencar para a parte inferior de seu estômago.
"Harry, eu ..."
"Eu sinto muito...", ele começou, mas foi novamente cortado por Harry.
"Desculpa? Desculpa por quê? Desculpe por mentir para mim? Por me manter no escuro? Quantas mentiras que você me
disse, Damien? Ou devo perguntar se qualquer coisa que você me disse que era remotamente verdade!"
"Eu sei o que você está pensando, mas você tem que me ouvir, você tem que acreditar em mim..."
"Acredite em você? Você realmente acha que eu vou ouvir mais uma palavra que você vai dizer?" Harry perguntou
incrédulo.
Damien conseguia entender o que o menino estava passando. Ele estava em um mundo diferente, com pessoas que
nunca conheceu e ele só descobriu que tudo o que tinha sido dito sobre este mundo era uma mentira.
"Eu nunca quis mentir para você." Damien disse-lhe em voz baixa.
"Mas você fez." Harry fervia. Olhando para baixo, viu os jornais espalhados, encontrando-se ao redor da mesa. "Você
pensou que iria esconder o que ele era, o que ele havia se tornado," A raia queimando olhos de esmeralda para Damien
novamente, ele cuspiu as palavras. "Um assassino!" em seguida, em um sussurro ele engasgou, "... o filho de Voldemort?"
Damien podia sentir a dor em Harry. Ele ficou arrasado com a verdade, quebrado na realização do que ele, em outro
mundo, tinha feito; ele tinha servido o homem que matou seus pais.
"Eu sei que você está com raiva de mim. Eu entendo que você não pode confiar em qualquer coisa que eu digo, mas,
por favor, Harry, por favor, me escute. Dê-me uma chance e eu vou explicar tudo para você, tudo, eu juro!" Damien
implorou.
"Uma chance? Você teve muitas chances. Perguntei-lhe muitas vezes a verdade e tudo o que você me deu foram
mentiras. Mentiras para proteger esse, esse assassino!" Harry gritou com raiva, ainda não é capaz de compreender
completamente a verdade do seu homólogo.
"Eu sei que você está chateado, mas não fale sobre Harry assim." Ele disse.
"Por quê? Eu não estou dizendo nada nenhuma mentira, estou? Ele é um assassino, um assassino!" Harry gritou,
perto histérica agora, raiva mergulhando em suas órbitas.
"Eu não posso acreditar que eu cheguei a pensar que ele era igual a mim. Ele não é nada como eu, nada!" Harry gritou,
dizendo as palavras mais para seu próprio benefício do que para Damien.
"Você quer dizer que o rapaz que lhe deu a chance de ver seus pais?" Damien perguntou friamente. "Sim, você está
certo. Você não é nada como ele!"
Harry abriu a boca para revidar, mas de repente as palavras morreram em sua garganta. Seus olhos se arregalaram
em choque e ele cambaleou um passo para trás.
"Oh Merlin!" ele engasgou. "Ele é, ele está lá, com... com os meus amigos e..." ele não poderia terminar suas palavras.
Imagens de Ron e Hermione brilhou em sua mente. Eles estavam com ele, confundindo-o como seu melhor amigo. Ele se
virou para Damien, um olhar feroz em seus olhos. "Se ele machuca meus amigos, eu juro, eu vou matá-lo." ele disse com
toda a sinceridade que ele possuía.
"Oh, cale-se, Harry!" Damien mordeu fora. "Harry não iria machucá-los, não importa quem seja!"
"Assim como ele não machucaria Sirius?" Harry perguntou. "Ou você? Eu vi o que ele fez com você. Ele soprou-o para
fora do caminho quando você estava tentando proteger Sirius."
"Como você fez ...?" perguntou ele, perplexo. "Não foi nada disso! Harry estava me protegendo!"
"Eu não posso ficar perto de quem mente para mim." Harry disse, sem olhar para trás. Ele estava prestes a sair
quando Damien agarrou-o de seu braço e girou em torno dele.
"Você não pode ir embora, não sem ouvir-me em primeiro lugar!" Damien disse.
"Por quê? Então você pode mentir e encobrir ele de novo." Harry perguntou.
"Você não sabe o que você está falando!" Damien sussurrou para ele. "Você obviamente não sabe toda a verdade, é por
isso que você está falando assim!"
"Eu sei o suficiente!" Harry sussurrou de volta, puxando o braço para fora do forte aperto.
"Não, você não!" Damien disse com os dentes cerrados. "Você está culpando Harry sem saber tudo o que aconteceu."
"O que mais há para saber?" Harry perguntou. "Ele matou pessoas inocentes, ele torturava-os por ordens de
Voldemort, ele não é mais do que um Comensal da morte sujo!"
"Eu li o que ele fez, eu sei que ele matou os pais de Neville," Harry desejou longe a imagem de seu amigo redondo
enfrentou de sua mente. "Ele é o responsável por suas mortes!"
"Não, ele não os matou. Harry salva-los, você não sabe o que você está falando." Damien tentou, empurrando sua
própria raiva para longe para que ele pudesse explicar ao menino irado. "Você só sabe meias verdades. Harry fingiu
matá-os, mas ele realmente os salvou, eles estão vivos, eu juro!"
Harry queria dar um soco algo, difícil. Levou tudo que tinha para não bater Damien, por sua mentira contínua. Por que
ele estava protegendo ele? Era só porque ele era seu irmão? Será que o sangue faz isso com você? Faz você ignorar
todos os crimes cometidos um?
"Harry pense nisso! Se Harry realmente tinha feito tudo isso, você realmente acha que ele estaria andando por aí
Hogwarts? Você realmente acha que a mãe e o pai estariam tudo bem com ele?" Damien tentou fazer o menino vê
sentido, ver que não havia mais o que ele havia descoberto.
"Eles são seus pais." Harry disse, com a voz soando pequena e quebrada.
"Ok, mas o que acontece com o Professor Dumbledore? Ele não iria colocar seus alunos em perigo, iria? E foi Harry
que matou Voldemort, você está esquecendo isso!" Damien disse rapidamente, esperando que Harry iria acalmar,
tempo suficiente para ele para dizer-lhe tudo.
"Isso é provavelmente uma mentira também, talvez Harry nunca tenha matado Voldemort!" ele cuspiu.
"Será que você acabou de pensar sobre o que você está dizendo!" Damien cuspiu de volta. "Pense por um minuto só,
você acha que se Harry fosse realmente um Comensal da Morte, ele teria sido absolvido em vez de ser enviado para
Azkaban?"
A mente de Harry não estava disposta a aceitar, isso agora. Ele já tinha tido o suficiente.
"Eu não me importo, o porquê", ele mentiu. "Tudo que eu quero é voltar e salvar meus amigos." Ele disse.
"Como é que você vai fazer isso?! A bússola não funciona!" Damien disse, ainda tentando o seu melhor para manter a
voz baixa.
"Então eu vou encontrar outra maneira!" Harry gritou e fez para sair novamente.
Damien pegou ele de novo, uma tentativa de detê-lo. No momento seguinte, os dois rapazes se encontravam
apontando suas varinhas um para o outro.
"Harry, por favor. Eu não quero te machucar." Damien disse com sinceridade.
"Você já fez isso." Harry disse, vendo a forma como o rosto do garoto caiu em suas palavras. Mas ele não se importava,
não agora.
Antes de Damien poder se recuperar, Harry tinha desarmado por 'Expellarimus'. Varinha de Damien saiu de sua mão e
caiu do outro lado da sala.
Damien estava surpreendido e só ficou na frente de Harry, observando a varinha na sua mão com cuidado. Mas Harry
não disparou quaisquer outras maldições sobre o menino e, em vez disso, virou-se para sair. Então de repente, ele
bateu contra a porta, fazendo sua cabeça bater na porta de madeira. Harry rapidamente recuperou o equilíbrio e virou-
se para ver Damien.
"Você não vai a lugar nenhum, não até que você aprenda sobre a verdade inteira." Damien disse com um olhar furioso.
Damien de repente investiu contra ele, surpreendendo Harry. Ele pegou um punhado de suas vestes e sua outra mão em
volta do pulso de sua mão segurando a varinha. Damien esmagado Harry contra a parede, batendo a sua mão na parede
várias vezes, numa tentativa de derrubar a varinha de sua mão. Mas o aperto de Harry nunca vacilou. Ele chutou para
fora; pegando a perna de Damien e fazendo-o recuar por um momento. Damien estava relutante em machucá-lo, mas a
situação estava ficando fora de controle. Ele virou o corpo em torno de modo que ele estava virado para o lado oposto,
ainda segurando o braço de Harry e torceu o braço para trás em um ângulo não natural. Seu irmão havia lhe ensinado o
ângulo no qual a quebrar o braço. Mas Damien não queria quebrar o braço de Harry, tudo o que ele queria era desarmá-
lo.
A varinha caiu no chão com o barulho e Damien imediatamente soltou. Ele chutou a varinha e se afastou.
"Harry ..."
O resto de suas palavras ficou preso em sua garganta quando um punho colidiu com ele. Ele caiu para trás, surpreso.
Não doeu, foi mais o choque do ataque do que o fez tropeçar para trás. Harry estava respirando pesadamente, raiva e
fúria em seus olhos. Ele foi para pegar Damien novamente, mas o garoto deu um passo para fora do caminho, o seu
treinamento lhe permite defender-se facilmente.
Harry, que já tinha tido o seu quinhão de brigas, principalmente por causa de Duda com ele, foi para atacar Damien
novamente. Seu punho só perdeu Damien, porque o menino se esquivou dos golpes.
"Harry, por favor!" ele disse como ele desviou para trás, esquivando-se dos punhos.
Damien foi subitamente pego novamente, desta vez por um chute e ele caiu para trás. Deixando sua própria raiva sair
do controle, ele foi para cima do garoto, 'bem, se é assim que ele quer! ele pensou consigo mesmo. Damien atingiu
Harry, duro, seu soco pegando o queixo de Harry, jogando-o ao chão. Damien inclinou-se e agarrou Harry, girando em
torno dele, se preparando para entregar outro soco. Mas ele se viu diante de uma varinha, a varinha.
"Reducto!"
Damien foi enviado para o outro lado da sala, quebrando para a estante de livros, antes de cair no chão. Toda a sua
respiração deixando ele. Ofegante com a dor nas costas, Damien se levantou. Ele olhou para cima e viu a sala vazia,
Harry havia deixado.
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Harry correu para subir as escadas, pensamentos furiosos passando em sua mente. Ele teve que voltar para casa; ele
tinha que manter o outro Harry longe de seus amigos, longe daqueles que ele gostava. Ele passou a mão sobre os olhos,
vagamente consciente da umidade que sentia ali. Ele não queria ficar aqui por mais tempo, ele não poderia fingir ser ele,
não mais.
Ele alcançou o seu destino muito mais cedo do que previra. Ele parou diante da gárgula, recuperando o fôlego, olhando
para a pedra com penetrantes olhos verdes. Ele sabia que ele era a única pessoa que poderia ajudá-lo. Ele sempre
esteve lá para ele, não importa o que a situação tinha sido, ele tinha o ajudou, cuidou dele.
Ele era o único que poderia levá-lo para casa. Ele tinha que dizer a Dumbledore tudo.
Respirando fundo, Harry deu um passo a frente, pronto para tentar adivinhar a senha. Mas assim que sua sombra caiu
sobre a pedra, a gárgula saltou para o lado e revelou a escada em espiral, levando para o escritório do diretor. Harry deu
um passo para a escada, assim como uma mensagem foi ouvida atrás dele.
"Harry! Não!"
Ele olhou para trás e apenas um vislumbre de Damien correndo em direção a ele, mas era tarde demais, as escadas já
havia levado para o escritório do diretor, bloqueando Damien de segui-lo. Harry bateu na porta de madeira antes de abri-
lo, nem mesmo à espera de uma resposta.
Canon Mundial
As velas piscaram um pouco quando a brisa suave passou através da sala. As tochas queimando ferozmente em suas
tomadas de parede estavam dando luz suficiente, mas ainda o quarto foi lançado nas sombras. 'Por que é que? Lucius
pensou consigo mesmo. "Sempre parece que não há luz suficiente aqui". A escuridão era simples enervante.
Sua atenção batia de volta para o homem de pé diante dele, de pé, de costas para ele. Vermelhos, olhos impiedosos
estavam olhando para fora de uma janela, na escuridão da noite. Por longos minutos, nenhum som foi ouvido, que não
seja o silvo suave da serpente, Nagini, sentado ao lado do trono de seu mestre. Seus grandes olhos brilhando na
escuridão fixo em Lucius. O homem de cabelos loiros com força desviou o olhar, não querendo ver a fome naqueles olhos
assustadores.
"Você está certo", perguntou a voz fria, fazendo com que Lucius quase saltar de surpresa. "Era isso que ele estava
atrás?"
Lucius viu a bússola dourada levitar da mesa, como Voldemort fez um sinal para ele.
"Sim, meu Senhor. Ele foi atrás da bússola." Ele respondeu prontamente.
"A memória, mostre-me de novo." Ele ordenou que ele viesse ficar diante dele.
Obediente, Lúcio apresentou a memória de apenas algumas horas atrás, quando Potter lutou e matou um grande grupo
de Balverines. Ele deixou seu mestre ver como o menino de ouro de Dumbledore, salvou a sua vida do animal
atacante.
Voldemort saiu da mente de Lucius, um olhar pensativo no rosto de cobra. Ele se virou para olhar para a bússola, ainda
levitado no ar.
"Eu me pergunto ..." Voldemort disse em voz alta, olhos vermelhos estreitaram em pensamento. "Mas ainda não
explicaria por que ele te salvou." Ele acrescentou, apontando para Lucius. O aristocrata optou por permanecer em
silêncio; Voldemort não estava falando com ele.
De repente, o Senhor das Trevas soltou um silvo, algo que fez o sangue correr Lúcio frio. A serpente levantou a cabeça
grande e deslizou por cima de Voldemort, o tempo todo assobiando e sacudindo a sua língua bifurcada.
Lúcio ficou parado como os outros dois conversavam em língua de cobra. Finalmente Voldemort voltou sua atenção
para o homem solitário na sala.
"Que idade tem o seu filho agora, Lucius?" ele perguntou de repente.
"Quinze, meu Senhor". Ele respondeu, mantendo o rosto branco e sem emoção; escondendo o quanto a menção de
Draco na presença de Voldemort o preocupava.
"Ah, perfeito!" Voldemort sibilou de prazer. Ele caminhou suavemente sobre a seu círculo íntimo de Comensais da
Morte. "Eu tenho um trabalho para ele." ele disse, com os olhos vermelhos perfurando os cinzentos de Lúcio.
"Sim, meu Senhor. O que você desejar." Lucius obedientemente respondeu de volta.
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"Diz aqui que ela vai ser capaz de inspecionar os outros professores, oh, que não vai cair bem em tudo! Você pode
imaginar McGonagall?"
Harry ignorou o sussurro animado dos alunos ao seu redor. Estavam todos em frenesi sobre o anúncio no Profeta Diário
que o Ministério tinha nomeado Dolores Umbridge como Alta Inquisidora de Hogwarts. Ela estava indo para ser a
realização de inspeções em todos os professores, garantindo que eles estavam ensinando "de acordo com as normas do
Ministério '. Harry bufou com o pensamento. As normas do Ministério eram possivelmente menores do que Hogwarts.
"Isso é ultrajante!" Hermione assobiou quando ela jogou a papel sobre a mesa. "Ela não pode ter tanto poder sobre o
resto do pessoal. Não é justo!"
"Eu sei Hermione. Está tudo errado." Ron disse balançando a cabeça. Ele pegou mais mingau e empurrou a colher
carregada em sua boca.
Harry não comentou nada, ele tinha coisas melhores, as mais adequadas para se preocupar. Lucius Malfoy tinha
tomado à bússola e Harry sabia que ele estava de volta com Voldemort. O mapa agora distorcia a localização em seu
torno e isso era uma evidência para isso. Harry tinha quase sorriu com a visão do mapa; este Voldemort era igual ao
seu Voldemort. Ambos gostavam seus feitiços de privacidade.
"Eu quero saber quem ela vai inspecionar primeiro?" Hermione perguntou, puxando Harry para fora de seus
pensamentos.
"Espero que seja McGonagall," Ron riu. "Umbridge vai provavelmente ser transfigurado em um sapo cinco minutos na
inspeção!"
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Harry estava a caminho de sua primeira aula, a mente ainda ocupada em como que ele poderia fazer para conseguir a
bússola de volta. Ele sentiu seu coração saltar uma batida como ele pensava sobre Voldemort. Lucius teria dito a ele sobre
a diferença neste Harry. Sua batalha com o Balverines e o resgate muito evidente de Lucius era certa para causar
desconfiança em Voldemort. Harry chutou-se mentalmente. Ele estava realmente confuso. Ele havia agido com o
conhecimento de que ele iria Obliviate, Lucius antes de sair com a bússola, mas a chegada dos Balverines tinha sujado
tudo isso. Lúcio fugiu com a bússola e as suas memórias intactas. Isso não era bom, não era bom em tudo.
"Oi Harry!"
Harry parou, ele conhecia aquela voz. Aquela voz irritante, estridente. Ele se virou e viu o Creevey, Dennis Creevey. O
garoto estava sorrindo para Harry, acenando para ele com aquele sorriso estúpido no rosto. Ele estava andando com
seu segundo ano da Grifinória, indo para a sala de aula em todo o corredor.
Punhos de Harry se apertou com raiva. Esta era a primeira vez que ele tinha visto o menino, pois o aprendizado que ele
era o único que estava drogando-o. Ele olhou para o rapaz, fazendo sua pequena queda rosto com confusão. Ele
baixou a mão e olhou para Harry, claramente mal que seu "ídolo" estava olhando com ódio para ele. Com o mesmo
olhar de cachorro ferido, ele entrou na sala de aula, ainda olhando para Harry.
Harry sabia que não era esse Dennis Creevey que lhe tinha causado um vício com a poção do sono, mas era difícil de
lembrar que, quando ele se sentiu tão zangado. Ele tinha metade da mente mandando ir até o menino e lhe ensinar uma
lição, por pura estupidez do seu homólogo.
Mas ele não o fez, principalmente porque Rony e Hermione começou a falar com ele, obrigando-o a desviar o olhar da
direção da sala de aula do segundo ano e indo em direção a sua própria classe. Seu humor piorou quando soube que sua
primeira aula era com Snape.
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Poção foi, como de costume, mais um teste para Harry para manter a paciência. Snape estava tentando chegar até ele;
ele estava tentando encontrar falhas em tudo Harry fazia. Ele não estava cortando as raízes finamente o suficiente, ele
estava se mexendo muito agressiva, o calor sob o caldeirão estava muito alta, sua garra em pó de salamandra não era
bom o suficiente. Até o fim de tudo, Harry estava a momentos de distância despejar o líquido quente sobre a cabeça
gorduroso do bastardo sarcástico.
Harry olhou com ódio depois para ele. Ele se perguntou se ele iria fugir com machucá-lo, então obliviating ele depois.
Em seguida, lembrando o que aconteceu com o Lúcio, ele parou.
Hermione lhe deu uma tapinha no braço antes dela sair, avisando-o para não pousar-se em detenção. Harry ignorou.
Mais uma vez, o homem virou-se para enfrentá-lo depois de fechar a porta depois que o último aluno saiu.
"Sr. Potter, você vai se lembrar de que eu te dei um limite de tempo para me trazer à lista dos ingredientes que você
usou para fazer a sua poção maravilha." Seus lábios se curvaram em um sorriso de escárnio. "Você ultrapassou esse
prazo. Eu suponho que você tem a lista pronta para mim."
Harry bateu no bolso vestes, ironicamente, fingindo que ele estava procurando ela. Seus dedos sentiram um pedaço de
pergaminho dobrado no bolso vestes. Surpreso, ele tirou-o, curioso para ver o que era. Ele reconheceu o pedaço de papel
dobrado. Era a letra snuffles o tinha enviado. Ele ainda tinha lido.
Snape realmente parecia um pouco chocado com o pergaminho reproduzido. Ele não estava esperando por isso. Ele
estendeu a mão para pegar o papel, mas Harry se afastou, não deixando que os dedos do mestre Poção qualquer lugar
perto dele.
"Na verdade, é uma carta de amor." Harry disse, fingindo inocência. "Eu estava apenas indo deixar a em sua mesa para
você, mas desde que você está aqui." Ele ofereceu o papel para ele.
Snape cerrou os dentes de raiva, mas estendeu a mão para pegar o papel dele. Harry puxou sua mão para trás e
embolsou a carta, dando ao espião um olhar sarcástico.
"A lista Sr. Potter, onde está?" Snape perguntou, seu aborrecimento mostrando claramente agora.
"Não, você não pode", explicou Harry. "Eu estou recusando-se a fazer o que você pediu, depois da aula, e não durante o
mesmo. Você não pode me dar detenção por isso e você sabe disso."
Os lábios de Snape pressionado com tanta força que eles estavam ficando brancos.
"Não suponha que você pode me dizer o que eu posso fazer, Sr. Potter." Ele assobiou perigosamente.
"Eu já fiz.
"Com isso, o menino saiu pela porta, ignorando as ameaças do mestre Poção estava fazendo com ele".
"O que ele quer agora?" Ron perguntou como eles saíram para assistir a sua aula de herbologia.
"O que ele quer geralmente, me irritar." Harry respondeu. "Você acha que alguém vai sentir falta dele? Sabe se ele
desaparece misteriosamente?" Harry perguntou com um olhar furioso.
"O quê? É verdade. Ela está morta." Harry explicou, sem entender o que ele havia dito que estava errado.
"Mesmo assim, você não deveria dizer isso assim. É desrespeitoso." Hermione disse, parecendo muito chateado com a
amiga.
Os três grifinórios se viraram para verem Malfoy, Crabbe, Goyle e Pansy andando atrás deles. Malfoy tinha um sorriso
no seu rosto, seus olhos cinzentos fixos sem hesitação sobre Harry.
"Cai fora Malfoy e parar de espiona." Ron disse, voltando-se, ignorando os sonserinos.
"Oh, é Weasel ta ficando irritado." Pansy murmurou com uma voz irritante.
"Vamos, vamos simplesmente ignorá-los." Hermione solicitou e pegou um braço de cada meninos e continuou o
caminho para o efeito estufa.
"Ela está certa, porém," Malfoy gritou, ainda seguindo de perto. "É desrespeitoso. Você realmente não deveria falar
sobre mães mortas, Potter, visto que você tem um também. A pobre sangue-ruim caiu morta antes que pudesse lhe
ensinar boas maneiras!"
Um uivo de riso deixou os quatro sonserinos. Ron virou-se para gritar com eles, mas parou quando o riso morreu
repentinamente. Ele olhou para a direita e vi o por que. Harry tinha parado na sua pista e havia virado o rosto para os
Sonserinas. Seu rosto ainda estava estranhamente calmo, mas seus olhos, seus olhos estavam brilhando. Hermione
observou, paralisada como de costume brilhantes, olhos verde-esmeralda de Harry agora parecia, um veneno verde
escuro.
"Você quer tentar de novo, Malfoy." Harry disse em voz baixa, suas palavras tinha um leve chiado nela que aterrorizou até
mesmo os dois grifinórios. Harry estava andando em direção ao grupo de alunos da Sonserina.
"Harry, Harry, apenas deixe pra lá." Hermione tentou, mas Harry a ignorou.
Malfoy de repente estava sem palavras. Ele manteve sua posição como Harry aproximou-se dele, mas ele sentiu seu
coração bater extraordinariamente rápido. Harry estava em pé diretamente na frente dele agora, seus olhos penetrantes
para os olhos cinzas de Malfoy.
"Diga isso de novo." Harry sussurrou, olhando diretamente em seus olhos, não permitindo que seu olhar ser quebrado.
Malfoy, apesar do medo inicial abriu a boca para lançar mais abuso, mas descobriu que não podia. Ele não podia abrir a
boca. Ele tentou furiosamente, mas descobriu que não tinha controle sobre sua boca. Seus lábios pareciam que haviam
sido seladas. Ele entrou em pânico, espetacularmente. Ele caiu para trás, para os seus dois amigos, sua namorada
olhando para ele em choque. Os olhos de Malfoy estavam arregalados de pânico e ele estava olhando para Harry,
incrédulo.
Os três sonserinos estavam gritando para Malfoy, perguntando-lhe o que estava acontecendo, mas ele não poderia
respondê-las, não importa o quanto ele tentasse.
"Se você está indo para falar sobre a minha mãe assim, você não vai fala nada." Harry disse a ele.
Malfoy se virou e correu os seus três comparsas correndo atrás dele, gritando com ele.
Harry virou-se para enfrentar seus dois amigos e os viu olhando para ele com descrença.
"Eu não fiz nada para ele. Eu pensei que você tinha batido nele com algum feitiço em silêncio." Harry mentiu.
"Eu não quis fazer isso com ele!" Hermione gritou enquanto Ron se virou para olhar para ela.
"Deve ter sido Ron então." Harry disse, mudando o foco para seu amigo ruivo.
"Bem, não era eu. Você viu que eu nem sequer apontei minha varinha apontada para ele." Harry disse, caminhando até
eles.
"Isso... isso foi muito estranho." Hermione disse. "Quer dizer, eu acho que pode até ser magia negra." Ela sussurrou.
Harry revirou os olhos. Não era magia negra; era um feitiço temporário que se desgastaria, eventualmente. Harry
realmente já tinha usado em muitas pessoas, até mesmo em Bella uma vez, apesar de que tinha sido um acidente. Ela
o estava ensinando o feitiço e ele bateu nela por engano.
"Bem, ele não deveria ter dito nada sobre a mãe de Harry de qualquer maneira. Ele mereceu." Ron disse.
Hermione percebeu o jeito que Harry olhou para ele e mais uma vez ela sentiu a picada de suspeita bater nela.
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"Aí está você," ele disse quando ele caiu ao lado dela. "O que você está fazendo aqui. Nesse frio." Perguntou Ron.
"Eu só queria ficar sozinho." Hermione explicou. "O que você está fazendo aqui?" em seguida, percebendo o rapaz
estava sozinho, ela perguntou: "Onde está o Harry?"
"Eu não sei. Eu acho que ele poderia estar fazendo detenção com Snape. Eu não consegui encontrá-lo em qualquer
lugar. Ele meio que desapareceu depois do jantar."
Hermione olhou para fora novamente, observando a lula gigante levante um tentáculo, como se gesticula um 'Olá' para
eles.
"Hermione, você está bem?" Perguntou Ron. "Você ficou quieta durante o dia todo." Ele perguntou, parecendo
genuinamente preocupado.
"Eu não sei, Ron," começou Hermione. "Eu só não sei como explicar o que estou sentindo. É muito complicado."
"O que é complicado?" Ron questionou, chegando mais perto da garota. Ele realmente estava com muito frio.
"Harry", disse Hermione o nome com um suspiro. "Des do verão, que Harry não é mas ele mesmo. Eu não tinha
percebido isso antes, mas ultimamente parece que tudo que ele faz, ele o faz de forma diferente. Eu realmente posso
ver o quanto ele mudou."
"As pessoas mudam, Hermione. Muita coisa aconteceu com ele. Você foi a única a me explicar que ver certas coisas
como ver a morte e Você-Sabe-Quem pode mudar uma pessoa." Ron disse.
"Eu sei, eu sei", disse Hermione, esfregando sua testa ansiosamente. "Eu sei que eu disse tudo isso, e eu realmente
acredito que Harry mudou por causa do que aconteceu, mas, ao mesmo tempo, eu posso ver um monte de diferenças
que não fazem sentido."
"Como, por exemplo, a maneira como ele fala. Ele age como se soubesse de tudo."
"É, chato isso, não é?" Ron perguntou com um olhar aguçado para a garota de cabelos espessa.
"É diferente de mim", Hermione defendeu. "Eu faço um monte de estudo e eu gosto de ler. Quando foi que você viu Harry
levantar um livro? Ou fazer lição de casa na hora certa. Eu costumava ter que sempre a importuná-lo, tanto para fazer o
seu trabalho, mas agora, Harry geralmente tem tudo feito no dia ele recebe a lição de casa. "Hermione explicou com uma
voz preocupada.
"Você está realmente preocupado porque Harry está fazendo sua lição de casa na hora certa?" Ron perguntou com um
sorriso. Em seguida, puxando uma carranca falsa ele baixou a voz para um sussurro "sim, você está certo. Algo está
acontecendo com ele."
"Ok, ok, me desculpe. Mas Hermione, você está se preocupando se nenhuma razão."
Hermione mordeu o lábio, pensando se deveria expressar seus temores. Ela sabia que Ron era muito proximo de
Harry, ela não queria que ele pensasse que ela o estava atacando.
"Ron, você não acha que Harry está ficando muito arrogante ...?" ela perguntou com cuidado.
"Você não percebeu o jeito que ele fala? Ou o jeito que ele olha para os outros? Ele não faz isso com a gente, mas eu
tenho notado a forma como ele olha para Dean e Seamus e todos os outros. Ele meio que, bem, olha por cima para eles.
Eu também já vi olhar para Neville como se não gostasse dele. eu... eu não sei como explicar isso. " ela nervosa.
"Hermione, olha, ele sempre foi falado, apontou, atingidos por todos. Antes, ele não sabia como lidar com isso. Mas este
ano, ele está em Hogwarts, com um novo visual. As meninas estão realmente pagando-lhe a atenção de Harry e eu não
apenas Cho," pelo olhar chocado de Hermione suspirou. "Sim, eu percebo essas coisas também, eu não sou
completamente estúpido."
"Harry parece mais forte por que ele se sente mais forte. Ele está recebendo atenção, mas ele sente que pode lidar
com isso por causa de ter conseguido encontrar uma nova confiança. Ele não desprezar os outros, Harry nunca faria
isso, mas ele está mais confiante do que era antes por que ele não deixa mais os outros levá-lo para baixo. "
"Isso não é algo que você aprende a partir de um livro, Hermione," disse Ron. "É apenas algo que você sabe. Ter cinco
irmãos mais velhos, te ensinar uma coisa ou duas sobre questões de confiança."
Hermione sorriu para Ron e pegou sua mão. Ron olhou para ela com surpresa que ela rapidamente retirou a mão.
"Então, você acha que a forma que o Harry está agindo, é normal?" perguntou ela.
"Sim"
Hermione mordeu o lábio inferior, sem saber se ela deveria mencionar o que mais ela tinha notado sobre Harry.
Pensando que ela tinha já dito o bastante, e não faria qualquer diferença se ela continuasse.
"Há algo mais", ela respirou fundo. "Eu notei isso, essa coisa com os olhos de Harry. Eles... bem, isso vai soar estranho,
mas quando Harry fica muito irritado, como ele ficou com Malfoy hoje, seus olhos parecem ficar mais escuro. A cor real
fica mais escura. "
"Você nunca olhou, é por isso. Eu vi uma vez em Poções, quando Professor Snape deu a Harry nota zero e nos acusou
de fazer patota. Harry estava olhando para ele e seus olhos... era muito assustador." Ela lambeu os lábios antes de
continuar. "E hoje, quando ele olhou para Malfoy, seus olhos ficaram escuro de novo."
"Eu acho que Harry teria percebido que muito mais cedo!" Hermione respondeu.
"Talvez seus olhos sempre fizessem isso quando ele ficou com raiva. Nós provavelmente nunca percebemos por
causa de seus óculos."
Hermione pensou que acabou. Isso não parecia plausível. Não importa quão grande as armações de óculos eram eles
não esconderiam a mudança de cor dos olhos. Ela tinha certeza de que os olhos de Harry não costumava fazer isso
antes. Portanto, a questão era, por que estava acontecendo agora?
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Harry andou pelo beco escuro, totalmente satisfeito. Ele teve um grande momento no ringue hoje. Três lutas e três
grandes adversários, agora que ele tinha liberado toda a sua frustração reprimida. Harry andou em torno do canto e
lançou um rápido olhar ao redor. Ele estava pronto para aparatar de volta a Hogwarts. Ele sentiu sua ascensão de raiva ir
para a superfície no dia de hoje, por conta do comentário de Malfoy sobre a mãe dele, ele tinha chegado ao limite. Com
um sorriso, ele percebeu que seu feitiço deve ter desaparecido por agora, Draco teve sua boca grande volta, mas agora
ele mantê-la fechada em sua presença.
Uma vez convencido de que a área estava limpa para ele desaparanta, Harry desapareceu com um pop calmo. Ele
chegou ao seu lugar de sempre, atrás de uma cabana, apenas na periferia da floresta proibida. Ninguém vivia na
cabana, não tanto quanto Harry tinha visto e neste momento no meio da noite, ninguém ia estar por perto para vê-lo
aparecer fora do ar. Ou então, Harry pensou. Harry virou-se para deslocar o seu caminho de volta para o castelo, mas
de repente congelou. De pé diante dele, olhando para ele com olhos arregalados e incrédulos estavam Ron e
Hermione.
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"Oh, merda!" Harry pensou quando viu os dois grifinórios olhando para ele com susto.
Duas varinhas foram levanta em resposta. Harry parou onde estava olhando para as varinhas.
"Você não é o Harry!" Ron gritou. "Harry não poderia aparanta. Ele não aprendeu isso ainda!"
"E ninguém pode aparatar enquanto esta dentro de Hogwarts," Hermione canalizado. "Você está obviamente usando
algo escuro para quebrar as proteções anti-appartation."
"Eu juro, eu sou Harry Potter. Basta baixar suas varinhas e eu vou explicar tudo." Harry disse, esperando que o dois o
ouvisse. Ele não queria ter que recorrer a seus outros métodos.
"Nem adianta tentar! Deveríamos ter sabido que você não era o Harry desde o começo!" Hermione sibilou com raiva.
Em seguida, olhando para Ron acrescentou. "Questões de confiança, seu burro!"
Ron lançou-lhe um olhar descontente, mas manteve sua varinha para Harry.
"Fique onde está!" Hermione gritou quando Harry deu mais um passo em direção a eles.
"Só abaixe suas varinhas, eu juro que eu sou seu amigo." Harry tentou, afiando mais perto dela.
"Hermione, nós temos que levá-lo ao Professor Dumbledore, ele vai tirar o paradeiro de Harry dele!" Ron disse com
raiva, jogando a Harry um olhar sujo.
Harry sabia o feitiço Hermione estava prestes a jogar com ele, ele podia ver isso nos olhos dela, acho que o
encantamento antes de chegar aos lábios. Sua varinha ainda estava em seu bolso e tentar obtê-lo neste momento só
faria os adolescentes atacarem, então ele só tinha uma maneira de se defender.
"Stup-"
A mão de Harry disparou e bateu a varinha da mão dela. Ao mesmo tempo a outra mão agarrou-a pelo pescoço e
puxou-a na frente dele, seu corpo agindo como um escudo para impedir Rony de disparar alguma coisa nele.
O suspiro de Hermione ecoou para Harry, mas ele não deixou que isso o incomoda, não agora de qualquer maneira.
"Solte sua varinha, Ron." Harry disse a ele, mantendo Hermione presa no lugar pelo aperto em seu pescoço.
Ron deu uma olhada para a menina apavorada e abaixou a varinha, jogando-a para o lado. Hermione choramingou de
medo e fechou os olhos.
"Você tem que ser mais rápida, senhorita Granger," Harry sussurrou no ouvido dela, fazendo-a tremer. "Muita conversa e
pouca ação irá sempre aterrá-la em apuros."
Na sua última palavra, ele deixou Hermione ir e empurrou-a para Ron, fazendo-o pegar a menina para impedi-la de
cair. Ambos viraram os olhos assustados para Harry, apreensivo do que ele ia fazer.
Harry acenou com a mão e as varinhas caídas dos dois grifinórios foram para a sua mão. Ron e Hermione olharam
para o menino diante deles enquanto ele embolsou suas varinhas.
"Onde está o Harry? O que você fez com ele?" Hermione perguntou.
"Eu não sou um Comensal da Morte. Na verdade, eu sou Harry Potter, apenas não sou o seu Harry Potter." Harry
explicou.
Hermione e Rony trocaram um olhar antes de virar os olhos confusos para Harry.
"Você não tem uma escolha." Harry disse finalmente pegando a varinha, mas ele não apontá-lo para eles.
Ron e Hermione se encolheram de medo do rapaz armado. Sem suas próprias varinhas, eles não tiveram escolha a não
ser seguir Harry, para a floresta proibida. Eles caminharam mais profundamente na floresta escura. Uma vez que Harry
tinha certeza de que não podia ser visto ou ouvido por ninguém, ele parou. Ele acenou com a varinha, fazendo com que
Ron e Hermione grito na expectativa de ser ferido, mas tudo o que aconteceu foi paredes de silencio foram erguidas em
torno deles. Outro feitiço complicado e Harry tinha feito certeza de que ninguém ou qualquer coisa podia vê-los, a menos
que eles estavam olhando diretamente para eles por pelo menos dez segundos.
Harry guardou a varinha e olhou para os dois rostos assustados de seus amigos.
"Eu não vou fazer nenhum mal, realmente. Você podem parar de olhar para mim desse jeito." Ele disse.
"Certo, isso de quem pegou nossas varinhas e nos trouxe para a floresta proibida!"
Harry suspirou antes de pega as duas varinhas e jogá-la de volta para seus donos. Pegaram eles, olhando espantado
com o rumo dos acontecimentos.
"Agora,que vocês tem as suas varinhas de volta, apenas me ouça, mas antes de me atacar, ok?"
Hermione e Ron apenas olharam para Harry, suas varinhas realizada em suas mãos, mas não apontou para ele.
Harry sabia que eles não estavam indo para ouvi-lo ou acreditar nele até que falassem com o seu Harry.
Lentamente, ele enfiou a mão no bolso vestes, ciente de como se esticou os outros dois se tornou. Ele pegou seu
telefone, observando como Ron olhou confuso para ele enquanto Hermione soltou um suspiro.
Normalmente, já no terceiro toque, Damien já atendia ao telefone, por isso, quando o sétimo toque soou e não houve
resposta, Harry começou a ficar um pouco preocupado.
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*Chapter 18*: Chapter 18
Capítulo Dezoito - Revelações
AU Mundial
Harry estava ao lado da porta, sua respiração vinda em suspiros, curtas e rápidas. Dumbledore olhou confuso e
surpreso para o jovem que está em seu escritório. Mas Harry não estava olhando para o diretor; seus olhos estavam
fixos para as duas pessoas chocados sentados em frente Dumbledore.
"Harry?" A voz de sua mãe transitou até ele e ele sentiu seu coração faltar várias batidas.
Harry só podia olhar para ambos os seus pais já que eles se sentavam nos assentos opostos Dumbledore. Eles
estavam olhando para Harry em choque.
"O que você está fazendo aqui? Tem alguma coisa errada?" James perguntou seus olhos persistentes na testa de
Harry, procurando a cicatriz escondida.
Harry queria gritar que tudo estava errado. Tudo o que ele tinha pensado sobre este mundo e sobre a sua vida tinha sido
errado, terrivelmente errado. Imagens do outro Harry passou pela sua mente de novo e ele estremeceu apesar de ser a si
mesmo.
Harry desviou o olhar de James e focado em Dumbledore, observando o diretor olhando para ele com confusão óbvia.
Harry entendeu por que ele estava olhando para ele assim. O outro Harry nunca chegaria ao seu escritório; ele nunca iria
procurá-lo para pedir ajuda. Sua presença era o que estava confundindo todo mundo.
Harry queria dizer a eles por que ele estava aqui. Ele estava disposto a dizer-lhes, todos eles a verdade. Ele precisava
voltar para seu mundo, ele não poderia ficar aqui por mais tempo, não poderia fingir ser ele por mais tempo. Ele tentou,
mas as palavras morreram em sua garganta. Ele fechou os olhos, desejando-se a falar, para dizer as palavras de
Dumbledore, mas a presença de seus pais estava interferindo, silenciando-o.
"Harry?"
Ele abriu os olhos para ver seus pais se levantando e andando até ele, a preocupação se gravado em seus rostos.
"Harry, o que há de errado?" Lily perguntou seus olhos sondando ele, parando em sua cicatriz.
James tinha colocado a mão no ombro de Harry, fazendo com que ele vire um pouco para encará-lo.
Harry olhou para ele, as palavras contundentes ele ao mesmo tempo que confortá-lo. Ele sentiu a raiva que estava
pulsando através dele morrer de repente, deixando-o sentir-se cansado e esgotado. Ele caiu um pouco, alarmando os
dois pais. Ambos o agarraram com medo que ele estava prestes a entrar em colapso.
"Oh Deus! Você não está bem. Você deveria ter ficado na cama!" Lily disse seus dedos suaves envolvida em torno de
seus braços.
Harry lembrou-se da mentira que ele tinha dito a ela, a fim de fugir da festa de Damien, seus pais pensavam que ele
estava doente, com dor de cabeça e tinha gastado todo o seu tempo esta noite descansando em sua cama. Uma parte
dele queria que ele estivesse doente mesmo, que ele tivesse ficado em sua cama, então ele não teria descoberto a terrível
verdade sobre quem ele é realmente neste mundo; O filho adotivo de Voldemort, o Príncipe das Trevas, um assassino!
Suas emoções borbulhar sobre e ele podia sentir a picada de lágrimas nos olhos novamente. Ele segurou-os de volta, não
querendo alarme seus pais mais do que ele já teve.
Ele olhou para Dumbledore novamente, vendo a preocupação em seus olhos também, enquanto olhava para ele. Harry
sabia que tinha seus pais não estevesse aqui, ele já teria gritado a sua verdade para Dumbledore por agora. Ele teria dito
a ele tudo sobre a troca e ele sabia que o grande mago poderoso iria ajudá-lo a voltar para casa. Mas Harry não poderia
dizer a ele, não quando seus pais estavam aqui, bem, ele não poderia dizer-lhes que ele não era o seu Harry. Ele não
podia suportar o pensamento deles afastando dele, olhando-o como se ele fosse um estranho. Ele sabia que amava seu
filho, o seu Harry. Ele havia visto e sentido seu amor. Mas ele não conseguia entender por que iria amá-lo,
por que eles levá-lo quando ele tinha feito essas coisas atrozes. Ele fechou os olhos fechados novamente como imagens
agredido sua mente; Harry levando os Comensais da Morte para Hogwarts Express, atacando e matando os Aurores,
prejudicando Sirius ...
"Harry ?!"
Harry abriu os olhos e sentiu as gotas molhadas correr pelo seu rosto. Ele viu o olhar no seu rosto mãe e do pai
enquanto olhavam para ele com horror. James e Lily apertou o controle sobre ele, pedindo-lhe uma e outra vez, o que
estava errado? Por que ele estava chorando? O que tinha acontecido?
Harry não respondeu, ele estava com medo, se ele abriu a boca, ele iria acabar chorando mais ainda. Ele tentou impedir
as lágrimas de cair, quis o nódulo na parte de trás de sua garganta para ir embora, mas ele terminou apenas se sentindo
pior. Tudo o que ele tinha visto e aprendido nas últimas horas voltou para ele e Harry não podia levá-la por mais tempo.
Lágrimas escorriam pelo seu rosto quando ele estava com os punhos cerrados duros e sua mandíbula apertada com
mais força.
James e Lily, ambos ficaram alarmados com a visão de Harry em lágrimas. Harry nunca chorou, nunca. A única vez que o
tanto deles tinha visto Harry grito foi o dia do julgamento de Harry. Quando Harry tinha sido puxado no abraço de sua mãe
que ele tinha chorado, mas mesmo assim foi apenas algumas lágrimas, lágrimas de alívio ou talvez da surpresa de ser
libertado de todas as acusações. Ele tinha se acalmado quase que instantaneamente. Mas isso, isso era algo que nem
Tiago nem Lily já tinham visto. Harry estava perturbado, seu rosto estava vermelho, tinha o rosto molhado e as lágrimas
escorriam pelo seu rosto, mas não um som deixou o menino.
Lily não podia levá-la por mais tempo, ela puxou Harry em seu abraço, a visão de seu filho em lágrimas estava fazendo
seu coração doer. Ela abraçou Harry com força, esperando que ele permitisse que ela desta vez confortá-lo. Harry deixou-
se ir e se perdeu na sensação do abraço. Ele baixou a cabeça em seu ombro, rosto escondido em suas vestes, suas
lágrimas escorrer em suas roupas. Seus braços lentamente levantou e drapeados em volta dela, circulou em torno dela.
Ele sufocou o soluço que estava quebrando fora dele e fechou os olhos com força.
"Harry, querido, o que há de errado? Fale comigo, por favor." Lily sussurrou quase em lágrimas ela mesma.
Harry balançou a cabeça um pouco contra ela; ele não queria dizer nada. Ele não quis dizer por que ele havia corrido até
aqui, por que ele tinha lutado com Damien; ele não queria dar voz a dura verdade sobre si mesmo neste novo mundo. Ele
queria esquecer o que tinha aprendido, esqueça a verdade e continua fingindo que neste novo mundo que ele tinha
crescido com seus pais, era amado por seus pais e era normal.
James estava em uma perda sobre o que ele deve fazer. Ele nunca teve de lidar com um Harry emocional antes. Um
Harry irritado e violento ele poderia lidar, mas um Harry quebrado, ele não poderia nem começar a tentar.
Dumbledore havia levantado de sua cadeira, mas não se moveu mais perto das Potters. Ele chamou a atenção de James
e fez um gesto em direção à porta, fazendo um gesto que talvez eles devessem pegar Harry e ir embora. James acenou
com a cabeça e mudou-se para a porta. Abriu-a e levou o Harry agora silenciosamente chorando e Lily para fora do
escritório. Harry deixá-los a liderar o caminho para fora, sua mente invadida por emoções. Ele estava exausto, o corpo e a
mente. No fundo de sua mente, ele sabia que deveria dizer algo, qualquer coisa para seus pais preocupados, mas não
podia. Ele não tinha nenhuma energia sobrando dentro dele.
James e Lily levou Harry a descer os degraus em espiral e saiu para o corredor. Lily e James trocaram um olhar, sem
palavras perguntando onde eles deveriam levar Harry, para o seu quarto ou para a enfermaria.
"Não esta noite, na parte da manhã." Ele sussurrou. Ele podia ver que Harry não estava com dor, não a dor física de
qualquer maneira. Ele precisava deles, e não atenção não médica.
Ambos os pais levaram Harry em direção trimestre de James. Eles estavam tão envolvidos na orientação Harry ao
trimestre equipe, nenhum deles percebeu o menino escondido na alcova, observando-os com olhos preocupados.
Damien saiu de seu esconderijo, logo que seus pais desapareceram descendo as escadas. Ele calmamente fez o seu
caminho para a torre de Gryffindor, ele esperava Ginny ainda estava acordado, ele precisava dela agora mais do que
nunca.
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Harry foi colocado no sofá, com as bochechas marcadas com faixas de lágrimas. Ele deixou sua cabeça cair em suas
mãos, escondendo o rosto e protegendo-se de olhares preocupados de seus pais. Um ou dois minutos depois, ele
sentiu um peso ao lado dele e ele olhou para ver o pai.
"Você está com dor?" ele perguntou suavemente, seu olhar mudando para sua testa.
Harry balançou a cabeça, não confiando em sua voz. Ele tinha acabado de cerca conseguiu parar de chorar.
"Okay" James não tinha certeza de como lidar com isso. "Você quer ... quer dizer, o que, o que aconteceu? Por que você
está tão chateado?" James decidiu não perguntar-lhe se ele queria falar sobre isso, ele sabia a resposta que ele iria fala.
Ele optou por fazer uma pergunta direta; talvez ele pudesse obter uma resposta direta.
Mas Harry apenas balançou a cabeça de novo, sua cabeça batendo por causa de todo o choro. James sentiu seu
coração doer, Harry parecia tão quebrado. Que diabo tinha acontecido com ele?
Lily veio e sentou-se ao lado dele, uma toalha na mão. Ela entregou a Harry que o levou, mas não fez nenhum
movimento para limpar seu rosto.
"Você quer alguma poção alívio da dor?" Lily perguntou, segurando o frasco.
Harry olhou para ele, desejando que a poção tirasse a dor. Infelizmente, não houve qualquer poção criada para tirar o
tipo de dor que ele estava. Ele, infelizmente, balançou a cabeça novamente.
Lily olhou para James com um olhar desesperado. Ela não gostou da forma como Harry estava agindo.
"O que aconteceu? Por favor, diga-nos, Harry, você está realmente nos preocupando." Lily disse olhando para ele.
Harry engoliu em seco e soltou um suspiro profundo. Mas apenas o pensamento de que ele tinha a dizer fazia seus
olhos arderem. Ele virou o rosto e escondeu-o de novo.
James colocou uma mão reconfortante em seu ombro, acariciando-o com cuidado.
"Por que você não descansa? Falaremos de manhã." Ele disse calmamente.
Harry acenou com a cabeça e deitou-se no sofá, encolhendo-se, seus olhos cansados, aros vermelhos fechando
instantaneamente. Ele estava dormindo em momentos; sua mente exausta sucumbiu ao sono dado à primeira chance.
James cobriu Harry com um cobertor antes que ele e Lily mudaram-se para o quarto. James fechou a porta
silenciosamente e virou-se para sua mulher chateada.
"O que aconteceu?" James perguntou como ele se movia em direção a ela.
"Eu não sei," Lily balançou a cabeça. "Eu nunca tinha visto ele assim. Eu não entendo, eu verifiquei apenas sobre ele
antes de ir para cima para ver Dumbledore, ele estava dormindo. Eu não sei o que poderia ter acontecido."
"Sua cicatriz deve ter doído novamente. Eu acho que realmente assustou-o para ele ter ido até o escritório de
Dumbledore procurar por nós. Quero dizer, por que outro motivo ele ir para o escritório de Dumbledore?" James disse,
sentando-se ao lado de Lily, uma mão esfregando atrás de seu cabelo reflexivamente.
"Você... você acha que foi sua cicatriz?" Lily sussurrou, olhando um pouco pálido.
"Eu acho que sim. Eu... Eu acho que Harry ainda pode ter problemas para dormir. Ele não está dizendo a nós, mas eu
acho que ele ainda está sofrendo. Sua cicatriz, por qualquer motivo, está ardendo de novo e eu acho que já faz algum
tempo mas ele manteve-para si mesmo. Você sabe como ele é ", James exalou pesadamente, passando a mão pelo
cabelo de novo, tentando se acalmar" Eu acho que as coisas podem ter só tenho muito para ele e ele quebrou. sua
cicatriz machucando provavelmente o preocupava e ... ele provavelmente acha que ... que ele vai voltar ", vendo o olhar
no rosto de Lily, acrescentou rapidamente," ele não vai, porém, você ouviu o que Dumbledore disse;. ele se foi,
Voldemort nunca mais vai voltar ".
Lily mordeu os lábios, os olhos cor de esmeralda que crescem mais profundo de preocupação.
"Eu sei o que Dumbledore disse, mas alguma coisa deve estar acontecendo para incomodar Harry assim. Eu não
suporto vê-lo assim, James, eu nunca mais quero vê-lo assim de novo."
"Eu sei querida. Eu sei." murmurou. Ele também nunca quis ver seu filho na condição em que estava hoje à noite.
"Vamos falar com ele pela manhã. Nós não conseguiríamos nada dele hoje à noite, ele estava exausto. Falaremos de
manhã." Ele prometeu a ela, bem como a si mesmo.
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Os raios da manhã caíram no rosto de Harry, delicadamente acordando-o. Ele sentou-se ainda grogue, esfregando o rosto
sonolento. Ele piscou para o seu entorno, num primeiro momento confuso sobre o porquê ele estava na sala da casa de
seu pai. Então, lentamente, tudo o que aconteceu ontem voltou para ele. Harry sentiu seu coração virar em seu peito
enquanto ele se lembrava de o que havia aprendido e que ele tinha visto. Os jornais, o anúncio de recompensa pela
captura do Príncipe das Trevas, o assassinato de Frank e Alice Longbottom, a memória do ataque ao Expresso de
Hogwarts, Harry levando os Comensais da Morte para o trem, lutando com os Aurores, atacando Sirius ...
Harry forçou a parar, ele não poderia pensar sobre isso novamente. Ele empurrou o cobertor de lado e balançou as
pernas para baixo. Assim como ele fez para se levantar, a porta atrás dele abriu e James saiu bem acordado e
completamente vestido. Ao ver Harry correu até ele.
"Dia". Harry voltou calmamente. Ele teve o cuidado de não olhar para James e manteve a cabeça inclinada para baixo.
James sentou-se ao lado dele, mantendo os olhos fixos para o seu filho.
"Harry, eu sei o que você deve estar pensando, mas você não tem nenhuma razão para se preocupar. Sua mãe e eu
falamos com Dumbledore na noite passada e ele confirmou que sua cicatriz doer não tem nada a ver com, com
Voldemort."
Harry olhou para James com a menção de que o Senhor das Trevas. Ele podia ver o olhar cuidadoso em seu rosto
quando ele disse o nome. Parecia que ele estava fazendo um esforço para manter sua expressão tão em branco
quanto o possível.
"Dumbledore parece pensar que a dor que você sente pode estar relacionado a um outro problema. Porque você... você
cresceu ... sentindo dor o tempo todo em sua cicatriz ... e, e você nunca tem uma pausa a partir dele, ele, ah, que
Dumbledore é, pensa que talvez a dor é, é uma dor fantasma mais do que qualquer outra coisa. "James terminou as
palavras com dificuldade e não tinha olhado para o rosto de Harry o tempo todo. Em vez disso, ele estava olhando para as
mãos de Harry.
Harry engoliu em seco; ele não estava com vontade de ouvir mais nada sobre seu outro eu e sua vida agora. Tudo o
que ele queria era se levantar e ir ver o Professor Dumbledore e dizer-lhe a verdade para que ele pudesse ajudá-lo a
voltar para o seu próprio mundo.
James entendeu mal a reação de Harry e elevou os olhos para olhar para ele.
"Ela vai para, eu tenho certeza disso. Podemos ir ver Poppy se quiser. Ela vai tranquilizá-lo." James parou quando Harry
balançou a cabeça novamente. Limpando a garganta, Harry falou.
"Eu estou bem, pai. Eu só quero ficar sozinho agora." e ele tentou se levantar de novo para que ele pudesse sair, mas
James deteve, colocando a mão em seu ombro.
"Harry, o que aconteceu? Você estava bem ontem, de repente, você é ... o que aconteceu, filho?" Harry olhou para o
rosto de seu pai, vendo a preocupação e interesse em seu rosto. "Tudo o que está errado, você pode me dizer que eu
vou corrigi-lo, o que é que você está chateado, eu prometo Por favor, Harry;.. Me dizer o que está perturbando você."
Harry podia sentir a sinceridade quando ele olhou para James. Seu pai realmente queria ajudá-lo. Ele lambeu os
lábios, imaginando o que ele poderia dizer. Ele não poderia dizer-lhe a verdade e ele não tem isso dentro dele para
fazer-se uma mentira elaborada. Ele não estava disposto a mentir para ele.
"Pai, eu não posso..." Harry começou, mas foi interrompido quando a porta se abriu e um garoto moreno entrou na
sala.
Harry estalou a boca fechada e olhou para o rapaz que estava na porta.
"Bom dia, Damien." James cumprimentou seu filho mais novo com um sorriso.
James não reconheceu o olha hostil que os meninos estavam compartilhando, principalmente porque ele estava
ocupado se levantar de seu assento; Damien sempre se sentava ao lado de Harry.
"Damien estava aqui ontem à noite, queria checa você." James disse a Harry com carinho quando ele mudou-se para a
cadeira do sofá.
Ele queria?" Harry perguntou em voz baixa, o olhar ainda fixo por outro rapaz.
"A mãe está aqui?" Damien perguntou, quebrando o olha de Harry e fixando ao seu pai um olhar interrogativo.
"Não, ela estava, mas agora ela foi para o seu quarto. Acho que ela está tomando um banho." James respondeu.
"Professora McGonagall estava procurando por vocês dois, algo sobre uma reunião de equipe." Damien disse
entrando na sala.
"Reunião? Hoje? Eu tinha certeza que era a próxima semana." James disse as sobrancelhas franzidas com o
pensamento.
Harry viu Damien mudança um pouco e sabia que o menino estava mentindo, de novo.
"Bem, é melhor acabar com isso então", ele virou-se para Harry e falou em voz baixa, mas determinado. "Nós vamos
conversar mais tarde, ok?"
Harry acenou com a cabeça, sabendo muito bem que ele não iria vê-lo novamente. Ele estava indo para ir e ver
Dumbledore assim que James deixou a sala. No momento em que James voltou da sua falsa reunião, Harry estaria de
volta em seu mundo.
James estava prestes a sair quando percebeu Damien que ainda em pé. Ele viu a forma como os dois rapazes
estavam olhando um para o outro e percebeu que ainda tinham tido nenhuma uma palavra um ao outro.
"Vocês dois estão bem?" James perguntou, lembrou-se da época do ano passado, quando os meninos não estavam se
falando. Eles lançavam o mesmo olhar um para o outro de agora.
"Tudo bem, pai. É melhor se apressar ou você vai se atrasar." Damien disse.
"Sim, está bem." James murmurou, ainda olhando entre os dois rapazes. Eles haviam definitivamente tido uma briga.
Ficou claro agora. "Bem, se comportem." com isso ele saiu, fechando a porta atrás de si.
Assim que a porta se fechou, Harry saltou para seus pés. Damien avançou em direção a Harry, bem como, uma
carranca no rosto.
"Que diabos, Harry?! Você completamente perdido!? Por que você foi para Dumbledore?" Damien perguntou
acaloradamente.
"Porque ele é o único que eu posso confiar aqui!" Harry cuspiu de volta.
"O que você disse a ele? Será que ele sabe?" Damien perguntou visivelmente preocupado.
"Não, mãe e meu pai estavam com ele assim que eu..." Harry sumiu. Ele deveria ter dito o Diretor tudo ontem à noite.
Ele não deveria ter sido tão fraco.
Damien parecia muito mais calmo agora. Ele soltou um suspiro de alívio e olhou para Harry.
"Eu sei que você está chateado, tudo bem, eu entendo que você deve estar se sentindo realmente traído agora. Mas
você não pode ir para Dumbledore. Ele não pode ajudá-lo e ele só vai piorar as coisas." Damien explicou.
"Piora? Professor Dumbledore é o único que pode me ajudar a voltar para casa!" Harry entrou em erupção.
"Sério? Se você acha que isso é verdade, então você não acha que eu teria ido até ele já? Se há uma pessoa que quer
que você vá, sou eu, Harry! Eu teria ido para Professor Dumbledore muito antes se isso significava que eu tenho o meu
irmão de volta ". Damien não se importava se suas palavras eram ofensivas, ele estava zangado demais para ser
cuidadoso agora.
"Não se preocupe comigo indo, considere-me já lá!" Harry cuspiu com raiva e caminhou em torno dele, em direção à
porta.
"Já ouvi o suficiente de você. Eu estou indo para Professor Dumbledore e eu sei que ele vai me levar de volta para
casa." Harry disse.
Um clique alto Harry viu que a porta estava bloqueada. Ele virou-se para enfrentar Damien, observando a varinha na
mão. Harry franziu a testa, ele estava segurando sua própria varinha, mas durante a sua briga na noite passada, as duas
varinhas tinham caído e agora ele tinha a varinha de Damien e ele tinha a sua. Então, como ele conseguiu a sua varinha
de volta?
Harry reflexivamente enfiou a mão no bolso, mas não sentiu nada lá. Ele olhou para Damien como ele levantou a outra
varinha, a varinha.
"Eu levei-o para fora do seu bolso ontem à noite, quando você estava dormindo." Damien disse-lhe em tom de
desculpa.
Harry não disse nada, mas sua mandíbula apertada firmemente em raiva. Damien lançou um feitiço de privacidade no
quarto, para que ninguém pudesse espiona-los, não importa o quão alto eles gritassem.
"Desculpe, Harry, mas você tem que me escutar. Você não pode ir para Dumbledore. Ele não será capaz de levá-lo para
casa. A única maneira de voltar é com a bússola." Damien disse Harry enquanto ele embolsou ambas varinhas e deu um
passo mais perto. "Se você vai para ele, tudo o que vai acontecer é que ele irá dizer a mãe e ao meu pai e ele vai estragar
tudo."
"Tudo já está arruinada." Harry sussurrou. Sua voz caiu baixo e triste, "Eu pensei que tudo estava perfeito, eu pensei
uma vez minha vida, mesmo que fosse em outra dimensão, que eu era normal e tinha uma família, pais que me amava.
Mas ..." A voz de Harry o deixou e ele fechou os olhos, balançando a cabeça de um lado para o outro. "Eu não posso
ficar aqui, eu não posso fingir ser ele, se parece com ele, eu não vou fazê-lo por mais tempo. Isso me deixa doente só
de pensar em tudo o que ele fez todas as pessoas inocentes que ele matou! I não posso ficar aqui e ver as pessoas
olharem para mim e pensarem que eu sou ele! "
"Você não sabe o que você está falando!" Damien disse com raiva.
"Eu sei o que ele fez! Eu vi como ele machucou os aurores, como ele atacou Professor Moody e, e Sirius." Ele se forçou
para não trazer a imagem de um Sirius ferido, deitado no chão, impotente diante Harry.
"Harry, não é o que ..." De repente, Damien deu um salto assustado. Ele enfiou a mão no bolso e tirou o telefone. Ele
estava vibrando e brilhante, a luz de ligar e desligar.
Harry olhou para o telefone e, em seguida, olhou para o lado. Damien olhou para o telefone e depois de volta para
Harry.
"Eu, eu vou chamá-lo mais tarde. Isso é mais importante." Damien murmurou, colocando o telefone ainda vibrando no
bolso.
Ele ignorou a sensação e focou em Harry. Se ele atendesse o chamado de seu irmão agora, ele só iria piorar as
coisas. Ele só podia imaginar o quão chateado Harry ficaria uma vez que ele descobriu o que seu colega tinha
descoberto e que ele tinha quase feito. Damien queria evitar que a conversa por tanto tempo quanto possível. Além
disso, ele teve que convencer este Harry a se acalma e esquecer a ida para Dumbledore primeiro. Essa era a coisa
mais importante no momento.
Limpando a garganta se dirigiu Harry, que ainda estava olhando para longe dele.
"Eu sei como isso se parece, mas é mais complicado do que isso. Apenas me dê uma chance e eu vou explicar tudo
para você." Damien disse gentilmente.
"Você realmente espera que eu confiar em qualquer coisa que você disse?" Harry perguntou.
Antes de Damien pudesse responder, vários golpes altos foram ouvidos. Damien e Harry olhou para a porta.
"Assim, não diga nada a eles, por favor." Damien sussurrou, enquanto caminhava para atender a porta. Harry ficou
onde estava, olhando para a porta.
Damien pegou sua varinha e abriu a porta, esperando para ver seus pais. Em vez disso, ele viu três pessoas em pé
diante dele. Damien encontrou-se com um suspiro de alívio.
"Pensei que você poderia precisar de uma mão." Ron explicou como ele deu a seu amigo um olhar reconfortante.
Damien sorriu de volta, mostrando o seu apreço e agradecimento.
Ele se levantou e olhou para Harry, que estava apenas olhando para eles, confuso sobre o porquê eles estavam aqui.
Damien caminhou até ele.
"Eu disse a Ron e Hermione a verdade, ontem à noite." Damien disse em uma voz calma.
Harry não disse uma palavra e viu como Ron e Hermione olharam para ele, parecia preenchidos de confusão,
interesse e cautela. Ele sentiu seus olhares cortarem ele, para ter as duas pessoas que significava muito para ele
olhar para ele como se ele fosse um estranho, era doloroso para dizer o mínimo.
"Desculpe, é só. Eu nunca soube que viajar através das dimensões era possível. Parece Harry gosta de provar todos
os tipos de teorias." Ela disse com uma risada nervosa.
"Olha, companheiro. Damien nos contou o que aconteceu na noite passada", disse Ron dando um passo para perto dele.
"Eles nunca deveriam ter mentido para você." Ron disse-lhe sem rodeios. "Mas eu acho que você pode entender por que
eles fizeram."
Suas palavras fizeram Harry pensar o que ele teria feito se Damien e Harry lhe tinha dito a verdade, enquanto ele ainda
estava em seu quarto em Privet Drive. O que ele teria feito? Ele engoliu em seco novamente e olhou para cima para ver
Ginny em pé, parado, olhando para ele.
"Você tem, pelo menos, que nós ouvir, Harry. Se nada mais, você deve considerar aprender toda a verdade, antes de
voltar para o seu próprio mundo." Hermione disse.
"Por quê?" Harry falou uma palavra amargamente. "Que diferença vai fazer? Isso não vai mudar nada."
"Sim, vai." Foi Ginny quem falou. "Você não pode julgá-lo com os relatórios só tendenciosos e meias verdades. Não é
justo com ele. Acredite em mim, Harry. Eu fiz a mesma coisa, o julguei antes de saber tudo sobre ele. É a única coisa
que eu ainda me arrependo."
Harry não respondeu, mas olhou para longe dela, de todos eles, optando por olhar para o chão. Ele não podia confiar
neles; eles eram amigos de Harry, namorada e irmão. Eles estavam, obviamente, vai manter-se por ele. Em sua mente
não havia nenhuma razão, absolutamente nenhuma para cometer um crime como matar um inocente. Os pais de Neville
foram mortos por causa de Harry. Não importava o quanto lamentava Harry estava agora sobre ele, ou o que o levou a
matá-los, em primeiro lugar, o fato era que eles estavam mortos e que era culpa do Harry.
"Eu não quero saber toda a verdade." Harry disse que sua voz perto de ponto de ruptura novamente.
"Por que não? Você estava tão ansioso para descobrir tudo sobre Harry ontem, o que aconteceu agora?" Ron
perguntou aborrecimento em sua voz.
Harry olhou para ele antes de se virar para Hermione com a culpa enchendo os seus olhos.
"Eu sei que você pegou a chave da minha bolsa." Hermione disse calmamente. "Quando Damien nos contou o que
aconteceu ontem à noite, ele nos trouxe para o seu quarto de explicar. Eu vi as cópias de jornais espalhados no seu
quarto e eu sabia o que tinha feito. Eu chequei minha bolsa e com certeza, a chave estava faltando."
Harry não disse nada a ela e desviou o olhar para que ele não tem que vê-la ferida e expressão decepcionado.
"Você viu todos os relatórios?" Damien perguntou, sabendo que não era possível para Harry ter conseguido isso. Ele
tinha ido embora, três horas, na noite passada; não foi tempo suficiente para ler tudo o que foi impresso sobre Harry.
"O que você viu foi enganosa, Harry tinha um monte de coisas escritas sobre ele, mas nem tudo é verdade." Ginny
disse rapidamente, forçando Harry a ouvir.
"Então ele não trabalhava para Voldemort?" Harry perguntou as palavras saindo com um assobio com os dentes
cerrados, mãos fechadas em punhos.
"Ele matou sob suas ordens?" Harry perguntou, com os olhos nadando com raiva.
"Ele fez, mas ..." Hermione respondeu por Ginny, mas não foi autorizado a terminar também.
"Você não entende, Harry também foi enganado." Ginny respondeu rapidamente.
"Eu só menti para você, para que você não surtar e reagir assim!" Damien respondeu acaloradamente.
"Como você esperava que eu reagisse?! Ele é um assassino! Ele estava com Voldemort! Ele trabalhou para ele, matou
sob suas ordens, torturado pessoas inocente"
"Não, ele não! Harry nunca fez mal a um inocente! Ele só matou Comensais da Morte!" Damien gritou.
Harry gritou quando ele se virou e chutou a mesa, tornando-se um longo derrapar no chão e bater na parede.
"Pare com isso! Pare de mentir! Harry era um Comensal da Morte! Ele era um deles! Por que ele iria matar o seu
próprio povo!?" Harry gritou.
"Harry não era um Comensal da Morte! Ele odiava os Comensais da Morte, tanto quanto nós!" Hermione gritou de volta,
um esforço para fazer Harry parar e ouvir.
"Ouça-nos, Harry," Ron começou. "Voldemort levou Harry para longe quando ele era um bebê, mas, em vez de matá-lo,
acolhe-o. Ele encheu a cabeça de Harry com mentiras, sobre seus pais verdadeiros e fez Harry acho que eles
odiavam..." isso foi o mais longe que Ron falou até Harry o interrompeu.
"Minha família trouxa me odeia, mas isso não me transformou em um..." ele não conseguiu concluir. De repente, ele
parecia que ele estava passando mal. Ele fechou os olhos e levou a mão para cobri-los. Ele gemeu, o som era como um
soluço misturado com um grito.
"Harry, por favor ..." Hermione começou, dando um passo perto do menino angustiado.
"Pare, pare." Harry disse olhando para cima e soltando a mão dele. Ele virou-se para a porta, pronto para sair.
"Você não pode ir." Damien disse. A ira voltou para Harry, quase dez vezes.
"Olhe-me." Harry desafiou volta e mudou-se em torno dele. Mas a porta estava trancada e Harry virou-se para encarar o
menino.
"Harry, por favor, basta ouvir o que temos a dizer." Hermione tentou novamente.
"Abra a porta!" Harry ignorou Hermione e falou com Damien.
Damien olhou para ele; a tranquilidade que ele estava tentando agarrar foi evaporando rapidamente.
"Abra-o!"
Harry investiu contra ele, sua raiva realmente fora de controle. Ele foi para a varinha de Damien, tentando agarrá-lo do
bolso, mas Damien estava pronto. Mudou-se para fora do caminho do menino e, deu um soco no rosto dele. Harry bateu
no chão, desacordado.
"Eu tinha que fazer. Ele estava indo para ir para Dumbledore." Ele disse enquanto Rony e Gina vieram correndo para se
juntar a Hermione.
Hermione tinha se transformado Harry em suas costas, examinando a contusão pequena, mas perceptível em seu
rosto. Ela virou-se para olhar para Damien.
"Então você acha que nocauteá-lo seria uma boa forma de acalmar sua histeria?" perguntou ela.
"Não, mas isso nos dá tempo para pensar o que devemos fazer. Ele não está ouvindo a qualquer um de nós." Damien
disse.
"É compreensível, eu quero dizer que ele só soube que ele em outra dimensão era leal ao mesmo homem que matou
seus pais e destruiu sua vida. É óbvio que é por isso que ele está pirando. Sua ligação com Voldemort e também, ele não
consegue lidar com o fato de que ele é alguém que pudesse você sabe... matar os outros ". Ron terminou
desconfortavelmente.
"Bem, se ele simplesmente nos ouvisse, ele saberia que Harry não é um assassino!" Damien respondeu. Nos looks que
recebeu acrescentou. "Quero dizer, ele é, mas... mas não do jeito que ele está pensando! Harry nunca matou um
inocente, ele ajudou-os!"
"O que podemos fazer?" Gina perguntou miseravelmente, ajoelhando-se ao lado de Harry também. "Ele é muito
teimoso para nos ouvir."
Damien de repente olhou para Ginny, uma idéia se formando em sua cabeça.
"Então nós vamos ter que mostrar a Harry a verdade ", disse." Vamos levá-lo para o seu quarto.; Mamãe e papai pode
estar de volta a qualquer momento.
Enquanto uns ergueram um Harry inconsciente e o levavam para o outro quarto, Damien foi para o flu. Ele jogou em um
punhado de pó de flu e enfiou a cabeça para dentro das chamas verdes.
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James voltou para dentro de seu quarto, Lily murmurando atrás dele.
"Por que você está reclamando comigo? Eu não sabia que Damien estava me enganando? Espere até eu pegá-lo. Há
hora e lugar para brincadeiras, puxa!" James disse com irritação.
"Sim, bem, eu culpo você. Você é a pessoa que o encorajou a pregar peças!" Lily disse antes de se sentar.
James deu um olhar.
"Sim, porque ele nunca teria aprendido, sem mim." Ele disse sarcasticamente.
Lily não respondeu. Ela olhou ao redor da sala, de repente, à procura de algo.
"Como ele estava esta manhã? Ele parecia melhor?" Perguntou Lily.
"Ele parecia, tranquilo e ainda chateado. Não pode me dizer o por que apesar de tudo." James respondeu com tristeza.
"Ainda não, Lily. Ele disse que queria ficar sozinho. Talvez devêssemos dar-lhe a manhã, deixá-lo a resolver as coisas
em sua cabeça. Então, talvez ele pudesse conversar com a gente."
"Eu espero que ele esteja bem." Ela disse mordendo o lábio em preocupação.
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Uma dor aguda atingiu Harry em toda a face e ele vacilou duro. Ele forçou seus olhos para abrir, contra o sono nevoeiro
que estava em torno dele, mas ele não podia. Outra greve afiada em seu rosto o fez gritar e forçar seus olhos para abrir.
Ele piscou para clarear a visão e viu alguém debruçado sobre ele.
"Malfoy!" Harry sussurrou, sentando-se no sofá que ele tinha sido deitado.
Draco se endireitou, bem como, os olhos cinzentos brilhando com diversão suprimida. Atrás dele, Ron, Hermione e
Gina estavam carrancudos.
"Há outras maneiras para acordá-lo, Malfoy. Você não tem que bater nele!" Ginny disse com o rosto vermelho.
Draco virou-se para olhar para ela, seu sorriso habitual jogando em seus lábios.
Harry ficou de pé, o rosto sofrendo com golpes de Malfoy. Ele podia ver que ele havia sido transferido, enquanto ele
estava desacordado. Estavam todos em seu quarto. Draco apenas sorriu ao ver a expressão furiosa de Harry.
"Acalme-se, Potter. Tão divertido quanto o que foi eu estava apenas tentando fazer você acordar."
Harry viu passar por ele e notei Damien encostado na parede. Ele estava com os braços cruzados sobre o peito, mas
teve a decência de olhar envergonhado.
"Desculpe, mas você estava ficando fora de controle." ele pediu desculpas.
Harry ignorou e tentou andar em torno de Draco, mas o loiro 18 anos de idade mudou-se para bloqueá-lo.
"Não tão rápido. Antes de ir a correr para Dumbledore e despejar a verdade, existem algumas coisas que você deve
saber."
Harry já tinha tido o suficiente e empurrou Draco forte no peito, fazendo-o tropeçar um passo para trás.
"Chega! Eu já tive o suficiente disso!" ofegava com raiva. "Eu não quero ouvir mais explicações e mentiras. Eu já tive o
suficiente!"
Draco estava olhando para Harry, toda diversão tinha desaparecido de sua face. Sua varinha estava em sua mão antes
que Harry pudesse piscar.
"Agora você, ouça aqui, nós somos os únicos que tiveram o suficiente de seu drama! Você está agindo como um idiota!
Assim que se você descobriu a verdade? Você foi o único que foi procurá-lo! Se você não podia lidar com isso, você não
devia ter trabalhado tão duro para descobri.
"Não ache que qualquer um de nós está tentando chegar até você, porque nós nos preocupamos com o que você
sente. Nós não sabemos quem você é, francamente, estou feliz pela forma como você está agindo, isso só está
provando que você é um tolo."
"Agora não, Granger." Foi talvez o uso de seu nome que a assustou e o restante em silêncio. Draco ainda estava se
concentrando em Harry, "a única razão pela qual nós queremos que você nos ouça é porque você está pulando para a
conclusão errada. Meias Verdades são perigosas, e você está correndo de cabeça para Dumbledore o que só vai fazer a
sua situação piora. E de bandeja vai afetar a todos nós ", disse Draco apontando para si mesmo e os três atrás dele.
"Exceto, talvez, júnior por lá", disse ele apontando para Damien, "Se você vai para Dumbledore e dizer-lhe a verdade,
você é o único que vai ter sua bunda gorda chutou de volta para o seu mundo."
"Oh, o inferno com isso!" Draco fervia como ele se afastou de Harry. Ele enfrentou Damien vez. "Por que você se
preocupar com ele? Ele é muito estúpido para nos escutar. Basta deixá-lo ir para Dumbledore, ele vai descobrir que
cometeu um erro quando ele for jogado para outra dimensão!"
Damien olhou para Harry desesperadamente, desejando que o menino teimoso só fosse ceder. Harry não parecia mais
calmo e, mas o último comentário de Draco o fez vacilar. Ele ficou onde estava respirando pesadamente e olhos
vidrados com as emoções.
Timidamente Hermione caminhou até Harry e gentilmente colocou a mão em seu ombro, hesitante no início, quando
Harry se afastou dela, mas obrigando-se a completar suas ações, no entanto.
"Harry, olhe para mim, por favor,", Harry levantou os olhos e encontrou seus olhos castanhos. "Eu nunca iria querer
prejudicá-lo, nunca. Eu sei que somos amigos em seu mundo, Damy me disse. Você sabe que a sua Hermione nunca
faria nada para machucá-lo ou causar-lhe dor?" Harry balançou a cabeça uma fração, apesar de si mesmo. Ele sabia que
a sua Hermione nunca sonharia em fazer nada para machucá-lo, direta ou indiretamente. "Então confie em mim, por
favor, Harry, e acredite que nós não vamos mentir para você, nem mesmo um pouco. Nós queremos dizer a verdade, toda
a verdade."
Harry olhou para ela, permitindo-lhe ver o medo em seus olhos, a verdadeira emoção que estava sentindo, a
verdadeira razão que ele estava lutando.
"Eu não quero saber." Ele sussurrou. "Eu não quero saber tudo que ele fez, todos aqueles que ele matou. Eu tenho medo
de perder minha mente, se eu souber." Harry forçou as emoções traidores a ficar no chão e não dominá-lo como tiveram
ontem.
"Oh, Harry!" Hermione abraçou-o, com força, não permitindo que ele afastá-la. Mas Harry não afastou; ele apenas ficou
em seu abraço. "Não é como se você está pensando! Não. Acredite em mim Harry, ele nunca matou um inocente, ele
protegia os inocentes. Ele só matou Comensais da Morte, eu juro!"
"Você está mentindo, eu sei que ele trabalhou para ele, para Voldemort. Por que ele iria matar os Comensais da Morte,
quando ele mesmo era um?!" Harry perguntou, forçando a sua ira para permanecer no controle.
"Isso é o que estamos tentando dizer. Harry não era um Comensal da Morte. Ele estava com Voldemort, mas ele só
matou Comensais da Morte, aqueles que estavam tentando deixar Voldemort." Hermione percebeu que suas palavras, só
fez Harry ficar mais irritado. "Ok, isso não soar muito melhor, mas ..."
"Não, não. Só me deixe ir. Eu não quero ouvir isso." Harry se afastou dela, sacudindo a cabeça.
"Você tem que acreditar em nós. Harry nunca matou ninguém que não era um Comensal da Morte." Ginny estava ao
lado de Hermione, tentando ajudar.
"Então por que ele matou os pais de Neville? Eles não eram Comensais da Morte, eles eram ?" Harry perguntou com
raiva.
"Ele nunca os matou, ele salvou a suas vidas..." Hermione começou, mas Harry se afastou dela, chutando a cadeira
em que estava sentado em momentos atrás.
"Pare com isso! Por que você está mentindo?!" Harry gritou.
"Harry", Ron veio para enfrentá-lo. "Nós nos encontramos com Neville, lembre-se em Canto do Pesquisador. Se Harry
realmente tivesse matado seus pais, você acha que Neville teria deixado você simplesmente ir embora daquela
maneira?".
Isso fez com que Harry parar e pensar. Ele estava certo, ele conheceu Neville e, embora ele não estivesse nem perto de
ser amigável com ele, ele não o tinha atacou ou feito nada para prejudicá-lo. Se Harry Potter fosse responsável pela morte
de Frank e Alice Longbottom, então seu único filho não tentaria vingar a suas mortes? Harry sabia que ele nunca iria
deixar o assassino de seu pai ir embora, não que Lord Voldemort deixaria de qualquer maneira, ele tentaria matá-lo
primeiro ... Harry balançou a cabeça para parar seus pensamentos sumindo.
"Você vê, Harry, nem tudo o que você leu nos jornais é a verdade." Ron adicionado.
"Ele... ele realmente não os matous?" perguntou ele, desejando que ele pudesse acreditar neles.
"Não, ele nunca os matou. Ele salvou sua vida." Ron disse, mantendo os olhos azuis fixos para Harry, esperando que
ele fosse ver a honestidade neles.
"Sim, e muito. Na verdade, eles têm um ótimo relacionamento com Harry. E Nigel ama Harry, possivelmente mais do
que ama a seu irmão."
"Nigel?"
"Irmãozinho de Neville. Ele é realmente próximo de Harry, ele o ama." Ron disse.
A cabeça de Harry nadou com a informação. Seus olhos corriam para Damien. Parecia que todos tinham irmãos mais
novos nesta dimensão.
"Por favor, Harry. Só vamos mostrar o que realmente aconteceu." Hermione foi até Harry novamente. "Depois que você
já viu de tudo, depois de conhecer a verdade, tudo isso, se você ainda quiser ir para Dumbledore, não vamos para-lo."
Ela disse em uma voz sincera.
"Uh, eu vou", disse Draco, levantando a mão no ar. "Mas isso é só comigo."
Harry olhou para Damien, ainda sentindo a dor da mágoa em sua traição. Damien andou mais perto dele.
"Eu só quero que você saiba a verdade, isso é tudo." Ele disse. "Sinto muito por ter mentido para você. Eu só fiz isso
porque Harry me pediu. Ele não queria que você ficasse chateado. Mas agora, eu juro por tudo que é sagrado para
mim, que eu não vou mentir para você. " Damien disse injetando tanta sinceridade quanto podia em sua voz.
Harry olhou para ele, estudando-o por um momento. Por fim, ele baixou o olhar e deu a menor de acenos.
Damien soltou um suspiro, que ele nem estava ciente que prendia. Os outros, exceto Draco, parecia satisfeito também.
Harry olhou de volta para Damien, fixando-o com um olhar duro.
"Mas como é que eu sei que você está me dizendo a verdade? Eu não posso confiar em qualquer coisa qualquer um de
vocês dizem." Harry disse.
"Quem falou que vamos dizer a verdade?" Draco perguntou enquanto se aproximava dele.
"O quê?"
Ele observou enquanto Draco tirou um anel que estava usando e ergueu-o.
Ele colocou o anel na mesa de café e apontou a varinha para ele. Diante dos olhos de Harry, o anel preto e prata
transformada em uma penseira preta.
Harry abriu a boca para falar, mas descobriu que Draco não estava falando com ele. Os quatro ocupantes do quarto se
mudaram para a bacia preta. Ron, Hermione, Gina, Damien e até mesmo Draco, colocou suas varinhas na têmpora e
puxaram fios brancos prateados, nem gás, nem líquido, veio anexado às varinhas. Todos eles deixaram cair suas
memórias para a tigela. Eles repetiram essa ação algumas vezes até que todos tivessem colocado pelo menos quatro ou
cinco memórias na penseira.
"No caso de você ter problemas em acreditar nas memórias do Harry, nós colocamos algumas de nossas próprias
memórias neae também. Você pode ver que só acabamos de colocar as memórias, eles não estão adulteradas ou
alteradas de forma alguma. "
"Que lembranças de Harry estão lá dentro?" ele perguntou, de repente sentindo muito doente com a ideia de vê
memórias semelhante como o ataque ao Expresso de Hogwarts.
"Tudo o que ele não quer que ninguém veja." Damien respondeu com tristeza.
Lentamente, Harry se aproximou da mesa, ignorando o olhar reconfortante de Hermione e Ron estava lhe dando.
"Basta perguntar isso para mostrar que quer que você quer ver." Damien sussurrou enquanto Harry engoliu em seco.
Respirando fundo, Harry se inclinou sobre a bacia. Em um momento em que ele foi engolido pela penseira e Harry caiu de
cabeça em um turbilhão de memórias.
Canon Mundial
Harry desligou o telefone e embolsou seu telefone, Damien não estava atendendo. Ele sentiu a pontada de preocupação
enchê-lo; o que tinha acontecido? Por que Damien não o atendeu ao telefone? Disse a si mesmo que seu irmão estava
bem e, provavelmente, se esqueceram de levar o telefone com ele esta manhã, ele não poderia deixa de culpa seu irmão
para fazer algo tão tolo quanto isso.
Ele voltou sua atenção para os dois grifinórios em pé diante dele. Ele tomou em suas expressões desafiadoras embora
medo fosse claramente presente em seus olhos. Harry limpou a garganta depois de encaçapar seu telefone.
"Bem, ele normalmente não funciona." Harry disse a ela em agitação. "Olha, eu estava esperando que você pudesse
falar com Harry, o Harry, e que iria ajudá-lo a acreditar no que tinha acontecido. Mas parece que isso não pode
acontecer agora, então você só vai ter que confiar em mim."
Ron e Hermione se entreolharam antes olhando de volta para Harry. Ambos levantaram suas varinhas e apontaram
para Harry.
"Antes de me atacar, apenas me ouça. Só acho que, se eu fosse um Comensal da Morte, vocês não acham que eu já os
teria ferido ou matado, por agora? Quer dizer, eu estava vivendo na mesma casa que você durante todo o verão. Eu tive
muitas chances de te machucar vocês, mas eu não fiz. "ele observou como suas palavras tiveram o efeito desejado.
Hermione e Ron baixaram suas varinhas; apenas ligeiramente eles ainda estavam prontos para um ataque, mas parecia
menos disposto a machucá-lo agora.
"Quem é você? Conte-nos a verdade." Hermione disse, com a voz ainda trêmula, mas clara.
"Eu juro, eu sou Harry Potter." Harry respondeu, mantendo os olhos fixos para ela. "Mas eu não pertenço a este mundo.
Eu sou de outra dimensão."
Ficou claro de ver que os dois grifinórios não acreditaram nele. Eles não disseram nada, mas a suspeita estava de
volta em seus olhos, o olhar fixo teimosamente sobre ele.
"Eu temo que você vá ter que fazer melhor do que isso." Ron disse que seu rosto bastante vermelho.
"Quando fui levado a sede da Ordem, Moody realizou um exame de sangue para confirmar quem eu era. O resultado de
sangue mostrou que eu era Harry Potter. Não é prova para você?" Harry perguntou.
"Você poderia ter enganado... de alguma forma." Hermione disse. "Como nós podemos confiar em sua palavra? Quero
dizer, eu admito, há algo sobre você que parece ... familiar, mas você se limitou a me atacar lá, o que Harry nunca teria
feito." Ela disse, sua voz ficando maior a cada palavra.
"Tudo bem! Será que estamos indo só para fazer isso a noite toda, ou que vamos chegar a algum tipo de conclusão?"
Perguntou Ron.
Eles olharam um para o outro, sem jeito, sem saber o que dizer.
"Eu posso te convencer que eu estou dizendo a verdade, mas não aqui. Se ambos prometerem de vir tranquilamente,
sem me atacar ou levantar alarmes, podemos ir para dentro do castelo." Harry disse apontando para a escola. "Varinhas
primeiro."
Ron e Hermione, ansioso para sair da floresta escura, fria e assustadora concordaram rapidamente com ele. Eles
embolsaram suas varinhas como Harry levou-os para fora da floresta e caminhou calmamente de volta para a escola. Já
tinha se passado muito tempo do toque de recolher e por isso tiveram que se esgueirar de volta para a escola. Ron e
Hermione se mantiveram fiel à sua palavra e não resistiram a Harry ou tentaram correr. Eles estavam curiosos sobre este
'Harry' e ele era a unica tentativa de descobrir o que exatamente havia acontecido à Harry. Eles também sabiam que
estavam dentro do castelo onde o Professor Dumbledore e o resto do pessoal e os alunos estavam. Eles estavam um
pouco mais seguro. Eles também tinham suas varinhas e havia dois deles contra um. Embora, isso não era realmente um
pensamento reconfortante tanto como tinha sido facilmente dominado por 'Harry' quando eles estavam do lado de fora.
Harry levou-os, de forma discreta para o sétimo andar. Eles pararam ao lado da grande tela e Ron e Hermione
observou Harry enquanto ele andava a extensão do corredor, três vezes.
"Você já ta duvidando da sanidade dele? Porque eu to." Ron sussurrou para Hermione.
Ambos alcançaram em seus bolsos, sentindo-se suas varinhas. Ambos os Grifinórios soltou um suspiro surpreso
como seus dedos agarrou seus bolsos vazios. Eles olharam para cima para ver Harry, agora parado, com um leve
sorriso nos lábios.
"Precaução", disse ele enquanto segurava suas varinhas. "Espero que você não se importe."
Atrás Harry, uma porta materializada a partir da parede. Ambos Hermione e Ron olharam para ela com espanto, estavam
a cinco anos em Hogwarts, e eles não tinham idéia dos segredos da escola ainda tinha. Harry abriu a porta e fez um
gesto para eles.
"Venha".
Todos os três caminharam dentro, Ron e Hermione olhando ao redor da sala grande, decorados de forma semelhante ao
seu quarto comum.
"Whoa, o que é isso?" Ron perguntou como ele olhou em volta com espanto.
"Eu acho que eu li uma referência a isso em 'Hogwarts, uma História". De acordo com eles, o quarto era um mito,
nunca provado. "Hermione disse, animada.
Hermione virou-se para olhar para ele, dividida quanto ao que dizer a ele. Ela estava brava com ele por roubar suas
varinhas, mas grato a ele para mostrar-lhe algo tão misterioso quanto o "Sala Precisa".
"Você pode nos dar nossas varinhas de volta agora, por favor?" Ela disse seu tom duro.
"Eu não tinha certeza se vocês manteria a palavra". Ele ofereceu como explicação.
"Uh, Olá? Grifinória!" Ron disse, apontando para Hermione e ele próprio. "Nós não voltar na nossa palavra."
"Bem, agora que estamos aqui, você pode explicar o que diabos estão acontecendo?" Perguntou Hermione.
Ron e Hermione viu que ele sentou-se na cadeira ao lado da lareira, a mesma cadeira seu Harry teria escolhido. Eles se
sentaram em frente a ele, varelas mantidas firmemente em suas mãos.
"Como é que você tomou nossas varinhas? Eu não senti que se deslocam para fora do meu bolso." Ron perguntou
como ele olhou para Harry.
"Você disse que poderia provar que você é realmente Harry. Como?" Hermione perguntou, chegando ao ponto
rapidamente.
"Bem, eu não sei, para ser honesto." Harry respondeu. Vendo os olhares que ele recebeu dos outros dois, acrescentou.
"Eu só queria entrar. Estava muito frio."
"Então, como é que você vai provar a sua história, que você é de outro universo!" perguntou ela com raiva.
"Eu tenho uma idéia." Ron disse. "Nós poderíamos usar Vertiserum?"
Harry se endireitou instantaneamente, toda a brincadeira evaporando dele. Ele sabia que era uma má idéia.
"Essa é uma boa idéia. Você não pode mentir sob os efeitos, por isso é um método confiável." Hermione disse olhando
impressionado com Ron.
Harry sabia que havia muita coisa que poderia dar errado com a poção verdade. A vida de Harry era tão complicada, se
eles fizessem a pergunta errada, ele parece mais uma ameaça do que ele era agora.
Ron e Hermione trocaram um olhar, ambos saberem que eles mesmos não gostariam de ser questionada sob a
poção verdade, todos tinham seus segredos.
"Tudo bem, o que dizer de um compromisso. Nós vamos pedir-lhe apenas algumas perguntas, tudo a ver com quem
voc que você quer de nós. Pode ser?" Perguntou Hermione.
"Deve haver outra maneira. Eu vou fazer a identidade soletrar novamente, você pode ver os resultados você mesmo."
Harry disse.
"Eu não sei sobre o feitiço de identidade, mas todo mundo sabe que você não pode mentir sob os efeitos da
Vertiserum. É um método confiável. Ele é até mesmo usado em interrogatórios formais ministério". Hermione disse.
"Nada", disse Harry, olhando para eles. Tomando respiração profunda, ele continuou. "Tudo bem, se eu concordar em
usar Vertiserum, você ambos juram que você vai manter meu segredo de todos e que você não vão contar para
Dumbledore?"
"Justo". Harry sentou-se em sua cadeira. "Quantas perguntas que você vai fazer?"
"Ok", Hermione disse, animada. Ela olhou para os dois meninos: "Hum, onde é que vamos encontra Vertiserumr?"
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"Isso foi legal." Harry murmurou enquanto ele jogou sua capa de invisibilidade no banco antes de se sentar.
"Bem, obviamente, eu não esperava que o seboso ainda estivesse acordado! Quero dizer, é quase uma da manhã!"
Ron disse que ele também se sentou.
"Não importa! Professor Snape não nos viu, nós temos a poção verdade e nós só arruinamos metade do seu
laboratório de poções." Hermione disse mordendo o lábio na última parte.
"Tecnicamente, não fizemos nada. Foi Snape que explodiu parte de seu laboratório, procurando o" rato imundo! "como
ele disse". Harry sorriu de volta.
"Ele encontrou-o também." Ron disse, controlando a necessidade de rir. "Quanto tempo antes que ele perceba que
coisa que ele pegou foi um rato transfigurado?"
"Eu não posso acreditar que eu roubei isto de seu laboratório privado." Hermione disse, olhando para o pequeno
frasco que continha a poção incolor da verdade. Ela teve que pega-la enquanto Harry e Ron, sob a capa da
invisibilidade, manteve Snape ocupada com um rato "falso" que estava correndo e deixando cair seus frascos das
prateleiras e quebrando as coisas dele.
"Isso foi diferente, e aquilo era importante;! Estávamos procurando o herdeiro de Slytherin" Hermione virou-se para ele
não gostando da lembrança do tempo em seu primeiro ano, quando ela tinha roubado ingredientes para sua poção
polissuco.
Harry levantou as sobrancelhas com a menção de "herdeiro de Slytherin. Ele silenciosamente agradeceu aos deuses
que eles não estavam procurando o herdeiro agora.
"Antes de fazer, devemos discutir o que você vai me perguntar." Harry disse.
"Eu acho que é justo. Eu quero dizer que eu não tenho de responder a quaisquer perguntas para você. Você viu que eu
posso aparatar em Hogwarts, eu posso facilmente desaparanta também. A única razão pela qual eu estou fazendo isso é
para que vocês dois possam acreditar em mim e não pensem em mim como um inimigo, porque eu não sou. "
"Ron, está tudo bem. Nós vamos decidir junto o que nós devemos perguntar." Hermione interrompe-o.
Ron não pareceu gostar, mas ele acenou com a cabeça de qualquer maneira.
"Bem, nós vamos pedir-lhe o seu verdadeiro nome, obviamente, em seguida, os nomes de seus pais, um, se você
realmente é de outro universo ... se você é um Comensal da Morte ..."
Harry olhou com raiva para ele, mas não disse nada.
Harry olhou para ela. Isso parecia bom. Não havia nada nessas questões que poderia coloca-lo em apuros.
"Ok, vamos fazer isso." Harry disse, esperando que isso fosse em breve.
Harry ainda estava sentado como Hermione se aproximou dele. Ela cuidadosamente administrada três gotas de
Vertiserum em sua língua. Harry esperou o momento antes de olhar para ela.
Hermione e Ron estavam diante dele; ambos tinham suas varelas desenhadas e prontas. Harry apenas olhou para
eles com calma, não intimidado em tudo. Eles saberiam da verdade em breve.
"Harry James Potter." Harry respondeu. Seu coração deu um salto mortal no peito quando viu Ron e Hermione olhar
surpreso e aliviado. O rosto de Ron eclodiu em um sorriso.
"Que inferno!" Rony disse com uma risada nervosa.
Mais uma vez a resposta dele trouxe os dois Gryffindors mais alívio. Harry viu Ron diminuir sua varinha completamente e
até mesmo Hermione estava apontando para o chão agora e não o peito de Harry.
"Não, eu não sou." Harry respondeu. Ele nunca tinha pensado em si mesmo como um Comensal da Morte.
Comensais da Morte de Voldemort eram seus servos, ele era seu filho.
"Você planeja machucar os professores ou os estudantes de Hogwarts, a escola de Magia e Bruxaria?" Perguntou
Hermione.
Ambos Hermione e Ron estavam sorrindo por este ponto. Mesmo Harry não pôde deixar de sorrir para as suas
expressões amigáveis.
"Última pergunta:" Ron sorriu. "Qual é o nome a sua mãe e do seu pai?"
O sorriso de Harry escorregou de seu rosto. Ele não podia acreditar. Ele amaldiçoou em voz baixa. 'Pai? Por que Ron
tem a dizer pai? Ele pensou desesperadamente para si mesmo.
"Lily Potter e ..." Harry lutou contra a palavra que estava forçando-se para fora dele. Ele tentou, realmente tentou dizer
James, mas a questão tinha pedido para o nome de seu "pai". Roni tinha falado 'pai', Harry já teria tomado o antídoto
para a poção e dizendo-lhes sobre o mundo alternativo ele veio.
"Lord Voldemort."
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Harry olhou para os dois, muito pálidos, encarando os adolescentes e viu os olhares de horror em seus rostos. As
varinhas estavam de volta e apontadas para Harry. Hermione parecia que ela poderia desmaiar e Ron parecia um
pouco verde.
"V-V-! Você-Sabe-Quem?" Ron disse olhando para Harry com os olhos arregalados.
Harry se mexeu na cadeira; ele não fez uma pergunta adequada, não uma que fazia sentido mesmo, então ele não tem
que responder.
"Você já disse o suficiente." Hermione o interrompeu. Sua varinha tremeu em sua mão, mas ela manteve apontada
para ele. "Agora eu entendo porque você parecia tão... frio."
"Mas ele não pode ser seu, sua, não é possível!" Ron interrompido. "Ele não se parece com ele, quer dizer, eu não acho
que ele faz ... Quero dizer, ele se parece com Harry, o nosso Harry, e nossa Harry parece com James Potter, assim como
ele pode ... você está sob um encanto?" Ron perguntou enfrentando Harry.
"Não, eu não sou." Harry respondeu ainda forçado a responder sob a poção verdade.
Ron e Hermione pareciam ainda mais confusos agora. Eles compartilharam um olhar rápido e cuidadoso. Ambos não
sabem o que devem fazer.
"Eu sei que você é Harry Potter, mas isso, este acima de nós!" Hermione disse Harry. "Eu sinto muito, realmente eu
sinto, mas vamos ter que ir para o Professor Dumbledore." Ela disse-lhe em voz apologética sincera.
Ele se atirou de seu assento, com o seu movimento rápido e inesperado. Ele bateu em Hermione, fazendo-a cair no
chão, sua varinha caiu de suas mãos pela queda. Ron disparou uma maldição para ele, mas escudo completo corpo de
Harry veio e a bolha azul absorveu o 'stupefy' de uma só vez. Harry agarrou exploração varinha mão de Ron e pura força
de vontade o impediu de quebrar seu pulso. Ao contrário, ele torceu dolorosamente em um ângulo, antes de o outro
punho desceu sobre Ron e bateu em seu rosto. Com um grito de dor, Ron deixou cair sua varinha antes de se afastar de
Harry, uma mão em seu rosto, onde ele tinha sido atingido.
Uma onda de mão de Harry e os dois caíram varinhas estavam em sua posse novamente. Ele olhou culposamente
para Rony e Hermione como eles se amontoaram, olhando com medo para Harry.
"Eu realmente sinto muito." Harry disse de novo quando ele levantou a sua própria varinha para os dois.
"Eu tentei evitar isso, porque eu realmente não queria ir por este caminho, mas eu não posso deixar o meu segredo
vazar, não para Dumbledore. É melhor assim, você não vai lembrar-se de nada sobre essa noite."
"Você está indo para nos Oblivinar ?!" Ron perguntou em estado de choque.
"Sim eu estou." Harry respondeu, a poção verdade ainda forçando respostas dele.
Hermione tinha lágrimas em seus olhos e ela olhou para Harry quando ele apontou a varinha para a cabeça.
"Mas você não vai conseguir acabar com isso. Você vai ser pego de novo, eventualmente. Nós sabíamos que algo sobre
você não estava certo. Pega você aparantando em Hogwarts foi apenas por acaso. Tire a memória de hoje à noite! Mas
nós vamos pegar você de novo; algum outro deslize seu, e descobriremos a verdade novamente e nesse dia e quando
descobri, nós nunca vamos dar-lhe uma chance de se explicar novamente, por ter nos Oblivinado. Nós vamos direto para
Dumbledore e seu segredo será revelado! "
A varinha de Harry balançou na mão como palavras amargas de Hermione o atigiu. Contra sua vontade, uma memória
veio à tona para ele, palavras muito semelhantes a estas, falada por uma criança de dez anos para o pai que ele adorou.
'Você pode limpar minha memória longe, hoje, mas você vai ser pego. Vou aprender a verdade novamente um dia e
quando eu fizer você nunca vai ser capaz de me impedir de deixar você. '
Harry fechou os olhos, desejando que a memória sumisse. Ele não queria ver a si mesmo, com seus dez anos de idade,
tomado pela força, como seu "pai" tirando suas memórias. Com uma sacudida Harry percebeu que ele estava fazendo não
era diferente do que Voldemort fez com ele toda a sua vida. Voldemort tirou memórias de Harry sempre que ele queria.
Harry fez isso para os outros também, ele geralmente fez isso para salvar a si mesmo, mas, novamente, Voldemort diria
que ele fez isso para Harry para garantir a sua própria segurança.
Harry balançou a cabeça e se concentrou nos dois adolescentes diante dele. Ele tinha que Oblivia-los, ele não tinha
escolha. Mas as palavras Hermione cuspiu nele fez sua mão tremer e o encantamento não queria sair. Ele não queria
ser como Voldemort, não queria infligir o tipo de dor que ele sofreu para os outros, especialmente Ron e Hermione.
Com um grito frustrado, Harry baixou a varinha e virou-se, chutando a mesa dura, jogando para longe dele. Harry, de
costas para Ron e Hermione, falou-lhes.
"Tudo bem! Vá e diga a ele. Eu não vou estar aqui para ele quando ele vem para mim."
Ele esperava ouvir o som de pés correndo, mas nada aconteceu. Ele se virou para encontrar os dois olhando para ele,
expressões de surpresa e apreensão em seus rostos.
"Você não vai nos Oblivina?" Ron perguntou, claramente ainda com medo dele.
Consciente de que a poção verdade ainda estava em vigor, Ron e Hermione relaxado em sua resposta.
"Você vai fazer algum mal para nós?" Ron perguntou como ele se aproximou.
Ron levou a mão ao rosto e tocou o local dolorido. Ele largou a mão e olhou para Hermione.
"Por que você mudou de idéia sobre a alteração de nossas memórias?" Perguntou Hermione.
"Porque eu percebi que eu estava fazendo com o que tinha sido feito para mim, e eu não quero te machucar." Harry
respondeu.
Harry olhou para ela, fazendo-a dar um passo involuntário para trás.
"Porque ele sabe como me machucar." Harry respondeu, sem tirar os olhos de Hermione.
"Onde você estava indo?" Hermione perguntou: "Você disse que não estaria aqui quando o Professor Dumbledore
atrás de você. Onde você iria?"
"Eu não sei. Eu não tenho para onde ir neste universo. Mas eu ainda vou correr dele."
Hermione e Rony se entreolharam, tanto surpreso ao ouvir a raiva e ódio na voz de Harry quando falava de Dumbledore.
"Não, é claro o que você pensa dele e embora eu saiba que, com todas as fibras do meu ser, que o Professor
Dumbledore não vai te machucar, eu respeito que você não confia nele. Então eu não vou usar isso contra você. "
Harry não podia acreditar. Ele sentou-se, aliviado que seu segredo estaria seguro. Hermione e Ron sentaram-se
também, mas eles ainda eram claramente tensos e desconfortáveis.
"Eu, você tem que... para nos dizer, quero dizer, eu ... nós gostaríamos de saber por que você ... você ..." Hermione parou
antes de encontrar o olhar de Harry. "Por que você o chama de pai?"
Harry baixou o olhar, a poção verdade ainda em seu sistema, forçou as palavras para fora antes que ele pudesse fazer
qualquer coisa.
"Porque ele era meu pai. Ele me criou."
Ron e Hermione engasgaram em uníssono. Por um momento, ninguém falou, os três apenas sentaram-se em
silêncio constrangedor e chocado.
"Um, você sabe, isso tem sido mais que cinco perguntas." Harry apontou.
"Desculpe, eu sinto muito." Ela disse que ela se atrapalhou com o pequeno frasco de antídoto. Harry pegou dela e
rapidamente engoliu o antídoto, aliviado quando a poção saiu de seu sistema.
"Eu sei que você não tem que e que você pode mentir sobre isso agora, se você quiser, mas você pode explicar o que
diabos está errado com o seu mundo?" Perguntou Ron.
"O quê? O que quer dizer o que está errado com o meu mundo? Seu mundo é o que é confuso!" Harry respondeu.
"Sim, com certeza. O assistente o mais escuro do nosso tempo é o pai adotivo de Harry Potter! Sim, isso é normal."
Ron zombou.
"o que aconteceu com James e Lily Potter sendo assassinado, Sirius Black enviado para Azkaban por um crime que
não cometeu e Remus ser incapaz de ter uma vida decente por causa de uma condição que ele não tem controle?!
Isso tudo é normal?" Harry gritou de volta.
"Isso não aconteceu no seu mundo?" Perguntou Hermione. "James e Lily Potter, eles estão vivos em seu universo?"
"Uau, eu nunca pensei que ..." Ron parou de repente e olhou para Harry, seus olhos azuis arregalados. "Harry, o nosso
Harry, ele está em seu mundo?"
"Sim"
"Oh Deus! Harry com seus pais, ele pode encontrá-los, falar com eles, oh isso é só ...!" Hermione parou quando ela
avistou Harry. "Isso é horrível, eu quero dizer para você!"
"Tudo o que outras coisas que você disse, sobre Sirius e Remus, eu levá-la as coisas eram muito diferentes em seu
mundo?" Hermione continuou.
"Um, Hermione, Harry acabou de dizer Você-Sabe-Quem o criou, quanto mais diferente você consegue!?" Ron
perguntou, perto histérica.
"Harry, você vai nos contar, sobre a sua vida? O que aconteceu com você? Por que você acabar com, com ele?"
Hermione perguntou em voz baixa.
"Hermione, eu não posso ..." Harry começou, mas estava distraído quando o telefone dentro do bolso de repente veio à
vida.
Ele rapidamente puxou-o para fora ignorando os suspiros afiados de Ron e Hermione.
"Olá, Damy? Onde diabos você estava ?!" Harry perguntou assim que ele respondeu ao seu telefone.
"Harry"
Harry parou quando ouviu a voz de seu irmão. Ele conhecia só de ouvir que uma palavra, voz calma de seu irmão, que
algo terrível tinha acontecido.
"O que aconteceu?" ele perguntou.
"Ele sabe."
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*Chapter 19*: Chapter 19
Capítulo Dezenove
AU Mundial
Ron se sentou ao lado de Hermione, seus olhos azul olhando tudo sobre a Sala Precisa, até os menores dos
detalhes, tudo em uma tentativa de distrair-se, para não escuta a conversa que Damien, estava tendo com o Harry
sentado no canto da sala.
Ele tentou realmente não tomar conhecimento, mas a cada minuto seus olhos cintilaram para o garoto moreno. Ele
parecia chateado, que não poderia ser um bom sinal.
"Você acha que ele vai ficar louco?" ouviu-se perguntar os outros três.
Hermione e Draco olharam para ele. Ginny continuou a olhar para suas mãos, imerso em pensamentos.
"É compreensível, você viu como Harry reagiu. Harry, o nosso Harry, eu quero dizer, não quero machucar Harry, o outro
Harry e estava apenas tentando proteger Harry, este Harry para que ele, um..." ela olhou para Ron uma soltou um
suspiro cansado. "Eu acho que estou ficando com dor de cabeça. Isso é tão misturados dói pensar sobre isso."
Draco bufou para ela com desdém, fazendo Hermione lançar lhe um olhar.
"Você acha que Harry, o único aqui, você acha que ele vai mudar de idéia sobre ir para Dumbledore?" Ron perguntou,
praticamente ignorando Draco, algo que ele nunca tinha conseguido fazer antes.
"Isso é o que a penseira serve. Esperemos que o idiota ao ver a vida de Harry como realmente era faça ele se acalmar e
mudar o seu julgamento melodramático." Draco disse, enquanto olhava passando pelos três, e seus olhos cinzentos
parando em Damien enquanto ele falava calmamente com Harry.
"Espero que sim", disse Ginny ansiosamente. "Eu não quero chamar Harry novamente, mais tarde, para lhe dizer que
Harry foi até Dumbledore e disse-lhe tudo."
"Eu só espero que ele esteja sozinho, se e quando ele atender esse telefonema." Ron murmurou.
"Você sabe, no caso de ele fazer alguma coisa", em seu olhar confuso continuou, Ron elaborado. "Você sabe, quando
Harry fica com raiva, os olhos ficam preto e as coisas fazem puf!" ele fez pequenos gestos de explosão com as duas
mãos.
"Oh!" Hermione deu um tremor involuntário. "Sim, com certeza ele tem que estar sozinho." Ela concordou.
"Eu me pergunto como ele está tomando esta notícia até agora?" Ginny perguntou, vendo como Damien fechou os
olhos e baixou a cabeça em uma das mãos.
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Harry piscou para o seu entorno. Ele olhou em volta para ver nada mais do que as paredes brancas. O piso estava
parado em era de um branco brilhante também. Ele olhou para cima para ver o brilhante teto branco, selando-o para
dentro da penseira.
Harry deu a volta, olhando para o quarto grande. Quando ele caiu na penseira viu as cores borradas de imagens,
memórias, corrida em torno dele, mas assim que ele caiu no chão tudo ficou claro, deixando-o de pé em um quarto
branco.
Harry se lembrou do que Damien lhe dissera, momentos antes de entrar no penseira, 'Basta perguntar isso para mostrar
que quer que você quer ver'. O que ele quer ver? Ele percebeu que ele queria ver tudo e nada ao mesmo tempo. Ele
queria saber o que a sua vida, a sua vida em outro, torcido, universo escuro era como, mas ele estava com medo de vê-
lo, no caso de ele viu algo que ele nunca seria capaz de viver. Ele decidiu que ele estava indo para ver as
outras memórias em primeiro lugar, as que ele viu colocados há poucos momentos. Ele estava indo para ver as
memórias de seus amigos em primeiro lugar.
Respirando fundo, Harry preparou-se para chamar o nome de seu melhor amigo.
"Ro ..."
Assim como o nome veio aos lábios o quarto começou a se dissolver em torno dele, as paredes começaram a mudar, a
mudar. Harry ficou parado como o quarto em branco, ele estava em pé na alteradas para um quarto que era uma parte de
sua "casa". Ele estava de pé em seu dormitório na torre de Gryffindor. Ele viu os cinco, quatro camas com dossel, e de
seus companheiros como eles puxado em suas vestes da escola em movimentos letárgicos lentas, ainda sonolento olhos
e bocejando amplamente.
Harry viu a pessoa cuja memória ele estava em pé e viu sua contraparte antes dele, um olhar muito frio em seus olhos.
Harry notou que parecia mais jovem, talvez da mesma idade que ele estava certo agora, quinze ou dezesseis talvez?
"Ronald Weasley."
Harry observou como gesto de seu amigo foi completamente ignorado pelo outro Harry. Ele viu a forma como Harry
estava sorrindo para Ron quando seu rosto ficou vermelho carmesim com raiva e vergonha. Harry sentiu a raiva
explode na boca do estômago.
"Olha, se você está irritado sobre a noite passada e, em seguida, me desculpe. Não devemos ter infiltrado para cima de
você. Nós estávamos apenas curiosos para vê-lo, isso é tudo." Ron disse calmamente.
Ron estava visivelmente atordoado. O rubor vermelho espalhou pelo pescoço agora. Ele se virou e saiu sem dizer mais
nada, os passos se apressou para levá-lo para fora da sala o mais rápido possível.
Harry sentiu seus punhos enrolar em bolas, enquanto observava seu melhor amigo fugir. Ele olhou de volta para seu
próprio eu, que ficou onde estava, sorrindo, os olhos brilhando de alegria por ter assustado o menino.
A memória desapareceu e foi substituído por outro. Harry encontrou-se em pé do lado de fora da porta principal
Hogwarts. Ron estava gritando com Harry. Damien, Ginny e Hermione estavam de pé ao lado de Ron.
"O que você quer dizer com isso, Hermione vale dez vezes mais que você e Malfoy juntos. Por que você está sendo tão
cruel e ridículo;?! Você não tem direito de falar conosco como se fôssemos inferiores a você"
Os quatro adolescentes olharam para Harry com olhares incrédulos em seus rostos. Harry parecia que ele estava se
divertindo.
O Harry assistindo a memória viu as emoções conflitantes presentes no rosto de Damien. Ele estava olhando para
Harry e Ron, claramente dividido quanto ao local onde ele deve colocar sua lealdade.
Ron estava prestes a responder com veemência as palavras de Harry, quando de repente Hermione colocou a mão em
seu braço, impedindo-o.
"Ronald, não. Não vale a pena. Ele não vale a pena!" ela acrescentou, enquanto olhando Harry com raiva.
O ar esfriou de repente, quando a expressão de Harry mudou e ele olhou friamente para Hermione, toda a calma ido
dele.
"Não valo a pena! Então agora eu vou ter que aprender o meu valor a partir de uma sangue-ruim imunda como você!"
Harry sussurrou para ela.
Harry assistindo a memória sentiu-se mal. Ele tinha chamado Hermione dessa palavra! Isso foi nojento.
Ron pegou sua varinha e apontou-a para Harry enquanto as duas meninas engasgou alto com as palavras de Harry.
Damien gritou para Ron.
"RON NÃO! Ele não tem uma varinha! Ron não...!" mas Ron estava muito zangado para ouvi-lo quando ele jogou um
feitiço em Harry.
"INCARTO" Ron gritou como uma luz amarela veio voando para fora da varinha de Ron.
Harry saiu do caminho, seus movimentos um borrão. Ele estava na frente de Ron em questão de segundos. Com uma
mão Harry agarrou varinha mão de Ron e com a outra Harry deu um soco no rosto de Ron.
Ofegante com a visão, Harry cambaleou para trás, ele tinha batido Ron, realmente atingi-lo. Ele podia ver o sangue,
uma vez que vazou de seu nariz quebrado.
Ron estava clamando a dor de sua quebra nariz. De repente, um barulho de agarramento alto foi ouvido e Harry sentiu
seu estômago apertar dolorosamente. Ele assistiu, horrorizado quando os olhos de Ron se arregalaram com dor óbvia e
ele soltou um grito angustiado. Harry tinha acabado de quebrar seu pulso. Harry agarrou a frente das vestes de Rony e
puxou-o para que o rosto ensanguentado de Ron ficasse a apenas alguns centímetros de distância de Harry.
"Nunca mais pense em me atacar, Weasley! Eu posso quebrar seu pescoço com a mesma facilidade." Harry assobiou
perigosamente para ele antes de deixá-lo ir.
O Harry de quinze anos observou com a bile subindo na garganta. Por que Ron estava fazendo-o ver isso? O ponto é
que essas memórias tinha nada, além de mostrar como cruel e indiferente Harry era? Harry descobriu que não queria
saber disso, era melhor não saber.
A memória se dissolveu em outra e Harry viu as configurações familiares da ala hospitalar em Hogwarts. Ele viu um
descontente e confuso olhando Hermione ao lado de um igualmente confuso Ron. Ele estava conversando com o
Professor Dumbledore e Professora McGonagall.
"Ele simplesmente apareceu, assim como os vampiros, ou Daywalkers, ou sei lá do que eles são chamados, atacou
Damien. Eles estavam indo para rasgar Damien ao meio, mas Harry chegou a tempo e o salvou. Ele salvou todos nós,
realmente. Ele não deixou qualquer um dos quatro vampiros chegar perto de nós ".
O Diretor virou-se para olhar para trás, um suspiro suave escapar dele. Harry virou-se, também para ver quem ele estava
olhando. Ele viu Harry deitado em uma cama, de olhos fechados, claramente inconsciente. O sangue estava semeado em
seu rosto, um corte feio na testa. Suas vestes estavam rasgadas em seu ombro, revelando uma ferida da mordida horrível.
O travesseiro atrás do garoto inconsciente estava manchado de vermelho, os seus cabelos escuros grosso com sangue
seco. A visão era horrível.
A enfermeira da escola estava freneticamente correndo ao redor da cama, agarrando frascos de poções e várias bacias e
depositando-os na mesinha ao lado da cama de Harry. Seu rosto estava vermelho, lábios selados, formando uma linha
fina. Ela parecia pronto para quer arrancar a cabeça de alguém ou caiu em prantos.
Harry de quinze anos encontrou-se fixado com à vista, incapaz de desviar o olhar. Ron ainda estava falando, mas Harry
estava prestando mais atenção ao Harry ferido.
"... Ele nos salvou;. Ele levou todos os vampiros Ele continuou a gritar para nós para sair, fugir, mas não podíamos
deixar ele ..." A voz de Ron afastou-se dele.
Harry caminhou até onde seu colega estava deitado, tomando nas feridas horríveis. Foi quando ele percebeu a outra
figura, sentado ao seu lado, segurando em uma das mãos ensanguentadas de Harry.
Harry viu seu pai, James olhando para Harry com tanto amor e preocupação. Ele estava segurando a mão de Harry em
um aperto apertado, seus dedos apertando firmemente sobre Harry. A preocupação de que estava em olhos de James
era desolador. Ele se inclinou sobre Harry, dando um beijo na testa do garoto.
"Por favor, ficar bem, Harry. Eu não posso te perde-lo filho, não de novo." Ele sussurrou baixinho.
Ron parou de falar e olhou para James, sem jeito. Harry poderia dizer de sua expressão ele sentiu-se deslocado e
queria dar James sua privacidade.
"Talvez devêssemos continuar isso no meu escritório." Dumbledore disse, guiando Ron e Hermione para fora.
Harry sabia que ele teria que segui-los para fora, uma vez que era a memória de Ron. Ele saiu pra dar com Ron e
Hermione, olhando para James quando ele era acompanhado por uma Lily com os olhos marejados e solene olhar de
Damien.
As portas se fecharam e Harry viu-se em uma outra memória.
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James estava ficando muito irritado. Ele não poderia obter uma posição de Harry ou Damien. Seu filho brincalhão mais
jovem tinha tomado o mapa para que James não conseguisse nem olhar para a sua localização. Ele observou que Ginny
estava faltando também. Ele não viu Rony ou Hermione no café da manhã. Ele sabia que Hermione deveria ter voltado
para o seu trabalho, mas ele esperava Ron para ficar a toa, como costumava fazer nos fins de semana.
"É claro, eu fui lá pela primeira vez. Ninguém estava lá. Eu acho que ele saiu." James respondeu.
"Tenho certeza de que tudo está bem com o Harry provavelmente pegou Damien e aparatou fora em algum lugar Ele
estava tão aplacado;... Talvez ele só queria sair e Rony e Gina provavelmente foi com eles" Lily sugeriu.
"Há alguma coisa entre Harry e Damien. Eles estavam jogando punhais para o outro esta manhã", disse James, em
seguida, vendo o olhar alarmado no rosto de sua esposa, acrescentou rapidamente. "Figurativamente falando."
Lily relaxou.
"Harry tinha a intenção de dar a ele treinamento com armas.." ela murmurou, preocupado.
"Eu acho que eles tiveram uma briga." James anunciou não ouvir o que sua esposa tinha dito.
"Damien provavelmente estava apenas atarracado por seu irmão ter ficado fora de sua festa por dois anos seguidos."
Lily disse melancolicamente.
"Eu não penso assim. Isto parecia mais como se eles tivessem tido uma discussão e um grande problema com isso."
James disse.
"Eles vão resolver isso. Damien sabe como fazer as pazes com Harry. Você sabe como ele é. Ele vai lutar com Harry
como se não houvesse amanhã, e no instante seguinte ele vai ser melhores amigos com ele de novo. Eles
provavelmente trabalharam as coisas. Damien é provavelmente aquele que arrastou Harry para animá-lo ". Lily disse.
"Eu acho que nós devemos fazer o mesmo. Vamos sair, só por uma ou duas horas. Eu não consegui descansar ontem
à noite, pensando em Harry. Quando Harry voltar mais tarde hoje, temos que conversar com ele sobre o que aconteceu
na última noite. O ar fresco vai nos fazer bem. "
James acenou com a cabeça, concordando com ela, o ar fresco soava bem neste momento. Ambos se viraram para
sair, mas a chama verde em erupção em sua lareira parou-os em suas trilhas.
"Harry?" James perguntou em voz alta, pensando Harry era fogo chamando-o de onde ele tinha ido.
James correu para o seu lugar de fogo, mas ficou desapontado ao ver a cabeça de um estranho sentado nas chamas,
olhando para ele.
"Sim, eu estava olhando para o Sr. Potter?" perguntou o estranho de cabelos loiros.
"Sim, se você pudesse. Por favor, deixe-o saber que Stephen Docherty, do Canto dos Pesquisadores ligou e queria falar
com ele a respeito de sua visita a nossa unidade na noite passada."
James não falou, mas continuou a olhar para o homem. Se ele tivesse ouvido mal? Será que o homem, o Sr. Docherty,
disse que Harry tinha lhe feito uma visita na noite passada?
"Mr Docherty, você deve estar enganado. Meu filho estava doente na noite passada. Ele passou toda a noite em sua
cama. Ele não poderia ter vindo para a sua instalação." James disse.
O homem olhou para James atentamente e falou em sua voz educada ainda popa.
"Asseguro-lhe, senhor, o senhor Harry Potter estava em nossa unidade de ontem à noite. Temos orbs de vigilância com a
sua entrada e saída. O nosso guarda noturno também falou com ele por alguns minutos."
"Se você, por favor, informá-lo, de que o Sr. Potter, deve solicitar permissão para acessa à biblioteca agradecemos-lhe
colocar em um pedido como é o protocolo. Usando a chave de um funcionário é proibido. Mas, como foi o Sr. Potter e
este foi seu primeiro erro, nós vamos deixar passar, mas só dessa vez. Por favor, deixe-o saber que não será tolerado
novamente. "
"Chave de quem ele usou?" James perguntou, já sabendo a resposta. Ele era amigo de apenas um membro da
equipe do pesquisador.
"Eu vou me certificar que ele recebe sua mensagem. Ele vai entrar em contato com você." James prometeu.
"Obrigado, senhor."
"Antes de ir, se você poderia me dizer", disse James rapidamente, antes que o homem pudesse terminar a chamada de
incêndio. "O que foi Harry estava pesquisando?"
"Ele mesmo", ele respondeu com uma pitada de diversão em seus olhos. "Ele tinha todo o artigo já publicado sobre si
mesmo empilhados sobre a mesa. Por uma questão de fato, o material ainda está ali."
Com isso, o homem desapareceu, deixando apenas as chamas verdes e James ajoelhando-se diante deles,
atordoado além das palavras.
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Harry não viu todas as memórias de Rony ou Hermione. A maioria deles mostrou Harry como uma pessoa fria, hostil e
era verdadeiramente doloroso. Algumas memórias que ele viu eram confusas; Harry estava com Ron e Hermione,
acompanhado por Ginny e, claro, Damien e os cinco parecia estarem juntos, mas Harry ainda estava muito frio com eles.
Ele parecia muito distante deles, mas os outros quatro agiu como se eles fossem melhores amigos de Harry.
Foi quando ele veio para memórias de Ginny que ficou surpreso. A primeira memória tirou o fôlego. Ele viu como um
ataque estourou e estudantes correram para se abrigar. Uma jovem Ginny, similar em idade para o que ele tinha deixado
para trás em seu próprio mundo, correu com Hermione e acabou sendo cercado por Comensais da Morte. Harry foi
puxado junto com Ginny, como era sua memória ele estava assistindo. Ele engasgou em choque quando viu Ginny ser
batido ao longo da borda do telhado. Sua visão mudou de repente, como ele encontrou-se assistindo a memória do ponto
de vista de Gina. Ela ficou pendurada no telhado, seu enfraquecimento aderência. Ela soltou um grito de horror como o fio
que estava segurando em cedeu e ela mergulhou em direção ao chão. Harry se esqueceu de como respirar, enquanto
observava Ginny despencar em direção a sua morte. Do nada, uma figura veio cantando para ela, voando a uma
velocidade incrível. A figura foi vestindo roupas escuras, o rosto escondido da vista por uma máscara de prata.
Harry percebeu quem era e o conhecimento tirou o fôlego dele. O Príncipe das Trevas se abateu e agarrou Ginny,
abraçando-a com força. Ele retirou-se do mergulho e se dirigiu para o céu novamente. Harry ainda estava assistindo a
partir do telhado, mas ele podia ver tudo do ponto de vista de Gina. Ela olhou para a figura mascarada e viu a empatia
nos olhos verde-esmeralda. Harry viu o castelo tear antes dele antes de Ginny foi trazido para o chão. O menino
mascarado ajudou Ginny a descer da vassoura e a colocou no chão.
As palavras soaram em torno de Harry. Foi só então que ele percebeu que não estava de pé no telhado mais, mas a
grama verde fresco fora dos portões de Hogwarts.
A memória mudou e para a próxima meia hora, Harry assistiu várias memórias de Harry e Ginny. Mais uma vez, tudo o
que Harry podia ver era o Harry sendo frio com a Ginny. Ele viu uma memória onde Ginny estava conversando com um
Harry positivamente doente. Ginny estava tentando ajudar Harry quando ele virou-se para ela.
"Oh, desculpe Harry, eu esqueci que você nunca precisa da ajuda de ninguém. Você é apenas um super- humano não é?
Você não se machucar, você não sangrar e você não ficar doente como os outros. Estou certo? você estava indo bem
antes de eu e Damien vim aqui ontem à noite. você não tem uma febre violenta, sua mão não estava sangrando
incontrolavelmente e você não estava, literalmente, na beira da morte na noite passada. eu acho que nós só perdemos o
nosso tempo." Ginny disse com raiva.
Harry não respondeu a ela e parecia que ele estava prestes a desabar.
"Por que você não deixe que ninguém te ajudar, Harry? Eu pensei que era aparente até agora, que todos nós, se
preocupamos com você. Em vez de empurrar todos para longe o tempo todo, talvez você deva permitir que os outros se
aproximem de você. você vai perceber que não é tão ruim quanto você pensa " Ginny disse, muito mais suave agora
como ela deu um pequeno passo na direção dele.
Harry apenas deu Ginny um olhar cansado e empurrou suas cobertas para longe. Ele balançou as pernas para o lado da
cama e tentou empurrar-se para cima. De uma só vez Ginny estendeu a mão para ajudar Harry, mas Harry empurrou a
mão dela com raiza.
Ginny deu um passo para trás e olhou para Harry com mágoa.
A memória dissolvida e depois o Harry de 15 anos estava perguntando-se o que essas lembranças eram supostamente
para mostrar a ele? Se qualquer coisa, ele estava começando a realmente odiar seu outro eu, mais do que ele fez antes
de vir para a penseira.
Harry parou de ver as memórias da Gina antes de terminar como ele fez com a de Ron e Hermione. Ele encontrou-se de
volta no quarto branco. Ele não conseguia entender nada sobre as memórias que ele tinha visto. Ele percebeu que, se
quisesse entender algo, ele teria que assistir as memórias de Harry. Era a única maneira que ele poderia ter uma chance
de reunir o que ele tinha visto em memórias do amigo. Ele decidiu que não ia assistir memórias Draco ou Damien. Ele
duvidava que fizesse muito sentido.
Respirando fundo, Harry disse que seu próprio nome em voz alta. A primeira coisa que me veio em sua mente quando se
pensa em seu outro eu era seus pais, James e Lily. Assim, as memórias que vieram para ele eram todos de James e Lily
e Harry três anos de idade.
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James sentou-se em sua mesa, alguns exemplares de jornais velhos apertou em suas mãos. Havia uma pilha deles
sentado em sua mesa e ele estava passando por eles, lendo e lembrando os dois últimos anos ou mais de sua vida, o
tempo de Harry voltou para sua vida depois de 15 anos. Lily sentou-se no sofá, a pilha de papéis espalhados sobre a
mesa de café.
James tinha ido ao canto do Pesquisador e depois de algumas palavras com Docherty, ele conseguiu entrar na biblioteca
e viu por si mesmo as pilhas enormes de jornais velhos, livros, artigos e Deus sabe o que mais, empilhados sobre a mesa.
James tinha atravessado a rotina e pagou as taxas necessárias e conseguiu tirar alguns dos papéis.
Agora, ele e Lily estavam passando por eles, tentando ver o que era Harry estava tentando ver ou encontrar. Mas James
não podia ver qualquer padrão nos artigos de notícias, ele não parecia Harry tinha pedido nada especial, apenas a si
mesmo.
"Nada" Lily respondeu. "Eu não entendo, o que aconteceu ontem. Harry estava na cama, eu verifiquei nele. Você
também. Eu não .."
"Você viu a cara dele?" James perguntou, substituindo os óculos e olhando para Lily.
"O quê?"
"Seu rosto, você viu Harry na cama ou que você acabou de ver alguém enterrado debaixo do edredom?"
"Harry mentiu para nós", disse James, as palavras entre dentes. "Ele mentiu sobre estar doente, sobre sua cicatriz está
doendo e ele deixou a festa de Damien para ir e olhar para essas coisas." Ele levantou o papel que estava lendo e deixá-
lo cair para trás em sua mesa com um leve vibração.
James começou a tentar juntar o que estava acontecendo. Harry havia deixado a festa de Damien para ir e olhar tudo que
foi escrito sobre ele, quando ele poderia ter esperado até a manhã. Harry não estava fazendo nada em Hogwarts; ele
poderia ter visitado Canto do Investigador a qualquer momento. Então, por que ir na mesma noite da festa do seu irmão?
Harry então mentiu para eles, usando uma desculpa que ele sabia que iria perturbar e assustá-los. Por que ele faria isso?
James começou a sentir pavor fluência nele. Esse sentimento familiar, a suspeita, o encheu de novo. Algo estava muito
errado com Harry. Ele não estava agindo como ele mesmo. James tinha sido suspeito do comportamento de Harry desde
então vindo a Hogwarts, mas o choque de cicatriz de Harry ferir tinha expulsado de tudo de sua mente. Ele estava tão
envolvido em descobrir o porque da cicatriz de Harry arde, o que poderia significar que ele esqueceu tudo sobre o
comportamento estranho Harry estava exibindo. Agora, apesar de tudo isso voltou para ele e ele sentiu a suspeita resolver
dentro dele, recusando-se a ceder, não importa como ele tentou se consolar.
"O que está acontecendo com você, Harry?" ele murmurou para si mesmo enquanto ele olhava para o jornal
detalhando o julgamento de Harry, há dois anos.
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Harry estava em pé dentro de uma confortável sala de estar olhando. As imagens emolduradas desarrumam a lareira
mostrou uma mulher ruiva bonita nos braços de um homem de óculos, e cabelo escuro bonito. Harry olhou para as fotos,
olhando para o casal olhando feliz, James e Lily, sua mãe e seu pai.
Harry percebeu onde estava ele olhou ao redor da sala novamente, tendo um interesse renovado em todos os
pequenos detalhes.
A atenção de Harry foi pega por um pequeno som. Era muito fraco, mas olhando ao redor da sala, ele não podia ver
ninguém. Seu coração de repente começou a correr, um sentimento de pânico tomou conta dele. Harry não conseguia
entender o que provocou a esmagadora e súbita sensação. Ele olhou ao redor da sala cuidadosamente tentando ver
onde Harry estava uma vez que esta era a memória de Harry, então ele tinha de estar aqui, em algum lugar.
O fraco sussurro contínuo e Harry olhou em volta para encontrar a fonte. Mudou-se para a grande mesa de jantar de
carvalho, no canto da sala. O sussurro ficou mais alto para que Harry caminhasse até ele, até que ele estava de pé
diante dele. Ele ajoelhou-se e aproximou-se da mesa, de modo à cabeça passou pela toalha de mesa à direita que
havia sido estendida sobre ele.
Sentado debaixo da mesa, de joelhos era uma criança com cabelo escuro bagunçado, um rosto magro e grandes olhos
verdes escondidos atrás de em óculos quadrado. O Harry de quinze anos só podia olhar para a versão infantil de si
mesmo. Será que ele se parece com ele quando tinha três anos de idade? Harry não sabia. Os Dursley nunca tinha tido
nenhum fotos dele.
Harry olhou de boca aberta para a criança, o seu homólogo, enquanto o garoto sentou-se sussurrando em suas mãos. No
início, parecia que ele estava orando, mas Harry podia ouvir as palavras urgentes e rápidas quando eles derramado da
boca da criança e percebi que ele não estava orando; ele estava implorando.
"Você tem que ir, se ele vê-lo, ele vai te matar!" os três anos de idade Harry sussurrou.
Outra voz ecoou em torno dele e do Harry assistindo a memória sacudida como ele avistou uma cabeça minúscula
elevador verde a partir de dentro as mãos da criança.
"Por que ele iria me machucar quando eu estou dizer-lhe que não sou mal?" perguntou a pequena serpente verde.
Harry percebeu que a conversa acontecendo diante dele estava em língua de cobra.
"Eu não sei por quê. Por favor, vá." Harry sussurrou novamente.
O aperto no peito de Harry tornou-se pior; seu coração estava batendo dolorosamente em seu peito, o pânico fazendo
sua respiração irregular. Mas Harry não conseguia entender por que ele estava se sentindo assim. O que ele precisa
entrar em pânico de novo?
De repente a toalha escondendo Harry e sua cobra foi arrancada e luz inundou em torno deles. A criança olhou para
cima, os olhos arregalados de medo, a cobra ainda segurava em suas mãos pequenas. O Harry de quinze anos virou-se
e viu uma visão que o fez se esqueceu de respirar por um momento.
James estava ajoelhado na frente deles. Harry só tinha conhecido o pai há pouco tempo e garantido que ele não o
conhecia muito bem, mas mesmo assim ele poderia dizer que algo estava errado, muito errado com ele. Ele estava
olhando para Harry, a pequena criança de três anos com tanta raiva e ódio que causou tremores de terror a ondulação
na espinha de Harry.
Sem dizer uma palavra, James estendeu a mão e agarrou a criança, a partir da frente da camisa e puxou-o para fora de
embaixo da mesa. A criança soltou um grito quando ele foi cruelmente atirado ao chão. A cobra de jardim verde saiu
voando de suas mãos e caiu no tapete macio, pouco antes dele.
James avistou a cobra e com um grunhido que ele começou em direção a ela, mesmo quando o pequeno réptil foi
deslizando o seu caminho em direção a uma fuga. O pé dele caiu sobre a cobra e esmagou sua cabeça, matando-o
instantaneamente.
Harry de quinze anos ainda estava sentado em frente à mesa, observando a cena se desenrolar diante dele com
crescente negação.
'Talvez ele esteja preocupado com a cobra ferindo Harry, ele está apenas protegendo-o.' disse a si mesmo. Mas ele
sabia que, no fundo, que um pai amoroso nunca iria pegar seu filho assim e nunca iria machucá-lo, jogando-o para o
chão e que nunca iria olhar para eles com tanto nojo também.
Seu coração pulou no peito quando a pequena serpente foi esmagada sob os pés de seu pai. A sensação de dor da
perda, tão forte que fez seus olhos lacrimejarem, engolfou. Mais uma vez, ele não sabia por que ele estava sentindo
essas emoções estranhas. Eles não eram suas emoções; ele não tinha qualquer razão para se sentir assim. Ele quase
podia sentir um conjunto diferente de emoções que se estabelecem dentro dele.
Ele avistou o Harry de três anos, ainda deitado no chão, seus pequenos olhos fixos para o corpo morto da cobra, um
olhar profundamente ferido no seu rosto jovem.
De repente, bateu-lhe; ele estava sentindo o que o seu homólogo de três anos estava sentindo. Ele estava observando as
memórias e estava sentindo o que o jovem Harry estava sentindo. Lembrou-se de que o seu homólogo lhe tinha dito
quando eles se conheceram,
'... Os seres de diferentes universos são os mesmos que os seus homólogos. "Você e eu, nós somos a mesma
pessoa, uma só alma, se você quiser."
Foi por isso que ele foi capaz de sentir o que a memória Harry estava sentindo. Eles compartilhavam uma alma, de
certa forma, de modo que era por isso que quando ele viu memórias de Harry sentiu o que ele devia ter sentido
naquele momento. Isso não aconteceu quando ele assistiu as memórias de Rony ou Hermione ou Gina, isso só
aconteceu agora, quando ele estava assistindo memórias de Harry.
A criança Harry ainda estava no chão, olhando com horror para a serpente que foi esmagada sob o pé de seu pai. Ele
se sentou, de repente, quando James se lançou de volta para ele.
"O que você está fazendo?!" James gritou com Harry, agarrando-o na parte de trás de sua camisa e levantando a
criança de três anos a seus pés.
Um tapa afiado em todo o rosto e Harry quase caiu novamente, mas o aperto duro na parte de trás de sua camisa o
manteve de pé.
"O que você estava pensando trazer esse mal, nojenta criatura em nossa casa ?!" Perguntou James.
"Eu ... Eu n-não. Era um já estava aqui ..." Harry começou a dizer, mas foi calado com outro tapa, um presente tão forte
que virou a cabeça para o lado.
"Vai lá pra cima e não se atreva a me mostra a sua cara feia! Fora! Agora!" James jogou o menino longe de si mesmo.
Harry levantou-se e correu para a porta, as lágrimas derramadas pelo seu rosto e ele soluçou como ele correu para
sair do quarto. Ele não olhou para trás uma vez sequer.
O Harry de quinze anos sentou-se no chão, congelado em descrença. O que estava acontecendo? Como isso era
possível? O James que ele viu, atormentando e ferindo seu filho não poderia ser o mesmo que James jogou quadribol
com ele e riu e brincou com ele. Não podia ser o mesmo James que adorava seus dois filhos e olhava para eles com
nada mais do que o amor, a preocupação e cuidado.
A memória se desvaneceu, mas Harry ainda estava sentado no chão, incapaz de se mover. Ele olhou em volta e viu que
estavam em uma cozinha. Lentamente, ele levantou-se do chão. Ele viu Harry instantaneamente; a criança estava em pé
ao lado da caixa, prato na mão e estava raspando a restos de comida para o lixo. Ele teve que ir para ponta dos pés para
alcançar a bancada onde ele substituiu a placa e levantou outra. Ele não era o único na cozinha. Com temor, Harry de 15
anos voltou seus olhos para a mesa de madeira de ver ambos os seus pais e Sirius sentado confortavelmente, rindo e
conversando.
"Não roube qualquer alimento, se você sabe o que é bom para você!" James, de repente gritou em direção a Harry.
A criança de quatro anos não respondeu, mas levantou a cabeça para olhar sobre a sua mãe. Ele raspou os restos do
prato para o lixo e definir que a placa na bancada.
Sirius assobiou.
"Uma semana de fome? O que fez o cabeça de merda desta vez?" ele perguntou com sua casca de costume como
uma risada.
"Ele não conseguiu levar o lixo para fora, derramou-o por toda a cozinha, é de uma sagacidade!" James respondeu.
"Ele agora vai aprender." ela acrescentou olhos de esmeralda corte para o de quatro anos de idade.
A criança Harry ainda não respondeu. Ele continuou como se não tivesse ouvindo falar dele. Mas ele tinha ouvido tudo,
cada palavra. O Harry assistindo a memória podia sentir o prédio tristeza, mágoa e dor com cada palavra.
Harry olhou para o trio sentado à mesa, rindo cruelmente para a criança faminta. Ele não conseguia entender por que
eles estavam agindo assim. Eles não poderiam ter feito isso com ele, eles eram seus pais, eles o amava e Sirius o
amava. Isto tinha de ser um feitiço de alguma sorte, o Imperius ou talvez uma poção, ou talvez tivessem sido polissuco
... de repente Harry entendeu. Polissuco, teve ter sido isso. Essas pessoas não eram o verdadeiro James, Lily e Sirius.
Eles não poderiam ser tão cruéis pra Harry, ou a qualquer um, especialmente uma criança. Estes eram impostores.
Harry lembrou-se dos relatórios que tinha lido; Harry tinha sido tomado com a idade de um, Peter havia sequestrado
ele, quando ele era apenas um bebê.
"Não há espaço na, na geladeira." Harry respondeu, ainda não fazer qualquer contato visual.
Harry acenou com a cabeça e voltou para a cozinha. Harry de quinze anos observou com raiva queimando e ferido
quando a criança jogou fora todo o alimento, um frango assado quase inteiro e cheio de batatas. O estômago do menino
faminto rugiu alto como ele inclinou a comida para o caixote do lixo. Ele olhou para a comida com desejo mal escondido
e depois para trás sobre para os adultos para ver Sirius sorrindo para ele.
Harry de quinze anos podia sentir bile subir em sua garganta. Como alguém poderia fazer isso com uma criança? Ele foi
além, isso era nojento. Ele sabia que estava fazendo isso, quem estava por trás dos Potters e de Sirius. Tinha que ser
Voldemort e seus Comensais da Morte. Afinal foram eles que tomaram Harry, ele cresceu com eles.
Harru apertou os punhos em bolas, enquanto observava memória após memória horrível, abuso que preencheu a
infância de Harry. Ele viu os espancamentos de James, as palavras duras Lily e a maneira que Sirius jogava com a
criança e tortura mental. Muito poucas vezes Sirius levantou a mão para Harry e se ele fez isso foi um tapa no rosto ou
na parte de trás de sua cabeça. Mas James bateu no filho selvagemente. A primeira memória Harry viu a isso, o fez
vomitar no chão.
Uma criança de quatro anos Harry tinha sido arrastado pelo o jardim e jogado pelo chão da cozinha de azulejos. Um
surpreso e assustado Harry se afastou de James.
Harry, observando a memória podia sentir tanto a seu próprio horror com a memória e o terror seu colega estava
sofrendo.
James não deu qualquer raciocínio verbal de por que ele estava machucando. Ele chutou, desta vez seu pé ficou preso
rosto de Harry e cabeça do rapaz retrucou, derramando sangue de sua boca. Lágrimas apareceram em seus olhos e ele
fugiu para trás até que ele foi pressionado contra o armário.
"Pai, por favor, não...!" Harry chorou quando viu James tirar seu cinto.
Harry de quinze anos se viu correndo em direção a James. Ele estava diante dele, tentando proteger a criança de
quatro anos, mas ele tinha esquecido que sua forma corporal não existia em memórias. Ele não podia protegê-lo ou
mudar o que tinha acontecido a tanto anos.
O cinto caiu sobre Harry e a criança gritou. O cinto amarradas em seu rosto ao lado e James gritou: "Cale a boca!" com
ele.
Harry fez o que lhe foi dito e não gritou. O cinto de acertá-lo uma e outra vez, cortando sua carne macia, seus braços,
costas, barriga, pernas, mãos, rosto, nada foi poupado.
Harry de quinze anos não podia aguentar. Ele caiu no chão e vomitou o que estava em seu estômago por todo o chão
da cozinha. No instante seguinte, sua bagunça tinha desaparecido deixando o chão da cozinha limpo novamente, mas
Harry não tenha percebido. Ele estava muito preso no horror que o seu homólogo vivido.
"Da próxima vez que você pensar em cair no sono lá fora, você vai se lembrar disso!"
Harry viu muitos mais memórias como esta. Ele percebeu que James bater Harry com seu cinto com bastante
frequência. Ele nunca mostrou qualquer misericórdia ou respondeu aos gritos de Harry.
Isso era tudo o que já deixou a boca de James quando Harry pediu para ele parar. Harry iria fazê-lo também, que ele iria
mendigar e implorar e chorar, mas ele não fez nada para parar os espancamentos. Logo, Harry parou de gritar, ele
segurou em seus gritos e soluçou durante os espancamentos, as lágrimas escorriam pelo seu rosto, mas ele nunca gritou.
Harry de quinze anos também chorou, lágrimas escorriam pelo seu rosto, enquanto observava as memórias e sentia
dor, angústia e terror seu homólogo tinha sentido. Ele queria que isso parasse, ele não queria mais ver o abuso, ele
tinha visto o suficiente.
A memória mudou e Harry descobriu que ele estava na cozinha novamente. Um terrível, fedor ondulação estômago
encheu o ar. Se Harry não tivesse vomitado antes, ele teria feito isso agora. Ele olhou para o chão e viu a razão para o
mau cheiro. A criança Harry estava enrolada no chão segurando a mão gravemente queimada. O forno estava aberto e
ainda ligado. Harry de quinze anos descobriu instantaneamente o que tinha acontecido. Seu estômago se apertou e
rolou ao mesmo tempo. Ele recuou um passo, incapaz de tirar os olhos da criança que estava chorando tão forte que
parecia que não conseguia respirar corretamente.
"Limpar essa bagunça e depois vá para a sua cama! Não tem jantar para você hoje à noite!"
Harry girou ao seu redor para ver James e Sirius em pé na porta. James tinha um olhar nojento de satisfação no rosto,
enquanto Sirius ria abertamente. Eles saíram e foram para a sala de estar, o riso ainda tocando na cozinha.
Lenta e dolorosamente, Harry se levantou. Ele estendeu a mão queimada para seu peito. Ele não toque em nada na
cozinha, não fez nenhum movimento para limpar nada. Em vez disso, ele foi até a porta dos fundos e se atrapalhou
com o bloqueio, usando sua mão boa. Ele conseguiu abrir a porta e ele andou para fora. Ele ficou fora por alguns
momentos, apenas olhando para frente dele, a escuridão habitual que é o medo de cada criança. Mas Harry não
parecia com medo; ele parecia cansado, derrotado e perdido. Sem olhar para trás a criança entrou na escuridão,
subindo desajeitadamente através de um buraco na cerca e sair para a rua.
O adolescente Harry seguiu-o, caminhando com ele, atordoado com a bravura que a criança estava exibindo. A memória
de repente desapareceu, mas quando voltou Harry descobriu que ele ainda estava andando com o garoto de quatro
anos, com a mão queimada ainda segurava em seu peito protetora. A criança estava cambaleando, os pés pegando nos
galhos no chão. Estava escuro, mas Harry imaginou que eles estavam em uma floresta de algum tipo. Ele olhou em volta,
mas não conseguiu ver ninguém no escuro.
O garoto de quatro anos estava fora do ar, na imensa dor e perdeu o equilíbrio algumas vezes. Por fim, ele desistiu e
caiu no chão irregular, raspando o joelho. Ele empurrou-se contra uma árvore e se inclinou para trás. Ele fechou os
olhos e Harry viu algumas lágrimas transbordar e por suas bochechas.
Harry sentou-se ao lado dele e viu o menino. Ele podia sentir suas emoções, sentir o medo de estar perdido, dor de
seus ferimentos, mas ele também sentiu alívio fraco. Era quase lá, mas Harry podia dizer que uma parte da criança
ficou aliviada por fugir. Ele ainda estava com medo, aterrorizada por ter sido perdido, mas ele estava feliz por estar
longe de seus pais.
De repente, um sussurro frio foi ouvido, fazendo o menino abriu os olhos. Afastou-se o som, os olhos correndo ao
redor dele, tentando ver de onde o som estava vindo. O orador se deu a conhecer e a criança soltou um grito.
A serpente, grande e temível estava deslizando o seu caminho em direção a Harry. Sua cabeça só foi maior que o
conjunto dos quatro anos de idade e seus olhos estava brilhando no escuro. Língua bifurcada arremessou para fora
algumas vezes, fazendo com que Harry gritar mais alto.
"Matar, matar, rasgar." O assobio encheu o ar como a serpente moveu-se para Harry.
"Por favor, não me mate, por favor!" Harry gritou, tentando ficar de pé, mas falhou.
A cobra parou e levantou a cabeça, seus olhos sem pálpebras fixos em Harry.
"Você fala. Como você sabe a língua dos meus antepassados?" ele perguntou.
Harry estava respirando pesadamente, seus olhos quase não se atreveu a ficar sobre a serpente para que ele abaixou-os
a olhar para o chão.
O Harry adolescente podia sentir o medo que Harry estava, seu pequeno coração estava batendo freneticamente. Ele
tinha certeza de que ele poderia realmente ouvir.
"Não há muitos que falam a língua das serpentes." A cobra vaiou, ele olhou para Harry de perto, deslizando mais perto e
fazendo Harry se afastar o máximo que podia.
"Não, eu não ferir aqueles que falam a minha língua." Ela disse a ele.
"Oh" Harry respondeu. Ele parecia um pouco aliviado, embora ele se mexesse desconfortavelmente e olhou para ela
novamente. "Então, o que você vai fazer?" ele perguntou com cautela.
"Deixar" a cobra respondeu e virou seu grande corpo de modo que ela estava se afastando de Harry.
"Espere!" Harry chamou por ela, dolorosamente ficando de pé. "Você pode me dizer o caminho para sair daqui? Eu, eu
estou perdido." Ele admitiu.
"Onde é que você pretende ir?" Ela perguntou a ele, erguendo a cabeça grande réptil.
"Oh," disse Harry, seguindo-a. Depois de um momento, ele perguntou em sua voz infantil, tímido. "Meu nome é Harry.
Qual é o seu?"
"Nagini"
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Harry viu-se de volta no quarto branco após a memória de Nagini levando Harry desapareceu. Seu coração estava
batendo loucamente em seu peito. Ele havia reconhecido a serpente, animal de estimação de Voldemort, o momento em
que ele pôs os olhos sobre ele. Ele sabia que era Nagini. Ele nunca poderia esquecer a serpente monstruosa que tinha
circulado em torno dele quando ele estava amarrado à lápide. Ele estremeceu; o Harry de quatro anos não parecia com
medo da serpente depois que ela lhe disse que não iria machucá-lo. Ele até perguntou o nome dela!
Harry sentiu como se estivesse descendo com uma febre, todo o seu corpo pulsava com dor e sentia a cabeça pesada e
dolorida. Mas ele tinha que ver o resto das memórias de Harry, ele sabia que não podia ver todos eles, mas ele tinha que
ver o suficiente para que sua vida pudesse fazer sentido.
Ele tinha acabado de pensar em Voldemort e que a vida de Harry era após conhecê-lo quando as paredes brancas
dissolvido e Harry viu-se em uma grande sala. O quarto estava escuro, mas as tochas que pendiam das paredes deu luz
suficiente para Harry para ver ao seu redor. O quarto foi luxuosamente decorado. Que procuram móveis Expensive
adornava o quarto, retratos pendurados em todas as paredes e grandes janelas estavam cobertas com cortinas
compridas. No meio da sala havia uma grande plataforma, levantada a partir do solo. Em cima da plataforma foi uma
única cadeira de espaldar alto, com um homem de cabelos incrivelmente bonito, escuro sentado sobre ela.
Harry não tem que adivinhar quem ele era. Os olhos vermelhos deram-lhe a certeza instantaneamente. Tom Riddle ou
Voldemort como ele gostava de ser chamado, estava sentado na cadeira, olhando para o pequeno garoto de pé diante
dele. Suas feições eram semelhantes ao do adolescente, Tom Riddle, que Harry conheceu na Câmara Secreta. Este
Voldemort era apenas uma versão mais velha dele, ainda bem parecido e charmoso. Harry observou a serpente estava
enrolada ao lado da cadeira do seu mestre, olhando para o menino de quatro anos também.
Como Harry observava, o homem levantou-se e caminhou até a criança. O movimento deixou em pânico o Harry de
quatro anos e ele voltou alguns passos. O adolescente Harry podia sentir o pânico e medo avassalador que a criança
estava passando. Voldemort não percebeu e continuou a caminhar para Harry. Ele se levantou, elevando-se sobre a
pequena criança de quatro anos. Por um momento, ele não fez nada além de estudar o garoto antes dele. O menino
estava apavorado demais para fazer outra coisa que olhar para os pés do homem.
"Qual é o seu nome?" A voz de Voldemort surpreendeu Harry. Não era tão frio como o Voldemort do seu mundo.
Um sorriso veio ao rosto de Voldemort e o Harry de quinze anos estava se sentindo mal. Havia tanta maldade naquele
sorriso.
Harry não respondeu, mas ele levou a mão queimada para mais perto dele, agarrando-se instintivamente.
Voldemort chegou de repente e tentou tocar sua mão. Harry se encolheu e recuou, parecendo que ele poderia fugir do
quarto a qualquer momento.
"Será que foi eles fizeram isso com você?" Voldemort perguntou apontando para a mão, sua voz calma e perigosa.
"Sim, o meu, o meu pai, ele ... eu ... queimei o seu, o seu jantar, então ele ... ele ..." Harry não conseguiu terminar e
acabou sumindo no silêncio.
Harry de quinze anos sentiu seu estômago apertar de novo; ele ia ficar doente.
Voldemort se virou para olhar para o seu animal de estimação e, em seguida, virou-se para Harry.
"Nagini me diz que você pode falar a língua das cobras. Isso está correto?"
"Eu ... eu posso falar com cobras." Ele respondeu com cuidado.
Harry olhou para ele com medo, mas o tom de voz e a "ordem" o fizeram responder imediatamente. Ele tirou a mão do
peito dele e estendeu-o, com a palma para cima, tremendo muito.
Voldemort puxou sua varinha e tocou a mão, fazendo Harry morder o lábio para não gritar de dor. Um encantamento
assobiou e as queimaduras enegrecidas começaram a desvanecer-se. O preto foi substituído pelas marcas de
queimadura vermelhas. Harry olhou com espanto, para a sua mão que foi curado, não completamente, ainda havia a
ferida procurando queimaduras vermelhas em sua mão, mas não foi tão ruim quanto antes.
Harry olhou para ele, os olhos cor de esmeralda inocentem olhando em rubi vermelho.
Voldemort não respondeu e o Harry assistindo a memória não tinha certeza se ele estava imaginando ou não, mas ele
pensou ter visto um olhar de lavagem inquietação sobre o rosto do Senhor das Trevas.
"Vai precisar de alguns dias de cura. Ele vai voltar ao normal depois de aplicar os salvem necessárias." Disse-lhe,
embolsando a varinha. "Tenho certeza que seus pais vão aplica as porções necessárias para você." Ele disse se
afastando dele.
"Eu não posso voltar." Harry disse com medo claramente em seus olhos.
"Porque eles me odeiam." Harry respondeu com tristeza. A dor dessa declaração destruiu o Harry porque ele podia
sentir que a criança realmente acreditava nisso.
"Se você não voltar, eles vão te procurar." Voldemort disse a ele.
"Eles não vão notar que eu vou embora." Harry respondeu calmamente.
Harry olhou para ele, sua expressão dizia tudo. Ele não sabia.
"Eu ... eu, para qualquer lugar." Ele deu a mesma resposta que ele tinha dado Nagini.
Voldemort moveu-se para Harry, ele não parou, mesmo quando a criança se afastou com medo.
"Você pode ficar aqui, comigo. Você estará seguro aqui." Ele disse a ele.
Harry estava confuso novamente. Ele começou a balançar a cabeça, mas, em seguida, seus olhos pegou a mão ferida e
ele olhou para ela por longos minutos. Ele olhou para cima quando Voldemort colocou um dedo por muito tempo sob o
queixo e inclinou a cabeça para cima.
Harry deixou palavras feias saírem de seus lábios. Voldemort dizendo que ele não machucava as crianças, nada
poderia estar mais longe da verdade!
A criança de quatro anos parecia incerto. Ele olhou com medo e preso em alguma coisa que ele não sabia como lidar.
"Claro que, se você quiser ir embora, posso organizar isso." Voldemort disse recuando.
"Não, eu ... Eu não quero voltar. Eles ... o meu pai, ele vai me matar." Um soluço quase escapou Harry mas ele segurou-a
de volta.
Voldemort olhou para Harry, esperou até que ele havia se reunido suas emoções.
"Eu posso lhe dar proteção, mas só se você quiser ficar comigo. Eu posso sentir o que você é, você pode não saber
disso e não pode mesmo acreditar, mas Harry, você é um bruxo muito poderoso." Voldemort disse a ele.
"Não, eu não sou. Você está enganado, senhor. Eu sou um ... um aborto." Harry lhe disse, entre lágrimas.
"Eu posso sentir a sua magia, senti-a antes mesmo de você passa pelas minhas portas. Você, Harry, será capaz de
fazer magia além das expectativas. Você só precisa de alguma ajuda, eu posso te dar isso. Você gostaria disso?" ele
perguntou.
Harry, com lágrimas ainda agarrados a seus cílios, acenou com a cabeça lentamente.
"Para ajudá-lo, eu tenho que, em primeiro lugar e acima de tudo te abençoe. Eu tenho que fazê-lo capaz", ele moveu-se
para Harry, com as mãos gentilmente colocou nos ombros de Harry, fazendo o salto menino com o contato. "Harry, você
tem que concordar em se tornar meu filho, só então eu posso te dar o que você merece."
Harry de quinze anos estava assistindo com horror, sua respiração pegando em seu peito. O que diabos ele estava
falando? Ele acabou de dizer que ele estava indo para adotar legalmente Harry? Mas ele não podia fazer o que quer,
ninguém daria Harry Potter sobre a Lord Voldemort. Seus pais nunca iria deixar que isso acontecesse.
O Harry de quatro anos estava olhando para Voldemort. Lentamente, ele acenou com a cabeça, ainda parecendo
inseguro com o que estava sendo pedido a ele.
"Bom", respondeu Voldemort. "Eu não vou te machucar, Harry. Basta ficar parado por mim." Mais uma vez a ordem fez
Harry ficar parado, os olhos fechados para que ele pudesse se concentrar em manter ainda.
Voldemort puxou sua varinha e apontou para a cabeça de Harry, um olhar de pura alegria e satisfação no rosto.
Ele sussurrou algo; o feitiço parcialmente em língua de cobra e parte em Inglês e de repente uma luz branca brilhante
deixou sua varinha e atingiu Harry, quadrado na testa. Harry gritou e bateu no chão, uma mão cobrindo a testa. Ao
mesmo tempo, 15 anos de idade Harry sentiu uma pontada de dor em sua cicatriz. Ele engasgou e se agarrou a sua
cicatriz também.
A dor se foi tão de repente quanto veio e Harry observou enquanto respirava com dificuldade, como Voldemort ajudou
Harry a levanta e ajudou-o a ficar de pé. Ele moveu a mão de Harry longe de sua testa e afastou cabelo do menino.
"Perfeito", ele sussurrou em delírio quando ele viu a nova cicatriz em forma de relâmpago na testa do menino.
O corte estava sangrando, mas Voldemort não fez nenhum movimento para curá-la.
"W-o que, o que você fez?" Harry perguntou como ele tirou os dedos de distância da ferida e viu o sangue manchando
as pontas dos dedos.
"Eu fiz o que eu tinha que fazer, para torná-lo mais forte. Eu vos marcado como o último descendente de Salazar
Slytherin, tornando-o o meu herdeiro. Você agora o meu filho." Voldemort disse com um sorriso torto.
Canon Mundial
Harry não precisava de qualquer explicação de Damien. Ele sabia exatamente, pelo seu tom de voz, do que seu irmão
estava falando.
"Ele estava perturbado. Ele tentou ir para Dumbledore. Paramos ele embora então não se preocupe."
"Não, ele não está aqui. Ele não iria acreditar no que nós dissemos a ele sobre você, por isso, demos a ele a sua
penseira. Ele está lá agora, vendo a sua vida, tudo isso."
"Damy..."
"Eu sei que são particulares. É por isso que nenhum de nós foi com ele. Mas Harry, ele precisa vê-lo, sua vida, o que
era. Essa é a única maneira que ele vai entender por que você fez todas essas coisas e espero que vá impedi-lo de ir
para o Professor Dumbledore e dizendo-lhe sua verdade."
"Eu sei", disse Harry calmamente. "Eu só, eu esperava que não chegaria a isso."
"Deixe-me saber quando ele sai, eu acho que ele pode querer falar comigo." Harry disse calmamente.
Harry desligou depois disso e só então ele notou que os outros dois olhando para ele.
"Mais novo, três anos". Harry respondeu ainda segurando o telefone em suas mãos.
Hermione e Rony se viraram para olhar para o outro. Eles não conseguiam imaginar Harry ter um irmão mais novo.
Eles se perguntaram se ele se parecia com Harry.
"O que ele disse? Você parece preocupado." Hermione perguntou um tanto desconfiada.
"Harry, o Harry, ele descobriu a verdade sobre mim, sobre a minha vida com Voldemort. Não é surpresa que ele não
está lidando com isso muito bem." Ele disse que com a careta.
"O que é a verdade? Sobre sua vida eu quero dizer." Hermione perguntou de novo.
Harry olhou para ela por longos minutos. Ele poderia dizer a ela? Será que ele poderia confiar nela? Eles sabiam sobre
ele, sobre quem ele chamou de Pai; eles teriam de saber por que ele o chamava assim. Afinal de contas, eles
provavelmente estavam indo para falar com o seu Harry em breve e agora sabia toda a verdade, ele iria dizer-lhes não
duvidar de si mesmo. Então, era mais fácil, talvez, dizer-lhes a verdade agora e acabar com isso? Harry respirou fundo.
"Ok, eu vou te dizer, mas não interrompa até que eu termine. Se você interromper eu vou parar, ok?"
"Bem, eu acho que o começo é um bom lugar para começar." Harry suspirou. Ele se mexeu na cadeira, puxando-se e
sentando-se na borda, cotovelos apoiado em suas pernas. Hermione e Ron mudaram também chegando mais perto de
Harry. "Pouco antes de eu nascer, a profecia foi feita sobre uma criança nascer com o poder de vencer o Lorde das
Trevas. Basicamente, eu me encaixo nessa descrição e meus pais tiveram que se esconder assim que eu nasci. Seu
guardião secreto traiu..."
"Peter?" Perguntou Ron.
"Desculpe, eu só queria saber se era o mesmo guarda segredo como este mundo." Ron disse timidamente.
"Sim, foi Peter", o nome saiu com um silvo, fazendo Hermione se afastar por instinto. "Ele estava com Voldemort. Foi-lhe
dada uma escolha;. Ele podia dizer Voldemort localização dos meus pais e causar todos os nossos mortes ou ele
poderia me roubar de Hollow, em Godric e leve-me para ele, sozinho."
Hermione engasgou alto, sua mão indo a sua boca. Harry empurrado; ele não podia contar isso como uma
interrupção.
"Peter escolheu a segunda opção, querendo poupar as vidas de seus amigos. Ele me levou para Voldemort e tinha
certeza que ele ia me matar, como eu era a maior ameaça para ele por causa da profecia." Harry baixou o olhar aqui,
optando por olhar para o tapete debaixo dos seus pés e não as duas faces olhando para ele em choque. "Ele não me
matou, mudou de idéia na última hora e decidiu que ia me criar. Seu plano era simples, na verdade;.. Transformar o
único destinado a matá-lo em seu escudo. Me roubou, deu-me poder, me treinou e certificou-se de que eu iria matar
todos, incluindo eu mesmo, antes de deixar qualquer prejudicá-lo ". Harry disse tudo isso olhando para o chão.
Hermione e Ron ficaram atordoados em silêncio. Mesmo que Harry tinha pedido para não ficar quieto, eles duvidaram
que eles pudessem falar. Harry continuou.
"Quinze anos se passaram e eu nunca soube que eu estava sendo manipulado. Eu vi Voldemort como o meu pai, eu o
obedecia, matando sob suas ordens", a última parte foi sussurrada e Harry olhou para atender os olhares horrorizados.
"Eu matei para ele, me tornei o seu assassino. Voldemort me enviava para fora em missões, trabalhos que não podia
confiar em ninguém mais para ser concluído. Eu fiz essas atribuições, completei-as sem sequer perguntar por que os
alvos foram escolhidos."
Harry ficou em silêncio por alguns momentos, deixando que este dissipador de conhecimento. Ele meio que esperava que
os dois fosse fugir fazer uma corrida para ele, mas surpreendentemente eles ficaram sentados e permaneceu em silêncio.
"Até eu completar quatorze anos, eu era mantido em segredo de seus Comensais da Morte e do mundo, na verdade.
Apenas algumas pessoas sabiam que eu existia. Eu tinha dezesseis anos quando a Ordem finalmente tomou
conhecimento sobre mim. Eles planejaram uma captura e eu fui pego, repugnantemente fácil. "Ele acrescentou com um
sorriso cínico". "Foi aí que minha verdadeira identidade apareceu. Eu costumava usar uma máscara sobre o meu rosto,
nem mesmo os Comensais da Morte do meu pai tinha visto meu rosto. Quando foi revelado que eu era, na verdade,
Harry Potter, a Ordem e o Ministério os dois se espantaram. Dumbledore, "novamente o silvo acompanhado o nome", ele
ficou em êxtase. Ele tinha encontrado o seu soldado de novo e começou a fazer planos, grandes planos para me
"consertar".
Harry atirou os dois um olhar que mostrou claramente seu desagrado pelo o diretor.
"Ele me trouxe para Hogwarts, contra a minha vontade, e começou um jogo bobo de quem rompe pela primeira vez. Ele
tentou me fazer sentir culpado, queria me ver quebrar e chorar sobre todas as mortes e sofrimento que causei." Ele
zombou um pouco com isso.
"Você está interrompendo." Ele avisou-a de novo. "Você quer que eu pare?"
"Uma vez mais e eu vou parar, eu juro." Harry ameaçou. "Eu não sinto qualquer arrependimento, porque eu sabia que
as únicas pessoas que eu já tinha matado eram Comensais da Morte. Eu nunca fiz mal a um inocente." Nos olhares
surpreendidos ele esclareceu. "As atribuições que me foram dadas eram geralmente para Comensais da Morte que
tentaram jogar fora seu mestre, para que eles pudessem se tornar o próximo Lorde das Trevas."
Com isso, as sobrancelhas de Ron chegou em seu cabelo. Hermione parecia que ela estava tentando descobrir a
probabilidade de isso.
"É aconteceu algumas vezes." Harry disse a ela. "De qualquer forma, eu vim para Hogwarts e é dispensável dizer que eu
não estava muito satisfeito por ter sido feito um prisioneiro. Eu ficava tentando encontrar maneiras de voltar, de volta
à vida. Mas eu estava bem guardado. Eu só consegui escapar depois de quatro meses. "
"Foi quando eu voltei que eu descobri que a minha vida não era o que eu pensava que era. Eu descobri que Voldemort
havia mentido para mim," Harry engoliu em seco, ele não quis mencionar o abuso, era muito pessoal. "Voldemort tinha me
fez acreditar que meus pais não me queriam, que me odiava. Eu acreditava que eu tinha fugido de casa aos quatro anos
de idade. Eu acreditava que o destino tinha me levado até Voldemort. Ele tinha me enganado para ficar com ele, e
obedece-lo, após cada palavra sua. Ele tinha feito tudo isso para ter certeza que eu nunca mais voltaria para a minha
verdadeira família, deixei Voldemort depois disso, eu não poderia ficar com ele depois de saber tudo isso. "
Harry fez uma pausa aqui, forçando as memórias para ficar sepultado, memórias de descobrir a verdade, as fotos de
sua família, seus presentes fechados, seu confronto com Bella ...
"Depois, meu plano era simples, vingança. Eu queria faze-lo pagar. Eu estava fugindo, do Ministério, da Ordem, da
minha família, de Voldemort de todo mundo. Mas eu tenha alguma ajuda do meu irmão e alguns amigos "Ele jogou a
ambos um olhar aguçado antes de sorrir.
Os dois Grifinória parecia que poderia desmaiar. Hermione apontou para si mesma e Ron com um olhar confuso em seu
rosto. Harry acenou com a cabeça.
"Não foi possível me livrar de vocês dois, não importa o quão duro eu tentei." Ele disse, mas ele sorriu de novo.
"Comecei a destruir Voldemort e conseguir a minha vingança. Eu fui recapturado pelo ministério e eu fui levado a
julgamento." Harry escovado sobre os detalhes de novo, não querendo falar Neville ou o que ele tinha feito com seus
pais. Era muito estranho.
"Dumbledore salvou o dia", disse Harry sarcasticamente. "Ele convenceu o Mundo Magico que eu era realmente o seu
salvador, trabalhando contra Voldemort. Ele usou todas as provas que tinha e torceu para fazer parecer que eu estava
trabalhando contra Voldemort desde o início, o que eu posso te dizer agora, eu não estava, era uma regra minha não
machucar nenhum inocentes, e Dumbledore usou isso para me libertar. Eu fui declarada inocente de todas as acusações
e fui liberado. "
Um sorriso verdadeiro cruzou no rosto de Harry, a primeira desde que ele começou a falar sobre a sua vida.
"Eu devo a ele, tanto quanto eu odeio admitir isso, eu tenho uma dívida vida com Dumbledore. Ele me salvou da
sentença de um beijo dos Dementadores e eu estava autorizado a ir para casa, depois de 15 anos."
Hermione tinha lágrimas em seus olhos, mas Harry ignorou. Ron estava sentado de boca aberta e atenta a cada
palavra.
"A vida se estabeleceu depois que, na maior parte a aproximar-se com os meus pais e meu irmão. Não muito tempo
depois, Voldemort finalmente fez o seu movimento e eu ainda não posso explicar porque eu estou sentado aqui e não
enterrado no túmulo que ele carinhosamente criado para mim. "
"A batalha final estourou e, e eu... eu o matei. Eu estava tentando salvar Damien e eu matei Voldemort." Harry não tinha
nele para explicar como Damien estava realmente impressionado com a maldição da morte e que ele matou Voldemort por
vingança, não ao tentar salvar o irmão. Era demais para entrar e ele não queria discutir isso de qualquer maneira.
Hermione e Ron ficaram em silêncio, apenas olhando para o chão de suas próprias mãos. Finalmente Hermione falou
com uma voz trêmula.
"Como ... como você trocou de lugar com ... com Harry?" Perguntou Ron.
"Isso foi principalmente culpa de Damien. Ele estava brincando com uma bússola viajando dimensão. Ele não sabia o
que era e acidentalmente desencadeou. Tentei tira-la dele, mas ela já tinha ativado e ambos foram transportados para
outro mundo. "Harry explicou.
"Mas por que Harry pedir para trocar de lugar com você?" Perguntou Hermione.
"Não, fui idéia minha. Ela só deveria ser por dois dias. Mas a bússola parou de funcionar por algum motivo e agora
estamos presos em mundos diferentes." Harry disse a ela.
Ron e Hermione pareciam um pálido muito nisso. Eles sentaram-se com as suas cabeças baixas, olhares de
preocupação em seus rostos.
"É complicado. Eu sei de uma maneira, eu só preciso de tempo e um plano para fazê-lo funcionar." Harry não queria
mencionar a outra bússola e que fato de que ele estava com Voldemort. Os dois adolescentes já estavam assustados; ele
não queria que eles entrassem em pânico e ir correndo para Dumbledore.
"Olha, eu sei que esta é uma responsabilidade muito grande, mas você entender por que você não pode contar a
ninguém sobre mim? Se Dumbledore descobre sobre mim e meu passado, ele vai usar isso contra mim." Harry
explicou.
"Como? O que você tem medo do que ele vai fazer?" Perguntou Hermione.
Os olhos de Harry escureceram apenas uma sombra e Hermione sentiu seu coração pular no peito.
"A mesma coisa que tentou fazer no meu mundo. Ele vai tentar me usar para acabar com Voldemort."
"O que há de errado nisso? Você-Sabe-Quem é uma ameaça para todos nós, especialmente para Harry! Você o matou
em seu mundo, se você nos ajudar..." Ron foi cortado como Harry, de repente ficou de pé.
"Este é exatamente por isso que eu não quero dizer nada a ninguém! Só porque aconteceu no meu mundo não
significa que eu vou estar disposto a fazer isso de novo!" Harry gritou.
"Não é a minha luta! Voldemort deste mundo não tem nada a ver comigo! Se ele está atrás de Harry, então cabe a Harry
para lutar com ele, não a mim."
"Mas você é Harry! Você é o mesmo, você pode lutar com ele!" Ron fundamentado.
"Você pode, mas você não vai." Hermione corrigiu-o, lentamente, levantando-se também.
"Leve-o do jeito que você quer." Harry disse a ela. "Eu não quero me envolver. Eu só quero voltar para o meu mundo e
minha vida. Eu não me importo o que alguém diz e mesmo se Dumbledore fica me jogado em Azkaban, eu não estou
ajudando-o!" Harry sussurrou de volta.
"O quê? Por que ele faria isso?" Ron perguntou perplexo.
"Vamos lá, um outro Harry Potter a partir de um universo alternativo, alguém que trabalhou para Voldemort! Se
Dumbledore descobre que ele vai dizer a sua preciosa Ordem e em pouco tempo a notícia vai se espalhar. Como você
acha que o ministro vai reagir? Não vai assunto para o Fudge se eu sou de outro mundo ou se eu já não sou com
Voldemort, ele alegremente vou me prender e me mandar para Azkaban no caso de você não ter notado que ele não
está muito interessado em Harry Potter . O Harry deste mundo para ser responsabilizado pela morte de Diggory, mesmo
que vocês dois devem percebe que se ele souber que eu estava com Voldemort em um ponto em minha vida, ele vai
ficar com medo de que eu vou acompanhá-lo neste mundo também . "
Ron e Hermione olharam para Harry.
"Eu não vou, por sinal, caso você esteja se perguntando." Harry mordeu.
Hermione balançou a cabeça em silêncio, sinalizando que ela acreditava nele. Ambos os amigos olhou
significativamente para o outro. Finalmente eles se viraram para Harry.
Todos os três se sentaram novamente. Por longos minutos, ninguém falava, os três estavam tentando não olhar um para
o outro. Eles estavam agora nas primeiras horas da manhã, mas ninguém fez qualquer movimento para levantar-se e
retirar-se da sala.
"Então, o que é o negócio com esse telefone? Como você pode falar com seu irmão quando ele está em outra
dimensão?" Ron perguntou finalmente.
"Meu telefone e seu estão conectados. Eles podem se comunicar uns com os outros, independentemente de qual
mundo ou dimensão que se encontram." Harry explicou.
"Queremos falar com Harry, o nosso Harry." Hermione disse numa voz cautelosa.
"Onde ele está? Ele, obviamente, não estava com seu irmão, onde ele foi?" Hermione perguntou mostrando
preocupação pelo o amigo.
"Ele descobriu que eu cresci com Voldemort, ele nunca soube disso. Nós tínhamos acabado de lhe dizer que eu cresci
com meus pais. Eu não vi a necessidade de dizer a ele, mas ele sabe agora e no momento em que ele está descobrindo
sobre o meu passado, tudo isso". Acrescentou, com o coração pesado. Ele fechou os olhos e passou a mão pelo cabelo.
Ele não queria imaginar o que as memórias seu colega estava assistindo agora, a própria idéia o fez estremecer.
"E se você?"
"Quanto a mim?"
"Não na verdade", ele começou. "Sua vida parece muito chato, para ser honesto."
"Eu acho que Harry iria amar se sua vida tivesse sido chato." Hermione adicionou.
"Sério?"
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"Espere um segundo!" Harry parou de Ron no meio de sua narrativa. "Mantenha-se, você está me dizendo, que há uma
Câmara Secreta escondida sob Hogwarts, que só o herdeiro de Slytherin pode abrir e usar?"
"Yeah" Ron respondeu.
"Ele não me contou sobre a Câmara! Eu estava preso em Hogwarts por quatro, sangramentos, meses e o idiota não me
disse que havia uma Câmara que eu poderia usar para escapar!" Harry exclamou.
Ron e Hermione não responderam de imediato e ficou de boca aberta para Harry.
"Isso está ficando cada vez melhor e melhor." Ron murmurou sarcasticamente.
"Voldemort era o meu pai, ele me marcado como seu herdeiro." Ele puxou a mão para levantar a franja, permitindo que
os dois para ver o famoso parafuso relâmpago cicatriz em forma.
"Caramba!" Ron disse que ele também olhou para a cicatriz familiar.
"Então você é realmente o herdeiro de Slytherin, que é tão estranho." Hermione disse. "Em nosso segundo ano em que a
Câmara foi aberta, todas as pessoas suspeitaram de Harry, pensando que ele era o herdeiro de Slytherin, uma vez que
ele podia falar a língua das cobras." Ela olhou para ele interrogativamente. "Você pode..?" ela perguntou sem jeito.
"A Câmara também tinha um Basilisco que obedeceu qualquer ordem dada pelo herdeiro." Ron acrescentou com um
brilho de diversão em seus olhos.
"Oh, cara!" Harry gemeu e balançou a cabeça, escondendo seus olhos com as mãos. "Sabe o que eu poderia fazer
com isso?" ele perguntou olhando para trás para eles.
"Harry! Você não a teria liberado! Aquela criatura mata!" ela disse horrorizada.
"Não, mas eu gostaria de enviá-lo para pagar seus respeitos ao Diretor." Harry sorriu.
Ron soltou uma risada nervosa, mas Hermione continuou a olhar para ele com severidade.
Ron disse a ele sobre seu terceiro ano, e, em seguida, no ano passado, com todas as tarefas perigosas Harry teve de se
apresentar como o quarto campeão do Torneio Tribruxo. Até o fim de tudo, Harry estava bem impressionado.
"Eu nunca pensei que ele poderia fazer tudo isso, salvar a Pedra Filosofal, lutar e matar um basilisco, que é uma
vergonha, a propósito, essas coisas são apenas nascido como uma vez por século". Harry fez uma pausa antes de
olhar para os dois. "Ele é muito pequeno para fazer todas essas coisas, porém, você não acha?"
"Tamanho não importa!" Hermione respondeu rapidamente, saltando para defender seu amigo.
Os três se sentaram em volta e Harry ouviu os contos de seu colega, percebendo que ele não era tão frágil e fraco
como ele tinha suspeitado primeiramente. Ele sorriu com as histórias, e relaxou e se sentiu à vontade, pela primeira vez
desde que chegou a este universo.
Eles conversaram até os raios da manhã regar a sala. Os três olharam para fora com surpresa; que haviam passado a
noite inteira conversando.
"Aulas de hoje vão ser doloroso, eu só posso dizer." Ron disse levantando-se e alongamento.
"Nós vamos ter uma noite mais cedo hoje à noite." Hermione disse se levantando também.
Harry ficou em silêncio; eles estavam fazendo tal acordo sobre o sono perdido de uma noite.
"Devemos voltar e esgueirar-se em nossos dormitórios. Não há muito tempo para dormir, mas se os nossos
companheiros de dormitório verem que estive ausente durante toda a noite, eles podem levantar algum tipo de
alarme." Hermione disse enquanto se dirigiam para a porta.
"Aqui" Harry jogou a capa da invisibilidade para eles. "Vocês dois podem usa isso."
Harry sorriu.
Com isso Harry desaparatou direto para sua cama na torre de Gryffindor.
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*Chapter 20*: Chapter 20
Capítulo Vinte – Memorias
AU Mundial
Damien estava sentado sozinho na Sala Precisa. Seus amigos tinham ido jantar, Malfoy tinha indo junto com eles.
Ginny tinha levado seu telefone com ela também, já que ela ainda estava falando com o Harry.
Damien olhou para a janela magicamente colocada e viu que o sol tinha começou a se pôr. Harry tinha ficado o dia
inteiro na penseira. Seu estômago roncou ruidosamente, mas ele ignorou. Seu almoço ainda estava deitado na mesa
pequena, mas ele estava muito ansioso para comer.
Damien se perguntou se Harry também estaria com fome; ele tinha estado na penseira o dia inteiro e provavelmente
estava com fome. Damien tinha tentado ir atrás dele, cerca de quatro horas atrás, ele tentou se juntar Harry, talvez
convencê-lo de fazer uma pausa a partir das memórias. Mas a penseira recusou-se a levá-lo. Ele ficou ali, espiando por
cima da borda, esperando a tigela rasa engoli-lo inteiro, mas isso nunca aconteceu. Damien figurado Harry tinha
inadvertidamente bloqueado de alguma forma. Ele não tinha outra opção a não ser esperar por ele para reaparecer.
Damien soltou um suspiro profundo. Ele se forçou a não pensar sobre o que Harry estava provavelmente assistindo agora.
Ele sentiu os cabelos na parte de trás do seu pescoço se arrepiar ao recordar a infância horrível seu irmão havia sofrido.
Ele sabia que era cruel fazer este Harry ver todos os abusos, mas ele tinha que entender o seu homólogo e por que ele é
do jeito que ele é. Sua atitude, seu comportamento, sua maneira de pensar; tudo decorre que ele sofreu quando criança.
Damien tinha os olhos fixos na penseira preta, tendo em prata marcas de runas. Ele soltou outro suspiro.
"Espero que você esteja lidando, Harry." Ele disse em voz alta.
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Harry observou memória após memória de Harry crescendo com Voldemort. Ele viu como o Lorde das Trevas arrumou a
visão ruim de Harry, como ele encorajou-o a comer bem e treinar para melhorar de vida. Harry sentiu-se revoltado com a
forma como Voldemort tinha enganado Harry para se tornar seu filho. Ele entendeu que o monstro tinha feito. Ele
machucar a criança, atormentado e torturado ele quando se parecia como o verdadeiro pai, fazendo-o fugir e buscar
proteção desse monstro.
O regime Voldemort deu para Harry foi difícil; ele estava acordado antes que o sol nascer e só acabavam os seus treinos
depois do anoitecer. Ele impeliu Harry a aprender todos os aspectos da magia; Poções, Transfiguração, Feitiços, Defesa,
duelo e até mesmo uma base sobre cura. Seus professores eram o próprio Voldemort, Lucius Malfoy e Bellatrix
Lestrange. Harry reconheceu como a bruxa que tinha visto no penseira de Dumbledore. Ela havia sido capturado e preso
em Azkaban; ela foi um dos Comensais da Morte responsáveis por torturar os pais de Neville até a insanidade.
Harry ficou chocado com a forma que Harry foi ensinado. Ele não tinha permissão para cometer erros, se ele cometesse
algo deveria voltar para o início do exercício e fazer tudo de novo. Ele viu uma memória de Lucius Malfoy ensinar um
Harry de oito anos de idade como preparar uma poção complicada. Lucius se levantou e ficou olhando enquanto Harry
cuidadosamente cortava as raízes da Dermwood com o máximo de concentração. Harry tinha acabado de terminar de
prepará-la quando Lucius suspirou profundamente antes de acenar a varinha, fazendo com que todos os ingredientes
desaparecerem. Harry olhou para ele com irritação.
"Você cortou o último pau muito grosso. Não teria dissolvido corretamente. A preparação para poções é vital e
ingredientes preguiçosamente preparados resultar em poções ineficazes." Ele demorou.
Harry não disse nada, mas se levantou e foi buscar um novo conjunto de ingredientes. Sentou-se depois de empilhar
todos os ingredientes que ele teve para preparar mais uma vez, tudo teve que ser refeito, o esmagamento, o corte,
descascamento, misturando tudo tinha de ser preparado de novo, mesmo que eles eram perfeitos antes. Ele só tinha
feito um erro com o Dermwood, mas ele tinha que preparar tudo a partir do zero.
"Ele deve levar mais três horas para ter tudo preparado. Eu vou voltar nesse tempo." Lucius saiu deixando Harry
trabalhando nas altas horas da noite.
Através das memórias Harry observou que o seu homólogo cresceu; tornou-se confiante, parou de gaguejar em seus
discursos e que também perdeu os seus medos de outras pessoas. Ele tornou-se forte, começou a acredita em suas
capacidades, até um pouco demais na opinião de Harry, e logo ele era o menino querido, arrogante, confiante e forte que
Harry tinha reconhecido nas memórias de seus amigos.
Ao observar as memórias de Harry não só Harry começa a ver como o seu homólogo cresceu e tornou-se a pessoa que
ele era, ele também viu o que seus relacionamentos eram como com aqueles que o rodeiam. Ele se importava
profundamente com as poucas pessoas que cresceram em seu torno. Ele se importava muito com Lucius, ele desafiava
Lucius, zombavam dele às vezes, mas o Malfoy não parecia se importar. Isso foi o que chocou o Harry de 15 anos. Ele
podia ver a relação entre eles solidificar como Harry ficou mais velho. Lúcio foi quem lhe deu o apelido; Príncipe das
Trevas.
Não foi nenhuma surpresa que Harry era o melhor amigo de Draco Malfoy. Vendo que o rapaz era o único de sua idade e
ofereceu Harry algo diferente de que somente treinamento, ele foi obrigado a se tornar amigo ele. Tinha numerosas
lembranças dos dois rapazes se metendo em encrenca ou se pendurado para fora, assim como amigos normais.
A relação de Harry com Bella era estranha. Eles brigavam, lutando pela atenção de Voldemort, mas, ao mesmo tempo,
ambos se importavam profundamente para o outro. Muitas memórias que Harry tinha armazenados eram dele e Bella.
Harry de quinze anos observou enquanto Harry e Bella se sentaram em uma mesa de mogno magnífico. A mesa estava
estendida ao comprimento da sala, pelo menos, cem, cadeiras de espaldar alto alinhadas ao longo dos lados. Mas
apenas duas cadeiras estavam ocupadas.
Harry e Bella estavam no meio do que parecia ser o jantar. Harry de quinze anos observou enquanto um jovem Harry
sentou-se melancolicamente na mesa, pegando em sua comida, e ignorou Bella quando ela se sentou para terminar o seu
jantar. Harry estava fazendo nenhum esforço para comer qualquer coisa de seu prato e em vez disso estava batendo a
faca ligeiramente com o garfo, fazendo um barulho estridente que estava claramente agitando a Comensal da Morte.
Finalmente, ela retrucou não sendo capaz de se segurar.
"Quer parar com isso?! Pare de ser um pirralho e termine o seu jantar!" ela sussurrou para ele.
"Harry! Parar de fazer aquele som irritante e terminar a sua comida." Bella revisto.
"Oh, isso é ridículo!" Bella exclamou, deixando cair a colher para encarar Harry. "Não é culpa dele. Às vezes, as
promessas têm de ser quebrado. Isso faz parte da vida." Ela disse.
Harry apenas chorava e estava sentado com os braços cruzados sobre o peito.
"Não fale sobre seu pai assim! Ele é o Senhor das Trevas, o bruxo mais poderoso que o mundo já conheceu. Se ele
quebra suas promessas, você não tem permissão para reclamar sobre isso."
Harry olhou para ela, com um olhar de aborrecimento profundo no rosto. Sem dizer uma palavra, Harry se levantou de
sua cadeira e deixou a mesa. Bella o chamou.
"Não estou com fome!" Harry gritou, sem olhar para ela.
Harry de quinze anos viu algumas lembranças como essas. Reuniu que Bella era a figura mais próxima de mãe que
Harry tinha. A realização trouxe uma pontada de dor a ele; Lily estava viva neste mundo, mas seu filho foi criado por
outra mulher.
Pelo que Harry podia ver e sentir, Bella era tanto reconfortante e agravante. Mas uma coisa que ficou clara foi que ela
amava Harry, e ele a amava muito, mas também não iria admitir isso.
Em seguida, houve as memórias de Harry com Voldemort. Estes foram os que fizeram por sua vez, o estômago de Harry
revirar. O engano, as mentiras, a malandragem que Voldemort usava para manipular Harry foi até um nível que fez Harry
se sentir fisicamente doente. Mas junto com o seu ódio crescente para o Lorde das Trevas, Harry foi forçado a sentir os
outros sentimentos, aqueles seu homólogo tinha sentido. Ele sentiu a confiança Harry tinha em seu pai, o amor que sentia
por ele e pela enorme sensação de lealdade a ele. Isso fez a cabeça de Harry girar, sem saber em qual o conjunto de
emoções se concentrarem.
Harry viu uma memória que fez suas entranhas queimam com raiva e ao mesmo tempo o seu coração doeu por seu
homólogo. Na memória, Harry era muito jovem, talvez seis ou sete anos de idade. Ele estava sentado ao lado de sua
janela; sua testa pressionada contra o vidro frio, observando a neve cair e cobrir o chão em folhas brancas de neve
macia, crocante. A criança de seis anos tinha um olhar cansado em seu rosto, seus olhos pareciam mais maçantes,
com olheiras sob eles. Harry notou a ausência de seus óculos.
Ele soltou um suspiro e viu sua respiração embaciar-se da janela. O pequeno menino desenhou padrões na janela, sem
prestar muita atenção ao que ele estava fazendo.
A porta de seu quarto foi aberta e os dois Harrys virou para olhar para o recém-chegado.
Voldemort veio e sentou-se, o que levou Harry para tomar o seu lugar, mais uma vez. Para os primeiros momentos
ninguém falou. A criança de seis anos estava quieta tentando não incomodar. Ele olhou para Voldemort através de sua
franja, mas manteve o silêncio.
Finalmente Voldemort voltou para o seu lado para olhar para Harry.
Harry olhou para ele, mas logo desviou o olhar novamente, suas bochechas se tingiram de vermelho.
"Sinto muito, meu pai." caiu de seus lábios em uma voz suave e tranquila.
"Você não está limpando a sua mente antes de dormir. Eu disse para você deixar sua mente em branco antes de ir
para a cama. Se você fizer isso, você não iria mais sofrer esses pesadelos." Voldemort disse a ele.
"Eu estou tentando, pai. Eu realmente estou. Desculpe-me, eu vou tentar mais." O menino sussurrou.
Um dedo pálido escorregou sob o queixo da criança e puxou o rosto suavemente, olhos esmeralda fechado com rubi
vermelho.
"Não se desculpe. Eu já disse muitas vezes, para não se desculpar, nem mesmo para mim," Harry acenou com a cabeça
e manteve o olhar fixo para o homem diante dele. Voldemort tirou a mão e observou o pequeno menino. "Bella tinha
mencionado que este... problema... tem incomodando você por algumas noites agora, isso está correto?"
Voldemort assentiu uma vez e chegou em suas vestes verdes escuras, puxando uma pequena caixa. Abriu-a e tirou um
pequeno anel, preto e prata.
Harry de quinze anos o reconheceu instantaneamente. Era o anel que Draco havia lhe mostrado o próprio anel que se
transformou na penseira preta, que ele estava atualmente no seu interior.
"Pai?" Harry inocentemente perguntou como Voldemort segurou o anel para ele.
Voldemort sorriu, não como no seu tempo, quando se encontrou com Harry e lhe deu a cicatriz. Este sorriso era mais
quente, mais suave, mais humano e fez o Harry de 15 anos dar um passo atrás em descrença.
"Isso deve ajudá-lo, até que você fique mais velho e mais capaz de praticar Oclumencia." Voldemort explicou.
Ele colocou o anel na pequena mão do Harry. O anel transformado instantaneamente na tigela rasa. Seis anos de idade
Harry engasgou com admiração, a reação dele fazendo os olhos vermelhos de Voldemort brilharam com alegria. Harry
olhou para ele.
"Chama-se, uma Penseira. Ele é usado para armazenar memórias." Voldemort respondeu a pergunta não formulada.
Uma sombra de compreensão atravessou o rosto de Harry e ele olhou para Voldemort com alívio claro.
"Eu posso me livrar das minhas memórias?" Harry perguntou.
"Não, Harry, você não pode se livrar deles completamente. Mas o que você pode fazer com este penseira é remover, em
seguida, a partir da vanguarda de sua mente. Dessa forma, essas lembranças que você deseja para não trazer para cima,
vai se tornar reprimida."
A memória desapareceu e foi substituído por outro e mais outro. Harry sentiu sua cabeça girar como ele via a vida de seu
colega com o seu inimigo mais odiado. Ele estava completamente admirado pela maneira que Voldemort se comportava
com Harry. Ele não gritava com ele, ou usava Crucio como desculpa para disciplinar ou falar com ódio a ele em tudo. Se
qualquer coisa, ele foi realmente muito... Carinhoso. Harry estremeceu quando o pensamento veio a ele, Voldemort e
carinhoso? Harry balançou a cabeça, pensando que ele deve ter batido ela quando ele caiu na penseira e era por isso que
ele estava vendo coisas estranhas.
Harry assistiu a uma memória de um Harry de 13 anos, discutindo com Voldemort. A visão era tão peculiar que deixou
Harry escancarado de boca aberta.
"Você não está me ouvindo!" Harry de 13 anos bufou enquanto ele andava ao redor de seu pai, tentando chamar sua
atenção. Voldemort, por seu lado estava ignorando Harry completamente. "Pai? Por que você não confiar em mim, eu
sei o que eu estou falando."
Com isso, Voldemort levantou a cabeça e olhou cansado para Harry. Ele estava sentado em sua mesa em sua câmara
principal e teve inúmeros pergaminhos espalhados na frente dele.
"Harry, já é o suficiente. Eu preciso de paz para ver essas coisas." Voldemort disse com toda a calma.
"Mas isso é o que eu estou dizendo, você está fazendo tudo errado", disse Harry com aborrecimento. "Se você enviar
nesses Comensais da Morte dessa forma, você vai levá-los a morte!"
"Eu não", respondeu Harry. "Mas eu não só quero sofrer dores de cabeça, por dias, quando você perde mais de metade
dos seus números, devido a um plano remendado!"
Voldemort não respondeu e continuou a olhar para Harry enquanto ele teimosamente manteve o olhar. Finalmente
Voldemort desviou o olhar e suspirou profundamente.
"Não há nada de errado com este plano. Foi pensado com cuidado e eu não preciso de ninguém mexendo com ele,
especialmente você."
"Chega Harry." As palavras foram ditas em silêncio e o tom não era duro, mas inegavelmente firme. Ele parou Harry
instantaneamente. O garoto olhou para seu pai por alguns segundos, apertou os lábios com força.
Sua saída surpreendeu Harry além da compreensão. Ele nunca pensou que Voldemort tinha deixado Harry falar assim na
frente dele. Parecia que Harry foi autorizado a expressarem-se as suas emoções muito abertamente com Voldemort.
Harry tinha visto um monte de lembranças e uma coisa que ele tinha pegado em diante, foi a cicatriz de Harry queimando
quando Voldemort estava com raiva. O comentário de Harry aqui também reforçou esta conclusão. Ele agora entendia por
que sua mãe e meu pai tinha se apavorado quando sua cicatriz tinha queimado até a poucos dias. A partir das memórias
que ele viu, ele percebeu como Harry cresceu, a dor em sua cicatriz parecia piorar. Harry de quinze anos nunca sentiu
qualquer dor em sua cicatriz, enquanto observa as memórias, não como a dor que ele sentiu quando Voldemort 'marcado'
Harry e fê-lo de ascendência Slytherin. Mas Harry podia sentir a dor em seu homólogo, em
suas emoções. De repente, ele sentiu uma pontada de empatia para com o seu homólogo. Desde a ressurreição de
Voldemort, sua cicatriz estava jogando até agora e novamente, mas a dor era suportável, mas o seu homólogo tinha
vivido com essa dor e sofria constantemente por horas.
Como Harry viu as lembranças de 'pai e filho', ele viu a forma como Voldemort abrigava ele, protegendo, foi detestando
que ele deve que admitir que ele desempenhou o papel pai muito bem.
A realização fez Harry imediatamente pensar sobre seu verdadeiro pai, sobre James Potter. O pensamento tinha
acabado de lhe passou pela cabeça quando as memórias mudaram de repente e Harry viu-se em um velho armazém
abandonado.
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Damien saltou quando ouviu a batida forte na porta. Ele já tinha dito a Ginny e Ron que ele não estava com fome. Eles
haviam saído há poucos minutos, prometendo voltar em uma hora. Isso não poderiam ser eles já?
Damien correu e abriu a porta. Ele teve que forçar para trás o nó na garganta com a visão de um James bastante
descontente.
A porta foi aberta de repente, fazendo Damien tropeçar alguns passos para trás.
"Eu preciso falar com Harry." James disse enquanto corria para dentro.
"Ele não está aqui." Damien disse irritado por ter sido deixado de lado assim.
"Então, onde está ele?" Perguntou James. Ele estava cansado; ele passou a maior parte do dia tentando descobrir o
que Harry estava fazendo, por respostas agora ele estava frustrado e queria.
Damien evitou olhar para a penseira; que esperava que seu pai não percebeu a taça sobre a mesa pequena.
"Ele não está aqui," Damien repetiu. "Ele é ... ele saiu de Hogwarts. Eu não sei pra onde." Ele acrescentou rapidamente
como James abriu a boca.
James olhou ao redor da sala novamente. Damien podia sentir a sua velocidade de freqüência cardíaca como os olhos de
James descansou na mesa pequena, obviamente notando a tigela rasa. Ele olhou para Damien novamente, acusação
clara em seus olhos.
"O que você disse que você estava fazendo aqui, de novo?" James perguntou, dando um passo para perto dele.
"Estudar, não é?" Perguntou James. "O que você está estudando?" ele perguntou, chegando a ficar diretamente na
frente dele. "E o mais importante, como você está estudando sem os seus livros didáticos, pergaminho e uma pena?"
Damien não disse nada e baixou os olhos para evitar olhar para seu pai.
"Na verdade, você me fez três perguntas." Damien oferecido com um pequeno sorriso.
"Eu nem sequer tente fazer piadas, se eu fosse você," James avisou. "Você estava na penseira de Harry, não foi?"
James perguntou, aproximando-se do referido item.
"Não, eu não estava." Damien rapidamente mudou-se para ele também. "Eu juro, pai!"
"Você sabe como privado essas memórias são para Harry. Como você acha que ele vai se sentir se ele descobrisse
que estava bisbilhotando?" James perguntou com raiva.
"Eu acho que a maneira como ele se sentiu quando descobriu que você estava bisbilhotando elas!" Damien disse
antes que pudesse se conter.
Silêncio seguido palavras de Damien, os olhos arregalados de James fixos em Damien, ambos os conjuntos de olhos
castanhos estavam presos um ao outro.
"Isso foi completamente diferente", começou James. "Nós não sabíamos de Harry então, nós estávamos tentando
descobrir coisas sobre ele."
"Desculpe", disse Damien, verdadeiramente o que significa que. "Eu não quis dizer isso."
"O que você está fazendo com a sua penseira e onde esta o Harry?" Perguntou James.
Damien não sabia o que dizer o que desculpa da o que mentir para ganhar tempo. James, de repente olhou para a
penseira, entendendo que mostra em seu rosto.
"Ele está lá", disse ele em voz alta. "Harry, ele está lá, não é?"
Damien sabia que era uma pergunta retórica, ele já sabia que é onde Harry estava negá-lo não ia fazer nenhum bem.
"Primeiro, os jornais e agora isso", James murmurou. "O que está acontecendo?"
"Os jornais?" Damien perguntou. "Como o Sr. descobriu sobre os jornais? perguntou-se. Hermione tinha tomado os
papéis Harry trouxe com ela, com a intenção de devolvê-los à biblioteca.
James não entrou em detalhes, mas virou-se para olhar para a penseira.
Damien olhou para a penseira bem sua mente trabalhando furiosamente para chegar a uma desculpa de que iria
funcionar desta vez.
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Harry estava preso ao chão em estado de choque repentino para ver seu pai ajoelhado ao lado de um homem de
cabelo curto, loiro que estava choramingando no susto. Houve gritos Harry ouviu atrás de si, feitiços e azarações
estavam sendo gritados, mas Harry só podia olhar para seu pai. James agarrou o homem do colarinho, puxando-o
para si mesmo.
"Nós queremos prendê-lo. Ele quer matá-lo. Escolha!" James sussurrou para o homem.
O homem virou-se para olhar para o seu lado e, por um breve momento ele olhou diretamente para Harry. O Harry de
15 anos se virou para seguir o olhar do homem e engasgou.
Um menino de cabelos escuros, rosto coberto por uma máscara de prata estava lutando com dois Aurores, um homem de
pele escura que Harry nunca tinha visto e o de cabelo escuro, incrivelmente carismático, Sirius Black. Harry assistiu em
choque entorpecido como o seu homólogo duelava e lutava com o seu padrinho.
Harry podia sentir o influxo de emoções vindo de seu outro eu e ele quase se afogou neles; ódio, um ódio feroz e raiva a
crescer dentro dele. O desejo de vingança contra os homens que o machucaram, o fizeram sangrar e o humilhou, a raiva
estava borbulhando furiosamente dentro dele. Harry de quinze anos podia sentir isso, ele podia sentir a dor do seu
homólogo estava sentindo, a dor em lembrar o que estes homens tinham feito com ele e os sentimentos de ódio eram
tão forte e poderoso que fez Harry se perguntar, o que o impediu de lançar a maldição da morte sobre eles agora?
Como um Harry atordoado observando, a figura mascarada deu um chute final na cabeça e um Sirius caiu no chão,
desacordado. O outro Auror já estava deitado no chão, de olhos fechados, claramente inconsciente. Harry podia ver os
corpos de dois outros homens; Harry assumiu que eram Aurores também, que encontravam-se não muito longe de
Sirius.
Harry teve que correr atrás de seu colega como ele rapidamente mudou-se para a saída, seguindo James e o outro
homem. Harry sabia quem o homem devia ser, a partir do modo como seu pai estava falando com ele e o fato de que
Harry estava atrás dele, estava claro; o homem era um Comensal da Morte que tinha irritado Voldemort de alguma
forma.
Harry seguiu seu outro eu para fora e viu dois vultos apressados adiante dele. Harry viu a maldição, que deixou a
varinha de Harry e atingiu o Comensal da Morte, ele caiu no chão, ferido, mas ainda vivo. James virou e olhou para
Harry.
Mais uma vez, Harry podia sentir a fúria e ódio intensificar dentro dele, as emoções do outro Harry. Ele quase podia
sentir o tremor de auto-controle como ele enfrentou James. Harry poderia dizer que o outro Harry estava a centímetros
de distância de perder a sua força de vontade e matar o homem diante dele, ele poderia quase provar a raiva de Harry.
A conversa começou entre pai e filho, James claramente não sabia que ele estava falando com seu filho perdido há
muito tempo.
Harry viu o movimento de mão de Harry e James foi explodido longe do Comensal da Morte. Harry matou o homem de
cabelos loiros, de forma rápida e velozmente. A luz verde deixou a varinha de Harry e as palavras, 'Avada Kedevra' foram
proferidas sem qualquer indício de hesitação. O homem caiu para trás, morto. Harry foi atingido com uma outra memória,
sua própria memoria, a luz verde intermitente, sussurrou palavras de a mais escura das maldições, Cedric caindo no
chão, os olhos abertos, morto.
Harry balançou a cabeça; olhos fechados e amassado apertado. Ele puxou-se de volta para o seu entorno e viu o
homem deitado diante dele não era Cedric.
James foi de repente para trás, respirando pesadamente e olhando para o rapaz mascarado com raiva mal controlada.
Eles começaram a discutir novamente, Harry podia sentir a auto-controle do seu outro eu, se esvair.
"Mova-se Potter!"
No mesmo instante, sentiu como se uma onda de raiva tivesse batido em Harry. Ele engasgou quando flashes de
imagens correram diante de seus olhos; James batendo um menino minúsculo, James gritando com um Harry três anos
de idade, James quebrando o punho no corpo pequeno, James abaixando o cinturão sobre a criança chorando, todas
essas vezes apenas uma frase deixou a sua boca, "merda!"
Aterrorizado com o que ia acontecer a seguir, Harry viu como a figura mascarada embolsou sua varinha. Ele podia ver o
tremor na mão do seu outro eu, quando ele pegou a sua varinha, ele estava zangado demais para usá-lo.
"Como quiser."
James foi mais uma vez jogado no ar e ele caiu com um baque doloroso no chão. Harry observou como uma batalha
irrompeu entre os dois. Uma das maldições de James atingiu o seu alvo e um corte profundo apareceu no braço direito de
Harry. Líquido vermelho profundo começou a escorrer para baixo as vestes, manchando-o. Harry enfiou a mão no bolso e
tirou uma lâmina. Ele jogou em James e o Harry assistindo a memória soltou um grito quando viu a lâmina passando pela
garganta de James.
Harry correu para seu pai ao vê-lo cair de joelhos, com a mão no lado do pescoço, o sangue manchando os dedos e
correndo pela sua mão. James caiu no chão. Harry olhou para cima para ver o seu homólogo, outra lâmina na mão. Ele
podia sentir o desejo, a necessidade de matar, o desejo de terminar com o homem diante dele, mas ele parou. Ele
embolsou a lâmina, olhos verdes nunca deixando a forma caída. Ele deixou segundos depois de ouvir os passos de Sirius
correndo para fora do armazém e se dirigem para o James.
A memória se desvaneceu depois disso. A próxima lembrança era de Harry sentado sozinho em seu quarto. Ele ainda
estava vestido com as mesmas vestes que estava usando na memória anterior, um corte no braço mostrou o corte
profundo, o sangue ainda escorrendo. A máscara de prata estava deitada na cama, ao lado dele.
Harry estava sentado em silêncio, com os olhos desfocados e ele sentou-se com as palmas das mãos descansando na
cama. Ele estava imerso em pensamentos. A porta se abriu e Bella correu para dentro.
"O que aconteceu?" Ela perguntou como ela correu para seu lado.
Harry não se moveu, ele não agiu como se tivesse visto ou ouvido Bella em tudo. Só quando ela estava de pé
diretamente na frente dele, ele olhou para ela.
"Ele está longe, ele não vai estar de volta até amanhã à noite."
"Está feito, a tarefa esta concluída." Harry disse a ela, enquanto olha para o chão.
"Harry, o que aconteceu? Por que você está assim ...?" seus olhos escuros se estreitaram, como ela percebeu o
ferimento no braço de Harry. "O que é isso ?!" ela sussurrou, os olhos correndo para Harry novamente.
"Sorupto" Harry disse, nomeando o feitiço que tinha sido usada para cortá-lo.
"Hunt era muito de um covarde, ele não poderia ter atacado você." Ela agarrou o ombro de Harry. "Você matou o ser que
se atreveu a fazê-lo sangrar?" ela perguntou, suas belas feições puxado em uma carranca.
Harry fechou os olhos e soltou um suspiro. O comportamento de Bella mudou instantaneamente. Preocupação inundada
cada linha de seu rosto. Ela soltou Harry e mudou-se para se ajoelhar na frente dele, para que ela pudesse olhar para o
seu rosto.
"Potter"
Bella recuou um pouco; Seus olhos estavam fixos no rosto de Harry. Ninguém falou por alguns minutos, Bella ainda de
joelhos na frente de Harry, com as mãos sobre os joelhos de Harry. Harry estava olhando para longe dela, perdido em
seus próprios pensamentos. Finalmente, Bella falou.
Bella não disse mais e levantou-se a seus pés. Ela mudou-se para um canto do quarto de Harry, pescando uma
pequena caixa. Ela caminhou de volta para Harry, que ainda estava sentado na mesma posição e sentou-se ao lado
dele. Ela abriu a caixa e tirou um pequeno frasco. Ela apontou para o braço ferido de Harry e começou a dizer o
encantamento para curá-lo.
Harry virou-se para olhar para ela, o brilho que estava em seus olhos fez a reluzir verde esmeralda.
"Se você tivesse a intenção de curar a si mesmo, você teria feito isso." Ela respondeu.
"Harry ..."
Harry virou-se para olhar para ela, com um olhar assustador em seus olhos.
"Não é a primeira vez que ele me faz sangrar. Eu posso lidar com isso." disse ele.
"Harry ..."
"Vai, me deixe em paz." Harry disse e se virou para a porta atrás dele, fechando-a com um estrondo.
A memória se desvaneceu depois disso. Antes da próxima memória poderia começar, Harry parou. Ele decidiu que ele
tinha visto o suficiente. Ele queria aprender mais, mas ele não achava que ele poderia lidar com mais hoje. Ele estava
exausto, mentalmente e emocionalmente. As emoções de seu homólogo estavam drenando ele, especialmente o ódio
feroz para seu pai. Ele olhou para o teto e de repente ele foi amplia em direção a ela.
A penseira cuspiu-o para fora e Harry tropeçou, tentando recuperar o equilíbrio. Ele caiu para trás, mas um par de
braços segurou-o, salvando-o de cair no chão. Harry foi ajudado a se levantar e ele se virou para ver que era Damien
que o ajudou.
Antes que Harry pudesse dizer alguma coisa para ele, Damien lhe deu um pânico, olhar aguçado. Intrigado, Harry se
virou e congelou com a visão. James estava sentado no sofá e não parecia muito feliz em tudo.
Canon Mundial
Ron e Hermione sentaram-se no café da manhã; tanto olhar turvo de olhos e um pouco preocupado. Ron continuou
fotografando as portas com olhares nervosos, obviamente, à espera de alguém para chegar.
"Desculpe", ele murmurou, brincando com a comida em seu prato. "Eu só, eu ainda não posso acreditar que isso
aconteceu. Se eu tinha dormido na noite passada eu teria pensado que era tudo um sonho."
Hermione assentiu com a cabeça, arriscando uma olhada rápida no quadro de pessoal. Ela olhou para longe após
avistar o Diretor.
"Eu sei que prometi a ele, mas," ela mordeu o lábio. "Uma parte de mim está gritando para ir para Professor
Dumbledore."
Ron olhou para a mesa dos professores também. Ele acenou com a cabeça.
"Eu também." ele encontrou o olhar preocupado de Hermione. Eles olharam um para o outro, em silêncio, debatendo se
eles poderiam quebrar a promessa que fizeram na noite passada. Ron balançou a cabeça, abaixando a cabeça em suas
mãos.
"Pô, não podemos fazer isso. É Harry, nós não podemos voltar atrás na nossa palavra. Eu não me sentiria bem fazendo
isso com ele." Ron disse.
"Eu quero falar com ele", ela deu a Rony um olhar significativo, indicando que ela estava falando sobre sua Harry, o que
está atualmente em outro universo. "Eu acho que uma vez que falar com ele, podemos sentir ... melhor." ela terminou
incerta.
"Eu não sei se podemos sempre ficar bem com isso. Eu quero dizer", ele olhou em volta antes de cair a voz para um
sussurro. "Você ouviu na noite passada? Todas as coisas que ele disse, o que ele fez, como ele cresceu, eu quero
dizer caramba! Isso foi seriamente desarrumada coisas!"
Ron e Hermione aproveitou a voz e se virou para ver Harry de pé atrás deles. Ele tinha um sorriso brincando em seus
lábios quando ele se sentou ao lado do agora petrificado olhando Ron.
"Eu... eu não ... Eu quis dizer, eu quis dizer isso de outra maneira ..." Ron gaguejou.
"Ah, certo. Como um mau tipo bom?" Harry perguntou com uma risada.
"Desculpe, Harry." Hermione disse com pesar genuíno. "Nós não deveríamos estar falando sobre você."
"Não se preocupe com isso, você não é a primeira a sussurrar sobre mim." Ele sorriu para ela, com um brilho brincalhão
em seus olhos. "Eu acho que eu estou começando a me acostumar com isso." ele encheu seu prato com alimentos e
começou no café da manhã. "Mas eu gostaria que você pudesse falar sobre mim em uma área menos povoada." Ele
disse apontando para a sala cheia com os alunos.
Ron e Hermione estavam sentados em uma parte isolada na maior parte da mesa; o aluno mais próximo estava, pelo
menos, seis assentos de distância. Hermione voltou os olhos para Harry.
"Ninguém nos ouviu, tenho certeza." Ela disse olhando ao redor e suspirando de alívio quando ninguém estava
olhando em sua direção.
"Como você nos ouvir? Eu estava sussurrando." Ron perguntou olhando para Harry corretamente agora.
"Você... você acha que podemos falar com ele agora?" Perguntou Hermione.
Harry parou por um segundo antes de continuar com o seu café da manhã.
"Eu verifiquei antes de descer para o café da manhã." Harry disse. "Eu não estou chamando-o de volta. Se ele quer falar
com vocês ele vai me chamar."
Eles ficaram em silêncio depois disso. Harry terminou o seu café da manhã e empurrou o prato para o lado. Levantou-se,
franzindo a testa para as duas figuras sentadas.
"Sim", disse Hermione se levantar. "Eu só, eu esperava que pudéssemos falar com ele em breve. Vai ser difícil se
concentrar em aulas hoje."
Harry estudou-a por um momento. Depois de uma pausa, ele agarrou a mão de Hermione, assustando-a inicialmente.
Ele a levou para fora do Salão Principal, ainda segurando sua mão guiando-a. Ron estava seguindo o par, parecendo
bastante intrigado.
Harry entrou em um dos salas de aula vazias e trancou a porta antes de lançar feitiços de privacidade na porta e
janelas. Hermione e Ron estavam de pé no meio da sala de aula, olhar perplexo.
Harry pegou seu telefone e apertou o botão verde. O telefone tocou apenas dois anéis antes de ser atendida.
"Damy, quem esta com você agora?" Harry perguntou. Ele ouviu a resposta. "Tudo bem, dê-lhe o telefone."
Harry estendeu o telefone para Hermione. Ela pegou com as mãos um pouco trêmulas.
"Quem é que eu vou falar?" ela perguntou Harry enquanto ela segurava o telefone.
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Hermione caminhou para sua primeira aula com um salto em sua etapa, o rosto corado e cabelos positivamente na
final.
"Essa foi a mais incrível experiência única, da minha vida!" ela exclamou.
"Quer dizer, eu realmente falei com ela, comigo mesmo", ela sussurrou a última palavra, inclinando-se para Harry só ele
podia ouvi-la. "Você não sabe o quão excitante que isso é." Ela disse no fervor. Em seguida, olhando para os dois
meninos caminhando ao lado dela, ela sussurrou. "Ok, então você sabe, mas, o quão incrível foi isso?"
Ron estava claramente surpreendido por falar com seu outro eu dimensional, mas não estava tão animado como
Hermione.
"Eu sei que foi ... estranho." Ele disse andando devagar.
"Ron, não foi estranho! Ok, então foi um pouco estranho, mas estranho bom, não muito bom, mas também não muito
ruim, mais estranho, sabe?"
"Eu juro, eu nunca vou fazer isso de novo." Ele prometeu a si mesmo.
Hermione ignorou.
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O dia passou em um borrão, Ron e Hermione estavam cansados demais para prestar atenção real para as suas aulas e
suas refeições foram tomadas por conversando com Harry, compartilhando mais histórias sobre o seu mundo.
À noite, Harry estava exausto. Eles foram para a cama mais cedo, uma vez que Ron e Hermione mal conseguia manter os
olhos abertos. Eles se apossaram de suas camas, lembrando Harry sobre a viagem para Hogsmeade amanhã.
Harry não pensou sobre o que estava acontecendo em seu mundo até que ele ficar sozinho na sua cama. Ele estava
deitado olhando para o teto, perguntando o que seu colega estava passando no momento. Tudo o que ele tinha
aprendido hoje era fácil de absorver e aceitar, mas o que o outro Harry estava aprendendo, era uma história
completamente diferente.
Harry foi dormir sem tentar ligar; ele imaginou se Damien ou Harry quisessem falar com ele, eles ligariam.
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"Harry, levante-se. Todo mundo está se preparando para Hogsmeade, não podemos nos atrasar."
Depois de um banho rápido e um café da manhã apressado, os três foram correndo para se juntar ao grande grupo de
alunos e professores. Eles partiram para a cidade de Hogsmeade, a sua primeira viagem do ano. Harry caminhava
devagar, era mais agradável do que aparatar o tempo todo. Hermione e Rony fez pequena conversa todo o caminho,
consciente da grande multidão de estudantes em torno deles.
Eles foram direto para o Três Vassouras, ansiosos para entrar e obterem lugares antes do pub ficou superlotado. Eles
entraram Harry olhando ao redor do pub, notando as diferenças na decoração. Ficou claro de ver, que esse lugar não
tinha sido renovado ou refeito por pelo menos vinte anos.
Harry sentou-se, segurando o sorriso. Pelo menos, o pub não era tão azarado como o seu homólogo. Este não tinha
sido atacado, ainda. Sacudindo a cabeça em seu próprio pensamento, Harry olhou para cima, só para encontrar dois
pares de olhos fixos para ele.
"Nada, eu apenas," ela olhou para Ron antes de continuar: "Eu só estava pensando, que há muito que falar, mas," ela
olhou para um olhar cauteloso ao redor. "Nós realmente não podemos falar aqui, tantas pessoas."
"Vá em frente, é muito barulhento aqui para qualquer um pegar o que estamos falando."
Hermione pareceu aliviado e mergulhou direto para perguntas, principalmente sobre si mesma.
"Nada de cerveja amanteigada para mim, nada disso." Harry rapidamente disse o menino de cabelos vermelhos. Em
seu olhar confuso, Harry acrescentou. "Eu perdi o meu gosto por eles."
Com um encolher de ombros, Ron deixou, lutando contra a multidão para chegar ao bar.
"Então, Harry, que é o meu trabalho? Eu tenho um escritório? Quantas horas eu trabalho? Eu trabalho sozinho ou com
uma equipe, oh eu espero que eles são tão entusiasmado com os projetos como eu sou!"
"Desculpe, eu só ... Eu nunca tive a chance de perguntar exatamente o que o meu trabalho era. Eu apenas pensei que
você saberia."
"Eu honestamente não tenho idéia. Você conseguiu o emprego depois que eu saí." Harry respondeu.
"Oh" Hermione olhou para suas mãos antes de olhar de volta para ele.
"Eu ... ela me disse para não ter medo." Hermione disse depois de uma pausa constrangedora. "De você." ela
elaborado.
"Ela disse?"
"Ela, ela disse que você poderia ser duro às vezes, mas você realmente não quer dizer, e que você é um bom amigo.
Posso me relacionar com isso." Ela sorriu, "Har-ele faz isso também, às vezes."
"Sim?"
"Em nosso terceiro ano, tudo isso estava acontecendo com, com Snuffles e Harr-ele recebeu uma vassoura, de um
anonimo. Era top de linha, A Firebolt. Harry estava em êxtase. Mas, na época, não sabíamos que Snuffles era um amigo.
eu tinha certeza de que a vassoura era amaldiçoada, por isso eu a tinha confiscado. Harryficou tão bravo comigo. "De
repente, ela olhou para ela com medo de deslizamento de língua e rapidamente olhou em volta para se certificar de que
ninguém tinha ouvido o que ela disse. Mas as mesas vizinhas estavam tão cheios de alunos e do nível de ruído era tão
alto, era impossível para qualquer um para espionar.
Harry estava dando a ela toda a sua atenção.
"Ele não falou comigo por muito tempo, me deu o tratamento do silêncio. Eu podia compreendê-lo, mas ele ainda sim
conseguiu me machucar."
"Eu não podia perguntar isso antes", Harry disse inclinando-se um pouco. "Mas quem diabos é Snuffles?"
Hermione olhou para Harry por um momento, em seguida, um grande sorriso apareceu.
"É claro, que você não sabe." ela riu. "Snuffles é... Almofadinhas." ela respondeu.
"Almofadinhas? Você quer dizer Sirius?" o nome ainda tinha que cair de seus lábios, quando Hermione reagiu,
silenciando-o e olhando olhares rápidos ao redor.
"Por quê? Não me diga que o nome dele é tabu também? O que eles chamam? Aquele-Que-Não-Deve-Ser-Nomeado-
Segundo?"
"Eu já disse a você, as chances de ser ouvido aqui é zero. Eu mal posso ouvi-la de tão barulhento."
"Alguns nomes chamam atenção não importa o quão barulhento estaja." Hermione disse uma nota de tristeza em sua
voz.
Harry balançou a cabeça, murmurando algumas palavras bem escolhidas para si mesmo.
"O Ministério é tão estúpido. Como eles podem o culpar pelo o que aconteceu? Será que não conseguem ver que ele
era o melhor amigo do meu pai? Ele preferiria morrer a traí-lo." Harry sabia em seu coração que essa era a verdade.
"Isso é apenas a coisa. Eles acreditam que ele estava com ciúmes de seu pai. Eles acham que ele foi para Você-Sabe-
Quem, por inveja. Eu li nos jornais, quando escapou há dois anos, que a especulação foi que ele estourou de vez, por que
seu pai tinha tudo, uma esposa, um filho, uma boa casa, uma promoção recente e ele não tinha nada, sem família, sem
filhos, uma casa em ruínas, que ele havia sido expulso dela já a oito anos. Eles disseram que era zelosamente que levou-o
a trair o seu amigo ".
Harry não disse nada, ele olhou para o lado e concentrou-se com tudo o que tinha em afastando a memória palavras de
Hermione haviam trazido de volta para ele, sua pior memória ainda.
"A inveja é uma coisa que pode levar a muitos crimes bizarros. Você tem família, Black não. Você tem filhos, Black não.
Você tem uma casa pouco agradável, Black tem apenas a casa em ruínas que agora foi transformado em Sede, da
Ordem patética. Você vê Potter, Black nada tem quando você tem tudo. Você está mesmo em uma praça de Auror maior
do que ele é. Acho que isso é o suficiente para fazer um homem ciumento suficiente para matar. "
Harry podia ouvir sua própria voz em sua cabeça, dizendo as palavras cruéis amargas para o pai dele, enquanto ele
estava deitado sobre a geada cobriu chão, ferido e sangrando. Ele empurrou a memória de distância, não querendo
pensar sobre isso ou o fato de que a vingança cruel, era injusto o que ele tinha planejado para Sirius passar, não
apenas em seu mundo.
Ele olhou para baixo e percebeu que tinha cerrado os punhos tão apertados, as unhas haviam cavado em sua pele,
quase os fazendo sangrar. Ele rapidamente desfrouxou a suas mãos e focado em impedi-los de tremer.
Hermione estava estudando Harry, com a cabeça inclinada para o lado quando ela olhou para Harry.
"É só que, as coisas aconteceram neste ... aqui, que nos fez ficar juntos. Nós lutamos com um troll, bem, Ron e Harry
lutaram, eu estava escondida sob uma pia no momento, mas eu fiz Ron lançar o feitiço correto de levitação, que ele
usou para bater o tro- "ela parou como Harry estendeu a mão silenciando-a.
"Você não tem que explicar, eu entendo." Harry disse. Ele estava grato pela mudança de assunto. Ele se mexeu na
cadeira, querendo saber exatamente o que dizer a ela, não porque ele estava tentando cobrir qualquer coisa, mas
porque ele não poderia honestamente se lembrar quando a menina tinha deixado de ser "sangue-ruim-Granger 'e se
tornou' Hermione 'para ele.
"Você não tem que me dizer se você, você sabe, não quiser." Hermione rapidamente disse, notando sua hesitação.
"A verdade é que eu não sei. Quando eu te conheci, eu não gostava de você." Harry viu a expressão de dor no rosto.
A cabeça de Hermione se ergueu para olhar para ele com um olhar de incredulidade.
"Oh, eu não sei", ponderou Harry. "Talvez tivesse algo a ver com o fato de que eu trabalhei para alguém que fazia de
alvo, pessoas como você." Em seu olhar confuso Harry revirou os olhos e sussurrou, "nascidos trouxas!"
"Ah, certo." Um olhar de compreensão sombrio cruzou os recursos. "Certo, é claro. Por isso, não eram amigos de
imediato. Tudo bem, quero dizer, eu não era amigo dele de imediato, de qualquer um. Eu estava sempre tentando ser
útil, mas ele e Ron ... bem, eles me encontraram irritante. "
"Mas depois que salvou a minha vida, nós meio que ficamos juntos." Ela disse que um olhar orgulhoso em seu rosto.
"Finalmente, ufa! Que fila." Ele resmungou quando ele tomou o seu lugar. Ele colocou Hermione e suas próprias
garrafas de cerveja amanteigada na frente de seus assentos e entregou Harry uma garrafa de raiz de gengibre.
"Sim, mas Madame Rosmerta não teria me vendido." Ron respondeu melancolicamente.
Harry desistiu da luta e recostou-se, sorvendo a bebida. É, na verdade, não era de todo ruim, mas Harry não estava
prestes a dizer Ron ou Hermione isso.
Eles continuaram falando sobre seus mundos, compartilhando fatos e histórias pequenas. Harry fez a maior parte da
audição.
"Então, vocês voaram um carro trouxa todo o caminho de Londres para Hogwarts e, em seguida, quebrou-o em uma
árvore?" Harry resumiu.
"Não é qualquer árvore, que foi o Salgueiro Lutador." Ron disse, estragar seu rosto quando ele nomeou a árvore. "Eu
juro, fomos tratados como se tivéssemos causou o dano monstruoso coisa. A coisa quase nos matou, mas ninguém se
importava com esse detalhe."
"Não posso dizer que estou surpreso, o diretor tem essa coisa se ele não se preocupa com o seu povo."
Os outros dois silenciaram e pareciam desconfortáveis. Ron não estava insinuando Dumbledore em tudo. Seu alvo era
Snape, mas Harry tinha tomado a conversa direto para degradar Dumbledore.
"O diretor estava realmente preocupado com a gente." Ron disse em voz baixa.
Harry bufou.
"Sim, claro que ele estava." Ele tomou outro gole de sua garrafa.
A porta se abriu e Harry foi imediatamente distraído de sua conversa. Ele olhou por cima para a mulher short que ela
entrou, puxando o xale rosa brilhante firmemente sobre os ombros. Seus dedos curtos e grossos, com seus numerosos
anéis feios, segurando o xale, mantendo-o firmemente sobre ela.
Harry observou como a Alta Inquisidora de Hogwarts, Professor Umbridge, entrou no pub, olhando ao redor do lugar
superlotado, com seu sorriso alegre no rosto. Harry viu como ela teve um pouco de dificuldade em chegar ao bar, mas
ela logo desapareceu na multidão e não podia ser visto.
Harry virou-se a partir da visão e encontrou Ron e Hermione olhando para a mulher em rosa também.
"Eu posso ver a mensagem em sua testa finalmente se foi." Ron disse com um suspiro de mostrar o quão triste ele
estava sobre isso.
"Rumores dizem que ela teve que pagar um preço elevado para as ervas extremamente raras e caras que tiveram que
serem importadas da Ásia Oriental e, em seguida, passou por duas semanas de tratamento para se livrar das cicatrizes,
mas eles estão finalmente se foi." Hermione disse.
De repente, ela e Ron bateram a cabeça para olhar para Harry. Ele não pôde deixar de sorrir para as suas expressões.
"É ... foi você. Você fez ... isso?" Ron perguntou, incrédulo.
Harry só tomou um gole de sua garrafa, sem dizer uma palavra. Hermione estava olhando para ele.
"Como é que você fez isso? Isso é mágica que eu não posso nem começar a descobrir." Hermione jorrou.
Hermione estava estudando Harry outra vez, seus olhos castanhos olhando profundamente nos de Harry. Para mudar o
foco de si mesmo, Harry começou a falar sobre Umbridge e sua posição como alta Inquisidora.
"Eu não posso acreditar que o ministro está dando tanto poder sobre Hogwarts. Quero dizer que ela vai ser inspecionar
nossas aulas! Você pode imaginar o que virá a seguir?" Ron fez uma careta.
"Exatamente, ela provavelmente vai começar as ordens passadas para demitir qualquer professor e expulsar qualquer
estudante que ela não gosta!" Ron disse pesadamente.
"Eu não ficaria surpresa." Hermione murmurou, seus olhos agora fixos na pequena mulher sentada com a bebida,
tornando conversa com o dono do bar.
"O ministro é um idiota." Harry afirmou calmamente. "Se ele não provou ainda, que ele fez isso agora com a colocação
dela como professora. A mulher não sabe nada sobre Defesa contra as Artes das Trevas. Ela é inútil, completamente e
totalmente inútil." Harry disse.
"Sim, e que é com esse livro? O Primeiro ano podia ler isso." Ron disse enojado.
"É só isso.. Não é apenas a classe de Defesa;. É todas as classes que têm um problema A norma é tão baixo;. Todo
mundo está acomodado, não está funcionando para suas notas em tudo Se o trabalho foi difícil, você teria. para
trabalhar para sua marca da passagem e você realmente aprender algo também. "Harry teve que parar de si mesmo,
ele podia sentir o churn familiar de aborrecimento dentro dele com a forma como foi atrás de Hogwarts com os seus
métodos de ensino.
Hermione estava olhando para Harry com um olhar estranho em seu rosto. Ela saiu de seu torpor e corou, olhando
para baixo e mordendo o lábio.
"Eu me pergunto o que vamos aprender, se qualquer coisa, desde a velha bruxa." Ron disse que ele tomou outro gole
de cerveja amanteigada.
"Você vai ter sorte se você aprender a tirar sua varinha para fora de seu saco em sua classe." Harry disse. "Eu estou
dizendo a você, se algum dia você encontrar Voldemort ou seus Comensais da Morte, esse pequeno truque de obter a
sua varinha para fora virá a calhar, na real."
Harry não demorou nas expressões aterrorizados dos dois grifinórios diantes dele. Ele bebeu o resto de sua bebida,
ficando de pé. "Então, você quer me mostrar em torno de sua Hogsmeade ou o quê?"
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Era tarde da noite e os três da Grifinória foram os únicos que ficaram na sala comum. Harry estava louco para ir embora
agora, ele tinha passado o dia inteiro com o par e, embora ele tenha gostado de partes do dia, ao ouvir sobre os seus
homólogos aventuras e aprender fatos mais interessantes sobre ele, Harry agora estava ansiando por sua solidão.
"Eu estou bem atrás de você Harry. Eu estou despedaçado". Ron disse levantando-se e esticando suas longas pernas.
Os meninos se viraram para a escada e estavam prestes a subir os degraus quando Hermione chamou atrás deles.
"Harry, espera."
Harry olhou para Rony que olhou para Hermione com a confusão.
Os meninos voltaram e sentaram-se. Hermione parecia nervosa e ela manteve o olhar de Harry enquanto falava.
"Eu estive pensando, desde a nossa conversa no Três Vassouras", ela olhou para baixo, seu rosto mostrando seu
nervosismo. "Eu acho que você está certo."
"Quem, cerca de Você-Sabe-Quem e por não estarmos preparados para enfrentá-lo." Sua voz tremia enquanto falava
sobre Voldemort e Ron soltou um pequeno gemido.
"Me desculpe se eu me apavorei vocês," Harry começou. "Eu estava apenas dizendo-lhe como é."
"Não, não, não. Não estou apavorada, bem, bem, eu estou, mas não é isso que eu queria falar." Ela respirou fundo,
como ele trancou seu olhar com Harry. "Eu acho que temos que cuidar de nós mesmos. O Ministério está nos
paralisando enviando essa mulher para supostamente nos ensinar. A escola não pode fazer nada sobre ela e seu
status como o Alto Inquisidor só irá causar mais sofrimento."
"O que você está falando, Hermione?" Ron perguntou olhando para ela com grandes olhos azuis.
"Eu acho que nós devemos aprender de Defesa contra as Artes das Trevas por nós mesmos." Hermione disse
mantendo os olhos em Harry.
"Sério? Você sabe?" Hermione perguntou soando muito aliviado. Ela olhou para Ron para sua aprovação.
"Sim, eu quero dizer que eu não sei o quanto eu posso empenhar, o que com o resto das minhas aulas e meus
deveres Prefeito, comer e dormir, mas o tempo que eu tenho de sobra eu poderia olhar para cima feitiços e outras
coisas." Ron colocar em tristeza.
"Você não entendeu muito bem. Veja, não podemos aprender de Defesa contra as Artes das Trevas assim. Ela precisa
de uma rotina adequada, com lições adequadas e um professor adequado." Seus olhos caíram sobre Harry e ela
balançou a cabeça para ele.
"Oh, não, não, não, o inferno não!" Harry disse que ele levantou-se a seus pés.
"Harry, por favor aguarde. Pelo menos me ouça." Hermione também ficou de pé.
"Eu não preciso. Eu sei o que você vai dizer, mas deixe-me lhe poupar algum tempo e esforço. A resposta é não, você
teria melhor chance de ter uma bola de neve no inferno." Harry respondeu.
"Mas, Harry você é o único que assinalou o quanto o perigo que estamos todos com não aprender a nos defender.
Temos que fazer alguma coisa sobre isso, nós temos que aprender a defender-nos e se o nosso Professor não quer
ensinar-nos, então temos que arranjar alguém que o faça. "
"Esqueça isso, eu não vou ensinar nada a ninguém." Harry atirou de volta.
"Mas por quê? Você sabe que toda esta magia avançada. Você é forte e você estive em situações que chamaram para
você se defender. Você poderia nos ajudar muito, mostrando-nos o que você sabe." Hermione disse.
"O que eu sei é de dez maneiras de matar você onde você está!" Harry rosnou para ela. Hermione ficou em silêncio,
Ron mudou nervosamente ao lado dele. "Isso é o que eu sei, Hermione. Eu sei mágica, mas é magia negra, mágica
que você iria ficar jogado em Azkaban para apenas mencionar. É isso que você quer?" ele perguntou.
Hermione conseguiu engolir o medo que estava pressionando sobre ela e ela balançou a cabeça.
"Você pode, mas você não vai." Hermione sussurrou novamente, mas desta vez ela encontrou os olhos de Harry
enquanto falava.
"Tudo bem, essa é a maneira que é, então. Eu não quero ajudá-lo." Harry reiterou.
Silêncio tocou na sala enquanto os três se olharam. Hermione olhou para o chão antes de levantar o olhar.
"Ok, eu sinto muito em ter mencionado isso. Eu apenas pensei que você pode querer ... não importa. Boa noite, Harry,
noite, Ron." Ela passou por os meninos e saiu, seus passos ecoando no quarto.
"É tarde, é melhor irmos para o nosso dormitório." Ele subiu as escadas, sem olhar para trás.
Harry soltou um suspiro antes de virar e ir para cima também, limpando a mente da discussão que teve com
Hermione.
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*Chapter 21*: Chapter 21
Capítulo Vinte e Um
AU Mundial
Harry piscou para James, o pânico crescendo rapidamente dentro dele, o que torna difícil para ele respirar. Ele viu
James se levantar e caminhar lentamente em direção a ele. Damien ao lado dele se mexeu desconfortavelmente.
Harry não desviou o olhar, quando o olhar de James encontrou o dele. Ele parecia realmente chateado.
James desviou o olhar antes de Harry. Para os primeiros momentos ninguém falou então James soltou um suspiro e sua
mão foi descansar no ombro de Harry.
Harry piscou de volta para ele. Ele se virou para olhar para Damien, levando-o a falar.
"Eu já disse tudo para o pai, Harry." Damien disse em uma voz calma.
O coração de Harry saltou dolorosamente em seu peito, tudo? Damien tinha dito a seu pai tudo? Harry engoliu em
seco, sem se atrever a olhar para o homem agora, por medo de rejeição de ver em seus olhos.
"A bruxa que disse a você sobre o feitiço de memória. Eu disse a meu pai sobre ela." Damien disse calmamente.
Harry percebeu o que estava acontecendo. Damien não tinha dito a verdade ao seu pai; mais uma vez ele tinha vindo
com algum tipo de mentira.
"Eu pensei que você me conhecia melhor." James disse, sua voz cheia de tristeza.
Harry olhou para ele, em seguida, observando a empatia nos olhos de seu pai. Harry não disse nada, mas segurou o
olhar de seu pai.
"Harry, eu sei como você se sente em perder essas memórias," James começou com um suspiro, aumentando o aperto
sobre o seu ombro. "Mas uma vez que a mente de alguém tinha sido oblivinada, é isso, essas memórias que são
apagados pelo feitiço não podem mais ser recuperadas, não por uma mágica ou uma poção ou por qualquer outro meio.
Você sabe disso, eu sei que você sabe." Ele disse que uma nota de desespero em sua voz agora.
Harry abaixou a cabeça novamente, tentando processar esta nova peça de informação. Memórias de Harry tinham sido
tiradas dele, ele havia sido oblivinado. Ele sentiu sua cabeça girar, tinha tudo o que já deu certo para o seu homólogo?
"Pai, eu acho que Harry teve o suficiente." Damien interrompeu um passo à frente. "Eu acho que o sermão pode
esperar até amanhã."
"E eu acho que é melhor você ficar de fora dessa, você está em apuros o suficiente como já esta." James disse-lhe
com firmeza.
Harry olhou de soslaio para Damien para vê-lo fazer uma careta.
"Eu te disse, eu só descobri o que Harry estava fazendo alguns minutos antes de ele entrar na penseira." Damien
oferecido.
"Você sabia que uma mulher vendeu Harry um feitiço que traria de volta as lembranças oblivinadas. Você sabia que ele
estava tentando fazer isso em sua penseira. Você deveria ter vindo direto para mim ou para a sua mãe." James disse,
claramente irritado. "Merlin sabe que feitiço era esse e o que ele poderia ter acontecido..." Ele parou, de repente,
voltando-se para Harry com um olhar preocupado. "Funcionou?" ele perguntou em voz baixa. "Você se lembra de algo?"
"Não, isso não funcionou." Harry disse, sua voz soar oco e vazio para seus próprios ouvidos.
James olhou para Harry com ainda mais simpatia agora, ouvindo como sua voz soava quebrada.
"O feitiço foi esse que essa Selena lhe deu?" James perguntou, raiva evidente em sua voz.
Damien abriu a boca para responder, mas Harry foi mais rápido.
"Isso não importa. Não deu certo. Eu não me lembro de nada das minhas memórias esquecidas. Não vamos fazer
uma grande coisa sobre isso, ok?" Harry falou cansado.
"Mas, Harry..."
"Pai, por favor," Harry cortou ele. "Eu só quero esquecer este dia aconteceu. Por favor, só esquece."
James olhou para Harry por longos minutos. Por fim, ele acenou com a cabeça, com alguma relutância.
"Tudo bem, mas eu não quero que você nunca se arrisque usando um feitiço desconhecido novamente. Você não sabe o
tamanho do risco que você correu." A fúria estava de volta agora e Harry entendeu por que ele parecia tão irritado quando
ele tinha acabado de voltar da penseira. "Há muitas pessoas que querem chegar até você, Harry. Você não pode colocar-
se em risco ..."
James não disse mais e acenou com a cabeça uma vez para Harry.
"Eu entendo", disse James quando ele abriu a porta. Ele olhou para Damien, mas ele acenou para Harry apontando que
ele iria ficar com ele. James acenou de volta. "Eu sinto muito", disse ele de repente para Harry. "Eu posso imaginar o
quanto você queria que o feitiço funcionasse". James disse.
Harry acenou com a cabeça de novo, sem saber o que dizer sobre isso.
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James saiu, deixando apenas Harry e Damien no quarto. Ambos os meninos soltou um profundo suspiro de alívio.
Damien virou-se para olhar para Harry.
Harry abriu a boca, mas as palavras não saíam. Ele percebeu que Damien estava olhando para ele e ele sabia que
provavelmente parecia uma bagunça. Ele chorou, ficou doente, gritou e gritou. Ele provavelmente parecia que ele tinha
sido através do inferno e volta. É uma sensação de que era verdadeira tudo o que ele havia visto e sentido quando
estava na penseira, ele indo ao inferno.
Harry acenou com a cabeça, não tenho certeza se o que ele estava tentando gesto. Damien virou-se para a penseira e
tocou-a com sua varinha. Ele encolheu e transformado num anel novamente. Damien pegou e virou-se para Harry.
"Há algo mais que você precisa ver? Você pode levá-lo, se quiser. Quando estiver satisfeito, você pode devolvê-lo para
mim."
Harry pegou o anel e colocou-o. Ele sentiu sua cabeça girar novamente e ele quase não conseguiu chegar ao assento e
cai nele.
"Aqui," Damien colocado um prato de sanduíches ao lado dele. "Você não comeu nada o dia todo." Ele parecia um
pouco envergonhado, que Harry não conseguia entender. Damien não era responsável por ele ficar sem comer. Harry
realmente tinha esquecido tudo sobre comer. Observando as memórias horríveis e vendo como sua vida tinha sido neste
mundo novo, Harry tinha ficado completamente inconsciente de seu estômago roncar.
Ele não tinha muita vontade de comer agora. Ele sentou-se em silêncio, Damien lançou pequenos olhares para ele.
Longos minutos se passaram, mas nenhum dos dois falou. Hesitante, Damien começou a conversa.
"Eu disse a Harry, sobre o que aconteceu. Ele disse que, se você queria falar com ele, você pode."
Harry olhou para Damien e o viu oferecendo o telefone para ele. Ele balançou a cabeça, o que ele deveria dizer a Harry?
Nada do que ele poderia dizer iria significar alguma coisa.
"Ok, se você mudar de ideia, é só me avisar." Damien guardou o telefone. Eles ficaram em silêncio novamente. Desta
vez foi Harry quem quebrou.
"Do que o pai estava falando?" Harry perguntou em voz baixa. " Sobre, sobre as memórias de Harry. Quem o oblivinou?"
"Voldemort". Damien respondeu. "Harry descobriu que quando ele estava crescendo, ele havia sido oblivinado por
Voldemort muitas vezes. Se Harry já aprendia alguma coisa que Voldemort não gostava, ele oblivinava o Harry."
"Peter?"
"Como é que, quando foi que Harry falou com Peter?" Harry perguntou espantado.
"Você vai acreditar em mim agora? Você não tem medo eu vou mentir para você de novo?"
Harry não respondeu de imediato, ele pensou sobre isso e percebi que ele ainda confiava no menino, mesmo depois de
todas as mentiras que ele lhe dissera.
"De alguma forma, eu não acho que você vai mentir para mim agora." Harry disse calmamente.
Damien pareceu aliviado. Ele deixou um pequeno sorriso em seu rosto quando ele acenou com a cabeça.
"Eu juro, não há mais mentiras. Eu não gosto de mentir para você, mas eu tinha que, você entende agora por que, né?"
ele perguntou incerto.
Harry sentiu a garganta apertar novamente com a lembrança do que ele tinha visto. Ele acenou com a cabeça de novo,
soltando o olhar de Damien.
"O que você viu? Que lembranças você viu?" Damien perguntou, inclinando-se para mais perto dele.
Harry fechou os olhos como as imagens das memórias passou diante de nós.
"Sua infância, ele fugindo, conhecê-lo ..." Harry balançou a cabeça antes de enterrar seu rosto em suas mãos. "Eu
ainda não posso acreditar nisso. Eu não posso acreditar que isso aconteceu, o que ele fez para Harry, como ele o
enganou ...!"
"Eu sei, ele usou Harry, ele o fez acreditar que seus pais o odiava e queria machucá-lo. Ele quebrou Harry, só assim ele
poderia reconstruí-lo e moldá-lo em um seguidor obediente." Damien disse com clara raiva em sua voz.
"Eu ... eu vi o que ele fez ... com o pai." Harry disse depois de uma breve pausa. "Ele quase o matou." Harry sussurrou.
O rosto de Damien perdeu a sua cor; ele parecia prestes a ficar doente.
"Você viu isso?" ele perguntou, lembrando que dia terrível em dezembro, quando seu pai tinha sido jogado de um
penhasco por Harry.
"Ele queria matá-lo," Harry continuou. "Ele estava lutando com ele e tentando fugir, mas ele queria machucá-lo, matá-lo.
Eu podia sentir isso, Damien. Eu podia sentir tudo Harry sentiu naquele momento. Ele realmente queria matar o pai. Ele o
odiava tanto... "
"Eu tentei bloquear esse dia. Eu me fiz acreditar que isso nunca aconteceu." explicou Damien. "Se eu pensar sobre
isso, eu...", ele balançou a cabeça e esfregou o rosto cansado. "Eu vou dirigir-me louco. Fico imaginando o que teria
acontecido se o tio Sirius nunca tivesse chegado a ele, se ele não o tivesse salvou." Damien sussurrou as últimas
palavras.
Harry lembrou-se o grito de seu padrinho e ao som de seus passos correndo para ajudar o amigo.
"Graças a Sirius, papai sobreviveu. Ele conseguiu chegar ao hospital em tempo para eles para parar o sangramento."
Harry refletiu.
"Na verdade, o tio Sirius trouxe o pai de volta para Hogwarts." Ele disse, lembrando que dia muito bem.
"O que ?! Mas por quê? Ele deveria ter levado a St Mungos! Essa lâmina quase tinha cortado a garganta completa do
pai! Ele deveria ter sido levado para St Mungos de uma só vez." Harry gritou.
"Harry, o que você está falando?!" Damien perguntou agora completamente confuso.
"Papai foi atacado por Harry. Ele jogou uma lâmina ou algo assim para ele. Ele tinha acertado o pai aqui", Harry disse
apontando para o lado de seu pescoço. "A última coisa que eu vi foi o pai em colapso no chão, como o seu sangue
correu suas mãos e roupas!" Harry disse, com lágrimas ameaçando transbordar com a lembrança.
"Isso foi o Harry?" ele perguntou em um sussurro. "Harry ... Harry fez isso com ele?"
Damien balançou a cabeça, seu rosto tinha perdido a sua cor e Harry estava certo de que o menino foi ou vai passar
em breve ou ser violentamente doente.
"Lembro-me, vendo o pai no hospital. Eu me lembro de visitá-lo. Sua lesão," a mão de Damien involuntariamente viajou
até o pescoço ", era profundo e demorou para curar. Eu sei que ele foi atacado, mas eu ... Eu não sabia que Harry que
tinha ... "Damien parou.
Harry sentiu uma onda de compaixão pelo menino. Ele podia ver o quanto esta revelação o tinha ferido.
"Sinto muito." Harry disse, não tenho certeza por que ele estava se desculpando, mas sentiu a coisa certa a fazer. Harry
virou-se para Damien depois de uma pausa. "O que você estava falando, então? Se você não sabia que Harry tinha
atacado o pai, o que você estava falando quando disse Sirius o salvou?"
"Parece que o Harry tentou matar o pai mais de uma vez." Ele disse miseravelmente.
Harry ouviu Damien enquanto recordava o dia Harry tinha enganado James e levou-o para o ponto isolado em
Hogsmeade e ele tinha machucado antes de jogá-lo fora do penhasco.
"... Por sorte, o tio Sirius conseguiu chegar a tempo e parou de queda do pai, antes de ele bater nas rochas. Ele salvou
sua vida." Damien terminado.
Harry sentou-se ainda, com as mãos cruzadas bem juntos, mandíbula apertada duro. Ele sabia que não era culpa de
Harry, ele estava apenas vingar as atrocidades feitas a ele quando era uma criança, mas era muito difícil não colocar a
culpa nele. James era inocente. Ele tinha sofrido por nenhuma razão em tudo.
"Como pode o pai ficar bem com ele?" Harry perguntou, por fim. "Harry tentou matá-lo, duas vezes! Como pai pode
perdoá-lo?"
"Porque ele sabe que Harry foi enganado. Ele sabe que Harry nunca iria machucá-lo se ele soubesse a verdade."
Damien explicou. "Além disso, o pai nunca iria culpar Harry. Harry já se culpa o suficiente por si mesmo." Ele
acrescentou tristemente.
Harry de repente percebeu que era mais provável verdade. Seu colega foi obrigado a se sentir culpado por tentar matar o
homem que nada mais fez do que amá-lo. As peças do quebra-cabeça que era do seu colega começaram a se encaixar
no lugar e Harry finalmente começou a entender esse outro Harry.
"É por isso que ele luta com o pai." Harry disse em voz baixa. "Ele se sente culpado, mas o pai o trata apenas como se
fosse normal e isso o frustra."
"Sim, eu acho. Pense nisso, se o pai estivesse discutido com Harry, gritado com ele, o culpado por ameaçar sua vida,
Harry teria se sentido punido e ele poderiam recomeçar a remendar a relação. Mas se o que você está dizendo está
certo, e meu pai nunca colocou a culpa nele, em seguida, Harry sente-se culpado, mas não tem jeito de fazer-se para
ele. Ele não pode superar isso, porque ele sente que não foi punido por isso." Harry terminou.
"Eu acho que Harry foi punido o suficiente." Damien foi rápido para retrucar.
"Eu nunca disse que ele merecia ser punido. Só estou dizendo o que eu acho que ele sente. Eu sei que eu me sentiria
assim." Harry disse em um sussurro baixo.
"É muito tarde agora, você teve um dia muito longo, todos nós tivemos na verdade. Eu acho que o resto deve ser
deixado para amanhã."
Harry concordou e se levantou seus membros se sentindo estranhamente esticado e dolorido, como se ele não
tivesse usado seus músculos em dias. Ele havia chegado à porta antes de Damien falou.
"Harry, você não vai para o Dumbledore, você vai?" ele perguntou nervosamente.
"Não", Damien olhou profundamente aliviado. "Mas eu ainda não entendo por que Harry não confia nele. Dumbledore
nunca machucaria Harry."
"Espere até você ver todas as suas memórias." Disse abrindo a porta.
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Um pop suave ecoou na noite. O assistente que tinha acabado de aparatado puxou sua capa firmemente em torno de si
mesmo. Ele caminhou em direção a magnífica mansão em frente a ele, tomando cuidado para não escorregar na geada
cobriu a terra. Seus passos ecoavam alto quando o homem chegou à porta.
Ele ficou na frente da porta principal e hesitou por um momento antes de bater duas vezes. A porta foi respondida
rapidamente; o encantamento murmurou para revelar que estava visitando foi ouvido momentaneamente antes de a
porta se abriu.
O homem de cabelos loiros segurou a porta aberta, seus olhos cinzentos se estreitaram em sua visita tardia já de noite.
Sua máscara de indiferença escorregou e sua surpresa era visível por alguns segundos antes de a máscara ser
substituído.
Lucius sorriu, mas mudou de lado para deixar o homem entrar. James correu para dentro, tremendo de frio. A porta se
fechou com um clique suave e Lúcio levar o visitante inesperado para o grande salão.
James olhou ao redor da sala impressionante, desocupado, tomando nota de quanto maior o lugar foi comparado ao
Potter Manor.
"Você pode ter um assento, Potter." Lucius falou lentamente quando ele se sentou na cadeira ao lado do fogo
morrendo.
James sentou-se, sentindo-se muito desconfortável. Nunca em sua vida ele pensava que viria a Mansão Malfoy por sua
livre e espontânea vontade.
O silêncio se seguiu entre os dois homens. O ex Auror mexeu desconfortavelmente enquanto o ex Comensal da Morte
assisti-lo tranquilamente, sem emoção visível em seu rosto.
"Sim, eu acho que é muito tarde." Ele ponderou. Lucius não respondeu. James mudou de novo e, em seguida, olhou
para cima para atender questionamento olhar do homem. "Você provavelmente está se perguntando por que eu estou
aqui." James começou.
James respirou fundo, tomar a decisão de vir apenas para fora e dizê-lo.
"Eu preciso ... eu preciso de sua ajuda." James cerrou com dificuldade.
Lucius riu e pegou seu copo meio cheio e rodou o líquido âmbar ao redor.
"Hora, hora, o famoso James Potter precisa da minha ajuda?" Ele bebeu o copo e olhou presunçosamente para
James. "Por que você acha que eu iria ajudá-lo?"
"Correção, você nunca me ajudou e nem o seu vira-lata! Se alguém me ajudou foi Harry." Lúcio cortou.
"Eu não sei." James admitiu com um suspiro. "Mas ele está agindo muito estranho ultimamente."
"É por isso que você veio para mim? Porque o seu filho está agindo de forma estranha?" Lucius olhou para James
presunçosamente. "Como você poderia saber se Harry estava agindo de forma estranha? Você nem sequer o conheço
bem o suficiente para chegar a tal conclusão?" Ciente de que suas palavras tinham atingido um nervo, ele acrescentou
com uma risada, "Eu nunca pensei que chegaria o dia em que você viria a mim para ajudar os ricos e poderosos
James Potter pedindo ajuda;. Devo dizer, isto é ... confortante . "
James fechou os olhos, com os punhos cerrados duro e apertado. Ele soltou uma respiração lenta. "Harry, eu estou
fazendo isso por Harry' foi o mantra que ele repetia para si mesmo.
"Você é a única pessoa que pode me ajudar." James cerrar com dificuldade.
Lucius soltou outra risada e sentou-se em sua cadeira, olhando para o homem diante dele.
"É Mesmo?"
"Eu estou pedindo sua ajuda, não porque eu quero, mas porque você deve a Harry. Ele salvou sua vida, bem como o
seu filho."
Sorriso de Lucius caiu de seu rosto com a menção de Draco. Ele ainda estava sentado em sua cadeira.
"Seja qual for a dívida que eu tenho que Harry é o meu assunto pessoal. Ao contrário de você, eu conheço o Harry.
Minha relação com ele é ..." Lucius foi cortada abruptamente como James soltou um riso amargo súbita.
"Relacionamento? Que relação, Malfoy? Em que base se você construir esse relacionamento?" James perguntou, com os
olhos ardendo agora. Lucius ficou quieto, não oferecendo uma resposta.
James se inclinou em sua cadeira, com o rosto mais perto do formulário sentado de Lucius.
"Você tirou o meu filho." James disse em uma voz calma preenchido com ódio intenso. "Não pense por um segundo
que eu tenha esquecido ou que eu tenha dispensado o fato de que você machucou o meu menino."
O rosto pálido de Lúcio de repente perdeu mais de cor. Ele permaneceu em seu lugar, mas seus dedos estavam de
repente agarrando os braços da cadeira, os dedos cavando o material.
"Eu vi o que você fez", continuou James, "Eu vi como você machucá-lo, como você o tratou. Portanto, não fique sentado
ai se gabando que você tem um relacionamento mais próximo com meu filho quando você era o único que machucava
sem piedade. " James inclinou a cabeça para o lado, olhos castanhos ferozes alfinetando o outro homem para o seu
lugar. "Que idade ele tinha, Malfoy? Que idade o meu Harry tinha quando você começou a machucá-lo? Você gostou
disso? Será que quis bater o meu filho, machucá-lo, fazê-lo sangrar e, em seguida, voltar para casa para sua esposa e o
seu filho coloca-lo na cama com um beijo na testa? Será que isso não lhe passava pela a cabeça que tinha um garotinho
todo machucado e doente que tinha a mesma idade de seu filho? Será que isso nunca te incomodava? "
Lucius estava em um silêncio mortal, o seu sorriso de escárnio e máscara de indiferença tinha ido embora. Seu rosto e
olhos cinzentos estavam fixos em James, sem se atrever a deixar o rosto do homem. Lábios finos foram pressionados
firmemente juntos e seus dedos tinham quase cavou buracos nos braços.
"Não se iluda que por que você ainda está solto que eu não posso te machucar. A única razão de eu ter te deixado livre
é porque é isso que o Harry quer. É só por ele que eu me abstive de feri-lo . " Olhar gélido James 'vacilou quando ele
próxima falou, sua voz traindo a dor que sentia. "Não há muito que eu posso oferecer o meu filho, então eu não vou tirar o
que ele tem."
Lucius ficou sentada em silêncio, mesmo quando James tinha terminado. Finalmente, Lucius se levantou e caminhou até
a lareira. Ele estava diante do grande retrato de sua família, Narcisa sentado com Lúcio e Draco em pé de cada lado
dela.
"Eu vou fazer o que poder pelo o Harry." Ele disse que, de costas para James.
Lucius se virou para ele com o rosto ainda sem cor e seu orgulho de costume.
"Dê-lhe de volta o que lhe foi roubado." James disse com um olhar duro em seus olhos. "Dê de volta a Harry suas
memórias perdidas."
Rosto de Lúcio deu sua surpresa e descrença. Ele se recuperou quase que instantaneamente, mas sua voz ainda
balançou quando ele falou.
"Talvez não," James argumentou. "Você estava lá. Você era parte de seu círculo íntimo. A maior parte da vida de Harry
com Voldemort provavelmente foi passada na sua presencia. As memórias que Voldemort tomou de Harry, você era
provavelmente uma parte deles também. Harry foi oblivinado, mas você não foi. Você pode dar a Harry suas memórias. "
James explicou.
"Eu não acho que isso seja sábio." Ele começou. "Nada de bom virá de assistir essas memórias."
"Potter, confie em mim. É melhor para o Harry não lembrar dos ... eventos. Ele não vai se sentir melhor."
"Harry quer saber o que lhe foi tirado. Ele está tentando descobrir uma maneira de voltar suas memórias. Ele esta tão
incomodando, que ta começando a tomar medidas que o coloca em riscos para descobrir o que lhe foi tirado. Dê-lhe as
suas memórias e ele poderá ter algum tipo de paz. " James terminou.
Lucius abriu a boca para argumentar, mas depois mudou de idéia. Suspirou profundamente enquanto olhava para o
chão, pensando profundamente sobre isso. Finalmente, ele assentiu.
"Muito bem, eu vou falar com Narcisa. Ela tem muitas lembranças de Harry. Todos eles tinham sido removidos da
mente de Harry. Tanto de nós irá preparar as memórias. Dê-me alguns dias."
Isso era tudo que James precisava ouvir. Ele acenou com a cabeça uma vez e quase que imediatamente começou a se
mover em direção à porta. Seu propósito cumprido, ele não tinha outro motivo para permanecer com o homem.
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Harry acordou com uma série de golpes rápidos em sua porta. Ele abriu os olhos turvos e se esforçou para puxar-se para
fora de sua cama quente e confortável. Ele rapidamente cruzou o comprimento de seu quarto e abriu a porta para
encontrar o cabelo vermelho de uma menina de 17 anos de idade em pé diante dele, Damien pé ao lado dela.
"Está tudo bem. Que horas são?" Harry perguntou, dando um passo para o lado para deixá-los entrar.
"É meio-dia." Damien o informou. "Saltamos o almoço para vir vê-lo, para se certificar de que você estava você sabe,
bem?"
"É serio!? Já é meio-dia?!" ele passou a mão pelos seus cabelos bagunçados. "Eu não posso acreditar que perdi a
hora."
"Está tudo bem. Ontem foi ... um grande dia. Muita coisa aconteceu, você estava obviamente abalado." Ginny consolou.
Harry podia sentir um rubor formando com suas palavras. Ele realmente agiu de forma horrivel ontem. Ele recuou de
vergonha com a forma que ele tinha falado na frente de todos eles. Ginny pegou sobre isso e deu-lhe um sorriso
caloroso.
"Como você está agora?" ela perguntou, sentando-se no pé de sua cama, Damien sentou-se ao lado dela.
"Melhor, eu acho."
"Mamãe e papai provavelmente vai querer falar com você mais tarde hoje." Damien o informou.
Harry acenou com a cabeça.
"Sim, eu sei."
"Por que você não se mudou. Nós vamos almoçar juntos. Você não comeu nada desde ontem." Gina sugeriu.
"Sim, eu estava indo para ir de volta para a penseira." Ele disse calmamente.
Harry pegou suas roupas antes de ir para a casa de banho. Ginny e Damien levantaram-se, assim, com a intenção de
espera do lado de fora por ele. Antes de qualquer um deles poderia sair da sala, um pequeno assovio foi ouvido,
acompanhada do bater de asas. Damien se virou para ver uma coruja mergulhando para dentro do quarto pela janela
aberta. Ele sentou-se na mesa de Harry, seus olhos cor de âmbar digitalizar os três ocupantes do quarto. Damien
figurado foi entregar uma carta, mas ele não conseguia ver nada ligado a perna da coruja.
Harry caminhou até a coruja e estendeu o braço. A coruja pulou em seu braço, suas garras segurou firmemente em torno
do braço de Harry. Damien olhou para o pássaro. Tinha penas brancas e azuis, grandes olhos cor de âmbar e um
pequeno bico afiado. Suas penas suaves brilhavam à luz do sol; o azul foi de uma intensidade cintilante. Foi uma coisa
muito bonitinha. Ele estava olhando para Ginny e Damien, inclinando a cabeça para o lado.
Harry se aproximou de Damien e estendeu o braço com a pequena coruja empoleirada sobre ele. Damien olhou para a
coruja antes de olhar para Harry. O menino de cabelo bagunçado sorriu timidamente para ele.
Damien olhou para a pequena coruja, olhos castanhos arregalados de surpresa. A coruja era para ele, era o seu
presente de aniversário de Harry.
"Eu sinto muito. Eu deixá-la sair para ir caçar um pouco antes da festa. Eu estava pensando em dar-lhe a você após a
festa, mas ..." Harry parou de falar, olhando muito envergonhado.
"Está tudo bem. Eu não estava esperando nada de você, especialmente, não algo como isto." Damien disse apontando
para o pássaro fascinante empoleirado no braço de Harry. "Isto é ... wow. Você realmente não precisava, Harry." Damien
disse com um sorriso.
Cuidadosamente, Harry guiou o pássaro no braço de Damien. A coruja pulou de Harry para Damien feliz, olhando para
Damien, seus grandes olhos cor de âmbar piscando para ele. Ela manteve inclinando a cabeça para os lados, fazendo
parecer que ela estava estudando Damien.
Damien sentiu um pouco estranho que prende o pássaro. Seu braço estava curvado e segurou com firmeza com o
pássaro pousado sobre ela. Ele tinha lidado com corujas antes, receber a carta ímpar de Remus ou Sirius, durante sua
estadia em Hogwarts, mas ele nunca tinha realizado uma coruja antes. Mas mesmo assim, ele descobriu que gostava de
o peso confortável em seu braço eo pássaro foi possivelmente a coruja a mais bonito que tinha visto. Suas penas
brancas e azuis deu-lhe um olhar interessante. Ele riu da maneira como a coruja estava estudando-o. Delicadamente, e
um pouco hesitante, ele levantou a mão e com a parte traseira de seus dedos, ele acariciou sua barriga, sorrindo
enquanto ela soltou um assovio apreciativo.
"O nome dela é Neelam." Harry forneceu, sorrindo com a visão de que a coruja e seu proprietário.
"O nome ou a coruja?" Gina perguntou, estendendo a mão para acariciar a cabeça da ave.
"As Duas." Damien sorriu. Ele virou-se para Harry. "Obrigado, Harry." Ele disse com sincera gratidão.
Harry abriu um largo sorriso, aliviado Damien gostava de seu presente, afinal.
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"Você fez o quê?" Sirius perguntou, esquecendo a metade biscoito comido na mão.
"Eu ouvi da primeira vez!" Sirius retrucou. "Você foi ver Malfoy !? Você completamente perdido?"
"Eu sabia que ele era o único que poderia me ajudar." James explicou.
"Eu precisei."
"Você perdi-o para o Malfoy ajudá-lo?" ele perguntou. Seu lábio superior com desprezo. "Eu aposto que bastardo
sardônico amou isso!" Cuspiu com raiva.
James não disse nada. Ele levantou a caneca e tomou um gole de chá quente.
Sirius bufou.
"Sim, mas a que preço? Malfoys não fazem nada para nada! Ele vai exigir algo de você, em troca, marque minhas
palavras!" Sirius fervia.
"Eu não me importo", James respondeu calmamente. "Eu não me importo com o que ele vai pedir. Eu vou dar-lhe tudo, se
ele pode dar a Harry a sua paz."
"É tão ruim assim?" ele perguntou, muito mais tranqüilo agora.
"Você não viu como ele estava quando ele saiu daquele penseira." James respondeu. "Eu nunca o vi tão ... quebrado."
James encontrou Sirius "olhar preocupado. "Ele parecia tão perdido, tão ... confuso. Sirius, eu não posso vê-lo assim.
Quero o meu filho de volta do jeito que ele costumava ser, a sua atitude, a sua confiança, eu quero tudo isso de volta."
"Eu pensei que você tivesse gostado das mudanças nele. Você disse que ele estava abrindo-lhe muito mais, gastando o
tempo com você e Lily." Sirius disse.
"Eu gostei, eu realmente amei Harry querer passar um tempo comigo e que ele vem até mim sem ser convidado em
primeiro lugar. Mas ele não está se abrindo para mim, se qualquer coisa que eu acho que ele está guardando segredos."
James passou a mão pelo cabelo, suspirando profundamente. "Eu sei que isso está incomodando, suas memórias
apagadas. Eu podia ver como ele estava derrotado quando ele saiu de sua penseira, depois de perceber que o feitiço
que ele foi dado não funcionou. Se Malfoy ajuda-lo a voltar até mesmo uma fração de suas memórias, em seguida, que
irá acalmá-lo e ele não vai se sentir tão perdido. "
Sirius ficou em silêncio por alguns minutos apenas observando seu amigo.
"Espero que as memórias de Malfoy façam o truque. Eu odiaria por seus esforços para ir para o lixo." Ele disse o que
significa cada palavra.
Canon Mundial
"Não estou feliz!" Harry reclamou, sentado em frente de Hermione, vestindo uma carranca.
"Eu sabia que algo estava acontecendo com você. Se você não nos ouvir e mudar seu comportamento, todo mundo vai
descobrir que você não é realmente o Harry." Hermione explicou.
"Você sabe o que eu quero dizer." Hermione disse, acenando com a mão.
"Mas por que Longbottom? Você não pode escolher outra pessoa?" Harry pediu com um gemido definitiva em sua voz.
"Eu já disse a você, Harry é um bom amigo de Neville. A maneira como você age com ele é muito suspeito. Comece a
ser mais agradável para ele, não ignorá-lo e falar com ele." Hermione aconselhou.
"Tudo bem! Mas como eu disse, eu não estou feliz com isso!"
Hermione sorriu.
Uma batida na porta chamou sua atenção e Hermione cruzou o comprimento da sala às pressas para atender a porta. O
choque de Ron de cabelo vermelho era claramente visível como Hermione abriu a porta. Hermione abriu a porta e deixe
sua amiga entrar.
"Eu pensei que vocês dois poderiam estar aqui." Ron disse enquanto ele caminhou até Harry. "Eu juro que essa sala de
requisição está começando a me fazer sentir como uma sala comum secundário." Ron riu.
"Eu prefiro essa, é muito mais vazia e muito mais tranqüila." Harry disse. Em seguida, olhando para os dois grifinórios,
acrescentou, "Bem, que costumava ser de qualquer maneira."
"A que horas você venho para cá?" Ron disse que ele puxou-se para fora de sua cadeira.
"Era muito cedo, não conseguia dormir." Harry disse. Ele estava tendo um daqueles dias em que vieram a cada dois
meses. As retiradas dolorosas de seu vício poção do sono iria bater-lhe com força por alguns dias, geralmente de cerca
de três anos, e que ele iria cair bastante doente e descobriu que não conseguia dormir muito bem. Harry estava tentando
o seu melhor para parecer normal, mas seu corpo estava começando a doer e a dor de cabeça que floresce por trás de
seus olhos estava indo para fazê-lo lançar em breve.
"Eu acordei no meu tempo normal, mas eu pensei que eu iria vir aqui e estudar antes de café da manhã. Eu percebi
que eu poderia usar a paz e tranquilidade. Quer dizer, eu ainda tenho que Charms papel para completar e eu pensei
que eu poderia cruzar o meu trabalho para Transfiguração com o Guia do Murdop Gilligan to ... "
"Pare, pare, Hermione. É muito cedo ainda." Ron disse, jogando as mãos no ar.
Harry seguiu os dois para fora da porta e caminhou lentamente até o Salão Principal. Ele enfiou as mãos nos bolsos das
vestes, encolhendo os ombros quando arrepios percorreram por meio dele. Ele fechou os olhos, desejando que a dor
diminuir e deixá-lo chegar a mesa da Grifinória. Ele odiava como essas retiradas afetaram. Ele sempre deixou sentindo
tão maldito fraco e doente.
Harry sentou-se e puxou uma placa em direção a ele, desejando que seu estômago vazio para parar de rolar. Ele tinha
que comer alguma coisa, mesmo que fossem apenas algumas mordidas.
Depois de um café da manhã desprezível de algumas colheres de mingau, Harry e os dois grifinórios partiu para sua
primeira aula do dia. Antes que pudessem andar em sua sala de aula, eles viram um grande grupo de estudantes
reunidos em torno da placa de aviso Main Hall. Quer saber o que havia sido postado sobre ele agora, o trio se
aproximou e se juntou ao grande grupo de estudantes afobado.
Harry leia o aviso silenciosamente para si mesmo, sentindo a raiva crescente irradiando a partir dos dois em seus
ambos os lados.
Todas as organizações estudantis, Sociedades, equipes, grupos e clubes passam a ser dissolvida. Uma organização,
Sociedade, Time, grupo ou clube é aqui definido como uma reunião regular de três ou mais alunos. A permissão para re-
forma pode ser pedida do Alto Inquisidor, Professor Umbridge.
Nenhuma organização estudantil, Society, time, grupo ou clube pode existir sem o conhecimento e aprovação do Alto
Inquisidor. Qualquer estudante que tenha sido formado, ou pertencer a, organização, Sociedade, equipe, grupo ou
clube que não tenha sido aprovado pela alta Inquisitor será expulso.
Alta Inquisitor
"Eu não posso acreditar nisso!" ela fervia todo o caminho de volta para sua sala de aula. "Ela não pode fazer isso! Ela
não pode se safar fazendo isso!"
"Ela está ganhando mais e mais controle com essas crescentes decretos educacionais!" cuspiu quando ele bateu sua
bolsa sobre a mesa. "Ela vai assumir toda a escola sangrenta se isso continuar!"
Harry não disse nada e sentou-se em sua cadeira. Ele não era realmente tudo o que incomodava, enquanto Umbridge o
deixou sozinho, ele estava feliz por ignorá-la também. Hermione olhou para ele e abriu a boca para dizer algo, mas, em
seguida, desligá-lo abruptamente novamente. Ela desviou o olhar de Harry, balançando a cabeça como se debatendo
sobre algo em sua cabeça.
Harry fechou os olhos e esfregaram os olhos, ele desejou que ele pudesse voltar para sua cama. Mas ele não podia. Ele
precisaria ir e ver Poppy se ele queria faltar às aulas e que não era uma boa idéia. Um exame de sangue para ver o que
estava errado com ele e Poppy iria descobrir sobre o vício.
Ele abriu os olhos com um suspiro e quase pulou em estado de choque. Angelina tinha apareceu de repente e estava a
apenas alguns centímetros de distância do rosto.
"Você sabe que, que, que a mulher, está incluindo Quadribol como parte do decreto?" Ela gritou de forma positiva.
"Eu não tinha percebido antes, mas agora eu já sei." Harry resmungou como sua voz estridente dirigimos à direita em
sua cabeça, piora a dor de cabeça.
"Temos que obter a permissão, permissão! Daquela mulher para reformar a nossa equipa da casa! Que injusto é
isso!" ela gemeu.
"Sim, injusto." Harry concordou, apenas para que a menina iria embora.
"Eu estou indo direto para McGonagall sobre isso! Não é on!" Angelina virou-se e saiu da porta.
Harry olhou para Rony e Hermione com um olhar confuso.
"Por que ela acabou de entrar aqui e gritar comigo?" ele perguntou.
"Ela não estava gritando com você. Ela estava gritando em torno de você." Ron explicou.
"Bem, não há de ser não gritar em qualquer lugar em torno de mim e especialmente para mim." Harry reclamou. "Só há
uma mulher que pode chegar perto e gritar comigo." Ele adicionou.
"Sua mãe?"
Harry não podia deixar de olhar para Ron. Ele abaixou a cabeça e sorriu.
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Não havia ninguém por perto. Cada aluno foi ocupado na classe, todos menos um. O garoto de cabelos loiros empurrou
os inúmeros itens antes dele enquanto procurava. Seus olhos cinzentos se estreitaram quando ele estudou as várias
coisas antes dele.
"Vamos lá, tem que estar aqui. Onde é que é!" ele sussurrou para si mesmo.
Ele tirou a capa da invisibilidade e por um momento seus olhos nublados com ganância.
"Então é verdade, Potter tem um desses." Ele pensou em voz alta. Ele dobrou o manto sobre e colocou-o ao lado dele,
com a intenção de levá-la com ele uma vez que ele estava acabado.
Ele empurrou os outros itens fora do caminho, murmurando maldições sob sua respiração.
"Sério, Potter, empinar seu tronco patético com mais lixo por que não fazê-lo!" ele assobiou.
Por fim, ele veio em frente o que ele estava procurando. Com uma pausa hesitante ele ergueu o pedaço de
pergaminho e olhou para ele com olhos grandes.
"Oh, meu Deus! É verdade!" Ele sussurrou enquanto olhava para o esboço de A Bússola de Ouro.
Ele aproximadamente estalou o tronco fechado e empurrou-o de volta para debaixo da cama. Ele colocou o esboço de A
Bússola de Ouro em suas vestes e pegou a capa de invisibilidade em suas mãos. Ele levantou-se e virou-se para sair,
mas parou de repente ao ver diante de si.
Os olhos verdes estavam fixos nele, uma expressão ainda aterrorizante calma no rosto bonito. Draco engoliu em seco e
deu um passo para trás quando viu Harry parado na porta, inclinando-se casualmente contra o quadro.
"Bem, eu sei porque estou aqui. Visto que este é o meu dormitório, mas a questão é, por que está aqui?" Harry
perguntou, sua voz leve e brincalhão.
Draco não respondeu. Os olhos de Harry caíram sobre o manto e ele olhou de volta para o Slytherin.
"Tut Tut, Draco, roubar e ainda mais de um Potter. O que diria seu pai?" ele provocou.
Harry se levantou e caminhou mais para dentro. A porta se fechou atrás de Harry e o alto clique disse a Draco que
agora estava trancada.
"Todo mundo sabe quem eu sou." Harry disse com um sorriso. "O que te faz tão especial?"
"Eu sei quem você realmente é. De onde você veio!" Draco disse significativamente. "Eu sei que você não é deste mundo
de Harry Potter. Eu sei que você vem de um universo alternativo." Ele sorriu para Harry. "Eu sei tudo sobre você."
Draco balançou a cabeça e tirou o esboço Harry tinha meticulosamente feita para executar o feitiço de localização. Ele
estendeu-a na frente de Harry.
"Eu sei o que é isso", disse Draco com um olhar presunçoso. Harry não parecia perturbado em tudo. Ele já tinha visto
Draco tomar o esboço de seu tronco. "Eu queria saber como Potter repente desenvolveu tanto corpo. E essa história
sobre uma poção desarrumada, não enganou ninguém!" Ele sorriu para ele.
"Você não é realmente qualificado para falar sobre o desenvolvimento, visto que você ainda tem muito que crescer."
Harry devolvido.
"Vamos, Potter. Eu não sou seu inimigo. Você poderia usar um amigo, especialmente em um mundo que você não
sabe nada sobre." Ele disse maliciosamente.
"Eu sei o suficiente sobre este mundo." Harry respondeu com um encolher de ombros.
Draco olhou para ele, perdido quanto ao que dizer agora. Ele colocou o esboço de volta no bolso e encontrou o olhar de
Harry.
"Tudo bem, se você não quer ter uma mão amiga, então que assim seja. Eu posso ver que não importa qual universo
voce pertence, Potters sempre acabam fazendo a escolha errada e batendo de volta ofertas que não devem. " Seus
olhos cinzentos se estreitaram para Harry.
"É o que nos torna especiais." Harry respondeu secamente. "Agora, por que você não parar com o absurdo e me diga
algo útil como, como você entrou no meu quarto, e como você sabia que esboço ia estar aqui. E Draco," Harry deu um
passo mais perto, seu verde olhos escurecendo instantaneamente, fazendo Draco suspiro de surpresa e medo. "Não me
esconda nada."
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Harry entrou no Salão Principal para almoçar, seu humor mais negro. Sentou-se ao lado de Ron e Hermione,
esfregando os olhos.
"Você está bem? Você quis ir ver Madame Pomfrey?" Hermione perguntou, preocupado com esta versão do seu amigo.
Harry acenou com a cabeça e, em seguida, deixou cair as mãos longe para que ele pudesse olhar para ela.
"Sim, ela me deu um frasco de alívio da dor e me disse para voltar para a aula." Ele disse.
"Mas você esteve fora toda a manhã, o que aconteceu?" Perguntou Ron.
"Eu não estava me sentindo como se eu pudesse sentar-se com classe. Quero dizer, eu já fiz isso antes. Eu terminei
com Hogwarts. Não é como se eu estou faltando alguma coisa importante, então eu pensei que eu iria voltar para o
meu dormitório, talvez ter um pouco de descanso. " Ele respondeu.
"Isso foi sensato. Eu tenho que dizer, você me assustou. Quando eu vi o seu sangramento nasal em sala de aula, eu
não sei o que aconteceu com você." Ela franziu a testa. "Você disse que este lhe acontece muitas vezes? Por que
isso?"
"Não é importante," Harry balançou a cabeça. Seu desejo de matar aula havia sido concedido quando o sangue
começou a escorrer do nariz, a dez minutos de palestra. Harry tinha esquecido o que aconteceu, por vezes, durante os
períodos de suas retiradas. Ele foi dispensado de classe e disse para ir para a ala hospitalar de uma só vez. Foi
depois de seu breve encontro com a enfermeira da escola que ele conheceu Draco em seu quarto, roubar as suas
posses. "Eu tenho que te contar uma coisa." Harry disse, baixando a voz para um sussurro. "Malfoy sabe."
Os olhos de Hermione se arregalaram e ela soltou um suspiro. A reação de Ron foi semelhante.
"Pelo que ele me disse, ele estava desconfiado sobre mim desde que eu fiz isso feitiço nele que o impossibilitou de falar."
Harry revirou os olhos como Hermione e Ron engasgaram novamente. "Que ambos irão parar de fazer isso!" ele virou-se
para eles. "Ele disse que descobriu a verdade sobre mim e usou uma desculpa para faltar aula para vir ao meu quarto e
procurar pistas."
"Ele estava no nosso dormitório ?! Como é que ele entrou?" Perguntou Ron.
"Ele ouviu que, graças ao seu amigo idiota que manteve verborragia a todos que ele não iria esquecer a senha agora
como era o mesmo que o seu pet planta!" Harry respondeu.
Hermione e Ron olharam para o Neville alheio, ocupado comer seu almoço.
"O esboço da bússola que eu usei para vir aqui." Harry respondeu. "Ele estava pensando em roubá-lo, juntamente com o
meu capa."
"Desculpe, eu não sei por que saiu." Ron se desculpou com um olhar envergonhado. Harry ignorou.
"Esta segura. Eu o peguei no ato e tomei de volta as minhas coisas." Harry terminou.
Harry fez uma pausa antes de responder, os dedos tocando a mesa suavemente.
"Não."
"O quê? Por que não ?! Ele vai explodir o seu disfarce!" Ron sussurrou enquanto silenciosamente que pôde.
"Eu sei, mas eu não posso Oblivinar ele." Harry respondeu, olhando para a tabela a equipe novamente.
"Olha, se há uma pessoa que eu posso dizer que eu sei melhor do que eu, é Draco." Harry disse. "Ele estava mentindo
para mim. Não há nenhuma maneira que ele veio à procura de que bússola, ele não poderia saber sobre isso. Ele estava
com medo de mim e que eu poderia fazer com ele, mas ele ainda mentiu para mim. E isso me diz uma coisa. Que ele esta
com ainda mais medo de alguém. Eu tenho uma boa idéia de quem deve ser esse alguém é e se eu estiver certo, então
isso significa que Draco está sendo usado para me espionar ".
Hermione e Ron tinha esquecido sua comida antes de eles e estavam olhando para Harry com expressões
assustadas.
"Harry, você está falando sobre ele?" Hermione perguntou, referindo-se, naturalmente, para Voldemort.
"Mas então você deve Oblivinado ele! Ele vai passar informações para ... para ele!" Ron disse em um sussurro urgente.
"Ele não tem nada a relatar. Estou bastante certo de que ele já sabe de onde eu vim. Ele não teria dito a Draco para
procurar a bússola ou algo a ver com isso, se ele não já suspeitam da verdade . " Harry disse. "Por enquanto, Draco não
tem nada de mim. Ele não sabe mais sobre mim. Nada que tenha qualquer substância real foi divulgado e eu vou mantê-
lo dessa maneira." Harry disse calmamente. "Se eu Oblivinar Draco ele vai me ganhar nada. É melhor para mim ter Draco
continuar este jogo, que ele acha que ele está ganhando."
Hermione e Ron foram ambos visivelmente preocupados.
"Harry, eu não sei, isso é muito perigoso." Hermione disse, mordendo o lábio.
"Confie em mim, Hermione. Se há uma coisa que eu sei como lidar é com ele." Harry respondeu.
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O quarto escuro cheirava a sangue e fogo. Gotículas de líquido carmesim manchava o chão de mármore, onde um
assistente estava sentado com os olhos fechados. Sua cobra como rosto estava torcido em concentração. Murmúrios
indecifráveis caíram de sua boca quando ele se sentou diante de um objeto de ouro.
Pálidos dedos longos tocou a superfície da cúpula de vidro ea rosa resmungando vaiou em volume. Magia estalou no ar
e chiou como o assistente falou palavras e encantamentos com fúria.
Não muito longe, Nagini estava enrolado com seus grandes olhos fixos em seu mestre. Ela sussurrou em sua língua
serpente junto com seu mestre. Os ecos dos dois se misturaram para ampliar o som.
De repente, os murmúrios parado, olhos vermelhos se abriram ao mesmo tempo. Lord Voldemort olhou para a bússola de
ouro deitado antes de sua forma de estar. Seus lábios se contraíram em um sorriso satisfeito quando viu a pairar, imagem
translúcida de outro compasso diretamente sobre o real. Os olhos dele nas diferentes configurações da imagem,
observando onde os cinco mãos estavam apontando e o que ponto os dois anéis foram fixados em.
"Perfeito", ele sussurrou em delírio quando Nagini deslizou até ele. Ele acariciá-la grande cabeça de réptil e sorriu um
sorriso aterrorizante.
"Perfeito"
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*Chapter 22*: Chapter 22
Capitulo 22
"Você não sabe da missa a metade." veio a resposta. "Ela vai assumir a escola logo pela aparência das coisas. Isso é o
que o seu irmão pensa de qualquer maneira."
Ginny rolou de costas, o telefone mantido em sua orelha. Ela estava deitada em sua cama, as cortinas puxadas em
torno dela para que ela pudesse ter sua privacidade e sigilo de falar com o namorado.
"Ron é uma pessoa preocupada lá também?" ela perguntou, com um sorriso nos lábios com a imagem mental de seu
irmão.
"Estou em uma dimensão diferente, Ginny, e não um planeta diferente." Harry respondeu. "É claro que ele é um
guerreiro."
Ginny riu com isso. Ela ouviu a voz de Harry, o que levou o conforto que podia partir dele. Ela sentia falta de Harry
terrivelmente, mas estava contente de pelo menos ela conseguir falar com ele.
"Qualquer idéia se essa mulher Umbridge existe neste mundo?" Gina perguntou.
"Só pensei que eu poderia localizá-la. Dê-lhe uns bons tapas, por tentar usar uma pena de sangue em você." Ela
disse, olhando para o teto.
Harry riu, fazendo com que o estômago de Ginny virar. Ela amava sua risada.
"Eu cuido dela, não se preocupe com isso. Além disso, você nem sequer sabia o que uma Pena de Sangue até que eu te
contar." Harry disse.
"Então? O que isso tem a ver com alguma coisa? Agora eu sei, não sei?" Gina perguntou.
Harry riu de novo e Gina imaginou Harry balançando levemente a cabeça do jeito que ele sempre fazia quando ele
estava se divertindo. Ela trouxe a imagem mental dele, olhando para ela com aquele brilho nos olhos, sorriso
brincalhão em seus lábios; Deus, como ela sentia falta dele.
"Harry, alguma idéia de quando você vai ser capaz de volta?" ela perguntou em voz baixa.
"Eu realmente sinto sua falta." Ginny disse, sua voz caiu para um sussurro agora. Seus olhos castanhos ainda estavam
fixos no teto, mas ela estava olhando o passado. "Eu não posso acreditar o quanto dói, ficar longe de você."
Houve uma pausa pequena novamente antes de a voz de Harry encheu seu ouvido.
"Eu vou voltar, em breve. Eu prometo." Ele repetiu. "Além disso, você não está sozinho. Você tem um Harry Potter ai."
Ginny podia ouvir o sorriso na voz. Ela sorriu também, rolando de volta para a sua frente.
Ginny riu.
"Se você quer jogar, vamos jogar Weasley." A voz de Harry estava pingando com malícia. "Eu estava pensando de
qualquer maneira, se eu sair com a Ginny aqui, não pode ser denominado como traição realmente ..."
"Harry!" Ginny sentou-se em sua cama. "Ela tem quatorze, você ladrão de berço!"
"A mesma idade que você tinha quando nos conhecemos." Harry respondeu.
"Não é difícil," Harry respondeu. "Ao contrário do que você pode pensar, eu não tive um monte de meninas que caia
para uma morte horrível do telhado."
Ginny sorriu.
"Não que eu não aprecie esta brincadeira divertida com você, mas eu realmente tenho que ir. Damien disse que eu
tinha que devolver o telefone para ele dentro de uma hora."
"Não é sobre mim, sobre nós. Ele disse que se empolgar e falar sem parar durante horas. Você pode acreditar nele?"
Gina perguntou.
Harry riu com isso. Ele acalmado e depois de uma pausa, ele perguntou.
"Como é que ele, Damien eu quero dizer? Ele está ... bem?" Harry perguntou, uma pitada de incerteza detectada em
sua voz.
"Ele está lidando, mas apenas um pouco. Mas eu realmente acho que ele está indo para desenvolver linhas de
preocupação que nunca vai se apagar. Ele está tão agitado, às vezes. Eu não me lembro da última vez que ele sorriu,
como um bom sorriso 'Damy'. Ele está tão preocupado com tudo, sobre você, sobre Harry, sobre sua mãe e meu pai
descobrir. " Ginny deixou escapar um suspiro. "Eu tento acalmá-lo, mas a verdade é eu que estou muito preocupada."
"Não é por muito tempo, eu vou trabalhar para fora uma maneira e eu vou estar de volta em breve. Eu vou fazer as
pazes com ele, e com você." Harry respondeu.
"Hmm, eu não sei. Eu sou muito difícil de agradar." Ela disse, brincando.
"Eu tenho certeza que vou descobrir uma maneira." Harry voltou e Ginny podia ouvir o sorriso em sua voz.
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Damien estava ocupado completando seu ensaio Transfiguração quando Ginny entrou na Sala Precisa. Ela jogou o
telefone para ele e Damien pegou.
"Tem certeza que levou o seu tempo doce", disse ele embolsando o telemóvel. "Há quanto tempo foi isso? Cerca de
duas horas?"
Damien balançou a cabeça e voltou seu olhar para o pergaminho em seu colo.
"Nada, exceto o fato de que quanto mais tempo você ficar no telefone, mais chances há de que você vai ser pego. Essas
coisas não são supostamente para trabalhar em Hogwarts." Damien disse batendo em seu bolso, que segurou o telefone.
"Eu teria ficado aqui e chamou-o, mas eu sabia que você iria tentar escutar." Ginny disse.
Gina fez uma careta para ele, mas não respondeu. Ela olhou ao redor da sala e notei que a penseira preto sentado na
mesa ao lado de Damien.
"Sim, ele esteve lá desde manhã. Ele entrou logo depois que ele falou com Ron e Hermione, o seu Ron e Hermione," ele
se corrigiu. "Eu acho que ele estava me sentindo um pouco de saudade depois de conversar com seus amigos no
telefone. Eu perguntei o que ele queria fazer, para tomar sua mente fora dela, mas ele disse que só queria ver mais
memórias."
Ginny olhou para a penseira e sentiu seu coração se contraem. Ela nunca tinha estado na penseira de Harry. Ela nunca
tinha visto nenhuma das suas memórias do passado e ela queria mantê-lo assim. Ela não podia suportar a ideia de ver a
dor de seu passado.
"Sim eu também."
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Harry tinha visto um monte de lembranças de Harry. Ele viu a captura de Harry pela Ordem, a sua curta estadia em 12 de
Grimmauld Place, que Harry aprendeu foi a casa de Sirius, bem como a sede da Ordem da Fênix. Ele viu Harry em
Hogwarts e percebi que uns montes de lembranças não foram colocadas na penseira já que ele só viu realmente
interações de Harry com Damien e muito poucos de seus pais. Ele não sabia por que seu pai estava lá com Harry, mas
deu certo, ele deve ter sido enviado para lá como guarda de Harry. Ele percebeu que Harry não teria colocado a cada
memória numa única no penseira, apenas lembranças que ele não queria que ninguém visse e os que lhe causaram dor.
Uma multidão de emoções correu por ele, além do fluxo de emoções que sentia do seu homólogo, enquanto observava o
tempo de Harry em Hogwarts. Ele assistiu em decepção como seus amigos, Ron e Hermione, Harry rejeitou claramente.
Nojo dele de Gina doer mais do que ele havia imaginado. Surpreendeu-lhe como Harry era tratado, especialmente na
presença de seus pais. Ele sentiu um choque horrível de dor e decepção como Moody machucar Harry com uma pulseira
de algum tipo enquanto no escritório do diretor. O auror estava no mesmo quarto que Dumbledore, James e Sirius e
nenhum deles parou quando ele acionou a pulseira e causou imensa dor para Harry. Ele podia ver o efeito da pulseira
tinha sobre Harry, além do fluxo involuntário de emoções a partir dele. Harry não sabia o que sentir sobre seu Diretor
naquele ponto. Ele nunca imaginou o tipo e diretor carinho para permitir tal ato a ser realizado em frente a ele. Ele nem
sequer quero pensar sobre seu pai e padrinho.
Harry assistia com admiração como Harry lutou um grupo de vampiros, ou Daywalkers como eles chamavam a si
mesmos, em Hogsmeade. Ele ficou surpreso com o quão bem Harry lutou com eles e como ele defendeu os quatro
que está perto da borda do telhado. Ron, Hermione, Ginny e Damien olharam assustado, mas ileso enquanto
observavam a batalha.
Os eventos após a batalha fez as entranhas de Harry queimar com ódio feroz. Ele não podia acreditar Moody atacou Harry
assim. Um adendo lhe disse que ele deveria saber, o auror foi rumores de ser paranóico e conhecido para amaldiçoar
primeiro, perguntar depois. Harry ligada a memória de uma das memórias de Rony. Lembrou-se de Ron na ala hospitalar
dizendo o diretor sobre o ataque e como Harry salvou. Então foi por isso que Harry estava tão ferido. Ele não era tanto os
vampiros que tinha lutado, mas o Auror Moody que o tinha ferido.
As memórias e continuou Harry, finalmente, viu por que os dois irmãos estavam tão perto. Damien era o único que parecia
preso por Harry. Durante todo o tempo de Harry em Hogwarts, Damien sempre esteve ao seu lado. Ele tinha
aparentemente abandonado seus amigos e ficou com Harry. Harry viu como o seu homólogo falando com Damien e o
tratado e se perguntou muitas vezes por que Damien colocar-se com ele. A resposta era simples; porque eles eram
irmãos de sangue. A teimosia de Damien valeu a pena e Harry começou a mostrar uma crescente compaixão para com
ele. Ele começou a cuidar do menino mais novo e ele mostrou pela genuína, se um tanto raro, sorriso que atravessou seu
rosto quando Damien estava com ele.
A alegria de Harry ao ver seu feliz homólogo foi de curta duração, quando a memória de Harry atacar James veio de
repente. Harry não podia ver; ele já tinha sido dito por Damien o que tinha acontecido e ele não tinha vontade de ver por
si mesmo como Harry quase matou seu pai. Ele só permitiu que os primeiros momentos da memória para começar antes
que ele parou com força. O pouco que ele viu foi o suficiente para assombrá-lo. Ele sentiu a onda de ódio e raiva e fúria
bater nele assim que a memória havia aparecido e ele sabia que esta era talvez o pior memória do seu homólogo. Sentia-
se estranhamente culpado assistindo esta memória especial para que ele parou e pulou para a próxima.
A partir daqui, as coisas ficaram confusas. Desde Harry não tinha colocado todas as suas memórias aqui, a sequência de
eventos se confundiu. Harry estava de volta com Voldemort, que muito Harry poderia trabalhar para fora. Como ele voltou,
ele nunca viu. Ele voltou a pensar nos jornais que ele tinha lido e lembrado relatos de testemunhas oculares de Harry
tomando a mão de Bellatrix Lestrange e desaparatar com ela.
A próxima memória que ele viu foi o relato de Harry do ataque ao Expresso de Hogwarts. Harry não gostava muito de ver
isso de novo. Mas ele parou-se de pular. Ele queria ver o que aconteceu desta vez corretamente. A memória que ele tinha
visto na Pesquisadores Canto foi usado no julgamento de Harry, ele tinha ido embaçada em um ponto. Harry queria ver o
que tinha sido retirada da memória.
Sentindo-se como se alguém tivesse mergulhado uma faca em seu intestino, Harry observou enquanto Harry levou os
Comensais da Morte para o trem preso e duelar ferozmente com os poucos Aurores lá. Harry entendeu o ataque feroz
sobre Moody agora, ele quase sentiu que o Auror merecia. Quase.
Mas então veio o ataque a Sirius e Harry sentiu a bile subir em sua garganta. Ele teimosamente observou como os dois
duelaram, Sirius tentando desesperadamente falar com ele. Ele estava tentando fazê-lo entender alguma coisa, mas
seu colega não estava pronto para ouvir.
Harry não estava pronto para o que ele viu e gritou quando a maldição da tortura caiu de lábios de Harry e a maldição
crucio bateu Sirius em cheio no peito. Gritos de Sirius rasgado nele, rasgando a sua vontade de manter a calma. Ele gritou
quando viu seu padrinho convulsionar em pura agonia no chão, como Harry calmamente realizada a maldição no lugar.
De repente, uma figura entrou no caminho da maldição e antes que a luz do feitiço poderia bater este novo personagem,
Harry desviou o feitiço, tirando-a de Sirius, fazendo com que o auror tomar em grandes suspiros de ar. Harry viu Damien
pé na frente de Sirius, protegendo-o. Lembrou-se de ver esta parte da memória e também percebeu que a parte que
tinha sido removido foi tortura de Sirius de Harry.
Harry observou enquanto Damien argumentou, implorou e suplicou Harry a deixar Sirius sozinho. Harry disse Damien a
afastar-se, mas o menino nunca se mexeu. De repente, Harry agiu e criticou Damien distância tornando o garoto voar no
ar e terra em uma pilha no chão. Um mero segundo depois um flash de luz verde bater o ponto Damien estava parado.
Harry tinha quase esquecido de respirar. Damien quase tinha sido morto! Ele soltou a respiração que não tinha
conhecimento de exploração e viu como o seu homólogo, agora além de chateado, caminhou até Damien e puxou o
menino para seus pés.
"Eu disse para você ficar dentro do trem! Porra, Damien, que você nunca me ouve!"
Harry observou enquanto Damien foi arrastado por seu irmão de volta para o trem. Harry criticou as portas abertas e
empurrou o rapaz para dentro, fechando as portas atrás dele. Damien estava batendo na porta, o rosto visível na janela.
"Harry, por favor! Não o machuque! Não machuque tio Sirius!" Damien ainda estava gritando desesperadamente.
Harry não tomou conhecimento do menino e se elevou sobre o Comensal da Morte que tinha disparado a maldição da
morte em Damien. Rapidamente e sem hesitação, Harry apontou a varinha para o homem e proferiu a maldição da
morte. As duas palavras deixou os lábios de Harry e um jato de luz verde trovejou fora de sua varinha e atingiu o homem.
O homem estava morto antes de sua cabeça caiu para trás no chão.
Harry podia sentir isso, a pressão torção em seu peito, o gosto de raiva em sua língua, a maneira como seu coração
batia dolorosamente com raiva. Ele sabia que era sentimentos de seu contrapartida. Ele estava tão louco que Damien
quase tinha sido morto. Mesmo depois de terminar com a vida do Comensal da Morte, a raiva não diminuiu. Ele ainda
estava lá, fazendo com que Harry quer matar de novo, para ferir o homem por se atrever a alvejar Damien.
A memória terminou e Harry se viu foi arremessado por mais memórias. Ele viu Harry falando com um homem pequeno
com óculos empoleirados no fim de sua nariz pequeno. Harry estava ameaçando ele, sutilmente, mas ainda ameaçando
entregar alguma coisa, um Layhoo Jisteen?
A memória terminou com Harry diante de uma casa de campo com um gramado pequeno, mas perfeitamente mantidas
com vários canteiros. Ele lembrou a Harry um pouco de seu jardim tias na Rua dos Alfeneiros. De repente, ele
percebeu onde estava, Hollow, em Godric.
Atordoado Harry observou enquanto na memória Harry esgueirou para dentro da casa através da janela e se encontrou
com Damien. O Layhoo Jisteen, um pingente impressionante, com uma pedra negra, foi entregue a Damien, com
instruções para usá-lo e removê-lo nunca.
As memórias e continuou Harry observava cada um, aprendendo mais e mais sobre o seu homólogo. De repente, ele se
viu em uma rua escura. Carros foram zoom para baixo a estrada atrás dele. Harry viu uma caixa de telefone e viu o seu
homólogo, parecendo bastante doente, fazendo o seu caminho até lá. Harry percebeu que ele estava no mundo trouxa.
Ele correu atrás de seu colega perguntando o que estava acontecendo.
A memória Harry entrou caixa do telefone e tirou algumas moedas do bolso. Ele pegou o telefone e discou um número.
Ele esperou, uma expressão de dor cruzando os recursos. Ele deslizou as moedas na ranhura quando uma voz foi
ouvida.
Harry ficou em silêncio, o telefone agarrado em sua mão. Ele abriu a boca para falar, mas, em seguida, desligá-lo
novamente.
Harry reconheceu a voz, a saudação devia tê-lo dado afastado imediatamente. Harry tinha ligado para James.
Harry agarrou no telefone com força, ele fechou os olhos e de repente uma memória passou diante de nós, Harry de
quinze anos, com ele. Um precipício, Harry disparar uma maldição em um ensanguentado e machucado James, James
caindo sobre a borda do penhasco, desaparecendo de vista.
Harry abriu os olhos, terminando o flash de memória. Ele piscou furiosamente, segurando o receptor para que os nós
dos dedos apertados virou branco.
"Pai"
Harry sabia que essa era a primeira vez que Harry tinha chamado James, pai. Ele sentiu um calor súbito enchê-lo
enquanto ele observava Harry falar com seu pai, sem amargura, sem ódio, sem raiva nele. Ele estava pedindo
desculpas por machucá-lo, pedindo desculpas por não acreditar nele, para não confiar nele.
Harry soltou um suspiro com a visão. Então Harry tinha finalmente aprendido a verdade. Harry tinha a esperança de ver
como o que tinha acontecido, mas parecia que a memória não tinha sido colocado aqui. Talvez Harry queria lembrar, para
sempre lembrar como ele descobriu a verdade sobre seu passado e seus pais.
Harry deixou a penseira após a memória do telefonema. De repente, ele teve o mais forte desejo de estar com os seus
pais.
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Ao longo dos próximos dias, Harry gradualmente parou de ir para a penseira. Ele descobriu que não um monte de
memórias foram armazenados nele depois de Harry deixou Voldemort. Parecia Harry não se preocupou com a colocação
de memórias lá ou que não têm acesso à penseira. Damien lhe informou que Draco tinha tomado o anel; Harry deu a ele
para manter suas reuniões em segredo, já que ninguém poderia saber Draco sabia onde Harry estava, o que com o
mundo bruxo inteiro la fora, procurando para ele.
Harry não tinha vontade de ver mais de memórias do passado de Harry. O único que ele voltou para ver foi o que
aconteceu com os pais de Neville. Isso levou a algumas memórias de 'Alex' e Harry encontrou sua cabeça girar com a
confusão.
"Só por que eu pensei que já tinha descoberto tudo." Ele murmurou para si mesmo.
Até ao final do terceiro dia, Harry voltou ao ringue para Damien, que embolsou-lo imediatamente.
"Você quer falar com ele? Ele estava perguntando sobre você, mais uma vez." Damien disse a ele.
"Tudo bem que está tudo bem. Quero dizer, você não tem que, Harry apenas pensei que talvez você tiver dúvidas ou ..."
Damien parou.
Damien estava prestes a perguntar-lhe alguma coisa, quando houve uma batida na porta antes que ele abriu e James
espiou em torno dele.
James entrou no quarto de estar de Harry e sorriu com a visão de seu filho mais novo.
"Hey, Damy! Eu não te vejo faz um tempo, bem, exceto para as aulas, e as refeições, e nos corredores, às vezes ..." Ele
parou antes de sorrir para ele novamente. "Então, como você tem estado?"
Damien deu o seu pai um olhar estranho, mas os cantos de sua boca se contorceu em um sorriso, no entanto.
James virou-se para Harry, seus olhos correram sobre seu rosto, em busca de sinais de que iria dizer-lhe se ele ainda
tinha sido insistindo sobre suas memórias perdidas ou não. Ele sorriu, vendo uma melhora na dele.
"Eu estou bem, pai." Harry respondeu com seu sorriso habitual.
"Bem, eu estava pensando, vendo que é um sábado e que o tempo não esta realmente muito ruim, se você meninos
queria um jogo, ou dois." Perguntou James.
Harry e Damien compartilhado sorrisos gêmeas, Quadribol parecia ótimo agora mesmo.
"Ótimo, v pegar as suas vassouras e vamos começar!" James disse, já saindo da sala.
"Entusiasmado para apanhar, não é?" Damien brincou forma de se retirar de seu pai.
"Eu sinto muito, mas foi voce que o perdeu da ultima vez. James respondeu.
"Eu perdi dezoito vezes!" ele corrigiu alto. Então, vendo os olhares Harry e James deu a ele acrescentou, "Eu não sei
por que isso é importante."
James riu, fazendo com que ambos os meninos rir com ele.
"Por quê? Não mamã saber onde você está?" Harry perguntou como ele agarrou seus suprimentos de Quadribol.
"Não, ela pensa que eu estou marcando papéis, o que eu realmente deveria fazer a em algum momento." James
respondeu, parecendo um pouco culpado por negligenciar seu trabalho.
"Sim, vamos, se a mãe me acha que ela vai me proibir de jogar., até que tenha feito todo o meu trabalho de casa feito
em primeiro lugar." Damien disse, correndo em direção à porta também.
James abriu a porta e deixou Damien passar por ele. Ele virou-se para chamar a Harry.
"Harry, você com ..." suas palavras foram abafadas por um grito de dor súbita. Damien se virou e viu tiro a mão de Harry
em sua testa, rosto contorcido de dor.
"Harry!" James gritou quando ele correu em direção a ele, Damien não muito atrás dele.
A poucos passos e James tinha alcançado Harry. Ele agarrou a mão dele na hora certa, antes pernas do garoto
cederam e ele caiu nos braços de James.
Harry estava gritando de dor agonizante. Seus dedos cavados em sua testa, olhos bem fechados amassado como a
dor construído para um nível insuportável. Nunca antes tinha sua cicatriz doer com tal ferocidade.
Harry não estava ciente de seu pai gritando seu nome ou de gritos frenéticos de Damien. A dor tinha anuviou sua mente e
era tudo o que podia se concentrar.
James tinha baixado Harry no chão e estava sentado sobre os joelhos com seu filho se reuniram em seus braços. Seu
coração apertou dolorosamente para ver Harry em uma dor tremenda. Seus olhos estavam fixos no rosto do menino,
prestando atenção para os primeiros sinais de sangue. Lembrou-se muito bem como a cicatriz de Harry tinha estourado
aberto uma vez. Seu nariz sangrava, por vezes, também.
Harry soltou outro grito agudo de dor antes de seu corpo finalmente desistiu e ele ficou mole no aperto de James. Ele
havia caído inconsciente.
James olhou para Damien com crescente pânico e preocupação. O menino compartilhou a mesma expressão. Sem dizer
uma palavra falada, James levantou Harry em seus braços e se dirigiu para a enfermaria, Damien logo atrás dele. James
correu para ver Poppy, para ver se ela poderia de alguma forma descobrir o que estava acontecendo com seu filho. Em
seu pânico e se preocupe, ele não conseguiu se registrar como iluminar o seu 18 anos de idade feltro em seus braços.
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Olhos azuis digitalizada a cena diante deles, tendo em meio ao caos com calma assustadora. Ele estava em pé perto
das portas da frente, sua linha de visão apenas recuperar o brilho das luzes como as magias caiu sobre as duas figuras
no chão. Uma e outra vez o Healers gritou os encantamentos e acenou suas varinhas ao longo dos dois corpos.
Ele sorriu. Não haveria nada que poderia fazer por eles agora; ele tinha a certeza disso. Ele se afastou, seus passos cair
levemente no chão. Ele caminhou ao longo de seu caminho, ignorando o adolescente pálido rosto que estava fora,
discutindo com os aurores que tinham aparecido. O garoto queria voltar para dentro, mas os homens não iria deixá-lo.
"Parva" o homem pensou consigo mesmo. "Eles deveriam deixá-lo ir para dentro, não há muito o que ele poderia fazer
para ajudá-los de qualquer maneira."
"Ferguson!"
O grito deteve. Ele virou-se para manchar um dos Aurores chamando por ele.
"Eu pensei que eu iria voltar para o Ministério. Relé de volta o que o progresso é tão longe." Ele respondeu.
"Bem pensado, Auror Ferguson." O homem sorriu de volta. "Mantendo-se em bons livros do ministro, hein?"
Ferguson não respondeu e, em vez virou-se e continuou a se afastar. Ele aparatou afastado com um pop suave, mas
em vez de aparecer fora do Ministério, ele apareceu em um beco tranquila, apenas a uma curta distância da Travessa
do Tranco.
Ferguson nem sequer se preocuparam olhando em volta para se certificar de que ninguém estava olhando para ele.
Ele já sabia que ninguém iria estar ao redor. Não é um monte de pessoas que ousaram se aventurar tão longe.
Sua mão deslizou a mão no bolso e ele apontou os dois tubos alongados, segurando o que ele veio para. Com um
sorriso torcido em seu rosto, sua mão se ainda mais em seu bolso e tirou a bússola dourada. Ele olhos azuis
brilhavam vermelhos, momentos antes de ele clicou os anéis no lugar e um flash de luz dourada engolfou. Ele
desapareceu junto com a bússola de ouro, de volta ao seu mundo.
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Lily e James sentou-se ao lado de forma ainda de Harry. Eles assistiram como Poppy acenou com a varinha sobre a forma
de bruços, murmurando todos os tipos de maldições de avaliação, tentando averiguar por que a cicatriz maldição
dormente estava agindo para cima.
Ela finalmente se sentou, com a mão chegando a agarrar Harry. Ela olhou para James e Lily com um olhar derrotado.
"Me desculpe, eu não consigo descobrir por que isso está acontecendo com ele. De todas as provas que eu correr,
nada foi confirmado por sua cicatriz está doendo." Ela fez uma pausa, a mão segurava a de Harry mais apertado e
quando ela falou, sua voz estava tensa e atado com medo. "É ... parece sugerir que sua cicatriz, ele não é
mais ... .inativa."
James e Lily tanto endireitou-se, olhando para Poppy com algo parecido com horror.
"Mas isso é impossível", Poppy disse rapidamente. "Ele se foi, sabemos com certeza. A cicatriz de Harry sofrendo não é
prova suficiente para sugerir o contrário."
James olhou para Lily, sua mão estendendo a mão para pegar um porão dela. Lentamente, ele olhou para Harry e
depois para Poppy.
"Que outras razões pode haver para sua cicatriz a doer, então?" James perguntou, sua voz surpreendentemente forte.
"Eu não sei, James. Eu realmente não sei. Cicatrizes de ligação são muito raros. Não há muito escrito sobre eles e
quase nenhum estudo é realizado." Poppy disse com pesar.
James deixou escapar um suspiro irritado. Ele odiava isso, odiava o desamparo que sentia por não ser capaz de
ajudar o seu filho, odiava a frustração que sentia por não saber por que seu filho estava adoecer.
Antes que pudesse falar, ele ouviu as portas abertas atrás dele. Ele se virou para ver Damien às portas.
"Damy, eu disse a você. Volte para ..." As palavras de James morreu em sua garganta ao ver uma figura caminhada de
trás de seu 15 anos de idade. "Remus?"
O lobisomem correram para dentro, seu olhar preocupado sobre o menino deitado na cama.
"Ele é ... ainda inconsciente." James respondeu. "O que você está fazendo aqui? Você disse que você estava
trabalhando neste fim de semana?" Perguntou James.
"Eu estava trabalhando. Na verdade, eu ainda estou de plantão. Tentei chamar você pela lareira, mas não houve
resposta. Eu vim aqui e encontrei Damien em seus aposentos. Ele me disse Harry entrou em colapso." Remus enviou um
outro olhar preocupado para Harry. "O que aconteceu com ele?"
"É a sua cicatriz, que está machucando ... de novo." Lily disse-lhe com uma voz trêmula.
Remus estava sem palavras. Ele olhou para Harry de novo, o medo claramente visível em seus olhos.
"Você disse que tentou me chamar? Por que você quer falar comigo enquanto estava de plantão?" James perguntou,
chamando a atenção de seu amigo de volta para ele.
Remus olhou para James e engoliu em seco, tomando um momento para se recompor.
"James, eu ..." ele olhou para Poppy desconfortavelmente, que parecia tomar a dica. Ela rapidamente pegou um frasco e
fez seu caminho para seu escritório.
"Eu só vou começar um começo nesses testes." Ela disse antes de desaparecer em seu quarto.
"Remus? Qual é o problema?" Perguntou Lily.
"Draco ?! O que tem ele? O que aconteceu com ele ?!" Perguntou Lily.
James rezou duro que nada eu vou se abateu sobre o menino, ele não achava que Harry poderia tomá-lo se alguma
coisa aconteceu com seu amigo.
"Nada aconteceu com ele, ele está bem. É ... é ... seus pais." disse Remus.
Damien ainda estava no quarto e podia sentir o nó frio de forma medo em seu estômago. Se algo fatal tinha acontecido
com Narcissa e Lucius enquanto seu irmão estava preso nesse outro mundo, então ... ele nem sequer quero imaginar a
reação de seu irmão.
"Draco Malfoy em contato com os serviços de emergência dizendo que ele orientado para encontrar seus pais ... ferido."
Remus respirou fundo para se acalmar. "The Healers assumiu e contato com o Ministério para relatar o caso e Sirius,
Sirius descobriu. Ele correu para o hospital para ver Narcissa, mas ele não tinha permissão para vê-la. Ela está muito ruim
de uma forma. Então, ele me pediu para acompanhá-lo até o Manor e confira a cena do crime. "
"O que você achou?" James perguntou, anos de seu papel Auror tomando conta dele.
"Nada, é só isso. Não há sinais de uma luta, nada roubado, nada fora do comum. Os alas não foram comprometidos, a
segurança não foi violado, nada que sugira qualquer tipo de jogo sujo." Remus respondeu.
"Nós não sabemos. Mas Lily, tanto Narcisa e Lúcio foram deixados para morrer. Os curandeiros ainda estão
trabalhando para salvar suas vidas." Remus disse a ela.
James sabia que, recentemente, Sirius e Narcissa tinha crescido mais próximos uns dos outros. Desde que ela deixou
Lúcio e ingressou na Ordem, Sirius tinha tomado para si, para compensar os anos de tempo perdido. Ele se preocupava
como seu amigo lidaria se algo acontecesse com Narcissa.
"Ele é a razão de eu vir para cá." Remus disse. "Eu pensei que você poderia falar com ele. Ele não deixou o hospital
desde então voltando da Mansão Malfoy. Ele está com medo de perder Narcissa. Draco ainda está lá, bem como o
menino tem ninguém além de Sirius." Remus olhou para Harry novamente. "Eu vim pensando que talvez Harry
pudesse falar com Draco, mas ..." Ele parou, olhando com tristeza para o menino ainda inconsciente.
"Vá, James. Sirius precisa de você agora. Harry nem sequer sei que você está com ele. Em qualquer caso, eu ainda
estarei aqui, com ele." Lily disse em uma voz suave e reconfortante.
"Tio Moony?" Damien finalmente falou. "O que vai acontecer com Lucius Malfoy? Quero dizer, não era ele ainda
escondido?"
James não queria responder a essa pergunta. O destino de Lucius Malfoy estava selado.
"Sim, Damy, ele ainda estava na clandestinidade." Remus respondeu fortemente. Se Lucius sobrevive este ataque, ele
vai acordar de Azkaban ".
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James voltou para Hogwarts uns bons seis horas mais tarde. Ele sentiu terrível para Sirius. Seu amigo tinha finalmente
sido admitido para ver sua prima só para encontrá-la em uma condição terrível. Seu cabelo loiro tinha traços de branco em
que a partir de seu trauma. Ela ainda estava inconsciente e, embora os Curandeiros descerem que ela iria sobreviver, que
não poderia garantir sua mente não seria diferente.
Eles não poderiam dizer o que realmente aconteceu com ela e seu marido. Tudo o que disse foi que as suas lesões
físicas sugeriu o uso repetido da maldição Crucio e mais alguma coisa que quase arrancou seu núcleo muito mágico fora
deles. Era perturbador para dizer o mínimo. Lucius estava na mesma condição que Narcissa.
James sentiu pena de seu filho, Draco parecia tão perdido e confuso. Menos de metade de um ano atrás, ele tinha estado
em luta hospital para sua vida e agora era a vez de seus pais. James balançou os pensamentos longe dele como ele fez o
seu caminho de volta para a ala hospitalar. Ele não estava indo dizer a Harry o que havia acontecido com os Malfoy. Ele
esperava que Harry pelo menos tivesse acordado embora. Ele estava preocupada com Harry.
Ele abriu a porta e entrou para encontrar a enfermaria vazia. James olhou ao redor; certificando-se de Harry não estava
apenas se mudou para outra cama ou algo assim. Mas todas as camas estavam vazias. Virando-se para sair, grato que,
pelo menos, isso significava Harry estava acordado e em cima e sobre, ele estava prestes a sair, quando uma voz
interrompeu.
"James?"
"Oi, Poppy. Eu acabei de voltar. Eu pensei que Harry ainda era ele-" ele parou quando Poppy repente correu em direção
a ele, com o rosto contorcido de preocupação e, por mais estranho que fosse, medo.
"James, venha para dentro! Eu preciso falar com você! É urgente". Ela sussurrou, puxando-o para dentro do quarto.
"Okay, Poppy, Ok. Qual é o problema? Você está me assustando." James disse honestamente.
Poppy não respondeu e correu James em seu escritório. Apenas uma vez ambos foram para dentro, fez ela virar para
falar com ele.
"James, eu estive esperando por você para voltar por horas! Eu preciso te dizer uma coisa!" ela disse em uma voz em
pânico.
"Merlin! Qual é o problema, Poppy?" James perguntou, sentindo medo torcer suas entranhas. Ele poderia dizer que
isso tinha algo a ver com Harry.
"James, realizei alguns testes hoje, tentando ver se eu poderia obter algumas respostas para por que a cicatriz de
Harry estava doendo. A maioria deles voltou com nada." Ela disse rapidamente, torcendo as mãos. "Eu tomei uma
pequena amostra de sangue dele para mais testes completos e ... e James, eu encontrei algo que não faz qualquer
sentido."
"James, os resultados dos testes de Harry não apresentam qualquer vestígio sequer de seu vício."
James não reagiu imediatamente. As palavras que ele ouviu não era algo que ele esperava e ele soltou um suspiro de
alívio.
"É isso? Deus, Poppy. Você tinha me realmente preocupado! Isso é uma coisa boa. O vício de Harry é curada, isso é
uma notícia fantástica. Por que você está tão assustado?" Perguntou James.
"Não, James, você não entende. Não há como o vício de Harry poderia ter sido curado tão rápido. Não é possível!" Ela
explicou.
"Muitas das coisas que Harry não são possíveis, mas ele consegue-los mesmo assim." James respondeu, com um
sorriso nos lábios. "Ele sempre diz que ele se cura rápido. Seu vício deve ter sido curado muito mais rápido do que o
normal por causa dos poderes de Harry."
"Você não está me entendendo. Não há nenhuma maneira, absoluto de jeito nenhum, ele poderia ter recuperado esse
vício poção tão rápido. Dormir é o pior tipo de vício poção. É preciso sobre tudo. Eu realizou um teste de menos de seis
meses atrás sobre ele e ele estava mostrando sinais de melhora, mas ele não estava nem perto curado. O resultado que
eu tenho hoje não mostra vestígios do vício! Como se ele nunca teve um vício para começar. exame de sangue de Harry
nunca poderia mostrar esse resultado. Mesmo quando Harry recuperou completamente, o seu exame de sangue seria
sempre mostrar traços do vício. Ele nunca deixa o seu sistema completamente ".
Realização deu conta de James e ele entendeu o que Poppy estava tentando dizer. Ele sentiu como se algo estivesse
de repente apertando seu coração, fazendo sua dor no peito e contrair sua respiração.
"Eu ... eu realmente não sei." a mulher nervosa respondeu. "Eu queria ter uma outra amostra de sangue dele, para
realizar mais testes, mas até então ele estava acordado e reagiu mal ao meu pedido de uma amostra de sangue."
"Ele não iria dar-lhe uma amostra de sangue?" James perguntou, crescendo ainda mais paranóico agora.
"Não, ele recusou, disse que estava se sentindo mal e não foi até ele, mesmo que eu ofereci-lhe uma poção
Reabastecer Sangue. Lily ficou irritado comigo por insistir e levou-o embora, de volta aos seus aposentos. Tenho
esperando por você desde de então. " Papoila terminado.
James não sabia o que dizer sobre isso. Ele olhou para a mulher e percebi que ela estava tremendo.
"Poppy, sente-se. Você não parece tão bem." James disse, guiando-a para o seu lugar.
"Há ... tem mais." Ela disse e dessa vez ela parecia que ela poderia começar a chorar em breve.
"Como ele estava saindo com Lily e Damien, eu ... eu fiz um feitiço. Eu queria colocar um pensamento perturbador para
descansar", explicou ela. "Eu, eu lançar o feitiço Sadore." Ela olhou para James, com os olhos mostrando seu medo.
"James, eu não o vi." ela sussurrou.
James sabia como o charme Sadore funcionou. É permitido o rodízio para ver apenas aqueles que confiam ou
compartilhar uma conexão com no quarto. Mesmo o mais complexo de glamours não poderia enganar o charme.
James sabia que Poppy e Harry compartilhou uma relação estreita. Harry tinha salvado crianças de Poppy, Poppy tinha
curado Harry várias vezes. Eles estavam muito perto James estava certo de que confiavam uns aos outros. O fato de que
Poppy não vê-lo quando está sob o encanto era muito preocupante.
"Poppy, você já fez isso charme com Harry? Você sabe com certeza que você teria visto Harry?" Perguntou James.
"Eu estou mais certo que eu iria vê-lo! Eu confio Harry, eu o conheço muito bem." Ela se acalmou um pouco antes de
continuar: "Mas eu nunca tentei o feitiço com ele, eu nunca tive qualquer razão também. Mas posso garantir-vos que eu
teria visto Harry, definitivamente."
"Então o que você está tentando dizer ?! Basta sair e dizer isso!" ele gritou.
"Eu estou tentando dizer que eu acho que aquele menino não é Harry."
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James entrou em seus aposentos de vida e foi saudado pela visão de Lily e Damien sentado e conversando alegremente
para Harry, que notou James parecia mais pálida e desgastada. Ele estava sentado no sofá de James, suas pernas se
espalhar, as mãos enfiadas debaixo de sua cabeça enquanto ele ria com Lily sobre algo que ela tinha
dito.
James fechou a porta atrás dele e observou como Harry mudou com a visão dele.
"James! Você está de volta!" Lily cumprimentou, levantando-se. "O que foi que você descobriu? É Narcissa ok? Como
Sirius estava segurando?"
James não respondeu de imediato. Ele estava olhando para Harry e estava encontrando dificuldades para falar. Ele
forçou as palavras da sua boca, finalmente.
"Isso é tudo o que você vai dizer? Eles são bem! James o que aconteceu? Está tudo bem?" Perguntou Lily.
James caminhou até onde Harry estava deitado, ignorando Lily e suas perguntas.
Damien estava sentado no outro sofá e estava assistindo o pai dele de perto, percebendo o perigo crescente.
"Pai?" Ele questionou, mas James não fez tanto quanto olhar para ele.
Ele virou-se e caminhou em direção a sua mesa, abrir as gavetas e olhando ao redor para alguma coisa.
"James? Está tudo bem? Será que ... fez Narcisa ...?"
"Não, Lily. Ela está bem. Tanto Narcisa e Lúcio estão se recuperando. Eles vão ficar bem." James conseguiu dizer, o
tempo todo vasculhar suas coisas.
"O que voce busca?" Lily perguntou pisar mais perto dele.
James não respondeu, mas se endireitou, algo pequeno segurava em sua mão.
"Lily, tomar Damien e ir para seus quartos. Eu preciso falar com Harry, sozinho." O
"O que há de errado, pai? Por que você precisa falar comigo?" Harry perguntou, sentando-se completamente agora.
"Eu só preciso de privacidade para falar com Harry. Só por alguns minutos." Ele ofereceu.
Lily não parecia convencido ou muito feliz, mas ela balançou a cabeça.
"Damy, vamos lá. Dê ao seu pai alguns minutos." Ela fez um gesto em direção à porta.
"Eu não vou a lugar nenhum", disse ele ao mesmo tempo. "Tudo o que você precisa dizer para Harry, você pode dizer na
minha frente."
"Não, eu vou ficar." Damien teimosamente argumentou. Podia senti-lo, o sentimento de mau presságio, como um
desastre estava prestes a atacar.
James não discutiu mais. Ele olhou para Harry e sentiu seu interior torção com apreensão. Ele estava tão confuso. Por
um lado, ele não tinha dúvidas de que o menino era seu filho. Podia senti-lo, como uma espécie de detector
desconhecido estava lhe dando todos os sinais certos e ele não podia ajudar, mas sinto tolo por pensar que o menino
não era Harry.
Por outro lado, outros sinais estavam fazendo imaginário anel de sinos de alarme em sua cabeça. Quantas vezes tinha ele
disse as palavras reais ", de Harry agindo diferente, de Harry agindo de forma estranha" nos últimos meses? Seu
comportamento tem sido inexplicavelmente bizarro, que varia de ser estranhamente submisso a um desastre emocional.
James ainda se lembrava do jeito que seu coração tinha quebrado ao ver Harry grito no escritório de Dumbledore. E agora
o que Poppy lhe tinha dito, sobre o exame de sangue eo resultado charme Sadore, que não tinha explicação.
Tudo o que tinha levantado questões nos últimos meses, de repente veio a James; O acordo de Harry para chegar a
Hogwarts, apesar dos inúmeros debates acalorados que tinham anteriormente, o seu comportamento estranho com
Ginny e até mesmo Damien, o seu aumento do tempo gasto com James e Lily, do jeito que ele falou sobre o Ministério e
seus comentários sobre James retornar ao seu trabalho como um auror, a pesquisa de seu passado, de suas memórias
Penseira, sua maneira de falar, seu comportamento com eles, seu sorriso, fazer café da manhã, tudo de repente bateu
James e ele se sentiu sobrecarregado com tudo.
"Pai?"
James olhou para o menino sentado, olhando para ele com seus olhos verdes, uma expressão de preocupação e
interesse neles. James sentou-se ao lado dele, mantendo suas emoções firmemente no controle.
Harry parecia perdido. Ele olhou para Damien antes de olhar para James.
James abriu a mão e mostrou um pequeno cristal sentado na palma da sua mão. Era de cor verde. Harry olhou para
ele, confuso.
Sem esperar por mais tempo, James reagiu. Ele jogou o cristal com força em direção a Harry. O moreno se afastou por
instinto e surpresa.
"James!" Lily gritou enquanto o pequeno cristal atingiu uma força invisível protegendo Harry e de repente uma névoa de
cor verde cercada Harry, impedindo-o de vista. Harry soltou um grito de surpresa e rapidamente correu para fora do sofá.
Harry tossiu e acenou com as mãos em volta, tentando livrar-se da névoa verde que estava obscurecendo a visão dele.
Quando a névoa finalmente diluído e clariou, Harry viu-se de frente para a ponta da varinha de James.
"Finite Incantateum!"
O feitiço atingiu Harry antes que ele tivesse a chance de sair do caminho.
Damien tinha esquecido de como respirar. Ele ficou olhando, esperando o glamour para desaparecer e para o
aparecimento de mudar. Mas, milagrosamente, não aconteceu nada. O feitiço não levantou o glamour, Harry ficou
olhando exatamente o mesmo que ele fez antes.
"A magia não é forte o suficiente para descobrir os encantos glamour de Harry"! ' Damien realizado.
Sua alegria durou pouco embora como James ainda estava apontando sua varinha para Harry e ele parecia que ele
estava a um passo de explodi-lo à parte.
"Quem é você ?!" James perguntou, sua varinha ameaçadoramente diante dele. Seus olhos castanhos tinha raiva
neles, assim como intensa preocupação. "Onde está o meu filho ?!" ele perguntou.
Lily estava olhando para a visão com a boca aberta, choque tornando-a incapaz de falar.
"Pai, o que estás fazendo? Este é Harry!" Damien falou, tentando ainda a reinar na série de eventos desastrosos.
"O Revealogem é usado para revelar quaisquer magias glamour, não importa o quão complexo. A névoa você só viu
aparece sempre um encanto glamour foi usado." Ele olhou para a forma silenciosa de Harry novamente, o ódio
queimando em seus olhos. "Ele tem um charme glamour que o cobria da cabeça aos pés!" cuspiu.
Harry ficou em silêncio; seus olhos estavam fixos no rosto de James, tendo no olhar de puro ódio não adulterado. Ele
sentiu um arrepio correr por ele.
"Não ... pai, vamos lá! Este é o Harry! Você fez o feitiço, você não viu nada mudou! Ele ainda parece o mesmo. Isso
porque ele é Harry. Seu Revealogem deve estar com defeito." Damien ainda revidaram.
Lily estava atrás de James, mas seguiu em frente com um passo de cada palavra de Damien. Ela parecia
completamente confuso.
"James?"
James não se virou para olhar para ela. Seus olhos estavam fixos no 'impostor'.
"Poppy fez um exame de sangue, Lily. Ele estava inconsciente quando ela tomou o exemplo. Ele veio com nenhum
vestígio do vício. Isso não é Harry!" James cuspiu, sacudindo a varinha na mão.
Harry e Damien compartilhou um olhar de pânico. Harry baixou a cabeça em derrota, um olhar de desgosto em seu
rosto. Damien ainda estava tentando pensar em alguma coisa, qualquer coisa que possa manter esse segredo
escondido.
"Mas ... pai ... eu ... você não pode ..." Damien não conseguia pensar em nada que ele pudesse dizer, ele não podia
pensar bastante clara.
"Finite Veilpassan!" James disse que usar um charme mais forte para remover o glamour.
"Papai!" Damien gritou quando viu o hit feitiço Harry e desta vez o charme e trabalhou a aparência do menino começou a
mudar.
James e Lily ficou shell chocado como o menino antes deles começou a diminuir alguns centímetros. Seu cabelo ficou
mais curto, mas era tão bagunçado. Idênticas olhos verde-esmeralda olhou para eles só que desta vez eles olhavam para
fora de um cara que estava mais magra e pálida. As vestes que usava pendurado no corpo magro e de repente ele foi
apertando os olhos, como se ele não conseguia ver corretamente.
"Oh meu Deus!" Lily sussurrou quando ela olhou para um menino, um jovem Harry.
James ainda tinha sua varinha apontada para o menino, mas era porque ele tinha esquecido de abaixa-la. Seus olhos
castanhos estavam arregalados e fixos no menino, sorrindo tristemente de volta para eles.
Canon Mundial
O tilintar de pratos de porcelana de metal batendo tocou em todo o Grande Salão. A conversa que normalmente encheu o
salão de café da manhã era mais alto do que o normal hoje. Harry sentou-se com Ron e Hermione, que come seu café da
manhã, ansiando por paz e tranquilidade.
O bando de corujas voou em mais ouvidas e as vaias adicionado ao ruído geral. Harry fez uma careta para a raquete.
"Eles não podem entregar o correio em silêncio?" ele perguntou a ninguém em particular.
Ron sorriu através de sua boca cheia de torrada. Ele e Hermione estavam em um estado de espírito alegre hoje, como
eles tinham finalmente falou com seu Harry no início desta manhã. Ouvindo a voz e falar com ele, por quase uma hora,
tinha reforçado a verdade sobre a troca de dimensão. Ambos, Ron e Hermione não conseguia parar de sorrir desde o
telefonema.
"Em um estado de espírito hoje, Harry?" Hermione perguntou com um sorriso insolente como ele serviu-se de mais
suco de abóbora.
"Você poderia dizer isso." Ele respondeu. Sua conversa com Ginny anterior o havia deixado sentindo muita saudade,
embora ele nunca fosse admitir isso.
"Bem, você não pode reclamar, já que você só tem uma carta." Ron apontou, assim como a coruja branca pousou
graciosamente na frente de Harry.
Algumas meninas soltaram ruídos de adoração com a visão de que a coruja, arrulhos e suspirando. Harry deu-lhes um
olhar irritado antes de ignorá-los.
"Já faz um tempo. O que, você fez um desvio?" Harry perguntou a coruja como ele desamarrou a carta de sua perna.
A coruja nevado piou no que só pode ser descrito como uma forma indignada e pulou para tomar uma bebida taça de
Harry. Harry observou com desgosto como Hedwig bebeu sua água.
"Eu não posso beber isso agora." Harry disse, empurrando a taça longe de si mesmo, uma vez que a coruja estava
acabado.
Hedwig teve o suficiente e piou mais uma vez para ele antes de decolar. Antes de ela sair ela cortada Harry na cabeça
com sua perna, suas garras apenas por pouco não testa.
Ele olhou para cima para encontrar Ron e Hermione sufocando seus risos.
"Quem você escrever para?" Hermione perguntou, nunca um para segurar sua curiosidade.
"Snuffles", Harry respondeu, sem olhar para cima a partir de sua carta. "Eu finalmente leu a carta que ele me enviou. Eu
percebi que ele estava esperando por uma resposta assim que eu escrevi de volta, culpando o atraso da resposta na
escola, especialmente Umbridge."
"Sim", depois de um momento ou dois, Harry continuou. "Ele disse que vai me atender, mesmo tempo, no mesmo
lugar." Ele sorriu ironicamente para eles. "Algum palpite?"
xxx
Era quase meia-noite quando Sirius fez a sua aparição na lareira na sala comunal da Grifinória. Ron lembrado no ano
passado, quando ele tinha caído para fora com Harry e tinha andado em encontrá-lo na sala comum, ao lado da lareira.
Ele adivinhou Harry estava conversando com Sirius no fogo, mas ele nunca pediu Harry se fosse esse o caso ou não. Mas
Ron disse Harry de qualquer maneira que ele pensou que Sirius iria aparecer na lareira em torno da meia-noite e foi muito
feliz quando sua teoria foi provada.
Harry, Ron e Hermione todos sentados em volta da lareira, sorrindo para a imagem de Sirius enquanto ele olhava para
trás em todos eles.
"Olá, Harry, Hermione, Rony, como vocês estão?" o homem de cabelo escuro cumprimentou.
"Hey, Sirius." Eles disseram em coro juntos. Não havia medo de dizer o nome dele agora; Harry já tinha colocado
feitiços de privacidade ao redor da sala comum.
"Como você tem estado?" Harry perguntou, sentindo seu coração se contraem dolorosamente novamente com a visão do
homem. Ele mal lembrava o Sirius que Harry tinha deixado para trás em seu mundo.
"Não posso me queixar," Sirius deu de ombros. "Bem, eu posso, mas eu não vou." ele riu. Seus olhos escuros
arrecadaram mais de Harry, em busca dele. "Eu vejo seus efeitos poção ainda não terem passado." Ele comentou.
"De Fato"
"Como esta tudo com a Ordem, Sirius? Qualquer progresso descobrir o que ... o que ele é, afinal?" Perguntou Ron.
"Ainda não." Ele respondeu honestamente. Ele olhou para Harry de novo, mostrando preocupação em seu rosto
encovado. "Mas eu não quero falar sobre isso agora. Eu fiz este convite fogo hoje para ver como você estava, e para
falar com você sobre Umbridge."
"Harry, eu sei o que você disse em sua carta, você não está incomodado com ela, mas isso é a coisa. Eu acho que
você deve ser incomodado por ela e que ela está fazendo." Sirius respondeu.
Harry trocou um olhar com os outros dois. Ele se virou para Sirius.
"Eu sei que Dolores Umbridge," Sirius começou. "Ela é um pedaço desagradável de trabalho se alguma vez houve um!
Ela é muito próximo ao Ministro Fudge e aparentemente pode levá-lo a concordar com ela ao longo de quase qualquer
coisa. Ela é a única que aprovou a legislação que tornou suficientemente perto impossível para Remus para obter
qualquer trabalhar! "
"Ela fez? Mas por quê? O que ela tem contra Remus?" Perguntou Hermione.
"Ela não tem nada contra o Remo. Ela tem problemas contra lobisomens, e não só eles, qualquer um e qualquer coisa
que ela termos como" meia raça '. " As últimas palavras saíram com um assobio para mostrar repulsa Sirius 'para o termo.
"Eu não acho que é um acidente que ela está em Hogwarts este ano, o ensino de Defesa Contra as Artes das Trevas. Ela
"está lá como um espião para Fudge, que muito que sabemos com certeza."
"Um espião? Para o ministro? Mas porque é que o Ministro espionando Hogwarts?" Perguntou Ron.
"Por sua causa." Ele respondeu. Harry parecia um pouco surpreso, mas ele se recuperou instantaneamente. "É por
causa do que você afirma aconteceu com Diggory. Fudge quer um olho mantido sobre vós e sobre Dumbledore. Ele
acha que vocês dois estão trabalhando juntos para levá-lo jogado para fora do escritório." Sirius explicou.
"O que é !? ele maluco? Por que Harry e Dumbledore iriam querer fazer isso ?!" Perguntou Ron.
"É o que ele pensa para o mais longo de tempo." Sirius respondeu. "Ele tem medo Dumbledore quer que sua posição
como Ministro da Magia. Não é nenhum segredo que Dumbledore foi votado para ser o novo Ministro da Magia. Era a sua
própria decisão de não ocupar a posição de que, em seguida, levou a Fudge de ser nomeado. Fudge agora pensa,
Dumbledore é até truques sujos para obter a posição dele. Ter um estudante assassinado, alegando Você-Sabe-Quem
está de volta, usando Harry para fazer backup de sua história, ele acha que tudo isso é apenas Dumbledore tentando
derrubá-lo ".
Hermione tinha a testa franzida e foi profunda no pensamento, trabalhar o que Sirius tinha dito e foi apoiá-lo
mentalmente com os acontecimentos do último poucos meses. Ela parecia convencida.
"É por isso que ela tem sido feita alta Inquisitor. Então, ela tem acesso ao pessoal do Professor Dumbledore e ela
pode informar se eles estão do seu lado ou do Ministro."
"Exatamente"
"Não é de admirar o velho sapo não pode ensinar. Ela é provavelmente um espião lixo também." Ron comentou.
"Independentemente de saber se ela é um bom espião ou não, seria benéfico para manter-se fora de seu radar." Sirius
fixou em Harry outro olhar. "Há um rumor por aí que você jogou uma brincadeira com ela, algo incluindo as palavras" pé
no saco "que está sendo esculpido em sua testa." Os cantos de seus lábios tremeram, mas ele resistiu à vontade de sorrir.
"Qualquer coisa que você quer confessar, Prongslet?" Sirius perguntou, finalmente permitindo que o sorriso para forçar
seu caminho para fora.
"Um feitiço tão complicado assim? Você realmente acha que eu poderia fazer algo assim?" Harry perguntou.
"Ah, bem, eu sempre podia fingir que era você." Sirius meio brincou.
"Então, o que você está dizendo? Todos nós devemos ficar de fora de seu caminho e deixá-la continuar esta missão
insana para arruinar Hogwarts? Que não devemos lutar contra o seu método de ensino absurdo?" Hermione
perguntou, trabalhando-se para cima. "De alguma forma, eu pensei que você não iria encorajar-nos a sentar-se
calmamente." Ela acrescentou.
"Hermione, eu disse para ficar fora de seu radar. Eu não disse nada sobre não lutar contra ela e eu nunca iria pedir a
ninguém para se sentar em silêncio." Ele disse.
"Que vocês todos devem lutar contra ela, mas fazê-lo de modo que ela não pode dizer que é você. Luta-la de dentro e
não de vanguarda." Sirius explicou.
Hermione deu um olhar solai-o para Harry antes de lamber os lábios nervosamente.
"Bem, eu ... Eu tive essa ideia," ela começou, dando olhares rápidos para Harry. Ron repente parecia muito nervoso.
Ela o ignorou.
"Eu ... eu estava pensando que, uma vez que ela não está nos ensinando alguma coisa, talvez ... talvez pudéssemos,
um, devemos ... fazer isso nós mesmos."
"O que você quer dizer? Estudo Defesa entre outras classes?" Perguntou Sirius.
"Não exatamente." Hermione respondeu, optando por não olhar para Harry mais porque seus olhares eram assustá-la. "Eu
pensei que nós poderíamos formar um grupo, como um clube e nós poderíamos aprender com, hum, Harry." Ela terminou
humildemente, engolindo um pouco.
Sirius virou-se para olhar para Harry, a aprovação pode ser visto em cada centímetro de seu rosto.
"Um grupo secreto de rebelde bem debaixo do seu nariz. Porra, Harry, você é bom!" ele riu.
"Sirius, ouça ..." Harry começou, tomar a decisão de parar antes que ele ficou muito animado.
"Isso é perfeito, isso é o que tem pavor de Fudge;. Que Dumbledore está treinando os alunos para ir contra o Ministério
Isso seria um grande soco no estômago!" Sirius continuou com uma risada de alegria.
"Você sabe, você é mais parecido com James do que eu pensava." Ele disse com um sorriso amargo.
"Ele teria feito algo parecido com isso também," Sirius continuou, um olhar assombrado aparecendo em seus olhos.
"James nunca iria resolver a seguir os gostos de Umbridge. Eu posso imaginá-lo formando um grupo rebelde,
ensinando o que sabia aos outros." Ele deu a Harry outro sorriso, desta vez fez o coração de Harry saltar
desconfortavelmente em seu peito. "Como dizem;. Tal pai, tal filho" acrescentou baixinho, os olhos azuis olhando
carinhosamente para ele.
Harry encontrou tudo o que podia era acenar com a cabeça. Ele nunca tinha sido dito que ele era apenas como James
antes. Ele se parecia com James, que foi sempre pegou diante. Todo mundo sempre tinha apontado que ele se parecia
com o pai, mas tinha os olhos de sua mãe. Mas nunca antes alguém disse que ele era como James.
Sirius deixou com as palavras de despedida de "Fique fora de seu caminho, mas batam nela onde mais dói!" e
desapareceu com um pop.
"Eu sinto muito, Harry. Eu só queria ver o que Sirius pensou sobre o grupo de Defesa. Eu não estava tentando minar a
sua decisão ou qualquer coisa assim, eu juro." Hermione defendeu, pensando Harry ficou quieto porque ele estava
louco.
Harry não respondeu. Ele lentamente se levantou, sua mente ainda a reprodução de sua conversa com Sirius, as
palavras de seu padrinho tocar na sua cabeça. "Qualquer coisa que você quer confessar, Prongslet ... você é mais
parecido com James do que eu pensava ... ele teria feito algo assim também ... tal pai, tal filho".
As palavras continuaram a girar em sua cabeça, mesmo enquanto ele estava deitado em sua cama. Harry adormeceu
com um sorriso satisfeito no rosto.
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História da Magia era a aula mais maçante Harry já tinha assistido. Ele se sentou em sua mesa, perguntando-se o
Professor fantasma honestamente ser capaz de dizer se a sua sala de aula estava vazia. Ele olhou de lado para
Hermione enquanto ela continuava a derrubar suas anotações. Ron ao lado dela estava dormindo, com a cabeça
pendendo a cada poucos segundos antes de ele retrucou acordado de novo.
Hermione deu Ron um cutucão com o dedo fazendo-o disparar acordado. Ele murmurou alguma coisa antes de olhar
para o espaço novamente, olhos caídos fechados. Hermione bufou e seus olhos avistou Harry, olhando para eles. Ela
deu-lhe um sorriso, apontando para Ron e balançando a cabeça. Harry sorriu de volta antes gesticulando com as mãos,
unindo-os e colocando-os sob sua bochecha, mímica que ele estava pronto para dormir também.
Hermione suspirou antes de abocanhar "homens" para ele e continuou tomando suas notas. Harry riu e voltou para o
seu pergaminho e pena. Ele havia escrito uma pequena resposta a Sirius esta manhã. Disse-lhe para não se preocupar
e que Umbridge e o Ministério não seria capaz de fazer qualquer coisa para ele. Harry poderia dizer que a chamada de
incêndio na noite passada foi porque Sirius estava preocupado Harry pode obter-se em apuros com o Ministério. Ele
silenciosamente riu da ironia da situação.
Ele tinha enviado Hedwig para entregar a carta nesta manhã, instruindo-a a voltar rapidamente neste momento. Ela
mordiscou o dedo, muito difícil para ele a considerá-lo carinhoso, e tirou de uma só vez.
Harry suspirou enquanto esfregava a cabeça, passando a mão pelo cabelo. Ron chamou sua atenção novamente e ele
virou-se para olhar para ele. Ele foi silenciosamente discutindo com Hermione novamente, tentando fazê-la parar
cutucando-o quando ele adormeceu.
"Não há mais notas para você! Eu estou falando sério!" ela sussurrou para ele.
"Eu não me importo, não quando eu estou com sono, pelo menos." Ron sussurrou de volta.
Harry balançou a cabeça em diversão. Um som chamou sua atenção e ele virou-se para olhar para a janela. Seus
olhos se arregalaram com a visão. Sentado na janela, tocar para ele furiosamente era a sua coruja branca.
Harry olhou para ele; ele tinha apenas mandou antes do café. Ele estava em sua primeira aula do dia. Ele não tinha
sequer uma hora desde que ele enviou-lhe com a letra. Como ela poderia estar de volta tão cedo?
Manter um olhar atento sobre o Professor alheio, Harry correu para a janela, abrindo-a e permitindo que o pássaro para
entrar. Por esta altura, a maioria dos estudantes estavam assistindo Harry e sua coruja.
"Quando eu disse que volte logo, eu não quis dizer em uma hora. O que você está brincando ?!" Harry perguntou o
pássaro.
Um piou fraco era tudo o que Hedwig conseguia antes que ela inesperadamente caiu em suas mãos.
"Hey, Hedwig? Qual é o problema? Hedwig?" Harry perguntou, preocupação inundou quando ele percebeu a coruja
estava ferida. Suas penas tinham sido de babados e alguns foram dobrados para o lado errado. Ela estava segurando
sua asa em um ângulo estranho. Ela olhou tristemente e enfiou lentamente a perna, trazendo a atenção para a carta que
ainda estava amarrado a sua perna. Harry reconheceu sua própria escrita e sabia que era a carta que ele havia amarrado
a ela nem mesmo uma hora atrás. Ele olhou para ela, observando os olhos de âmbar fixos nele. Ele sabia que ela estava
tentando tranquilizá-lo que a sua carta estava seguro; quem a tinha atacado não tinha sido capaz de levar a carta dela.
Ela havia fugido e encontrado Harry. Harry retirou a carta dela. "Boa menina, Hedwig". Harry acalmou com o coração
pesado. Ela piou fracamente para ele novamente.
Harry virou-se e saiu da sala de aula com pressa, sem se preocupar com o Professor que ainda tinha de perceber que
havia uma coruja em sua classe. Os alunos assistiram em confusão quando Harry abriu a porta e saiu, sem sequer se
preocupar em arrumar suas coisas.
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Harry encontrou seu caminho para a sala dos professores. Ele sabia Poppy seria inútil nesta matéria. Ela tratou seres
humanos, não as aves. Ele sabia que a única pessoa a ter uma idéia de como ajudar Hedwig seria o Professor de Trato
das Criaturas Mágicas.
Harry encontrou a sala dos professores e bateu com o punho contra a porta com força. Hedwig estava escondida perto de
seu peito com o outro braço.
"Abra!" Harry gritou quando ele bateu a porta novamente, resistindo ao impulso de simplesmente explodir a maldita
porta aberta.
A porta se abriu e um rosto, homem de cabelo gorduroso apareceu segurando a porta aberta. Seus olhos ônix fixos
para Harry e seus lábios se curvaram em um sorriso de escárnio.
"Salvar os insultos, eu não tenho tempo. Eu preciso encontrar Professor Grubbly-Plan ou qualquer que esteja no seu
lugar!" Harry disse.
"Professor Grubbly-Plank não está disponível para falar com você. Ela está em sua pausa."
"Acabamos de ter café da manhã!" cuspiu Harry. "O que ela precisa de uma pausa para?"
"Não cabe a você decidir quando a equipe de Hogwarts vai para a sua pausa, Potter! Agora, você pode sair." Snape fez
para fechar a porta, mas Harry enfiou a pé para fora e parou de fechar.
"Eu não penso assim." Harry sussurrou para ele. "Eu preciso vê-la, que é urgente."
Harry sabia que ele tinha notado a coruja branca apertou contra o peito. Ele sabia que o homem não era cego; era
bastante óbvio, que com a coruja branca contra vestes negras.
"Minha coruja está machucado, eu preciso de sua ajuda." Harry cerrar fora.
Esgar de Snape aprofundou antes de mudar para um sorriso.
Snape pegou sua varinha e apontou-a para o pé de Harry, que ainda estava parando a porta de ser bateu fechado.
A mão de Harry disparou e agarrou seu pulso, segurando sua varinha exploração de mão em um vício como aderência.
Os olhos de Snape se arregalaram com a ação e ele olhou em choque com Harry.
"Não me dê uma razão!" Harry avisou que ele apertou ainda mais no pulso do homem.
Harry soltou o homem, recuperando os sentidos. Ele viu o Professor ele tinha ido procurar, estava atrás de Snape. O
Professor de Poções esfregou o pulso de uma vez e se virou para encontrar Professor Grubbly-Plank de pé atrás dele.
"Professor Snape, o que está acontecendo? Eu ouvi meu nome ser mencionado." Perguntou a mulher. Ela não pareceu
ter visto o muito próximo duelo que estava ameaçando a ter lugar apenas alguns segundos atrás.
"É sobre a minha coruja, ela está ferido;. Eu estava esperando que você poderia dar uma olhada nela para mim."
A mulher moveu-se para Harry de uma vez e levou a coruja ferida dele. A ave soltou um assovio e tentou bater suas
asas, em protesto por ter sido entregue a um desconhecido.
"Está tudo bem, está tudo bem." Grubbly-Plank disse em um tom suave, correndo os dedos sobre suas penas,
acalmando-a. "O que aconteceu com ela?" ela perguntou Harry.
" Não se preocupe. Parece que ela tem uma asa quebrada, mas não é nada que eu não posso consertar eu vou levá-la
de você Não se preocupe;.. Ela vai ser tão bom como novo em poucos dias."
Harry acenou com a cabeça e deu um passo para trás. O professor voltou para dentro com Hedwig, desaparecendo no
quarto. Snape ainda estava de pé onde estava. Ele olhou para Harry, com a mão em volta do seu pulso. Harry olhou para
trás. Snape deu um passo a frente e bateu com a porta fechada.
Harry se virou para sair, mas não chegou. Ron e Hermione estavam de pé atrás dele, um saco do Harry segurava nas
mãos de Ron. Eles tinham visto tudo; ficou claro a partir de suas expressões.
"Eu estava dormindo de qualquer maneira, o que era eu que vou aprender?"
"Queríamos ver o que tinha acontecido com Hedwig. É mais importante do que, de uma palestra de História da Magia."
Hermione disse.
"Ela vai ficar bem, Grubbly-Plank parece pensar assim de qualquer maneira." Harry disse, balançando sua bolsa sobre
seu ombro.
"Mesmo que isso era extremamente arriscado e provavelmente você soprou sua capa com o Professor Snape, eu acho
que foi realmente doce do jeito que você lutou para obter ajuda para Hedwig". Ela disse que eles tiraram a sua próxima
aula.
"Eu só percebi que Harry iria ficar com raiva de mim, se ele voltasse e descobrisse que eu tinha matado sua coruja. Eu
não quero isso na minha cabeça." Harry disse com um encolher de ombros.
"Sim, é isso. Você fez tudo isso para Harry não iria ficar com raiva de você. Não seria porque você se preocupa com
Hedwig". Ron disse com um sorriso malicioso.
"Por que eu me preocupo com um pássaro?" Harry perguntou, mas ele sabia que não era convencer ninguém. Ele deu-se
com um suspiro. "Ela meio que cresce em você." Ele admitiu.
"Harry, você não tem medo sobre o que aconteceu com o professor Snape." Hermione perguntou voz cheia de medo.
Harry sabia que Voldemort sabia sobre ele, sabia que ele era de uma dimensão alternativa. Por que mais ele mandar
Draco para ver se ele tinha uma bússola com ele ou qualquer coisa a ver com isso? Snape provavelmente já tinha sido
dito em sua última reunião Comensal da Morte.
"Não importa", Harry respondeu. "Snape pode dizer-lhe o que quiser, contanto que eles não têm nenhuma prova de
onde eu venho, Dumbledore não pode fazer nada para mim, Snape poderia dizer que ele acha que eu não sou Harry
Potter ou que eu sou de outro mundo. , desde que eles não possam provar isso, eles não podem fazer nada. " Harry
disse.
Eles chegaram fora de sua próxima aula, Transfiguração, e esperou que os outros alunos para chegar.
"Eu acho que nós sabemos quem." Hermione disse, com o rosto amassado em desagrado. "Tem que ser Umbridge. Ela
é a única pessoa que gostaria de monitorar suas cartas."
"Isso faz sentido, especialmente desde que ..." Ron foi cortado por Harry.
O telefone no bolso de Harry, de repente tocou, assustando Harry por um momento. Ele rapidamente se estendeu a
mão para ele, tirando-o do bolso. Ele trouxe-o ao ouvido.
"Oi, Damien, escuta, eu não posso falar ...", ele parou de repente, um olhar de surpresa cruzou seu rosto antes de sua
expressão mudou e um sorriso tímido estourou.
"Oi pai."
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*Chapter 23*: Chapter 23
Capítulo vinte e três
AU Mundo
Damien estava sentado com as mãos cruzadas no colo. Seus olhos castanhos estavam fixos em duas figuras no quarto;
sua mãe sentada, apoiando-se no braço do sofá, cadeira e seu pai andando furioso com o celular agarrado ao seu
ouvido. Damien quase não conseguia desviar o olhar ou puxar sua atenção longe de seu pai. Ele estava ciente da outra
forma, sentado calmamente ao lado dele, mas ele não conseguia criar força para falar com ele. Ele preferiu ignorar Harry,
apenas por um momento, enquanto seu pai esperava por seu filho, Harry, para atender o telefone.
James fez uma pausa em seu ritmo como o telefone conectado e voz de seu filho encheu seu ouvido. Lily ficou de pé
quando viu James chegou a um impasse. Ela correu para ele, perguntando sem falar se Harry estava realmente do
outro lado do telefone.
"Harry!" James disse, sua voz traindo seu alívio, bem como pura raiva.
"Coloque-o no alto-falante." Lily sussurrou. Ela puxou o telefone longe um pouco de orelha de James e apertou um
botão, de repente, a voz de Harry encheu a sala.
"Oi pai"
Damien sentiu um arrepio correr por suas costas. Seu irmão estava com tantos problemas.
"Harry! Do que diab os você pensa que está jogando em ?!" James gritou com raiva.
"Uh, tudo bem, eu sei que você está louco, mas eu posso te ligar daqui a pouco? É que agora não é o melhor
momento." veio a voz de Harry.
Damien teria rido se não estivesse tão assustada agora. Os olhos de James ligeiramente saltaram para fora com as
palavras de Harry.
"Não! Não, você não pode chamar-nos de volta! Eu não me importo se é o melhor momento ou não! Qual é o problema
com você?!" James perguntou, incrédulo.
"Eu não posso falar, não aqui. Dá-me cinco minutos e eu vou chamá-lo..." Harry respondeu.
"Desculpe, pai. Não tenho escolha. Vou ligar para você em breve." A voz de Harry soou.
"Harry!" James gritou, mas tudo o que conseguiu de volta foi o clique característico que sinalizou Harry tinha desligado.
James puxou o telefone longe de sua orelha e olhou para ele.
Damien engoliu em seco com a visão. Ele nunca tinha visto seu pai tão zangado antes, e ele tinha feito muitas coisas
para irritar seu pai, em particular nos últimos dois anos.
James se virou para Damien, seus olhos não demonstrando nenhum dos seus calores habitual. Ele apontou para
Damien, ainda com o telefone na mão.
Damien tinha sido na esperança de que ele não ter que explica. O telefonema para o Harry, pois um fim a essa opção.
Depois James e Lily tinham visto o 'Harry' diante deles se transformar de volta à sua forma real, eles tinham exigido saber
o que estava acontecendo. Damien rapidamente disse-lhes que o menino diante deles era Harry Potter, mas não a que
pertença a esse universo. Ele tinha empurrado, independentemente da crescente alarme nos rostos de seus pais, que
ambos os universos Harrys tinha efectivamente trocados. Damien não tinha mais explicado ou como isso aconteceu
exatamente, mas se apressou a passar o telefone para seu pai, dizendo que ele poderia falar com Harry si mesmo e
descobrir exatamente o que tinha acontecido e o que estava acontecendo.
Mas agora, ao que parecia Damien não tinha escolha, se não a explicação. Ele respirou fundo para se firmar e
começou a falar.
"Pai, é ..."
Damien parou e se virou para olhar para o rapaz sentado ao lado dele. James e Lily dirigiu sua atenção para o rapaz
sentado ao lado de Damien. Harry estava olhando para o chão, mas ele levantou a cabeça para olhar para James
antes que ele continuasse.
"Eu era o único que queria vir aqui. Eu sou o único que deveria explicar."
James e Lily tanto pareciam desconfortáveis falando com este Harry. Eles não podiam sequer olhar para ele. Harry estava
em silêncio contente sua visão estava embaçada e ele não podia ver seus rostos claramente. Ele não queria ver as
expressões de seus pais agora.
Em uma voz calma, Harry recontou os acontecimentos que aconteceu há dois meses.
"Harry e Damien simplesmente apareceu na minha casa, uma noite. No começo eu pensei que eu estava imaginando a
coisa toda. Eu nunca tinha sequer pensado em universos alternativos antes ..."
"O que você estava fazendo com o Harry para viajar para outra dimensão?!" Lily interrompeu, os olhos cor de esmeralda
em chamas em Damien.
"Batendo algo sobre um acidente, quebrar alguma coisa sem querer é um acidente. Viajar para outra dimensão não é um
acidente!" Lily gritou em voz alta.
Harry estava sendo prontamente ignorado novamente; ele fechou a boca e abafou o resto de sua explicação. Era claro
que ninguém queria ouvi-lo.
Damien engoliu pesadamente na reprimenda de Lily e olhou para seu pai. James não estava nem olhando para ele;
que só queria dizer uma má notícia.
"Pai, eu ..." Damien começou, mas foi cortado quando James de repente deu um pequeno salto, o telefone em sua
mão tinha começado a vibrar e iluminada com luz. James apertou o botão verde e respondeu imediatamente.
"Harry?"
Lily mais uma vez apertou o botão e ligou o telefone para alto-falante para que todos pudessem ouvir o que Harry
estava dizendo.
"Desculpe, pai, mas eu não podia falar antes. Eu estava no meio do corredor e qualquer um poderia ter visto ou ouvido
falar de mim." veio a voz de Harry.
James parecia lançado por um momento. Ele compartilhou um olhar exasperado com Lily antes de voltar para seu
filho.
"Hogwarts? Você vai para outra dimensão e decidir frequentar Hogwarts !? O que havia de errado com a Hogwarts
nesta dimensão !?" Perguntou James.
"Eu estou pirando! Harry! Você está em outra dimensão! O que em nome de Merlin você achou que estava fazendo!?"
James gritou.
"Calma, pai. Você está ficando histérico." Harry respondeu, parecendo completamente relaxado.
"Eu não posso me acalmar! Não até que você esteja de volta aqui!" James respondeu. "Eu quero você para obter-se de
volta aqui, na dimensão que é suposto ser, e fazê-lo agora!"
"Oh, hey, mãe. Você está aqui também, né?" Harry perguntou.
"Porque você não pode voltar, Harry?" James perguntou, sua voz estranhamente difícil.
"A bússola que eu costumava vir aqui, é, bem, quebrou. Eu não sei o que há de errado por isso você não pode corrigi-
lo." Harry respondeu.
"Que bússola que você usa? Onde você tira isso?" ele perguntou. Damien poderia apenas visualizar seu pai batendo o
caminho de volta para a loja, gritando que a bússola eles venderam estava com defeito e ele queria um reembolso.
"Eu devia ter adivinhado!" James cuspiu. "E agora? Você está preso em outro mundo? É isso que você está me
dizendo?"
Damien e Harry trocaram um olhar, a conversa estava prestes a ficar muito feio, muito em breve.
"Eu não posso acreditar que você faria algo tão irresponsável e tão estúpido como isso!" James entrou em erupção.
"Você deve saber que você não pode simplesmente pular a outras dimensões e as vidas de swap! Há equilíbrios
dimensionais a considerar, os efeitos de uma tal troca, as repercussões para fazer uma coisa dessas pode ser
catastrófico!"
"Pai, acalme-se. Eu sei o que estou fazendo." Harry respondeu. "Não há nada com que se preocupar, o equilíbrio
dimensional não é afetado porque eu e Harry desta dimensão têm trocado uns com os outros Ambas dimensões tem um
Harry, não apenas o direito Harry Se ambos estão na mesma dimensão juntos e nós.. 'nele por um período substancial
de tempo, então o saldo será jogado fora e as complicações podem acontecer. "
"Não me dê uma palestra sobre isso, eu não estou interessado!" James agarrou. "Tudo o que eu estou interessado em
está recebendo de volta para casa!"
"Pai ...".
"Pare, Harry! Apenas pare!" James disse. "Onde está essa bússola? Talvez eu possa arranjar alguém para dá um
olhada nela."
James olhou para Damien e tem um pequeno aceno de cabeça do menino. Ele virou as costas para ele, não ser capaz de
controlar sua raiva.
"Eu não posso acreditar que você fez isso, Harry!" James disse por entre os dentes cerrados. "Por que você ainda quer
trocar vidas? Você estava entediado que aqui ?!"
"Então o que foi !? O que foi que você compelido a fazer uma coisa tão estúpida como essa !?" Perguntou James.
"Você não falou com o Harry ai em tudo?" Harry perguntou, seu tom ficando mais frio.
James não se virou para olhar o garoto mencionado. Ele manteve de costas para ele.
"Eu não estou interessado no que qualquer outra pessoa tem a dizer! Eu estou pedindo para você! Você é meu filho!
Você vai explicar isso para mim!" James gritou de volta.
"James ..." Lily tocou o braço dele, mas James ergueu a mão para silenciá-la.
"Diga-me o que você estava pensando quando tomar a decisão de trocar vidas! O que você espera ganhar com isso!"
James perguntou com veemência.
"Há alguns dias longe de você e seus gracejados, já é um começo!" Harry brincou com ele.
"Qualquer um concordaria comigo que eu tenho todo o direito de reclamar de você quando você puxa o meu tapete
assim!"
"Então o que é ?! Diga-me, Harry, o que é que você esperava ganhar com isso!" James perguntou acaloradamente.
"Eu queria que Harry soubesse com que é viver com os pais."
James se acalmou com a resposta de Harry. Lily ao lado dele parecia congelar em suas ações também.
"Eu disse, eu queria que Harry soubesse o que era viver com os pais. O que ele gostaria de tê-los em sua vida." Harry
respondeu.
James sabia o que isso significava, mas sua mente não estava disposta a aceitá-lo. Ele ficou com o telefone apertado
contra seu ouvido.
"Harry? O que...?"
"Você está morto." Harry disse baixinho, as palavras saindo com a estirpe notável. "Você e mãe, ambos são mortos
neste mundo."
James e Lily ambos se virou bruscamente para olhar para o Harry no quarto, apenas para encontrar seu assento vazio.
Eles olharam para Damien, que ainda estava sentado em sua cadeira, um pouco desanimado. Ele se virou para olhar
para a porta, gesticulando que Harry tinha deixado.
James conseguiu alcançar a cadeira ao lado de sua mesa e caiu sobre ele.
"Não cabe a mim lhe dizer." Harry respondeu. "Pergunte a alguém que viveu com isso."
James sentiu todo o seu corpo tremer com a percepção de que ele e Lily tinham morrido em uma realidade alternativa.
"Pai escuta," Harry disse com um suspiro. "Eu só fiz isso para que ele pudesse ver como que era ter pais. Ele nunca
conheceu você ou mãe. A troca era para ser apenas por dois dias. Eu nunca esperei que a bússola para parar de
funcionar."
James e Lily ambos tinham acalmado e os dois estavam sentados, ouvindo Harry.
"O que é isso que você chama de bússola? Onde posso encontrar mais informações sobre ela?" Perguntou James.
"Não se preocupe com isso, pai. Eu tenho um plano para voltar. Eu só preciso de tempo para colocá-lo em ação." Harry
respondeu.
"Mãe, confie em mim. Vai ficar tudo bem." Harry atravessou ela. "Eu tenho que ir agora, eu vou chamá-lo mais tarde,
quando eu tiver mais tempo."
"E pai," Harry gritou antes que James pudesse desligar a chamada. "Não grite com Damien. Nada disso foi culpa dele. Eu
era o único que queria fazer isso. Ele tentou me parar, mas eu não ouvi-lo. Eu o fiz prometer não contar a você ou a
mamãe. Ele só estava tentando manter sua promessa. "
"Damien deveria ter lembrado outra promessa que ele tinha que manter." Ele disse calmamente.
Damien abaixou a cabeça, os olhos treinados no chão. Ele sabia que seu pai estava indo para lembrá-lo da promessa, o
que ele tinha feito para ele no dia Harry tinha voltado para eles. A promessa, que ele nunca iria manter mas nada em
segredo de seu pai, que envolvesse a segurança de Harry.
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Damien bateu uma vez na porta antes de entrar. Ele abriu a porta e fez uma varredura no quarto procurando Harry. Ele
não podia vê-lo.
"Harry? Você está aqui?" Damien perguntou como ele fechou a porta e entrou.
A porta do banheiro abriu e Harry entrou no quarto. Damien ficou momentaneamente atordoado com a visão dele. Os
últimos meses, Damien tinha visto este Harry, com a aparência do seu irmão, mas agora que o glamour se foi, olhar para
o Harry em seu estado normal. Damien quase tinha esquecido o quão magro ele era e como pequeno e frágil ele se
parecia.
Harry deu a Damien um pequeno sorriso enquanto ele caminhou até ele. Ele estava segurando algo em suas mãos e um
olhar mais atento revelou que era seus óculos de armação preta. Harry estava esfregando as lentes para limpa-las com
um pequeno pano.
Damien viu que Harry tinha mudado as vestes que ele estava usando. Ele estavai mais uma vez com a sua roupa
folgada, blazer e jeans surrados, as mesmas roupas que ele estava usando quando ele veio a este mundo com
Damien.
Sem dizer uma palavra, Harry escorregou os óculos e olhou para Damien, um sorriso triste nos lábios.
"Harry, eu sinto muito." Damien pediu desculpas. "Eu realmente não gostaria que eles tivesse descoberto."
"Está tudo bem. Isso ia acontecer, mais cedo ou mais tarde." Harry disse suavemente. "Eu só queria que fosse mais
tarde." Ele adicionou.
Damien acenou com a cabeça, ele desejava que fosse muito mais tarde, de preferência quando seu irmão estivesse
voltado.
"Eles, eles querem ver você, falar com você." Damien disse, apontando para a porta.
Harry acenou com a cabeça, parecendo que ele preferiria fazer qualquer coisa do que ir falar com James e Lily agora.
"Vamos lá", disse Damien, movendo-se em direção à porta. "Eles já estão muito bravos, não vamos dar-lhes mais
munição."
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James e Lily estavam sentados no sofá, ambos tinham as mãos cruzadas diante deles, se preparando para a reunião
com a forma alternativa de seu filho. O fato de que o menino havia passado os últimos dois meses com eles sob o
disfarce de seu filho só tornava mais difícil para eles manter a calma.
"Eu ainda não posso acreditar que isso aconteceu." James disse, mais para si mesmo.
"Nós temos que descobrir uma maneira de recuperá-lo. Espero que Dumbledore saiba mais sobre essa bússola
especial." James disse preocupada.
"Eu tenho certeza que ele sabe, se não o souber, então ele conhecerá alguém em que possamos entrar em contato
para obter mais informações." Lily disse, mordendo o lábio em preocupação.
"Harry realmente foi longe demais desta vez." James disse, ainda não sedo capaz de superar o fato de que seu filho
estava em uma dimensão completamente diferente.
"James," Lily disse, endireitando-se. "Nós vamos lidar com Harry quando ele voltar, mas ... o que vamos fazer com o
Harry que está aqui?"
"Eu quero saber o que aconteceu com ele, o que aconteceu com... nós. Mas, ao mesmo tempo, eu não sei como lidar
com tudo isso!" Lily disse. "Quero dizer, como isso funciona? Ele não é realmente nosso filho, mas ele ainda é Harry
Potter, filho de James e Lily, de modo que o torna o nosso filho, certo?" Lily perguntou confusa.
"Ele não é nosso filho, Lily. Nosso filho está preso em outro universo. Nós temos que descobrir uma maneira de trazê-lo
de volta, de volta ao seu mundo e ter o nosso Harry aqui." James disse. "Isso é tudo que podemos fazer."
Lily assentiu com a cabeça, sem um olhar feliz, entanto. Um ruído pegou a atenção de James e ambos se viraram para
olhar a frente deles.
De pé na porta, com um olhar abatido, vestido jeans, estava um menino pequeno, de óculos com cabelo preto
desarrumado. Ele estava de pé com Damien e estava olhando para eles.
"Oh", disse James e olhou para Lily, tentando descobrir como eles devem enfrentar esta situação.
Harry tornou mais fácil para eles e entrou, agindo como se não tivesse ouvido a última parte da conversa. Ele veio e
pôs-se ao lado do assento ao lado de James e Lily.
"Sente-se." Lily disse suavemente, seu tom foi um que era usado para falar educadamente com um convidado. "Ou um
estranho", pensou Harry quando ele tomou o assento e sentou-se.
James observou que Damien sentou-se também, mas ele estava sentado o mais longe possível deles. Ele escolheu a
mesa e cadeira no canto da sala para sentar, em vez do sofá.
Harry estava tomando o cuidado de não olhar para eles. Ele manteve o olhar fixo em seus pés e no tapete. James e Lily
estavam achando difícil olhar para longe do menino. Seus óculos, rosto fino, pequeno e quadrado, roupas abatidas foram
o suficientes para sugerir que tipo de vida o menino tinha levado.
"Eu... eu... eu pensei que você pode gostar um pouco de privacidade." Ele respondeu.
Lily olhou para James. Ela tinha adivinhado por que Harry tinha deixado. As palavras que Tiago tinha tido deve ter o
machucado. "Eu não estou interessado no que qualquer outra pessoa tem a dizer"! Estou lhe perguntando! Você é meu
filho! '
"Eu sinto muito", James começou com um suspiro, fazendo Harry olhar para ele. "Eu... eu quase machucá-lo mais cedo.
Eu estava com medo que você fosse um inimigo." Ele meio que desejava que fosse o caso. Isso teria sido muito mais fácil
de lidar.
"Está tudo bem." Harry disse encolhendo ligeiramente. "Você só estava protegendo a sua família. Eu posso entender
isso."
James olhou para Harry, levando-se em tudo sobre sua aparência. O menino era jovem, mais jovem do que seu filho
Harry de qualquer maneira.
James sentiu-se ainda pior agora para atacá-lo. Ele tinha apenas quinze anos; a mesma idade de seu filho mais novo.
Seus olhos brilharam com a forma de estar do Damien e encontrou seus olhos.
"Eu não quero parecer insensível, antes", disse James. "É só que... tudo isso é uma responsabilidade muito grande."
James disse pesadamente.
"Harry," Lily começou suavemente, fazendo o rapaz olhar para ela. "Eu queria que você tivesse nós contado a verdade
quando você chegou."
"Você não teria apenas me mantido a distância?" Harry perguntou em retorno, para a Lily.
Lily hesitou em responder. Ela virou a cabeça uma fração na direção de James, mas não olhou para ele.
Damien se mexeu na cadeira novamente, mas não participava da conversa. James pegou o movimento, mas
rapidamente desviou o olhar. James inclinou-se e sentou-se com as mãos juntas.
"Precisamos saber, o que... o que aconteceu no seu mundo? Como é que você perdeu... a gente?" ele perguntou em
voz baixa, um tanto hesitante.
Harry olhou para baixo novamente, tentando escolher as palavras com cuidado. Ele ociosamente observou quão bizarro
de uma conversa que isto ia ser, dizer a alguém como eles morreram. Seu silêncio se estendeu por tanto tempo que
James e Lily estavam começando a pensar que ele nunca iria responder.
Antes que James pudesse perguntar de novo, Harry falou, mantendo os olhos fixos no chão.
"Noite de Halloween," Harry começou; não especificando qual noite de Halloween, ele estava se referindo também, mas
James e Lily não precisava disso para eles saberem de que noite Harry estava falando. "As coisas aconteceram de forma
muito diferente no meu mundo. Peter," Harry fez uma pausa depois de dizer o nome, ciente de como os dois adultos se
tornaram tensos. Ele continuou, "Peter nunca me roubou para dar a Voldemort. Ele trouxe Voldemort até a Mansão de
Godric em seu lugar." Harry olhou para cima para testemunhar as expressões horrorizadas sobre James e rostos de Lily.
"Ele era o seu fiel do segredo e ele traiu a sua localização para seu Mestre. Voldemort chegou em Godric com a intenção
de me matar." Harry parou aqui, as próximas palavras asfixia na garganta. "Ele os matou, porque eles estavam tentando
me proteger. Ambos morreram me protegendo."
James e Lily descobriu que mal conseguia falar. Eles se sentaram em silêncio entorpecido como a palavra Harry, a fala
penetrou em suas mentes e se estabeleceu como um peso morto dentro deles. Lentamente, Lily estendeu a mão e tocou
a mão de Harry antes de tomá-lo completamente em suas próprias mãos.
Harry sentou-se em silêncio. A sensação da mão de sua mãe em sua era reconfortante, e ele permitiu que um
sentimento tomasse conta dele.
"Eu não sei. Foi-me dito que Voldemort usou a maldição da morte em mim. Mas em vez dela me matar, ela rebateu nele
em vez disso."
"Eu sinto muito, a maldição da morte ricocheteou em você?!" James perguntou, claramente não acreditando.
"Professor Dumbledore me disse que isso aconteceu por causa da minha mãe", Harry olhou para Lily, ainda segurando a
mão dela. "Minha mãe morreu me protegendo, ela deu sua vida de boa vontade por mim e, ao fazer isso, ela me deu
proteção. Tudo que a maldição de Voldemort fez foi me deixar com uma cicatriz."
Lily quase retirou a mão em estado de choque. James recuou ante a visão da cicatriz maldição.
"Oh, Deus!" Ele sussurrou. Seus olhos estavam fixos para a cicatriz.
James e Lily trocaram um olhar com o outro. "Era a sua cicatriz que estava doendo!" James pensou consigo mesmo.
Ele sentiu imenso alívio ao perceber. Então Voldemort não estava de volta, ele não estava atrás de seu filho novamente.
De repente, a realização estimulou outro pensamento e rosto de James rapidamente perdeu a cor.
"Harry, você disse que a maldição de morte ricocheteou para Voldemort. Será que isso significa, em seu mundo,
Voldemort está morto?" James perguntou, esperando com toda a força que a resposta seria 'sim'.
"Não, ele não está morto." Harry disse e James e Lily puxou uma respiração afiada. "Ele tinha desaparecido naquela
noite. Ninguém sabia o que aconteceu com ele. Alguns pensaram que ele estava morto, mas de alguma forma ele tinha
sobrevivido." Harry engoliu em seco e forçou as próximas palavras para fora. "Neste verão, ele voltou." Ele sussurrou.
James e Lily ficaram mudos. Ambos estavam olhando para Harry com uma mistura de choque, horror e preocupação.
"Como você sabe, ele está de volta?" Lily perguntou com voz trêmula, esperando claramente Harry estivesse errado.
"Fui o convidado de honra para o seu renascimento." Ele respondeu, mordaz. "Voldemort planejou para eu cair em
suas mãos. Ele pegou um pouco do meu sangue, a fim de receber de volta seu corpo. Eu vi a coisa toda."
Lily estava tremendo agora de uma mistura de medo e horror. James instintivamente colocou um braço ao redor dela e a
abraçou.
Os olhos de James de repente se arregalaram e ele olhou para Harry. Ele soltou Lily e ainda estava sentado.
Ele olhou para Lily e ela podia ver a tristeza e desgosto em seus olhos.
"Por que Harry decidiu trocar de vidas." James disse, sua voz cheia de raiva e mágoa.
"Mas, Harry nos disse o porquê. Ele queria que Harry nos conhecesse." Lily disse, apontando para o Harry sentado em
frente a eles.
James balançou a cabeça para ela, suas palavras saindo com a estirpe notável.
"Não, Lily Essa não é a razão. Você conhece Harry bem o suficiente;. Ele não faz nada para ninguém!" Seus olhos
castanhos estavam brilhando com mágoa. "Lily, Harry decidiu ficar nesse mundo, porque esse mundo tinha um
Voldemort!"
Lily não respondeu, mas seus olhos se arregalaram e seu corpo inteiro parecia endurecer.
Do outro lado da sala, Damien sentiu seu coração afundar em seu peito.
James balançou a cabeça, mas não reconheceu o protesto de Damien. Ele se virou para Harry.
"Será que foi Harry que oferecer troca?" ele perguntou, já sabendo a resposta.
"Será que ele oferecê-lo antes ou depois de saber que Voldemort tinha voltado?" Palavras de Tiago saiu com um silvo.
Havia um olhar assustador nos olhos de James. Harry podia ver que ele estava mordendo a língua, a raiva crua
irradiava dele. Harry rapidamente desviou o olhar, não querendo ver seu pai com tanta raiva.
"Depois de tudo, tudo o que aconteceu, ele ainda...! Ele não...!" James não podia sair uma sentença adequada. Ele
passou a mão pelo cabelo tão grosso modo, parecia que ele estava prestes a puxá-lo para fora.
"Pai, você entendeu tudo errado." Damien disse novamente. Levantou-se e atravessou a sala e estava ajoelhado ao
lado dele. "Harry não ficar lá por causa de Voldemort. Harry não está pensando em conhecê-lo. Ele me disse isso!"
James olhou para Damien, mas não lhe respondeu. Ele deixou sua cabeça cair para trás em suas mãos.
"Eu tenho que tirá-lo de lá." James disse, ainda com a cabeça entre as mãos.
"Pai, por favor ..." Damien estendeu a mão para puxar as mãos de seu pai longe de seu rosto, mas James apertou a
mão do garoto de distância.
Atordoado com a rejeição, Damien hesitou por um momento, mas depois tentou novamente.
"Harry não vai a lugar nenhum perto dele. Ele só fez a troca de modo que este Harry pode conhecer vocês dois. Harry
estava pensando em estar de volta em dois dias. Papai, eu não acho que Harry está lá para Voldemort. Ele não está.
Juro que ele não está, confie em mim ... "
James levantou a cabeça e olhou para Damien. Seu olhar mordaz fez Damien recuo. Ele nunca quis dizer as palavras
no final, ele só saiu.
James se levantou abruptamente e sem dizer uma palavra para Damien, ele passou por ele e saiu. Damien ainda estava
sentado no chão. Ele olhou para sua mãe antes de deixar cair a cabeça de novo, com o peito doendo com a dor. Seu pai
nunca iria confiar nele de novo, nunca mais.
Canon Mundo
Harry caminhou até sua próxima aula, sua mente ainda sobre o telefonema que ele tinha feito.
"Acho que você vai fazer isso através de toda esta classe?" Ron brincou enquanto subiam a escada levando-os para a
sala de aula de Adivinhação.
Harry lançou lhe um olhar antes de puxar a si mesmo através do alçapão. Ele tinha perdido a final de sua lição de História
da magia por causa de Hedwig. Então ele perdeu o início da Transfiguração porque seu pai tinha descoberto a verdade
sobre o seu paradeiro e tinha chamado para gritar com ele sem sentido.
"McGonagall pode ser realmente assustador às vezes." Harry comentou, lembrando como as narinas do professor
tinha queimado e a forma como sua boca tinha formado o mais fino de linhas.
"Eu ainda estou atordoado ela não lhe dar detenção por chegar mais de dez minutos de atraso." Ron disse que ele
puxou-se através da porta.
"Bem, eu acho que ela ouviu falar sobre Hedwig. Ela provavelmente pensou que eu estava longe para vê-la e é por isso
que eu estava atrasado." Harry disse que ambos os meninos tomaram seus assentos na sala de aula fortemente
perfumada.
"Bem, eu sugiro que você ficar por esta lição." Ron disse, notando algo no canto da sala de aula.
"Olha," Ron apontou. Harry olhou para ver a pequena bruxa vestida de rosa, sentada em um banquinho com uma
prancheta e pena segurava entre os dedos grossos. "É tempo de inspeção!" Ron riu.
Harry puxou seu olhar longe de Umbridge. Esta foi a primeira classe que ele tinha assistido que tinha a Inspetora
Umbridge. Ele encontrou seu olhar quando ela esquadrinhou o quarto. Harry ergueu as sobrancelhas para ela e lhe
deu um sorriso. Ela prontamente desviou o olhar.
Professora Trelawney se levantou de seu assento, seus dedos estavam puxando o xale. Parecia que ela estava tendo
dificuldade ignorando a bruxa sentada atrás dela, mas ela se mudou para os estudantes sentados, no entanto, e falou em
seu tom enevoada.
A lição começou, e Harry e Ron continuou sussurrando sobre o telefonema, ignorando a lição completamente.
"Eu espero que ele não fique bravo... com Harry." Ron baixou a voz já sussurrando.
"Por que ele faria isso? Se ele está com raiva de alguém que vai ser de mim e Damien." Harry sentiu seu estômago
virar com o pensamento de seu irmão. Ele só podia imaginar o que ele estava passando.
"Eu não achei que ele tinha esse tipo de temperamento." Ron disse.
"... E agora, se você pegar os globos e olhar profundamente para eles, você vai ver o futuro da pessoa sentada ao seu
lado. Abra seu terceiro olho, crianças, olhe para o passado a bola de cristal e veja o futuro!"
Harry olhou para a bola de vidro diante dele. Ele olhou para Ron e sorriu.
"Eu vou primeiro." Ele disse, um olhar divertido no rosto. Ele olhou para o mundo e olhou para a névoa branca.
"Você vai ficar perdido em uma nuvem de névoa para sempre." Harry disse, olhando para ele.
"Isso é o que eu vejo, névoa branca." Harry respondeu de volta, apontando para o mundo.
"Oh, vamos lá, Ron. Este é um monte de lixo! A adivinhação é uma piada!" Harry riu.
"Eu sei, nós nunca gostamos realmente dessa classe." Ron disse. Ele sabia que Harry iria entender que "nós"
significáva ele e Harry deste mundo.
Antes que Harry pudesse dizer qualquer coisa, ele sentiu alguém se aproximar sua mesa. Olhando para cima, viu a
Professora Trelawney, olhando para ele através de seus óculos de lentes grossas.
"Está tudo bem aqui, querido?" ela perguntou em seu tom sonhador.
"Sim, está tudo bem, professora." Ron respondeu rapidamente, esperando que ela iria deixá-los sozinhos.
Mas o Professor Adivinhação não deixá-los e girava em torno de perto deles, olhando para Harry.
Ron murmurou alguma coisa e ficou olhando para o mundo, lançando o olhar para o professora a cada poucos
segundos para ver o seu aceno de aprovação.
" Hum, bem, Harry eu vejo ... Vejo o campo de Quadribol e um pomo de ouro, o que significa que você vai se tornar um
jogador nacional de Quadribol." Ron mentiu.
Harry riu ao ver a expressão de Ron quando ele franziu o rosto, fazendo com que pareça que ele estava muito
concentrado em olhar no globo.
"O que mais?" Harry perguntou, só para irritá-lo.
"Você vai se casar, ter filhos e morrer como um homem velho. Vida muito chato, realmente." Ele terminou.
Isso foi o suficiente para a professora Trelawney como ela voou de volta para eles, um olhar irritado em seu rosto.
"Meu querido, enquanto você se esforçou ao ler o futuro, temo que você pode ter interpretado mal os sinais." Ela disse
para Ron antes de virar para o mundo.
Ela agitou as mãos sobre ele e olhou para ele. Seu rosto estava contorcido, como se ela estava com dor. Ela soltou um
suspiro áspero e cobriu a boca com as mãos. Ela olhou para Harry, que estava olhando para ela com uma expressão-não
poderia cuidados menos.
"Oh, querido. Oh, meu pobre, pobre querido." Ela disse, balançando a cabeça de um lado para o outro.
Suas ações tinham chamou a atenção da maioria da classe. Professora Umbridge estava conversando com Parvati e
Lilá, mas parou para ouvir o professor.
"Lamento dizer que não vejo nada em seu futuro. Isso só pode significar uma coisa. Você não vai viver o suficiente para
ter um futuro!" ela disse dramaticamente.
As alunas na sala soltou um suspiro coletivo. Os rapazes reviraram os olhos. Professora Trelawney estava em seu
elemento e depois de ouvir as reações a suas palavras, ela continuou com seu futuro sombrio dizendo.
"Você vai ter uma horrível, trágico, doloroso, a morte. A morte que vai relaxar o sangue daqueles que testemunhar isso!
Eu posso ver isso! Eu posso ver o fim trágico de sua vida trágica!"
Harry deixou de repente uma tosse, uma tosse falsa exagerada e muito aparente. Professora Trelawney olhou para ele
preocupada, como se tivesse medo de que o menino ia cair morto em breve.
Ron quase engasgou e se virou para olhar para Harry, que ainda estava sentado calmamente, olhando para Trelawney. O
Professor Adivinhação olhava para Harry com seus olhos ampliados sem pestanejar fixos em Harry, boca deixada aberta
enquanto ela lutava para responder.
Risos e pequenos risos dos meninos rompeu a classe. Que estalou Trelawney fora de seu estupor chocada e ela
reuniram-se para cima da melhor forma que podia. Harry lhe deu um sorriso inocente.
Professora Trelawney virou e foi embora, ignorando-o e Ron para o resto da classe. Harry olhou para um arreganho
Dean, que lhe deu os polegares para cima. Os olhos de Harry encontraram Umbridge, que estava logo atrás de Dean.
Ela lhe deu um sorriso doce doentio também. Harry sorriu para ela e deixou o flash de olhos para ela, varrendo o sorriso
do rosto.
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"Isso foi inestimável!" Ron jorrou em Harry enquanto estavam sentados no almoço.
"Você realmente disse isso a ela?" Hermione perguntou, esquecendo-se de comer a colher de purê de batatas.
"O Quê?" Harry perguntou. " Que eu sou alérgico a besteira." Ele repetiu.
"Ela deve ter adorado isso!" ela disse, finalmente, comendo a colherada.
"Oh, Hermione. Você deveria ter visto a cara dela! Era como se ela tivesse sido atropelada por uma manada de
Hipogrifos. Foi incrível!" Ron disse.
Harry sorriu em sua comida e continuou comendo enquanto Ron e Hermione falou sobre o quanto a Trelawney era
falsa.
"Eu sei que ela é uma farsa. Eu sabia que após a primeira aula de Adivinhação!" Hermione disse.
"Daí você caminhar para fora e deixar cair o assunto." Ron adicionado.
"Mas, Harry disse que ela fez uma verdadeira profecia, em nosso terceiro ano." Ela deu a Ron um olhar significativo.
"Lembre-se?"
"Lembre-se que nós dissemos-lhe sobre Snuffles? E como ele tinha uma chance de provar sua inocência, mas, mas
Pereb as arruinou-o?" Hermione solicitado.
Harry lembrou-se daquela história. Tinha o feito querer bater em alguma coisa, foi difícil. Sirius poderia ter provado sua
inocência, ele poderia ter tido sua vida de volta, mas Peter tinha escapado e com ele, deixou todas as chances de
inocência de Sirius sendo comprovada.
"Sim, eu me lembro." Harry murmurou. Ele olhou de soslaio para Ron. Ele entendeu por que ele não queria me lembro
daquele dia. Esse foi o dia em que ele percebeu o seu rato de estimação, Perebas, era, na verdade, Peter Pettigrew, o
homem que tinha vendido os Potters para Voldemort e foi o responsável pela morte de James e Lily Potter.
"Harry disse que quando ele disse para o Professor Dumbledore sobre sua profecia, ele havia dito que, que ela já tinha
feito outra antes." Hermione terminou.
"Ela fez outra Profecia? Um que veio realmente verdade?" ele perguntou.
Harry pensou sobre isso, não é muito de um salto para supor que ela era a pessoa que profetizaram sobre ele e
Voldemort?
"Harry, olha!" Hermione o tirou de seus pensamentos e ele desviou ao redor para ver o que Hermione estava
apontando.
Alguns assentos para baixo, Neville estava sentado em silêncio, comendo seu lanche calmamente.
"Neville está sentado sozinho. Esta é a sua chance, vá falar com ele." Hermione disse, emocionada.
Harry olhou em volta para ver se alguém tinha ouvido falar dela.
"Hum, Hermione, se alguém ouviu isso, eles iriam acabar com uma conclusão totalmente errado." Ele disse.
"Você prometeu que seria bom com ele." ela disse. ". Recentemente, você só o ignorou, vá falar para ele. Você tem que
consertar isso Ele está sentado sozinho;. Esta é sua chance perfeita."
"Eu acho que isso significaria muito mais para Neville se Harry fala com ele aqui." Hermione disse.
"Você não quer que ele fique desconfiado." Hermione sussurrou. "Você sabe que a primeira pessoa que ele vai ir se ele
suspeita que algo sobre você?"
Harry deu-lhe um longo olhar antes de se levantar da mesa ruidosamente. Hermione olhou presunçoso para Harry fez o
seu caminho para o menino. Ao aproximar-se dele, Harry observou o menino estava submerso em um livro. Com um
suspiro pesado, Harry se aproximou de Neville.
"Ei, Neville." Harry disse injetar um pouco demais entusiasmo em sua voz.
Harry sentou-se em frente a ele, completamente perdido sobre o que ele deve falar.
"Então, hum ... como você tem estado?" Harry perguntou, odiando Hermione mais e mais por fazê-lo fazer isso.
"Tudo bem, eu acho. Você sabe como eu quase queimado meus dedos em Poções na semana passada. Eu ainda
tenho o ensaio Professor Snape me deu: 'Por ter dedos é vital quando se formando Poções' para concluir."
Harry acenou com a cabeça enquanto olhava para Hermione e Ron, tanto que olhou para ele com sorrisos
encorajadores.
"Eu não sei por que eu fico tão nervoso em Poções." Neville admitiu, olhando derrotado. "Bem, eu sei por que, é por
causa do Professor Snape, mas eu só desejo que eu poderia parar de ter medo dele, sabe?"
"Uh-huh" Harry concordou, não prestando atenção em nada do que ele estava dizendo. 'Merlin, por que não Frank incutir
alguma confiança nele!' ele pensou consigo mesmo. "É provavelmente Alice, ela foi muito mole com ele! '
"Quero dizer, eu tenho medo de Professora McGonagall também, mas pelo menos eu ainda pode se concentrar
quando estou na classe. Mas com Poções, é como ..."
"Ei, esse livro é sobre o que?" Harry perguntou, interrompendo-o. Ele não achava que ele poderia ter mais nada de
queixas do menino.
Neville parecia lançada pela súbita mudança de assunto e olhou para o livro aberto.
"Oh, sim. É realmente bom. Professor Sprout peguei para mim a partir da seção restrita." Neville disse com um olhar
agradecido. "Tem fatos surpreendentes sobre tudo isso a vida vegetal que é encontrada em todo o mundo. Você sabia,
Harry, há uma árvore na França que cresce flores amarelas e vermelhas que podem ser usados em praticamente
qualquer poção? E na Suécia existem estes nabos que posso ... "
"Ok, nada vale a pena isso!" Harry disse que ele levantou-se rapidamente de seu assento. Ele se apressou longe de
Neville antes que pudesse terminar sua história nabo.
Neville ficou parecendo perdido, como o que acabou de acontecer. Ele virou-se lentamente e viu Hermione e Ron
olhando para ele. Deu-lhes uma pequena onda, relutante e um pequeno sorriso antes de deixar cair a cabeça forçada.
"Eu não acho que foi muito bem." Ron sussurrou para Hermione.
A menina de cabelos crespos soltou um suspiro antes de olhar para as portas, através do qual Harry havia
desaparecido.
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A escuridão penseira estava orgulhosa no carrinho de madeira. As gravuras profundas e runas ao longo da borda do
que se destacaram em reluzente branco, contrastando com o marrom escuro da tigela.
Lord Voldemort ficou ao lado dele, com as mãos colocadas em ambos os lados da tigela. Ele estava mais uma vez
sozinho em seu quarto; seus seguidores não tinham sido convocados. Voldemort olhou para a esquerda e viu o seu
bem mais valioso. Ele sorriu um sorriso cruel, quando ele olhou para a bússola de ouro. O artigo tinha permitido que ele
viajasse para outra dimensão. Ele tinha ido para um universo alternativo e tinha ganhou facilmente o que ele desejar em
questão de horas.
Ele sorriu de novo ao recordar o quão fácil tinha sido para manchar o auror insensato, de fazer perguntas sobre um
ataque e tentando reunir declarações. Tinha sido quase demasiado fácil para matá-lo e usar seu sangue para Polissuco.
Em seguida, ele tinha sido uma questão de rastrear seu outro eu. O Ministério tinha sido inútil; eles não têm
nada sobre ele. Era quase como se ele nunca tivesse existido.
Voldemort, disfarçado como auror Liam Ferguson, tinha então olhou as informações que o Ministério realizado em
Comensais da Morte. Ele percebeu que quase a maioria de seu círculo íntimo estava morto. Apenas um membro
estava na corrida, Lucius Malfoy. Tinha sido fácil para localizá-lo, a Marca Negra tinha mais do que uma utilidade.
Voldemort tirou os dois tubos alongados de suas vestes, tendo o cuidado de tratá-los adequadamente. Ele abriu os
tubos e derramou o conteúdo de ambos na tigela antes dele. A substância branca prateada, nem líquida, nem gás,
rodado dentro da penseira.
Sem hesitação, Lord Voldemort mergulhou de cabeça em as memórias de Lucius e Narcissa Malfoy, memórias que ele
quase teve que mata-los para conseguir.
"memórias de Lucius Malfoy". Voldemort disse claramente. Ele foi o único que ele era, na verdade depois; Narcisa tinha
acabado no caminho.
Memórias de Lucius começou, memórias da infância, sua educação, seus amigos, inimigos e assim por diante.
Voldemort rasgou-los; ele não estava interessado em tudo isso. Voldemort falou outro nome, aquele que o havia
inspirado a visitar o outro mundo.
Ele viu como um pequeno bebê, enrolado em um cobertor foi colocado aos pés de um ainda considerável que olha
Voldemort. Lord Voldemort observou como seu outro eu, com interesse, notando todas as diferenças em sua aparência e
tentando calibrar que ponto ele estava em sua vida. Ele descobriu esta era a noite em que ele tinha atacado os Potters
neste universo. Esta foi a mesma noite em que ele tinha rasgado de seu corpo e tinha o obrigou a mal sobreviver por 13
anos.
"Bella, levante o menino e deixe-me dar uma olhada mais de perto no pirralho!"
Voldemort assistiu enquanto Bella veio quase que instantaneamente para levantar Harry do chão frio e segurá-lo.
O pensamento Voldemort tinha, foi ecoado em sua mente. Ele podia sentir o que seu colega estava sentindo; a pressa, a
sensação de poder quando ele levantou sua varinha para tirar a vida, a forma como o seu batimento cardíaco que pouco
mais rápido, a maneira como a sua magia pulsava dentro dele, dores de sair.
Voldemort lembrou sentindo exatamente assim a noite, ele apontou sua varinha para um ano de idade Harry Potter,
apenas depois de matar sangue-ruim a mãe do menino miserável.
Ele viu quando a criança abriu os olhos de esmeralda e olhou inocentemente para Voldemort. Um momento de
hesitação e a luz verde ofuscante súbita foi desviado no último momento possível.
'O que está acontecendo?!' Voldemort perguntou quando viu o sorriso espalhar no rosto de seu colega enquanto ele
olhava para a criança.
Este pensamento particular nunca o deixou, todo o caminho através do resto das memórias.
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"Eu não tive escolha. Eu tive que deixá-lo saber." veio a resposta.
"Pai, você sabe que você não tem que dizer a ele tudo o que acontece em sua vida!" Harry perguntou com veemência.
"Se eu fosse você, eu não estaria menosprezando em todo Dumbledore. Ele pode ser a única pessoa que pode lhe
trazer de volta para casa!" James respondeu.
Ele estava sentado, mais uma vez, na Sala Precisa. Ele havia prometido para chamar seu pai e, logo que a última aula do
dia terminar, Harry havia levado às pressas para a sala isolada para fazer o, chamada de longa telefone necessário. Harry
ainda não tinha parado para comer no jantar.
"O que ele disse? Será que ele sabe sobre a bússola?" Harry perguntou.
"Dumbledore pode e vai nos ajudar. Ele vai descobrir tudo o que há para a bússola, todos nós vontade". James
prometeu.
"Você falou com Harry?" Harry perguntou, querendo mudar o tema da conversa.
"O que você quer dizer com mais ou menos? Você falou com ele sobre seu passado ou não?"
"Nós fizemos. Ele contou para mim e Lily o que aconteceu na noite de Halloween em seu mundo." James confirmada.
"Isso é colocá-lo de ânimo leve." veio a resposta de James. Alguns momentos se passaram em silêncio antes de
Harry ouviu James suspiro. "Eu não posso acreditar que diferença uma decisão alterada pode fazer." Ele disse.
"Ele é tão diferente", começou James. "Na verdade, ele não é como você em tudo. Eu não posso ver qualquer coisa
sobre sua personalidade que me lembre você."
"Isso é um pouco demais, depois de apenas ver o real dele por algumas horas." Harry apontou.
"Mesmo antes disso", disse James. "Eu sabia que algo estava acontecendo com ele, eu apenas pensei que você
estava passando por algo. Agindo de forma estranha e tudo que eu nunca pensei ..."
"Pai, eu sinto muito. Eu já te disse, a troca era apenas era para ser por dois dias. Eu nunca quis que isso se
arrastasse por tanto tempo." Harry disse.
James não respondeu a isso e Harry poderia dizer que seu pai ainda estava com raiva por ter sido mantido no escuro,
mais uma vez.
"Será que Harry lhe contar tudo? Quero dizer sobre a vida dele", Harry perguntou, querendo saber se o menino tinha
compartilhado as partes íntimas de sua vida.
"Hum, não, não realmente. Nós meio que ficou o lado seguido com o quão diferente os acontecimentos eram de que a
noite de Halloween." James respondeu. "Eu me distraí com algo ..." James parou de falar, ainda tentando se acalmar para
que ele pudesse falar racionalmente com Harry sobre Voldemort.
"Pai-"
"Não, Harry, deixe-me falar primeiro," James começou rapidamente. "Eu sei como você se sente. Merlin sabe como é
difícil para mim entender o que você sente por ele, mas eu entendo. Eu sei que você acha que ele é o mesmo homem
como ele era em nosso mundo, mas Harry a verdade é que ele é completamente diferente, ele odeia você;. ele nunca
amou você, nem por um só momento Se ele tiver a chance, ele vai te matar eu preciso que você entenda isso. Por favor,
não vá perto dele Prometa-me..!. que você vai ficar fora do seu caminho. "
"Eu juro por Merlin! Todos vocês pensam que eu sou estúpido ou o quê ?!" Harry sussurrou de volta para ele. "Claro que
eu sei que esse Voldemort é diferente! Eu sei o que ele vai tentar fazer comigo e tão mudo como todos vocês pensam que
eu sou, eu tenho instinto suficiente para manter-me vivo para saber para não ir a qualquer lugar perto dele!"
James não respondeu de imediato. Após uma longa pausa, ele sussurrou,
"Obrigado, Harry."
"Você honestamente acha que eu estava indo para tentar encontrá-lo? Por que você acha isso?" Harry perguntou.
"Mas ele não é meu Voldemort. Este assistente não é o homem que me trouxe para cima. Este assistente é a pessoa
que matou James e Lily Potter, deixando Harry Potter órfã e o forçou a ser criado por idiotas odiadores de mágicos! "O
Quê ?!" James perguntou de uma vez.
"Você nem mesmo perguntar-lhe sobre quem o criou até agora!?" Harry perguntou exasperado. "Você falou com ele em
tudo?!"
"Eu nunca perguntou sobre quem o criou. Eu apenas assumi que era Sirius quem o criou." James respondeu.
"Ele parece como se tivesse sido criado por Sirius?" Harry perguntou irritado.
Não houve resposta do outro lado. Depois de alguns minutos de duração, James perguntou em voz temerosa.
"Eu já lhe disse, não é a minha história, para eu contar. Pergunte a ele mesmo." Harry disse. Harry poderia facilmente
detectar o constrangimento em seu pai, apesar de tudo o que ele tinha que ir na era sua voz. "Pai, fale com ele", disse
Harry calmamente. "Essa é a razão pela qual ele foi até ai para vê-lo e mãe, para conhecer vocês dois."
"Que bem isso vai fazer, Harry?" James perguntou pesadamente. "Um dia, ele vai ter que voltar para o seu mundo, de
volta à sua dimensão. Não vai doer-lhe bem mais, sabendo que ele não vai ter, quando ele volta?"
"Não, não vai." Harry explicou. "Ele não tem nada de você no momento. A única vez que ele viu você e mãe foi durante
uma Incantanteum Priori quando ele estava duelando com Voldemort." Harry empurrou, ignorando suspiro de seu pai. "A
única vez que ele se lembra de falar com seus pais, foi quando seus ecos saíram da varinha de Voldemort." James
permaneceu em silêncio, o que levou Harry para ir adiante. "Papai, sou eu, O menino que está ai com você sou eu... É o
que eu teria se tornado se Voldemort tinha chegado ao oco de Godric naquela noite. Você tem uma chance de me
conhecer, uma segunda chance, em circunstâncias diferentes não perca. " ele disse calmamente.
"Ele não é você, Harry. Ele é completamente diferente." James respondeu de volta.
"Você não sabe disso com certeza. Conhecê-lo, você pode apenas ser surpreendido." Harry respondeu.
"Eu vou falar com ele. Eu percebo que o abandonou mais cedo e eu não deveria ter feito isso. É só ... ele tem muito. Vou
falar com ele amanhã." James disse, soando como ele queria.
Harry sorriu. De alguma forma, sabendo que o Harry com seus pais ainda teria a chance de ser tratado como seu filho,
Harry fez sentir estranhamente confortado. Ele disse a si mesmo que era simplesmente porque ele não queria que sua
troca tivesse sido um desperdício de tempo.
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*Chapter 24*: Chapter 24
Capítulo Vinte e Quatro
AU Mundo
A batida na porta foi apenas alto o suficiente para assustar Harry de seu sono. Ele rapidamente saiu da cama e correu
para atender. Ele abriu a porta, esperando ver Damien ou talvez Ginny. Em vez disso, ele se viu olhando para um olhar
cansado de James.
"Não, está tudo bem. Eu estava acordado." Harry mentiu. Ele ainda estava com as roupas que ele tinha usado na noite
passada. Ele não se incomodou em colocar um pijama.
James parecia estranho como ele ficou fora dos aposentos de Harry.
"Sim, me desculpe." Harry disse, rapidamente indo para o lado para deixá-lo entrar.
James entrou, de cabeça baixa e os olhos fixos no chão. Ele permaneceu de pé e esperou até que Harry tinha fechado a
porta e dado alguns passos em sua direção.
"Falei com o Dumbledore, ontem à noite." James disse, sentando no sofá de Harry.
"Eu disse a ele a verdade. Ele não ficou de todo surpreso, disse que ele tinha suspeitado que algo estava
acontecendo. Ele tinha anotado os seus ... diferentes ... comportamentos e tinha assumido que você não era Harry,
quero dizer ... que você não eram "o mesmo". " James tropeçou em suas palavras, parecendo mais desconfortável a
cada momento que se passava.
"Professor Dumbledore sabia que eu não era o Harry deste mundo?" Harry perguntou, espantado.
James olhou para ele, sua surpresa evidente ao ouvir Dumbledore sendo tratado como 'Professor' por ele.
"Não, ele não sabia que era o que tinha acontecido. Ele apenas suspeitava que algo significativo tinha acontecido com
Harry, já que ele não estava agindo como ele."
Harry acenou com a cabeça antes de deixá-la cair. Se o Diretor sabia a verdade, ele certamente descobrir uma maneira
de trocar-lo de volta com o outro Harry. Seu tempo neste mundo certamente se foi.
"Será que, o Professor Dumbledore dizer, se há alguma coisa que ele poderia fazer para corrigir ... a bússola?" Harry
perguntou.
"Ele não sabe nada sobre a bússola," James respondeu fortemente. "Tudo o que ele pode fazer é pergunta sobre ela
por ai;. Ver se alguém tem o tipo de conhecimento que precisa para fazê-lo funcionar novamente"
Harry baixou o olhar novamente. Então, ele teve um pouco mais de tempo neste mundo. O pensamento não era tão
reconfortante agora, não agora que os seus pais estavam desconfortável em torno dele. James parecia ler a expressão do
rapaz.
"Quero pedir desculpas, Harry," começou James. "A maneira como agi ontem, não estava certo. Eu sinto muito."
"Está tudo bem." Ele disse em um tom que mostrava que claramente não estava.
James olhou ao redor, tentando encontrar a coisa certa a dizer. As palavras que seu filho tinha dito a ele na noite
passada estavam nadando em sua mente. "O menino ai com você sou eu; é o que eu teria me tornado se Voldemort
tinha chegado até a mansão Godric naquela noite. Você tem a chance de me conhecer, uma segunda chance, em
circunstâncias diferentes. Não perdê-lo."
Ele olhou para Harry para vê-lo sentado de cabeça baixa, uma tentativa de evitar olhar para ele. James suspirou.
"Você está com fome, Harry?" ele perguntou, fazendo Harry olhar para cima lentamente para ele, a testa franzida.
"O Quê?"
"Está com fome?" James repetido. "Eu pensei que nós poderíamos obter algum café da manhã. Vamos lá." James
levantou-se e seguiu Harry, com uma expressão perplexa no rosto. James liderou o caminho para fora, esperando que
sua técnica funcionasse.
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James e Harry foram para o aposento de Lily. Eles chamaram os elfos domésticos e perguntei se poderia organizar seu
café da manhã no quarto de Lily. Teria sido difícil para Harry a caminhar para o Grande Salão, com a aparência de
agora.
James tinha dito a Dumbledore sobre este "outro mundo" Harry, mas ele não queria que a totalidade do mundo mágico
para descobrir que seu filho tinha trocado de lugar com o seu auto dimensional alternativo. Isso só iria causar problemas.
James observou o menino comeu em silêncio, mas ele parecia olhar um pouco mais relaxado. Ele notou que o
menino escolheu a comida exata sua Harry teria escolhido; bacon com batatas fritas e uma fatia de pão, mas não
ketchup; Harry não gostava de ketchup.
"Harry," James começou, pegando sua xícara de chá. "Eu tenho que me desculpar por ontem novamente. Eu realmente
não estava pensando direito."
Harry começou a responder, balançando a cabeça e rapidamente engolir sua boca cheia, sem dúvida, para dizer que
estava tudo bem.
"E antes que você diga 'está tudo bem' você deve saber, que não esta." Lily colocar em antes que ele pudesse dizer
qualquer coisa. "Nós dois estávamos fora da linha." Ela terminou, olhando para James antes de volta para Harry.
"Eu gostaria de começar de novo", disse James calmamente. "Eu percebo que nem sequer permitem que você
terminar a sua explicação sobre o que aconteceu que levou você a vir aqui." James disse, com uma expressão
vergonhoso.
"Não havia realmente muito mais para dizer sobre isso", disse Harry.
"Bem, você acha que você poderia nos dizer sobre si mesmo?" Perguntou Lily.
"Sobre mim?" Harry perguntou, surpreso que eles realmente se importam. "Mas eu pensei que você não estava
interessado." Ele disse honestamente.
"Estamos muito interessados." Lily disse, se recuperando. "Afinal, você é tecnicamente nosso filho." Ela disse
suavemente.
Harry deixou as palavras processar em sua mente. Ele olhou para James para encontrá-lo parecendo um pouco
desconfortável, mas ele acenou com a cabeça para Harry, no entanto.
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O grande salão era barulhento como de costume e os estudantes de Hogwarts estavam ocupados comendo seu café,
pronto para começar mais um dia de escola. No meio da feliz, os alunos conversam sentou dois estudantes que
procuram taciturno e um estagiário Healer.
"Eu não posso acreditar que eles descobriram." Ron disse, balançando a cabeça lentamente. "Eu realmente pensei
que você ia conseguir acabar com isso."
"Eu não fiz", disse Ginny, olhando para a forma de comprimido de Damien. "Eu disse que eles iriam descobrir.
Segredos não ficar escondido por muito tempo."
Damien suspirou profundamente antes de esconder o rosto com as mãos. Ele esfregou seu rosto.
"Não foi algo que eu queria manter com eles." ele disse, trazendo as mãos para baixo e dobrando-os sobre a mesa.
"Eu só fiz o que Harry me pediu."
"E olha que você trouxe?" Ron disse. "Damy, você não pode sempre fazer o que Harry pede de você. Você sabia que seu
pai iria perder as estribeiras em você, uma vez que ele descobriu o que tinha acontecido. Você não deveria ter mantido
alguma coisa dele. Você deve ter dito a ele ..."
"Sim, tudo bem, Ron! Eu sei!" Damien grunhiu, jogando seu amigo um olhar.
Ginny colocou a mão no punho enrolado de Damien, fazendo-o olhar para ela.
"Fale com ele. Ele vai tornar as coisas melhores." Ela disse calmamente.
"Eu não posso. Papai pegou o telefone de mim." Damien disse com tristeza.
"Eu não estava falando sobre Harry. Eu quis dizer, falar com seu pai." Ginny explicou.
"Não, ele não vai fazer nenhum bem. Ele está com raiva de mim. Ele não vai falar comigo." Damien respondeu.
"Você tem que pelo menos tentar. Se esconder dele não vai funcionar." Ron apontou.
"Dois anos atrás, quando ele descobriu que eu estava conhecendo Harry em segredo, ele ficou tão bravo comigo, ele
não fala comigo por semanas." Damien lembrou.
"Essa foi uma situação diferente. Harry estava sendo caçado. Todo mundo estava procurando por ele. Você sabia onde
ele estava, mas você não disse a seu pai. Foi por isso que ele ficou tão louco. Mas agora, as coisas são diferentes. O seu
pai sabe que Harry está seguro ". Ron disse.
"Meu pai sabe que onde Harry está, e que ele também está lá. Ele acha que essa é a razão Harry ficou lá. Então, ele
pode vê-lo novamente." Damien disse baixinho.
Ambos Weasley parecia pálido um pouco com isso. Eles trocaram um olhar com o outro.
"Eu espero que não seja. ' Damien acrescentou silenciosamente para si mesmo. "Eu realmente espero que não seja. '
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"Bem, depois do que aconteceu com a gente, alguém deve tê-lo levado. Quem era?" Perguntou Lily.
Harry se mexeu na cadeira. De repente, a perspectiva de dizer aos seus pais sobre sua vida parecia ser uma má idéia.
"Professor Dumbledore me queria ficar com alguém que me oferecesse proteção. A segurança que não pode ser
comprometida. Ele sabia que Voldemort não tinha ido embora completamente e que poderia voltar. Então, ele tinha essa
teoria de que uma vez que a minha mãe deu a vida por mim, ela me deixou com ... com a magia do sangue. Então
... por isso, se, se eu fosse para ficar com alguém do lado da minha mãe da família, a magia do sangue iria me
proteger. "
"Mas, como poderia isso funcionar? Meus pais morreram, dois anos antes de você nascer. Ou será que eles sobreviver no
seu mundo? Você ficou com os seus avós?" ela perguntou, animado com a perspectiva de não perder seus pais.
"Não, não, não era ... meus avós." Harry disse devagar.
"Então, quem ficou com você . Eu não tenho quaisquer outros parentes que poderia ter te criado." ela disse.
Harry fez uma careta e olhou para baixo. O recurso interposto realização de James e Lily.
"Oh, não, não, não!" Lily disse, balançando a cabeça, levantando-se de seu assento. "Você não poderia ter!
Dumbledore saberia não devia enviar você para lá! Ele sabe como ela é!" Lily disse com raiva crescente e pânico.
James parecia vapor estava prestes a entrar em erupção de suas orelhas. Seu rosto tinha ido rosa.
Lily soltou um som que soava estranhamente como um suspiro e uma palavra de palavrões misturados.
"Você viveu com petúnia!" ela gritou. "O que estava pensando Dumbledore? Ele sabe o quanto ela despreza mágica!
Ele sabe como ela reage a ele!"
"Espere, Lily, talvez não seja tão ruim quanto nós pensamos. Talvez nesse mundo, ela não se casar com ele." James
sugerido. Tanto James e Lily olharam para Harry.
James passou a mão pelo cabelo, murmurando algo sob sua respiração. Lily tinha tomado a caminhar pelo quarto.
"Eu não acredito nisso! Eu não acredito nisso!" ela gritou. Ela parou de andar e olhou para Harry. Seus olhos estavam
tomando na forma de Harry e seu pequeno corpo. Ela começou a andar de novo com vigor.
"Eu posso entender sobre a magia do sangue, mas, Petúnia Dursley! Eles nunca teria feito qualquer coisa para nós,
muito menos trazer o nosso filho!" James disse. Ele olhou para Harry e Harry podia ver a próxima pergunta em sua
expressão sozinho. Ele se encolheu, esperando por ele. "Por que não levá-lo para o Sirius?"
Lily parou em seu ritmo frenético e se virou para olhar para Harry.
"Sim! Sim, por que Sirius não o criou em? Era seu dever como seu padrinho para cuidar de você!" ela disse com
acusação em sua voz.
Harry sentiu seu coração torção ao ouvir a raiva dirigida a seu padrinho.
"Não foi culpa de Sirius." Harry disse. "Ele queria me criar, mas, ele não podia." disse ele, lembrando-se da oferta que
ele fez para ele, na noite em que se encontraram na Casa dos Gritos.
O silêncio que se reuniu essas palavras era arrepiante. Lily tinha parado, boquiaberta com os olhos arregalados para
Harry. Sua boca foi abrindo e fechando, mas as palavras não saíam. Mas foi a reação de James que chamou a atenção
de Harry. Seus olhos tinham de repente ficou frio, sua mandíbula estava cerrada, como era os punhos e ele parecia estar
lutando contra o desejo de perfurar alguma coisa.
"Todo mundo pensou que ele era o seu fiel do segredo," Harry continuou. "Ninguém sabia que você tinha mudado para
Pedro." O nome trouxe uma renovada onda de raiva para James e Lily. "Após o ataque a Godric, Sirius correu atrás de
Pedro. Ele queria vingar suas mortes. Mas quando ele encontrou-se com ele, Peter o enganou. Ele conseguiu
enquadrar Sirius pela morte de doze trouxas inocentes antes de fingir sua própria morte. Ele escapou usando sua
forma animaga e Sirius foi preso por Aurores. Sirius foi enviado para Azkaban sem julgamento ".
Lily estava tremendo até agora. Ela sentou-se na cadeira mais próxima e escondeu o rosto atrás de suas mãos trêmulas.
As palavras, 'Oh Deus! Oh, Deus! ' foram continuamente repetido. James ainda tinha a dizer qualquer coisa. Ele ainda
estava sentado, o corpo dele segurou com firmeza. Harry poderia dizer que ele estava em choque.
Por fim, os ombros de James mudou e ele olhou para cima, seus olhos ardendo com emoção.
"E quanto Remus?" Lily perguntou com a voz embargada. "Onde ele estava todo esse tempo ?!"
"Ele não sabia que você tinha mudado o guardião do segredo. Ele pensou que Sirius era culpado também." Harry
disse com tristeza.
James finalmente teve o suficiente e ele se levantou. Ele começou a andar, as mãos que funcionam através de seu
cabelo.
"Isso é tão ... tão torcido!" James disse, esfregando as mãos em seu rosto. Ele tirou de seus óculos e esfregou os
olhos furiosamente. "Como pode tudo ser tão errado ?! Eu ... Eu não consigo entender!"
Harry não disse nada e sentou-se calmamente. James pareceu recuperar seu controle e se endireitou antes de
substituir os óculos. Ele caminhou de volta para o sofá e sentou-se. Lily tomou a chance de voltar ao seu lugar
também.
"Então, em seu mundo, Sirius ainda está em Azkaban?" James perguntou, uma estirpe notável em suas palavras.
"Ele ficou por doze anos. Dois anos atrás, ele escapou." Harry respondeu.
"Como é que ele ...? Não, esqueça. Eu não quero saber como ele fez isso." Lily disse, olhando muito doente. "Eu só
estou feliz que ele fez."
"Então ele está se escondendo?" James perguntou, não olhando feliz em tudo.
"Basicamente, sim. Eu não sei onde, mas Professor Dumbledore sabe sobre sua inocência e está ajudando-o." Harry
disse.
A menção de Dumbledore trouxe James e Lily volta para o tema que foram originalmente discutindo; a criação de Harry.
"Será que ... ela, Petúnia deve ter sabido que ... que eu tinha morrido."
"Sim, ela sabia." Harry disse calmamente. "Ela me disse que você e meu pai morreu em um acidente de carro. Ela
acusou o pai de condução enquanto estava embriagado."
"Mas será que ela tratá-lo bem?" Lily empurrou, uma nota de desespero em sua voz.
Harry não poderia quebrar seu coração para que ele acenou com a cabeça, sem jeito.
"Sim, claro. Ela era ... bem." Ele disse que, não encontrando os olhos dela.
Lily estendeu a mão e inclinou a cabeça erguida, os olhos esmeralda brilhando de emoção.
"Eu direi!" James chiou com raiva. "Um olhar para você e exatamente como ela trouxe você até é aparente!"
Não funcionou.
"Harry, você vai me contar tudo verdade ou eu vou dar-lhe Vertiserum." Lily ameaçada.
"Um pouco." Ele admitiu. "Mas eu tenho muito para passar e você tem tanto de aulas e ..."
"Não se preocupe, nós temos o dia de folga." James interrompeu. "Dumbledore arranjou professores substitutos para
ambas as classes de hoje."
Harry sabia que não podia sair dela agora. Ele decidiu contar a eles sobre sua vida. Ele podia ter mentido para eles,
mas ele não teve coragem de fazer isso.
Ele só chegou até a dizer-lhes onde ele dormia por dez anos de sua vida,
"Ela fez o quê ?! Eu vou matá-la!" Lily entrou em erupção, atirando-se de pé novamente.
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No final daquela noite, Harry foi completamente esgotado. Ele havia passado o dia inteiro; antes de café da manhã para
depois do jantar, conversando com seus pais. Ele só tinha deixado o quarto de sua mãe sob uma hora atrás e agora
estava deitado em sua cama, depois de ter um banho rápido. Ele não conseguia parar de sorrir. Sua mãe e meu pai tinha
sido tão preocupado com ele. Eles tinham mostrou tais emoções fortes em direção a ele quando ele correu através de um
relato de sua vida.
Seu sorriso se aprofundou quando ele recordou como Lily queria 'Petunia acelerador e sua baleia de um marido para
fazer Harry dormir no armário sob as escadas. James tinha vindo a público e exigiu saber se Vernon ou Petúnia nunca
tinha levantado a mão sobre ele. Harry rapidamente assegurou-lhe que nada disso tivesse acontecido. Eles ameaçou
bater nele, para dar-lhe uma "surra", mas ele nunca tinha sido espancado por eles.
Harry tinha descoberto essa pergunta de James tinha sido pedido por outra razão. Ele queria saber se ele tinha sofrido,
como o Harry deste mundo, espancado e abusado quando criança. Harry estremeceu ligeiramente. Sua tia e tio não foram
o mais bonitos de pessoas, mas eles nunca tinham machucá-lo fisicamente. Seu tio o havia agarrado pelo cangote
algumas vezes, mas que não era o mesmo que apanhar ate sangrar. Ainda assim, Harry tinha tomado cuidado para evitar
essas perguntas. Ele não queria mentir para seus pais, mas ele não queria aborrecê-los também.
Harry tirou os óculos e os colocou sobre a mesa de cabeceira. Ele bocejou e passou a mão pelos seus cabelos ainda
molhados. Seu pai estava tão orgulhoso dele quando ele lhe disse que ele tinha feito isso como um apanhador no seu
primeiro ano de Hogwarts. Ele virou-se para Lily e estufou o peito.
"Meu filho, o que mais você pode esperar? Huh?" ele tinha dito a ela com uma risada.
Harry sorriu e fechou os olhos, o sono rasteira nele. Essas palavras repetiu em sua mente enquanto ele gentilmente
afastou para dormir.
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Lily havia se juntado James em seus aposentos e ambos estavam discutindo o que haviam aprendido sobre Harry ao
beber canecas de chá quente.
"Eu não posso acreditar que ele esteve em tanto perigo e ninguém fez nada sobre isso!" Lily se irritou. "Salvando a pedra
filosofal, enfrentando Voldemort! Matar um Basilisco, um basilisco! Pelo amor de Deus! Forçada a entrar no Torneio
Tribruxo, participando de todas essas tarefas desumanas, dragões e sereias," Lily estremeceu. "Se algum dia eu chegar
em minhas mãos que mundo Dumbledore eu vou ..." As palavras de Lily foram abafadas pelo som do bater.
James levantou-se e respondeu à sua porta, para encontrar Damien pé diante dele. James não tinha visto Damien desde
ontem e tinha sido grato por isso. Ele ainda estava zangado demais para encará-lo. James deixou a porta aberta mas não
reconhecer a presença do menino. Ele virou-se e caminhou de volta para a Lily. Damien entrou e fechou a porta atrás
dele, me sentindo muito desconfortável.
James mudou-se para sua mesa e ignorou Damien. Lily, entretanto, não podia ignorar o seu filho.
"Sim, eu queria pedir desculpas, de novo." Damien respondeu, dando alguns passos mais perto. "Mãe, realmente, eu
não quero fazer isso! Eu tentei fazer Harry voltar comigo, eu realmente fiz! Mas você sabe como Harry pode ser."
"Eu sei que ambos são realmente com raiva de mim," Damien empurrado. "Eu entendo como você quer se sentir. Se eu
estivesse no seu lugar, eu ficaria com raiva de mim também." Ele olhou para o pai dele, de frente para as costas. "Eu
realmente sinto muito. Eu não vou fazer nada parecido com isso de novo. Eu só quero que você saiba disso."
James ainda não virar-se ou fazer qualquer sinal de que ele tinha ouvido falar Damien. Lily olhou tristemente para
James antes de voltar para Damien.
O garoto de 15 anos de idade acenou com a cabeça, entendendo o olhar que ela estava dando a ele e se virou para
sair, seu pai ainda estava muito bravo com ele para ouvir.
"Quantas vezes?"
A pergunta feita Damien pausa meados etapa. Ele se virou para encontrar James tinha se virado e agora estava
olhando para ele.
"Quantas vezes você vai prometer-nos que você nunca vai fazer isso de novo, só para quebrar essa promessa?"
Perguntou James.
Damien sentiu lavagem vergonha sobre ele. Ele abaixou a cabeça, os olhos fixos no chão.
"Desculpa não muda o fato de que você abusou completamente a minha confiança e na confiança da sua mãe!" James
respondeu.
"Eu perguntei a você não uma, nem duas, mas uma e outra vez, se algo estava acontecendo com Harry, se você
soubesse por que ele estava agindo de forma estranha. E cada vez, Damien, a cada momento, você veio com mentiras e
você não parou um momento para considerar o quanto essas mentiras estava nós efetuando. " James continuou.
"Você poderia ter vindo para mim a qualquer momento. Você poderia ter feito o que eu tinha perguntado de você e me
disse que Harry estava com problemas, que ele foi preso em outra dimensão, que a bússola que você usou não estava
funcionando. Mas você não veio para mim, você não veio para a sua mãe, você apenas continuou jogando seus jogos
idiotas e fazer um tolo de seu pai ". James disse com raiva.
"Eu não quero ouvir isso, Damien!" James disse, levantando a mão.
"Não há necessidade. Eu sei o que ele vai dizer, o que ele vai dar explicação." James se virou para Damien. "Ele vai dizer
que ele não queria ir junto com este plano, mas ele fez isso porque Harry pediu que ele. Ele fez isso porque seu irmão
exigiu dele." James fez uma pausa por um momento, olhos castanhos fixos para seu filho. "Mas parece que você se
esqueça de que você tem uma responsabilidade para mim também, para fazer o que eu digo. Você pode cumprir seus
deveres como um irmão, mas se esqueceu de cumprir os de um filho."
Damien podia sentir a picada em seus olhos, mas ele empurrou-o de volta. Ele não ia quebrar, não agora.
"James, isso foi muito duro." Lily estava em pé perto de Damien agora.
"Duro? Não, Lily, eu não estou sendo muito duro. Duro seria dizer-lhe como estou farto com suas mentiras. Duro seria
dizer a ele que eu não aguento mais ser enganado. Duro seria para me dizer que eu não vou esperar que ele seja
sincero comigo de novo! "
"Pai, parar, apenas ... pare, por favor." Damien gritou, suas lágrimas traiçoeiras escapar de seus olhos.
Lily parecia que ela estava lutando com ela para parar de ir ao seu encontro e confortando-o. Mas ela olhou para James
ferozmente, sem dizer uma palavra dizendo-lhe para "consertar" a situação. James deu um passo perto de Damien, mas
estava olhando para ele com nenhum indício de misericórdia.
"Eu sei que o seu chateado e eu também sei que você está realmente arrependido por nos manter no escuro. Mas
também sei que em caso de necessidade de novo daqui a seis meses, você vai fazê-lo novamente sem sequer pensa.
Tudo o que terá é uma palavra de Harry e você estará pronto para nos enganar de novo. " James agarrou um porão de
ombros de Damien. Seu aperto não foi mau, mas estava longe de ser reconfortante. "Damien, eu amo o quão perto você
irmãos são. Eu sei que você e Harry têm uma forte ligação e que você vai fazer qualquer coisa que ele pede de você. Mas
você tem que reconhecer que você tem um vínculo com a gente também. Você compartilha um vínculo com sua mãe e
comigo e toda vez que você mentir para nós, nosso vínculo cresce mais fraca. "
Damien estava achando difícil de olhar longe do olhar intenso de seu pai. Ele ficou onde estava, firme aperto de seu pai e
duro, mantendo-o no lugar.
"Eu não quero decepcionar Harry também." Damien disse, tentando fazer com que seu pai para entender como ele
estava se sentindo preso.
"Eu entendo isso. Mas você não pode sempre fazer o que ele diz-lhe apenas para não decepcioná-lo. Damien, ele é
seu irmão. Ele não vai te odiar se você dizer não a ele." James explicou.
"Eu sei, mas é a forma como Harry diz ele. Eu não posso lutar contra ele." Damien explicou.
"Eu vou estar a ter fortes palavras com ele quando ele voltar bem." James encarou, deixando cair suas mãos longe de
Damien. "Ele não tem o direito a pedir-lhe para mentir para ele em primeiro lugar!"
"Ele será capaz de voltar, não vai, pai?" ele perguntou em voz baixa.
James olhou para trás, vendo o medo em seus olhos. Ele passou as mãos em volta dos ombros de novo, mas desta
vez, foi um gesto reconfortante.
"Eu te disse, eu sempre vou trazer Harry de volta para casa, sempre." James lembrou.
Apenas nesse momento uma batida foi ouvida na porta antes de ela se abriu e três pessoas entraram.
"Noite! Potters!" Sirius sorriu quando ele entrou, seguido por Remus e Tonks.
Os três pararam com a visão diante deles; James está com uma Damien chorosa, Lily em pé logo atrás deles com
uma expressão dolorosa no rosto.
"O que está errado?" Sirius perguntou ao mesmo tempo, perdendo seu sorriso.
James sentiu seu coração torção de repente como ele olhou para o amigo. A lembrança do que Harry tinha dito a ele
aconteceu com Sirius na sua dimensão voltou para ele e James quase entrou em colapso sob o ímpeto de emoção.
Antes que ele pudesse dizer qualquer coisa ele ouviu Lily soltou um suspiro sufocado e ela passou correndo por ele e
Damien, indo direto para um perplexo olhando Sirius. Ela jogou os braços ao redor de seu pescoço e começou a chorar
ruidosamente, enterrando o rosto em seu ombro.
Sirius esfregou as costas, olhando para James e Damien, completamente perdido, como o que estava acontecendo.
James sabia que Lily se importava profundamente para Sirius, assim como ela cuidou de Remus. Sua brincadeiras de
costume com ele era uma força do hábito, mas o homem de cabelo escuro era como um irmão para ela e ela o amava
como um.
"Oh Deus, Sirius! Oh Deus!" veio sua resposta abafada enquanto se agarrava mais difícil para ele.
James trocaram um olhar com Damien. Isso ia ser uma longa, para não mencionar emocional, noite.
Canon Mundo
"Sr. Potter"
Harry olhou para cima de seu jantar e viu a cabeça da casa de pé diante dele.
"Sim?"
"Venha ao meu escritório depois do jantar." McGonagall disse, olhando para Harry. "Eu tenho algo importante para
discutir com você." com isso, o Professor Transfiguração se virou e saiu do Salão Principal.
"O que você acha que é sobre?" Ron perguntou, olhando surpreso e um pouco de medo por Harry.
"Sem ideia." Harry respondeu, tentando lembrar o que ele tinha feito para perturbar a mulher.
"Talvez ela quer falar com você sobre a vinda atrasado para a aula." Hermione sugeriu.
"Você não sabe McGonagall, ela é estranha assim." Ron respondeu, olhando convencido de que, isso era o que a 'falar' ia
ser.
Harry, contudo, não estava convencido. Ele olhou para a mesa dos professores e fixa seu olhar sobre a pessoa sentada
na cadeira de espaldar alto no meio da longa mesa. O diretor estava comendo o jantar, os olhos baixos e fixos em seu
prato.
"Talvez", disse Harry calmamente. "Mas eu sei que Dumbledore, e isso tem seu nome escrito tudo sobre ele."
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Harry aproximou-se da porta de madeira escura que levava ao escritório da Professora McGonagall. Ele bateu uma vez
na porta e se obrigou a esperar por uma resposta em vez de caminhar para dentro, pela primeira vez em sua vida.
A porta foi respondida rapidamente e da popa à procura bruxa fez um gesto para Harry para entrar. Harry entrou e deixou
McGonagall fechar a porta. Ele olhou ao redor seu escritório; ele foi decorado exatamente da mesma forma como em seu
mundo.
"Sente-se, Sr. Potter." McGonagall instruiu enquanto ela caminhava em torno de sua mesa e sentou-se.
"Por que você me chamou aqui?" Harry perguntou, em um segundo pensamento ele rapidamente acrescentou:
"Professora"
Sua professora estava olhando para ele com irritação mal escondida.
"Eu te chamei aqui para trocar algumas palavras com você", ela começou. "Sr. Potter, estou extremamente decepcionado
com você." ela disse, pressionando os lábios em uma linha fina como os olhos fixos nele com um olhar feroz.
"Sim, decepcionada. Tenho recebido inúmeras queixas de ninguém menos do que três de seus professores! A sua
conduta com eles foi terrível! Acabo de receber queixas de Professor Snape, o professor Umbridge e apenas
recentemente uma queixa de Professora Trelawney que você usou linguagem ofensiva na frente dela e você a insultou.
Isso é verdade? "
"Você se importaria de retransmiti-las para mim?" McGonagall perguntou numa voz ameaçadora.
"Harry", disse ela com um suspiro pesado, inclinando-se mais perto, sobre a mesa. "Você não deve chamar a atenção
para si mesmo. Você não estava ciente da presença de Alta Inquisidora de Hogwarts em sua aula de Adivinhação
quando repreendeu sua professora?"
Harry se lembrava muito bem como o sapo como mulher tinha sorriu para ele.
"Não importa muito porque Dolores Umbridge já entrou com uma queixa oficial contra você para o Ministério. Nada
aconteceu com ele, devido à falta de provas de sua parte, mas isso não significa que ela vai parar de tentar levá-lo em
apuros." McGonagall disse-lhe em tom sério. Ela estava obviamente se referindo ao tempo Umbridge apoiado essa
mensagem em sua testa.
"Ela não vai conseguir nada de mim." Harry disse a ela, confiante.
"Você está certo sobre isso, porque você não vai fazer nada que possa levá-lo a algum problema!" ela rebateu.
"Sr. Potter," McGonagall endireitou-se e olhou para ele com sua habitual expressão nenhuma bobagem. "Eu estou
dando-lhe uma advertência formal. Você vai se comportar, especialmente na frente de Dolores Umbridge. Você não
quer dar a ela qualquer coisa que ela pode ser capaz de usar contra você. Esta instrução vem do diretor também."
"Ele este muito tímido para me dizer por si mesmo?" Harry perguntou.
"Este é o tipo de coisa que eu estou me referindo também. Pare de ser um espertinho e segure sua língua!"
"Mantenha sua cabeça para baixo e ficar fora do caminho de Umbridge. E eu quero dizer isso com toda a minha
sinceridade, Sr. Potter, se eu receber mais uma queixa de qualquer um de seus professores, eu, pessoalmente,
certifique-se de que você se arrepender, você me entende? " Perguntou McGonagall.
"Bom. Você pode ir." com isso, o Chefe de Gryffindor Harry demitido do seu cargo.
Harry se levantou e saiu, sem uma única palavra para ela. Ele chegou à sala comum, em questão de minutos e foi
direto para os dois Gryffindors esperando ansiosamente.
"Harry? O que McGonagall quer?" Ron perguntou, meio levantando de seu assento, enquanto Hermione rapidamente
deixou cair o livro no colo, toda a atenção sobre Harry.
Harry não respondeu à pergunta de Rony e em vez disso virou-se para Hermione.
"Você ainda quer começar esse grupo rebelde?" Ele perguntou a ela.
Hermione pareceu surpreso com a pergunta. Ela olhou para Ron antes de volta para Harry.
"Você quer dizer que o grupo para aprender a nós defender '? " ela corrigiu.
"Se você ainda quiser configurá-lo, em seguida, ir para ele", disse Harry. "Estou dentro."
Hermione rapidamente se pôs de pé, de frente para Harry com um olhar animado, mas cauteloso em seu rosto.
"Completamente", Harry respondeu. "Nós vamos começar amanhã, eu não sei quanto tempo eu tenho, então por que
perder tempo."
"Harry, o que deu em você?" Ron perguntou, levantando-se de seu assento também. "Você estava tão morto contra ele
antes. Por que você mudou de idéia?"
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"Então deixe-me ver se entendi", veio a voz de Damien. "Você está indo para ensinar duelo em Hogwarts?"
"Não, não é ... apenas o duelo." Harry respondeu. "É mais do que isso. É defesa adequada."
"Você quer dizer defesa como em quando você duelar?" Damien perguntou.
"Claro que não. Você não aceitaria o cargo oferecido Dumbledore porque você não queria ensinar os alunos de
Hogwarts como duelar!" Damien colocou forte ênfase nas últimas palavras. "Mas ensiná-los, secretamente, como
duelar, bem, isso faz um mundo de diferença!"
Harry esfregou os olhos, já era tarde e ele estava atualmente na Sala Precisa, conversando com seu irmão sobre os
últimos acontecimentos.
"Ok, então talvez isso é irônico ... em todos os sentidos." Harry disse. "Mas a circunstância é completamente diferente.
No meu mundo, Dumbledore queria que eu ensiná-los, mas neste mundo, é a última coisa que Dumbledore jamais
iria querer."
"Harry, realmente? Você vai passar por isso tudo apenas para contrariar o Professor Dumbledore?" Damien perguntou.
"Você não está entendendo," Harry começou. "Você não viu o quão desesperada McGonagall estava para me fazer
entender que eu tinha que ficar longe de Umbridge e para manter a cara baixa. Não era seu medo, Damy, que era de
Dumbledore. Ele tem medo de alguma coisa. Com medo de que eu vou fazê-lo ficar mal na frente do Ministério, é por
isso que ele quer que eu se comportar na frente de Umbridge. Então, se eu configurar um clube após sua Decreto
Educacional especificamente disse não, bem, isso é apenas uma oportunidade boa demais para perdi. " Harry sorriu.
"Harry! Esqueça Dumbledore e como mexer com ele! Em vez disso, concentre-se como voltar aqui." Damien disse
acaloradamente.
"Eu vou. Eu só preciso de tempo. Além disso, sua vida deve ser mais fácil agora, todo mundo sabe a verdade." Harry
respondeu.
"Okay, certo!" Damien bufou. "A vida é mais fácil, o pai de ainda chateado comigo, mum só continua a chorar, Harry é ...
bem, ele está bem, na verdade." Damien disse parando por um momento. "Sirius é, tipo, em choque! Remus apenas
mantém rosnando para tudo e Tonks queria saber o que aconteceu com ela."
"Então, eles descobriram também, hein?" Harry perguntou, recostando-se a deitar no sofá.
"Papai disse-lhes cerca de três horas atrás Eles pensaram que o pai estava brincando com eles Você deve ter visto a
cara do tio Siri, Harry;.. Eu pensei que ele ia ficar doente."
Harry sentiu seu coração saltar uma batida com a imagem mental de como Sirius olha neste mundo.
"Você tem sorte de não vê-lo neste mundo, então." Harry disse calmamente.
Houve alguns momentos uma pausa antes de a voz de Damien soou novamente.
"É muito torcido, como tudo mudou tanto." Ele disse calmamente. "Um ato e tantas vidas diferentes se desfez."
"Estou surpreso que o pai lhe deu o telefone de volta." Harry disse, mudando de assunto.
Damien riu.
"Ele não deu. Eu perguntei para ele, e ele apenas olhou para mim e disse: 'Não é a chance de uma bola de neve no
inferno!' então eu perguntei a mamã a esgueirar-se dele. Eu sou realmente em tempo emprestado. Ela o quer de volta
em cinco minutos. "
"Sim, hum, eu me esquecer de dizer, ela quer falar com você também."
"Desculpe, parte da condição para conseguir o telefone." Damien pediu desculpas. "Eu vou falar em breve."
"Damy, não, não ..." Harry parou e fechou os olhos. "Oi mãe!"
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O café da manha estava tão barulhento como sempre. Mas, por uma vez, Harry não se importava. O mais barulhento
que era o melhor. Ele tinha muito o que discutir com Rony e Hermione.
"Sim, está bem." Hermione concordou. "Hum, Harry. Eu queria saber. Desde que você estará ensinando-nos, não
deveríamos pedir ao redor e ver se talvez outros querem aprender também?" ela perguntou hesitante.
"Você já contou aos outros sobre isso, não é?" ele acusou.
Hermione começou a sacudir a cabeça, mas depois desistiu e acenou com a cabeça uma vez.
"Eu sinto muito, Harry. Eu só queria ver o quanto de juros não haveria. Mas isso é uma coisa boa. Ele irá utilizar melhor o
seu tempo. Onde você vai estar ensinando duas pessoas, você pode ensinar ... mais ... do que ... dois. " Ela disse, sem
jeito.
Ron lançou-lhe um olhar, mas não contradizê-la. Harry ainda estava olhando para ela com desconfiança.
"Sim, tudo bem. A poucos vai ficar bem." ele disse, fazendo Hermione suspirar de alívio e emoção.
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Harry abriu a porta que dava para a Sala Precisa e encontrou-se preso ao chão em estado de choque. Houve um
grande grupo de estudantes que sentam-se em grandes almofadas coloridas. Havia pelo menos vinte deles. Harry
olhou ao redor e encontrou Hermione senta-se entre eles, sorrindo sem jeito para ele.
Harry entrou e fechou a porta atrás de si. Ele fez um gesto para Hermione se levantar. Ela rapidamente se levantou e
correu para ele.
"Um pouco ?!" Harry sussurrou baixinho para ela. "O que há com vocês, mulheres, e seus números? Isso é um pouco
para você ?!" ele perguntou.
"Bem, notícia se espalhou e todas estas pessoas chegaram. O que eu deveria fazer?" ela perguntou.
"Ah, vamos lá Harry! Qual é o problema afinal? Nós queremos fazer algo contra o Ministério e contra método de ensino
abismal de Umbridge. Quanto mais as pessoas que temos com nós, o melhor!"
Harry olhou para ela como um pensamento veio a ele. Ele relaxou e sorriu para ela, fazendo-a suspirar de alívio
novamente. Ela correu para sentar-se para baixo. Harry olhou para os alunos e sentiu-se sorrir. Talvez Hermione estava
certo e isso não era uma má idéia. Afinal, quanto mais alunos que ele ensinou, mais problemas Dumbledore iria pousar
em.
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p class="MsoNormal"xxx/p
p class="MsoNormal"Véspera de Natal era algo que Harry nunca iria esquecer. Ele passou a maior parte do dia, a
colocação de decorações de Natal por toda a casa com James, Lily e Damien um muito tranqüila. A árvore levou quase
maior parte da manhã. Lily manteve desaprovando de James e Harry estilo de decoração./p
p class="MsoNormal""Você está agrupando todas as decorações juntos!" ela gemeu. "E você está usando muita
ouropel."/p
p class="MsoNormal""Lily, querida, você sabe que ter a árvore perfeita não é o que o Natal é sobre." James brincou./p
p class="MsoNormal"Lily bufou única para ele./p
p class="MsoNormal"Harry observou como calmo e Damien foi desconectado durante todo o dia. Ele quase não falava
uma palavra com ninguém. Ele foi relativamente bem com a mãe dele, mas parecia ignorar James, uma ação era
espelhada pelo ex auror. Nas tentativas de Harry para fazer conversa, Damien iria dar uma respostas formuladas e nada
mais. Por que à noite, Harry foi bem trabalhado. Ele entrou na cozinha, onde sua mãe e seu pai estavam preparando o
jantar./p
p class="MsoNormal""Pai, eu posso falar com você sobre algo assim?" Harry começou./p
p class="MsoNormal""Claro, o que foi?" James perguntou, limpando suas mãos com um pano de prato e tomar um
assento à mesa da cozinha./p
p class="MsoNormal""Eu sei que eu provavelmente não tem qualquer direito de falar com você sobre isso e você pode
me dizer para cuidar da minha vida, mas eu quero falar com você de qualquer maneira."/p
p class="MsoNormal"Harry agora tinha tanto James e atenção de Lily./p
p class="MsoNormal""Nós nunca iria dizer-lhe para cuida da sua vida, Harry." Lily disse, olhando ofendido que ele iria
mesmo sugerir tal coisa./p
p class="MsoNormal"Harry lhe deu um sorriso tímido antes de fixar seu olhar em James./p
p class="MsoNormal""Eu queria falar com você sobre Damien."/p
p class="MsoNormal"James 'olhar de curiosidade desapareceu e parecia que ele ia se levantar da mesa. Harry
rapidamente empurrado por diante./p
p class="MsoNormal""Eu sei que você está realmente brava com ele e você tem todos os motivos para ser assim."
James ficou onde estava. "Eu só posso imaginar o quão chateado você era que ele mentiu para você." Harry
continuou./p
p class="MsoNormal""Você não entende, Harry", disse Lily. "Não é a primeira vez que Damien fez isso com a gente."/p p
class="MsoNormal""Eu sei, ele me disse." Harry respondeu. "É só que ... eu estava lá. Eu vi o quanto ele tentou falar
Harry fora de ficar em meu mundo. Eu não conseguia entender por que ele era tão contra a idéia, mas agora eu
entendo. Ele não queria mentir para você ; ele não quer esconder a verdade de você "./p p class="MsoNormal""Então ele
não deveria ter." James disse calmamente./p
p class="MsoNormal""Ele cometeu um erro," Harry respondeu, assim como em voz baixa. "Mas não é para isso que a
família serve? Para perdoar quando alguém comete um erro?"/p
p class="MsoNormal"James virou-se para olhar para Lily, ambos os pais parecendo desconfortável./p
p class="MsoNormal""Sim, mas, o que você faz quando é o mesmo erro de novo e de novo?" Perguntou James./p
p class="MsoNormal""Você perdoa novamente e novamente." Harry respondeu simplesmente. James e Lily não tem uma
resposta para isso. "O que Damien fez, ele não fez isso para ser desagradável, ou para ser ofensiva de propósito. Ele só
fez isso porque ele queria fazer direito por seu irmão. Eu sei que eu faria a mesma coisa se eu tivesse um irmão. Eu sei
para um fato que eu faria o mesmo para os meus amigos, porque eles são como minha família. " Harry disse
honestamente./p
p class="MsoNormal"James e Lily ambos estavam olhando para Harry. Depois de uma pausa, James limpou a
garganta, deslocando em seu assento./p
p class="MsoNormal""Eu posso entender o que Damien fez e por que ele fez isso. Eu só queria que ele tinha vindo
para mim e me disse."/p
p class="MsoNormal"Harry abaixou a cabeça e olhou para a mesa de madeira./p
p class="MsoNormal""Essa foi minha culpa." ele disse calmamente. "Eu ... eu estava com medo que você não ... você
não me quererem aqui. Eu estava com medo que você me trata como um estranho."/p
p class="MsoNormal"Quando Harry olhou para ele pegou ambos olhando imensamente culpado e envergonhado./p p
class="MsoNormal""Oh, Harry!" Lily caminhou até ele eo abraçou, beijando sua testa. "Me desculpe. Eu realmente
sou." Ela emocionou-se./p
p class="MsoNormal""Está tudo bem." Harry rapidamente a disse, afastando a memória daquele dia em que havia
descoberto a verdade. A maneira como ele se sentia; um estranho, indesejado, foi horrível. "É compreensível. Você
estava com medo para o seu filho."/p
p class="MsoNormal""Você também é nosso filho." Lily rapidamente disse ele./p
p class="MsoNormal"Harry sorriu novamente e deixar que as palavras penetrarem. Ele olhou para James./p
p class="MsoNormal""Eu não sei quanto tempo mais eu vou estar aqui. Mas eu sei que eu nunca vou esquecer o meu
tempo aqui. É algo que eu nunca tinha sequer sonhado." Tanto James e Lily sorriram para ele. "Mas eu não quero ser
responsável, ainda que parcialmente, para tristeza de Damien. Eu poderia dizer o quanto você quer dizer com ele, mas a
forma como você está tratando ele está machucando ele. Eu não quero isso." Ele disse, olhando incisivamente para
James./p
p class="MsoNormal"Lily olhou significativamente para James, um articulado em silêncio em seus olhos. James olhou
para Lily antes de olhar para Harry. Lentamente, ele soltou um suspiro e baixou a cabeça./p
p class="MsoNormal""Tudo bem, eu vou falar com Damien, esclarecer algumas coisas." Ele disse com um pequeno
sorriso./p
p class="MsoNormal"Lily caminhou até ele e o abraçou, sussurrando em seu ouvido graças./p p
class="MsoNormal""Obrigado." Harry disse sinceramente, antes de se levantar da mesa./p
p class="MsoNormal"xxx/p
p class="MsoNormal"Harry encontrou Damien fora, voando em sua vassoura. Harry pegou a vassoura de reposição e
saiu do chão, juntando-se a ele. Damien pareceu surpreso pela adição e desviou para encará-lo./p
p class="MsoNormal""Ei!" Harry gritou para ele. "O que você está fazendo aqui fora no frio?"/p
p class="MsoNormal""Voando" Damien respondeu./p
p class="MsoNormal"Harry riu./p
p class="MsoNormal""Sim, eu percebi."/p
p class="MsoNormal"Damien virou-se para voar na direção oposta, longe de Harry./p
p class="MsoNormal""Espere, Damy!" Harry chamou e voou em direção a ele./p
p class="MsoNormal""O que é isso?" Damien perguntou./p
p class="MsoNormal""Eu acho que o pai quer falar com você." Harry disse, incapaz de manter o sorriso./p
p class="MsoNormal"Damien não parecia nada satisfeito./p
p class="MsoNormal""O sermão pode esperar. Eu não tenho pressa para ser dito fora, mais uma vez." Ele retornou./p
p class="MsoNormal""Eu não acho que isso é o que ele vai fazer." Harry disse, voando ao lado dele./p
p class="MsoNormal"Damien balançou a cabeça./p
p class="MsoNormal""Isso é tudo que ele faz ultimamente. É tanto uma palestra e um dizendo fora ou não é de falar em
tudo." Ele pegou velocidade. "Seja como for, não é como se eu me importo de qualquer maneira!"/p
p class="MsoNormal"Harry ganhou velocidade e encontrou-se com o rapaz irado./p
p class="MsoNormal""Que tal um jogo, então?" Harry perguntou, pensando que era melhor Damien se acalmou antes
de enfrentar James./p
p class="MsoNormal"Damien lançou a Harry um olhar, mas depois balançou a cabeça./p p
class="MsoNormal""Não, obrigado." Ele mordeu fora./p
p class="MsoNormal""Vamos, nós já estamos voando. Vamos ter um jogo rápido." Harry insistiu./p
p class="MsoNormal""Basta sair, tudo bem. Eu realmente não estou de bom humor." Damien disse, tentando voar
passado Harry, mas o jogador de Quadribol experiente bloqueado Damien./p
p class="MsoNormal""Essa é a sua resposta para tudo ultimamente. Por que não está no humor?" Harry perguntou./p p
class="MsoNormal"Damien não respondeu e, em vez tentou voar em torno de Harry, mas foi bloqueado novamente./p p
class="MsoNormal""Pare com isso!" Damien gritou irritado./p
p class="MsoNormal""Não, você está distante comigo desde os últimos dias de Hogwarts! O que eu fiz para te
chatear?" Harry perguntou./p
p class="MsoNormal"Damien mudou de tática e virou sua vassoura ao redor e voou de volta para o chão. Harry estava
bem atrás dele. Ambos os meninos atingiram o chão ao mesmo tempo. Damien já estava fazendo o seu caminho de
volta para a Manor./p
p class="MsoNormal""Damien!" Harry gritou, correndo para alcançá-lo. "Fale comigo, o que foi que eu fiz?"/p p
class="MsoNormal""Nada! Você Não fez nada!" Damien fervia como ele trovejou para o Manor./p p
class="MsoNormal""Então por que você está agindo como um idiota?" Harry perguntou./p
p class="MsoNormal"Damien parou e virou-se./p
p class="MsoNormal""Eu? Eu sou o único a agir como um idiota? E quanto a você?" ele cuspiu./p
p class="MsoNormal""E quanto a mim?" Harry perguntou. "O que eu fiz?"/p
p class="MsoNormal""Você não deveria estar aqui!" Damien gritou. "Você deve estar de volta em seu mundo, onde você
pertence! Isso é o que você fez!"/p
p class="MsoNormal""Do que você está falando?! Você sabe que não é minha culpa que eu estou preso aqui!" Harry
gritou, sentindo seu coração bater dolorosamente./p
p class="MsoNormal""Você não parece muito dividido com a perspectiva de ficar preso aqui!" Damien acusado./p
p class="MsoNormal""O que você quer que eu faça? Chore sobre isso?" Harry perguntou, sentindo o rosto esquentar
com raiva./p
p class="MsoNormal"Damien parecia à beira de bater nele. Ele cerrou os punhos e olhou para Harry. Ele se afastou do
garoto e começou a andar em direção à casa./p
p class="MsoNormal""Ei, onde você está indo?" Harry disse e começou depois dele./p
p class="MsoNormal""Apenas vá embora, Harry." Damien fervia para ele./p
p class="MsoNormal"Damien e Harry tinham chegado a casa e Damien entrou nosily./p
p class="MsoNormal""Damien, pelo menos, explique por que você acha que é minha culpa que eu estou preso aqui?"
Harry perguntou, muito mais baixo para que James e Lily não ouvi-los./p
p class="MsoNormal""Não, você está certo! Não é sua culpa, a culpa é minha, tudo é minha culpa!" Damien cuspiu nele
antes de ir para as escadas./p
p class="MsoNormal""Eu nunca disse que era sua culpa, o que deu em você?" Harry perguntou como ele seguiu./p
p class="MsoNormal""Eu estou cansado disso! Doente de você estar aqui, cansado de ser responsabilizado o tempo
todo, doente de coisas sempre bagunçar!" Damien gritou. "Só por uma vez, eu quero que as coisas funcionem! Eu quero
que as coisas sejam como deveriam!"/p
p class="MsoNormal"Harry ficou na parte inferior da escada, olhando para Damien./p
p class="MsoNormal""Damien ..." Harry começou./p
p class="MsoNormal""Esqueça." Damien disse e se virou, dando dois passos de cada vez, desaparecendo em seu
quarto./p
p class="MsoNormal"Harry parou na escada, sentindo-se mais miserável do que nunca./p
p class="MsoNormal"xxx/p
p class="MsoNormal""Por que você tirá-lo sobre ele?"/p
p class="MsoNormal"Damien caminhou pelo chão de seu quarto, telefone segurou firmemente em sua mão./p
p class="MsoNormal""O que eu deveria fazer?" ele perguntou em troca./p
p class="MsoNormal""Vá e tenha um bom treino, tirá-lo de inimigos imaginários. Isso é o que qualquer idiota
respeitando faria." Harry respondeu./p
p class="MsoNormal"Damien soltou um bufo./p
p class="MsoNormal""Eu odeio quando você faz isso." Ele disse./p
p class="MsoNormal""Fazer o que?" pediu a seu irmão./p
p class="MsoNormal""Faça graça de situações graves". Damien respondeu./p
p class="MsoNormal"O som de Harry rindo só fez Damien mais irritado./p
p class="MsoNormal""Desde quando você tem uma birra uma situação grave?" Harry perguntou./p
p class="MsoNormal""Cai fora, Harry!" Damien se enfureceu./p
p class="MsoNormal"A resposta que obteve foi mais riso./p
p class="MsoNormal""Vamos, Damy. Você sabe que você está agindo como um idiota." Harry disse./p
p class="MsoNormal""Você não sabe nada." Damien fervilhava de volta. "Você tem alguma ideia do que está
acontecendo aqui? Você sabe que desde então descobrir que você e Harry trocaram dimensões, a mãe e o pai não têm
sequer mencionado você, porque eles estão muito ocupados com este Harry? Ou que quando eles foram compras de
Natal, eles não te comprar uma única coisa, porque eles tinham que comprar essas coisas para o Harry? Ou que o pai e
Sirius estavam falando sobre o quão melhor seria deixá-lo onde você está e manter este Harry?! Que este novo Harry é
melhor do que você! Não, você não sabe nada! "/p
p class="MsoNormal""Damy, isto não é uma competição ..."/p
p class="MsoNormal""Sim, é! E você está perdendo!" Damien gritou. "Você não sabe o que é como aqui. Mamãe e
papai estão tão felizes com o seu novo, doce e agradável Harry. A cada dia que passa, eles caem mais e mais
apaixonados por ele! Em breve, eles vão adorar -lo mais do que você! "/p
p class="MsoNormal""Então?"/p
p class="MsoNormal"A questão jogou Damien. Ele acalmou instantaneamente./p
p class="MsoNormal""Então, o que se eles amarem ele mais? É isso que vai me impedir de voltar?" Harry perguntou
com toda a seriedade. "Ouça-me, Damy. Este é o meu mundo. É onde eu pertenço e nada vai me impedir de voltar. E
dai se a mãe e o pai preferem esse outro Harry? Isso quer dizer que eles vão impedir a trocar e mantê-lo? não, não vão.
"/p
p class="MsoNormal""Como é que você vai voltar?" Damien perguntou com uma voz mais calmo, mas igualmente
quebrado./p
p class="MsoNormal""Eu vou encontrar um caminho. Eu sempre faço." Harry assegurou-lhe. "Eu tenho a minha família
de volta depois de 15 anos. Eu não estou deixando ela tão facilmente."/p
p class="MsoNormal"Damien sentiu como se um peso tivesse sido tirado de seu coração./p
p class="MsoNormal""Você jura?" ele perguntou./p
p class="MsoNormal""Todo o tempo, mas eu estou tentando cortar." Harry brincou./p
p class="MsoNormal"Damien soltou uma pequena risada e, em seguida, sentou-se em sua cama./p
p class="MsoNormal""Você não tem medo de que a mãe e o pai possa ... te esquecer?" Damien perguntou./p
p class="MsoNormal""Eu pensei que eles fizeram uma vez, e eu não poderia ter sido mais errado." Harry disse
calmamente. "Eu sei que eles não se esqueceram de mim, você sabe por quê?"/p
p class="MsoNormal""Porque?" Damien perguntou./p
p class="MsoNormal""Porque eles, ambos, me ligam, todos os dias. Às vezes até duas vezes no dia. Mamãe me chamou
cerca de uma hora atrás e me perguntou o que eu gostaria de comer amanhã para o Natal. Ela disse que iria cozinhá-lo,
mesmo que eu não estava lá para comer. Que absurdo é esse? " Harry riu./p
p class="MsoNormal"Damien riu também, que soava como a mãe que ele amava./p
p class="MsoNormal""Eles realmente chamá-lo?" Damien perguntou, sentindo vergonha que ele os acusou de serem
negligentes de Harry./p
p class="MsoNormal""Todos os dias." Harry confirmou. "Eu nunca vou culpá-los por algo que eles são incapazes de
fazer;. Eu me esquecendo injustamente acusa-los antes; não fazer o mesmo, Damien."/p
p class="MsoNormal"Damien acenou com a cabeça./p
p class="MsoNormal""Eu sinto muito. Eu não deveria ter ... Eu só pensei ... da maneira que eles estavam agindo eu não
sabia o que pensar." Ele disse./p
p class="MsoNormal""Eles estão apenas fazendo o que deveriam, conhecer Harry. Eu esperava que você fizesse o
mesmo." Harry disse./p
p class="MsoNormal""Eu já o conheço." Damien argumentou./p
p class="MsoNormal""Não completamente." Harry rebateu./p
p class="MsoNormal""Não, não completamente." Damien concordou./p
p class="MsoNormal""Olha, eu prometo que vou fazer um esforço mais consciente para voltar. Estou entediado deste
lugar agora de qualquer maneira. Eu estarei de volta em breve, mas até que eu voltar, tente abster-se de ser birrento
como uma criança de três anos de idade com Harry . "/p
p class="MsoNormal"Damien riu secamente para ele./p
p class="MsoNormal""Eu quero saber quem eu tomar depois?" ele meditou./p
p class="MsoNormal""Não para mim, isso é certo." Harry argumentou./p
p class="MsoNormal""Você acha que você pode voltar para casa no Natal?" Damien perguntou, sabendo que a
possibilidade era nula, mas ele queria perguntar de qualquer maneira./p
p class="MsoNormal""É claro, o Natal é daqui um mês." Harry respondeu./p
p class="MsoNormal""Eu quis dizer amanhã." Damien disse./p
p class="MsoNormal""Eu sou bom, Damy, mas não tão bom." Harry riu./p
p class="MsoNormal"Damien desligou depois disso, rezando para que seu irmão voltou para casa, mesmo se não
fosse a tempo do Natal./p
p class="MsoNormal"-/p
p class="MsoNormal"Canon Mundo/p
p class="MsoNormal"Harry cerrou os dentes duro como ele caminhou até o menino olhando assustado./p
p class="MsoNormal""Eu disse que o objetivo, não mutilar!" Ele rosnou./p
p class="MsoNormal""Desculpe, Harry. Eu não quis dizer isso!" Dennis choramingou./p
p class="MsoNormal"Ao lado dele, Colin estava esfregando seu olho, que seu irmão tinha picado com sua varinha./p p
class="MsoNormal""Eu estou bem, eu estou bem." Ele tranquilizou Dennis e os poucos alunos que haviam se reunido
ao redor dele para se certificar de que ele estava bem./p
p class="MsoNormal"Harry jogou Dennis outro olhar antes de se virar e caminhar de volta para a frente da classe./p p
class="MsoNormal""Certo, escutem. Nós vamos tentar outra coisa. Todo mundo guardem suas varinhas."/p
p class="MsoNormal"Os alunos da DA obedeceu e embolsou suas varinhas, compartilhando olhares confusos com o
outro./p
p class="MsoNormal""Duelo não é apenas sobre maldições e como lançá-los. Outro aspecto a se defender é
esquivando-se maldições." Harry disse./p
p class="MsoNormal"Os alunos não parecia muito satisfeito./p
p class="MsoNormal""Evitando? Mas nós não temos que aprender como se esquivar. Quero dizer, isso é apenas o
senso comum." Parvati disse./p
p class="MsoNormal""Sim, e além disso, o encanto escudo pode ser usado para proteger contra maldições." Michael
adicionado./p
p class="MsoNormal""O encanto escudo não o protegerá de toda maldição." Harry disse, seus olhos se estreitaram com
o menino. Ele planície ignorado Parvati. "Os Imperdoáveis são as três maldições que você não pode usar qualquer tipo
de escudo contra. As maldições são tão poderosos que vai quebrar o seu escudo. A única maneira você pode evitar o
Imperdoáveis, é saltar para fora de seu caminho."/p
p class="MsoNormal"Harry acenou com a varinha e pronunciou uma maldição; uma que ninguém o reconheceu, e
inúmeras bolas apareceu aos pés de Harry. A classe soltou suspiros de surpresa, bem como admiração. As bolas
eram mais ou menos do tamanho de uma Goles e foram em grupos de três cores, vermelho, azul e verde./p
p class="MsoNormal""Estas bolas representam as três Imperdoáveis. As bolas vermelhas são a maldição Cruciatus,
azul é a maldição Imperius e verde é a maldição da morte." Harry explicou. "Seu objetivo, evitar tê-lo por eles."/p
p class="MsoNormal"Isso era tudo o aviso a classe tem. Harry levantou sua varinha e as numerosas bolas flutuavam no
ar, ao nível dos olhos de Harry. Harry balançou sua varinha na direção dos alunos e as bolas de repente arremessaram
em direção ao grande grupo, a uma velocidade incrível. Gritos encheram a sala como a maioria foi pega de surpresa e
correu em todas as direções para evitar ser atropelado. Alguns colidiram com o outro e caiu no chão. Alguns foram
atingidos pelas bolas duras no rosto e soltou gemidos. Outros corriam ao redor da sala, tentando evitar uma bola só para
ser batido com outro./p
p class="MsoNormal"Em questão de minutos, todo mundo tinha sido atingido com pelo menos uma bola, se não mais.
Todos se sentaram no chão, parecendo irritado e decepcionado em si mesmos. Todos eles olharam para Harry, que por
sua vez, sorriu./p
p class="MsoNormal""Bem, isso foi patético." Harry disse./p
p class="MsoNormal""Havia muitos!" Justin gemeu./p
p class="MsoNormal""Você nem sequer nos dar um aviso." Padma adicionado./p
p class="MsoNormal""Eles realmente machucar." Cho disse, esfregando o nariz onde ela havia sido atingido./p
p class="MsoNormal""Eles deveriam machucar e você raramente receber um aviso quando atacados e que foi apenas
uma fração do número de maldições que você pode ter que enfrentar se alguma vez cercado por Comensais da Morte."
Harry respondeu. Ele fixou os alunos com outro olhar severo. "Você deveria estar agradecido eu estou usando as bolas e
não as próprias maldições reais." Harry adicionado./p
p class="MsoNormal"Os alunos acalmados, olhares de horror em seus rostos. Hermione mordeu o lábio enquanto
olhava ao seu redor./p
p class="MsoNormal""Você não faria isso! É uma vida em Azkaban para usar as Imperdoáveis". Colin disse, olhando
chocado, por que Harry tinha sugerido./p
p class="MsoNormal""Eu não iria usá-los, mas os Comensais da Morte que você vai ser enfrentados no futuro próximo,
eles vão." Harry explicou./p
p class="MsoNormal"Os alunos pareciam ainda mais medo./p
p class="MsoNormal""Vamos tentar de novo, e desta vez, concentrar-se em esquivando-se não só as bolas, mas o
outro também." Harry disse./p
p class="MsoNormal"Todos se levantaram e Harry flutuou as bolas coloridas mais uma vez para o ar. Desta vez, houve
uma diferença notável nos alunos esquivando as bolas, a maioria ainda foram atingidos, mas eles evitaram-no por alguns
minutos pelo menos./p
p class="MsoNormal"Harry manteve a prática de se esquivar para o resto da aula, resultando em alunos muito
doloridos, mas geralmente felizes./p
p class="MsoNormal""Cara, eu vou estar dormindo hoje à noite!" Lee comentou enquanto caminhava para fora da
porta./p
p class="MsoNormal"Harry ficou para trás para arrumar o quarto com Ron e Hermione./p p
class="MsoNormal""Boa lição, hoje." Hermione comentou./p
p class="MsoNormal""Sim, dolorida, mas bom." Ron adicionado./p
p class="MsoNormal""Estou vagar você gostou, você vai ter que de vez em quando." Harry sorriu./p
p class="MsoNormal"Ron e Hermione trocaram um olhar./p
p class="MsoNormal""Isso é bom, mas Harry atente para comentários como esta noite. Eu estava com medo que seu
disfarce caisse." Hermione disse./p
p class="MsoNormal""Hermione, eu poderia entrar na sala tocando um sino com um sinal de enorme pendurado no meu
pescoço que diz: 'Eu sou o filho adotivo de Voldemort de outro Universo' e ninguém iria acreditar em mim. É muito bem,
apenas relaxar." Harry sorriu./p
p class="MsoNormal""Há uma imagem." Ron murmurou./p
p class="MsoNormal""Placa de sanduíche de Harry?" Perguntou Hermione./p p
class="MsoNormal""Não, você relaxante", respondeu Ron./p
p class="MsoNormal"Ambos os meninos riram enquanto Hermione prosseguiu seus lábios para eles./p
p class="MsoNormal""Estou falando sério, você tem que prestar atenção para fora. Você está dando sinais de que você
não é Harry." Hermione disse. Em seguida, balançando a cabeça, acrescentou. "Você sabe o que eu quero dizer."/p
p class="MsoNormal"O trio deixou a Sala Precisa e depois de verificar o mapa, eles fizeram o seu caminho de volta
para a sala comum./p
p class="MsoNormal""Eu tenho que dizer, eu não posso acreditar que estamos fugindo com a DA." Hermione sussurrou
enquanto se dirigiam até as escadas do dormitório. "Eu estava realmente esperando para ser vendido por agora."/p
p class="MsoNormal""Você só quer ver o seu feitiço secreto em ação, não é?" Ron acusou./p
p class="MsoNormal""Não, eu apenas pensei que alguém do grupo ia dizer Umbridge o que estamos fazendo. O fato de
que ninguém ter feito, deve significar que todos como o promotor e deseja que ele continue." Hermione explicou./p p
class="MsoNormal""Você é um sucesso, Harry." Ron disse ele, com um sorriso./p p class="MsoNormal""Woo hoo!"
Harry zombou./p
p class="MsoNormal""Vocês podem brincar, mas eu sei que vocês dois são tão orgulhoso como eu estou." Hermione
disse antes de girar para o dormitório feminino./p
p class="MsoNormal""Eu acho que o prazer é estritamente todo seu!" Harry chamou por ela, sorrindo enquanto ela se
virou para fazer uma careta para ele./p
p class="MsoNormal"Os dois rapazes continuaram em seu dormitório e se arrastou silenciosamente para o quarto.
Neville e Dean já estavam na cama e, a julgar por seus roncos cansados dormindo. Harry rastejou silenciosamente
passou suas camas para chegar a sua própria. Como ele passou por Neville, ele avistou algo estranho. Furando para
fora, debaixo do travesseiro torto de Neville era um jornal. Harry reconheceu o que viu da primeira página. Ele
gentilmente puxou o papel livre de sob a cabeça de Neville e conseguimos uma boa olhada nele./p
p class="MsoNormal"Ele olhou para a primeira página do jornal que tinha chegado na semana passada. As imagens dos
vários Comensais da Morte que tinham escapado de Azkaban olhou para ele. Os olhos de Harry viajaram para a
imagem do Comensal da Morte feminino. Ele sentiu o tremor correr por ele novamente, enquanto olhava para o rosto
magro de Bella./p
p class="MsoNormal""Onde você achou isso?"/p
p class="MsoNormal"O sussurro de Ron trouxe Harry de volta e ele puxou seu olhar longe de Bella para olhar para
ele./p
p class="MsoNormal""Estava sob o travesseiro." Harry respondeu, apontando para a Neville ainda dormindo./p p
class="MsoNormal"Olhos de Ron se arregalaram de surpresa./p
p class="MsoNormal""Sério? Eu me pergunto por que ele tem que escondido sob o travesseiro." Ele meditou./p
p class="MsoNormal"Harry colocou o papel de volta debaixo do travesseiro, tanto quanto pôde sem perturbar o menino
adormecido. Neville soltou um suspiro, mas não acordou. Harry e Ron chegaram a suas camas./p
p class="MsoNormal""Isso é realmente estranho, não acha?" Ron sussurrou enquanto ele tirou suas vestes./p
p class="MsoNormal""Sim." Harry concordou sua mente de novo, em Bella e o que aconteceu com ela neste mundo./p p
class="MsoNormal""Você sabe agora que eu penso sobre isso, Neville tem agido estranho ultimamente. Você já
percebeu como ele ficou quieto? E eu posso dizer que ele está tentando realmente difícil na AD." Ron continuou a
sussurrar./p
p class="MsoNormal""Sério? Porque eu não tenho notado qualquer coisa assim. Ele é tão desajeitado como ele
sempre foi." Harry reclamou./p
p class="MsoNormal"Ron olhou para cima e olhou para Harry./p
p class="MsoNormal""Você os conhece", disse ele calmamente. "não é? As pessoas nessa página. É por isso que
você fica todo engraçado quando você os vê."/p
p class="MsoNormal"Harry subiu na cama./p
p class="MsoNormal""Eu não fico todo engraçado." Ele protestou./p
p class="MsoNormal""Harry, companheiro. O dia que você viu que papel você deixou no meio do café da manhã e foram
embora para o resto do dia. Você perdeu todas as classes e refeições. Você só voltou à noite." Ron lembrou./p
p class="MsoNormal""Eu tive que limpar a minha cabeça." Harry explicou./p
p class="MsoNormal""E você estava em um estado de espírito fedorento."/p
p class="MsoNormal""Eu não estava, eu não entrar em estados de espírito." Harry protestou./p p
class="MsoNormal""Por favor, você é pior do que uma mulher." Ron zombou./p p
class="MsoNormal""Weasley!" Harry advertiu./p
p class="MsoNormal""Bem, bem" Ron subiu em sua cama. Durante alguns minutos houve silêncio, então Ron falou. "Eles
são diferentes, as pessoas que você se lembra de onde você vem. Os daqui não querem nada mais do que ferir Harry
Potter. Basta lembrar-se disso."/p
p class="MsoNormal""Boa noite, Ron." Harry respondeu./p
p class="MsoNormal""Boa Noite." Ron disse cansado./p
p class="MsoNormal"xxx/p
p class="MsoNormal""O que você acha, Harry? Harry? Harry !?" Hermione gritou./p
p class="MsoNormal"Harry olhou para ela./p
p class="MsoNormal""Você disse algo?"/p
p class="MsoNormal""Harry, onde você está? Eu estive conversando com você durante os últimos dez minutos."
Hermione disse, abaixando seu livro./p
p class="MsoNormal""Ah, certo. Então, isso é o que era aquele som irritante." Harry observou./p
p class="MsoNormal""Você não estava me ouvindo?" Hermione perguntou, ignorando o seu último comentário./p
p class="MsoNormal""Desculpe, eu estava apenas imaginando alguma coisa." Harry disse./p
p class="MsoNormal"Ron baixou o pergaminho e pena, ansioso para adiar a sua lição de casa./p
p class="MsoNormal""O que você tem pensado?" ele perguntou./p
p class="MsoNormal""Nada", disse Harry./p
p class="MsoNormal""Você está realmente tranquila desde que você tem aquele telefonema esta manhã", disse
Hermione. "Está tudo bem em casa?"/p
p class="MsoNormal""Sim, Hermione. Tudo está bem." Harry insistiu. "Agora, o que você estava me perguntando?"/p
p class="MsoNormal"Hermione parecia relutante em mudar o tópico, mas ela foi com ele./p
p class="MsoNormal""Eu estava perguntando sobre a próxima lição DA E se você pensou aprender a azaração deflexão
valeu a pena."/p
p class="MsoNormal""Claro, Hermione." Harry respondeu./p
p class="MsoNormal"Ron e Hermione voltaram para completar a lição de casa deixando Harry para seus pensamentos
tranquilos. Ele foi descobrir quando ele poderia esgueirar-se de volta para o laboratório de Poções e preparar a poção
local novamente. Sua promessa de Damien que ele iria fazer mais um esforço para encontrar a bússola significava que ele
podia pensar em nada mais do que cumprir essa promessa./p
p class="MsoNormal""Eu acho, eu vou para a cama agora." Harry disse e se levantou./p
p class="MsoNormal""Harry, é apenas oito." Ron disse./p
p class="MsoNormal""Eu sei, eu estou apenas cansado." Harry mentiu e correu para seu quarto./p
p class="MsoNormal""Ele é estranho." Ron disse depois de Harry desapareceu./p
p class="MsoNormal""Ou ele está tramando algo." Hermione apontou./p
p class="MsoNormal""Sim, isso faz mais sentido." Ron admitiu./p
p class="MsoNormal"xxx/p
p class="MsoNormal"Naquela noite, assim que os últimos de seus companheiros de quarto dormiram, Harry se
arrastou para fora da cama. Ele tinha o esboço do compasso já no bolso. Com uma rápida olhada ao redor, ele
aparatou direto para o laboratório de Poções, e terminou bem na frente de Draco Malfoy./p
p class="MsoNormal"'Droga, eu tenho que parar de fazer isso!' Harry amaldiçoou a si mesmo./p
p class="MsoNormal"Draco estava sentado em sua cadeira, um caldeirão borbulhante diante dele. Felizmente para Harry,
Draco estava olhando para seu pergaminho quando ele aparatou, ou então o Slytherin teria visto Harry aparecem do
nada./p
p class="MsoNormal"O pop suave de aparatação foi o suficiente para chamar a atenção do garoto loiro embora e ele
olhou para cima para ver Harry. Surpresa esvoaçava sobre seus recursos antes de olhos cinzentos se estreitaram para
ele./p
p class="MsoNormal""De onde você veio?" ele perguntou./p
p class="MsoNormal"Harry olhou para a direita, uma jarda de distância era a entrada para o laboratório./p
p class="MsoNormal""Através da porta." Harry disse gesticulando em direção a ela./p
p class="MsoNormal"Draco olhou para a porta e então de volta para Harry./p
p class="MsoNormal""Você percorreu todo o caminho aqui do seu quarto comum sem a sua capa de invisibilidade?" ele
perguntou com descrença./p
p class="MsoNormal""Bem, desde que alguém tentou roubá-lo, eu fiquei superprotetor do meu casaco." Harry
respondeu, dando alguns passos na direção dele./p
p class="MsoNormal"Draco se mexeu na cadeira, seu rosto pálido corou um pouco com a lembrança de sua tentativa de
roubo. Ele olhou de volta para Harry com desafio embora./p
p class="MsoNormal""Então você conseguiu chegar até aqui sem que ninguém vê-lo?" ele perguntou, novamente em
descrença./p
p class="MsoNormal""O que posso dizer? Eu sou apenas muito bom em ser furtivo. É uma das minhas muitas
qualidades." Harry sorriu./p
p class="MsoNormal"Draco sorriu de volta para ele./p
p class="MsoNormal""Bem, eu espero que você é bom em esconder também, desde que o Professor Snape está
chegando." Ele gesticulou para a porta e com certeza, Harry podia ouvir passos se aproximando./p
p class="MsoNormal"Harry poderia ter aparataram mas ele não queria que ninguém soubesse que ele poderia manipular
as poderosas proteções de Hogwarts, muito menos este mundo Draco Malfoy. Harry queria alguns dos seus poderes para
continuar a ser um mistério. Ron e Hermione sabia que Harry poderia aparatar dentro e fora de Hogwarts, mas eles não
eram susceptíveis de ir e dizer Voldemort./p
p class="MsoNormal"Com um grunhido de advertência ao Draco, Harry moveu-se para o banco de trás e se escondeu
sob ele. Ele podia ouvir Draco rindo./p
p class="MsoNormal"A porta se abriu e Snape entrou no laboratório. Ele olhou para seu único aluno sentado diante do
caldeirão./p
p class="MsoNormal""Você terminou o Sr. Malfoy?" ele perguntou./p
p class="MsoNormal""Sim senhor, eu só terminar de fazer as notas."/p
p class="MsoNormal"Um farfalhar de pergaminho e Harry sabia que Draco estava entregando suas notas para o
professor. Longos minutos se passaram e ninguém disse uma palavra. Por fim Snape falou./p
p class="MsoNormal""É satisfatório, embora eu teria preferido um mais em profundidade explicação do uso de dragão
garra nesta poção."/p
p class="MsoNormal"Harry revirou os olhos, que era igual a ele; Nunca feliz com o que tenho. 'Bastardo Whiny!' Harry
pensou consigo mesmo./p
p class="MsoNormal""Coloque um pouco de isso em dois frascos e então limpe. Isso é tudo para esta noite." Snape
instruiu./p
p class="MsoNormal""Professor?" Draco chamado./p
p class="MsoNormal"Harry prendeu a respiração. "Se ele me ratos para fora, eu vou matá-lo!" Harry prometeu a si
mesmo./p
p class="MsoNormal""Sim, Sr. Malfoy?" Perguntou Snape./p
p class="MsoNormal""Que horas você quer que eu venha na próxima semana?"/p p
class="MsoNormal"Harry soltou a respiração./p
p class="MsoNormal""Vem mais cedo. Eu desculpei-o desta vez por ter vindo tarde. Da próxima vez vou transformá-lo
afastado e você pode esquecer-me ajudá-lo." Tom áspero de Snape mordeu fora./p p class="MsoNormal""Sim senhor."
Draco respondeu./p
p class="MsoNormal""Depois de limpar, você está dispensado por esta noite." Snape disse./p
p class="MsoNormal"O som de passos ecoou e o suave clique da porta sugeriu que Snape tinha deixado. Harry ficou
onde estava debaixo da mesa, caso o professor voltou para dentro para alguma coisa./p p class="MsoNormal""Você
pode sair, ele se foi." Draco gritou./p
p class="MsoNormal"Harry mudou-se de seu esconderijo e se endireitou. Ele ignorou o sorriso Draco estava usando./p p
class="MsoNormal""Você não me entregou?" Harry perguntou./p p class="MsoNormal"Draco deu de ombros./p
p class="MsoNormal""Não é divertido quando você está esperando por isso." Ele respondeu./p p
class="MsoNormal"Harry inclinou a cabeça para o lado um pouco./p
p class="MsoNormal""Então, você está dizendo que você vai me entregar quando eu menos esperar?" Draco não
respondeu, apenas manteve o olhar de Harry. "Bem, isso é bom saber." Harry disse, movendo-se em direção à porta,
com a intenção de sair./p
p class="MsoNormal""Você pode ter o laboratório para si mesmo. Eu vou embora." Draco ofereceu calmamente./p p
class="MsoNormal"Harry parou e se virou./p
p class="MsoNormal""Eu prefiro voltar outra hora." Harry respondeu./p
p class="MsoNormal""Snape não vai estar de volta, não esta noite. Você pode ter o laboratório para ..." ele olhou para
Harry. "Seja o que for que você estava pensando em fazer."/p
p class="MsoNormal"Harry não se moveu, ainda em duas mentes sobre se ele deve arriscar fazer a poção esta noite./p p
class="MsoNormal""Bem, não pare por minha causa. Eu vou limpar isso e estar no meu caminho." Draco disse e virou-se
para começar limpando suas coisas./p
p class="MsoNormal"Harry esperou um momento antes de caminhar até o banco para trás e para a criação de seu
próprio caldeirão. Ele escolheu os suprimentos e começou a trabalhar, ignorando o garoto de cabelos loiros. Após cerca
de 20 minutos, Draco tinha cancelado a sua estação de trabalho e tinha os dois frascos cheios e arrolhado com sua
atribuição. Ele colocou-os sobre a mesa de Snape e embalado para cima o resto de suas coisas./p
p class="MsoNormal"Draco parou para dar a Harry um olhar. Harry o ignorou, mas depois de alguns momentos sua
irritação por ter sido olhou para o pegou./p
p class="MsoNormal""O que foi, Malfoy?" Harry perguntou, olhando para o garoto./p
p class="MsoNormal""É apenas uma visão tão bizarra." Draco disse. Na sobrancelha levantada de Harry, ele elaborou,
"Potter fermentando uma poção sem o caldeirão explodir."/p
p class="MsoNormal"Harry sorriu para ele e voltou a adicionar mais ingredientes para sua poção./p
p class="MsoNormal""Diz ele que está preso no laboratório de Poções, fazendo aulas de reforço." Harry jogou de volta
para ele./p
p class="MsoNormal"O rosto de Draco corou novamente e ele se levantou em toda sua estatura./p
p class="MsoNormal""Não que seja da sua conta, Potter, mas eu não estou fazendo Poções corretivas! Professor Snape
está me dando aulas de Poções avançada para que eu possa garantir um aprendizado de Poções em poucos anos." Ele
disse enquanto caminhava até a porta./p
p class="MsoNormal"Harry não olhou para cima a partir de sua poção enquanto ele respondia./p p
class="MsoNormal""O que aconteceu para subornar seu caminho até lá?"/p p
class="MsoNormal"Draco parou ao lado da porta e jogou Harry um olhar./p
p class="MsoNormal""Às vezes é divertido para tentar o método convencional." Ele respondeu./p
p class="MsoNormal""Uh huh" Harry comentou, dando-lhe um olhar engraçado./p
p class="MsoNormal"Draco só ele lançou um olhar de desprezo antes de abrir a porta e sair./p
p class="MsoNormal"Harry riu para si mesmo antes de se apagar as chamas sob seu caldeirão. Com um movimento do
pulso Harry esvaziou o caldeirão. Ele colocou de volta os ingredientes que havia tomado e tirou as fontes apropriadas
necessárias para a poção de localização. Ele começou a trabalhar, seu olhar cintilando costas para a porta. Harry sabia
que Draco era mais do que hábeis em Poções. O pai de Draco se destacou no assunto e tinha ensinado Harry e Draco
em seu mundo. Harry não tinha nenhuma dúvida o Lucius Malfoy deste mundo era menos de um mestre de Poções. Ele
observou Draco tendo um interesse em que fontes Harry tinha tirado e quando ele estava olhando para Harry, ele não
estava olhando porque ele estava surpreso que Harry era bom em Poções, ele estava olhando porque ele estava
tentando trabalhar para fora o que poção Harry estava se formando./p
p class="MsoNormal"Harry sorriu para si mesmo quando ele acrescentou os ingredientes necessários para a poção de
localização. Draco poderia ser astuto e sorrateiro, mas Harry estava em uma liga própria. Ele propositalmente preparar
uma poção falso, aquele que simplesmente reforçada sentidos de uma vez da poção local para jogar Draco./p p
class="MsoNormal"Mas Draco não tinha mentido sobre Snape. Ele estava certo ao dizer que ele não ia voltar para o
laboratório de poções. Harry trabalhou em paz e em poucas horas a poção estava pronto. Harry desvendado
cuidadosamente o esboço ea deixou cair no caldeirão borbulhante. Como antes, Harry tinha feito uma cópia e deixou-o em
seu tronco, ele deve precisar dele novamente./p
p class="MsoNormal"Ele pegou a colher de poção e ele caiu sobre um pedaço de pergaminho em branco e sussurrou o
feitiço de localização. Linhas de aranha pretas começaram a tecer seu caminho através do pergaminho e dentro de
alguns minutos, Harry estava segurando o mapa levando à bússola de ouro./p p class="MsoNormal"Harry franziu a testa
para ele./p
p class="MsoNormal""Isso não pode estar certo." Ele murmurou para si mesmo./p
p class="MsoNormal"O mapa mostra a localização da bússola. A localização era desconhecida para Harry, mas que não
era o que o incomodava. Foi o fato de que a bússola foi aparecendo em tudo o que estava preocupando. Harry esperava
totalmente o local soletrar para chegar a nenhum resultado; a razão é que Voldemort agora tinha a bússola e ele não era
susceptível de mantê-lo em algum lugar que poderia ser facilmente detectado. Deve ser protegida, como a maioria das
posses de Voldemort e Harry sabia que Voldemort não era de deixar seus pertences em locais vulneráveis./p
p class="MsoNormal"Harry sentou-se em sua cadeira e estudou o mapa. A bússola de ouro foi apenas mantida ali,
pronto para ser pego. Todos Harry tinha que fazer era seguir o mapa e ele iria começar a bússola. A mente de Harry
gritou para ele que algo não estava bem, parecia muito fácil, ele não deve ser tão fácil. Harry se perguntou se era uma
armadilha. Lucius Malfoy tinha lutado com Harry; ele sabia que Harry era após a bússola. Voldemort sabia que Harry era
de outro universo; Harry sabia que Voldemort tinha ligado o desejo de Harry para chegar ao compasso com sua
aparência diferente e tinha percebido que ele era de outro universo. Não foi tão difícil, afinal./p
p class="MsoNormal"Harry sentou-se por alguns minutos, debatendo o que deveria fazer. Ele olhou para o mapa./p p
class="MsoNormal""Dane-se!" ele murmurou como ele chegou a seus pés./p
p class="MsoNormal"Ele estava indo para ir de qualquer maneira. A bússola estava bem ali, a única coisa que poderia
levá-lo para casa. Ele poderia aparatar lá e voltar antes que alguém pudesse fazer qualquer coisa para ele. Mesmo se
esta era uma armadilha preparada por Voldemort, Harry estava indo para aproveitar a oportunidade. Ele assegurou-se
que, se as coisas piorassem ele poderia aparatar fora de perigo./p
p class="MsoNormal"Ele sentiu seu coração saltar desconfortavelmente com a simples idéia de ver Voldemort
novamente. Ele sentiu nervoso e as palmas das mãos sentiram estranhamente úmida, algo que ele não sentia desde que
ele começou a realizar suas tarefas./p
p class="MsoNormal"Com um movimento rápido de sua varinha, o caldeirão foi esvaziado e os suprimentos foram
colocados de volta em seu lugar. O laboratório foi claro e nenhuma evidência da presença de Harry ou sua poção era
visível./p
p class="MsoNormal"Harry agarrou o mapa em uma das mãos e fechou os olhos./p
p class="MsoNormal""Aqui vou eu." Disse a si mesmo antes de ele aparatou para longe do laboratório de poções em
Hogwarts./p
p class="MsoNormal"xxx/p
p class="MsoNormal"Harry abriu os olhos quando sentiu seus pés tocar terra firme. Ele olhou em volta e viu-se em
uma floresta densa escurecida. Harry verificado o mapa e sussurrou o charme para mostrar-lhe para onde ir. Ele
seguiu a direção de sua varinha estava apontando e silenciosamente fez o seu caminho mais profundo dentro da
floresta./p
p class="MsoNormal"Galhos e folhas rangia sob seus pés como Harry fez o seu caminho através da floresta. Ele
empurrou os ramos de distância de seu rosto quando ele viajou no escuro. Era meia-noite e agora a única luz vinha da
sobrecarga lua prateada./p
p class="MsoNormal"Finalmente, Harry encontrou o caminho que conduz para fora da floresta e descer uma colina
íngreme. Harry estava no topo da colina e olhou para baixo. Muito abaixo dele, em pé sozinha foi um impressionante
Manor. Não era a Mansão Riddle, Harry sabia que, mas algo sobre ele era estranhamente familiar./p
p class="MsoNormal"Harry começou a fazer o seu caminho, descendo a colina cuidada para não perder o equilíbrio. Não
havia ninguém à vista, nenhum espreitando Comensal da Morte, há homens que estavam de guarda, nem mesmo um
animal de rua rondando perto. Harry saltou sobre a última parte da colina e caiu em pé. Ele levantou-se e olhou para a
Manor./p
p class="MsoNormal"Mais uma vez, seus sentidos lhe diziam isso não estava certo. Era muito fácil. Porque há homem
não estavam estacionados ao redor aqui? Onde estavam seus Comensais da Morte? Se Voldemort estava de fato
vivendo aqui, por que não foi o lugar se afogando em feitiços de proteção?/p
p class="MsoNormal"Harry empurrou o sentimento de mau presságio para o lado e deu um passo em direção a Manor.
Seu caminho de volta para casa estava descansando dentro da Manor, se ele tinha mesmo uma fração de uma chance
para chegar ao compasso, então valeu a pena tomar a chance./p
p class="MsoNormal"Harry deu a volta para a parte de trás da Mansão e procurou-o para um caminho. Depois de
encontrar a porta, Harry levou um minuto para seus nervos de aço antes de ele calmamente desbloqueado ele e
entrou./p
p class="MsoNormal"A Mansão estava deserta, que era o que Harry sentiu logo que ele entrou. Seus sentidos mágicos
estavam em alerta máximo e a primeira coisa que ele observou foi a falta de magia no ar. Ele sentiu seu corpo relaxar,
Voldemort não estava aqui e nem foram seus Comensais da Morte. Se fossem, teriam realizado algum tipo de magia e
Harry teria sido capazes de detectá-lo. Sentindo-se muito melhor, Harry caminhou mais para a Mansão escurecido./p p
class="MsoNormal"De acordo com o mapa, a bússola estava no terceiro andar. Harry seguiu o mapa e subiu a escadaria
até que ele chegou ao terceiro andar. As portas que revestem ambos os lados do corredor longo eram idênticos. Harry
caminhou pelo corredor e parou na frente do sétimo da direita. De acordo com o mapa, a bússola foi dentro deste
quarto./p
p class="MsoNormal"Harry tentou abrir a porta e encontrou-o bloqueado. Ele abriu-a sem varinha e entrou. O quarto foi
sobre o tamanho de seu dormitório em Hogwarts. Estava vazia, não uma peça de mobiliário pode ser visto em qualquer
lugar. Sob os seus pés não havia nada mais do assoalho./p
p class="MsoNormal"Harry franziu a testa; ele não podia sentir o compasso em qualquer lugar. Seu sentido não
poderia pegar a bússola mágica e ainda o mapa indicava que ele estava bem próximo a ela. Na verdade ele estava
sugerindo que ele estava de pé sobre ela. o que estava acontecendo?/p
p class="MsoNormal"A resposta veio a Harry, de repente, e seus olhos se arregalaram. Ele agarrou em sua varinha no
reflexo. Ele virou-se para enfrentar a porta apenas como o quarto em torno dele começaram a desaparecer rapidamente.
As paredes desbotadas em branco para ser substituído por uma cor de ameixa profunda; um marrom profundo tapete
colorido cobriu o assoalho e as tochas nas paredes trouxeram calor e luz repentina para o quarto, leve o suficiente para
Harry ao ver que ele foi cercado por um exército de Comensais da Morte. Todos tiveram suas máscaras no lugar e suas
varinhas apontadas para Harry. Tinham-lhe completamente cercado./p
p class="MsoNormal"Harry sabia quando estava derrotado e ele lentamente levantou as mãos, deixando cair sua
varinha no chão. Seus olhos correram sobre os homens de pé diante dele. Nenhum deles tinha falado uma única
palavra ou nada havia demitido seu caminho./p
p class="MsoNormal""Tut, Tut". Uma voz sedosa falou atrás dele. Harry virou-se para enfrentar o homem de cabelos
loiros, a única sem sua máscara de Comensal da Morte, "Eu pensei que você teria imaginado a ilusão para fora muito
mais cedo. Parece que eu superestimado você." Lucius Malfoy disse com seu sotaque habitual./p
p class="MsoNormal"Harry não disse nada em resposta, mas ele repreendeu a si mesmo também. Ele deve ter suspeitado
de algo como isto. Ilusões era um aspecto da magia que superou tudo o resto. Ele foi o mais complexo de magia e
Voldemort se destacou nela. A razão Harry não conseguia sentir qualquer tipo de magia era porque era isso que a ilusão
foi criada para fazer. Harry tinha sido enganado e seus sentidos tinha razão; ele tinha andado em linha reta em uma
armadilha./p
p class="MsoNormal""Qual é o problema, Potter? Não tenho nada a dizer hoje?" Perguntou Lucius./p p
class="MsoNormal"Harry sorriu para ele e baixou as mãos./p
p class="MsoNormal""As duas palavras que eu quero dizer para você precisa de uma varinha para realmente entregá-
lo." Harry respondeu./p
p class="MsoNormal"Um riso estourou e um dos Comensais da Morte deu um passo adiante, a varinha apontada para
Harry vacilar./p
p class="MsoNormal""Aww, fantasia que," o Comensal da Morte levantada a máscara para revelar olhos brilhando
escuros e cabelo rebelde longo que caíram em torno de um rosto magro e pálido. "Pequeno, bebê Potter está crescido e
quer jogar!"/p
p class="MsoNormal"Harry encontrou suas palavras sufocar na parte de trás da sua garganta. Vendo a foto dela no
Profeta Diário era uma coisa, mas para ver Bella em pé diante dele, falando com ele, mesmo que ela estivesse
zombando dele, era algo que Harry estava completamente despreparado. Bella inclinou a cabeça e estudou ele, seus
olhos ferozes viajando por todo Harry./p
p class="MsoNormal""O que você está procurando Potter? Procurando por isso?" ela tirou o compasso dourado do
bolso e mostrou para ele./p
p class="MsoNormal"Harry saiu do seu transe chocado e olhou para a bússola, a coisa que ele tinha andado nessa
armadilha para conseguir./p
p class="MsoNormal""Você quase pisou nele," Bella disse a ele. Ela acariciou o topo da bússola carinhosamente como se
fosse um animal de estimação. "Salvei-lo." ela manteve os olhos em Harry enquanto ela trouxe até a bússola ea beijou. "É
do meu Mestre e você quase quebrou!" ela gritou para ele de repente./p
p class="MsoNormal""Vamos, Bella. Ele nunca quis."/p
p class="MsoNormal"Harry fechou os olhos quando ouviu a voz fria familiar atrás dele. Ele virou-se lentamente para
enfrentar a porta e encontrar o Lord Voldemort, desse mundo, em pé diante dele./p
p class="MsoNormal""Bem-vindo", disse Voldemort falando para Harry, um sorriso cruel em seus lábios. "Filho"./p
p class="MsoNormal"xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx/p
p class="MsoNormal" /p
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p class="MsoNormal" /p
p class="MsoNormal" /p
p class="MsoNormal" Capítulo vinte e seis/p
p class="MsoNormal" /p
p class="MsoNormal"Pais e Filhos/p
p class="MsoNormal" /p
p class="MsoNormal"AU Mundo/p
p class="MsoNormal"Hogwarts estava se arrumando para o Natal. O Grande Salão estava lindamente decorado, com
doze enormes árvores de Natal brilhando com luzes e decorações, luzes brilhantes refletiam nos pisos de mármore e até
mesmo as paredes eram decoradas com enfeites e azevinho./p
p class="MsoNormal"Damien observou os pequenos encantos que o Professor Flitwick, estava fazendo levitando com
sua varinha os ouropel flutuaram para cima e ligou-se à parede./p
p class="MsoNormal""Damien, você tem certeza sobre isso?"/p
p class="MsoNormal"O menino voltou a olhar para o seu amigo e acenou com a cabeça./p
p class="MsoNormal""Sim, com certeza." Ele retornou./p
p class="MsoNormal"Os dois foram os únicos que se sentam à mesa da casa. Alguns estudantes de outras casas
estavam espalhados ao redor suas respectivas casas, conversando uns com os outros sobre o feriado que se
aproxima. As maiorias dos estudantes estavam fora, apreciando seu fim de semana./p
p class="MsoNormal"Hermione olhou para a caixa de madeira na frente dela com admiração e quase escondido
excitação. Ela passou a mão sobre a parte superior da tampa de madeira com cuidado./p
p class="MsoNormal""Eu vou guardá-la com a minha vida, Damien. Você pode ter certeza disso."/p
p class="MsoNormal"Damien acenou com a cabeça novamente e olhou para a caixa./p
p class="MsoNormal""Você acha que há uma chance de que você será capaz de descobrir o que há de errado com
ele?" ele perguntou./p
p class="MsoNormal"Hermione parecia preocupado como ela deixou cair seu olhar de volta para a caixa./p
p class="MsoNormal""Honestamente, eu não sei. Meu projeto Runas deu-me um conhecimento mais aprofundado sobre
eles, mas eu não sei se isso será suficiente. Mas eu tenho os recursos à mão para mim para pesquisá-los
completamente. Uma vez que eu descobrir o que todas as runas no compasso representam, posso pesquisar a bússola
de forma mais aprofundada e eu talvez, com sorte, ser capaz de descobrir por que ele parou de funcionar. "/p
p class="MsoNormal"Damien sabia que era um tiro longo. Hermione tinha apenas recentemente se formou a partir de
Hogwarts e seu projeto sobre Runas era nada tão perto e tão complexo como a dimensão bússola viajar. Mas ele se
recusou a sentar-se e perder mais tempo. Ele estava indo para obter toda a ajuda que podia para tentar consertar a
bússola de modo que seu irmão pudesse voltar para casa./p
p class="MsoNormal""Bem, você deve leva-lo e ver o que você pode descobrir. Ele não está fazendo nenhum bem de
estar em meu tronco". Damien disse a ela./p
p class="MsoNormal"Hermione parecia preocupado novamente e voltou seus olhos castanhos para Damien./p p
class="MsoNormal""E você tem certeza sua mãe e meu pai não vai se importar que eu leve a bússola?"/p p
class="MsoNormal"Damien zombou dela./p
p class="MsoNormal""Como se eles fossem perceber. Eles nem mesmo pediram para ver ela. Desde que
descobriram a verdade, eles estão muito ocupados com o seu novo filho para se preocupar com o que está
acontecendo ao seu antigo!"/p
p class="MsoNormal""Damy, você sabe que não é verdade." Hermione disse./p
p class="MsoNormal""Eu gostaria que não fosse" Damien sussurrou. Em voz alta, ele continuou "Eles não vão fazer
qualquer coisa sobre a bússola. É melhor se você leva-la e descobrir o que você pode."/p
p class="MsoNormal"Hermione não disse nada, mas levantou a caixa segurando a bússola dourada e
cuidadosamente colocá-lo em sua bolsa./p
p class="MsoNormal""Deixe-me saber se você precisar dela de volta em tudo." Hermione disse antes de chegar a seus
pés./p
p class="MsoNormal""OK." Damien respondeu sem convicção./p
p class="MsoNormal"Hermione deixou calmamente, deixando Damien sentado sozinho à mesa./p
p class="MsoNormal"xxx/p
p class="MsoNormal"Harry resistiu ao impulso de se remexer na cadeira e manteve seu olhar sobre a mesa polido, com
as inúmeras balangandãs de prata. Fazia duas semanas desde sua verdade havia sido revelado, mas Harry tinha
passado todo esse tempo nos aposentos de sua mãe, não deixá-lo uma vez que ele se parecia com ele e não o Harry
deste universo. Mas esta manhã, quando James disse a ele que ambos tinham de ir e ver o diretor, Harry não podia
recusar o convite. Ele foi bastante feliz por ter uma desculpa para sair dos confinamentos dos alojamentos./p
p class="MsoNormal"Mas agora que ele estava sentado no escritório de Dumbledore, em frente ao próprio diretor, ele se
sentia desconfortável e constrangido. Dumbledore parecia não notar, já que ele estava ocupado conversando com
James./p
p class="MsoNormal""Eu perguntei sobre a bússola ou a Kayanat que é nome próprio, mas tudo o que eu consegui
encontrar foi uma vaga menção dela em vários livros. Estou aguardando uma resposta de um velho e querido amigo
meu, que tem mais conhecimento sobre o tema de viagem entre dimensão do que eu ". Seus olhos azuis foram parar em
Harry, fazendo o menino mudar de novo ", embora ele não acreditou em mim que alguém tinha conseguido fazer
exatamente isso. Ele afirma que é preciso uma quantidade excepcional de energia para ativar o Kayanat."/p
p class="MsoNormal"James, apesar da situação, não podia ajudar, mas sinto um pouco orgulhoso. Seu filho tinha um
dom para fazer as coisas que eram desconhecidas. Ele se sacudiu e balançou a cabeça para Dumbledore./p
p class="MsoNormal""Eu aprecio isso, Dumbledore."/p
p class="MsoNormal"O diretor tinha agora a sua atenção em Harry e estava estudando-o atentamente./p
p class="MsoNormal""Pelo que entendi, o mundo você vem, é muito diferente de um presente. Estou certo?" ele
perguntou./p
p class="MsoNormal"Harry limpou a garganta./p
p class="MsoNormal""Sim, senhor. Muito diferente."/p
p class="MsoNormal"Ao ser abordado como "senhor" por Harry, Dumbledore ficou momentaneamente surpreso. Ele se
recuperou e um pequeno sorriso enfeitou seu rosto./p
p class="MsoNormal""Eu ficaria muito grato se eu poderia falar com você e aprender sobre sua vida, Sr. Potter.
Infelizmente, o tempo não permite tais discussões. Eu espero vê-lo durante as férias e talvez falar com você em
detalhes, em seguida, se isso é aceitável. "/p
p class="MsoNormal"Harry acenou com a cabeça./p
p class="MsoNormal""Sim, senhor. É claro."/p
p class="MsoNormal""Eu estava pensando," James falou. "Você seria capaz de mudar a aparência de Harry de novo? É
que ele está preso em seu quarto, pois ele não pode andar ao redor de Hogwarts com essa aparecia atual."/p
p class="MsoNormal"Dumbledore inclinou a cabeça e olhou para Harry./p
p class="MsoNormal""Eu deveria ser capaz de substituir o glamour, se é isso que você quer?" ele perguntou Harry./p
p class="MsoNormal"Harry não se importava. Ele teria preferido ficar como ele próprio, mas tento o glamour de volta,
ele estaria livre para andar por aí de novo./p
p class="MsoNormal""Sim senhor." Ele respondeu./p
p class="MsoNormal""Muito bem." Dumbledore pegou sua varinha e apontou-a para Harry./p
p class="MsoNormal"xxx/p
p class="MsoNormal"Damien estava sentado diante de sua mãe, ouvindo sua palestra, novamente. Ele estava
começando a ficar realmente farto com os constantes lembretes de como ele tinha falhado a sua confiança. Quantas
vezes é que ele tem a dizer que estava arrependido?/p
p class="MsoNormal""Você está ouvindo?"/p
p class="MsoNormal""Sim, mãe."/p
p class="MsoNormal""Eu espero que você seja nada, mas sincero comigo e seu pai a partir de agora, está claro?" ela
perguntou./p
p class="MsoNormal"Damien sentiu como revirando os olhos, mas absteve-se./p
p class="MsoNormal""Eu que vou ter que ouvir isso toda vez que eu pedir para usar o telefone?" ele perguntou./p
p class="MsoNormal""Sim, porque você tem provado que você pode não se lembrar de ser honesto com a gente." Lily
repreendeu./p
p class="MsoNormal"Damien bufou e mentalmente amaldiçoou a si mesmo./p
p class="MsoNormal""Ok, eu sinto muito. Eu nunca vou mentir para você ou o pai novamente, agora eu posso pegar o
telefone para ligar para Harry?"/p
p class="MsoNormal"Lily olhou para ele, estudando-o por um momento. Finalmente, ela enfiou a mão no bolso e tirou o
telefone./p
p class="MsoNormal""Meia hora, isso é tudo." Ela lembrou./p
p class="MsoNormal""Sim Sim." Damien disse, pegando o telefone dela. Ele ia deixar Harry tê-lo para colocá-lo na
bagunça./p
p class="MsoNormal"Ele se virou para sair assim que a porta se abriu e James entrou, seguido por Harry. Damien
parou o passo e olhou com os olhos arregalados para o garoto andando, depois de seu pai. Um grande sorriso se
espalhou pelo rosto./p
p class="MsoNormal""Oh, graças a Deus!" Damien gritou e correu para Harry, jogando os braços ao redor do garoto
mais alto. James e Lily olharam para a vista. "Você voltou! Eu sabia que você iria, graças a Deus!" Damien repetiu e
abraçou Harry ferozmente./p
p class="MsoNormal""O quê? Oh, não, não, você acha que ..." Harry puxou Damien fora do abraço. "Ainda sou eu, Harry.
Professor Dumbledore refez o glamour, para que eu pudesse você sabe, caminhar ao redor do castelo de novo."/p
p class="MsoNormal"Damien pareceu desinflar. O sorriso aliviado foi substituído por uma carranca decepcionado./p p
class="MsoNormal""Tudo bem." Ele disse calmamente./p
p class="MsoNormal"Harry podia sentir envergonhado como Damien estava apenas olhando para sua expressão. Ele
parecia tão decepcionado e mais do que um pouco chateado./p
p class="MsoNormal""Mas eu apreciei o amor." Harry brincou, tentando aliviar o clima./p
p class="MsoNormal"Não funcionou./p
p class="MsoNormal"Damien apenas deu-lhe um olhar estranho antes de olhar para o pai. James não fez comentários e
caminhou para dentro do quarto, ignorando o menino mais novo./p
p class="MsoNormal""Eu tenho que ir." Damien resmungou antes de pegar a porta e abrindo-a antes de sair correndo da
sala./p
p class="MsoNormal"xxx/p
p class="MsoNormal""Então, de volta do glamour em?" Sirius perguntou, substituindo sua caneca de chá sobre a
mesa./p
p class="MsoNormal""Sim, Dumbledore reaplicou." James respondeu./p
p class="MsoNormal"Sirius olhou para Harry, que estava sentado com Lily em sua mesa, ajudando-a a organizar sua
papelada. Era o fim do semestre e todos estavam indo para casa para as férias de Natal amanhã e assim por Lily fez o
que sempre fazia ao final de cada semestre; arrumar sua papelada./p
p class="MsoNormal"Sirius balançou a cabeça./p
p class="MsoNormal""Ele não é como Harry em tudo." comentou ele./p
p class="MsoNormal"James sorriu como ele também olhou para Harry./p
p class="MsoNormal""Sim, eu sei."/p
p class="MsoNormal""Você está feliz com isso." Sirius disse, tomando um gole de seu chá quente./p
p class="MsoNormal""Ele é diferente em uma boa maneira." James explicou. "Quero dizer, eu amo meu filho, mas eu
não posso negar que ter este Harry, aquele que se abre e fala livremente comigo não é uma mudança bem-vinda."/p
p class="MsoNormal"Sirius acenou com a cabeça./p
p class="MsoNormal""Eu sei o que você quer dizer. Mas ainda me assusta como ambos são o Harry e, no entanto, não é
o mesmo."/p
p class="MsoNormal"James riu e acenou com a cabeça em concordância./p
p class="MsoNormal""Diga-me sobre isso."/p
p class="MsoNormal"Sirius olhou para o menino sorrindo e senti seus lábios se contorcer em um sorriso./p
p class="MsoNormal""Eu não sei o que é, mas ele é tão diferente. Ele é tão ..."/p
p class="MsoNormal""... Inocente." James terminou. Um olhar de tristeza repentina encheu seu rosto. "Eu sempre
imaginei Harry seria assim." Ele admitiu./p
p class="MsoNormal"Sirius sentiu seu coração saltar uma batida./p
p class="MsoNormal""Sim eu também."/p
p class="MsoNormal""Eu gostaria que ele pudesse ser assim. Eu gostaria de poder trazer de volta a sua inocência."
James disse com um suspiro pesado./p
p class="MsoNormal""Elimine Pontas." Sirius podia ver como a virada James de repente se tornou. Em uma tentativa de
aliviar o clima, Sirius fez o que sempre fazia; fazer piadas. "Mantenha o que esta aqui presente." Ele disse./p
p class="MsoNormal"James olhou fixamente para ele./p
p class="MsoNormal""O Quê?"/p
p class="MsoNormal""Eu só estou dizendo. Ele é o Harry também, apenas mantenha-o. Ele é uma versão muito mais
doce de qualquer maneira." Ele piscou para James para mostrar que ele estava apenas brincando. James expressão
'suavizou e ele riu./p
p class="MsoNormal""Sim, está bem." Ele jogou junto. "Eu tenho certeza que posso falar Lily para ele."/p
p class="MsoNormal""Lils não terá nenhum problema." Sirius riu e os dois homens riu de sua conversa absurda./p
p class="MsoNormal"Um barulho atrás deles fez os dois homens virar e a visão fez os seus sorrisos deslizasse para fora
de seus rostos./p
p class="MsoNormal"Damien estava de pé na porta, uma expressão de descrença no rosto. estava claro que ele ouvira a
última parte da conversa de Tiago e Sirius. Sem ser capaz de ver seus rostos, ele não podia ver que eles só estavam
brincando./p
p class="MsoNormal""Oh, filhote de cachorro, nós só brincando." Sirius tentou explicar./p
p class="MsoNormal"Mas Damien não ficou para ouvi-lo. Com um olhar de nojo dirigida a seu pai, Damien virou-se e
saiu de volta para fora./p
p class="MsoNormal"Lily e Harry ouviu o barulho e virou-se para a porta./p
p class="MsoNormal""Isso foi Damien? Para onde ele foi?" Perguntou Lily./p
p class="MsoNormal""Eu só vou ir atrás dele." Sirius disse e saiu correndo de seu assento./p
p class="MsoNormal"James ficou onde estava. Sabendo tanto seus filhos haviam herdado sua teimosia, ele sabia que
Damien não seria ouvir qualquer coisa que alguém dissesse esta noite./p
p class="MsoNormal"xxx/p
p class="MsoNormal"Harry terminou de arrumar suas coisas e se esforçou para fechar a tampa em seu tronco. Ele foi
repleto com apenas um terço dos itens que ele havia recebido de seus pais. Harry ajustou a nova capa ao ar livre ao
redor de seus ombros e olhou ao redor de seu quarto com um sorriso. Ele estava deixando Hogwarts para a pausa de
Natal. Nunca antes tinha tido a chance de deixar o castelo durante as férias de Natal. Este ano ele estava saindo para
passar o Natal em casa, com sua família. Ele sentiu como se ele não conseguia parar de sorrir quando ele pegou o
pesado tronco e arrastou-o para a porta./p
p class="MsoNormal"Ele abriu a porta para encontrar James já de pé no corredor, seu tronco flutuante ao lado dele./p
p class="MsoNormal""Pronto?" ele perguntou./p
p class="MsoNormal""Sim" Harry respondeu com um sorriso brilhante./p
p class="MsoNormal"James levitado baú de Harry também e levou para a saída./p
p class="MsoNormal""Para as portas principais. Sua mãe, esta esperando por nós." James informou Harry enquanto
subiam os degraus de pedra./p
p class="MsoNormal""Já?" Harry perguntou com surpresa./p
p class="MsoNormal"James riu antes de responder./p
p class="MsoNormal""Ela é rápida para arrumar as bagagens."/p
p class="MsoNormal"Harry sorriu enquanto caminhava, lado a lado seu pai e entrou no salão principal. Ele podia ver os
poucos residentes restantes de Hogwarts espalhadas por todo o salão. A maioria dos estudantes tinha deixado o castelo
ontem e embarcaram no Expresso de Hogwarts de volta a Londres para ir para casa para suas famílias. Os professores
foram programados para sair hoje./p
p class="MsoNormal"Com certeza, Harry viu Lily espera nas portas da frente, olhando com impaciência para eles./p
p class="MsoNormal""Apresse-se vocês dois." Ela ligou para eles como eles chegaram mais perto./p
p class="MsoNormal""Onde está Damien?" Harry perguntou como ele chegou à sua mãe. Ele não podia ver o garoto de
olhos cor de avelã em qualquer lugar./p
p class="MsoNormal""Ele está esperando lá fora." Lily respondeu./p
p class="MsoNormal""Ao olhar afiado de James ", ela balançou a cabeça ligeiramente, gesticulando para ele não dizer
nada. James cumprido, mas parecia irritado. Harry não disse mais e se dirigiu fora. O tempo frio fez suas bochechas
ficarem vermelhas. Ele puxou sua capa de inverno pesado firmemente em torno dele para manter o frio. Ele viu o garoto
moreno de pé ao lado dos portões. Ele correu em direção a ele, deixando James e Lily a seguir./p
p class="MsoNormal""Ei, por que você está esperando aqui no frio?" Harry perguntou quando ele atingiu o menino./p
p class="MsoNormal"Damien virou-se para olhar para ele./p
p class="MsoNormal""Eu só precisava de ar." Ele disse simplesmente./p
p class="MsoNormal""Mais como, ar tão refrigerado. Está congelando!" Harry disse, esfregando as mãos./p
p class="MsoNormal""Sim, dezembro é assim." Damien respondeu sem uma pitada de diversão./p
p class="MsoNormal"Harry sentiu seu sorriso vacilar mas ele rapidamente foi obrigado a ficar. Ele poderia dizer que
Damien estava de mau humor. Ele se perguntou o que tinha acontecido./p
p class="MsoNormal""Devemos ir?" Damien disse, apontando para os portões./p
p class="MsoNormal""Sim, vamos embora." Harry retornou e começou a andar ao lado dele./p
p class="MsoNormal"Harry notou a gaiola vazia na mão de Damien./p
p class="MsoNormal""Onde está Neelam?" ele perguntou./p
p class="MsoNormal""Eu deixá-la voar para casa. Ela não gosta de ficar na gaiola." Damien respondeu, mantendo os
olhos expressos no chão./p
p class="MsoNormal"Harry continuou a fazer pequenas falas com o menino, mas só tenho uma resposta redigida de
retorno. Depois de alguns minutos, Harry perdeu a esperanças de se engajar Damien em qualquer tipo de conversa e
ficou em silêncio./p
p class="MsoNormal""Certo, este local deve estar bem." James disse a aproximar-se com dois meninos e
gesticulando-os para o lado da rua./p
p class="MsoNormal"Os quatro se reuniram Potters sua bagagem e segurou-a firmemente em suas mãos, enquanto Lily
tomou uma preensão da mão de Damien e James segurou Harry./p
p class="MsoNormal""Alguma vez você já aparataram antes?" James perguntou Harry./p
p class="MsoNormal""Não" Harry respondeu honestamente./p p
class="MsoNormal"James sorriu./p
p class="MsoNormal""É bastante indolor." James assegurou-lhe, dando um aperto firme de sua mão./p p
class="MsoNormal""Isso é o que eles dizem sobre o uso do Flu." Harry resmungou./p p
class="MsoNormal""O que há de errado com o Flu?" Perguntou James./p
p class="MsoNormal""Nada", Harry disse rapidamente. "Eu acho que eu apenas não gosto de viajar. Agora, se eu
pudesse voar todo o caminho de casa ..."/p
p class="MsoNormal""Nem pense nisso." Lily advertiu./p
p class="MsoNormal"Harry compartilhou um sorriso com James./p p
class="MsoNormal""Tudo bem, aqui vamos nós." Lily solicitado./p
p class="MsoNormal"Em questão de segundos, Lily desapareceu com um pop, levando consigo a bagagem e
Damien./p
p class="MsoNormal"Harry piscou para o local a sua mãe e Damien estavam./p p
class="MsoNormal""Estamos a seguir." James disse com um sorriso./p
p class="MsoNormal"Harry se viu segurando a respiração, esperando sinceramente que ele não doeu./p
p class="MsoNormal"Ele sentiu uma estranha sensação de lavagem sobre ele. Parecia que ele estava sendo espremido
através de um tubo muito estreito. Ele fez seus ouvidos pop e cerrar os dentes duro juntos. Depois de um momento, a
sensação de esmagamento deixou e ele podia respirar corretamente novamente. Ele abriu os olhos e viu-se em pé na
frente de Potter Manor./p
p class="MsoNormal""Como foi?" James perguntou, soltando a mão dele./p
p class="MsoNormal""Estranho, mas indolor." Harry respondeu. "Ainda assim, eu prefiro voar."/p p
class="MsoNormal"James riu enquanto ele balançou sua varinha e levitou a bagagem./p p
class="MsoNormal""Eu também." Ele disse a ele./p
p class="MsoNormal"Harry entrou na Manor, James arrastando-o com a bagagem flutuante, e encontrou sua mãe na
cozinha./p
p class="MsoNormal""Eu acho que eu vou ter que ir e pegar alguns suprimentos para o almoço." Ela disse que ela
olhou em seus armários. "Eu quero ter algo especial. James, você quer vir comigo?"/p p class="MsoNormal""Você
não está perguntando realmente, está?" James disse./p
p class="MsoNormal""Não" Lily sorriu para ele. "Como sempre, eu estou lhe informando."/p
p class="MsoNormal""Bem, então, vamos lá e fazer algumas compras de supermercado." James disse com
entusiasmo falsificado./p
p class="MsoNormal""Harry, você vai ficar bem para ficar aqui com Damien enquanto corremos para as lojas?" Lily
perguntou, pegando sua bolsa./p
p class="MsoNormal""Sim claro." Harry respondeu./p
p class="MsoNormal"James se inclinou para mais perto dele e sussurrou./p
p class="MsoNormal""Nós realmente não vai estar em execução em qualquer lugar. Nós vamos aparatar lá e para
trás."/p
p class="MsoNormal""Sim, eu sei." Harry sussurrou de volta./p
p class="MsoNormal"James e Lily o deixaram depois disso, deixando Harry sozinho na cozinha. Harry se ocupou por
desembalar suas coisas e reorganizando as coisas em seu quarto. Ele decidiu verificar Damien, em parte porque ele
estava entediado e em parte porque o menino tinha desaparecido em seu quarto no momento que ele voltou./p
p class="MsoNormal"Harry bateu na porta de Damien e esperou para ser atendida./p p
class="MsoNormal""Eu não estou com fome!" veio a resposta gritou./p p
class="MsoNormal""Sou eu, Harry. Posso entrar?" Harry respondeu./p
p class="MsoNormal"Um momento depois, a porta se abriu e Damien apareceu na porta./p p
class="MsoNormal""O que está errado?" Damien perguntou./p
p class="MsoNormal""Nada, mãe e meu pai saiu para as lojas e eu estava me perguntando se você queria
companhia?" Harry perguntou./p
p class="MsoNormal""Eu não estou no clima para a companhia" Damien disse antes de fechar a porta na cara de
Harry./p
p class="MsoNormal"Harry estava em pé diante da porta de Damien, um pouco irritado pela grosseria do menino. Ele
sabia Damien estava de mau humor, mas isso não significava que ele poderia tirar a sua frustração em cima dele./p
p class="MsoNormal"Harry levantou a mão para bater novamente, mas depois mudou de idéia. Não havia nenhum
ponto em discutir com ele. Harry se virou e voltou para seu quarto, distraindo-se com reorganizando suas coisas,
novamente./p
p class="MsoNormal"xxx/p
p class="MsoNormal"Véspera de Natal era algo que Harry nunca iria esquecer. Ele passou a maior parte do dia, a
colocação de decorações de Natal por toda a casa com James, Lily e Damien um muito tranqüila. A árvore levou quase
maior parte da manhã. Lily manteve desaprovando de James e Harry estilo de decoração./p
p class="MsoNormal""Você está agrupando todas as decorações juntos!" ela gemeu. "E você está usando muita
ouropel."/p
p class="MsoNormal""Lily, querida, você sabe que ter a árvore perfeita não é o que o Natal é sobre." James brincou./p
p class="MsoNormal"Lily bufou única para ele./p
p class="MsoNormal"Harry observou como calmo e Damien foi desconectado durante todo o dia. Ele quase não falava
uma palavra com ninguém. Ele foi relativamente bem com a mãe dele, mas parecia ignorar James, uma ação era
espelhada pelo ex auror. Nas tentativas de Harry para fazer conversa, Damien iria dar uma respostas formuladas e nada
mais. Por que à noite, Harry foi bem trabalhado. Ele entrou na cozinha, onde sua mãe e seu pai estavam preparando o
jantar./p
p class="MsoNormal""Pai, eu posso falar com você sobre algo assim?" Harry começou./p
p class="MsoNormal""Claro, o que foi?" James perguntou, limpando suas mãos com um pano de prato e tomar um
assento à mesa da cozinha./p
p class="MsoNormal""Eu sei que eu provavelmente não tem qualquer direito de falar com você sobre isso e você pode
me dizer para cuidar da minha vida, mas eu quero falar com você de qualquer maneira."/p
p class="MsoNormal"Harry agora tinha tanto James e atenção de Lily./p
p class="MsoNormal""Nós nunca iria dizer-lhe para cuida da sua vida, Harry." Lily disse, olhando ofendido que ele iria
mesmo sugerir tal coisa./p
p class="MsoNormal"Harry lhe deu um sorriso tímido antes de fixar seu olhar em James./p
p class="MsoNormal""Eu queria falar com você sobre Damien."/p
p class="MsoNormal"James 'olhar de curiosidade desapareceu e parecia que ele ia se levantar da mesa. Harry
rapidamente empurrado por diante./p
p class="MsoNormal""Eu sei que você está realmente brava com ele e você tem todos os motivos para ser assim."
James ficou onde estava. "Eu só posso imaginar o quão chateado você era que ele mentiu para você." Harry
continuou./p
p class="MsoNormal""Você não entende, Harry", disse Lily. "Não é a primeira vez que Damien fez isso com a gente."/p
p class="MsoNormal""Eu sei, ele me disse." Harry respondeu. "É só que ... eu estava lá. Eu vi o quanto ele tentou falar
Harry fora de ficar em meu mundo. Eu não conseguia entender por que ele era tão contra a idéia, mas agora eu
entendo. Ele não queria mentir para você ; ele não quer esconder a verdade de você "./p
p class="MsoNormal""Então ele não deveria ter." James disse calmamente./p
p class="MsoNormal""Ele cometeu um erro," Harry respondeu, assim como em voz baixa. "Mas não é para isso que a
família serve? Para perdoar quando alguém comete um erro?"/p
p class="MsoNormal"James virou-se para olhar para Lily, ambos os pais parecendo desconfortável./p
p class="MsoNormal""Sim, mas, o que você faz quando é o mesmo erro de novo e de novo?" Perguntou James./p
p class="MsoNormal""Você perdoa novamente e novamente." Harry respondeu simplesmente. James e Lily não tem uma
resposta para isso. "O que Damien fez, ele não fez isso para ser desagradável, ou para ser ofensiva de propósito. Ele só
fez isso porque ele queria fazer direito por seu irmão. Eu sei que eu faria a mesma coisa se eu tivesse um irmão. Eu sei
para um fato que eu faria o mesmo para os meus amigos, porque eles são como minha família. " Harry disse
honestamente./p
p class="MsoNormal"James e Lily ambos estavam olhando para Harry. Depois de uma pausa, James limpou a
garganta, deslocando em seu assento./p
p class="MsoNormal""Eu posso entender o que Damien fez e por que ele fez isso. Eu só queria que ele tinha vindo
para mim e me disse."/p
p class="MsoNormal"Harry abaixou a cabeça e olhou para a mesa de madeira./p
p class="MsoNormal""Essa foi minha culpa." ele disse calmamente. "Eu ... eu estava com medo que você não ... você
não me quererem aqui. Eu estava com medo que você me trata como um estranho."/p
p class="MsoNormal"Quando Harry olhou para ele pegou ambos olhando imensamente culpado e envergonhado./p
p class="MsoNormal""Oh, Harry!" Lily caminhou até ele eo abraçou, beijando sua testa. "Me desculpe. Eu realmente
sou." Ela emocionou-se./p
p class="MsoNormal""Está tudo bem." Harry rapidamente a disse, afastando a memória daquele dia em que havia
descoberto a verdade. A maneira como ele se sentia; um estranho, indesejado, foi horrível. "É compreensível. Você
estava com medo para o seu filho."/p
p class="MsoNormal""Você também é nosso filho." Lily rapidamente disse ele./p
p class="MsoNormal"Harry sorriu novamente e deixar que as palavras penetrarem. Ele olhou para James./p
p class="MsoNormal""Eu não sei quanto tempo mais eu vou estar aqui. Mas eu sei que eu nunca vou esquecer o meu
tempo aqui. É algo que eu nunca tinha sequer sonhado." Tanto James e Lily sorriram para ele. "Mas eu não quero ser
responsável, ainda que parcialmente, para tristeza de Damien. Eu poderia dizer o quanto você quer dizer com ele, mas a
forma como você está tratando ele está machucando ele. Eu não quero isso." Ele disse, olhando incisivamente para
James./p
p class="MsoNormal"Lily olhou significativamente para James, um articulado em silêncio em seus olhos. James olhou
para Lily antes de olhar para Harry. Lentamente, ele soltou um suspiro e baixou a cabeça./p
p class="MsoNormal""Tudo bem, eu vou falar com Damien, esclarecer algumas coisas." Ele disse com um pequeno
sorriso./p
p class="MsoNormal"Lily caminhou até ele e o abraçou, sussurrando em seu ouvido graças./p p
class="MsoNormal""Obrigado." Harry disse sinceramente, antes de se levantar da mesa./p
p class="MsoNormal"xxx/p
p class="MsoNormal"Harry encontrou Damien fora, voando em sua vassoura. Harry pegou a vassoura de reposição e
saiu do chão, juntando-se a ele. Damien pareceu surpreso pela adição e desviou para encará-lo./p
p class="MsoNormal""Ei!" Harry gritou para ele. "O que você está fazendo aqui fora no frio?"/p
p class="MsoNormal""Voando" Damien respondeu./p
p class="MsoNormal"Harry riu./p
p class="MsoNormal""Sim, eu percebi."/p
p class="MsoNormal"Damien virou-se para voar na direção oposta, longe de Harry./p
p class="MsoNormal""Espere, Damy!" Harry chamou e voou em direção a ele./p
p class="MsoNormal""O que é isso?" Damien perguntou./p
p class="MsoNormal""Eu acho que o pai quer falar com você." Harry disse, incapaz de manter o sorriso./p
p class="MsoNormal"Damien não parecia nada satisfeito./p
p class="MsoNormal""O sermão pode esperar. Eu não tenho pressa para ser dito fora, mais uma vez." Ele retornou./p
p class="MsoNormal""Eu não acho que isso é o que ele vai fazer." Harry disse, voando ao lado dele./p
p class="MsoNormal"Damien balançou a cabeça./p
p class="MsoNormal""Isso é tudo que ele faz ultimamente. É tanto uma palestra e um dizendo fora ou não é de falar em
tudo." Ele pegou velocidade. "Seja como for, não é como se eu me importo de qualquer maneira!"/p
p class="MsoNormal"Harry ganhou velocidade e encontrou-se com o rapaz irado./p
p class="MsoNormal""Que tal um jogo, então?" Harry perguntou, pensando que era melhor Damien se acalmou antes de
enfrentar James./p
p class="MsoNormal"Damien lançou a Harry um olhar, mas depois balançou a cabeça./p
p class="MsoNormal""Não, obrigado." Ele mordeu fora./p
p class="MsoNormal""Vamos, nós já estamos voando. Vamos ter um jogo rápido." Harry insistiu./p
p class="MsoNormal""Basta sair, tudo bem. Eu realmente não estou de bom humor." Damien disse, tentando voar
passado Harry, mas o jogador de Quadribol experiente bloqueado Damien./p
p class="MsoNormal""Essa é a sua resposta para tudo ultimamente. Por que não está no humor?" Harry perguntou./p
p class="MsoNormal"Damien não respondeu e, em vez tentou voar em torno de Harry, mas foi bloqueado novamente./p
p class="MsoNormal""Pare com isso!" Damien gritou irritado./p
p class="MsoNormal""Não, você está distante comigo desde os últimos dias de Hogwarts! O que eu fiz para te
chatear?" Harry perguntou./p
p class="MsoNormal"Damien mudou de tática e virou sua vassoura ao redor e voou de volta para o chão. Harry estava
bem atrás dele. Ambos os meninos atingiram o chão ao mesmo tempo. Damien já estava fazendo o seu caminho de
volta para a Manor./p
p class="MsoNormal""Damien!" Harry gritou, correndo para alcançá-lo. "Fale comigo, o que foi que eu fiz?"/p
p class="MsoNormal""Nada! Você Não fez nada!" Damien fervia como ele trovejou para o Manor./p
p class="MsoNormal""Então por que você está agindo como um idiota?" Harry perguntou./p
p class="MsoNormal"Damien parou e virou-se./p
p class="MsoNormal""Eu? Eu sou o único a agir como um idiota? E quanto a você?" ele cuspiu./p
p class="MsoNormal""E quanto a mim?" Harry perguntou. "O que eu fiz?"/p
p class="MsoNormal""Você não deveria estar aqui!" Damien gritou. "Você deve estar de volta em seu mundo, onde você
pertence! Isso é o que você fez!"/p
p class="MsoNormal""Do que você está falando?! Você sabe que não é minha culpa que eu estou preso aqui!" Harry
gritou, sentindo seu coração bater dolorosamente./p
p class="MsoNormal""Você não parece muito dividido com a perspectiva de ficar preso aqui!" Damien acusado./p
p class="MsoNormal""O que você quer que eu faça? Chore sobre isso?" Harry perguntou, sentindo o rosto esquentar
com raiva./p
p class="MsoNormal"Damien parecia à beira de bater nele. Ele cerrou os punhos e olhou para Harry. Ele se afastou do
garoto e começou a andar em direção à casa./p
p class="MsoNormal""Ei, onde você está indo?" Harry disse e começou depois dele./p
p class="MsoNormal""Apenas vá embora, Harry." Damien fervia para ele./p
p class="MsoNormal"Damien e Harry tinham chegado a casa e Damien entrou nosily./p
p class="MsoNormal""Damien, pelo menos, explique por que você acha que é minha culpa que eu estou preso aqui?"
Harry perguntou, muito mais baixo para que James e Lily não ouvi-los./p
p class="MsoNormal""Não, você está certo! Não é sua culpa, a culpa é minha, tudo é minha culpa!" Damien cuspiu nele
antes de ir para as escadas./p
p class="MsoNormal""Eu nunca disse que era sua culpa, o que deu em você?" Harry perguntou como ele seguiu./p
p class="MsoNormal""Eu estou cansado disso! Doente de você estar aqui, cansado de ser responsabilizado o tempo
todo, doente de coisas sempre bagunçar!" Damien gritou. "Só por uma vez, eu quero que as coisas funcionem! Eu quero
que as coisas sejam como deveriam!"/p
p class="MsoNormal"Harry ficou na parte inferior da escada, olhando para Damien./p p
class="MsoNormal""Damien ..." Harry começou./p
p class="MsoNormal""Esqueça." Damien disse e se virou, dando dois passos de cada vez, desaparecendo em seu
quarto./p
p class="MsoNormal"Harry parou na escada, sentindo-se mais miserável do que nunca./p
p class="MsoNormal"xxx/p
p class="MsoNormal""Por que você tirá-lo sobre ele?"/p
p class="MsoNormal"Damien caminhou pelo chão de seu quarto, telefone segurou firmemente em sua mão./p
p class="MsoNormal""O que eu deveria fazer?" ele perguntou em troca./p
p class="MsoNormal""Vá e tenha um bom treino, tirá-lo de inimigos imaginários. Isso é o que qualquer idiota
respeitando faria." Harry respondeu./p
p class="MsoNormal"Damien soltou um bufo./p
p class="MsoNormal""Eu odeio quando você faz isso." Ele disse./p
p class="MsoNormal""Fazer o que?" pediu a seu irmão./p
p class="MsoNormal""Faça graça de situações graves". Damien respondeu./p
p class="MsoNormal"O som de Harry rindo só fez Damien mais irritado./p
p class="MsoNormal""Desde quando você tem uma birra uma situação grave?" Harry perguntou./p
p class="MsoNormal""Cai fora, Harry!" Damien se enfureceu./p
p class="MsoNormal"A resposta que obteve foi mais riso./p
p class="MsoNormal""Vamos, Damy. Você sabe que você está agindo como um idiota." Harry disse./p
p class="MsoNormal""Você não sabe nada." Damien fervilhava de volta. "Você tem alguma ideia do que está acontecendo
aqui? Você sabe que desde então descobrir que você e Harry trocaram dimensões, a mãe e o pai não têm sequer
mencionado você, porque eles estão muito ocupados com este Harry? Ou que quando eles foram compras de Natal, eles
não te comprar uma única coisa, porque eles tinham que comprar essas coisas para o Harry? Ou que o pai e Sirius
estavam falando sobre o quão melhor seria deixá-lo onde você está e manter este Harry?! Que este novo Harry é melhor
do que você! Não, você não sabe nada! "/p
p class="MsoNormal""Damy, isto não é uma competição ..."/p
p class="MsoNormal""Sim, é! E você está perdendo!" Damien gritou. "Você não sabe o que é como aqui. Mamãe e
papai estão tão felizes com o seu novo, doce e agradável Harry. A cada dia que passa, eles caem mais e mais
apaixonados por ele! Em breve, eles vão adorar -lo mais do que você! "/p
p class="MsoNormal""Então?"/p
p class="MsoNormal"A questão jogou Damien. Ele acalmou instantaneamente./p
p class="MsoNormal""Então, o que se eles amarem ele mais? É isso que vai me impedir de voltar?" Harry perguntou
com toda a seriedade. "Ouça-me, Damy. Este é o meu mundo. É onde eu pertenço e nada vai me impedir de voltar. E
dai se a mãe e o pai preferem esse outro Harry? Isso quer dizer que eles vão impedir a trocar e mantê-lo? não, não vão.
"/p
p class="MsoNormal""Como é que você vai voltar?" Damien perguntou com uma voz mais calmo, mas igualmente
quebrado./p
p class="MsoNormal""Eu vou encontrar um caminho. Eu sempre faço." Harry assegurou-lhe. "Eu tenho a minha família
de volta depois de 15 anos. Eu não estou deixando ela tão facilmente."/p
p class="MsoNormal"Damien sentiu como se um peso tivesse sido tirado de seu coração./p
p class="MsoNormal""Você jura?" ele perguntou./p
p class="MsoNormal""Todo o tempo, mas eu estou tentando cortar." Harry brincou./p
p class="MsoNormal"Damien soltou uma pequena risada e, em seguida, sentou-se em sua cama./p
p class="MsoNormal""Você não tem medo de que a mãe e o pai possa ... te esquecer?" Damien perguntou./p
p class="MsoNormal""Eu pensei que eles fizeram uma vez, e eu não poderia ter sido mais errado." Harry disse
calmamente. "Eu sei que eles não se esqueceram de mim, você sabe por quê?"/p
p class="MsoNormal""Porque?" Damien perguntou./p
p class="MsoNormal""Porque eles, ambos, me ligam, todos os dias. Às vezes até duas vezes no dia. Mamãe me chamou
cerca de uma hora atrás e me perguntou o que eu gostaria de comer amanhã para o Natal. Ela disse que iria cozinhá-lo,
mesmo que eu não estava lá para comer. Que absurdo é esse? " Harry riu./p
p class="MsoNormal"Damien riu também, que soava como a mãe que ele amava./p
p class="MsoNormal""Eles realmente chamá-lo?" Damien perguntou, sentindo vergonha que ele os acusou de serem
negligentes de Harry./p
p class="MsoNormal""Todos os dias." Harry confirmou. "Eu nunca vou culpá-los por algo que eles são incapazes de
fazer;. Eu me esquecendo injustamente acusa-los antes; não fazer o mesmo, Damien."/p p class="MsoNormal"Damien
acenou com a cabeça./p
p class="MsoNormal""Eu sinto muito. Eu não deveria ter ... Eu só pensei ... da maneira que eles estavam agindo eu não
sabia o que pensar." Ele disse./p
p class="MsoNormal""Eles estão apenas fazendo o que deveriam, conhecer Harry. Eu esperava que você fizesse o
mesmo." Harry disse./p
p class="MsoNormal""Eu já o conheço." Damien argumentou./p p
class="MsoNormal""Não completamente." Harry rebateu./p
p class="MsoNormal""Não, não completamente." Damien concordou./p
p class="MsoNormal""Olha, eu prometo que vou fazer um esforço mais consciente para voltar. Estou entediado deste
lugar agora de qualquer maneira. Eu estarei de volta em breve, mas até que eu voltar, tente abster-se de ser birrento
como uma criança de três anos de idade com Harry . "/p
p class="MsoNormal"Damien riu secamente para ele./p
p class="MsoNormal""Eu quero saber quem eu tomar depois?" ele meditou./p p
class="MsoNormal""Não para mim, isso é certo." Harry argumentou./p
p class="MsoNormal""Você acha que você pode voltar para casa no Natal?" Damien perguntou, sabendo que a
possibilidade era nula, mas ele queria perguntar de qualquer maneira./p
p class="MsoNormal""É claro, o Natal é daqui um mês." Harry respondeu./p p
class="MsoNormal""Eu quis dizer amanhã." Damien disse./p
p class="MsoNormal""Eu sou bom, Damy, mas não tão bom." Harry riu./p
p class="MsoNormal"Damien desligou depois disso, rezando para que seu irmão voltou para casa, mesmo se não
fosse a tempo do Natal./p
p class="MsoNormal"-/p
p class="MsoNormal"Canon Mundo/p
p class="MsoNormal"Harry cerrou os dentes duro como ele caminhou até o menino olhando assustado./p
p class="MsoNormal""Eu disse que o objetivo, não mutilar!" Ele rosnou./p
p class="MsoNormal""Desculpe, Harry. Eu não quis dizer isso!" Dennis choramingou./p
p class="MsoNormal"Ao lado dele, Colin estava esfregando seu olho, que seu irmão tinha picado com sua varinha./p
p class="MsoNormal""Eu estou bem, eu estou bem." Ele tranquilizou Dennis e os poucos alunos que haviam se
reunido ao redor dele para se certificar de que ele estava bem./p
p class="MsoNormal"Harry jogou Dennis outro olhar antes de se virar e caminhar de volta para a frente da classe./p
p class="MsoNormal""Certo, escutem. Nós vamos tentar outra coisa. Todo mundo guardem suas varinhas."/p
p class="MsoNormal"Os alunos da DA obedeceu e embolsou suas varinhas, compartilhando olhares confusos com o
outro./p
p class="MsoNormal""Duelo não é apenas sobre maldições e como lançá-los. Outro aspecto a se defender é
esquivando-se maldições." Harry disse./p
p class="MsoNormal"Os alunos não parecia muito satisfeito./p
p class="MsoNormal""Evitando? Mas nós não temos que aprender como se esquivar. Quero dizer, isso é apenas o
senso comum." Parvati disse./p
p class="MsoNormal""Sim, e além disso, o encanto escudo pode ser usado para proteger contra maldições." Michael
adicionado./p
p class="MsoNormal""O encanto escudo não o protegerá de toda maldição." Harry disse, seus olhos se estreitaram com
o menino. Ele planície ignorado Parvati. "Os Imperdoáveis são as três maldições que você não pode usar qualquer tipo
de escudo contra. As maldições são tão poderosos que vai quebrar o seu escudo. A única maneira você pode evitar o
Imperdoáveis, é saltar para fora de seu caminho."/p
p class="MsoNormal"Harry acenou com a varinha e pronunciou uma maldição; uma que ninguém o reconheceu, e
inúmeras bolas apareceu aos pés de Harry. A classe soltou suspiros de surpresa, bem como admiração. As bolas
eram mais ou menos do tamanho de uma Goles e foram em grupos de três cores, vermelho, azul e verde./p
p class="MsoNormal""Estas bolas representam as três Imperdoáveis. As bolas vermelhas são a maldição Cruciatus,
azul é a maldição Imperius e verde é a maldição da morte." Harry explicou. "Seu objetivo, evitar tê-lo por eles."/p
p class="MsoNormal"Isso era tudo o aviso a classe tem. Harry levantou sua varinha e as numerosas bolas flutuavam no
ar, ao nível dos olhos de Harry. Harry balançou sua varinha na direção dos alunos e as bolas de repente arremessaram
em direção ao grande grupo, a uma velocidade incrível. Gritos encheram a sala como a maioria foi pega de surpresa e
correu em todas as direções para evitar ser atropelado. Alguns colidiram com o outro e caiu no chão. Alguns foram
atingidos pelas bolas duras no rosto e soltou gemidos. Outros corriam ao redor da sala, tentando evitar uma bola só para
ser batido com outro./p
p class="MsoNormal"Em questão de minutos, todo mundo tinha sido atingido com pelo menos uma bola, se não mais.
Todos se sentaram no chão, parecendo irritado e decepcionado em si mesmos. Todos eles olharam para Harry, que por
sua vez, sorriu./p
p class="MsoNormal""Bem, isso foi patético." Harry disse./p
p class="MsoNormal""Havia muitos!" Justin gemeu./p
p class="MsoNormal""Você nem sequer nos dar um aviso." Padma adicionado./p
p class="MsoNormal""Eles realmente machucar." Cho disse, esfregando o nariz onde ela havia sido atingido./p
p class="MsoNormal""Eles deveriam machucar e você raramente receber um aviso quando atacados e que foi apenas
uma fração do número de maldições que você pode ter que enfrentar se alguma vez cercado por Comensais da Morte."
Harry respondeu. Ele fixou os alunos com outro olhar severo. "Você deveria estar agradecido eu estou usando as bolas e
não as próprias maldições reais." Harry adicionado./p
p class="MsoNormal"Os alunos acalmados, olhares de horror em seus rostos. Hermione mordeu o lábio enquanto
olhava ao seu redor./p
p class="MsoNormal""Você não faria isso! É uma vida em Azkaban para usar as Imperdoáveis". Colin disse, olhando
chocado, por que Harry tinha sugerido./p
p class="MsoNormal""Eu não iria usá-los, mas os Comensais da Morte que você vai ser enfrentados no futuro próximo,
eles vão." Harry explicou./p
p class="MsoNormal"Os alunos pareciam ainda mais medo./p
p class="MsoNormal""Vamos tentar de novo, e desta vez, concentrar-se em esquivando-se não só as bolas, mas o
outro também." Harry disse./p
p class="MsoNormal"Todos se levantaram e Harry flutuou as bolas coloridas mais uma vez para o ar. Desta vez, houve
uma diferença notável nos alunos esquivando as bolas, a maioria ainda foram atingidos, mas eles evitaram-no por alguns
minutos pelo menos./p
p class="MsoNormal"Harry manteve a prática de se esquivar para o resto da aula, resultando em alunos muito
doloridos, mas geralmente felizes./p
p class="MsoNormal""Cara, eu vou estar dormindo hoje à noite!" Lee comentou enquanto caminhava para fora da
porta./p
p class="MsoNormal"Harry ficou para trás para arrumar o quarto com Ron e Hermione./p p
class="MsoNormal""Boa lição, hoje." Hermione comentou./p
p class="MsoNormal""Sim, dolorida, mas bom." Ron adicionado./p
p class="MsoNormal""Estou vagar você gostou, você vai ter que de vez em quando." Harry sorriu./p
p class="MsoNormal"Ron e Hermione trocaram um olhar./p
p class="MsoNormal""Isso é bom, mas Harry atente para comentários como esta noite. Eu estava com medo que seu
disfarce caisse." Hermione disse./p
p class="MsoNormal""Hermione, eu poderia entrar na sala tocando um sino com um sinal de enorme pendurado no meu
pescoço que diz: 'Eu sou o filho adotivo de Voldemort de outro Universo' e ninguém iria acreditar em mim. É muito bem,
apenas relaxar." Harry sorriu./p
p class="MsoNormal""Há uma imagem." Ron murmurou./p
p class="MsoNormal""Placa de sanduíche de Harry?" Perguntou Hermione./p p
class="MsoNormal""Não, você relaxante", respondeu Ron./p
p class="MsoNormal"Ambos os meninos riram enquanto Hermione prosseguiu seus lábios para eles./p
p class="MsoNormal""Estou falando sério, você tem que prestar atenção para fora. Você está dando sinais de que você
não é Harry." Hermione disse. Em seguida, balançando a cabeça, acrescentou. "Você sabe o que eu quero dizer."/p
p class="MsoNormal"O trio deixou a Sala Precisa e depois de verificar o mapa, eles fizeram o seu caminho de volta
para a sala comum./p
p class="MsoNormal""Eu tenho que dizer, eu não posso acreditar que estamos fugindo com a DA." Hermione sussurrou
enquanto se dirigiam até as escadas do dormitório. "Eu estava realmente esperando para ser vendido por agora."/p
p class="MsoNormal""Você só quer ver o seu feitiço secreto em ação, não é?" Ron acusou./p
p class="MsoNormal""Não, eu apenas pensei que alguém do grupo ia dizer Umbridge o que estamos fazendo. O fato de
que ninguém ter feito, deve significar que todos como o promotor e deseja que ele continue." Hermione explicou./p p
class="MsoNormal""Você é um sucesso, Harry." Ron disse ele, com um sorriso./p p class="MsoNormal""Woo hoo!"
Harry zombou./p
p class="MsoNormal""Vocês podem brincar, mas eu sei que vocês dois são tão orgulhoso como eu estou." Hermione
disse antes de girar para o dormitório feminino./p
p class="MsoNormal""Eu acho que o prazer é estritamente todo seu!" Harry chamou por ela, sorrindo enquanto ela se
virou para fazer uma careta para ele./p
p class="MsoNormal"Os dois rapazes continuaram em seu dormitório e se arrastou silenciosamente para o quarto.
Neville e Dean já estavam na cama e, a julgar por seus roncos cansados dormindo. Harry rastejou silenciosamente
passou suas camas para chegar a sua própria. Como ele passou por Neville, ele avistou algo estranho. Furando para
fora, debaixo do travesseiro torto de Neville era um jornal. Harry reconheceu o que viu da primeira página. Ele
gentilmente puxou o papel livre de sob a cabeça de Neville e conseguimos uma boa olhada nele./p
p class="MsoNormal"Ele olhou para a primeira página do jornal que tinha chegado na semana passada. As imagens dos
vários Comensais da Morte que tinham escapado de Azkaban olhou para ele. Os olhos de Harry viajaram para a
imagem do Comensal da Morte feminino. Ele sentiu o tremor correr por ele novamente, enquanto olhava para o rosto
magro de Bella./p
p class="MsoNormal""Onde você achou isso?"/p
p class="MsoNormal"O sussurro de Ron trouxe Harry de volta e ele puxou seu olhar longe de Bella para olhar para
ele./p
p class="MsoNormal""Estava sob o travesseiro." Harry respondeu, apontando para a Neville ainda dormindo./p p
class="MsoNormal"Olhos de Ron se arregalaram de surpresa./p
p class="MsoNormal""Sério? Eu me pergunto por que ele tem que escondido sob o travesseiro." Ele meditou./p
p class="MsoNormal"Harry colocou o papel de volta debaixo do travesseiro, tanto quanto pôde sem perturbar o menino
adormecido. Neville soltou um suspiro, mas não acordou. Harry e Ron chegaram a suas camas./p
p class="MsoNormal""Isso é realmente estranho, não acha?" Ron sussurrou enquanto ele tirou suas vestes./p
p class="MsoNormal""Sim." Harry concordou sua mente de novo, em Bella e o que aconteceu com ela neste mundo./p p
class="MsoNormal""Você sabe agora que eu penso sobre isso, Neville tem agido estranho ultimamente. Você já
percebeu como ele ficou quieto? E eu posso dizer que ele está tentando realmente difícil na AD." Ron continuou a
sussurrar./p
p class="MsoNormal""Sério? Porque eu não tenho notado qualquer coisa assim. Ele é tão desajeitado como ele
sempre foi." Harry reclamou./p
p class="MsoNormal"Ron olhou para cima e olhou para Harry./p
p class="MsoNormal""Você os conhece", disse ele calmamente. "não é? As pessoas nessa página. É por isso que
você fica todo engraçado quando você os vê."/p
p class="MsoNormal"Harry subiu na cama./p
p class="MsoNormal""Eu não fico todo engraçado." Ele protestou./p
p class="MsoNormal""Harry, companheiro. O dia que você viu que papel você deixou no meio do café da manhã e foram
embora para o resto do dia. Você perdeu todas as classes e refeições. Você só voltou à noite." Ron lembrou./p
p class="MsoNormal""Eu tive que limpar a minha cabeça." Harry explicou./p
p class="MsoNormal""E você estava em um estado de espírito fedorento."/p
p class="MsoNormal""Eu não estava, eu não entrar em estados de espírito." Harry protestou./p p
class="MsoNormal""Por favor, você é pior do que uma mulher." Ron zombou./p
p class="MsoNormal""Weasley!" Harry advertiu./p
p class="MsoNormal""Bem, bem" Ron subiu em sua cama. Durante alguns minutos houve silêncio, então Ron falou. "Eles
são diferentes, as pessoas que você se lembra de onde você vem. Os daqui não querem nada mais do que ferir Harry
Potter. Basta lembrar-se disso."/p
p class="MsoNormal""Boa noite, Ron." Harry respondeu./p
p class="MsoNormal""Boa Noite." Ron disse cansado./p
p class="MsoNormal"xxx/p
p class="MsoNormal""O que você acha, Harry? Harry? Harry !?" Hermione gritou./p
p class="MsoNormal"Harry olhou para ela./p
p class="MsoNormal""Você disse algo?"/p
p class="MsoNormal""Harry, onde você está? Eu estive conversando com você durante os últimos dez minutos."
Hermione disse, abaixando seu livro./p
p class="MsoNormal""Ah, certo. Então, isso é o que era aquele som irritante." Harry observou./p
p class="MsoNormal""Você não estava me ouvindo?" Hermione perguntou, ignorando o seu último comentário./p
p class="MsoNormal""Desculpe, eu estava apenas imaginando alguma coisa." Harry disse./p
p class="MsoNormal"Ron baixou o pergaminho e pena, ansioso para adiar a sua lição de casa./p
p class="MsoNormal""O que você tem pensado?" ele perguntou./p
p class="MsoNormal""Nada", disse Harry./p
p class="MsoNormal""Você está realmente tranquila desde que você tem aquele telefonema esta manhã", disse
Hermione. "Está tudo bem em casa?"/p
p class="MsoNormal""Sim, Hermione. Tudo está bem." Harry insistiu. "Agora, o que você estava me perguntando?"/p
p class="MsoNormal"Hermione parecia relutante em mudar o tópico, mas ela foi com ele./p
p class="MsoNormal""Eu estava perguntando sobre a próxima lição DA E se você pensou aprender a azaração deflexão
valeu a pena."/p
p class="MsoNormal""Claro, Hermione." Harry respondeu./p
p class="MsoNormal"Ron e Hermione voltaram para completar a lição de casa deixando Harry para seus pensamentos
tranquilos. Ele foi descobrir quando ele poderia esgueirar-se de volta para o laboratório de Poções e preparar a poção
local novamente. Sua promessa de Damien que ele iria fazer mais um esforço para encontrar a bússola significava que ele
podia pensar em nada mais do que cumprir essa promessa./p
p class="MsoNormal""Eu acho, eu vou para a cama agora." Harry disse e se levantou./p
p class="MsoNormal""Harry, é apenas oito." Ron disse./p
p class="MsoNormal""Eu sei, eu estou apenas cansado." Harry mentiu e correu para seu quarto./p
p class="MsoNormal""Ele é estranho." Ron disse depois de Harry desapareceu./p
p class="MsoNormal""Ou ele está tramando algo." Hermione apontou./p p
class="MsoNormal""Sim, isso faz mais sentido." Ron admitiu./p
p class="MsoNormal"xxx/p
p class="MsoNormal"Naquela noite, assim que os últimos de seus companheiros de quarto dormiram, Harry se
arrastou para fora da cama. Ele tinha o esboço do compasso já no bolso. Com uma rápida olhada ao redor, ele
aparatou direto para o laboratório de Poções, e terminou bem na frente de Draco Malfoy./p
p class="MsoNormal"'Droga, eu tenho que parar de fazer isso!' Harry amaldiçoou a si mesmo./p
p class="MsoNormal"Draco estava sentado em sua cadeira, um caldeirão borbulhante diante dele. Felizmente para Harry,
Draco estava olhando para seu pergaminho quando ele aparatou, ou então o Slytherin teria visto Harry aparecem do
nada./p
p class="MsoNormal"O pop suave de aparatação foi o suficiente para chamar a atenção do garoto loiro embora e ele
olhou para cima para ver Harry. Surpresa esvoaçava sobre seus recursos antes de olhos cinzentos se estreitaram para
ele./p
p class="MsoNormal""De onde você veio?" ele perguntou./p
p class="MsoNormal"Harry olhou para a direita, uma jarda de distância era a entrada para o laboratório./p
p class="MsoNormal""Através da porta." Harry disse gesticulando em direção a ela./p
p class="MsoNormal"Draco olhou para a porta e então de volta para Harry./p
p class="MsoNormal""Você percorreu todo o caminho aqui do seu quarto comum sem a sua capa de invisibilidade?" ele
perguntou com descrença./p
p class="MsoNormal""Bem, desde que alguém tentou roubá-lo, eu fiquei superprotetor do meu casaco." Harry
respondeu, dando alguns passos na direção dele./p
p class="MsoNormal"Draco se mexeu na cadeira, seu rosto pálido corou um pouco com a lembrança de sua tentativa de
roubo. Ele olhou de volta para Harry com desafio embora./p
p class="MsoNormal""Então você conseguiu chegar até aqui sem que ninguém vê-lo?" ele perguntou, novamente em
descrença./p
p class="MsoNormal""O que posso dizer? Eu sou apenas muito bom em ser furtivo. É uma das minhas muitas
qualidades." Harry sorriu./p
p class="MsoNormal"Draco sorriu de volta para ele./p
p class="MsoNormal""Bem, eu espero que você é bom em esconder também, desde que o Professor Snape está
chegando." Ele gesticulou para a porta e com certeza, Harry podia ouvir passos se aproximando./p
p class="MsoNormal"Harry poderia ter aparataram mas ele não queria que ninguém soubesse que ele poderia manipular
as poderosas proteções de Hogwarts, muito menos este mundo Draco Malfoy. Harry queria alguns dos seus poderes para
continuar a ser um mistério. Ron e Hermione sabia que Harry poderia aparatar dentro e fora de Hogwarts, mas eles não
eram susceptíveis de ir e dizer Voldemort./p
p class="MsoNormal"Com um grunhido de advertência ao Draco, Harry moveu-se para o banco de trás e se escondeu
sob ele. Ele podia ouvir Draco rindo./p
p class="MsoNormal"A porta se abriu e Snape entrou no laboratório. Ele olhou para seu único aluno sentado diante do
caldeirão./p
p class="MsoNormal""Você terminou o Sr. Malfoy?" ele perguntou./p
p class="MsoNormal""Sim senhor, eu só terminar de fazer as notas."/p
p class="MsoNormal"Um farfalhar de pergaminho e Harry sabia que Draco estava entregando suas notas para o
professor. Longos minutos se passaram e ninguém disse uma palavra. Por fim Snape falou./p
p class="MsoNormal""É satisfatório, embora eu teria preferido um mais em profundidade explicação do uso de dragão
garra nesta poção."/p
p class="MsoNormal"Harry revirou os olhos, que era igual a ele; Nunca feliz com o que tenho. 'Bastardo Whiny!' Harry
pensou consigo mesmo./p
p class="MsoNormal""Coloque um pouco de isso em dois frascos e então limpe. Isso é tudo para esta noite." Snape
instruiu./p
p class="MsoNormal""Professor?" Draco chamado./p
p class="MsoNormal"Harry prendeu a respiração. "Se ele me ratos para fora, eu vou matá-lo!" Harry prometeu a si
mesmo./p
p class="MsoNormal""Sim, Sr. Malfoy?" Perguntou Snape./p
p class="MsoNormal""Que horas você quer que eu venha na próxima semana?"/p
p class="MsoNormal"Harry soltou a respiração./p
p class="MsoNormal""Vem mais cedo. Eu desculpei-o desta vez por ter vindo tarde. Da próxima vez vou transformá-lo
afastado e você pode esquecer-me ajudá-lo." Tom áspero de Snape mordeu fora./p
p class="MsoNormal""Sim senhor." Draco respondeu./p
p class="MsoNormal""Depois de limpar, você está dispensado por esta noite." Snape disse./p
p class="MsoNormal"O som de passos ecoou e o suave clique da porta sugeriu que Snape tinha deixado. Harry ficou
onde estava debaixo da mesa, caso o professor voltou para dentro para alguma coisa./p
p class="MsoNormal""Você pode sair, ele se foi." Draco gritou./p
p class="MsoNormal"Harry mudou-se de seu esconderijo e se endireitou. Ele ignorou o sorriso Draco estava usando./p p
class="MsoNormal""Você não me entregou?" Harry perguntou./p p class="MsoNormal"Draco deu de ombros./p
p class="MsoNormal""Não é divertido quando você está esperando por isso." Ele respondeu./p p
class="MsoNormal"Harry inclinou a cabeça para o lado um pouco./p
p class="MsoNormal""Então, você está dizendo que você vai me entregar quando eu menos esperar?" Draco não
respondeu, apenas manteve o olhar de Harry. "Bem, isso é bom saber." Harry disse, movendo-se em direção à porta,
com a intenção de sair./p
p class="MsoNormal""Você pode ter o laboratório para si mesmo. Eu vou embora." Draco ofereceu calmamente./p p
class="MsoNormal"Harry parou e se virou./p
p class="MsoNormal""Eu prefiro voltar outra hora." Harry respondeu./p
p class="MsoNormal""Snape não vai estar de volta, não esta noite. Você pode ter o laboratório para ..." ele olhou para
Harry. "Seja o que for que você estava pensando em fazer."/p
p class="MsoNormal"Harry não se moveu, ainda em duas mentes sobre se ele deve arriscar fazer a poção esta noite./p p
class="MsoNormal""Bem, não pare por minha causa. Eu vou limpar isso e estar no meu caminho." Draco disse e virou-se
para começar limpando suas coisas./p
p class="MsoNormal"Harry esperou um momento antes de caminhar até o banco para trás e para a criação de seu
próprio caldeirão. Ele escolheu os suprimentos e começou a trabalhar, ignorando o garoto de cabelos loiros. Após cerca
de 20 minutos, Draco tinha cancelado a sua estação de trabalho e tinha os dois frascos cheios e arrolhado com sua
atribuição. Ele colocou-os sobre a mesa de Snape e embalado para cima o resto de suas coisas./p
p class="MsoNormal"Draco parou para dar a Harry um olhar. Harry o ignorou, mas depois de alguns momentos sua
irritação por ter sido olhou para o pegou./p
p class="MsoNormal""O que foi, Malfoy?" Harry perguntou, olhando para o garoto./p
p class="MsoNormal""É apenas uma visão tão bizarra." Draco disse. Na sobrancelha levantada de Harry, ele elaborou,
"Potter fermentando uma poção sem o caldeirão explodir."/p
p class="MsoNormal"Harry sorriu para ele e voltou a adicionar mais ingredientes para sua poção./p
p class="MsoNormal""Diz ele que está preso no laboratório de Poções, fazendo aulas de reforço." Harry jogou de volta
para ele./p
p class="MsoNormal"O rosto de Draco corou novamente e ele se levantou em toda sua estatura./p
p class="MsoNormal""Não que seja da sua conta, Potter, mas eu não estou fazendo Poções corretivas! Professor Snape
está me dando aulas de Poções avançada para que eu possa garantir um aprendizado de Poções em poucos anos." Ele
disse enquanto caminhava até a porta./p
p class="MsoNormal"Harry não olhou para cima a partir de sua poção enquanto ele respondia./p p
class="MsoNormal""O que aconteceu para subornar seu caminho até lá?"/p p
class="MsoNormal"Draco parou ao lado da porta e jogou Harry um olhar./p
p class="MsoNormal""Às vezes é divertido para tentar o método convencional." Ele respondeu./p
p class="MsoNormal""Uh huh" Harry comentou, dando-lhe um olhar engraçado./p
p class="MsoNormal"Draco só ele lançou um olhar de desprezo antes de abrir a porta e sair./p
p class="MsoNormal"Harry riu para si mesmo antes de se apagar as chamas sob seu caldeirão. Com um movimento do
pulso Harry esvaziou o caldeirão. Ele colocou de volta os ingredientes que havia tomado e tirou as fontes apropriadas
necessárias para a poção de localização. Ele começou a trabalhar, seu olhar cintilando costas para a porta. Harry sabia
que Draco era mais do que hábeis em Poções. O pai de Draco se destacou no assunto e tinha ensinado Harry e Draco
em seu mundo. Harry não tinha nenhuma dúvida o Lucius Malfoy deste mundo era menos de um mestre de Poções. Ele
observou Draco tendo um interesse em que fontes Harry tinha tirado e quando ele estava olhando para Harry, ele não
estava olhando porque ele estava surpreso que Harry era bom em Poções, ele estava olhando porque ele estava
tentando trabalhar para fora o que poção Harry estava se formando./p
p class="MsoNormal"Harry sorriu para si mesmo quando ele acrescentou os ingredientes necessários para a poção de
localização. Draco poderia ser astuto e sorrateiro, mas Harry estava em uma liga própria. Ele propositalmente preparar
uma poção falso, aquele que simplesmente reforçada sentidos de uma vez da poção local para jogar Draco./p p
class="MsoNormal"Mas Draco não tinha mentido sobre Snape. Ele estava certo ao dizer que ele não ia voltar para o
laboratório de poções. Harry trabalhou em paz e em poucas horas a poção estava pronto. Harry desvendado
cuidadosamente o esboço ea deixou cair no caldeirão borbulhante. Como antes, Harry tinha feito uma cópia e deixou-o em
seu tronco, ele deve precisar dele novamente./p
p class="MsoNormal"Ele pegou a colher de poção e ele caiu sobre um pedaço de pergaminho em branco e sussurrou o
feitiço de localização. Linhas de aranha pretas começaram a tecer seu caminho através do pergaminho e dentro de
alguns minutos, Harry estava segurando o mapa levando à bússola de ouro./p p class="MsoNormal"Harry franziu a testa
para ele./p
p class="MsoNormal""Isso não pode estar certo." Ele murmurou para si mesmo./p
p class="MsoNormal"O mapa mostra a localização da bússola. A localização era desconhecida para Harry, mas que não
era o que o incomodava. Foi o fato de que a bússola foi aparecendo em tudo o que estava preocupando. Harry esperava
totalmente o local soletrar para chegar a nenhum resultado; a razão é que Voldemort agora tinha a bússola e
ele não era susceptível de mantê-lo em algum lugar que poderia ser facilmente detectado. Deve ser protegida, como a
maioria das posses de Voldemort e Harry sabia que Voldemort não era de deixar seus pertences em locais vulneráveis./p
p class="MsoNormal"Harry sentou-se em sua cadeira e estudou o mapa. A bússola de ouro foi apenas mantida ali,
pronto para ser pego. Todos Harry tinha que fazer era seguir o mapa e ele iria começar a bússola. A mente de Harry
gritou para ele que algo não estava bem, parecia muito fácil, ele não deve ser tão fácil. Harry se perguntou se era uma
armadilha. Lucius Malfoy tinha lutado com Harry; ele sabia que Harry era após a bússola. Voldemort sabia que Harry era
de outro universo; Harry sabia que Voldemort tinha ligado o desejo de Harry para chegar ao compasso com sua
aparência diferente e tinha percebido que ele era de outro universo. Não foi tão difícil, afinal./p
p class="MsoNormal"Harry sentou-se por alguns minutos, debatendo o que deveria fazer. Ele olhou para o mapa./p p
class="MsoNormal""Dane-se!" ele murmurou como ele chegou a seus pés./p
p class="MsoNormal"Ele estava indo para ir de qualquer maneira. A bússola estava bem ali, a única coisa que poderia
levá-lo para casa. Ele poderia aparatar lá e voltar antes que alguém pudesse fazer qualquer coisa para ele. Mesmo se
esta era uma armadilha preparada por Voldemort, Harry estava indo para aproveitar a oportunidade. Ele assegurou-se
que, se as coisas piorassem ele poderia aparatar fora de perigo./p
p class="MsoNormal"Ele sentiu seu coração saltar desconfortavelmente com a simples idéia de ver Voldemort
novamente. Ele sentiu nervoso e as palmas das mãos sentiram estranhamente úmida, algo que ele não sentia desde que
ele começou a realizar suas tarefas./p
p class="MsoNormal"Com um movimento rápido de sua varinha, o caldeirão foi esvaziado e os suprimentos foram
colocados de volta em seu lugar. O laboratório foi claro e nenhuma evidência da presença de Harry ou sua poção era
visível./p
p class="MsoNormal"Harry agarrou o mapa em uma das mãos e fechou os olhos./p
p class="MsoNormal""Aqui vou eu." Disse a si mesmo antes de ele aparatou para longe do laboratório de poções em
Hogwarts./p
p class="MsoNormal"xxx/p
p class="MsoNormal"Harry abriu os olhos quando sentiu seus pés tocar terra firme. Ele olhou em volta e viu-se em
uma floresta densa escurecida. Harry verificado o mapa e sussurrou o charme para mostrar-lhe para onde ir. Ele
seguiu a direção de sua varinha estava apontando e silenciosamente fez o seu caminho mais profundo dentro da
floresta./p
p class="MsoNormal"Galhos e folhas rangia sob seus pés como Harry fez o seu caminho através da floresta. Ele
empurrou os ramos de distância de seu rosto quando ele viajou no escuro. Era meia-noite e agora a única luz vinha da
sobrecarga lua prateada./p
p class="MsoNormal"Finalmente, Harry encontrou o caminho que conduz para fora da floresta e descer uma colina
íngreme. Harry estava no topo da colina e olhou para baixo. Muito abaixo dele, em pé sozinha foi um impressionante
Manor. Não era a Mansão Riddle, Harry sabia que, mas algo sobre ele era estranhamente familiar./p
p class="MsoNormal"Harry começou a fazer o seu caminho, descendo a colina cuidada para não perder o equilíbrio. Não
havia ninguém à vista, nenhum espreitando Comensal da Morte, há homens que estavam de guarda, nem mesmo um
animal de rua rondando perto. Harry saltou sobre a última parte da colina e caiu em pé. Ele levantou-se e olhou para a
Manor./p
p class="MsoNormal"Mais uma vez, seus sentidos lhe diziam isso não estava certo. Era muito fácil. Porque há homem
não estavam estacionados ao redor aqui? Onde estavam seus Comensais da Morte? Se Voldemort estava de fato
vivendo aqui, por que não foi o lugar se afogando em feitiços de proteção?/p
p class="MsoNormal"Harry empurrou o sentimento de mau presságio para o lado e deu um passo em direção a Manor.
Seu caminho de volta para casa estava descansando dentro da Manor, se ele tinha mesmo uma fração de uma chance
para chegar ao compasso, então valeu a pena tomar a chance./p
p class="MsoNormal"Harry deu a volta para a parte de trás da Mansão e procurou-o para um caminho. Depois de
encontrar a porta, Harry levou um minuto para seus nervos de aço antes de ele calmamente desbloqueado ele e
entrou./p
p class="MsoNormal"A Mansão estava deserta, que era o que Harry sentiu logo que ele entrou. Seus sentidos mágicos
estavam em alerta máximo e a primeira coisa que ele observou foi a falta de magia no ar. Ele sentiu seu corpo relaxar,
Voldemort não estava aqui e nem foram seus Comensais da Morte. Se fossem, teriam realizado algum tipo de magia e
Harry teria sido capazes de detectá-lo. Sentindo-se muito melhor, Harry caminhou mais para a Mansão escurecido./p
p class="MsoNormal"De acordo com o mapa, a bússola estava no terceiro andar. Harry seguiu o mapa e subiu a
escadaria até que ele chegou ao terceiro andar. As portas que revestem ambos os lados do corredor longo eram
idênticos. Harry caminhou pelo corredor e parou na frente do sétimo da direita. De acordo com o mapa, a bússola foi
dentro deste quarto./p
p class="MsoNormal"Harry tentou abrir a porta e encontrou-o bloqueado. Ele abriu-a sem varinha e entrou. O quarto foi
sobre o tamanho de seu dormitório em Hogwarts. Estava vazia, não uma peça de mobiliário pode ser visto em qualquer
lugar. Sob os seus pés não havia nada mais do assoalho./p
p class="MsoNormal"Harry franziu a testa; ele não podia sentir o compasso em qualquer lugar. Seu sentido não
poderia pegar a bússola mágica e ainda o mapa indicava que ele estava bem próximo a ela. Na verdade ele estava
sugerindo que ele estava de pé sobre ela. o que estava acontecendo?/p
p class="MsoNormal"A resposta veio a Harry, de repente, e seus olhos se arregalaram. Ele agarrou em sua varinha no
reflexo. Ele virou-se para enfrentar a porta apenas como o quarto em torno dele começaram a desaparecer rapidamente.
As paredes desbotadas em branco para ser substituído por uma cor de ameixa profunda; um marrom profundo tapete
colorido cobriu o assoalho e as tochas nas paredes trouxeram calor e luz repentina para o quarto, leve o suficiente para
Harry ao ver que ele foi cercado por um exército de Comensais da Morte. Todos tiveram suas máscaras no lugar e suas
varinhas apontadas para Harry. Tinham-lhe completamente cercado./p
p class="MsoNormal"Harry sabia quando estava derrotado e ele lentamente levantou as mãos, deixando cair sua
varinha no chão. Seus olhos correram sobre os homens de pé diante dele. Nenhum deles tinha falado uma única
palavra ou nada havia demitido seu caminho./p
p class="MsoNormal""Tut, Tut". Uma voz sedosa falou atrás dele. Harry virou-se para enfrentar o homem de cabelos
loiros, a única sem sua máscara de Comensal da Morte, "Eu pensei que você teria imaginado a ilusão para fora muito
mais cedo. Parece que eu superestimado você." Lucius Malfoy disse com seu sotaque habitual./p
p class="MsoNormal"Harry não disse nada em resposta, mas ele repreendeu a si mesmo também. Ele deve ter suspeitado
de algo como isto. Ilusões era um aspecto da magia que superou tudo o resto. Ele foi o mais complexo de magia e
Voldemort se destacou nela. A razão Harry não conseguia sentir qualquer tipo de magia era porque era isso que a ilusão
foi criada para fazer. Harry tinha sido enganado e seus sentidos tinha razão; ele tinha andado em linha reta em uma
armadilha./p
p class="MsoNormal""Qual é o problema, Potter? Não tenho nada a dizer hoje?" Perguntou Lucius./p p
class="MsoNormal"Harry sorriu para ele e baixou as mãos./p
p class="MsoNormal""As duas palavras que eu quero dizer para você precisa de uma varinha para realmente entregá-
lo." Harry respondeu./p
p class="MsoNormal"Um riso estourou e um dos Comensais da Morte deu um passo adiante, a varinha apontada para
Harry vacilar./p
p class="MsoNormal""Aww, fantasia que," o Comensal da Morte levantada a máscara para revelar olhos brilhando
escuros e cabelo rebelde longo que caíram em torno de um rosto magro e pálido. "Pequeno, bebê Potter está crescido e
quer jogar!"/p
p class="MsoNormal"Harry encontrou suas palavras sufocar na parte de trás da sua garganta. Vendo a foto dela no
Profeta Diário era uma coisa, mas para ver Bella em pé diante dele, falando com ele, mesmo que ela estivesse
zombando dele, era algo que Harry estava completamente despreparado. Bella inclinou a cabeça e estudou ele, seus
olhos ferozes viajando por todo Harry./p
p class="MsoNormal""O que você está procurando Potter? Procurando por isso?" ela tirou o compasso dourado do
bolso e mostrou para ele./p
p class="MsoNormal"Harry saiu do seu transe chocado e olhou para a bússola, a coisa que ele tinha andado nessa
armadilha para conseguir./p
p class="MsoNormal""Você quase pisou nele," Bella disse a ele. Ela acariciou o topo da bússola carinhosamente como se
fosse um animal de estimação. "Salvei-lo." ela manteve os olhos em Harry enquanto ela trouxe até a bússola ea beijou. "É
do meu Mestre e você quase quebrou!" ela gritou para ele de repente./p
p class="MsoNormal""Vamos, Bella. Ele nunca quis."/p
p class="MsoNormal"Harry fechou os olhos quando ouviu a voz fria familiar atrás dele. Ele virou-se lentamente para
enfrentar a porta e encontrar o Lord Voldemort, desse mundo, em pé diante dele./p
p class="MsoNormal""Bem-vindo", disse Voldemort falando para Harry, um sorriso cruel em seus lábios. "Filho"./p
p class="MsoNormal"xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx/p
p class="MsoNormal" /p
p class="MsoNormal" /p
p class="MsoNormal" /p
p class="MsoNormal" /p
p class="MsoNormal" /p
p class="MsoNormal" /p
*Chapter 27*: Chapter 27
Capítulo vinte e sete - O Acordo
AU Mundo
No momento em que Damien entrou na cozinha na manhã de Natal, ela já foi ocupada pelo resto da família Potter. Lily
estava ocupada preparando o café da manhã habitual dia de Natal. James e Harry estavam sentados à mesa, rindo em
silêncio sobre algo. Assim que Damien entrou, todos os três viraram-se para olhar para ele.
Damien parou a meio passo por um momento com os seus semblantes, ainda antes de caminhar para a cozinha. Lily
caminhou até ele, beijando Damien na bochecha antes de lhe dar um sorriso caloroso.
Ele virou-se para a mesa e sentou-se como Lily voltou para sua culinária. Damien evitou olhar para Harry como ele
murmurou um 'Feliz Natal' para ele e James. Sua saudação foi devolvida por ambos, assim como ele em voz baixa.
Damien não tinha esquecido o que seu irmão lhe dissera na noite passada, mas ele achou estranho começar uma
conversa amigável com Harry depois da maneira como ele falava com ele. Harry não pareceu disposto a falar com ele,
então os três Potters sentaram em silêncio e esperou que seu pequeno-almoço. Eles comeram em silêncio, apenas com
James e Lily tentando fazer os meninos falar. Logo eles pararam também.
"Harry querido, você não tem que fazer isso." Lily disse, ficando de pé.
"Você fez o café da manhã, eu vou limpar." Harry disse a ela, pegando o prato de sua mão.
Damien sem palavras levantou-se e começou a ajudar a limpar também. James e Lily notaram, mas não disse nada a ele.
Ambos deixaram a cozinha, deixando os dois meninos sozinhos. Para os primeiros minutos, nem menino falou, mas
continuou a limpar a mesa. Harry começou a lavar os pratos enquanto Damien arrumava o resto da cozinha. Depois de
alguns minutos de silêncio difíceis e tensos, Damien finalmente falou.
"Sinto muito."
Harry olhou para ele por um momento antes de voltar para os pratos.
"Ok"
"Eu não deveria ter dito todas as coisas para você na noite passada. Eu não quis dizer isso."
"Seja como for, Damien. Está legal." Harry respondeu, ainda sem olhar para ele.
"Você pode dizer isso enquanto olha para mim?" Damien perguntou.
"Tudo bem, isso não é legal. Você estava fora da linha." Harry disse.
"Por que você disse tudo isso? Você era bom comigo e, em seguida, de repente você estava chateado comigo. O que
eu fiz?" Harry perguntou.
Damien sentiu suas bochechas corarem de vergonha. Ele abaixou a cabeça e recostou-se para descansar contra a
bancada.
"Você não fez nada. Eu ... eu estava zangado com a mãe e o pai e eu acabei descontando em você." Ele explicou.
Harry olhou para ele, confuso.
"Por que você estava zangada com a mãe e o pai?" ele perguntou. "Foi por causa do pai? Por causa da maneira que
ele está ignorando você?" ele perguntou, um tom mais suave.
"Não, era outra coisa. Coisas estúpidas que eu tenho pensado mas que não são verdade." Damien disse
rapidamente.
"Não é importante."
"Foi importante o suficiente ontem para você ter descontado em mim." Ele acusou.
"Eu te disse, eu era apenas bravo com a mãe e o pai. Eu o tirei de você e eu sei que não deveria ter." Damien repetiu,
começando a ficar irritado agora.
"Eu posso dizer que foi mais do que isso. Você estava com raiva de mim também. Você me culpou por ficar aqui,
quando você sabe que não é minha culpa." Harry disse.
"Você tem que admitir, não é como você está fazendo de tudo para voltar para o seu mundo. Você está feliz aqui e se ele
desceu a ele, você ficaria aqui indefinidamente." Damien disse a sério.
"É isso o que está incomodando você? Você acha que eu quero ficar aqui?" Harry perguntou.
"Você poderia ficar aqui para sempre, se você tivesse uma chance. Não negue." Damien disse.
"Você é realmente tão estúpido?" Harry perguntou. "Claro que eu gostaria de ficar aqui se eu pudesse. Este mundo tem
tudo que eu poderia querer;.? Meus pais, um Sirius saudável, nenhuma ameaça de Voldemort, o que mais eu poderia
querer"
Damien não respondeu, mas olhou para Harry, o coração batendo dolorosamente rápido na confissão.
"Mas isso não significa que eu vou ficar aqui." Harry continuou. "Mesmo que Harry deste mundo tinha ficado com sua
família toda a sua vida e nunca tinha sido arrancada a partir deles, mesmo assim, eu nunca iria tomar o seu lugar." Harry
disse. "Ele é o único que pertence aqui, com seus pais e sua família. Ele tem sido sem eles por tanto tempo, ele precisa
estar com eles, com você." Harry disse.
Damien ficou sem palavras. Ele nunca tinha pensado Harry podia pensar assim.
"Estou grato por ter esta oportunidade de conhecer meus pais. Isso é suficiente para mim." Harry terminou.
Damien podia dizer a última parte foi doloroso para Harry a dizer. Ele podia ver isso em seus olhos.
"Eu não estaria feliz, exatamente, mas eu ficaria grato por ter tido essa oportunidade. Eu não vou ficar em um lugar que
eu não pertenço." Ele terminou.
Damien sentiu lavagem vergonha sobre ele novamente. Ele havia dito essas palavras pejorativas para ele na noite
passada; disse que Harry não deveria estar aqui.
"Harry eu nunca quis dizer essas coisas para você. Eu só estava sendo um idiota. Eu sinto muito." Ele disse que,
realmente significando suas palavras.
Harry poderia dizer Damien estava genuinamente arrependido por ontem à noite. Ele decidiu colocá-lo fora de sua
miséria.
"Esqueça sobre a noite passada. Tanto quanto eu estou preocupado, isso não aconteceu."
"Realmente?"
Harry sorriu.
"Claro. Além disso, é Natal. Seria bom ter um dia livre de stress."
xxx
O dia passou e na hora do almoço, a Mansão Potter teve mais três assistentes; Remus, Sirius e por mais estranho que
era, Draco. Lily tinha convidado o ex-aluno da Sonserina sobre para passar o Natal com eles, já que Narcisa e Lucius
ainda estavam no hospital. Draco estava morando sozinho e Lily não podia suportar a ideia de o menino passar o Natal
sozinho, para que ela o convenceu a se juntar a eles na Mansão Potter. Ela sabia que seu Harry também apreciá-lo.
Draco estava tranqüilo e apenas manteve para si mesmo, ocasionalmente conversando com ou Sirius ou Damien. Ele
praticamente ignorou o resto.
"Qualquer mudança em sua condição de mãe e pai?" Damien perguntou enquanto se sentava com o garoto de
cabelos loiros.
"Eles ainda são os mesmos. Eu os vi esta manhã." Draco disse calmamente. "Healer Roberts insinuou a
possibilidade deles nunca recuperar do coma."
Damien não sabia o que dizer sobre isso. Ele abriu e fechou a boca algumas vezes, tentando encontrar as palavras
certas para dizer.
Sirius e Remus se juntaram aos dois meninos e a conversa mudou-se para temas menos deprimentes, para grande
alívio de Damien.
"Ginny! Que surpresa! Eu não sabia que você estava vindo." Damien disse que ele deu um abraço a menina.
"Eu não estava planejando isso, mas minha mãe de repente me perguntou por que eu não estava indo para ver Harry no
Natal. Eu não queria que ela começasse a pensar que algo estava errado, então eu pensei que eu iria vir." Ginny
explicou.
"Bem, eu estou feliz que você fez. Feliz Natal!" Damien disse com um sorriso.
Ginny voltou a saudação antes de conhecer o resto. Lily estava feliz em vê-la.
"Oh bem, outra fêmea! Pelo menos eu não sou o único!" ela brincou quando ela encontrou a menina.
"Eu pensei que Tonks estaria aqui. Ela não venho com Remus?" Ginny perguntou como ela começou a ajudar Lily com a
comida.
"Ela está gastando o tempo com seus pais. Ela disse que ela iria se juntar a nós para o jantar, então ela deve ser junta
em breve." Lily respondeu.
Damien foi puxado para fora de uma conversa que estava tendo com Remus quando James chamou de repente para
ele.
"Damien, eu posso vê-lo na sala de jantar."
Esperando que seu pai ia respeitar o fato de que hoje era Natal e assim ia deixar de contar com ele novamente, Damien
caminhou até a sala grande que serviu como sua sala de jantar. Ele orientado para encontrar James ao lado da longa
mesa, estendeu a vários itens de cutelaria em suas mãos.
"Você pode me ajudar a colocar para fora o jogo de janta? O Jantar vai estar pronto em breve."
Damien caminhou confusamente para os armários de vidro e começou a tirar melhor louça de sua mãe. Ele perguntou por
que seu pai não usar magia, como sempre fazia. Ele trabalhou em silêncio por alguns minutos, lançando olhares
desconfiados para seu pai.
"O única atualmente preso em outro mundo." James respondeu, enquanto colocava a disposição talheres ao lado de
uma placa de configuração.
James olhou para Damien e, para surpresa do rapaz, ele sorriu para ele.
"O Harry você tem que falar com através de um telefone." Ele disse.
"Falei com ele ontem à noite." Damien disse. Pensando que James estava perguntando por que ele queria dizer a ele
fora para tomar o telefone, ele acrescentou: "Eu pedi a mamã para o telefone."
"Sim?"
"Ela explicou que sua equipe está trabalhando na bússola. Eles têm um terço das runas trabalhou para fora e o resto
será feito após as férias. Ela estava muito animada em trabalhar com a bússola e disse que estava esperançoso sobre
como trabalhar com sucesso tudo Fora. "
Damien esperou por seu pai para perguntar como Hermione tem a bússola, mas James continuou estabelecendo as
definições e fixação da tabela.
"Eu acho que você quer uma explicação de como Hermione tem a bússola?" Damien finalmente perguntou, apoiando-se.
James olhou para Damien e novamente o menino foi surpreendido ao ver seu rosto quebra em um sorriso.
"Não é necessário. Eu sei que você deu a ela a bússola e eu tenho que admitir que é uma boa idéia."
Damien estava congelado com uma placa ainda na mão. Ele olhou para seu pai.
"Dumbledore admitiu que não se sabe muito sobre a bússola ou a Kayanat, como ele mantém insistindo podemos chamá-
lo, o seu nome próprio." James trabalhou seu caminho em torno da mesa como ele continuou falando. "A melhor aposta
está entregando o Kayanat sobre os investigadores que têm a oportunidade de trabalhar para fora como a coisa funciona
eo mais importante, como consertá-lo. Sei que Hermione vai cuidar da bússola."
James veio para ficar ao lado de Damien, que ainda estava preso ao chão em estado de choque.
"Eu pensei que era exatamente por isso que você estava com raiva de mim,? Porque eu sempre colocar Harry em
primeiro lugar" Damien perguntou em voz baixa.
"Eu sou seu pai, Damien." James disse a ele. "Nada me faz mais feliz do que ver a forte ligação que você compartilha com
seu irmão. Estou muito orgulhoso de como você quer se levantar para o outro. Mas isso não significa que eu não vou ficar
chateado quando você assumir riscos e manter coisas secretas de mim, coisas que põem em perigo tanto de suas vidas. "
Damien abaixou a cabeça; ele fez entender o que seu pai queria dizer.
"Eu nunca quis esconder isso de você. Eu não queria nem a troca aconteça no primeiro lugar." Ele admitiu.
"Então, não tenha medo de se levantar para Harry e dizer-lhe que você não vai ir junto com ele. Eu lhe disse antes, ele é
seu irmão, ele não vai te odiar por dizer não para ele." James respondeu.
"Sim, eu acho."
James colocou a mão no ombro de Damien, fazendo o rapaz olhar para cima dele. James deu seu ombro um aperto
reconfortante antes de sorrir para ele.
"Eu estou esperando que a partir de agora, você vai pensar cuidadosamente sobre como manter as coisas de mim."
James perguntou em voz baixa.
James puxou o menino para um abraço e bagunçou o cabelo dele com carinho.
"Eu não sou a afiado sobre ele mesmo." Damien riu de volta.
"É melhor você terminar rapidamente; da sua mãe tem o jantar pronto."
Damien assentiu com a cabeça e pegou o resto dos pratos e começou a colocá-las. Ele avistou seu pai enquanto ele
caminhava para fora da sala; ele foi retirar o telefone do bolso. Damien sorriu para si mesmo ao pensar em seu pai
telefonar para Harry.
xxx
O jantar foi um evento agradável. Tonks eles tinham chegado a tempo para que o nove deles sentou-se para um delicioso
jantar de Natal. James tinha sido o último deles para vir para a mesa. Ele parecia um pouco preocupado quando ele
tomou o seu lugar, sua expressão foi aquela que apresentou confusão e um pouco de preocupação. Damien perguntou o
que Harry tinha dito a ele, mas ele não queria perguntar agora. Ele imaginou que ele iria pedir-lhe mais tarde.
James animou através de jantar embora, na sua maioria devido a Sirius e Remus dizendo Harry passado contos de
Natal. Mesmo Draco parecia estar se divertindo.
"Uma vez, James encantou o peru para correr ao redor do topo da tabela, assim como ele estava prestes a ser
esculpida." Sirius riu. "Oh, cara. Sra Potter estava louco!"
James riu.
"Eu me lembro que, ela não falar comigo todo o dia seguinte."
Harry não conseguia parar de sorrir. Ele estava realmente se divertindo. Ele não poderia ter solicitado para um Natal
melhor.
"Qual foi o seu pai gosta?" Harry perguntou.
"Como eu, geladas e descontraído. Ele nunca gritou comigo." James disse.
Damien fingiu engasgar com a comida dele e olhou para ele com um sorriso insolente.
"Claro, eu nunca lhe deu problemas dos gostos que você me dá." James disse a ele.
"Vamos, Pontas. Pai não é tão ruim assim." Sirius saltou em defesa de seu afilhado.
"Eu posso imaginar o Natal na Mansão Malfoy deve ter sido um deleite." Ela disse.
"Da mesma forma que todos os outros eu assumo. Família se reunir, jantar, abrir os presentes, torturar alguns
trouxas."
"Ok, tanto faz." Draco murmurou enquanto voltava para sua comida.
"Eu me lembro de um Natal; eu alterei a minha aparência, então eu fiquei verde da cabeça aos pés. Eu estava ao lado
da árvore e minha mãe não podia me encontrar. Ela estava em lágrimas no momento em que eu me revelei..." Tonks
disse o resto.
"Eu tinha dez anos e tinha encontrado lá fora havia tal coisa como Santa. Eu estava apenas agindo fora."
"Espere, não há tal coisa como Papai Noel? Você está brincando né ?!" Sirius disse, deixando cair o garfo
dramaticamente.
"Sim está certo." Todo mundo em coro com a piada habitual dia de Natal. Draco estava olhando em volta para o resto
de boca aberta. Ele balançou a cabeça e murmurou algo que soou como 'crianças!'.
"O Natal que fica na minha mente é aquele em que cinco anos de idade Damy foi transformado em uma garota."
Remus revelado.
"Oh, que foi brilhante!" Sirius caiu na gargalhada, batendo a mão na mesa.
"Não foi! Foi terrível." Damien argumentou, indo um pouco vermelho com a menção de que o Natal particular.
"Nós, que está comigo e Moony, estava pensando o que teria sido como se James tinha uma menina. Não podíamos
parar de me perguntar o que ela seria semelhante. Então, nós encantado de cabelo pouco de Damy longo e vermelho e
transfigurou suas roupas em um vestido com babados e colocá-lo em saltos ". Sirius alegremente disse a eles.
Damien tinha escondeu o rosto por trás de suas mãos e estava balançando a cabeça como os outros riram baixinho.
"O que aconteceu então?" Harry perguntou lutando para esconder seu sorriso.
"Lily ficou chocada e começou a gritar para nós. James era apenas sem palavras." Remus respondeu.
"Damien, gostou. Ele não nos deixou mudá-lo de volta." Remus acrescentou maliciosamente.
"Ok, em primeiro lugar, eu tinha cinco anos e eu não me lembro se isso é mesmo verdade." Damien respondeu. "E em
segundo lugar, você deveria ter vergonha me transformando em uma garota!"
Harry e Draco estavam rindo e até mesmo Gina tinha o rosto escondido entre as mãos enquanto ela riu com Damien.
"Não se sinta mal, você realmente parecia realmente bonito." James brincou.
"Você pode imaginar se Damien era uma menina?" Ginny disse de repente. "Eu ficaria muito mais feliz." Ela deu uma
risadinha.
"É uma sorte que você não fosse uma menina. Se você fosse você teria morrido uma solteirona." Sirius disse a ele.
"Bem entre James e Harry, nenhum menino teria conseguido chegar até você." Sirius explicou.
Todo mundo riu disso, lábios, mesmo de Damien se contraiu em um sorriso relutante.
"Eu me lembro de nosso primeiro Natal na cavidade de Godric." Lily disse de repente, os olhos fixos em Harry. "Você
era apenas cinco meses de idade."
Todos ficaram em silêncio. A atenção de Harry estava fixado para ela e ele escutou ansiosamente.
"Todo mundo tem um pouco levado, uma vez que foi o seu primeiro Natal, e acabamos com tantos presentes, que
dificilmente poderia ver o chão debaixo da árvore de Natal." Lily continuou um pequeno sorriso em seu rosto. "Você não
poderia caminhar ainda, mas você tinha começado se arrastar e engatinha. De alguma forma você conseguiu chegar até
os presentes e você coloca entre eles e adormeceu. Eu não poderia encontrá-lo e eu comecei a entrar em pânico."
"Pânico? Você estava pronto a entrar em colapso." Sirius interrompeu, um sorriso no rosto com a lembrança. "Eu vim
para o resgate." Ele disse com orgulho.
"Como?" Harry perguntou, a palavra que sai em uma voz estranhamente embargada.
"Bem, eu mudei em Almofadinhas e passou sobre a casa, tentando farejara-lo. Deparei-me com você, que se encontrava
escondido atrás dos presentes, dormindo profundamente. Você tinha agarrou em uma fita de um presente,
surpreendentemente o seu, e foram bastante conteúdo para dormir lá. "
Harry não sabia se o mesmo incidente tinha acontecido em seu mundo. Era possível que não tinha, mas ele decidiu
acreditar que ele tinha. Isso o fez sentir estranhamente quente por dentro. Ele sorriu para Lily.
"Depois de chorar em cima de você por pelo menos uma hora." Sirius acrescentou em um sussurro.
Lily bufou para eles, mas seus olhos estavam brilhando de felicidade.
"Eu sempre lembrado que o Natal. Era o único com Harry para ..." ela fez uma pausa, "... por quinze anos." Ela terminou.
"Haverá muitos mais para vir com ele." ele sussurrou para ela.
Ela assentiu com a cabeça. Ela olhou para ver Harry e sorriu calorosamente para ele.
"Este Natal será também aquele que eu sempre vou lembrar." Ela disse a ele.
Harry não respondeu, mas acenou com a cabeça para ela. Ele também nunca iria esquecer este Natal; a única que ele
teria com seus pais.
"Desculpe." Lily se levantou de seu assento e sussurrou algo para James. Em troca, ele tirou o telefone do bolso e
entregou a ela.
Damien assistiu como Lily saiu da sala, segurando o telefone. Os ocupantes da mesa começaram a falar entre si
novamente. Lily voltou para dentro depois de apenas um minuto ou mais. Ela parecia um pouco preocupada quando
ela entrou o telefone ainda em sua mão.
"Sim, está tudo bem." Ela disse a ele com um sorriso tenso. Ela se virou para o marido. "James, uma palavra rápida?"
"Eu só liguei Harry, mas ele não atendeu o telefone." Lily disse preocupada.
"O que você quer dizer?" Lily perguntou, sua voz traindo sua preocupação crescente.
"Eu liguei para Harry, pouco antes do jantar e ele não pegar, em seguida, também. Eu apenas pensei que ele estava
ocupado em sala de aula ou algo assim." James explicou.
"James, a diferença de tempo entre os mundos significa que é provavelmente quatro ou cinco da manhã lá." Lily disse.
James empalideceu ligeiramente. Ele ficou em silêncio por um minuto ou dois antes de finalmente falar.
"Harry não é um sono profundo. Ele teria acordado. Ele disse que mantém o telefone sobre ele em todos os
momentos." Ela olhou para o marido com o pânico claro. "James, estou preocupado. Por que ele não está
respondendo?"
"Não se preocupe. Nada vai acontecer com Harry. Ele provavelmente deixou o telefone no bolso vestes e é por isso que
ele não pode ouvi-lo tocar." Ele podia sentir Lily tremer em seus braços.
"Eu tenho um mau pressentimento sobre isso. Eu vou continuar me preocupando até eu ouvir a sua voz." Ela disse
"Nós vamos continuar a tentar o telefone, ele vai responder-lhe, eventualmente." James disse.
Embora ele era o único que consola Lily, James não pôde evitar sentir uma pontada de medo correr através dele. Ele
também teve a estranha sensação de mau agouro. Ele havia sentido em primeiro lugar quando ele tinha tentado
telefonar para Harry e não tinha resposta. Ele sabia que estava sendo tolo. Este foi Harry; ele poderia cuidar de si
mesmo. Mas mesmo que o pensamento não estava fazendo nada para acalmar seu coração batendo freneticamente.
Enquanto isso, na sala de jantar do resto estava se perguntando o que estava acontecendo.
"O que você acha que é sobre?" Tonks perguntou, assim que James e Lily tinham saído da sala.
"Por que ele não estaria? Em qualquer caso, é Harry." Draco disse, tomando um gole de sua bebida. "Ele pode cuidar de
si mesmo."
Damien sentiu algo puxão em seu coração. Harry podia cuidar de si mesmo, mas o mundo que ele estava tinha a
única pessoa em que ela poderia obter o melhor dele. Damien fechou os olhos e fez uma oração em silêncio, na
esperança de que Voldemort nunca veio em qualquer lugar perto de seu irmão.
Canon Mundo
Na primeira, as palavras que Voldemort tinha falado nunca alcançou Harry. Seu foco era exclusivamente sobre o quão
diferente este Voldemort era. Longe de ser o diabolicamente belo Tom Riddle do mundo de Harry. Em seu lugar estava
um assistente com características de cobra, pele pálida e os lábios torcidos em um sorriso sádico. Seus olhos, embora de
forma semelhante vermelho, parecia feroz e não tinha nenhuma centelha de humanidade.
Voldemort estava de pé na porta, seu olho nunca deixando Harry. Quando Harry nunca respondeu ao seu cumprimento, o
autoproclamado Lorde das Trevas levantou a mão no ar e fez um gesto para seus Comensais da Morte.
Os Comensais da Morte Harry circundante todos caíram de joelhos e aceitou a ordem. Voldemort se mudou para deixar os
homens saem. O último Comensal da Morte de sair foi Bella. Ela se virou para olhar para Harry e mostrou-lhe a bússola,
ainda segurava em suas mãos. Ela sorriu para Harry antes de sair. A porta se fechou atrás dela, deixando Harry sozinho
com Voldemort.
O bruxo mais velho levou os primeiros minutos para estudar silenciosamente o menino de pé diante dele. Ele poderia
dizer que o menino estava chocado. Agora se era sua saudação ou sua aparência física? Voldemort tinha visto todas as
memórias que ele tinha tirado o Malfoy e viu como ele tinha sido diferente no mundo que este harry pertencia. Ele sabia
que sua aparência era muito diferente. Ele em vez se o olhar Harry estava dando a ele agora.
Voldemort estava sobre o ponto que a varinha de Harry estava no chão. Chamou a varinha para si mesmo antes de
entregá-lo para Harry.
Voldemort apontou para uma das cadeiras ornamentadas e voou em direção a Harry, estabelecendo-se logo atrás
dele. Harry, no entanto não demorou a convidar para sentar.
"Não seja um estranho agora, Harry. Afinal, esta é a casa de seu pai." Voldemort disse.
Desta vez, Harry ouviu-o perfeitamente e a ele se irritou com a palavra "pai". O sorriso de Voldemort cresceu quando viu
o efeito que suas palavras tinham sobre Harry. Ele tinha adivinhado corretamente, o garoto poderia facilmente ser
provocado.
Voldemort apontou para outra cadeira e ele voou até ele. Sentou-se, normalmente, de frente para Harry.
"Eu tenho que dizer, estou feliz que você finalmente apareceu. Eu estava ficando doente do charme ilusão. Você com
certeza demorou o seu tempo embora." Sua voz frio ecoou pela sala.
"Como você sabe sobre mim?" Harry finalmente falou, concentrando-se ferozmente em manter sua voz livre de
emoção.
"Eu tive que trabalhar duro para chegar à verdade sobre você." Ele disse, sua voz calma e suave. "Eu consegui no final.
Você sabe muito bem como eu consigo o que quero, eventualmente."
Harry lutou muito contra o efeito de voz de Voldemort tinha sobre ele. Sua voz era a mesma, exatamente o mesmo. Ele
falou da mesma maneira, no mesmo tom e foi pesando sobre Harry.
"Você pode sentar-se, Harry. Não há formalidades em sua própria casa." Voldemort disse.
Harry cerrou os dentes com força e parou-se de dizer nada a ele. Ele podia ver Voldemort estava insultando-o, tentando
chegar até ele. Harry foi inflexível para não deixá-lo vencer.
"O que, sem correntes? Estou surpreso." Harry disse quando percebeu que a cadeira não estava enfeitiçada para
contê-lo.
Voldemort riu.
"Eu não preciso de correntes." Ele retornou.
Harry ignorou.
"Então por que você criar essa ilusão para me atrair aqui? Eu sei que não era só para você ter um bate-papo." Harry
perguntou.
"Eu sabia que você viria para a bússola. Eu queria conhecê-lo. Afinal, não é todo dia eu recebe um garoto que vem de
outra dimensão está aqui para uma visita."
"Você não disse como você sabe disso." Harry disse, perguntando-se a si mesmo como Voldemort poderia ter sabido
disso. As únicas pessoas que ele havia dito sobre seu relacionamento com Voldemort eram Ron e Hermione.
"Eu tenho os meus caminhos." Voldemort respondeu enigmaticamente. "Eu aprendi tudo sobre o que aconteceu em
seu mundo. Infelizmente, eu nunca aprendi exatamente como eu fui destruído."
"Então, novamente, vendo como você é, eu estou começando a suspeitar que eu coloquei minha própria varinha para o
seu coração."
Harry colocar tudo o que tinha para o sorriso que ele usava.
Harry quase pulou como o telefone no bolso de repente começou a vibrar. Ele deu nenhum aviso, na esperança de que
Voldemort não havia percebido isso. Lentamente, Harry se levantou. Ele não estava com disposição para jogar jogos,
especialmente com Voldemort.
"Bem, se tudo que você queria era me encontrar, então parabéns, você encontrou-me. Vou embora." Harry começou a
andar em direção à porta. Ele não queria aparatar na frente de Voldemort.
"Como é que você vai voltar para casa?" Voldemort perguntou, ainda sentado.
"Eu vou descobrir uma maneira." Harry disse, de costas para Voldemort.
De repente, sentiu Voldemort pé atrás dele. O sussurro frio em seu ouvido fez arrepios de Harry.
"Você esta preso aqui. A única maneira de voltar é usar a bússola, o Kayanat."
"E eu suponho que esta é a parte que ameaçam manter a bússola para longe de mim, certo?" Harry perguntou.
"Nem um pouco. Por que eu faria uma coisa dessas?" ele lentamente circulou Harry novamente, enervando-o. "Você não
é meu inimigo. Na verdade, em outro mundo, você era meu filho. Meu Príncipe das Trevas." Ele assobiou o apelido,
fazendo Harry fechar os olhos na tentativa de manter o controle. "Por que eu iria manter algo que você precisa
desesperadamente, longe de você?"
"Se você quisesse me dar a bússola, você já teria feito isso." Harry disse uniformemente.
"Menino esperto", disse Voldemort como ele olhou para ele. "Tudo tem um preço, Harry. Eu poderia dar-lhe a bússola,
mas para isso, você tem que me dar algo em troca."
"Eu não tenho nada para dar a você." Harry disse com um encolher de ombros.
Os olhos de Voldemort brilharam quando ele se moveu para mais perto dele.
"Não, mas você pode obter algo para mim. Algo que só você pode trazer para mim."
Harry, apesar de si mesmo, estava intrigado. O que poderia possivelmente querer Voldemort dele?
Harry foi pego de surpresa. Ele não estava esperando isso. Em seu olhar confuso, Voldemort decidiu elaborar. Ele
voltou de repente, fazendo Harry instintivamente chegar para sua varinha. Ele parou antes de tira fora.
"No Ministério da Magia, existem muitos departamentos", como Voldemort falou, ele torceu sua varinha para formar uma
grande bolha obscura, que apresentou o átrio principal do Ministério. "Um dos departamentos é chamado o Departamento
de Mistérios." Harry observou enquanto a imagem na bolha alterada para mostrar um longo corredor com uma porta de
madeira lisa. Ele abriu e Harry viu uma grande sala circular com muitas portas pretas não marcados idênticos criados em
intervalos regulares, em torno da sala. Uma das portas se abriram para uma luz brilhante acendendo que veio de uma
redoma de cristal. Uma única porta atrás do frasco aberto e levou a um grande hall, alta como uma igreja e cheio de nada,
mas imponente prateleiras que seguravam empoeirados esferas de vidro que procuram. "Em número de linha e noventa e
sete, senta-se a esfera de vidro contendo a profecia feita sobre Harry Potter e Lord Voldemort." Voldemort continuou,
mostrando a linha marcada por noventa e sete e a névoa prateada esfera de vidro segurando. De repente, a bolha
estourou a imagem desaparecer tão de repente quanto havia chegado.
"Traga-me a Profecia do Departamento de Mistérios e eu vou dar-lhe a bússola para que você possa voltar para casa."
Voldemort terminou.
Harry não disse nada de imediato. A verdade era que ele ainda estava surpreso que tudo Voldemort queria era a
Profecia.
"Por que você quer a Profecia? Certamente você já conhece ela. Por que mais você ter atacado A Mansão Godric?"
Harry perguntou.
"Você aprendeu tudo sobre o meu mundo. Será que você não se deparar com a profecia, então?" ele perguntou.
"Como você pode ver, os nossos mundos são muito diferentes. Há uma chance de a profecia feita em seu mundo ser
diferente do minha. Eu não vou cometer o erro de ouvir a Profecia de segunda mão como da última vez. Desta vez eu
quero a Profecia da própria fonte. "
"Por que eu? Enviar um de seus comensais. Certamente você tem espiões Ministério. Levá-los a buscar a Profecia
para você." Harry disse.
"Os únicos que podem levantar a Profecia das prateleiras são os que a Profecia cita. É por isso que você pode buscá-lo
e ninguém mais." Voldemort explicou.
Harry olhou para o Lorde das Trevas com cuidado. Quando ele falou, ele manteve sua voz tão baixa e tão calma quanto
podia.
"Então você pode esquecer nunca vai voltar para o seu mundo. Eu vou destruir a bússola antes de você ter a chance de
chegar a ela." Voldemort declarou simplesmente.
Harry considerou isso. Ele sabia que Voldemort poderia muito bem fazer isso. Ele também sabia que Voldemort poderia
fazer Harry roubar a profecia e depois destruir a bússola de qualquer maneira. Ele não podia confiar nele, não
Voldemort, de novo não.
Voldemort pareceu ler sua expressão quando ele riu e levantou a sua varinha.
"Eu lhe dou minha palavra, a promessa do Senhor das Trevas, não vou enganar você. Você me entregar a Profecia com
uma mão e tirar a bússola com a outra. Eu lhe dou minha palavra a bússola será na ordem de funcionamento."
"Por que eu deveria acreditar em você vai me deixar ir embora com a bússola?"
"Simplesmente porque, você não é meu inimigo. Você ficar aqui não vai me afetar e nem você sair. Por que eu iria
incomodar a mantê-lo aqui?" Voldemort respondeu.
"Seu inimigo é Harry Potter." Harry disse, sentindo seu coração apertar dolorosamente com as palavras.
"Não, nem isso. Harry é um incômodo que eu quero eliminado. Meu inimigo é realmente o mesmo que o seu." Ele
assobiou. "Albus Dumbledore."
O nome fez Harry reagir e ele repreendeu a si mesmo mentalmente para dar-se longe assim. Voldemort continuou.
"Ele é o único que está no meu caminho. Ele é a ameaça real. Eu sei que a sua antipatia por ele é em muitos
aspectos, semelhante a minha." Voldemort estava de pé perto de Harry de novo, olhando em seus olhos. "Ele é um
inimigo mútuo. Se podemos ajudar uns aos outros no caminho para destruí-lo, então por que não aproveitar essa
oportunidade?"
Harry não era tão interessado em destruir qualquer um, até mesmo o sempre tão justo, Albus Dumbledore. Assim
como ele estava prestes a falar sentiu o telefone no bolso sair novamente. Ele amaldiçoou mentalmente o maldito
telefone. Ele tinha certeza de que Voldemort notado neste momento.
"Tudo bem, você tem um negócio." Harry disse. "Eu vou tirar você da Profecia, em troca da bússola."
"Vou vir até você quando eu pegar a Profecia." Harry disse. Ele fechou a distância entre eles e olhou fixamente para o
Lorde das Trevas. "Se você realmente ter aprendido tudo sobre mim, então você vai saber não deve se desfazer de
mim. Você não vai gostar de mim quando estou com raiva, eu lhe asseguro que isso." Harry assobiou perigosamente
para ele.
O rosto de Voldemort traído um segundo de fúria antes de ele se escondeu atrás de sua máscara. Seus olhos
brilhavam com Harry quando ele respondeu.
"Talvez você deve gastar algum tempo aprendendo sobre mim também. Ameaçar-me provará não ser bom para sua
saúde."
"Isso não foi uma ameaça, foi um aviso." Harry passou por Voldemort em direção à porta. Antes de abri-lo, Harry virou-
se para encará-lo novamente. "E você deve saber, eu só dar um aviso." Com isso Harry saiu pela porta, deixando para
trás Voldemort, cujo rosto se abriu lentamente em um sorriso sinistro.
xxx
Harry chegou em terrenos de Hogwarts e por um momento ele apenas ficou lá, olhando para o céu manhã que foi
tingido de rosa com o nascer do sol. Ele ainda não podia acreditar no que tinha acontecido esta noite.
Harry tinha saído da Mansão, escolhendo aparatar de volta a Hogwarts, uma vez que ele estava fora de vista dos
Comensais da Morte e Voldemort. Ele não queria que uma de suas habilidades mais poderosas para ser revelado,
especialmente para Voldemort. Ele passou pela Comensais da Morte, uma vez que apenas olhou para ele.
Harry decidiu que não ia voltar para seu dormitório; não havia nenhum ponto que ele foi muito trabalhada para realmente
ter qualquer descanso. Dirigiu-se para a Floresta Proibida e tomou uma longa caminhada, lento através dos
bosques escuros.
Sua mente estava dormente, como o que tinha acontecido. Voldemort era tão diferente, e não apenas a sua aparência,
mas seus comportamentos também. Harry não queria admitir isso, mas algo sobre ele enervou. Harry sabia que era, em
parte, a surpresa de encontrar que Voldemort sabia sobre a vida de Harry e o fato de que ele havia crescido chamando
Voldemort 'pai'.
Harry sentiu seu sangue libra pesadamente em seus ouvidos como ele recordou como este Voldemort o havia insultado; o
chamou de filho, e se referiu a sua casa como a casa de Harry. Ele cerrou os punhos duro como ele andou mais rápido.
Ele não podia ajudar, mas obter trabalhou.
Sua mente foi para o acordo que fizera com Voldemort. Tudo o que ele queria era a Profecia. Se Harry foi honesto, ele
não achava que Voldemort estava pedindo muito. Se ele teve a Profecia e deu a Voldemort que ele teve a chance de
obter a bússola e ir para casa.
Harry chegou a uma clareira e ele sentou-se, cansados de todos os acontecimentos de hoje à noite. Ele sentiu o telefone
em seu bolso vibrar novamente. Harry teria respondido que se sua mente não estava ainda sobre a Profecia e o que ele
deve fazer. Após alguns toques, o telefone ficou em silêncio.
Harry pensou cuidadosamente sobre a Profecia. Voldemort foi atrás de Harry Potter neste mundo por causa dessa
profecia. Depois de aprender a profecia completa que ainda vai atrás de Harry. Então, realmente, que diferença fazia se
Harry deu-lhe a Profecia? Ele ainda ia até Harry independentemente.
Harry esfregou os olhos e sentiu sua dor no corpo em protesto pelo o frio. Harry chegou a uma decisão; ele estava indo
para cumprir sua parte do trato. Ele estava indo para dar Voldemort a Profecia em troca da bússola. Ele não ia entregá-lo
em breve; só depois sendo certo que Voldemort estava indo para manter sua parte do acordo seria dar Harry Voldemort
sua profecia.
Com isso ordenado, Harry se levantou e aparatou para o banheiro do rapaz. Ele realmente precisava de uma relaxante,
banho quente de chuveiro.
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*Chapter 28*: Chapter 28
Capítulo Vinte e Oito
AU Mundo
Harry e Damien estavam na cozinha, sentado à mesa e assistindo seus dois pais frenéticos enquanto tentavam o
telefone novamente. Já passava das onze da noite e seus convidados dia de Natal havia retornado para suas
respectivas casas. Só então James e Lily deixaram os dois rapazes saber que eles estavam tendo problemas para
falar com Harry.
Desde então, os dois rapazes estavam ao lado de seus pais, à espera de Harry para atender o telefone. Eles não têm
outra maneira de contatá-lo depois de tudo.
James tentou o telefone de novo e esperou o telefone definido como alto-falante. Após os primeiros três toques, o
telefone clicado e a voz de Harry encheu a cozinha.
"Olá"
"Oh, graças a Deus", disse Lily enquanto ela correu para o telefone. "Onde você esteve?!" Ela gritou no telefone.
"Harry, você está bem? Estamos tentando entrar em contato com você a noite toda, onde você estava?" James
perguntou sua voz traindo sua preocupação.
"Oh, desculpe por isso." A voz de Harry tocou na cozinha. "Eu estava fora e eu não poderia atender ao telefone."
James e Lily compartilhou um olhar alarmado. Na mesa, Damien e Harry fizeram o mesmo.
"Por que você não poderia atender ao telefone? Você está bem?" James perguntou de novo.
"Sério, pai pare de me perguntar isso. Eu estou bem." Harry respondeu em um tom irritado.
"Por que você estava fora de Hogwarts à noite e se você ficar fora toda a noite!?" Lily perguntou, tanto em preocupação e
raiva.
"Harry, você ainda está tendo problemas para dormir?" Lily perguntou muito gentilmente desta vez.
"Não, não é nada disso. Eu só tive uma noite agitada, então eu saio para andar um pouco." Harry respondeu.
James e Lily não pareciam convencidos, mas eles não pedir mais perguntas sobre a noite sem dormir de Harry. Em vez
disso, falou sobre o Natal e o que tinha acontecido durante o seu dia. Harry ouviu em sua maioria, dando pequenas
confirmações de que ele ainda estava lá.
James trocou o telefone alto-falante e entregou-o a Damien. Mas o menino ainda escolheu sair para a sala antes de
falar com seu irmão.
"Ei, eu estou aqui." Damien disse, uma vez que ele estava sentado no sofá, sozinho na sala de estar.
"Hey, como foram às coisas hoje?" Harry cumprimentou. "Será que você consertar as coisas com Harry?"
"Sim, eu fiz. Nós estamos bem." Damien respondeu. "Hoje, na verdade, foi legal, o pai finalmente falou comigo
também." Damien disse com um sorriso tomando conta dele.
"Ele me fez prometer que nunca mais esconder as coisas dele novamente." Damien explicou.
"Eu vou cumprir a promessa desta vez e não deixar você me colocar em apuros." Damien disse a ele.
"Então, como foi sua noite? Onde é que você realmente foi?" Damien perguntou.
"Só sai, como eu disse a mãe e meu pai." Harry respondeu. "Na verdade, eu preciso que você faça algo para mim."
Harry disse.
"Pense de volta ao longo dos últimos meses," Harry instruiu, sua voz assumindo um tom sério. "Aconteceu alguma
coisa que parece ... estranho."
"Eu não sei o que você quer dizer." Damien respondeu, confuso com a pergunta.
"Quero dizer, algo inexplicável, ou estranho que não faz sentido. Pense nas últimas semanas, nada vem à mente?"
Harry perguntou.
"Eu estou tentando descobrir alguma coisa. Basta ter um bom pensar sobre o que vem acontecendo nos últimos
meses, especialmente nas últimas quatro semanas ou assim. Se você se lembrar de algo, deixe-me saber, ok?"
"Sim, está bem." Damien respondeu ainda se perguntando por que Harry precisava saber o que estava acontecendo
neste mundo. "Você não parece bem", disse Damien, pegando os pequenos sinais que sugerem a mente de Harry
estava preocupado.
"Estou cansado, isso é tudo." Harry respondeu. "Na mesma impressão, é melhor eu ir. Eu vou falar com você mais
tarde ok? Deixe-me saber se você se lembrar de algo."
"Tudo bem, tchau." Damien desligou e, por um momento apenas se sentou no sofá, pensando na conversa de Harry.
Algo definitivamente aconteceu com ele. Damien perguntou onde Harry tinha ido hoje à noite e que tinha acontecido
para fazer Harry, querer saber se algo estranho havia acontecido neste mundo.
Balançando a cabeça, Damien levantou-se e caminhou de volta para a cozinha. James, Lily e Harry ainda estavam lá,
tomando uma xícara de chocolate quente. Damien se sentou à mesa e pegou a xícara fumegante deixado para ele.
James parecia que ele queria dizer algo para ele, mas ele se conteve, optando por tomar outro gole de sua caneca.
"Foi um bom dia." Lily disse, terminando sua caneca e levantar-se da mesa.
"Você sabe o que eu não posso acreditar? Que eu passei o meu Natal com Draco Malfoy." Harry disse, com um sorriso
nos lábios. Ele balançou a cabeça em diversão. "Eu digo a você, quando Ron ouvir sobre isso, ele vai morrer de choque."
"Acho que em seu mundo, você e Malfoy não são amigos?" James perguntou com um sorriso.
Harry bufou.
"Bem, Draco é um jovem estranho", disse Lily enquanto ela coletadas de James e Harry vazias canecas. "Mas uma vez
que você começa a conhecê-lo, ele, bem, ele ainda é estranho, mas você não se importa tanto."
"Foi legal d sua parte convidá-lo embora. Ninguém deve ficar sozinho no Natal." Harry admitiu.
"Eu só espero que no próximo Natal Narcissa e Lucius esteja capazes de celebrar o Natal com seu filho. Eu me sinto
horrível sobre o que o curandeiro Roberts disse. Espero que eles sobreviver." Lily disse, com tristeza.
Damien quase engasgou com o chocolate quente. Os Malfoy! Harry lhe perguntou se alguma coisa estranha ou
inexplicável tinha acontecido recentemente e Damien tinha esquecido completamente o ataque misterioso a Narcisa e
Lucius.
"Isso poderia ter valido a pena mencionar a Harry 'Damien pensou culposamente para si mesmo".
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No dia seguinte, o clima era mais frio, o campo de Quadribol amanheceu coberto por uma fina camada de gelo. Mas
isso não ia impedir Damien de voar ao redor do campo, praticando seu papel Batedor com uns goles enfeitiçados.
Ele virou-se para ver Harry, pairando perto dele em sua vassoura.
"Certo bem, mãe e meu pai foram a uma reunião da Ordem e eu queria ver se você queria almoçar." Harry disse.
"Você está cozinhando?" Damien perguntou, pegando a Goles como veio cantando para ele.
"Tudo bem então." Harry virou sua vassoura ao redor e começou a ir em direção ao chão.
"Sim?"
Harry fez uma pausa antes de responder. Ele poderia dizer que Damien estava pedindo, em parte para compensar o
fora que ele deu nele, no dia anterior, quando ele se ofereceu para jogar com ele, mas ele sabia que Damien gostava de
jogar Quadribol quase tanto como ele fez a si mesmo e pegue qualquer oportunidade de jogar.
"Sim, está bem." Ele respondeu e atirou em direção a ele, agarrando a goles que se aproxima antes de Damien podia.
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"Porra, você sabe mesmo voar!" Damien sorriu enquanto se sentava à mesa uma hora mais tarde, colocando no prato
de massas Harry tinha preparado.
"Obrigado, não sou muito ruim, mesmo." Harry respondeu, juntando-se a ele.
"Como é que você não jogar tão bem assim em Hogwarts comigo e meu pai?" Damien perguntou.
"Eu percebi que eu deveria subestimar minhas habilidades. Pelo que eu sabia, Harry este mundo poderia odiar
Quadribol."
"Incrível de Harry no Quadribol. Ele é o melhor apanhador da Grifinória já teve! E em um jogo que ele ..."
"Você tornou-se apanhador em seu primeiro ano, não é?" Damien perguntou depois de alguns minutos.
"Tio Sirius me disse. Ele não conseguia parar de falar sobre isso." Damien respondeu.
"Eu acho que se Harry tinha começado a Hogwarts de primeiro ano, ele pode ter feito parte da equipe também."
Damien disse.
"Eu me pergunto se você pode fazer as coisas que ele pode." Ele se perguntou em voz alta.
"Como o quê?" Harry perguntou, sentindo-se desconfortável ao ser comparado com seu outro eu. Ele entendeu seus
homólogo, passado e as coisas que ele tinha feito, mas que não torná-lo mais fácil de lidar.
"Como a magia que ele pode fazer. Quero dizer que ambos são tecnicamente a mesma pessoa, o que significa que
ambos têm o mesmo núcleo mágico e o mesmo controle sobre magia." Damien respondeu.
"Eu acho." Harry disse, sem saber se era de fato verdade. "Mas o Harry teve muito mais formação do que eu. Eu nem
sabia que eu era um bruxo até os onze."
"Eu não posso sequer imaginar o que deve ter sido." Ele respondeu. "Você nunca fazer mágica acidental?"
"Eu fiz, mas eu sempre olhei para explicações lógicas. Eu não saltar à conclusão de que eu era um bruxo e era capaz de
magia." Harry explicou.
"Que tipo de mágica que você fez?" Damien perguntou obviamente interessado.
"Apenas pequenas coisas. Uma vez eu estava na escola e eu estava tentando ficar longe de Dudley e sua gangue. Eu
queria ficar longe deles e no momento seguinte eu estava em cima do telhado da escola."
"Porra, pelo menos você foi para bem longe deles." Damien sorriu. "Você nunca obter Dudley volta usando magia?"
"Não conscientemente. Mas eu mandei uma jibóia para cima dele no jardim zoológico uma vez." Harry respondeu.
Damien estava sentado de boca aberta, olhando para Harry em descrença. "Você não." ele jorrou.
"Eu realmente não queria, eu nem percebi isso na época, mas eu estava conversando com a cobra e, em seguida,
Dudley veio e me empurrou ..."
"Espere, você disse que estava falando com a cobra?" Damien perguntou. "Você é um parselmouth?"
"Sim" respondeu Harry, sentindo o cheiro habitual de vergonha que veio a admitir isso.
"Veja, isso é outra coisa tanto ele quando você pode fazer." Damien continuou.
Harry não conseguiu detectar qualquer desgosto na voz de Damien e por isso ele ficou grato. Ele imaginou uma vez
que o Harry deste mundo era um parselmouth, Damien estava mais aceitando a habilidade rara.
"Eu tenho uma ideia!" Damien disse de repente, olhando para Harry com entusiasmo mal contido.
"Termine sua comida rapidamente e então eu vou te mostrar uma coisa!" Damien disse, atacando seus restos de
comida com vigor.
Harry voltou para o seu prato, querendo saber o que Damien ia fazer.
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"Eu não lhe mostrei esta parte da casa ainda." Damien disse que ele levou Harry para o fundo da Manor.
"O que você quer me mostrar?" Harry perguntou como eles continuaram a caminhar mais e mais longe da Mansão.
Eles chegaram aos campos de treinamento especiais que James tinha construído para Harry. Os dois meninos
estavam diante, de um galpão enorme. Harry apenas olhou para o local com uma expressão maravilhada. Damien
estava de pé ao lado dele, sorrindo amplamente.
"É campo de treinamento de Harry. O pai obteve especialmente construído para ele. Harry passou a maior parte do seu
tempo aqui." Damien disse. "E se ele ficar do jeito dele, ele me obriga a passar todo o meu tempo aqui também." Ele
brincou.
"Eu só percebi que ele não seria um bom professor. Ele parece ter um temperamento dificil." Harry disse, lembrando as
inúmeras lembranças que ele vira do seu homólogo perder a paciência.
"Eu não deixar isso me incomodar, seu temperamento quero dizer. E Harry não é tão ruim comigo em qualquer caso."
Damien deu de ombros.
"Seriamente?"
"Sim, que, juntamente com outras coisas." Damien respondeu. "Você quer ver?"
"Tudo bem, desde que eu não sou seu alvo." Harry brincou.
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"Bem, isso foi uma perda de tempo!" Sirius gemeu quando ele desabou na cadeira mais próxima na cozinha.
"Não, não era. Foi realmente muito perspicaz." Lily disse, preparando a chaleira para um chá muito necessária.
"Além disso, eu prefiro uma reunião lenta do que as tensas onde nós estamos no lado perdedor da guerra." Remus
comentou como ele empurrou Lily para tomar um banco e assumiu a chaleira.
"Concordo!" James disse, esfregando uma mão sobre o rosto. "Eu acho que Dumbledore está certo. Devemos estar
atentos a este novo 'Senhor das Trevas' antes que as coisas saem do controle."
Lily zombou.
"Qual? De acordo com os relatórios, há cerca de uma dúzia de assistentes todos competindo para conquistar o
mundo. Quero dizer, seriamente, é insano!" ela disse.
"E um desperdício de tempo!" Sirius insistiu. "Todos esses idiotas querem ser o próximo 'lorde Negro " não tem
mesmo uma onça de magia bruta de propor qualquer ameaça real. Eu acho que Dumbledore está ficando super-
protetor. " Ele terminou.
"Prevenção é melhor que a cura." Remus disse, colocando uma xícara de chá na frente de Sirius.
"Oh, hey mãe. Quando é que vocês voltar?" Damien perguntou, virando-se para encará-la.
"Como foi o encontro da Ordem?" Harry perguntou, chegando a sentar-se ao lado de James, interessado neste grupo
secreta fundada por Dumbledore.
"Foi bom apenas um repasse do que tem acontecido recentemente. Qualquer evento incomum, qualquer coisa que
poderia sugerir uma ameaça, esse tipo de coisa." Remus explicou.
Damien ficou imóvel, estava de costas para os adultos para que eles nunca notassem sua reação.
"Não realmente. Para a maior parte, tudo é muito normal." James respondeu.
Damien soltou um suspiro. Pelo menos ele tinha algo a dizer a seu irmão. Ele virou-se e caminhou até juntar Harry,
entregando-lhe o copo de suco de abóbora.
"Então, a Ordem da Fênix era um grupo formado contra Voldemort, certo?" Harry perguntou depois de momentos de
pausa.
O nome do Lorde das Trevas falecido ainda causou um arrepio para os adultos na mesa.
"Então por que ainda está em execução quando Voldemort se foi?" Harry perguntou. Ele tinha sido perguntando sobre
isso.
"Bem Harry, a coisa é, só porque um Lorde das Trevas está desaparecido não significa que a ameaça se foi também.
Infelizmente, há muitos outros que esperam para tomar o seu lugar." Remus explicou em seu tom calmo de costume.
"Voldemort não foi o primeiro Mago Negro e, infelizmente, ele não será o último. A Ordem está se concentrando agora
em identificar o que as outras ameaças estão presentes e removê-los antes que a situação fica fora de mão."
"Aww, Moony! Você está deprimido tudo agora!" Sirius disse, balançando Harry alegremente pelo ombro. "Não é toda a
desgraça e melancolia, Harry. Sim, existem idiotas lá fora, pensando que eles podem dominar o mundo, mas a verdade
é que eles não são talentosos o suficiente!"
"Certo", disse Damien, lentamente. "Então, até que alguém realmente poderoso vem junto, devemos estar bem."
"Ok, chega dessa conversa!" Lily disse, levantando-se e recolher os copos. "Eu não quero mais desta discussão." Ela
agarrou copo de Sirius, embora ainda estivesse meio cheio.
"Mas, eu estava ... ainda bebendo ... isso." Sirius murmurou enquanto Lily caminhou em direção a pia com os copos.
"Ok, vamos falar sobre o amanhã, então. Que horas você e os meninos vão vir para a minha casa?" Sirius perguntou
James alegremente.
"Eu realmente não sei", respondeu James. "Eu não sei que horas Lily vai ainda." Ele explicou.
Harry não tinha idéia que os dois amigos estavam conversando sobre isso ele se virou para Damien para
esclarecimentos.
"Todos os anos, depois do Natal, mamãe vai ao encontro de Tia Petúnia. Eu e papai passar esse tempo com o tio
Sirius." Ele explicou.
"Oh, você e meu pai não vão com a mãe?" Harry perguntou.
"Eu costumava ir com ela, mas desde que eu tinha doze anos, mãe parou de me levar." Damien respondeu.
"Eu perdi a ela para não me levar, uma vez que tudo que eu fazia era ficar sentar lá enquanto tia Petúnia e tio Válter
olhavam para mim como se eu fosse uma bomba prestes a explodir." Damien disse.
"E Dudley?" ele perguntou. Ele queria saber se a contrapartida de seu primo teria já tentou ferir Damien.
"Ele geralmente fica de fora o dia que ele sabe que está vindo. Não é a mais amigável de meninos." Damien
resmungou.
Sua atenção voltou para Sirius como ele pediu Lily que horas ela estava pensando em ir até lá para ver sua irmã.
"Lily, que horas você vai estar indo lá para ver Petúnia?"
Lily ainda estava na pia e não respondeu de imediato. Harry percebeu que ela ainda estava lavando os copos, mas
seus movimentos tinham abrandado.
"Lily? Que horas você vai ver Petúnia?" Sirius perguntou novamente.
Harry e Damien ambos notaram a maneira ombros de sua mãe parecia tenso. James evidentemente notou também.
"Festa! Tudo bem, todos os Potters na minha casa amanhã, então!" Sirius disse, alegremente alheio à tensão.
James se levantou de seu assento e foi até Lily. Suas mãos estendeu a mão e esfregou seu pescoço e ombros.
Lily se virou, seu rosto mostrando um sorriso forçado, mas seus olhos de esmeralda ardiam com raiva reprimida.
"Eu simplesmente não tenho tempo este ano. Eu estava indo para o trabalho no segundo semestre atribuições
amanhã e eu tenho lotes de poções para preparar-se para repor o estoque e não mencionar a quantidade de roupa
que eu tenho que ser feito ..."
"Lily" James interrompeu com uma voz suave, cortando-a. "Eu sei como você se sente, mas confia em mim, você não
lamentamos indo para vê-la mais tarde."
"Não, eu não quero nunca mais vê-la novamente. Não depois... não depois do que ela..." Lily tropeçou em suas
palavras, suas emoções não permitindo a ela para falar corretamente. "Eu nunca vou perdoá-la." ela sussurrou.
"Não foi ela," James consolou. "Não é a Petúnia deste mundo. Você está irritada com a Petunia do outro mundo. Ela é a
pessoa que você injustiçados, que nos ofenderam." James insistiu. "Ela é a pessoa que você está com raiva. Não
mantenha a daqui de fora. Ela não fez nada." James disse.
Lily olhou para James, seus olhos brilhando com lágrimas de raiva.
"Mas ela teria. Se isso tivesse acontecido neste mundo, ela teria tratado Harry como ... como ..." os olhos se viraram para
o menino quieto sentado à mesa, olhando desesperadamente para longe dela. Ela balançou a cabeça. "Isso não está
certo. Vamos conversar mais tarde." Ela sussurrou.
"Okay" James concordou, beijando o topo de sua cabeça antes de reunir sua esposa em seus braços.
Voltou-se para enfrentar os quatro pessoas muito desconfortáveis, olhando sem jeito para eles.
"Hum ... então," Sirius pescado em torno de um tópico para distrair a partir da atmosfera de tensão preenchido atual.
"Então ... o vírus Flesh Eating! Isso tem que chupar, hein?" ele disse, apontando para o resto.
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Remus e Sirius acabaram ficando até o jantar, o que significava que Harry e Damien poderia passar tempo com seus
padrinhos. Eles queriam sair e ter um bom jogo de Quadribol, mas Lily proibi-los de ir para fora quando ele estava tão
frio. Assim, os quatro acabaram jogando xadrez bruxo; com Harry e Remus contra Damien e Sirius. Foi um jogo inútil
como os "pares" não podia concordar com o que os peões deveriam fazer. Damien iria gritava com a peça de xadrez
para ir em uma direção enquanto Sirius disse para ir em outra. As peças confusas e iradas acabaram esperando fora do
tabuleiro em protesto e teve de ser recolhido pelos quatro assistentes.
Harry estava tendo um tempo maravilhoso. Ele não discordou com Remus no começo, mas então pegou que o jogo era
mais divertido com batalha de brincalhão e menos interligadas. Logo ele estava gritando coisas aos seus jogadores
apenas para contradizer Remus. Ele empurrou de brincadeira Remus longe como o assistente tentou cobrir a boca de
modo que o peão faria o que ele disse.
"Ah, cara! Como poderíamos perder de novo?" Sirius disse enquanto o terceiro jogo chegou a um final sensacional.
"Pfft! Por favor, você tanto pode não concordar com um único movimento!" Damien disse.
"Ei, alguém sabe onde mãe e meu pai estão?" Harry perguntou como ele olhou ao redor da sala de estar.
"Talvez eles tenham ido para a cozinha, para terminar sua discussão." Damien oferecido.
Harry sentiu seu rosto queimar novamente. Ele não gostava que sua mãe estivesse decidindo não ir e ver sua irmã por
causa dele. Foi por causa do que ele havia dito a sua mãe de sua infância e de como a sua tia o havia tratado, que fez Lily
não quer ver Petunia novamente.
"Eu acho que o direito de mãe. Ela não deveria ir." Damien dublado, pegando as peças de xadrez e colocá-los de volta
em sua caixa.
"É para a sua mãe decidir, Damy." Remus disse, sem olhar para ele.
"Ela deve ir." Harry murmurou baixinho. "É bobagem para segurar isso contra ela." ele disse um pouco mais alto. "Quero
dizer, é como pai disse, não foi esta Petúnia que fez algo errado. E eu acho que as coisas de sopro da mamãe fora de
proporção. Tia Petúnia não fez nada tão ruim assim." Ele divagava.
"Harry," Remus o parou e olhou-o nos olhos. "Sua tia o manteve em um armário sob as escadas. Isso por si só é
suficiente para justificar a raiva de seus pais."
"Ok, então ela poderia ter sido um pouco melhor." Harry admitiu.
"Hum.. muito mais, Harry. Ela deveria ter sido muito mais agradável." Sirius rosnou.
"É ok, mas que tudo aconteceu no meu mundo. Tia Petúnia fez tudo o que ela fez no meu mundo. A tia Petúnia aqui
poderia ser muito diferente. Eu ainda acho que mãe não deve cair com ela sobre o que aconteceu em outro mundo. É
não é justo sobre tia Petúnia. " Harry disse.
Damien estava olhando para Harry. Hoje cedo ele estava à procura de coisas que fizeram semelhantes, tanto de Harry,
mas agora ele não podia ver nada sobre ele, mesmo vagamente se assemelhava a seu irmão. Este Harry era tão...
perdão. Damien sabia que seu irmão nunca poderia possuir esse dom e estranhamente o pensamento entristeceu por
razões desconhecidas.
"Estou surpreso que James está tentando falar Lily para isso." Sirius disse. "Eu pensei que ele ficaria extasiado que Lily
decidiu desistir dela."
"Lily iria se arrepender de sua decisão", disse Remus calmamente. "Uma vez que ela se acalmou, um ou dois anos a
partir de agora, ela ficaria chateado em perder sua única irmã. James sabe disso e não quer que Lily sofra. Apesar de
sua relação, Lily se preocupa com sua irmã. Eu acho que é por isso que ela está tão chateada ao saber que sua irmã
fez, mesmo que fosse em outro universo. "
Nesse momento a porta se abriu e uma Lily de olhos vermelhos entrou, de mãos dadas com um olhar cansado
James. Eles se animaram com a visão dos quatro.
"Esse é o meu garoto!" James disse batendo palmas nas costas de Harry carinhosamente.
"Por quê? O que você ouviu?" Lily brincou quando ela passou por James, dando-lhe um sorriso malicioso.
"Eca, mamãe! Você não é suposto a dizer isso!" ele disse em uma voz estridente.
Lily apenas riu quando ela se sentou em sua cadeira favorita e apontou a varinha para a lareira, fazendo as chamas
desaparecendo saltar de uma só vez e cintilar intensamente.
"Ela estava apenas com raiva. Ela se acalmou agora." James disse suavemente. "Eu estou indo para ir com ela
amanhã, você sabe, apenas no caso de ela ... faz alguma coisa."
"Boa idéia. Você sabe Lily, se ela fica com raiva, ela só poderia explodir em cima."
Harry tossiu na escolha de palavras, mas não disse nada. Levantou-se para se juntar a sua mãe ao lado do fogo, para lhe
fazer companhia.
Damien ainda estava a tentar recolher todas as peças do seu jogo de xadrez. Ele estava faltando dois pedaços. Ele
olhou debaixo da mesa e as cadeiras ao redor, tentando encontrar as duas peças brancas.
"Quando Dumbledore está vindo para falar com Harry?" Remus perguntou em voz baixa.
"Eu já tive o suficiente de Dumbledore para hoje." Sirius disse com um suspiro exagerado. "Eu não quero mais notícias
deprimentes."
"Você quer dizer sobre o que aconteceu com Ferguson?" James quase sussurrou.
Damien foi mal ouvindo a conversa acontecendo ao seu redor. Ele estava muito ocupado tentando localizar suas
desaparecidas peças de xadrez. Ele estava debaixo da mesa, olhando para eles.
"Eu ainda não posso acreditar que ele está morto." Sirius disse.
Damien fez uma pausa em suas ações, seus ouvidos atentos para pegar a conversa.
"Quando Dumbledore anunciou que esta reunião, eu quase não acreditei nele." Sirius continuou.
"Não há motivo para sua morte. Além do fato de que ele era um auror e um membro da Ordem, não há nada a sugerir
por que ele foi assassinado." Remo adicionado.
O estômago de Damien capotou. Assassinado? Nenhum motivo? Esse foi certamente uma ocorrência estranha. Um
evento que não fazia sentido. Ele sentiu sua pele formigar como a pergunta de Harry tocou em sua cabeça.
"Como vocês não ouvir sobre isso no trabalho? Quero dizer que tem sido quase um mês desde a sua morte."
Perguntou James.
"Nós nunca ouvi nada sobre ele. Você sabe que ele não estava no mesmo posto de nós. Nós apenas nunca percebemos
que ele estava faltando. A última vez que ouviu seu nome ser mencionado foi no momento Narcisa foi atacado. Eu ouvi de
Thomas que Ferguson estava no local quando eles chegaram, ele deixou dizendo que ia denunciar em no Ministério mas
aparentemente ele nunca fez isso lá ". Sirius disse.
Damien mal conseguia respirar agora. Ele sabia imediatamente que algo estava muito errado com isso.
"Não faz sentido", disse James, pensativo. "Dumbledore disse Ferguson foi encontrado em sua casa, poucos dias depois
de sua morte. Sua ranking oficial foi procurá-lo quando ele não apareceu para o trabalho. Sua família tomou seu corpo e
deu-lhe um enterro privado, provavelmente por isso que você nunca caras ouvi nada sobre isso. " James oferecido. "Mas
se ele estava na Mansão Malfoy no dia do ataque e que ele deixou para ir para o check-in no Ministério, por que ele não
chegar lá? Por que ele vá para casa e, consequentemente, por que ele foi assassinado? Isso só não faz qualquer sentido.
"
Damien quase pulou quando sentiu algo escova contra a sua mão. Ele olhou para baixo e encontrou suas peças de
xadrez em falta cutucando sua mão, tentando apanhados por ele. Eles o haviam encontrado e tinha pulou de volta para
ele. Ele rapidamente pegou-os e continuou escondido debaixo da mesa, ouvindo a conversa restante.
"A investigação não teve qualquer avanço ainda." Remus disse baixinho. "Eu só espero que o assassino esteja preso
em breve."
Depois disso, a conversa mudou para outro tópico, o que levou Damien a esgueirar-se silenciosamente debaixo da
mesa.
"Damien?" James olhou para o aparecimento súbito de seu filho mais novo de debaixo da mesa. "O que você estava
fazendo lá embaixo?"
"Faltava pegar esses." Ele respondeu. Ele rapidamente mudou-se para a sua caixa de madeira e colocou as peças
dentro, tirando a tampa fechada. Ele teve que tirar o telefone de seu pai e chamar Harry. Ele tinha que dizer a ele sobre a
morte do auror Ferguson e sobre o ataque contra os Malfoys. Ele tinha certeza de que Harry iria ficar chateado por ter
sido informado do ataque quase um mês após o incidente, mas já era tarde demais para se preocupar com isso. "Pai?"
Damien chamada para chamar sua atenção. "Eu estava me perguntando se eu poderia chamar de Harry. Apenas uma
chamada rápida."
James tirou o telefone do bolso sem uma palavra e estendeu-a para ele tomar. Mas antes que Damien pudesse, Sirius
pegou o telefone oferecido.
"Você se importa de cachorro? Eu não tenho falado com ele em tudo." Sirius disse, fazendo beicinho de brincadeira
com seus melhores olhos do cão de filhote de cachorro.
Damien hesitou antes de responder. Ele realmente precisava falar com Harry.
"Claro, sim." Ele acabou dizendo. Ele nunca poderia dizer não a Sirius.
Sirius sorriu quando ele se virou para o telefone. Remus veio e sentou-se ao lado de Sirius, então ele para poder
conversar com Harry. Damien apontou o botão direito e Sirius ansiosamente empurrou-o, trazendo o telefone próximo ao
ouvido. Ele piscou para Damien, enquanto esperava pela resposta. Um sorriso inane quebrou em seu rosto bonito como
o telefone clicado e foi atendida.
"Oi, adivinha quem?" Sirius disse que seu sorriso aumentando. Ele esperou por uma resposta e, em seguida, riu.
"Você não sabe? Vamos lá, você não pode ter esquecido o seu padrinho tão cedo?" Seu sorriso desapareceu de
repente, suas sobrancelhas malha em irritação. "O quê ?! Não, não é rude Lucius Sangrento Malfoy!" ele gritou.
Remus e James riram bastante com a visão de seu amigo. Mesmo Damien encontrou um puxão sorriso relutante em
seus lábios ao vê-lo olhando descontente.
Damien podia ouvir o som fraco de Harry rindo do telefone. Ele se afastou e juntou-se a sua mãe e o outro Harry, não
querendo me debruçar sobre como ele estava indo para mudar o humor de Harry quando ele falou com ele.
Sirius e Remus passaram uns bons 40 minutos ou assim que fala com Harry. Eles queriam saber tudo o que tinha sido
até maior e que as diferenças existiam entre os dois mundos. Damien esperou ansiosamente, crescendo cada vez mais
impaciente. Ele queria falar com Harry. Finalmente, ouviu Sirius terminando a conversa.
"Tudo bem, tudo bem então. Eu farei. Você apenas manter fora de problemas, bem, tanto quanto você puder. Ok, eu vou
falar com você em breve." Sirius estava dizendo, um sorriso satisfeito no rosto.
"Sim, está bem, está bem, Harry." Sirius disse, olhando para Damien e acenando para ele. Ele puxou o telefone longe de
sua orelha, mas em vez de passá-la para Damien ele desligou o telefone.
"O quê! Tio Sirius! Eu queria falar com Harry!" Damien chorou.
"Ele não estava ocupado conversando com vocês para 40 minutos!" Damien acusado.
"Ele disse que tinha que ir. Alguém estava olhando para ele." Sirius disse. "Desculpe, filhote. Ele não tem tempo para
conversar por mais tempo."
Damien cruzou os braços e olhou para seu tio. Agora ele teria de deslocar o telefone longe e chamar Harry mais tarde
ou possivelmente até mesmo deixá-lo até amanhã de manhã. Ele voltou a sentar-se com sua mãe. Sua mente foi
invadida por pensamentos do que Harry iria dizer quando ele disse-lhe do ataque Malfoy.
"Espero que ele esteja de bom humor." Ele pensou consigo mesmo, sem olhar para frente para esconder o telefone e
ligar para ele.
Canon Mundo
Harry se concentrou em adicionar os toques finais a sua poção, ignorando olha no escuro o Professor manteve jogando
o seu caminho. Tinha sido assim desde que ele entrou na sala de aula de Poções. Ron e Hermione estavam
sussurrando-lhe toda a classe.
Harry manteve dando de ombros para os sussurros, não sabendo o que poderia sugerir. Ele sentiu a facada fria de
pavor enchê-lo. Snape estava lá na noite passada? Ele foi um dos Comensais da Morte mascarados que o cercavam na
Mansão de Voldemort? Será que ele viu e ouvir a saudação fria de Voldemort? Ele ouviu Voldemort chamá-lo de "filho"?
Harry deu a si mesmo uma agitação mental. Ele se concentrou em sua poção, uma poção de cura bastante complicado,
que foi fabricado especificamente para hemorragia interna. Ele acrescentou as folhas de louro em pó e viu como sua
poção brilhou um verde brilhante antes de virar um azul Clearwater. Encheu-se um frasco e fechou, pronto para entregar
ao professor.
Sr. Potter, ficar para trás, por favor. Eu exijo uma palavra."
Harry deu a Hermione e Rony seu olhar de costume, transmitindo seu aborrecimento. Ron e Hermione estavam
parecendo mais preocupado do que o habitual como eles atiraram olhares desconfiados para Snape e súplica olha
para Harry.
Hermione murmurou as palavras 'se comportam com ele!' antes de ser conduzido para fora da porta por Ron. A porta se
fechou e Snape virou-se para olhar para Harry, seus olhos escuros prendendo Harry para o local.
"Sr. Potter, você tem alguma idéia de por que eu lhe pedi para ficar para trás?" ele falou em seu tom de voz sedosa de
costume, mas os seus olhos estavam fixos em Harry, duro e implacável.
"Não, e se tal fosse o caso, a sua presença seria a menos desejado". Snape respondeu. "Eu pedir a você para ficar
para discutir o seu trabalho de classe." continuou ele.
"Não, eu mantive-o aqui para que você poder me explicar como é que você pode fazer poções sem instruções?"
Perguntou Snape. "Eu estive observando você. Eu vi você dar uma olhada na placa e sem copiar qualquer coisa para
baixo ou para trabalhar a partir de seu livro, você facilmente preparar um lote perfeito. Não é estranho?" ele perguntou
em seu tom habitual.
"Eu desenvolvi recentemente memória fotográfica. Isso ajuda muito!" ele adicionou.
"Típico Potter. Não é possível responder a uma pergunta sem mentir." Ele caminhou até sua mesa e puxou a gaveta
aberta. Ele ergueu um frasco contendo um líquido claro, até Harry. "Você quer dar um palpite sobre o que é isso?" ele
perguntou.
Harry não tem que adivinhar. Ele sabia o que era. Ele teve que detinha até seu rosto algumas vezes em sua vida.
"Vertiserum." Harry respondeu.
"Muito bem, Sr. Potter. Agora, você sabe o que três gotas desta poção vai fazer com você?"
Harry podia sentir o sangue subir com raiva por ter sido ameaçada. Ele manteve o contato visual com Snape, mas
usado cada último fio de energia que ele teve que se impedir de amarração fora para ele.
"Você só tem uma chance, me diga o que está acontecendo com você Como é que você conseguiu amadurecer cada
atribuição poção perfeitamente Se você sentir a necessidade de mentir novamente você pode encontrar três gotas de
Vertiserum em seu suco de abóbora manhã e? em seguida, você vai estar dizendo a maioria dos Hogwarts toda a
verdade sobre si mesmo ".
Harry olhou para Snape, mantendo os olhos trancados com seu professor. Depois de um minuto de silêncio, ele
descruzou os braços e deu um único passo em frente.
"Por que você não acabou de sair e perguntar-me o que você realmente quer saber?" Harry desafiou.
"Sério? Veja, eu acho que você está dando voltas em torno da questão real. Vá em frente, Professor, me pergunte a
questão real. Você pode ser surpreendido, posso apenas responder-lhe." Harry oferecido.
Harry sorriu.
"Não, mas a sua pergunta apenas respondeu a maioria dos minhas." Harry disse. "Você perguntar sobre a noite passada
diz-me algumas coisas. Em primeiro lugar, confirma o fato de que você está na verdade um Comensal da Morte. É claro
que você não está tão ativo quanto seus companheiros Comensais da Morte, caso contrário, você não estaria aqui,
perguntando- me sobre a noite passada, mas a correr para o seu verdadeiro 'Mestre' e mostrando sua memória de ontem
à noite para Dumbledore ". Harry riu ao ver a expressão de surpresa que cruzou o rosto do mestre Porção. "Sim, eu sei
que você é um espião, não fique tão chocado!" Harry fixou em Snape um sorriso. "Então, você é um Comensal da Morte
círculo interior, mas você não foi convidado ontem à noite, portanto, você tentando, e falhando miseravelmente, a
propósito, de me assustar a confessar."
"Como você fez isso?" Snape perguntou em voz baixa. "Como é que você chegou a Mansão do Lorde das Trevas?"
"Professor," Harry disse com um suspiro exagerado. "Pense sobre isso. Como eu, um mero garoto de 15 anos,
estudante de Hogwarts, conhece e vai para onde o diabos de Voldemort está? Não faz qualquer sentido."
"Eu sei que você estava lá e você falou com ele!" Snape respondeu friamente.
"Prove." Harry desafiou. "Você não tem nada contra mim. É a minha palavra contra a sua."
Harry sorriu e se afastou, pegando sua bolsa enquanto se dirigia para a porta. Antes de abri-lo, ele se virou para
encarar Snape.
Ele fixou Snape com um olhar frio, mas não disse nada em voz alta. No momento seguinte, Snape sentiu a manga
esquerda de suas vestes desaparecendo. Ele olhou para baixo para encontrar o seu braço esquerdo desencapado do
ombro direito até a ponta dos dedos. A manga tinha simplesmente desaparecido. Ele olhou para cima em choque com
Harry.
"Dois podem jogar este jogo, Professor. Se o seu Vertiserum for encontrado em qualquer lugar perto da minha comida ou
bebida, você pode achar que a próxima vez que você está ensinando uma classe, o braço esquerdo pode ser
repentinamente expostos. Seus alunos possam ver que pouco da sua Marca Negra em seu antebraço. Eu me pergunto
como eles tomariam isso. "
Snape não podia falar. Seu choque tinha tornado sua fala. Ele só olhou para Harry.
Harry deu ao homem um breve aceno de cabeça, os olhos ainda fumegando de raiva. Ele abriu a porta e saiu, sem
olhar para trás em seu professor atordoado.
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"Harry," Hermione começou no momento em que entrou. "O que aconteceu? O que ele disse para você? Você se
comportou com ele, certo? Como se eu pedisse?" ela perguntou, preocupada.
"Oh, isso é o que você estava tentando dizer", disse Harry, batendo uma mão à cabeça em zombaria. "Eu pensei que
você estava dizendo" decapitá-lo! " você tiver sorte eu não ouvi-lo. "
Ron caiu na gargalhada enquanto Hermione parecia enfurecido com o par deles.
"Honestamente, você pensaria que o tanto de você tinha cinco anos!" ela advertiu.
"O que o seboso quer desta vez?" Ron perguntou quando Harry começou a ajudá-los a limpar o quarto de seus
grandes almofadas em preparação para a lição DA.
"Por que ele estava lhe dando olhares estranhos hoje? Quero dizer ... seus olhares eram mais escuros do que o
habitual." Perguntou Hermione.
Harry levou um momento para responder. Ele não tinha dito a Ron ou Hermione sobre onde ele tinha ido à noite
passada. Harry sabia que não devia contar a ninguém sobre o encontro de Voldemort. Pensou em como explicar o
aumento dúvidas de Snape sobre ele.
"Ele nunca acreditou na história erro poção e quanto mais ele me empurra mais ele aprende que eu não sou do jeito
que eu tenho que ser." Harry disse.
"E se ele diz Professor Dumbledore?" Perguntou Ron. "Quero dizer, de suas suspeitas."
A mente de Harry estava preocupado com o que Ron havia pedido. Ele estava certo de Snape não iria para Dumbledore,
ainda. Ele iria tentar conseguir alguma coisa em Harry primeiro, antes de ir para o Diretor. Harry considerou o que ele faria
se seu segredo foi revelado a Dumbledore. O pensamento trouxe um formigamento estranho para sua coluna. Ele
realmente não queria o diretor para descobrir. Ele só podia imaginar como o homem iria tentar usar essa informação para
seu próprio ganho.
Harry sabia que se isso acontecesse, ele teve uma saída. Ele iria cumprir sua parte do acordo e chegar a bússola de
Voldemort e voltar para casa, antes de Dumbledore poderia explorá-lo.
"Harry?"
"Sim?"
"Ok, hoje nós estamos indo fazer algo um pouco diferente." ele anunciou.
"Ou Magia sem varinha?" Lee pediu com antecipação mal disfarçada.
Todos se calaram ao mesmo tempo. Hermione e Ron estavam entre os outros, olhando incrédulo para Harry, que por
sua vez olhou para eles com calma absoluta.
"Se você quer aprender a se defender contra as Artes das Trevas, você tem que entender, em primeiro lugar as Artes
das Trevas." Harry explicou.
"Mas isso não é permitido!" Lavender falou com uma voz trêmula. "Aprender as Artes das Trevas é proibido. Nós vamos
ser expulsos, ou jogado em Azkaban!" ela chiou.
O resto concordou com ela, olhando com medo e pronto para fugir para fora da sala.
"Você não vai aprender a lançar os feitiços. Eu só estou indo para introduzir as Artes das Trevas para você, explicar um
pouco sobre eles e deixá-lo ler sobre eles antes de mostrar-lhe como se defender contra eles." Harry explicou.
Isso acalmou mais baixo, mas eles ainda estavam contra a idéia.
"Harry," Hermione falou. "Onde estamos indo para obter o material para ler sobre as Artes das Trevas? Não Hogwarts
não detenham esses livros."
"Não se preocupe com isso. Eu vou te encontrar alguma coisa." Harry assegurou.
Hermione parecia que ela não tinha certeza se deveria estar contente de ter material novo apresentado a ela ou para
ser grato que nenhum desses livros estavam disponíveis ainda.
"Olha gente, eu sei que você não está feliz com isso, mas isso é apenas difícil." Alguns bufaram ao ouvir as palavras de
Harry e os outros tinham carrancas profundas. "Você não pode se preparar contra o desconhecido. Aprender um punhado
de magias não vai ajudá-lo a se defender com sucesso. O que vai salvá-lo de um feitiço não vai funcionar com o outro.
Você tem que aprender o que vai defendê-lo do que soletrar. "
"Mas você disse que se aprendermos o escudo de corpo inteiro, podemos nos proteger da maioria das maldições."
Michael falou.
"Então, realmente, nós não precisamos aprender sobre as Artes das Trevas, o escudo de corpo inteiro vai nos proteger de
mais". Padma disse ganhar alguns acenos de concordância.
"O que você sabe sobre os Imperdoáveis?" Harry perguntou em voz baixa.
Silêncio encontraram suas palavras. Os estudantes olhavam entre um ao outro, apontando para o outro a responder.
"Bem, nós sabemos que não há defesa para eles." Angelina falou.
"E ganha uma vida em Azkaban se você converter qualquer um deles." Dean adicionado.
Harry esperou até que os estudantes tinham terminado. Ele deu um passo em direção a eles, de um olhar duro em
seu rosto.
"Você não sabe nada sobre as Imperdoáveis". Harry afirmou à classe atordoado. "Quantos de vocês já sentiu a
maldição Cruciatus? Quantos de vocês pode dizer que viu a maldição da morte sendo usado em outro em sua
presença? Como muitos de vocês pode explicar o que os Imperdoáveis são realmente?"
Ninguém falou. Todos eles ficaram em silêncio, olhando para Harry e seu olhar impiedoso como ele varreu-os. Perto do
meio, Ron e Hermione sentiu seu coração pular dolorosamente. Eles entenderam as palavras de Harry e o significado
mais profundo por trás deles.
"Somente aqueles que experimentaram em primeira mão o que as Imperdoáveis pode fazer estão autorizados a fazer
comentários sobre eles." Harry continuou. "E, no entanto assustando as Imperdoáveis são, há outras maldições,
maldições mais escuras que vão fazer você implorarem por Cruciatus. Maldições que vão fazer você ansiarem para o
Avada Kedavra".
Sussurros correu para baixo algumas partes traseiras e todos os alunos tinham seus olhares arregalados preso em
Harry. "Você está certo sobre uma coisa, não há defesa contra o Imperdoáveis Mas existem defesas contra o resto
deles.".
Ponto de Harry estava agora claro como cristal. A classe olhou entre si e acenou com a cabeça para o outro,
percebendo que tinha necessidade de aprender sobre o que estas Artes das Trevas eram, se eles estavam a tentar
defender-se contra eles.
"Bom, agora vamos lá, nós perdemos muito tempo como ele é." Harry disse, sentindo a estranha sensação de seu
coração pulando alegremente enquanto o aluno se levantou de uma vez e olhou ansioso para começar.
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Incomodado os olhos azuis olhou para o local, antes deles, não incidindo sobre nada em particular. Dedos finos foram
interligados e debaixo do queixo, mente ocupada tentando descobrir uma explicação.
"Dumbledore?"
A voz solicitado o Diretor de desviar seu olhar e focar o homem sentado à sua frente. Ele afastou-se as mãos e sentou-se
um pouco.
Dumbledore respirou um suspiro profundo, tentando o seu melhor para descobrir o que tudo isso poderia significar.
"Lúcio não poderia está mentindo?" Ele perguntou ao seu mestre de Poções novamente.
"Não, ele não é o tipo de fofoca. Ele se gaba, certamente, mas sobre si mesmo. Ele não ousaria fazer qualquer coisa a
respeito do Lorde das Trevas." Snape respondeu.
Dumbledore se levantou de sua mesa, suas mãos indo atrás dele enquanto ele caminhou lentamente em torno de seu
escritório. Snape ficou onde estava, mas ele se virou em seu assento, mantendo os olhos no diretor.
Dumbledore baixou a cabeça, seus ombros caíram como se um peso invisível tinha caído sobre eles.
"Filho?" Dumbledore repetiu quase em voz baixa. "Voldemort o chamou de" filho "?" perguntou.
"Diretor, isto já foi longe o suficiente. Eu disse que algo não estava certo sobre Potter o primeiro dia que eu o vi sentado
na minha classe no início do semestre. Tudo sobre ele é diferente. Eu admito Potter sempre foi auto envolvidos e rude,
"carranca de Snape se aprofundou. "Mas agora ele é insuportável! Sua atitude em sala de aula, o seu comportamento
comigo e com outros membros da equipe é repugnante!" seus olhos escuros estavam fixos nas costas de Dumbledore
como ele disse que os próximos poucas palavras. "Eu suspeito que ele não seja o Potter. Ele parece diferente, ele tem
agido diferente, não temos nada para sugerir que ele é de fato Potter!"
"Ele é Harry", disse Dumbledore calmamente. Ele virou-se para encarar Snape. "Eu tenho sentido sua aura. Muitas
vezes no Grande Salão, eu estendi a mão e tocou-lhe a aura mágica, especialmente quando ele está envolvido em
conversações com seus amigos. Não há nenhum erro, ele é Harry Potter."
"Então como você explica isso!" ele disse, apontando para o braço esquerdo, que ainda estava sem mangas. "Ele
realizou este pequeno truque não-verbal e sem varinha! Como você explica isso, Diretor?"
Snape pareceu se acalmar para isso. Ele reajustou sua capa para cobrir o braço e olhou para Dumbledore.
"Ele tinha ido ver o Lorde das Trevas. O fato de que Potter sair da Mansão, quase uma hora depois sem um arranhão
nele só pode significar uma coisa." ele respirou fundo quando ele não podia acreditar que as palavras que estavam
prestes a sair de sua boca. "Potter formou uma aliança com o Lorde das Trevas."
Dumbledore segurou o olhar de Snape por longos minutos. Finalmente, ele desviou o olhar e balançou a cabeça.
"Eu não acredito que, Severus. Harry preferia morrer a se juntar a Voldemort."
"Albus!" Snape disse desesperadamente, levantando-se de seu assento. "Você não consegue ver os sinais Olhe para
Potter;? Ele se parecer com o menino que deixou Hogwarts apenas seis meses atrás?"
Dumbledore não tinha uma resposta para isso. Ele caminhou lentamente mais perto de Snape.
Você sabe o que Harry ver, quando ele está diante do espelho do Erised?" ele perguntou.
Snape olhou para baixo, os seus cabelos gordurosos caindo sobre seu rosto. Ele passou a mão sobre o rosto antes de
olhar para cima.
Dumbledore assentiu com a cabeça antes de caminhar de volta para sua cadeira e sentar-se.
"Eu tenho uma ideia de como podemos obter algumas respostas. Mas vou exigir a sua ajuda." Ele disse.
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O telefone de Harry tocou quase duas horas depois de ter acabado de falar com Sirius e Remus. Sonolento Harry
puxou o telefone debaixo de seu travesseiro e piscou para ela. Uma parte dele queria desligar o telefone e voltar a
dormir, ele estava tão cansado. Com um bocejo, Harry clicou no botão e respondeu ao seu telefone.
"O que está acontecendo?" Harry perguntou, com os olhos ainda fechados.
"Hum, nada. Eu ... Eu só queria ver como você estava. Você deve voltar a dormir. Eu te ligo mais tarde." Damien disse.
"Está tudo bem para falar? Quero dizer, você não vai acordar Ron e os outros em seu quarto do dormitório?" Damien
perguntou.
"Está tudo bem. Eu tenho 'silencio' sobre a minha cama." Harry respondeu.
"acabou se tornando um hábito." Harry assegurou-lhe. "Então, por que você chamou? Está tudo bem?"
Damien não respondeu de imediato, fazendo Harry abrir os olhos, o sono de fuga deles. "Damy?" ele
expressou.
"Ok, eu tenho que lhe dizer algo, mas, por favor, não fique puto, tudo bem." Damien começou.
"Com isso no início nunca pode terminar em uma boa notícia." Ele comentou.
"Não é uma boa notícia. Na verdade, é uma notícia muito ruim." Damien disse.
"O que é? O que há de errado?" Harry perguntou, sentindo seu coração acelerar de pavor.
"Você sabe como você me pediu para pensar para trás e lembre-se, se nada de estranho tinha acontecido nas últimas
semanas?" Damien começou.
"Bem, eu deveria ter dito isso, então, mas no momento ele só saiu da minha cabeça. Além disso, Draco tinha me pediu
para não dizer nada para você." Veio a voz nervosa de Damien.
"Sim, na verdade ele ainda não quer que você saiba, mas eu vou dizer a você de qualquer maneira."
"Damien, só ... só me dizer o que aconteceu?" Harry perguntou, seu sono completamente expulsos dele.
"Você se lembra que auror que veio para o clube de duelo, Auror Ferguson?" Damien perguntou. "Sim, ele
"O dia em que morreu, ele meio que desapareceu depois de estar na cena do crime. Aparentemente, a última vez que
alguém viu auror Ferguson, ele estava em seu caminho para o Ministério de informar sobre um ataque, mas ele nunca fez
isso para o Ministério. "
"O ataque que estava investigando," Damien disse cuidadosamente, "foi na Mansão Malfoy."
"Ele está bem. Ele não estava em casa quando..." Damien hesitou aqui. "Harry, por favor, não surtar, ok?" Quando Harry
não respondeu Damien relutantemente continuou. "O ataque foi em Lucius e Narcissa Malfoy. Eles estão no hospital e
estão em coma. Os curandeiros estão cuidando deles e estão tentando o seu melhor. Eles vão ficar bem, Harry."
Harry achou quase impossível falar. Ele estava segurando o telefone firmemente na mão, ouvindo todas as garantias de
seu irmão mais novo estava lhe dando. Ele finalmente conseguiu agarrar fora do choque e falou.
"Não, eu ... eu não sei." Damien respondeu. "Nós estávamos em Hogwarts, era um sábado. Lembro-me que, porque o pai
veio para levar eu e Harry para jogar um jogo de Quadribol. Mas não podíamos porque Harry tinha desmoronado naquele
dia ..."
"Sim, foi estranho. Harry estava bem e então, de repente, sua cicatriz queimou e ele caiu. O pai levou ele às pressas
para Madame Pomfrey e ..." Damien parou em silêncio por um momento antes de ele soltou um barulho de surpresa.
"Oh! Eu me lembro, Harry, que foi o pai dia descobriu sobre a troca! Ele estava na ala hospitalar com Harry e, em
seguida, Tio Remus veio e nos disse sobre o ataque a Mansão Malfoy. Papai deixou com ele o tio Sirius para falar com
Draco. Ele tinha sido o único a encontrar seus pais. Quando o pai voltou, ele tinha ido para a ala hospitalar, mas Harry já
tinha acordado e tinha deixado com a mãe. Madame Pomfrey disse o pai que ela havia feito um exame de sangue em
Harry e não encontraram nenhum vestígio do vício e foi assim que o pai descobriu que ele não era você. "
"Você sabe se sua cicatriz feriu qualquer outro momento?" Harry perguntou, sentindo nó frio medo em seus interiores.
"Sim, uma vez que, tanto quanto eu sei, mas naquele momento ele não entrou em colapso. Sua cicatriz tinha
incendiado e ele agarrou a testa, mas acabou em questão de segundos e ele estava bem. Esta foi a única vez ele
desmaiou de dor. Harry me disse que nunca entrou em colapso antes ". Depois de um momento de pausa,
acrescentou: "Ele disse que a única vez que a dor que tinha sido grave foi quando ele foi detido no cemitério e
Voldemort tinha ressurgido. Sua cicatriz tinha ferido com esse tipo de intensidade, então."
"Damien, pense com cuidado, tem a cicatriz de Harry nunca ferido depois daquele dia?"
"Não, eu não penso assim." Damien disse.
"Ela não queimou na minha frente. Eu vou perguntar a ele e deixá-lo saber." Damien devolvido.
Harry passou a mão pelo cabelo, raiva rodando dentro dele. Agora sabia exatamente o que tinha acontecido; como
Voldemort sabia sobre ele, sobre seu passado. Fazia sentido agora. Ele sabia o que tinha acontecido porque ele tinha ido
para o mundo de Harry e tinha tomado Lucius e memórias de Narcisa. O fato de que o Harry nesse mundo tinha
desmoronado com a dor de sua cicatriz, confirmou que Voldemort tinha sido no mesmo mundo como ele. Isso eo que
Voldemort lhe tinha dito, tendo prazer em cada palavra. Palavras de Voldemort voltou para ele, 'Eu aprendi tudo sobre o
que aconteceu em seu mundo. "
"Filho da ...", ele mordeu a língua para se impedir de terminar seu sussurro. Ele fechou os olhos, engolindo de volta a
onda de raiva. Ele abriu os olhos e respirou fundo, para que ele pudesse falar. "Diga a Draco," ele começou. "Diga a ele
para informar os curandeiros que Lúcio e Narcisa tiveram suas mentes rasgada. O coma é provavelmente auto-induzido;..
É a única coisa que o corpo pode fazer para salvar a si mesmo" Harry teve que parar de como a raiva inundado de volta
para ele. "Os curandeiros pode ser capaz de ajudá-los se eles sabem o que aconteceu com eles."
"Eu vou dizer a Draco." Damien disse. "Mas, como você sabe disso?"
Harry nunca parou de confiar em Damien. Ele sabia que tudo o que aconteceu, Damien estaria sempre lá para ele. Mas
ele também sabia o quanto Damien temido Voldemort. Lembrou-se de como ele havia implorado para que Harry não ir a
qualquer lugar perto dele. Ele sabia que se ele disse Damien o que tinha acontecido ontem, ele iria se preocupar
interminavelmente. Então ele parou de contar Damien sobre seu encontro e consequente 'acordo' com Voldemort.
"Isso não é importante." Ele desconsiderou a pergunta. "Damy, eu quero que você entenda isso. A próxima vez que a
cicatriz de Harry dói a tal ponto que ele cai, eu quero que você diga ao pai."
"Diga o pai, porque eu acho, eu acho que quando a cicatriz de Harry dói com esse tipo de intensidade, isso significa
que, é possível que Voldemort esteja ai." Harry disse.
Damien ficou em silêncio, completamente silenciosa. Por um minuto Harry pensou que ele tinha desligado.
"Eu acho que ele tem coordenadas para o nosso mundo." Harry disse com preocupação. "Estou certo de que ele é o
único que atacou Lucius e Narcissa. É por isso que a cicatriz de Harry irrompeu tão ruim."
"Damien, ouvir, não importa, tudo bem. Como isso aconteceu não é importante. A principal coisa é que sabemos que
Voldemort pode entrar em nosso mundo. A cicatriz de Harry ferir será o seu aviso. Sempre que dói, obter a segurança !
Quando você começa a Hogwarts, ficar em Hogwarts! Diga Draco para ser vigilante, eu não acho que ele está em
nenhum risco, mas sempre que a cicatriz de Harry dói, notificar Draco e dizer-lhe para manter a segurança. Diga a todos,
Ginny, Ron, Hermione, Sirius, Remus, Tonks, todo mundo ter cuidado extra Diga a mãe eo pai para ficar dentro de
Hogwarts;. reforçar as alas, aumentar a segurança, o que for preciso, apenas ficar segura Ok "!?
A chamada terminou depois disso, mas Harry não voltou a dormir. Ficou acordado em sua cama, olhando para o teto,
chegar ao confronto com o que Voldemort tinha feito. Ele tinha machucado Lucius e Narcissa. Ele havia estuprado suas
mentes e arrancou suas memórias. Isso foi o suficiente para levá-los a travar-se afastado profundamente em suas mentes.
Ele esperava que os Curandeiros fossem capazes de trazê-los de volta. Ele não permitiu que sua mente para contemplar
o que aconteceria se os Curandeiros falhassem.
Ele fechou os olhos e concentrou toda sua energia para ficar calmo como ele pensava sobre todas as coisas que podem
dar errado. Ele nunca tinha contado com o fato de que Voldemort iria descobrir as ordenadas colegas para seu mundo e
se tornaria uma ameaça para sua família e amigos.
Seu estômago de repente apertou dolorosamente, Voldemort tinha visto as memórias. Ele sabia como Harry havia sido
criado, as mentiras, o engano, a formação, as atribuições, tudo havia sido revelado a ele. Harry tentou se lembrar de cada
momento que passara com Lucius. Ninguém nunca tinha ido com ele em suas atribuições, mas Lucius tinha
estado presente na maior parte cada instrução e de informação. Ele estava lá quando Harry treinado; ele tinha sido o
único a ensinar-lhe muitas vezes. Ele fechou os olhos com força quando ele pensava sobre Narcissa. Ele nem sequer
sabe o que ela viu, o que ela tinha feito por ele, mas agora Voldemort sabia que essas memórias.
Harry levantou-se e fora de sua cama. Ele não conseguia descansar. Ele se sentiu mal do estômago. O único pensamento
que manteve girando em sua mente era como ele poderia parar Voldemort; como ele poderia impedi-lo de alguma vez vai
voltar ao seu mundo, como ele poderia manter aqueles que ele gostava seguro?
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*Chapter 29*: Chapter 29
Capítulo vinte e nove - Supressas
AU Mundo
Ron teve grande interesse em seu entorno. Ele assistiu em silêncio enquanto a pessoa ao redor dele riu alto e brincou
com o outro. Ele balançou a cabeça e pegou sua bebida, tomando um longo gole.
"Eu só estava pensando, é estranho como nossos mundos são mantidos separados, mas agimos da mesma forma. Eu
não posso dizer a diferença entre este pub trouxa e Três Vassouras. Ele parece o mesmo..."
"As bebidas são melhor aqui." Ginny comentou, erguendo seu copo.
"Eu gosto da música trouxa." Damien disse, brincando fazendo beicinho no seu refrigerante.
Harry não deu o seu parecer. Ele não se importava que ele estivesse no mundo, trouxa ou mágico, enquanto ele estava
com aqueles que ele gostava, ele estava mais do que feliz.
"Estou feliz que vocês vieram." Hermione disse, olhando para o namorado e os amigos.
"Nós tivemos que vir. Ron estava em um humor tão podre, porque ele não tinha visto você desde a pausa de Natal. Eu
juro que ele era quase suicida." Ginny sorriu enquanto Ron olhou para ela enquanto Hermione corou.
"Nós estávamos indo para ficar entediado com Sirius, eu pensei que seria mais divertido." Ron murmurou.
"Bem, ele certamente parece estar se divertindo." Ginny disse, alertando os outros quatro para olhar sobre a mesa em
frente a eles.
Sirius estava sorrindo e flertando como um louco com uma mulher de cabelos loiros, que estava fazendo sua atração
simples e clara por rindo alto de suas piadas e se inclinando para sussurrar coisas em seu ouvido.
"Não agora, em qualquer caso." Damien respondeu como a mulher loira sentou-se mais perto de Sirius, seus ombros
esfregando juntos. "Você pode imaginar o que aconteceria se a mãe e o pai terminasse a reunião com tia Petúnia e
voltasse para Grimmauld Place e não nos encontrar?" Damien perguntou com um sorriso. "Mamãe, provavelmente, ia
surtar."
Harry poderia imaginar Lily rasgando a Sede, procurando por eles. Ele se perguntava como o encontro entre sua mãe e tia
estava indo. Ele esperava que sua mãe estivesse bem, ela parecia bastante trabalhado até quando ela saiu com James
esta tarde.
Ele foi silenciosamente grato a Sirius para convidar Ron e Ginny para vir e mantê-los companhia. Mas Ron tinha sido
miserável, porque ele não tinha visto Hermione por tanto tempo e seu humor era contagiante. Sirius decidiu animar Ron-
se e os levou a todos para a casa dos pais de Hermione, onde foi passar as férias. Ela foi quem sugeriu que visitou o pub
local para uma rodada de bebidas e é assim que eles acabaram aqui, e Sirius acabou conversando com a menina bonita
na mesa ao lado.
"Sim, eu estava pensando sobre a mãe e tia Petúnia. Espero que as coisas estejam bem." Harry respondeu.
Harry não disse nada mas esperou silenciosamente que as coisas funcionaram entre sua mãe e sua irmã.
"Eu vou pegar mais uma rodada?" Harry perguntou quando ele se levantou.
"Alex?"
Harry levou um momento ou dois para reagir ao nome. Ele tinha visto o suficiente de memórias de sua contrapartida para
saber que 'Alex' era apelido de seu colega. Ele se virou para a direção do som e viu uma mulher de cabelo escuro
correndo em direção a ele com um sorriso brilhante no rosto. Os outros observavam com crescente interesse como a
morena atraente chegou ao lado de Harry.
"Oh meu Deus, Alex, é você! Como você está?" ela perguntou como ela envolveu Harry em um abraço.
A boca de Damien caiu aberta no abraço íntimo e ele virou-se para olhar para Ginny, que tinha os olhos castanhos se
estreitaram e fixo na outra mulher.
Harry parecia cego avistado, mas ele se recuperou quando ele foi lançado.
"Bom, eu estou ótima." a morena sorriu e Harry viu-se derretendo com a visão. Ela era bastante encantadora de olhar;
cabelo castanho sedoso que tocou seus ombros, olhos azuis brilhantes que foram encerrados entre as pestanas longas
pretas. Harry poderia dizer que ela era mais velha do que o Harry deste mundo. Ela parecia definitivamente sobre a idade
de dezoito anos. A mulher estava estudando Harry também, olhando-o de cima a baixo. "Droga Alex, você parecer mais
jovem toda vez que eu o vejo!" ela riu.
Harry riu nervosamente com ela e passou a mão pelo seu cabelo bagunçado. Se ela soubesse que ele tinha apenas
quinze anos ...
"Hem, hem!"
Harry olhou para cima para ver os outros quatro olhando para ele. Hermione apontou para a cadeira ao lado dela e
deu-lhe um olhar aguçado.
A morena virou-se e acenou para a amiga, que estava esperando na porta, gesticulando que ela estava indo para ficar. A
mulher ao lado da porta acenou adeus e foi embora. A mulher de cabelo escuro se virou para encarar Harry e sentou-se
com um sorriso. Harry sentou-se ao lado dela, sentindo calor subir para seu rosto por algum motivo. Ele estava ciente de
quão perto a bonita morena estava sentado com ele, suas longas pernas bem torneadas estavam debaixo da mesa e
foram inclinando-se para ele, seus joelhos se tocando. Harry focou em seu rosto.
"Oh! Sim, hum, me desculpe." Harry disse. Ele rapidamente correu através do grupo. "Estes são meus amigos,
Hermione Granger, Ron Weasley e Ginny Weasley, e este é meu irmão;. Damien"
"Você nunca me disse que tinha um irmão." Ela disse para Harry, mas deu um sorriso deslumbrante para o menino
mais novo. Damien sorriu de volta, um olhar sonhador em seus olhos.
Ela esperou por Harry para apresentá-la, mas ele cuidadosamente evitou olhar para ela. Ele não a tinha visto em
qualquer das memórias 'Alex' de Harry. Felizmente ela não esticar o silêncio desconfortável por muito tempo.
"Eu vou me apresentar, eu sou Amy Jackson," a morena disse com outro sorriso brilhante, então ela deu uma
cotovelada em Harry suavemente e acrescentou, "a namorada de Alex."
Damien quase soltou um grito de surpresa, mas ele conseguiu abafar a tempo. Ron estava olhando para Amy com os
olhos arregalados. Hermione estava apenas olhando para ela, seus lábios pressionados em uma linha fina. Mas
Ginny estava olhando como ela estava prestes a entrar em combustão espontânea. Sua fúria encheram os olhos
liquidados em Harry, que estava muito perdido e confuso.
"Você é a minha o quê?" ele perguntou sua voz soando um pouco alta.
Ron, Hermione e Damien pareceram aliviado, mas Ginny parecia ainda mais irritado.
Amy continuou a falar com Harry, desconhecem os outros. "Foi o que, cerca de dois anos, desde a última vez que te vi.
Onde você estava, que você desapareceu?" ela perguntou. "Você nunca me procurou ou qualquer coisa. Ninguém viu
você no clube também."
Harry olhou para os seus amigos pedindo ajudar, mas eles simplesmente olharam para ele, também perdidos no que eles
poderiam dizer.
Harry podia sentir seu rosto esquentar com o olhar nos olhos de Amy. Amy se aproximou de Harry e falou com uma voz
suave.
"Ouça, tem sido assim por muito tempo, eu gostaria de conversar com você. Minha amiga vai dar uma festa New Years
Eve. Você quer vir?" ela perguntou, em um tom sedutor.
Amy pareceu desapontada, mas ela se recuperou e sorriu flertando com ele.
"Amy, estou realmente vendo alguém." Ele disse, sem olhar para Ginny.
Amy voltou um pouco, fazendo com que Harry se sentir como se ele pudesse respirar facilmente novamente.
"Eu devia ter adivinhado o máximo." Amy disse. "Mas se você se lembra, você me deve uma dança." Seus lábios se
contraíram em um sorriso travesso. "Você ainda vai ao destino?"
"Talvez eu te veja lá." Ela disse. Ela acenou adeus para o resto antes de me inclinar ao lado de Harry. "Tchau Alex, não
desaparece novamente. Eu quero que a dança." Ela sussurrou. Com isso, ela se inclinou e beijou Harry na bochecha.
Amy deixou sem outra palavra, deixando um Harry atordoado enfrentar os adolescentes igualmente atordoados.
"Ele namorou trouxas !? Isso é ... mas ele odiava trouxas!" Ron disse, então baixou a voz como a mulher sentada na
mesa ao lado virou-se para dar-lhe um olhar estranho.
"Eu não acho que ele fez. Ele odiava aqueles que foram nascidos trouxa e que foi apenas por causa de sua criação. Ele
treinou em combate trouxa por anos, ele deve ter percebido que eles não eram tão ruins assim." Hermione meditou.
"Gin? Você está bem?" Damien perguntou, olhando para seu amigo em preocupação.
Todos os olhos se voltaram para a garota de cabelos vermelhos que parecia que ela estava em choque.
"Eu não posso acreditar que era a ex de Harry." Ela disse calmamente.
Ginny ignorou.
"Ele nunca me disse que ele teve ... outras." ela disse.
Antes que alguém pudesse dizer alguma coisa para ela, Sirius chegou, sorrindo como louco.
"Muito incrível pub este é, não é !?" disse ele, segurando um guardanapo que tinha um número de telefone rabiscado
nele. Ele estava abanando o rosto com ele, os olhos brilhando de felicidade. Seu sorriso caiu de seu rosto quando ele
tomou nas expressões dos cinco antes dele.
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Sirius insistiu que todos se hospedaram no jantar, por isso mesmo, quando James e Lily voltou de sua visita a Rua
dos Alfeneiros não podiam deixar Grimmauld Place.
Harry observou, com um profundo sentimento de alívio, de que sua mãe parecia muito mais feliz do que ela tinha esta
manhã.
"Olha, como as coisas iam bem para tia Petúnia do." Ele sussurrou para Damien como eles montaram a mesa para o
jantar.
"Ou isso ou a mamã enfeitiçado todos louças da tia Petunia a dançar ao redor e esmagar em outro." Damien
respondeu. Ao olhar estranho de Harry deu de ombros e murmurou. "Já aconteceu."
Gina estava muito quieta, mas ela foi lentamente trabalhando-se para cima em uma fúria. Ela continuou batendo as
placas sobre a mesa, fazendo com que os outros quatro estremecer ao ouvir o som.
"Ginny, talvez eu devesse assumir." Hermione disse, oferecendo a tomar as placas dela. Ginny não notou.
"Você viu como ela estava falando? Como se nós não tivesse nada melhor para fazer, mas ouvi-la falar! Eu juro que eu
odeio meninas como aquela." Ginny cuspiu e outra placa veio batendo sobre a mesa. "E você viu como ela estava
vestida? O que estava acontecendo com sua saia? Poderia ter sido menor?" ela fez uma careta e bufou, "vagabunda!" e
outra placa foi jogado em um ajuste de lugar.
"E você notou, ela estava toda sobre Harry mesmo depois que ele lhe disse que ele estava com alguém. Meninas
decentes, não fazem isso! Ela era apenas desagradável." Gina continuou.
"Sim, desagradável, mas ela tem pernas adorável." Damien disse com ar sonhador.
"O quê !? Eu não posso dizer nada de bom sobre ela?" ele perguntou.
"O quê? Eu sou calma!" Ginny gritou. Ela pegou os talheres das mãos de Harry e começou a bater-los em cima da
mesa. "A namorada de Harry! Ha! Que piada? Como ela pode ser a namorada de Harry quando ela ainda não sabe
onde ele esteve nos últimos dois anos !? É uma loucura." Ela olhou para o descanso e estendeu uma faca de
manteiga enquanto falava, "você sabe o que mais está louco?" ela perguntou.
"É uma loucura supor que Harry nunca iria sair com os gostos de seu! Quer dizer que você a viu! Que idade tinha ela?
Pelo menos vinte e tanto! Ela é muito velho para Harry!" Ginny continuou. Ela retomou seu trabalho de bater para baixo
os talheres.
"Você se lembra do que Harry nos disse? Ele mencionou uma vez que ele costumava tomar uma poção de
envelhecimento para que ele pudesse participar de lutas nos clubes trouxas. E Amy fez um comentário sobre como o
Harry estar parecendo mais jovem hoje. Eu acho que Harry disfarçou sua verdadeira idade quando ele saiu com Amy.
Não é culpa sua, seu Harry ".
Ginny abriu a boca para argumentar, mas depois pareceu perder toda a sua raiva em palavras de Hermione. Ela
sentou-se desanimado em uma das cadeiras.
"Eu não posso acreditar que ela era ex de Harry." Gina disse.
"Você já disse isso." Hermione disse, sentando-se na cadeira ao lado dela. Os meninos ficaram de pé.
"Eu acho, eu apenas nunca considerou o fato de que Harry pode ter tido outras namoradas. Eu apenas assumi que ele
não seria permitido para ter uma vida social, quando ele estava crescendo. Quero dizer, você pode imaginar o que
Voldemort teria dito se ele descobriu Harry estava namorando? " ela perguntou.
"Eu teria gostado de ver a cara dele quando soube Harry estava namorando trouxas." Harry murmurou para Ron e
Damien.
"E o pior é que ele namorou meninas como Amy." Ginny disse em voz baixa.
"O que você quer dizer com 'meninas como Amy'?" Perguntou Hermione.
"Vamos, Hermione. Você não a viu? Ela era tão bonita... e... e... toda crescida, unhas feitas e saias curtas e ... e Harry
saiu com ela! Harry gostava dela." Ginny balançou a cabeça. "Como pode ele gosta dela e, em seguida, gosta de
mim?"
"Ah, vamos lá, Ginny. Não pense em si mesmo como aquela." Hermione disse com firmeza.
"Hermione, eu pareço um menino de 12 anos em comparação com ela!" Gina disse emocionalmente.
"Não." Hermione advertiu ao mesmo tempo. "Amy parece diferente para você, porque ela é muito mais velha do que
você. Você está certo;. Ela deve estar em seus vinte e poucos anos, talvez vinte e um ou vinte e dois. Talvez mais velho
Ela é obrigado a ter um aspecto diferente..." Hermione disse.
"Harry datado uma mulher mais velha. Ele tinha dezesseis anos quando ele fez com uma Amy 19 anos de idade."
"Amy disse que Harry desapareceu sobre ela e que tinha cerca de dois anos atrás." Ela olhou para Hermione. "Eu posso
apostar que era o momento Harry foi capturado pela Ordem e enviado para Hogwarts. Harry não podia vê-la novamente,
porque ele estava sendo mantido prisioneiro por Dumbledore. Ele provavelmente realmente gostava dela." Ginny disse
miseravelmente.
"Mas isso não significa que Harry gostava dela mais do que você. Ele saiu com ela, mas ele não voltar para ela. Ele
está com você e ele está feliz. Todos podem ver isso." Hermione consolados.
"Eu não sei", disse Ginny. "Talvez ele sentiu pena de mim; a menina pateticamente apaixonado que não iria deixá-lo
sozinho."
"Você sabe, você pode descobrir se Harry realmente gostava da Amy ou não." Damien disse a ela.
Damien pegou o anel preto e prata, segurando-o para todo mundo ver.
"Você ainda tem que? Eu pensei que Malfoy teria tomando-o de volta." Harry disse.
"Draco nunca pedi-lo de volta por isso eu tenho o guardado por ele." ele olhou para Ginny, com um sorriso no rosto.
"Então o que você diz, Gin? Será que devemos dar uma olhada?"
Antes de Ginny pudesse responder, Hermione saltou para seus pés e estava de pé diante dele.
"O que está errado é que este é um negócio privado de Harry. Não é direito de bisbilhotar em suas memórias,
especialmente aqueles dos seus relacionamentos românticos anteriores." Ela respondeu.
"Hermione. Está certa." Harry disse, olhando de desculpa para Damien. "Não seria certo."
"Hipócrita, não?" Damien devolveu. "Você assistiu quase toda a sua vida aqui." Ele disse para Harry, segurando o anel.
"Isso foi diferente", disse Harry, parecendo desconfortável. "Eu não fiz isso para ser intrometido. Eu fiz isso porque eu
precisava de respostas."
Damien perdeu a centelha de malícia nos olhos e olhou para baixo, de repente sentindo muito tolo para sugerir que
olhar para penseira de Harry.
"Você está certo." Ele concordou, embolsando o anel. "Não seria certo."
"Seja como for, eu vou lá." Ginny disse, empurrando Hermione para enfrentar Damien.
"Eu sinto muito, mas eu preciso saber o que o meu namorado era como com suas namoradas anteriores. Eu não vou
encontrar a paz até que eu chegar em minhas respostas." Ginny explicou.
"Você nem sabe se existem quaisquer memórias de Harry e suas namoradas na penseira. Você pode até não
encontrar nada." Harry tentou.
"Eu acho que vai encontrar muita coisa já que seus romances trouxas seria uma boa coisa para se esconder de
Voldemort." Gina devolvido.
"Ginny, não fuçar no passado de Harry. No mínimo, tentar falar com ele primeiro." Ron aconselhou.
Ginny virou-se para olhar para Damien, que havia retirado o anel e estava segurando-o na mão.
"Cabe a você, Ginny. Se você quiser, você pode tê-lo." ele estendeu a mão e ofereceu o anel para ela.
"Ginny, não fazê-lo. Ele estaria violando a confiança de Harry." Hermione tentou novamente.
"Caramba!" ela sussurrou e virou-se, virando as costas para Damien e para o ringue.
"Muito bem." Hermione elogiou, como ela lhe deu um abraço amigo de uma armada.
Ginny não parecia muito feliz, mas ela soltou um suspiro de frustração.
"É provavelmente o melhor que você não sabe o que Harry era como com Amy," Harry disse, enquanto pegava os
talheres abandonados e começaram a estabelece-lo. "Você poderia acabar se sentindo pior."
Ginny fez uma careta como sem dúvida uma imagem mental de Harry com o sexy morena lhe veio à mente.
Damien passou os braços em torno de Ginny e confortá-la em sua forma amigável. Quando ele voltou, ele colocou o
telefone no bolso e piscou para ela.
Ginny tinha deslizado para fora da sala dentro dos próximos cinco minutos.
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O feriado de Natal se aproximavado fim e Harry se viu, pela primeira vez, relutante em voltar para Hogwarts. Ele sabia
que quando eles voltaram seus pais seria ocupado ensinando e Damien seria ocupado com suas lições e ele estava indo
para ser deixado sozinho de novo, para ser furado sem sentido. Mas Harry não sabia que as coisas estavam prestes a
mudar.
"Eu tenho que falar com você sobre algo." Lily disse Harry quando ele veio sentar-se ao lado dela no sofá. "Eu vou ser
honesto, Harry, eu não estou feliz com a maneira como as coisas estão agora."
"Você não está?" Harry perguntou, confuso quanto ao que ela estava falando.
"Não, eu e James sentir que você está fazendo um grande mal estar faltando para fora em sua educação." Ela olhou para
baixo quando ela disse que a próxima parte. "Nós não sabemos quando, mas em um ponto, você terá que retornar ao seu
mundo", ela olhou para Harry ", e quando o fizer, você vai ser esperado para continuar com o seu quinto ano. Você tem
os testes no final deste ano e até agora você não tiveram lições que poderia prepará-lo para eles. "
"Eu tenho tudo organizado com Dumbledore e Minerva." Lily disse, com um olhar animado aparecendo em seus olhos e
um sorriso no rosto. "Você pode ter aulas de tutoria com James e me durante algumas noites, quando não temos
quaisquer ensaios para marcar."
"Tudo bem", Harry começou, incerto. "Mas isso é apenas duas classes, Poções e Defesa. E o resto das aulas?"
"Você vai assistir a todas as aulas com o resto da escola." Lily explicou.
"Me perdi", disse Harry. "Como posso fazer isso? Será que não vai aumentar a suspeita?"
"Não necessariamente." Lily disse. "Eu não sei se alguém lhe disse, mas Harry teve uma oferta de trabalho por
Dumbledore."
"Eu ouvi o pai falar isso, mas eu não sei nada sobre isso." Harry admitiu.
"Professor Dumbledore, ofereceu a Harry uma nova posição em Hogwarts. Era para ensinar duelo eficaz, mas Harry o
dispensou." Harry podia ver Lily estava desapontado com a decisão de seu filho. "Professor Dumbledore tinha dito a
Harry que ele era bem-vindo para vir a Hogwarts este ano e fazer todos os preparativos necessários. A classe de duelo
estava indo trabalhar em estreita colaboração com a Defesa Contra as Artes das Trevas. Então, na verdade, se Harry
estava a tomar o trabalho, ele teria de se sentar em algumas das lições de James. "
"Então, você está indo para fingir que eu estou tomando o trabalho de duelo e é por isso que eu estou sentado em
todas as classes." Ele confirmou.
Lily sorriu.
"Sim, exatamente. Os alunos serão informados de que a classe duelo vai levar em todos os aspectos da magia,
Transfiguração, Feitiços e, claro, de Defesa Contra as Artes das Trevas."
"E no ano que vem, quando não há nenhuma classe de duelo, não vai todo mundo ficar desconfiado?" Harry perguntou.
"E o que dizer de Harry? Ele não vai ficar bravo?" Harry perguntou, não porque ele estava com medo, mas porque ele
não queria que o seu homólogo ter argumentos com seus pais sobre suas ações.
"Dumbledore sabe que Harry não está tomando o trabalho. Isso é tudo que Harry está preocupado com. Ele vai ficar
bem com isso." Lily assegurou.
"Não vai funcionar, eu não quero dizer para todas as classes. Como é História da Magia e Adivinhação vai se encaixar
com classe duelo? E o que dizer Herbology e Trato das Criaturas Mágicas?" Harry perguntou.
"Isso é o que a tutoria vai ser para. Nós vamos tirar todo o material dos professores e ajudá-lo tanto quanto pudermos.
E, para algumas lições, você pode participar das aulas e fingir que você está fazendo isso por tédio . " Lily disse.
Harry pensava sobre isso, pareceu-me que ele pode funcionar. Ele não tinha sequer poupou um pensamento de como ele
estava indo para lidar com Hogwarts quando ele voltou. Ele imaginou que ele iria sentir como se tivesse que repetir o seu
quinto ano, ficando para trás um ano, enquanto Ron e Hermione saíram na frente ao sexto ano. Tendo que lidar com
Malfoy e suas vaias, tendo Snape ridicularizá-lo em Poções, Harry deu a si mesmo uma agitação mental. Esta foi uma
alternativa muito melhor, ele pode ser capaz de recuperar o atraso e completar seu quinto ano.
"Eu acho que é uma boa idéia. Vale a pena tentar." Ele respondeu.
"Eu sabia que você concordaria." ela emocionou-se. "Eu vou dizer Dumbledore amanhã, quando ele vem para a sua
visita."
"Professor Dumbledore está vindo aqui?" Harry perguntou, suas bochechas tingidas vermelho com mimos de Lily.
"Sim, eu me esqueci de mencionar isso. Ele está vindo para o almoço de amanhã. Ele quer falar com você também, se
você deixar." ela disse, olhando em causa.
"Sim claro." Harry respondeu calmamente. Ele sentiu o coração bater mais rápido com o pensamento de ter dizer a
Dumbledore tudo sobre a sua vida.
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Como Lily tinha dito, Dumbledore chegou a Mansão Potter prontamente ao meio-dia e se juntou a família Potter para o
almoço. Harry sentiu sua vara de alimentos para o fundo de sua garganta quando ele se sentou em frente ao lendário
assistente. Damien mantido atirando um olhar ao Harry toda a refeição. James e Lily estavam mais silenciosos do que o
habitual, mas de outra forma parecia confortável com o Dumbledore.
Por fim, a refeição acabou e Harry e Damien ajudou a limpar a mesa, enquanto James e Lily falou calmamente com
Dumbledore. Damien continuava sussurrando para Harry como eles lavaram-se.
"Não se sinta como você tem que responder a todas as suas perguntas. Se você não quer lhe dizer algo, então não.
Ok?"
"Eu não acho que ele irá pedir-lhe algo muito pessoal. Ele não é assim." Damien sussurrou suas garantias.
Era mais perto das duas da tarde, antes de Dumbledore e Harry começou seu discurso. Eles estavam sentados à
mesa da cozinha; James e Lily junto com Damien estavam na sala de estar.
Tudo começou com o Dumbledore simplesmente pedindo para Harry contar o que aconteceu em seu mundo, na noite de
Halloween, em 1981. Harry obedientemente transmitiu os acontecimentos daquela noite fatídica que o deixou órfão.
Dumbledore manteve o silêncio durante todo releitura de Harry e não pedir-lhe para explicar qualquer coisa em
qualquer detalhe adicional. Somente quando Harry terminou com a forma como Voldemort foi atingido com a sua
própria maldição da morte e tinha fugido de Hollow, em Godric, fez o diretor de Hogwarts falar.
"Lily tem retransmitido seus sentimentos para mim em relação a sua educação nas mãos de sua tia." Ele falou com
uma voz solene.
"Eu acho que mãe ficou um pouco emocional, que não era realmente tão ruim assim." Harry disse rapidamente.
"Eu gostaria de oferecer uma explicação, se você não se importaria de ouvir as divagações de um velho." Seus olhos
tinham uma fração de seu brilho habitual.
"Do que você explicou, Harry, eu acho que posso dizer com segurança que não fo nada mais do que o amor de sua mãe
que você salvou da morte maldição de Voldemort. Ela deu a sua vida por você e ao fazê-lo, ela concedeu-lhe o mais
poderosa e antiga de magia. Ela deu-lhe proteção e que a proteção seria o mais forte quando você ficar com aqueles que
eram uma parte da linhagem de Lily. Sua tia era a única que poderia reforçar esta protecção e acho que foi por isso que
você foi deixado sob seus cuidados. "
Harry acenou com a cabeça, ele sabia sobre a proteção de sua mãe, Voldemort tinha dito a ele em grande detalhe
daquela noite no cemitério, por que ele não tinha conseguido matá-lo, que era por causa da magia do sangue que sua
mãe o havia deixado nele. Harry tentou bloquear a memória daquele dia, o dia em que seu sangue foi tirado dele e usado
para ressuscitar Voldemort.
Harry respirou antes de ele começou a falar sobre o que aconteceu em seu último ano, o Torneio Tribruxo, seu nome
saindo como o quarto campeão e como tudo o que foi planejado por Barty Crouch Junior, en tão Voldemort poderia ser
ressuscitado usando o sangue de Harry.
Dumbledore ouviu, sua expressão sombria crescendo como Harry falou sobre aquela noite no cemitério, a morte de
Cedrico Diggory, o ritual para trazer de volta o assistente mais escuro do seu tempo e como Harry foi torturado para
duelar com ele. Dumbledore pareceu surpreso quando Harry contou-lhe sobre suas varinhas de ligação e Priori
Incantantuem ocorrendo.
"Notável". Ele murmurou. Ele voltou a varinha para Harry, que rapidamente guardou no bolso. "É bastante peculiar como
algumas coisas são iguais, independentemente de quão diferentes eram os eventos dos dois mundos."
Harry não disse nada, mas sentiu um desejo de tocar sua cicatriz. Essa foi a única coisa que fez Harry o mais
desconfortável, vendo como e por que o Harry deste mundo tinha sua cicatriz, que fez Harry se pergunto se não foi,
talvez, mais para a sua própria cicatriz.
"Eu tenho que agradecer a você, Harry. Você não tinha que compartilhar qualquer coisa comigo, mas você fez e por
isso, eu sou grato." Dumbledore disse, parecendo sincero.
Harry se sentiu desconfortável com a gratidão. Dumbledore era seu mentor e ele não se sentia bem que seu mentor
tivesse que agradecer por apenas falar com ele.
"Está realmente tudo bem, senhor. Eu não me importo de falar com você." Harry disse.
"Eu confio Lily disse que os planos para que você possa continuar a sua educação." Dumbledore perguntou, mudando de
assunto.
"Sim, eu espero que funcione. Eu realmente não quero estar repetindo o meu quinto ano." Harry disse.
O diretor sorriu.
"Eu acho que nós podemos evitar isso." garantiu. "Estou certo em assumir que a sua tia e meu tio nunca lhe explicou
que você era um bruxo?" Perguntou Dumbledore.
"Não, eles não. Eles me disseram que meus pais morreram em um acidente de carro."
Dumbledore acenou com a cabeça; novamente um olhar solene assumiu suas características.
"Sua carta de Hogwarts deve ter sido uma surpresa, então?" ele perguntou.
Harry sorriu com a lembrança. Seu tio tinha sido até seus globos oculares nas cartas e ele ainda insistiu em mantê-los
dele.
"Meu tio nunca me deixou ver as letras. Eu realmente não sabia o que estava acontecendo e por que essas letras
bizarras foram dirigidas a mim. Foi só quando eu conheci Hag ..." Harry parou, os olhos crescente de largura.
"Professor, eu posso perguntar uma coisa?" ele começou animadamente.
Mal o nome saiu, e a expressão de Dumbledore mudou. Foi tão repentino que fez Harry parar no meio da frase, tudo o
que ele podia fazer era olhar. Dumbledore parecia alguém o tinha enfeitiçado, com os olhos cheios de dor e seus lábios
tremeram antes de pressionar com firmeza.
"Eu sinto muito, Harry. Ninguém perguntou sobre ele há muito tempo." Dumbledore falou em voz baixa.
"É Hagrid está bem?" Harry perguntou, sua voz traindo seu medo.
Dumbledore olhou para ele e Harry teve a sua resposta antes que as palavras deixaram Dumbledore.
Harry sentiu como se tivesse levado um soco no coração. Ele ficou olhando para Dumbledore, incapaz de desviar o
olhar.
Dumbledore manteve o olhar em Harry, mas seus olhos azuis parecia crescer mais feroz enquanto ele respondia.
Canon Mundo
A Sala Precisa estava mais uma vez cheia de membros da AD. O grupo de estudantes ouvia atentamente Harry quando
ele passou por sua lição de um assunto nenhum deles jamais pensei que eles iriam aprender, as Artes das Trevas.
A maioria levantou suas sobrancelhas para a visão do pequeno objeto. Fred soltou um assobio.
"Em contacto explode e define seus arredores no fogo." Harry explicou. "O fogo isso gera é inextinguível por até seis
horas."
"Talvez você devesse colocar isso para baixo." Michael disse cautelosamente.
Harry ignorou.
"A única defesa que você tem para este dispositivo é a prevenção. Se você pode impedi-lo de entrar em contato com
você pode impedi-lo de explodir." Harry guardou o dispositivo, tornando Parvati e Padma tanto gemido com
preocupação.
"E se ele bater enquanto ele está em suas calças?" Padma perguntou sério.
"Então eu vou ser sem bunda." Harry respondeu sem qualquer humor.
Algumas risadinhas tranquilas foram ouvidas dos meninos. Hermione observou Harry, sem tirar os olhos dele. Ela havia
notado desde ontem de manhã, seu humor tinha sido pior do que o habitual. Ele mal falava com ela e Ron, e ele sempre
parecia perdido em seus pensamentos. Ela se perguntou o que estava acontecendo com ele, mas ela não tinha
trabalhado até a coragem de perguntar a ele. Com seu pior do que mau humor de costume, ela não acho que ele seria
muito próxima.
"Agora, a maldição que eu vou dizer a você sobre é denominado como uma maldição escura, mas Aurores ter sido
conhecida a usá-lo em circunstâncias extremas. Ele funciona quase o mesmo que o dispositivo que acabei de mostrar, a
única diferença é que ele não é tão intensa, mas é tão mortal. " Harry continuou, soando mais irado do que qualquer coisa.
Harry fechou a mão para um mero momento antes de abri-lo. Suspiros ecoaram pela sala. Hermione não piscou
quando ela tomou na vista. Flutuando acima palma da mão aberta de Harry era uma bola de fogo. Os alunos se
levantaram e andaram mais perto de Harry para garantir que a bola de fogo estava realmente lá.
"Como? Como você fez isso? Isso foi sem varinha e não verbal?" Lee perguntou espantado.
"Eu já disse a você, eu não vou ensiná-lo a lançar os feitiços. Eu estou lhe ensinando como se defender contra ele."
Harry respondeu. Ele olhou para todos os alunos antes de se afastar sua mão. "Iniciar a defender." Harry jogou a bola de
fogo para o chão, fazendo com que os alunos gritar como o fogo irrompeu diante deles. O fogo morreu
instantaneamente, deixando apenas marcas de queimaduras ligeiras no tapete.
Os membros da AD mexidos para ficar longe de Harry quando ele fechou os dedos novamente e criou uma outra bola de
fogo. Ele jogou em direção a eles e vi como não um estudante levantou a sua varinha para se proteger. Eles se jogaram
para fora do caminho, em vez.
Parvati gritou e abaixou antes de correr para a porta, tentando furiosamente para abrir a porta.
Harry começou a disparar mais bolas de fogo com os alunos, tornando a desviar e mergulhar.
"Harry! Pare com isso!" Angelina gritou, puxando sua varinha e apontar para ele.
Harry estendeu a mão e no momento seguinte, a varinha de Angelina veio voando em sua direção. Harry pegou e
guardou no bolso antes de enviar mais bolas de fogo em direção ao atordoado olhando capitão de Quadribol.
Harry enviado bola de fogo após bola de fogo, não deixando que o grande grupo de alunos que abram suas varinhas
para ele. Os estudantes tinham até agora conseguiu evitar ser atingido por eles e manteve jogando-se fora do caminho ou
abaixando-se atrás das prateleiras de livros.
"O seu escudo!" Hermione gritou para os outros. "Traga o seu escudo!"
Harry jogou as próximas bolas de fogo em Hermione e Gina, que tinha trazido até seus escudos. As bolas de fogo
bater as bolhas coloridas e fracassou em nada. A sugestão de um sorriso surgiu no rosto de Harry.
Hermione e Gina mantiveram seus escudos de proteção no lugar, mas Harry tinha virado as costas para eles,
concentrando-se sobre o resto.
Seguindo o exemplo das duas meninas, o resto começou a trazer os seus escudos. Aqueles que conseguiram foram
ignorados por Harry, outros descobriram que não podiam trazer seus escudos. Ou eles eram muito pânico e não
conseguia se concentrar ou eles simplesmente não têm a oportunidade como Harry estava se concentrando sobre eles
agora. Um estudante foi Dennis Creevey. Ele continuou abaixando e mergulho como Harry começou um ataque
impiedoso na pequena Grifinória.
"Dennis, seu escudo! Traga o seu escudo!" Hermione gritou através de seu escudo.
Mas o menino não podia principalmente porque Harry não estava lhe dando qualquer oportunidade para tirar sua
varinha. Os únicos outros estudantes que ainda estavam para abrir seus escudos eram Justin e Neville. Os dois
garotos estavam se escondendo atrás de uma estante de livros, tentando acalmar o suficiente para que eles
pudessem trazer seus escudos. Dennis atirou-se debaixo de uma mesa e virou de ponta cabeça para que ele iria
protegê-lo. Ele rapidamente pegou sua varinha e tentou com todas as suas forças para trazer o seu escudo.
Seu abrigo foi explodido afastado por Harry e Dennis se encolhia de medo, como ele não tinha onde se esconder.
Harry mandou outra bola de fogo direto para o garoto e viu como o estudante petrificado, ainda no chão gritou e cobriu o
rosto no instinto. A bola de fogo foi cantando em direção a ele, mas só parou uma polegada longe de bater Dennis.
O rapaz baixou os braços e olhou para a bola de fogo flutuando diante de seu rosto. O suor escorrendo pelo seu rosto e
sua respiração estava ofegante rápida e curta. Ele olhou para a bola e, em seguida, olhou para os alunos assistindo.
Mesmo Neville e Justin estavam espiando atrás da estante.
"Será que, se eu fiz isso?" Dennis perguntou, confuso a respeito de porque a bola de fogo não tinha atingido ele.
"Não," Harry falou. "Eu fiz." ele estalou os dedos e a bola de fogo desapareceu.
Dennis se levantou e, o restante dos estudantes derrubaram seus escudos individuais. Neville e Justin espremido para
fora atrás das estantes. Harry caminhou até Dennis e se elevou sobre ele, seu olhar gelado sobre o menino mais jovem.
"Quase dois meses de aprendizagem de Defesa e tudo o que você pode fazer é muito correr gritando?" Harry
perguntou em sua voz calma e mortal.
Dennis não podia responder, ele não tinha certeza se Harry queria uma resposta ou não. Harry olhou para o resto dos
alunos.
"As bolas de fogo que eu joguei em você nunca ia te machucar. Eu não deixaria isso acontecer. Mas os que os
Comensais da Morte atirar em você vão ter a intenção de machucá-lo, matá-lo. Você só fez subir os escudos depois
Hermione gritou com você para fazer isso. Isso não estão bom o suficiente. " seu tom áspero não foi perdida em
ninguém, mas ninguém falou. Em vez disso, tudo o que ouviu como se compelido a fazer mais nada. "Sua magia
defensiva tem de se tornar um instinto. Não há outra alternativa." Harry disse a eles.
Ele puxou a varinha de Angelina do bolso e jogou-o em sua direção. Ela estendeu a mão e pegou isto. Harry andou em
direção à porta, acenando com a mão para desbloqueá-lo.
"Comece a trabalhar mais duro, todo o grupo de você! Eu não estou perdendo meu tempo."
Com que Harry abriu a porta e saiu. Hermione saiu correndo atrás dele, deixando o resto ainda dentro.
"A prova de que é inútil ensinar-lhes algo." Harry respondeu, ainda andando na frente.
"Você não tinha o direito de falar com nós daquele jeito." Hermione disse.
"Certo? Que direito você tem que perder meu tempo como isto?"
"Eu pensei que você estava tentando nos ajudar." Perguntou Hermione.
"É inútil. Como posso ajudar quando nenhuns de vocês estão dispostos a aprender alguma coisa?"
"Então, nós cometemos um erro, que não é tão grande assim. E no final, Funcionou. Não é?" Hermione disse.
"Isso não é o que tudo isso nós, realmente. Você não está com raiva de nós não apreender a lição, você está com raiva
de outra coisa."
Harry não respondeu; ele se virou e começou a ir embora. Hermione se apressou para acompanhar o seu ritmo.
"Eu notei que você está tenso desde ontem de manhã. Alguma coisa está incomodando você, o que está errado
Harry?" ela perguntou.
"Eu não estou agindo como qualquer coisa. Eu sou apenas doente e cansado disso! Esta luta constante para fazer
você e eless a alcançar objetivos que você já deveria ter alcançado."
"Não é fácil, eu posso entender como é frustrante, mas você tem que ser paciente." Hermione tentou.
"Eu estou farto de ser paciente!" Harry disse que faz o batente Hermione em suas trilhas.
"O que você está dizendo? Você está desistindo?" ela perguntou.
Harry parou, a alguns passos à frente de Hermione. Ele passou a mão pelo cabelo, cansado. Ele virou-se para encarar
Hermione.
"Isso não ia durar para sempre." Ele disse a ela. "Eu não vou ficar aqui por muito mais tempo."
"Eu estava esperando ter aprendido mais antes de você ..." ela parou e olhou ao redor do corredor vazio. "É inevitável,
eu sei que isso vai acontecer, mas, de alguma forma, eu gostaria que não tivesse que acontecer tão cedo."
Harry estava genuinamente surpreso.
"Não para sempre, mas por um pouco mais." Ela disse com um pequeno sorriso.
"Não apenas isso. Tendo em torno de você tem sido bastante a experiência." Harry deu um olhar engraçado. "Você é
como tomar um remédio amargo, mas que faz para você."
"Um remédio, huh?" ele balançou a cabeça. "Eu já fui chamado de muitas coisas, mas nunca disso."
"Posso te pedir uma coisa?" ela disse. Ao aceno de Harry, ela continuou, "contanto que você está aqui, não desista na
DA, não até que você precisa."
Harry respirou fundo, tentando decidir se ele seria capaz de ensinar outra lição ou não.
"Obrigada", ela respirava. "Na próxima reunião, eu acho que você deveria tentar compensar por gritar com todo mundo."
Hermione adicionou.
"Porra, eu esqueci meus livros, eles são das Artes das Trevas, é melhor eu levá-los antes que alguém decide levá-los
para alguma leitura clara." Harry disse.
"Por que você olha para mim quando você diz isso?" Perguntou Hermione.
Harry piscou para ela antes de voltar para a Sala Precisa. Ele estava certo de que todos teriam deixado a sala agora;
depois de tudo o que há realmente não foi qualquer ponto em qualquer pessoa que adere ao redor. Pensou nas
palavras de Hermione, ele provavelmente fez todos bravos com ele. Harry estremeceu o que estava errado com ele?
Desde quando é que ele se importava se os outros estavam bravos com ele ou não?
Balançando a cabeça em seus próprios pensamentos, Harry abriu a porta e, em seguida, parou de repente. Ele estava
errado, o quarto não estava completamente vazio. Ginny estava nos braços de Michael e estava no meio de beijo quando
Harry entrou. Michael e Gina se separaram com a visão de Harry, obviamente, envergonhado por ter sido pego.
"Harry, eu ... nós estávamos apenas, arrumando a casa." Ginny ofereceu pouco convincente, que fixa as vestes
vincadas.
"Harry?" Ginny começou, observando o olhar frio em seus olhos escuros e o olhar ímpar de raiva no rosto.
"Harry? Harry?!" Ginny correu atrás dele, perplexa com a raiva que ela testemunhou nele.
Ginny correu para o corredor, mas não havia nenhum sinal de Harry. Era como se ele tivesse simplesmente
desaparecido.
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Ginny correu para a sala comum e manchado até seu irmão e Hermione sentada em seu lugar de costume. Ela correu
para eles.
"Ele entrou na Sala Precisa, quando eu estava arrumando a casa ... com Michael." Ela jogou Hermione um olhar
compreensivo e a menina mais velha pegou.
"Foi tão estranho. Harry apenas olhou para nós e, em seguida, virou-se e saiu. Ele parecia realmente irritado, porém,
quero dizer mais do que ele estava anteriormente." Ginny explicou.
"Por que ele iria ficar louco, por vocês dois arrumar?" Ron perguntou confuso.
Hermione parecia perdida em pensamentos. Ela olhou para Ginny e depois balançou a cabeça em seus próprios
pensamentos.
"Não, isso não pode estar certo." Ela sussurrou para si mesma.
"Nada, eu tenho certeza que Harry disse algo sobre ter de cumprir Professor Dumbledore. Ele provavelmente correu
para vê-lo." Hermione mentiu.
"Mas por que ele olhar para mim e Michael como se ele queria nos enfeitiçar?" Gina perguntou, nomeadamente
chateado.
"Ele foi provavelmente apenas surpreso de ver vocês dois ... arrumando a casa." Hermione disse, olhando para Rony,
que ainda não tinha apanhado sobre o que as duas meninas realmente significou.
"Se você vê-lo, dizer-lhe que eu estava procurando por ele." Ginny disse antes de se dirigir para a porta novamente.
Ambos os Gryffindors correu para a sala do dormitório de Harry. Hermione não ofereceu nenhuma explicação quando
ela se sentou de joelhos ao lado da cama de Harry e puxou o tronco de debaixo dela.
Hermione abriu a mala e começou a procurar por ele. Por fim, ela endireitou-se com um pergaminho em sua mão.
Finas linhas de aranha começaram a aparecer no pergaminho e o Mapa do Maroto ganhou vida.
Hermione olhou para ver Ron olhando para ela com a boca ligeiramente aberta.
"Ok, procure por Harry." Ela disse a Ron quando ela abriu o mapa ao máximo.
"Eu não posso vê-lo." Ron murmurou enquanto olhava o mapa.
"Eu não sei, mas eu tenho um sentimento muito ruim sobre isso." ela disse.
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Ron esfregou o rosto como ele lentamente acordou. Ele abriu os olhos e gritou quando o rosto de Harry nadou em
vista.
Ron subiu e olhou para Harry, que se inclinou para trás e sentou-se em sua cadeira.
"Verificar para ver se você ainda estava acordado." Harry respondeu com um sorriso.
Ron percebeu que ele estava no sofá na sala comum e houve um grande peso nas pernas. Olhando para baixo, viu
Hermione enrolada e dormindo, apoiado em suas pernas.
Sua mente distorcido esclarecido e ele se lembrou que ele e Hermione estava esperando por Harry para retornar e ter
adormecido. Ele olhou para Harry para vê-lo sorrindo.
"Então, a noite ocupada?" Harry perguntou, acenando com a cabeça na direção de Hermione.
"O quê? Não! Não!" Ron gritou, embaraçado. Ele cravou os dedos no ombro de Hermione. "Acorde Hermione! Levanta!
Acorde!"
"Ah, o tempo voa quando você está, hem, se divertido." Harry brincou.
Hermione pareceu confusa até que viu Ron ao seu lado. Ela moveu-se rapidamente para o lado mais distante do sofá.
Ron balançou as pernas e sentou-se, fugindo para o outro lado, para que ambos estavam sentados tão longe um do outro
quanto possível.
"Harry?" Hermione disse, apenas observando-o. "Você está de volta? Aonde você vai?" Ela exigiu.
"Eu saí, tive que limpar minha cabeça." ele sorriu de volta.
"Isso deve ter sido alguma compensação, que você tomou a noite toda." ela disse.
Hermione o observou. Ele parecia muito mais feliz, mais calmo e relaxado agora.
"Onde você foi fazer essa " caminhada "?" Perguntou Ron.
"O mais longe de Hogwarts quanto possível." Harry respondeu. Levantou-se então e começou a caminhar em direção à
escada. "Eu sugiro que você se levantar e se preparar também, a menos que você quiser alguém encontre vocês ai."
"Nós estávamos esperando por você chegar, nós apenas adormeceu." Ron murmurou, não olhando para Hermione.
"Bem, se isso ajuda a ambos, eu posso ir para longas caminhadas com mais frequência. Você sabe então vocês dois
podem" esperar-se "por mim." Harry riu antes de subir as escadas para um banho rápido e mudar de roupa.
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O humor de Harry era consideravelmente melhor, Hermione observou, enquanto estavam sentados no café da manhã.
Harry conversou com eles como sempre fazia e comia um prato de café da manhã. Hermione sentiu mais feliz também,
vendo Harry sorrir e ser mais como ele.
Harry notou os Grifinórios que eram membros da AD estavam tomando o cuidado de não olhar para ele. Todos eles
parecia chateado.
"O próximo encontro não vai ser agradável, não é?" Harry refletiu.
Hermione sorriu.
Harry olhou por cima quando notou uma certa ruiva se levantar da mesa e ir para as portas, a bolsa caiu atrás de seu
ombro.
"Eu vou conversar com vocês na classe." Harry disse e rapidamente chegou a seus pés.
"Em nenhum lugar, eu vou vê-lo em sala de aula." Harry disse antes de sair do Salão Principal.
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Naquela noite, Hermione fez Ron ficar no quarto comum e completar a sua lição de casa. Harry estava com eles e
decidiu dar uma mãozinha Ron como o menino de cabelos vermelhos estava começando a ficar preocupada e
manteve xingando os professores pora dar trabalho que era incapaz de ser concluída.
Hermione mudou-se para a mesa para se juntar a Ginny como Ron estava lhe dando uma dor de cabeça. Ambas as
meninas trabalharam em silêncio antes de Ginny se inclinou para sussurrar para Hermione.
"Sim, ele saiu para o campo de Quadribol. Disse que queria voar em torno de um pouco antes de ele ir para atender
Professor Dumbledore."
"Ele realmente me assustou ontem. Eu pensei que ele estava com raiva de mim."
"Sim, eu sei. Ele falou comigo hoje, logo após o café da manhã. Ele disse que estava apenas surpreso a me ver com
Michael e ele deixou rapidamente porque sentia desconfortável por ter atrapalhado nós." Gina disse.
"Imagina se o Rony estivesse com ele?" Hermione brincou.
"Não, o pensamento já me faz estremecer. Ron iria de um derrame." Ginny riu. "Ele provavelmente iria tentar dar uma
surra Michael."
"Sim, porque eu lhe daria uma primeiro por tentar machucar o meu namorado." Ginny riu.
Ambas as meninas riu com o pensamento. Ginny inclinou-se para chegar a um dos seus livros e Hermione notou um
pequeno pingente cair por debaixo de suas vestes. Era uma lágrima de cristal em forma impressionante em uma
corrente de ouro, que foi em torno de seu pescoço.
"Talvez" Ginny brincou de volta, enfiando o pingente de volta sob suas vestes.
"Parece caro. Ele deve ser realmente sério sobre você." Hermione disse, emocionada.
"Acho que ele está", disse Ginny. "Eu realmente gosto dele, Hermione." Ela confidenciou.
A poucos assentos de distância, Harry rosnou para os olhos das duas meninas que sentam-se à mesa. Ele podia
ouvir sua conversa perfeitamente.
"O que está errado?" Ron perguntou quando viu a mudança em seu amigo.
"Nada", Harry conseguiu entre os dentes cerrados. "Eu tenho que ir." Harry disse, se levantando e correndo para a
porta, deixando Ron olhando atrás dele em confusão.
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Antes de Harry percebe, Dezembro chegou e com ele veio o frio gelado. Harry ficou encantado ao saber que nesta
dimensão, não havia nenhuma festa de Natal.
"Caramba, o Baile de Inverno era ruim o suficiente, imagine um a cada ano." Ron estremeceu.
"Eu não me importei tanto." Hermione disse enquanto caminhavam para a sua primeira classe.
"Ora bola, claro que você não se importaria, ficou dançando com Victor" Ron falou com despeito claro.
A primeira aula foi de Poções e tanto quanto Harry amava o assunto, ele detestava o Professor. Desde que a ameaça
de Snape para cravar sua bebida com a poção verdade, Harry descobriu que tinha cada vez menos paciência para o
homem.
Snape por sua vez, estava ignorando Harry, que adequava o moreno perfeitamente. Ele sabia que era sua ameaça de
expor o pequeno segredo Comensal da Morte que estava mantendo o espião longe dele.
Harry trabalhou em sua poção em relativa paz, que foi até Neville desarrumada e causou fumaça colorida cinza de
espessura, que cheirava a enxofre, para a emissão de seu caldeirão.
"Todo mundo! Fora!" Snape ordenou que os alunos começou a tossir e engasgar com a fumaça mau cheiro.
Os Grifinória e Sonserina alinhados fora da sala de aula, enquanto Snape tentou lidar com a poção estragada.
Neville estava choramingando para Ron e Hermione sobre como Snape estava indo para matá-lo por arruinar o
laboratório de poções. Harry não podia tomar a lamentação por isso ele se afastou, optando por ser tão longe do idiota
desastrado quanto podia.
Harry tinha apenas chegou ao final do corredor quando ouviu a voz sarcástica atrás dele.
"Deve ser difícil." Harry virou-se para enfrentar o Slytherin. "Ter que aturar Gryffindorks. Eu sinto por você." Draco disse.
"Eu posso pensar em pessoas piores para ficar ao meu redor." Harry disse.
Draco caminhou mais para cima, seu sorriso habitual jogando em seu rosto.
"Então, se os rumores são verdadeiros, você parece ter se meteu bem a situação."
"Diga-me, qual seria o seu Gryffindorks dizer se eles descobriram sobre sua visitinha para o Lorde das Trevas. Você
acha que eles ainda vão ficar com você, então?" Ele sussurrou.
"Eles só vai descobrir se você for capaz de dizer-lhes." Harry retornou tão calmamente.
"Eu não vou dizer uma palavra. Ao contrário do que você pensa, eu não sou seu inimigo. Mas confie em mim, segredos
não ficam escondido para sempre." Draco disse.
"Eu percebi que eu deveria." Draco disse. "Vendo como eu sei o que está acontecendo."
Harry podia ouvir o orgulho em suas palavras e ele sentiu sua paciência evaporar. Ele descruzou os braços e se
inclinou para frente.
"Você acha que isso faz você se especial? Por saber o que está acontecendo na vida de Voldemort, que ele falou numa
reunião, o que ele está fazendo? Você acha que faz você especial?" Harry perguntou.
"Claro que sim. O Lorde das Trevas escolhe apenas aqueles que são dignos de servi-lo." Draco se vangloriou.
"É tudo muito bom na teoria, mas você acha que o que Draco? É hora de obter a prática." Harry disse. "Você quer ser
escolhido, bem, ele vai escolher você. O seu sonho de conseguir essa marca em seu antebraço se tornará realidade,
mas muito em breve você vai perceber que é mais um pesadelo, um que você terá que viver por o resto de sua vida, a
menos que você encontre uma maneira de sair agora. "
"Seu pai vai ficar para trás e vê-lo morrer se ele o condenada". Harry terminou por ele. "Não tente me contando sobre
seu pai ou sobre Voldemort, porque eu sei mais do que você, jamais poderia saber."
"Ser um Comensal da Morte não significa que você é parte de um clube de elite. Isso significa que você é um servo, um
escravo para as ordens de Voldemort, independentemente de se você quer realizá-los ou não." Harry terminou.
Draco estava sem palavras. Ele estava olhando para Harry, mas incapaz de responder.
"Harry?" Harry olhou e viu Ron pé no final do corredor. "Snape quer que todos de volte para dentro agora." ele disse,
olhando intrigado para Draco em pé ao lado de Harry.
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Hermione, Ron e Harry estavam sentados ao lado da janela, passando por trabalhos de casa do seu dia. Harry tentou
bloquear a briga dos dois ao lado dele.
"Vamos, Hermione. Eu só preciso vê a parte final das notas, eu acho que eu as escrevi errado." Ron implorou.
"Eu disse a você, não. Estou farto de dar as minhas notas o tempo todo." Hermione disse como ela se ocupou em
suas anotações.
"Se você não me ajuda, que tipo de amigo é você?" Perguntou Ron.
"Hermione era chata assim em seu mundo?" Ron perguntou em voz baixa.
Hermione bufou para os dois rapazes e puxou-a mais perto de si mesma observa.
"Sim, você se importa", disse Harry, sorrindo para ela. "Você se importa tanto que você vai tomar o ensaio de Ron de
sua bolsa antes do café da manha amanhã e discretamente corrigi-lo para que ele não conseguir um 'T' por ele."
"Às vezes, eu ... eu ... pode fazer isso, mas só quando você de outra forma vai falhar." Ela explicou.
"O quê? O que é isso?" Hermione perguntou, apressando-se para olhar para fora da janela, contente com a distração.
"Isso," Harry apontou para uma grande forma que sai da floresta e fazendo o seu caminho em direção à pequena
cabana de madeira. "Que diabo é isso?"
AU Mundo
James tropeçou para baixo o último dos passos e bocejou amplamente. Ele sonolento fez o seu caminho em direção à
cozinha, tomando cuidado para não fazer muito barulho. O resto de sua família ainda estavam dormindo, pois era o meio
da noite. James entrou na cozinha e acendeu a luz e quase pulou de susto quando viu uma figura sentada à mesa.
"Harry! Caro Merlin! O que está fazendo sentado no escuro?" ele perguntou.
James notou o olhar solene no rosto dos meninos. Ele entendeu por que Harry estava tendo problemas para dormir.
"Eu só vim aqui para pegar um copo de água." James explicou caminhar até a pia para encher um copo.
James levou seu copo de água para a mesa e sentou-se, tomando alguns goles para saciar sua sede. Ele estudou
Harry por alguns momentos antes de falar.
"Certo, é claro que você não está bem. Se você fosse, você não estaria sentado aqui no meio da noite, não é?"
Perguntou James.
Harry soltou um suspiro profundo, com as mãos apertadas em punhos enquanto eles ainda estavam tremendo.
"Eu não posso acreditar nisso", disse Harry. "Isso não pode estar certo. Hagrid nunca poderia... ele não quis ir contra
Professor Dumbledore. Ele simplesmente não iria." Harry disse, balançando a cabeça.
"Isso é o que todos nós pensamos." Ele disse com pesar. "Todos nós tivemos fé nele, porque Dumbledore tinha a sua fé
nele. Nunca pensei que ele iria ... iria nos deixar como ele fez."
"Pai," Harry olhou para James, um olhar desesperado em seus olhos. "Alguma coisa tinha que ter dado errado! Talvez
... talvez Hagrid tenha tido uma razão para fazer o que fez, talvez ele estava tentando fazer o que ele achava que era
certo!"
"Harry," James estendeu a mão, colocando a teve em Harry. "Não houve erro. Hagrid escolheu sua própria espécie
sobre nós, é simples assim." ele explicou.
Ombros de Harry cederam e ele desviou o olhar. James odiava ver Harry assim.
"Dumbledore não devia ter lhe contado sobre ele." ele disse. "Ele deveria ter sabido que só iria incomodá-lo."
"Estou feliz que ele fez." Harry disse. "Eu preferiria ter a verdade, não importa o quão difícil é. Eu odeio pessoas
mentindo para mim."
"Eu sei que você faz." Ele sussurrou. Em voz alta, ele perguntou: "Você vai ficar bem?"
Harry balançou a cabeça lentamente.
"Hagrid é um dos meus amigos mais próximos. Ele foi o único que me disse que eu era um bruxo." Ele disse baixinho,
lembrando como o meio-gigante tinha invadiu seu caminho em sua vida e mudou para melhor. "Eu vi como ele é leal ao
Professor Dumbledore. Eu não posso acreditar que ele iria virar se virar contra ele."
Harry se mexeu na cadeira, mas manteve os olhos treinados na superfície de madeira da tabela.
Harry olhou para ele, notando o olhar de tristeza no rosto de seu pai.
"Depois de conhecê-lo por tanto tempo, você pode realmente acreditar que ele faria isso?" Harry perguntou.
"Eu tenho que acreditar nisso, Harry." James disse calmamente. "Eu estava lá, eu o vi."
Harry estava atordoado. Professor Dumbledore não tinha dito a ele que parte.
James assentiu.
"Então foram Sirius e Remus. Perto o suficiente toda a Ordem estava lá, tentando impedi-lo, tentando fazê-lo se mover
para fora do caminho." James disse que o arrependimento claro em sua voz.
Harry não sabia o que dizer agora. Até este ponto, ele estava dizendo a si mesmo que tinha que haver algum tipo de mal-
entendido. Ele estava certo de que Hagrid tinha sido criado, bem como quando ele tinha sido expulso de Hogwarts depois
de ser acusado de abrir a Câmara Secreta.
Mas se seu pai estivesse lá, se ele tinha visto Hagrid com seus próprios olhos, então isso significava que tudo o que ele
tinha ouvido era verdade. Harry baixou a cabeça em suas mãos, a cabeça estava girando. Ele ouviu o raspar da cadeira
contra o chão e no momento seguinte, sentiu uma mão em seu ombro.
"Você deveria ir dormir." James disse gentilmente. "Não pense sobre isso por mais tempo."
Harry levantou-se, a pedido de seu pai e começou a caminhar em direção à porta, sabendo muito bem que ele não iria
dormir bem esta noite.
"Você disse ao Damien?" James perguntou quando ambos fizeram o seu caminho para fora da cozinha.
"Não, eu ... eu não sentir vontade de falar sobre isso." Harry disse.
James assentiu.
"Ele não sabe." James revelado. "Nenhum estudante de Hogwarts sabe. É por isso que eu fiquei surpreso quando
você mencionou o nome dele no dia em que chegou em Hogwarts."
Harry lembrava bem nesse dia. Ele tinha ficado com medo de ter se entregado, ao perguntar sobre Hagrid.
"Dumbledore não queria que seus alunos a descobrir. A maioria dos alunos gostaram Hagrid e Dumbledore não
queria machucá-los, revelando o que Hagrid fez." James explicou.
"Praticamente, disse ele à escola Hagrid havia se mudado para a Roménia para trabalhar com uma nova raça de
dragões. Todo mundo sabia o quanto gostava de Hagrid dragões." James disse que a última parte em voz baixa.
"E o dano? Como ele explica isso? Três aldeias tinham sido dizimadas, centenas de pessoas mortas, como é que o
Ministério explicar isso?" Harry perguntou. James não respondeu. Harry percebeu o que tinha feito. "Vocês culparam
Voldemort", disse ele lentamente. " não é?"
"Nós não precisamos. A maioria já achava que era ele." James disse.
Harry estava tentando achar sentido em tudo, mas estava me sentindo sua cabeça girar loucamente.
"Foi a decisão de Dumbledore e Fudge. Dizer a verdade iria causar mais pânico." James explicou ainda.
"Havia outras vezes, quando você deu crédito Voldemort por crimes que nunca cometeram." Harry perguntou, sentindo
todo o corpo tenso.
"Às vezes sim." Ele admitiu. "O Ministério vem fazendo isso há anos. Se eles não poderiam encontrar o verdadeiro
culpado, eles culpou o Voldemort e, para ser justo, a maioria das vezes que era ele. Ele era apenas furtivo o suficiente
para fugir com ele."
Harry não sabia o porquê, mas esta revelação o fez sentir raiva.
"Você acha que isso é justo? Em vez de culpar o Lorde das Trevas por tudo o que já deu errado, você não acha a coisa
certa seria encontrar o verdadeiro culpado? Ou isso era muito difícil?"
"Não era motivo de debate. O ministro fez o que ele queria." James respondeu.
Harry desviou o olhar de desgosto. Seu respeito por Ministro Fudge foi lentamente desaparecendo.
"Parece que é tão bem que ele não é o ministro mais!" Harry resmungou.
Um estranho sorriso espalhar sobre o rosto de James e ele soltou uma pequena risada.
"Nada, se eu não conhecesse você melhor que eu podia jurar que o meu Harry estava de volta." ele disse. "Levantando-se
para Voldemort, comenta sobre o nosso sistema de 'falsa justiça e' e opiniões do ministro, que ambos são realmente a
mesma pessoa."
"Eu nunca iria levantar-se para aquele monstro. Tudo o que eu quis dizer foi que era estúpido para colocar a culpa em
cima dele e não pegar o verdadeiro culpado."
"Eu concordo, mas não há nenhum ponto em discutir isso agora. Está tudo acabado. Voldemort se foi e Fudge está fora do
escritório. Erros não serão repetidos sob Diggory então não há nada para se preocupar."
"Agora, vá dormir. É muito tarde e eu quero que você para descansar." James instruiu gentilmente.
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Damien encontrou Harry sentado na biblioteca Mansão Potter, cabeça apoiada sobre os braços cruzados, apoiado em
uma mesa.
"O que você está fazendo aqui?" Damien perguntou enquanto se sentava à sua frente.
"Sim, meu parceiro de treino." Damien respondeu. "Você deveria me encontra há uma hora. Eu tenho ido mental,
procurando por você. Eu nunca pensei que você estaria aqui", lançando um olhar ao redor da biblioteca, ele olhou para
Harry. "Você não viciado em livros, não é?" ele perguntou um pouco temerosa.
"Ufa, eu pensei por um segundo que fosse um leitor ávido ou algo parecido. Terrível coisa, ser um leitor ávido. Eu sei.
Eu vi o que isso faz com você. Basta olhar para Hermione." Ele brincou.
Harry não respondeu à brincadeira fazendo deslizamento sorriso de Damien de seu rosto.
"O que há de errado com você? Você tem estado assim desde Professor Dumbledore veio e falou com você." Ele se
inclinou mais perto de Harry. "O que ele disse para você?" ele perguntou.
"O que significa é uma coisa." Damien respondeu. "Você pode me dizer, Harry."
Harry olhou para Damien, sentindo o aperto no estômago com a idéia de contar a ele sobre Hagrid.
"Eu não posso. Eu não acho que o pai gostaria que você soubesse." Harry disse com tristeza.
"Eu pensei que você não estava indo para manter as coisas dele mais." Harry desafiou.
"Eu não estou. Eu só não vai deixá-lo saber que eu sei o que ele pensa que eu não sei." Damien disse com um sorriso
maroto.
"Tudo bem", disse Harry, ficando um pouco perdido. "Mas, eu realmente não deveria ..."
"Lembra-se dele? Como posso esquecê-lo? Ele foi um dos meus primeiros amigos de Hogwarts. Cuidou de mim no meu
primeiro ano, salvou meu pescoço algumas vezes também quando brincadeiras deram errado."
"O que o Professor Dumbledore disse que aconteceu com ele?" Harry perguntou.
"Hagrid saiu no final do meu segundo ano para ir e fazer um trabalho para a Ordem. Ele não quis me dizer o que era, mas
ele estava animado sobre isso. Pouco depois, mãe me disse que Hagrid havia se mudado para a Roménia, para trabalhar
com dragões. Eu fiquei um pouco irritado, realmente. Hagrid nem sequer disse adeus. Ele acabou de se mudar depois de
completar sua missão Ordem. " A voz de Damien realizou uma pitada de tristeza. "Eu gostaria que ele tivesse voltado,
pelo mesmo para dizer um adeus apropriado. Mas ele está feliz;. Ele ama dragões e sempre quis trabalhar com eles
Então, eu estou feliz por ele.".
"Não, Damien, Hagrid não está na Roménia e ele não está trabalhando com dragões." Ele disse calmamente.
Damien parecia confuso.
Os olhos de Damien se arregalaram. Ele abriu a boca para protestar, mas as palavras não saíram. Harry olhou em
desespero. Eventualmente, Damien conseguiu falar.
"Eu perguntei Professor Dumbledore sobre Hagrid e ele me contou o que aconteceu. Ele manteve a verdade dos
alunos já que ele não queria machucá-los." Harry explicou.
"Não nos contou? Para não pode nos machucar?" Damien perguntou. Ele balançou a cabeça, claramente lutando para
chegar a um acordo com esta notícia. "Ele está morto?" ele perguntou de novo. "Como é que ele ... como isso
aconteceu?" Damien perguntou.
"Ele foi enviado em uma missão para a Ordem; isso é verdade e foi no verão de seu segundo ano." Harry confirmou. "A
missão era para ele para encontrar e contactar os Gigantes desonestos. Professor Dumbledore disse que anos atrás,
Voldemort tinha convencido os Gigantes de trabalhar com ele, criando o caos. Gigantes são conhecidos por ser violento e
sua natureza foi explorada por Voldemort que os usavam para matar e torturar centenas de pessoas. Em um ponto,
Voldemort perdeu seu apoio, ninguém sabe realmente o porquê. Os Gigantes mudou-se para as montanhas e que foi o
último deles. A Ordem tinha aprendido que Voldemort estava interessado em unir forças com o Gigantes novamente,
resolver qualquer problema que teve com eles. Dumbledore queria chegar a eles antes de Voldemort fizesse. " Harry fez
uma pausa, levando Damien falar.
"Não," Harry balançou a cabeça. "Hagrid voltou e relatou que ele tinha feito contato com os Gigantes e, embora eles
estavam relutantes em jurar lealdade com o Dumbledore, eles estavam indo para considerá-lo."
"Assim, a missão foi um sucesso." Damien perguntou, confuso quanto ao que tinha corrido mal a custar Hagrid sua
vida.
"Parecia que maneira", disse Harry, enchendo seu tom de tristeza. "Até que o ataque que ocorreu dois dias depois
Hagrid voltou."
"Três aldeias, eliminadas completamente. Nem um único sobrevivente." Harry disse, sua voz cheia de tristeza. "Foi só
quando eles chegaram aos arredores da Floresta Proibida que o Professor Dumbledore foi alertado. Deve ter sido as
enfermarias que o tenham alertado."
"Os membros da Ordem chegou lá antes de os Aurores do Ministério e tentou parar os Gigantes. Eles conseguiram mantê-
los retidos, mas não por muito tempo. Quando os Aurores do Ministério chegou, os Gigantes agiu para fora e começou a
matar os Aurores, tentando alvoroço seu caminho para fora da floresta. Os Aurores teve de lutar para trás e eles
começaram a matar em retaliação. " Harry vacilou aqui e depois de tomar uma respiração profunda, ele olhou para
Damien. "Hagrid estava em seu caminho. Ele não deixaria os Aurores matar os Gigantes."
"Eu também não, mas meu pai disse que ele estava lá e viu Hagrid, pediu-lhe para se mover para fora do caminho,
mas ele não. Hagrid ficava pedindo para os Aurores cessar seus ataques, mas os Aurores não poderia fazer isso, a
não ser que eles queriam ser morto. Os Gigantes ainda estavam lutando com os Aurores e não parecia que iam se
render. Professor Dumbledore interveio e perguntou Hagrid para mover fora do caminho, e, pela primeira vez, se
recusou Hagrid . "
Damien soltou um suspiro sufocado, os olhos arregalados e redondo. Todo mundo sabia quão fiel a metade gigante era
o diretor de Hogwarts. Nunca em seus sonhos ele poderia imaginar Hagrid recusar uma ordem direta de Dumbledore.
"Dumbledore disse a ele para se mover para fora do caminho três vezes, mas Hagrid recusou. Quando o professor
Dumbledore tentou fazê-lo se mover, Hagrid lutou para trás." Harry empurrou.
"Eu só estou dizendo a você o que o Professor Dumbledore me disse para si mesmo." Harry interrompeu.
Damien ficou em silêncio, mas ele ainda parecia que ele estava lutando contra a verdade. Após um momento de
silêncio, Damien perguntou:
"Um dos Aurores matou um gigante, e Hagrid enloqueceu. Ele atacou o Auror em fúria, matando-o instantaneamente."
Harry disse muito tranquilo, com a voz trêmula quando ele falou ao lado. "Isso foi quando o mataram, os aurores
mataram Hagrid quando ele se afastou do corpo morto do auror."
Damien podia sentir seu corpo entorpecido como as palavras penetrou sua mente. Hagrid foi morto por um auror. O
mesmo Hagrid que era um membro da Ordem. O mesmo Hagrid que tinha sido amigável e gentil com ele e os outros
alunos de Hogwarts. O mesmo homem que amava mostrando os alunos criaturas estranhas e maravilhosas, que mesmo
Hagrid tinha sido morto por um auror. De repente, um pensamento horrível veio a sua mente e ele tremia.
"Será que, se o Professor Dumbledore dizer-lhe que auror matou? Quero dizer, foi ... um membro da Ordem?" ele
perguntou.
"Não, foi um Auror do Ministério." Harry respondeu. "Perguntei-lhe a mesma pergunta." Ele adicionou.
Damien sentiu um pouco aliviado que não era um velho amigo, um companheiro membro da Ordem que tinha atingido
Hagrid. Pelo menos era um estranho.
"Eu não posso acreditar pai nunca me falou sobre isso." Damien disse amargamente.
"Foi ordens do Professor Dumbledore. Ele e o Ministro encoberto a coisa toda. Eles não querem criar mais pânico ao
admitir Gigantes tinha feito uma matança". Ele considerou algo por um momento. "Agora eu penso sobre isso, eles
provavelmente não queria Voldemort saber que os Gigantes tinham se movido contra eles. Isso só iria duplicar os seus
esforços em convencer os Gigantes para se juntar com ele."
"Porque, eles eram a sua própria espécie." Harry disse. "Pelo menos essa é a explicação Professor Dumbledore deu."
"Eu não acredito nisso. Hagrid nunca tomaria o lado dos Gigantes, porque ele também é um meio-gigante. Em que a
lógica, ele levaria nosso lado, porque ele também é um meio-humano. Tudo isso não faz qualquer sentido ". Damien
disse.
"Meus sentimentos são exatamente esse. Eu sei que se Hagrid estava protegendo eles, deve haver uma razão, uma
razão adequada." Harry disse.
"Você acha que poderia obter mais informações sobre ele? Quero dizer, foi relatado como um dos ataques de Voldemort
tão jornais será inútil, mas se não houver outra maneira de obter eventos daquele dia em que aconteceu ...?"
Os olhos de Damien se iluminaram de repente.
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Harry olhou ao redor do grande átrio com espanto. Ele nunca tinha visto o Ministério da Magia antes. Ele estudou as
grandes estátuas douradas de uma Bruxa, Feiticeiro, Centauro, Goblin e um elfo doméstico que foram brotando água
em uma piscina circundante, no meio do átrio. Junto ambas as paredes eram linhas sobre linhas de lareiras. De vez em
quando, uma bruxa ou bruxo viria atirando para fora de uma lareira.
"Este lugar é incrível." Ele sussurrou para Damien enquanto caminhavam ao longo das polido pisos de madeira
escura.
"Algo que eu nunca pensei que Harry iria dizer." Damien sorriu.
"O que ele tem contra este lugar?" Harry perguntou como ele observou o teto azul pavão e os símbolos de ouro
estranhos que estavam se movendo através dele. "É só porque ele odeia Aurores?"
"Nah, não é isso." Damien acenou com a mão. "É mais a ver com ser preso, trouxeram ele aqui para ser julgado, e por de
ser preso novamente, falsa prisão, tortura e quase sendo beijado por um par de dementadores, que faz dele um pouco
ressentido com este lugar."
Ambos os rapazes se aproximou do guarda e sem dizer uma palavra entregou suas varinhas para verificação. O
guarda deu a Harry um olhar cauteloso e desconfiado, mas não disse nada. Ele se virou para olhar para Damien.
O guarda acenou-los através, jogando Harry outro olhar cauteloso. Harry seguiu Damien, olhando para o guarda.
"Porra, você pensaria que eu seria usado para olhares por agora." comentou ele.
"Você tem certeza, pai não vai surtar sobre nós vir aqui?" Harry perguntou. Ele não queria que James para ser bravo
com ele.
"Ele vai ficar bem. Afinal de contas, isto é culpa dele." Damien respondeu.
"Claro. Se ele tivesse me contado a verdade sobre o que aconteceu com Hagrid, eu poderia falar com ele sobre isso e
não vêm aqui à procura de respostas." Damien respondeu.
"Eu acho que eu tenho passado muito tempo com você, porque que realmente fez sentido." Harry disse com um sorriso
irônico.
As portas do elevador se abriu e Harry preparado para sair. Ele não demorou muito nota do homem de cabelo marrom
que está diante das portas. Ele sentiu Damien de repente tenso ao seu lado e que foi quando ele olhou ao redor para vê-
lo olhando friamente para o homem.
Harry olhou para o homem, assustado com palavras duras do homem. Olhos cinzentos do homem foram fixados para
ele.
"O que você está fazendo aqui, Potter? Venha para outro roubo, não é?" ele zombou.
Harry não tinha idéia de quem era ou o que ele estava falando. Ele sentiu Damien ao lado dele tremendo de raiva
reprimida.
"O que há de errado com seu nariz, Blake? Ele não parece certo para mim. Você não poderia consertá-lo depois que
meu pai o quebrou?" Damien perguntou friamente.
"E onde foi para o famoso Auror Potter !? Eu ainda sou numero um no ranking do Ministério, Auror de alto escalão,
enquanto ele está sentado em casa, longe do seu trabalho."
"Ele é o professor de Defesa Contra as Artes das Trevas em Hogwarts, você é um idiota!" Damien respondeu.
Blake ruborizou, mas não disse mais nada para Damien. Ele voltou sua atenção para Harry.
"Não, eu só estava me perguntando qual maldição que eu deveria usar agora." Ele inclinou a cabeça para o lado, como se
tivesse visto o seu homólogo fazer muitas vezes nas memórias Penseira. "Eu gosto de ser criativo."
A cor sumiu de seu rosto e ele olhou com ódio para Harry. Desconhecido para os dois meninos, Blake tinha sido
lembrado do tempo que tinha passado um bom algumas horas voando ao redor dos andares como um escaravelho,
cortesia de Harry.
Blake apertou os lábios com força e invadiu o seu caminho para o elevador, passando Harry e Damien. Ele empurrou os
botões e com um último olhar de ódio em ambos os meninos, ele desapareceu de vista.
"Charles Blake!" Damien cuspiu o nome. "Ele é um pedaço desagradável de trabalho! Ele está com inveja de pai desde
seus dias em Hogwarts. Ele está sempre à procura de uma oportunidade de trazer o pai para baixo." Damien explicou.
"Quando foi revelado que o infame 'Dark Prince' era, na verdade, Harry, Blake agiu como se ele tinha nas mãos. Ele
sempre teve todas as chances para embaraçar pai."
"Será que o pai realmente quebrou o nariz dele?" Harry perguntou, quando eles começaram a caminhar ao longo do
corredor.
"Ele torturou Harry." Ele respondeu calmamente. "Foi Blake que prendeu Harry e, nesse momento Harry estava
seriamente ferido. Em vez de levar ele a junta médica, ele jogou Harry em uma célula e lançou o cruciatus sobre ele."
"Por que mais? Não é como se ele sabia que Harry, ou o tinha encontrado antes. Ele machucá-lo apenas porque ele
era filho de James Potter." Damien respondeu. De repente, ele olhou para Harry. "Será que ele encontrou com ele
antes? Quero dizer, você viu alguma lembrança a respeito Blake?"
"Mas você disse que estava pensando sobre o que maldição para acertá-lo dessa vez." Damien perguntou. "Como você
sabia que Harry lhe tinha amaldiçoado?"
"Eu apenas assumi Harry deve ter feito, em algum momento. Quero dizer, ele atacou outros, então ele deve tê-lo
atacado."
"Espero que ele tem. Eu vou perguntar a Harry sobre isso, na próxima vez que eu falar com ele." ele olhou para Harry e
seu sorriso se alargou. "Você tem certeza lhe disse, porém, que ele não podia correr para aquele elevador rápido o
suficiente"
"Eu só não gostei do jeito que ele estava falando sobre o pai." Harry confessou.
Eles chegaram à porta de madeira escura com uma placa de prata, leitura, 'auror S. Black'. Damien bateu duas vezes na
porta e esperou para ser atendida. Um clique alto lhes disse que a porta tinha sido desbloqueado. Damien abriu-a e
entrou, Harry segui-lo.
Sirius olhou para cima de sua mesa e olhou em surpresa quando os dois rapazes entrou em seu escritório.
"Nunca Harry foi ao Ministério antes, então eu pensei que uma visita estava em ordem." Damien disse.
"Realmente?" Perguntou Sirius. "Não foi Tiago que ir com você?" ele perguntou.
"Ah, então esta é uma daquelas situações em que eu não posso dizer nada a ele, porque ele iria ter um ataque mental, se
ele descobrir, certo?"
"Alguma razão especial que você está me definir se a ser assassinadas por meu melhor amigo?" perguntou ele com seu
sorriso habitual.
Ambos Harry e Damien se aproximaram e sentaram-se diante dele, suas expressões lúdicas agora substituídas por
outros graves.
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Sirius bateu os dedos sobre a mesa, olhando para os dois rapazes teimosos sentados diante dele.
"O que você acha que vai sair dessa? Absolutamente nada." Sirius tentou.
"Você não sabe disso", Harry voltou. "Se nada mais, nós vamos obter algum tipo de encerramento."
"Ele provavelmente vai ser mais perturbador." Seus traços torcido como um olhar de tristeza tomou conta. "É uma coisa
horrível de se aprender sobre, confie em mim."
Harry e Damien trocaram um olhar. Damien avançou um pouco para o auror.
"Eu sei, é por isso que nós não estamos pedindo-lhe para falar sobre isso. Se você pode nos pegar o arquivo do caso, a
respeito do Hagrid, vamos olhar sozinhos."
"Sirius," Harry interrompeu, chamando a sua atenção. "Por favor, precisamos saber tudo o que aconteceu naquele dia.
Eu não posso descansar até que eu descobrir isso."
"Por favor, tio Siri." Damien adicionado. "Por favor, nos ajude. Não podemos ir com o pai desde que ele quer Harry
apenas esquecê-lo e ele não sabe que eu sei sobre Hagrid."
"Por que você não sempre perguntar Moony sobre coisas como estas?" ele perguntou, olhando para fora sob suas
mãos.
"Nós faria, mas Tio Remus não faria isso. Ele nunca iria contra a mamãe ou desejos do pai." Damien explicou.
"E você supor que eu vou?" Sirius perguntou com as sobrancelhas levantadas.
"Sim," Damien continuou. "Deve ser porque você nos ama mais."
Lábios de Sirius se contraiu em um sorriso antes que ele deu um suspiro dramático.
"Obrigado, vamos esperar aqui por você para obtê-lo." Damien disse, fixando-se ainda mais em sua cadeira.
"Eu não consigo tirar você agora. Eu preciso de autorização para chegar até esse departamento. Eu posso fazer
alguma coisa para obter, mas vai demorar alguns dias."
Sirius sorriu.
"Eu provavelmente deveria, mas desde que eu te amo tanto pra caramba, eu não vou."
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"Ele provavelmente está atrasando a sua visita apenas para nos irritar." Damien sussurrou para Harry enquanto se
dirigiam para a sua classe.
"Eu não penso assim. Ele provavelmente não tem o arquivo ainda." Harry sussurrou de volta.
Damien deu de ombros antes de subir a escada em espiral que levou à pesadamente perfumado, mais sala aquecida, que
serviu como sua sala de aula de Adivinhação.
"Eu só espero que ele vem até o final deste mês. Eu não consigo dormir, pensando sobre ... sobre ele." Damien disse
enquanto ele caminhou até uma das almofadas e sentou-se.
Harry largou o saco ao lado dele e sentou-se.
"Eu sei o que você quer dizer. Eu não consigo dormir. Eu continuo a ter pesadelos sobre o que aconteceu. É
provavelmente mil vezes pior na minha cabeça." Harry resmungou.
Harry observou o Professor Adivinhação deslizou para o quarto, sua aparência idêntica à do seu homólogo. Os mesmos
óculos escondiam os olhos, ampliando-os a um nível cômico. Numerosos anéis brilhavam em seus dedos, esferas e
correntes penduradas em seu pescoço fino. Seu corpo esguio estava envolta em um xale e começou a aula com sua voz
suave e um pouco assustador habitual.
"Bons filhos manhã, a aula de hoje será se concentrar no que nós aprendemos última lição; leitura de folhas de chá ..."
Harry ouviu a Professora Trelawney durante cerca de meio minuto antes de sua mente se afastaram em outros
pensamentos. Ele tinha agora teve suas primeiras três semanas ou mais de aulas, sob o disfarce de preparação para a
classe de duelo. Ele ficou aliviado ao descobrir que nenhum dos alunos questionou a sua assiduidade às aulas, nem
mesmo as classes que eram obviamente de nenhum uso em duelo. Assim como a classe que ele estava participando de
direito, o que poderia possivelmente oferecer a Adivinhação duelo eficaz?
Sua classe mais memorável até agora tinha sido a sua aula de Defesa Contra as Artes das Trevas. Harry sentiu a mais
estranha de emoções vendo seu pai em pé na frente da classe, ensinando o seu assunto favorito. Poções,
surpreendentemente, foi o seu segundo favorito. Ele percebeu, para seu espanto, que sem Snape estando lá, zombando e
ridicularizando ele, apreciava bastante Poções. Sua mãe era uma professora natural e feito germinar poções difíceis e
complicadas parecem sem esforço.
Ela sorriu com orgulho quando Harry tinha terminado com sucesso a missão. Harry não deixe de como ele estava nervoso
sobre sua primeira cerveja poção antes de sua mãe; em parte porque ele estava retratando seu outro eu, e em parte
porque ele queria que sua mãe para se orgulhar dele.
Lily tinha permanecido fiel à sua palavra e estava dando a Harry extensa tutoria quase todas as noites. Ela assegurou-lhe
que uma vez que ele encontrou-se com o curso, a tutoria pode ser reduzido a apenas algumas noites. Mas até lá, Harry
estava achando seus dias e noites cheias de estudar e mais estudar.
"Hermione adoraria isso." ele murmurou para si mesmo, chamando a atenção de Damien. Ele balançou a cabeça para ele,
apontando que ele não estava falando com ele. Damien sorriu antes de voltar a ouvir a professora Trelawney.
Harry encontrou-se grato que Damien estava no quinto ano. Ele podia assistir a todas as aulas com ele; caso contrário ele
estaria por conta própria. Os outros anos foram quinta apavorada demais para falar com ele. Ontem, em Herbologia, ele
pediu a um colega quinto ano da Grifinória, Edward Bradford, para passar-lhe o pote contendo as sementes de flores que
eles foram feitos para plantar. O pobre rapaz ficou tão perturbado, ele deixou cair o pote antes que Harry pudesse
agarrar-lo, espalhando a areia como sementes no chão da estufa. Harry balançou longe a memória, ele odiava a maneira
que todos agiram com tanto medo dele.
Harry concordou, ele sempre se sentiu tão leve de cabeça e sonolento em sua sala de aula. Foi uma combinação do
calor, as almofadas macias e palestras do professor Trelawney. Claro que não ajuda que ele havia tido sono agitado
ultimamente. Sufocando um bocejo, Harry se inclinou em sua mão, descansando a cabeça contra a palma da mão.
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Damien não estava mais prestando atenção a sua lição de Adivinhação. Foi particularmente fastidioso hoje. Ele olhou
para ver Harry, com os olhos quase fechados agora. Damien deu-lhe uma pancada suave para acordá-lo. Harry se
ergueu, deu uma olhada no Trelawney diante de seus olhos se fecharam novamente. Damien riu Harry dormindo. Ele
virou-se para enfrentar o Professor. Ele sabia que, mesmo se o professor viu Harry dormir em sua classe, ela não diria
nada. Até onde ela sabia, Harry estava aqui apenas fora de tédio.
Damien tentou ouvir a palestra, para tomar algumas notas para que ele pudesse passá-los para Harry, quando ele
finalmente acordasse. Infelizmente, ele não podia forçar-se a pagar qualquer atenção. Ele foi à toa com base em seu
pergaminho quando ouviu um som abafado vindo de Harry. Ele se virou para vê-lo, notando de uma só vez as gotas de
suor na testa. Harry estava franzindo a testa em seu sono e sua boca manteve abrindo e fechando, como se ele estava
murmurando algo sob sua respiração. Damien sentiu seu coração pular quando viu Harry estremecimento na dor óbvia,
um silvo abafado escapar dele. Os olhos de Damien viajaram para a testa de Harry, para a cicatriz escondida e
ele sentiu-se quebrar em um suor. Foi sua cicatriz machucando de novo? Isso significava que ele estava aqui de novo?
"Harry, Harry acorda." Damien balançou ele, mas que não conseguiu acordar o menino adormecido.
Por este ponto Professora Trelawney tinha parado sua palestra e todos os olhos estavam sobre os irmãos Potter.
Harry gritou, seu corpo se contorcendo e trêmulo. Seus olhos estavam fechados e parafusado seus dedos estavam
apertadas em torno de sua testa.
"Não Não Não!" ele gritou mais alto, com um pânico que fez Damien se sentir doente.
"Harry! Harry!" Damien estava tentando o seu melhor para acordar o menino, mas não importa o quão duro ele sacudiu,
Harry não conseguia acordar.
"Sr. Potter? Sr. Potter ?!" Professora Trelawney chegou mais perto de Harry, com os olhos arregalados ampliadas ainda
mais quando Harry começou a se debatendo amplamente, caindo para trás.
Damien estava agora em pânico completo, ele não poderia puxar Harry para fora de qualquer pesadelo que ele foi
pego ele.
Todos os alunos estavam assistindo com medo como Harry continuou a gritar, batendo corpo, o rosto coberto de suor.
Seus dedos ainda estavam agarrando a sua cicatriz.
Assim como Damien estava se preparando para correr para ajudar, os olhos de Harry se abriram, bloqueio para
Damien. A visão de medo estampado nos olhos de esmeralda fez Damien congelar meados de ação.
Canon Mundo
Harry, Ron e Hermione se apressou ao longo do caminho desigual como eles fizeram o seu caminho através da
escuridão em direção à pequena cabana de madeira.
"Vocês podem se mover mais divagar." Harry comentou como os dois passavam por ele.
"Nós não vimos Hagrid desde o final do prazo no ano passado!" Hermione lhe disse animadamente.
Eles chegaram à porta antes de Harry encontrou-se com eles e bati na porta com força. Harry aproximou-se calmamente
para se juntar a eles. Ron estava batendo com o punho furiosamente na porta enquanto Hermione gritou o nome de
Hagrid. Cascas expansão altos foram ouvidos de dentro da cabana. Harry ergueu as sobrancelhas para o som.
"Hagrid Hagrid!, Abra! Nós sabemos que você está aí!" Hermione gritou.
Baques altos foram ouvidos se aproximando da porta, fazendo Harry instintivamente levar a mão próximo a varinha.
" Eu sabia que era vocês três ". veio a voz antes que a porta foi aberta.
A mão de Hermione voou para sua boca enquanto ela levou à vista. Ron estava olhando mudos fundada. A palavra
sussurrada soando muito como 'uau' foi ouvido Harry, mas ninguém percebeu.
Hagrid acenou com a mão grande, do tamanho de tampas de caixote do lixo, no ar. Um de seus olhos estava fechado
quase inchado. Outros cortes e hematomas podiam ser vistos em toda parte do seu rosto não estava escondido atrás
de sua barba espessa.
"Nada para se preocupar eu estou bem '. Vamos, entrem, está congelando aqui fora."
Ron e Hermione correram para dentro feliz para sair do frio gelado. Hagrid abriu a porta e se virou para esperar pelo
último do trio a entrar. Harry se aproximou do limiar lentamente, sem tirar os olhos da grande figura. O olhar de Hagrid
se estreitou com Harry antes que ele deixou escapar um suspiro surpreso.
"Caramba! É você Harry? O que aconteceu, yeh?" Ele perguntou, seu único olho visível plissados em seu sorriso.
Harry não respondeu de imediato. Ele olhou para Hagrid de perto antes de resmungar,
Hagrid riu quando ele fechou a porta e caminhou em direção ao fogão, onde ele colocou a chaleira. Harry se juntou a
outros dois na mesa de madeira limpo e sentou-se, tomando nota imediata do pequeno quarto em que estava. O cão
latindo veio a galope até Ron e saltou para as patas traseiras, as patas dianteiras descansando no colo de Ron, por isso,
Pode lamber-lhe as orelhas. Ron riu um pouco com a sensação antes carinhosamente arranhando a boarhound preto por
trás de suas orelhas. O cão se afastou de Ron e centrou a sua atenção em Harry. Ele cambaleou até ele e colocou sua
grande cabeça no colo de Harry, absorvendo suas vestes instantaneamente com suas lambidas.
Harry deu um olhar de nojo para os outros dois, que voltou seu olhar com um sorriso e uma expressão pacificadora.
Harry desajeitadamente afagou a cabeça do cão, resistindo à vontade de empurrar a criatura babando longe de si
mesmo.
Ron e Hermione começaram a falar com Hagrid, perguntando-lhe onde ele tinha ido por quase metade do ano e que
causou tudo lhe ferimentos. Harry ouviu como Hagrid evitou dar quaisquer respostas. Hagrid lhes ofereceu o chá, que
Harry se recusou a sequer olhar para. Ele estava estudando o grande homem quando ele se sentou com um grande
pedaço de carne realizada até o olho inchado.
"Pelo menos nos diga como você se machucou?" Ron perguntou pela quinta vez.
"Eu já disse.. isso não é nada só alguns arranhões." Hagrid respondeu, ainda segurando a carne sobre seu olho.
"Há alguns arranhões? Hagrid você não pode ver através de seu olho esquerdo!" Hermione gritou.
"Eu estou bem." Ele retornou. Ele virou-se para Harry, tomando um momento para realmente observar o menino.
Harry não lhe respondeu. Ele lhe deu um encolher de ombros, em vez. Hagrid acenou com a cabeça.
"Ah, figurou como muito. Não se preocupe, Harry. Eles vão acreditar em nós, mais cedo o' mais tarde."
Harry olhou para a carne no rosto de Hagrid com a careta clara. Ron e Hermione empurrou a conversa de volta para
onde Hagrid tinha sido.
"É o negócio Ordem, isso é tudo yeh precisa saber." Hagrid respondeu.
Hagrid logo correu-los fora de sua cabana, dizendo-lhes que era tarde da noite e eles devem voltar-se para o castelo.
Os três conseguiu voltar para a sala comum, sem que ninguém vê-los.
"Você pode acreditar como ele está?" Ron perguntou como ele se sentou.
"Eu sei e ele não vai dizer uma palavra de onde ele esteve." Hermione disse como ela se juntou a ele. "Eu me pergunto o
que o Professor Dumbledore precisava dele para fazer isso lhe causou tal dano." ela olhou para Harry, que estava
caminhando lentamente para se juntar a eles. "Não que eu esteja criticando o Professor Dumbledore o havia instruído a
fazer, por isso não há necessidade de quaisquer comentários engraçados."
Harry porém não disse nada e sentou-se ao lado de Ron. Ele tinha um olhar muito sério em seu rosto.
"Só uma pergunta", ele começou. "Você sabe que ele é um meio gigante, certo?"
"Hum, sim! Nós meio que percebemos esse grande mistério." Hermione riu.
"Eu sei que você pensa que não estamos muito intuitivo quando se trata de mágica, mas nós não somos assim tão
mau." Ron adicionado.
"Vocês sabem e ainda são amigos dele?" Harry perguntou, ainda mortalmente sério.
A alegria desapareceu de Hermione em um instante. Ron estava olhando para Harry, claramente esperando para ver
que ele estava brincando.
"O que isso deveria significar?" Perguntou Hermione. "Por que o fato de que Hagrid ser um meio gigante, mudaríamos o
que sentimos a respeito dele?"
Hermione parecia que ela tinha acabado de ser esbofeteado. Ron estava olhando para Harry com a boca aberta.
"Eu não posso acreditar que você acabou de dizer isso." Ron exclamou.
"Um mestiço?" Hermione assobiou quando ela levantou-se, incapaz de ficar sentado. "Eu não posso acreditar... como
você pode dizer algo tão... tão degradante assim? Como você pode sequer pensar isso ?!" ela perguntou.
"Isso é o que ele é. Não dizer isso em voz alta não vai mudar isso." Harry respondeu de volta. "Todo mundo sabe
mestiços ou mistos-raças não são naturais. Eles não deveriam existir."
Hermione reagiu como se tivesse sido queimada. Ron estava de pé também, estando ao lado de Hermione, olhando
para Harry.
"Eu nunca soube que tinha uma maneira tão repugnante de pensar." Hermione sussurrou, claramente magoado.
"Tudo bem, esqueça o que eu disse." Harry disse em pé. Ele fez o seu caminho até a escada.
"Remus é um lobisomem. Você sente o mesmo sobre ele? Você acha que ele não deveria existir, também?" Hermione
perguntou, parando Harry em suas trilhas.
Harry virou-se para encarar Hermione, uma centelha de raiva em seus olhos.
"O que aconteceu com Remus foi uma tragédia. Ele nunca pediu para ser mordido por um lobisomem." Ele disse.
"Oh, então você está dizendo Hagrid pediu a seu pai para ligar com uma Gigante". Ron perguntou com raiva.
"Não, eu ... Eu não estou dizendo que é culpa dele, eu só ..." Harry estava sem palavras. Ele levou um momento para
descobrir seus pensamentos. "Eu só achei estranho vê-lo amigável com alguém como ele, isso é tudo."
"Harry também é seu amigo. Ele se preocupa muito com Hagrid." Hermione informou.
"É isso que todos em seu mundo pensa sobre pessoas como Hagrid? Ou é apenas o que você pensa deles?"
Perguntou Ron.
"Metade raças não pode ser confiável." Harry respondeu de volta. "São instável, todo mundo sabe disso."
"Assim como nascidos trouxas não são bons o suficiente para aprender a magia?" Hermione perguntou friamente.
"Eu não acho que isso! Ao menos não mais." ele respirou fundo antes de tentar novamente. "Antes de te conhecer, eu
sempre acreditei que nascidos trouxas eram incapazes de fazer magia adequada. Eu pensei que sendo nascida trouxa
significava ter um núcleo mágico fraco". Ele olhou para Hermione, que tinha lágrimas de raiva nos olhos. "Mas depois eu
te conheci, percebi que isso não era verdade. Você é realmente uma bruxa poderosa e eu já vi em primeira mão o que
você pode fazer."
"Se me encontrar lhe ensinou a verdade sobre nascidos trouxas, então encontrar Hagrid deve ensinar-lhe a verdade
sobre meios gigantes também."
"Vou tomar a sua palavra para ela." ele disse a ela. Ele se virou para sair novamente, mas foi interrompido, desta vez
por Ron.
"Foi ele, não foi?" Harry se virou para olhar interrogativamente para Ron. "Você-Sabe-Quem, ele te ensinou a ter
preconceito contra nascidos trouxas e mestiços?" Ron vaiou o termo para fora com nojo.
Harry percebeu que era verdade. Ele tinha tomado tudo o que sabia de Voldemort. Ele assumiu ensinamentos placa de
Voldemort, bem como seus preconceitos.
"É hora de você ter a sua própria opinião, Harry." Ela disse calmamente. "Se você der uma chance a Hagrid, você vai ver
que ele é realmente um grande amigo, muito parecido com uma Bruxa nascida trouxa muito poderosa, certo." Ela disse
que a última parte com um sorriso.
"Tudo bem, vou tentar." Ele prometeu. "Mas eu odeio o seu cão." Ele acrescentou, fazendo Ron e Hermione bufarrem
em aborrecimento.
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O Grande Salão estava toda vestida para o Natal. As férias foram se aproximando rapidamente agora, com apenas
uma semana esquerda.
"Você pode acreditar que é quase Natal?" Ron perguntou Harry no café da manhã. "Isso significa que você esteve aqui
para-"
"Quatro meses" Harry interrompeu. Ele sorriu para Ron. "Eu estive contando."
"Não, eu quis dizer isso é muito tempo para o seu", ela baixou a voz ainda mais para que ela foi literalmente apenas
balbuciando as próximas palavras, "erro poção", ela levantou a voz novamente, "estar ainda em vigor. Todo mundo sabe
que os tipos de erros duram apenas algumas semanas, um mês, talvez dois, no máximo. " Ela olhou preocupada para
Harry. "Eles estarão esperando que você volte em breve."
"Eu sei."
"O que mais eu posso dizer? Eu sei que todo mundo vai se tornar ainda mais suspeito do que já são." Ele olhou para a
mesa dos professores e depois de volta. "Mas não há muito que eu possa fazer sobre isso. Só há uma solução para o
problema."
"Eu tenho, eu só não sei se eu quero ir em frente com isso ainda." ele disse.
Antes de Ron poderia pedir mais, buzinas barulhentas encheu o ar. Harry olhou para cima para ver o afluxo de corujas,
que transporta o correio da manhã para seus vários destinatários. Ele viu a coruja branca em frente, no meio de todas as
marrons. Hedwig voou para Harry, pousando graciosamente à sua direita. Harry acariciou a coruja instantaneamente,
com um sorriso no rosto.
Hedwig piou em resposta e mordeu seu dedo. Harry se afastou e fez uma careta para ela.
Ele tinha levado mais tempo do que o esperado para Hedwig para fazer uma recuperação completa. Mesmo depois de
sua asa foi curado, Professor Grubby-Plank havia dito a Harry que sua coruja não devia voar, nem mesmo em torno de
Hogwarts. "Finalmente, após meses, Hedwig foi considerada completamente normal ".
Hedwig tinha nenhum e-mail para Harry, mas tinha acabado de chegar para baixo para vê-lo, uma desculpa para ela
voar. Harry lhe ofereceu um pedaço de torrada e Hedwig tomou ansiosamente.
"Não beba do meu cálice." Harry instruído, mas Hedwig estava muito ocupada devorando o brinde.
Ron estava lendo a carta que tinha recebido e, finalmente, colocá-lo para baixo.
"Apenas um lembrete de mãe. Ela quer certificar-se de eu arrumar tudo e não deixar nada para trás quando eu chegar
em casa para o Natal. Honestamente, o que aconteceria se eu me esqueci de nada? Eu estou voltando para Hogwarts
depois de algumas semanas? " Ron refletiu.
"É uma coisa da mãe." Hermione disse, colocando para baixo sua cópia do jornal. "Minha mãe faz o mesmo. Ela ainda
insiste em arrumando minhas coisas para mim, mesmo que eu nunca esqueci nada, nem mesmo nos feriados."
Harry olhou para o seu prato. A última vez que tinha visto sua mãe, que estava fazendo a mesma coisa para Damien.
"Você já arrumou tudo, Damien? Não se esqueça qualquer coisa, Damien! Termine a sua embalagem, Damien! " a
memória fez seu coração doer.
Ele olhou para cima para ver Hermione olhando para ele.
"Por que não eu estaria?" Ele perguntou antes de voltar sua atenção para Hedwig. Ele esvaziou o cálice antes de
colocar na água para Hedwig.
"Lembre-se de embalar tudo, Harry. A mamã me escrito para lembrá-lo também." Ron disse.
"Eu vou com você?" Harry perguntou, surpreso que a família Weasley iria incluir Harry Potter no Natal.
"Sim, você está convidado." Ron disse, terminando seu café da manhã.
"Eu costumo ir a sua casa para o Natal?" Harry perguntou em voz baixa.
"Não, você costuma ficar aqui." Ron respondeu. "Mas este ano, você está convidado."
Harry pensou em seu último Natal com os Weasleys e fez uma careta.
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"Qualquer coisa especial planejada para a nossa última classe DA antes das férias?" Ron perguntou, enquanto
caminhavam para a Sala Precisa.
"Acabar com a última das Artes das Trevas. Dessa forma, quando voltar, podemos começar algo novo." Harry
respondeu.
Harry tinha uma imagem mental de como os alunos reagiriam a ele conjurar Nagini como sua forma de Patrono. Ele
balançou a cabeça.
"Vendo como meu patrono é muito grande, temível serpente, eu não acho que é uma boa idéia."
Ron ficou boquiaberta enquanto Hermione apenas olhou para Harry e murmurou, "figuras".
"Eu acho que vou começar com magica sem varinha". Harry disse.
Ron parecia feliz com isso. Hermione não comentou, mas sorriu para si mesma. Harry abriu a porta e entrou, só para
parar em estado de choque.
O teto do quarto tinha cerca de cem baubles dourados amarrados a partir dele. Cada uma das bugigangas tinha uma
foto de Harry sobre ele, o Harry pertencente a este universo, e tinha as palavras "têm um ótimo NATAL Harry '.
Ron e Hermione olhou ao redor da sala que se fazia sentir suas risadas. Harry foi aberta com a visão.
"Dobby é um elfo doméstico que Harry libertado de Lucius Malfoy. O elfo doméstico trabalha aqui em Hogwarts agora."
Ron sorriu para as decorações. "Dobby da tomada uma vez gosto forte para Harry."
Harry balançou sua varinha, fazendo os cem ou mais bolas de ouro desaparecer. Foi apenas a tempo demais, quando a
porta se abriu e um grande grupo membros da AD entrou. Luna pulou para dentro atrás deles, sorrindo para os outros
três.
"Tenha um Natal!" ela cumprimentou.
Hermione virou-se para olhar para Harry, divertiu com sua expressão.
"Eu não vou nem perguntar." Ele murmurou enquanto ele caminhou até a frente da sala, preparando-se para começar a
lição.
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O telefone tocou, acordando Harry de seu sono tranquilo. Harry pescou para o telefone tocando debaixo de seu
travesseiro. Sonolenta ele atendeu.
"Olá?"
"Harry!"
Harry acordou de repente. A voz do outro lado tinha conduzido todo o sono longe dele.
"Você tem que ajudá-lo! Você tem que ajudar o Sr. Weasley!" um Harry entrou em pânico gritou de volta.
"Ele foi ferido. Ele está sangrando! Você tem que ajudá-lo. Vá para o professor Dumbledore! Diga-lhe rapidamente!"
veio terror encheu a voz de seu colega.
"Espere, como você sabe disso?" Harry perguntou, confuso a respeito de como Harry poderia saber sobre um ataque
neste mundo.
"Eu vi! Agora, vá depressa! Ele está realmente ferido, ele está sangrando muito! Você tem que se apressar!" Harry
respondeu.
"Espere, volte ao início. Diga-me exatamente o que você viu." Harry instruiu.
"Eu o vi, o Sr. Weasley, ele estava sentado no final de um corredor. Eu ... eu não sei onde ele estava. Ele foi atacado, por
uma cobra. Eu ... eu era a cobra." A voz de Harry tremiam enquanto ele falava. "Eu mordi ele, uma e outra vez! Ele está
sangrando muito, ele está mal!"
"Eu nunca disse que era", Harry voltou. "Diga-me o máximo que puder sobre onde o Sr. Weasley era. O que você viu
tudo. Eu preciso saber onde ele está."
Harry escutou enquanto seu homólogo tentou explicar o que é que ele viu em visão. Ele descreveu um corredor escuro
longo com uma porta que estava sendo vigiado pelo Sr. Weasley.
"Ferozmente!" Harry respondeu. "Vá para o Dumbledore! Diga-lhe sobre o Sr. Weasley. Ele está seriamente ferido!"
"Eu sei onde ele está." Harry respondeu, antes de desligar a chamada.
Ainda sentado em sua cama, Harry transfigurou pijama em hábitos e agarrar um porão de sua varinha, ele
desaparatou, direto para o coração do Ministério da Magia.
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Harry apareceu em um longo corredor escuro. Ele olhou rapidamente ao redor; certificando-se de que ninguém estava
à vista. Ele rapidamente se lançou para a frente, mantendo-se nas sombras para garantir que ele não foi visto.
Enquanto se aproximava o fim do longo corredor, ele se tornou ciente do cheiro forte, irresistível de sangue. Harry
apertou o passo, correndo em direção a uma forma encolhida caiu no chão, em frente de uma porta.
Harry trancada em direção ao homem fortemente sangramento. Ele se ajoelhou ao lado da figura inconsciente e
verificado se há sinais de respiração. Era, aliás, o Sr. Weasley, que encontra-se em uma grande poça de seu próprio
sangue.
"Merda!" Harry amaldiçoou quando ele percebeu o quão fraco pulso do homem era.
"Arthur, Arthur, o Sr. Weasley." Harry gritou, tentando ver se o homem iria dar qualquer resposta.
Não tendo outra opção, Harry levantou o homem crescido em seus braços, tão cuidadosamente quanto pôde e se
afastou da entrada para o Departamento de Mistérios.
Harry não podia aparatar para St Mungo com Arthur. Ele poderia romper as enfermarias, mas Arthur não podia. Harry
conseguiu chegar ao corredor principal e esforçou-se para o pequeno corredor, levando aos elevadores. O corredor
estava deserto. Ele colocou o Sr. Weasley para o chão de pedra. Ele levantou sua varinha e conjurou seu Patrono.
Nagini deslizou para fora de sua varinha e se enrolou seu corpo grande serpentina para levantar a cabeça e olhar para
Harry.
"Encontre Moody ou Kingsley e os traga aqui. Ou Qualquer membro da Ordem, vai!" Harry ordenou.
Nagini arremessou para fora do corredor e desapareceu. Harry se afastou de Arthur quando ele ouviu passos se
aproximando batendo. Ele desaparatou assim como ele avistou cabeça branco prateado de Nagini aparecer ao virar da
esquina. Ele sabia que ela tinha trazido alguém com ela. A partir dos sons dele, ele estava certo de que era mais do que
um auror. Ele deixou, sabendo Arthur seria encontrado por membros da Ordem.
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Harry não aparatar de volta a Hogwarts. Ao contrário, ele invadiu o seu caminho para o Mansão, ignorando os poucos
homens mascarados olhando para ele com o choque. Dois homens estavam parados em frente das portas de carvalho
e estendeu suas varinhas em advertência para ele.
Harry acenou com a mão em direção a eles e bateu-los de volta, direto para as portas, tornando-os esmagar aberto
com um grande estrondo. Harry deu um passo ao longo dos dois Comensais da Morte esparramado no chão e
caminhou firmemente em diante, encontrando o olhar de olhos vermelhos divertido do assistente sentados.
"Tão bom para ver você, Harry." Ele disse com sua voz fria.
Voldemort levantou-se, o olhar fixo em Harry. Ele gesticulou para os homens montados que tinha acabado, depois de
Harry, para sair. Os Comensais da Morte reduzido suas varinhas e obedeceu seu mestre, retirando-se do quarto.
Voldemort se aproximou de Harry, ao lado de seus pés, Nagini deslizou junto com ele, sacudindo sua língua bifurcada
para fora em direção a Harry.
"Ah, então você descobriu sobre o traidor de sangue. Estranho que, eu tinha certeza de que ninguém encontraria seu
corpo até a manhã." Seu olhar queimado em Harry. "Como foi que você descobriu sobre ele tão cedo?"
"Você não está respondendo a minha pergunta." Harry sussurrou com raiva. "Por que você enviou Nagini ao Ministério?
Você realmente acha que ela seria capaz de obter-lhe a Profecia?" ele perguntou.
"Claro que não. Eu só mandou-a para ver se a Profecia ainda estava lá." Voldemort disse que ele estava diante dele.
"Eu esperava que você teria retornado a mim com a Profecia por agora."
"É no Ministério da Magia, eu não posso simplesmente entrar lá e buscá-lo! Eu preciso de tempo!" Harry chiou com
raiva.
"Você teve tempo, muito tempo. Com a sua reputação, eu esperava que você teria concluído o seu final do negócio por
agora." Voldemort sorriu para Harry, andando em volta dele. "Eu estava começando a me perguntar;.. Talvez você tivesse
mudado de idéia Eu não vou esperar para sempre, Harry Você me conhece bem o suficiente."
Harry virou-se para encará-lo, ignorando o sorriso que estava fazendo suas perder várias batidas do coração.
"Eu disse que vou tirar a Profecia para você, e eu vou." Harry disse calmamente. "Eu não esqueci nada. Mas eu tenho
estado preso em Hogwarts. Eu preciso de tempo."
"Você está aqui agora", disse Voldemort. "Como é que você pode encontrar maneiras de vir para me ver e não ir para
recolher a Profecia?"
"Eu não posso ir para o Ministério quando eu deveria estar em Hogwarts." Harry apontou.
Voldemort não disse nada por um momento e estudou Harry. De repente, ele se afastou, voltando ao seu lugar.
"Duas semanas", ele disse em voz alta. "Você tem duas semanas de ferias de Hogwarts. Nessas duas semanas você vai
me tirar o Prophecy caso contrário, o negócio está desfeito. Eu vou destruir a bússola para que você nunca seja capaz de
voltar", seus olhos brilhavam como jóias. "Eu vou fazer outros arranjos para chegar a ela."
Harry cerrou os punhos com força para permanecer no controle de sua raiva.
"Tudo bem", ele mordeu fora. "Eu vou tirar você da Profecia e nessas duas semanas." Harry deu um passo mais perto do
Voldemort. "Mas você não vai atacar qualquer outra pessoa." Seus olhos escureceram alguns tons, apesar de suas
tentativas. "Eu sei como você descobriu sobre mim. Se você vai para o meu mundo e qualquer um ataque ou se você
repetir o que aconteceu com Weasley esta noite, eu vou esmagar essa profecia maldita, independentemente do que você
faz para a bússola."
O rosto de Voldemort torcida de raiva e Harry podia ver a pressão sobre ele para segurar a partir amaldiçoando-o. Com
grande esforço, Voldemort permaneceu sentado e um sorriso cruel veio aos lábios.
"Sua língua desrespeitosa está começando a me agitar. Tenha cuidado ou eu posso remove-la." Ele alertou.
"Você quer adivinhar quantas vezes ouvi você dizer isso, enquanto crescia?"
"Você vai tentar." Harry corrigido, antes de caminhar em direção à porta e para fora da câmara, passando por cima dos
Comensais da Morte ainda inconscientes.
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*Chapter 31*: Chapter 31
Capítulo Trinta e Um
AU Mundial
Passos apressados podiam ser ouvidos vários momentos antes de a porta se abriu de repente, fazendo Harry e Damien
olhar para cima. Lily correu para dentro da ala hospitalar, seguido por James e Professora McGonagall. Preocupação
poderia ser visto em cada polegada do rosto de Lily enquanto ela correu para a cama e jogou os braços ao redor do
menino com o rosto pálido.
"Você está bem? Oh, Merlin! O que aconteceu com você?" ela perguntou, abraçando Harry ferozmente.
Damien levantou-se do lado da cama e afastou-se para ficar ao lado de Madame Pomfrey e Ron, assim que James
poderia sentar-se ao lado de Harry.
"Professora McGonagall apenas nos informou que você entrou em colapso em classe." James disse, seus olhos
correndo sobre a forma pálida e trêmula de Harry, tendo em seu estado doente. "Como isso aconteceu?"
Harry olhou para o seu chefe de Casa em pé perto da porta. A bruxa de vista popa pegou em sua hesitação e se virou
para sair.
"Eu estarei em meu escritório, se precisar de mim." Ela disse para James e Lily antes de sair, fechando a porta
suavemente atrás dela.
Assim que ela saiu, Harry transformou sua preocupação encheram os olhos de seus pais. Ele rapidamente disse-lhes
sobre adormecer em classe e a visão que ele teve de Arthur Weasley sendo atacado por uma serpente gigante.
James e Lily não disse nada, mas visivelmente empalideceu com as palavras de Harry. Limpando a garganta, James
perguntou em um tom tranquilo.
"Eu já te disse, eu não estava sonhando! Ele era real, eu podia sentir isso."
James parou de discutir o ponto. Harry certamente parecia que ele acreditava que o sonho era real. James virou-se
para olhar para Poppy, percebendo quão preocupada Ron olhou ao seu lado.
"Não há nada que eu possa fazer para determinar se Harry estava sonhando ou se o que ele viu foi, de facto, uma
visão." Ela parou aqui para tomar um fôlego antes de forçar a próxima frase. "Mas os testes mostraram que ele tem
experimentado dor em sua cicatriz recentemente."
O aperto de Lily na mão de Harry se apertou. James estava olhando para Poppy com os olhos arregalados. Ao lado de
Ron, Damien passou de um pé para o outro. Ele não estava olhando para a frente a dizer-lhes da teoria do que
significava cada vez cicatriz de Harry mágoa de seu irmão.
"Outra vez? ... O que por que isso continue a acontecer?" Perguntou Lily.
"Eu realmente não sei. Como eu disse antes, não se sabe muito sobre cicatrizes de maldição." Poppy respondeu em
tom de desculpa.
"Não importa." Harry interrompeu. "O que importa agora é que o Sr. Weasley receba ajuda."
"Vou entrar em contato com o Ministério, ver se consigo descobrir onde Arthur é." James disse.
"Meu pai, está bem." Ron disse. "Eu já contato com ele, ele está bem."
"Quando Damien trouxe Harry, ele ficava dizendo Arthur estava ferido e precisava de ajuda urgente." Poppy explicou.
"Ron fez uma chamada de flu para o escritório de Arthur e falou com ele, para tranquilizar Harry que estava tudo bem."
Ela olhou para Harry antes de continuar. "Mas Harry ainda estava convencido de que Arthur precisava de ajuda. Ele não
me deixou examiná-lo até que ele pudesse, falar com Harry."
"Você acha que o que você viu acontecer com Arthur, estava em seu mundo?" ele perguntou.
"Ele me perguntou o que eu vi e eu disse a ele tudo que eu podia. Ele disse que sabia onde o Sr. Weasley estavaa e
desligou na minha cara." Harry conseguiu dizer.
"Estou certo de Arthur está bem." Lily disse finalmente. "Eu sei que você pensa de outra forma, mas eu estou certo que
você teve um pesadelo. Eu não posso ver como você poderia possivelmente ser capaz de saber o que está acontecendo
em outro universo. Não é possível." Lily tentou assegurar Harry.
"Você não entende, eu não estava sonhando!" Harry disse novamente; completamente cansado de enfatizando este
ponto.
"Você disse que adormeceu na sala de aula, como você pode ter certeza de que não estava sonhando?" Perguntou Lily.
"Porque era eu!" Harry entrou em erupção. "Eu era a pessoa que o atacou! Eu estava na cobra!"
Lily parecia horrorizado para o garoto à sua frente. James tinha tenso ao mesmo tempo.
"Eu vi tudo do ponto de vista da cobra. Eu poderia, podia sentir isso quando eu ... Eu mordi ele ..." Harry parou quando
sentiu a bile subir em sua garganta novamente com a lembrança da visão. "Não foi um sonho. Eu senti isso, tudo isso.
Você tem que acreditar em mim." acrescentou desesperadamente.
Harry olhou para seu pai e viu James acenar com a cabeça também. Ele parecia muito mais preocupado agora.
"Nós apenas temos que esperar por Harry para chamar para ver ..." James foi cortado como Harry deu um pequeno
salto de surpresa. Ele chegou em suas vestes e tirou o telefone que havia iluminado e estava vibrando.
Com os dedos trêmulos, Harry apertou o botão verde e trouxe o telefone no ouvido.
"Harry?"
"Você estava certo," veio a voz de seu colega. "Eu encontrei-o, sangrando muito e inconsciente."
"Ele está vivo. Ele deve estar no St Mungos por agora." Harry respondeu.
Harry deixou escapar um profundo suspiro de alívio. Sr. Weasley foi encontrado a tempo, ele ia ficar bem. Ele olhou
para cima para ver o resto olhando para ele ansiosamente.
"O Sr. Weasley foi encontrado por Harry. Ele foi levado para St Mungos." Harry disse a eles.
Ron se sentou na cadeira atrás dele, parecendo que ele poderia estar doente. James e Lily parecia ao mesmo tempo
aliviado e preocupado.
"Como você sabe onde encontrá-lo?" Harry pediu a seu outro eu.
"Eu conheço bem o Ministério da Magia de dentro para fora." veio a resposta. "Eu reconheci-o de sua descrição."
"Onde você está agora?" Harry perguntou, querendo saber se Harry estava com o Sr. Weasley feridos.
"No meu caminho de volta a Hogwarts." Harry respondeu. "Eu vou chamá-lo uma vez que eu descobrir como ele está se
recuperando."
Seu colega não disse mais e desligou o telefone. Harry trouxe o telefone de sua orelha e deixe descansar em seu colo.
"Harry disse que ligaria quando ele descobre mais sobre a saúde do Sr. Weasley." Ele transmitidas de volta para o
resto.
James abriu a boca para fazer uma pergunta, mas pareceu mudar sua mente.
"Agora que você sabe Arthur vai ficar bem, você vai tomar isso e descansar?" Poppy disse na sua maneira habitual de
popa, segurando um frasco.
Harry tomou a poção do sono sem sonhos dela e segurou em suas mãos. Ele se recusou a tomar a poção para dormir até
que ele ouviu de volta de Harry, para certificar-se o Sr. Weasley foi resgatado. Agora, ele sentiu que podia relaxar.
"Eu sinto muito, eu tinha que saber se ele estava bem." Harry explicou.
"Graças a Deus, Harry encontrou Arthur. Eu não quero pensar sobre o que teria acontecido se ele não tivesse." Lily
disse com irritação.
James olhou fixamente para Harry, seus olhos persistente na testa de Harry.
"Como isso é possivel?" ele questionou. "Como você pode ver o que estava acontecendo?"
"Eu não sei, isso nunca aconteceu comigo antes." Harry respondeu.
"Esta é a primeira vez que você teve uma visão?" Perguntou Poppy.
Harry pensou sobre isso. Ele tinha tido sonhos último ano de Bartô Crouch Júnior conversando com Voldemort, mas
ele não sabia se isso pudesse ser denominado como uma visão ou não.
"Eu estou mais interessado em saber por que sua cicatriz estava doendo do que essas visões." Lily disse em uma voz
calma.
"Eu sei, é preocupante, mas como eu disse, não há muito que possamos fazer para investigá-lo." Poppy disse,
afastando franja de Harry para verificar a cicatriz olhar vermelho e dolorido.
"Está tudo bem, isso não acontece muitas vezes." Ele disse.
"Sim, mas não deve doer nada. Eu sei que quando a cicatriz de Harry usado para feri-lo foi quando Voldemort estava se
sentindo particularmente feliz ou com raiva. Ou era quando Voldemort estava fisicamente perto dele. Mas este não é o
caso mais então porque é sua cicatriz machucando? " James perguntou, mais a si mesmo do que os outros.
Damien respirou fundo. Era isso, ele tinha que dizer-lhes tudo o que Harry lhe tinha dito.
"Um ..." a atenção de todos mudou para ele. "Eu tenho que te dizer uma coisa." Damien começou.
"Não, você vai odiá-lo." Damien respondeu. Ele deu um passo mais perto da cama, mantendo os olhos em Harry. "Eu
estava falando com Harry no telefone e eu disse-lhe que, por vezes, a sua cicatriz dói." Ele acenou para Harry sentado
na cama. "Eu disse a ele do dia você entrou em colapso por causa da dor e... e Harry tipo de tem essa... essa teoria."
Damien tomou uma respiração profunda. "Harry pensa que quando sua cicatriz dói a ponto de que você entrar em
colapso, é por que... porque Voldemort está aqui."
Mal as palavras saíram-lhe que a temperatura do quarto parecia despencar abaixo alguns entalhes. Harry endireitou-se
em sua cama, os olhos arregalados e fixos em Damien. Poppy estava escancarada para Damien também como foi um
com os olhos arregalados Ron. Damien não se atreveu a olhar para seus pais; ele não quer ver suas expressões
aterrorizadas.
"Harry pensa que o Voldemort do que outro mundo tem coordenadas deste mundo e está a utilizar a bússola de viajar
até aqui e de volta." Damien explicou. "Harry disse que quando a cicatriz doer, e como um sinal de que Voldemort pode
estar aqui. Ele nos queria ficar em Hogwarts, para ficar seguro."
"Por que você não disse nada?" Harry perguntou, parecendo muito irritado.
"Eu não queria dizer nada, porque eu sabia que ia enlouquecer todos para fora." Damien explicou.
"Acho que estamos autorizados a surtar sobre algo como isso." Ron comentou.
"Eu estava esperando que eu não tenho que lhe dizer, porque espero que isso nunca iria acontecer novamente."
Damien disse, ignorando Ron.
"Eu só não queria ... não é a melhor das notícias. Eu queria evitá-lo, enquanto eu podia." Ele explicou.
"Como é que Harry chegou a esta conclusão?" James perguntou em voz baixa, raiva claramente perceptível em seu
tom.
Damien abriu a boca para responder apenas para perceber que ele não tinha nenhum.
"É um pouco de um salto. Quero dizer, por que ele vol- mesmo vir aqui? Ele não sabe sobre a troca. Qual seria
propósito seria ele servir viajando aqui?" Poppy perguntou nervosamente.
James olhou para Damien atentamente e os quinze anos de idade poderia ver a sombra familiar de suspeita aparecer em
seus olhos. James levantou-se da cama de Harry e caminhou até Damien, de pé diante dele.
"Damien, você sabe por que Harry acha que Voldemort estaria vindo aqui?"
"Eu juro pai, eu não sei. Eu não mentiria para você, eu não quero dizer sobre algo assim!" ele queria que seu pai para
saber que ele não estava mentindo desta vez.
James ainda estava olhando para Damien, tentando ler seus olhos.
"Eu não sei. Ele nunca explicou sua teoria." Damien respondeu. Em seguida, lembrando um detalhe importante,
acrescentou. "Harry disse que a bússola pertencia a Voldemort e ele disse que iria tentar rastreá-lo, se o que nós
continuamos a deixar de trabalhar." Vendo o olhar alarmado no rosto de seu pai, ele continuou rapidamente. "Ele tentou
obtê-lo, mas não teve sucesso, que mundo Lucius Malfoy pegou antes que Harry podia."
James parecia atordoado. Atrás dele, Lily também estava parecendo chocada.
"Lucius Malfoy?" James questionou. "Harry conheceu o Lucius Malfoy,do outro mundo?"
James 'olhar mudou para uma de fúria. Ele deu um passo mais perto de Damien, quase elevando-se sobre ele.
"Damien, não minta para mim Diga-me a verdade;. Harry encontrou Voldemort tem que mundo?" ele perguntou, quase
cuspindo de raiva.
Damien balançou a cabeça rapidamente, não gostando da maneira como seu pai olhou para todos.
"Não, pai. Ele não foi em qualquer lugar perto dele." Damien respondeu. Vendo que James não parecia mais calmo,
acrescentou. "Harry teria me dito se ele tivesse ido. Ele não iria manter algo assim de mim. Ele não contatou Voldemort
que do mundo, eu juro!"
James deu um passo para trás e passou a mão pelo cabelo. Damien podia ver o quão mal eles estavam porque a
mãos de seu pai tremiam.
"Eu vou ligar para ele, eu tenho que falar com ele." James disse, caminhando até a cama para que ele pudesse levar o
telefone a partir de Harry.
"Por quê?"
"Ele disse que estava fazendo o seu caminho de volta a Hogwarts. Ele provavelmente está lá até agora, lá é ainda no
meio da noite;.. Que ele pode não ser capaz de falar com você. Ele vai me ligar logo para me dizer como o Sr. Weasley
está está, ai você vai poder falar com ele depois. " Harry explicou. "E eu acho que talvez você vai estar ... mais calmo
quando você falar com ele." ele adicionou.
James deu a Harry um olhar surpreso e abriu a boca para defender-se, obviamente, quando ele percebeu como seca
sua boca e tinha-se tornado o quanto suas mãos tremiam. Harry estava certo; ele deve ter o tempo para se acalmar
antes que ele falou com seu filho e perguntou-lhe sobre Voldemort.
Com um aceno de cabeça, ele recuou e sentou-se na cama. Os próximos momentos foram de silêncio constrangedor
antes Poppy retomou seu papel da enfermeira estrito.
"Certo, chega dessa conversa fiada. Harry, tomar sua poção e descansar um pouco isso é necessário. James, Lily, você
pode voltar a vê-lo em poucas horas, mas ele realmente precisa dormir. Ronald, você pode acompanhar-me no meu
escritório para que possamos completar a papelada. " Ela se virou para ir e viu Damien. "Sr. Potter, você não tem aulas
para assistir?" ela disse.
Damien assentiu com a cabeça e rapidamente se virou para sair, tomar um último vislumbre de Harry que tinha tomado o
frasco de poção para dormir e agora estava escorregando para deitar de costas no chão. Damien saiu da asa, evitando
olhar para seus pais que parecia perturbado com a possibilidade de seu pior inimigo a voltar para seu mundo.
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Damien estava sentado ao lado do lago, observando como grandes blocos de gelo flutuando sobre a superfície do lago.
Sua respiração aspergidas na frente dele e ele teve que resistir à tentação de voltar para dentro do castelo quente. Ele
estava indo para voltar para dentro em breve. Ele tinha que visitar Harry e lidar com seu aborrecimento por não ter sido
dito mais cedo sobre a ligação entre sua cicatriz doer e supostas visitas de Voldemort. Ele estremeceu com o
pensamento.
Seus pais estavam preocupados. Mais do que isso, eles eram definitivas petrificado diante da perspectiva de que
Voldemort poderia vir a este mundo. Damien podia entender perfeitamente o porquê. O problema era que seus pais
tinham outra preocupação, o medo de que seu filho Harry estava atualmente preso em um mundo que tinha um
Voldemort e que possivelmente sabia sobre as verdadeiras origens de Harry. Era óbvio que Voldemort sabia, por que
mais ele viria aqui?
Damien esfregou as mãos enluvadas e fixou seu lenço colorido Gryffindor em volta do pescoço, em uma tentativa de
manter algum calor. Ele não tinha certeza se era só tarde tempo janeiro que estava congelando suas entranhas ou os
pensamentos de Voldemort. Ele passou os braços em torno de si e ficou olhando para o lago.
Ele ouviu passos atrás dele, mas não reagir a elas. Uma figura sentou-se ao lado dele e só então Damien olhar ao
redor.
"Pensei que você poderia precisar disso." o menino loiro disse, entregando-lhe uma garrafa de vidro.
"Graças, Draco."
O aluno da Sonserina formou acenou com a cabeça e colocar sua própria garrafa idênticos aos lábios e tomou um
grande gole.
Damien abriu a tampa e colocar a garrafa aos seus próprios lábios. Um pequeno gole e parecia que ele tinha engolido
fogo. Não era o melhor dos gostos.
"Você está com raiva de mim também por não ter contado mais cedo?" Damien perguntou.
"Não, porque você não tem que me dizer a todos." Ele respondeu.
"Isso não é uma coisa ruim." Damien disse pegando o tom do outro garoto.
"Não, mas não é necessariamente uma coisa boa também." Draco argumentou.
"Você mesmo disse, Harry queria que nós ficássemos seguro sempre que houvesse uma possibilidade de que ele
pode estar aqui." Ele sorriu para Damien. "Você não pode ficar mais seguro do que Hogwarts, certo?"
Damien não disse nada, mas olhou para baixo. Alguns momentos se passaram antes que qualquer um dos meninos
falasse.
"Como vai sua mãe e seu pai agora? Algum progresso?" Damien perguntou.
"Na verdade, sim. Os curandeiros estão confiantes de que eles podem ser capazes de tirarem do coma. Não sei
quando isso vai acontecer, mas os tratamentos ainda estão em andamento, por isso é apenas uma questão de
esperar para ver." Draco respondeu.
"Bem, eu preciso ir ver o diretor, que ele sabe que eu estou na propriedade da escola antes de ele tomar um ajuste."
Draco disse, levantando-se.
"Eu sei, mas eu tenho que ir de qualquer maneira assim, eu vou acompanha-lo até lá" Damien disse.
"Tudo bem, servir a si mesmo." Draco disse, seguindo o menino mais jovem a subir os degraus e para o castelo.
Canon Mundial
Harry tinha acabado de aparatou de volta para seu quarto do dormitório quando ouviu a porta aberta. Ele rapidamente
se jogou para trás as cortinas da cama e aterrissou em sua cama. Apressadamente ele jogou as cobertas sobre si
mesmo. Ele levantou o feitiço Silencio que ele tinha sobre sua cama com um sussurro e ouviu passos rápidos correndo
para dentro. O som dos passos parecia indicar que quem tinha entrado estava fazendo o seu caminho até a cama de
Harry. Harry fechou os olhos, fingindo estar dormindo. Mas ninguém se aproximou da cama de Harry. Foi a cama ao
lado dele que teve as suas cortinas aberta.
Mesmo que fosse um sussurro, Harry reconheceu imediatamente a voz da sua Chefe de casa. Professora McGonagall
continuou a sussurrar o nome de Ron, um esforço para acordá-lo.
Ron resmungou em seu sono algumas vezes antes que ele acordasse. Harry ouviu como Ron grogue pergunta a sua
professora o que estava errado.
"Venha comigo, Sr. Weasley. Nesse instante." Foi a resposta que obteve.
Harry ouviu como pegadas de Ron se juntaram ao Professor, e eles saíram da sala. Harry virou-se para o seu lado,
sentindo um peso desconfortável descer em seu coração. Ele sabia por que McGonagall tinha levado Ron no meio da
noite. Ele sabia exatamente o que ele notícia seria dada em seu escritório. Ele fechou os olhos e soltou um suspiro. Ele
sabia que Ron não seria capaz de levar bem a notícia.
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No momento em que Harry acordou na manhã seguinte, todas as coisas de Ron tinham ido embora. Harry vestiu-se e fez
o seu caminho lá embaixo, sentir-se inquieto e agitado. Ele queria saber se o pai de Ron tinha sobrevivido ao ataque. Ele
encontrou-se perguntando como Ginny iria reagir se alguma coisa aconteceu com seu pai. Ela estaria inconsolável.
Balançando a cabeça, Harry entrou no Salão Principal e se aproximou para se juntar Hermione na mesa da Grifinória.
Assim que ele se sentou, Hermione começou a sussurrar furiosamente para ele.
"Ginny está faltando também, e Fred e George estão longe de ser visto também." Ela olhou para a mesa dos
professores antes de olhar para trás. "Um dos colegas de quarto de Gina disse ela acordou ontem à noite para
encontrar a professora McGonagall em sua sala. Ela tinha acordado até Ginny e a escoltou para fora do dormitório."
Máscara de indiferença de Harry caiu em lugar e ele estendeu a mão para começar a empilhar comida em seu prato.
"Talvez Ginny fez alguma coisa. Ela poderia estar fazendo detenção." Harry disse.
"Eu não sei, Hermione. McGonagall é uma criatura estranha, ela pode fazer qualquer coisa." Harry disse.
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O dia passou e Hermione cresceu mais e mais suspeita do desaparecimento das crianças Weasley. Ela não era a
única. Harry pegou a última parte de uma acalorada discussão entre a professora McGonagall e o sempre tão chata
Professora Umbridge. Essas dois professores estavam parados do lado de fora da sala de aula Transfiguração e
estavam tão presos em seu argumento, eles ignoraram a multidão de estudantes se reuniram nas proximidades.
"Você pode ter esquecido, Minerva, mas eu sou a Chefe Inquisidora e eu tenho todo o direito de saber o paradeiro de
cada aluno aqui. E este assunto envolve quatro alunos ..."
"Todos eles foram autorizados a iniciar a sua pausa de Natal antecipado pelo próprio diretor." McGonagall atravessam
Umbridge.
A bruxa com cara de sapo estava se transformando rapidamente uma sombra de sua cor favorita; Rosa.
"O diretor não pode mostrar favoritismo entre os alunos. O fim do prazo é para todos os alunos só começar amanhã."
Umbridge disse com raiva.
"Bem, então eu sugiro que você levar o assunto com o próprio diretor." McGonagall disse seus lábios pressionados
firmemente em uma linha fina.
Umbridge não fez mais do que o brilho para ela antes de perseguir fora, deixando uma McGonagall sorrindo por trás.
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Até o final do dia, Harry estava considerando aparatar para St Mungos para ver o que estava acontecendo com Arthur
Weasley. Ele ainda não tinha dito a Hermione nada sobre o que tinha acontecido na noite passada. Ele podia ver como
ela estava preocupada e ele se sentiu mal por ela, mas por um motivo desconhecido, ele não conseguia dizer nada.
Harry decidiu não ir a St Mungos. Ele poderia disfarçar-se e vá para verificar Arthur, mas ele não podia se arriscar a ser
pego. Seu desaparecimento de Hogwarts poderia ser pego por diante. Como era o último dia do prazo, Harry
fundamentado ele poderia perguntar sobre Arthur amanhã, quando ele terminou com Hogwarts.
Foi assim que ele teve estabelecer na cama que o telefone foi ligado, vibrando no bolso vestes.
Ele balançou sua varinha, murmurando o feitiço, Silencio, em torno de sua cama antes de puxar as cortinas em torno
dele. Ele respondeu a seu telefone, esperando que o seu homólogo para estar na outra extremidade, perguntando
sobre Arthur. Ele foi inicialmente surpreso ao descobrir que ele era seu pai.
"Não, eu estive em Hogwarts, fingindo que eu não sei o que aconteceu com ele. Eu vou ser capaz de descobrir sobre
ele amanhã." Harry respondeu.
"Damien disse-nos sobre a sua... teoria a respeito de porque a cicatriz de Harry dói."
Harry pensou sobre isso com cuidado. Como ele poderia responder a isso sem contar a seu pai tudo?
"O ataque a Lucius e Narcisa foi realizada por ele. Eu sei que foi ele." ele disse.
"Isso é tudo?" ele perguntou. "É o ataque a Lucius e Narcissa, a única evidência que você usou para chegar a essa
teoria?" Perguntou James.
"Harry, eu tenho que perguntar e eu quero uma resposta honesta de você." James começou, sua voz tremendo um
pouco. "Você já esteve em qualquer contacto com o Voldemort ai?"
Harry fez uma pausa em sua resposta. Ele deveria mentir para o pai dele? Iria dizer-lhe uma mentira deslavada salvá-lo da
preocupação desnecessária e preocupação? Que bom viria de lhe dizer a verdade? Ele só iria causar seu pai a entrar em
pânico.
"Não, pai. Eu não tive nenhum contato com ele." Harry disse, as palavras rolando facilmente de sua língua.
"Por um momento, eu tinha certeza... oh, eu estou feliz que eu estava errado. Desculpe, Harry, eu duvidei de você. Eu sei
que você é mais esperto do que isso. Eu sei que você não iria perto Voldemort, não outra vez ." James disse, soando
muito mais feliz.
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No dia seguinte foi o início das férias de Natal. Harry arrumou as coisas que ele tinha, pegou a gaiola com Hedwig dentro
e dirigiu-se para o Salão Principal. Ele não tinha ideia para onde ele deveria ir. Ele foi convidado para passar as férias na
Toca, mas agora que o incidente com Arthur tinha acontecido, ele não tinha certeza se era a melhor idéia. Ele poderia
voltar para a casa dos tios, mas apesar de a ideia de arruinar o Natal para os Dursley parecer atraente, Harry não estava
de bom humor.
Ele tinha acabado de entrar no corredor principal quando ouviu seu nome sendo chamado.
"Sr. Potter!"
Harry virou-se para encontrar o dono da voz e encontrou a professora McGonagall de pé perto da escada. Harry fez o
seu caminho até ela.
Sentindo-se um pouco apreensivo, Harry seguiu. Para seu alívio, eles não ir para o escritório do diretor, mas a professora
de Transfiguração levou-o a seu próprio escritório. Ela fechou a porta atrás dele e caminhou até sua mesa. Ela abriu a
gaveta e tirou um grampo de cabelo pequeno.
"Hum, Professor? Eu sei que meu cabelo é bagunçado, mas eu não estou indo para fixá-lo." ele disse.
"Eu avisei para não dá uma de esperto, Sr. Potter." ela o lembrou.
Os cantos dos lábios de McGonagall se contraíram, mas ela resistiu à vontade de sorrir. Ela silenciosamente entregou-lhe
o grampo.
"É uma chave de portal. Ele vai sair em trinta segundos." Ela disse.
"Onde estou indo?" Harry perguntou.
Hedwig deu-lhe um pio apreciativo antes de deslizar para fora da janela aberta. Harry fechou a porta em sua gaiola e
olhou para ver o Professor olhando para ele com uma sobrancelha levantada.
"As pessoas quase não gosto de chaves de portal. Você pode imaginar o que as aves se sentem sobre isso?"
A resposta de McGonagall não foi ouvido por Harry como a chave de portal se ativou e com um puxão, logo abaixo do
umbigo, Harry sentiu seus pés deixam o chão e ele estava girando em um redemoinho de cores.
"Chaves de portal Rude!" Harry murmurou enquanto ele endireitou-se e notou que ele tinha chegado no corredor de
número 12 Grimmauld Place.
Tão silenciosamente quanto pôde, então ele não queria acordar o retrato da mãe de Sirius, Harry fez o seu caminho para a
sala. Ele deixou cair sua mala e gaiola de Hedwig no chão e partiu para encontrar onde seu padrinho estava. Ele saiu da
sala e fez o seu caminho para a cozinha. Ele abriu a porta para encontrar Sirius sentado à mesa conversando com cinco
indivíduos dirigidos vermelhos sentados ao redor da mesa. Todos olharam-se como Harry abriu a porta.
Harry observou de uma vez como olhos vermelhos Sra Weasley estava. Ron parecia estar doente, o rosto pálido com
uma expressão infeliz. Fred e George pareciam cansados e um pouco derrotados. Ginny parecia pequena e frágil,
sentada encolhida na cadeira, seus joelhos dobrados contra o peito.
"Ei, eu não sabia que você tinha chegado. Eu estava esperando ouvir os gritos de boas-vindas da minha mãe." Ele
sorriu.
"Lembrei-me de ficar quieto." Harry explicou. Ele olhou para o resto, sentindo seu coração acelerar a forma como
quebrado todos olharam. "O que aconteceu?" ele perguntou Sirius.
"Sente-se, Harry."
Harry obedeceu e sentou-se ao lado de Fred. Ele olhou para Ron vê-lo olhando para ele sem uma pitada de seu
sorriso habitual.
"Todo mundo estava ficando louco procurando por você." Harry disse a ele, tocando junto com a ilusão de que ele não
tinha idéia do que tinha acontecido com seu pai. "Nenhum dos funcionários iria nos dizer onde estava."
"Foi melhor do que ninguém soubesse, querido. Isso não faria bem a ninguém." Ela disse. Olhando para suas mãos, ela
continuou. "Receio que a situação era tal que tinha pouca escolha." Ela olhou para seus filhos antes de ela continuou.
"Arthur ... foi gravemente ferido quando em serviço. Ele está no hospital."
"Ele está se recuperando. Ele é ... ele perdeu muito sangue e não parece haver algum, problemas na cicatrização das
feridas, mas ... os curandeiros estão tentando o seu melhor." Ela respondeu.
Harry sentiu uma estranha sensação de alívio. Arthur estava indo sobreviver; ele ia ficar bem. Ele nunca achou que ele
se importaria tanto. Seus olhos viajaram para Ginny e ele se perguntou se ela era a razão pela qual ele sentiu Arthur
devia viver. De repente, ele percebeu que todos estavam olhando para ele. Ele rapidamente desviou o olhar de Gina.
"Eu sinto muito, de ouvir isso sobre o Sr. Weasley." Harry disse, percebendo que ele tinha a dizer algo ao longo destas
linhas.
"Está tudo bem, querido." Mrs Weasley sorriu para ele. "Nós inicialmente planejando voltar para a Toca, mas eu estava
apenas dizendo a Sirius que talvez pudéssemos ficar aqui para o Natal. É muito mais perto de St Mungos e seria
realmente mais fácil para mim ..."
"Essa é uma boa ideia." Harry atravessou. Ele olhou para Sirius. "O que você acha, Sirius?"
Harry olhou para Ron para ver que ele ainda parecia infeliz, assim como as outras crianças Weasley.
"Nós estamos indo também!" Fred e George disse atirando-se de seus assentos.
Molly suspirou e esfregou a cabeça." Eu disse a vocês, os curandeiros pediram que apenas uma pessoa ir visitar
Arthur. Seu pai não está em condições de vê-lo agora."
"Nós não vimos ele em tudo. Os Curandeiros devem compreender, ele é nosso pai, precisamos vê-lo." Ginny disse, à
beira das lágrimas.
"Ginny, querida, os Curandeiros só dizendo isso para ajudar o seu pai. Em poucos dias, ele será capaz de ver todos
vocês." A Sra. Weasley disse gentilmente.
Ninguém colocar mais lutas e Sra Weasley aproveitou a oportunidade para pegar o casaco e sair da cozinha, dirigindo-se
ao hospital para ver seu marido.
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Na próxima noite, a atmosfera no lugar Grimmauld tornara-se ainda mais tenso. As quatro crianças Weasley foram
ficando cada vez mais impaciente para ver seu pai e continuou a estar de mau humor no fato de que eles não podiam.
Em um esforço para obter Ron parar de se preocupar tanto, Harry conseguiu envolvê-lo em um jogo de xadrez.
Ambos os meninos estavam jogando o jogo em silêncio, sentado na sala de estar. Ginny estava na cozinha com sua
mãe, ajudando limpar os pratos do jantar.
Eles ainda estavam no meio do jogo, quando a porta se abriu e Fred e George veio dentro.
"Kingsley está aqui, ele está falando com Sirius sobre o pai." George disse.
"O quê?" Ron disse, levantando-se de uma só vez. "Como você sabe disso?"
"Mamãe está apenas ido para falar com Sirius e Kingsley." Ela disse.
"Vamos!" Fred disse com urgência. Ele mergulhou a mão no bolso e tirou várias cordas coloridas longo carne. Ele
entregou uma para cada um deles. "Temos de saber mais sobre como o pai foi atacado. Esta é a nossa chance."
Harry tomou as orelhas extensíveis e empurrou para baixo a memória de quando ele tinha usado pela última vez eles e no
que isso resultou.
Os cinco correram para a sala e colocou as extremidades das cordas debaixo da porta.
"Nada de charme impenetrável desta vez." Fred disse. "Só vai para mostrar como é que estão preocupado."
Cada um deles escorregou sua extremidade da orelha extensível em sua própria orelha e ouviu-se para a conversa.
"Ele desafia toda a lógica." Kingsley estava dizendo. "Como pode tal criatura entrar no Ministério sem ser detectado?"
"Parece que o Ministério não é tão seguro como o que afirma ser." Sirius respondeu.
"Os curandeiros confirmaram que as presas da serpente tinha veneno nelas. É por isso que as feridas não estão
curando corretamente." Molly disse calmamente.
"Como é que Fudge lidar com o fato de uma serpente venenosa entrou no coração do Ministério e atacou alguém?"
Sirius perguntou
"Ele não está lidando, ele está tentando mantê-lo quieto." Kingsley respondeu.
"Arthur teve realmente sorte ele de sido encontrado a tempo. Caso contrário, ele pode não ter..." Molly parou, incapaz de
terminar.
"Arthur também tem muita sorte ele não foi encontrado lá, ele teria sofrido o mesmo destino de Sturgis." Sirius disse
baixinho.
"Sturgis? Isso é que auror que foi enviado para Azkaban por tentar invadir um departamento proibido." George
sussurrou.
"Já esta mais perto de descobrir como Arthur fugiu de lá?" Sirius estava pedindo.
"Não, vendo a sua condição, eu não acho que é possível que ele fez ele próprio a partir do Departamento de Mistérios
para o corredor principal. E mesmo se tivesse, não teria havido uma fuga muito perceptível deixou atrás de si." Molly
parecia à beira das lágrimas.
"Então, nós pensamos Arthur foi afastado do Departamento de Mistérios pela mesma pessoa que enviou o patrono?"
Sirius perguntou soando levemente divertido.
Harry sentiu sua freqüência cardíaca aumentar. Ouvir esta conversa foi uma idéia muito ruim.
"Eu sou eternamente grato a quem quer que seja essa pessoa. Ele não só salvar a vida do meu marido, como ele
também salvou seu futuro. Caso contrário, se Arthur fosse encontrado por outra pessoa que não fosse um membro da
Ordem, ele teria sido enviado para Azkaban." Houve um estremecimento definitiva na voz de Molly.
Harry olhou para as expressões de outros quatro. Eles estavam absortos na conversa.
"Mas isso é apenas a coisa, Molly. Quem é essa pessoa? E por que ele só moveu Arthur, em vez de levá-lo ao hospital?
Ele não poderia ter sido um membro da Ordem, porque não há ninguém atualmente na Ordem que tem uma serpente
como um Patrono. " Sirius disse.
"Não apenas uma serpente, Sirius, era uma enorme serpente Quando eu vi deslizando em meu escritório eu não
percebi que era um patrono, tudo o que eu vi era uma criatura muito formidável de olhar;.. Eu estava petrificada com a
visão dela . " Kingsley disse pesadamente.
Os olhos de Harry trancou com Rony e viu que ele estava olhando para ele com a boca aberta. Harry sabia que Rony
tinha me lembrei da conversa que eles estavam tendo no caminho para a lição última DA, apenas alguns dias atrás.
"Vendo como meu patrono é muito grande, e uma temível serpente, eu não acho que é uma boa idéia."
Harry desviou o olhar, não é capaz de sustentar o olhar de Ron como o menino continuou a olhar para ele.
"Moody está convencido de que temos um aliado, um poderoso naquele mas é maldito frustrante que ele está
escondendo." Kingsley continuou.
"O que fez Moody como quando ele viu o patrono?" Perguntou Sirius.
"Vamos apenas dizer, eu levei isso melhor do que ele." Kingsley respondeu.
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Os cinco adolescentes unicamente se afastaram a partir de escutas quando ouviram Sra Weasley se aproximando da
porta. Eles puxaram as orelhas extensíveis para fora sob a porta e correu de volta para a sala de estar. Sra Weasley
entrou na sala e disse-lhes para ir para a cama.
Ron fez um gesto para Harry segui-lo e rapidamente correu da sala. Harry seguiu-o andar de cima e no quarto eles
estavam compartilhando. Assim que a porta se fechou, Ron virou-se para Harry, seus olhos impossivelmente grande.
"Ron, manter a sua voz para baixo." Harry pediu, embora Ron não estava falando tão alto.
"Eu ... Eu apenas pensei que era melhor se você não sabia que era eu." Harry respondeu honestamente.
"Como você sabia?" Perguntou Ron. "Como você sabia que meu pai precisava de ajuda?"
"Eu não sabia", disse Harry pesadamente. "Eu recebi um telefonema de Harry. Ele teve uma visão de seu pai sendo
atacado. Ele descreveu o lugar que ele viu seu pai e eu sabia que ele deve ser o Ministério. Eu cheguei lá em tempo e ...
e bem, você ouviu o resto. "
Ron parecia que ele não sabia o que dizer ou fazer. Ele abriu a boca algumas vezes, mas não saiu nenhum som. De
repente, ele se moveu em direção a ele e o abraçou, surpreendendo Harry.
Harry, nunca se sentiu confortável com abraços, puxou Ron longe de si mesmo.
"Você poderia ter sido pego. Você assumiu um risco e você levou-a para salvar o meu pai." Ron olhou para Harry com
clara gratidão. "Eu não posso te dizer o que ... é ... ele é meu pai, sabe? Se alguma coisa tivesse acontecido com ele,
eu ... eu não saberia o que fazer."
"Okay" depois de um momento ele olhou para Harry. "Você acha que eu poderia, sabe, falar com Harry?"
"Eu não vou." Ron disse, deslizando o telefone no bolso e se movendo em direção à porta.
"Ron," Harry gritou. "Você sabe que não pode dizer nada a ninguém sobre isso, certo?"
"Claro", respondeu Ron. "Eu posso dizer que Hermione?" Harry acenou com a cabeça.
"Eu não sou estúpido", respondeu Ron. "Se eu contar a eles sobre você ser o único que salvou pai, eu teria que explicar
por que diabos o seu Patrono mudou de um veado para uma serpente."
"Claro que ele é." Harry disse, sorrindo profundamente, pensando em seu pai.
*Chapter 32*: Chapter 32
Capítulo Trinta e dois
AU Mundial
As janelas do castelo sacudiu como o vento feroz bateu contra eles. Tempestade de granizo gelado batia contra o vidro,
tentando cobri-lo completamente e esconder a visão do mundo a partir de dentro. Harry assistiu a tempestade em
silêncio, com os olhos fixos na janela antes dele. Sentia-se como uma tempestade muito mais feroz estava lutando dentro
dele. Ele quase podia sentir suas entranhas virar gelo cada vez que o pensamento do perigo que ele estava fazendo com
sua família.
Voldemort
Ele fechou os olhos. Por que não podia escapar esse nome? A partir do momento que ele aprendeu quem realmente era
ele tinha tido esse nome ligado a ele. As pessoas o viam como aquele que derrotou Voldemort. Harry Potter, o Que-
Sobreviveu-Boy; o menino que sobreviveu Voldemort. E mais recentemente, em seu mundo, ele foi o único que mentiu
sobre Voldemort.
Harry abriu os olhos novamente. Ele foi a razão Voldemort estava viajando a este mundo. Ele foi o único Voldemort foi
depois. Era tão claro agora que Harry; Voldemort nunca iria deixá-lo sozinho. Ele tinha sido ingênuo acreditar, nem por
um segundo que vai para outra dimensão iria mantê-lo longe de Voldemort.
Harry sentiu o despertar de que o sentimento estranho de novo. Esse sentimento que começou na boca do estômago e
viajou para o fundo de seu coração. O sentimento de pânico que fez seu coração quase quebrar. E se Voldemort veio
aqui novamente e desta vez, ele veio para os Potters? E se ele tinha atacado seus pais, em vez de Draco? E se ele
chegou e tenho que James e Lily? Ou Sirius? Ou Remus? Ou que sobre Damien?
Não sendo capaz de aguentar mais, Harry se levantou e começou a andar o comprimento da sala. Ele não podia
deixar-se pensar assim. Ele não ia deixar Voldemort entrar na cabeça dele.
Um pensamento passou por sua cabeça, imitando a voz frio alto de seu inimigo. Como ele poderia ter visto o ataque ao Sr.
Weasley? Ele já tinha visto de tudo, desde o ponto de vista do atacante. Como foi isso possível se Voldemort não era de
alguma forma em sua mente? Ou talvez, ele era o único dentro da mente de Voldemort?
Harry balançou a cabeça, tentando limpar esses pensamentos. Ele ia ficar louco se continuasse a pensar assim.
Uma batida na porta antes que ela abriu revelou Damien. Harry parou em seu ritmo com a visão dele.
"Hey," Damien disse que vem para dentro do quarto. "Eu fui para a enfermaria, mas você não estava lá. Só pensei que
eu iria verificar em você." Meio sem jeito, ele perguntou, "Como você está?"
Damien assentiu.
Harry retomou seu ritmo, sentindo como ele iria cair em um abismo, se não se mante-se em movimento. Damien
andou ainda mais no quarto de Harry.
"Olha, eu sei como isso soa, mas, tudo vai se resolver, eventualmente." Damien tentou.
"As coisa vão se resolver?" ele perguntou. "Como? Como vão as coisas vão se resolver?"
"Eu não sei. Eu só sei que eles têm para ficar melhor."
Harry balançou a cabeça.
"As coisas só podem piorar." Ele disse cinicamente. "Eu tenho que falar com o Professor Dumbledore. Tem que haver
outra maneira."
Damien podia ver o desespero nos olhos de Harry e ele sentiu seu coração pular algumas batidas.
"Não, eu sei o que você vai dizer, mas eu também sei que não é verdade." Harry interrompeu. "Eu sou a razão que ele
está vindo aqui. Eu sou o único que seguiu a esta dimensão. Se eu não estiver mais aqui, ele não vai vir aqui."
"Sim." Harry devolvido. "Eu tenho que ir. É a única maneira de garantir a sua segurança, a mãe e o pai de segurança, a
segurança de todos, na verdade."
"O quê?"
"Por que você sempre assumir que o seu trabalho para salvar a todos?" Damien perguntou.
"Não cabe não." Damien argumentou. "Olha, não há nenhuma maneira Voldemort poderia ter seguido até aqui. Ele
descobriu sobre os meses de swap depois que aconteceu. Ele veio aqui, mas ele nunca veio perto de nós, ele foi para o
homem que ele ainda pensava que o serviram. Ele atacou Lucius Malfoy . "
"E se da próxima vez ele é um de nós?" Harry perguntou. "E se ele ataca Sirius ou Remus? Ou mãe e meu pai?" ele
balançou a cabeça com raiva. "Eu não posso deixar que isso aconteça, não por causa de mim, de novo não."
"Ele nunca foi por causa de você. Dê a culpa a quem merece. Foi tudo Voldemort, nunca te." Ele disse. Ele largou a mão
de Harry e lhe deu uma olhada. "Eu vou falar com Hermione, ver o quão longe ela chegou com a bússola."
Harry acenou para ele, agradecendo mentalmente. Damien deixou depois disso, deixando Harry para seus
pensamentos deprimidos.
xxx
Naquela noite houve outra batida na porta de Harry, mas desta vez foi seu pai que apareceu na porta.
"Você perdeu o jantar." ele explicou que anda com um prato cheio de comida.
"Sua mãe disse para chamá-la se você disse isso." James advertiu.
Uma pequena risada escapou Harry. Ele foi realmente vou sentir falta-lhe algo feroz. Ele sentou-se e começou a sua
jantar, tentando comer, mas seu apetite era simplesmente não existe.
"Parece que Harry é apenas adivinhando que Voldemort é capaz de viagem a este mundo. Ele acha que o ataque contra
os Malfoy foi seu fazer."
"Não é que eu não acredito nele. Eu nunca subestimar Harry, nem mesmo seus palpites, quando se trata de Voldemort.
Ele conhece mais do que ninguém." Harry quase podia sentir o amargo ressentimento nas palavras de James. "Eu só
acho que é um pouco de um salto, mas independentemente disso, eu acho que não vai machucar se estamos todos em
guarda."
"Sim, ele pensa o mesmo que Harry. Ele não iria colocá-lo passado alguém como Voldemort para ser capaz de
trabalhar para fora como para vir aqui." James respondeu.
Harry sentiu as palavras seguintes furar em sua garganta, mas ele forçou-os para fora.
"Será que ele sabe se existe alguma outra maneira de viajar para outras dimensões sem a bússola?"
"Possivelmente, mais são mais complicados e potencialmente mais perigosos maneiras de viajar para outras dimensões.
Confiança Voldemort para encontrar um." James respondeu, achando Harry estava perguntando a respeito de como
Voldemort tinha viajado aqui.
"Eu quis dizer que o Professor Dumbledore sabe de uma maneira que eu posso usar para voltar?" Harry perguntou.
"A única maneira segura de viagem é utilizar a bússola." James respondeu. "Ainda vai demorar um pouco até que é
fixa."
"Ele está vindo aqui por causa de mim. Se eu não estiver aqui, ele não vai vir aqui." Ele disse calmamente.
Harry olhou para ele com surpresa, perguntando se foi feita a pergunta com sarcasmo. Não se parecem com ele a
partir da expressão de James.
"A abundância de razões", respondeu James. "Ele não tem que ser por causa de você." Harry não respondeu, ele não
queria discutir com o pai. "Harry, eu sei que isso é muito difícil de manusear e é assustador, eu admito que ele é, mas
levando a culpa por Voldemort ou pensar que indo embora vai resolver o problema não vai fazer você ou qualquer um de
nós qualquer bom . " James continuou.
"O que mais eu deveria pensar?" Harry perguntou, finalmente passando por sua determinação não discutir. "Minha
cicatriz dói quando ele está aqui! Eu vi que o ataque ao Sr. Weasley! Como posso não considerar a possibilidade de
que estou ligado a este, de alguma forma ?!"
"Você teve uma visão, não é incomum." James tentou tranquilizá-lo.
"Não era uma visão! Fui eu atacar o Sr. Weasley!" ele gritou.
"Você não atacou o Arthur. Você viu o incidente do ponto de vista do atacante, isso é tudo."
Harry balançou a cabeça, furioso por ter sido convencido de que ele era inocente quando ele sabia que não era.
"Eu senti que, a raiva, a raiva, a satisfação de machucá-lo, tudo isso! Ele era eu, pai, eu sei que era!"
"Você estava na sala de aula de Adivinhação no momento. Damien te viu lá o tempo todo, assim como o resto da
classe e Sybil." James disse.
"Eu sei disso, eu não estou dizendo que eu fiz fisicamente nada! Mas minha mente estava lá, Voldemort estava na
minha cabeça, ele deve ter sido!" Harry tentou desesperadamente para explicar mas as palavras não estavam saindo
direito.
"Voldemort nunca poderia estar em sua cabeça. Ele não seria capaz de suportar estar dentro de uma boa pessoa."
disse ele a sério.
Harry olhou para o seu pai, seus olhos esmeralda fixos para seu pai.
"E se eu não sou tudo bem? E se depois de tudo o que aconteceu, algo deu errado. E se depois do meu sangue era
levado para o seu renascimento, algo dentro de mim mudou assim que significa que ele pode me possuir? Ele não
podia tocá- me antes, mas depois que ele tomou o meu sangue que podia ".
James sentiu seu coração quase quebrar em suas palavras. Ele apertou ainda mais em Harry.
"Você nunca poderia ser possuída por Voldemort. Tudo o que ele sabe é como fazer com que a dor e o sofrimento. Mas
você, Harry, você não sabe nada sobre a causa de dor. Você é uma pessoa boa e nunca, por qualquer ritual, poderia ser
mudado." disse James.
Harry não disse nada, mas sua expressão mostrou que ele ainda era duvidoso.
"Você aprendeu muito sobre o Harry deste mundo, não é?" James perguntou em voz baixa.
Harry acenou com a cabeça, curioso para saber por James estava mencionando o seu homólogo.
"Você acha que Harry é qualquer coisa parecido com Voldemort?" James perguntou a sério.
James sorriu.
"Se o Harry que foi criado por Voldemort, ensinada por ele, qualificado por ele, não deixou Voldemort assumir ele, então
como pode o Voldemort do seu mundo dominar você?"
Harry deixou as palavras penetrar através dele. Seu pai estava certo. Voldemort nunca poderia possuí-lo, ele nunca
poderia controlá-lo. Ele tinha visto memórias suficiente para saber o que Voldemort desta dimensão, em última análise
queria do seu homólogo, mas Harry se recusou a se tornar isso. Harry tinha ficado ao lado de Voldemort e fez o que lhe
foi pedido, mas ele nunca permitiu que Voldemort para controlá-lo totalmente.
Harry sentiu um profundo sentimento de satisfação. Voldemort poderia matá-lo, mas ele não poderia quebrá-lo.
Ele deu a seu pai um sorriso, sua exibição de alívio em cada polegada de seu rosto. James sorriu para ele.
"Vamos lá, sua mãe vai me matar se você não terminar o seu jantar."
Harry sentou-se na frente de sua placa. James pegou sua varinha e acenou-o sobre a placa, aquecendo a comida.
Harry pegou o garfo e começou em seu jantar, surpreendeu quando seu apetite de repente voltou com vigor.
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Damien olhou para seu relógio de pulso, um presente do Meno Natal passado, e olhou de volta para a rua
movimentada. Ele xingou baixinho. Onde ela estava? Ele tinha sido espera quase quarenta minutos agora.
Assim como ele olhou para seu lado direito, ele a viu, correndo através da multidão de pessoas. Seu cabelo, como
espessa como sempre, batendo atrás dela. Ela o viu muito e ela correu até ele.
"Que diabos, Hermione?" Damien gemeu o momento em que ela chegou a ele.
"Eu sei, eu sei, eu sinto muito." Hermione soprado fora do ar. "Eu só foi pego no último minuto."
Damien virou-se e abriu a porta para o Três Vassouras e entrou. Ele encontrou uma mesa tranquila, perto da volta e
sentou-se com seu amigo.
"Parece que você precisa de uma bebida." Ele meditou, observando fã Hermione o rosto com as mãos.
"E ainda assim chegou quarenta minutos atrasada." Damien disse a ela.
"Por que você correu? Você poderia ter aparataram aqui." Damien perguntou.
"Eu disse, eu aparatei mas em minha pressa eu errei as coordenadas e acabei no outro lado de Hogsmeade. Eu tentei
novamente, mas eu mantive bagunçar então eu desisti e comecei a correr aqui."
Hermione lhe deu um olhar 'não-brinca "e se levantou para pegar algumas bebidas. Ela voltou e colocou uma garrafa na
frente do menino mais novo.
"Você quer dizer que não seja como todo mundo está surtando sobre ele vir aqui e atacar as pessoas?" Damien
perguntou.
"Basicamente."
"Ok, eu acho." Ele olhou para Hermione e se inclinou em direção a ela. "Eu queria perguntar-lhe como a ... um ... projeto
esta indo?"
Damien sentou-se.
Hermione riu.
"A maior parte é descriptografado em uma maneira de falar. Temos cerca de mais seis runas para decodificar. Estes são
runas muito excepcionais e não há praticamente nenhuma literatura sobre eles, mas eu tenho certeza que vamos
entendê-los em breve."
"Harry está pirando. Ele acha Vol-ele ...", ele rapidamente se corrigiu. Ele não queria que os ocupantes do pub fugindo em
terror ao pensar em voltar o Lorde das Trevas. "... Ele está vindo para cá por causa dele. Harry acha que se ele volta que
vai acabar com as visitas não convidadas."
"Isso é bobagem." Ela comentou. "Harry não tem nada a ver com isto. Não é culpa sua."
"E eu acho que Harry acreditava nele, mas ele ainda é muito calmo e preocupado que ele vai voltar e ferir alguém."
Damien assentiu.
"Não se preocupe. O projeto está quase pronto. Uma vez que todas as runas são trabalhados, podemos tentar testá-lo.
Seja o que for que está impedindo a coisa de trabalhar, nós vamos tê-lo identificado e corrigido antes do tempo." Ela
disse, confiante.
"O que há de errado? Eu pensei que você seria feliz a bússola é quase fixo." Perguntou Hermione.
"Eu sou, é só que ... eu meio que me sinto mal sobre mandá-lo de volta para aquele lugar, com ele ainda está lá e
depois de tudo. Parece ... cruel." Damien admitiu.
"Ele tem que voltar algum dia." Hermione disse suavemente.
"Eu sei", disse Damien. "Não é como eu quero que as coisas permaneçam como estão. Eu estou aterrorizado com a
idéia de meu irmão no mesmo lugar que ele. Eu quero Harry de volta, mas eu não quero perder um amigo que eu
acabei de me afeiçoar." Ele balançou a cabeça. "Eu só gostaria que pudéssemos manter os dois."
"Claro", disse Hermione. "Mas só por algumas semanas, você sabe, antes das mudanças de equilíbrio e o universo
entra em colapso."
"Você sabe, eu preferi-lo quando você não entendeu o sarcasmo." Ele disse com um beicinho.
Hermione sorriu e piscou para ele, antes de drenar a garrafa e defini-lo sobre a mesa.
Canon Mundial
As ruas estavam quieta e quase deserta. O sol já se tinha posto há duas horas, o que levou os numerosos postes para
saltar para a vida e iluminar as ruas cobertas de neve. Dois meninos vagavam pela calçada, caminhando pela neve
espessa.
"Você poderia pensar que seria mais frio", disse Ron. "Vendo toda a neve, mas não é."
Harry acenou com a cabeça, as mãos enfiadas nos bolsos de seu casaco.
Ron olhou para o menino caminhando ao lado dele, mas não disse nada. Os meninos passou pelo parque trouxa cujo
único ocupante era um homem idoso andando seus dois cães.
"Quanto tempo você acha que vai demorar antes que alguém percebe que estaos faltando?" Perguntou Ron.
"Eles provavelmente não vão, eles estão ocupados com outras coisas ...".
"É como tentar encontrar este misterioso aliado com um Patrono serpente?" Ron perguntou com um olhar malicioso
para Harry.
Harry sorriu um pouco, apesar de sua clara tentativa de manter uma cara séria.
"Eu não vou, mas uma parte de mim tipo de quer dizer-lhes que é você." Ron disse. "Só para ver sua reação."
"Eu sempre pode bater isso" parte "fora de você." Ele ofereceu.
"Eu disse a você tomar uma longa caminhada iria ajudá-lo a se sentir melhor." Harry disse, satisfeito consigo mesmo.
Ron sorriu agradecido para trás. Ele tinha ido mais cedo para ver seu pai no hospital e ver o seu estado lesionado tinha
perturbá-lo mais ainda. Ele voltou para Grimmauld Place, desejando que ele não tivesse ido em primeiro lugar. Ele
realmente precisava de uma pausa de tudo. Ele estava feliz que ele tomou-se a sugestão de Harry e veio em um de seus
passeios.
Eles continuaram ao longo em silêncio por um tempo antes de virar a esquina e fazendo o seu caminho de volta a
Grimmauld Place.
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Quando eles chegaram de volta na sede, eles foram surpreendidos ao ver um novo visitante. Hermione estava sentada
com Ginny na cozinha conversando com ela. Molly estava no fogão, ocupado preparando o jantar.
"Onde vocês dois estiveram?" Ginny perguntou enquanto seu irmão e Harry entraram.
"Nós estávamos lá em cima." Ron disse distraidamente. Seu foco era a Hermione.
A menina de cabelos crespos levantou-se com a visão de Ron e correu até ele.
"Estou tão triste de ouvir sobre o ataque a seu pai, Ron." Ela disse com empatia genuína. "Eu não posso acreditar que
algo como isso poderia ter acontecido com ele, enquanto dentro do Ministério. É ridículo!"
Ron acenou com a cabeça para ela e lhe deu um sorriso caloroso.
"Cerca de meia hora atrás," Hermione respondeu. "Eu realmente não sinto como ir esquiar este ano. Eu disse a meus pais
havia uma sessão de estudo feriado ocorrendo em Hogwarts e eu lhes disse que eu precisava para assistir a ela, você
sabe que eu conseguir boas notas. Eles não estavam todos que feliz com isso, mas deixe-me voltar ".
Ron pareceu surpreso inicialmente antes de um sorriso propagação ainda maior sobre seu rosto.
"Você simplesmente desapareceu em mim. Eu estava esperando por você nos portões, mas você nunca apareceu. O
que aconteceu?" ela perguntou.
"Oh, McGonagall me deu uma chave de portal que me trouxe aqui." Harry respondeu.
"Então, você encontrou alguma coisa sobre por que o Sr. Weasley foi atacado?" ela perguntou em voz baixa.
"Vamos lá em cima, eu preciso te dizer uma coisa." Ron disse, lançando a Harry um olhar.
Hermione seguiu Ron para fora, parecendo um pouco confusa. Harry suspirou antes de pegar Ginny olhando para eles
com curiosidade. Ele deu um sorriso antes de seguir seus amigos, não ansioso para a conversa que estava prestes a
acontecer.
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"Você?" ela sussurrou em estado de choque. "Você foi o único que ajudou o Sr. Weasley?"
"Você sabia o que tinha acontecido e você nunca me disse!" ela gritou para ele.
"Eu estava ficando louco tentando descobrir o que tinha acontecido. Você poderia ter me colocou para fora da minha
miséria." Ela acusou.
"Sim, bem. Eu estava esperando que ninguém iria descobrir." Harry admitiu.
"É quase uma coisa a ser modesto." Hermione disse.
"Eu não estou sendo modesto." Harry protestou. "É mais a ver com manter o meu disfarce. O quanto mais eles
saberem, mais chances de eu ser descoberto."
"Você pode nos dizer alguma coisa, Harry. Vamos sempre manter seus segredos." Hermione disse calmamente.
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Molly se ocupou na cozinha, preparando café da manhã para todos. Ela distrair-se de pensar sobre o marido, que
ainda estava se recuperando no hospital. Sacudindo a cabeça com a lembrança de como fraco e ferido Arthur tinha
olhado quando ela viu pela última vez, Molly virou longe do fogão e levou o grande prato de comida na sala de jantar.
Sirius estava sentado à mesa, acompanhado por Fred, George, Ginny e Hermione. Molly definir o prato para baixo e
olhou para os dois assentos vazios.
Ginny balançou a cabeça enquanto ela estendeu a mão para encher seu prato.
"Não, eu gritei para eles para se apressar, mas eles simplesmente me ignorou." Ela disse.
Molly tinha acabado de fazer para a porta, com a intenção de ir lá para cima e gritar com os meninos preguiçosos,
quando a porta se abriu e Rony entrou.
"Quantas vezes você tem que ser chamado no térreo antes de ouvir?" ela perguntou.
Molly esperou por alguns momentos, esperando ver Harry entrarei depois de Ron, mas não havia nenhum sinal dele.
"Onde está o Harry?" ela perguntou, dirigindo a pergunta a seu filho mais novo.
Ron fez uma pausa enquanto escavar um pouco de bacon em seu prato.
"Ele ainda está na cama. Eu não acho que ele está se sentindo muito bem." Ele respondeu, sem jeito.
Hermione olhou para Ron, mas não disse nada. A expressão de Molly suavizou e ela olhou para a porta.
"Pobre querido. Eu só vou ver como ele está." ela disse, dirigindo-se para a porta.
"Molly, espere," disse Sirius se levantar de seu assento. "Eu vou fazer isso."
"Está tudo bem, eu vou dar uma olhada nele." Molly repetido.
"Eu sou seu padrinho, eu vou ver como ele está." Sirius respondeu.
"Aqui está uma idéia, por que não vão os dois ver como ele está." Ginny disse, antes de sua mãe começaram a discutir.
Sirius e Molly se entreolharam antes de silenciosamente caminhando para fora da sala juntos.
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Molly abriu a porta do quarto de Harry tão silenciosamente como pôde. Ela viu que Harry estava, de fato, ainda na cama e
por ele olha de que ele estava dormindo. Molly entrou, seguido por Sirius. A mãe de sete filhos rapidamente entrou em
ação e se aproximou do lado de Harry, sentindo sua testa antes de rolar para baixo das cobertas.
"Eu só vou pegar algumas coisas para ele." Molly disse, retirando-se do quarto com pressa.
Sirius conjurou uma cadeira e sentou-se ao lado de Harry, sentindo-se mal a si mesmo com a visão de seu afilhado. Ele
estendeu a mão para empurrar a franja úmidos longe de testa de Harry, mas parou antes que seus dedos podia tocá-lo.
Ele abaixou a mão, sentindo-se desconfortável com o gesto dos pais.
Molly apareceu momentaneamente, prendendo uma bacia com água e um pano. Colocou-o sobre a mesa de
cabeceira. Sirius levantou-se e ofereceu o assento para Molly.
"Como você conseguiu pegar febre?" Molly perguntou ao menino dormindo quando ela se sentou e definir o pano
fresco sobre a testa ardente.
"Talvez a casa não está quente o suficiente." Sirius disse culpada. "Eu nunca posso dizer. Estou acostumado com o frio
agora."
"Essas coisas acontecem, as crianças pegar o frio e começar febres o tempo todo." ela continuou.
"O que fazemos agora?" perguntou ele, sentindo-se perdido a respeito de como ele poderia ajudar Harry ficar melhor.
"Tentar abaixar sua temperatura." Molly respondeu, enxaguar o pano com água, antes de o colocar para baixo sobre a
testa de Harry novamente. "Quando ele acordar, vou me certificar de que ele come alguma coisa, eu acho que vou fazer
um pouco de caldo de galinha, que sempre faz maravilhas." Ela sorriu para Sirius. "Ele vai ficar melhor em algum
momento. Um frasco de febre reduzindo poção pode ajudar também."
Molly voltou sua atenção para o adolescente de dormir e lavou o pano novamente para resfriá-lo, antes de substituí-lo
na testa do menino de sono.
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A primeira coisa que Harry notou quando acordou foi o sussurros no quarto. Sua mente estava nebuloso e ele lutou para
acordar totalmente a si mesmo. Sua cabeça estava pesada como fez o resto de seu corpo. Ele estava ciente dos
tremores que corriam através de seu corpo dolorido e ele amaldiçoou mentalmente, essas retiradas.
Ele abriu os olhos com dificuldade e piscou algumas vezes para limpar a visão embaçada. Tudo o que podia fazer para
fora eram contornos nebulosos de duas pessoas. Um estava sentado ao lado dele enquanto o outro era mais para trás. O
sussurro parou e um próximo a ele se inclinou para frente o suficiente para Harry podia ver uma mancha vermelha em
torno de seu rosto.
Em seu estado febril, Harry gritou para a única pessoa que achou que estava sentado ao lado dele.
"Mamãe?"
A figura não disse nada, mas uma mão suave atropelou seu rosto em um gesto de amor. Harry sabia desde o toque
que não era sua mãe. Ele piscou novamente e estreitou os olhos para se concentrar.
"Sim, querido. Como está se sentindo?" Molly balbuciou em seu tom maternal.
Harry tentou sentar-se, mas a dor em seu corpo cansado impediu a ação.
"Aqui, tome isso." Molly disse, ajudando Harry sente-se um pouco antes de entregar-lhe um frasco.
Harry segurou a febre reduzindo poção em sua mão e olhou para ele.
"Como você sabe disso?" Sirius perguntou, caminhando mais perto de sentar-se ao lado de Harry.
"Eu nunca pode tolerar qualquer coisa quando estou doente." Harry respondeu.
"Talvez você deveria tentar. Você pode ser capaz de manter isso para baixo." Molly insistiu.
"O que aconteceu com você? Você estava bem na noite passada." Sirius perguntou, preocupado.
"Eu não sei," Harry mentiu. "Eu estava me sentindo um pouco mal na noite de ontem à noite, mas eu não acho que eu
iria piorar."
"Eu estou bem. É sempre assim quando eu ficar doente. Eu vou ficar melhor, sozinho." Harry disse, esperando que
eles não ficar desconfiado sobre sua estranha febre.
Molly olhou fixamente para Harry, tentando julgar apenas quanta dor o menino estava. Ela sabia o suficiente sobre Harry
saber que ele nunca iria pedir ajuda, mesmo que ele desesperadamente precisava.
"Bem, eu vou apenas ir e ver como é que está ficando em caldo." ela disse e se levantou para sair.
A porta se suavemente atrás dela. Sirius se mudou da cama para vaga de Molly e se sentou.
Você não tem que ficar comigo. Eu estou bem, realmente." Harry disse, empurrando para baixo sua irritação por não ter
sido deixado sozinho.
Harry engoliu o seu argumento. Ele estava deitado em silêncio por alguns minutos, apenas assistindo Sirius.
"Ok," Sirius esperou um minuto antes de perguntar novamente, "Você está se sentindo melhor?"
Eles ficaram em silêncio. Quando se tornou evidente para Harry que Sirius definitivamente não ia deixar tão cedo, ele fez
a única coisa que podia. Ele fechou os olhos e fingiu adormecer. Sirius ficou ao seu lado, mesmo assim, frustrando Harry.
Depois de alguns minutos, Harry sentiu uma mão desajeitadamente acariciar sua cabeça.
"Fique melhor em breve, Pontinhas." Sirius sussurrou antes de se levantar e sair calmamente.
Harry abriu os olhos quando ouviu a porta fechar. Ele olhou para a porta, sentindo um sorriso forçar seu caminho em
seu rosto. Ele não podia ajudar, mas como esse apelido.
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Durante os próximos três dias, Harry continuou doente. Sua febre continuou a subir e não importa quantos frascos de
redução de febre ele engoliu, ele não fez nada para a febre alta. Molly estava tentando de tudo para ajudá-lo, mas nada
parecia funcionar, Sirius estava pensando em levar Harry para St Mungos, mas Harry se recusou.
"Eles não podem fazer nada por uma febre." Harry disse a ele com uma voz rouca. "Eles só vai me dizer para ir para
casa e descansar um pouco. Eu vou ficar bem."
Harry sabia que suas retiradas ficariam pior antes de ficarem melhor. Poppy tinha explicado a ele que as retiradas iria ficar
muito desconfortável e extremamente doloroso antes de começarem a diminuir. Então isso era realmente um bom sinal;
isso significava que Harry estava chegando ao fim de seu vício da poção. Em breve, possivelmente em questão de seis a
nove meses, ele estaria livre do vício e não teria que sofrer mais retiradas.
No entanto, as pessoas ao seu redor não sabia que Harry estava passando por ascensões de dependência. Tudo o
que sabia era que Harry teve uma febre perigosamente elevada e foi incapaz de manter mesmo a água para baixo.
Entre Molly preocupado e Sirius, era uma Hermione preocupado, mas suspeito. Ela se sentou ao lado de Harry
também, fazendo companhia a ele como Ginny e Ron fez, mas ela notou algumas coisas que a enervava.
Não foi tanto a febre e falta de apetite Harry mostrou, mas as inúmeras hemorragias nasais que definir sua mente
trabalhando furiosamente. Lembrou-se da única outra vez em que vira Harry tem uma hemorragia nasal. Foi durante a
aula, cerca de dois meses atrás, e Harry tinha olhado de indisposição, em seguida, também. Ela se lembrou de como ele
parecia apático para os próximos dois dias, não comer muito e ir para a cama cedo. Ela percebeu que ele tinha sido mal-
estar, então, bem, mas nunca deu muita atenção. Agora, porém, ela estava começando a ficar curioso sobre esta febre
recorrente estranha e hemorragias nasais.
"Você não acha que é estranho?" ela perguntou Ron, depois de compartilhar seus pensamentos com ele.
"Ter hemorragias nasais freqüentes e febres que não respondem a poções não é normal, Ron." Hermione sussurrou.
"Sim, mas ele é diferente." Ron disse. "Talvez suas febres são piores e ele fica hemorragias nasais por causa disso. Ele
é magicamente muito forte e talvez seja por isso quando ele fica doente que afeta-lo tão mal."
"Isso poderia ser ele", ela admitiu. "Mas eu não sei por que, eu sinto que há mais para isso."
"Basta deixá-lo cair, Hermione." Ron disse com firmeza. "Apenas se concentre nele ficando melhor não porque ele está
doente em primeiro lugar."
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Era a véspera de Natal que a febre de Harry finalmente quebrou, para grande alívio de todos. Sirius tinha olhado como a
recuperação de uma febre horrível; ele não tinha feito a barba ou banhado os quatro dias Harry estava doente. Ele ficou
com Harry ao longo dos dias e noites, cuidando dele. Sua angústia ao ver Harry sendo violentamente doente ou a visão
de seu sangue quando seu nariz começou a sangrar era extrema. Incomodava Harry para nenhum fim, mas ele não
estava em condições para gritar com Sirius.
Quando Harry finalmente foi capaz de sair da cama, ele pulou para o chuveiro e teve um chuveiro longo e quente muito
necessário, deixando a água quente despeje sobre seus músculos doloridos.
Ele saiu do banheiro e em seu quarto, toalha seca seu cabelo. Ele notou a presença do homem de cabelo escuro, logo
que ele entrou.
Sirius sorriu profundamente com a visão de seu afilhado em pé, olhando para trás ao normal.
"Ei, eu trouxe um pouco de almoço." Ele disse, apontando para a tigela de sopa fumegante. "Molly acha que é melhor
começar devagar, para que possa manter o seu alimento para baixo."
Harry jogou sua toalha de lado e sentou-se na cama, observando as folhas frescas Molly não tinha dúvidas colocadas
enquanto Harry estava no chuveiro. Harry ansiosamente começou na sopa, querendo dar seu estômago faminto um
pouco de comida.
"Se você quer que eu manter a minha comida para baixo, é melhor você ir agora e tomar um banho muito longo e
quente."
"Eu não cheiro tão ruim assim!" disse ele, fingindo um olhar ofendido.
"Você é forma animago é um cão. Seu suposto ter um sentido de cheiro afiado." Harry brincou.
"Tudo bem, eu vou para o chuveiro, mas eu só estou fazendo isso para você." Ele disse, levantando-se.
Sirius bagunçou o cabelo ainda molhado de Harry antes de sair, um sorriso nos lábios.
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Dia de Natal chegou e com ele veio uma visita a St Mungos. Desta vez, Harry e Hermione ambos foram convidados.
"Eu acho que Arthur gostaria de vê-lo. Eu disse-lhe tanto de você estivesse aqui." Molly disse, logo depois que eles
tomaram café da manhã.
"Eu só vou ir e ficar mudado." Hermione disse dirigindo com Ginny para o quarto que compartilhavam.
Ron levantou-se da mesa ao mesmo tempo que Fred e George, com a intenção de se mudaram para fora de seus
pijamas. Ele notou que Harry não fez nenhum movimento para se levantar. "Vamos Harry?" ele perguntou.
"Não é isso. É só", ele olhou para suas mãos. "Eu realmente não o conheço. Além disso, é Natal, deve ser apenas sua
família com ele hoje."
"Para o meu pai, você é uma parte de sua família." Ron disse. "Mamãe e papai sempre consideraram Harry como um
dos seus próprios. Eles se preocupam com ele, eles se preocupam com você."
"Basta vir, Harry." Ron atravessam ele. "Ele não teria sobrevivido se não fosse por você."
Sabendo que ele não estava indo para vencer esta, Harry deu-se e acenou com a cabeça.
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Harry caminhou junto com Hermione atrás do resto do clã Weasley, caminhando para o quarto no primeiro andar, onde
Arthur estava se recuperando. Harry entrou na sala, atrás do resto, sentindo terrivelmente fora de lugar. Ele viu o homem
de óculos sentado em sua cama, lendo o jornal. Ele olhou para cima como Molly caminhou até ele, levando o resto, e
sorriu um sorriso cansado, mas quente.
"Olá, Arthur. Feliz Natal." Molly disse com um beijo em sua bochecha.
"Feliz Natal", Arthur voltou para sua esposa. Ele olhou para seus filhos e seus olhos brilhavam de felicidade. "Crianças,
Feliz Natal!" ele cumprimentou, incluindo Harry e Hermione em sua saudação também.
Ginny era o único deles que se abaixou para beijar seu pai na bochecha, antes de abraçar com força.
Seus olhos se moveram de Hermione para Harry e se estabeleceram nele. Harry podia sentir uma sensação estranha
infiltrar-se pelas costas, fazendo-o tremer.
"Como tem passado, Harry?" Arthur perguntou em voz baixa. "Molly me disse que você tinha tomado doente
recentemente."
"Você parece muito melhor agora também." Ron disse, sua expressão mostrando seu alívio.
"Os curandeiros têm sido grande em mim remendar de volta. Eles estavam dizendo que eu ainda pode ser capaz de
ser descarregada em breve." Arthur disse a sua família.
"Ele ainda vai ser mais alguns dias ainda, mas espero que, se o tratamento funciona este tempo, eu poderia estar fora
daqui em dez dias ou assim."
Arthur virou a cabeça para trás em torno na direção de Harry e ele deu ao garoto um outro olhar inquietante. Harry
baixou os olhos para o chão e focado em manter ainda. Ron tinha dito a última vez que viu seu pai que ele não estava
em condições de falar com eles. Ninguém lhe perguntou nada sobre o ataque, sabendo que o seu pai era incapaz de
dizer-lhes qualquer coisa. Agora, no entanto, ele foi melhor e mais capaz de recontar o que tinha acontecido com ele.
"Eu não me lembro muito para ser honesto." Arthur começou. "Eu estava de plantão e eu adormeci. Eu deveria ter
chamado para o meu substituto, mas devo ter cochilado sem compreender plenamente isso. Eu só acordei quando
senti a coisa morder-me."
"Olhares sobre isso." Arthur respondeu. "Ele se moveu tão rápido, eu não podia vê-lo chegando para mim, até que fosse
tarde demais. Eu podia sentir o veneno que afeta mim, me paralisando e cobrindo minha visão." Arthur balançou a
cabeça. "Foi a única experiência mais aterrorizante da minha vida." Ele admitiu.
"Eu me considero muito sortudo por ainda estar aqui." Arthur respondeu com um sorriso. "Eu pensei que era o fim para
mim."
"Eu poderia realmente ver flashes de minha vida diante dos meus olhos." Arthur continuou. "Eu podia ouvir as vozes da
minha família e amigos em minha cabeça." aqui ele olhou para Harry. "E eu posso jurar que ouvi você me chamando."
Ele adicionou.
Harry conseguiu dar-lhe um sorriso e uma força de uma risada.
"Sim, somente, você me chamado algumas vezes." Ele disse com um pequeno sorriso.
Os olhos de Harry encontraram Ron e os dois rapazes olhou para longe rapidamente.
"Isso é o suficiente desse tipo de conversa", advertiu Molly. "Diga-me mais sobre o seu tratamento. Já as feridas
começaram a cicatrizar ainda?"
Arthur deu Molly um olhar que Harry tinha visto James dar a Lily muitas vezes. É geralmente acompanhada muita
gritaria por parte de Lily.
"Bem, querida, a coisa é ... os Curandeiros tentaram de tudo, mas o ... o veneno é muito forte, ele não permite que a
ferida para fechar-se. Então eu sugeri um método que eu ouvi sobre. Ahem, é ... é muito eficaz com trouxa lesões que
você sabe ... então ... então eu pensei que ele pode trabalhar. É, hum, ele é chamado de pontos e que normalmente
funciona muito bem com as feridas abertas ... "
Harry acenou com a cabeça, olhando a Sra Weasley por sua reação.
Molly teve sua carranca no lugar e com cada palavra que ela estava ficando mais e mais trabalhado.
"Pontos ?! Huh, não soa muito bom para mim. Parece que quer dizer costurar a ferida!" Ela disse.
"Bem ... isso é ... mais ou menos, o ... o general, é uma, idéia." Arthur murmurou.
Gina se juntou Harry, ansioso para fugir antes de o real começou a gritar.
"Eu não me importo!" Molly gritou, olhando furioso. "Como poderiam os Curandeiros ouvir uma sugestão tão absurda!?"
Ela estreitou os olhos para o marido. "Funcionou, pelo menos?"
Fred e George quase pulou para fora do caminho de sua mãe como ela foi para outro lado de Arthur, exigindo que ele
lhe mostrar esses pontos absurdos.
"Saia, saia!" Fred disse seu irmão gêmeo e os dois garotos correu para se juntar aos outros na porta para fazer a sua
fuga.
"Ufa! Que estava perto, ela quase nos bateu tanto mais." George disse, logo que saiu da sala.
"Eu não a culpo desta vez. Como pai poderia sugerir costurar as feridas-se? É um absurdo." Ron disse que o grupo
começou a caminhar até os elevadores.
"Na verdade, seu pai estava certo. Os Pontos funciona muito bem com as feridas." Hermione disse a ele.
"Quem se importa? Eles não funcionaram para o pai, de qualquer forma." Gina interveio.
"Eu acho que nós vamos dar uma olhada ao redor do hospital, nos dar um passeio." Fred e George disseram
simultaneamente.
"O quê? Por quê? O que vocês estão fazendo?" Gina perguntou, soando como sua mãe.
"Nada, vamos vê-lo mais tarde." Fred disse, piscando para ela.
"Você sabe que roubar suprimentos médicos de um hospital é contra a lei, certo?" Hermione perguntou, cansado.
"Eu acho que vou segui-los. Eu sei que eles estão fazendo não é bom." Ginny murmurou antes de seguir seus irmãos.
O elevador estremeceu até o quarto andar antes de as portas se abriram. Ron apertou o botão do quinto andar, mas
Hermione de repente bateu a mão sobre as portas, impedindo-os de fechamento.
"Oh meu!" ela disse, os olhos arregalados e fixos na visão diante dela.
Ron e Harry seguiu o olhar dela e viu um conjunto de portas brancas com uma pequena janela. Um homem estava de
pé, com o rosto pressionado contra a janela, sorrindo serenamente para eles.
Harry apenas olhou para o estranho, confuso a respeito de quem ele era.
Ron e Hermione saíram do elevador, os olhos fixos para o homem que ainda estava sorrindo para eles.
"Eu não posso acreditar sua Professor Lockhart." Hermione disse, olhando para ele.
"Professor?" Harry perguntou, caminhando para fora do elevador para se juntar a eles.
"Ele era o nosso professor de Defesa Contra as Artes das Trevas em nosso segundo ano." Ele explicou.
Harry olhou para o homem que tinha o nariz pressionado contra a janela. Seus olhos desviaram-se para a placa
pendurada ao lado número do andar.
"Eu sempre pensei que os Profeddores de Hogwarts eram loucos. Agora eu tenho certeza." ele disse com um sorriso.
As portas se abriram e o homem de cabelo louro com um sorriso incrivelmente ampla que mostrou os dentes brancos
deslumbrantes, andou até eles.
"Bem, Olá lá!" ele disse alegremente. "Eu sei porque você está aqui. Você veio para um autógrafo, não é?" ele
perguntou, seus olhos azuis brilhando de alegria.
"Você ... você não se lembra?" Ron perguntou, com uma expressão culpada.
"Claro! Por não se esqueça de ser o melhor professor do mundo! Tenho abundância de prêmios que eu fiz!" Ele estufou o
peito e balançou a cabeça para eles.
"Erm ...?" Ron parecia dividido entre corrigi-lo e apenas concordando com ele.
"Vamos, agora. Não quero manter meus fãs esperando." Lockhart disse antes de virar e vagando de volta através das
portas.
"É Natal", Hermione implorou. "Ele provavelmente não tem ninguém visitá-lo."
"Isso é porque ele fez encantos de memória em todos os que encontrou para que eles iria esquecê-lo!" Ron devolvido.
"Vou entrar para vê-lo, não é certo que ele está sozinho no Natal."
"Ele tentou Oblivinar eu e Harry!" Ron sussurrou, indignados que Hermione estava considerando ser boa para Lockhart.
"Ele não se lembro disso. Ele não parece se lembrar de nada." ela fez uma pausa antes de olhar de volta para a porta.
Ela se virou para Ron. "Vamos lá, Ron. O que vai doer?"
"Não, obrigado. Eu prefiro não passar tempo com as pessoas loucas. Eu vou esperar por você aqui."
Ron parecia que ele queria se juntar a ele, mas Hermione tinha agarrado uma forte influência de seu braço e levou-o
através das portas.
"Cinco minutos!" Ron gritou para Harry antes de ser arrastado.
Harry esperou no corredor, não tendo nada para mantê-lo ocupado. Ele caminhou pelo corredor, esperando para os dois
para aparecer. Ele foi pelo menos dez minutos antes de as portas se abriram novamente. Mas quando Harry se virou, não
era Ron e Hermione viu. As duas pessoas que tinha saído de Ward 49 eram Neville Longbottom e uma bruxa idosa com
vestes verdes, um cachecol de pele de raposa, e um chapéu muito incomum, coberto com o que parecia ser um abutre de
pelúcia.
Harry estava do outro lado do corredor, mais distante, do elevador, portanto, não atrair a sua atenção.
"Venha, Neville." Ela instruiu severamente. Neville seguiu com a cabeça baixa, um olhar triste no rosto. "Eu não posso
acreditar que você nunca disse a seus amigos sobre seus pais!" a mulher continuou, empurrando o botão do elevador.
Neville nunca respondeu, mas continuou a olhar para baixo, empurrando as mãos ainda nos bolsos, encolhendo os
ombros. Harry observou com crescente curiosidade como a mulher entrou no elevador, ainda dizendo-lhe off sobre ser
'envergonhado' e 'vergonha' de seus pais.
Harry esperou até Neville tinha se juntado a mulher e as portas do elevador se fechou antes de ele caminhou até as
portas que dão para a Ward. Ele não conseguia entender o que ele tinha acabado de visto e ouvido. Ele se moveu em
direção à porta, com a intenção de ir para dentro quando Rony e Hermione apareceu, olhando chateado e um pouco
pálido.
"O que aconteceu?" Harry perguntou, assim que os dois se aproximou dele.
"Nós encontramos Neville e sua Avó lá dentro", Ron começou a explicar. "Ela nos disse que eles estavam aqui para ...
para visitar os pais de Neville."
Harry ouviu as palavras, mas seu significado não acertá-lo totalmente. Seus olhos viajaram de volta até a placa, lê-lo
novamente, tendo no pleno significado deles. Ele olhou para Rony e Hermione.
"Sabíamos que Neville morava com a Avó, mas nunca pensou em perguntar o porquê." Hermione disse, olhando
terrivelmente culpado. "Nós só assumiu que eles estavam ... mortos."
"Isso teria sido melhor", disse Ron calmamente. "A morte seria melhor do que ser levado à loucura pela maldição
Cruciatus. Eu nunca quero ver ninguém me preocupava como ... como isso." ele balançou a cabeça, os olhos
Scrunched fechada.
Sem dizer uma palavra, Harry avançou e atravessou as portas. Ron e Hermione observou-o, mas não seguiu. Algo na
expressão de Harry lhes disse para não segui-lo.
Harry deixou seus pés levá-lo para dentro. Ele viu o homem de cabelo louro ondulado sentado, escrevendo furiosamente
em um pacote de fotografias. Havia outro homem pálido de pele que encontra-se na cama de frente, olhando para o teto
com uma expressão triste. Algumas camas ao longo jazia uma mulher com a cabeça toda coberta de peles. No outro
extremo, estavam duas camas que teve uma cortina ainda desenhado em torno deles. Harry se moveu em direção a
eles, seu coração dizendo o tempo todo que ele estava indo para encontrar algumas outras duas pessoas, não Frank e
Alice Longbottom.
Antes que Harry pudesse alcançá-los, um Curandeiro o deteve, um olhar suave no rosto.
"Olá! Recebemos muitos visitantes no Natal." Ela disse alegremente. "Quem você veio visitar?" ela perguntou.
Harry olhou para a cortina, escondendo os ocupantes das duas camas. O curandeiro se virou para olhar atrás dela. Ela
olhou para Harry, um olhar confuso em seu rosto.
"Você veio para visitar os Longbottom? Isso é estranho, eu nunca te vi aqui antes." ela disse. "Esta é a ala nossos
residentes de longa duração" por danos feitiço permanente. Nós normalmente obter a conhecer os visitantes tão bem
quanto nossos pacientes. "
Harry engoliu o estranho nó na garganta e conseguiu falar.
"Eu sou um amigo de Neville." A situação era tal que a bizarrice de que a declaração não o incomodava.
"Oh, ele só deveria ser membros da família." Ela deu a Harry um outro olhar. "Oh, bem, vendo como é Natal, apenas a
poucos minutos não vai machucar eu suponho." ela se mudou para fora do caminho, indo em direção à mulher com pele
cobrindo toda a cabeça.
Harry hesitou por um momento, seus dedos remanescentes na cortina florido. Ele ainda disse a si mesmo que ele ia
encontrar Frank e Alice aqui, em uma Ward por danos feitiço permanente.
Lentamente, Harry puxou a cortina de lado e deu um passo adiante. Seu coração saltou à vista dos dois rostos familiares
que olham fixamente vagamente para o teto. Seus olhos caíram sobre Alice em primeiro lugar; seu rosto sorridente
rodada foi agora magro e pálido. O brilho habitual presente em seus olhos castanhos tinha ido embora. Seu cabelo era
fino e cinza, não há vida neles em tudo. Ela estava deitada com os braços ao seu lado. Ela poderia ter sido morto se não
fosse a pequena ascensão e queda de seu peito.
Harry olhou para a cama ao lado dela e viu Frank encontra-se quase na mesma posição. Ele parecia frágil e mais
velhos do que ele. Seu cabelo estava quase no fim ea forma como seus braços estava desatenta ao lado dele
perturbado Harry mais do que qualquer outra coisa que ele viu.
Ele tinha passado inúmeras noites na companhia dos Longbottoms. É claro que naquela época eles pensavam que eram
John e Fiona. Harry lembrou-se da maneira Frank parecia estar sempre levantando coisas, se era equipamentos pesados
necessários para os clubes de luta, engradados de garrafas de álcool para os clientes ou o seu filho recém-nascido, que
ele usou para levantar com uma mão e sentar-se em seus ombros.
Pensando em Nigel trouxe uma súbita onda de dor. Harry sentiu como cada respiração que ele estava tomando estava
trazendo com ele uma dor cada vez mais angustiante. Ele não conseguia entender o que parte de machucá-lo. Só senti
doloroso todo.
Estendendo a mão, Harry sentou-se no pé da cama de Alice, sentir-se instável em seus pés. O movimento não se
mexeu o ocupante; ela continuou a olhar para o teto. Harry estendeu a mão, apenas a perceber então o quanto sua
mão estava tremendo, e tocou a mão de Alice.
"Alice?"
Ela não se moveu, não reconhecimento ou a reação a seu nome. Harry olhou para Frank e viu que ele também não se
mexeu ou mostrar a consciência para o fato de que uma terceira pessoa estava com eles. Harry olhou para Alice,
imaginando o sorriso que quase sempre estava em seu rosto. Ele quase podia ouvir seu anel de riso em sua cabeça. Ela
já rir agora? Ela ainda era capaz de rir?
Uma gota caiu em seu colo. Harry, perplexo, estendeu a mão e tocou seu rosto, surpreso ao descobrir umidade lá.
"Quem foi?" ele perguntou. Ele virou-se para enfrentar o Curandeiro. "Quem fez isso com eles, quem foi?"
O curandeiro olhou para o rosto de Harry, pego de pela sua expressão e os olhos escurecidos, mas ela se recompôs.
"Não é realmente o meu lugar para dizer. Você dizer que você é um amigo de seu filho, Neville? Ele pode dizer-lhe, se
ele quiser." Ela disse.
"Quem foi?" Harry repetiu e desta vez a raiva em sua voz não foi perdido.
"Bem, eu suponho que eu poderia dizer. Eu não posso divulgar qualquer informação médica, mas posso dizer-lhe o que
aconteceu." Ela olhou para os dois pacientes antes de continuar. "Foi um grupo de Comensais da Morte. Foi pouco depois
... depois Dele desaparecer, você sabe, depois do assassinato dos Potters? O grupo de Comensais da Morte atacaram
Frank e Alice, torturaram-nos para obter informações sobre o paradeiro de seu mestre." Ela balançou a cabeça. "Claro,
ninguém sabia onde ele tinha ido. Eles levaram pobre Frank e Alice a insanidade". Ela disse com
tristeza. "Eles foram presos, os Comensais da Morte, enviados para Azkaban. Mas, bem, você deve ter lido sobre ele no
jornal. Eles fugiram recentemente. Espero que os Aurores pegá-los em breve."
"O nome deles?" Harry perguntou, incapaz de manter o rosnado longe de sua voz.
"Eu não consigo me lembrar todos os seus nomes, mas os dois Comensais da Morte que os levaram eram
Comensais da Morte bem conhecidos." Ela olhou diretamente para Harry. "Todo mundo ouviu falar deles; Bellatrix
Lestrange e seu marido, Rodolfo."
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A conversa do Grande Salão foi sempre animado na festa de retorno às aulas. Todo mundo teve altos e longas histórias
sobre a pausa de Natal para contar. Entre os alunos animados e batendo sentou um Harry tranquilo. Ron e Hermione
estavam falando uns com os outros, dando a Harry pequenos olhares, mas não envolvê-lo em sua conversa.
Desde a visita de Harry para St Mungos, ele tinha se mantido quieto e distante com todos. Ron e Hermione sabia que
seu humor tinha algo a ver com a revelação de que os pais de Neville estavam no hospital, mas não conseguia
descobrir por que ele o tinha afetado tanto. Hermione tentou perguntar a Harry se ele era amigo de Neville em seu
mundo, mas Harry simplesmente a ignorou. A julgar pelo seu comportamento frio com o Neville aqui, Hermione era
duvidoso que Harry era amigo dele em seu próprio mundo.
Ron tinha ficado fora do caminho de Harry e Hermione aconselhados a fazer o mesmo. Ele podia ver Harry não ia dizer
nada a ninguém sobre o que ele estava passando e ele também sabia que não era particularmente inteligente para irritá-lo
no momento. Durante o resto da sua estadia no Largo Grimmauld, Rony tinha acordado à noite para encontrar Harry
passou por horas em um tempo. Uma noite, ele viu Harry aparatar de volta às cinco da manhã apoiando as mãos
sangrando. Ele tinha acabado de cair na cama e ficava acordado, olhando com raiva para o teto. Seus dedos estavam
curados na parte da manhã.
"Você não acha que deveríamos dizer algo ...". Hermione sussurrou.
"Basta deixá-lo sozinho. Ele obviamente passando por algo." Ron disse.
"Tem sido quase uma semana e ele não falou uma palavra a ninguém." Hermione disse preocupada.
Ron não disse nada, mas pegou o garfo para terminar o seu jantar. Hermione entendeu o recado e voltou para o seu
jantar, sentindo-se totalmente perdido sobre como ajudar o amigo.
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Harry desceu a escada e entrou na sala comum. Ele não conseguia dormir. Tudo o que podia pensar era Frank e formas
apáticas de Alice deitado sobre as camas de hospital. Doeu tanto mais sabendo quem era o culpado por seu estado.
Harry se forçou para não pensar em Bella. Ele estava vagamente consciente do fato de que o acordo que fizera com
Voldemort agora deixou de existir. Ele tinha ultrapassado o tempo de duas semanas que Voldemort lhe dera. Agora, ele
não conseguiu chegar a bússola dele. Mas Harry encontrado, que estranho que fosse, ele não se importava. Para ele, o
acordo era sobre o momento em que ele olhou nos olhos sem vida de Alice.
Sua inquietação significava que tudo o que ele queria fazer era sair como Alex e tomar a sua frustração sobre os seus
adversários trouxas. Ele estava bem ciente do fato de que Ron ainda estava acordado e olhando para ele. Ele não se
importava com desaparatar na frente dele, mas havia outros três meninos no quarto a considerar. Por isso, ele foi
sorrateiramente as escadas para desaparatar.
Assim que ele entrou na sala comum, ele percebeu que seu plano não iria funcionar. Sentado em um dos sofás foi um
menino Harry não queria ver; Neville Longbottom.
"Oh, hey, Harry. Você me assustou." Ele sorriu suavemente. "Eu não conseguia dormir." Ele se ofereceu como
explicação.
Harry olhou para ele, o rosto sorridente da mãe do menino diante de seus olhos.
O sorriso de Neville tirou seu rosto quando ele notou a expressão de Harry. Ele baixou os olhos para o chão quando ele
falou.
"Eles disseram a você", disse ele. "Ron e Hermione, eu imaginei que seria." ele olhou para Harry com um olhar derrotado.
"Você pode me fazer um favor, Harry? Não diga nada a ninguém. Eu não estou pronto para que todos saibam ainda."
"Eles não disseram nada", disse Harry, referindo-se a Ron e Hermione. "Eu também estava lá, no hospital. Eu estava
esperando lá fora para eles. Eu vi você sair com sua Avó".
"Eu não vou dizer nada a ninguém. Nem a Ron ou Hermione." Harry prometeu.
"Eu não tenho vergonha deles." Neville quebrou o silêncio. "Eu sei que você provavelmente pensa que eu tenho, mas
eu não tenho."
Neville olhou para Harry atentamente, como se estivesse tentando ver se ele estava dizendo a verdade. Ele finalmente
olhou para longe.
"Eu li sobre o meu pai em um livro de uma vez." Neville disse, olhando para as mãos cruzadas no colo. "Ele era um
renomado auror, um dos elite." Ele balançou a cabeça. "Eu nunca poderia ter vergonha dele." ele olhou para Harry. "Mas
eu não sei se eles teriam orgulhosos de mim." Ele disse com tristeza.
Harry não disse nada para confortá-lo. Ao invés disso ele fez uma pergunta simples.
"Vamos lá, Harry. Você me conhece, nos últimos cinco anos. Fora Herbologia, que classe você já me viu sair bem? Eu
não consigo fazer nada direito, nem mesmo coisas simples." Ele balançou a cabeça. "O grande filho do auror Frank
Longbottom, não melhor do que um aborto sangrento."
"Então por que você não fazer algo sobre isso?" Harry perguntou sem simpatia.
Neville parecia indignado com Harry, seus olhos impossivelmente crescente de largura.
"Você não acha que eu tentei?" ele perguntou. "Eu trabalho tão duro, mas isso não parece fazer a diferença. Tudo o que
eu gerenciar é raspar um passe! Eu não posso trabalhar mais!"
"Quero dizer, aplicar a mesma dedicação, mas de uma maneira diferente." Harry explicou. Mudou-se para a frente de
modo que ele estava de frente para Neville.
"Eu sei para um fato Neville, que você pode fazer muito mais. Você pode se sobressair em tudo o que você deseja.
Você pode até me levar para baixo em um duelo."
Neville olhou para Harry com uma careta.
"Mas como eu posso fazer ... tudo isso?" ele perguntou. "Eu nem sequer sei o que é que devo fazer."
Harry sentou-se e olhou para Neville por um momento. Um sorriso se espalhou em seu rosto.
"Eu vou ajudá-lo", disse Harry. "Mas você não pode dizer a ninguém, nem mesmo Ron e Hermione."
"O que você vai fazer?" Neville perguntou, olhando um pouco apreensivo.
Harry sorriu.
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Na manhã seguinte, no café da manhã, Harry sentou-se diante Rony e Hermione com um sorriso.
"Bom dia"
Hermione e Rony olharam para Harry com surpresa inicial. Essa foi a primeira palavra que ele tinha falado com eles
desde o dia de Natal.
"Melhor"
Hermione sorriu.
"Então, você já colocou para fora o que era que estava te incomodando?" surpreendentemente, foi Ron que fez a
pergunta.
Harry olhou para a direita e viu, alguns assentos para baixo, Neville ter o seu pequeno-almoço enquanto fala com
Dean.
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Foi o seu terceiro dia de volta a Hogwarts e Hermione já havia agendado a primeira lição DA do semestre.
"Então nós nos encontramos ao mesmo tempo amanhã, ok?" ela confirmou.
"Qualquer idéia de que você está indo para ensinar-nos?" Ron perguntou enquanto os três caminhavam para sua
segunda aula do dia.
"Magia sem varinha," Harry respondeu. Ele sorriu para o animado parece Hermione e Rony deu. "Eu pensei que vocês
podem gostar."
"Caramba! Agora que é uma classe que eu não posso esperar para!" Ron disse com seu sorriso habitual.
Eles entraram na sala de Feitiços e sentou-se, à espera do professor para chegar. Antes que alguém pudesse entrar, um
som estranho e aterrador encheu a sala. Foi um alarme de algum tipo, mas era tão alto e estridente, que parecia
perfurar em linha reta em você.
Harry nunca tinha ouvido o som em Hogwarts antes. A julgar pela aparência de surpresa e choque sobre o resto dos
alunos, Harry sabia que ninguém mais tinha ouvido falar que quer.
"Todo mundo! Formem uma linha e de cabeça para o Grande Hall, rapidamente!"
Os estudantes fizeram o que lhes foi dito; sussurrando furiosamente sobre o que estava acontecendo. Harry seguiu o
resto para o Grande Salão e não se surpreendeu ao encontrar o resto do encontro escola lá também. A equipe também
estava lá, parecendo preocupado e entrou em pânico.
As portas se fecharam com um baque forte, fazendo com que todos olhar em volta para ele. Harry notou que havia
redemoinhos de ouro, bronze, preto e prata que paira em torno das respectivas tabelas, caindo sobre os alunos. Ele
achava que era o feitiço que verificada a presença de cada aluno.
Ele olhou para a mesa dos professores e só então percebeu que o diretor estava faltando. Professora McGonagall
limpou a garganta e ergueu a mão, um sinal para acalmar todo mundo.
"Houve uma quebra na segurança. As enfermarias ter definido o alarme para sinalizar que uma entidade estrangeira
entrou no terreno da escola. Hogwarts tem efetivamente encerrado. Os Wards têm bloqueado todas as entradas para
dentro e fora da escola e ele permanecerá assim até os hóspedes não convidados foram investigados. " Ela fez uma
pausa e olhou para todas as quatro casas. "Todos vocês permanecerão aqui até então."
"Por um momento, eu estava com medo que era Comensais da Morte." Hermione sussurrou.
"Há coisas muito mais aterrorizante do que os Comensais da Morte." Ele sussurrou para ela.
Harry se virou para ver Snape marchando até a mesa da equipe, um olhar de fúria no rosto. Ele sussurrou
acaloradamente com McGonagall, sua expressão transformando acirrada com cada palavra. McGonagall virou para a
mesa da Sonserina, um olhar de medo em seu rosto inconfundível.
"O que está acontecendo? O que há de Snape disse a ela?" Ron perguntou, observando a troca.
"Eu Sei", disse Harry, que tinha visto aquela expressão em McGonagall antes. Foi há três anos atrás, quando um ataque
Daywalker tinha interrompeu uma visita Hogsmeade. Harry virou-se para Ron e Hermione. "Há alunos faltando."
*Chapter 33*: Chapter 33
Capítulo Trinta e Três
AU Mundial
Damien olhou em torno das várias mesas com numerosos alunos sentados com eles, procurando o tufo de cabelo
bagunçado. Ele achou sentado à mesa quase escondido na parte de trás. Ele correu até ele.
"Aí está você! Eu tenho procurado em todos os lugares para você." Ele disse que quando ele se sentou em frente.
"Eu precisava terminar a minha lição de casa antes do almoço." Ele respondeu.
"Porque é devo entregar logo após o almoço." Harry respondeu, olhando para Damien com um sorriso.
"Finalmente," Damien respirou. "Alguém que trabalha como eu faço!" Harry riu, sacudindo a cabeça.
"Eu costumo ter Hermione para me lembrar quando lição de casa é devia ser entregue." Harry explicou.
"Sim, irritante isso não é." Damien disse, mas com um sorriso.
"Quando você terminou?" Harry perguntou, olhando para trás em seu ensaio.
"Eu não tive um ensaio encantos, eu não penso assim de qualquer maneira." Ele franziu a testa.
"Damien, estamos na mesma classe. Se eu tenho um ensaio encantos para completar, então você também tem um."
Damien olhou para ele por um momento antes de seus olhos castanhos se arregalaram. Ele deu um tapa na testa. "Oh
Harry riu e puxou uma folha em branco de pergaminho e uma pena de reposição de sua bolsa. Ele empurrou-o através da
mesa para Damien.
"É melhor você começar." Ele disse a ele com uma risada.
Damien pegou as coisas oferecidas e começou a rabiscar freneticamente. Ele puxou alguns dos livros de referência
espalhados sobre a mesa para si mesmo e começou a escrever furiosamente.
Harry observou-o por um momento antes de balançar a cabeça e voltar para completar seu ensaio.
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"Bem, isso é Troll, com certeza." Damien reclamou, referindo-se ao seu ensaio, enquanto saía da sala de aula de
Feitiços.
"Sorte não tem nada a ver com isso. É a minha memória sangrenta que me deixa para baixo." Damien resmungou.
"Nós não temos qualquer lição de casa para a professora Sprout, não é?" Damien perguntou, enquanto caminhavam em
direção à estufa.
Harry balançou a cabeça, sorrindo para a expressão do outro garoto usava. Eles caminharam em silêncio relativo,
eriçados contra o vento frio que varreu-os, transformando suas mãos e narizes rosa.
"Você tem aulas particulares com a mãe mais tarde?" Damien sussurrou para que nenhum outro estudante ouvir.
Eles entraram na estufa e foram para seus respectivos lugares, pronto para a última aula do dia.
Após o jantar, Damien e Harry decidiu sair na sala comunal da Grifinória. Harry notou um monte de olhares do resto dos
Gryffindors, mas ninguém veio falar com ele. Ele foi deixado em relativa paz, com apenas Damien conversando com ele.
Harry ficou maravilhado com o quanto o menino poderia falar. Ele estava dizendo a ele em vez animadamente sobre
alguma brincadeira que ele tinha planejado. Harry podia ver o efeito duradouro Fred e George tinha deixado em cima dele.
Ou talvez Damien era assim porque ele cresceu entre os famosos Marotos de Hogwarts. De qualquer forma, Damien era
um brincalhão entusiasmado.
"Eu acho que, você vai ficar de castigo por dez anos após a mãe descobrir que você inundou a escola." Harry
respondeu.
"Sim, isso é um bom ponto." Ele admitiu. Ele suspirou dramaticamente. "Oh bem, de volta à prancheta de desenho." Ele
estendeu uma mão para sua bolsa, que estava deitado ao lado da cadeira de Harry e murmurou 'Accio'. O saco de
repente voou e pousou em seu aperto.
Harry olhou para ele com olhos surpresos, enquanto Damien pegou seu notebook 'planejamento' brincadeiras,
preparando-se para fazer as pazes com o seu mais recente plano. Ele olhou para cima e viu a expressão atordoada de
Harry.
Damien assentiu.
Damien sorriu.
"Meu pai me ensinou isso. É uma grande habilidade para ter, especialmente quando você joga Batedor em uma
equipe." Ele piscou e sorriu para Harry.
"Eu sabia que você estava roubando." Harry resmungou. "Não admira que a goles sempre" magicamente "vão até
você."
Damien riu.
"Eu só faço magia sem varinha em jogos amigáveis, nunca em jogos escolares adequadas." Damien assegurou.
"Sim, sim" Harry brincou. Depois de um momento ele olhou para ele. "Papai te ensinou?" Damien assentiu. "Eu pensei,
achei que tivesse sido o Harry."
"Ele ficou surpreso também, quando me viu sem varinha ampliando sua vassoura." Ele riu com a lembrança. Essa foi a
noite em que Harry precisava para escapar do partido lançada pelo Ministro Fudge. Damien olhou para Harry, uma idéia
se formando em sua cabeça. "Eu posso mostrar-lhe como fazê-lo, se quiser."
"Sim, legal".
Ambos os meninos se levantou e se dirigiu para a porta. Houve apenas um quarto no castelo onde pudessem praticar em
paz.
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"Você não está se concentrando." Damien reclamou. "Não é tão difícil, Harry."
"Talvez não para você." Harry resmungou quando ele caiu de costas no chão de descanso.
Damien tinha pedido a Sala Precisa para nenhum móvel, então eles tinham um grande espaço aberto vazio.
"É só um livro. Você deve ser capaz de invocá-lo." Damien disse, apontando para a cópia fina de quadribol 'Heroes'
Harry olhou para o livro, deixando escapar um suspiro profundo, concentrando-se com toda a força. Ele tentou seguir as
orientações Damien tinha estabelecidos. Ele tentou sentir a magia dentro de si, para puxá-lo para fora de si mesmo, forçá-
lo em uma extensão de seu braço, para pegar o livro e trazê-lo mais para si mesmo. Mas tudo o que aconteceu foi que
suas entranhas doíam e ele sentiu inexplicavelmente cansado.
"Eu não posso fazer isso!" Harry disse, levantando-se. "É impossível."
"Você pode fazê-lo. Na verdade, você é muito bom em magia sem varinha."
"Só porque ele pode fazer alguma coisa não significa que eu posso também." Ele argumentou.
"Discorde de tudo que você quiser." Harry disse, pegando o livro com a mão e enchê-lo de volta em sua bolsa. "Isso
não muda nada."
"Talvez ele não está funcionando porque você está cansado. Vamos tentar no fim de semana, a primeira coisa na parte
da manhã."
Ele não achava que o momento do dia faria qualquer diferença. Ele sentiu que simplesmente não tê-lo em ele fizesse
mágica excepcional.
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Harry teve uma noite agitado, jogar e virar. Não importa como ele arranjou-se na cama, ele não poderia se sentir
confortável o suficiente para cair no sono. Ele não sabia por que estava tão inquieto. Ele olhou para o seu limite
máximo para a maioria da noite.
Era de madrugada quando sentiu as pálpebras crescer muito pesado para manter aberta. Ele adormeceu apenas para ser
acordado algumas horas mais tarde por uma sombra escura estranha inclinada sobre ele. Harry gritou e sentou-se,
apenas para perceber que a sombra de fato pertencia a seu padrinho.
Sirius riu quando ele se inclinou para trás, sentado na beira da cama de Harry.
"Desculpe, eu estava apenas verificando para se certificar de que você estava realmente dormindo." O cabelo escuro
Auror respondeu com seu sorriso habitual.
"Não que eu não estou contente de vê-lo, mas, por que está aqui?" Harry perguntou, ainda grogue de seu sono curto.
"Você sabe, eu vejo mais e mais de sua mãe em você o tempo todo."
"Desculpe, eu estou contente de vê-lo, realmente eu estou. É só que ... essa foi uma noite difícil."
"Bem, isso pode fazer você se sentir melhor." Sirius enfiou a mão no bolso vestes e tirou um arquivo fina. "Desculpe eu
demorei um pouco para chegar a ela. Não foi fácil de encontrar."
Harry pegou o arquivo oferecido e viu o nome escrito na guia lateral, "Hagrid, Rúbeo '
"É isso aí! Obrigado, Sirius!" Harry disse, animando-se de uma só vez.
"Não há de quê, especialmente para o seu pai." Sirius piscou. "É melhor eu ir, eu vou dizer um rápido oi para James e
Lily antes de ir para o escritório." Ele se levantou e calmamente saiu da sala, deixando Harry ainda sentado na cama.
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Mais tarde naquele dia, assim que o jantar acabou, Harry e Damien correu para a Sala Precisa. Harry puxou o arquivo de
sua bolsa enquanto Damien trancou a porta. Ambos os meninos sentou-se no chão, espiando por cima do arquivo
Ministério.
Eles tinham tudo, tudo o que já se sabia sobre Rúbeo Hagrid. Toda a sua vida foi colocado para fora nas páginas antes
deles. Sua data de nascimento, uma breve menção de seu pai; Hagrid sênior, expulsão de Hagrid de Hogwarts, tornando-
se seu Gamekeeper e finalmente sua morte. Harry e Damien lido por tudo isso, manter o silêncio.
A descrição do duelo que tirou a vida de Hagrid era muito breve e não ofereceu mais informações do que a explicação
inicial de Dumbledore.
"Isso é uma merda!" Damien disse, empurrando-se para longe do arquivo. "Nós não aprender nada de novo a partir
deste em tudo!"
Harry estava quieta e manteve os olhos fixos no arquivo, mesmo que ele já tinha lê-lo duas vezes.
"Nós continuamos procurando." Harry disse, finalmente olhando para longe a partir do arquivo e, Damien. "Deve haver
algo que possamos fazer, alguém que pode falar, qualquer coisa que nos levará para a verdade."
Damien ficou pensativo.
"Temos que colocar em um pedido e que pode demorar alguns meses para obter aprovação."
"Ela não pode, ela teve a chave dela tirado depois do que aconteceu ... no meu aniversário."
"Mas isso não era culpa dela. Eu roubei a chave!" Harry disse.
"Ela não lhes disse isso. Ela não queria que você ficar em apuros por isso, ela fez parecer que ela deu-lhe a chave."
Damien explicou. "De acordo com o chefe dela, ela violou os termos de trabalho e por isso teve de ser repreendido.
Tirando a chave dela significava que ela iria perder alguns dos privilégios que um pesquisador."
Harry estava mortificado. Ele não podia acreditar que ele havia colocado Hermione em tantos problemas.
"Eu nunca quis dizer ... Eu não posso acreditar que ela tem em tantos problemas por minha causa." A carranca de Harry
se aprofundou quando ele começou a pensar em maneiras que ele poderia obter Hermione sua chave de volta.
"Vamos tentar limpar um nome de uma pessoa por vez." ele disse.
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Café da manhã foi como sempre, barulhento, lotado e agradável. Harry falou afastado com sua mãe enquanto ele
mastigava seu caminho através de uma pilha de panquecas. Ele iria terminar uma pequena pilha e Lily seria
prontamente empilhar mais meia dúzia de panquecas em seu prato.
"Rubbish! Você está muito pequeno, tem que cresce! Aqui tem um pouco de mel." Ela disse, chuviscando uma boa
quantia nas panquecas.
"Bem, eu só tinha uma imagem mental ... espécie de ... de mim e Damien, aproximadamente o tamanho de Duda." Ele
sorriu ao ver a expressão no rosto de Lily.
"Não é. Eu só estava imaginando o olhar no seu rosto, bastante semelhante ao do olhar que você está usando agora."
Lily levantou uma sobrancelha para ele, mas isso só fez Harry rir ainda mais. Por fim, ela cedeu e sorriu.
"Adoro o teu riso." ela sussurrou para ele, passando a mão carinhosamente através de seus cabelos.
Como sempre, Harry corou um pouco com a atenção, mas ele não se afastou, para grande alívio de Lily.
O bando de corujas invadiram o salão, regando os alunos com pequenas gotas de chuva que carregavam com eles.
Harry observou enquanto uma pequena coruja branca e azul voou para Damien. Ele sorriu quando o garoto lhe deu
atenção imediata, acariciando a cabeça e oferecendo-lhe água, mesmo antes de retirar a carta amarrada a seu pé. Harry
estava feliz Damien gostava Neelam. Ele queria conseguir algo especial para o garoto décimo quinto aniversário, assim
como Hagrid lhe o melhor presente de aniversário décimo primeiro tinha começado.
O pensamento de Hagrid fez seu coração doer de novo para que ele rapidamente empurrado que a memória de distância.
Ele observou enquanto Damien desamarrou a carta e abriu-a rapidamente. Seu rosto caiu depois que ele lê-lo e ele
amassou a carta, visivelmente irritado.
Harry imaginou que a carta era e o que ele disse para perturbar Damien. Ele nunca teve a chance de perguntar até que
ambos estavam caminhando para a sua primeira classe.
"Tio Sirius" Damien respondeu, ainda com raiva. "Eu escrevi para ele ontem. Eu apenas pensei que de uma maneira que
nós poderíamos saber mais sobre o que aconteceu com ... nosso grande amigo." Damien disse, no caso de sua conversa
estava sendo ouvida por seus companheiros da Grifinória. "Eu perguntei se ele poderia dar-nos a sua memória, a outra
para o dia em que aconteceu. Eu sabia que não podia pedir mais ninguém. Meu pai nunca lhe daria a nós, nem seria Tio
Remus. Tonks pode ser bom, mas eu percebi Tio Sirius já sabe sobre nós saber e não faria sentido para ele para nos
ajudar. " Ele balançou sua cabeça. "Mas ele recusou."
"Sério?"
Damien assentiu.
"Ele escreveu de volta dizendo que ele não achava que era uma boa idéia e que ele já tinha feito o suficiente por ficar-
nos esse ficheiro. Ele disse que se o pai não quer que nos saber mais sobre o que aconteceu em seguida, não devemos
empurrá-lo . Ele não está disposto a ajudar. "
Harry estava muito desapontado. Ele tinha figurado Sirius teria dado a eles a memória. O fato de que ele não estava
disposto a, fez Harry ainda mais curioso.
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Harry seguiu Damien enquanto ele liderou o caminho através da multidão de pessoas. Ele manteve a cabeça baixa e
evitou olhar para ninguém, mas isso não impediu que outras pessoas olhando para ele. Passou a fonte com as estátuas
de ouro e quase deu outro olhar. Ele estava muito nervoso.
"Você tem certeza que isso vai funcionar?" ele perguntou Damien que estava olhando muito à vontade.
Harry seguiu, ainda debatendo as chances de esse plano ter sucesso. Em toda a honestidade, qual a probabilidade era
de que eles seriam capazes de entrar no Ministério da Magia, ir a um departamento de alta segurança, pesquisar o banco
de dados de memórias verificados e ser capaz de encontrar o que foi apresentado pela morte de Hagrid?
"Você não acha que há uma chance de que não há memória apresentado? Quero dizer, eles estão todos agindo como
Hagrid é na Roménia, trabalhando com dragões." Harry perguntou, sentindo seu interior torção. Como desejava que
fosse a verdade.
"Tenho certeza de que deve haver algo. Ele diz em seu arquivo que várias memórias de Aurores presente na cena do
crime foram apresentados como prova, juntamente com o relatório. Eles teriam que manter algum registro da verdade."
Damien disse.
Eles chegaram na recepção do hotel, entregando em suas varinhas e indicando a sua razão para a visita de fim de
semana.
"Estamos aqui para ver auror Sirius Black." Damien disse, sorrindo alegremente para o assistente olhando azedo.
O homem olhou para Harry e fez uma careta.
Harry correu passado com Damien, não olhando para trás, o guarda de segurança. Eles foram para o elevador e
Damien apertou o botão direito.
"Como você sabia que Sirius estava trabalhando neste fim de semana?" Harry perguntou enquanto o elevador saltou
para a vida e levou-os para cima, bem como para trás.
"Ele disse isso em sua carta. Era a sua razão para não vir para nos ver em Hogwarts." Damien respondeu.
"Você não acha que ele vai dizer a pai viu-nos no Ministério quando o pai acha que estamos saindo com Draco em
Hogsmeade?"
Damien sorriu.
"Pare de se preocupar, nós não vamos esbarrar em Tio Siri. Estamos indo na direção oposta a seu escritório."
Harry estava prestes a falar, mas o barulho do elevador chegando a um impasse, o deteve. Damien saiu rapidamente e
continuou andando por um corredor estreito, que parecia ficar mais estreito a mais andavam.
"Você sabe exatamente onde é que temos de ir?" Harry perguntou como ele tentou ignorar o quão baixo o teto era para
ele agora.
"Então, como você sabe para onde ir?" Harry perguntou, o topo de sua cabeça escovar o teto e as paredes apenas
tocando seus ombros.
"Instinto" Damien respondeu. Em seguida, voltando-se para sorrir para ele acrescentou, "E um mapa." Ele tirou um
pequeno cubo colorido. Em um olhar mais atento, Harry percebeu que era uma versão 3-D do Ministério da Magia.
"Onde você conseguiu isso?" Harry perguntou, esquecendo o espaço confinante ele estava no momento.
"Armário do meu pai, eu o levei durante o verão." Ao olhar interrogativo de Harry, ele acrescentou: "Eu estava entediado."
O continuou andando pelo corredor cada vez mais claustrofóbico, Harry teve de curvar os ombros agora e até mesmo
Damien, que foi menor do que ele, estava encontrando dificuldade para andar corretamente.
"Sério! O que é isso?" Harry perguntou como ele foi forçado a andar torcendo para o lado e arrastando os pés ao longo ".
"É para impedir que as pessoas se perguntando por aqui." Damien respondeu, lutando para a frente.
Finalmente, eles se virou uma esquina e encontrei uma única porta de madeira. Ambos os meninos correu em direção a
ela, tão rápido quanto eles poderiam, no espaço disponível.
"Graças a Merlin! Eu pensei que íamos ter que rastejar em breve." Damien disse.
"Sim, mas um ... como é que vamos entrar?" Harry perguntou, vendo a falha no plano maravilhoso de Damien.
"Eu trouxe um mapa", disse Damien, segurando-o para fora. "Você poderia ter trazido uma chave."
"Está bem está bem!" Ele respondeu. Ele ficou imóvel por um momento. "Não, nada vem à mente."
Harry não tinha nenhuma maneira de apertar por ele para enfrentar a porta. Não havia espaço para permitir que
qualquer tipo de movimento, eles não poderia mesmo virar. Se eles tiveram que recuar, eles teriam que andar para
trás.
Ele chutou para fora na frustração e seu pé bateu contra a painéis de madeira da parede esquerda. Um clique alto foi
ouvido antes de a porta se abriu, a concessão de acesso.
Ambos os meninos corriam para a frente, ansioso para chegar ao seu destino. O quarto que entrou era escuro e muito
grande. Os meninos podiam ouvir seus passos ecoando ruidosamente contra o chão de pedra. A brisa fria varreu-os,
tornando-os tremer.
Damien liderou o caminho, verificando o seu mapa para que lado ir.
"Qual departamento estamos indo para?" Harry perguntou, olhando de trás dele.
"Bem, ele disse em arquivo de Hagrid que vários Aurores tinham dado suas memórias do incidente que os levou a
atacar Hagrid. Eles não seriam armazenados em um departamento, mas mais como ... um armazenamento seguro."
Damien explicou. "Meu palpite é que ele vai estar aqui, o ponto de armazenamento para o Departamento de Aplicação
da Lei. Eles armazenam todos os tipos de coisas aqui."
Harry viu que havia inúmeras portas alinhadas contra a parede oposta. Damien dirigiu-se para o que estava à direita
mais distante. Harry ficou surpreso quando a alça se abriu sob a mão de Damien.
"Essa foi fácil." ele murmurou enquanto ele entrou na sala atrás de Damien.
A luz afiada bateu os olhos de Harry e ele reflexivamente fechá-los. Ele sentiu uma varredura estranha sensação sobre
ele, quase como se ele estivesse se dissolvendo. Ele sentiu como se estivesse encolhendo, suas mãos e pés
formigavam e ele sentiu como água gelada tinha sido derramado sobre ele.
A luz desapareceu e Harry abriu os olhos, apenas para descobrir Damien olhando para ele em horror. Antes que ele
pudesse perguntar o que estava errado, ele percebeu que a si mesmo. O fato de que ele não podia mais ver Damien
era claramente uma oferta inoperante.
Ele olhou para si mesmo, observando as roupas que ele usava eram agora um tamanho ou dois muito grande.
"Isso é o que era luz brilhante;. Que era um feitiço para revelar os encantos e pegar todos os impostores"
"Boa observação," uma voz gritou, fazendo com que ambos os meninos olhar em volta com pânico. "Sr. Potter, não é?"
Auror Blake perguntou com um grande sorriso.
Canon Mundial
Os estudantes se reuniram no Grande Salão não sabia o que tinha acontecido, mas eles eram astutos o suficiente
para pegar o que quer que fosse, era realmente ruim. A julgar pelo olhar em pânico McGonagall deu mesa da
Sonserina e os murmúrios furiosa de Snape, eles estavam certos de que os Sonserinos eram os culpados.
Os olhos de Harry rapidamente digitalizados da tabela, marcando para um rosto familiar. Suspeita encheu os olhos de
Draco encontrou-se com Harry e ambos os meninos só olhava para o outro por alguns segundos antes de deixar cair seu
olhar.
"Como você sabe que alguém está faltando?" Hermione perguntou Harry.
"Eu posso ler a expressão de McGonagall." Harry respondeu distraidamente, observando o Professor Transfiguração
acompanhar o Mestre de Poções para as portas de saída.
"Você pode!?" Ron perguntou olhando chocado. "Isso é um poder especial ou você pode ensinar que para nós
também?" ele perguntou em um sussurro baixo.
"Não é um poder especial! Eu só queria dizer que eu posso ver pela sua expressão." reiterou.
Balançando a cabeça, Harry voltou-se para ver a maioria dos funcionários deixando o Salão Principal, seguindo
McGonagall e Snape sem fornecer qualquer tipo de explicação para os alunos curiosos. Os únicos membros da equipe
que ficou para trás era professora Sinistra, Professor Hooch, a professora e professora Umbridge. A bruxa vestida com o
cardigã rosa macio de costume, deu seu colega Professor é um olhar penetrante antes de se levantar e rapidamente
deixando o Hall, fechando a porta atrás dela.
"Eu me pergunto o que eles vão fazer?" Hermione disse, mordendo o lábio em preocupação.
"Eles provavelmente vão procurar a escola para os alunos que faltam e trazê-los de volta aqui. Oh, eu espero que
McGonagall desconte cem pontos cada para eles não virando-se para o Grande Salão depois que o alarme soou." Ron
disse, alegremente.
"Pode até não ser culpa sua, Ronald!" ela sussurrou. "Eles poderiam estar em apuros."
"Eles são Slytherin, eles podem lidar com problemas. Principalmente porque eles são problemas." Ante o olhar
divertido de Harry acrescentou rapidamente. "Sem ofensa."
"Ainda assim, se eles estavam dentro da escola, que teria vindo aqui ao som do alarme. Eles não iriam pôr em perigo a si
mesmos." Hermione pensou em voz alta. "E se eles estão lá fora? E se eles não podem entrar na escola Hogwarts porque
selou-se fechados?" ela perguntou, um tom de pânico em sua voz.
"Então McGonagall vai deixá-los entrar, apenas relaxar Hermione." Ron disse.
"Ela não pode. Eu li em Hogwarts, uma história que no caso raro a escola está em perigo e o alarme é disparado, a
escola se desliga e ninguém pode reabri-lo, ninguém, exceto o Diretor."
"Eu não vi o Professor Dumbledore no café da manhã e ele não estava aqui quando o alarme disparou." Ela disse.
"Tenho certeza de que ele é acessível. McGonagall provavelmente sabe como fazê-lo aqui. Além disso, os alunos são
provavelmente escondido em algum lugar dentro da escola. Tudo vai ficar bem." Ron disse, mas ele não parecia tão
certo de si mesmo.
Harry olhou para os três professores; eles eram profundamente em discussão si mesmos, não pagando os alunos
qualquer aviso prévio. Eles não têm que; os que praticam foram bloqueados para que nenhum dos alunos poderiam
sair.
Lentamente, os sussurros nervosos do Grande Salão ficou mais alto e mais alto. Todo mundo estava em profunda
discussão sobre a tentativa de ataque; O que foi que estava atacando a escola? A equipe em Hogwarts era capaz de
proteger a escola e seus alunos? Onde estava o restante da equipe agora?
Harry ficou em silêncio, olhando de vez em quando na tabela de funcionários para ver os três ocupantes ainda em
discussão suas expressões olhar sombrio. Ele roubou alguns olhares na mesa da Sonserina para ver Draco olhando em
sua direção também.
Parvati e Lavender repente bloqueou a visão de Harry quando se sentaram em frente a ele.
"Susie do amor, do primeiro ano Ravenclaw, apenas sussurrou para nós que eles tinham Herbology com Sonserinos
primeiro ano primeiro período. Fizeram-lo de volta dentro do castelo para o segundo período antes de o alarme
disparou. A maior parte do primeiro ano da Sonserina conseguiu voltar no tempo, mas este grupo de dez alunos ficaram
para trás e agora provavelmente está preso lá fora. " Parvati explicou.
"Ela disse algo sobre esse grupo de dez Sonserinos sendo brincalhões. Eles devem ter ficado para trás depois da
aula para configurar uma piada." Alfazema adicionado.
Harry podia ver muito poucos estudantes se aproximando outras mesas das casas e sussurrando aflito sobre o primeiro
ano preso Sonserina. Seus olhos se voltaram para Draco novamente para vê-lo sentado em silêncio, com a cabeça
abaixada, nenhum sinal de seu sorriso de escárnio ou sorriso arrogante.
As duas garotas se levantou e mudou-se para a outra extremidade da mesa da Grifinória, para espalhar a notícia.
"Eles vão ser morto, se ninguém fizer algo a tempo." Harry respondeu.
Hermione estava torcendo as mãos inquieta. "Sua única esperança é Professor Dumbledore. Se ele voltar no tempo
que ele pode ajudá-los."
"Eu sei, e em um momento como este, você continua a fazer piadas ridículas". Harry devolvido.
"Quem mais pode ajudá-los ?! Professor Dumbledore é o único que pode abrir a escola e obter os Slytherins de volta
para dentro!" Hermione chiou com raiva.
Harry não disse nada de imediato. Ele desviou os olhos e olhou para a mesa da Sonserina, observando os olhos de
Draco olhando com curiosidade para ele. Harry olhou para o lado e puxou sua bolsa.
"O que?" Hermione perguntou jogado pela mudança abrupta de Harry do tema.
"Basta fazer o que eu estou fazendo." Harry sussurrou enquanto propositadamente tirou seus livros de sua bolsa e os
colocou sobre a mesa. Ron e Hermione copiado ele, olhando confusamente para Harry.
"Finja que você está fazendo seu trabalho." Ele sussurrou para eles.
Os grifinórios que cercam rapidamente desviou o olhar do trio, com medo de que Hermione pode enganar-los também a
fazer o seu trabalho.
"Cobre-me." Harry sussurrou enquanto ele derrubou um de seus encantos livros didáticos.
"O que você está fazendo?!" Hermione exigiu tão silenciosamente como pôde.
Harry não respondeu como ele desapareceu debaixo da mesa para recuperar o livro. Ele olhou para Hermione e Ron
das rostos peering e deu-lhes um sorriso e um piscar de olhos, antes de desaparatar.
Ron e Hermione rapidamente olhou para cima, com medo de que os outros possam seguir o seu olhar e perceber que
Harry não estava mais sob a mesa. Eles olharam para os seus livros, e fingiu continuar trabalhando.
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Harry apareceu dentro de seu quarto do dormitório, ao lado de sua cama. Ele rapidamente abriu seu baú e tirou o
pedaço de pergaminho dobrado. Ele bateu com a varinha e disse as palavras mágicas.
Ele viu como as linhas de aranha formado o mapa, detalhando os ocupantes do castelo. Seus olhos procurou nome do
diretor, mas ele não podia vê-lo em qualquer lugar. Um rápido exame também lhe disse que os alunos da Sonserina em
falta eram de fato não no castelo.
"Melhor e melhor!" Harry murmurou com raiva; quando ele abriu o mapa mais para procurar os motivos. Lá, ele viu o
pequeno amontoado de pontos, dentro da estufa três. Havia cerca de dez pontos, subiu todos juntos para que seus
nomes eram indistinguíveis. Fora da estufa Harry viu cerca de vinte pontos vermelhos, todos andando fora da estufa.
Harry não tinha nenhuma maneira de descobrir o que estes pontos vermelhos poderia ser. Eles não poderiam ser
humano, que muito Harry sabia e eles não têm nomes, como o mapa teria mostrado as suas identidades.
Assim, há cerca de dez estudantes foram presos fora na estufa e não tinha nenhuma maneira de obter para a segurança
como a escola foi selada e não pôde ser aberto uma vez que o diretor não estava aqui e só ele era capaz de comandar a
escola para abrir. 'Perfeito sangrento!' Harry pensou consigo mesmo.
Resistindo à vontade de gritar com alguma coisa, Harry enrolou o mapa e colocá-lo de volta em seu tronco. Com um
pop quieto, ele desaparatou, desta vez ele chegou no corredor principal, do lado de fora do Salão Principal.
Ele partiu em direção à saída, argumentando furiosamente com ele mesmo. O que ele estava fazendo? Se ele resgatou os
alunos da Sonserina do que quer que estava tentando matá-los, ele estaria revelando-se a todos. Não havia maneira de
os alunos se manter o silêncio sobre que os ajudaram. Desde que a escola ser fechadas hermeticamente, se ele
conseguiu manipular as proteções de segurança e abrir a escola para que os alunos puderam entrar, ele estava
arriscando a exposição a seus poderes únicos. Mas, apesar disso, Harry descobriu que não conseguia parar de tentar
ajudar. Ele não podia sentar-se, por medo de revelar a si mesmo, e deixe dez filhos fossem mortos. Eram apenas onze
anos de idade, eles não podiam se defender.
Esses pensamentos levou Harry para a porta da frente. Ele estava em pé diante das enormes portas com inúmeros
parafusos e fechaduras de vedação-los fechados. Harry estendeu a mão com a sua magia, tomando nota das
enfermarias manter bloqueios e parafusos no lugar. Era muito mais complicado do que ele tinha pensado. Ele começou
a trabalhar sobre eles, concentrando toda sua atenção nas enfermarias de segurança. Seus olhos verdes escurecidos
sem ele estar consciente. Ele silenciosamente trabalhou em neutralizar a magia, prepara-se para abrir a escola selado.
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"Desculpe-me, mas posso pedir-lhes, apenas por um momento? Obrigado." Ron disse ao grupo antes de arrastar o seu
conjunto de irmãos gêmeos e Lee de seu final de mesa da Grifinória para onde Harry estava sentado.
Hermione tinha inaugurou o resto dos membros da AD em direção à mesa da Grifinória e Ron terminou chamando
sobre Justin e Luna. Apenas os Grifinórios estavam sentados, o resto foram reunidos ao redor. Não era, na prática,
para outros membros da casa para se sentar em outras mesas das casas.
Assim como Hermione estava prestes a falar um intrometido procurando Hufflepuff veio e ficou ao lado de Luna.
"Não, não, eu não penso assim." Ron disse, acenando com a distância.
A menina bufou para ele, murmurou algo sobre 'rudes Grifinória' e foi embora. Luna se virou e acenou para ela,
sorrindo, sonhador.
"Ok, aqui está a coisa," Hermione começou a tomar uma respiração profunda.
"Hum, espere, onde está Harry?" Cho perguntou perceber sua ausência.
"Ele já se foi", respondeu Hermione, mantendo a voz tão firme quanto podia. "Ele usou sua capa de invisibilidade e saiu
furtivamente."
"Isso é o que eu estava indo para falar sobre," Hermione tentou novamente. "Você já ouviu falar sobre o primeiro ano da
Sonserina estar preso lá fora?" Ela ficou acenos de cabeça em resposta. "Bem, Harry se foi para tentar ajudá-los e eu
acho que nós deveríamos fazer algo para ajudar também." Ela começou nervosamente. "Nós tivemos um monte de
treinamento e acho que se todos nós formos juntos, podemos ajudar a levá-los para dentro para a segurança."
"Como? Como podemos ajudá-los? Não podemos deixar o Salão, e muito menos a escola." Angelina sussurrou.
"Como? Eu quero dizer, a escola está selada. Não podemos abri-lo." Ernie disse. "As portas trancadas são uma coisa,
enfermarias de segurança são uma história totalmente diferente."
"Além disso, não devemos deixar que a professora McGonagall lidar com isso? Quero dizer, nós nem sequer sabemos o
que está lá fora", disse Padma, claramente relutantes em deixar a segurança do corredor. "Como podemos ajudar se nós
não podemos lutar contra o que é que está lá fora? Eu acho que é melhor deixar que os professores ajudarem os
primeiros anos."
"Eles não podem, eles têm o resto da escola para vigiar. Eles não podem arriscar suas vidas." Hermione respondeu.
"Eu não tenho certeza se quero arriscar minha vida, acho que Padma está certa. Não sabemos o que está lá fora."
Lavender disse, suprimindo um arrepio.
"Desculpe-me ?! Eu sou um Gryffindor, somos conhecidos pela nossa coragem!" Lavender disse, olhando para o
garoto da Lufa-Lufa.
Lavender abriu a boca para falar, mas antes que ela pudesse, Hermione a cortou.
"Não temos muito tempo. Temos dez aterrorizados crianças de onze anos que podem ser morto a qualquer momento.
Vamos decidir se vamos ou não para ajudar rapidamente!"
"Não poderia ter dito melhor." George disse com um pequeno arco para Hermione.
"Não é que eu não quero ajudar", Michel começou, olhando para Hermione e Ron ", mas com toda a honestidade, o
que podemos fazer? Tudo que aprendemos é como se defender. Nós não sabemos nada de contra-atacar. "
Os outros concordaram, alguns estavam visivelmente relutantes, mas foram junto com a maioria.
"Pergunta, como vamos fazer isso?" Cho perguntou, olhando em volta para todos.
"O tempo para brincadeira como você nunca antes." ele disse.
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Harry tinha acabado de começar a trabalhar no último conjunto de feitiços para destravar as portas quando ele sentiu que,
a mudança sutil no ar e o barulho fraco de um feitiço vindo em sua direção. Seus sentidos, já em estado de alerta, avisou-
o bem a tempo de sair para fora do caminho. Ele viu o flash de luz sinto falta dele e zoom passado para bater a porta. Ele
se virou, varinha já em sua mão.
A primeira coisa que notei foi a varinha apontada para ele. Seus olhos fixos no rosto de seu adversário e ele sentiu a
raiva dentro dele bolha furiosamente.
Snape apontou sua varinha para Harry e mudou-se alguns passos mais perto.
"Finalmente desistiu de fingimento, eu vejo." Ele disse em voz baixa. "Eu tenho que dizer que estou feliz. Você é um fraco
desempenho na imitação Potter era insuportável." Ele olhou para trás Harry nas enormes portas; a maioria dos bloqueios
já tinha sido aberta. Ele olhou para Harry com um sorriso de escárnio. "Pensando em deixar os animais vêm para dentro?"
"Na verdade, eu tinha a intenção de ir para fora, você sabe, para ajudar seus alunos da sua casa." Harry respondeu
com firmeza. Não havia nenhum ponto em fingir agora; Snape o havia visto desbloquear as proteções de segurança.
Seu disfarce já era.
"Você quer se apressar com isso, Snape? Eu não tenho muito tempo." Harry mordeu de volta.
"Você não tem qualquer momento a todos." Ele fez um gesto para Harry deixar cair sua varinha.
"Não é um acaso, Professor." Harry respondeu, seu grunhido de costume em sua voz.
Assim que as palavras saíram de sua boca que Snape disparou outra maldição para ele, o mesmo que o primeiro.
Harry bloqueou o feitiço. Snape foi rápido e disparou três conjuntos de maldições para Harry, com a intenção de
incapacitá-lo. Harry bloqueou por instinto, seu escudo azul surgindo à vida e engolindo as maldições. Snape estava
visivelmente lançada. Ele deu um passo atrás e momentaneamente, um olhar de medo encheu seus olhos. Ele
rapidamente mascarou e olhou para Harry.
Harry trouxe o protetor para baixo e por um momento os dois apenas se encararam.
"Sentir-se melhor?" Harry zombou. "Eu sei que você está morrendo de vontade de fazer isso."
Snape se moveu mais rápido do que o Harry esperava, nunca tendo duelado com ele antes. Snape chegou ao outro lado
do salão, enquanto disparando mais dois conjuntos de 'ligamento corpo' e maldições 'Estupefaça' para ele. Harry mudou
muito, preferindo mover fisicamente para fora do caminho da maldição que ele pudesse disparar suas próprias maldições
contra Snape.
O mestre de Poções bloqueado maldições de Harry, mas sua expressão mudou para uma de preocupação quando ele
sentiu o poder por trás das maldições. Eles foram suficientes para fazê-lo tropeçar para trás. Harry usou essa surpresa
inicial como vantagem e jogou um 'Estupefaça' para ele, que Snape evitou por pouco.
Mas quando Harry, de repente fez um movimento de cortar com a mão livre, Snape sentiu uma força de esmagamento o
atingiu no peito e bater-lhe de seus pés. Ele bateu no chão com um baque surdo e sentiu sua visão desfocar
momentaneamente. Mais rápido do que Snape achava ser possível, Harry estava de pé sobre ele, já tendo-o desarmado.
Snape sentou-se, cuspindo de raiva enquanto olhava sua varinha na mão de Harry.
"Você não vai conseguir acabar com isso!" ele disse ao menino. "Você está engano, não está enganando ninguém!"
"Ninguém vai acreditar em você." Ele afirmou. "É a sua palavra contra a minha."
Foi o que aconteceu muito de repente e tão rapidamente que Harry mal teve qualquer chance de se preparar. Não que
ele poderia ter parado em qualquer caso, Occulmency nunca foi seu ponto forte.
Snape facilmente entrou na mente de Harry. Mesmo sem uma varinha, ele era capaz de realizar Legimens perfeitamente.
No momento em que Harry reagiu e debilmente tentou bloquear sua mente, já era tarde demais. Snape tinha visto o que
Harry estava tentando manter escondido. Flashes breves, mas claras do passado de Harry veio extremamente rápido.
Snape conseguiu força abrandar uma memória de um jovem Harry posição diante de um olhar muito humano Voldemort.
O assistente de olhos vermelhos colocou a mão no ombro de Harry e sorriu, "Mate-o. ' ele instruiu. O jovem Harry acenou
com a cabeça, sem qualquer indício de medo. "Sim, pai", foi sua resposta.
Snape foi subitamente jogado para trás com tanta força que ele bateu com a cabeça no chão de mármore do corredor
principal. Atordoado com a dor, Snape piscou para ver Harry elevando-se sobre ele. Mas havia algo muito diferente
sobre o Harry. Snape não percebeu o que era até que Harry lhe tinha levantado a partir da frente de suas vestes e
prendeu-o dolorosamente contra a parede de pedra áspera.
Snape olhou para a jovem rosto contorcido de raiva. Os olhos verdes eram habituais, agora estavam preto, profundo,
preto sem fundo. O medo aumentou em Snape quando ele percebeu a extensão do que ele tinha tropeçado.
"Você ... você é filho dele." Ele engasgou, ainda lutando contra a crença.
O aperto sobre ele aumentou tanto que Snape tinha certeza que Harry estava sofrendo tanto quanto ele estava
machucando. De repente, Harry soltou-o, fazendo Snape voltar a cair no chão.
Ele olhou para cima para ver Harry apontando a varinha para ele. Snape se inclinou para trás, tentando recuperar o
fôlego.
"Você pode me matar", Snape conseguiu dizer sem fôlego, "mas você não vai ganhar."
Varinha de Harry tremeu um pouco, mas ele não mudar seu objetivo.
"Se eu quisesse você morto, você já estaria." Harry sussurrou para ele, sua voz mostrando o quanto ele estava
resistindo à vontade de matar.
Snape nunca tive a chance, ele se mudou tentando se esquivar da maldição, mas a maldição de Harry bateu-lhe no
entanto.
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Levou apenas metade da oferta do trio problemático tinha escondido em seus bolsos e bolsas para o plano de
trabalho. Um momento, o Grande Salão estava cheio de estudantes e no próximo, ele estava nublado com
tempestades de fumaça cinza de espessura, cheirando a enxofre.
Pandemônio estourou como a maioria dos alunos pensavam que estavam sendo atacados por o que quer que estivesse
ameaçando a escola. Eles se levantaram de seus assentos, gritando e gritando e começou a correr em direção a mesa
dos professores em pânico. Gritos altos foram pontuados por tosse violenta e sons de engasgos. Os três professores
estavam atirando para fora faíscas de suas varinhas para tentar acalmar todo mundo, mas eles foram
quase não notei por causa da falta de nevoeiro cheiro que enchia o salão.
Em meio a isso, vinte e seis estudantes se reuniram em frente à porta. Eles foram em direção oposta a partir do resto da
escola. Hermione rapidamente murmurou o feitiço para abrir a porta. Ele se abriu. Ela segurou a porta aberta apenas
marginalmente e obteve os alunos a escorregar rapidamente passado e reunir no corredor principal.
Hermione e Rony lançou um último olhar para o salão cheio de pânico antes de fechar a porta e, silenciosamente,
trancando-a novamente. Eles se viraram para enfrentar os membros da AD, levando em os olhares de excitação e
medo em algumas simples sobre os outros.
"Vamos lá, temos que nos apressar." Hermione disse quando ela começou a liderar o caminho pelo corredor principal, em
direção as portas de saída.
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Harry chutou as pernas de Snape, forçando-os a dobrar artificialmente em um ângulo antes de fechar a porta do armário.
Ele largou a varinha do Mestre de Poções no vaso ao lado do armário e foi embora, deixando o professor inconsciente
para acordar em um armário e me pergunto como ele chegou lá. Harry tinha oblivinado Snape, garantindo os últimos dez
minutos agora estivesse sumido de sua memória.
Harry teve que acalmar-se para baixo com força. Ele não tinha tempo para jogar birras; ele ainda tinha dez crianças
cujas vidas ele tinha que salvar. Ele se mudou de volta para as portas principais e rapidamente trabalhou em
desbloquear o conjunto final de alas. Ele tinha de garantir que as portas estavam desbloqueadas antes que ele
aparatou fora para ajudar a Sonserina. Assim como o aperto final deslizou longe de seu parafuso, Harry ouviu outro
som. Sua varinha já estava em sua mão quando ele percebeu que o som que ouvia era o som inconfundível de
numerosos passos vindo em sua direção. Ele pegou o som da voz de Hermione, incitando outros a "apressar".
Ele viu que ele estava certo como momentos depois, Hermione virou a esquina e levou um grande grupo de alunos em
relação a ele. Harry observou como todos os vinte e seis membros da AD se aproximou dele, sorrindo para ele.
"Estava aqui!" Angelina disse, parecendo mais surpreso do que qualquer coisa.
Harry não respondeu, mas seus gelados olhos verdes encontraram Hermione e fixos nela. Ela sorriu nervosamente
para ele antes de correr em direção a ele. Ron seguiu, dizendo aos outros para ficar parado ao lado das portas.
"O que você está fazendo?!" Harry perguntou assim como Hermione e Ron puxou-o para longe do resto do DA.
"Então você decidiu trazer ainda mais pessoas que pode se machucar?" Harry perguntou com raiva.
"Sabemos um pouco agora sobre a defesa e eu pensei que isso poderia ser um bom momento para colocar esse
conhecimento em pratica." Hermione explicou.
"É, além disso, você não pode sozinho. Vocês precisam de nós." Ron adicionado.
"Não, eu não preciso." Harry disse com os dentes cerrados, tão silenciosamente quanto pôde, para não atrair os
outros. "Eu não preciso da ajuda de ninguém. Eu sou mais do que capaz de lidar com isso sozinho."
"Pense nisso!" Hermione retrucou. "Se você sair em seu próprio país e ajudar os primeiros anos, você realmente acha
que não levantaria suspeita? Você estará sogando seu disfarce fora, e a sua verdade finalmente será revelada!" Ela
baixou a voz e continuou: "Mas se um grupo de vinte e sete alunos sair e ajudar os primeiros anos, ele não levantar
suspeitas sobre você. Ele não identificar em você. A culpa vai cair sobre todos nós, não apenas você. É mais crível que
um grupo de estudantes conseguiu combater o que é que está lá fora, que apenas você sozinho. "
Harry não disse nada, mas olhou para Hermione, a boca bem fechada. Ron olhou entre os dois e, em seguida, acenou
para Hermione.
"Sério? Eu não acho que você toparia em tão pouco tempo." ela admitiu.
"Você está certo, se fizermos isso como um grupo, ele vai ajudar a manter o meu disfarce." Ele sorriu para ela.
"Obrigado, Hermione."
Hermione parecia um pouco suspeito na súbita mudança de humor de Harry, mas ela não questioná-la. Ela e Ron
viraram-se para se juntar ao resto dos alunos se reuniram ao lado das portas, discutindo como as portas fechadas de
repente tinham sido desbloqueadas.
Harry ficou onde estava por um momento. Hermione estava certa. Não havia nenhuma maneira que ele estava fazendo
seria mantida em segredo. Dessa forma, ele não era o único aluno que ser fora ajudando salvar o primeiro ano da
Sonserina. Mas essa não era a única razão Harry concordou com o plano de Hermione. Foi a mais a ver com como isso
afetaria um indivíduo em particular, Albus Dumbledore. Harry sorriu para si mesmo enquanto imaginava o olhar no rosto
de Dumbledore quando ele descobriu que seus alunos tinham deslizado para fora e feito. É claro que ele não estava
pensando em deixar os membros da AD realmente fazer alguma coisa. Não havia nenhuma maneira os alunos da AD
estavam prontos para lutar.
Mas com este pequeno truque, o DA finalmente seria a céu aberto e se a diretoria da escola, juntamente com o Ministério
descobriu que um grupo de estudantes menores de idade enfrentou extremo perigo, a fim de ajudar os colegas enquanto
o prestigiado diretor estava longe de ser visto , bem, eles não ficaria muito feliz. Harry sorriu mentalmente em todas as
coisas que Dumbledore teria que lidar com; um grupo ilegítimo de estudantes que se autodenominam "Exército de
Dumbledore", os alunos menores de idade que lutam com criaturas perigosas e estudantes caminhando facilmente para
fora da escola quando alas fortes foram "suposto" para mantê-los dentro e segura. Ninguém tinha que saber que Harry
lhes havia desbloqueado. Afinal, quem iria acreditar que um quinto estudante ano poderia desbloquear essas poderosas
proteções? Eles preferem acreditar que as alas não eram fortes o suficiente. Seria o fim dos dias de Dumbledore como
diretor que era certo.
Com estes pensamentos em mente, Harry se moveu em direção à saída, caminhando no meio da multidão de alunos e
empurrando as portas abertas. Ele liderou os outros alunos fora, para enfrentar o inimigo desconhecido.
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"Os primeiros anos estão presos em estufa três." Harry disse ao grupo enquanto caminhavam em direção aos
fundamentos reservados para Herbology.
Com as numerosas expressões confusas, Fred e George calmamente explicou que "o mapa" era e como funcionava.
"Para ir e ver o que é que estamos enfrentando e, em seguida, decidir em conformidade." Harry respondeu, levando-os
para uma colina rochosa, apenas com vista para as estufas.
O grupo seguiu Harry e começou a subir a colina íngreme. Eles se estabeleceram na parte superior, agachando-se
para ficar escondido e espiou por cima da borda para as estufas abaixo. Eles viram instantaneamente o que era que
eles estavam fora aqui para lutar.
Bestas. Essa foi a primeira coisa que entrou na mente de todos. As criaturas arranhando e uivando para o vidro,
desesperado para chegar às crianças assustadas para dentro, só poderia ser descrito como animais ferozes à procura. À
primeira vista, eles descobriu uma semelhança com cães, mas eles eram anormalmente grande. Eles estavam cobertos
de espessa pele preta e tinha estranhos olhos vermelhos brilhantes que podiam ser vistas mesmo à distância. Eles
estavam uivando e rangendo os dentes afiados no vidro, tentando quebrar o seu caminho.
Eles tinham cercado a estufa de todo. Alguns estavam cavando com as garras afiadas para o chão tentando túnel sua
maneira dentro, os outros estavam tentando esmagar o vidro, jogando seu peso contra as vidraças.
Harry poderia apenas fazer um pequeno grupo de estudantes, lenços Sonserina ainda ao redor de seus pescoços,
reuniram-se no centro da estufa. Seus gritos aterrorizados e gritos de ajuda podiam ser ouvidos a partir de onde os
membros da AD estavam assistindo.
"O que eles são?" Parvati perguntou, seu sussurro finalmente quebrando o silêncio horrorizado.
"Hellhounds"
"Eu não sabia Hellhounds, tinha essa aparencia." Dean comentou, medo definitiva em sua voz.
Um estalo seguido por um aumento nos primeiros anos gritos fez todos olhar em volta para a cena. Um dos painéis de
vidro tinha caído para fora, o vidro ainda está intacta, sem dúvida, devido aos encantos inquebráveis. A diferença era
muito pequena para o Hellhound para rastejar através mas isso não impediu o animal de tentar. Como Harry observou
com atenção o efeito estufa ele viu inúmeras lacunas com painéis de vidro em falta.
"Então o que fazemos agora?" Colin perguntou, medo e incerteza em sua voz.
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Sete membros da AD fizeram o seu caminho lentamente pelo caminho rochoso, mantendo suas varinhas em punhos
apertados e os seus olhos sobre os alvos na frente deles. Harry levou os seis estudantes; Ron, Hermione, Ginny,
Angelina, e Dean Lee. Harry escolheu-os desde que eram mais fortes do DA. Ele os havia informado sobre o que tinha
que fazer, se eles preso a suas instruções, eles seriam muito bem.
"Lembre-se, Hellhounds são criaturas forjadas das profundezas do próprio inferno. O uso de qualquer fogo magias
baseadas contra eles só vai alimentar a sua já super-força. Eles têm uma velocidade incrível por isso nunca tirar os
olhos deles." Harry continuou a dizer a eles enquanto caminhavam em um grupo apertado.
Eles assentiram em resposta, nervoso demais para dizer qualquer coisa. Assim que eles chegaram no prazo de dez
jardas do efeito estufa, o Hellhounds parou seu ataque. As bestas cheirou o ar, soltando uivos penetrantes para o outro.
O Hellhounds virou-se para os alunos que se aproximam.
Harry parou de fazer os outros seis atrás dele parar também. O Hellhounds reunidos, formando um bloco. Havia vinte
Hellhounds no total, todos com garras afiadas e dentes mais nítidas. A um Hellhound na frente afastou os lábios,
mostrando os dentes brilhando com um grunhido-provocando medo. Ele soltou uma série de latidos agudos, fazendo
Hermione e Angelina pularem de susto.
Sem qualquer outro aviso, todos os vinte Hellhounds começou em direção a eles. Sua velocidade foi fenomenal e antes
dos seis podia apontar suas varinhas para o grande grupo de animais, eles já estavam em seus calcanhares.
Harry apontou para o chão com sua varinha, puxando uma linha invisível entre ele e o Hellhounds. Ele puxou sua
varinha para cima em um movimento empurrando e todos os seis sentiu o tremor chão como se Harry tirou algo do
próprio solo. A ação jogou o Hellhounds alguns pés longe de Harry, quase como se Harry tinha tirado o chão debaixo
de suas patas e os enviou cambaleando para trás.
Os animais desembarcaram em todos os lados alguns pés de distância. Eles rosnaram para Harry e atirou em
direção a ele novamente. Desta vez, os seis estavam prontos e juntou-se com Harry, atacando os animais.
Ginny e Angelina jogou de corpo inteiro se liga em dois dos Hellhounds, com sucesso deles vinculativo. Ron e
Hermione incidiram sobre os dois Hellhounds que eram o mais próximo e estupefato-los. Dean e Lee fizeram o
mesmo, com sucesso bater outros dois para o chão.
Harry fez coisas um pouco diferente. Ele bateu um Hellhound com um feitiço de levitação antes de balançar a besta
bastante força no tronco da árvore mais próxima, matando-o instantaneamente. Hermione estremeceu quando o
animal atingiu o tronco com um crunch doentio e caiu no chão.
Os sete membros da AD ficaram juntos, formando um círculo apertado para que eles pudessem se defender contra o
ataque furioso pelos restantes treze Hellhounds. Como Harry havia instruído, os seis membros da AD usado tanto
'Confringo' para explodir os animais longe se chegasse perto demais ou eles usaram 'Impedimenta' para abrandar o
ataque Hellhounds antes de lançar 'stupefy'. Ele estava trabalhando; eles estavam conseguindo se defender contra o
ataque e até mesmo bater um pouco para fora com suas magias. O único problema foi que os Hellhounds foram
rápido e se esquivou das magias com bastante facilidade.
Lentamente, como Harry tinha instruído, o grupo começou a se mover para longe do efeito estufa, levando os animais
longe das crianças presas. Harry chutou para fora em um Hellhound que tinha chegado muito perto antes de apontar a
varinha no ar, atirando para fora faíscas brilhantes. Os restantes vinte membros da AD viu o sinal e moveu-se
rapidamente de seu esconderijo, atrás da colina rochosa. Eles mexidos seu caminho em direção à estufa, Fred e George
na vanguarda levando o resto. Cada aluno da Sonserina estava protegida por dois membros da AD. Cada par estavam
em um lado de uma aterrorizada criança de 11 anos de idade.
Com suas varinhas pronto, os vinte membros da AD conduziu os primeiros anos fora e tão rápido quanto podiam, eles se
dirigiram para a escola. Uma Hellhound rompeu com o ataque contra Harry e os outros seis quando ele cheirou o ar e
encontrou o cheiro dos outros trinta alunos. Latindo e uivando, ele foi para o grupo maior, levando mais três com ele.
Harry e Lee rapidamente destinado a eles, tentando impedi-los de alcançar os outros. Harry usou sua magia sem varinha
de bater dois Hellhounds um no outro enquanto seu feitiço de levitação levantou outro Hellhound e esmagou-o em um
tronco de árvore. Lee perdeu no seu objectivo algumas vezes antes de sua stupefy finalmente atingiu a quarta e última
Hellhound.
Os trinta alunos desapareceu sobre o monte e Harry sabia que em questão de minutos, eles iriam entrar na escola,
seguro e em uma única peça. Ele compartilhou um olhar com um suado rosto sorridente, mas Hermione. Funcionou,
eles são plano funcionou e os alunos do primeiro ano estavam a salvo.
Harry voltou sua atenção para os restantes oito Hellhounds. Eles ainda estavam tentando chegar a eles, rangendo os
dentes ameaçadoramente e latindo em raiva. Harry sorriu quando ele enviou outra besta quebrando no chão e bateu
outro se aproximando um com um feitiço.
Ginny e Dean tinha trancado braços juntos, uma tentativa de ficar juntos. Ginny saltou como um Hellhound correu em
direção a ela, seus dentes afiados faltando apenas a perna. Ela criticou-o para longe, enquanto Dean bateu para fora
um outro que estava vindo para ela.
"Eu não posso acreditar que fizemos isso!" Dean gritou, animado com o quão bem o seu plano tinha funcionado. Não
havia mais Hellhounds esquerda.
Do nada, um Hellhound tinha saltado em direção ao grupo, com o objetivo de Dean. O grito de Ginny tinha avisado os
outros também e todos eles conseguiram evitar a colisão com o animal enfurecido. O Hellhound desembarcou em todos
os lados e virou-se para rosnar para eles.
"Oh meu…!" Hermione engasgou quando ela conseguiu um bom olhar para o animal.
Este Hellhound era diferente dos outros. Tinha a mesma pele negra e olhos vermelhos brilhantes, mas esta foi muito,
muito maior do que os outros. Era, pelo menos, cinco pés de altura e parecia muito mais ameaçador do que os outros.
O Hellhound olhou para cada aluno, rosnando o tempo todo, mas não fez qualquer movimento em direção a eles.
Quando ele olhou para Harry, seus olhos presos nos dele. Um som muito baixo e cruel risadas encheu o ar e levou os
sete estudantes um momento para perceber onde ele estava vindo.
"Deve ser o líder dos Hellhounds. Eles podem falar em todas as línguas." Hermione informou-os com um sussurro.
"Você está atrasado." a voz que deixou a besta era baixa e gutural, mas suas palavras eram claras de se entender.
Sem atacar ninguém, o grande Hellhound virou-se e correu para longe deles, indo para a Floresta Proibida.
"Volte para o castelo. Eu tenho que ir!" Harry gritou de volta antes de desaparecer na floresta escura.
Harry correu atrás da besta, orelhas esforçando-se para pegar qualquer som que possa sugerir a direção que o líder
Hellhound tinha ido.
Ele parou quando ele não conseguia descobrir de onde o animal havia desaparecido. Ele já estava profundamente na
floresta, o sol da tarde bloqueado pelas árvores de floresta densa. Harry ficou tão imóvel quanto podia, num esforço para
pegar qualquer sinal. De repente, Harry viu um título certo para ele borrão preto. Ele saltou para fora do caminho, mas
sentiu uma dor lancinante rasgar seu caminho até seu ombro esquerdo. Ele não se moveu a tempo. Ele agarrou seu
ombro doloroso, observando o cheiro de sangue cobre antes que seus dedos poderiam ser encharcado em seu sangue.
Ele olhou para o par de brilhantes olhos vermelhos e outra vez o som de uma risada sombria encheu o ar. Harry
apontou sua varinha para o Hellhound.
"Você não vai continuar rindo por muito tempo." Harry cuspiu nele.
O Hellhound movido, apenas algumas polegadas para a direita, Harry poderia vê-lo um pouco melhor em um raio de
dispersão da luz filtrada através das árvores. Harry viu o animal tilt sua enorme cabeça, orelhas contrair-se para pegar
qualquer som, como ele estudou.
"Você não pode me causar nenhum dano, humano." Ele falou de novo.
"O Lorde das Trevas queria uma mensagem entregue a você. O seu desafio contra ele não podia ficar impune." Ele
falou de novo em sua voz baixa inquietante.
"Certo, então eu não fizer o que Voldemort quer e ele faz o quê? Ele envia uma matilha de cães atras de mim como um
castigo?" Harry descobriu o Hellhounds foi enviado por Voldemort o momento em que o líder Hellhound falou. "Você está
atrasado. ' Voldemort tinha enviado os Hellhounds depois de Harry desde que ele perdeu o prazo para a recolher a
profecia.
O Hellhound não parecia ter se insultado por Harry. Suas grandes orelhas se contraíram novamente e o animal revelou
seus dentes afiados brilhantes, em uma espécie de feral sorriso.
"Nós não somos a punição", ele moveu a cabeça uma fração de seu direito. "Ele é."
Harry não entendia que o animal estava se referindo, não até poucos momentos depois, quando ouviu seu nome ser
gritado de algum lugar próximo. Harry reconheceu a voz imediatamente. Horrorizado, ele virou-se para enfrentar o líder
Hellhound, apenas para descobrir que ele tinha ido embora.
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Harry não teve muito tempo para se recuperar como o próximo momento em que ouviu seu nome ser gritado muito
mais alto do que antes. Voltando-se para a voz, Harry viu o rosto pálido, preocupado de seu padrinho.
"Harry! Oh graças a Deus!" Sirius abriu caminho passado os ramos grossos que obscurecem o seu caminho e correu
para Harry, abraçando-o rapidamente. Harry se afastou, ainda em choque.
"Dumbledore tem uma mensagem anônima, sobre o Hellhounds. Ele disse que os estudantes estavam em falta, você,
você estava entre eles." Sirius mal podia falar; ele estava tão fora do ar.
"Sirius, você tem que ir!" Harry disse, agarrando o braço de seu padrinho e puxando-o para dentro da floresta. "Vá,
rapidamente, passar as proteções anti-appartation e saia!"
"Eu não posso ir a qualquer lugar, não até eu ter certeza de que você está de volta com segurança dentro do castelo."
Sirius disse, tentando fazer com que Harry para voltar na direção oposta.
"É uma armadilha, Sirius! Uma armadilha para você!" Harry gritou, quase em pânico. Ele entendeu o que Voldemort tinha
feito. Os Hellhounds não foram enviados apenas para passar uma mensagem para Harry, não foi apenas para dizer-lhe
que o seu negócio era agora fora. Eles foram enviados assim Sirius poderia ser retirado de seu esconderijo. Esse era o
plano real.
"Do que você está falando?" Sirius perguntou, confuso com o pânico de Harry.
"Saia! Você tem que sair, agora!" Harry disse a ele. "Por mim, Sirius, vá, por favor."
Sirius abriu a boca para falar, mas de repente congelou. Seus olhos ficaram impossivelmente grande. Harry sentiu isso
também, a mudança inicial no ar. Ele olhou para as árvores e viu as pequenas gotas de orvalho nas folhas congelar em
pequenas gotas de gelo. Pequenas poças deixadas pela chuva no início do dia começaram a congelar mais. Sua
respiração começou a névoa diante deles. Harry encontrou o olhar temeroso de Sirius e fez um gesto em direção à
floresta, empurrando-o com as mãos.
Sirius silenciosamente transformou na sua forma de animago. O cão preto latiu uma vez para Harry antes de correr.
Harry podia ouvir outras vozes agora, membros da Ordem, sem dúvida. Ele assumiu que Dumbledore devia está na
Sede com Sirius quando ele recebeu a denúncia anônima de que sua escola estava sob ataque. Isso foi
provavelmente por isso que Sirius veio, bem como outros membros da Ordem.
No começo Harry preparado para aparatar, mas assim como ele estava prestes a, ele parou. Ele olhou para trás, para a
floresta densa e escura. Agarrar sua varinha com força, Harry fez o seu caminho dentro da floresta. Ele tinha que ter
certeza Sirius saiu antes de ele aparatou de volta ao castelo.
Atrás dele, as vozes dos membros da Ordem ficaram mais fracas como o frio intenso em torno dele ficou mais forte. Harry
empurrou-se para a frente, forçando-se a não ceder ao desespero fechando em torno dele. O único pensamento que o
manteve lutando era que ele tinha que ter certeza Sirius estava seguro. A raiva pulsando dentro dele deu-lhe a resistência
necessária para continuar, para continuar lutando contra os dementadores se aproximavam. Voldemort lhes tinha enviado
depois de Sirius. Os Hellhounds foram enviados para desenhar Sirius sair do esconderijo, para fazê-lo pensar Harry
estava em perigo. Uma vez que Sirius estava fora da sede, os dementadores tinham sido enviados depois dele. Este foi o
castigo de Harry estabelecido por Voldemort, para quebrar o acordo. Isso foi "o que o Hellhound quis dizer, 'Nós não
somos a punição, ele é ".
O frio piorou a ponto parecia que Harry não estava mais respirando o ar, mas o fogo. Ele esforçou-se para encher os
pulmões com ar, mas tudo o que ele sentia era a sensação de ardor espalhar dentro dele.
Olhando para cima Harry viu o motivo. Um mar de preto estava passando sobre a cabeça, deslizando sobre as copas
das árvores. Harry assistiu com horror para os números encobertos deslizar em cima, procurando apenas um assistente.
Harry lutou para a frente, sabendo que Sirius não poderia ter chegado à beira das alas ainda. Empurrando toda a força
que tinha em seus músculos, ele lutou para frente.
Ele chegou a uma clareira e parou, caindo de joelhos com nada nele para mantê-lo na posição vertical. Sirius estava
deitado no chão, a poucos passos de distância, na dor óbvia. Ele tinha transformado de volta à sua forma humana e
estava tentando inutilmente para alcançar sua varinha que tinha rolado para fora de seu controle. Ele parecia um homem
cego procurando por algo, seus dedos correndo sobre o chão da floresta, tentando desesperadamente alcançar sua
varinha. Harry olhou para cima e viu os dementadores circulando acima, como abutres que se preparam para rasgar sua
vítima à parte.
Sirius gritou novamente e Harry percebeu por que ele não podia ver sua varinha. Ele estava perdido no meio de suas
memórias horríveis. Enquanto seus olhos estavam abertos, ficou claro que ele não estava ciente do que estava
acontecendo ao seu redor. Ele viu Sirius tremer violentamente e gritar novamente.
"Não! Não! Não ... não!" ele gritou.
Harry se levantou a seus pés, sua varinha na mão. Quando ele se aproximou, Harry sentiu a cena antes dele mudar e de
repente ele estava de pé em Hogsmeade, a batalha final em fúria. Ele viu Voldemort, ele viu seus pais e Damien. A
maldição de morte bater seu irmão mais novo, Damien caindo para trás, nunca mais se levantar novamente. Seus
arredores mudou novamente e desta vez ele estava em pé no topo do penhasco elevado, seu pai coberto de sangue no
chão. A explosão de um feitiço e James foi empurrado para fora do topo do penhasco, enviou para a morte por seu próprio
filho.
No momento seguinte ele estava de volta na Floresta Proibida, a tremer violentamente, sobre suas mãos e joelhos. Ele
olhou em volta e percebeu que um número absurdo de dementadores tinham fechado em torno deles, formando um
círculo em torno dele e do Sirius caído. O foco de Harry começou a mudar novamente, uma outra memória horrível
tentando garra seu caminho para a sua consciência. Harry empurrou-o de volta, tanto quanto pôde, mas foi em vão. Ele
viu o corpo sem vida de Bella, despejados no meio de Hogsmeade, Draco caindo para a frente com uma faca saindo de
suas costas.
Ele só se tornou consciente de seu entorno novamente quando sentiu os Dementadores deslizar por ele. Harry
observou enquanto os dementadores o ignorou completamente e fui para Sirius. O exército de dementadores se
fecharam em torno Sirius, protegendo-o assim que Harry não podia mais ver seu corpo se contorcendo e tremor.
Trepar a seus pés, Harry não desperdiçou outro momento. Com a mão trêmula, Harry apontou sua varinha para os
Dementadores.
"Expecto Patronum!"
Nagini apareceu instantaneamente, o corpo serpentino cintilante deslizando para fora a partir do final da varinha de
Harry. No momento em que ela apareceu, ela trovejou para os Dementadores, assobios e criação de sua cabeça em
direção a eles. Imediatamente a multidão de dementadores voou para trás, deslizando para cima e longe do Patrono.
Nagini circulou forma de Sirius, dirigindo os Dementadores de distância.
Harry observou com alívio quando os Dementadores tirou de uma só vez, deslizando no céu e desaparecendo de vista.
Sirius recuperou lentamente tosse e falta de ar. Ele levantou a cabeça do chão e piscou para o seu entorno. Nagini
desapareceu no nada.
Harry deu um passo em direção a Sirius, para se certificar de que ele estava bem, mas parou de repente. Com os
Dementadores em retirada, o frio entorpecente tinha ido bem, permitindo sentidos de Harry para retornar a ele. Ele virou-
se lentamente para olhar para trás, já sabendo o que ele estava indo para ver. Certo bastante, havia um grupo de
pessoas em pé atrás dele. Dumbledore estava na vanguarda, atrás dele estavam vários membros da Ordem, incluindo,
Tonks, Moody, Arthur e Remo.
Harry ficou onde estava, sua varinha ainda na mão, mas voltada para o chão. Ele olhou para o pequeno grupo, tendo
em suas expressões horrorizadas. Eles tinham visto produzir seu Patrono, um Patrono serpente, não um veado.
Ao mesmo tempo, cada um deles levantou a sua varinha, com o objetivo de Harry
*Chapter 34*: Chapter 34
Capítulo Trinta e quatro
AU Mundial
Os dois rapazes caminharam em silêncio, nem mesmo olhando de volta para o presunçoso olhar Auror que estava
andando atrás deles, varinha destinada a suas costas. Em vez de levá-los para fora do Departamento, Blake estava
levando mais fundo para um lugar estranho. Harry perdeu a conta do número de portas que ele e Damien passaram.
Com sua visão embaçada sentiu ainda mais vulneráveis. Ele cegamente fez o seu caminho, obedecendo a instruções de
Blake como para onde ir em seguida.
Harry estava esperando para ser levado para o escritório do ministro, a ser revelado e possivelmente até mesmo
repreendido por saltando dimensões. eles poderiam mandá-lo para Azkaban para isso? Harry não sabia o que a pena
seria para viajar ilegalmente para uma dimensão alternativa, mas temia que seria grave.
Foi quando Blake ordenou-lhes para parar que Harry percebeu que eles não estavam perto do gabinete do ministro.
Pelo que podia fazer para fora, eles estavam dentro de uma grande câmara escura. Ele não poderia fazer qualquer
coisa, mas paredes de cimento escuro. Ele olhou para Damien, que estava perto o suficiente para ele ver a sua
expressão. Damien parecia tão confuso quanto ele.
Ambos os meninos virou-se quando ouviram um slide ferrolho no lugar. Blake sorriu para eles enquanto caminhava em
direção a eles.
"Onde você nos trouxe?" Damien perguntou, raiva evidente em sua voz, bem como ligeiro nervosismo.
"Oh, qual é o problema? É este lugar não é bom o suficiente para o príncipe Potter ?!" Blake provocou. Ele abriu os
braços e olhou ao redor da câmara, um olhar de admiração em seu rosto. "Este lugar é realmente algo. Ele está
localizado no coração do Ministério e, no entanto, nunca se acostuma." Seus olhos se estreitaram para os dois
rapazes. "Perfect realmente." Ele acrescentou, girando sua varinha.
"Você só está tentando nos assustar. Você não pode fazer nada para nós." Damien argumentou.
"Oh? Não posso?" Blake perguntou, apontando sua varinha para Damien.
"Pare com isso!" Harry gritou, fazendo com que a imagem borrada da Auror segmentação Damien.
"Eu tenho que admitir, encontrando você é um verdadeiro deleite!" Blake riu, caminhando em direção a ele. "Outro Harry
Potter a partir de um universo alternativo, não posso dizer que estou surpreso." ele caminhou ao redor de Harry,
circulando-lo. "O seu homólogo quebrou todas as regras até agora. Por que não esse?"
"Por que você nos trouxe aqui? O que você quer?" ele perguntou.
"Você sabe o que é tão especial sobre essa câmara?" ele perguntou. "É deserta e ele só tem uma saída", ele apontou
para trás na porta trancada. "E isso só é verificado uma vez a cada dez anos, quando o prédio do Ministério tem a sua
inspeção." Ele sorriu para os dois rapazes. "A última verificação foi há três anos." Ele adicionou.
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Sirius saiu do elevador, esfregando seu pescoço. Ele estava exausto. Ele tinha passado a maior parte do dia de
completar sua papelada. Ele ainda tinha diversas pastas empilhadas sobre a mesa, esperando por ele.
"Você tem que levar os seus visitantes com você, Black." O guarda resmungou, rosto enterrado no jornal. "Eles não
podem ficar em seu escritório sozinho."
"Jones, eu acho que você finalmente perdeu o juizo. Eu não recebi visita hoje." Sirius disse, começando a se afastar.
"Então, os senhores Potters não chegar ao seu escritório?" o guarda, Jones, perguntou.
"O que?"
"Os meninos Potter chegaram aqui a mais de meia hora atrás, alegando que iriam te visitá. Você está dizendo que não os
encontrou?" Jones perguntou.
Sirius não respondeu e correu de volta para o corredor, dirigindo-se para o elevador.
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"Você vai nos matar?" Damien perguntou. "Por quê? Só porque você não gosta do meu pai?"
Blake riu, sua voz saltando fora das paredes e reverberando por toda a câmara.
"James não é a única razão, embora ele deve ser. Aquele desgraçado sempre agiu como se ele fosse melhor do que o
resto!" Seu rosto se contorceu para mostrar sua raiva. "Santo Potter nunca pode fazer nada de errado!"
Blake não o ouviu. Sua expressão relaxou embora como ele olhou para os dois rapazes. "Bem, quando ele encontra os
corpos de seus dois filhos que devem sombre-lo." Ele andou em direção a Harry novamente. "A Reação de James será
apenas um bônus. A verdadeira razão é você." Sorrindo, ele reiterou, "o seu homólogo."
"O que é que Harry fez para você?!" Damien perguntou. "Você foi atrás dele por nenhum outro além do fato de que você
não gostar do meu pai!"
"Foi ele que começou isso!" Blake assobiou. "Ele pensou que poderia fugir com a insultar-me, me degradando,
transformando-me em um ..." ele se conteve a tempo. Ele alisou o cabelo com uma mão, mantendo sua varinha apontada
para Harry com a outra. "Ele vai se arrepender de ter mexido comigo." Blake assobiou. Seu rosto se abriu em um sorriso
novamente. "A única coisa que eu lamento é que ele não vai saber a sua ruína foi por minhas mãos." Ele deu de ombros
e soltou um suspiro profundo. "Oh, bem, nós não podemos ter tudo."
"Oh, eu lhe asseguro, Sr. Potter é. É a única maneira que o equilíbrio universal pode ser corrigido." Blake respondeu.
"Assim, o Harry no meu mundo vai o quê? Cair morto de repente, porque eu morri aqui?" Harry perguntou, ignorando a
varinha, debaixo do queixo agora.
"Você realmente acha que vai conseguir escapar disso?" Harry perguntou, notando Damien deslizar lentamente atrás
Blake.
"Quem vai saber que eu tinha alguma coisa a ver com isso?" Blake perguntou, sua voz assumindo falsa inocência. "Ele
será apenas um trágico acidente."
"Gosto de voce!" Damien gritou meros momentos antes de jogar todo o seu peso em seu impulso, batendo nas costas de
Blake e impelindo-o para a frente.
Harry foi batido para trás como Blake bateu nele. Harry bateu no chão, Blake ao lado dele. Harry cegamente agarrou sua
mão varinha, usando toda a sua força para manter a mão fixado para baixo. Damien estava em cima de Blake em alguns
momentos, socando-o tão duro quanto podia. Seus punhos chocou-se contra o rosto de Blake, fazendo com que sua
cabeça bater de volta para o chão. Blake usou a mão livre para pegar a Damien, seus dedos fechando em torno da
garganta do menino, mas Damien continuou atacando. Harry quebrou a mão em seu aperto no chão em uma tentativa de
derrubar a varinha dele. Finalmente isso aconteceu e Harry puxou a varinha da mão de Blake.
Harry levantou-se, visando a varinha para Blake. Damien ainda estava perfurando ferozmente.
"Damien! Damien, pare com isso. Ele está desmaido!" Harry gritou, descendo para puxar Damien longe do homem
agora inconsciente.
Damien saiu de sua raiva. Ele olhou atentamente para o homem esparramado diante dele. O sangue começou a vazar
para fora de seu nariz e seus olhos semicerrados. A mão que tinha sido envolvida em torno da garganta de Damien foi
agora deitado mole em cima do peito de Blake.
Eles rapidamente correu para a porta, abrindo-a e escorregar para fora, deixando o auror inconsciente para trás.
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Damien teve seu mapa para fora para que eles pudessem fazer o seu caminho para fora do labirinto em que estavam.
"Eu acho que é dessa forma." Damien disse, apontando para a quarta porta em uma linha de vinte.
Harry franziu os olhos, mas ainda não conseguia distinguir qual porta Damien queria dizer.
"Não, eu estou agindo assim, apenas por gosto." Harry respondeu irritado.
"Talvez eu devesse tomar a varinha." Damien disse, estendendo a mão para ela. "Você pode bater no pilar em vez de o
adversário."
Harry fez uma careta para ele, mas entregou a varinha sobre. Eles continuaram em silêncio, Damien se referindo ao
seu mapa de vez em quando.
"Você acha que ele estava dizendo a verdade?" Damien perguntou em voz baixa, andando com Harry, mas olhando para
a frente dele.
"Sobre o que?" Harry perguntou, embora soubesse que ele queria dizer.
"Sobre ... sobre o equilíbrio universal? Que ele ... ele ... morrer se, se alguma coisa aconteceu com você aqui?" as
palavras pareciam difíceis para Damien sair.
"Eu não sei." Harry disse a verdade. "Espero que não." Ele adicionou.
"Ele estava provavelmente mentindo!" Damien disse depois de alguns momentos. "Tentando nos assustar. Quem o fez
especialista em salto de dimensão?"
Harry acenou com a cabeça, sentindo seu coração saltar desconfortavelmente em seu peito. Ele realmente esperava
que Blake estava mentindo.
"Eu acho que nós atravessamos ... aqui." Damien disse, apontando para uma porta de madeira pesada.
Usando a varinha de Blake para destrancar a porta, eles caminharam em uma grande câmara.
"Nós não estive aqui antes." Harry disse, apertando os olhos com a visão diante dele.
"Huh, isso é estranho." Damien disse ao lado dele, olhando para o mapa novamente. "Como eu poderia ler esta
errado?" perguntou-se.
A câmara era maior do que qualquer câmara que já tinham visto antes. O teto alto tinha uma enorme esfera no centro.
Ele tinha oito painéis idênticos em torno dele, perfeito quarenta e cinco triângulos grau de corte da esfera. Um brilho
estranho estava vindo para baixo a partir desta esfera, iluminando a câmara. Mesmo que não foi feito de vidro, os
painéis de gestão para transmitir um tipo de luz para dentro da câmara.
A luz refletida pelo resto da sala e até mesmo com a visão embaçada, Harry podia ver que estava repleta de coisas.
Havia prateleiras mediante prateleiras que revestem toda a câmara e sobre estas prateleiras estavam todos os tipos de
itens. Harry se moveu em direção à prateleira mais próxima e viu um par de luvas de couro que olha normais. Ela tinha
uma etiqueta anexado a ele. Harry se inclinou para ler, "Sr. Hodgson, Pierce. 24-10-1943 '. Ao lado deles era uma perna
de madeira falsa com outra tag lendo um nome e uma data.
"O que é este lugar?" Harry perguntou como ele olhou para cima para ver uma bola de borracha, uma pilha de livros
coloridos e uma camisa esfarrapada todas as tags de rolamento.
"Eu acho que é a câmara de reintegração de posse." Damien disse, cutucando uma bola olhando viscoso com a ponta da
varinha de Blake. "É onde as lojas Ministério confiscado itens de ataques ou posses dos detidos e condenados a
Azkaban."
Harry viu o que parecia ser uma lâmpada de mesa quebrada velha e se virou para olhar para Damien.
"Bem, muitas dessas coisas não é o que parece ser." Damien respondeu, apontando para a lâmpada quebrada.
Um barulho alto apanhado-los desprevenidos. Harry levantou a cabeça em direção ao barulho e viu a grande esfera cada
vez mais brilhante. O ruído se intensificou, um som de moagem mecânica. Ele percebeu que os oito painéis foram
lentamente retrair, deixando em inundações de luz. Diante de seus olhos, um grande volume caiu através do espaço e
bateu no chão. Damien, que estava apontando a varinha para a esfera saltou como o grande pacote de bater
no chão. Os painéis da esfera mudaram-se novamente e fechou-se, bloqueando a luz mais uma vez.
O silêncio ecoou através da câmara novamente. Harry e Damien aproximaram-se lentamente os itens volumosos que
tinham literalmente caído de cima. Antes que eles têm a poucos passos do pacote mudou e estremeceu. Damien tinha a
varinha visando uma vez, mas achei que não era necessário depois de alguns segundos.
itens individuais começou a flutuar fora do pacote volumoso que tinha uma bolha transparente em torno dela. Mas as
aparências podem ser enganadoras e, embora a bolha parecesse delicada, o som de ele bater no chão tinha sugerido que
era pesado e provavelmente pesava muito. Os rapazes viram que eram mais itens pessoais. Um conjunto de vestes,
couro de dragão botas, uma bolsa de contas, uma gaveta de madeira, uma escova de cabelo e vários outros itens, todos
com pequenas etiquetas pendurado eles, atirou para fora da bolha e pousou em espaços vazios nas prateleiras.
Lentamente, a bolha se encolheu e com o último item, um assento sanitário, aterrissando no local designado, a bolha
estourou e desapareceu.
"Devemos ir." Harry disse, ainda olhando o local aonde a bolha tinha estado momentos atrás.
Harry se virou para ver Blake pé atrás dele, bloqueando a porta. Sangue ainda desfigurado seu rosto e ele pareciam
lívido. Damien levantou a varinha, com o objetivo de Blake, mas o auror lançou para a frente, batendo Damien volta e,
no processo, desarmá-lo.
Damien bateu no chão com um baque, a respiração nocauteado dele. Blake agarrou-o pelos cabelos e bateu a cabeça
contra o chão de pedra, repetidamente.
"Damien!" Harry gritou, correndo em seu auxílio, mas ele era tarde demais. Blake tinha agarrado sua varinha e foi
apontando-a para Harry.
Harry parou em seu caminho, dando um passo para trás como Blake levantou-se lentamente. Harry olhou para Damien vê-
lo gemendo de dor, olhos fechados e as mãos na parte de trás de sua cabeça. Blake apontou sua varinha para baixo em
Damien.
"Sentindo-se protetora estamos?" ele perguntou. Ele chutou Damien no estômago, fazendo com que o garoto gritar.
"Você prefere que eu te matar primeiro?" Blake chiou, virando a varinha para ele. "Muito bem. Sera um prazer."
Os olhos de Harry disparou para Damien novamente, vê-lo rolar no chão, ofegante através de sua dor. Ele olhou para
trás Blake nas prateleiras antes de se concentrar para trás em Blake.
"Não há nenhuma maneira para fora! Seu tempo chegou ao fim." Ele declarou. "tic-tac. O que você vai fazer agora?" ele
zombou.
"O que eu sempre faço", ele voltou. "Jogar com meus pontos fortes."
Harry se, lembrando-se de uma técnica que tinha passado um aprendizado tarde inteira. Mudou-se para a esquerda,
abrindo os braços como se estivesse indo para empurrar Blake. O Auror disparou sua maldição, logo que Harry se
moveu, mas antes que a maldição pode atingir seu alvo, Harry tinha caminhos alterados e agora estava saltando para a
direita, para fora do caminho da maldição da morte.
" Accio, Vassourao!" ele sussurrou, mal alto o suficiente para que todos possam ouvi-lo. Ele pulou fora do caminho como
Blake disparado outra maldição da morte para ele. Ele bateu no chão e só teve tempo suficiente para rolar sobre a sua
frente quando Blake tinha a varinha apontada para seu peito.
"Fim de jogo!" ele assobiou.
De repente Blake tombou como algo bateu contra a sua cabeça. Harry estendeu a mão e pegou a vara longa que
ampliada até ele depois de bater Blake em torno da cabeça. Ele tinha feito isso, ele tinha executado mágica sem
varinha.
Harry não teve tempo para pensar sobre o que ele tinha conseguido. Ele se levantou e montou a vassoura antes de Blake
se recuperar. Harry correu em direção a Damien, que estava levantando-se, ainda parecendo atordoado e com dor. Sem
parar, Harry estendeu a mão e agarrou a mão de Damien, puxando-o para a vassoura como ele acelerou para cima.
Damien resolvido atrás de Harry, segurando em suas vestes de apoio.
Harry ouviu a maldição de morte proferidas novamente e desviou para fora do caminho bem a tempo. O jato de luz
verde bater na parede apenas para a direita e desapareceu. Harry pegou velocidade, looping dentro e fora das
prateleiras para tornar mais difícil para Blake para mirar.
Harry olhou para trás para ver a imagem borrada de Blake em outra vassoura e perseguindo-os. Ele ainda estava
atirando maldições contra eles, mas ele não podia apontar muito bem ao tentar voar ao mesmo tempo. Harry desviou,
looping para trás de modo que ele estava voando na direção oposta para Blake.
"Nós precisamos sair!" Damien disse, virando a cabeça para ver rota mudança Blake e segui-los.
Harry olhou para a esfera, imaginando quantas vezes abriu. Ele correu em direção a ela independentemente. Assim
que Harry se aproximou, os painéis começaram a se mover e, lentamente, abrir-se.
"Harry!" Damien gritou e Harry mergulhou para baixo, fora do caminho de outra maldição da morte. Harry saiu do
mergulho e desviou de outra maldição de morte demitido.
"Espere, Damy!" Harry disse e tomou uma curva acentuada, quase derrubar a si mesmo e Damien.
Damien agarrou a Harry e conseguiu ficar sentado. Harry mergulhou em linha reta para Blake, aparentemente em
direção a uma colisão frontal cabeça. A mudança levou o auror de surpresa e ele hesitou por um momento. Harry
aproveitou a chance e puxou a vassoura para cima, atirando para cima.
Damien agarrou-se, seu aperto tão apertado que tinha rasgado as vestes de Harry. Harry empurrou com toda sua força,
fazendo com que a vassoura ir mais rápido e mais alto. Ele estava indo para a lacuna na parte superior da esfera. Harry
desviou para evitar a colisão com a grande bolha transportar mais coisas para a câmara abaixo. A bolha volumosa pesada
bateu Blake em vez disso.
Os painéis estavam no processo de vir juntos novamente, a diferença fechando rapidamente. Harry empurrou a vassoura
para se mover mais rápido, um aperto contusões na vassoura. Ele sentiu Damien chupar uma respiração atrás dele
enquanto a lacuna tornou-se menor e mais estreito. Harry empurrou, fechando os olhos e deixando o seu instinto assumir.
Ele abriu os olhos quando sentiu a luz ofuscante de pálpebras fechadas. Abrindo os olhos, viu que ele tinha passado
através da abertura apenas antes fechado e selado da câmara. Harry parou a vassoura, pairando no ar.
Sua visão embaçada não permitiu que ele para fazer tudo sobre o quarto, mas a partir do que ele poderia dizer que ele
estava em uma sala bem iluminada, com o que parecia grandes tubos transparentes que funcionam a partir do topo do
teto para baixo para a esfera no chão. Ele podia ver feixes de itens movendo-se lentamente para o brejo. Quando
chegaram ao final dos tubos, tornaram-se envolto em uma bolha transparente e flutuava sobre a boca da esfera, o que
obviamente se abriu e concedido o acesso à câmara abaixo.
Harry foi em direção ao chão, desmontar da vassoura, logo que seus pés tocaram o chão. Damien finalmente deixar de ir
vestes de Harry e desmontou também.
"Sim", o menino voltou. "Provavelmente vai ter uma dor de cabeça do matar amanhã." Ele acrescentou, carinhosamente
esfregando a parte de trás de sua cabeça.
"Vamos, vamos sair daqui." Harry disse, deixando a vassoura e indo para a pequena porta mais afastada deles.
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Levou os garotos quase vinte minutos para encontrar o seu caminho. Damien tinha felizmente guardou o mapa antes de
Blake o tinha atacado. Eles correram para baixo corredores desertos, tentando voltar para o átrio principal.
Eles viraram a esquina e Damien soltou um grito animado, apontando na frente dele.
"Finalmente!"
Harry olhou na direção Damien estava apontando, mas não poderia fazer nada.
"Os elevadores". Damien respondeu, tomando a mão de Harry e correndo em direção às grades de metal.
"Oh!" Damien derrapou até parar, arrastando Harry a uma parada também.
Harry olhou para o homem de cabelos escuros saindo dos elevadores. Mesmo com a visão comprometida não teve
dificuldade em reconhecê-lo.
"Pai?"
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O tilintar de uma colher de metal delicadamente bater a caneca de porcelana encheu o quarto de outra maneira
silenciosa. James levantou a colher a partir da caneca e configurá-lo para baixo. Ele levou as duas canecas
fumegantes outro lado da sala e colocá-las para baixo na frente de seus dois meninos.
Harry e Damien rapidamente alcançado por eles, tomando o chá calmante. James voltou para sua mesa e recolheu as
outras duas canecas e entregou uma para o amigo. Sirius tomou a bebida e sentou-se em frente aos meninos. James
sentou-se, mas não fez nenhum movimento para beber de sua caneca.
"Como você está se sentindo?" ele pediu ao seu mais jovem, embora sua voz nada de sua ternura habitual realizado.
"Dói, mas esta muito melhor após a poção." Damien revisto, gentilmente chegando de volta para tocar a cabeça
machucada.
Os olhos duros de James mudou-se para Harry seguinte. Harry foi capaz de ver o rosto de seu pai claramente agora, já
que ele estava usando os óculos.
Ao lado de James, Sirius estremeceu, apertando os olhos fechados e balançando a cabeça. Ele espiou Harry e
murmurou, "resposta errada".
Harry percebeu que ele estava certo quando no instante seguinte James começou a gritar.
"Oh, ele não o machucou?! Bem, eu discordo!" Ele apontou para a leve, quase imperceptível, contusão em sua
bochecha. Foi a partir da varinha Blake tinha cavado em seu rosto quando ele estava ameaçando.
"Essa não é a questão!" James cuspiu com raiva. "É mais o fato de que aquele bastardo tentou feri-lo! Ele não deveria
ter sido em qualquer lugar perto de você, tanto de você!"
Harry fez uma careta; não se sentir que muitos quando evitava-los. James amaldiçoou novamente e se levantou,
andando no chão.
"Juro por Merlin! Eu vou arrancar aquele filho da puta!" ele se irritou.
"Você não terá a chance. Ele já foi enviado para Azkaban." Sirius disse.
"Lançar uma Imperdoável é uma vida em Azkaban." Sirius disse. "Diggory não gostava muito de Blake como era o Fudge
acobertava o Blake e Aurores que usou Imperdoáveis não autorizada, mas Diggory é diferente. Ele já tinha posto em
prática protocolos mais rigorosos, mas Blake, obviamente, pensou que ele iria fugir com ele, como se ele tivesse sido
fazendo sob Fudge. " Sirius balançou a cabeça. "O idiota não se lembrava as esferas de segurança estabelecidas na
Câmara de Repouse. Tudo o que ele disse e fez foi gravado, incluindo a persegui-lo dois em torno da câmara e
disparando vários maldições tentando matar vocês."
"Para se certificar de câmara de " Repouse 'não se tornar uma Câmara de "gostei-desse-vou levar ". Sirius explicou. "Ele
foi criado para parar empregados de roubar coisas Ainda bem;. Que orbe deu provas suficientes para bloquear Blake-se
para a vida após o que ele tentou fazer provas irrefutáveis.!" ele disse. Em seguida, olhando para Harry sorriu.
"Aproveitando, aquele foi um vôo excepcional!" ele sorriu.
James parou em seu ritmo e olhou para ele. sorriso de Sirius desvaneceu-se rapidamente e baixou a cabeça,
semelhante aos dois meninos oposto sentados.
"O que você estava fazendo no Ministério, em primeiro lugar!" James perguntou. "Você mentiu para mim e sua mãe e se
escondeu de distância para o Ministério! Por que ?!" Ele demandou. "Se Sirius não me tivesse contatado, eu nunca teria
sabido que vocês estavam lá."
"Se eu não tivesse, eu estaria ai nesse sofá levando bronca com vocês." Sirius disse, apontando para o seu lado.
"Explique-me o que estava fazendo no Ministério ?!" James perguntou, olhando para os dois rapazes. "Harry? Damien?
Eu lhe pedi alguma coisa!"
Damien trocou nervosamente ao lado dele, preparando-se para a birra de seu pai.
"O que você estava procurando?" James perguntou um pouco mais calmo.
James olhou para ele, os olhos mudando de Harry para Damien e depois volta novamente. Harry manteve os olhos em
seu pai.
"A ideia foi minha." Damien rapidamente admitiu. "Eu era o único que levou Harry ao Ministério."
"Pai, nós tivemos que saber o que aconteceu." Harry começou a explicar. "Me desculpe, eu disse ao Damien. Eu sei
que você não quer que ele saiba, mas ..."
"Mas eu fiz ele contar. Ele estava chateado e eu queria saber por quê?" Damien saltou. "Não foi culpa dele."
"Nós precisamos saber o que aconteceu no dia Hagrid morreu." Harry disse que seu tom de súplica por seu pai para
entender.
"Você já sabe o que aconteceu." James disse, finalmente falando. "Eu disse a você, assim como fez Dumbledore."
"Tem de haver mais do que o que você disse. Hagrid não iria..." Harry começou.
"Harry! Ouça-me, não há nada mais! Ele nos traiu, essa é a verdade e você tem que aceitar isso!" James interrompeu.
Harry estudou James em silêncio por um momento. Quando ele falou, sua voz era calma e tranquilidade.
"Quando eu disse que o que aconteceu com Sirius no meu mundo, você não acreditou, nem por um momento,
acreditar que Sirius era culpado? Que ele tinha traído você e mamãe?"
James pareceu surpreso. No sofá, Sirius ficou tenso com a menção de seu homólogo.
"Por quê?" Harry perguntou. "Porque ele é seu amigo e você confiar nele." Harry respondeu à sua própria pergunta. Ele
olhou nos olhos de James, fechando os olhos com ele. "Hagrid é meu amigo e eu confio nele também. Hagrid preferia
morrer, antes de trair seus amigos, ele nunca trairia o Professor Dumbledore."
James não disse nada, mas sua expressão era mais calmo. Ele sentou-se ao lado de Sirius, suspirando
profundamente. Ele passou a mão pelo cabelo.
"Você ainda não deve ter ido para o Ministério, especialmente com a intenção de quebrar e roubar." Ele repreendeu,
mas com menos rigor.
"Nós tentamos outros caminhos", explicou Harry. "Nós tentamos pedir a Sirius para obter-nos o arquivo no Hagrid, mas
isso não nos deu nenhuma resposta."
James lançou um olhar furioso para o amigo, que por sua vez rapidamente desviou o olhar. Seus olhos se
encontraram com Damien sentado em frente. Damien sorriu para ele e deu um tapinha no assento ao lado dele,
convidando-o. Sirius rosnou de volta para ele.
"Então o que é você ainda queriam?" James perguntou, dirigindo sua atenção para Harry.
"Nós queríamos ver por nós mesmos o que aconteceu." Harry explicou. "Nós pensávamos que se víssemos a
memória, ele pode nos dar algumas respostas."
James sentou-se por um momento, parecendo estar imerso em pensamentos. Ele se levantou e caminhou até sua mesa.
Abrindo uma gaveta, ele vasculhou-o até que encontrou um pequeno frasco de vidro. Ele trouxe o frasco vazio de volta
para o sofá.
"Eu vou te dar isso sob uma condição." Ele começou. "Depois disso, você vai desistir da sua investigação. Não posso ter
você querendo arriscar a sua vida."
Com uma respiração profunda, James fechou os olhos e trouxe sua varinha a sua cabeça. Ele afastou-se trazendo um fio
branco prateado com ele. Ele largou o fio olhando ir para dentro do frasco e o fechou.
"Aqui," ele disse, entregando-o para Harry. "A memória que você pediu."
"Eu estou esperando que você perceba a verdade depois de ver isto. Eu sei que não é o que você quer acreditar, mas..."
Ele parou, olhando chateado. "Hagrid tinha a nossa confiança também. Quando a confiança em um amigo é quebrada, a
dor que provoca é ... inimaginável." Ele olhou para seus dois filhos. "Essa é a única razão pela qual eu queria que você
não aprofundasse ainda mais o que aconteceu com ele."
Harry trocou um olhar com Damien.
"Sua mãe deve voltar em breve. Sua viagem para o Boticário deve já esta concluída agora. Vou ter que dizer a ela o que
aconteceu." Ele sorriu um pouco para as expressões de medo de seus filhos. "Preparem-se." Ele brincou.
Xxx
Harry e Damien estavam no quarto de Harry, tendo deixado o pai conversando com Sirius.
"Ele provavelmente gritando com ele por nos dar arquivo de Hagrid." Harry disse vasculhar o armário em seu quarto.
"De alguma forma, eu acho que o pai teria descoberto sobre a nossa viagem Ministério. Que com Blake sendo
encontrado no chão da câmara Reposição batido fora de sua vassoura e evidência dele tentando nos matar." Harry
disse, voltando a olhar para Damien.
"Damy, você acha mãe vai ser tão louco como pai?" Harry perguntou. Ele ainda tinha que conhecê-la.
"Como vamos levá-la para beber?" Harry perguntou, puxando o armário desordenado para além de encontrar o que
estava procurando.
"Não é para ela. É para nós. Essa é a única maneira que nós vamos passar por seu acesso de raiva."
"Ei, Damy, você tem certeza que está aqui?" ele perguntou.
"Cada equipe trimestre tem um. Eu tenho certeza disso." Damien respondeu.
Ele foi até a mesa de café e colocou-o suavemente no topo. Damien pegou o frasco de vidro com a memória de seu
pai. Ele destampou-o e despejou o conteúdo branco prateadas na penseira.
"Esperar!"
"Harry," Damien respondeu, puxando o seu telefone do bolso. Ele respondeu rapidamente. "Oi Harry!" Ele cumprimentou.
Seus olhos se estreitaram de repente, um olhar de preocupação inundando suas feições, "O que há de errado?" ele
perguntou rapidamente.
Canon Mundial
Era como se o mundo tivesse parado em uma passagem completa. Nada se movia; nem as folhas nem uma brisa
suave, e nem os pássaros empoleirados em ramos altos, ou o grupo de bruxas e bruxos reunidos no coração da
floresta.
Harry manteve os olhos sobre os membros da Ordem de pé atrás Dumbledore, conscientes de como cada varinha
apontada para ele. Sua própria varinha ainda estava em sua mão, mas apontou para o chão. Atrás dele, ele podia ouvir a
respiração abatida Sirius e falharem na tentativa para ficar de pé.
"O que... o que está acontecendo...?" Sirius perguntou, sua voz tremendo. "Harry?"
"Ele não é o Potter!" Moody gritou. "Ele é um impostor! Ele está nos enganando há meses!"
Harry virou-se, em seguida, quebrando o seu olhar longe dos membros da Ordem armados de olhar para seu
padrinho.
Sirius, ainda no chão, olhou de Moody para Harry em descrença. Seus olhos fixos em Harry e ele sacudiu a cabeça.
"Não pode ser", ele sussurrou. "Dumbledore? O que está acontecendo?!" ele perguntou mais alto.
O diretor não disse nada e foi só então que Sirius viu a varinha na mão, também foi apontada para Harry. Respiração
de Sirius prendeu em seu peito. Seus olhos ficaram impossivelmente largo, enquanto olhava com horror para Harry.
Harry ignorou. Ele sabia que eles não iriam atacar, não até que Dumbledore ordenou qualquer maneira. Ele manteve os
olhos em Sirius.
"Eu posso explicar", ele começou, falando apenas para Sirius. "Não é o que parece."
"Você pode dá toda a sua explicação no Ministério. Você está preso!" Moody disse a ele.
Harry olhou em volta para os rostos olhando de volta para ele. Nenhum deles parecia disposto a lhe dar uma chance para
explicar. Ele olhou para Sirius, para lamentar o que ele estava prestes a fazer já tinha começado a consumi-lo. Ele olhou
para Dumbledore, surpreendeu o assistente ainda não tinha dito nada. Ele olhou com ódio para o diretor antes do aperto
em sua varinha aumentar.
Dumbledore agiu, ao mesmo tempo como Harry. Uma mágica atirou para fora de sua varinha assim como Harry gritou o
seu encantamento.
"Momentum EXPUR!"
O chão tremeu como se nas garras de um terremoto. A maioria perdeu o seu pé e os numerosos varinhas apontadas
para Harry se afastou do seu alvo. O feitiço de liga o corpo de Dumbledore foi engolida pela cabeça de Harry para
proteger pé. À vista da bolha azul encerrando Harry algo mudou na expressão de Dumbledore, um olhar que triunfo
estranhamente assemelhava assumiu suas características; como se ação protetora de Harry tinha finalmente provado
algo para ele.
Com um último olhar para Sirius, Harry decolou, correndo o mais rápido que pôde mais profundo dentro da floresta. Ele
sentiu muitas magias génio por ele como os membros da Ordem estavam no seu encalço, tentando desesperadamente
pegá-lo. Harry não parou de demitir qualquer de suas próprias maldições. Ele continuou correndo, mas ele levitou um
galho quebrado e arremessou-a atrás dele, fazendo uma careta quando ele ouviu o grito de dor de Tonks após o tapa alto.
Harry não parou de correr, não até que ele tinha certeza que ele estava fora de vista. Ele teve que saltar e baixa agachar
atrás de um grande monte de terra. Ele podia ouvir os membros da Ordem, procurando freneticamente por ele. Certeza de
que ele não podia ser visto Harry desaparatou com um pequeno pop.
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Hermione se sentou à mesa, o garfo gentilmente tocando seu prato. Sua comida estava intocada. Ela olhou para a mesa
dos professores, incidindo sobre o diretor. Ele estava ocupado com o seu jantar, nenhum vestígio de qualquer tipo de
preocupação em seu rosto. O resto da equipe no entanto mostrava sua ansiedade. Professora McGonagall parecia mais
severa do que o habitual; os lábios pressionados firmemente juntos, olhos mais acentuada à medida que examinou o
salão de vez em quando. Na outra ponta da tabela, o Professor Snape parecia utilizar de sua indiferença, mas Hermione
notou que ele tinha um ligeiro hematoma em sua testa e seu rosto parecia mais pálida do que antes. Os restos do corpo
docente estavam sussurrando calmamente entre si, alguns olhando francamente para Dumbledore, que estava fazendo
um grande trabalho de ignorar todos.
Hermione desviou o olhar quando McGonagall pegou seu olhar. Ela olhou para o prato dela e empurrou a comida ao
redor, seu apetite completamente desaparecido.
"Hermione?"
"Sim?"
"Nenhuma idéia."
Ginny olhou para a porta preocupada. Ela voltou-se para encarar Hermione.
"Ele não é o tipo de perder o jantar." Ela disse calmamente. Hermione balançou a cabeça, ela sabia que muito
também. "Talvez ele está preocupado, você sabe, com o Harry." Gina oferecido.
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Depois de mais alguns minutos, Hermione sentiu que não poderia sentar-se no grande salão por mais tempo. Ao redor
dela havia o zumbido animado de fofoca. Quase todos os alunos foi falar sobre o que tinha acontecido mais cedo; o
ataque do Hellhounds, o truque os estudantes DA jogado para sair e ajudar os Sonserinos presos, para não mencionar o
fato de que tinha havido um treinamento secreto Clube DA, em defesa, como os alunos duelaram e lutou contra as
batidas ferozes e, por último , como Harry Potter foi levado para St Mungos para o tratamento de lesões que sofreu
lutando contra os Hellhounds.
Essa última parte era uma mentira completa e Hermione sabia disso. Ela tinha visto Harry lutar contra os animais e
momentos antes de desaparecer na floresta, perseguindo o Hellhound líder, ele não tinha sequer um arranhão nele.
Hermione virou a bolsa no ombro e saiu da sala, a cabeça inclinada para evitar a olhar para todos os alunos olhando
para ela. As maiorias estavam sussurrando sobre como 'terrível' deve ser para ela, possivelmente perder um de seus
melhores amigos, o famoso Harry Potter.
Hermione murmurou com raiva sob sua respiração. Dumbledore tinha anunciado pouco depois de voltar para a escola,
que Harry tinha sido levado para o hospital para tratar ferimentos que sofreu do Hellhounds. Mas os estudantes tinham
virado suas palavras ao redor e foram fofocar sobre Harry como se ele estivesse na cama de morte!
Ela sabia que Harry estava bem e ela sabia que ele possivelmente nem estava ferido em tudo. Mas seu coração batia
em seu interior, no entanto. Se Harry estava bem, então onde ele estava?
Ela mordeu o lábio enquanto ela se lembrava dos momentos após Harry correu atrás do Hellhound líder,
desaparecendo na floresta escura. Nem mesmo dois minutos depois, Dumbledore tinha chegado, trazendo consigo
vários membros da Ordem. O diretor havia instruído todos eles para começar imediatamente de volta para dentro do
castelo. Hermione nunca o tinha visto tão irritado como ele olhou para detectá-las entre os corpos dos Hellhounds
inconscientes ou mortas.
Como os alunos apressou-se a obedecer a seu diretor furioso, eles viram um cachorro preto, grande e ter como,
correndo o seu caminho por eles e para a floresta. Dumbledore correu depois dele, os membros da Ordem correndo
atrás dele.
Hermione e o DA membros com ela foram escoltados de volta dentro do castelo pelo membro Ordem, Hestia Jones.
Depois de esperar quase uma hora, Dumbledore chegou para o Grande Salão e disse a todos os estudantes que o
ataque foi por Hellhounds que de alguma forma conseguiram entrar em Hogwarts. Disse-lhes que todo o perigo agora
estava apagado e eles estavam seguros. Foi então que ele acrescentou que Harry ficou ferido e foi levado para o hospital.
Era isso. Toda a explicação que tenho para a ausência de Harry.
Hermione suspirou profundamente enquanto ela caminhava em direção a sala comum, na esperança de encontrar
Ron dentro. Ela estava irritada com ele por ignorar jantar; ele poderia ter, pelo menos, lhe disse que não estava com
fome. Dessa forma, ela não teria incomodado indo para o Salão também.
Ela estava prestes a dizer a senha para o retrato da Mulher Gorda quando ouviu isso. Um pequeno, mas definido, de
som. Parecia alta e tilintavam, como se alguém deixar cair uma moeda no chão de mármore. Hermione olhou na direção
do som. Ela veio de seu lado esquerdo, em algum lugar ao lado da pequena alcova atrás da gárgula de pedra.
Hermione puxou sua varinha enquanto ele caminhou lentamente. Ela estava esperando que fosse Ron. Afinal, todo
mundo ainda estava no salão jantando.
Ela ainda estava cerca de cinco passos quando aconteceu. Uma sombra escura de repente saltou para ela. Ele disparou
em linha reta em direção a ela antes de torcer por trás dela. Um aperto firme em seu pulso restringiu-a de usar a varinha.
Hermione sentiu a bolha grito dentro dela, mas nunca consegui-lo a tempo. Uma mão apertada ao redor de sua boca
parar todos os sons de deixá-la. Hermione lutou com todas as suas forças, mas não conseguiu se libertar.
"Ainda não esta rápida o suficiente." uma voz sussurrou em seu ouvido.
Hermione parou de lutar ao mesmo tempo, imenso alívio inundando ela. O aperto em seu pulso afrouxou e a mão
cobrindo a boca levantada assim que Hermione poderia virar. Ela virou-se para Harry ao vê-lo sorrindo, cansado para
ela.
"Harry!" Hermione respirou antes de abraçá-lo. "Eu estava tão preocupada!" ela emocionou-se.
Hermione seguiu em silêncio. Ela rapidamente percebeu que Harry estava indo. Ela reconheceu o caminho para a Sala
Precisa, no sétimo andar. Ela viu que a porta já estava lá, esperando por eles. Harry abriu a porta e levou-a através
rapidamente.
Ron virou-se quando a porta se abriu e sorriu de alívio quando Hermione entrou.
"Já era tempo!" queixou-se. "Será que você cair no sono ou o quê?" ele perguntou Harry.
"O que está acontecendo?" Hermione perguntou olhando de um garoto para o outro.
"Eu encontrei Harry assim como eu estava descendo para o jantar," Ron explicou. "Ele não quis me dizer o que
aconteceu na floresta até que você estivesse aqui."
Hermione virou-se para olhar com espanto para Harry. Ele apenas deu de ombros.
Ron e Hermione sentaram-se bem e ouviu atentamente enquanto Harry correu por tudo o que aconteceu na floresta.
Os dois Gryffindors cresceu mais pálida como Harry contou sobre ser pego pela Ordem e sua falta de paciência com
ele.
"Isso é terrível." Hermione disse balançando a cabeça. "O que você vai fazer agora?" ela perguntou, preocupada.
Harry sacudiu a cabeça.
"Onde você vai ficar?" Ron perguntou sério. "É muito perigoso para você estar aqui, companheiro. Professor
Dumbledore vai saber."
"Eu sei", ele disse calmamente. "Eu não estou pensando em ficar. Eu só voltei para ver o que Dumbledore tinha dito
sobre mim."
"Ele nos disse que estava ferido e tinha sido levado para St Mungos." Hermione respondeu.
"Suas coisas se foram." Ron disse calmamente. "Seu tronco junto com suas roupas foi movido para fora do
dormitório."
Harry sorriu.
"Então Dumbledore esta mantendo minhas roupas e pijamas de refém?" ele brincou.
"Você tem que ir para o Professor Dumbledore e explicar o que aconteceu." Ron disse. "Uma vez que o Professor
Dumbledore sabe a verdade; que você é, de fato, Harry Potter e você está em mundos trocados, ele vai ser capaz de
ajudá-lo."
"Você não tem muita escolha", disse Hermione. "Professor Dumbledore é o único que pode te tirar dessa bagunça."
"Não necessariamente." Harry disse calmamente. Olhando para cima ele encontrou dois pares de olhos curiosos. "Eu não
preciso de Dumbledore que acreditar em mim. Tanto quanto eu estou preocupado, existem apenas duas pessoas que
precisam está do meu lado."
"Nós vamos estar sempre ao seu lado, companheiro." Ron disse, estendendo a mão e batendo palmas no ombro de
Harry.
Harry ficou de pé. "É melhor eu ir. Eu vou ver vocês em breve, espero." Ele adicionou.
Sem outra palavra, ele desaparatou, deixando Rony e Hermione sozinhos. Ela virou-se para Ron olhando confuso.
"Eu nunca consigo entender o que ele quer dizer." Hermione ainda parecia muito preocupada por isso Ron se aproximou
para tentar consolá-la. "Vai ficar tudo bem, Hermione. Harry sabe o que está fazendo. Ele vai descobrir uma maneira de
sair, eu tenho certeza."
"Sim, eu sei, mas eu odeio como ele tem esse ressentimento pelo o Professor Dumbledore. Quero dizer, por que o
Professor Dumbledore iria querer prejudicá-lo?" ao ver a expressão de Ron ela rapidamente acrescentou. "Uma vez
que ele descobre que Harry não é um impostor, é claro."
"Eu não ..." Ron parou, seus olhos azuis alargando como eles se concentraram no ombro de Hermione.
Ron estendeu a mão para seu cabelo e por um momento, Hermione pensou que ele estava indo para escová-lo atrás
dela, mas Ron passou a mão para baixo suas madeixas espessas, o polegar e o indicador esmagamento alguns fios
entre eles.
"Ron...?" Hermione começou, mas parou quando o viu puxar a mão e o polegar e o indicador foram manchado de
vermelho.
"É sangue," Ron disse calmamente. "Alguns mechas do seu cabelo estão ... manchadas."
Hermione rapidamente passou a mão pelo cabelo e descobriu que Ron estava certo.
"Eu não entendo ... como poderia ...?" De repente lembrou-se abraçando Harry depois de perceber que lhe foi
escondido na alcova. Sua cabeça tinha sido descansando em seu peito e seu cabelo espesso selvagem tinha
escovado contra seu ombro. Ela suspirou e olhou para seus dedos manchados de sangue. "É Harry!" ela exclamou.
"Ele está machucado."
Ron olhou para os seus próprios dedos manchados com o sangue de seu melhor amigo.
"É melhor ele ficar essa bagunça ordenados e em breve." ele gemeu. "Ele precisa de ajuda e ele precisa rápido!"
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A chuva atingiu as janelas do número 12 Grimmauld Place com força feroz. Sua furadora balbuciação regular foi
começando a se tornar quase calmante. Sirius observou as gotas de chuva atingiu o vidro de suas janelas em silêncio.
Seu domínio sobre o vidro de cristal na mão apertada como seus pensamentos arrastou-o de volta para os eventos mais
cedo naquele dia.
Ergueu o copo e bebeu o líquido âmbar rapidamente, deixando a picada do álcool entorpecer sua mente
momentaneamente. Cinco meses, durante os últimos cinco meses seu afilhado estava desaparecido e ele era nenhum
o mais sábio. Nos últimos cinco meses um impostor, provavelmente enviado por Voldemort, estava fingindo ser Harry e
ele não o reconhecera.
Sirius levantou o copo para beber novamente, mas ele estava vazio. Rosnando, ele colocou o copo sobre a mesa de
café com um baque alto. O som fez o outro ocupante da sala olhar para cima.
"Eu acho que você já teve o bastante." Remus disse do outro lado da sala quando viu Sirius chegar para a garrafa.
"E eu acho que você deve ficar fora disso!" Sirius retrucou.
Serviu-se de mais de sua bebida e pegou o copo. Remus se levantou de sua cadeira e caminhou até sentar-se com
seu amigo.
"Isso não vai fazer nada, mas dar-lhe um inferno de uma ressaca amanhã." Ele aconselhou como Sirius engoliu a
bebida.
"Bom, pelo menos ele vai distrair minha mente de quão mal eu falhei." Sirius respondeu. Remus não disse nada, mas
olhou miseravelmente em seu amigo. Sirius balançou a cabeça. "Como eu poderia não ter visto, Moony?" ele perguntou.
"Ele estava aqui, vivendo comigo e eu não vi que ele não era o Harry."
"Ele enganou a todos." Remus disse, lembrando a identidade soletrar Moody tinha lançado sobre ele no dia em que foi
buscar Harry acima de Privet Drive.
"Que espécie de padrinho eu sou, hein?" Sirius zombou. "Eu não posso nem ao mesmo reconhecer que meu afilhado é
um impostor!"
"Ele confiou em mim." Sirius sussurrou e Remo ficou quieto. Ele sabia, pelo tom de Sirius que ele estava se referindo.
"James confiou em mim para cuidar dele, para mantê-lo seguro, e agora ..."
"Nós não sabemos o que aconteceu. Dumbledore está fazendo todo o possível para obter o paradeiro de Harry. Tenho
certeza de que Harry está seguro." Remus disse, soando como se ele estivesse assegurando-se, assim como Sirius.
"Já se passaram cinco meses, Moony. Não sabemos onde Harry está, como ele está, o que ele passou ... Eu ... ele
pode até não está ...". Sirius não conseguiu finalizar e sua cabeça caiu em suas mãos. "Eu errei. Eu deixei Harry para
baixo, eu deixei James para baixo. Eu deixei aquela cobra bastarda pegá-lo!"
"Oh, vamos lá, Remus! Quem mais está atrás de Harry? Quem mais iria enviar um impostor tomar o lugar de Harry ?!"
"Isso é apenas a coisa, Sirius. Pense nisso por um segundo. Se ele, Voldemort, o pegou Harry, por que ele iria enviar um
impostor para tomar seu lugar? E por que aquele impostor ajuda qualquer um de nós? Você ouviu o que Moody e Kingsley
disseram, o Patrono eles viram hoje foi o mesmo que veio a eles no Ministério da noite Arthur foi atacado. Este impostor
fingindo ser Harry não só salvou a vida de Arthur, ele salvou sua vida, bem. Por que ele faria.. que se ele fosse um
inimigo? "
"Ele é o inimigo!" Sirius assobiou. "Ele levou Harry afastado assim que ele é um inimigo!"
"Por que você está defendendo?" Sirius perguntou com indignação. "Você estive sentado aqui todo esse tempo de
trabalho por que esta pessoa tem nos ajudado, mas você gastou um pensamento sobre onde Harry está? Ou o que ele
poderia estar passando?"
"Eu cuido de Harry também, você sabe disso." Remus começou. "Só porque eu não estou bebendo sozinho em um
desperdício não significa que eu não estou preocupado com sua segurança. Eu estou tentando encontrar Harry e só
podemos fazer isso se encontrarmos este impostor em primeiro lugar. Ele é a única chave temos de conseguir Harry de
volta. "
"E como é que vamos encontrá-lo? Onde é que vamos começar a procurar? De Dumbledore dada sua habitual 'vamos
fazer tudo o que podemos" discurso, mas como é que vai nos ajudar? "
"Você pode olhar para trás." Uma nova voz disse atrás deles.
Remus e Sirius se viraram para ver uma sombra em pé logo na entrada. A única etapa trouxe o estranho para a luz
bruxuleante da tocha parede. Remus e Sirius estavam de pé em momentos, varinhas apertadas em suas mãos.
"Eu não estou armado." Ele disse-lhes. "E eu não estou aqui para machucar ninguém. Estou aqui para conversar."
Em uma onda de movimento de Sirius passou por Remus e dirigia-se para Harry.
"Seu filho da puta!" ele gritou, raiva gravado em cada linha de seu rosto.
"Sirius! Sirius, não." Remus tentou puxar seu amigo de volta, mas Sirius lutou para frente.
"Onde está o Harry?! O que você fez com ele ?!" Ele perguntou como ele lutou contra o Remo.
Ele jogou seu amigo fora e correu para Harry. Em sua raiva, ele nem sequer pensar em usar a varinha. Ele agarrou
Harry pelas golas de suas vestes, seus dedos desaparecendo nas dobras das vestes.
"Se você machucá-lo, juro por Merlin ...!" Sirius sussurrou antes de Remus conseguiu puxá-lo de volta, liberando Harry
no processo. Remus arrastou-o todo o caminho de volta ao seu lugar.
Harry não falou, mas manteve os olhos em Sirius enquanto ele continuava a lutar contra seu amigo. Ele ainda estava
ameaçando-o, as palavras nada mais do que grunidos enfurecido. Assim aperto de Remo sobre ele afrouxou, Sirius o
empurrou e apontou sua varinha para Harry.
"Onde está o Harry !? Onde ele está ?!" ele gritou, raiva consumi-lo todo. Quando Harry não mostrou qualquer intenção
de responder, Sirius perdeu o controle de sua raiva. "Crucio!" ele gritou apontando para o peito de Harry.
"Sírius!" Remus gritou quando ele bateu nele, agarrando um porão de braço de suporte varinha de Sirius. A maldição
cruciatus foi batida fora de seu trajeto pelo Remus força empurrando a mão de Sirius longe de seu alvo. A maldição por
pouco não acertou o ombro de Harry, que ainda estava sangrando de mordida do Hellhound.
"O que você está fazendo!?" Remus gritou enquanto lutava a varinha longe de seu amigo. "Se você machucá-lo, nunca
pode encontrar saber onde Harry está!"
A raiva de Sirius parecia escorrer para fora dele e ele caiu no sofá, escondendo o rosto por trás de suas mãos em
desespero.
Remus olhou para Harry, que não se moveu, nem mesmo a saltar para fora do caminho da maldição imperdoável
Sirius. Remus se moveu lentamente em direção a ele. Ele parecia composta mas seus olhos deu sua agitação. Ele
tomou um momento para olhar para Harry antes de falar.
"Olha, tudo o que você estava planejando, acabou agora." ele disse, sua voz suave e silencioso. "Seria melhor para
você para nos dizer onde Harry está. Se... Se você nos ajudar a chegar Harry de volta, são e salvo, então podemos
ajudá-lo ..." ele hesitou, a voz embargada. Levou um momento para recuperar a voz. "Harry está bem?" ele finalmente
conseguiu perguntar.
Harry olhou nos olhos problemáticos do melhor amigo do seu pai. Ele acenou uma vez, mantendo os olhos fixos para o
lobisomem.
"Ele está bem. Eu poderia até dizer que ele está se divertindo."
"Você nunca vai acreditar em mim." Ele disse. Ele sabia que era inútil neste momento para esconder a verdade. Esta
parte ele tinha que dizer a eles de qualquer maneira. Era o fato sobre si mesmo que tinha que manter escondido. "Ele
está no meu mundo." Harry respondeu depois de uma pausa.
"Seu mundo?! O que significa isso?" Sirius perguntou, parecendo mais medo agora do que com raiva.
"Quer dizer, eu sou de outro universo," Harry disse, olhando os dois assistentes. "E eu sou Harry Potter."
"Todo mundo sabe que existem dimensões alternativas," Remus começou. "Mas viajar entre eles é impossível."
"Então, está falando com um sobrevivente da maldição da morte." Harry disse. "Se um Harry pode fazer isso, com
certeza que poderia encontrar uma maneira de viajar entre os mundos."
Remus parecia perdido para palavras, mas estava claro que ele ainda não acreditava nele.
"Eu tenho a prova," Harry oferecido. "Eu estou indo para algo em minhas roupas e ..."
"Eu não penso assim!" Remus o cortou, a varinha de volta a apontar para ele.
Sirius levantou-se e retirou sua varinha de Remus. Ele manteve sua varinha apontada para Harry, enquanto Remus se
aproximou dele.
Remus cuidadosamente descascado vestes de Harry, notando o olhar de dor que brilhou no rosto do menino quando os
mantos roçou a ferida olhar cru em seu ombro. Seus sentidos de lobisomem já tinha pego o cheiro de sangue e, como
descrente como ele era da história dimensão alternativa, ele não poderia ajudar, mas pegar o fato de que o menino de
pé diante dele cheirava a Harry.
Os dedos de Remus roçou um dispositivo metálico pequeno. Ele puxou-a cuidadosamente, confuso com a visão do
pequeno dispositivo retangular, com estrias vermelhas estragar a sua frente.
"É um telefone. Ele se conecta ao meu mundo." Harry explicou, estendendo a mão para levá-la de Remus.
Remus lhe entregou o telefone, olhando para Sirius, que parecia intrigado.
Harry deu o telefone limpe um rápido, esfregando-o para baixo sua perna, para se livrar de suas manchas de sangue com
listras na frente. Ele apertou o botão verde e, em seguida, pressionou-o novamente. Provavelmente era melhor se esta
conversa estava no alto-falante. Ele notou como Remus e Sirius tinham os olhos fixos para ele. Depois de três anéis,
houve um clique e voz de Damien encheu a sala.
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"O que está errado?" voz em questão de Damien ecoou pela sala.
"Sim, ele está bem aqui, espere." Damien respondeu, ainda parecendo preocupado.
"Olá"
Harry ofereceu o telefone para Remus sem retornar a saudação. Remus pegou o telefone e cautelosamente trouxe-o ao
ouvido.
"Harry?"
Houve um momento de pausa na outra extremidade antes de uma voz animado perguntou:
Remus olhou para Sirius novamente que cobriu a distância entre eles e estava de pé ao seu lado, olhando confuso e
ainda cético.
"Sou eu Remus Lupin." Remus confirmada. "Pode confirmar quem você é?"
Remus levou um minuto para pensar em uma pergunta adequada, uma que iria provar que ele estava realmente
falando com sua Harry.
"Hermione me disse na Casa dos Gritos da noite em que conheci Sirius." foi a resposta. "Foi no meu terceiro ano, a
noite Peter fugiu."
Remus se virou para Sirius, um sorriso forçando seu caminho em seu rosto.
"Eu e Hermione usou o Vira-Tempo ela foi dada para que ela pudesse ter mais aulas. Utilizou-se o vira tempo para voltar
no tempo e salvou Bicuço de ser executado, antes de ajudar Sirius escapar com Bicuço." Depois de uma pausa, ele
perguntou. "Como está o Bicuço?"
"Harry! Harry, você está bem?" ele perguntou, gritando um pouco mais alto do que o necessário.
"Onde está você?" Sirius perguntou ignorando a pergunta lhe foi perguntado.
"O que?" Harry pareceu surpreso. "Você não sabe onde eu estou?" ele perguntou. " Harry, não lhe disse?"
Sirius de repente, olhou para o Harry de pé diante dele. Remus olhou para ele também. Um silêncio constrangedor
dobrado para baixo sobre eles. Finalmente, Sirius conseguiu falar.
Você não acreditou nele." A voz de Harry ecoou em torno deles. "Eu acho que é inacreditável."
"Então, você está realmente em uma outra dimensão?" Sirius perguntou em voz baixa, movendo-se em direção ao
sofá, longe do outro Harry.
"Como isso aconteceu?" Remus perguntou, seguindo Sirius e inclinando-se para falar ao telefone.
"É uma longa história," Harry riu. "Espere um minuto, Sirius. Você e Professor Lupin tem que falar com alguém."
Houve uma pausa e o ruído de fundo que vem do telefone sugeriu portas abrindo e fechando e dois pares de passos
apressados.
Abafado falando seguida, fazendo Sirius e Remus franzir a testa, tentando entender o que estava sendo dito.
Sirius ficou imóvel como a voz ecoou em torno dele. Remus estava imóvel também.
"Pontas?" ele perguntou, sua voz pouco mais alto do que um sussurro.
"É realmente eu, Sirius." James disse calmamente, seu tom suavizando.
"Eu ... Eu nunca pensei que eu iria ... falar com você, mais uma vez." Sirius disse.
"Sim, Harry me disse ... o que aconteceu em seu mundo." James disse, sua voz calma agora, nenhum traço de riso.
"James ... tudo deu errado", disse Sirius, balançando a cabeça. "Tudo! Você e Lily ... e ... e Peter! Ele ... ele foi para ...!"
"Eu sei, eu sei tudo. Harry me disse que Pedro fez." James atravessam. "Você não precisa dizer nada."
"Foi tudo culpa minha." Sirius confessou. "Eu não devia ter feito você mudar para Peter. Sinto muito, James! Eu sempre
quis uma chance para se desculpar, eu sinto muito! Foi tudo culpa minha!"
"Você não fez nada de errado. Você só estava tentando nos manter seguros. Eu sei disso." James respondeu.
"Como você sobreviveu?" Sirius perguntou de repente. "Naquela noite, Voldemort! Como você escapou? E Lily! Ela está
bem? Ela não fez isso ...?"
"Não, está bem Lily. Ela está fora agora." James respondeu. "Eu provavelmente deve verificar seus aposentos, ela
poderia ter retornado."
"Parece que Lily flor tem o trabalho perfeito. Ela sempre amou dando palestras e mandando as pessoas ao redor."
Sirius disse, rindo agora.
"Ela só ficou melhor e mais alto com a idade." James riu também.
"Eu vou dizer a ela que você disse isso." Remus acrescentou, inclinando-se para falar.
"Moony ?! Você está lá também? Como você está?" James perguntou, parecendo animado novamente.
James riu de novo, fazendo com que os outros dois saqueadores sorrir como eles costumavam quando eles estavam na
escola.
"Eu diria o mesmo, exceto eu ouvir ambas as vozes todos os dias." James respondeu.
"Bem, eu costumava fazer, quando trabalhamos juntos. Mas desde que eu comecei a trabalhar em Hogwarts ..."
"Será que Filch finalmente se aposentar?" Remus perguntou com seu sorriso travesso.
"Não, não foi nada disso." James fez uma pausa por um minuto antes de perguntar, "e isso me lembra, onde está
Harry?"
Levaram Remus e Sirius alguns momentos para entender o que James estava falando. A questão trouxe-os cair de volta
para seu próprio mundo e a atual situação em que estavam. Ambos se viraram para olhar para a porta, mas Harry não
estava mais lá.
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Sirius abriu a porta da cozinha e suspirou de alívio quando viu o moreno sentado à mesa de madeira. Harry olhou para
cima e ofereceu um pequeno sorriso.
Sirius olhou para o telefone, o dispositivo estranho que lhe permitiu falar com seu amigo em outro universo.
"Sim", disse. Ele se virou e gritou pelo corredor, "Moony, nós estamos na cozinha."
Harry fez uma careta quando os gritos estridente da Sra Black, começou quase imediatamente. Sirius fez uma careta
também, olhando timidamente para Harry.
"Acho que eu não deveria ter feito isso." ele disse. Harry balançou a cabeça, tanto em reconhecimento do que Sirius
tinha dito e em diversão. "Moony vai fazê-la calar a boca." Sirius disse caminhando até a cozinha e fechando a porta
firmemente atrás dele.
Ele andou em direção a Harry, mas hesitou em sentar-se. Harry inclinou a cabeça para o lado um pouco e olhou para
Sirius.
"Não me diga que você ainda não acredita em mim?" ele disse.
"Não é isso. É ... Eu ainda não posso acreditar que isso está acontecendo." Ele confessou.
"Não, eu acho que isso leva o bolo." Sirius disse. Ele puxou uma cadeira e sentou-se. "Por que você sair da sala?" Ele
perguntou quando colocou o telefone no meio da mesa de madeira limpo.
Os olhos de Sirius viu a ferida e, de repente, levantou-se, aquecendo um pouco de água e tirando uma toalha. Ele foi
até uma pequena gaveta e abriu-a, remexendo-o para o abastecimento. Ele pegou um pouco de algodão e gaze. Ele
colocou as coisas para baixo na tabela.
Harry começou descascando suas vestes como Sirius foi até o fogão e trouxe a chaleira de água quente sobre a mesa.
Assim como Harry tirou o colete manchado de sangue, Remus entrou.
"Ver sua mãe ensanguentada...!" ele parou quando viu Harry, seus olhos lançando à ferida da mordida, avaliando os
danos.
Ele caminhou até ele, pegando o algodão e a tigela que Sirius tinha apenas preenchido com água quente.
"Seus Hellhounds sorte não tem picadas venenosas." Ele comentou que ele começou a limpar a ferida.
Harry não disse nada; ele estava muito ocupado cerrando os dentes em conjunto para lidar com a dor. Sirius empurrou
um pequeno frasco na direção dele. Harry tomou-a, reconhecendo a poção alívio da dor. Ele bebeu de uma só vez.
"Graças", disse ele, sentindo a dor surda para baixo ao mesmo tempo.
Ambos Remus e Sirius acalmaram quando Harry disse que a palavra "pai". Remus continuou limpeza e curativo da
ferida. Sirius estava sentado com a cabeça baixa.
"Eu sinto Muito." Sirius disse, fazendo Harry olhar para ele. Parecia demorar muito para Sirius olhar Harry nos olhos.
"Eu sinto muito pela maneira como agi". Ele continuou.
"Eu devia ter-lhe dado uma chance para explicar. Em vez disso eu agi explosivamente e ... eu quase ... te machuquei." A
culpa na voz de Sirius foi esmagadora.
"Eu lancei a maldição Cruciatus contra você. Foi graças a Moony que ele perdeu, caso contrário ...", ele estremeceu.
"Quase bati em você." Ele sussurrou.
"Sim, quase." Ele sussurrou, afastando certa memória; Sirius no chão convulsionando em agonia pura e ele próprio pé
sobre ele, segurando a maldição no lugar.
Remus parou em seu trabalho, pegando a culpa na voz de Harry. Ele olhou para Sirius, mas ele estava longe demais
em seu próprio remorso para ter notado.
"James me pediu para ... para cuidar de você. Ele explicou sobre a bússola e que iria ficar fixo em breve. Mas até então,
ele perguntou se poderíamos cuidar de você." Sirius balançou a cabeça novamente. "Se ele soubesse como eu me
comportei com você ..."
"Você só estava tentando proteger Harry. Você não fez nada de errado." Harry atravessou. "Falando nisso, o que você vai
dizer para o resto da Ordem?"
"E você acha que eles vão acreditar em você?" Harry perguntou.
"Isso deve segurar até a manhã. Poppy pode fazer as coisas corretamente amanhã, quando você voltar para Hogwarts."
ele disse. Harry olhou para ele interrogativamente. "Vamos falar com Dumbledore de manhã e explicar tudo." Remus
continuou.
Remus se levantou e fez um pouco de chá, definindo três canecas fumegantes sobre a mesa. Beberam em silêncio
até que Remus falou.
"O que aconteceu no seu mundo? Por que as coisas são tão diferentes?" Remus elaborado.
"Nós meio que se desviado um pouco." Sirius admitiu, um sorriso aparecendo em seu rosto fino.
"Como é que James e Lily sobreviverem?" Remus perguntou. "Qual foi o evento que mudou? Será que ... que Pedro
não traí-los?" ele perguntou, esperança enchendo sua voz.
"Então nos dizem sobre você." Sirius disse, sorrindo como o seu habitual auto agora. "Você deve ter tido algum infância,
crescendo sob a supervisão de James." Sirius riu. "Ele não é nada, mas ele mesmo um grande garoto!"
Novamente Remus pegou nas emoções escondidas na resposta de Harry, mas Sirius, sem perceber nada, empurrou
com suas perguntas.
"Não, nós ... nós nos mudamos. Mãe sempre quis o seu próprio laboratório e oco de Godric não era grande o
suficiente. E Damien queria o seu próprio campo de quadribol assim ..."
Harry olhou para cima para encontrar seus olhos e Remo viu a mudança em sua expressão ao mesmo tempo. Seus
olhos esmeralda estavam clara e brilhante agora e o sorriso em seu rosto era genuíno.
Ambos Remus e Sirius não estavam esperando isso. Eles olharam para Harry de surpresa atordoado.
"Harry, o que acontece com Voldemort?" Remus perguntou. "O que aconteceu com ele? Ele ainda está tentando ganhar
poder no seu mundo?"
"É muito tarde e eu tive um grande emoção encheu o dia. Podemos falar de manhã?"
"Noite" Harry respondeu, reunindo suas vestes no sangue coberto e sair da cozinha, sem olhar para Remus.
O lobisomem ficou no seu lugar, passando por cima de todas as coisas que ele tinha notado sobre o Harry. Ele sabia
que Harry não pode ter mentido sobre a sua identidade, mas ele definitivamente não estava dizendo toda a verdade.
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*Chapter 35*: Chapter 35
CAP 35
AU World
James esperou pacientemente que ambos os filhos retornassem. Ele olhou para a tigela de pedra sentada em sua
mesa de café antes de voltar seu olhar para os deveres que ele deveria estar corrigindo. Ele soltou um suspiro
enquanto pegava sua pena e começava a classificar a lição de casa.
Foi depois que ele tinha corrigido mais de um quarto das lições que a bacia da pesenheira sacudiu um pouco. James
ergueu os olhos apenas quando Damien e Harry saíram da bacia. Ambos os rapazes caíram no sofá, que James tinha
movido para pegá-los.
James se levantou e foi enfrentar seus filhos. Ambos pareciam um pouco pálidos e claramente chateados.
Harry compartilhou um olhar com Damien, ambos os garotos parecendo que poderiam ficar doentes a qualquer
momento.
"Eu não posso ... eu não posso acreditar, que ... isso aconteceu." Damien disse. Ele apertou seus olhos cor de avelã,
levantando suas mãos para esfregar em seu rosto.
"É por isso que eu não queria que vocês dois vissem aquela memória." James disse, sentindo seu coração torcer pela
reação de Damien.
"Eu ainda não vejo por que ele faria isso, por que Hagrid reagiu assim?"
James não respondeu. Ele olhou para Harry. O menino de cabelos corvos estava sentado com as mãos erguidas e
descansando contra sua boca. Parecia que ele estava disposto a não vomitar. Dumbledore tinha restaurado o encanto do
glamour, então Harry estava de volta com a aparecia do seu homologo dimensional.
"Eu avisei que a memória faria você se sentir mal." James lembrou-lhes. "Mas você insistiu em vê-la. Agora você viu,
então você podo seguir em frente."
- Não, me respondeu nada. Harry disse calmamente, afastando as mãos de sua boca. "A memória não ofereceu
respostas, apenas mais perguntas. Por que Hagrid estava protegendo os Gigantes enquanto ele estavam em
processo de ataque, como ele poderia desobedecer ao Professor Dumbledore?" Harry perguntou, ainda em
descrença.
"Ele só reagiu quando aquele Auror matou o gigante próximo a ele. Hagrid simplesmente perdeu a cabeça." Damien
disse, lembrando-se do modo como Hagrid quase rasgara aquele Auror com suas próprias mãos.
- Não achei que Hagrid pudesse fazer isso, com ninguém. Harry disse, sentindo seu estômago revirar ante a
lembrança do ataque que o meio gigante tinha lançado sobre aquele Auror.
James assentiu com a cabeça. Ele não queria discutir isso com seus filhos, mas ele sabia que não descansariam até que
tivessem todas as respostas.
"Hagrid estava tentando explicar algo ao professor Dumbledore, ele não estava lutando com ninguém, foi somente depois
que os Aurores começaram a matar os Gigantes que Hagrid se perdeu." Harry disse, passando uma mão pelo cabelo.
"Por que Hagrid faria isso depois de ver o que os Gigantes estavam fazendo? Ele podia ver que os Gigantes teriam
matado os Aurores se eles não atacassem.
"Eu já disse, que nada disso fazia sentido, Harry. As ações de Hagrid não podem ser explicadas." Ele olhou para a
expressão sombria e determinada de Harry. "Vocês dois me prometeram que depois de assistir a essa lembrança,
vocês dois parariam de investigar a morte de Hagrid. Vocês vão cumprir essa promessa?" ele perguntou.
Harry e Damien compartilharam outro olhar. Depois de um momento ou dois, ambos acenaram com a cabeça, embora
infeliz. James se alegrou por seus filhos não se colocarem mais em perigo investigando um caso fechado. Ele se
sentia mal por eles, ambos, pareciam tão miseráveis.
"Ei, vamos rapazes." Ele tentou. "Eu sei que o que vocês viram foi perturbador, mas, mas não pode ser mudado. Não
fiquem assim, ok?"
James fez para ambos os meninos uma xícara de chocolate quente, antes de relutantemente retornar à sua mesa para
retomar sua correção. Ele olhou para os meninos sussurros de vez em quando. Ele sabia que estavam chateados por não
terem obtido respostas ao verem a memória da morte de Hagrid. Ele já tinha avisado sobre isso.
Uma parte dele desejava ter encontrado algo, qualquer coisa que tornaria mais fácil entender o que acontecera naquele
dia. Ele próprio procurara respostas. Pouco depois da morte de Hagrid, James, Remus, Sirius e alguns outros membros
da Ordem haviam procurado ao redor, tentando coletar informações que pudesse oferecer uma explicação das ações de
Hagrid. Apesar de estar lá no momento e vendo a defesa de Hagrid para os Gigantes e seu ataque frenético ao Auror, ele
ainda queria encontrar uma maneira de explicar tudo. Uma explicação que não condenasse Hagrid. Mas não encontraram
nada. Foi finalmente as ordens de Dumbledore que os impediram de procurar respostas e aceitar o que tinha acontecido.
James olhou de volta para os dois meninos sentados no sofá. Ele viu Harry olhando para a pensadora com uma
expressão estranha. Ele esperava que os dois garotos mantivessem a promessa e deixassem de procurar respostas que
simplesmente não estavam lá.
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Harry bateu na porta de seu pai franzindo o cenho quando ele não foi respondido. Ele bateu novamente, mais forte e
mais alto dessa vez. Ainda não havia resposta. Ele tentou a maçaneta, mas não se moveu sob as pontas dos dedos.
Ele se virou da porta e se dirigiu para o quarto de sua mãe. Ele descobriu que a porta de seu quarto estava trancada
também. Dirigiu-se ao Grande Salão, tentando descobrir para onde os dois pais haviam desaparecido. Era um domingo
e, normalmente, seus pais tinham planejado todo o dia com ele, começando com o café da manhã no aposentos de
James.
"O Grande Salão, eu acho que mamãe e papai podem estar lá." Harry respondeu
- É um domingo. Ele disse. - Nós não comemos no Salão aos domingos. Ele lembrou-lhe.
"Eles não estão em seus quartos", Harry explicou. - Suas portas estão trancadas.
Damien se juntou a Harry e se dirigiu para o Grande Salão, ainda confuso com a mudança em sua rotina semanal. No
entanto, ao chegar ao Grande Salão, eles descobriram que seus pais também não estavam lá.
"Onde eles estão?" Damien murmurou, mais para si mesmo do que para Harry.
- O professor Dumbledore também não está aqui. Ele disse, seus olhos examinando a cadeira vazia do Diretor.
"Vamos." Ele disse a Damien e saiu do Grande Salão, indo para a escada.
"Para o escritório, talvez o Professor Dumbledore esteja conversando com mamãe e papai."
Os dois meninos chegaram à gárgula de pedra que guardava o escritório do Diretor. Normalmente, a mera sombra de
Harry sobre a gárgula faria com que ela se afastasse, revelando a escada em espiral. Harry tinha imaginado que
Dumbledore tinha intencionalmente configurado isso, então se o Harry deste universo tivesse alguma razão para ir até
ele, ele poderia ir sem adivinhar a senha.
No entanto, hoje a gárgula ficou aposto, negando a entrada de dois meninos.
"O que está acontecendo hoje ?!" Harry exclamou, olhando para a gárgula com raiva. - Por que não está se movendo?
"Talvez ele não esteja ai dentro. O escritório pode estar trancado." Ele solícito sugeriu.
Harry pensou sobre isso. Era possível. Ele não achava que a gárgula daria acesso ao escritório se Dumbledore não
estivesse dentro, não é?
"Se ele não está, então isso significa que ele está faltando também, junto com a mãe e o pai." Harry disse.
Damien assustou-se com suas palavras. Seus olhos se dirigiram para a gárgula e depois para Harry.
Harry olhou de volta para a gárgula, sentindo seu coração apertar dolorosamente. Ele sabia que algo não estava certo,
ele podia sentir.
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Já era meio-dia quando, finalmente, Harry avistou sua mãe e seu pai. Ele parou no meio do caminho e se virou quando
ouviu uma batida na porta antes que ela se abrisse e James e Lily entraram nos aposentos.
"Onde vocês estavam?" Harry perguntou aliviado além do que acreditava em ver seus pais novamente.
Harry notou que seus pais pareciam cansados, mas eles pareciam felizes, pequenos sorrisos adornavam seus
rostos.
James e Lily caminharam até o sofá de Harry e se sentaram, gesticulando para os dois garotos fazerem o mesmo.
- Temos uma convocação urgente esta manhã. James começou, assim que Harry e Damien se sentaram. - Era do
Ministro, queria falar comigo e com Lily.
"Sobre o que?" Harry perguntou, sentindo o medo crescer no buraco de seu estômago.
"Acontece que o orbe de segurança na Câmara de Repossessão não só mostrava Blake pelo que ele realmente era,
mas também te dava". James disse, olhando para Harry. "No início, os Aurors que verificaram o orbe pensaram que
você era um amigo de Damien. Eles não o reconheceram, mas quando ouviram Damien chamar você como 'Harry' e
eles pegaram uma imagem clara do seu rosto, eles perceberam Você era Harry Potter. "
Harry olhou para Damien, cujo rosto tinha rapidamente perdido cor. Ele olhou de volta para Harry e balançou a cabeça.
- Está tudo bem, Damy, você estava em uma situação de risco para a vida, ninguém espera que tenha reagido de forma
diferente. Lily consolou-se.
"Então, o que o Ministro disse?" Harry perguntou, seu batimento cardíaco acelerado quase ensurdecê-lo.
- Ele queria uma explicação. James disse com um suspiro. "Ele queria saber o que estava acontecendo, por que você
parecia diferente e sobre um milhão de outras perguntas."
"Nós tivemos que," James respondeu. "Eu sei que, para chegar à Câmara, vocês dois teriam passado pelos sensores e
eles teriam levantado qualquer encanto em você. Eu não podia mentir para Diggory e dizer que você estava encantado
para parecer diferente. Não é o caso. "
"Então você disse a ele a verdade?" Damien perguntou, os olhos castanhos arregalados de choque.
Harry não podia acreditar em seus ouvidos. Ficou olhando para o pai, tentando verificar se estava brincando ou não.
"Você disse ao Ministro que eu era de outra dimensão." Harry pediu para ter certeza.
"Eu fiz."
"Bem, eu acho que ele não teria se seu filho não tivesse mencionado a ele sobre um papel que ele leu sobre a
probabilidade teórica de dimensão viajando." Lily disse, com um pequeno sorriso no rosto. "Diggory acredita em
qualquer coisa que seu filho acredita. Eu sempre disse que gostava desse garoto." Ela sorriu.
"Sim, a namorada de Cedric estava assistindo a um seminário ou algo que escovou sobre a capacidade teórica de viajar
dimensional." Ela ficou interessada e olhou para o assunto e disse ao seu namorado, Cedric sobre ele. Ele deve ter
mencionado algo a seu Pai de passagem e foi isso que permitiu Diggory acreditar que estávamos dizendo a verdade. "
Lily disse.
"Não, pelo contrário," James riu. "Ele estava animado que alguém tinha provado dimensão viajar é possível e seguro." Ele
adicionou. Sua expressão mudou de repente para uma séria e ele baixou os olhos. "No entanto, ele também disse que os
equilíbrios universais não deveriam ser testados. Você e Harry trocando dimensões poderiam ter um efeito prejudicial em
ambos os mundos. Ele pediu para você retornar ao seu mundo"
"Nós explicamos sobre a bússola e Diggory entrou em contato com Dumbledore e pediu que ele se juntasse a nós.
Dumbledore chegou e explicou tudo o que pôde sobre como a bússola funciona e qual é a situação atual". Lily disse. "No
início, Diggory queria que o Ministério tomasse o controle sobre a bússola. Ele estava exigindo saber onde a bússola
estava, mas Dumbledore conseguiu convencê-lo a deixar a bússola onde está por hora. Diggory concordou em permitir
que a bússola para permanecer Sob o cuidado de Dumbledore, mas assim que ela for consertada, você e Harry trocarem
de lugar, ele quer que a bússola seja entregue ao Ministério ".
"Eles terão que tentar tomar de Harry." Damien disse com uma sobrancelha levantada. - Ele não vai dar ao Ministério a
bússola, que pertenceu a Voldemort.
A sala subitamente se acalmou em silêncio estranho. James e Lily pareciam desconfortáveis com a menção do nome do
Senhor das Trevas. Harry olhou para Damien para vê-lo trocar desconfortavelmente em seu assento.
"Vamos lidar com isso quando chegar a hora." Lily falou, finalmente. "Harry só vai ter que ... entender."
James olhou para o Harry sentado em frente a ele, mas depois desviou o olhar, um estranho olhar de saudade.
"Então, o que o Ministro disse sobre Harry nesse meio tempo?" Damien perguntou.
"Ele quer que ele permaneça sob o feitiço de glamour. Os Aurores que testemunharam o orbe foram instruídos a manter
a calado sobre o que eles viram. Diggory insistiu que a verdade de Harry ser mantida escondida, pois pode atrair
atenção indesejável. Ele sabe que há muitas pessoas que pode querer atacá-lo se eles descobrirem a verdade
sobre suas origens. " James explicou. Olhando para Harry, ele acrescentou com uma voz mais gentil. - Não que eu
deixasse alguém chegar perto de você.
"Sim, um segredo que só você, mãe, pai, Ginny, Ron, Hermione, Malfoy, Professor Dumbledore, Ministro Diggory e Deus
sabe quantos outros aurores sabem." Harry disse sarcasticamente.
Xxx
As semanas passaram rapidamente, tirando o frio triste de fevereiro e trazendo os dias mais quentes e mais ensolarados
de março. Harry felizmente caiu na rotina que seus pais tinham montado para ele. Ele participou de todas as aulas com o
Gryffindors do quinto ano e continuou sua tutoria noturna com James e Lily.
Suas aulas particulares com Damien continuaram e Harry estava orgulhoso de sua crescente habilidade em magia sem
varinha. Ele descobriu que a Adrenalina era a chave. Na Câmara de Repossessão, ele só pôde realizar magia sem
varinha e convocar a vassoura para si mesmo por causa da Adrenalina que estava bombeando em suas veias no
momento. Ele usou a memória de Blake e todas as outras lembranças que teve de experiências de morte perto para
sentir a corrida de poder de Adrenalina através dele e conseguiu completar qualquer tarefa Damien estabelecido para ele.
"Eu te disse, você é bom!" Damien riu quando eles voltaram da Sala de Requisitos uma noite.
Harry correu uma mão através de seus cabelos bagunçados, um sorriso em seu rosto. Eles se dirigiram para os
aposentos de Harry. Harry e Damien tentaram passar a maior parte do tempo na sala comum da Grifinória. Dessa
forma Damien teve a chance de sair com seus amigos e Harry teve a chance de agir um pouco como seu eu normal,
um estudante Gryffindor de 15 anos relaxando em sua sala comum. Claro que ele tinha que manter pretensões na
frente do resto da Grifinória, mas valeu a pena ser capaz de sentar-se em sua sala comum.
Mas às vezes eles precisavam de privacidade para poder falar corretamente, então naqueles momentos, os dois
meninos Potter escolheram sair nos aposentos de Harry. Ambos os meninos andaram para dentro e se
estabeleceram diante do fogo moribundo, falando calmamente sobre a sua formação em curso.
"Eu acho que você vai conseguir fazer magia não verbal em breve." Damien disse, esticando as pernas antes dele.
"Eu provavelmente já teria conseguido se você pudesse explicá-lo corretamente." Harry brincou.
"Não é minha culpa que você não possa entender instruções simples." Ele respondeu
Simples?" Harry perguntou com uma sobrancelha levantada. "Como é simples, é como sussurrar, mas só em sua
cabeça? Como você pode dizer se você está sussurrando se é apenas mentalmente?"
Uma batida na porta chamou a atenção dos meninos. Damien abriu os olhos e sentou-se um pouco mais reto.
"É tão bom receber uma recepção calorosa." Ela comentou. "Normalmente, quando eu entro em uma sala, eu fico, oh
grande, ela de novo!" Ela sorriu.
"Quem diz isso?" Harry perguntou.
Hermione o golpeou no braço. Ela se virou para olhar para Harry, um sorriso brilhante em seu rosto.
"Eu fiquei esperado horas para vocês dois voltarem." Ela disse.
- Há quanto tempo você está aqui? Harry perguntou. Geralmente não recebia visitas dela.
"Eu vim há pouco mais de uma hora atrás, eu estava sentado com o Professor Potter, sua mãe", ela reiterou,
"esperando por vocês dois."
"Oh, está tudo bem. Na verdade, as coisas estão melhores do que bem." Ela sorriu de novo, a excitação brilhando em
seus olhos. - Eu não disse nada aos professores Potter's, por que queria que vocês fossem os primeiros a saber. Ela
continuou.
Canon World
Era de manhã cedo, talvez logo após o amanhecer, quando Harry acordou com uma batida suave em sua porta. Ele se
levantou e saiu de sua cama, andando rapidamente para abrir a porta. A visão que o saudava era um Remus cansado.
"Desculpe por acordar você tão cedo, Harry." Remus se desculpou, parecendo genuinamente arrependido.
"Está tudo bem," Harry rapidamente respondeu. "O que está errado?"
Remus olhou para a escada, seu olhar indo além deles, para o quarto lá embaixo. Harry ouviu o murmúrio de várias
vozes saindo daquela direção. Remus voltou seu olhar para Harry.
"Nós informamos Dumbledore esta manhã, ele pediu uma reunião urgente." Ele explicou.
Harry não disse nada, mas seu olhar voltou para o térreo, para a sala cheia de membros da Ordem.
Remus desceu as escadas e entrou na sala, geralmente reservado para reuniões de Ordem.
- Ele vai descer em cinco minutos. Ele disse para todos em geral.
Dumbledore assentiu educadamente e voltou seu foco para seus dedos entrelaçados. Alguns dos outros membros da
Ordem no entanto, não foram tão cortês.
- Ele não vai a lugar algum. Sirius respondeu, lançando um olhar irritado para Moody. - Já lhe dissemos, ele não é um
inimigo, ele não tem razão para fugir de nós.
"Já explicamos sobre ontem!" Sirius gritou de volta. "Ele não tinha outra escolha!" Ele pediu uma chance para explicar,
mas ninguém deu a ele. Ele teve que correr! "
"E o que ele ia explicar para nós? Esta ... esta história falsa sobre trocas de dimensão !?" Ele cuspiu com raiva.
"Acorde, Black! O garoto é um impostor e ele está usando você e Lupin, jogando com vocês dois! Eu digo que vamos lá
em cima agora e prendê-lo!"
"É difícil de acreditar, eu admito," Remus suspirou. "Mas é a verdade, ele realmente é uma forma alternativa de Harry
Potter." Ele repetiu isso quase vinte vezes para Moody. Ele sabia que era apenas a ordem de Dumbledore para ficar em
pé que estava impedindo o ex Auror de trovejar no andar de cima para prender Harry.
- Como você pode acreditar numa história tão rebuscada? - perguntou Jones, arqueando as sobrancelhas.
A sala se acalmou, o único som que podia ser ouvido era os grunhidos baixos de Sirius.
Dumbledore já havia transmitido a todos eles o que Remus e Sirius lhe haviam dito, aconteceu ontem à noite. A
reunião da Ordem foi criada urgentemente para que esta notícia pudesse ser compartilhada imediatamente. No
entanto, nem todos os membros acreditavam plenamente Remus e Sirius, pensando que os dois poderiam ser
facilmente enganados.
"Não ouse dizer seu nome Snape!" Sirius sibilou para ele.
O professor de cabelos gordurosos apenas olhou para Sirius antes de zombar dele, sem oferecer qualquer retorno
verbal.
- é doentio, o que ele está fazendo! - disse Tonks, sacudindo a cabeça. "Usando ... ele ... a memória de James Potter,
assim!"
"Foi James", Remus respondeu, seu tom endurecendo agora com ter que repetir-se tantas vezes. "Falamos com
James, não foi um truque."
- Como pode saber com certeza? - perguntou McGonagall. "Afinal, se o que o garoto disse é verdade, então você teria
falado com James Potter em outro universo. Tal comunicação não é possível".
"Eu não sei como é possível ou porque ele está usando um telefone trouxa para se comunicar, mas tudo que sei é que
nós conversamos com James ontem à noite." Remus disse.
"Eu posso confundir um monte de coisas", disse Sirius, ignorando a expressão zombadora de Snape. "Mas eu não
confundiria a voz de James. Era ele, realmente ele."
"Você está jogando bem em suas mãos." Disse Moody, sacudindo a cabeça. Ele está usando você, sua fraqueza para
ganhar a sua confiança ... Ele te enganou de alguma forma, fazendo você pensar que você falou com seu amigo, esse
menino está mentindo para você!
"Alastor," Dumbledore finalmente falou, olhando para o homem. "Isso não é necessário." Ele disse a ele.
- Albus, você não acredita neles, não é? Moody perguntou, parecendo horrorizado que o mago lendário pudesse
acreditar em tal história inventada.
"Acho que é prudente falar primeiro com este Harry, antes de decidir se ele está mentindo ou não. Devemos falar com
ele e obter respostas importantes".
- Vá em frente - disse uma voz na entrada. Todos se voltaram para ver o menino de cabelos corvos. "O que você quer
saber?" Harry perguntou.
Xxx
Harry se sentou no assento oferecido por Remus. Ele olhou ao redor da sala, para os membros da Ordem deste universo.
Ele viu Arthur e Molly sentados no final da mesa, ambos olhando para ele. Moody ainda estava de pé, respirando
pesadamente através de seu nariz deformado. Tonks estava sentada apenas na direita de Moody, apoiando uma
contusão bastante grande em seu nariz. Harry desviou o olhar, culpado.
Várias outras bruxas e feiticeiros estavam sentadas em volta da mesa, todas olhando para Harry com uma mistura de
interesse e apreensão. McGonagall e Snape estavam sentados em ambos os lados de Dumbledore. Harry rapidamente
olhou para Snape, a lembrança do que ele tinha feito para ele apenas um dia antes estava fresco em sua
mente. Dumbledore olhava para Harry com tranquilidade serena. Como se ele simplesmente tivesse ido visitá-lo.
Harry olhou diretamente para ele, sua máscara sem expressão no lugar.
Moody parecia estar pronto para explodir. Ele balançou a cabeça, fazendo seu cabelo terrível flail em torno de seu rosto.
"Oh, vamos fazer muitas perguntar, mas primeiro, você irá tomar isso!" Ele bateu um frasco pequeno na mesa.
- Você coleciona essas coisas? - perguntou Moody. "Parece que você tem uma fonte sem fim de Vertiserum."
A única resposta de Moody foi empurrar o frasco para perto de Harry. Antes que Harry pudesse dizer mais, Sirius pegou o
frasco.
"Ele não vai tomar isso." Ele disse, jogando o frasco da poção da verdade longe.
"Não podemos confiar no que ele tem a dizer sem a poção." Moody sibilou para ele.
"Você não pode, talvez, mas o resto pode." Sirius olhou ao redor da sala para os outros membros. - Se alguém de
vocês não acredita, Harry não vai ser interrogado. Sirius disse com firmeza.
"Nós não pedimos a todos vocês para vir aqui para que você possa tratar Harry como um criminoso", acrescentou
Remus.
- Mas precisamos de provas de que ele está dizendo a verdade. Um bruxo com um chapéu roxo alto disse.
"Ele nos deu provas, nós dissemos que conversamos com James, se você não acredita que Harry está dizendo a
verdade, então isso significa que você não acredita em nós também". Sirius resmungou de volta.
Harry ficou calado, ouvindo os melhores amigos de seu pai lutarem por ele. Os membros discutiam entre si, alguns
levando Sirius 'lado como o Weasleys e outros exigindo questionamento sob Vertiserum. Finalmente Dumbledore
ergueu a mão, acalmando a sala.
"Harry," todos olharam surpresos para Dumbledore, incluindo Harry. Dumbledore inclinou ligeiramente a cabeça. "Eu
sei e acredito que você é Harry Potter, eu testei sua aura várias vezes em Hogwarts. Eu sei que você está dizendo a
verdade."
Harry ficou surpreso, mas ele o escondeu bem. Ele cruzou os braços sobre o peito e se inclinou para trás, olhando
para Dumbledore.
"Se você acredita em mim, então por que você convocou esta reunião?" ele perguntou.
- Era importante. Dumbledore respondeu. "Eu queria que todos soubessem a verdade sobre você."
Harry sentiu que seu coração sentia falta de várias batidas, mas ele manteve uma máscara inexpressiva. Ele sorriu tão
inocentemente quanto pôde.
Harry soltou um suspiro mental quando percebeu que Dumbledore não sabia nada sobre ele. Ele estava apenas
pedindo que Harry compartilhasse seus eventos de vida com eles.
O resto do quarto estava observando os dois conversando em completo silêncio. Mesmo Moody tinha se sentado,
agora que Dumbledore confirmou que ele acreditava que o garoto antes deles era realmente Harry Potter.
"O que você quer saber?" Harry perguntou, ainda segurando sua máscara de indiferença.
- Acho que se começarmos desde o começo - disse Dumbledore. Seus olhos fixos no de Harry quando ele perguntou,
"Estou certo de que você aprendeu os eventos que aconteceram neste mundo, catorze anos atrás?"
A máscara de Harry deslizou então e por um momento, sua raiva era visível.
"Como Remus e Sirius disseram, eles falaram com James na noite passada, então é correto supor que esses eventos não
aconteceram em seu mundo." Seus olhos enfiaram-se em Harry quando ele fez a próxima pergunta. "O que aconteceu
naquela noite de Halloween? Que mudança foi essa que modificou a história e salvou a vida de James e Lily?"
"Ele nunca os encontrou," Harry respondeu. "Voldemort nunca ficou sabendo da nossa localização."
Os ocupantes da sala se eriçaram quando o nome do Senhor das Trevas foi falado, mas essa foi a única reação. Eles
ficaram em silêncio e esperaram para aprender mais.
Os punhos de Harry estavam apertados sob a mesa. Com grande esforço ele falou, sua voz tremendo apenas
ligeiramente.
"Não," ele disse olhando diretamente nos olhos de Dumbledore. - Ele não o fez.
As palavras foram forçadas a sair com tanta dificuldade, que Harry estava certo de que ninguém iria acreditar nele. Mas
ninguém parecia ter notado como eles compartilhado sorrisos e parece de alívio com o outro. Dumbledore também
compartilhou um olhar, mas o dele não era de alívio. Ele olhou para a direita, para Snape e ambos os magos pareciam se
comunicar sem palavras. Snape desviou o olhar, um vinco na testa.
- Voldemort não tentou chegar até você por outros meios? - perguntou Dumbledore, seu tom mudando um pouco.
- Por que ele iria? Harry perguntou, dirigindo toda sua raiva em sua voz. - O que ele poderia querer de mim?
Harry sabia que Dumbledore não mencionaria a Profecia, não agora mesmo. Ele manteve seu olhar fixo com o Diretor,
mas o bruxo de cabelo prateado não desistiu. Em vez disso, ele fez outra pergunta. Um que Harry achou difícil de
responder.
Harry desviou o olhar, os punhos apertados tão forte sob a mesa que ele tinha certeza que suas unhas haviam cortado
em suas palmas.
Remus olhava cuidadosamente para Harry, observando a maneira como seus olhos pareciam arder de raiva diante da
menção do nome de Voldemort. Era uma raiva diferente daquele que seu Harry costumava mostrar quando falava sobre
seu inimigo. Esse Harry parecia mais enfurecido ao discutir Voldemort, ou era a menção da morte do bruxo negro que
causou a centelha de raiva nele?
"Se eu entendi você corretamente, é correto assumir que em seu mundo, Voldemort nunca caiu." - perguntou
Dumbledore. "Ele nunca chegou a Godric's Hollow naquela noite de Halloween, ele nunca matou James e Lily e assim
sua maldição de morte apontada para você nunca se recuperou e bateu nele". Ele olhou Harry com cuidado, mas sua
máscara inexpressiva estava de volta no lugar. Dumbledore se inclinou para trás com um suspiro. "Eu só posso
imaginar o quanto seu poder deve ter crescido. Teve ter sido uma batalha excepcional para derrotá-lo."
- Como você viajou para essa dimensão? Kingsley perguntou, mudando de assunto.
"Eu achei isso ... estava perdido por ai." ele respondeu.
"Lixo!" Moody sibilou, falhando uma vez mais em reinar em seu temperamento.
"O Kayanat é um artefato poderoso, extraordinário que você em seus devaneios mais selvagens não poderia esperar
para ativar!" - ele sibilou.
"Oh, não fui eu quem a ativou." Harry sorriu abertamente. – foi o meu irmão mais novo.
Moody estava apto a explodir de raiva. Sua mão tremia com o esforço de não alcançar sua varinha. Seus olhos, mágicos
e normais, estavam fixos em Harry com tal escrutínio; Era como se ele estivesse tentando perfurar um buraco nele.
"Você tem um irmão?" Tonks perguntou, parecendo cada vez mais relaxado agora.
"Damien," Sirius disse, um sorriso em seu rosto magro. "Nós ouvimos sua voz ontem." Ele disse para todos.
"Eu tenho uma pergunta que eu gostaria de perguntar." McGonagall disse, ignorando Sirius. "Por que você chegou a
essa dimensão?"
"Nunca tive a intenção, como eu disse antes, meu irmão ativou o Kayanat, e nós dois acabamos nesta dimensão. Nós
fomos transportados diretamente dentro de Privet Drive, onde conhecemos o Harry deste universo". Harry explicou,
muito mais à vontade agora. "Nós compartilhamos histórias de vida e depois de ouvir sobre o que aconteceu com ele eu
pensei que seria bom para ele ir ao meu mundo e conhecer seus pais."
Os ocupantes da sala estavam todos quietos. Molly olhou com lágrimas. Mesmo Moody estava achando difícil escolher
uma briga neste momento.
"Era apenas suposto ser por alguns dias, mas então a bússola não funcionou, então estávamos presos em cada um dos
outros mundos." Harry terminou.
Snape soltou um som que estava muito perto de um bufo. Era o único som que fizera desde que Harry chegou à sala.
Harry o ignorou.
- Está em processo de investigação. Harry disse a ela. "Disseram-me que deveria ser resolvido em breve."
"Você deveria ter vindo ao Professor Dumbledore no momento em que percebeu que estaria aqui por mais tempo do
que o esperado." McGonagall disse em sua estrita voz habitual.
McGonagall parecia perdida por palavras. Ela olhou para Harry com os olhos arregalados antes de se virar para olhar
para Dumbledore.
"Por que eu deveria contar a alguém? Eu vim neste mundo em meus próprios termos, eu vou deixar em meus próprios
termos." Harry disse com um leve olhar discreto na direção de Dumbledore.
Se Dumbledore viu a expressão de Harry, ele não mostrou. Ele continuou perguntando a Harry várias perguntas, todas
as quais Harry respondeu com meias verdades. Finalmente, Dumbledore pareceu terminar sua entrevista.
"Eu acho que seria benéfico para você voltar para Hogwarts hoje. É melhor se todos continuam a acreditar que você é o
Harry pertencente a este universo." Ele se levantou de seu assento, levando todos os outros, exceto Harry, a ficarem
também. "Uma palavra", ele começou, olhando para Harry. "Tente manter o foco longe de si mesmo. Se a verdade sobre
sua troca for revelado que iria causar problemas para você e para o Harry pertencente a este universo".
Harry sabia disso muito mesmo. Era por isso que ele havia se esforçado tanto para impedir que Dumbledore soubesse a
verdade. Seria quase impossível para o outro Harry voltar a uma vida normal uma vez que ele voltasse a este universo,
se o mundo bruxo soubesse que ele tinha visitado outra dimensão. Até onde Harry sabia, eles eram os únicos a trocar
as dimensões e a sobreviver por tanto tempo.
Ele balançou a cabeça para Dumbledore. Assim como Dumbledore se virou da mesa, Arthur falou atrás dele.
Todo mundo parou e observou como Arthur deu alguns passos mais perto de Harry. Ele abriu a boca para fazer a
pergunta, mas pareceu perder as palavras. Ele fechou a boca antes de tentar novamente.
- Seu Patrono? Ele perguntou, seus olhos procurando o rosto de Harry. "Foi o mesmo, foi aquele que levou Moody e
Kingsley para mim naquela noite ... no Ministério, Moody e Kingsley reconheceram." Harry não respondeu, mas sentiu
seu coração acelerar de repente. Ele não queria essa conversa, não aqui pelo menos. "Foi você", disse Arthur, as
palavras mais de uma declaração do que uma pergunta. "Você foi quem mandou aquele Patrono para buscar ajuda,
você salvou minha vida."
Harry não respondeu, desejando que o homem de cabelos lidos esperasse até que estivessem sozinhos para fazer
suas perguntas.
"Como você chegou ao Ministério naquela noite?" Perguntou Moody, suas suspeitas revividas por Arthur. - Você estava
em Hogwarts, não estava?
Harry olhou para Remus e Sirius, ambos pareciam tão curiosos como o resto dos membros da Ordem. Ele
propositadamente não olhou para Dumbledore.
"Eu não sabia sobre o ataque." Harry começou. "Foi o outro Harry que soube disso, ele me ligou e me disse que tinha
visto o ataque ao Sr. Weasley".
A curiosidade na sala foi repentinamente substituída pelo pânico. As expressões de todos traíam o horror que sentiam
por suas palavras. Dumbledore estava dando a Harry toda a sua atenção novamente.
"Eu não sei." Harry encolheu os ombros. "Ele me ligou e me disse que ele teve uma visão, ele viu um ataque de cobra ao
Sr. Weasley. Ele descreveu o lugar que ele viu o Sr. Weasley cair e eu sabia que era o Ministério da Magia. Eu decidi ir e
checar.
"Como você conseguiu chegar de Hogwarts a Londres tão rapidamente?" Kingsley perguntou.
- Eu usei um Thestral. Harry respondeu simplesmente. "Eu os vi em Hogwarts e usei um para voar para Londres."
Harry mentiu.
- Você voou para Londres? - McGonagall perguntou, num tom claramente descrente.
"Porque você fez isso?" Perguntou Moody. "Você poderia ter ido para Dumbledore e contado o que aconteceu."
- E como eu deveria explicar isso? Harry perguntou de volta. "Eu não vi a visão, só sabia o que Harry me disse, não
tinha informação suficiente ..."
"Então você decidiu voar para o Ministério da Magia no meio da noite em um Thestral, achou que era uma idéia
melhor?" McGonagall perguntou, suas narinas queimando como costumavam fazer quando ficou louca.
O quarto se acalmou. Moody e McGonagall estavam olhando para Harry. Tonks parecia um pouco incerta sobre como
ela deveria agir, enquanto Arthur e Molly estavam sorrindo para ele. Finalmente, Dumbledore quebrou o silêncio.
"Está na hora de voltar para Hogwarts", disse ele aos dois professores. Ele olhou para Harry e se dirigiu a ele. - Sr.
Potter, gostaria de vê-lo de volta a Hogwarts esta manhã.
"Remus, posso pedir-lhe para acompanhar Potter e trazê-lo para o castelo por aparição?"
"Claro."
"Bem, é isso, senhoras e senhores." Seus olhos se encontraram com Harry uma vez mais antes que ele se dirigisse
para a porta. McGonagall e Snape o seguiram.
Harry sentiu a necessidade de desviar o olhar quando Snape passou por ele. O homem não tinha dito uma única
palavra a Harry durante a reunião e por alguma razão que incomodou Harry mais do que ele pensou que faria.
Ele os viu sair do quarto, seguido pelos outros membros da Ordem. Ele se virou para ver Molly aproximando-se dele. Ela
parou diante de Harry, seus olhos já estavam cheios de lágrimas. Antes que Harry pudesse dizer uma palavra, ela o
envolveu em um de seus abraços maternos. Ela o abraçou com força, suas lágrimas caindo em suas bochechas enquanto
ela soluçava.
"Obrigado!" ela sussurrou. Ela soltou-o e olhou em seu rosto. "Pelo que você fez por Arthur, eu não sei o que faria se
você não tivesse ..." Ela fechou os olhos, derramando mais lágrimas pelo seu rosto. Ela fungou alto antes de abrir os
olhos novamente. "E obrigado pelo que você fez por Harry, por ele poder conhecer seus pais ... é tão maravilhoso! Você
fez uma coisa notável."
Ela deixou o quarto depois disso, fungando alto e segurando o braço de Arthur.
Xxx
A maior parte do café da manhã terminou quando Harry chegou a Hogwarts. Ele visitou seu dormitório vazio para ver
que suas coisas tinham sido devolvidas. Seu baú estava sentado no fundo de sua cama, parecendo que nunca tinha
sido movido de seu lugar. Harry rapidamente tirou um conjunto limpo de vestes escolares e mudou antes de ir para o
Grande Salão.
Ele atravessou as portas, assim como a maioria dos estudantes estava se levantando para começar a fazer o caminho
para suas primeiras classes do dia. Os alunos pararam em suas trilhas enquanto Harry entrava no corredor. Durante os
primeiros segundos, nada aconteceu. Um estranho silêncio se espalhou pelo corredor, trazendo a atenção de todos para
Harry. Os Professores olharam para cima também para identificar o adolescente de cabelos escuros de pé às portas. A
maioria parecia surpresa, mas nenhuma era mais do que a professora Umbridge. Seus olhos estavam arregalados e
grudados a Harry, seu cabelo pardo parecia ficar na borda apenas olhando para ele.
O olhar de Harry examinou o salão, descansando sobre os dois rostos ansiosos de Ron e Hermione. Ele caminhou em
direção a eles, ignorando a maneira como seus passos ecoavam horrivelmente alto no salão cheio. Chegou à mesa da
Grifinória e sentou-se no seu lugar de costume, em frente aos seus dois amigos. Parecia que era tudo o que precisava
para que o silêncio se rompesse e o salão estava novamente cheio de sussurros e murmúrios, embora agora fossem
sussurros animados.
"Isso foi rápido", Hermione silenciou em tom baixo. - Pensei que levaria mais tempo para você ... voltar.
Harry olhou ao redor dele para ver a maioria de seus companheiros de casa olhando para ele.
Foi tão bem como no instante seguinte Harry se viu cercado por vários Grifinórios.
"Fico feliz em ver você de volta, Harry!" Dean disse com um largo sorriso.
"Eu ouvi que você estava muito ferido, como você foi descarregada tão rapidamente?" Um menino de quarto ano
perguntou.
"Eu só queria dizer o quão corajoso eu pensei que você foi, lutando com os cães do inferno!" Uma menina de terceiro
ano, com um longo rabo de cavalo, disse.
Harry respondeu de volta com um aceno de cabeça em todos eles. Descobriu-se que não eram apenas os Gryffindors que
tinham bons desejos para ele. Assim que Harry se levantou para assistir a sua primeira aula, vários alunos de Ravenclaw
e Hufflepuff se aproximaram dele, parabenizando-o por vencer os monstruosos Hellhounds e fazer uma rápida
recuperação em St Mungos. Os únicos estudantes que não se aproximavam de Harry eram os Sonserinos. Eles apenas
passaram por Harry, escolhendo nem mesmo olhar para ele.
Harry no entanto nunca notou os Sonserinos desde que ele estava distraído com o resto do corpo estudantil. Ele não
sabia o que dizer a eles e assim se contentou em dar-lhes uma resposta redigida. Ele se apressou para chegar à
primeira classe, Charms, com Ron e Hermione correndo junto com ele.
"Harry!"
Harry parou na voz e se virou. Ele sorriu ao ver a menina de cabelos vermelhos correndo para alcançá-lo. Levemente
sem fôlego, Ginny veio parar diante de Harry.
"Como você está?" Ela perguntou, seus olhos castanhos se entrecerraram em preocupação.
"Eu estou bem," Harry respondeu ainda sorrindo. "Nada está errado comigo."
"Bom", ela respondeu simplesmente. "Eu ... estávamos preocupados." Ela mudou suas palavras rapidamente.
"Professor Dumbledore disse que você estava ferido e ..."
"E rumores começaram que só exagerou tudo." Harry terminou. Ele sorriu para ela novamente. "Não se preocupe, eu
estou perfeitamente bem."
Ginny deslocou sua bolsa de livros em seu ombro e olhou para longe dos olhos de Harry, um rubor aparecendo em
suas bochechas.
"Ok, bem. Eu ... Eu tenho que ir para a aula assim ... Eu vou te vejo mais tarde."
Harry assentiu para ela e viu como ela se virou e começou a fazer o seu caminho para o outro lado do corredor. Ele se
virou para ver Ron e Hermione olhando para ele.
"Por que com Ginny começa uma conversa cheia quando os outros obtêm somente movimentos de cabeça?"
Hermione perguntou.
"Talvez seja porque eu não me importo de ela perguntar tanto." ele respondeu.
Ron e Hermione compartilharam um olhar surpreso. Hermione se virou para olhar para Harry, um olhar suspeito
enchendo seus olhos.
Xxx
Foi durante a pausa da manhã que Harry teve a chance de conversar com Rony e Hermione. O trio correu para a Sala
de Requisitos, então eles teriam privacidade para conversar.
Harry passou os eventos de encontro com Remus e Sirius ontem à noite para a reunião da Ordem esta manhã. Rony e
Hermione escutaram atentamente, sem interromper nada. Harry repetiu os detalhes que tinha dado aos membros da
Ordem, então os dois Grifinórios sabiam exatamente o que ele estava escondendo.
"Você não lhes falou sobre ... sobre Você-Sabe-Quem?" Ron perguntou.
"Eu nunca planejava dizer a eles ... essa ... parte", ele se moveu desconfortavelmente. "Só complicaria as coisas e,
além disso, tiveram tempo suficiente para me acreditar como era, se eu lhes dissesse a verdade sobre quem me
criou, isso só causaria problemas". Harry sacudiu a cabeça. - É melhor assim.
- Você acha que o professor Dumbledore se contentará com isso? Ron perguntou ceticamente.
"Ele vai ter que," Harry respondeu. - Além disso, acho que ele pode estar distraído por um tempo. Ele disse com um
pequeno sorriso.
Xxx
Hermione e Ron descobriram em breve o que Harry queria dizer. No dia seguinte, a escola estava fofocando sobre o
problema que Dumbledore estava com o Ministério. O ataque dos Hellhounds em Hogwarts era suficiente para justificar
uma reunião entre o Diretor, o Ministro e o conselho escolar. Mas foi o que aconteceu durante o ataque que aterrou
Dumbledore em graves problemas.
A revelação do grupo de defesa secreta composto de vinte estudantes mais que comprometeu sua segurança e saúde
enquanto lutando contra os ferozes Hellhounds, tinha jogado os membros da diretoria da escola e o Ministro em um
frenesi irritado. Eles exigiram que o diretor se responsabilizasse pelo incidente e explicou como esse grupo foi criado em
primeiro lugar.
Escusado será dizer que os membros da DA foram mais do que chateado em aprender como suas ações estavam
afetando seu diretor. Ninguém estava tão chateado quanto Hermione Granger, como ela tomou o crédito para a criação
do DA.
"É tudo culpa minha." Ela gemeu. "Eu deveria ter deixado as coisas como estavam."
"Nós não poderíamos não," Ron argumentou. "Precisávamos fazer algo. Umbridge estava nos incapacitando!"
"Eu não deveria ter feito isso, especialmente depois que o decreto entrou, proibindo todos os grupos. Isso só fez a
situação pior. Ministro Fudge está culpando Professor Dumbledore por intencionalmente permitir que o DA para formar e
continuar apesar da proibição.
"O que os faz pensar que o professor Dumbledore sabia sobre o DA?" Ron perguntou.
Sentado ao lado deles, o rosto enterrado atrás de um livro, Harry sorriu. As coisas haviam funcionado melhor do que ele
poderia ter imaginado. Ele sabia quando o nome da "DA" foi sugerido que agiria como uma espada dupla. Tanto a
reputação de Dumbledore quanto o orgulho de Fudge ficaram feridos pelo nome.
"O professor Dumbledore não pode dizer que ele não tinha conhecimento sobre isso? Quer dizer, podemos
testemunhar ..." Ron começou.
- Ele fez o oposto. Hermione disse miseravelmente. "Ele assumiu toda a responsabilidade pela promotoria, alegando que
foi ideia sua."
Hermione e Ron olhou para Harry, surpreso que ele estava se juntando à conversa.
"Ouvi o professor Sprout dizer ao professor Flitwick que ficaram chocados com o professor Dumbledore, que até mesmo
o pessoal está começando a pensar mal por supostamente usar os alunos contra o ministro e seu ministério aprovou
cursos".
"Há uma investigação sobre o professor Dumbledore, inspecionando sua capacidade de executar Hogwarts."
Hermione olhou para Harry e Ron. - Por causa do promotor, o professor Dumbledore pode ser substituído.
Xxx
Dumbledore estava ao lado da janela, observando o céu girar do rosa do pôr-do-sol para o azul escuro do crepúsculo.
Ficou em completo silêncio, com as mãos bem escondidas atrás dele. Seus olhos estavam sem piscar, expressão de
calma.
- Albus?
A voz quebrou seu transe. Suspirando, o bruxo de cabelo prateado se virou da janela para encarar a única outra pessoa
na sala. Snape estava de pé perto da mesa, com a sobrancelha franzida.
"Por que não? Você sabe com quem ele esteve em contato?!"
"Eu sei, mas ainda, eu não posso transformá-lo dentro." Dumbledore respondeu.
Snape apertou a ponte de seu nariz enganchado, deixando sua respiração sibilar atrás de seus dentes cerrados.
"Albus, seja razoável. Você sabe que ele estava mentindo hoje ..."
- Tenho que discordar - interrompeu Dumbledore. "Eu não acho que ele estava mentindo, ele era apenas ... reteve
informações". Ele corrigiu.
"Não há nada a ganhar com o confronto dele. Eu tenho fé nele, ele virá em torno de si mesmo." Dumbledore
respondeu.
- Você tem fé nele? Snape perguntou, incrédulo. "Esse garoto não é o Harry Potter, você sabe! Ele é de outra dimensão,
um mundo diferente! Albus, não sabemos nada sobre ele. Falar com ele hoje não nos deu nenhuma resposta. Suas
explicações não esclareceram por que ele decidiu fazer a troca, o que ele ganharia com isso? Por que é que mesmo que
ele nunca tinha sido atingido pela maldição da morte ele tem a cicatriz de maldição em sua testa? " Snape perguntou com
crescente raiva. "Ele não explicou por que ele veio aqui, por que ele não jogou limpo sobre o sua troca de dimensão, por
que ele foi ao encontro do Lorde das Trevas, Por que ele foi abordado como 'filho' pelo Senhor das Trevas e por que ele
tem Nagini como Seu Patronus! " Snape estava respirando com dificuldade até o fim, seus olhos de ônix arregalados e
cheios de raiva. "Ele não forneceu nenhuma resposta, Albus e isso deve ser o suficiente de um aviso."
Dumbledore inclinou a cabeça, franzindo a testa. Aproximou-se de sua mesa, passando por Snape, mas não
encontrando os olhos. Ele se sentou, fazendo um gesto para que Snape fizesse o mesmo.
"Eu compartilho de suas preocupações, Severus, eu também, quero respostas, mas eu reconheço a necessidade de
esperar por elas. Este Harry é imprevisível. Confrontar ele, ou como você sugeriu, informar a Ordem de seu encontro
com Voldemort, não vai fazer qualquer coisa, a não ser afastá-lo, preciso dele aqui, em Hogwarts. "
- Diga o que quiser, Severus - respondeu Dumbledore. "Mas por enquanto, ele fica em Hogwarts, seguro e protegido."
- E Fudge e a diretoria da escola, o que você vai fazer a respeito deles? ele perguntou.
"Nada, se eles querem me investigar, eles são bem-vindos para fazer isso. É melhor que eles se concentrem em mim e
não em Harry." Dumbledore respondeu.
sentiu o assunto fechado. Ele suspirou profundamente antes de olhar para ele. "O que
"Você continua a fazer o que discutimos antes." Dumbledore disse. "O motivo ainda é o mesmo, temos de saber tanto
sobre ele quanto possível, mas sem afastá-lo". Ele olhou para o professor de cabelos gordurosos, segurando seu olhar.
"Quando você tiver a oportunidade certa, lance Legiminencia e descubra tudo o que puder."
Snape balançou a cabeça. Quando o Diretor lhe contou seu plano, meses atrás, para saber por que Harry estava agindo
tão estranho ao executar Legiminencia, Snape pensou que valia a pena tentar. Ele duvidava que o garoto tivesse alguma
habilidade para proteger sua mente. Ele planejou pegá-lo desprevenido durante uma aula, mas até agora ele nunca teve a
oportunidade certa. Ele nunca poderia pegar Harry olhando para longe de seu caldeirão durante o tempo de aula. No
entanto, agora que ele sabia que o menino era uma forma alternativa de seu aluno mais irritante, ele tinha preocupações.
"Você acha que alguns segundos de Legiminencia nos darão respostas suficientes? Não é provável que uma ou duas
lembranças nos dê respostas suficientes. Sem saber nada sobre sua vida, como entenderemos alguma de suas
memórias?" Snape perguntou. Ele
"Tudo o que precisamos é de respostas-chave." Dumbledore respondeu. "Se você procurar Voldemort quando você
sonda sua mente, você encontrará as respostas mais importantes."
"Você já tem uma idéia do que eu vou encontrar em suas memórias, não é?" ele perguntou.
- Tenho uma presunção. Dumbledore admitiu. "Mas depois de vê-lo por tanto tempo, posso confirmar que o menino
não é um inimigo, ele salvou a vida de Sirius, assim como a vida de Arthur".
"Isso é outra coisa," Snape começou, mais uma vez furioso. "Você não acredita em sua história sobre montar em um
Thestral para chegar ao Ministério, não é?"
Xxx
Neville correu pelo corredor, cuidadosamente equilibrando os livros e revistas em seus braços. Ele deveria saber que
não devia tirar tantos livros ao mesmo tempo. Ele repreendeu-se por ficar sobre sua cabeça, novamente. Ele evitou os
outros alunos, resmungando "desculpa" e "desculpe-me por favor" para obter um caminho claro para a biblioteca.
Passou por um grupo de Sonserinos de terceiro ano, rindo, que estavam apontando para ele e zombando. De repente,
ele sentiu um forte empurrão na parte inferior de suas costas e ele caiu, cara primeiro, para o corredor. A pilha de livros e
revistas voou de suas mãos e aterrissou em torno dele em uma confusão espalhada. Alguns dos livros eram velhos e não
podiam suportar a queda. As páginas caíram das ligações fracas.
Gemendo, Neville sentou-se, esfregando seu nariz doloroso. O som dos Slytherins rindo soou alto atrás dele. Neville
não olhou para eles. Face crescendo rapidamente vermelho, Neville começou a coletar seus livros, gemendo para si
mesmo sobre os livros danificados.
Um par de pernas parou diante dele, parando-o no processo de coletar os livros. Neville levantou os olhos e viu Harry
olhando para ele.
"Neville," ele retornou. Ele olhou em volta e voltou para Neville. - Sonserinos de novo? ele perguntou.
"Sim," Neville disse, sentando-se de joelhos, empilhando os livros no chão. "Tudo bem, porém, não há muito dano
desta vez. Eles nem sequer me machucaram, apenas me empurraram."
- Vou ter que pagar por isso. Ele suspirou. - Madame Pince vai me comer vivo. Ele estremeceu.
Ele acenou com a mão nos livros, fazendo com que todos saltasse no ar e flutuassem diante dele, empilhados
perfeitamente. Neville ficou boquiaberto ao ver.
Harry não respondeu, uma vez que, na medida em que ele estava preocupado, ele realizando a magia era resposta
suficiente se ele pudesse fazê-lo ou não.
"Vamos." - repetiu, andando em direção a uma sala de aula vazia. Neville se apressou atrás dele, observando com
admiração enquanto os livros empilhados flutuavam atrás deles.
Xxx
- Por que você aguenta isso? Harry perguntou. "Tudo o que precisaria era de um poderoso feitiço e os sonserinos o
deixariam em paz".
"Isso é apenas a coisa, seria preciso um poderoso hex para fazê-los recuar, eu não posso fazer isso." Neville
respondeu. "Eu não posso nem fazer o que você está fazendo agora." Ele gesticulou para Harry e o livro reparado em
suas mãos.
Harry colocou o livro e pegou o último dos danificados de Neville. Ele colocou a mão sobre a espinha do livro e
murmurou o feitiço para enfiar as páginas no lugar.
"Isso não é realmente chamado de feitiço poderoso." Harry disse, entregando-lhe o livro recém-reparado.
"Exatamente, e eu não posso mesmo controlar isso." Neville admitiu.
Harry observou o rapaz de rosto vermelho sentado diante dele. Era quase impossível ligar este rapaz ao Neville em seu
mundo. Isso o irritava muito mais, mas era capaz de resistir.
"O que você estava fazendo com todos esses livros de qualquer maneira?" Harry perguntou, mudando de assunto.
"Eu os havia levado para o meu projeto Herbology." Neville explicou. "Professor Sprout tinha dito que se alguém
conseguisse um ensaio de seis páginas em vez de três, ela iria oferecer-lhes uma distinção."
"Patético, eu sei, mas eu pensei que eu poderia administrar um ensaio de seis páginas, especialmente desde que ele está
em The Effective Maturing of Screechsnaps e seus Doze Usos em ... Neville parou quando Harry levantou a mão.
"O que você está planejando fazer depois de devolver os livros?" Harry perguntou.
- Hum, nada, por quê? Neville perguntou, reunindo os livros empilhados mais uma vez.
"Eu estava pensando que poderíamos começar suas lições." Harry respondeu.
"Eu pensei que não íamos seguir em frente com aqueles, vendo como o DA não está mais correndo." Ele disse.
- Essa não foi minha decisão. Harry disse. "Eu estava disposto a continuar."
- É melhor que não tenhamos - respondeu Neville. "Eu não quero que o Professor Dumbledore entre em mais
problemas."
Harry mal conseguiu parar de rolar os olhos. Ele não tinha idéia de que os estudantes de DA estariam tão culpados
pelo problema que Dumbledore estava sofrendo, que decidiriam acabar com o DA.
"Bem, você quer as aulas ou não?" Ele perguntou, deixando seu tom irado sair.
"Se você não quer aprender, tudo bem." Harry disse, largando o último livro reparado na pilha de livros e indo em
direção à porta.
"Harry, espere."
"Eu quero aprender." Neville disse. "Mas eu não quero causar mais problemas, especialmente para o Professor
Dumbledore."
"Então, eu acho que estamos de volta na Sala de Requisito?" Ele perguntou, pegando os livros flutuantes.
Harry sorriu.
Xxx
Neville estava sem fôlego quando ele se juntou a Harry na beira da Floresta Proibida. Ele tinha ido para a biblioteca e
devolvido seus livros e, em seguida, caiu sua bolsa em seu dormitório antes de se encontrar com Harry.
Sem dizer uma palavra, Harry se virou e começou a caminhar na floresta. Confuso, Neville seguiu olhando para o
castelo. Ele andou atrás de Harry, crescendo cada vez mais temeroso como eles pareciam estar indo mais fundo na
floresta escura e assustadora.
Harry não respondeu, mas continuou liderando o caminho, mais e mais fundo na floresta. Neville o seguiu, horrivelmente
consciente da crescente escuridão que os pressionava. Finalmente, depois do que parecia ser uma hora de caminhada,
Harry parou. Neville o alcançou, espiando os arredores. Ele nunca esteve tão longe na Floresta Proibida. As árvores eram
tão grossas aqui, não havia caminho disponível para caminhar. O lugar parecia um beco sem saída.
Harry virou-se para encarar Neville, que olhou para ele, inseguro de por que eles tinham vindo aqui. Sem dizer uma
palavra, Harry segurou o braço de Neville.
Se Harry respondeu, Neville nunca ouviu, desde o instante seguinte, sentiu uma pressão estranha crescer em seus
ouvidos, ensurdecê-lo. Ele sentiu a pressão se espalhar por todo o corpo, fazendo-o sentir como se estivesse sendo
espremido por um tubo estreito. Ele fechou os olhos em reflexo, seu grito de surpresa não foi capaz de deixar seu
corpo.
A pressão levantou-se e desapareceu, tão rapidamente e de repente como veio. Neville ofegou, piscando os olhos
rapidamente e respirando fundo. Ele podia ouvir Harry rindo assim que suas orelhas estalavam.
Neville abriu a boca para responder, mas parou quando viu onde estavam. Estavam em pé numa grande clareira; Árvores
altas e arbustos cercaram a área. Já estava anoitecendo, mas ainda havia luz suficiente para Neville ver as montanhas
distantes se erguendo orgulhosamente diante deles. Ele não podia ver nenhum sinal de vida ao seu redor, nem casas,
nem prédios, nem estradas ou caminhos.
- O mais longe possível de Hogwarts. Harry respondeu, caminhando para admirar a vista.
Neville se ergueu para olhar para Harry, com a boca aberta em estado de choque. "Você?!
"Mas, mas como? Você não pode aparatar, não sem uma licença e ... e você ainda não tem idade!"
"Dumbledore puxou algumas cordas, assim que eu consegui minha licença mais cedo."
"Dumbledore fez acontecer." Harry encolheu os ombros. "Ele argumentou que eu estava em risco, o que com Voldemort
de volta e atrás de mim", ele viu a maneira Neville recuou com o nome. "Então um teste foi organizado e eu passei."
"Você provavelmente não deve mencionar isso a ninguém," Harry continuou. "Como você disse, eu não sou
tecnicamente autorizado a ter uma licença de aparição, poderia causar mais problemas para o diretor."
Xxx
As semanas passavam, o tempo ficando cada vez mais úmido e frio. Fevereiro trouxe com ele a chuva. Mesmo assim,
Harry continuou suas aulas particulares com Neville.
Quatro vezes na semana, Harry combinou encontrar Neville na Floresta Proibida. Desconhecido para Neville, o local
onde eles se encontravam era a borda das divisões anti-aparição. Harry podia aparatar através das barreiras de
segurança, mas Neville não podia, então Harry teve que se encontrar com ele na beira das alas.
As lições eram intensas e nada como Neville tinha imaginado. Para começar, Harry não o deixou usar sua varinha.
"Você não precisa disso para o que eu vou ensinar você." Harry disse a ele no primeiro dia em que começaram. -
Ponha de lado.
Em resposta, Harry puxou a mão para trás e mandou uma bola de fogo para ele. Com um grito, Neville se afastou,
evitando a bola de fogo.
"Não, Harry!" - gritou Neville, ficando rapidamente de pé, protegendo o rosto com os braços. "O que você está fazendo?!"
Ele demandou.
Harry enviou outra bola de fogo, esta roçou o ombro de Neville, fazendo o garoto gritar de dor.
Harry jogou outra bola de fogo e outra e outra. Neville não podia fazer mais do que se jogar fora do caminho. Suas
mãos e joelhos estavam arranhados e roçados, pequenas linhas de sangue aparecendo.
Depois de uma queda particularmente desagradável, Neville ficou no chão, gemendo com a dor de seu tornozelo
obviamente torcido. Harry disparou outra bola de fogo contra ele. Neville observou enquanto a bola de fogo disparava,
direto em direção ao seu rosto. Ele sabia que não havia jeito de sair do caminho.
Tudo aconteceu tão rápido, Neville ficou um pouco aturdido. Ele sentiu algo se mexer dentro dele, um tipo estranho de
borbulhar em sua cabeça. Ele olhou para a bola de fogo e as palavras só vieram para ele.
"Protego"
A bola de fogo parou a poucos centímetros de distância e estalou, como se fosse uma bolha e não uma bola de fogo.
Atordoado, ele olhou para Harry para vê-lo sorrindo para ele.
"Eu fiz isso?" Ele perguntou, apontando para o local onde a bola de fogo havia desaparecido. - Eu fiz magia sem
varinha mágica?
"Você tem que começar a confiar em seus instintos," Harry explicou. A magia está dentro de você, não a sua varinha ... O
feitiço de proteção funcionou sem varinha, porque seu instinto fez com que acontecesse, é isso que eu vou ensinar a você,
magia instintiva.
- Você tem muita confiança em mim - disse ele, voltando a ficar a poucos passos de distância. "Não me olhe como um
amigo, não sou Harry Potter, sou uma ameaça, me veja como um."
Daquele dia em diante, Harry ensinou a Neville tudo o que podia sobre como aprimorar sua magia instintiva. O
problema era que Neville não conseguia entender o básico o suficiente.
"Não, Neville, pare com isso!" Harry gritou, na segunda semana de aulas. "Você ainda está gastando muita energia em se
jogar fora do caminho! Fique onde está, lute com sua magia, não me evite!"
"Você é muito rápido!" Neville gemeu, limpando suas palmas enlameadas abaixo suas vestes. "Eu não gosto de me
jogar no chão e fazer cortes em todos os lugares, mas você não me dá tempo suficiente para pensar."
"Essa é a questão!" Harry cuspiu irritado. "Seus instintos são supostos para chutar sem você pensando sobre eles! caso
contrário, Não é instinto." Respirando fundo, Harry tentou novamente. "Olhe, pense em si mesmo como um ... a", ele
olhou em volta e viu as altas montanhas. "... Como uma montanha, não importa quão forte a tempestade atinja, uma
montanha nunca se moverá de seu lugar."
Neville tentou prestar atenção às instruções de Harry, mas ele ainda não conseguiu se manter no caminho das
maldições. O problema, é claro, era a sua falta de confiança. Ele não acreditava em si mesmo.
- Meus instintos me mandam correr. Neville explicou quando ele e Harry voltaram para o castelo uma noite. "Esse é o
problema."
Harry suspirou.
"Mas eu não vou desistir." Harry disse. "Eu não vou parar até que eu convença a você a começar a fazer isso
corretamente."
"Eu estou tentando, eu realmente estou." Neville disse. - Não vou me afastar amanhã. Ele prometeu.
"Bom," Harry disse. "A menos que, naturalmente, sejam as Imperdoáveis, que você estiver enfrentando porque, então,
tudo o que você pode fazer é pular fora do caminho."
Harry sorriu para ele enquanto subiam as escadas para as portas principais.
Ambos os rapazes desapareceram dentro do castelo. A porta principal fechou-se novamente, selando os sons da vida
interior.
Do outro lado do terreno, uma figura camuflada saiu de trás das altas árvores. Certo de que ninguém estava por perto, a
figura correu para a grande árvore, seus galhos balançando descontroladamente no ar. Usando uma vara, o indivíduo
encapuzado bateu um nó perto da parte inferior da árvore. A Arvore parou, permitindo que a pessoa se aproximasse e
usasse a entrada escondida.
A figura chegou ao shacking shrieking, andando rapidamente para o único quarto permitindo um suave brilho de luz. A
figura camuflada entrou para ficar de pé diante do único ocupante da sala.
- Desculpe pai.
Lucius virou-se para encarar seu filho, desaprovação gravada em cada linha de seu rosto.
Draco baixou os olhos, preferindo olhar para o chão que a expressão irada de seu pai.
"Desculpe, pai, mas eu não podia sair na hora. Eles vieram quando eu estava saindo e eu não queria ser visto."
A expressão de Lucius se suavizou um pouco, mas ele não disse nada. Ele se moveu em direção a seu filho, seus
movimentos rápidos e cheios de graça.
Draco ergueu os olhos do chão, seus olhos cinzentos mostrando uma fração do pânico que estava sentindo por
dentro.
"Muito bem, eu darei a notícia a nosso senhor, ele dirá quando você tiver que agir."
Assim que ele estava prestes a virar ele pegou Draco abrindo a boca para fazer uma pergunta. O menino mudou de
idéia, mas o Comensal viu a hesitação e se dirigiu a ela.
Tomando uma chance, Draco falou sobre as preocupações agarrando suas entranhas.
"Não tenho certeza se isso vai funcionar." Ele começou. "E se ele perceber o que eu estou prestes a fazer? E se Harry
me pegar fora?" Ele balançou a cabeça, algumas costas de seu liso cabelo loiro caíram de lugar. - Ele vai me matar,
com certeza. Ele murmurou.
"Foi o seu fracasso em cumprir a sua missão inicial que o desencadeou esta situação." Lucius disse-lhe friamente. - Você
foi instruído, simplesmente, em fazer amizade com Potter, que foi a única razão pela qual você foi informado sobre o
intercâmbio dimensional entre os dois Potters. No entanto, você não conseguiu impressionar esse Potter.
"Mas ele viu através de sua máscara e ele recusou sua oferta de amizade de distância." Lucius sibilou, com decepção
evidente em sua voz. "Esta é a sua missão alternativa, que você vai completar, independentemente de como você se
sente sobre isso."
- Sim, pai.
Lucius deu um passo mais perto, então ele estava se elevando ao longo dos quinze anos de idade.
"Tudo o que temos reside em você completar esta missão. Eu confio que você não precisa ser lembrado disso?"
Lucius estendeu uma mão e deixou que ela tocasse o ombro do rapaz, o mais breve de toque.
"Fique preparado, o Senhor das Trevas enviará sua mensagem em breve. No momento em que ele der ordens, você
terá que segui-las imediatamente e sem falhas."
Draco olhou para os olhos de seu pai, vendo a preocupação oculta e o pânico nele também. Ele engoliu seus próprios
medos e acenou com a cabeça para seu pai.
Ele ia seguir; Ele não iria dar ao Lorde das Trevas uma razão para ficar com raiva. Ele ia lhe dar o que queria. Ele só
esperava que ele evitasse ser morto no processo.
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Summary: Harry gets a chance to see what his life would have been like if Wormtail had betrayed them fully that
Halloween night. He swaps his universe for the cannon universe. Canon compliant up until the fourth book. Book Three of
the Dark Prince Trilogy. H/G AU
*Chapter 36*: Reunions
Disclaimer I do not own Harry Potter and everything recognisable belongs to J K Rowling.
Thank you all so much for your wonderful reviews!! Here's the next chapter. Enjoy!
NOTE: This is the last chapter to be split into two worlds. You'll see why!!
AU World
Damien knocked softly on the door and waited for it to be answered. He heard the footsteps approaching the door before it
was opened. Harry appeared in the doorway. He silently stepped out of the way, allowing Damien to walk inside.
"Hermione's left." Damien informed him as he walked in. "She had to see Professor Dumbledore, to tell him about the
compass. Mum and dad went upstairs with her."
Damien nodded.
"It was my fault. You were right after all, the compass never worked because of me."
"I was being a jerk," he admitted. "I already told you that. You never knew you were affecting the compass. It wasn't your
fault."
Harry lowered his head. It was true he didn't know that he had been stopping the compass from working. Hermione had
explained to him that the compass drew power from all those present at the time of activation. It's a complicated and
extremely powerful device and apparently, it's incredibly sensitive too. Each time it was activated to send Harry back to his
own dimension, it failed to work because Harry didn't want it to work, he didn't want to go back. The Kayanat could pick up
Harry's resistance since, as Hermione explained, it draws its powers from its surrounding and Harry's power was far
superior to Damien's or anyone else that happened to be around the compass. So it did what Harry wanted and not anyone
else.
All the tests she performed on the compass resulted positive. The compass would take Harry back today if that's what he
wanted.
"Did Hermione say when she was bringing the compass over?" Harry asked, trying his best to sound normal.
"She said she would bring it tomorrow." Damien answered, noting Harry's brave attempt to stay emotionless.
The boys lapsed into silence. Both were trying hard to think of what they could say next. Damien kept shooting Harry
awkward looks. At last he spoke up, not able to keep quiet any longer.
"I don't want to go either, as was demonstrated by the compass failing to work." Harry replied. "But, I have to."
"There must be a way for you to stay." Damien said desperately. "A way for Harry and you both to stay here."
"I think you're forgetting that little factor called, Universal Equilibrium Balance." Harry pointed out.
"Who knows if that even exists!?" Damien replied. "For all we know, a bloke bored out of his mind came up with it."
"Damy," Harry said quietly. "I want to stay here, with mum, dad and you. But no matter how much I want it, it doesn't mean
I can have it. I don't belong here, no matter how much I wish I did."
"You don't belong it that world either," Damien said. "How can you? You don't deserve to be away from your parents, from
your family. No one is meant to be alone."
"I'm not alone." Harry stated with a small smile. "I have great friends that are my family. I have Hogwarts, a place I'll always
be welcome and I have these great memories of what my family would have been like. That's more than enough."
Damien didn't have a response to that. He tried to comprehend what Harry was going through right now, to try and
understand what it must feel like to leave behind everything you ever wanted and go back to an empty world. He didn't
know if he really believed what Harry had just said or if it was just a brave show he was putting up in front of him.
He knew that if this was him in Harry's place, he would be breaking up inside at the prospect of going back to a world
where he had no family. No one except an aunt that didn't care for him.
Damien shifted in his seat, eyes lowered to his hands resting in his laps.
"I never understood you," he explained. "Harry kept telling me to get to know you but I never listened to him. Now that I got
to know you, you have to leave and go back." he shook his head. "I kept blaming everything on you, wishing you had never
made the swap with Harry. I was so caught up with missing my brother that I completely ignored the fact that I had my
brother with me the whole time."
Harry was speechless. Damien had never referred to him as his brother before. He thought it felt incredible to have a
mum and dad, but having a brother felt, somehow, even better. He tried to think of a suitable response but his words
failed him.
He idly thought to himself how ironic life was at times. He finally got his complete family, the night before he had to leave
all of them.
xxx
Lily cracked the door open and peeked around it. She could see Harry's form, lying on the bed, fast asleep. She exhaled,
annoyed.
James peeked around the door as well to see Lily was right.
"I really wanted to talk to him today. Can you imagine what he must be feeling?" Lily said, her eyes fixed on the sleeping
boy. "I don't want him to be upset."
James stared at Harry as well, his heart constricting painfully at the thought of this Harry leaving. He missed his son
immensely and a big part of him was ecstatic at finally being able to bring him back. But a part of him was breaking at
the idea of this Harry leaving.
He opened the door further and slipped inside the room, Lily following him.
James approached the sleeping teen, noting he had not changed out of his robes. He was lying on his stomach, still fully
dressed. He had not even removed his shoes. James moved over towards the foot of the bed, intending on taking off the
shoes but his eyes caught sight of something lying next to Harry, half tucked under him. He moved to the other side of
the bed and saw that it was a leather covered book. Harry must have been looking through it and fell asleep.
As carefully as he could, James eased the thick book out from under Harry's stomach, almost waking the boy up. Harry
fidgeted but was in too much of a deep sleep to wake up. Lily shot glares at James, warning him not to wake Harry.
James held the heavy book in his hands, looking over the leather cover. He hadn't seen it before. He flicked open the book
to see what it was. His own face smiled back at him from the pages. James saw numerous pictures of himself and Lily
smiling and waving. There were a few photos of their wedding day, one with Sirius laughing along with him and Lily. He
remembered that day so well.
Lily had come over to see what James was looking at and stood motionless next to him. Her green eyes darted from the
photo album to the sleeping Harry and back again. The last photo was of James, Lily and a baby Harry. Lily felt her heart
skip a few paces. That was one of her favourite photographs. They had found this same photo in Harry's pocket last year.
She reached out and touched the image of the baby Harry, giggling and laughing in his parents arms.
James and Lily looked at each other, both lost for words. They looked back at the sleeping Harry. This was all he had of
his parents, this one book with a handful of photos of them. It was no wonder the compass didn't work in Harry's
presence. It must be heartbreaking for him to leave them and return to his world.
Quietly, James closed the book and placed it on the pillow next to Harry. He reached out and gently touched Harry's head,
letting his palm rest on it for a moment. He pulled the covers over the sleeping boy, while Lily removed his shoes. James
took a hold of Lily's hand and led her out of the room, letting Harry sleep undisturbed.
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Harry tried to keep himself busy, darting to one corner of the room and then the next, picking up various things. He eyed
the trunk lying open on his bed with dismay. What was he supposed to pack? He looked down at the items in his hands.
He didn't own anything here, nothing but his photo album that he brought with him. That was the only thing lying in his
trunk.
He cast a look at the mountain of robes and muggle clothes stacked on his bed. This was the stuff his mum had bought
him when his identity was revealed. But was he supposed to take it with him? He didn't know.
He sat down on the edge of the bed, running a hand through his hair. He didn't want to take anything that wasn't
technically his, even a sock belonging to the other Harry. It was enough that he had forcefully imposed himself on Harry's
family for so long now. The problem was, if he didn't busy himself with packing to return to his world, he didn't have
anything else to do but wait. And the wait was slowly driving him crazy.
He got back on his feet again and started looking around the quarters, trying to work out what he could take with him.
A knock on his door made him almost jump. This was it. Hermione was probably here with the compass, it was time for
him to leave. He walked over and opened the door to find his dad standing alone.
"Morning," James greeted with a smile. "I brought breakfast." He announced, holding up two plates, filled with pancakes.
A bottle of syrup floated next to him.
James stopped at the sight of the trunk and clothes lying on the bed. He didn't say anything and carried on walking
towards the coffee table, setting the plates down. The syrup bottle floated down to rest between the plates.
Harry joined his dad and sat down, picking up his fork but not actually touching the food. He cast an uncomfortable look at
his dad, trying to judge his mood. He looked pretty relaxed and genuinely happy.
"Finish your breakfast, Harry." James said without looking up from his plate.
Harry broke off a bit of his pancake and forced it into his mouth. His appetite was non-existent.
"Did you talk with Professor Dumbledore?" Harry asked swallowing the mouthful.
"Yes." He answered.
"That depends on you." James answered. "The compass won't work unless you want it to."
Harry studied James' expression but there was no underlying annoyance or anger present.
"I thought you would be annoyed at me. It's my fault the compass didn't work." Harry admitted, still surprised at the lack of
blame being directed at him.
"Why would I be annoyed? Because you don't want to leave your family?" James shook his head. "I don't think I can justify
that sort of annoyance." He smiled.
Harry suddenly felt very relieved. His parents weren't going to be mad at him. He picked up another bit of his pancake
and pushed it into his mouth.
"So, when am I leaving?" Harry asked after a few minutes. He knew he would be leaving soon, despite what James had
said about it being his decision. He glanced up at James.
Harry nodded, keeping his eyes on the plate of food. He wanted to ask where his mum and Damien were and if he was
going to have a chance to say goodbye to them, but he couldn't bring himself to ask. He kept his head down and forced
more food into his mouth. James got up and moved towards the messy bed. He peeked into the trunk but didn't make any
move to pick up the album.
Harry chanced another glance at James to see him take out his wand and point it at the robes and clothes. The
garments began folding themselves into neat piles. As Harry watched, James began directing the piles of clothes into
Harry's trunk. Soon all the clothes had been packed inside the trunk.
James closed the lid of the now over stuffed trunk and turned to look at him.
"Ready?" he asked.
Harry nodded and stood up. He felt very sick; it wasn't such a good idea to force himself to eat when his stomach was
feeling so shaky. He walked over to his dad, trying to steady himself for the trip.
"When did Hermione give you the compass?" he asked, a little surprised she had already handed it over.
"She hasn't yet." James said, pulling the trunk off the bed. "She said she'll be over with it tonight."
"Tonight?" Harry asked, stunned. "But I thought….you said I was leaving as soon as breakfast was over?"
"You are," James confirmed. "You are leaving Hogwarts. I didn't say you were going back just yet." He headed towards
the door. "Come on now, Lily is already there waiting for us."
"Where are we going?" Harry asked, completely lost as to what was happening.
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Harry wasn't very fond of side along apparation. It did nothing to soothe his trembling stomach and he nearly fell, face
first, when he landed. Only James's grip on his arm steadied him.
He looked around to see where he was. Straight before him was a small cottage with a red door. A perfectly kept garden
adorned it, with pretty flowerbeds and several hedges. The garden reminded him strongly of his aunt's garden in Privet
Drive. He himself had worked many long hours in that garden, preening the flowers and watering the plants. The
resemblance made him realise where he was and it almost knocked the breath out of him.
He felt James' hand on his back, gently urging him forwards. Harry walked up the driveway, taking in everything he could
about the place that was his first home. In his own world, Godric's Hollow was probably left in ruins. Harry had yet to pay
that place a visit.
James put down Harry's trunk and pulled out a set of keys. It a matter of seconds, Harry found himself walking past the
threshold and into Godric's Hollow.
"Welcome home, Harry." James beamed as he watched the boy walk inside, taking in every detail of the cottage.
James could clearly see how much it meant to Harry to be here in Godric's Hollow. The joy was very visible on his face.
The way his eyes were wide and kept darting all over the place, they held an almost childish innocence that made
James' heart ache. He could see how much this Harry would have loved growing up here.
The door furthest down the hall opened and Lily walked out, her red hair framing her smiling face.
"Finally, you're here!" she greeted. "I've been waiting for ages."
"Who told you to leave at six in the morning?" James teased as he kissed her on the cheek.
"There was a lot to do." She explained. "You would have thought the weekly visits by our house elves would keep this
place in shape." She muttered.
"That was me," Lily explained. "I've been visiting it from time to time." She turned to Harry, smiling at the look of confusion
and amazement on his face. "Harry? Everything okay?" she asked.
"What's going on?" he managed. "Why am I here? I thought I was going back today since…since the compass is working. I
mean, the compass was always working, it's just that now we know how to…to…work…it." he mentally cursed at himself
for waffling so much.
"Well, we just thought it would be nice for you to spend some time here." Lily said, looking back at James and then Harry.
"We know that you don't remember this place and it's possible it looks really different in your world but, it was your first
home. We thought you may like to see it."
Harry followed her as she led him to the living room, leaving James standing in the hallway with Harry's trunk.
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"Well, I'm off to go and pick up Damien." James told Lily, walking into the kitchen where she was busy preparing tea. "I
can't believe he behaved and stayed without us." James commented.
Lily brushed her hair behind her as she chopped the carrots. "He didn't have a choice." She said. "You left him there."
"Because you told me to." James returned. "I thought it was okay for him to take one day off and come with us but you
insisted he finished classes." He accused.
"It's a Friday! It's a school day and he had important classes to attend." Lily answered.
"We took a day off, he could have as well." James said, mirroring Damien's words from early this morning.
"Yeah, well. He'll have fun tonight at least." James said, mentally preparing his make up speech to Damien. "Both of the
boys will, I think." He looked around the kitchen, suddenly realising someone was missing. "Where is Harry?"
"I guess so," Lily answered. "He seemed a bit overwhelmed after the tour. It's understandable."
James walked over to the back door and opened it. He could see Harry sitting on the grass, staring out in front of him. He
walked over to him, sitting down on the cool grass next to him.
Harry shook his head. James sat down. He could see Harry was upset but he didn't ask him what was wrong, guessing
the answer he would receive. Instead he started talking about other things.
"Did she show you the far right wall of the guest bedroom, next to that awful looking porcelain statue?"
"What?" he asked.
"If you looked carefully, just behind the statue is a big dent in the wall." James beamed with pride. "I did that, when I was
about your age."
"Yep," James smiled. "I was trying to make the room smaller, you know so I could make my room bigger and somehow I
managed to mess up the spell and nearly blew a hole in the wall." He laughed at the memory. "My mum lost it completely
when she saw what I did."
"Oh, Harry," James shook his head. "I was a marauder. That's what marauders do."
James nodded, various childhood memories from his distant past came back to him.
"I loved it here," he admitted. "I moved out after I graduated from Hogwarts. When I married Lily, we bought a small two
bedroom house. I wanted to make that into my own Godric's Hollow." The smile on his face faded. "But when we found out
Voldemort was after Harry, we had to leave our house and go into hiding. We moved back here." James looked over at
Harry. "You were only two weeks old when we brought you here. I found that I liked the idea of my son growing up in the
same place as I did." He looked down at the ground, a look of pain flashed in his eyes. "But I guess it wasn't to be." He said
quietly.
Harry looked away from his dad, opting to look out at the clear sky.
"You know what I kept thinking when mum was showing me around?" Harry asked.
James looked at him.
"What?" he asked.
"I kept wondering what this place looks like in my world." Harry turned his head to look at James. "I don't even know if it's
still standing or not. I imagine it's in ruins."
James looked hurt at the thought. He ran a hand through his hair, sighing deeply, not wanting to imagine a burned down,
deteriorating Godric's Hollow.
"I honestly don't know which dimension is worse." James said with a sigh. "In one, I die and leave you all alone and in
the other, I live but without you for so long that when you do come back, I still don't really have you."
Harry saw the pain in his dad; he could almost hear the agony in his voice.
"Harry is glad to be back with you, dad. You have to believe that." he comforted.
"He'll be glad to know he gets to leave and return to his world." Harry said, "Have you told him yet?"
Harry was surprised; he thought they would've told Harry right away.
Harry looked around the garden, his eyes scanning the skies above.
"I was expecting to go back sometime today. I guess I have one more night." he said.
James shocked Harry by gently putting an arm around him, touching his shoulder.
"If I had it my way, you would stay here." James said honestly. "But as it is, it isn't up to me."
"I know, dad. I don't belong here. I understand." Harry smiled back.
"Don't say that. Of course you belong here. Where else do you think you belong?" he asked.
"Back in my dimension where I don't have any family other than my magic hating aunt. And the world's darkest wizard after
my blood." Harry said irritably. "At least now I understand now why he's after me. The prophecy says I'm the only one who
can destroy him, that's why he wants to kill me. That's why I lost you and mum, why I lost everything."
"I don't think you should bother about the prophecy." James started.
"What do you mean? Do you think that maybe there is no prophecy in my world?" Harry asked hopefully. "But then, why
would Voldemort target me?"
"Harry, I don't; know if your world has a prophecy and if it does, if it is the same as the one here. But you shouldn't bother
about the prophecy because it doesn't matter." James looked Harry straight in the eyes, holding the confused boy's gaze. "I
don't care what the prophecy says; you don't have anything to do with the likes of Voldemort. Nothing links you to him,
nothing at all, do you understand?"
Harry couldn't figure out what he was supposed to say to that. He shook his head, trying to get it around what his father
was telling him.
"But, I don't understand. There is a prophecy and because of it Voldemort is after me."
"He may be after you, but it isn't your job to go after him." James explained. "If the prophecy in your world is similar to the
one in this world, then you will be expected to go after Voldemort, to destroy him."
Harry couldn't help the feeling of despair that grew inside him at that thought.
"I want to destroy him," Harry started. "He took everything I had away from me. I want to fight against him, I always will but,
I don't know how to fight him, how to…to destroy him."
"Listen to me Harry; it's not your job to defeat Voldemort. You have a life to live just like everyone else. The responsibility
is not solely yours."
Harry looked at his dad's face, seeing the underlay of anger in his features.
"I did, at one point." He answered. "But even then, I never wanted my son to be carrying the weight of such a
responsibility. There are plenty of others that can defeat Voldemort. My son isn't the only one. I want you to live your life,
free from ridiculous expectations and pressures of fulfilling a destiny no one knows for sure is even yours."
Harry lowered his gaze, thinking over his dad's words. He nodded at him, making him smile once again.
"Now, I'm going to go and pick up Damien from Hogwarts. I want you to go inside and get washed up and dressed."
James said, getting to his feet
"What's wrong with what I'm wearing?" Harry asked, still seated on the grass.
"Your mum will freak out if you attend the party dressed like that." James said, gesturing to his faded jeans and hooded
top.
"The party that's happening in less than two hours." James said, walking back to the house. He turned to smile at Harry.
"You didn't think you were going to go back to your world without having a leaving bash, did you?"
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After quickly having some of the tea Lily had prepared, Harry was sent upstairs to take a shower and get ready for the
party. He was still a bit dazed from the suddenness of it all but he complied with his mother's wishes.
He walked into his room, towel drying his hair, dressed only in a bathrobe. He saw the formal robes his mum had left out for
him. Bottle green seemed to be a favourite colour of hers.
He picked up the robes and realised right away that there was something wrong with them. A soft knock on his door
made him look towards the door. Lily opened the door and peeked inside.
"Hey" she greeted, walking inside after seeing Harry was decent.
"Hey," Harry answered and then held up the bottle green robes. "These aren't right." He said.
"Actually, they're just the right size for you." She said.
Harry opened his mouth but didn't get a chance to ask any further questions. Lily had already muttered a spell and Harry
felt the odd chill run through him again and felt himself shrinking. He blinked up at her with his blurry eyesight, confused.
"We want to spend your last night with us properly, with the real you." Lily explained softly.
She handed him something small and he realised it was his glasses. He put them on and looked up at his mum,
seeing her smile lovingly at him.
She turned and left, leaving Harry smiling after her, in his two sized, too big bathrobe.
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Harry stood before the mirror, dressed in his smart formal robes. He brushed his messy bangs, trying all sorts of things to
make the stubborn locks sit right but all it did was make them look more ruffled. He gave up just as a knock on his door
sounded and Damien walked inside.
"Hey, you're here." Harry greeted, eyeing the dark blue formal robes the boy wore.
"I arrived ages ago. Mum made a big deal about getting ready first and then hanging out with you." Damien said as he
sat down on Harry's bed. He made no comment about Harry's changed appearance. "What do you think of Godric's
Hollow?" he asked with a smile.
"I can't believe they left me at Hogwarts." Damien pouted. "Mum and dad got themselves out of teaching for the day but
they wouldn't pull me out with them! I was so bored. I couldn't wait for classes to end!"
"How did they manage to get out of teaching?" Harry asked, fixing his robes.
"Professor Dumbledore covered their classes for them." Damien answered. At Harry's shocked expression he
explained. "He does that sometimes, he's covered nearly every subject at some point. The only one he hasn't is
Divination."
Harry shook his head, fixing his collars. He could just about imagine the Headmaster in that stuffy, over-perfumed room
sitting uncomfortably on a beanbag, peering at a crystal ball through his half moon glasses.
"Mum wants us to go down now." Damien said, standing up. He eyed Harry trying frantically to fix his hair. "It's a lost
cause." He told him, grabbing him by the arm and pulling him to the door.
As Harry and Damien walked downstairs they could already hear the laughing voices of several people.
Feeling slightly nervous, Harry pushed open the door and walked inside. The sight wasn't one he had been expecting.
Instead of a room filled with people, he found only a handful of familiar faces. Remus, Sirius and Arthur were dressed in
formal robes as well as James. Lily was standing with Tonks and Molly. Ron, Hermione and Ginny were standing next to
the tall figure of Dumbledore.
All of the room's occupants turned to see Harry walk inside with Damien and greeted them with warm smiles. Harry saw
the surprised expressions of Tonks and Mrs Weasley and knew instantly it was due to his appearance. This was the first
time they had seen him without the glamour charm.
Harry made his way in, smiling back at his friends. He approached his mum, gently taking her arm and pulling her to the
side.
"Nope, this is it." she gestured to the room. "I guess it's less of a party and more of a gathering of close friends." She
explained. "Your dad and I thought it would be best for you to spend tonight with those you know well."
Harry looked back at the small crowd, his eyes glancing over at the Headmaster.
"He sort of invited himself." Lily whispered, seeing Harry's gaze land on the white haired wizard.
Taking his arm, she led him towards the small group of people who were all waiting for him.
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James heard the doorbell ring twice before he managed to answer it. He left his guests in the living room and hurried to
answer the front door. He had no idea who was at the door, as everyone he had invited had already arrived.
"Draco?" James asked, noting the solemn expression on the pale face.
"Mr Potter," Draco greeted. "Sorry for coming unannounced, but I thought I should see you tonight."
James stepped aside to let the boy in. Draco cast a glance towards the living room at hearing the sounds of laughter
and voices.
"We were sort of having a leaving party for Harry." James explained, feeling slightly guilty for not inviting the boy. "The
compass is ready, Harry will be returning to his world tomorrow."
"I would have invited you but…" James started but Draco held up a hand to stop him.
"It's okay. I don't have any interest in attending his party." Draco said. Reaching into his robes he pulled out a small black
box barely as big as his palm. "I only came to give you this." he said as he offered the box.
James took the box from him and lifted the lid to see what was inside. He was surprised to see a single corked vial
resting inside, white mist swirling within it. He looked back up at Draco.
"It's from my father," Draco said heavily. He looked up to meet James' surprised hazel eyes. "He's awake."
James looked back at the vial and knew what it was now. It was the memories he had asked from the elder Malfoy. The
memories that Harry needed to make sense of his past. He placed the lid back on the box and with extra care, he
pocketed the box.
"This afternoon," Draco said. "He and mother both woke up within an hour of each other. Father asked for me and when I
went to see him, he told me to go to the Manor and find this box in his office. He was adamant that I pass it onto you as
soon as possible." Draco shrugged a little. "I can't see what his hurry was but I did as he asked."
"Thank you, Draco." He said. "I will thank Lucius too in person." he said, more to himself.
Draco let out a bitter laugh.
"You'll have to go all the way to Azkaban for that." he said cynically. "He's already been transported to his cell."
James wasn't surprised. He had thought the Ministry was kind enough to allow the Death Eater time to recuperate in
hospital. Usually, convicted Death Eaters were not given medical attention, unless otherwise instructed. It was enough that
they waited for Lucius to wake from the coma, before he was taken to Azkaban. He felt the weight of the box sitting in his
pocket though and a stir of pity washed through him. Not so much for Lucius but for the boy standing before him. It was
clear to see how upset he was at losing his father again.
"Do you want to come in and have a drink?" he asked, gesturing to the living room.
Draco glanced over at the room and looked set to decline the offer.
"You can share one with Harry when he comes back tomorrow but how about one tonight with me?" James said.
Draco looked back over at the room and then started towards it.
James touched the box in his pocket for a moment before silently walking in after him.
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When Harry woke up the next morning, he spent a good twenty minutes lying in bed, staring at the ceiling. He didn't even
move to put on his glasses but continued to gaze at the blurry image of his bedroom ceiling. He would never wake up and
see this ceiling again. Somehow that thought upset him more than he would have imagined.
It was only when the sound of footsteps coming up and down the stairs reached him that Harry pulled himself out of bed.
He took his time going through his morning routine. When he was finally dressed, he stood before the mirror, staring at his
own reflection. With a deep sigh he pulled his gaze away from himself and shook his head.
"Get a grip, Harry." he admonished. He should be prepared for this. He had to go back sometime.
Turning away, he moved towards the door and opened it and made his way downstairs, ready to leave this world and go
back to his own.
When Harry walked into the kitchen, he was greeted by the sight of Lily yelling at Damien, who was pouting and arguing
back.
"They are a disgrace!" Lily said, busy scrubbing the dishes in the sink. "Look at the hem, it's tattered and no son of mine is
going to be seen in tattered clothes! Get upstairs and get changed, now."
"Mum, these are the third ones I've tried this morning. They're fine, really." Damien tried. "You're just getting too picky."
"Damy, upstairs, change, now!" Lily said, pointing a soapy finger at the door.
Damien grumbled something under his breath and moved to face the door. He spotted Harry and waved at him.
"Morning, eat breakfast quickly and let the changing of outfits begin." He mocked.
Before Harry could say anything, James came running behind him.
"Why?" Lily asked, drying her hands and untying the apron around her waist.
"No you don't." Lily argued. "Stop collecting things to show off and get ready. We're leaving soon."
"But Lily honey, it's my lucky snitch, the one I nick…I mean borrowed after our big win against Ravenclaw in my fifth year!
The boys would love to see it, again."
James' argument was cut off by the sound of a loud pop and Ginny suddenly appeared in the middle of the kitchen.
"Morning, dear," Lily answered and gave her outfit a quick glance over. "Yes, you look fine." She said happily.
Ginny smiled and ran a hand over her hair, flicking it over her shoulder. She looked over at the three men by the door.
"Why aren't you ready? We're leaving in ten minutes." She asked.
"Eight minutes." Lilly corrected, tidying up her kitchen as fast as she could. "Damy, go." She instructed. "Harry, honey,
come and have your breakfast," she said, uncovering a plate of breakfast. Then looking at his robes she added. "Then
go upstairs and change."
"Honestly, mum. There is no such outfit made exclusively when travelling to another dimension. The ones I'm wearing
are fine." Damien argued.
At Lily's glare and pointed finger, Damien huffed and left, running up the stairs to get changed.
"Wait, wait," Harry said, making Lily pause in her annoyed retort. "What is going on?" he looked at his mum carefully
before he asked, "Are you…are all of you coming with me?"
"Of course we are." she said cupping his face lovingly in her hands.
"Did you think we were going to let you travel back by yourself?" James asked incredulously.
"Besides, we have to come with you. There's a certain sister I need to have a…talk with." Lily said, smirking.
"Lily, honey, I thought we had worked past your homicidal urges." James joked.
Lily raised an eyebrow at him but didn't say anything. She led Harry to the table and made him sit down.
"Eat." She ordered and then left the kitchen, with James trailing behind her, begging her for the whereabouts of his
golden snitch.
Ginny joined Harry at the table, taking some bits of bacon from his plate.
"You're coming too?" Harry asked, still blind sighted at the fact he had his family with him for the trip.
"And Mrs Weasley doesn't mind you taking a trip to another dimension?" Harry asked.
"Harry, I'm seventeen. I can do what I want." After a pause she added. "And by that I mean, my mum doesn't know and
thinks I'm spending the next two days with Hermione." She smiled at Harry's smirk. "Mum's neurotically over protective."
They heard footsteps approaching and Damien walked inside, wearing blue coloured robes.
"Alright, are these better?" he asked, walking inside. He glanced around the kitchen and then frowned. "Where did she
go now?"
"I hope she lets him take it with him," Damien said, walking over to share Harry's breakfast. "She's already confiscated
the twenty things he had collected to take with him."
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Sirius and Remus arrived shortly afterward Harry's breakfast, apparently coming to see them off.
"It's not safe for you." Lily said, handing Harry and Damien their outdoor cloaks.
"You're taking her," Sirius said, pointing at Ginny. "How come she gets to go and I don't?"
"Firstly, she's Harry's girlfriend," Damien explained. "And secondly, we're not taking her, she invited herself."
"And we're not going to un-invite her," James said. "Have you seen her Bat-Bogey Hex?" he gave a playful shiver.
"Excuse me, but like Damien said, I'm Harry's girlfriend and do you know how long it's been since I saw him? There is no
way I'm staying back!" Ginny said.
"Well, I'm Harry's godfather! How come I don't get to go?" Sirius asked.
"You know what state your counterpart is in. He's on the run from the Ministry. You could end up in trouble." Lily said.
"Lils, trouble could be my middle name." Sirius replied proudly. "In fact, it damn well should be. How cool is that; Sirius
Troub le! I think it goes pretty well." He smirked.
Harry and Damien chuckled at both Sirius' name and their mother's disapproving expression. Harry was going to miss
this Sirius; he was so full of life.
"No," James said, quickly reaching into his robes to pull out the phone. "I'll just do it now." he said as he pressed the
green call button.
James complied with his youngest son's wishes. The phone clicked and a voice filled the room, but it wasn't Harry's.
"Hello?"
James looked back at Remus and Sirius, recognising the voice at once.
"Moony?" he asked.
"James?" Remus' voice echoed from the phone. "I was just about to call you!" he said excitedly.
"You were?" James asked. "Is everything okay?" he asked worriedly. Harry always had the phone with him, so why did
Remus answer?
"Yes, everything is fine." Remus answered. "I'm at Hogwarts and I ran into Harry. I wanted to talk to you so Harry gave me
his phone. I was just about to press the button when you called." Remus explained.
James relaxed at that. He took the phone off loudspeaker and turned to walk towards the window, to get some privacy to
speak to the alternate form of his friend.
While James was on the phone, Lily approached Remus and whispered something to him. Remus smiled and pulled out
a brown envelope from his robes and handed it to her.
"Thanks, Moony." Lily beamed. She looked over at Harry and gestured to him. "Harry, a quick word?"
Harry left with Lily, entering the kitchen again and leaving the rest in the living room. Lily handed the brown envelope to
Harry wordlessly. Curious, Harry opened the sealed envelope and pulled out the contents. About two dozen photographs
fell out of the envelope into Harry's hands. Stunned Harry looked through the magical moving photos, noting that all of
them were from last night's party and he was in every one of them. He looked up to see Lily studying him closely.
"I had Tonks secretly take some pictures last night." she explained. "I figured you could add them to your album."
Harry didn't ask how she knew about his album. He found he didn't really care. He looked back at the photos, studying
one that had him laughing with Damien, Ginny in the background having a drink with Ron and Hermione. The one after
that one had him with James and Lily, James' hand resting on his shoulder. Harry had never noticed how fatherly that
action was until he saw it in the photo.
"Thank you," he said, surprised at how quiet his own voice sounded to him. He looked up at his mum. "Thank you for
this."
Harry held onto her hand, the photos envelope in his other. He let her lead him out. They entered the living room to see
James had finished with the phone and was now standing with Damien and Ginny. The compass was in Damien's hand.
James had Harry's trunk in his hands. Remus and Sirius were standing just behind them.
His question brought everyone's attention to Harry. Harry tightened his grip on the brown envelope of photos. He smiled
back at James.
"Yeah," he said. "I really am." He said, realising that it was the truth. He was ready to go back.
Lily and Harry walked over to join the trio and reached out to touch the compass.
"Did you tell Professor Lupin that we're coming?" Harry asked.
"No, I figured a surprise would be the best." James smirked. He turned to look at Damien. "Go for it, Damy." James said,
excitement evident in his voice.
With a look at Harry, Damien reached over. Only when Harry smiled and nodded approvingly, did Damien twist the two
rings, clicking them to the required settings. Harry watched as the compass came to life, the hands started moving in all
directions. A soft golden glow shimmered through the compass, making the five tighten their grips. A golden light grew
from the face of the compass and engulfed the five. James cast a look at his two friends, who were watching them with
awed expressions. He smiled at them just before a golden flash blinded everyone.
Remus and Sirius rapidly blinked to clear their eyesight to see the empty room.
The compass had worked. The five were now in another dimension.
---
Canon World
Dinner was over and the students were making their way back lazily to their common rooms. Among them were Harry,
Ron and Hermione.
"I can't believe the amount of homework we have." Ron grumbled. "It's like they don't want us to have a single moment to
ourselves."
"You're in school, Ronald. You're supposed to do nothing but study." Hermione explained.
"Easy for you. You actually like being stuck behind books all day and night."
"Oh and I suppose if you could get all your grades by flying around all day chasing a stupid quaffle around, you wouldn't
mind studying either!" Hermione returned.
"Exactly!" Ron said. "That is what school should be about. Am I right Harry?"
Ron sighed and shook his head, avoiding looking at Hermione's smug expression.
"You think I could get the phone? I need to talk to him. It's important." he whispered.
"What's important?" Hermione asked, her eyes narrowed at the red haired boy.
"As suicidal as that is," Harry said, stopping Hermione from retorting, "I can't give you the phone. Remus has it."
"Professor Lupin?" Hermione asked, forgetting about fighting with Ron. "When did you meet him?"
"Just before dinner," Harry replied, climbing the last set of stairs. "He's over to speak to Dumbledore. He wanted to make a
quick call."
The three Gryffindors climbed through the hole and entered the common room. Harry headed straight to his dorm room
while Ron and Hermione sat down at their usual spots, digging out their textbooks, parchments and quills.
Harry reappeared moments later. He had changed out of his school robes and left his bag in his room. He headed
towards the door, waving bye to Ron and Hermione. Once he had left, Hermione turned to face Ron.
"You know what he can do," Ron whispered back, referring to the fact that Harry could apparate out of Hogwarts. "He
could be going anywhere."
Hermione looked back at the portrait door, her brows furrowed in thought.
"I hope he's not up to something," she said. "You know, something bad."
Hermione bit her lip as she glanced back at the door. Somehow, she knew if Harry came to his worst, things could end
up really, really bad.
xxx
Harry glanced around the dark forest. Usually Neville was already here waiting for him but today Harry had arrived before
him. Harry glanced up at the skies. From what little he could see through the thick forest trees, it was fast approaching
dusk. He was on time, Neville was late.
After a few minutes, Harry heard the footsteps approaching in his direction. Turning around, he caught sight of the
Gryffindor boy, slowly coming towards him.
Harry narrowed his eyes at him. Something seemed amiss with him. He was usually very cheerful about going to his
training.
Harry didn't believe him but he decided not to push it. If Neville wanted to tell him what was on his mind, he could do so
without having to be pushed.
"Before I forget," Neville started. "I wanted to give you this." he pulled out a small bag from his robes, with a few orange
and red coloured sweets. "Seamus got them delivered from his mum. I know you like fireballs so I saved these." He said
quietly.
Harry took the bag and looked at the sweets. He wasn't very keen of sweets but he didn't want to say that to Neville. For
all he knew, this world's Harry could be fond of these fireball sweets.
Neville's gaze lingered on the spot Harry had pocketed the sweets. He cast a glance upwards at the skies. Harry
followed his gaze, wondering what was wrong.
Neville looked back at Harry, his face twisted in an expression Harry had never witnessed before. Even in the dim light
Harry recognised the look in his eyes; remorse.
"I'm sorry," Neville said, stepping backwards away from Harry. "I had no choice." He whispered.
Harry was about to ask what was wrong but he stopped when he saw the changes begin to show. Neville's brown hair
seemed to lose its colour, his eyes began changing. He slowly started growing taller, his round face changing to a pale,
pointed one.
The transformation had hardly begun when Harry realised what had happened. His hand darted to his inner robes
pocket to pull out the small bag of sweets but it was too late. He felt the sharp pull at his navel as the portkey activated
and took Harry with it.
Draco stood, dressed in Gryffindor robes, breathing heavily. His grey eyes were fixed on the spot Harry had been standing
in only seconds ago. He looked back up at the skies, letting out his breath. He didn't dare let his mind fixate on what he
had done. He kept telling himself he hadn't the choice. He had done what was asked of him.
xxx
Harry fell face first on the ground, his breath knocked out of him. He coughed a few times to get his breath back. He
looked around his surroundings to see he was alone in a dark corridor. He pushed himself to his feet, his eyes darting to
all corners. He was alone.
Harry reached into his robes pocket and pulled out the portkey disguised as a bag of sweets. He pulled his hand back to
throw them into a corner.
Only when he had pulled his hand back to throw the sweets did he see the addition on his wrist. Groaning, he held up
his wrist to the limited light provided by the single flickering torch. Wrapped around his wrist was the fiery red band he
hated so much. He looked over to his other wrist to find a matching one.
He held up the bag and studied it, noting that the red sweets had disappeared, leaving only the orange ones. He looked
back at his red bartra bracelets and cursed, throwing the bag with force at the nearest wall. The bag smacked hard
against the wall.
He pulled out his wand and started walking along the corridor. If he couldn't apparate from here because of the bartra
bracelets, he was just going to have to find another way out.
xxx
The Portrait door swung open and a tired and disgruntled Neville climbed through. He headed straight towards Ron and
Hermione and threw himself onto the nearest armchair.
"What happened to you?" Hermione asked, putting down her book and eyeing the soil stain on his cheek.
"The Garbars the seventh years planted, they've all been destroyed." Neville explained.
"I've just spent the last three hours helping Professor Sprout in Greenhouse three. We tried saving them but it was too
late. We only managed to save ten."
"I can't believe someone could do such a thing." Neville said, shaking his head. "The Garbars can't survive in too much
water. It is essential they aren't given more than five ml of purified water a week. Today, someone sneaked into the
Greenhouse and poured buckets of water into each pot. They drowned them." Neville said, clearly upset.
"Calm down, Neville. It's only a bunch of plants. You can replant them."
"You can't just replant them! Garbars are extremely rare. It's going to take months for the seeds to harvest again."
"You seem to know a lot about Garbars, Neville." Hermione said with approval. "You really are concentrating on
Herbology. I hadn't even heard of them."
Neville's expression relaxed and a small blush spread down his cheeks.
"Well, I did an extracurricular assignment on Garbars and Professor Sprout said I had a natural understanding of them.
That's why she let me help when they were being prepared for the seventh years." His face fell again. "I was there when
they first sprouted."
Neville shook his head but didn't say anything. After a few moments he looked around the common room, looking for
someone.
"Have you seen Harry?" he asked. "I was supposed to meet up with him but I got held back because I was helping
Professor Sprout. I tried looking for him but I couldn't find him anywhere."
"He left soon after having dinner," Ron offered. "No idea where he is, sorry."
"You might be better off taking a shower." Ron said, scrunching up his nose. "You stink, mate."
"Yeah, I'll do that. I'm just going to go and check, again." Neville mumbled and hurried to the door.
"I didn't know Harry made plans with Neville." She said, surprised.
Ron shrugged.
Hermione picked up her book again but couldn't focus on it. She kept on thinking about how much Harry seemed to be
bothered by Neville and now both boys were meeting up so they could hang out.
She shook her head; Harry was a real mystery at times. She went back to her reading, casting all thoughts of Harry out
for the time being.
xxx
It didn't take long for Harry to run into the Death Eaters. As soon as the long darkened corridor came to an end, Harry
found a group of ten masked man waiting for him. Very soon, nine of those ten men were found on the ground, either
dead or knocked unconscious. The tenth man was fighting Harry's grip to breathe.
"Take these off!" Harry instructed, gesturing to the fiery red bracelets.
"I…I…c-can't!" the man choked out, clawing at Harry's arm which was pressed up against his throat.
"Then tell me who can!" Harry said, applying more pressure against the man's windpipe.
The Death Eater made a strangling noise of pain but couldn't speak.
Harry looked up and saw the blond haired man walk slowly towards him. His wand was held in one gloved hand.
Harry let go of the Death Eater, letting the man fall to the ground. He stepped over the Death Eater who was busy gulping
in as much air as he could.
"I'm glad you could join us," Lucius went on. His eyes scanned the floor and took in the bodies of the ten men. "I see you
don't approve of our hospitality."
"It must have something to do with being kidnapped. It really tries my patience."
"Well, Mr Potter, you will have to accept my apologies, because your patience will have a lot to handle today."
The spell came at Harry in an instant. Harry blocked it with his shield before sending one of his own. Lucius jumped out of
the way, narrowly missing the jet of light. Lucius tried again but his body binding spell bounced off Harry's shield and hit
one of the Death Eaters on the ground.
"Come on, Malfoy. You can do more than that!" Harry teased as he sent his own spell at him. "You can't bring me down
with a binding spell! You have to do more damage than that to get me."
"Really? What is it you want then?" Harry said, sending three fireballs at Lucius.
Suddenly a jet of red light came from behind Harry and hit his hand, forcing his wand to fall. Harry gripped at his hand as
pain shot through it.
"Actually, Harry, Lucius is telling the truth." A cold voice echoed around him.
Harry turned around to face the speaker, a snarl on his face. His expression changed however when he saw who was
standing before him. It was of course Voldemort, Harry could recognise his voice anywhere but it was the appearance of
the dark wizard that choked the breath from Harry.
Standing before Harry, dressed in his usual dark robes stood Lord Voldemort. But the face that was smiling at Harry wasn't
the one that resembled a snake with slits for nostrils. It was the handsome face Harry had grown up seeing every day. The
dark haired man standing before him looked like the Lord Voldemort belonging to Harry's true world, he resembled that
man he called father for sixteen years.
Harry took a staggering step backwards. His wide green eyes were fixed on Voldemort who was enjoying every moment
of Harry's stunned surprise.
"I was hoping for a little meeting, that's why I asked Lucius and Draco to set all this up." Voldemort continued, walking a
few steps towards Harry.
The smirk on his face snapped Harry out of his horrified daze. He glared at the man hatefully.
"Now, Harry. You know better than that to speak to your father like that." Voldemort teased, still smirking.
"Stop it!" Harry yelled, his fists curled into tight balls. "You're not him. A glamour charm can make you look like him, not
become him." he hissed in anger.
"I have no intentions of becoming him." Voldemort stated. "He was a fool; he allowed his own destruction by caring for
you." He shook his head. "If he had accepted that he could trust no one but himself, he would never have been deceived
by you."
The words stung Harry, especially since the person saying them looked so much like his father. He shook his head,
shaking away the hurt.
"Aww, poor baby. You're hurting his feelings, master." A voice cooed with mockery.
Harry looked up to see Bella walk from behind Voldemort. Again, the difference in her appearance took him by surprise.
She looked like the Bella that he had lost in his world. The toll Azkaban had taken on her was hidden behind a glamour
charm, making her look like the beautiful woman she once was.
"I think he may cry." she mocked as she walked over to Harry. "I would love to see you cry, maybe at the end, you will
give me my wish." She whispered, coming to rest before him.
Harry didn't speak. For a moment he did nothing but stare at the face of the woman he loved just as much as he hated her.
In one sudden move, Harry threw out his hand and wrapped his fingers around Bella's throat. His other hand pulled out the
second wand he kept hidden in the back of his trousers. He pulled Bella in front of him, using her as a shield, the tip of his
wand pressed against her temple.
He moved so his back was facing the wall, so he could see both Voldemort and Lucius.
"Enough of this!" he hissed "Take these off, now!" he said, gesturing to the bartra bracelets.
Lucius had his wand pointed at Harry and looked worriedly at Bella. Voldemort however hadn't moved from his spot. His
red eyes sparkled as a smirk spread on his lips.
"Go ahead," he said to Harry. "Kill her."
"I'll do it!" Harry hissed, pressing the wand harder into her skin.
"I know you will." Voldemort said. "After all, you did it in your world, why not here?"
Harry's grip slackened, just a little bit. Again, Voldemort's taunts hit him where it hurt the most. Harry could see that
Voldemort knew he couldn't kill Bella. He knew it and that's why he was using it against him. But even so, Harry couldn't
make himself hurt Bella, not even to prove Voldemort wrong.
Without warning, Harry pushed Bella away from himself. He turned his wand to the spot just above Lucius. The jet of light
hit the ceiling above him resulting in crumbling plaster raining down.
The blond Death Eater jumped out of the way. Harry darted towards the cleared pathway and disappeared around the
corner.
Lucius and Bella both made to go after him but Voldemort stopped them.
"He can't leave the Manor, not while wearing the bracelets." He said. "Let him run, it'll tire him out." He smirked.
xxx
Remus sat before Dumbledore in his office, discussing the latest happenings of the investigation against Dumbledore.
"Are you certain the school board members will support you?" Remus asked worriedly.
"I think they will make their decision based not only on the hellhound incident." Dumbledore answered. "I have another
meeting with them to attend tomorrow."
"How has Harry been with you?" he asked, placing his cup down.
"He's been fine. I haven't had much of a chance to talk to him. I only met him briefly today." Remus said.
"Has he spoken much about himself? About his own world?" Dumbledore asked.
"Not really," Remus answered. "Like I said, we've not had much time to talk." He looked at Dumbledore carefully. "Why?"
Dumbledore picked up his cup and continued to sip at his tea. "I was merely curious if he has opened up with anyone."
"I have my suspicions," the headmaster answered. "But then we all do."
Remus' response was cut off by the sound of a loud knock. The door to his office opened and McGonagall walked
inside.
"You can explain to her that we're not impostors." came a voice from behind her.
Dumbledore and Remus strained to look behind her, even the Transfiguration Professor turned around with an
exasperated expression.
"I've always been impatient," James said smiling. He looked over at the shocked looking Remus and Dumbledore. "Isn't
that right, Moony?"
Remus couldn't talk. His surprise filled eyes darted from James to Lily, to the seventeen year old Ginny to Damien. It was
when he saw Harry that he let out a choked sound. He looked back at James and Lily, his two friends he had lost fourteen
years ago.
Before he could say anything, Dumbledore had walked past him and came to rest in front of the new arrivals.
"I have done the necessary checks, Headmaster." McGonagall said from beside him. "The identity spells have all come
back positive."
"And yet, she still doesn't believe us." Damien whispered to Harry.
"I'm sure you understand." Dumbledore said as he pulled out his wand.
"Of course we do." Lily said, elbowing James into staying quiet.
Dumbledore ran his wand down James first and then proceeded with the rest of them. He was silent the entire time. He
came to Harry last and had barely pointed his wand at Harry when he pulled it back. He smiled warmly at Harry.
That was all that was needed for Remus, who went straight for James, embracing his friend fiercely. He turned to hug
Lily next, voicing his shock under his breath. James and Lily laughed as they hugged him back. Remus almost forgot
Harry in his shock. He hugged the boy with great affection, ruffling his hair. He looked at Damien and extended a hand.
"I can't believe this, you're here." Remus gushed, turning back to James after meeting Ginny. "I just spoke to you, why
didn't you say you were coming?" he asked.
"What? And miss this look of utter bewilderment? No way." James laughed. "I wanted it to be a surprise." He explained.
"I think it would be best if our guests are taken to the Headquarters." Dumbledore said to Remus. "There is much to discuss
but I'm afraid here may not be suitable." He said apologetically to James and Lily. He turned to face McGonagall. "Is
anyone else aware of our guests' arrival?"
"Excellent," he said. Turning back to face James and Lily, he smiled warmly at them. "I cannot tell you how good it is to
see you both again." He said. "We will talk soon. For now it is best if you go with Remus to the Headquarters."
"Just a minute, Dumbledore." James said, holding onto the paper. "Before we go I wanted to have a quick word with
Harry." he looked at Dumbledore with a smile, barely concealing the excitement he was feeling at seeing his son again.
"Where is he?" he asked.
xxx
Harry hit the wall with such force it was a miracle he didn't break any bones. He fell to the floor, groaning in pain.
"Aww, come on," Bella sang in a sing-song voice. "Stop fighting back. You'll get tired and cranky and then mummy will get
angry."
Harry threw out his hand, sending Bella crashing backwards. She was up on her feet moments later.
"Bad boy!" she teased, sending another crucio at him.
Harry avoided the Unforgivable and clambered back to his feet. He was exhausted. No matter what he did or where he ran
to, he couldn't find a way out of the Manor. He was lost in the maze like castle. Bella and Lucius were leisurely trailing him,
catching him with curses.
Harry hurled another curse at Bella, forcing her to move out of the way. Harry ran in the opposite way, trying to figure out if
he was going deeper into the maze like manor or if he was heading towards the exit.
He still had the two bartra bracelets encircling his wrists and as of yet, Harry had no clue how to get them off. He knew he
wouldn't be able to leave until he got rid of them. He figured he would deal with that once he found his way out.
He had just turned the corner when two curses came blasting towards him. Both of them hit him in the chest and Harry
was sent smashing straight into the double doors behind him. The door crashed open and Harry fell onto the marble
floors.
Breathing heavily, Harry picked himself up, feeling a shooting pain in his leg. He stood up, ready to fight Bella and
Lucius. It was then he noticed the man sitting comfortably in the high back chair, an amused expression on his face.
Harry looked behind him to the doors to see Bella and Lucius standing guarding them. He looked back at Voldemort.
"The same thing I wanted from you when you first stepped foot in this Manor." He said. "You made a deal with me and
then you went back on it. I don't like it when people do that." he said, his red eyes blazing at Harry. "I want that prophecy
and you are going to get it for me."
"Is that it?" he asked. "The prophecy is why you and Bella are playing dress up?" he asked acidly. "What did you think, you
apply glamour to look like the Voldemort of my world and then tell me to do something and I'll do it?" he scoffed. "Not a
chance."
"Ah, Harry. Your skills of deduction are abysmal." He said. "But don't worry, you will learn, if time permits of course." He
added to himself.
Harry caught it, the slight flicker of Voldemort's finger but before he could do anything, his two inner circle Death Eaters
had acted.
A twisting pain caught Harry, starting at both wrists and travelling up his arms and into his chest. The pain was to such an
extent Harry forgot to breathe. His vision blurred and the next thing he knew, he was on the ground. The pain stopped,
leaving Harry panting for breath.
Bella and Lucius stood on either side, wands pointed at his wrists; ready to activate the bracelets again if their master
commanded it. Harry glared up at him.
"You can do what you like; I'm not doing anything for you!" Harry challenged angrily.
"That's just the thing, Harry. You will do as I wish and you will do it not because you have to but because you want to."
Voldemort stood up straight, enjoying the look of confusion on Harry. He began his curse, his wand aimed at Harry's
head.
He tried to get to his feet but fell back as Bella and Lucius activated the bracelets again. They kept Harry pinned to the
spot by the excruciating pain of the bartra bracelets while Voldemort continued with his curse.
Harry's pain filled cries made no difference to Bella or Lucius. They kept the bracelets activated until Voldemort held up
his hand, signalling them to stop. Both Death Eaters stepped back, leaving Harry curled up in the ground. His pain filled
yells had stopped the moment they moved away from him.
Voldemort ended his curse and a jet of white light hit Harry, momentarily illuminating his whole form. The light
diminished seconds later, leaving the chamber dark once again. Voldemort slowly kneeled next to Harry's unmoving
form. Bella and Lucius watched silently, not daring to make the smallest of sounds.
Harry stirred, lifting his head slowly from the ground. He sat up using his trembling arms. He looked up around him and
then at Voldemort, his green eyes unfocused. He blinked a few times before lifting a hand to his head.
"Harry," Voldemort started, his voice quiet. "How are you feeling?"
Voldemort glanced at his two Death Eaters, who had now concealed their wands behind their backs, waiting to see if
their plan had worked.
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He's baaaack! Okay, so now the Dark Prince returns for real! Just as James and co have arrived to take him back. What
happens next? Review and you'll find out :)
*Chapter 37*: Losing Faith
Disclaimer I do not own Harry Potter and everything recognisable belongs to J K Rowling.
I'm so sorry for the delay. I have a very good excuse. It's detailed on my profile page! Here's the next chapter. Enjoy!
The door to Dumbledore's office opened and McGonagall entered, this time bringing two Gryffindor students with her.
Ron and Hermione walked inside, looking worried. They had never been summoned to the Headmaster's office before.
But when they saw who was waiting for them, their expressions changed to shocked surprise.
Harry grinned at the stunned expressions his friends wore. Hermione let out a squeal and ran to him, throwing her arms
around his neck.
Harry returned the embrace, genuinely happy to see his friends again. He only realised how much he missed Ron and
Hermione now, when he saw them again.
Hermione pulled away, smiling brightly at him. Ron had joined them too and was grinning widely at his friend.
It was then that Hermione's gaze swept the room and her eyes widened almost comically at the sight of the other four
visitors. James and Lily smiled at her and Ron, who had followed Hermione's stare and was now also gaping at them.
Ron's eyebrows shot upwards when he saw the seventeen year old version of his baby sister, standing next to Lily.
"Ginny?!" he asked.
Ron and Hermione noticed the dark haired, hazel eyed boy standing next to Ginny, smiling at them. They guessed he
was Damien but made no attempt to speak to him, they were too shocked. They looked back at their friend.
Harry moved closer to his family and with a smile introduced them to his friends.
"Ron, Hermione, this is my dad, James Potter and my mum, Lily Potter." he said, almost giggling at how bizarre the words
sounded. "You know Ginny," he laughed as Ron and Hermione just stared at her. He turned to Damien and felt his heart
swell at his introduction. "And this is Damien, my brother."
The Headmaster finally interrupted, having allowed Harry to have a private moment with his friends.
"Mr Weasley, Miss Granger, I apologise for calling you this late in the evening." He started, smiling slightly at the happy
expressions the two Gryffindors wore. "But I was hoping you may be able to help us."
At once Hermione turned to face the Headmaster, giving him her full attention.
"Would you happen to know the current whereabouts of Mr Potter?" Dumbledore asked.
Ron and Hermione shared a look with each other, their expressions darkening a little.
"No, Professor," Ron answered. "He left the common room shortly after dinner. We haven't seen him since."
James noticed the way the two had looked at each other. He shared a look with Lily. Both could tell the two Gryffindors
were hiding something.
"You don't have any idea where he might be?" Dumbledore asked.
Hermione and Ron shook their heads. Hermione lowered her eyes, a very noticeable guilty look on her face. Although
she and Ron didn't know where Harry was, they knew he wasn't at Hogwarts. They knew without a doubt that Harry had
disapparated from Hogwarts but telling Dumbledore that would betray Harry's confidence.
"Very well, thank you for your assistance. If you see Mr Potter please tell him to come and see me at once."
James looked to Dumbledore, not wanting to leave without seeing his son.
"I will personally accompany Mr Potter to the Headquarters when he returns." Dumbledore promised.
"Does he often disappear from school grounds?" Lily asked the Headmaster, annoyance clear in her tone.
"Harry is so grounded."
James nodded before opening the folded piece of parchment. A smile appeared on his face.
xxx
Remus opened the door quietly as not to disturb the portrait of Mrs Black. He didn't want to ruin the amazing surprise for
Sirius. He was followed by James, Lily, Damien, Harry and Ginny all of whom had surprised reactions at seeing the state of
the house.
"Where the hell did all of Sirius' house elves go?" Ginny asked as she saw the deteriorating state of the corridor.
"Maybe they were freed by Hermione." Harry volunteered, remembering her dedication to S.P.E.W.
Remus held up a finger to his lips and motioned towards the covered up portrait. The rest didn't seem to understand but
stayed quiet at Remus' request. They followed him into the kitchen.
"You guys stay here and I'll go get Sirius." Remus said excitedly.
"Won't it be more interesting if I go get him?" James asked with a mischievous grin.
"Dad, did you bring the phone with you?" Harry asked.
"Yeah" James answered and took the phone out of his pocket to show him.
xxx
"Hey Padfoot," he greeted. "What's all this?" he asked, gesturing to the pile of multicoloured vials.
"I was bored, so I thought I would clear up the potions cabinet. Molly's been nagging me to get it done." Sirius answered,
lazily throwing another bottle onto the pile. He peeked inside the glass cabinet he was emptying. "Out of the two hundred
bottles in here, only ten are helpful potions like, pain relief, healing fractures, blood replenishing. The rest," he pointed at
the pile, "are all poison. Did you reckon my parents were planning on killing the entire neighbourhood?"
"I ran into Harry, today." Remus started, fighting to hide his grin. "I got the phone from him. Do you want to call and talk to
James?"
Sirius' expression brightened at once. He threw the two bottles in his hands onto the pile, not caring to check if they were
indeed poison or not. Remus pushed the green button and handed the phone to Sirius, who took it eagerly.
After two rings the phone clicked and James' voice answered.
"Hello?"
"Well, I'm trying to remember which floor your supplies room is on again."
"My supplies room? You've never even been to my house. Why would you need to know that?" he asked.
"Well, I need to know if I'm going to find you." James answered with a laugh.
"Never mind," he heard both through the phone and in the room. "I found it."
Sirius turned around to face the door, still holding the phone to his ear. He saw James standing at the door, holding a
similar phone to his ear. Sirius blinked a few times to make sure he was really seeing James and it wasn't a horrible
trick his mind was playing on him. But every time he opened his eyes he saw James still standing there.
Sirius watched as the grin faded from James' face and a look of horror crossed it. Sirius didn't understand why he was
looking at him like that. James' wide hazel eyes scanned him from head to foot.
"Sirius?" he whispered.
It hit him then, why James was looking at him like that. The effect Azkaban had on his appearance was the cause of
James' shock. Feeling conscious of his haggard appearance, Sirius ran a hand through his long hair. He gave James an
abashed look.
James crossed the room in an instant and had Sirius in a strong embrace. Sirius wrapped his arms around his friend, the
friend that had been like a brother to him, one that he had lost fourteen years ago and had never expected to see again.
"I'm sorry, James." Sirius said in a muffled voice. He had always wanted a chance to apologise to James, to say sorry for
making him switch secret keeper to Peter, for not being able to take revenge for his and Lily's death, for failing to care for
Harry. He had so many things he needed to apologise for that the word 'sorry' didn't seem enough.
Sirius looked behind James, to the doorway and saw the group of people gathered there. He saw Lily with the same look of
shock on her face as James. He noticed Harry standing next to a dark haired boy, who Sirius deduced must be Damien,
and the red haired, much older looking, Ginny Weasley.
"Sirius!" Lily rushed towards him, embracing him tightly. Sirius hugged her back, smiling tearfully.
Damien, Harry and Ginny stayed at the door, wanting to give the four friends a chance to properly meet after fourteen
years.
xxx
Sirius sat at the kitchen table, still not able to believe the fact that he was sitting with James and Lily again. Remus was
busy preparing tea for them, while Harry, Damien and Ginny sat silently, just watching Sirius interact with James and Lily.
Harry nodded.
Sirius' gaze shifted to Damien next, who was still staring at him.
"Damien, right?" Sirius asked. At the boy's nod, Sirius' smile deepened. "You look like James too." He noted.
A sudden banging sound cut off their discussion. Mrs Black's ear piercing screams started almost at once. The sound of
pounding footsteps could be heard through the portrait's yells and shouts.
The occupants of the kitchen turned to look at the door, waiting to see who had entered the Headquarters in such a hurry.
Damien thought it may be Harry, rushing back to see his family. He dismissed the thought, Harry would have just
apparated here instead of running.
The kitchen door smashed open with a bang. Lily rose out of her seat at the sight of the breathless man standing at the
threshold, staring at her.
Snape stood at the doorway, his breaths coming in fast gasps, having run from the apparating point to the Headquarters.
He hadn't even waited to hear what Dumbledore wanted to tell him. As soon as he found out Lily was here and was
currently at the Order Headquarters he had rushed out of Hogwarts to come and see her.
Lily waited for him to say something or even to walk inside but Snape just stood where he was. He hadn't even noticed the
others staring at him. His eyes were fixed on Lily and only her. His expression betrayed his disbelief and surprise at seeing
Lily again. He stumbled back a little, as if his knees were threatening to buckle under him. He leaned against the door
frame. For the first time in years, his expressionless mask slipped and his emotions came to the surface.
Lily moved from the table and walked over to him. Snape's dark eyes followed her, never leaving her face. Lily stopped
before him, her emerald gaze darting over his face. She smiled sadly at him; she could read his emotions, just like she
always could, and she saw guilt and heartbreaking remorse in every line of his face.
"Sev" She said quietly before moving closer and embracing him.
For the first few seconds, Snape didn't react. Then slowly his hands moved from the doorframe and gingerly wrapped
around Lily. He closed his eyes, dipping his face against her shoulder, hiding it from view.
At the table only James remained unsurprised. Sirius was staring at Lily and Snape with an open mouth. Harry looked
confusedly from his most hated Professor to his mum, his eyes darting to his dad for an explanation. Even Damien
looked shocked.
"Oh, yeah," James said calmly. "I have to tell you something." He said. He smiled at the shocked expressions of all those
around him. "You'll never believe this."
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Snape and Lily stayed in the kitchen, talking for hours. James and the rest had moved to the living room, where James
explained how Snape's feelings for Lily had been more that friendship.
Remus and Sirius were completely blown away. They knew Lily and Snape had been friends at the very beginning of
Hogwarts. But they had thought the two had grown apart, especially when Snape started keeping company with the
Slytherin Death Eaters-to-be.
"There was never any reason to tell you." James told him.
"Snape knew your mum even before she knew she was a witch." James explained. "Actually it was Snape who told her
she was a witch."
James laughed.
"Why should Snape's feelings for Lily bother me?" he asked. "It doesn't matter how he feels for her. Lily loves me, she
chose me and she's staying with me." He grinned. "That's all that matters."
Harry looked up at his dad at the use of the offensive name, but he didn't say anything.
"He looked so heartbroken to see her again." Ginny said, looking in the direction of the kitchen.
"It couldn't have been easy," James said. "His master was the one who killed her. He was bound to feel guilty."
"He should!" Sirius said. "No one told him to join that monster!"
Remus looked thoughtful. He looked back in the direction of the kitchen but he didn't voice his thoughts.
"They have a lot to catch up on," James said. "So I'll give it another twenty seconds before I intervene."
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Snape held onto Lily's hand, refusing to let his fingers slacken even a little bit. He just wanted to stay here with Lily, to
hear her voice in his ears and keep his eyes fixed with hers.
"How long can you stay?" he asked, a definite note of sadness in his voice.
"I assume the boy I saw with you is your son too."
"How many little horrors did you end up having?" he asked a smirk on his face.
Lily knew Snape didn't mean any harm. He was just like this. She playfully glared at him.
"Two," she answered, "and for the record they're not 'little horrors'."
"Of course," Snape said. "They must be b ig horrors, seeing as they are Potter's spawn."
"I must say, I'm glad you weren't like this in my dimension."
"I can't see how that would be possible." Snape smirked. "I can't even see how I could have tolerated seeing you with that
egotistical, big headed…"
"You saw how happy he made me," Lily interrupted. "And you were happy for me."
"Well, no," Lily admitted. "But you weren't this bad. I guess you must have just got used to James. You both tended to
ignore each other."
Lily shook her head and laughed at how childish men could be at times.
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Bella opened the door quietly, her dark eyes scanning the room. Her master wanted her to check on the boy, make sure
he had settled comfortably. Bella's eyes went to the large bed first hoping to see the outline of the boy fast asleep. She
held back her groan at the sight of the perfectly made bed. She opened the door fully and stepped inside.
She saw Harry standing in front of the large mirror, studying his reflection. His hand lifted slowly to touch the faded scar
on his forehead.
"I don't understand." He whispered, speaking to her but still facing the mirror.
"Things will be confusing for a while," Bella answered. "Until you settle again."
Harry looked away from the mirror and faced her, his green eyes still bloodshot from enduring the activation of the two
Bartra bracelets.
"Why doesn't it hurt?" he asked. He touched his scar again, his green eyes never leaving Bella. "My scar, I can't feel it any
more."
Bella stepped towards Harry, her features perfectly arranged to imitate an expression of regret.
"Master had to do that to save you." She explained. "Our Lord realised he could kill you, if the connection was to remain."
She paused here, looking away from Harry. "It must have given Dumbledore great satisfaction to know you would
eventually die because of the bond you shared with the Dark Lord. He was sorely disappointed when you survived."
Harry didn't say anything but dropped his hand away from his forehead. Bella gave him a moment before speaking.
Harry glanced over at the bed but made no move towards it. Again his confused eyes flickered back to Bella.
"Master explained everything to you." She said, trying to grasp onto her façade and remain calm.
"He did, but not in detail. He didn't explain why we're not in Riddle Manor anymore." Harry replied.
Bella turned to face away from Harry. She began walking over to the bed, preparing it for Harry as she spoke.
"We're in hiding." she answered. "After you were captured, Master knew it wasn't long before the Order would learn of our
location. He arranged to move here. It was just as well; Riddle Manor was raided two days after we moved." She turned
around to see the look of horror and guilt on Harry's face. She faced the bed again to hide her smirk, pretending to fix the
quilt. "It couldn't be helped. Your Occulmency skills were never good, especially when facing a Legimens like Albus
Dumbledore." She added, remembering her master's instructions to include this in their conversation.
Harry shook his head, guilt etched in every inch of his face.
"You were with the Order for two years," Bella cut across him, turning to face him now, "that's enough time for them to
make you talk."
"I would have thought they would send me to Azkaban." Harry said.
"They wouldn't do that. You were too valuable to them. They were torturing more and more information out from you.
Besides, they knew Master could easily get you out of Azkaban. They didn't want to risk losing you."
Harry shook his head again, but it wasn't in denial. It was in shame.
"I let him down," he whispered. He looked up at Bella, clear pain in his eyes. "I shouldn't have said anything! I…I should
have died rather than give them anything!"
The guilt in Harry was fast becoming anger. His fists clenched into tight balls and Bella could see the green orbs begin to
darken.
"It's not your fault." Bella said, walking over to stand before him. "If anything, it's my fault."
Harry looked over at her at this, eyes narrowing in confusion.
"Your fault?"
"I was the one you thought you were going to save." She said. "You fell for the Order's trap and they used my name to trick
you." Bella said quietly. "You would never have fallen into their hands if it wasn't for me."
"I remember that," he whispered. He opened his eyes, shaking his head. "I can't believe that was two years ago."
"I know Master already asked you this but, how much do you remember after being captured?" Bella asked.
"Nothing." Harry answered. "I don't remember anything!" Bella silently revelled in the look of panic and pain in Harry's
eyes as he shook his head and looked desperately at her. "The last thing I remember is duelling with those Order
members. I got careless and got hit by four curses. I don't remember anything after that."
Bella took a hold of Harry's hand and led him to the bed.
"How?" Harry asked, anger in his voice now. "How will it get better? I don't remember anything, Bella! The last two years
are nothing but a blank to me! I don't even know what information I gave to thee Order! I don't remember anything!"
"Because they took it from you; your memories of the torture they inflicted were taken away. They didn't want you to
remember anything. That's why they kept you in a continuous state of confusion and used that to their advantage. Every
time you faced them, you had no memory of the previous torture session and had no idea of what you were up against.
You couldn't defend yourself against them if you didn't know what they were doing to you." Bella said. "That is why you
can't remember anything after your capture."
Harry grew angrier, his emerald green eyes were now a dark poison green.
"I'll kill him." He whispered. "Dumbledore and his Order! I'll kill all of them!"
"Yes, you will." She agreed, a smile on her face. "But first you have to sleep. Only when you regain your strength can you
fight back."
Harry obliged by sitting down on the bed, still looking too angry to be able to rest.
"Father mentioned a plan, one to get back what was lost. What did he mean?"
"Quiet, Prince. Sleep now. You will be given your assignment in the morning." She replied.
Over a hundred miles away, in a second floor bedroom of 12 Grimmauld Place, James Potter sat up in his bed with a
start, having no idea what it was that scared him into awaking.
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In the morning, Lily woke up to find James missing from the bed. She wondered into the kitchen to find James sitting
alone at the table.
James shrugged his shoulders, not wanting to alarm his wife by telling her about the worrying feeling of dread building
inside him.
Noting her husband's lack of smile she reached over, touching his hand.
"James?"
James looked at her and smiled as warmly as he could. Before Lily could ask him what was wrong, the door opened and
Sirius walked inside, still looking half asleep. He stopped at the sight of James and Lily sitting at the table. A smile,
remnant of the one he used to have before Azkaban, spread over his face.
"I thought I would be a good host and get up early to fix breakfast." Sirius said.
"As sweet as that is, we have no wish to get food poisoning." James said, winking at Sirius.
"It's okay Lily flower," Sirius grinned. "Prongs has always been a fussy eater."
"By fussy eater, you mean someone who doesn't want to spend the better part of two days throwing up your cooking."
James replied.
"That was one time, and it wasn't my fault. No fifteen year old boy can cook." Sirius argued.
"Boys, or should I say, men, behave please." Lily playfully scolded before getting up to fix breakfast. She wasn't going to
rely on Sirius or his cooking.
The door opened and Damien and Remus came in, deep in conversation.
"Morning!" Remus greeted, smiling broadly at the sight of James and Lily.
Damien and Remus joined the two wizards at the table. Damien tried hard not to stare at Sirius but couldn't help it. Lily
noticed and called to him.
"I told him to get up but he just rolled over and fell asleep again."
"Can you get him up, I want him to eat breakfast with us." She said.
Her tone gave away the unsaid words, that this was the last time they would have breakfast together. Damien got up
quietly and left the kitchen. Sirius stared at the table as he spoke.
Sirius looked back at him, his eyes burrowing deep into James'.
James didn't know if he meant a little longer or stay indefinitely. He cleared his throat uncomfortably.
"We can't really, dimensional equilibriums and all that." he said, regret thick in his voice.
"I'm certain you would have to be here for months before anything will go wrong." Sirius quickly added. "I mean look at
Harry, he's been here for what, five, six months? And nothing's happened, this dimension hasn't collapsed."
"I think that's because there was still one Harry in each universe, just the wrong Harry." James smiled wryly. "Now both
are here in this universe. They can't both be here for long."
"Of course." He answered. "I couldn't help notice how…distant he seemed. Does he not get on with our counterparts?"
he asked.
"No, he gets on fine with you both. He's especially responsive to you." James said, nodding to Remus.
"Really? I thought he would get on more with his Godfather. Or did I get to be his Godfather in your universe?" he asked
with a cheeky smile.
"Of course."
Sirius smiled happily at that. All three men sat in silence, listening to the sizzling sounds of breakfast being prepared by
Lily.
Lily turned to look at him before her gaze fixed with James'.
"He did?" James asked, looking away from his wife and back at Sirius.
"We talked the night we found out he was from another dimension. After speaking to you on the phone, we talked to Harry
about what happened in your world." Sirius carried on explaining. A wide smile spread on his face. "I'm glad Peter stayed
loyal in one dimension." He said. "I wish he had done the same in this world."
James shared another look with Lily. Remus noticed the looks but didn't say anything.
A knock sounded on the door, before James or Lily could speak. The door opened and Dumbledore walked into the
kitchen. James was on his feet at once. A spark of joy appeared in his eyes as he glanced behind the Headmaster,
searching for his son. His expression darkened when saw Dumbledore was alone. Lily had come away from the stove
and was also glancing behind the Dumbledore, searching for her son.
The unsettling feeling of foreboding swept through James, making him shudder. Since waking up in the middle of the
night, he hadn't been able to shake away the feeling that something really wrong had happened or yet was to happen.
"What do you mean he hasn't returned? Where is he?" Lily asked in panic.
"I'm certain there is no cause for concern," Dumbledore said, "I'm sure Harry is still at Hogwarts. He would have no
reason to leave. Someone would have seen him leaving if that was the case and informed me right away."
Sirius and Remus' jaws dropped in stunned surprise. Dumbledore however looked like he had been waiting to hear
these very words.
"I don't know. He found he was able to push past wards ever since coming of age." James answered.
Before anyone could say another word, Damien came running into the kitchen, looking terribly alarmed.
James rushed out of the kitchen, followed by Dumbledore, Sirius, Lily and Remus. Damien ran up the stairs, leading the
way. Hearing the numerous footsteps, Ginny walked out of her room.
"What's going on?" she asked as the group ran past her to the room the boys had shared. She rushed behind them to
see what had happened.
They all entered the room to see Harry twitching and turning fretfully on the bed, a hand clamped to his scar, gasping in
pain. His eyes were shut, sweat clinging to his face.
"I came to wake him but he wouldn't wake up." Damien explained. "He started moaning in pain and then his hand flew
up to his scar and he began crying out. I tried to wake him up but he's trapped in his nightmare!"
"It's not a nightmare." Dumbledore muttered, kneeling next to Harry, staring at him.
James and Lily were on either side of Harry, calling out his name, holding onto him to try and stop him from twisting and
turning. But Harry was unaware of this, he was still submerged deeply in his vision and no matter how hard he tried he
couldn't pull away from the terrifying sight before him.
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Harry studied the crowd of men dressed in black robes gathered before him. He could see the shock on their faces. The
effect his words, spoken only moments ago, had on the Death Eaters was highly amusing. He spoke then, and the
chamber filled with his high cold voice.
"There are to be no misunderstandings. You will obey him, just as you obey me. Failure to show him respect will result in
your death."
He turned then to his right and glanced at the dark haired boy standing at his side. Harry came face to face with his own
counterpart. The eighteen year old stood calmly, a slight smirk on his face as he too took pleasure at the sight of the
stunned looking Death Eaters.
"Are you ready?" Harry asked, again in the cruel cold voice.
Harry felt something bubbling just behind his throat, closing it and making his breathing difficult. He snapped open his
eyes with force just as the scream escaped him. He looked up at the blurry faces peering worriedly at him.
He pushed past the hands that were forcing him to remain on the bed. He was gasping for breath and only when he
attempted to sit up did he realise how badly his scar was throbbing with pain. But he didn't care about that right now.
Harry grabbed at the hands pushing against his chest, an attempt to make him lie flat, and held onto them.
"Dad!" he breathed, blinking at the blurry image of his dad standing over him.
"I'm right here, Harry." James comforted, tightening his grip on Harry's trembling fingers.
"Harry! He's gone…!" Harry gasped, "He's gone back to Voldemort!"
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Remus set the hot mug before Harry and sat down next to Sirius. Harry took a drink, hoping the warm liquid could melt
away the cold knot in his stomach. Unfortunately it did nothing to help him.
Harry began retelling his vision, taking care not to look at his mum or dad.
"I was dreaming, just nonsense stuff," Harry started. "Then it suddenly changed and I…I was him," he swallowed
nervously.
"He was in a chamber, talking with his Death Eaters. He…he was introducing them to…to Harry."
"And Harry was there? With him?" Ginny asked, scepticism heavy in her voice.
"You saw yourself what he was like," Sirius said. "All of us were trying to wake him up but we couldn't."
"That doesn't mean what he saw was a vision. It could just be a really terrible nightmare he was too deeply submerged in
and couldn't wake up from." Ginny argued.
"I really wish it was that," Harry said quietly. "But I know what I saw. It's just like that time I saw Mr Weasley get attacked. I
know when it's a dream or a nightmare and when it's a vision."
Ginny went quiet but shook her head again, clearly not believing a word. Damien sitting next to her was silent.
"He was telling them that Harry was in charge," Harry continued. "He told them they had to obey him, just as they obeyed
Voldemort. Then he turned to Harry and asked him if he was ready."
Harry nodded.
"I don't know what he was referring to. The vision just sort of started in the middle of Voldemort's meeting." Harry
explained.
He lapsed into silence then, not knowing what else to tell them.
"What did you mean by 'Harry's gone b ack to Voldemort'?" Remus asked quietly after a few moments.
Harry looked to his dad, meeting his gaze. He looked away from James, focusing instead on the table, not wanting to be
the one to do the explaining.
Sirius was looking from father to son, picking up on the knowing look both shared.
"What is it? What is it you're not telling us?" he asked both of them.
James breathed in a sigh. He had no intentions of telling them about Harry's past when he first arrived in this dimension.
He hadn't seen any reason to divulge that information. Now, however, it seemed important that he did.
"He meant exactly what he said," James started, ignoring the looks Lily, Damien and Ginny sent him. "Harry used to work
for Voldemort."
The looks of horror on Sirius and Remus' faces made James instantly wish he could take back his words. He looked to
Dumbledore to see him sitting quietly with his head lowered.
"Peter didn't stay loyal, Sirius," James said in a quiet, remorseful voice. "He betrayed us that Halloween night."
"But…but Harry said Peter never told Voldemort where you were. Harry had said Voldemort never came to Godric's
Hollow." Sirius said at once.
"Harry was right, Peter never told Voldemort. He didn't have to." James said. "Peter took Harry to him instead." His words
were met with horrified silence. James pushed on to explain his friend's betrayal. "Peter stole Harry when he was fifteen
months old and took him to Voldemort. He handed him over to be killed but Voldemort changed his mind and decided to
subject my son to a different sort of torture. He brought Harry up as his son."
James noticed as soon as he said the last few words Dumbledore closed his eyes and lowered his face. His
expression was one of both understanding and sadness. Remus and Sirius looked terror stricken.
"I thought Harry was dead. I believed Voldemort would kill Harry because of the prophecy." James carried on. "I never
looked for him, never tried, afraid I would only find the corpse of my baby. A short while later, the body of a small child was
found and was believed to be Harry." James paused here, having the need to gather his thoughts before he could go on.
"Two years ago, a met Harry by chance. I had no idea who he was but a Death Eater referred to him as Voldemort's son.
The Order investigated and reported it was true; Voldemort had a son." James shook his head, anger lurking in his hazel
eyes. "Only it wasn't his son but my son, my Harry, that he was using as an assassin."
Remus and Sirius' gaze swept over to the Harry sitting opposite them. Harry shifted in his seat and tried to ignore the
way the two men had looked at him.
"The Order devised a plan and by luck, we caught him. It was then that we realised who the masked assassin was." James
explained what happened after Harry was captured. Memories of how bitter and cold Harry was to him came back as he
retold the events of the past two years.
When it came to revealing how Harry was brought up; believing the abuse he suffered at the hands of Voldemort and his
Death Eaters to be at the hands of his parents, James found he couldn't go on. Lily had to take over and explain as quickly
as she could what they had learned from Harry's private pensieve.
Remus and Sirius looked positively sick now. Dumbledore still had his head lowered but he brought up a hand to his
forehead, looking as if he too was feeling rather ill.
James told them how Harry escaped back to Voldemort before telling them how Harry found out the truth about his
childhood and how that knowledge made Harry leave Voldemort for good.
"Harry was the one who destroyed Voldemort in the end. He fulfilled the Prophecy after all." He added cynically.
Remus understood now why Harry had avoided talking about Voldemort. It had bothered him that Harry offered no
information about his world, about the Voldemort in his world. Now he knew why. He remembered how uncomfortable
Harry had seemed when talking about growing up with James. He shook his head, pinching the bridge of his nose as he
remembered Sirius' words; 'You must have had some childhood, growing up under James' supervision. He's nothing b ut
a b ig kid himself!' Only, Harry never grew up with James.
"If Harry was the one who killed Voldemort then why would he go back to him now?" Sirius asked, his voice
uncharacteristically quiet.
"He wouldn't," James answered. He looked to Harry who had snapped up his head at his words. "I'm sorry, Harry. I respect
what you said about knowing the difference between a dream and a vision but you are mistaken about this. Harry would
never return to Voldemort, not willingly. He never forgave Voldemort for abusing his trust, for lying to him. He would never
join him again."
Harry swallowed heavily. He knew what he saw was real but hearing the confidence in his dad's voice was stopping him
from arguing. He could tell James' trust in his counterpart was such that he was never going to believe his son would
betray him like he had.
Ginny was looking approvingly at James. Damien and Lily both looked like they believed James too. They kept giving
Harry apologetic looks.
"It's just because you never saw Harry yesterday when we arrived. It probably stayed in the back of your mind and you had
a nightmare." Lily offered.
"You don't know that for certain," Remus argued. "How do we know for sure if what Harry saw was real or not?" Remus
asked.
Everyone turned to the door to see Snape standing there. He looked straight at James as he spoke.
"I'm just after attending a meeting in which the Dark Lord introduced all of us to the Dark Prince."
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"I assure you, Lily, it is true." Snape answered, walking further into the room. "I was there, I saw him."
"Listen to me, Potter!" Snape snapped. "There is no mistake; Harry is with the Dark Lord, he is working for him now."
Before James could argue, Dumbledore quickly intervened, asking Snape to explain what the meeting entailed in detail.
Snape confirmed what he saw when he was summoned this morning. He explained how Voldemort introduced them to
Harry, who he referred to as his son. Voldemort's orders were clear; the Death Eaters were now under Harry's command,
they had to obey and follow whatever instructions Harry gave out. None of them were permitted to speak to the Dark
Prince. No one was allowed to question him.
As he retold the events of the meeting, James and Lily sat down, looking completely broken. They couldn't fathom the
possibility that Harry had left them, willingly this time, and returned to Voldemort. Even Damien and Ginny were stunned
into silence.
"It doesn't make any sense." Lily whispered, once Snape had finished. "Harry…he couldn't…" she closed her eyes,
cradling her head in her hands.
James was silent, sitting with his hands folded and tucked under his chin, keeping his eyes lowered to the ground. He
seemed lost completely in his own thoughts.
"Has Harry given any instructions yet?" Dumbledore inquired from Snape.
"Not yet, but we were alerted to stay ready. We may be summoned under his command at anytime." Snape answered.
"It seems strange that Voldemort would hand over all of his followers to Harry." said Dumbledore. "Voldemort is not one
to relinquish control."
"That is not the only strange occurrence," Snape said. "The Dark Lord appears to be under a glamour."
James snapped up his head to look at Snape. Ginny and Damien did the same. Lily almost rose out of her seat.
"His appearance is more…human." Snape put ironic emphasis on the last word. "The glamour is hiding his true face."
"That it!" James exclaimed. He turned to look at Dumbledore. "He's tricking Harry!" he exclaimed. "He must have done
something! A memory charm most likely, he wouldn't be able to obliviate all of Harry's memories." James thought out
loud. "That is why he's changed his appearance so Harry thinks he is his Voldemort. It makes sense!" he exclaimed. "I
knew Harry wouldn't have gone back to him!" he said with obvious relief.
"Such faith," Snape mocked. "I hate to tell you, Potter, but your son is under no spell. He is doing everything by his own
freewill."
"No, Severus," Lily spoke up. "Harry must be under a memory charm. It's the only explanation. Harry's relationship with
Voldemort is…complicated," Lily said with difficulty, "but he hurt Harry, in more than one way. Harry would never want
anything to do with him. " she said with full confidence.
Snape faltered for a moment before looking around at Dumbledore. When the wizard inclined his head sadly, Snape
turned to look back at James and Lily.
"It's apparent that you know very little about the relationship between Harry and the Dark Lord." Snape said. "Harry has
been in contact with him on many occasions, prior to this morning. I have it in good faith that Harry had also made a deal
with the Dark Lord, the details of which I have not been able to uncover, yet."
"Harry hasn't had any contact with Voldemort!" Damien carried on. "He would have told me if he had. Harry wouldn't keep
such a thing from me." He said confidently.
"I asked Harry if he had any contact with Voldemort," James added. "He told me he hadn't."
"My son doesn't lie." James said, trying his best to remain in control of his temper.
"I would have to disagree." Snape said, looking straight at the Harry Potter sitting across the table.
Harry had to give it to him. Even under such distressing circumstances, the Potions Professor never missed an
opportunity to insult him.
"I don't care if you agree with me or not!" James said. "Right now, all I care about is what we have to do to get Harry away
from Voldemort!"
"We don't have to do anything. You can do all you like!" he hissed at him.
"Relax, Lily, he's going to help us. He just likes being a pain." Sirius growled at Snape.
"We don't have a lot of time. We have to get Harry away from Voldemort!" he turned to Dumbledore. "What do we do?"
James asked.
"First thing," Dumbledore said. "We have to gather our forces. Voldemort won't give Harry up without a fight."
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Within the hour, the entire Order was gathered and an emergency meeting was under way. Damien, Ginny and Harry
were not allowed in the meeting and were waiting upstairs. James and Lily never imagined they would meet the
counterparts of their fellow Order members under these circumstances. Most of the members didn't even get a chance to
get over the shock of seeing James and Lily Potter alive and well before they were informed about Harry joining
Voldemort.
Dumbledore offered a brief explanation of Harry's past with the Voldemort of his dimension, so the severity of the
situation could be properly assessed. James and Lily ignored the shocked reactions of the members.
"It is unclear at this point why Harry has joined Voldemort." Dumbledore said, ignoring the offended expressions of James
and Lily. "It is possible that Harry is under a spell or it could be that he has decided to work for him out of freewill.
Whatever the reason, we must ensure Harry is taken away from Voldemort as soon as possible."
"How are we going to do that?" Tonks asked.
Suddenly Snape grabbed at his left arm with a hiss of pain, bringing the room's attention to himself. He rubbed at his left
forearm furiously.
"Better decide what you're doing and quickly," Snape breathed out. "It seems Voldemort's second in command has
something planned." He glanced at James as he said the last part, before turning to the door and walking out.
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Dumbledore held back the Order members, asking them to wait a while, in case Snape sent them a message detailing
what Voldemort was up to.
Most of the members took that time to speak to James and Lily. Those who knew the Potters like Molly and Arthur
Weasley rushed to meet them. Others like Tonks hesitated a while before formally introducing themselves.
Unfortunately, James and Lily were in no mood for meeting anyone. The only thing that was occupying their minds was
Harry and what Voldemort must have done to him to get him back on his side.
"It has to be a memory charm," Lily said worriedly. "He couldn't have obliviated him, the spell only removes immediate
memories. If Voldemort is fooling Harry into thinking he is his Voldemort, then he needs to take away all of last years
memories."
"Memory charms can be reversed." McGonagall informed her. "So let's hope it is that."
"Why would Voldemort go through all this trouble; applying a glamour, doing memory charms, what does he want from
Harry?" Remus asked.
"How did he even know that his counterpart looked different?" Tonks asked.
"He visited our world." Lily supplied bitterly. "He must have learned more than we thought." She said looking back at
James.
James remembered Harry saying he was certain Voldemort was behind the attack on Narcissa and Lucius. Maybe he
got information out of them before he attacked them? Maybe he saw Lucius' memories and saw all he needed to trick
Harry? James closed his eyes and took of his glasses to rub at his tired eyes.
"I don't know how Voldemort's done this," he said quietly. "But he'll regret it. I'll make sure of it!" he hissed. "He's not
taking Harry away from me again."
"We'll get Harry back, Prongs." Sirius promised. "No matter what."
Dumbledore returned to the room and his stance alone was enough to quieten the rest and hold their attention.
"Severus has sent a message." He relayed holding onto the small crystal orb that served as a communication device.
"Prepare to apparate to Diagon Alley. The Death Eaters have attacked."
There was no time for anyone to ask questions. All of the Order members made their way to the front door, preparing to
exit the Headquarters and apparate to Diagon Alley. James started towards the door but was stopped by Dumbledore.
"I don't think it is wise for you to face him, not yet. I don't want Voldemort to know you and Lily are here." Dumbledore
replied.
James paused for a moment before meeting the wizard's worried gaze.
"Harry might be there," he repeated. "I'm not staying back when my son needs me."
With that he walked to the door and left. Dumbledore turned to see Lily following him.
"Lily…" he started.
But the red haired witch was already out the door. With a weary sigh, Dumbledore followed behind them.
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James arrived in Diagon Alley in the midst of a chaotic battle. The Order members that had apparated before him were
already duelling fiercely with the masked Death Eaters. Most of the shops lining the street were already destroyed; the
windows smashed, doors ripped apart and buildings set ablaze.
James scanned the scene before him, trying to spot Harry in the midst of the Death Eaters, but he couldn't see him
anywhere. The number of Death Eaters vastly outnumbered the Order members. The Order had to tackle and duel with
three or four Death Eaters at one time. James dove to the aid of a fellow Order member who was being attacked by three
Death Eaters.
Dumbledore arrived just after Lily apparated. They joined in the battle, all the while trying to spot where Harry was. They
couldn't see him anywhere.
"James!" Lily yelled, seeing him stupefy two Death Eaters. "Have you seen Harry!?"
Lily ducked as a spell came at her. "He has to be here!" she yelled back after sending a hex at her attacker.
James was suddenly propelled forwards as a spell hit him square between the shoulders. He groaned at the pain that
spread across his shoulder blades like fire. He turned around and threw up his shield as another curse came at him.
Throwing back the spell, James leapt to his feet to face his attacker.
A manic laughing reached his ears and the masked Death Eater standing before him reached up and removed the white
mask. James' angry eyes met the heavy lidded eyes of a dark haired woman.
"What do we have here?" Bella said in her sing song voice. "The return of the dead!" she sent another curse at James
which he blocked.
He sent a curse at her but the witch blocked it. She smiled cruelly at him.
"Your son? Tut-tut, you're so confused. He calls someone else father now." She teased.
James gave in to his rage and attacked her as fiercely as he could. He sent curse after curse at her. Bella managed to
shield against the attack, until one of James' cutting hexes got past her shield and hit her in the leg.
Bella stumbled backwards, caught off guard and her shield evaporated. James hit her with a stinging hex, aimed at her
wand holding hand. Bella lost grip of her wand. She dove to the ground to grab it but before her fingers could wrap
themselves around it, James had reached her and had his wand pointed at her head. He kicked her wand out of her
reach. Bella looked up at him slowly, her hand still outreached.
"Tell me where Harry is," James hissed, aiming his wand right between her eyes, "now!"
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Ginny apparated in Diagon Alley, holding Harry's hand in one hand and Damien's in the other.
"I told you it would work." Damien said letting go of her hand.
"I've never tried side along apparition with two people." Ginny replied.
All three stared at the destruction around them. The buildings set on fire were still burning fiercely, people were
screaming for help. They could see some of the members of the Order duelling with the masked Death Eaters.
"Oh God!" Ginny whispered in horror.
They had overhead Sirius talking to Molly at the headquarters about the attack. Sirius was more than upset that
Dumbledore hadn't allowed him to go and help and was talking loudly with Molly, who was trying to pacify him. When they
heard that James and Lily had gone to Diagon Alley too in the hope of finding Harry, they decided to sneak away as well.
Since Ginny was the only one out of three that could apparate, she brought the other two with her using side along
apparition. But none of them had prepared themselves to deal with seeing such devastation.
"Watch out!" Harry yelled, pushing Ginny and Damien out of the way mere seconds before two jets of green lights
exploded where they had been standing.
All three had their wands out and leapt to their feet. Ginny and Damien brought up their full body shields, taking care to
keep Harry covered also. Harry was disarming as many attackers as he could.
They had to give up their shields and jump in different directions as another stream of killing curses came their way.
She dodged the curses flying at her and ran towards a broken café sign. It was big enough for the three to take cover
behind.
"Look for Harry." Ginny said. "That's why we're here. We see him, grab him and apparate back."
"Just one problem," Harry pointed out. "He doesn't want to come with us!"
"Then we'll just have to knock him out first!" Ginny said, risking a peek around their cover.
"This is Harry we're talking about!" Damien said annoyed. "We can't knock him out! We won't be able to get to him!"
"We're not completely useless, Damy!" she said crossly. "We can do this! Plus, Harry's spent time on you, training you.
You can deal with this."
Damien didn't think he was anywhere near trained to fight Harry. There was also the slight problem that he didn't think he
could fight Harry, even if he had the skill set to do so.
"Where is he? I can't see him." Harry said, chancing a look over his cover.
Harry and Damien looked over at the direction she was pointing at. They saw James standing over a fallen Bellatrix, his
wand pointed at her head.
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"So typical!" she taunted. "Fighters of the light, so noble, so righteous!" she laughed her manic laugh again. "It's all about
the greater good, isn't it?" she lifted a hand and gently, slowly stroked the wand pointed at her head. "Go on, Potter.
Sacrifice your son for the greater good." She said quietly. "You will have to. You won't be getting him back."
She kicked out suddenly, catching James in the leg. At the same time her hand grabbed at the wand she had been toying
with and attempted to wrench it away from its holder. James held fast and managed to hold on to his wand. Bella
tried to get to her feet but James' curse hit her, throwing her a bodily in the air. She landed in a heap, hitting her head on
the ground. James ran towards her, throwing another curse at her at the same time.
The jet of red light zoomed towards her. Just before it could hit her, someone stepped in the way, blocking Bella. James'
stupefy curse was suddenly captured in a hand, the spell gathered in a ball of red light.
James looked up at the person that had caught the spell as easily as a ball. His eyes met the darkened green orbs of his
son. Harry stood before Bella in a protective stance, his features twisted in an expression of rage, his dangerous
darkened glare directed at James.
Harry pulled back his hand and threw the stupefy spell back at its caster. James moved in time to avoid the spell. The
force with which Harry had thrown the spell was such that when it exploded on the ground it caused a thunderous blast.
The sound attracted several Order members' attention.
"No!" he yelled as eight Order members pointed their wands at Harry and fired their curses.
Harry ducked low as he threw over his full body shield. The blue bubble protected not only him but the fallen form of Bella
too. The eight curses slammed into the bubble but none managed to get through.
"Stop! Stop!" James yelled in vain as the Order members threw curse after curse. But none of them affected Harry's
shield.
James watched as Harry held the shield in place with one hand. With the other he reached out and touched Bella's
bleeding forehead. He pulled his finger away, stained with her blood. Bella watched Harry's reaction, just as intensely as
James. The emotions that flickered over Harry's face as he stared at the drops of blood was something Bella had never
seen before.
Harry looked at James, his eyes almost black now. With a growl, Harry closed his hand into a fist. He opened his fist to
reveal a ball of light. He threw the ball of light onto the ground, causing a ripple of power to flow out, knocking over all those
around him. James was thrown from the ground like the eight Order members that were attacking Harry and Bella.
Harry finally brought down his shield. He gripped Bella by the upper arm, dragging her roughly to her feet.
"No, I have…"
"You can't fight!" Harry interrupted her. "Go! Now! It's an order!"
Bella closed her mouth and bit down on her tongue to stop herself from reacting. She turned around and in an instant she
was gone. Harry turned around to face the fallen men, his gaze scanning through them until they landed on James
Potter. He let out another growl and darted towards him.
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Damien watched in a horror stricken daze as Harry leaped towards their dad, who was just getting to his feet.
"Oh, no!" Ginny kept repeating again and again. She had both hands covering her mouth, her eyes fixed on Harry.
The Harry next to them leapt to his feet, wand clutched tightly in his hand and ran into the street.
"I'm not going to let him hurt dad!" Harry yelled back as he ran.
Damien and Ginny moved at once, taking out their wands to fight off the Death Eaters as they made to go after Harry.
Fifteen year old Harry ran across the street, dodging the curses aimed at him. Three times he cast stupefy at the masked
men trying to stop him. He swerved to the side, jumping out of the way of an Unforgivable. Harry jumped back onto his feet,
trying to get to his dad's aid as fast as he could. His path was blocked by Remus and Moody.
Harry ducked as Remus and Moody sent a flurry of curses at the group of Death Eaters taking aim at him.
"Get him out of here!" Moody instructed.
"Professor Lupin, you have to help dad!" Harry shouted, ignoring Remus' question.
Remus looked over to where Harry was pointing. He saw James and Harry duelling.
"Stay here, and keep low." Remus instructed, pushing Harry behind a broken shop door.
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James blocked another one of Harry's curses, nearly losing his footing as Harry's spell slammed into his shield.
"Harry! Please, listen…!" he tried but the only response he got was another attack.
Feeling breathless, James struggled to stay standing as Harry's onset of curses smashed into his shield. Finally, his
shield collapsed under the strain and James was hit in the stomach. He fell to the ground, gasping for breath.
He looked up to see Harry towering over him. James tried talking, he tried lifting his wand to disarm Harry but no matter
how hard he struggled he couldn't do anything. He felt a coldness spread from his stomach to his limbs, to his face, to his
tongue. He was paralysed. He struggled to keep his eyes open but whatever spell was taking effect was causing his
eyesight to blur as well as drown out his hearing.
Harry aimed his wand at James' head. Just as he opened his mouth, a force slammed into him and threw him bodily to
the ground. With a hiss, Harry sat back up to see a dark haired boy standing over James' fallen body.
"Harry!" Damien yelled, enraged. "What are you doing?!" he looked down at the unmoving form of his dad. "What have
you done to him!?"
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Damien stared at him, realisation slowly working its way through him. Harry didn't remember him. Whatever memory
charm Voldemort had done had erased him from Harry's mind. He felt his insides freeze.
"Should I?"
Damien moved the hurt and shock to one side of his mind, he couldn't let that bother him, not right now.
"I know you're confused right now," he started. "But what you think is happening is all wrong. You're under a spell, a
memory charm." Damien explained. "Voldemort has done this to you, he's using you! You have to fight it, Harry! You have
to break out of it!"
Damien jumped back just as Harry took aim and fired a curse at him.
Damien deflected the curse but was hit by the third spell. He felt a searing pain take hold of him as the spell hit him in
the ribs. He fell to the ground, his wand falling from his fingers. He scrambled to sit up and grab his wand again but
Harry was already standing before him, taking aim.
Damien reacted, kicking out at Harry's leg. Harry stumbled and Damien took the chance to scramble to his feet. He
kicked out again, catching Harry's arm, disarming him of his wand.
"Thanks, I've learned from the best." Damien replied, kicking out again.
Harry blocked the attack before kicking out, his foot slamming into Damien's stomach. Damien fell back, completely
winded. Harry delivered another kick, this one at his chest. Damien fell to the ground, gasping in pain. Harry extended his
hand to summon his wand. He looked over at Damien, who was trying to pick up himself up from the ground.
"It's been fun, kid," Harry said. "But I have work to do." He turned back to James, who was still lying motionless.
Damien forced himself to his feet and threw himself at Harry, grabbing a hold of his robes and pulling him back.
Harry threw back his elbow, catching Damien in the face. Damien's head snapped back with the force of the blow.
Meanwhile Remus had managed to reach James' body, coming to kneel next to him.
James' eyes were still open but he made no move to acknowledge that he could see or hear Remus.
Remus checked his pulse, relieved to find one. The next moment he found Harry and Ginny coming to rest next to James
as well.
"Dad," Harry shook his shoulder. "Dad? Can you hear me?"
Harry looked over to see Damien fighting with the other Harry. Damien's nose was bleeding but he was still refusing to
give up.
Harry looked back at James, feeling his insides clam up at the state he was in.
By chance his hand came to rest on James' stomach. James gasped suddenly, his eyes blinking furiously. His body
twitched as the spell ended and James scrambled to sit up.
Suddenly the screams echoing in Diagon Alley increased in intensity. It seemed pandemonium had broken out. Harry
next to James hissed and grabbed at his scar. James turned to him at once, looking away from the fighting Harry and
Damien.
Harry forced his eyes to open, his fingers still pressed up against his scar.
Remus and James turned around. James' eyes widened when he saw the hooded man walking towards them, flanked by
his Death Eaters. The ruby red eyes were fixed on them, a look of surprise and anger in them.
Voldemort stopped a few steps away from James. His gaze shifted to the fifteen year old Harry in James' embrace. His
eyes flashed and Harry cried out in pain. Voldemort looked away from him and his eyes focused on the other Harry.
His lips twisted into a smirk as he saw the sight of the two brothers fighting. Harry had just knocked Damien to the
ground again.
Harry stopped and turned to follow the sound of Voldemort's voice. Everyone had turned to look at Voldemort.
The Dark Lord glanced over at James before his cruel gaze shifted to Damien. He looked directly at Harry and uttered
two words, as his hand lifted and a finger pointed at Damien.
"Kill him!"
James felt his knees buckle under him at the command. Desperately he looked back at Damien and Harry.
Harry looked back at Damien and raised his wand to aim at the boy's head.
Damien moved, just as the jet of green light left Harry's wand and zoomed straight at him. He threw himself out of the
way, narrowly missing the killing curse.
Harry took aim again. Before he could utter the Unforgivable, James had knocked into him, throwing him to the ground.
Remus and Harry had reached Damien and had pulled him to his feet.
Fifteen year old Harry looked around to see his counterpart attacking James again. He had his wand aimed at him and
was about to cast another curse at him. Harry pointed his wand at his counterpart.
"Expellarimus!" he yelled.
Harry's wand came flying out of his hand. At being disarmed, Harry looked around to see who had cast the spell. His
eyes met an identical pair of green eyes. A look of shocked surprise flitted over his face. Harry narrowed his eyes at his
younger counterpart.
"Harry!"
He broke away from the locked gaze and turned to face Voldemort. Behind them, Harry could see the blue robed Ministry
Aurors appearing by apparition.
But all Harry did was extend a hand to summon his fallen wand before disapparating.
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Please review to let me know what you thought! Cheers!!
Thank you all so much for your wonderful reviews!! Here's the next chapter. Enjoy!
Sirius looked up at the sound of his front door opening and quickly got to his feet. He rushed to exit the living room and
see if his friends had returned from the raid and more importantly if they had managed to bring Harry back with them.
The sight that met him made him hold his breath. The dejected looking Order members walked silently into the dingy
hallway, heads dropped and eyes turned away from each other.
Sirius watched quietly from the doorway of the living room as James and Remus walked in after Kingsley, trailing behind
them was Lily and Damien. Sirius' gaze narrowed at the bruises littered across the young boy's jaw and cheekbone. He
breathed a quiet sigh of relief when his Harry walk in behind the seventeen year old Ginny, appearing physically unhurt.
Harry looked up to meet Sirius' gaze. Sirius could read the anguish in his godson's eyes and dropped his gaze finally to
the ground as Harry sadly closed the front door behind him.
The Order members filed past Sirius, not saying a word to him. Sirius waited until his friends had approached him before
walking back into the room with them. Ever since the Order members had left to go to Diagon Alley and left him behind, all
Sirius could do was wait impatiently for their return. He hated the fact he was stuck behind closed doors while his friends
and fellow Order members were out fighting and risking their lives. But now that the Order was back, he didn't want to ask
them what happened, it was clear they had failed.
He sat down opposite James, taking quiet note of his friends' exhaustion.
"Was he there?" he asked quietly. He knew the only reason James had gone to the raid was to see if he could rescue his
son from Voldemort's clutches.
James nodded, seemingly unable to speak. Sirius caught sight of James' hand as it moved to rest gingerly on his
stomach, grimacing in pain.
He still had to be filled in as to what had happened but he could see from his friends' broken form, it had been bad.
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Voldemort watched as his followers filed out of the main chamber. He nodded once to Bella, signalling that she could
leave also. His only female Death Eater bowed before him and left.
When the door closed, the self proclaimed Dark Lord turned to face the only person left in the chamber with him. Harry
had taken a seat as his father's men were taking their leave. Now that they were left alone, Harry looked up to meet the
dark wizard's gaze.
Voldemort stayed where he was, mentally preparing himself to deal with the boy sitting casually across from him. He
knew the boy was going to have questions, ones that he may not be able to fabricate answers for. His eyes blazed in
anger as he thought about whom he had seen at Diagon Alley earlier today. He had never planned for the other Harry to
come back, not so soon. His appearance had almost ruined everything, almost cost him his carefully thought out plan.
Voldemort pushed down his anger at seeing the boy look curiously at him, having read his emotions. He looked away
from him.
"You have questions, ask them." Voldemort commanded, still not looking at him.
Harry sat in silence, but his eyes never left the wizard's face.
Voldemort watched him, waiting for the question to come. But Harry didn't look like he was going to ask any further
questions. He looked content to sit there in Voldemort's chambers.
Voldemort had seen enough memories of the alternate universe to know that his counterpart allowed Harry to spend time in
his chambers with him. How he managed to stand the brat, he didn't know. Just the sight of the teenager sitting in the chair,
his long legs spread out comfortably before him, was making the Dark Lord want to aim a Crucio at him. No one was
allowed to sit with him as an equal, no one.
Repressing the growing urge to hurt him, Voldemort walked over to his chair and sat down. A few moments of silence
passed. Harry shuffled in his seat and Voldemort knew, without looking, that the boy had twisted in his seat to face him.
"Are you going to mention it at all?" Harry asked, a note of annoyance in his voice.
The insolent tone caused another surge of rage in Voldemort but he pushed it back. He needed Harry, after that
Voldemort could kill him, but not before that.
Arranging a calm expression on his face, the Slytherin descendant faced Harry, pretending to look concerned.
"I did," Voldemort answered. "But don't worry, he won't pose a problem." But the truth was Voldemort knew exactly how big
a problem the other Harry could become. He hadn't thought the younger Harry would have returned to this universe just
yet. Voldemort was planning on letting the prophesised one die while still trapped in the other universe. Once he had got
what he wanted from this Harry, he was going to kill him and let the universal equilibrium take care of the other Harry. Well,
now that he was back, he would have to take care of him as well.
"He's not worth worrying about," Voldemort dismissed carelessly. "His purpose has failed."
"It should be obvious." Voldemort answered. "He was supposed to be you. It was in accordance with the plan that
Dumbledore devised after you escaped from his clutches. He wasn't going to admit to the wizarding world that he lost
you. He's pretended to the world that you have changed sides; that you have turned to the light."
Harry's anger was evident in the darkening of his eyes. He glanced away from Voldemort and closed his eyes, working
furiously to calm the pounding of his heart. He opened his eyes again to reveal them to be their usual emerald green.
"He doesn't look like me." Harry said quietly. "He's different."
"Of course he looks different. That's how Dumbledore planned it. He's told everyone you changed after I severed the
bond between us. He thinks that once I take back my heritage from you, you will transform to look different. He knows
himself it's not true. He knows I only severed part of the bond, the part that was hurting you, destroying you. But you still
are a part of the Slytherin bloodline and always will be. Nothing can change that. Dumbledore knows that but he knows
no one else does. He's fooling them, like he always has."
"Isn't he concerned what his followers will think when they see me and realise the other Harry is fake?" Harry asked.
"He was certain you wouldn't survive when you escaped, and with good reason." Voldemort looked Harry in the eyes as
he continued. "You were as good as dead when we found you. If Lucius and Bella never brought you to me in time, you
would have died."
Harry was silent, eyes troubled and anguished. He shook his head.
"I wish I could remember what he did to me." He said quietly, mostly to himself.
"You will," Voldemort encouraged. "soon." He promised.
Harry's eyes flickered to the door through which all the Death Eaters had left moments ago. He looked away again,
choosing to look at his own hands, balled into fists, resting in his lap.
"Do you believe Dumbledore still has it? He may have destroyed it already." Harry asked.
"It's a possibility," Voldemort said, mentally congratulating himself in succeeding to finally convince Harry. The boy was
still unsure but slowly coming around to the lie. "There's only one way to find out."
"Yes, father?"
"Once we get the location from Johnson, we need to act fast. There is no doubt in my mind that Dumbledore will be
making arrangements as we speak. We have to get there before he does."
Harry watched his father curiously, tilting his head to the side a little. Voldemort continued. "The command I gave to you
today, in Diagon Alley. I need you to complete it."
"Command?"
Voldemort held back the annoyance. He had thought the boy would catch on to what he meant. Apparently not, he was
going to have to say the words clearly.
"I told you to kill the boy standing in your way. You have yet to complete that task."
Harry looked taken aback. Surprise flitted across his features as he straightened in his seat.
Harry paused for a moment before opening his mouth to ask a one worded question.
"Why?"
Voldemort felt his smirk slip from his face. He stared at he boy before him. He knew the boy was nothing more that a
servant to his father's wishes. Harry had killed on Voldemort's orders before and never had he questioned 'why'.
"Since when do you need reasoning to complete your assignments?" Voldemort asked, barely able to keep the hiss of
anger out of his voice.
"I have never questioned your assignments, mostly because there was never any reason to. I do what you ask and always
will," Harry assured. "But you have never involved children in your fight before. Why do you need me to track down a kid
and kill him? Why this kid? Who is he?" Harry asked.
Voldemort could feel his resolve to keep from hurting this boy slip away. He was furiously trying to control his anger, keep
to his plan; it was worth it in the end.
"That boy is no one." Voldemort said, managing to keep his voice steady and free from rage. "A nobody that you wasted
your time fighting with. Were you not aware of the Ministry Aurors apparating around you? If you had spent anymore time
duelling with that boy instead of finishing him in a heartbeat, you would have been caught, again!"
A look of shame washed over Harry's face but he boldly kept his eye contact with Voldemort.
"You could if you weren't distracted, like you were today." Voldemort corrected, rising to his feet. "I don't want to
involve children in this fight, but if they come themselves and block our ways, we have to take them down."
Harry looked uncomfortable but he nodded his head again, giving his non verbal agreement. Voldemort gazed down at
him cruelly.
"But…"
"I want him killed. Complete this assignment before we move on." Voldemort stated.
Harry stared at the red eyed wizard for a moment before slowly standing up. He stood to his full height before shaking
his head.
Voldemort stared at the defiant boy standing before him. Voldemort balled his fists to stop himself from reaching for his
wand and killing him right there and then.
"Father, you ordered me to kill him when he was duelling with me. I did what you asked because your order made sense,
he was in my way. I fired the killing curse at him but he escaped. I would have got him if it weren't for Potter." Harry stared
at Voldemort, eyes locked to his. "But going after him now to kill him, it doesn't make sense."
"I don't care what makes sense or what doesn't!" Voldemort hissed angrily. "You are my son, my right hand and you are
refusing to do what I ask!"
"Father, I will always do what you ask." Harry answered. "But what you are asking me to do isn't a part of our fight. It isn't
why we're fighting! We don't kill children!" Harry tried desperately.
"You leave the purpose of our fight to me!" Voldemort hissed back. "Do what you're told! Kill that boy!"
Strained silence fell between them. Both wizards were glaring at each other.
"I have done what you have asked, never questioned you, never asked for any reasoning." Harry said quietly, still keeping
his gaze fixed to the burning red eyes. "But if you want me to kill a kid, you are going to have to give me a reason."
Voldemort didn't speak, afraid that if he did, he would end up killing the boy. Finally, Harry looked away and let out a deep
breath. He looked back at Voldemort as he spoke.
"If I see that kid again, if he crosses my path or gets in my way again, I swear to you, I will kill him without a second
thought." Harry vowed. "But if you want me to creep into his room in the dead of the night and slit his throat as he sleeps,
that I won't do!"
Voldemort still didn't speak, his anger and rage turning him mute. A loud knock on his door made both wizards look over
towards it. Voldemort wandlessly opened the door to reveal Lucius standing at the threshold. The aristocrat bowed deeply
before Voldemort and Harry.
Harry looked back at his father, seeing the look of anger in his eyes dissipate slightly. Voldemort nodded his head at
Lucius.
"Good."
Voldemort moved towards Harry, a firm grip once again on his desire to kill the prophesised one.
"My Lord?" Lucius called for attention. "Now that we have the location what are your instructions concerning Johnson?"
Voldemort smirked.
"We have no more need for him. Kill him." he ordered simply.
Lucius bowed before leaving. Voldemort turned to see Harry looking at him.
"Yes, very near." He said, mentally adding that by this time tomorrow he would have what he needed and he would no
longer need to restrain himself from torturing the boy to death. He smirked glancing at Harry again. 'Soon' he thought to
himself. 'Very soon'.
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It was almost midnight but no one in twelve Grimmauld Place could sleep. All the occupants were seated in the living room.
Lily usually never let Damien stay up so late but tonight she found she didn't mind. In fact she found herself unable to take
her eyes off him.
For the tenth time that night, Lily found herself on the brink of a panic attack. Every time her eyes settled on the fading
bruises marring the fifteen year old's face, her heart started racing, her palms started sweating and she could feel her
breath hitch in her chest. 'Avada Kedavra' the hissed words, spat out by her eldest son to take the life of her younger son
kept swimming in her head.
Harry
Harry had done this to Damien. He was the one who had hurt his little brother, had beaten him and had almost killed
him.
Lily took her head into her hands again, focusing on her breathing, trying to steady it as best she could. Her hands were
trembling as she remembered that horrid green light heading straight for Damien. If he had been hit…Lily squeezed her
eyes shut, forcing herself to stop imagining herself holding her son's dead body in her arms. Nothing had happened, Damy
was fine, he was perfectly fine and still breathing. He had moved out of the way, he had used the skills taught by his
brother and escaped from the same brother's attack.
She knew none of this was Harry's fault. He was under Voldemort's memory charm. He wasn't the one in control
anymore.
Her eyes opened and she lifted her head slightly to see Damien sitting quietly on the worn out rug before the fire, Ginny
sitting across from him and Harry next to her.
For a room filled with seven people, it was deathly quiet. Everyone was deeply lost in worrying thoughts. James had not
spoken a word since he had returned. He sat in complete silence, Remus on one side of him and Sirius on the other.
Harry was watching his dad carefully. He was worried for him, he had refused to let Poppy Pomfrey check him over. He
wasn't interested. Harry and Remus had informed the nurse that James had been hit with a spell that had caused
paralysis. Harry still remembered her shocked expression.
"I wasn't aware such a curse existed." She had told them. "How did Mr Potter recover?" she had asked next. "I would have
assumed a dark curse, such as this one, would b e irreversib le. The paralysis would have affected the main organs,
shutting them down, causing imminent death, giving the victim no more than a minute or so to live."
Harry didn't know how but somehow he had managed to end the spell his counterpart had cast. He hadn't told Madame
Pomfrey that he was the one to have ended the spell, partly because he had no idea how he did it. He was just grateful
that his dad had survived.
He looked over in sadness at his dad's broken form. He could see how much all of them were hurting, his dad, mum,
Damien and Ginny. Seeing Harry with Voldemort again, it wasn't easy.
"We'll get him back." He said, aiming his words at James. "You heard what Dumbledore said, we still have hope."
Lily looked around at him, keeping her lips pressed tightly together, to refrain from speaking. They didn't know how empty
Dumbledore's speech was. Mirroring her thoughts, James finally spoke.
"Don't think like that, Prongs. You heard Dumbledore, he said he's confident Harry is under a memory charm and
memory charms can be reversed. All we have to do is get to Harry. Once we have him, Dumbledore can remove the
charm. Harry will be free again."
James turned to look at Remus, his hazel eyes strangely vacant, despite the glistening unshed tears.
"That's just the problem. We can't get to Harry. How can Dumbledore or anyone for that matter, try and remove the
memory charms if they can't get near him?"
"The Order captured him once," Sirius said quietly. "We can do it again."
"That was different, Harry was only sixteen then and he was taken by surprise. Now he's eighteen, he has come into his
power and is much more vigilant than before." James held his head in his hands, feeling nausea set in again. "We can't get
to him." he whispered feeling utterly defeated.
Dumbledore had explained that in order to remove the memory charm on Harry, he needed to be with Harry for a
substantial amount of time. Casting a memory charm takes a moment but to remove it is a tricky and time consuming
task. James remembered the analogy Dumbledore had used to explain the charm,
'Consider the memory charm to b e like an octopus, with its many limb s wrapped around the mind. You have to carefully
peel away each and every limb b efore attempting to cast the charm out. Otherwise forcing it from the mind while it's still
wrapped and emb edded into the mind will cause it to rip parts of the mind out with itself. If that happens, Harry would
haemorrhage to death.'
That meant that the removal of the charm couldn't be performed in haste. Harry had to be captured and brought before
Dumbledore and would have to be kept before him for however long it took to extract the charm. No one other than the
Hogwarts Headmaster was talented enough to remove Voldemort's memory charm without killing Harry in the process.
"Maybe we don't have to capture him. Maybe we could trick him?" Sirius suggested.
"How?" Lily found herself asking. "What can we do in the short space of time we have? We know Voldemort has taken
Harry for a specific reason. Once that reason is fulfilled, he won't need him anymore. We don't have time to set up traps,
Harry could…" she choked on her tears, unable to carry on and finish what she was saying. She didn't need to; everyone
in the room knew what she was going to say. Harry would be killed the moment Voldemort got what he wanted.
Ginny suddenly rose to her feet and ran to the door, yanking it open and running full speed out of the room. Harry had
seen the tears run down her cheeks as Lily was talking. He could tell she was reaching her breaking point. His mum's
words had just pushed her beyond it.
Lily dropped her head into her hands at seeing Ginny run out. She shook her head in remorse. She didn't want to upset
Ginny; the poor girl was going through enough already.
xxx
Ginny ran until she reached the fourth floor of the house. She had no idea where she was going, she just had to keep
moving, to get as far away from the others as possible. She didn't think she could listen to anymore.
She stopped in the dark corridor of the fourth floor and leaned against the wall, breathing heavily. Silently she slid down
the wall, feeling the peeling wallpaper rub against her back. She sat on the floor not caring that it was dirty and cold. She
hid her face behind her hands and cried as silently as she could.
Everything was lost, she would lose everything if she lost Harry. She had crossed dimensions to get to her Harry, she
had spent five months away from him, missing him terribly and now that it was time for them to get back together, she
had lost him.
She had stayed silent and somewhat strong during the chaos of today. She had stayed by Damien's side, making sure he
recovered from the battle he had with his brother. She had been the one to comfort him after his near death experience.
She was the one who had tended to him, along with Lily and had applied the necessary salve on the bruises he had
sustained. She did that, not only because Damien was her good friend but because she knew Harry would want her to, to
look out for Damien, just like he always had.
Fresh tears burned at her eyes and she furiously wiped at them. Harry would never be able to get over what happened
today. Even if by some miracle, a miracle she was praying desperately for, Harry came back to them and was freed of
Voldemort's memory charm he would never be able to forgive himself. He nearly killed Damien, the brother Harry was
fiercely protective of, the first person to have gotten through to Harry when he first came back to the Potters.
Harry would never get over what he had done and it was this knowledge that was making Ginny cry harder. Damien
would never hold this against Harry, she knew that. He would forgive Harry in a heartbeat but what about Harry? Would
he ever forgive himself?
A scrapping sound made Ginny look up. She halted her sobs waiting to see if she heard the sound again. Nothing
happened in the cold dark corridor. The only sound she could hear was the pitter patter of the rain, falling heavily on the
windows. Ginny let out an exhausted breath. She was imagining things. She was bone tired, all that crying had taken the
last of her strength. She wiped at her face, drying it the best she could with her hands. Sniffing, she gathered herself and
stood up. She had to be stronger, she had to support Damien. He was distraught right now.
She started moving back down the corridor when another sound halted her steps. There it was again, a slight creak.
Was it the floorboards? Was she making the sound or was there someone with her in the darkened corridor?
Gripping her wand, Ginny turned around, peering into the dark. She took one step, holding her wand before her when it
happened. She felt a strong, painful grip on her wrist. Whoever had grabbed her pulled her forward sharply, leaving her
no time to elicit a scream. A hand clamped down on her mouth, stopping the gasp from leaving her. She was pushed
roughly against the wall, her back hitting the wall hard. Her painful whimper was muffled by the hand gagging her. A
painful twist of her restrained hand and Ginny's wand fell from her grasp, hitting the floor with a clatter. Her frightened
brown eyes searched the shadow towering over her and she felt a scream gurgle deep in her throat when she noticed the
emerald green eyes of her attacker.
Harry!
Ginny was suddenly pulled along, dragged deeper down the corridor. Ginny fought as much as she could, banging her
fists and kicking out, trying to get free but her abductor's grip never wavered. They passed by one of the wall torches that
was still emitting a faint glow of light and Ginny saw that it was indeed Harry that had her in his fierce grip. His hair was
wet and dropped over his forehead, almost falling into his eyes.
Ginny tried screaming, she tried fighting him but she couldn't do anything to stop him. Harry opened one of the doors and
dragged the struggling Ginny inside with him before kicking the door to close again.
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I hope you enjoyed that! Please review to let me know what you thought!! Cheers!!
*Chapter 39*: Plans
Disclaimer I do not own Harry Potter and everything recognisable belongs to J K Rowling.
Thanks for all your reviews. Sorry for the delay. Hope you enjoy the chapter!
No one slept that night. Lying in his bed, fifteen year old Harry couldn't help but listen to the whispers of various voices,
flitting through the old house. He could just about make out his dad's voice coming from the next room. It sounded like
he was talking, or arguing with Sirius. Harry tried not to pay attention to him; he didn't want to hear just how much pain
his dad was in. He didn't think he would ever forget the anguish he saw in his father tonight. He was heart-broken. Any
attempt of Sirius and Remus to comfort him and offer hope was pushed aside.
Harry turned his face away, pressing himself away from the wall and away from his father's pain filled, pleading voice. His
eyes searched the room for a distraction and he found it on the bed across from him. He studied Damien, lying flat out on
his back, eyes wide open and turned to the ceiling.
Ever since returning from Diagon Alley, Damien hadn't spoken, to anyone. Hesitantly, Harry called out to him.
"Damy?"
Damien didn't answer. He didn't look like he even heard him. Harry sighed softly, wishing the boy would open up to him.
Just as he made to turn away, he heard Damien's quiet reply.
"Yeah?"
Harry paused, unsure of what to ask him. Asking him if he was, 'okay' was plain stupid. It was clear that he was not okay.
Damien shook his head, then added a small verbal 'no' as well.
"I'm not going to ask you if you're okay or if you want to talk about what happened today." Harry said.
Damien finally peeled his gaze away from the darkened ceiling and looked in Harry's direction.
"No?" he asked.
Harry shook his head, glad to hear a hint of curiosity in the other boy's voice.
"No" he confirmed.
"Because you're my brother and we're very much alike," Harry answered. "And like me, you'll answer that you're fine, you
don't need to talk about anything, that nothing happened and everything is fine."
Damien turned his head away from Harry. Even in the limited light available, Harry could see the small sad smile on the
boy's face.
"Just know that...I'm here. Whenever you need to work this out, I'm here." Harry offered.
Damien didn't respond. After waiting a few moments, Harry lay back down.
Harry closed his eyes hoping sleep came soon, to all of them.
xxx
Harry followed Damien into the kitchen the next morning, stomach rumbling noisily for breakfast. He walked in to find the
adults were already awake and gathered around the table, much like yesterday morning. Harry guessed that none of them
had slept much; tell tale signs such as dark circles under puffy looking eyes and tired expressions adorned their faces.
Lily offered the boys a meek smile in way of a greeting before getting up to fix them their breakfast. Remus joined her,
setting up two mugs for tea. Harry sat down opposite James, noting straight away that he looked calmer this morning.
Damien voiced Harry's thoughts out loud the next moment.
James opened his mouth to speak but a loud noise distracted him. The occupants of the kitchen looked around in
surprise as Sirius barraged his way into the kitchen. He headed straight towards the table and slammed a copy of the
Daily Prophet in front of James.
Harry and Damien got up and moved towards their dad, as Lily and Remus walked over to join James, to read what the
paper had published now.
"Oh no," Lily muttered, closing her eyes and bringing up a hand to her forehead. "Oh no!"
Harry read the front page silently, trying take in what had happened. It was inevitable really. He should have seen this
coming. What happened yesterday in Diagon Alley was bound to be reported in every newspaper belonging to the
wizarding world. Not only was one of London's busiest wizarding area attacked, it was also where Voldemort chose to
unveil his comeback. The Ministry had been vehemently denying his return, calling Harry and Dumbledore liars and
attention seeking trouble makers, but now Voldemort had decided to make a public appearance and that was enough to
make the headlines. But what came with that was the sighting of not one but two Harry Potters.
"Sirius..." Remus started but the dark haired man brushed him away.
"Don't pretend this isn't bad, Moony! This is very, very bad!" he said, raking his hands through his hair as he paced.
Remus swallowed the rest of his words, looking back down at the paper. Harry read the last part of the article, still
staggered that the front page news was not only about Voldemort returning but about how there were two Harry Potters
amongst them.
'...according to numerous eye witness accounts, Harry Potter was amongst the Death Eaters in yesterday's devastating
attack on Diagon Alley. There seems to b e much confusion as to why the Boy-Who-Lived was there and more importantly
why he was working alongside the Death Eaters! But even more shocking are the reports that indicate there was in fact two
Harry Potters present. We are told that there was a difference in the two wizards' appearance b ut b oth were undeniab ly
Harry Potter.
We are to b elieve that the Ministry have issued an arrest warrant for Mr Harry James Potter to b e b rought in
for questioning...'
Harry felt his head spin at the last few lines. An arrest warrant? He was wanted by the Ministry now? He looked up to see
Remus and Lily looking worriedly at him.
"They're going to have to find him first!" James said, reading the last line before folding the paper and throwing it aside.
"Prongs, can't you see what's happened?" Sirius asked. "It's over for Harry. He can't go back to Hogwarts, he can't step
foot out of this house if he doesn't want to be arrested. He's become a prisoner! Just like me!" he kicked at the nearby
chair, making it skid across the floor.
"No, he's not." Lily said. "That's not going to happen. We're not going to let that happen." She said. "We'll tell the Ministry
exactly what happened, we'll explain everything about the dimension swap..."
"You can't do anything, Lily," Remus interrupted as Sirius was too angry to speak. "The Ministry are never going to believe
you're from another dimension. Even with all the identity spells and Vertiserum in the world. They'll never listen to you or
any of us." He looked wearily at Harry before dropping his gaze to the ground. "Despite how they're making it sound, they
don't want Harry for questioning. They want him to arrest and put into Azkaban, so they can save themselves. They're in
trouble for denying Voldemort's return. Now, they need to be seen to doing something and if people have seen a Harry
Potter working alongside Voldemort, the Ministry will arrest and imprison a Harry Potter, even if it's the innocent one."
James looked over at Harry to see him standing quietly, watching the discussion happen around him.
"Hey," he called to him, making wide green eyes focus on him. James stood up to look Harry in the eyes. "It's going to be
okay. Nothing is going to happen to you. I won't allow it." James said.
Harry nodded, still feeling numbed disbelief at how quickly everything had fallen apart.
"Everything is going to be okay," James continued. "Harry will stay here at the headquarters until all this mess gets
sorted out."
"Honestly, I don't know yet. But I'll figure it out." He managed. "I promise, I'll figure something out."
Damien didn't say anything in return but turned away from his dad and sat down, running a hand through his hair. Harry
sat down too, his mind still processing the fact that he was now a wanted wizard, he would not be able to go back to
Hogwarts, he was imprisoned in the headquarters, just like Sirius was.
"Harry?"
"Could you please go upstairs and get Ginny for me? She should be up by now." Lily said.
Harry nodded and rose to his feet. He hadn't seen Ginny since last night when she had run out of the room, silent tears
falling from her eyes. He hoped she was feeling better today. He opened the door and stepped out before he heard a
whooshing sound and a loud thump come from the next room. He quickly walked towards the living room and had just
opened the door to come face to face with a very worried looking Hermione Granger.
"Harry!" Hermione quickly embraced him. "I'm so sorry, Harry!" she mumbled into his shoulder. She pulled away so Harry
could see her properly. He looked behind her into the room and saw his red haired best friend climbing out from the green
flames in the fireplace. The next moment, Professor McGonagall appeared and gracefully stepped out from the green
flames.
"What are you doing here?" Harry asked, truly surprised to see them, still fully clothed in Hogwarts school robes.
"We just heard mate," Ron said, worry laced in his voice as he walked towards him. "Read the report in the Prophet at
breakfast..." he shook his head, "couldn't bloody believe it!"
Harry looked round at Hermione to see a copy of the newspaper clutched in her hand. He understood their concern now.
"We asked Professor Dumbledore if he could allow us the use of the Floo, so we could come to see you." Hermione
explained in a shaky voice. "We had to make sure you were okay." She added quietly.
Harry nodded,
Hermione looked close to tears and Ron purposefully looked away from Harry.
Professor McGonagall made her way past the trio and headed towards the kitchen. She stopped next to Harry and gave
him a concerned look. Awkwardly her hand rested on his shoulder. She patted it quickly and nodded at him.
"It will work out, Potter." She said before hurrying past him and into the kitchen.
"How did this happen?" Ron asked as soon as their Head of House had left. "I mean, about... about Harry joining...You-
Know-Who?"
Harry didn't know what to tell them as they themselves hadn't quite figured out how Voldemort had managed to get to
Harry.
"It's...complicated." Harry started looking back at Ron. "But it seems Voldemort has put Harry under a memory spell."
"A memory spell?" she repeated. "Exactly what kind of memory spell?" she asked, sounding unnerved.
"I don't know." Harry answered. "I wasn't aware there were many types."
"Is it...permanent?"
"He told us," she explained, "Harry told us everything about his past, about growing up with...with him." She shuddered
involuntarily. "If Harry's gone back to thinking he's still loyal to Voldemort then..." she looked up to meet Harry's gaze. "It's
going to get really bad."
Harry dropped his head, his fists clenched tightly into balls.
"It's already bad, Hermione." He said. "Yesterday, Harry attacked both dad and Damien. He nearly killed them both."
Ron swore and Hermione looked like she would be physically sick.
"Oh Harry!" she muttered sadly and Harry had no idea which one she was referring to.
"What's going on with you?" Ron asked. "The Ministry have a warrant out for your name." He said worriedly.
"I know," Harry sighed, feeling a headache blooming behind his eyes. "I know, I just...I haven't figured out what I should
do yet."
"They can't blame you for this!" Hermione shrieked. "They have no evidence that you were participating in any sort of raid!
They can't do anything to you, they won't!" she assured him.
Just then the door opened and Professor McGonagall appeared alongside Lily and Remus.
"Miss Granger, Mr Weasley, it is almost time for your first class. We have to leave."
Hermione nodded obediently but turned back to Harry, grabbing his hands in hers.
"Don't worry Harry, you're going to be fine." She told him. "I'm going to go back and find all I can on memory charms, I'm
sure there must be a way to reverse the spell on Harry. Everything will work out just fine." She attempted a smile but
Harry could clearly see the worry on her. He smiled back at her, as sincere as he could.
Ron gave him more assurances before McGonagall marched them back to the fireplace so they could floo back to
Hogwarts. Harry watched them leave with a heavy heart. He had no idea if he would ever be able to go back to Hogwarts.
xxx
Half an hour later, Harry walked back into the kitchen with a puzzled look on his face.
"There you are, I thought you got lost!" Lily remarked. Then seeing the look on her son's face she quickly asked, "What's
wrong."
"I can't find her." Harry said. "I've looked everywhere, I can't find Ginny."
"She must be here," Remus said gently. "Where else would she go?"
"I've checked her room, the third floor, the fourth and the fifth. I've just checked the drawing room, the bathroom and the
living room. She's not here."
Damien and Lily got to their feet, intending on looking for Ginny for themselves.
"She was really upset yesterday," Lily explained as she walked past Harry, "she probably wants to be alone right now.
She'll be hiding in one of the rooms."
An hour later, James, Sirius and Remus had joined in the search for Ginny but there was no sign of the girl.
"Ginny did know not to leave the headquarters, right?" Sirius asked from the other side of the corridor as he checked
room after room.
"Of course!" Lily snapped, throwing open yet another door and finding the room empty.
"Did anyone see her last night after she ran out?" Remus asked.
"Oh God, she's missing since last night?!" Lily cried, looking horror stricken.
"We have to get a search party together." Remus said. "I'll contact Dumbledore."
Damien shared a troubled glance with Harry. Damien had known Ginny almost all his life and was good friends with her.
He didn't want to think that something bad had happened to her.
xxx
Harry tapped his fingers on Voldemort's polished grand oak table, listening to the detailed pre brief taking place. His eyes
flickered from one person to the next, firstly landing on Lucius who was busy proposing his way of carrying out the next
attack, and then to Bella who seemed uninterested in what Lucius had to say. The few others that were present, Macnair,
Avery and Nott, were listening patiently to Lucius. Harry's gaze rested on the dark haired wizard sitting at the head of the
table, the man's red eyes fixed on the parchment Lucius was busy explaining.
Lucius, looking pleased with himself, started gathering the paperwork. He stopped when Harry rose from his seat and
strode towards him. Silently Harry extended a hand, wanting to see the plan for himself. Lucius handed him the
parchments, hiding his annoyance perfectly behind his usual mask.
Harry scanned the parchment, oblivious to the stare of the Dark Lord and his followers. After a moment or two he
shuffled the parchments and threw them lightly onto the table.
"It won't work." He commented, leaning against the table and squaring his gaze on Lucius.
"It won't?" he asked questioningly. Lucius glanced over to his master before turning back to speak to the boy. "With all
due respect, Dark Prince, I will have to ask why?"
Harry smiled and pointed at the parchment.
"Your investigation is complete and concise. Your plan has credit, but like always, you have failed to construct a
contingency plan."
Harry smirked in her direction. Lucius turned his head towards Bella but didn't say anything. He breathed deeply in an
attempt to repress his growing irritation. He glanced again at Voldemort but he gave no indications as to whether or not
Lucius should argue with Harry.
"What would you suggest?" Lucius asked, forcing the words past his lips.
Harry spread the loose parchment sheets across the table and started mapping out a new plan.
"We go in as you planned," Harry started, pointing to the first sheet. "But we go in with less men, maybe only a third of our
numbers, perhaps less."
Macnair and Nott looked equally shocked. Even Bella took an interest and sat up straighter in her seat.
"We can't go in with only a third of our men!" Macnair said. "My Lord, we need as many men as possible." He urged,
turning to Voldemort. "We're talking about breaking into the Ministry of Magic...!"
"Exactly," Harry interrupted again. "The Ministry of Magic, which holds every Auror in the whole of Britain."
The Death Eaters quietened down and stared at Harry. Voldemort was intrigued at how Harry was planning the attack.
"I always said you needed to carry out IQ tests before recruiting." He said.
Voldemort's lips curled into a smirk and his red eyes flashed with amusement. Harry turned to face Macnair.
"Listen close to what I'm about to say and try to keep up," he ridiculed. "The Ministry has surveillance orbs in every part of
its building. Every department is monitored except for the one we're planning on visiting." Harry pointed back at the papers.
"If we go in with more than half our numbers we're not leaving behind much of a back up."
"If everything is executed properly there will be no need for a backup." Lucius said stiffly.
"We're not breaking into a pub, it's the Ministry of Magic and no matter how we do it, the chances of getting caught are
high. No matter how stealthy we are or how quick we try to execute our plan, we have a good chance of being ambushed."
He took a deep breath and pointed at the next sheet of parchment. "If we change the numbers and take less with us it
works out better; one, we have a smaller group to smuggle inside the building and two, it leaves a greater number behind
us as a backup, should we need it. If we get inside and to our goal without being caught, great. But if we run into trouble,
which if we're honest, we most likely will do, we can send the signal and get cover." He looked over at the Death Eaters,
glad to see them looking surprised. He continued, "Our route into the Ministry will likely be caught on one of these security
orbs," he pointed at the relevant pages. "If the Aurors see that there is only a small group of us, they will only send an
appropriate number of Aurors to fight us. They won't send an army to capture a small group. That's when we call for our
men and we can easily outnumber the Aurors. Before the Aurors can send reinforcements it'll all be over. All I need is a few
moments of confusion and chaos to get my job done." Harry said with his usual confidence.
"I don't think this is necessary. We will have to gather every Death Eater if we are to arrange this back up." Lucius
objected. "We can easily complete this mission with the numbers I have suggested. The time of the attack means there
will only be a limited number of Aurors in the Ministry." Lucius said. "According to the information Johnson gave." He
added.
"And if we are to believe what Johnson told us, then there will still be a substantial number of Aurors to face, even at night
time." Harry answered.
"I think Johnson was lying, trying to scare us." Avery said. "There is no way there are that many Aurors at the Ministry at
night!"
"We have to take into consideration everything he said. I mean, that is why we went through the trouble of raiding Diagon
Alley and kidnapping an Unspeakable that worked at the Ministry, right?" he asked in a mocking tone. "If we're not going to
believe him then what was the point?"
"Johnson wasn't just any Unspeakable," Bella said. "He was the Unspeakable that agreed to make an addition to his
department. He took the orb from Dumbledore and agreed to hide it in the Department of Mysteries." She tut-tut to
herself, shaking her head. "He really shouldn't have done that." She said in her playful sing-song voice. "If he hadn't
maybe he would still be alive today."
"We have one chance to get that orb and that's why we can't mess this up. I'm getting that orb no matter what!" Harry said
his mood suddenly serious.
His eyes locked with Voldemort and for a moment they stayed that way. Voldemort could see the determination in the boy
and it made him grin mentally.
Everyone was waiting for the Dark Lord's decision. Slowly, Voldemort leaned forward in his seat and shared a long look
with Harry. Finally he spoke, giving his instructions.
Harry smiled and with a smug look turned to Macnair, Avery and Nott.
"Bring me the names of every Death Eater from all ranks. We need everyone, understand?" he commanded Avery.
"Macnair, we need our contacts at the Ministry. Have them arrange portkeys for the backup. If we need them, they need to
come fast."
"Emergency portkeys can be issued with the condition that the paperwork is filed within twenty four hours." Harry grit out
annoyed. "There I gave you a hint." He mocked. "Now are you competent enough to handle this?" he asked.
Macnair's jaw was clenched tight but he still managed a quiet, "Yes, Dark Prince."
"A few," Lucius answered. "Most of our old hideouts were raided after you were taken. But we still have a handful of
undisclosed locations."
"Bring me details on all our hideouts," Harry said. "We need a secure location for our backup when in waiting. It has to be
big enough to hold them."
Lucius bowed in front of Voldemort and turned towards the door to leave. Harry turned to Voldemort and smiled again.
Voldemort nodded in acknowledgement. Harry turned and left the chamber, leaving only Bella with Voldemort. As soon as
Harry left, Voldemort wandlessly closed the door and locked it. Walls of 'sliencio' were put up before the Dark Lord turned
to face his only female Death Eater. The woman rose to her feet and grinned at her master.
"You were right, Master," she whispered in her usual way. "He's determined and smart. It's almost a shame he will have
to die. He could have been useful." She mused.
Voldemort smiled and stood up, gathering up the parchments on his table with a flicker of his hand.
"He's been trained well." He said, "His methods are unusual no doubt but he's never failed an assignment, as I've seen
from the memories." He sighed as he snapped his fingers and the floating parchment caught fire and began to burn. "It
really will be a shame when I kill him, what a waste."
Bella watched the small black ball of parchment burning in front of her.
"He's working so hard to bring you that orb," Bella said. "And he has no idea what it is." She giggled.
Voldemort smirked, deeply pleased at his plan and how well it worked.
"I knew he would go after the orb if he thinks it will bring him answers." Voldemort said. "I told him that the small crystal orb
sitting in the Department of Mysteries with his and my name on it, is collected memories of his last two years captivity at the
hands of the Order. He thinks that's why my name is included on the label, since the Order was questioning him about me.
Harry thinks that orb has memories, his memories, that had been taken from him by Dumbledore. Harry thinks that if he
gets the orb, he will get back his memories, he'll learn what information it was he gave to Dumbledore while being tortured.
He thinks that is why I want him to get me the orb. He has no idea that the orb is actually the prophecy. Harry is going to
bring me the weapon I need to finish him and his counterpart."
Voldemort let out a deep breath and smiled. "After I get rid of the 'prophesised ones', nothing will stand in my way. I can
finally start building the world as my own."
xxx
Hermione slammed another book closed and pushed it aside. That was the tenth volume so far that had proved useless.
She pulled another heavy book towards her and opened it, scanning the contents page for anything to do with 'Memory
Charms'.
She looked up from her book when she sensed the prying eyes of the librarian, Madame Pince, on her. The librarian
scowled at the stack of books, her books, scattered across the table.
"Yes, Madame Pince." Hermione said tiredly. She had already been told this five times already.
Hermione ignored the librarian and concentrated on reading the small paragraph in the book. After a few minutes, the
woman hustled away, muttering about 'children' that came and 'messed up' all 'her books'.
The doors opened and Ron hurried inside, heading straight for Hermione. It wasn't all that difficult to find her as she was
the only student in the library. Everyone else was in the Great Hall enjoying their lunch. Ron walked over to Hermione,
eyeing the twenty books scattered around her with disdain.
"Hermione," he started.
"Not now, Ron," Hermione stopped him, but didn't look at him. "I might be on to something."
"Hermione, this has to stop." He urged. "You've been here all day; you've missed all your classes."
"I'm unwell, remember? I've been excused from classes." Hermione replied, taking notes from the book before her.
"Pretending to be ill and missing classes, that isn't like you!" Ron whispered. "You've been here all day. At least come
downstairs and have some lunch."
"How can you possibly be thinking about food?!" she asked angrily. "Our best friend is in trouble and another version of
our best friend is with Voldemort and at any time anything could happen to b oth of them and all you can think about is
food!"
"Then you can help me." Hermione hissed, jabbing a finger at the book in front of her.
"Professor Dumbledore knows about what happened to Harry. If there is anything that can be done, I'm pretty sure he will
do it. Do you really think you will find an easier way to bring Harry's memories back in that lot?" he asked, pointing to the
stack of books.
"Honestly, I don't know." Hermione admitted tiredly. "But I can't sit back and not do anything! This is Harry we're talking
about. I'm not going to leave him when he's in need of help. I'll do anything I can."
She lowered her head to the books in front of her again and ignored Ron. After a moment, Ron sighed loudly and turned
to leave. The door slammed shut behind him and Hermione heard Madame Pince exhaling loudly to show her irritation.
Hermione ignored her and continued to look through the volume.
Ten minutes passed in silence and Hermione became lost in her reading. Another ten minutes later she pushed away the
last of the volumes and let out a frustrated huff. Nothing, there was absolutely nothing she could find that would help. It
seemed the only way to remove a memory charm was to take the time to reverse it from the mind and extract it. The
removal of a memory charm was complicated and extremely dangerous to perform which is why memory charms were
categorised as dark magic.
Hermione rubbed at her eyes and let out another sigh. What were they going to do? How were they ever going to get
Harry and his memories back?
Hermione pulled her hands away from her face and started collecting her notes. She pushed them roughly into her bag,
they were after all pointless. Just as she swung her bag around her shoulder she noticed how eerily quiet it was in the
library. Of course, it was expected, there was no other student in the library at the moment but she had been listening to
Madame Pince as she crept around the library, putting books back and organising varies shelves. But now, Hermione
couldn't hear her at all; no footsteps, no scraping of books against wooden shelves, no irate sighs, nothing.
Hermione moved towards the librarian's desk which was just around the corner to where she had been sitting.
"Madame Pince?"
Hermione rounded the corner and saw no one at the desk. Curious and a little concerned, Hermione walked around the
desk to peek behind it. She gasped in shock when she saw the librarian sprawled out on the ground, completely
unconscious.
"Madame Pince?! Madame Pince? Are you alright?" Hermione called out, dropping her bag to the ground and hurrying
around the desk to reach her.
She felt for a pulse and was thankful to find it, regular and strong, beating under her fingertips. Hermione tried to wake
up the unconscious witch but had no success. She hurried to her feet intending on going to find help. As soon as she
stood up she saw him standing at the door, his tall frame blocking it.
Harry leaned against the door, his stance casual and relaxed. Hermione looked back down at Madame Pince, realising
with sickened dread that Harry was the one who had stunned the librarian.
"She's just unconscious." Harry assured her. "Relax, she's still alive."
Harry moved away from the door and started walking towards Hermione.
"Can't promise the same for you, Hermione Granger." he rolled the name off his tongue, almost playfully.
"Harry," she started quietly, "I know that right now you think I'm your enemy but I'm not." She tried.
"No, I'm your friend." She said, still inching backwards, away from him.
Harry eyed her from head to toe and then sneered at her.
Hermione closed her eyes and forced the stinging tears back. 'Harry isn't in his right mind, he didn't mean it' she told
herself. She opened her eyes and met Harry's cruel gaze.
"I know you remember me," she started, almost against the wall now. "I know somewhere deep inside your mind, you
can remember me. You're under a memory charm right now, that's why you're acting like this but I know you. You're
strong; you can break out of this! The Harry that is my friend is still in there somewhere and he won't let you hurt me!"
Harry suddenly lunged at Hermione, making her cry out in fear and fall back only to be backed up against the wall. Harry
slammed both hands on either side of her head, effectively trapping her against the wall. His face was only a mere inch
away from hers as he spoke,
Hermione closed her eyes again and tried with all her might to stay calm.
"Why do you want to hurt me? What have I done?" she asked.
"You haven't done anything other than exist." He hissed the last word, making Hermione shiver. "You're not supposed to
be here, mudblood. By killing you I would only be correcting the natural order of things."
Hermione felt hot anger boil up inside her. It was strange to feel such rage and yet still be petrified at the same time.
Harry smirked at her as her anger must have shown on her face.
"Lucky for you, I need something and if you give it to me, I may just spare your life." He locked his gaze with her and
asked in a cold tone. "Where is Dumbledore?"
"Harry, please, I swear I don't know where he is, no one does!" she tried desperately.
Harry moved back from Hermione but he still had his hands on either side of her.
"You're willing to die for him?" he asked with clear disgust. "Such sacrifice but it's all for nothing." Harry said. "By tonight, it
will all be over. Dumbledore will lose. Tonight I will regain what he took from me. All his efforts were in vain." He smirked.
"Harry, please." She tried once more but Harry simply ignored her. He moved back, dropping his arms away from the
wall.
Hermione's eyes darted to all corners of the library, trying to figure a way out, a way to escape.
"I want you to know, that I'm only doing this because of Dumbledore." Harry said, moving a few paces backwards. "This is
his doing, not mine."
Hermione saw her window of opportunity and attempted to keep Harry talking, if only to buy herself more time.
Hermione moved, just an inch away from the wall. Her hand inched towards her back pocket where her wand was kept.
"Maybe killing you was never what Dumbledore wanted." Hermione answered.
"Killing me was too merciful for him." Harry stated with quiet fury.
Hermione found her attention shift to the anger and pain in Harry's voice, distracting her from her original plan of trying to
escape.
"What did he tell you?" she asked bravely. "What did Voldemort say Dumbledore did to you?"
"He's always lied to you, Harry! You were the one who told me that." Hermione tried desperate for her words to reach him,
to somehow break through the barriers the memory charm had set up and get to the real Harry.
"Yes!" Hermione cried. "You told me! You said you were deceived by him. You said..."
Harry's hand shot out and he hissed an incantation making the shelf next to Hermione collapse, sending hundreds of books
crashing to the ground, less than a foot away from where she was standing. Hermione stumbled back on instinct.
"Consider that the one and only warning." Harry hissed at her.
"Warning for what?" Hermione breathed, trying to calm her racing heart. "For telling you the truth?" she was still slowly
reaching for her wand.
"Don't," Harry warned. "Do you really think you'll get to your wand before I get to you?" he asked.
Hermione stopped and dropped her hand to her side. She knew he was right. She wasn't fast enough. From the corner of
her eye she caught sight of the door opening again. Part of her wanted to scream at the newcomer, to warn them not to
come inside and risk their life. The other part of her was relieved that she was no longer alone.
"Don't do this, Harry, please." She said, an effort to keep his attention on her.
"Don't take this personally," Harry said. "It's all about tactics." He said as he pulled out his wand.
Hermione saw Ron creep inside, behind Harry. She wanted to warn him, to tell him to leave and save himself, but she
couldn't. She couldn't do anything. She watched as Harry twirled his wand between his fingers, toying with it.
Ron extended his wand behind Harry, preparing to strike. Suddenly Harry swirled around and shot a curse at Ron.
Hermione took the opportunity of having Harry's back turned to her and whipped out her wand. Ron was hit with Harry's
curse and he flew backwards, hitting the wall with a loud smack. He fell to the ground, moaning in pain.
Harry turned around to find Hermione shakily pointing her wand at him. He smiled at the sight.
"You're my friend Harry," Hermione said. "I don't want to hurt you but I will if you don't drop your wand."
"No, I don't think I will." Harry answered before his free hand curled into a fist momentarily before opening to reveal a
fireball.
"Ron!" Hermione shouted in warning as Harry threw the ball of fire towards him.
Harry blocked the attack before he waved his hand, catching Ron with his silent, wandless spell. Ron hit the ground
again with a groan.
Harry turned to find Hermione gone. His eyes scanned the library to find her but she had seemingly disappeared. Harry
turned and headed towards the fallen red haired boy instead. Before Harry got near Ron, he heard a whispered
incantation. He turned in time to see the shelf to his right collapsing, sending heavy books in his direction. He braced
himself before the crashing books rained down on him, knocking him to the ground.
Hermione took her chance and climbed out from behind the now broken bookshelf and bolted towards Ron.
"Ron! Get up, Get up! Ron!" she helped the dazed boy to his feet and both ran to the door, opening it and running into the
corridor.
They ran straight to Professor McGonagall and told her what happened but by the time she along with other members of
the staff reached the library, they found only the heaps of books on the floor and the still unconscious librarian.
xxx
Damien ran his fingers over the smooth black stone, wishing it could calm him and take away his distress, like it used to.
He looked at the Layhoo Jisteen, still around his neck and watched transfixed to the green mist as it swirled around
within the black stone.
He rubbed at his eyes, he was tired but found he couldn't rest. They had still to find Ginny. The girl had simply vanished.
Dumbledore had given out instructions to the Order to search for her but as of yet they had no success.
Damien tucked the pendant, his first gift from his brother, back under his robes and stood up. He was going to go insane if
he remained sitting any longer. He walked out of his room and headed downstairs.
Just as he was making his way downstairs he saw the front door open and four figures hurried inside. Damien stopped
mid step as he saw Ron and Hermione walk in with Professor McGonagall on one side and Moody on the other.
The two Gryffindors looked up to meet Damien's gaze and he could tell straight away something had happened.
"What's wrong? What happened?" Damien asked, hurrying down the steps.
Ron and Hermione opened their mouth to answer but the two adults next to them stopped them, urging them to move
along the hallway and into the kitchen. Damien followed behind them.
They walked into the kitchen to find Harry James and Sirius gathered around the table. Harry rose from his seat at the
sight of his friends. He took in their solemn expressions and knew instantly something very bad had happened. He took a
step towards them before Hermione suddenly broke down in tears and fled to him, engulfing him in a hug. She sobbed in
Harry's arms, clinging onto him.
Harry held her protectively. He looked at Ron, wordlessly asking what had happened. Ron walked over and put a hand on
Hermione's shoulder, trying to calm down the distressed girl.
Behind the trio, James and Sirius had also risen to their feet.
"What happened?" Sirius asked, directing his question to Moody and McGonagall.
"You better sit down, all of you." McGonagall said gravely.
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Thanks for all your reviews. Sorry for the long wait. Hope you enjoy the chapter!
Chapter Forty
Hermione finally pulled away from Harry and wiped at her face, drying her tears.
"I'm sorry, I'm sorry." She muttered wiping at her cheeks and sniffing back more tears.
Harry and Ron led her to a chair and sat her down before taking a seat on either side of her. Damien joined the table,
never taking his eyes away from Hermione's tear stained face. He wanted to go over and hug her but he was aware of
the fact that in this world he was a stranger to her. He still couldn't help asking her if she was okay though. Hermione
nodded, trying hard to keep herself together.
McGonagall didn't waste any time in explaining the attack on Hermione. Harry held onto Hermione's hand as McGonagall
retold the events that took place today; Harry appearing in Hogwarts library and threatening to kill Hermione. At hearing
what his counterpart had tried to do to his best friend, Harry's hold on Hermione's hand gradually tightened until he had to
pull away, afraid he would end up hurting her.
Damien was ashen faced by the end and could hardly look at Hermione or Ron without feeling immense guilt on behalf of
his brother.
"I can't believe this!" Sirius said, shaking his head. "I don't understand! Why would he attack you?" he said to Hermione.
"It's obvious!" Moody answered. "Whatever he's doing, he's doing on Voldemort's orders."
Harry got up suddenly and walked away from the table, unable to stay seated.
"But why would Voldemort want to hurt Hermione? Why is he targeting her?" Damien asked.
"He's not." Hermione said quietly. Everyone turned to look at her. "Harry didn't come for me. He came for Professor
Dumbledore." Taking a moment to steady herself, Hermione continued. "He wanted to know where he was. When I said I
didn't know, he threatened to kill me."
Damien had his head in his hands at this point. Harry had tried to kill Hermione! The thought alone was enough to drive
him insane. He thanked God, Hermione had managed to escape. His eyes flickered to Ron at the thought, if he hadn't
walked in at the right moment...
"Voldemort would send Potter after Dumbledore, it makes sense." Moody said.
"Voldemort would send him after my friends." Harry spoke, his back to the table. He turned around to look at Moody. "It
wasn't a coincident that Harry found Hermione. He was told to target her, to hurt me."
No one contradicted him. Hermione looked at Harry but found she couldn't argue. He was most likely right. She held up a
hand to her head and closed her eyes despairingly. She felt a hand gently take her free hand and she looked up into Ron's
concerned eyes. She offered a small, tired smile.
"We have to set up safety parameters." Moody was saying to the rest. "Matters are complicated because Potter can
manipulate wards..."
"It seems so has Potter." McGonagall supplied. "He entered the school through a secret passageway. It was found still
open. There's a passageway leading to the school through a joke shop in Hogsmeade."
Harry shared a look with Ron and Hermione. He knew about that secret passageway, that one and all the others leading to
the castle. James and Sirius shared a look too, as they were the ones to discover that passageway and detail it on their
map.
"It's been sealed now," McGonagall assured. "I'm just thankful no one else had come with Harry. He could have very well
led Death Eaters into the school!"
Damien felt the hairs on the back on his neck stand. Back in his world, Harry had once caused a group of Death Eaters to
come onto the school grounds. He was hoping against hope that it didn't happen in this world.
"It's strange though," Ron spoke at last. "That Harry was alone. Wouldn't Voldemort want to take over the school?"
"Not yet," Harry answered thoughtfully. He walked over to the table. "He's up to something. Voldemort's not gone through
all this trouble and performed a memory charm on Harry for nothing. He's planning something and whatever it is, it's
bigger than Hogwarts. That's why he's not attacked it yet."
Everyone was staring at Harry. They knew he was right, of course. Voldemort was intelligent and cunning. He was
capable of anything and that's mostly the reason why he was feared.
At Harry's words, Hermione suddenly remembered something, something Harry had said to her in the library today. She
sat a little straighter and cleared her throat.
"I...I remember something Harry said today." She licked her lips nervously as the memory of her friend's cold, cruel, hate
filled stare came back to her. "When he thought I was protecting Professor Dumbledore he told me that it was all pointless.
He said that by tonight everything would be over and that whatever Professor Dumbledore had done had been in vain."
"He thinks Professor Dumbledore did something to him. He was angry and said that Dumbledore should have just killed
him instead." Hermione looked up at the rest. "He said that tonight, he was going to regain what was took from him,
something he thinks Professor Dumbledore took from him." She turned her head to look at James. "Something big is
happening tonight." She added.
"It's not good for anyone." Harry said, collapsing tiredly next to Hermione again.
"Regain what was taken?" Damien repeated quietly. "What could that be?"
James was sitting quietly with both hands clasped, looking worried.
"We need to find out if we're going to stop him!" Moody said.
"So, Harry thinks Professor Dumbledore has taken something of his." Harry said, trying to fit all the facts together.
"Something he wants back. He said to you that by tonight he would get it back and Dumbledore's efforts were in vain?" he
confirmed with Hermione. She nodded at him. Harry looked at his dad. "We know for certain that Harry is under a memory
charm since he can't remember Damien," he nodded at the boy, "so that pretty much confirms that the memory charm has
erased the last two years or so from Harry's mind."
Harry nodded.
"Right, but if Harry doesn't remember what happened to him, why does he think Professor Dumbledore took something
from him?" Harry asked.
"It was probably Voldemort, he's filled his head with lies again. Harry would believe whatever he tells him." Damien said
bitterly.
"So, Voldemort has lied to Harry and told him to take back something from Professor Dumbledore, claiming it belonged to
Harry in the first place." Harry said piecing it together. "What is it Voldemort would want from Professor Dumbledore?"
A few moments of silence fell onto them as each person tried to work out what the Dark Lord was after.
"Do you remember the first night Harry came here? You told us that the Order suspected Voldemort to be looking for
something, something he didn't have the last time he was in power? A weapon of some sorts."
"What is it?" Harry asked quickly. "This weapon that Voldemort is after, what is it?"
Sirius, McGonagall and Moody looked amongst them and then with a sigh, Sirius started to explain.
"We don't know for certain but, some of us think Voldemort is after the...the prophecy." He said the last word with a
notable wince. He turned to look at James. "We think Voldemort is after the prophecy." He repeated to his friend.
"Why? Doesn't he already know it?" Harry asked. "Wasn't the prophecy the reason he attacked me and killed my
parents?"
"I know of the prophecy, I just don't know the prophecy." Harry answered. "Although I can pretty much guess what it must
be." He added unhappily.
Ron and Hermione caught the look on their friend and guessed that this prophecy was what linked Harry to Voldemort.
They didn't look very happy either.
"Dumbledore believes that Voldemort doesn't know the prophecy in full. He believes that Voldemort only got to know the
beginning of the prophecy and is now trying to learn the entirety of it."
"Where is it?" James asked quietly, a notable hiss of anger in his voice. "Where is it being kept?"
"Oh for goodness sake!" McGonagall said, casting an annoyed look at Moody. "The prophecy is at the Ministry of Magic."
She answered looking at James.
"But wait a minute, I'm confused," Damien said, "Harry said to Hermione that Dumbledore took something from him and he
wants it back. Why would Harry say that if he's talking about the prophecy? The prophecy never belonged to Harry or to
Voldemort. And wouldn't Harry ask Voldemort why they're going after the prophecy?"
"He would and that's probably why he's under the impression that they're going after something else." Harry answered.
"Anything," McGonagall answered. "It's a small glass orb, Mr Potter. Voldemort could pretend that it holds anything."
"Whatever he's told him, it's really affected Harry." Hermione said. "He looked so angry when he spoke about it."
"It doesn't matter what he's told him," James said with difficulty, "I'd rather not imagine what foul lies he's told him this
time. What matters is that we know where the prophecy is and so we know where Harry is going to be tonight."
"We already have it under 24 hour watch." Moody supplied. "When Potter comes for it, we'll be prepared."
"We bring him back here," he answered, "and Dumbledore will...reverse the charm." James breathed the last words out
with a hopeful breath, meeting Damien's gaze. Both of them knew it wasn't going to be as easy as that.
"And what will we do about the Ministry?" Damien asked, glancing once at Harry. "They'll still be after Harry, both of them."
"We'll worry about that later," James sighed, running a hand agitatedly through his hair. "Let's focus on the first step;
getting Harry back."
"I wish we didn't have to capture him," Damien said eventually. "If only it were as easy as hitting him with a single hex. We
would have a chance then." He said miserably.
"It's a long process," Hermione said quietly, catching everyone's attention. "Removing a memory charm is dangerous and
can easily go wrong. It has to be done properly and it takes time to undo the effects of the charm." She gazed around at
the surprised looking faces staring at her before adding in a near whisper, "I was studying them in the library."
"What I want to know is how did Voldemort get to Harry in the first place?" Moody said. "Harry was supposed to be at
Hogwarts. How did he get from the school to wherever the hell Voldemort is hiding?"
His magical eye swivelled to the side and he caught Hermione sharing a look with Ron. He turned towards them. "You
have something to say?" he asked.
Hermione looked back at Ron and bit her lip, apparently hesitant to say anything.
"He used to leave," Ron said quietly, surprising everyone. "Harry sometimes would leave Hogwarts and stay away for a
few hours. He could apparate so it wasn't a problem for him."
"Did he ever tell you where he went?" Damien asked with a sinking feeling.
"It doesn't mean he went to see him!" Hermione said, desperate to make this point. "Harry would leave to clear his head,
he told me once. He used to get worked up so he would leave for a while, just to have a walk..."
Hermione struggled to find a response but finally gave up, opting to look away from the Auror.
"He must have been tricked." James offered. "Harry would never willingly go near Voldemort."
"I don't care what Snape has to say!" James snapped. "His opinion is useless to me."
"Even when he claims to have confirmed reports of Harry meeting with Voldemort at least twice before joining him?"
Moody asked.
James and the rest were silent, not having anything they could say.
"Albus confirmed this to me also," McGonagall said, "I'm sorry James." She added casting her former student a
sympathetic glance.
"He couldn't have," Damien shook his head. "He would have told me if he met Voldemort! He wouldn't keep it from me!"
James didn't say anything but dipped his head, closing his eyes tight and curling his hands into fists.
"It doesn't matter" he managed to say before opening his eyes and looking straight at Moody, "even if Harry did go to
meet Voldemort, it doesn't matter. All we need to focus on right now is how to get Harry back."
Moody looked like he wanted to say something but then catching the look on James' face, he changed his mind.
"We know where to find him," he said. "When he goes to the Ministry tonight, we'll be ready for him."
James nodded at him. The door opened again and this time Lily walked inside followed by Remus. Everyone's attention
shifted to them as they entered, looking disappointed. James looked hopefully at Lily but she shook her head as she
unclasped the travelling cloak and pulled it away from her shoulders.
"No sign of her, I don't know what to do." She said sounding dejected and worried.
"Dumbledore has two search parties out looking for her." Remus explained. "He said he would keep us up to date with
the progress."
"What am I supposed to say to Molly and Arthur?" Lily said sitting down next to James. "How can I possibly explain?"
"Is this about Ginny?" Ron asked at the mention of his parents.
Lily looked around at him, seemingly noticing him and Hermione for the first time.
"Ron? Hermione? What are you doing here?" she asked with surprise.
Hermione didn't answer and chose to look away as Moody and McGonagall repeated the events to a horrified Lily.
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Harry took the offered file from the Death Eater and scanned over the pages.
Harry studied the parchment again, flicking through the pages. He finally turned to Avery.
Avery paused before answering. He was told very little about this Harry but he knew this much that the boy belonged to
another world. Obviously that world had far more Death Eaters.
"It is all we have." He answered in a tone that made Harry assume the rest had been either killed or caught in the two
years he was away.
It worked as Harry let out a sigh and looked at the parchment again.
"Well, if this is all we have we'll just have to work with it." He answered.
Avery bowed deep before him and left, noting that Harry barely spared him or his respectful gesture a glance. Lucius
passed him as he approached Harry and handed the dark haired teen another file.
"Here's what you asked for," Lucius said as Harry took the file from him. "Details of all our hideouts."
Harry scanned over the pages, flicking the pages over to find the most suitable venue.
"And these are safe?" Harry asked again.
"Perfectly," Lucius drawled. "All of them are at hidden locations. They are off the Ministry's radar, so to speak."
"I'll go through them and select the most suitable one," he said, "It has to be big enough to hold all of the Death Eaters."
Scratching his forehead he added, "although we don't have nearly as many as I remember."
"We lost a lot of men after you were taken." He said, graciously pinning the blame on Harry, once again.
Harry looked over at Lucius and the blond Death Eater saw the green eyes darken just a shade.
"It'll all be over soon Lucius," Harry said in a low voice. "Tonight it will end."
Lucius smiled mentally as he thought about the boy's fate after they brought back the prophecy tonight.
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Ron paced the bedroom floor, hands furled into fists, brow creased and his mind flooded with worry for Ginny. He
paused mid-step as his eyes fell on Hermione, sitting on one of the beds. She had brought up her knees to her chest
and was sitting with her chin resting on her knees. Her expression was strangely vacant. Ron opened his mouth to
speak but found he didn't know what to say. He resumed his pacing.
Sitting on the foot of Hermione's bed was Harry, watching Ron go up and down the room.
"I can't believe she's missing," he mumbled as he paced. "My sister is missing!"
"Technically your sister is at Hogwarts, safe and sound." Damien corrected, from the other bed.
Ron stopped walking and glared at Damien. He didn't know the boy and wasn't feeling particularly friendly towards him
right now.
"We'll find her," Harry spoke, making Ron's attention shift to him. "Ginny will be fine."
"How can you say that?" Ron asked. "You don't know where she is!"
"We'll find her," Harry urged. "You have to calm down, Ron."
"Calm down?!" Ron yelled, "Merlin Harry! My sister is missing, Hermione's just been attacked, I was almost killed and
you are as of now a wanted wizard! Tell me why I should be calm about any of this!?"
"Yelling isn't going to make things better." Harry said to his friend. "And Ginny is probably out somewhere trying to come
to terms with what happened in Diagon Alley. She was very upset." Harry explained.
"Why?" Ron asked. "Why was she so upset? And now that I think about it, why is she even here? Why did she travel
across dimensions?"
Harry shifted on the bed and glanced at Damien who looked uncomfortably back at him. They couldn't answer Ron
without disclosing the truth about Harry and Ginny's relationship.
"Ginny..." Harry started awkwardly, "she was seeing him, Harry I mean."
Ron looked blankly at him and Hermione seemed to suddenly awake to her surroundings.
"Seeing him?" Ron asked, "What like? You mean she was his...his...?"
"Girlfriend, yeah." Harry finished for him, wanting the painful part over with quickly.
"And mum was okay with this?" he asked, failing to understand how it was possible for his overprotective mother to be
happy for her only daughter dating Voldemort's adopted son.
"Charlie had a little problem getting used to the idea," Damien answered, "but the rest were fine."
"Harry was dating Ginny." Hermione repeated to herself. "I thought...oh it doesn't matter now." She told herself. She
thought back to all the encounters Harry had with this world's Ginny. Harry's reactions made sense now. She almost
smiled at those memories.
"I can't believe how wrong things ended up." She muttered, bringing both hands to her head.
She felt Harry's warm hand on her arm. She looked up at him. His soft comforting smile did little to calm her but she
dropped her hands away and smiled back at him anyway.
"I still don't understand," Hermione said louder, getting the other two boys attention as well, "it doesn't make any sense."
"The attack," Hermione answered. "Harry coming to Hogwarts and attacking me."
"I thought you said he didn't come for you, he came for Professor Dumbledore?" Damien asked.
"That's just it," Hermione said. "I've been going over what happened again and again in my head and I don't get it." She
pushed herself to sit straighter. "Harry asked me where Professor Dumbledore was but why did he think I would know?"
she asked. "And he came straight to the Library, how did he know I was there? It was lunch time; as far as Harry knows
there wasn't going to be any students at the library."
"He had to have some reason to think you would know the whereabouts of the Headmaster." Harry offered. "He was
probably told by Voldemort to target you."
"But why?" Hermione asked. "Why me? Why would Voldemort pick me from all the other muggle borns?"
"Because you are the one muggle born that I care about." Harry explained. "You are my friend, that's why you were
targeted." He looked down as guilt flooded him.
It was Hermione's turn to touch Harry's arm. She could read her friend pretty well and knew he was placing blame where it
didn't belong.
"I don't know if I'm just over analysing everything or what but something is amiss," Hermione said with a tired sigh.
"Something doesn't make sense."
"Nothing about this makes any sense!" Ron said as he sat down next to Hermione. "How can Ginny be with Harry?"
xxx
A knock sounded on the door before it opened and James stood in the doorway.
"The meeting is finished." He announced to the group of teens inside. "Dumbledore has asked for you two to stay here
tonight." he said to Ron and Hermione.
"Yeah, a few and I don't like any of them." He said. He looked at Harry and sucked in a breath. "Talking of plans I don't like,
I have to talk to you about something."
Harry read the annoyance in his dad's body language and knew whatever he was going to say wasn't going to be
pleasant.
"Okay." He answered.
James shifted so he was standing properly again and away from the door. He looked pointedly at Hermione and Ron
who quickly stood up.
"We'll be downstairs." Hermione whispered to Harry before she and Ron walked past him and out the room.
"Dumbledore doesn't want to risk Voldemort getting the prophecy," he started, "he wants the orb removed from the
Ministry."
"The problem is that the prophecy orb can only be handled by the person it's about." James told him. "No one else can lift
it."
The room suddenly went quiet. Damien looked dumb founded at James and Harry.
"I don't want you to get involved." James said at once. "Nothing is important enough to endanger your life! I told
Dumbledore that! But he insists that if Voldemort gets to the prophecy then you'll be in more danger." James said, clearly
very annoyed.
"I'm not going to refuse, dad. I'll go to the Ministry and get the prophecy."
"Harry, it's too dangerous." James explained. "The Ministry have an outstanding warrant against you and you have to
sneak inside that very place! And there is no way I'm going to allow any of Voldemort's men to get within a hundred feet of
you!"
"I don't care about the Ministry or the Death Eaters, dad." Harry answered calmly. "I don't even care about the prophecy! I
just want to stop Voldemort from getting what he so desperately wants."
James breathed out a breath of resignation. He shook his head a little as he stared at him.
Harry shrugged.
"I didn't want both my parents murdered in cold blood." He stated. "Sometimes, you don't get a choice."
James didn't argue after that. He sighed unhappily but told Harry Dumbledore's instructions.
"If you're doing this I'm going to be right there with you. You won't be alone." He promised.
"Me too," Damien announced, "I'm coming with you to the Ministry." He stated as he walked towards the door to join Harry
and James.
"I'm coming with you guys," Damien said, cutting his dad off, "you can't expect me to stay behind while you two..."
"You're not coming with us." James said and the tone alone cut Damien off.
As the two boys watched James reached into his robes and pulled out the golden compass, all the while keeping his
eyes fixed to Damien.
Damien looked from the compass back to his dad's stubborn gaze.
"I'm not going back alone!" Damien replied. "I came with my family; I'm leaving with my whole family!"
"I'm not risking your life by allowing you to stay," James said, "I spent all last night imagining what would have happened if
you got hurt." James stopped, looking away from him as the memory of Harry aiming the killing curse at Damien flooded
his mind again. "You're going back where you'll be safe." He told him.
"I'm not running away and hiding like a coward!" Damien hissed.
"I know you're brave and that is precisely why I'm worried." James replied. "I need you to be safe. Voldemort has already
singled you out by targeting you yesterday in Diagon Alley. And now with the attack on Hermione and Ron, I fear what may
come next..." James stopped, unable to finish. He gathered himself as best he could and continued. "I can't risk losing you,
both of you." He said, turning to Harry. "If I had it my way, I would be sending both of you back today." James said, looking
at Harry. "That was my initial plan this morning; you, Damy and Ginny were going to be going back." He looked intently at
Harry. "You can still leave; if you refuse to go to the Ministry..."
"I can't," Harry said, shaking his head. "I'm staying and fighting against Voldemort."
James looked unhappily at him but Harry stubbornly stood his ground. He wouldn't go back, no matter how much his
dad pushed him to. He was needed here and he had to stay back and fight.
"I'm not leaving either." Damien said, making James look over at him. "And if you seriously think I'd leave without my
brother..."
"I'll bring Harry back," James cut across him. "I told you once that no matter what happens, I'll always bring Harry back
home." James reminded. "Just trust me, Damy."
"How long do you think it will take Harry to figure out wards don't keep him out!?" James asked angrily. "And how soon
after will he make his move on the Headquarters?! He knows the location, he's been here, he just can't remember!"
James took a breath, an effort to remain calm before turning his worried hazel gaze to his son. "Harry will hurt you
Damien, don't think otherwise. You should have learned that from yesterday."
Damien faltered in his angry retort when his dad's words hit him. He remembered how it felt facing Harry with his wand
pointed at him. He could never forget the initial disbelief he felt when he heard the words of the killing curse fall from
Harry's lips and saw the green jet of light headed right at him. Damien closed his eyes and blocked the memory as best he
could.
James put his hands on his youngest son's shoulders, making him open his eyes.
"As long as you stay here, you put yourself at risk. Voldemort knows how much you mean to Harry which is why he
ordered Harry to kill you. He's targeting you to hurt Harry and he won't stop until he succeeds. The safest thing is for you
to leave and go back."
"Yes, you can." James reached into his pocket again. "Here, take this." James said, handing Damien the mobile phone.
"Remus still has the other one. I can call you once things get better and I have Harry back. You can come then with the
compass and we can all leave, together." He promised.
Damien took the phone but made no move towards the compass.
"What about Ginny?" he asked, fighting desperately to change his dad's mind. "I can't leave without her..."
"We'll find her, I promise." James said as he pushed the compass into his son's hands.
Damien looked down at the two items in his hands. He gave his dad another pleading look.
"Dad, I..."
"You should get going, Damy. Call Sirius and Remus straight away and stay with them until I phone you." James
instructed.
Harry watched as Damien's expression changed to anger. He shoved the phone roughly into his pocket and without
another glance at either James or Harry he twisted the two dials on the compass. The compass sprang to life at once
and started glowing. The golden shimmer ran across it and enveloped Damien.
Damien stubbornly kept his eyes on the compass and didn't look up at the two wizards watching him. In a flash of light,
Damien was gone, taking the compass with him. Harry felt his stomach twist into knots as he stared at the spot the boy
had been standing in only mere seconds ago.
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Harry walked into the large room which had held the Order meeting only a few minutes ago. Although the majority of the
members had left, a few had stayed behind. Harry could see Moody was still here, talking in low tones with Remus and
Lily. Snape was also still here and was conversing with Dumbledore at the table. Harry's attention shifted almost
immediately to the very large man standing in the corner, talking to McGonagall.
Again, Harry felt his stomach clench painfully as he looked at Hagrid. He had spent a lot of time and energy with Damien,
trying to reveal the truth of Hagrid's mysterious betrayal. He smiled tightly at the enormous man who had spotted him
walking in and was now waving his large hands at him.
Hagrid wasn't the only one to notice Harry enter. Everyone in the room stopped talking and waited for Harry to reach his
seat, across the table from Dumbledore. Harry sat down and James took the seat next to him
"Welcome Harry," Dumbledore greeted. "I trust James told you about the problem we face with lifting the prophecy?"
"Yes, sir."
"I hate to involve you like this, Harry," Dumbledore said, leaning forward, "but I'm afraid I don't have any other choice. The
orb can only be lifted by you or Voldemort."
"You will be led to the Department of Mysteries by members of the Order," Dumbledore explained. "They will ensure your
safety the entire time." That was more for James' sake than Harry's. "All you have to do, Harry, is pick up the glass orb
that sits in row number ninety seven with your and Voldemort's name on it."
Sitting next to Dumbledore, Snape couldn't help but smirk at the growing annoyance in James. He looked fit to burst with
anger as Dumbledore instructed Harry to retrieve the prophecy. Snape enjoyed the sight immensely.
"Professor Dumbledore, I wanted to ask you something about the memory charm," Harry started, making James quickly
look up at him. "You said you would reverse the charm on Harry?"
"What if something should go wrong tonight and...and we don't get to him. Would Harry always remain under the charm
or would it gradually wear off?" Harry asked.
"I don't think it would wear off." Dumbledore answered. "Memory charms don't fade away. They stay until they are forcibly
removed."
"Sir, what would happen if you can't remove the charm?" he asked. Harry knew Dumbledore was a powerful wizard and
there was perhaps very little he couldn't do. But he wanted to know for certain.
"I wouldn't worry about that Harry. I have reversed memory charms before and I'm pretty sure I will be able to reverse the
charm on Harry too."
Harry smiled, feeling much better. All he had to worry about now was getting his counterpart to Dumbledore.
"The difficulty will be bringing Harry here. Removing the charm will be fairly easy in comparison."
"What?" he asked.
"The Order has to waste it's time and strength to capture your counterpart and bring him to the Headquarters only to
remove a memory charm that was most likely self inflicted." Snape said in his usual tone.
Harry felt James tense up next to him. He glanced at his dad to see his hazel gaze burning in Snape's direction. The
Professor's onyx eyes moved from son to father and he held James' angry glare with relative ease.
"Severus," Dumbledore spoke quietly. "I asked you not to say anything."
"Let him," James hissed suddenly. "I know what he's dying to say. Go on, snivellus," James continued. "Say it!"
Snape's sneer grew but his dark eyes couldn't completely shadow the spark of rage at his derogatory nickname.
"Fine Potter, I will," he leaned forward as he spoke, eyes fixed on James. "You know as well as I do what really happened
with your son! He wasn't attacked or tricked. He went to Voldemort out of his own accord. Why would he do that if he
wasn't interested in joining him?"
"That's not true!" Harry defended at once but Snape just ignored him.
"He was supposed to be in Hogwarts but somehow he ended up in the Dark Lord's manor, not once, not twice, but many
times!" Snape continued. "Why did he go there, Potter?" Snape asked. "What could your son possibly want with the Dark
Lord?" he smirked and leaned back, glad to see the effect his words had on James. He took in the clenched jaw, white
knuckles and furious eyes. He knew he was hitting him where it hurt most. "He never accustomed to your way of life, did
he?" Snape asked. "I can't see that boy adjusting to live like you. To an intelligent mind, it makes perfect sense. Harry was
brought up by the Dark Lord, he lived his life under the Lord's influence and then you came into his life and turned it upside
down. You took away everything he knew and thrust him into a world that he doesn't understand..."
"I didn't know you had turned into a mind healer, Snape!" James hissed.
"I don't need to be a mind Healer, Potter." Snape returned. "I can see the confusion in your boy as clear as day. He doesn't
know where he belongs; that's why he went seeking the Dark Lord! That's why he found him and why he decided to return
to him because that's where he truly belongs!"
"You don't know anything!" James spat. "You know nothing about Harry or where he belongs!"
"Perhaps, but you know your son well enough," Snape said. "Can you honestly say Harry is happy with you and would
never return to Voldemort if given the chance?"
This was where James faltered and it was clearly visible. Snape smirked at James' reaction, getting the answer to his
question. He settled further into his seat. Harry watched his dad's face cloud with numerous emotions and silently willed
him to answer back to Snape.
"We are wasting time and resource in bringing Harry back here and removing a memory charm that he most likely asked
for himself. I wouldn't be surprised if Harry asked Voldemort to wipe clean the last two years of his life from his mind. From
what you've told us, they sounded nothing short of torture." Snape said.
James looked Snape in the eyes and said something he never imagined he would ever say to him.
Snape's smug look vanished at the words and he stared at James in shock. Next to James, Harry almost stopped
breathing. James continued.
"The last two years have been torture for Harry. And you're right about him being confused and you're also right about him
not knowing where to belong anymore." James thought back to last years' Christmas when a drunken Harry declared that
he didn't 'fit in' anywhere. "I know Harry isn't as happy with me as he was with Voldemort," James said with difficulty. "I
know that because my son spent all of last year trying to get over what had happened to that monster! I know that Harry
regretted his actions; he regretted killing Voldemort, I know that." James' voice nearly broke at that last sentence but he
pushed on past it, staring at Snape the entire time. "But you're wrong about one thing. Harry would never go back to
Voldemort. He would never choose him, never. And why do I know that? It's because Voldemort made the biggest mistake
of his life when he tricked Harry. He played with Harry's mind, tried using Harry's memories to mould him into being a
different person to who he was and he failed because of that. Harry left Voldemort because his trust was abused. Harry left
Voldemort and no matter what happens, Harry would never return to him."
"He did return to him, Potter. I've got confirmation of that." Snape said.
"Then you're mistaken," James said. "I believe with every fibre of my being that Harry would never go back to join
Voldemort. He may have gone to Voldemort, whether he was tricked or not, I don't know, but he did not go to with the
intentions of joining him again. And I don't know how Voldemort got Harry out of Hogwarts but he forced this memory
charm on my son and I don't care what I have to do but I'm getting my son back." James stood up and then added, "And I
don't care what you think!"
With that, James left the room leaving Snape and Dumbledore at the table. Harry gave Snape a cheeky smile and got up
to follow his father.
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"It's fine. I'd rather have him angry than hurt." Lily said.
James looked at Harry.
"A few hours before we leave for the Ministry." He said. "Are you sure you want to do this?"
Harry rolled his eyes at the question he had answered twenty times already.
"We don't need to pick up the prophecy." Lily argued. "We can just make sure it stays on the shelf. You don't need to
come."
"You know we can't take that risk, mum," Harry said, "and besides, I want to do this."
Moody walked into the small lounge and nodded at the three Potters.
"We have most of the preparations complete. It won't be long until we leave."
"Just remember constant vigilance and you won't have any problems." Moody instructed.
"We're going over the final details to gain entry into the building. You should come." Moody said.
"Everything will be fine, Harry." Lily told him again. Harry was sure she kept saying this for her own benefit more than his.
"He'll be fine," Moody dismissed as they reached him. "If you run into any trouble, just send the signal and the Order will
get to you." He told Harry.
"The Patronum charm is a help signal?" Harry asked in surprise. "I thought it was only to combat Dementors."
"It can be used for both." Moody grunted. He turned to walk out of the door but stopped suddenly and turned to face Harry.
Moody didn't move from the door. His mismatched eyes were fixed on Harry.
"Can you cast the charm without the presence of Dementors?" he asked.
Harry wondered if he could. He had never tried casting the Patronum charm without a Dementor before. Even when he
was learning the spell, Professor Lupin had to have a boggart present that mimicked a Dementor.
"They were guarding Hogwarts in my third year. They were looking for Sirius."
The colour on James and Lily's faces just drained and both looked fit to kill someone.
Moody shared a look with James and Lily before looking down at Harry.
"Just apply the same technique. Think of a happy memory and cast the spell. The Patronus won't be as strong as it's not
fighting a Dementor but it should still be clearly visible. You can instruct it to go get help for you." Moody coached.
Harry looked uncertainly over at his parents but they gave him encouraging looks. Harry drew out his wand and closed
his eyes. A happy memory? Which happy memory should he use to create a really strong patronus?
He realised that when he was learning this spell, he had to struggle to think of a good happy memory. Now he was
struggling to choose one from the last few months. He thought about what it felt like sitting in Potter Manor, having
Christmas dinner with his family, laughing with Sirius and Remus.
"Expecto patronum!"
At once a silvery light shone from the end of his wand before the silver stag leapt out from the tip. The magnificent
creature stood before Harry before galloping around the room.
"Keep your eyes open next time. Never close your eyes when facing an enemy." He told Harry before limping out of the
room.
Harry turned to see his patronus stride over to James who was also walking over towards it. The stag shook it's head
from side to side but then faded as soon as James' outstretched hand touched the top of its head.
Harry stood awkwardly as James just stared at the spot the patronus had been standing in. He dropped his hand down
and turned to look at Harry. There was a raw emotion in his hazel eyes that Harry couldn't quite name. It was a mixture of
pride and love, pure and simple love that made Harry feel almost embarrassed to be on the receiving end of it.
Lily discreetly wiped a tear from her eyes as she watched James walk over to Harry. She could see how incredibly
touched and deeply moved her husband was at seeing what form Harry's patronus had taken.
James brushed the top of Harry's head lovingly and pushed the raven coloured bangs away from his forehead before
kissing it gently. He hugged Harry, letting his arms wrap around the fifteen year old and hold him close to him,
protectively. He kissed the top of Harry's head before letting go of him.
"Come on." He said as he took Harry by the hand and led him out of the room, so they could prepare for their late visit to
the Ministry.
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Please review!! The next chapter is the big one, with plenty of action and, dare I say, surprises!!
Thank you for all your wonderful reviews! Hope you enjoy the chapter! It's a long one!!!
Harry tightened the binds on the two upholsters attached to his upper arm and thigh and carefully slotted his two wands
into them. He pulled on his dark battle robes ensuring his weapons were hidden perfectly from view. He stared at the
reflection staring back at him in the mirror. He breathed out a sigh and leaned in closer. He took a moment to look at
himself, to really study his reflection.
Harry turned to the door and saw Bella standing there, her usual smile playing on her lips. He looked away and started
buttoning up his outer robe.
Bella glided inside, keeping her eyes on the handsome boy before her.
"I couldn't find you earlier." She said. "Where did you go?"
Bella nodded, a vacant look in her eyes. She didn't know what Harry was talking about but played along.
"The rest are ready. They are awaiting your instructions." She relayed.
"We'll leave soon," Harry said. His eyes darted to the large arch windows, "just as soon as it's dark enough. We need the
cover."
"Before we leave, I want to point out one thing, Prince." She whispered. "We're not leaving the Ministry unless we have the
orb."
"So if you instruct me to leave, like you did in Diagon Alley, I will refuse you." Bella pointed out. She hadn't quite recovered
being sent away like that and from Harry no less.
Harry stared at her for a moment before taking a step closer to her.
"You were hurt. If you had stayed you would have been killed or captured." He looked at her intently. "I won't stand for that.
If you are careless enough to get hurt, you leave immediately."
"I don't know, Prince," Bella sang in her childlike imitation. "You got caught last time."
Suddenly the grin faded from her face and she gaped at him in genuine shock.
"What?" Harry asked seeing the rapid change in her expression. "What is it?"
Bella pointed a finger at Harry's face, her eyes wide and fixed on him.
Harry felt it then, a strange wetness just above his upper lip. He lifted his hand and gently touched his face, just below
his nose, and pulled his hand back to see his fingers stained with blood. His nose was bleeding.
Harry stared at his crimson stained fingers. His eyes met Bella's and both stared at each other in surprise. He turned back
to the mirror to see the thick line of blood seep from one nostril. Harry wiped at his face, leaving smudges of blood behind.
"No, I don't know what just happened." Harry answered wiping the last of the blood away.
"Are you well?" Bella asked. If the boy took unwell, the entire mission would have to be postponed. Bella didn't want to
keep on pretending. She was sick of playing nice. She wanted it all to end tonight.
"I'm fine." He answered. He looked back at his reflection. "Everything's fine." He repeated more quietly.
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The time had finally come. The Death Eaters had assembled in the enormous chamber awaiting their orders.
Harry arranged the men into two groups. The significantly larger group were told to go to a warehouse that had been
chosen as their hideout while awaiting the signal. This group was the backup that was going to be used to ambush the
Aurors. Harry handed over the portkeys that had been acquired from the Ministry and instructed that they only use them
once the signal was sent.
The Death Eaters bowed to Harry and to Voldemort before walking to the door, leaving only a handful of Death Eaters
behind, including Lucius and Bella. These were the Death Eaters accompanying Harry to the Ministry.
"I was under the impression that one third of our numbers would be going to the Ministry?" Avery said to Harry. "There are
only fourteen of us here."
Voldemort, who was standing on the dais in the centre of the room, watched as Harry answered the Death Eater with an
air of authority.
"I changed the plan after learning what our current numbers were." Harry explained. "We need the back up to be as
strong as possible."
Avery looked around him at his fellow Death Eaters but no one looked ready to argue further. Begrudgingly, Avery stepped
back and stood in his spot in line. Harry ignored him and turned to face his group.
"We've never tried anything as risky as this before." Harry told them. "Everyone keep your wits about you. Remember we
are going there to collect the memory orb, not to kill Aurors. If we are caught, attack with full force but not otherwise.
Understood?"
With a last nod at him, Harry led the others out of the chamber and towards the main doors. Lucius and Bella walked
alongside Harry at the forefront. Suddenly without warning, Harry's steps faltered and he swayed a little, almost losing
his balance. Lucius was quick to grab onto his arm to steady him.
"Yeah," Harry breathed, shaking his head as if trying to clear it. "I just...felt dizzy all of a sudden."
"Assemble outside. I just need a minute." Harry said, holding his head and grimacing in pain.
Lucius and Bella did as told and led the men outside while Harry turned and walked back up the corridor and further into
the Manor.
As they waited for him, Lucius and Bella whispered an anxious conversation amongst themselves, away from the others.
"He has a fever," Lucius said. "I could feel how warm he was when I grabbed his arm. He may not be able to do this." He
said with worry. "We need him. We can't touch the prophecy, only he can lift it."
"I know that!" spat Bella. "That is why we did this entire charade!"
"We have to make this work. If we are attacked, both of us will cover him and make sure he doesn't get hurt. Once he lifts
the prophecy and gives it to us, he can be on his own." Lucius devised.
It was a full half hour before Harry strode out of the manor.
"Let's go." Harry said, not breaking his stride and taking the lead again.
Lucius and Bella looked to each other before following behind Harry.
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The night guard stationed at the Ministry of Magic had just started his shift when the telephone box came clattering to a
stop in the atrium. The guard narrowed his gaze in the direction and waited for the visitors to walk out. He looked away
as soon as he saw the familiar sight of Auror Alastor Moody walking out of the telephone box, accompanied by fellow
Aurors, Kingsley Shacklebolt and Nymphadora Tonks.
The Aurors nodded to the guard before heading to the elevators. The guard grunted in way of returning their greeting
before settling back into his seat and returning his attention back to the Daily Prophet.
Moody, Kingsley and Tonks took the elevator to the ninth floor. Before they walked out Moody nodded at them. "Go on."
He prompted.
Kingsley and Tonks both pulled out small vials containing a periwinkle coloured potion. They downed the potion in one
go simultaneously. The potion took effect instantly and counteracted with the polyjuice potion in their system. Soon,
Moody was staring at James and Harry.
Harry and James removed their robes, revealing their own attire underneath the Auror robes. Both father and son pulled
out their glasses, smiling at each other. They took out their wands and walked out of the elevator and across the simple,
rather bare, corridor heading to the single plain black door.
"This place, I've seen it before." Harry said, staring at the plain black door they were approaching.
"I know how this is going to sound but...in my dreams." He glanced up at James. "When I was with you, I used to have
these dreams, where I was walking along this very corridor, wanting to open this door." Harry nodded to the door. "Only I
woke up every time before I could."
Harry nodded.
"I saw it enough times to remember it." He said. "I didn't think it really existed. I mean, I had never even been in the
Ministry when I had those dreams. I just thought the dreams meant I was feeling trapped, since I was in another world
with no idea how to get back."
They arrived at the door before Moody twisted the handle and the door opened to reveal a circular room with a dozen doors
lined around it. Harry stared at the room as they walked across the threshold. It was lit by blue flamed candles and the
ground was so polished it looked like it was standing water.
As soon as they walked inside and Moody closed the door, the room spun around rapidly, making Harry close his eyes
so he didn't get dizzy. The walls slowly came to a stop and Harry blinked at the identical doors around him.
"Please tell me you know which door we have to go through." Harry said to Moody.
The Auror just grunted at him and stomped towards the doors.
Moody walked over to the doors and stood before them, seemingly trying to figure out which one they should enter. He at
last made his decision and chose one to his far right. Harry and James walked over to join him. This was when Harry
noticed the doors didn't have any handles.
"Oh no, this isn't right." Moody said and Harry could see why.
The room was long and rectangular, lit by lamps hanging low on golden chains from the ceiling. There was an
enormous glass tank filled with a deep green liquid. Harry peered into the tank and to his astonishment saw pearly-
white brains drifting around.
Harry left the room with his dad, looking back at the strange tank.
As soon as the door closed, the room spun again. Moody chose the door directly across from him this time. Harry and
James followed and all three walked into a large, rectangular room. It was dimly lit and the air was strangely still and
cold. In the centre of this large room was a raised stone dais with a crumbling stone archway. The strange thing about
this archway was that it was completely unsupported by any surrounding walls.
Harry narrowed his eyes to focus on the tattered black curtain which was hung on the archway. It fluttered very slightly.
"What is this room?" Harry asked, still transfixed to the strange moving veil.
"It's the Death room." James answered. "Come on, let's go."
Harry let his dad pull him away from the room. Just as he was about to walk out he heard faint whisperings echo around
him. He turned back to the archway.
"Harry, come on." James said tightly. He was forcing himself to not look at the archway.
Harry obeyed and walked outside, letting Moody close the door so the walls could rotate again.
As they waited for the room to stop spinning, Harry glanced up at his dad. James was rubbing at his head, pinching the
bridge of his nose. He was nervous and worried, Harry could read that clearly.
"It would be pretty funny if we can't find the right door." He said, making James look over at him with surprise.
"Well, yeah," Harry smiled. "Can you imagine; Harry comes here with his team of Death Eaters and we're here with the
rest of the Order but we can't figure out which door to go through." Harry grinned. "I think it would be quite amusing."
Harry shrugged.
"This is it," Moody said, having already opened the door to reveal a bright sparkling light. "Come on."
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Harry and James followed Moody into a room filled with a beautiful, dancing, diamond sparkling light. Harry saw clocks
everywhere; there were large clocks and small clocks, grandfather and carriage, hanging in spaces between the
bookcases. There were clocks standing on the desks that ran the length of the room. The room was filled with a
persistent ticking.
Harry noticed a huge crystal bell jar that stood at the far end of the room. This was the source of the sparkling light that
illuminated the room. Inside the jar was a tiny hummingbird going through a strange series of events. Harry watched with
interest as the bird seemed to regress into a baby bird and re entered its egg, which immediately reformed around it.
Then it hatched again and grew into a mature bird only to regress back down again. This routine was repeated again
and again.
Harry saw various Time-Turners sitting on a shelf next to the bell jar. He followed Moody and his dad as they walked
towards the bell jar and past it where there was a narrow passage between the many desks. Just behind the shelf
holding the Time-Turners was another door. Moody pushed it to open and walked inside.
Harry knew they had arrived to their destination as soon as he walked into the vast chamber. He shivered a little against
the cold and gazed around the chamber; high as a church and filled with row upon row of towering shelves. A mere
glance and Harry saw the hundreds upon hundreds of small glass orbs sitting on the shelves, gathering dust.
"We're staying right here!" Moody returned. "Harry has to go and collect the prophecy alone."
"We don't know if your son is here yet with the Death Eaters." Moody answered. "If he is and he sees us with this Harry
approaching the prophecy he might run and we'll never catch him. It was blind luck that gave us a clue as to where he
was going to be today. We may not have that luck next time!" Moody explained in a rushed whisper. "And if by chance he
isn't here yet then we can grab him as soon as he walks inside." He motioned to the door behind them.
"Dad, stay here. I'll be fine." Harry said, taking a step towards the shelves.
"I'm just lifting one thing from a shelf. How dangerous can that be?" Harry asked.
"Harry, I..."
"Stay here, I'll be right back." Harry promised and took a few steps away from him.
He turned to look at the shelf directly facing him. It was numbered fifty three. He had to get to row number ninety seven.
Without looking back to the two wizards behind him, Harry set off to his right, counting the rows as he passed them.
It was dark and very quiet. Harry couldn't even hear his own footsteps as he walked past the rows of shelves. He held his lit
wand high to make out the numbers on the rows. Finally he walked past row ninety six and approached ninety seven.
Harry slowed his steps as he neared shelf number ninety seven. His eyes struggled in the dim light to pick up the
yellowing plaque with his and his worst enemy's name on it. His eyes locked on the dusty orb sitting near the middle, a
white mist swimming inside it. Harry reached for the crystal orb, locking his grip on it and carefully lifted it from its place
on the shelf.
Harry stared at it, watching the mist storm inside the glass confines. This was it. This was the reason his life was what it
was. This prophecy was the reason his parents were killed, why he was left with his magic hating aunt, why he had to grow
up without a family and why he was linked to the darkest wizard of their time, Voldemort.
Harry's grip tightened on the crystal, a part of him desperately wanted to smash the orb. But doing so wouldn't get rid of
the prophecy; it would still be there, forever connecting Harry to Voldemort. He didn't even know what it was that linked
him with Voldemort; what was the prophecy? How would it affect him? The only way to get his answers would be to learn
the prophecy.
Harry came out of his thoughts at the sound of a soft chuckle. He looked up into the amused eyes of his counterpart.
Harry blinked in surprise, his grip on the crystal orb tightening on instinct.
Eighteen year old Harry stepped closer to him, walking completely out from the shadow that was keeping him partly
concealed.
"You would think Dumbledore would recognise when he's lost." Harry continued. "The raid in Diagon Alley ruined his
charade." He pointed at the fifteen year old boy. "The glamour isn't needed anymore."
"I'm not under a glamour." The fifteen year old Harry responded after a moment. He closed his fingers around his wand.
It looked like his counterpart had come alone, but Harry had learned how looks could be deceiving.
The older Harry rolled his eyes and muttered, "yeah, sure." His eyes scanned the younger boy and landed on the small
crystal orb clutched in one hand. He looked back up into the determined emerald eyes.
The younger Harry watched as masked figures stepped out from the shadows behind his counterpart. He stared back at
the smirking Harry before glancing down at the orb.
Squaring his shoulders, Harry glared back at his older self, ignoring the large group of Death Eaters.
"Yeah?" he answered. "Come and get it." He hissed just before taking aim.
The spell left Harry's wand before any of the Death Eaters could react. He struck the shelf behind the Death Eaters and
caused the hundreds of orbs to come crashing down on them.
As soon as he had fired the curse, the younger Harry leapt to the side to avoid the curse his counterpart had thrown at
him.
A multitude of spells came at the fifteen year old and he just managed to avoid them by quickly rolling out of the way. He
jumped to his feet and began running, not daring to look behind him.
He ducked as he heard the swishing sound of several spells heading his way. An array of lights hit into a shelf, just
inches away from him.
"Don't!" he heard his counterpart instruct the Death Eaters. "Disarm him only! We can't risk hitting the orb!"
Harry kept on running, rushing back the way he had come, hoping his dad and Moody would hear the commotion and
come to his aid. He didn't want to cast his patronus as doing so would alert his counterpart that there were others here
waiting for him. The whole idea of this plan was to use the element of surprise to capture Harry, he couldn't give that
away.
Two blurs of smoke appeared before him and materialised into two silver masked Death Eaters, blocking his way. Harry
skidded to a stop and turned blindly to run to his left. He stopped short at the sight of another two masked Death Eaters.
Turning around, he realised to his dismay that he was surrounded by the group of Death Eaters. He spun around to see
his own self, stepping ahead of the Death Eaters, walking towards him.
At seeing the raised wands aiming at him, Harry did the only thing he could. He raised the glass orb high above his
head, instantly causing the approaching Harry to stop short.
"Take another step and I'll smash this!" Harry told his eighteen year old self.
The older Harry's expression changed to one of worry instantly and he gestured to the others to lower their wands. He
raised his own hands in a pacifying motion.
Harry kept his hand raised with the prophecy. He kept his eyes fixed to his counterpart and his grip on the orb tight.
"Consider what your options are," eighteen year old Harry continued. "You're alone and outnumbered. If you hand me the
orb, I'll let you walk."
"Nice try!" he responded. He felt the orb suddenly pull from his hand. He curled his fingers tightly against the glass,
stopping it from flying out of his grip. He turned his gaze to the one Death Eater that had a wand pointed at him.
"Let's not waste time, Prince." She hissed, still keeping her eyes locked to the younger boy. "Kill him and take what is
ours."
The younger Harry desperately searched for a way out. He wondered where the hell his dad and Moody were; had they
been attacked by the Death Eaters?
"I'm giving you a last chance to walk away from this." His counterpart told him. "Hand me the orb and you can leave." He
extended one hand towards him.
Harry looked at his outstretched hand and then at his own hand. Slowly, he raised his wand and pointed it at his
counterpart, making the older boy drop his hand away in disappointment.
"Sorry, but I'm not giving you anything." He replied. He would go down fighting if that's what things came to.
Before a spell could be uttered, a blinding ball of brilliant white light towered over fifteen year old Harry's head and
thundered across to the group of Death Eaters. Eighteen year old Harry ducked to avoid hitting the mysterious ball of light
but the Death Eaters behind him didn't react fast enough and were knocked to the ground.
Fifteen year old Harry turned around to see who had sent the ball of light to his aid and saw to his relief not only his dad
and Moody but the rest of the Order too. James had crossed the distance and was by Harry's side in a heartbeat,
bringing with him the rest of the Order members. All wands were out and pointing at the older Harry who was staring at
James and the Order.
The Death Eaters didn't spend long on the ground and were back on their feet, wands raised, backing up their Dark
Prince.
For the next thirty seconds nothing happened. Both sides were waiting for something, although neither knew what. James
had his gaze fixed on his son, standing before him with a blank expression on his face. Eighteen year old Harry was the
first to strike, initiating the battle.
Jets of light flew across the hall of prophecies, some hitting their targets, others deflected to the shelves. The many orbs
shattered with the impact, shards rained from the explosions and clouds of mist rose to the ceiling, obscuring visions in the
already dim lit hall.
Fifteen year old Harry concentrated on two things only; one, keeping a tight hold on the prophecy orb and two, avoid being
hit. He ducked out of the way of a killing curse, sent his way by the only female Death Eater.
Bellatrix sheltered her head and ducked as Harry's curse hit the shelf and a dozen orbs smashed, showering her with
shards of glass.
Harry, taking advantage of the distraction, moved towards his dad and Remus. Both men were busy duelling with Death
Eaters.
"Potter! Move it!" Moody yelled, shoving him hard between the shoulder blades and literally throwing him in the middle of a
protective circle, formed by the Order members.
"Watch it!" Harry snarled as he almost lost a hold on the glass orb, but Moody ignored him, concentrating on sending
curses at two approaching Death Eaters.
With the younger Harry safely encircled by Order members, Moody focused on the older Harry. He saw the eighteen year
old boy take on five Order members with apparent ease. Another six advanced on him and Moody took that moment to
send a body binding curse at the unsuspecting Harry. Before his curse could hit him, a Death Eater with blond hair
blocked the spell and sent it back at the caster. Moody brought up his shield to save himself from his own curse.
Lucius and Bella each took one Order member, leaving Harry to deal with four on his own.
"They're focusing on you!" Lucius told Harry as they fought off the Order members.
"Get the orb from the imposter!" Bella yelled as she aimed a Crucio at a fallen Auror.
Harry took one step towards the protected boy but was stopped by another four Order members. This time the four men
threw themselves at Harry, opting to restrain him physically rather than by hexes.
Harry fought off the four men, throwing his elbow into one's face and kicking the other one until their grips loosened. He
smashed his fist into the other two repeatedly until he was free.
"Incarcerous!" Kingsley yelled and ropes flew out from his wand, encircling Harry tightly.
Instead of struggling, Harry whispered a spell and the cords holding him simply turned to smoke and evaporated. Harry
retaliated by curling his hand into a fist to form a fireball. He threw it at Kingsley who brought up his shield but the force of
the spell made him stagger backwards.
Fifteen year old Harry watched the relentless attack of the Order on his counterpart with dread. It wasn't going to plan at
all. The Order couldn't get a hold on him. Too many of the members were focusing on protecting him than attempting to
capture his counterpart. Maybe if ten or more of them came at him at once?
"All of you go for him together. He can't fight all of you." He said to Tonks who was standing with her back towards him,
fighting the Death Eaters.
Lucius and Bella pulled another four wizards away from Harry and duelled fiercely with them. Harry managed to get out of
the grips of the other three Order members and had just stunned them when he suddenly pointed his wand at the ceiling
and hissed another incantation.
"Expecto Patronum."
Nagini nodded her head and turned to the wall, simply disappearing through it.
The only one to have understood Harry's message to his patronus watched miserably as his counterpart fought off
another attempt of the Order. The fifteen year old glanced around at the Order members encircling him. All had their
backs to him and were firing curses at the Death Eaters while slowly edging towards the exit so Harry and the prophecy
could be safely taken out of the Ministry and back to the Headquarters.
Taking his chance, fifteen year old Harry took a deep breath and dashed forward and ducked out of the human circle. He
ignored the shouts of the Order members for him to come back. He dodged the flying curses and ran towards his
counterpart. He would be damned if he left him behind. He would only return to the Headquarters if his counterpart was
with him. He knew it would kill his parents if they somehow failed to get Harry today.
He held up the prophecy orb to show he was still in possession of it. He tucked the orb close to his chest and turned to run.
He knew his counterpart would follow; he had come to the Ministry to get this orb, he wasn't going to let it go to anyone
else. Harry ran, ducking and diving to avoid being hit by the flying curses and hexes. He ran to the open door and jumped
out into the brightly lit room with the Time Turners.
xxx
Eighteen year old Harry ran after his look alike. He still had the crystal orb and Harry wasn't going to let him get away with
it. He fired curses at the Order members that tried to get in his way as he chased the imposter. He saw the boy ran out of
the door and he hurried to follow him. He was blocked by six Order members. Harry waved his hand and wandlessly
knocked three Order members into one wall and three into the opposite wall before running out of the door.
He entered the brightly lit room and saw that it was empty. He rushed to the door at the other end and had just entered
the circular room to see his lookalike disappear through another door.
Eighteen year old Harry quickly pointed at the door and hissed, "Flagrate!" just as the door was closing. A fiery red line
slashed diagonally across the door just as it closed. The doors spun around madly before slowing down to a stop.
Harry smirked at the fiery red line marking the door. He walked to it quickly and opened it, stepping inside a cold dark
chamber. His eyes searched the large room but he couldn't see his lookalike anywhere, yet this was definitely where he
had come. Harry slowly walked down the steps, heading towards the stone dais on which a crumbling, ancient archway
stood, its tattered black curtain fluttering gently.
Harry looked around the benches circling the room, trying to see if maybe the boy was hiding there.
"Hey!"
Harry turned around suddenly at the sound but before he could do as much as see who was there, he was struck sharply
on the head by something. Blinded by the pain, Harry dropped to the ground. His hand flew to his forehead and he
gasped in agony. He could feel his warm blood run down his fingers.
"Incarcerous." The same voice said and Harry felt tight cords wrapping themselves around his body, restricting him.
Harry tried using the same spell as before to turn the ropes to smoke and free himself, but for some reason, the curse
wouldn't take effect. The ropes remained in place, tightly binding him.
Struggling against the excruciating pain in his head, Harry forced his eyes open and saw the lookalike standing over
him, holding a wand in one hand and a strange wooden object in the other.
"Sorry, Harry," fifteen year old Harry said, looking at him with genuine regret, "but I had to."
He dropped the wooden object to the ground. That was when the wounded Harry saw that it was in fact a heavy looking
clock.
Fifteen year old Harry turned his wand towards the door.
"Expecto Patronum." He said in a clear voice. The silvery smoke left his wand and took the form of a magnificent stag.
"Get my dad and the Order here." He instructed and the stag nodded once before galloping out of the door.
Awkwardly, the younger Harry turned his attention back to his counterpart. He had hit him a little too hard with the clock he
had picked up from the Time Turner room. His heart skipped a beat as he saw blood run freely from the nasty looking cut
on his forehead.
The eighteen year old Harry opened his mouth, no doubt to hurl abuse at him but the only thing that left him was a painful
groan.
"Harry, I...." fifteen year old Harry started but suddenly gasped in pain, grabbing at his forehead. His scar had erupted in
pain.
He straightened up, clutching at his scar and turned to face the door. Voldemort was standing before him, blocking the
exit. His different appearance would have been a shock if Harry hadn't seen his counterpart's memories.
Shakily, Harry raised his wand at the Dark Lord but the pain in his scar was making it impossible for him to concentrate
on cursing him. Voldemort moved suddenly and in the blink of an eye he stood towering over Harry. A wave of his hand
had disarmed Harry. Another wave of his hand freed eighteen year old Harry from the ropes, allowing him to climb back
onto his feet.
"Harry!"
Voldemort turned almost lazily at the shout. James followed by Moody, Remus, Kingsley and a few of the other Order
members rushed inside. All of them fired curses at the Dark Lord but the wizard simply brought up his shield, easily
protecting himself.
Fifteen year old Harry stumbled away from Voldemort and was instantly shielded by his father. James stood in front of
Harry, aiming his wand at Voldemort but his eyes kept darting to his son standing next to the Dark Lord. His heart jumped
horribly at the sight of the blood trickling out of a cut on his forehead. He watched as Harry wiped at the blood, glaring
hatefully at him.
The rest of the Order was aiming at Voldemort and Harry, confused as to what they should do now. They hadn't prepared
to meet Voldemort tonight. The red eyed wizard could read their fear and it made him grin.
"Well, this is a surprise." Voldemort chuckled darkly. "I never thought I would be killing quite so many tonight." His
crimson stare fixed on James. "I guess history likes repeating itself."
Eighteen year old Harry looked over at Voldemort at the last comment, his brow creased. James smirked angrily at
Voldemort.
"You better be careful or he'll realise you're lying to him, again." He said, nodding at Harry.
"Patience, Harry," Voldemort said, enjoying every moment of this, "Don't kill him yet. He has to see plenty of death before I
allow you to kill him."
James gripped his wand tightly and glared at Voldemort. He wanted so badly to kill him, to curse him with the Avada
Kedavra right now, but he knew that even if he did, the bastard wouldn't die. No, his Horcruxes would see to it that he
survived.
Voldemort's gaze shifted to the younger Harry, protected by the Order members. He smirked and pointed a finger at him.
Fifteen year old Harry had to quickly grab at the crystal orb tucked safely in his pocket as it gave a lurch and tried to fly out
towards Voldemort.
James pushed fifteen year old Harry out of the way as the jet of green light came at them. The group of Order Members
scrambled out of the way as eighteen year old Harry aimed at them with the killing curse.
The Order members started their own onslaught of curses aimed at both Voldemort and his Dark Prince.
"Get Harry out of here, now!" James yelled at Moody and Remus, pushing fifteen year old Harry towards them.
"Dad, no!" Harry tried to protest but he was having none of it.
"Go!" he pushed before turning around to face his other son and his worst enemy.
Fifteen year old Harry was pulled along by the two Order members while the rest occupied Harry and Voldemort's attention
so Moody and Kingsley could get Harry safely out. The three managed to get to the door before finding their way blocked
by Lucius and Bella.
"Where do you think you're going, pretty?" Bella asked Harry. She lunged towards him, laughing manically.
Moody and Kingsley didn't let the woman come near Harry and fought her and Lucius.
Harry felt the prophecy give another twist, trying to rip its way out of his pocket. He grabbed at it with both hands again,
pulling it closer to his chest. He looked around to find Voldemort aiming his wand at him. He jumped just in time to avoid
the killing curse sent his way. Voldemort couldn't pursue his attack on Harry as James intervened. Fifteen year old Harry's
scar gave another painful throb and he hissed in pain, holding his head with his hands.
The distraction of his scar was enough for him to be suddenly knocked to the ground. Dizzily he looked up to find Bella
sitting on top of him. Her heavy lidded eyes gazed at him for a moment before she pressed her wand painfully under his
chin.
"What do you say lovely, are you going to hand it over or am I going to have to rip you to shreds to find it?" she cooed in
her mock baby voice. Her fingers buried into his chest, her sharp nails digging into his flesh.
She was suddenly hit with a spell; knocking her clear away from Harry and smashing painfully face first on the ground.
"Damien?!"
The dark haired boy standing over him offered his hand to Harry and helped him back onto his feet.
"What are you doing!?" Harry asked. "You were supposed to go and stay home!"
Harry looked behind him to see another familiar face, duelling fiercely with the Death Eaters. The pale gaunt face had an
expression of excitement as he sent curse after curse at the masked men. Harry looked back accusingly at Damien.
"You brought Sirius here?" he asked in outrage. "He's wanted by the Ministry!"
"So are you, remember?" Damien pointed out. "And I didn't bring him. He saw me when I came back to the
Headquarters. He wouldn't let me come here unless he came with me."
Harry's next words died in his throat as he saw Bella back on her feet and taking aim. He grabbed Damien and jumped out
of the way as her killing curse flew their way. Both boys were back on their feet, wands drawn and aimed. Before they
could send anything her way, a figure stepped in front of them, his own wand aimed at the dark haired witch.
Both descendants of the Black family started throwing hexes and curses at each other.
"So glad to see you finally out and about. I thought you would have rotted in your hole by now." Bella taunted. "Aren't you
sick of being a coward?"
Sirius threw a furious round of spells at her, her words hitting his sore spot.
"I'm not the coward, cousin! You're the one that succumbed to the pressure and joined that monster!"
Bella let out an angry shriek and her onslaught of curses intensified.
During their duel, both had somehow reached the dais and were now near the stone archway.
"Sirius!" Harry and Damien yelled, watching the fight between the cousins.
James suddenly knocked against Sirius, pushing him to fall to the side and not backwards. Both men fell to the ground.
The tattered black curtain hanging between the archway fluttered gently.
Bella took aim again but was stopped by Remus. James and Sirius both sat up. Sirius looked to the archway and then
back at James before grinning at him.
"What the hell, Padfoot!" he yelled. "What are you doing here?"
"I couldn't let Damien come alone. You would have killed me." Sirius explained.
James looked confused for second before his eyes widened in realisation. He quickly searched the chamber until he
saw his youngest son, duelling with a Death Eater. In a flash, James had reached his side, blasting the Death Eater
away from him.
"Damien!" James growled. "What do you think you're doing?! I told you to go!"
Damien nodded.
"And I did. But you didn't say anything about not coming back straight away."
James cursed.
"Whatever you say." Sirius replied and happily ran off to fight two Death Eaters.
Damien caught sight of his brother, duelling with the Order members. His heart sank at the sight. He knew it was going to
be near enough impossible to capture him and from the looks of things, he had been right.
He saw his brother knock the Order member to the ground and as he looked away, his eyes met his. A look of surprise
flitted over Harry's face at the sight of the dark haired boy. Damien didn't wait to be cursed this time and threw his
disarming curse at his brother. Harry blocked the spell easily.
"Damy, move!"
Damien ducked and dove out of the way at the sound of his dad's voice. The curse hit the ground where he had been
standing only mere seconds ago. He looked up to see his dad attack the masked Death Eater that had fired the curse at
him.
Damien leapt to his feet but before he could help his dad, his eyes landed on fifteen year old Harry, struggling with two
Death Eaters. The two men were advancing on the boy, sending curse after curse at him, which Harry was just
managing to block.
"Accio!" one of them spat and Harry's pocket ripped completely to reveal the glass orb.
Harry grabbed at it with one hand while holding his shield in place with his wand.
Harry didn't hesitate and threw the glass orb in his direction.
Damien caught the orb and subsequently got the two Death Eaters' attention as well. Making use of the distraction, Harry
quickly acted.
"Stupefy!" he yelled and knocked both men out with the spell.
"Damien! Give it to me!" James yelled, gesturing to the orb in his hand. The longer Damien had the prophecy, the more
attractive a target he would be.
Damien threw the orb towards his dad. The glass sphere spun through the air but suddenly changed direction and
instead of landing in James' waiting hands it zoomed straight into the eighteen year old Harry's hand. He had
summoned the orb from midair.
Fifteen year old Harry felt his breath leave him as he saw the prophecy land in his counterparts' grip. The battle around
them came to a sudden stop as everyone saw the eighteen year old take possession of the glass orb. Everyone knew
now that Harry had the orb, no one would be able to get it from him. The Death Eaters took the opportunity of the
distraction and disarmed the Order members, holding them at wand point. James and Sirius instantly shielded Harry and
Damien but the Death Eaters were no longer interested in them.
Bella's manic laughter rang in the air; they had won, they got the prophecy, the very thing they had come for.
Voldemort threw aside the man he had been torturing and walked nearer Harry, extending his hand towards him, a
conceited smirk on his face.
Fifteen year old Harry watched helplessly as his counterpart did as he was told. He shared a panicked look with Damien as
the older Harry took two steps closer to the waiting Voldemort. Harry smiled and reached towards Voldemort, offering him
the precious orb.
Instead of depositing the crystal orb into Voldemort's expectant hand, Harry suddenly clenched his fist shattering the
delicate orb in one swift move. The echo of glass breaking rippled in the air, catching everyone's attention. Small shards of
glass rained down on Voldemort's hand and a cloud of white mist blossomed from Harry's fist but evaporated before it
could take any form.
When the mist cleared everyone saw Voldemort's enraged, and somewhat confused, expression and Harry's satisfied
smirk.
Fifteen year old Harry could only stare at his counterpart, as was everyone else. Realisation dawned on them as to what
was going on and it left them speechless.
The self proclaimed Dark Lord glared at Harry, never taking his crimson gaze away from the boy. From beside him, Bella
stepped forward appearing dazed.
"You recovered?" she asked, eyed wide and full with anger. "How?!" she demanded. "The memory charm couldn't have
worn off!"
Harry spared her a single glance before his emerald gaze rested once again on the Dark Lord.
"Of course not," He smirked. "It would have had to take effect before it could wear off." He smirked deeply as Voldemort
reacted to his words. His red eyes were positively burning with rage. Harry spoke directly to him. "Did you really think after
all the times I had my memories taken, I wasn't going to take some sort of precaution against it?" he asked.
Harry placed a hand over his chest. Slowly a pendant materialised under his palm. It looked like it was made out of
twine, twisted into a strange symbol that looked like a rune of some sort.
"Atsist maina" Voldemort recognised the rune. He turned back to look at the boy that had tricked him.
"Handy little thing this is," Harry continued. "It repels certain spells. I was told it works beautifully with memory charms. I
wasn't sure it would but it was perfect." He placed his palm on the rune and it slowly disappeared from view again. "I
picked up this trick for keeping it hidden." Harry said, turning his head to look straight at Damien.
Damien didn't know what to do. He stared back at his brother, too confused to do or say anything.
"You were never under the charm?" Lucius asked, anger evident in his voice.
Voldemort was deathly still, crimson eyes fixed on Harry, who was matching his stare now.
"I played along, wanting to see how far you would push it." Harry took another step closer to the enraged Dark Lord. "You
wanted to have it all," he said. "Have you had enough?" he asked in a quiet voice.
Harry grinned as he stepped on a piece of the broken glass, snapping it under his foot. The action was solely to drive
home the message that Harry had only played along so he could smash the prophecy in front of Voldemort.
Harry saw Bella press her wand against her arm, into her dark mark. He laughed at the sight, making her look up at him.
"It's no use, Bella. You can send out all the signals you want, no one is coming." He looked back at Voldemort to see his
reaction. "Unfortunately, there was an incident and your Death Eaters are, well...dead."
"Well, I believe there was a problem with the warehouse and it caught fire. It really was unfortunate that all your men were
trapped inside." Harry grinned at the look of fury on Voldemort's face. "The only supporters you have left are the ones
presently with you."
Although eighteen year old Harry was immensely enjoying this, fifteen year old Harry was finding it increasingly difficult to
keep quiet. The pain building in his scar was making Harry groan in agony. James noticed and moved quickly to his aid.
Fifteen year old Harry clenched his teeth together in an effort to suppress the pain but it did nothing to help. His scar was
on fire.
"You won't get away with this!" Bella hissed at the older Harry.
"Actually, you lot are the ones that won't get away." Harry continued. "At this very moment, all of your hideouts and various
safety locations are being raided by Ministry Aurors. They will have taken possession of everything that is yours and even if
you escape from here today, you won't have anywhere to go." Harry chuckled as he looked from Bella back to Voldemort.
"You're finished." He hissed with a satisfied smirk.
Voldemort understood Harry's change of plan and his interest in their hideouts and their numbers. He had planned all of
this. Voldemort's eyes were smouldering with anger and hatred so pure it was killing the younger Harry through his scar.
The Dark Lord forced a smirk on his face as he finally answered.
"Very clever," he said in his quiet, dangerous voice. "It's a shame you won't survive to celebrate your victory!"
"I don't care," Harry shrugged. "I didn't do any of this to win any sort of a game. I didn't want anything to do with you. You
did this to yourself." Harry said. "You should have thought about what I'd do if you tried to take my memories. You should
have known I would burn your world to the ground!"
"And you should have learned one thing from your father, boy," he hissed. "Those who play with fire, get burned!"
The spell hit Harry straight in the chest, knocking him backwards. A few of the Order members including James,
Kingsley, Moody and Tonks took the opportunity and attacked the still dazed Death Eaters, grabbing their wands from
them and stunning them.
The fight broke out again, the Order managing to overpower the Death Eaters this time. Eighteen year old Harry got back
onto his feet just in time to see Voldemort and Bella exit the room. The other Death Eaters hurried to join their master but
they couldn't get past the Order.
Voldemort shed the glamour he had been supporting as he made his way out. He had no need for it now as his plan had
never worked. Bella followed her master's example and got rid of her glamour too. Both had reached the main atrium
before coming to a sudden stop. Standing in the middle of the atrium was Dumbledore. Voldemort glared hatefully at his
former Professor.
"You shouldn't have come here tonight, Tom." Dumbledore said quietly.
Voldemort already knew that. He had only come here after Nagini in the form of a patronus had arrived in his chamber.
He had followed her to the Ministry.
"You still haven't won!" Voldemort insisted. "You can't defeat me."
At being addressed by his true name, Voldemort's rage peaked and he sent a curse at the other wizard.
Dumbledore blocked the attack and cast it aside, as if it were nothing more than a troublesome fly.
"You don't have anywhere to run, Tom." Dumbledore continued. "It would be unwise to continue this fight. Give yourself
up. It's the safest option for you."
"Safe?" he asked angrily. "I'm surprised you still delude yourself with such fantasies." He glared at the white haired
wizard. "Nowhere is safe. You and your people will learn that the hard way!"
Both Bella and Voldemort attacked Dumbledore, sending hex after hex at him. Dumbledore duelled with both of them,
blocking their furious attack and trying to incapacitate them at the same time.
James, Remus, Sirius, Moody, Damien and the younger Harry arrived in the atrium just in time to see Dumbledore encase
Voldemort and Bella in a strange clear blue bubble. For a moment it seemed the spell had worked and both the Dark Lord
and his female supporter were trapped inside the bubble. But Voldemort managed to shatter the spell, freeing himself and
Bella.
The group leapt into action at once, coming to Dumbledore's aid. Bella and Voldemort were the ones now outnumbered as
the four wizards joined Dumbledore. Harry and Damien were told to stay 'out of the way' by James and so kept to the side.
Moody blasted his hex at Bella, successfully throwing her to the ground, away from her master. A quick body bind was
cast and the only female Death Eater found herself frozen on the ground.
Bella panicked and fought against the spell, trying in vain to free herself. Just as she gave up she felt the effects of the
body bind dissolve, allowing her to sit up. Dazed, she looked over at her master but Voldemort was occupied with the
group of wizards duelling with him.
She looked over behind her to see the one who had freed her. Her eyed widened with shock as the eighteen year old
Harry stood a short distance away from her. She could tell, just by the look in his eyes that he was the one to free her.
She grabbed for her wand and just turned to aim at him when he waved his hand, wandlessly knocking her wand clean
out of her hand. Another wave of his hand and Bella skid across the floor and landed in one of the fireplaces. The green
flames shot up around her and in a flash, she was gone.
Voldemort heard the sound of the floo and turned to see Bella vanish in the green flames. He turned his fiery gaze back
to the Headmaster of Hogwarts.
"Let's see if you can finish this!" He hissed before suddenly vanishing.
"Where did he go?" Sirius asked. "He didn't just disapparte, did he?"
"If Harry can do it, maybe he can too." Remus said unhappily.
Fifteen year old Harry opened his mouth to speak but his breath suddenly caught in his chest before his scar burst in
excruciating pain. Struggling to breathe Harry collapsed onto the ground, his mind ablaze with nothing but pain.
"Harry! Harry! What's wrong!?" James and the rest were by Harry's side, trying to see what had happened to him.
The fifteen year old didn't hear Moody. His mind was occupied by nothing but agony. He felt his mouth open out of its own
accord and his own voice, barely recognisable, sounded to his ears.
Dumbledore had reached Harry's fallen form and he kneeled next to him, his face lined with worry.
Harry cried out with agony as he felt every bone in his body ache. Fighting for control, Harry managed to speak.
"Do it, Professor!" he gasped. "Do it!" If he died but took Voldemort with him, it was worth it.
"No!" eighteen year old Harry shouted and ran towards them. But Dumbledore wasn't going to do anything of the sort.
The older Harry ran towards his younger counterpart and aimed his wand at him. Immediately he was thrown backwards
violently. Harry hit the ground, dazed and knocked out of breath. He sat up, staring hard at the convulsing Harry.
"He's blocking me. I can't get past him." He said.
All eyes turned back to the fifteen year old who was still crying out in pain.
"Harry," Dumbledore called to his student. "You can't be defeated by Voldemort." He urged. "You're much stronger than he
is, much stronger."
"No you're not!" a voice hissed in his head. "You're weak, so weak!" Voldemort continued in Harry's mind. "You couldn't
fight me, you can never defeat me. Look at you! You're nothing! Cast a glance over there, that is what you could b e if you
joined me." Harry opened his eyes to see his older counterpart staring worriedly at him. "He has power! Power that I gave
him. Without that power, he would b e nothing, just like you!"
Harry struggled to answer him and after a moment he found the strength to take back the control.
"He may have been given power by you but he's nothing like you!" Harry fought back. "He uses his power for good, he
always has!" Harry stated with pride. "You're the one who can never defeat me."
"Harry! Harry!" James was in tears as he called out to the fifteen year old who was moaning in pain.
"Just...kill him. Do it." Harry pleaded aloud. Through all the pain he thought about his last few months with his parents. If
he died now, he would meet his parents, his actual parents. That wouldn't be so bad.
With an unearthly cry, Voldemort suddenly left Harry's mind. He could no longer possess him. The force of him leaving
made the wizards at Harry's side fall backwards to the ground. Fighting to breathe properly, fifteen year old Harry sat up,
shaking horribly. He looked up to see the enraged Dark Lord before him, crimson eyes fixed on him.
The sound of countless fireplaces coming to life made the Dark Lord pull his hate filled gaze away and look around the
atrium. It was already filled with many wizards, including the Minister for Magic, Cornelius Fudge. All of them were staring
in disbelief at him.
Voldemort turned to give the fifteen year old Harry one last glare.
With that, Voldemort turned and smirked at the eighteen year old Harry.
With that last promise, Voldemort turned and in a flash he was gone. His sudden departure seemed to snap the Aurors
back into action. They rushed towards the group, yelling out instructions to them.
Sirius, sitting among the group, rapidly lost colour. He was going to be surrounded by Aurors in a matter of seconds.
"Hey, Sirius," Eighteen year old Harry called to him, before the Aurors caught up to them. "Catch." He threw a small
circular item towards him. Sirius caught it on instinct. As soon as his fingers came in contact with the soft ball he felt the
tug below his navel and in a flash, Sirius was portkeyed, safely back to Grimmauld place.
"Put your wand down! Now!" the Aurors yelled at Harry. The eighteen year old obeyed and dropped his wand to the
ground.
"Dumbledore, sir, please move out of the way." The Aurors instructed as they finally reached the group of wizards.
Moody instructed a team of Aurors to go down to the Death Chamber where the rest of the Death Eaters were
incapacitated and waiting for them. The rest of the Order was guarding them.
"Mr Potter, are you hurt? Do you need medical assistance?" one Auror asked the fifteen year old Harry, surprising him. He
thought he was still wanted by the Ministry. But the Aurors surrounding him made no move to arrest him. They seemed
more interested in making sure he was not hurt.
"Put your hands up! Get on your knees, now!" four Aurors had surrounded Harry and were aiming their wands at him.
Harry obliged and slowly dropped to his knees, holding both his hands up where they could be seen. One of the four
Aurors stepped behind Harry and guided his hands behind his back so they could be shackled.
Harry glanced up and met his dad's hazel stare. He noted all of them were staring at him. His eyes brushed past them
and stopped on his brother. Harry looked away awkwardly, choosing not to look at him right now.
Fifteen year old Harry was slowly helped to stand up by James and another Auror. He saw his counterpart being dragged
roughly to his feet, hands bound behind him.
"Wait, no!" the younger Harry objected at once. "He's not with Voldemort! He was pretending!" he told the Auror. "Dad, tell
them!"
He looked over to see his son being led away by the Aurors. He knew enough about the Ministry to know how things
worked. He had spent two decades of his life as an Auror. He knew the Aurors wouldn't listen to anything they had to say
yet.
"They won't believe us." James repeated quietly as the Aurors led Harry through a set of doors and out of sight.
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So, what do you think? Did you like it? I hope so. There will be a lot of explaining done so don't worry. Only a few more
chapters left. Please review to tell me what you thought? Cheers!!
*Chapter 42*: A lot of Explaining
Disclaimer I do not own Harry Potter and everything recognisable belongs to J K Rowling.
I'm glad you guys enjoyed that last chapter. Here's the next one. I hope you like it! Enjoy!
Sirius looked up at the window to see another brown owl tapping furiously at the glass. Tonks quickly opened the
window, allowing the owl to hop inside and hold out its leg. The rolled up scroll was taken from the owl and the bird
immediately took off, flying out of the still open window.
"What does this one say?" Moody asked, limping over to her.
"Kingsley just confirmed the warehouse. A team was sent to an abandoned warehouse three hours ago after a tip off.
They only just managed to extinguish the flames." Tonks said. "So far, it seems like there's no survivors."
"He was telling the truth then," Moody grunted taking the parchment from Tonks and stomping his back to the table. He
threw the letter onto a growing pile already scattered on the table. "I thought he was only trying to scare Voldemort by
telling him his Death Eaters were dead."
"From the looks of things, Harry was telling the truth about everything." Arthur said, gesturing to the letters and notes
sitting before them. "The raids, the fire, the killed Death Eaters, everything."
Sirius shook his head, pinching the bridge of his nose. He had a headache. Too much had happened in such a short
space of time and none of it made any sense to him.
"With Kingsley sending us notes every five minutes he could have mentioned what's going on with James and the rest!"
Sirius groused.
"Dumbledore is with them, they'll be fine." Remus assured. He along with the rest of the Order was told to leave the
Ministry while James, Lily, Damien and both Harrys were kept back.
A sound was heard from the main hallway which made Sirius hurry out of his seat and rush towards the door. He
appeared in the narrow, dimly lit hallway in time to see four people walk tiredly inside.
James walked in supporting a rather ill looking Harry. Lily and Damien followed behind them, looking exhausted. The
four looked up to see Sirius, Tonks and Remus waiting for them.
"Thank Merlin!" Sirius gushed, hurrying towards the people he considered his family. "I was getting beyond worried now!"
He helped James support the pale, fifteen year old Harry, guiding him and the rest towards the main room. Many Order
members were sitting around the table, either studying the notes from Kingsley or talking quietly with each other, trying to
work out exactly what had happened.
Sirius settled Harry in his own chair and looked worriedly at him.
Harry nodded his head and wished he could stop shivering. He had his dad's cloak wrapped around him but he still
couldn't feel any warmth in his body. He couldn't stop trembling.
"I'm fine." He managed, ignoring the looks he received from the rest of the Order.
"We were put in one of the rooms and left for two hours. Then an Auror came in, told us we were free to go and that was
it! They didn't ask me or any of us a single question!" James spat angrily.
"Wait, how is that possible?" Tonks asked. "How could they not question you? At the very least they should have asked
who you were! I mean you both are supposed to be dead." She said gesturing to James and Lily.
James ran a hand through his hair but didn't bother answering Tonks.
"I think Dumbledore might be the reason none of us were questioned." Lily put in tiredly. "I'm sure this is his doing."
"I don't understand," Harry said, pushing himself to sit straighter in his seat. "What could Professor Dumbledore have
said to the Minister for him to let us go without questioning?" he shook his head, an effort to clear it. "I mean, they didn't
even hold me back. Last I checked I had an arrest warrant against my name."
"What?"
"It appears that orders were put through in the early hours of this morning that nullified your outstanding warrant." Moody
told him. "It's detailed in one of those." He pointed to the table covered in littered parchment.
James moved to the notes and letters scattered on the table and started looking through them.
"Kingsley and a few others have been keeping us up to date with the latest happenings at the Ministry." Arthur explained
pointing to the stack of parchment.
James nodded and sifted through the some thirty letters and notes.
"It seems the Ministry is still receiving anonymous tip offs." Remus said, walking over to join James. "According to
Kingsley there have been owls coming at regular intervals, delivering notes all written in the same handwriting,
disclosing more and more information about Voldemort, his hideouts and his Death Eaters. You wouldn't believe the
number of wizards he had working undercover at the Ministry." Remus said with a shake of his head. "All of them have
now been arrested. Kingsley said they have more than forty locations disclosed and the raids have already started."
James nodded again but didn't look very interested in what Remus was saying. He was scanning each of the notes
carefully, before throwing them to the side.
"He's in a holding cell." Sirius told him. James looked up abruptly at him, parchments still in his hands. "Kingsley said
Harry's fine. He's not been interrogated yet. The Aurors are busy with everything else going on; the tip offs, arranging the
raids, making more arrests. Harry's fine."Sirius assured.
"What's the plan?" fifteen year old Harry asked, forcing his hands to stop shaking. "How do we get Harry out?"
James didn't say anything and moved to a corner of the room, head bowed deep in thought. Sirius watched him closely,
his frown deepening.
"I'm sure it won't be hard." Tonks said, gathering up the notes and stacking them neatly onto the table. "Dumbledore will
sort something out. I mean that is why he's still there."
"And it doesn't take many guesses to figure out these tip offs are from Harry. All the letters are probably in his
handwriting." Moody added. "He can easily prove he wasn't with Voldemort, it was all an act."
"I still can't believe he was pretending." Remus said, shaking his head. "He had everyone convinced."
"So we don't do anything?" she asked. "We just let Harry stay there?"
"For now, anyway," Moody said, moving towards the window to let in yet another owl carrying a scroll. "We should wait to
hear from Dumbledore first."
Sirius waited to see what James' reaction would be to Moody but was disappointed to see that James merely closed his
eyes and rested his head on the wall behind him.
The sound of the main door opening caught everyone's attention. Tonks and Damien hurried to see who had arrived at the
headquarters of the Order. Damien stepped out into the corridor next to Tonks and felt his breath catch in his chest in
surprise.
"Ginny!"
Seventeen year old Ginny looked up at the sound of her name and her brown eyes met Damien's hazel ones. She
quickly closed the door behind her and hurried towards him.
"Where have you been?!" Damien demanded, walking past Tonks and towards his friend.
Ginny shook her head at him as she walked over to join him.
"I know, I know," she apologised, "I'll explain everything but not right now. I need to do something first."
That was when Damien noticed the scroll clutched in her hand. Ginny walked past Damien and Tonks and straight into
the room. The occupants of the room stared in shock at the seventeen year old as she strode into the room. Ginny
ignored mostly everyone in the room, heading towards one dark haired man.
"Ginny?!" Sirius exclaimed as he saw the girl walk towards him. "Where have you been? We've been looking everywhere
for you?"
"I'm sorry about that." She said. "I'll explain why I had to leave but before I do that, I have something for you." She offered
the rolled up scroll to Sirius who looked blankly at it.
Sirius took the scroll from her and unfurled it, still looking questioningly at the red haired girl. His blue eyes moved from
Ginny's smiling face to the parchment and he began to read. His eyes widened dramatically and an expression of
disbelief blanketed his features. His face lost what little colour it had and he looked like he may pass out soon.
"Sirius?" Harry grew worried as Sirius continued reading the parchment, looking fainter by the minute.
Remus and James moved closer to their friend just as Sirius lowered the parchment, looking positively dumbfounded.
Suddenly Sirius collapsed in the seat next to him, holding his head in his hands.
"Sirius!" Harry jumped out of his seat and rushed over to his godfather, ignoring the way his body protested to the sudden
movement. "What happened? What's wrong?" he asked coming to the dark haired man's side.
Sirius shook his head and opened his mouth but his voice failed him. Remus took the parchment from his fingers and
began reading it quickly. His eyes widened with surprise too, so much so that Harry moved from Sirius' side to Remus so
he too could read the letter. At the same time, James moved closer to read as well.
Harry saw that the parchment was an official looking letter bearing the emblem of the Ministry. It read;
In relation to the charges of which you were convicted of on 2nd Novemb er 1981, it is my pleasure to inform you that all
of these charges have now b een dropped. Due to indisputab le new evidence that has b een b rought to our attention,
we now recognise our error in convicting you of crimes you did not commit.
Please accept our sincerest apologies and deepest regrets for the years you served in imprisonment.
You have received a full pardon from the Ministry of Magic and will b e compensated for suffering twelve years in
Azkab an, defamation of character and loss of income. Further correspondence will b e sent in due course.
Harry read the letter twice, just to make sure he understood it properly. He looked up at his dad to see him looking just
as shocked and surprised as Sirius had. Remus lowered the letter, letting Lily take it to read.
Sirius lowered his trembling hands and looked up at his friends and godson.
"Oh God, Sirius!" Lily rose to her feet, having read the letter and engulfed him in a hug. "I'm so happy for you!" she
gushed.
"I'm free," Sirius said quietly, his voice muffled by Lily's shoulder. He sounded like he couldn't believe it.
"Indisputable new evidence?" Tonks asked, lowering the letter that had circulated to her. "I wonder what that could be."
Sirius looked to Ginny and quickly stood up to face her, his eyes questioning her. The rest brought their attention to her
as well.
"Not every Death Eater was killed in that fire." Ginny said quietly. "One of them was found on the doorstep of Madame
Bones, ready to confess his past crimes."
"Peter" Remus whispered in realisation. It couldn't be anyone else. James and Lily were staring at Ginny in disbelief.
"But why would he confess after hiding for so long?" Tonks asked.
But Sirius already knew why. He stepped towards Ginny, his blue eyes searching hers with a quiet intensity.
"Harry?" he asked.
"Harry has his ways of persuasion," she smirked a little. "He encouraged Peter to do the right thing and confess."
Fifteen year old Harry turned to look at Damien, who met his gaze full on.
"Harry didn't want to take Pettigrew to the Ministry, too much was planned to happen there and Harry didn't want Peter
getting caught up in it. He took Peter to Amelia Bones' home and left him there." Ginny explained.
"A few hours before he arrived at the Ministry with the Death Eaters." Ginny answered.
"And Peter didn't try to run when Harry left him at Madame Bones home?" fifteen year old Harry asked. He still
remembered the way Peter had escaped from him two years ago.
"Like I said, Harry has his ways of persuasion." Ginny repeated meaningfully. "Peter wouldn't dare try and run, not after
Harry explained would happen to him if he didn't own up to his crimes and prove Sirius' innocence."
Harry understood what she meant. He knew enough about his counterpart to know how he would persuade anyone.
Ginny's eyes darted to James and Lily before she dropped her gaze to the ground. Damien was staring at Ginny with a
sense of hurt. Harry had told her; he had told her that he was pretending and she must have been helping him. That was
why she had seemingly disappeared from the headquarters. She must have been with Harry. How else would she have
brought Sirius' pardon with her?
"I...I will explain everything that happened but now isn't the time." Ginny answered, careful to avoid looking at Damien. "I
need to get Harry out of the Ministry first." She looked over at Sirius, remnants of shock still visible on his face. "I just
wanted to fulfil my promise to him. I told Harry I would hand deliver the pardon to you before I did anything else." Ginny
told Sirius.
Sirius looked close to tears at this point. He nodded his head to show his understanding.
"I'll take you to the Ministry." Moody offered, limping his way over to her. "I was just heading there myself."
Ginny nodded and turn to walk with him towards the door.
"Ginny, wait," Sirius called behind her. "I'll come with you too."
"Why not? You see this," Sirius pointed to the letter sitting on the table, "this is my full pardon. I'm a free man now and the
first thing I'm going to do as a free man is go to help my godson, the one who gave me my freedom back." Sirius said
happily.
The smile slipped off from Sirius' face as he stared at his best friend.
"I don't know what's going on with you," Sirius started, "but I don't like it one bit! I would expect my best friend to be doing
something other than sulking to get his son out of trouble!" James looked angrily at him when he said the word 'son' but he
didn't say anything to him. "James, if you're acting like this to punish Harry for lying to you and tricking you then that's just
wrong! Get him out of the Ministry first and then be mad at him!" Sirius said annoyed beyond measure with his best friend.
James didn't say anything to him but his hard stare never left his friends face. Sirius turned to leave but was stopped
again.
"James is right, Sirius," Remus said. "You shouldn't go to the Ministry just yet."
"Your pardon hasn't been made public yet. For most of the wizarding world, you're still one of the most wanted wizards of
Britain." Remus explained. "You can't just walk into the Ministry of Magic and expect to come back unharmed."
"I have this!" Sirius said waving the letter of pardon he had just received.
"Do you really expect anyone in that place to read anything you give them?" Lily spoke up. "They will act first and think
later."
"They're right," Moody said. "You should wait until the news of your pardon is made public. Until then, you should stay
here."
Sirius quietened down at that. He looked back at the letter before meeting Ginny's brown eyed gaze.
"Professor Dumbledore is still there at the Ministry, I'm going to meet him." She said. "We'll bring Harry back." She
promised. Her gaze flickered behind Sirius to James and Lily. She held their gaze for only a moment before looking
away.
She stepped back and walked out of the room, Moody stomping behind her.
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The magnificent oak doors slammed open as Lord Voldemort hurried inside. Behind him the handful of Death Eaters
followed. The enraged Dark Lord tore his way into his private chambers, throwing aside the furniture in his way.
Lucius Malfoy moved towards the large archway windows and carefully moved the heavy drapes aside to peer outside.
He drew them back suddenly and looked to his master.
Voldemort ignored him. He moved towards the large brown chest of drawers and with a wave of his hand he had blasted it
aside. Behind it was a small alcove. With a snarl, Voldemort reached into the alcove and snatched out a wooden box.
"If he thinks he can get away with double crossing me, he doesn't know who he's dealing with!" he hissed to himself. "I'll
make him watch as I kill everyone he ever knew! I'll tear his world apart before I kill him!"
"My Lord!" Bella cried as the sound of the main doors being broken down echoed loudly. The Aurors had come inside the
manor.
Lucius, Bella and the few others present had their wands drawn and were ready to do battle but they knew how horribly
outnumbered they were.
But Voldemort didn't care about that. Right now all he cared about was getting his compass. He lifted the wooden box
only to stop mid-action. Ignoring the sounds of the Aurors raiding the manor downstairs, Voldemort placed the box
carefully back onto the ground. He opened the box to find the golden compass lying in pieces at the bottom of the box.
The glass face had been smashed, the two rings snapped into four semi circles, the runes on the rings had been burned
black and the numerous hands had been snapped into many, many pieces.
Beneath the broken parts of the compass was a folded piece of parchment. Reigning in his rage, Voldemort reached for
the parchment and opened it. There was only one line written across the parchment;
Voldemort remembered the threat he had given to Harry; that he would smash the compass if Harry went back on his
word and didn't get him the prophecy.
Voldemort closed his fist around the parchment and threw the box against the wall with a furious snarl, making the
contents scatter across the floor. The eighteen year old boy had outdone him. He had taken away the only route
Voldemort had to get to him.
"My Lord, we have to leave now!" Lucius said as the small group of Death Eaters crowded around him to protect him
from the approaching Aurors.
Voldemort stood up and waved his wand in a circular motion. Just as the Aurors smashed through the doors, Voldemort
disappeared taking with him the handful of Death Eaters Harry had left for him.
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Harry looked up as he heard the sound of footsteps coming his way. He picked himself up from the cold stone ground and
moved to the bars of his cell. His face broke out into a smile when he saw his red haired girlfriend walking towards him.
Ginny took a moment to look at her boyfriend before she returned the greeting.
"Hey."
Harry's face lit up and he couldn't stop the wide smile that broke over his face.
Harry closed his eyes and leaned his head against the bars, sighing with relief. He looked up at Ginny, smiling.
"That's good." He said. "Although, being pardoned from crimes he never did doesn't make a whole lot of sense." He
straightened up, shrugging. "As long as he's no longer wanted, that's all that matters."
Ginny studied him for a minute silently before she finally spoke. "I fulfilled my promise," she said, stepping as close to
Harry as the metal bars would allow. "But you broke yours."
Harry looked confused. He tilted his head to the side a little and looked at her questioningly. Ginny lifted a hand and
reached between the bars to gently touch Harry's forehead, her fingers lightly caressing the deep cut. She fixed Harry
with a hard glare.
"I thought I told you not to get hurt." She reminded him.
"Harry?"
Ginny slipped her other hand past the bars reaching for him. Harry was quick to take a hold of it.
"How much longer are you planning on staying here?" Ginny asked quietly.
"Why? Thinking of breaking me out of here, are you?" Harry smirked at her.
"It's not a bad idea," she mused. "Although I don't know if you're worth the trouble."
"I think you know by now, I'm nothing but trouble." He said.
Ginny wished she could kiss him but the darn bars were in the way. She looked at Harry again and tightened her grip on
his hands.
As expected, Harry's mood changed considerably. His eyes lost their mirth and his expression hardened at once.
"Harry..."
"Make him leave, Ginny." Harry cut across her. "I don't need him here, messing things up."
Before Ginny could say anymore she was interrupted by two Aurors.
"Your two minutes of authorised time is over. You have to leave now." One of them said.
Ginny didn't bother looking around at them. She let go of Harry's hands and stepped back.
"If it makes you come home faster," she said, "then let Dumbledore do what he wants. Don't fight it."
She didn't wait for Harry to argue. She turned and hurried down the corridor, leaving Harry staring after her.
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It was roughly forty minutes after Ginny had left that Harry found two Aurors unlocking the door to his cell.
Harry leaned away from the wall and walked over to them. They led him out of the cell and down the long winding
corridor. He was pushed through a set of doors and led to the single chair in the room.
Harry was no sooner secured to the chair when three Aurors walked inside. All of them walked over to Harry and stood
over him. Harry didn't react to the threatening stance and leaned back as far as he could in his seat.
The Auror in the middle was the first to speak, his dark eyes narrowed in annoyance at Harry.
"It would be to your advantage to speak only the truth." He said. "By answering any of our questions dishonestly, you will
only be causing problems for yourself."
"That's the best you can do?" he asked, shaking his head. "Damn, you Aurors sure suck at making threats."
"I'm not interested in threatening you." He defended. He turned to look at his colleagues before he began, "What is your
name?"
"Harry Potter."
Harry shrugged.
The man ignored the response and instead reached into his robes, pulling out two items. One was a parchment, the
other was his wand.
"Do you recognise this?" he asked, levitating the letter to hover in front of Harry.
"Yeah."
"You admit you wrote a series of letters detailing information about You-Know-Who and then sent them to the Ministry?"
The Auror looked surprised at Harry. He wasn't expecting the boy to utter the Dark Lord's name. He flicked his wand
sharply and the letter zoomed back to him. He pocketed the parchment but held onto his wand.
"Why would you send over fifty letters when you could have come to us with all the information at once?" he asked
annoyance in his voice.
"I didn't give the Ministry all the information at once because I don't believe an organisation run by a man with a brain the
size of a pea, would be able to handle it. That is why I'm staggering the information; drip feeding it to a government which
would surely choke had it have to take everything at once."
The Aurors gaped at Harry, not sure how to react. One of them looked ready to curse him, but the Auror who had so far
done all the talking, gestured to him to lower his wand.
"We will not stand to tolerate any insults directed at the Minister for Magic or the Ministry." The man said.
The man ignored his response and instead leaned towards Harry, his dark eyes fixed on him.
"You're going to have to say his name if you want that information."
"Fine!" he bit out. "Where is Voldemort?" he asked, his voice trembling a little at the Dark Lord's name.
Harry smirked.
"In hiding."
Harry shrugged.
The Auror moved on. He knew it was useless to repeat the same questions.
The Aurors looked amongst themselves but they didn't say anything.
"You obviously went undercover and stayed with You-Know...Voldemort," the Auror corrected himself, "On whose orders
did you take such a risk?"
The Aurors didn't have a response and stood silently, calculating Harry. They turned to leave but one of them stopped and
turned back to Harry.
He had known teasing the Ministry by staggering the letters was going to drive the Aurors insane. He had been right.
The three Aurors turned and marched out of the room, not saying another word to him. The two guards that had brought
Harry inside the room, stood on either side, wands pointed at him but Harry simply ignored them.
Half an hour later and Harry was still in the room, waiting to see what was going to happen to him next. The door
suddenly opened and the same three Aurors walked inside. They hurried over to him, motioning to the two Aurors
standing guard. The two Aurors grabbed Harry from his arms and hoisted him to his feet. The next moment, the cuffs
restraining Harry were removed, freeing him.
The two Aurors kept their grip on Harry and led him from the room, through the narrow corridors again. Harry figured they
were taking him back to his cell and let them guide him. Soon he realised, however, that they were going in the other
direction, away from the holding cells. He glanced behind him and saw the three Aurors that had questioned him, following
behind him.
Wondering what was happening Harry continued to let the Aurors lead him through more corridors. He was surprised
when they walked through a set of doors and found themselves in the main Atrium of the Ministry.
His surprise was quickly replaced with anger when he saw who he was being led towards. Dumbledore stood with
Moody and Ginny behind him, busy talking with Minister Fudge.
Harry ignored the way Ginny looked at him as he approached them. His eyes were fixed to the white haired wizard,
smiling pleasantly at him.
"Ah, here you are." Dumbledore greeted Harry. He turned to the five Aurors surrounding Harry and nodded his head at
them. "Thank you, gentleman."
Dumbledore's midnight blue eyes locked with Harry before he smiled at him.
He turned back to face the Minister, leaving Harry to stare confusedly at him.
"I trust you have all you need, Minister?" Dumbledore asked. "You have his testimony; all the letters providing information
about Voldemort were written and provided by him."
Harry turned his eyes to the tired looking Cornelius Fudge. The man was still flanked by his usual army of Aurors, even
though they were standing inside the Ministry of Magic.
"I still don't understand," the Minister started, looking very flustered and ready to collapse. "All of this was a ploy?" he
asked.
"You did all this, without telling anyone?" Fudge asked, looking like he couldn't believe a word of what he had been told.
"It was a risk, but I believed we had a good chance to succeed." Dumbledore answered.
"And...and James and Lily?" Fudge asked, now looking positively white in the face.
"Complete fabrications," Dumbledore nodded. "It was important for Voldemort to believe the alternate dimension story.
He would never have dropped his guard otherwise."
Harry was now completely confused. He looked to Ginny who shook her head at him, motioning for him to stay quiet.
Harry, however was never one to hold his tongue.
Again Dumbledore turned to him, behind him, Fudge stared at him in confusion.
"It's okay, it's over now. We can tell the Minister the truth." He said.
But Dumbledore had turned back to Fudge at this point, ignoring Harry for the time being.
"I can explain it all again, in detail to you, Minister, if you like." Dumbledore said. He gestured to Harry as he continued, "I
think you will agree there is no need to detain him any longer. After all, he is not the enemy." Without waiting for an
answer from the Minister, Dumbledore turned to Moody. "I think you should escort him out of here."
"Wait a minute," Fudge interrupted before Moody could move towards Harry. "He won't be going anywhere, not until I
understand exactly what happened!"
"As I have already told you, this isn't really Harry Potter," he gestured back to Harry. "He is only pretending to be Harry
Potter, part of a plan we devised to force Voldemort to reveal himself," he inclined his head towards Fudge. "As it were,
Minister, you were refusing to believe us so we had to do something to make you see the truth. Voldemort was told that
this is Harry Potter, here from an alternate dimension. As you saw yourself, we had a James and Lily as well to convince
Voldemort." Ignoring the shocked response from Harry and Fudge, Dumbledore continued. "Harry here was only
pretending to join Voldemort. He made good use of his time with him as you can see, he collected all the information he
could and passed it straight to the Ministry."
Harry could only gape at the white haired wizard. He had just twisted Harry's plan and made it seem like it was his plan.
"You son of a...!" Harry's furious whisper was cut short by Ginny, quickly slipping a hand into his, shaking her head
discreetly at him, her eyes pleading with him.
"So, he works for you?" Fudge asked Dumbledore, still sounding sceptical.
"I do not work for him!" Harry hissed, unable to hold back his anger at this point.
Dumbledore didn't turn back to Harry. Instead Moody loudly grumbled at him.
Harry opened his mouth to respond but stopped when Ginny tightened her hold on his hand.
She was the only reason Harry admitted defeat and he backed down. He continued to glare at Dumbledore though,
beyond furious with him.
"Shall we go up to your office, I'm sure you have plenty of questions." Dumbledore said, leading a flustered and confused
looking Fudge towards the elevators.
The Aurors standing behind Harry called to the Minister before he could walk away.
Fudge looked at Harry again and his gaze lingered on the boy's face for a moment. He still looked unsure about what he
should do. He looked back at Dumbledore before he gestured to the Aurors.
"No, let him go." He said, uncertainty in his voice.
Fudge looked away and walked towards the elevators, his Aurors walking on either side of him, leaving Dumbledore to
follow behind them.
The five Aurors stepped away from Harry and one of them handed Harry his things, his wand and weapons. Harry took
them and turned to face Moody.
"Let's go, you have a lot of people waiting for you." Moody said and turned to the exit.
xxx
Tonks hurried into the room which held the anxious Potter family, Sirius, Remus, Arthur and Molly. The rest of the Order
was in the other room.
"I just got a firecall from Kingsley. Moody is on his way here with Harry. The Ministry have let him go." She relayed.
Fifteen year old Harry saw the relief as it poured into his parents and Damien's expressions. None of them spoke a word
but the way their eyes closed in silent thanks and the lines of worry disappearing from their faces was evident enough.
Just after Tonks had walked inside, Ron and Hermione rushed in after her. They quickly headed towards Harry.
"Harry! Thank goodness you're back! I have to tell you something import...!" Hermione stopped suddenly at the sight of
Damien. She looked around the room and saw the rest. "What happened?" she asked fearfully.
In a quiet voice, Harry told her and Ron what had happened at the Ministry and how they had learnt that his older
counterpart was only pretending to be under the memory charm.
"He's just on his way back now, Moody and Ginny are bringing him."
"I still don't understand exactly what's happened," Harry said, running a hand through his hair. "But I think once Harry
arrives he can do the explaining."
At the other end of the room, Remus walked over to his friend, clapping a hand on his shoulder.
"Don't take Padfoot's words to heart, Prongs," he said. "You know what he's like, speaks before his mind really catches
up on things. He's just worried." James didn't respond. He continued staring at the ceiling, leaning against the wall.
"James, I can understand how you must be feeling," at this James looked round at him. Remus continued, "I know you
must be mad at Harry for what he did. It was a very dangerous game he played with Voldemort," at the mention of the
dark wizard, James looked away angrily. "But you can't take that anger out on him right now. Tempers are going to fly but
you can't be one of them. Try and calm down before he arrives." Remus suggested.
James took one look at Remus before straightening up and walking away from him. Remus sighed sadly, he hadn't
really expected his stubborn, hot headed friend to listen but still, he was disappointed.
From the other corner of the room, Harry watched his dad walk away from Remus and he too felt disappointed with the
way his dad was acting. He turned to Damien, Ron and Hermione.
"Dad isn't listening to anyone." Harry said out loud. "He's so angry."
Damien glanced at his dad who had walked over to Lily and was conversing quietly with her.
Harry looked at him with surprise. He didn't think Damien would side with his dad and go against his brother.
"Surely you can understand why Harry did what he did?" Harry said quietly.
"I understand perfectly!" Damien hissed. "It's not like this is the first time he's ever tricked us! He did this last year as well
and it blew up spectacularly in his face! He was almost killed by Aurors then! And now he...!" Damien stopped himself and
shut his eyes rubbing at his head with frustration. "I begged him," he said, shaking his head. "I begged Harry not to go
anywhere near Voldemort. And what does he do? He plays the most dangerous game he can with him!" he looked up at
Harry with fear filled eyes. "What if Voldemort had realised Harry was playing him? What if he caught him out? All it would
take is half a second of Legimens and Voldemort would have known Harry was lying to him." he shook his head again, the
fear in his eyes replaced with sheer anger. "Harry's so stupid! He's so...! I hope dad really let's him have it this time!"
"You don't mean that." Harry consoled, knowing how close the boy was to his elder brother.
"No, this time I do. I really do. Harry has to realise he can't do this to us." Damien argued.
"I'm sorry," Hermione began looking a little embarrassed to have disrupted the conversation. "I don't mean to interrupt but I
have to ask, you said Harry did the same thing last year? But I thought Voldemort was dead?" she asked Damien.
"He was, Harry didn't pretend he had joined Voldemort, he pretended to have killed Tonks."
The said witch happened to be passing by them at that moment and stopped at the sound of her name. She looked
alarmed at the topic of discussion between the four teens. Damien shook his head at her and waved a hand.
"Long story, but you weren't really dead. You were just playing dead." He explained.
"Oh," Tonks sighed with relief. "Well, that's good." She walked past them to the door and walked out.
Damien shut his eyes and rubbed at them tiredly. Harry clapped a hand on his shoulder, feeling immensely sorry for the
boy.
"Are you kidding? Wait till Harry comes, then see how dad starts on him."
The words were just out of his mouth when the front door opened and footsteps could be heard approaching. Everyone in
the room stopped what they were doing and waited to see who had arrived. Moody walked inside the room, leading the
seventeen year old Ginny and of course, Harry.
Harry's emerald gaze swept through the room to see who was there. His gaze stopped on James.
A sudden awkwardness descended on the room, stifling the air and making the occupants squirm in discomfort. James
held Harry's gaze and for a moment everything stood still; no one spoke a word and not a muscle was moved. Then with
slow steps, Harry walked towards his dad. James moved from the wall he had been leaning on and walked towards Harry
as well.
Fifteen year old Harry stood up, watching warily as his dad and his counterpart walked towards each other. He watched
silently as did the rest, praying to himself that both father and son remained civil to each other. He knew just how angry
his dad was on the moment and he already knew just how hot tempered he himself was.
Harry and James met in the middle of the room and for the first moment or so, both just stood before the other. James'
hazel gaze was fixed on Harry and he was studying every inch of his son's face. Harry was doing the same. Surprisingly,
a slow smile spread on James' face and his features relaxed. He opened his arms to Harry and the eighteen year old
stepped into his dad's embrace, smiling as well.
"You did it!" James said, hugging him fiercely. "You did it!"
Everyone was staring at them in shocked disbelief. Damien stepped forwards, shocked hazel eyes fixed incredulously on
his dad.
"Wait a minute," he started, making both Harry and James look at him. "You knew?" he asked his dad. "You knew he was
pretending?"
Behind him, Lily had walked over and had tightly embraced Harry.
Damien looked at his family, still unable to fully comprehend what was going on. They knew about Harry's act, they were
all in this together, all of them, except him.
"Did anyone else know?" he asked angrily, his gaze sweeping past Ginny. He already knew about her.
Tentatively Hermione raised her hand in the air. This time, even eighteen year old Harry looked surprised.
"How could you have known?" Sirius asked James. "Did you know from the beginning?"
"No, I found out the night of the incident in Diagon Alley." James explained.
"Okay, can someone please explain what is going on?" Fifteen year old Harry asked, confused beyond belief.
"We only found out about Harry's act the night of the raid in Diagon Alley." She started. "That night, we all were upset
about what had happened. I was no different. I thought we had lost Harry for sure." She turned to look at Harry and
smiled. "After I ran out of the main room, I went upstairs to have a good cry...."
Flashb ack
Ginny wiped at her face, drying it the best she could with her hands. Sniffing, she gathered herself and stood up. She
had to be stronger, she had to support Damien. He was distraught right now.
She started moving back down the corridor when another sound halted her steps. There it was again, a slight creak.
Was it the floorboards? Was she making the sound or was there someone with her in the darkened corridor?
Gripping her wand, Ginny turned around, peering into the dark. She took one step, holding her wand before her when it
happened. She felt a strong, painful grip on her wrist. Whoever had grabbed her pulled her forward sharply, leaving her
no time to elicit a scream. A hand clamped down on her mouth, stopping the gasp from leaving her. She was pushed
roughly against the wall, her back hitting the wall hard. Her painful whimper was muffled by the hand gagging her. A
painful twist of her restrained hand and Ginny's wand fell from her grasp, hitting the floor with a clatter. Her frightened
brown eyes searched the shadow towering over her and she felt a scream gurgle deep in her throat when she noticed the
emerald green eyes of her attacker.
Harry!
Ginny was suddenly pulled along, dragged deeper down the corridor. Ginny fought as much as she could, banging her
fists and kicking out, trying to get free but her abductor's grip never wavered. They passed by one of the wall torches that
was still emitting a faint glow of light and Ginny saw that it was indeed Harry that had her in his fierce grip. His hair was
wet and dropped over his forehead, almost falling into his eyes.
Ginny tried screaming, she tried fighting him but she couldn't do anything to stop him. Harry opened one of the doors and
dragged the struggling Ginny inside with him before kicking the door to close again.
Inside the room, Ginny fought harder against Harry. Her fists smashed into his hard chest but it made no difference. With
one swift move, Harry had captured Ginny's flailing wrists and pinned them above her. Ginny's muffled cry was all that was
heard in the dark room. She tried kicking out but couldn't as her body was pinned between the wall and Harry, she couldn't
do anything. She closed her eyes tightly in fright.
"Ginny."
The whispered sound of her name made her insides melt. She opened her eyes and looked at the boy before her. She saw
the soft look in his eyes and she felt her heart leap in her chest. Slowly, the hand covering her mouth lifted but Ginny still
couldn't find the air to breathe. She was locked in Harry's gaze.
"It's me, Ginny. It's me." Harry whispered before he moved and his mouth closed on hers.
The kiss was intense but Ginny didn't notice. Her hands were still pinned against the wall by Harry's grip but she didn't
care. All she knew was that she was with Harry and that he was still here; she hadn't lost him, he wasn't under
Voldemort's spell, he was still here, he was still hers.
Harry pulled away only to kiss her harder again. He finally freed her trapped wrists and moved his hands to the back of
her neck so he could pull her deeper into the kiss. Ginny didn't realise it until later but she was crying. She had missed
him so terribly much. She had been away from him for months.
Finally, Harry broke the kiss and the next moment he had Ginny in his warm embrace. Ginny gripped at Harry with both
arms, not wanting to let go.
"Oh God, Harry!" she sobbed. "Oh God, I thought...I thought you...!"
"I know, I know," Harry returned, cutting her short. "I know, I'm sorry, I'm so sorry." He repeated, hugging her tightly,
kissing her hair.
Slowly, Harry pulled her out of his embrace, much to Ginny's dismay. He looked her over, holding her wrists in his hands
gently.
Ginny was quick to shake her head, even though his fierce grip on her wrists had been painful.
"I'm sorry," he apologised again. "I didn't mean to be rough. I only wanted to get you in here quickly, without any of the
others knowing."
In answer, Harry revealed the strange looking pendant around his neck.
"It's an amulet." He explained in a quiet voice. "It protects against memory charms."
Ginny understood what must have happened. Voldemort's memory charm was repelled by the amulet, that's why Harry
was unaffected.
"Why did you come?" Harry suddenly asked, cutting her off.
"We came for you." She answered. "The compass was never faulty. It..."
"You have to leave," Harry cut her off again. "All of you have to go back."
"Harry..." Ginny started but Harry shook his head, his grip on her tightening again.
"Please, Ginny," he whispered. "Please, take mum, dad and Damien and go. You don't know how much danger you all
are in."
"Harry," Ginny said louder this time. "We're not going anywhere without you."
"You don't understand!" he hissed. "Voldemort is targeting you, all of you! He's not going to stop and I can't do what I need
to with all of you here. I can't protect you while I'm pretending to be with him!" he walked over to her again, intense green
eyes locked with hers. "I can't lose you, any of you," he begged. "Please, go back. You'll be safe there."
Ginny placed both her hands on either side of Harry's face, gazing into his pained emerald eyes.
"I'm only saying this to you once, Harry. I'm not leaving you. When I go back to my world, it will only be when I hold your
hand in mine."
Harry closed his eyes, his head leaning against hers, their foreheads touching.
"Ginny..."
"Shush, Harry," Ginny said, hearing the pleading tone again. "Don't ask me to leave again. I'm staying with you. I can't
leave you, never again." She whispered the last words, her fingers caressing the side of Harry's face, "never again."
xxx
James was blocking out the comforting words both his friends were saying to him. He couldn't believe them; things
weren't going to sort themselves out, they didn't know Harry, they didn't know what he was like, or just what he could do.
James' gaze drifted over to Damien to see him sitting quietly with the other Harry on the rug. The fading bruises were still
visible on his face. Harry had done that to him. The same Harry that doted on his younger brother, the same Harry that
went to extraordinary lengths to always protect Damien, that Harry had almost killed him today.
James shut his eyes and rubbed at them, willing the awful memory away; when Harry fired the killing curse at Damien,
the green light coming at him. Damien had just managed to avoid getting hit.
'Avada Kedavra!'
Harry's voice rang in his head. James didn't think he would ever forget today, what almost happened today.
'Dad?'
James looked up, his eyes seeking out Damien. But the boy hadn't been the one to call out to him. He was still sitting on
the threadbare rug, head bowed and lost deep in his thoughts. James looked around at Remus and Sirius, both of them
were busy talking to Lily.
'Dad?'
Harry's voice echoed in James' head. He looked at the fifteen year old Harry sitting next to Damien and saw the boy
talking quietly with Damien. James shut his eyes and rubbed at his head, trying to concentrate on the voice. Was he
imagining it? He must be, why else would he hear Harry's voice in his head?
He looked up, distracted when Harry and Damien got up and walked out of the room. They were going to bed, it was late
and the boys were tired.
Again, Harry's voice whispered inside James' head, making him clench his fists into balls and squeeze his eyes shut.
Every fibre of his being was screaming at him to get up, to go and find where his son was, to answer his call.
'Dad? Please...'
James shot to his feet, unable to fight his instincts any longer. He ignored the calls behind him and headed towards the
door. He vaguely registered Remus telling Sirius to not follow him, to let him go so he could deal with things his own way.
James didn't stop, he let his instincts take over and his feet led him to the room upstairs, the room he and Lily were
staying in. James opened the door to his room and rushed inside, his eyes searching the room furiously. But the room
was empty, no one was there. He felt his heart plummet down in disappointment, had he really expected Harry to be in
the room, waiting for him?
He heard the door quietly close behind him and a soft click told him it had been locked. Slowly, James turned around to
face the door. Harry stood there, against the wall, just staring at him.
James couldn't detect any malice in Harry's voice. In fact, he sounded quieter than usual. A quick glance and James saw
that Harry didn't have his wand in his hands. But James knew for Harry to attack him, he didn't necessarily need a wand.
James could feel the weight of his own wand, sitting in his pocket but he didn't want to reach for it. He couldn't point it at his
son; he couldn't bring himself to do it.
"Ever since you found me at the Ministry that day with the Dementors," Harry continued, "I thought you could hear me
when I called for you."
James stared at Harry with surprise, his hazel eyes widening at the mention of that day last year. Harry smiled at him.
James took a step nearer to Harry, his heart hammering at his insides.
"I guess when I did that magical transfer and gave you part of my core; it forged this bond between us." Harry continued.
"Or it's simply a father's intuition."
"Harry?" he whispered.
"Thank God! Harry! Oh, thank Merlin!" James kept muttering as he held onto his son, relief pouring into every inch of him.
Harry wrapped his arms around James too and hugged him tightly. He had never thought he would miss this man so
much.
James pulled Harry out of his embrace and worried eyes looked him over.
"Harry, what is going on?" he asked, desperate to make sense of what was happening.
"Voldemort decided to take a page out of his counterpart's book." Harry said, burying the emotions that came with these
words. "He tried to take my memories, he wanted me to forget the last two years of my life, he wanted me to believe I was
still with him and he was my father." Harry revealed the amulet to James, similarly to how he revealed it to Ginny and
explained what it did. "This is what protected me from the memory charm." Harry said.
"When did you get this?" James asked, touching the rune shaped pendant.
"After I found out that Voldemort had travelled to our world and had attacked Lucius and Narcissa, I thought he might try
something like this." Harry said, running a hand through his hair. "He had seen their memories and I was afraid he might
learn from them and do what his counterpart had been doing to me all my life. I knew that Voldemort would try to control
me, like...like he had." He shook his head to clear it. "I wanted to protect myself, so I visited knockturn alley one night and
got this."
James looked back at the rune, silently thanking whoever it was that sold his son the amulet. It had saved him.
"You shouldn't have come here, dad." Harry said quietly, making James look up from the amulet. "You have to go back."
"I have to finish this before I can even think of leaving." Harry answered.
"You won't be doing anything," James said sternly, "We're leaving and going back, right now!"
Harry shook his head at his dad and moved a step away.
"Not until I finish this." He repeated.
"Harry! If you think I'm going to let you walk out of here and go back to him...!"
"I have to, dad!" Harry retorted. "I can't let him get away with what he tried to do."
"Forget about it, Harry," James urged, "He failed; his memory charm didn't work. You don't have to do anything. Just leave
him as he is and we'll go back and..."
"And what?" Harry interrupted, "and I can run away from him, back to my world where I can hide from him?" Harry pulled
himself away from James. "I'm sick of running from him. I'm tired from always having to hide from him, dad." His fierce
emerald eyes locked with James. "I'm not going to run from him, not anymore. He started this and I'm going to finish it!"
"Harry," James implored desperately, "I don't want you anywhere near Voldemort! He's a Legimens! He could tell you're
lying to him. I won't let you risk your life in an attempt to take revenge!"
Harry shook his head violently at him and began pacing the floor.
"This isn't about revenge! I was willing to walk away from him! After everything he did, the attack on Lucius and Narcissa,
even that stunt he pulled with Sirius and the Dementors, I was still ready to let him be!" Harry raged. James looked
confused when Harry mentioned Sirius and Dementors. He didn't know what had happened but he kept quiet as his son
continued, "After everything, I was still willing to walk away from him but not after what he tried to do to me!" He looked up
suddenly at James, stopping mid pace. "I can't let him get away with trying to take my memories," Harry said, this time his
voice had a pleading edge to it. "You have to understand that." He urged.
James did understand. He knew that the one thing that still bothered Harry to the point of losing control was his missing
memories. Harry couldn't deal with the fact that Voldemort had manipulated his memories and taken parts of his life away
from him. Harry would never forgive the man he called 'father' for doing that to him, so how could he let this Voldemort get
away with it?
James walked over to his distressed son and gently took him by his shoulders.
"Alright, Harry," he said quietly. "I do understand and I won't stop you but you have to explain exactly what it is
you're planning on doing."
"I do trust you," James said. "It's him I don't trust! And it's killing me that you're going back to him."
"Harry..."
But Harry suddenly grabbed at his robes pocket. He pulled out his wand to see it glowing.
"I don't have much time," Harry said, pocketing his wand. "The glamour I cast on the room so it seems that I'm still there is
about to run out." Harry explained. "I have to go."
"I don't know for sure," he said. "I didn't come here to let you know what Voldemort's up to. He hasn't disclosed any of his
plans to me yet." Harry looked at his dad and his gaze softened. "I came so that you knew that I'm still here. I didn't want
you to think I had...gone...back to the way I used to be." A look of shame washed over his features as he continued. "What
happened today, in Diagon Alley, I was only trying to keep you out of the fight. I didn't want anyone else attacking you. If
they thought I was the one dealing with you, no one else would attack you."
James nodded his head. He didn't blame Harry for attacking him.
"What about Damien?" James asked quietly. He was furious with Harry over that.
At this Harry looked away completely, refusing to meet his dad's gaze.
"You have to send him back." Harry said quietly, ignoring the question. "Voldemort's targeting him. You have to send him
back." He looked back up at him. "All of you go back and when I'm done..." Harry stopped when he saw James shake his
head at him.
"You and Ginny, both are stubborn as hell." Harry told him. His wand started glowing brighter and Harry hastily looked at
it.
"I have to go," he said, sounding very much like he didn't want to leave. "Promise me you'll send Damien back. He's not
safe here."
Harry hesitated for a moment before he moved towards James and hugged him, tightly.
"Stay safe, Harry." James responded, wishing he didn't have to let him go. But James knew he couldn't stop Harry. He
had to trust his son. He had to let him go.
Harry gave James one last look before he disapparated back to Voldemort's manor, leaving James standing alone in his
room.
The occupants of the room stood in silence as James finished recalling his meeting with Harry. Remus and Sirius couldn't
stop staring at their friend. He had not told anyone, except of course for his wife, Lily, about meeting Harry. They couldn't
believe James could keep such a secret from them.
Fifteen year old Harry remembered that night, two nights ago. He had lain in his bed and heard his dad talking with
someone in his room but had thought it was Sirius that James was talking to. He never imagined it could be his
counterpart.
"I went to the muggle world. I wanted to help Harry so I stayed in a muggle hotel where Harry could meet me whenever
he needed to." Ginny explained. "I was the one who sent Harry's letters by post to the Ministry. I staggered the post on
Harry's instructions. I went to Madame Bones' house shortly after Peter was left there. I was the one who gave Madame
Bones a condensed version of the information sent to the Ministry and I stayed with her until she completed the
paperwork for Sirius' pardon."
Sirius looked over at Harry at the mention of his pardon but the raven haired boy wasn't looking at him. His emerald gaze
was fixed on his younger brother, who looked angrier than before the explanations had started.
"This is a lot to take in," Remus said, sinking into a seat. "Why didn't you tell us the truth?" he asked, directing the
question at both James and Lily.
"The less people that knew the truth, the better it was," James explained. "We couldn't risk Voldemort finding out the
truth."
"You didn't want Voldemort finding out or me?!" Damien asked, angry beyond belief.
"Damy," Lily started.
"Don't!" the fifteen year old erupted. "Don't Damy me!" he stared hard at his parents. "You knew, you knew everything and
you didn't tell me!"
"Hurtful, isn't it?" James asked quietly. "When your own blood keeps secrets from you?"
"No, Damien. I didn't do this to teach you a lesson. I didn't tell you for the simple reason that you were safer believing the
opposite."
"Safer?!" Damien asked. His hazel eyes darted to Harry and he glared at his older brother. He glanced back at his dad.
"He tells you to send me back and you do it!" he accused.
"Damien, don't get upset," Ginny tried. "We weren't trying to single you out or anything like that," she said. "But Voldemort
was targeting you. It was safer for you to leave and go back to our world, away from Voldemort."
"He was interested in you," Harry said, speaking to his brother for the first time since walking into the room. "You had to
get as far away from him as possible."
Damien fell silent and just stared at Harry for a moment. His hazel eyes were blazing with hurt and anger.
"So you thought the best way to keep me safe was to let me believe you were under his spell and I should hide from
you?" he asked.
"Don't give me that rubbish, Harry!" Damien yelled. "You chose to tell dad! You chose to tell your girlfriend! And you chose
NOT to tell me!"
"Would you have left?" Harry asked still eerily calm. "If I had appeared in your room in the middle of the night, told you the
truth and asked you to leave and go back, would you have?"
"When have I ever gone against you?" he asked with hurt. "I always do whatever you ask of me, Harry and you know it!"
"I do know," Harry admitted, "But I also know that you wouldn't have gone back had you known I was only pretending. You
would have stayed, knowing I posed no threat to you. If you feared me, you would leave and stay away. "
Damien had has teeth clenched and fists curled into balls.
"When are you going to get it through your thick, egotistical head that I'm not afraid of you?!" he asked. "I told you that two
years ago! I don't fear you! I never will!"
Hermione turned to look at Ron, shifting awkwardly in her seat. The occupants of the room were growing uncomfortable,
caught amongst the fight between the brothers. The two boys, however, didn't notice.
"Is that why you attacked me?" Damien asked. "To scare me into running away?"
The temperature in the room suddenly dropped, making everyone shiver. Harry's eyes had darkened as he glared angrily at
Damien.
"I attacked you because I had to!" Harry hissed from between clenched teeth. "It wasn't part of my plan. I hadn't
considered the possibility that all of you would just cross dimensions and come here!"
"Oh, I'm sorry," Damien mocked. "I'm sorry we came and ruined your little drama act!"
"Piss off, Damien," Harry yelled, now truly lost in his anger. "You can't understand why I did any of this!"
"Then make me understand, Harry!" Damien yelled. "Go on, explain why you felt it was necessary to risk your life by
playing games with Voldemort! Or better yet, why were you risking our lives!"
"I didn't do anything to you!" Harry retorted, his eyes a dangerous poison green now.
"You cast the killing curse on me!" he reminded. "Was that part of your plan too? Did you just assume that I would move
out of the way? Was it that important to you to mess with Voldemort that you decided it was okay to risk my life?!" Damien
asked. Harry hadn't answered and stood with blazing eyes locked with Damien. "What if I didn't move out of the way in
time?" Damien asked. "What if your killing curse had caught me? Then what?!" Damien raged. "It would be okay for you.
So what if your brother died, as long as you got to make a fool out of Voldemort!"
No sooner were the words shouted out by Damien that Harry reacted. Harry's wand was drawn and pointed at Damien in
the blink of an eye.
"Avada Kedavra!"
The curse left Harry's mouth before anyone fully realised what was happening.
"No!" fifteen year old Harry yelled, seeing the jet of green light zoom at Damien.
Sirius and James moved towards Damien but were too late. The green light hit Damien square in the chest. The boy was
so shocked by the sudden attack, he couldn't move in time to avoid it. The killing curse impacted with Damien but left him
still standing. The shocked occupants of the room watched as the boy was somehow miraculously still standing on his feet,
looking very much alive.
Damien brought his hands to his chest; touching the spot the light had hit him. His fingers brushed over the Lahyoo
Jisteen, still under his robes. Damien was confused; had the rare stone saved his life, again? He was certain the stone was
no longer able to protect him. Voldemort's killing cure had been engulfed by the stone and thus rendered it useless. No, it
couldn't be the stone; the Lahyoo Jisteen no longer worked. So how was it that he was still alive after being hit with another
killing curse?
He looked at Harry, who had his wand lowered now and was staring at Damien, his eyes back to their usual green.
Everyone was staring at Harry, puzzled as to how Damien had survived. But Harry had his gaze fixed only on Damien.
"You have to mean it, for it to work." Harry told him quietly.
Understanding hit home and Damien couldn't help but feel ashamed.
Without another word to anyone, Harry walked out of the room, leaving a stunned silence behind him.
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What do you think? More explanations will be given in the next chapter as well as a few more twists! Please review,
Cheers!!
*Chapter 43*: More Explanations
Disclaimer I do not own Harry Potter and everything recognisable belongs to J K Rowling.
Thank you to everyone who read and reviewed. Sorry for the long delay. Hope you enjoy the chapter!
James opened the drawer and rummaged through it for a moment before he spotted the small wooden box. He picked it up
and walked back towards his wife and son. He placed the box next to Harry, who was sitting up on the desk, having
refused to lie down on the bed.
"Hold still." Lily instructed as she brought the cotton wool soaked in antiseptic solution to Harry's forehead, cleaning the
deep cut.
Harry winced but didn't move. James watched Lily clean and dress the wound before he turned back to the box and
opened it. He picked out the pain relief potion and handed it to Harry.
Harry downed it instantly and handed the empty vial back to James.
"You do know that magic is a lot quicker?" Harry said to his mum as she continued fussing over the cut on his forehead.
Lily gave him a stern look before she finished securing the small bandage to his forehead.
"I prefer doing it this way." She said, pulling her hands away. "I'm not entirely sure of my Healing charms." She pulled the
box nearer to her and picked out a fever reducing potion. She handed it to him. "You're burning up." She told Harry.
Harry didn't say anything but offered her a small smile before he swallowed the potion. He found it almost amusing how
she told him something that he obviously already knew.
James silently pulled out the supplies he needed and turned to Harry.
"You're not fooling anyone," James said, "off." He motioned to his robes.
Resignedly, Harry unbuttoned his robes and carefully pulled them off. James saw the blood stain on Harry's white top as
soon as the dark robes were taken off. Harry hesitated for a moment before he pulled at his top. He grimaced in pain as
the cloth was stuck to the bleeding wound on his chest. He hissed in pain as he pulled at the top, peeling it away from
himself. Lily moved towards him and as gently as she could, she helped him remove his top.
Lily sucked in a breath at the sight. There was a large burn on Harry's chest, stretching across his torso. It was awfully
raw looking and was still bleeding. James knew, even when Harry was acting like he was fine, James knew he was
hurting.
He remembered the way Voldemort's curse had caught Harry and he was thrown to the ground. He remembered the
words hissed in anger just seconds before his curse had hit him, 'Those who play with fire, get b urned!'
James had guessed what hex Voldemort must have hit Harry with. For this reason, he wasn't surprised like Lily at the
sight of the burn. James had already taken out the burns salve and had uncapped it. He moved in front of Harry,
scooping out a copious amount. As gently as he could, James applied it to the burn. Harry flinched at first but then sat
rigidly, now allowing any movement at all.
Lily watched nervously, seeing the look of pain intensify on her son's face. She wished he wasn't so stubborn and had
allowed them to go to a proper Healer. She was still surprised that Poppy Pomfrey hadn't been considered as a member of
the Order in this universe and so wasn't permitted in the Headquarters, not even to check on Harry. That left the two
worried parents to heal their son.
"I still think we should go to the hospital," Lily said, looking anxiously at the burn. "Or at least go to see Poppy at
Hogwarts. She should check you out."
But Harry shook his head, making an effort to keep his gaze fixed to the spot on the wall above James' head.
"It's fine. Just...just you fix it."
James looked up at Harry and saw the way he was deliberately avoiding looking down at the burn wound on his chest.
James felt his heart clench tightly as he realised why. He himself had never recovered fully after watching Harry's
childhood memories, especially the one of his four year old son being horrendously burned. The memory of how his child
had been dragged over to the oven and the way his small hand had been held down and burned would never leave him.
James didn't say anything though and continued to cover the burn completely in the soothing balm. Once James was
finished, Lily took over and dressed the wound. James watched as Harry finally lowered his gaze and took in the sight of
the white bandages tightly wound over his torso.
"It looks much worse than it is." He said in a shaky voice, failing at his attempt to sound normal.
James put the medical kit to the side, for now. He looked carefully at Harry, trying to see if he was really okay or if he was
hiding any other injuries.
"Were you okay at the Ministry?" James asked. "The Aurors, they didn't...do anything...did they?" James asked awkwardly.
"You mean did they lock me in a cell with Dementors to keep me company?" Harry asked. He shook his head. "Not this
time. They were just happy to ignore me."
"Did they interrogate you?" James asked already certain that they must have.
Harry pulled his top back on, noting it had been cleaned by a quick 'scourgify' no doubt by Lily.
"They did," Harry replied, "but it was fine. I had everything going exactly how I wanted it until Dumbledore came and
ruined everything!" Harry said, pulling a face.
"What he always does! He stuck his crooked nose where it doesn't belong!" Harry spat. "He took credit for everything I
had done! Twisted everything to look like it was his idea! He made it look like I was working for him!" Harry shook his
head. "He wishes!" he muttered angrily.
"What was your plan?" James asked, making Harry stop midway. Confused emerald eyes looked up at him.
"My plan?"
"If Dumbledore didn't get involved, what were you planning on doing to get out of the Ministry?" James explained. He was
curious.
Harry didn't respond, he looked away from James and continued pulling on his robes. James and Lily waited but Harry
didn't answer.
But James wasn't going to let Harry get away that easily.
"Harry, what was your plan?" he asked again. When Harry didn't answer James started getting annoyed. "You told me you
had a plan! I heard your voice echo in my head as you were being arrested. You said not to get involved, not to stop the
Aurors, to leave everything to you, you had a plan to get out. I trusted you and did what you said! I fought against my
instinct and didn't stop the Aurors from arresting you. Now tell me what was your plan? How were you going to get out?"
Harry looked up at James and the father of two got his answer from Harry's expression alone.
"Harry!"
"You didn't have a plan?!" she asked. "How were you going to get out if Dumbledore didn't get involved?"
Harry made a face at the mention of Dumbledore but didn't say anything.
"I didn't lie...I...I just didn't want you to get involved with the Aurors." Harry explained. "I knew you would fight with them and
try to stop them from arresting me. The result would have been you sharing the cell next to mine. I didn't want you to get
involved." Harry sighed and leaned back, resting against the wall. "I was working on a plan to get free."
"And what was that?" Lily enquired. "Making up things as you go along? That's not a plan!"
"It works for me." He joked. At seeing his mum's glare intensify, he quickly started explaining, "In all honestly, I was going
to do what Dumbledore ended up doing. I was going to make it seem like I was with Voldemort just to spy on him. I had the
letters in my handwriting to prove it."
"So, you and Dumbledore came up with a similar plan," James said, smirking now. "Wow, you know what they say;
genius minds think alike!"
"Since you're my father, I'll just ignore the fact that you compared me to Dumbledore." He said.
James smiled at his son and pushed his bangs away from his eyes.
"I appreciate it." He joked back. His fingers brushed against Harry's forehead and the smile slipped off James' face. He
held his hand against the burning forehead. "The fever reducing potion should have worked." He said worriedly. "You're
still burning up."
Harry held in his groan as Lily joined James and started fussing over him.
"Oh God, you're right!" Lily said. "Why are the potions not working?"
Both parents realised the answer at the same time. Lily had thought the fever was due to the horrendous injuries Harry
had endured. But now she knew that the fever was due to the withdrawals Harry suffered every two months or so.
Otherwise the potions would have worked.
"You're going through a withdrawal, aren't you?" Lily asked. "Why didn't you say anything?"
"Come on, get yourself into bed." James said, motioning for him get up.
"That's why!" Harry answered annoyed. "You always make such a fuss."
"We have to make a fuss," Lily said. "It's what parents do when their child is ill."
"I'm not ill!" he argued. "It's just a little fever! Nothing's wrong with me!"
"It's not a little fever!" Lily argued. "Look at you! Your eyes are bloodshot, you have a raging high temperature, you're
shaking all over and you look like you desperately need to sleep!"
In protest, Harry folded his trembling hands across his chest, ignoring the sharp jolt of pain it caused and glared at her.
Lily stilled, at least he was admitting he was tired, that was something.
"Well, why don't you lie down and have a rest, go to sleep." She suggested a lot calmer.
Harry's response was cut short when he felt a wetness suddenly start to seep out of his nose. Abruptly he leapt to his
feet, a hand shooting to his face, trying hastily to hide the crimson fluid from his parents.
"I'll just be a minute," Harry started quickly, trying to walk around them and hurry to the bathroom. He should have known
it was futile. His parents were never going to let Harry out of their sights.
At once, James and Lily blocked him, not allowing the boy to go anywhere.
"What is it, Harry?" James asked, his hand already wrapped around Harry's wrist, trying to lower it so he could see his
face. "What's wrong?"
"Nothing! It's nothing." Harry tried but James had managed to pry his hand away from his face to reveal the nosebleed.
"It's not what you think!" Harry hurried to explain as he saw the colour rapidly leave his parents faces. "This happens
sometimes during a withdrawal. It's normal."
James had wordlessly guided Harry back to the desk and gently pushed him to sit back down. His fingers pulled at
Harry's chin, carefully tilting his face upwards so he could examine him properly. Lily was by his side, looking on with
worry.
"Yeah," Harry replied. "This is actually a good sign. It means the addiction is coming to an end. Another six months or so
and it'll all be over." Harry explained.
James let go of him and turned to grab a tissue. He handed it to Harry who quickly wiped at his face. He looked up to see
both James and Lily staring at him with concern.
"Really, I'm fine. Stop looking at me like I'm dying." Harry admonished.
Lily shook her head, muttering something that sounded like, 'Merlin forbid!' and moved towards him, checking all stains of
blood were gone.
"I've never seen your nose bleed during a withdrawal before." Lily muttered.
Harry was about to say that the reason was because he always hid his nosebleeds from her but then thought better of it.
He didn't want to get her mad again.
"Did it just start?" James asked, "The withdrawal." He hoped it had. He hated the thought of Harry falling ill while still at
the Ministry with those Aurors, interrogating him...
Harry shifted his eyes to the ground again and muttered something.
James and Lily just stared at Harry, not quite believing it. How could Harry have done all he did while suffering a
withdrawal? Usually, during the three days of his withdrawal, Harry was so ill he could barely stand upright. So how could
he have fought the Aurors at the Ministry and duelled so well? It wasn't possible.
"I felt the start of the withdrawal shortly before I was supposed to lead the Death Eaters to the Ministry. I knew that I
wouldn't be able to do anything if I fell ill so...I..." he shifted and avoided looking at both his parents, "...I did the Moratus
charm, so I would be able to focus, and finish what I had planned."
Lily looked confused; she didn't know what the Moratus charm was and how it worked. James however knew exactly
what it was, and he wasn't happy.
"What? What did he do?" Lily asked, feeling her heart quicken with dread.
"The Moratus charm is used to slow down or delay the body's reaction when it's being weakened." He explained in a
rush. "It's usually done to postpone the effects of being ill. Quidditch players are usually the guiltiest culprits. They have
been known to use the charm if they are unwell, especially before World Cup games."
Lily nodded her head, failing to see why James was so upset. So Harry had delayed the effects of the withdrawal? What
was the problem?
Harry didn't really want to, but he figured he should. His dad was going to make this next part sound worse than it really
was.
"Nothing comes without a price," he started, "and especially this charm." Harry took in a breath before he launched into
the details. "Because the Moratus charm delays the effects of an illness it causes a...negative effect, so to speak." He
ignored James' snort and continued. "By postponing the illness or in my case the withdrawal, it means that once the
charm wears off the effects of the withdrawal are much more intense than normal. That's the price you have to pay if you
use the charm; you get one more day, free from any illness or withdrawal but once the charm wears off, you suffer more,
and for longer, than you would normally."
Lily gaped at him, too horrified to speak. James shook his head at Harry.
"Why would you cast the charm, Harry? You know how horribly ill you get when you go through a withdrawal; potions don't
work on you, you get a dangerously high fever, you can't keep anything down and now you're getting nosebleeds too!"
James counted on his fingers irately. "And all of this is going to get much worse because of the charm! Why did you do it?"
"I didn't have a choice," Harry shrugged, "I had to have my wits about me if I was going to pull this off and I couldn't afford
to get ill."
"You could have postponed the raid." James said. "As much as I loathe the idea of you spending any more time with
Voldemort than you already have, I would much rather you spent another three, four days with him than suffer what you're
about to!"
"Because I had already delivered Peter to Madame Bones." Harry replied. James and Lily both fell silent at once, "I had to
end things that same night otherwise Voldemort would have learned Peter was missing and my entire plan would have
failed." He looked up at them. "I couldn't fail, I had to do this." He explained, hoping they would understand how desperate
he was.
James brought a hand to Harry's shoulder and gave it a small squeeze.
"What you did for Sirius," James started. "I couldn't thank you enough..."
"You don't have to," Harry interrupted quickly. "Whatever I did, I did for myself, not for anyone else, not even Sirius."
He said quietly. "So you don't have to thank me."
James was confused. He opened his mouth to ask Harry what he meant but Harry suddenly stood up.
"The charm is still partly in place. It takes time to fade." He said. "I think we should head back home before it wears off
completely and I get really ill."
James nodded his head, allowing the change in topic for now.
"Agreed," he said, "We shouldn't really be in this universe for too long anyway. It's been four days already." James said.
A knock on the door caught their attention and Lily hurried over to answer it. She opened the door to reveal the fifteen year
old Harry, standing at the threshold.
Harry walked into the room, letting Lily close to the door behind him. He faced James and his older counterpart.
"I know that you must have a lot of catching up to do," fifteen year old Harry started, "but I just wanted a quick minute to
ask you something."
Lily had walked over to him and wrapped an arm around him, like she usually did.
The fifteen year old chanced a glance at his older counterpart, curious as to how he would react to seeing his parents
being so loving to someone else. He knew it used to bother Damien, he wondered if Harry would feel the same. But his
counterpart didn't seem to mind it. He even had a small smile on his face. Harry felt himself smile too.
"Mrs Weasley wants to throw a party...dinner-type thing tonight." The younger Harry started. "It's for everything that's
happened; for Sirius being pardoned and for you both being here again and...everything." He cleared his throat nervously.
"I know that you've been here for four days already and you probably want to go home but I...I was wondering if you
could...stay, just one more night?" he was looking directly at James as he made his request. "It's been four days and the
universe is still intact. One more day wouldn't do any harm." He added with a small hesitant smile. "So, could you stay,
just for tonight, for the dinner?"
James felt his heart tear as the words came from the fifteen year old. He wanted to stay, he really did. He didn't want to
leave this Harry all alone, again. But he didn't have a choice. He had to leave at some point and go back. He turned
slightly and glanced at his eighteen year old Harry, taking in the look of fatigue on his handsome face and the way his
eyes were still bloodshot. He had to take his son home, he was heading for a really hard and painful time and it was best
if he was home, in his own world, his own universe, so he would be more comfortable.
James looked back at the fifteen year old, his eyes brushing past him to glance at Lily who looked just as heartbroken as
he felt.
"Harry, I wish we could," James started, taking a step towards him. "We would love to stay, but..."
"We'll stay," eighteen year old Harry stepped up next to James and answered his younger counterpart.
"Harry, we can't..."
"One more night isn't going to do any harm." The eighteen year old replied, giving his dad a reassuring look. "We can
leave first thing in the morning. It'll be fine," he stressed, knowing his dad would read that statement as 'I'm fine, so we
can do this'.
James looked set to argue but Harry looked away from him and focused on his fifteen year old self.
"We'll be staying for tonight." He confirmed.
The fifteen year old looked past him to his dad, wanting to be told by him. James shared a look with Lily, seeing her nod
her head in a gesture to stay she wanted to stay too, before he turned to the fifteen year old.
The grin that spread on the fifteen year olds' face was impossible.
"Great! I'll just go tell Mrs Weasley!" he said and rushed out of the room.
James and Lily turned to Harry, concern etched in every line of their faces.
"It's only one more night," he replied. "It's not going to kill me."
xxx
Fifteen year old Harry found Sirius standing alone in the room, staring at the family tree decorated on a very large and old
tapestry. Harry knocked once on the open door, snapping Sirius out of his thoughts. The dark haired man smiled at Harry
and gestured for him to come in. Harry walked over to his godfather and let the man drape an arm around his shoulder.
With his other hand he lazily gestured to the tapestry.
"I never thought I would finally get away from here." he said quietly. "When I first left home, I swore I would never come
back to this place." His face clouded with pain. "But after I escaped from Azkaban I realised I had no choice but to stay
here." His eyes roamed the room and settled on the tapestry. He reached out and touched the back burn that used to be
his name. "God, I hate this place so much." He said, letting his hand drop. "It feels so good to be able to turn my back on it
and never return. Well, except for Order meetings."
"I'm giving the manor to Dumbledore so he can continue using it as the Headquarters. I had already given him it but now
that I'm not going to stay here, its sole purpose will be as the Headquarters."
"Wow," Harry couldn't help but grin too, "so any ideas where you want to move?" he asked as he and Sirius both headed
out the room, towards the living room.
"Well, I haven't thought about it in that much detail." Sirius answered. "I don't need a very big place; just around thirty
rooms should do it."
Harry laughed, thinking Sirius was joking but when the dark haired man looked around at him with a puzzled expression,
Harry's laugh died away.
Sirius shrugged.
"You don't even know why you want such a big place, you just want one."
"But a thirty room manor is pretty small compared to other manors." Sirius explained.
"You don't need a manor," Harry pointed out, "a one or maybe two bedroom house will be enough for you."
"Don't be silly. We need a room each for a start and then a few guest bedrooms in case our friends want to stay over
and..."
"The offer still stands," Sirius said quietly, referring to that day two years ago, in the shrieking shack, "if you want to, you
can live with me."
"Are you sure?" Harry asked. He didn't want Sirius to feel like he had to take him in. He wanted Sirius to want to live with
him.
"Of course I'm sure," Sirius said, ruffling Harry's messy locks. "I have a chance to do what I should have done; look after
you. I'm not giving that up." his smile slipped off his face again before he added, "that is, if you still want to stay with me.
Because if you've changed your mind then I totally understand..."
"Sirius," Harry interrupted. "I've already mentally picked out my room's colours!"
A look of relief broke over Sirius' face and he laughed, clapping a hand affectionately on Harry's shoulder.
"Maybe a dash of green too," Harry added mischievously, "you know, just to mix everything up!"
"Hmm, fine. I'll just tell anyone who asks that you wanted to match your eyes."
Both laughed and started walking down the corridor, heading to the living room.
"So, what kind of place are you thinking about?" Harry asked, with renewed interest as they were discussing his new
home.
"I'm still stuck on my thirty room manor idea." Sirius answered. "I'm not living in any place other than a manor." He said.
"Must be the Black blood in me!" he joked, perfectly aware of the double meaning. "To be honest, I don't care how many
rooms there are. I just want acres of land around it." He grinned widely again. "You know how much Padfoot likes his
space to run around." He winked, grinning widely. "You will have to help me choose a place." he chuckled, excitedly.
Both were smiling as they walked into the living room. They saw James sitting at the table with Remus. Sirius suddenly
went quiet and stared at his friend. Harry sensed the awkwardness that suddenly appeared on his godfather and without a
word he slipped out of the room, giving the three friends privacy.
"Hey Padfoot."
Sirius walked over to the table and sat down, facing his best friend's counterpart.
"He's okay, for now," he muttered, "He needed some medical attention but Lily and I managed, just about."
"I'm so sorry that Madame Pomfrey isn't allowed to come here." Sirius said, "I only realised now that we have no one in
the Order with Healer abilities." He looked at James. "We can go to St Mungos if you want? Get him checked out
properly."
"He won't go. That boy of mine is as stubborn as they come." He sighed.
James snapped up his head to look at Remus suddenly. But then he realised Remus was referring to him and not
Voldemort. He relaxed and tried to hide his reaction.
Remus noticed the strange reaction but before he could say anything, Sirius interrupted.
"For all those things I said to you earlier on." Sirius answered. "I shouldn't have accused you of not caring for Harry. I'm
sorry."
"I forgot how quick you were to forgive." He said, "Moony-moody pants here holds grudges forever!" he said, pointing at
Remus.
James ignored his friends and took off his glasses, rubbing at his tired eyes.
"Why are you asking?" James asked as he put his glasses back on. He had just told them that Harry was okay.
"It's pretty obvious from the look of worry on your face," Remus answered, "You keep looking at the door, as if you want to
go back upstairs."
"What's wrong with him?" Sirius asked, realising at this point that this other Harry may be suffering from more than just a
few scratches and exhaustion.
James looked down at his hands uncomfortably. It wasn't so easy to explain exactly what was wrong with his son. He
took a minute to sort out his thoughts.
"He never got over it," he said quietly. He looked up to see confused expressions on his best friends, "killing Voldemort;
Harry never got over it." James explained, earning stunned reactions from the other two. "The way it happened...Harry
never really thought about what he was doing. He reacted purely because of what he thought had happened to Damien."
James continued to explain. "Harry killed Voldemort because he thought Voldemort had killed Damien. It was a moment,
just one moment of pure unadulterated rage of Harry's that killed Voldemort." James quietened down, his eyes focused
back on his own hands. "Harry never recovered fully from it. All of last year, he struggled to come to terms with what he
had done but he couldn't. It started affecting his sleep. He started having nightmares and it got to such a stage that he
couldn't sleep, not even for a moment, without the help of sleeping potions."
Remus suddenly stiffened, his eyes widening in both realisation and horror. Next to him, Sirius also reacted, closing his
eyes and shaking his head slowly.
"No," James answered, in a quiet, sorrowful voice. "Harry was too clever to overdose. He knew when to take the required
breaks and even if it meant he had to make do with no sleep for weeks on end, he did it to avoid addiction." Remus and
Sirius looked confused, but they didn't interrupt. "But what Harry didn't know was that his drinks were regularly being
spiked with another type of sleeping potion. He overdosed and became addicted to sleeping potion."
"His drinks were spiked?" Sirius asked, horrified. "Who was spiking them?"
"One of the kids in Hogwarts." James replied. "It's complicated and I don't want to get into it." James sighed. "But the main
thing is; Harry's in phase one of potion addiction. His withdrawals take a lot out of him and he's suffering from one just
now."
Both Remus and Sirius looked up at the ceiling, almost as if they could see Harry and how he was, by raising their eyes to
the roof. They looked back at the tired man sitting before them.
"Nothing works when he's in a withdrawal. No potions take any effect, he can't stomach any food and I've just learnt that
he's been having nosebleeds during the last few withdrawals." James rubbed at his head in quiet frustration. He hated
how helpless he was when it came to helping Harry.
Sirius let out a sudden noise, making the other two men look over at him.
"That makes sense!" he exclaimed. "I was wondering what had made him so ill."
"About three months back, near Christmas, Harry suddenly took ill." Sirius explained. "He had an awful fever and couldn't
keep anything down. At first I thought it was just a cold but he kept getting these nosebleeds. They kind of freaked me out.
I wanted him to go to St Mungos but Harry wouldn't go. I guess he was scared they might find out he has an addiction. He
was trying to keep his cover."
James knew what Harry got like when he was in a withdrawal. No matter how ill he was or how much pain he was in,
Harry never accepted any help and he would never agree to get help from the hospital. Poppy was the only professional
help he accepted and even that had to be forced on him.
"The withdrawals usually come every two to three months." James explained. "Harry's been here almost seven months.
He was bound to get them while he was here." He looked up at Sirius. "Thank you, Sirius, for looking after him." he said
sincerely.
"It was nothing, James. You don't have to thank me." He responded quickly.
"You looked after my son when I wasn't able to, for that I should thank you." He looked at both his friends. "I would hope
that you both would always look after my son, especially when I'm not there to do so myself." He knew his friends would
understand which Harry he was referring to. He watched as Remus nodded easily but Sirius' expression changed and
guilt shadowed his features. Nevertheless, he looked up to match James' gaze.
"I'll always look after Harry." He promised. "I made a mistake and paid for it with twelve years of my life." He said. "I'll
spend the rest of my years trying to make it up to my godson."
James smiled.
"Initially, it was supposed to be today." James answered. "But we'll be staying tonight, for the dinner. We'll probably go
back tomorrow morning."
For a moment, both Remus and Sirius looked saddened, but they forced smiles on their faces as they turned to James.
"Well, I guess we have to make tonight count!" Sirius grinned, making James and Remus smile as well.
xxx
Fifteen year old Harry took in his surroundings with a quiet, happy sigh. The aroma of delicious cooking had filled the
house; his mum was helping Mrs Weasley prepare about ten different dishes in the kitchen. The busy chattering of Remus,
James and Sirius with Kingsley, Moody and various other Order members was in the background as he sat with his friends,
Ron and Hermione. Ginny was upstairs with Damien, talking to him.
Harry felt his heart leap uncomfortably at the thought of Damien. The boy had confined himself to his room and didn't
want to speak to anyone, not even his parents who had tried to talk to him. That however didn't stop Ginny and she
marched upstairs to speak to him a half hour ago.
Harry looked up at the ceiling, perhaps he should go to speak to him? He wasn't sure if Damien would respond to him or
not. After all, he had taken a long time connecting to him in his world. But lately they had become close, hadn't they? So
would he listen to him? Harry decided he would find out.
He got up from his seat and hurried to the door. He had reached the second floor when he heard Ginny and Damien's
voices drift into the hallway. He walked over to Damien's door but hesitated at the last moment to go inside. It sounded
like Ginny and Damien were in the middle of a heated debate. Harry wondered if he could potentially make matters
worse by trying to talk to Damien. But he had to try at least, shouldn't he?
Just as Harry raised his hand to knock on the door, he heard the stairs creak slightly behind him. Looking over at the stairs
he saw his counterpart walking down. He stopped at the sight of him. For a moment, both boys just stared at each other.
The eighteen year old took the last few steps down so he came to rest on the landing.
"Hey." He replied.
"I couldn't sleep." His counterpart answered simply, "and I'm not one to lie around in bed if I'm awake."
Fifteen year old Harry could understand that. He couldn't do that either.
"Are you okay?" the younger boy asked, his eyes lingering on the white dressing adorning his counterpart's forehead. "I
didn't mean to hit you, that hard I mean." He said awkwardly.
The eighteen year old couldn't help but smirk at the guilt his other self was displaying.
"I must admit, I wasn't expecting that from you." He replied as he walked further towards him. "For someone so small,
you pack a heavy blow."
The younger Harry wasn't sure if he was being praised or humiliated.
The younger Harry was about to say something when he heard the faint sound of the front door opening and the sound of
footsteps walking inside. The older Harry listened as well, moving towards the barrister, peering over it to see who had
come to the Headquarters. He couldn't see who it was. They head another door creaking open and then,
"Oh my God!" someone screamed and the sound of rushing footsteps were heard and several voices started talking at
the same time.
"FILTHY BLOOD TRAITORS! TAINTING MY HOME!" Mrs Black's voice screamed loudly, covering the other voices.
Both Harrys just looked at each other in half amusement and half curiosity.
The older Harry looked indecisive for a moment before he nodded his head.
"What the hell." He said with a smirk and both of them started making their way downstairs to see what was going on.
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As soon as both Harrys walked down the stairs onto the ground level, they saw the reason for all the commotion. Mrs
Weasley was standing by the front door, hugging a red haired girl and loudly thanking 'Merlin' she was alright. Her voice
had upset the portrait of Mrs Black and she was screaming abuse at all of them. Two Order members were in the process
of shutting her up. Just inside the door, was a very big shape, belonging to Hagrid. He was loudly apologising to Mrs
Weasley but she wasn't paying him much attention. Even both Harrys' focus was on the red haired girl. They recognised
her even before she was released from the smothering embrace.
"Ginny?" the younger Harry whispered as the fourteen year old girl fought her way out of her mum's hold.
"For goodness sake mum! I'm fine!" she was in the middle of exclaiming when her eyes fell on both boys standing at the
bottom of the stairs. Her brown eyes got very large, very quickly and she stood staring from one Harry to the other. Her
unblinking stare and gobsmacked expression was making both Harrys want to laugh but they both settled for identical
grins.
"Hi Ginny!" the older Harry waved, snapping Ginny out of her stare.
Before Mrs Weasley could provide an answer, the seventeen year old Ginny walked down the stairs, appearing behind
the two Harrys. She stopped short at the sight before her.
The younger Ginny just stared at her older self in complete shock. Her mouth dropped open and her eyes got even
larger.
The seventeen year old Ginny grinned at the sight of her younger self.
"Ginny, honey, come into the kitchen and I'll explain everything." Mrs Weasley ushered the shell shocked girl further down
the hall and into the kitchen. Hagrid followed behind them, still uttering apologies.
Both Harrys turned to look at the older Ginny standing behind them as Mrs Weasley disappeared into the kitchen with the
younger Ginny, Hagrid and the two Order members.
The younger Harry hurried down the remaining stairs, heading towards the kitchen.
"What were you doing upstairs?" Harry asked, surprised that she had appeared behind him.
"Oh, I was...I wanted to...change my clothes." Ginny said. Then noticing Harry's stare she realised she was wearing the
same clothes he had last seen her in. "but when I got upstairs I realised that I didn't need to change so I...didn't
bother...to change." She explained uncomfortably.
Harry just looked at her, before his eyes scanned the floor above them.
"He didn't listen to you, did he?" he asked quietly, referring to Damien.
"He's just confused and a little angry but mostly just confused." Ginny replied. "He'll calm down, Harry. It's Damy, how
long can he stay mad at you?" she smiled.
But Harry looked back at the floor above them and let out a breath. He knew Damien could hold a grudge, almost as bad
as himself.
xxx
Both Harry and Ginny sat on the stone steps leading to 12 Grimmauld place. It was fast approaching dusk and the chilly
March air was making Ginny scoot closer and closer to Harry. The boy smiled as Ginny pressed against him, shivering a
little. He wrapped a warm arm around her and allowed her to snuggle herself closer to him.
She knew Harry liked to sit outside in the open. She also knew how much Harry hated the Headquarters of the Order of
the Phoenix. He couldn't stay inside for long so they decided to sit outside on the steps, until they had to go inside to
have dinner.
Ginny stayed next to Harry, her arms draped around Harry's waist and her head rested on him. The street was deserted
so it was only the two of them, sitting quietly.
She lifted her head to look at him. She had missed him terribly too but where she had been continuously telling him so in
every phone conversation, Harry had never told her the same. She smiled and rested her head back on shoulder.
She felt Harry tighten the hold around her waist and her heart skipped a beat.
Harry grinned, his trademark smirk slowly spreading on his lips, a playful glint shining in his emerald eyes.
"Well, not just this," he replied, "I missed all the other stuff we did too."
Ginny tried giving him a stern look but she couldn't help the giggle that escaped her.
Ginny responded at once, returning the kiss. She loved the feeling of Harry's lips on hers and she moved even closer to
him, to get a good angle.
The door opened behind them and a loud exclamation broke apart the kiss. Ginny snapped her head around to see to her
horror, Lily Potter standing at the threshold. Her emerald eyes, so much like her sons, were fixed on Ginny who was
almost sitting in Harry's lap. As quickly as she could, Ginny scooted away from Harry, getting a good distance between
them.
Harry, for his part looked more annoyed than embarrassed. He glared up at his mum. Lily cleared her throat and turned to
yell back inside the house.
At once Mrs Black's horrid yells started, making Lily wince. She ignored that for now and fixe her son with a glare.
"Why are you sitting out here in the cold? Do you want to make yourself worse?" she asked.
"I needed some fresh air." Harry answered, not fazed by her scolding.
"You should at least tell someone where you're going." Lily said. "Your dad nearly had a breakdown when he didn't see
you in your room. He was about to get together a search party and go looking for you."
"Come inside, it's too chilly for you to be outdoors." Lily commanded.
Lily understood he wanted her to go back inside and give him and Ginny their privacy. She glanced over at Ginny to see
the girl almost as red as her hair and avoiding eye contact with her. With a last stern look at Harry, she disappeared back
inside the house, closing the door.
Harry looked over at Ginny to see the blush on her face and neck. He couldn't help but chuckle at the sight. With a groan,
Ginny dropped her head into her hands, shaking it slowly.
"Why does this always happen to me?" she asked more herself than him. Harry had moved over to her and gently pried
her fingers away from her face. "Your mum hates me." Ginny moaned.
"Every time she walks in on us, I'm all over you." She blushed harder. "She probably considers me a girl of bad
character." She bit her lip, shaking her head.
Harry leaned forward and kissed her again. When he pulled back Ginny looked marginally better and was staring at him.
"I'm serious, Harry. Your mum probably thinks very little of me."
"Just relax, Ginny. My mum knows what you're like. And besides, she knows we've been apart for seven months. What
does she expect to see when she walks in on us unannounced?"
"I guess." She said moodily. "I still wish Mrs Potter didn't see that though. It doesn't make me look so good."
"It's fine, even if she doesn't like you, it doesn't bother me." Harry said, making Ginny scowl at him. "I mean what kind of
mother-in-law would she be if she actually liked you?" Harry asked with a laugh.
"Yeah, I..." Ginny stopped suddenly and looked up at Harry. "What did you say?"
Harry, who just realised what he had said, looked up at her with surprised wide eyes.
"Yes you did! You just referred to your mum as my mother-in-law." Ginny replied.
She looked down at his hand, still holding onto hers. Seeing where his girlfriends gaze was focused, Harry too looked
down and quickly let go of her hand.
"Harry, you know that I love you. Merlin, I love you more than I love anyone in this world, but...I'm...I'm not ready to...to
marry you. I'm only seventeen!" she tried to explain.
"I mean, my mum would kill me!" Ginny was still explaining.
"Really, Ginny," Harry said, "I wasn't asking you to marry me. It just came out all wrong. I really don't want to marry you."
He explained.
"Oh, okay, good." Ginny breathed out. She looked relieved until what Harry said made total sense to her. She turned to
look at him firmly. "Wait, you don't want to marry me now or you don't want to marry me at all?"
"We're too young to get married right now but you would want to marry me when we're older, right?"
"Because I really love you and I know you love me so we should get married, right?" Ginny asked.
"Ginny," Harry started, smiling uncomfortably, "Being held in a cell guarded by Dementors and being tortured by Aurors is
less painful than this."
Ginny made a face but before she could say anymore, behind them the door opened again. Ginny quickly turned around,
scared that Lily had come back to check on them. She saw who was at the door and turned back to Harry.
"Talking about things that are painful, here comes Hermione." She whispered to Harry.
Harry turned to see the brown haired girl standing at the threshold.
"Not at all, Hermione," Ginny stood up, giving Harry a quick pat on the knee. "We were just heading inside." She gave
Harry a sympathetic glance before hurrying inside, closing the door behind her.
Harry stood up but made no move to go inside. Hermione moved a step towards him but came no nearer. An awkward
and very uncomfortable silence fell between them.
Harry leaned against the black metal railings, not because he was trying to look relaxed but because his legs couldn't
support him very well. The moratus charm was slowly withering away leaving Harry to feel the aches and pains of his
body from battling his horrendous withdrawal. He crossed his arms against his chest to steady himself.
With tremendous effort he looked up at Hermione. His guilt was such though, he couldn't look her in the eyes.
"For a moment there, I thought you weren't going to look at me at all." Hermione said, quietly.
"I know you want an apology," Harry said, "and for what I did to you, I truly am sorry."
Hermione didn't respond and for long minutes she simply stared at Harry. When she spoke, her voice was calm and
devoid of any anger or hurt.
"I knew something was wrong about your attack on me. At first I thought it was just disbelief; I couldn't believe my friend
had threatened and humiliated me like that." Harry bristled and his gaze dropped to the ground. "The more I thought
about it, the more confused I got." Hermione continued. "I knew there was something about the attack that just didn't
make sense. I kept thinking about it and it was only when I went through what had happened in my head for the tenth
time did I realise what was wrong."
Harry looked back up at her in curiosity. He had wanted to know how she had worked out his act, but he didn't have the
courage to ask her.
"Do you remember what you had planned to teach the DA after we came back from the holiday break?" she asked.
"We never got a chance, what with the DA breaking up after Professor Dumbledore got in trouble." She said. "Over the
Christmas holidays I had taken it upon myself to learn all I can about wandless magic. I checked out a few books and took
them with me, to study. I wanted to be ready for your practical lessons." She looked at him carefully when she next spoke.
"One of the things I learned from my study was that spells that could be performed wandlessly were usually ones that
could be performed non verbally too. Only spells that require very little wand movement can be performed wandlessly and
so can be non verbal."
A look of understanding flashed on Harry's face and he couldn't help but smile a little at his highly intuitive and intelligent
friend. Hermione smiled too as she continued her explanation.
"You said your spell out loud when you didn't have to. When you collapsed that bookshelf behind me you said the
incantation out loud so I could hear it. Being a wandless spell, it doesn't require much wand movement; so it something I
could easily replicate." Her eyes locked with Harry's. "You said the spell out loud so I could copy it. You wanted me to hear
it and use the same spell to get away from you. That was what was bothering me. I was too panicked to realise it but once
I calmed down I saw that it was what didn't make any sense. Why would you give me a way out like that? Why would you
only use spells we had learned in the DA like stupefy and fireballs, when attacking Ron. Seeing your history, I know you
have more spells than that at your disposal. That's how I figured out it all must be an act."
Harry had to admit he was impressed with how much Hermione had picked up on him and his actions.
Hermione shrugged.
"I had nothing to do other than think about what happened," she answered, "but no matter how much I try and work this
out, I can't figure out why you attacked me. Was it just so I could deliver a message to the Order? And if so, then why
couldn't you have just come to me, like you did to Mr Potter and Ginny and just ask me to tell the Order about the attack
planned that night on the Ministry. I could have just pretended that you attacked me. You didn't have to do it for real."
"It wasn't just about delivering a message. I admit, I wanted you to relay back the information that something big was
planned for that night and hopefully the Order would figure out the Prophecy was targeted. But I needed you to believe I
was there to hurt you. When you told others about what I nearly did to you, you had to have that fear present in your eyes.
It wouldn't have worked otherwise."
"My plan to clear Harry's name," Harry answered. Hermione went silent. She wasn't expecting that. "I saw that report in
the Daily Prophet the morning after the Diagon Alley raid." Harry explained quietly. "I wasn't supposed to show myself at
that raid. It wasn't planned for me or Voldemort to show ourselves." Harry's expression changed and Hermione saw the
flicker of fear sparkle in his eyes. "But I saw my dad in the middle of Diagon Alley, fighting with her and I panicked. I saw
Damien with Ginny and Harry in the midst of Death Eaters and I didn't know what to do. I was afraid they would get hurt
and without really thinking, I ran into the battle and stopped the other Death Eaters from targeting any of them." He looked
up at Hermione and held her gaze. "Because of me and what I did in Diagon Alley, Harry had a warrant against his name
and I knew once Fudge got him he wouldn't let him go. I needed to clear his name and for that to happen, I needed him to
be in the Ministry of Magic, fighting against Voldemort when the Aurors arrived."
"So Harry was right," Hermione said, "the attack on me was really because of him."
"It's a strange feeling," he admitted, "when someone you love is targeted because of you. There's nothing quite as
frustrating, quite as terrifying." Hermione caught the fleeting glimpse of an emotion flicker on Harry's face as he spoke.
"You'd do anything you can to keep your loved ones safe. Even if it means you go against anything and everything." His
tone changed and he was once again hiding behind his usual mask. "I knew my dad would try to stop Harry from going to
the Ministry. I didn't know what Dumbledore would want but I guessed he might tell Harry to stay away too. But I needed
him there and for that I used you. If he believed you were nearly hurt, he would try to stop Voldemort, before anyone else
got hurt. That's why I attacked you and scared you, so Harry would force himself to come to the Ministry and fight against
Voldemort."
Hermione didn't say anything right away. She honestly couldn't find the right words. She glanced back at Harry.
"Harry told me his warrant was withdrawn, even before the Aurors arrived back at the Ministry and saw Voldemort."
"That was just a lucky coincidence." He replied. "When Madame Bones got all the information from Ginny she realised
that Harry wasn't involved with Voldemort. She gave the order to withdraw his warrant."
Hermione gave a mental sigh of relief. She had been awfully worried about her friend being arrested. She looked back at
the exhausted looking boy in front of her.
"You went through all that and scared me half to death and it wasn't even needed." She said, light heartedly.
Harry looked at her carefully and saw the faint smirk on her face.
The door opened again and the seventeen year old Ginny appeared.
"Harry, your mum's getting really annoyed now. She wants you inside right now."
"A girl's got to do what she's got to do." She replied. "But seriously, come inside, it's freezing out here."
Harry nodded at her. Ginny disappeared back inside, leaving Hermione and Harry alone again.
Harry moved away from the support of the railings, fighting to stay upright. The charm hadn't completely worn off yet and it
allowed him to gracefully stand on his feet. He stared at Hermione.
"I did what I had to, Hermione," he said, "but that doesn't mean it wasn't hard."
She moved to walk inside, Harry following behind her, but then stopped suddenly. She turned around to face Harry.
"One more thing," she breathed. In one swift move she raised her hand and slapped Harry hard across the face. Harry
was taken aback by the sudden and rather painful blow. "That's for calling me a mudblood." She said evenly.
"Now that that's all over," Hermione smiled, "we can forget about it."
She slipped a hand into Harry's and walked with him through the front door and inside the Headquarters.
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Harry walked into the kitchen and saw his mum standing at the stove, mixing something in a very large pot. She looked
over at him as soon as he walked through the door.
"At last!" Lily smiled, "I thought I was going to have to drag you back inside."
"It wouldn't be the first time." Harry groused. He still remembered his first attempt to escape the Headquarters of the
Order and how his dad had caught him at the last moment and dragged him back inside and up to his room.
Lily's smile faltered but she didn't let it fall completely from her face. She stepped away from the stove and walked over to
Harry.
"I know how you feel about the Headquarters," she started, "but it's only for tonight. Can you tolerate it for just one night,
please?" her eyes darted to the door which led to the living room. "I want tonight to go smoothly. I know it means a lot to
Harry. He's going to remember it for a very long time so please, for him, just put up with the Headquarters."
Harry nodded his head, he could put up with it. His mum was right, it was only one night. He could do it.
Lily reached up and felt Harry's forehead, careful not to disturb the dressing. He was still burning up. With concerned
eyes she studied her son.
"It's not going to go in that direction mum. I have to get a whole lot worse before I get better."
"I can't sleep." Harry explained. Then seeing the look on her face, he quickly added. "I'm not tired."
Lily gave him a final look over and turned back to the stove.
"I'm not saying it again; go to your bed and rest. Even if you're not tired, you need to rest in order to heal."
Knowing how futile his argument would be with his mum, Harry wordlessly turned to leave. Just as he opened the
kitchen door he saw Mrs Weasley rushing back into the kitchen through the entrance from the living room.
"I'm sorry I left you alone, Lily!" she apologised as soon as she bustled inside. "I had to explain what was going on to
Ginny." She saw Harry lingering in the doorway and smiled brightly at him. "Oh, hello, Harry dear! Are you feeling better?"
"Is Ginny alright? I heard what happened at Hogwarts with Hagrid." Lily said to Molly.
"I don't know what Hagrid was thinking!" she muttered as she started preparing the pot roast. "Ginny could have been
really hurt!" she said crossly.
Lily nodded her head in agreement but noticed Harry still at the door. She raised her eyebrows at him making him sigh
with resignation.
xxx
Harry didn't go upstairs to his room like Lily wanted. Instead he turned to the room next to the kitchen. He walked into the
small living room to find Ron, Hermione, both Ginny's and his counterpart in front of the dying fire.
They looked up as Harry walked inside. Harry couldn't help but grin as he saw the fourteen year old Ginny look at him
with mild shock. Harry walked further inside, locking his gaze with his girlfriend Ginny, noting how amused she looked
sitting next to her younger self.
"Are all the explanations over?" he asked, directing his question to his younger self.
"I still can't believe this." She muttered. She turned back to her brother Ron and glared angrily at him. "So much was
going on, Harry had swapped dimensions with his alternate self and no one told me!"
"I'm Harry's friend too!" Ginny fumed. "You should have told me!"
"Alright, you don't have to get violent!" Ron rubbed at his arm. "Besides, Harry asked us not to say anything to anyone."
"Everyone will find out now," the older Ginny said suddenly, looking at Harry. "Once what happened at the Ministry with
Voldemort is reported, everyone will think you're not the real Harry Potter."
The rest looked confusedly between seventeen year old Ginny and her boyfriend.
"The media will report whatever statement the Ministry give," Ginny explained, "and that will be the story Dumbledore
gave; that the Harry that has been attending Hogwarts this year was not the real Harry Potter. He was a ploy of
Dumbledore's to catch out Voldemort. The real Harry Potter was taken into safety this entire time."
Fifteen year old Harry turned to look at his counterpart with surprise.
"So everyone will think you were a fake?" he asked. "Especially the people at Hogwarts?"
"Not particularly." He studied his younger self for a few moments. "I've never cared for what others think of me. You can't
win with this world so why bother trying?"
The younger Harry didn't reply but felt his insides twist with anger. He didn't want anyone thinking of his counterpart as a
fake. It didn't feel right.
"Talking about what happened at the Ministry," fourteen year old Ginny started. "Nice work!" she grinned at the eighteen
year old boy. "What you did, the way you tricked everyone, even V...Voldemort!" Ginny managed the name with little
hesitation. "I've got to say, I'm impressed!"
The eighteen year old just dropped his gaze to the ground, not saying anything in response.
"Yeah, but I'm annoyed at you for one thing." The younger Harry said, making his older self look up at him with curiosity. "I
know why you did it but, I wish you hadn't smashed the Prophecy. I wanted to see what it was." Harry admitted.
To his surprise, the eighteen year old Harry smiled widely.
"I had almost forgotten about that." He said with a chuckle. His gaze shifted from the fifteen year old back to the fourteen
year old Ginny. With a few steps, Harry was standing before her. "Can I have it back now?" he said, holding out his hand.
To everyone's bewilderment, Ginny nodded and moved her hands to the back of her neck, fiddling with something. She
finally managed to undo the clasp and she pulled a chain away from her neck. The long golden chain had a teardrop
shaped crystal pendant hanging from it. Wordlessly, Ginny dropped the necklace into Harry's waiting hand.
Everyone moved closer, curiosity making them inch nearer to see what was happening. The eighteen year old closed his
fist around the pendant. He opened his hand slowly to show a glass sphere rapidly growing in size until it sat fully in Harry's
hand.
The fifteen year old Harry stared in amazement at the glass orb with white mist swirling inside. He looked back up at his
counterpart, not daring to believe what he had done.
Hermione suddenly turned to face the fourteen year old Ginny, eyes wide and accusing.
"You had the Prophecy all along?!" she asked. "You said the necklace was a present from Michael!"
"No I didn't." Ginny calmly answered. "You asked if it was a present from Michael and I replied 'maybe'. I didn't say it was
from him, you just assumed it was."
The older Ginny chuckled at her counterpart. That was so like her.
"Wait, I don't get it," Ron said. "If Ginny had the Prophecy then what were you both fighting over at the Ministry?" he
asked both Harrys.
"It was a button," he replied. "A button transfigured into a glass orb."
"You had switched the Prophecy?" he asked in amusement. "When did you do this?"
"When I found out Voldemort had travelled to my world and hurt Lucius and Narcissa. I knew that he had taken their
memories and that was how he knew so much about me." He went quiet as he admitted, "Voldemort had already told
me he was after the Prophecy. He told me where to find it." Everyone went incredibly silent, not daring to even bat an
eyelash. "I was supposed to pick it up for him, in exchange he would give me the compass so I could go back home,
back to my world." Harry explained.
"I didn't go looking for him. He set a trap and I fell for it."
"Were you going to give him the Prophecy?" the younger Harry asked quietly.
"At first, yes," the older Harry admitted. "I didn't see what harm it could do. Voldemort was after you regardless." He paused
for a moment, forcing the images of Frank and Alice's deadened eyes staring blankly at him. "But I changed my mind and I
didn't want Voldemort getting what he wanted. I was afraid he might try to get the Prophecy without my help, so one night, I
left Hogwarts and apparated to the Ministry and picked up the Prophecy, replacing it with the transfigured button. That was
the same night I got the rune, protecting myself from any memory charms Voldemort might throw my way."
"You knew he would try that?" the younger Ginny asked in awe.
"Like I said, he had seen Lucius' memories." Harry said quietly.
The younger Ginny looked confused but suddenly it made sense to her and she looked away uncomfortably.
"What night was this?" Hermione asked, trying to remember when Harry had left for so long that he could have done both
jobs.
"The night before I found you and Ron sleeping together." Harry answered, mischievously.
Fifteen year old Harry was looking at his two best friends with very wide eyes.
"It wasn't like that!" Ron explained, "We weren't sleeping together, we just...slept together. No, that didn't come out right.
It...we were...both of us were waiting for Harry to show up and we fell asleep, that's all!"
"Ron, where was Hermione's head?" the older Harry asked with a smirk.
"In my lap." Ron answered, not realising what it sounded like until it was too late.
Both Ginnys gasped, looking very sickened. The younger Harry's eyes looked like they would fall out from their sockets,
he was gaping so hard. The older Harry laughed harder as Ron spluttered and tried to explain.
"No, I meant, she...she had fallen asleep!" he defended, now beetroot red.
"Oh, really!" Hermione admonished. "Get your heads out of the gutter, you lot!" she turned to the eighteen year old,
smirking Harry. "I remember now, you were awfully tense and worried a few days before and then you disappeared for
the whole night. When you came back you were a lot more relaxed."
"How could I not be?" Harry answered. "I got my protection rune and had swapped the real Prophecy for a fake one. I
knew whatever happened, Voldemort couldn't win. That was all I needed to relax." He smiled.
"But why Ginny?" Ron asked. "Why did you give her the Prophecy and not one of us?" he gestured to himself and
Hermione.
"I asked him the same thing." The fourteen year old said. She gazed at Harry, locking eyes with him. "When he gave me
the necklace, he told me it was a powerful weapon transfigured into a pendant, given to him by Professor Dumbledore, to
keep away from Voldemort." she told the others. She smiled at the memory. "You said that you wanted me to keep it safe
for you, that you trusted me with it. You were afraid to give it to Ron or Hermione since they were the first ones Voldemort
would target if he suspected you had the weapon." A look of sadness crept into her eyes. "You didn't mean any of that did
you? You just wanted me to hide the Prophecy without even knowing what it was."
"I meant every word of what I said." Harry replied. "I do trust you, and I gave you the Prophecy because I knew you would
protect it with your life."
Ginny blushed and dropped her head. The older Ginny was smiling at the sight and she met his gaze, mouthing the
words, 'I love you' to him.
The eighteen year old looked away from Ginny to find his counterpart. He walked over to him and held up the glass
sphere.
"Here you go," he said, depositing the orb into Harry's hand. "I was only keeping it safe for you. It's up to you now, do what
you want with it. Listen to it, smash it, do whatever."
The fifteen year old held onto the crystal sphere and gazed at it. He wanted to hear the Prophecy. After all, his parents had
lost their lives because of it.
"Thank you." He turned to his older counterpart. "Even though you were about to give this to my enemy, I'm grateful that
you gave it to me instead."
The older Harry didn't react. He simply stared at the glass orb before lifting his gaze to his counterpart's face.
"It doesn't make a difference." He told him. "The Prophecy will do nothing for you. It won't give you answers, only more
questions."
The younger Harry didn't say anything but tightened his grip on the crystal orb.
The eighteen year old nodded his head at him. If that was what he wanted then so be it. He moved a step back but
suddenly faltered. His knees threatened to buckle under him but Harry managed to stay upright. He closed his eyes as
the room swam before him.
"Harry?! Are you okay?" he heard the voice of his counterpart ask him.
He opened his eyes to see the younger boy looking worriedly at him. One hand was still clutching the Prophecy while the
other was around his arm, helping him to stay steady.
"Yeah," Harry breathed. "I just, felt dizzy." The charm was wearing off faster than he had expected. He straightened up,
horribly aware of the others staring at him. "Harry, can you do me favour?" he asked, breathlessly.
"Cover for me," the eighteen year old said. "If mum or dad asks, tell them I'm upstairs, taking a nap. I'll be back soon."
"Where are you going, Harry?" seventeen year old Ginny was quick to ask.
"I just need to deal with one last thing," Harry answered, "while I still can." He added quietly. "I'll be back soon. This won't
take long." He promised.
With that he disapparated on the spot, leaving the rest stunned and more than a little worried.
xxx
Harry appeared exactly where he had hoped. He straightened up and glanced around at his surroundings. He had never
been in here before. He searched the large room and saw the boy, almost hidden behind the drapes. Like he had
predicted, the boy was alone, sitting on his bed, gaze lowered to his trembling hands.
Harry stepped closer to the lone figure. The sound of his steps on the ground alerted the boy to his presence and he
looked up suddenly. The terror filled eyes grew impossibly wide and the boy jerked backwards, away from Harry.
xxx
There you go! My last ever cliffie!!! This here, is the last cliffhanger you guys will ever have to tolerate from me! The next
chapter is the last chapter of Deepest Reflections and like always there will be a short Epilogue at the end to tie up any
loose ends.
Thanks for all your reviews. Sorry for the long delay, but the chapter length should make up for it.
This must be the longest chapter I have ever written! It is 48 pages long!! That is one long, last chapter!!!
Draco's wide grey eyes were fixed unwaveringly on the boy that had suddenly appeared in his room. He rose to his feet,
nervously keeping his eyes on the dark haired boy. Harry stayed where he was and made a point to just stare back at
him.
Draco's eyes darted once to his bed, where his wand lay, just out of reach. Harry glanced at the wand too and then
smiled.
"Go on, Draco," he challenged, "if you think you can fight me and survive, go ahead and pick it up."
Draco shot his wand another look but didn't move towards it. Beads of sweat gathered on his forehead. He was utterly
terrified. He remained where he was, hands uselessly by his sides.
"I'll be honest," Harry said, walking slowly towards him. "You have me in a dilemma of sorts. I don't want to hurt you." He
paused purposefully here, watching the relief wash over the other boy. He smirked at the sight. "But I can't ignore what
you did. Your little polyjuice and portkey trick nearly cost me my freedom, not to mention my life." He came to rest in front
of him. He tilted his head to the side, scrutinising the trembling boy. "And unfortunately for you, forgiveness isn't
something I possess."
His eyes must have darkened because Draco let out a noise of fear and tried to back away but hit the bedside table,
knocking the jug of water over. The sound of the jug hitting the floor reverberated in the room and Draco's eyed darted to
the door, clearly hoping someone would come inside to investigate.
"No one is coming," Harry informed him, "The Silencio I cast the moment I got here will make sure no one hears
anything." He took another step closer to the petrified boy.
Draco acted as soon as Harry stepped forward. He had closed his hand around the silver goblet that had been next to the
jug of water. Draco swung it with all his might at Harry, but missed as Harry twisted out of the way. Draco took his chance
and jumped past Harry, leaping towards his bed, grabbing for his wand. He turned around, pointing it shakily at Harry.
Harry smiled at the sight. Ignoring the wand, he leant back, resting against the bedside table.
"My, my, aren't we feeling hopeful?" Harry mocked. "You really think you can duel with me?"
Draco's hand was shaking but he kept the wand pointed at Harry.
"I didn't want to do it!" Draco cried, "I tried to find a way out but I was trapped! I had to trick you! It was the only way!"
"The only way for what?" Harry asked, "The only way for you to be accepted as a Death Eater?"
Draco shook his head. His grey eyes were watering now, either with fear or anger.
Draco's pale complexion lost even more colour and he looked like he was about to be sick.
"It wasn't just about me; I had to save my family!" He answered. "The Dark Lord had ordered me to trick you and send you
to him. If I failed, he would've killed my mother before killing me! Father told me he couldn't do anything to change the
Lord's mind." Draco looked sickly pale as he retold Harry what had happened. "I tried being friends with you but you
pushed me away. I watched you and Longbottom and I knew if I could pretend to be him, I would have a chance to give
you the portkey. I had to deliver you to him otherwise I would have been forced to watch the murder of my mother before
being killed myself."
Harry listened, keeping his expressionless mask in place. He walked over to him, ignoring the wand that was shakily
fixed on him.
"Being a coward isn't an excuse." Harry said. "You did what Voldemort said because you were afraid. You should have
been more afraid of me."
Draco didn't see Harry's hand as it shot towards him; it was too fast. Harry's fingers wrapped around his throat as his
other hand gripped at Draco's wrist. A quick, painful twist and Draco dropped his wand with a groan.
Harry grabbed the Slytherin by his robes and slammed him hard against the wall. A squeak of pain and surprise
escaped the boy and he stared up in terror at Harry.
"You can't even imagine what you put me through!" Harry hissed at him. "I could have lost everything I hold dear to me,
because of you!"
Draco tried to talk but fear had closed up his throat, rendering him mute. He watched with a thudding heart as Harry's
green eyes turned almost bottomless black. He struggled to get out of the fierce grip but was slammed against the wall as
a result.
"It's time you learned something, Malfoy!" Harry growled at him, "Actions always have repercussions!"
Draco cried out when he saw the wand. He struggled but Harry's one handed hold on him was too strong to break out of.
He felt the fingers tighten around his throat again, so much that he was having problems breathing but he continued to
struggle.
Harry pressed the tip of his wand under his chin. At once, Draco stopped struggling and kept himself as still as he could.
His frightened grey eyes darted to Harry and he felt tears sting them.
"I should kill you for what you did." Harry told him in a deadly voice. "You don't deserve anything less!"
"But I owe too much to Narcissa to take away her only son."
The grip suddenly loosened and Draco fell to the floor. Stunned and dazed, he looked up at Harry who had a disgusted
expression on his face.
"Do yourself a favour, Malfoy," Harry said, pocketing his wand again and straightening his robes. "Don't get involved in a
mess you can't get out of. Do what you do best; crawl under a rock and stay there, away from Voldemort and away from
your father!"
Harry turned and without another word to the shaken boy, disapparated back to Grimmauld place. He didn't spare a
single glance at the sobbing boy, still on the floor.
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When Harry returned to the Headquarters, he was in no mood to talk to anyone. His meeting with Draco had taken a lot out
of him. He didn't like what he had just done to Draco, but he knew he had to do something or the stupid boy would get
himself killed following Voldemort's or Lucius' orders. He did want to get him back for tricking him and sending him to
Voldemort. But he didn't feel any better after threatening him. If anything, he felt worse.
The Moratus charm was slowly withering away and the effects of his withdrawal were getting progressively worse. All he
wanted to do was collapse in his bed and sleep. He apparated straight into the room he was staying in at Grimmauld
Place, so he decided to do just that. After all, his mum and dad thought he was resting, so why not actually do it.
Harry had no sooner pulled the covers over himself and settled comfortably to sleep that his mum came knocking at his
door. She smiled at the sight of Harry, obediently in bed.
"I didn't wake you up, I hope." She started, walking inside.
"I just came to say that dinner's ready," she said with a smile.
Harry paused, considering what he should do. He was incredibly tired, his body was protesting fiercely against him getting
back on his feet. He really didn't want to get out of bed but his stomach clenched painfully with hunger pangs. He hadn't
eaten anything for almost two days now.
"I can save you some food, if you want to rest some more?" Lily said, sensing the hesitation.
But Harry smiled and shook his head. It had been seven months since he had sat down for a meal with his parents, he
wasn't about to pass up the opportunity.
"No, it's fine. I'm more hungry than tired." He said getting out of bed.
The look on Lily's face was clear; she couldn't wait to get Harry downstairs and start feeding him.
As Harry entered the dining room, he saw Ron, Hermione and both Ginnys setting the table. It looked like it was going to
be quite a feast as the table had been magically elongated. As Harry walked inside the four teens looked up at him. Harry
saw the look of relief flood his girlfriend's face. She hurried over to him, passing Lily on the way who was heading quickly
to the kitchen.
"Thank Merlin, you're back!" she whispered to him as she hugged him. "I tried to stop Mrs Potter from going up to see you
but..." she looked embarrassedly at him. "I couldn't stand in her way. I'm so glad you got back in time."
Harry smiled down at her and kissed her, a quick soft kiss on her lips.
"It's okay," he whispered back. "No one can stand in her way." He grinned.
Ginny nodded and leaned in for an embrace. That's when she noticed two things about him. The first was the feeling of a
thick bandage wound tightly around his torso and the second was how warm Harry was.
"Harry...?" she started worriedly, reclining back a little and reaching out to rest her hand on his chest.
Harry let her step back but took a hold of her hand, easily manoeuvring it so it was no longer touching his bandaged
chest but clutched tightly in his own.
"Later, I promise." He whispered. He couldn't explain everything at the moment. He saw the look on her face and added,
"I'm fine, really."
Ginny was in no way convinced but she let it go, for now. Both turned around at the sound of the door opening behind
them. Damien walked inside, deep in conversation with the fifteen year old Harry. Both boys stopped just at the threshold
of the door,
Damien locked his gaze with his brother. Harry was staring back at Damien. He could tell the boy was still angry but even
as Harry watched Damien's expression relaxed, just a little, and he took one step towards him, lips parting to speak.
At that moment, however, a large crowd of people appeared behind Damien and Harry, forcing the two fifteen year olds to
move out of the way. Eighteen year old Harry watched as a large group of Order members made their way inside and to
the table. He spotted James, Sirius and Remus amongst them. Harry watched as more Order members entered and
moved to take a seat at the table, engrossed in talks with each other. He even spotted the half giant, Hagrid, squeezing
through the door before making his way over to the table.
Harry turned to face his mum, who was busy setting down trays of food on the table.
"I didn't realise the entire Order had been invited to dinner as well." He said quietly to her.
"It's the Headquarters of the Order, Harry." She reminded. "Everyone is welcome to stay if they like. We can't ask them to
leave." Harry didn't respond but his annoyance wasn't lost on Lily. She sighed, "If you don't want to sit with them then you
can go upstairs. I'll bring you a plate to your room." Lily wasn't going to force Harry to sit at a table with people he still
considered his enemies. No matter how much it hurt.
Harry looked over to see the white haired Headmaster of Hogwarts walk inside, heading to the table. Harry looked
around at Lily with blazing eyes.
"Don't bother, I've lost my appetite." He said and turned to walk out.
"Harry!" Lily called after him but the boy refused to acknowledge the call.
Even the pleading look from Ginny didn't stop Harry. He passed by her, heading for the door. Unfortunately his path was
suddenly blocked, by Dumbledore.
"I was hoping you would join us for dinner, Mr Potter." Dumbledore said, inclining his head towards the table.
"I wanted to apologise," Dumbledore said suddenly. Harry stopped with his hand on the doorknob. He turned to look at
Dumbledore, who held everyone's attention now. Dumbledore smiled serenely as he spoke to Harry. "For what
happened at the Ministry. I did not intend on, how was it you phrased it? Ah, yes, steal your thunder."
Taken aback, Harry turned to glare at his dad, who was seated at the table. James looked from Dumbledore to Harry,
shaking his head at Harry. He hadn't said anything to Dumbledore.
"I was merely trying to help," Dumbledore continued, "I only said what I could to help free you from the Ministry."
Harry turned completely to face Dumbledore, not caring if every eye in the room was focused on him.
"I didn't need your help. You should have stayed out if it."
The room suddenly went quiet, most were probably shocked at Harry's tone and manner of speaking. Only a handful
knew what Harry felt for Albus Dumbledore.
Dumbledore didn't look fazed by Harry's attitude. He continued to speak to him in his normal, pleasant manner.
"I apologise if you felt I was intervening in your business. That was not my intention."
Harry knew he should walk away. He knew if he stayed any longer he would say or do something to the other wizard. But
even as he tried to walk away, to simply turn around and walk out the door, Dumbledore stopped him again.
"I also wanted to thank you Harry, for what you did. It was an incredible risk, fooling Voldemort like you did. It was a
dangerous task you took upon yourself but I'm grateful nonetheless."
"I don't want your gratitude!" Harry hissed at him. "I didn't do anything for your benefit!"
James rose out of his seat. He could see the strain on Harry and he didn't want his son to completely lose his temper.
He made his way over to them and instantly turned to his son.
"Harry..."
"I don't want to talk to you!" Harry cut Dumbledore off before he could say anymore. He turned to the door to leave, idly
noting the Order members sitting at the table looking shell shocked.
"I understand you're upset with me." Dumbledore suddenly said, stopping Harry in his tracks. "However it is that I have
wronged you, Harry, I'm truly sorry." Dumbledore said quietly. His words were sincere and genuine, even Harry could see
that. However, that did nothing to calm him.
"You have some nerve!" Harry hissed at the white haired wizard. "You really think you can get away with everything
you've done by saying sorry?!"
"I don't need to say it!" Harry fumed. "You know very well why I hate you!"
"Harry, don't do this." James warned, gripping his arm to keep him from going for Dumbledore.
The Order members were ignoring their plates of food and had their attention solely on Harry and Dumbledore.
"Really?" Harry snarled. "Fine, why don't you forget about me for the moment and think about what you've done to this
Harry Potter!" Harry hissed, nodding at the younger Harry.
At the mention of him, fifteen year old Harry found everyone's eyes shift to him. He was still standing next to Damien and
had been watching his counterpart and Dumbledore's conversation with dread. He knew it was going to end badly. He was
surprised to be brought into the conversation like that. He didn't know what his counterpart meant by that statement.
"Cared for him?" Harry questioned, his lips curled around the words with disdain. "Is that why you left him with his
muggle, magic hating relatives? From the entire wizarding world, you couldn't find one family that could have protected
and cared for him? The Dursleys were the only option were they?" he asked icily.
"Unfortunately, they were. Harry needed protection that only his mother's bloodline could provide." Dumbledore
answered. "But I never knew about their treatment of him."
"His Hogwarts letter was addressed to his cupb oard, Dumbledore!" Harry responded. "Don't pull the 'I didn't know' crap!
You knew perfectly well how he was treated. In fact, you relied on it. You planned for Harry to be brought up by neglect. It
gave you just what you needed. A broken, emotionally abused child you could mould into a soldier!" The words were spit
out with disgust and Harry's eyes began darkening at a frightening pace.
"Harry, come on!" James pulled at Harry, desperate to get him away and to be calmed down as soon as possible, before it
was too late. But Harry was too engrossed in his anger to let himself be pulled away.
"Go on, admit it!" he yelled at Dumbledore, even as James pushed him towards the door. "You did to Harry what
Voldemort did to me in my world!" he spat with venom. "You're just the same as him!"
Gasps echoed around the room and a few cries of outrage were heard. Ron, Hermione, both Ginnys, the younger Harry
and Damien glanced around the room and saw the anger radiating from the Order members. No one had ever insulted
Dumbledore like that before.
Dumbledore however, didn't show any reaction to the insult. He looked sadly at Harry.
"I have never claimed to be better than anyone." He said. "Everyone has a past, and every past has regret." A haunted
look appeared in his usually untroubled blue eyes. "But I have never wished Harry any harm. You must know that." At
seeing the hate in the darkened green eyes, Dumbledore tried again. "I admit, I should have checked on Harry. He
should not have been treated as he was. I guess I had hoped Petunia's resentment of her sister's ability to do magic
would not be as strong as her love for her only nephew. I was wrong and for that I am sorry."
Fifteen year old Harry felt his cheeks burn. He didn't like the way they all were talking about him as if he wasn't there.
"However I can, I will make it up to him and to you." Dumbledore said. "I know why you feel angry at me, but I'm not what
you think." Dumbledore stressed. "I didn't use you, Harry and I never intended to. I can confidently say that on my
counterpart's behalf."
"You have a lot of trust in yourself, don't you?" Harry asked with scorn. "That's quite a claim you've made on your
counterpart's behalf."
"Because I know what it is I am capable of and I could never use you, not in any world." Dumbledore said. "I do care
about you and I would never make you do anything against your will. I will always keep in mind what you want."
"What I want?" Harry asked, his eyes now an impossible black. He got out of his dad's grip and took a single step towards
Dumbledore. "What I want is for your entire Order to burn to the ground and you to go to Azkaban." Harry watched as the
first sparks of anger appeared in Dumbledore's eyes. "Can you give me that?" Harry asked coldly. "Because your Order is
no better than Death Eaters and you, Dumbledore are just as cold hearted and manipulative as Voldemort."
A loud crash met the end of Harry's words and before anyone could do anything, a blast of unexpected light caught Harry
and threw him backwards. Harry smashed painfully into the wall behind him and fell to the ground.
"How dare yeh!" came a bellowing, rage filled cry and Hagrid's massive form came belting towards him, brandishing his
pink umbrella in Harry's direction. "How dare yeh, speak to Professor Dumbledore like tha!" he yelled as he went for Harry.
"Hagrid, No!" James yelled, darting to stand before Harry, his wand out and pointed at the half giant.
He wasn't the only one shielding Harry. At once, Lily, Ginny, fifteen year old Harry and Damien rushed to stand between
the injured Harry and the raging Hagrid. Most of the Order was on its feet, rushing to pull Hagrid back, Remus and Sirius
included. Dumbledore was ordering Hagrid to back down but the half giant was lost in his rage.
"Compare him to the likes of him, will yeh!" Hagrid yelled, "He's nothin like him! Nothin!"
"Hagrid, stop!" Dumbledore pulled the wizard back with his magic, since nothing else could have restrained him. Even
so, Hagrid fought against the pull and tried to get to Harry.
"Stay away from him!" Damien yelled, his wand pointed at Hagrid as he stood before his brother.
"Hagrid! Stop it!" the fifteen year old Harry cried as he saw the half giant fight against the magic holding him.
Dumbledore managed to pull Hagrid back and away from Harry, making those protecting him sigh with relief. Damien
turned around to look at his brother and felt his heart almost stop.
"Oh my God!" Damien breathed as he saw the blood stain his brother's robes. Harry was taking deep breaths and was
clearly in a lot of pain. He struggled to his feet bringing a hand to his chest and pulled it away with a groan. It was
covered in blood too.
James and Lily were at his side, helping him to stay on his feet. Harry's angry eyes moved from the still raging Hagrid to
the pale faced Ron and Hermione, standing next to the collapsed table that Hagrid had upturned when he went to attack
Harry.
Even though he was in immense pain and couldn't quite get his breathing under control, Harry couldn't help but growl at
them,
Ron and Hermione didn't say anything and just glanced awkwardly over at Hagrid.
Harry pushed his parents' hands away from himself and stumbled out of the room, leaving behind shocked occupants, a
furious Hagrid and a thoroughly ruined dinner.
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James pulled out the supplies again, this time with urgency. He hurried over to Harry who was sitting on top of the desk,
having his top cut away from him by Lily. As soon as the bloodied torn shirt was pulled away, James and Lily saw the
bandages soaked through with blood. Lily carefully pulled the bloodied bandages away and examined the burn wound.
Blood marred Harry's chest where the wound had clearly ruptured. Fresh blood dripped down his torso and was now
staining the waistband of his pants. Whatever spell Hagrid had hit him with had struck him on his chest, right where he
had been burned by Voldemort.
James and Lily started straight away, cleaning away the blood and healing the wound the best they could. Harry stayed
silent throughout, not allowing even a hiss of pain to escape.
James covered the wound with more salve before Lily proceeded to redress the wound. James stepped back as Lily
began bandaging Harry's chest.
James found himself looking through the box of medical supplies for more pain relief potion when he realised something;
the potion wasn't going to work. Harry was in a withdrawal and during this period, he couldn't take any potions. They
wouldn't work and may make him feel sick. He realised the very first pain potion he had given Harry this morning hadn't
worked either. Harry had just pretended the potion was working. The realisation brought with it extreme anger. Harry was
going to have to suffer the pain from the burn wound as well as his withdrawal without any sort of a reprieve. James felt
his resolve to not get angry with Harry break.
"You couldn't help yourself, could you?" James said irately as he smacked the vial back in the box. "You always have to
take every given opportunity to insult Dumbledore."
"Was he, Harry?" James asked, turning to look at him. "Because it seemed to me he was only trying to talk to you!"
"Come on, dad! You saw the way he kept egging me on. I tried to walk away so many times but he just kept pushing me!
What was I supposed to do?"
Lily finished the bandage and stepped back before answering him.
"You could have stopped yourself from saying things you obviously don't mean." she said quietly.
"Like what?" Harry snapped. "I meant every word of what I said!"
"Really?" James asked angrily. "Well, did you forget that both your parents are a part of the Order? The same Order you
want to b urn to the ground!" James repeated through clenched teeth.
Harry looked down at the ground, not willing to make eye contact with either of them.
"You know that I don't think of you as Order members." Harry answered, a lot more calmly.
"Don't say it like being a member of the Order is a bad thing!" Lily fought back. "We're not ashamed of being with
Dumbledore but it's clear you are!"
"Of course I am!" Harry yelled back. "He's using you just like he uses everyone! Why can't you see that?!"
"You have to get this idea out of your head, Harry!" James said. "He's not using anyone."
"I can't believe how much trust you have in him!" Harry shook his head. "You really can't see him for what he is, can you?"
"Yes, I can!" Harry responded. "Maybe I'm the only one who can because I don't let him get inside my head!"
"I have never interfered with your judgment of Dumbledore." James started. "I just figured you needed time to see he
wasn't what you thought, but your hatred of him is getting out of hand! What you said to him tonight was uncalled for!"
"And what about what he said to me? You don't seem to care about that!" Harry answered back.
"His blatant lies may not bother you but they bother me!" Harry said heatedly. "I hate it when he pretends to care and his
empty praises and..." Harry stopped all of a sudden. His chest throbbed painfully and he felt like he was about to pass
out. He closed his eyes and tried to breathe through the pain but it was proving futile.
He sensed, through closed eyelids, that both his parents had reached him and were next to him.
"I'm going to prepare a cooling salve." He heard Lily say. "It should help."
Harry forced his eyes open when he heard Lily walk away. He saw his dad kneeling next to him, worried eyes fixed on
him. Harry gave him a shaky smile.
"It'll die down," he assured his dad, talking about the pain. "Eventually." He added at the end.
James didn't look any calmer. He reached out, gently touching Harry's face before his hand rested on his forehead,
taking his temperature. He shook his head in worry as Harry continued to burn up with fever.
"This is a complication we really didn't need." James said anxiously, eyeing Harry's bandaged chest.
"It's not like I asked that oaf of his to attack me!" Harry countered.
"With the way you were talking to Dumbledore in the presence of his Order members, I'm not too sure!" James
responded.
"There! You're doing it again!" James said. "You're talking about the Order, as if you don't know I'm a part of it too."
"Maybe you shouldn't be a part of it." Harry said quietly. "Don't tell me you don't see what he's doing. You're smarter than
that, dad." Harry said. "You've seen what Dumbledore did to Harry in this world." He looked carefully at his dad. "Are you
not mad at him?"
"Of course I'm mad at him." James replied. "I hate him for sending my son to live with the Dursleys. But that doesn't
mean that I hate him completely. He did what he thought was best. He was trying to protect Harry with blood magic.
Nothing can defy blood magic."
"What don't I see?" James asked, desperate to understand the fierce animosity Harry had for Dumbledore.
"What he's really doing." Harry replied. He looked back over at him. "He only sent Harry to live with the Dursleys so they
could hurt him, enough for Harry to think Dumbledore saved him by bringing him to Hogwarts. Don't you see it, dad?
Dumbledore just did what Voldemort did to me. He made sure Harry's childhood was devoid of love and care and then
came to him, offering a place he could call home and providing a sense of belonging. In return, Harry will do whatever he
asks of him, not ever questioning it."
"It's not like that, Harry. You're fighting to make it fit, to make it the same as what happened to you." James argued.
"Dumbledore is not like Voldemort."
"Harry..."
"At least Voldemort never hid what he was. He was honest, a lot more honest than Dumbledore." Harry cut across him.
"Did Dumbledore ever tell you who brought Tom Riddle to Hogwarts?" Harry suddenly asked.
"No." He answered.
James felt goose bumps erupt all over him at the look in Harry's eyes.
"It was your leader, Dumbledore." Harry answered with disdain. "Dumbledore visited the orphanage Tom Riddle was
staying in and he told him he was a wizard. Dumbledore was the one who introduced Tom to the wizarding world. Then
he stood back and watched him turn into Voldemort."
"You can't possibly blame Dumbledore for what Voldemort became!" James said at once. "That's unfair."
"Dumbledore could see what Tom was like at Hogwarts." Harry replied. "He knew he was turning into a dark wizard but he
did nothing about it. Voldemort told me himself, he told me Dumbledore always suspected him, kept an eye on him but he
never stopped him." Harry smiled wryly at James. "It's no good being a fighter if you have nothing to fight against." He said
quietly. "Dumbledore could have stopped Tom Riddle from becoming Voldemort if he wanted to but that wouldn't do him
any good so he waited, he held back until people started dying before he proclaimed himself as a 'leader' and went against
Voldemort."
"What did you expect him to do?" James asked. "What could Dumbledore do to stop Voldemort?"
"He claims to be a legendary wizard," Harry scoffed. "He could've done plenty."
"You don't even know why you're angry at him. You're blaming Dumbledore for Voldemort's crimes? Even you know how
unfair that is." James replied.
"Ask Dumbledore, he'll tell you he's responsible too." Harry said, clenching his teeth tightly at the pain that erupted in his
chest suddenly.
James saw the pain filled expression and he instinctively reached out for Harry.
"Alright, Harry," James relented, wanting an end to the argument. "Alright, you're right about Dumbledore. He may be no
different to Voldemort." James saw the surprise flit over Harry's expression. "But I would still argue Dumbledore is the
lesser of two evils."
"Thanks." Harry replied, shooting him a half heartened glare. He thought to himself if he looked even half as bad as he
felt, then he must look dreadful.
James waited for Harry to get up before he guided him to the bed. He refused to leave until Harry was in bed.
"Go to sleep, I'll check on Lily and see how far the salve has come." James said.
Harry nodded and fought against his eyes closing but it was futile. He was already asleep before James got to the door.
James smiled sadly at the sight of Harry sleeping. His fatigue was such that he could easily sleep, no matter how much
pain he was in. James left quietly, clicking the door to close. He hoped Harry managed to sleep a few hours, before the
pain became unbearable and woke him up.
James had just gone down one set of stairs when he saw Damien, making his way up. Both stopped at the sight of each
other. James saw at once, the look of worry and concern on his youngest son.
"I was just..." Damien gestured to the floor above. "How is he?" he asked, too worried to pretend anymore. "Is he okay?
He was bleeding after Hagrid...he isn't hurt badly, is he?" he asked.
"Harry's fine." He assured. "He was hurt beforehand. Hagrid's spell just made it worse, unfortunately." He said. He saw
the look of concern worsen on Damien. He moved towards the stairs, clearly intending on going up to see Harry but
James stopped him, reluctantly. "He's sleeping, Damy." He said. "Please don't wake him."
"Come on." James led Damien back down the stairs and away from Harry's room.
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Damien sat restlessly, fidgeting in his seat, glancing at the door every few seconds. Across from him, fifteen year old
Harry watched him, growing more annoyed at him by the minute.
"Will you just go upstairs and see him already!" he snapped finally.
Damien's hazel eyes shot to him in surprise but he quickly looked away, forcing himself to sit still.
"What?" he asked, feigning innocence.
"You're worried about him." Harry said. "Just go and see him."
Damien shook his head but glanced longingly at the door. It had been almost an hour now since he had gone to see
Harry, putting aside his stubbornness to stay angry at his brother. But his dad had stopped him, saying Harry was asleep.
He wondered if Harry was awake by now. Seemingly coming to a decision, Damien half raised himself from his seat but
then changed his mind again. He sat back down.
Damien shot him a glare and slouched back in his seat. Harry didn't say anything and looked away from him.
They were back in the dining room. Ron was sitting next to the two boys. They, along with Hermione and both Ginnys, had
helped Mrs Weasley and Tonks clear up the mess Hagrid made when he threw the table aside. The food that had taken
hours to prepare was ruined. The rest of the Order, including Dumbledore and Hagrid, had left shortly after Hagrid had
calmed down enough.
At the moment, the females were in the kitchen, trying to salvage a suitable meal for dinner. The three boys had sat
miserably, in silence, going over what had happened in their heads. All three of the boys had seen the blood on Harry
after Hagrid had attacked him. That was what was worrying Damien the most.
Harry was watching Damien struggle with himself to go check on his brother, and found it unbearably annoying. But no
matter how much he told him to go and make up with Harry, Damien refused.
The door opened and the three girls came inside, looking exhausted. They collapsed into the seats next to the boys.
Seventeen year old Ginny shook her head, rubbing at her forehead.
"What a night," she sighed. "I didn't think it would end like this."
Fifteen year old Harry nodded quietly. He hadn't thought their dinner party would end like this either.
"I don't understand," the younger Ginny started. "Why was Harry fighting with Professor Dumbledore like that?" she
asked, looking still a bit shocked. "I can't believe what he said to him, about him being like...like, You-Know-Who."
Ron and Hermione glanced at each other and shifted in their seats. They had gathered from Harry's previous comments
how much distrust Harry had for Dumbledore but they never imagined Harry hated him with such severity.
"Well, that's Harry." Seventeen year old Ginny muttered. "He likes to ruffle as many feathers as possible."
"I think he over did it today." the fifteen year old Harry responded.
"Hagrid shouldn't have attacked him." Hermione said, shaking her head. "Professor Dumbledore could have handled the
matter himself. Hagrid had no business interfering like that! He really hurt Harry." She said, worriedly.
"I never thought Hagrid could attack someone like that." Ron said, more to himself than others.
Harry and Damien shared a knowing look before dropping their gazes. Both of them had rushed to stand between Hagrid
and the eighteen year old Harry because both boys had seen and learned what the half giant could do when in a rage.
That was why they had rushed to protect Harry.
"I think Hagrid was just too worked up to think straight. He's had quite a day!" the fourteen year old Ginny said with a tired
sigh.
Hermione shook her head. The rest shrugged their shoulders at Ginny's questioning stare.
"I meant to ask you," Hermione said. "But so much else was happening..." she trailed off, looking a little ashamed.
"I thought you must have heard by now. I was certain mum told everyone!" the fourteen year old moaned.
"I did hear mum speaking to Mrs Potter about you and Hagrid and something about the Forbidden Forest but I didn't
understand it." Ron said. Sitting up a little straighter in his seat he asked, "What happened?"
"I had just finished practise, Angelina was freaking out about losing her seeker and keeper." She shot her brother a look.
"So we had an emergency try out, before breakfast, to get new players. We had to find new players otherwise we would
have to forfeit the game on Saturday." Ron shifted, obviously feeling guilty, but he didn't interrupt. "I was just about to head
back to the castle when Hagrid stopped me. He looked really worried and begged me to come with him. He said he had to
show me something." Both Harry and Damien leaned forward in interest. "He took me into the Forbidden Forest." Ginny
continued. "I don't think I've been that deep in the forest before. I kept asking him what he wanted to show me but Hagrid
wouldn't tell me. Finally we came to a clearing and he showed me why he had brought me there." Ginny paused, prompting
Hermione into asking.
"I think the better question is, who was it?" the younger Ginny shook her head. "There, in front of me was the biggest
giant I have ever seen!" she exclaimed.
"I know! I couldn't believe it either. I never thought I would see a giant, especially near Hogwarts! I mean, except for Hagrid
of course."
Harry and Damien shared another panicked look. They both had seen the memory of what had happened when giants
had come to Hogwarts. It made both boys shiver.
"Um, just the one, Grawp. That's what Hagrid said his name was."
"Grawp!?" Harry whispered. He had heard that name. In the memory of Hagrid's death, he had heard Hagrid scream the
name at the Auror who had killed the giant Hagrid was trying to protect. At the time, though, Harry thought the name was
just an expression of rage, a guttural cry, spewing from Hagrid's mouth. He never thought it was a name.
"Well, technically he's his half brother but Hagrid was in full big brother mode." Ginny explained.
Harry and Damien sat still. Hagrid had a half brother, who was a full giant.
"Why did Hagrid take you to see his brother?" the seventeen year old Ginny asked.
"That's what I asked him." the younger Ginny answered. "Hagrid was scared that he may be asked to leave soon. You
see, he had his observation by Umbridge and it didn't go so well. He was afraid he may be sacked and after what
happened to Trelawney, Hagrid was certain he too would be asked to leave. He said he didn't want Professor
Dumbledore to get into more trouble with the Ministry for trying to keep him, like he did for keeping Trelawney, so if
sacked, he would leave. He wanted me to look after Grawp for him, if he had to leave."
"What?!" Ron erupted. "Has Hagrid lost it? You can't look after a giant! You can barely look after yourself!"
He earned two slaps for that; one from each Ginny. He looked incensed at both of them.
"Anyway," the fourteen year old Ginny continued. "I think Grawp got a little...excited. He reached over and picked me up,
completely off the ground. I started screaming and I think I might have scared him. He let go of me and I fell. Thankfully,
Hagrid caught me. But I sort of hurt my back when Grawp grabbed me. Hagrid kept saying he was sorry and rushed me
back to Hogwarts. Professor Dumbledore told Hagrid to bring me to the Headquarters, after Madame Poppy checked me
over. I didn't understand why Professor Dumbledore wanted me to come here, but obviously, now I know why." She
gestured to the rest of them. "It seems like I was the only one missing out on the fun." She smirked.
"Grawp was his brother." Harry breathed, not paying Ginny any attention now. He realised now what had had actually
happened with the Hagrid of the other world. "He was his brother!"
"He wasn't protecting the giants! He was trying to protect his brother!" Damien said, feeling his heart beat painfully fast.
"He wasn't a traitor." Harry said, immensely relieved at the realisation. "He wasn't a traitor."
"Um, what are you two on about?" Ron asked, looking between the two Potter boys.
But Harry and Damien ignored him and the rest for now.
"We have to tell dad," Harry said to Damien. "He has to clear Hagrid's name. Professor Dumbledore should know why
Hagrid didn't listen to him and back down. He couldn't, he was trying to protect his brother. I mean what kind of a brother
would Hagrid be if he didn't try to save his younger brother. He would have done anything to protect him!"
Damien nodded his head but the words Harry had spoken made him suddenly think about his brother. His Harry was the
same. He always did half crazy things to protect him. But whatever Harry did, he always did to keep Damien from harm,
even if it meant firing bogus killing curses his way.
Without another word to anyone, Damien got up and headed to the door. He was going to go see his big brother.
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Damien walked back into the living room a mere two minutes later, looking worried.
"What's wrong?" fifteen year old Harry asked as soon as the boy walked inside. He had been busy telling the four
inquisitive teens what he and Damien were talking about. Needless to say, they were shocked and upset about what
happened to Hagrid.
"What?!"
"I went upstairs to talk to him but, he's not there." Damien explained.
"No, let's have a proper look first." Harry said. "He might still be here, somewhere. There's no point in panicking them if
Harry is simply in the bathroom or something."
They all decided to have a look around the manor first, before raising the alarm that Harry may be missing.
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Fifteen year old Harry opened the door at the top floor of the manor and just stood, staring at the sight before him. He
took a step forward and found himself standing under the open sky. Stars, scattered over the black canvas of the night
sky, twinkled down on him and the cool breeze of the spring night washed over him, ruffling his hair and tickling his face.
He saw the amazing sight of the city stretched out before him and sitting on the ground, staring at the sight was his
eighteen year old counterpart. Harry knew the older boy had heard him walk inside but he had yet to turn around to see
who had joined him. Harry cleared his throat.
"I didn't know Sirius had a roof garden." He said as he stepped further forward.
"He doesn't," eighteen year old Harry answered, still not turning around to look at him. "It's an illusion."
The younger Harry looked around at his surrounding again, silently amazed. The cool night's air whipped lightly at his
face again.
"What about the breeze?" he asked, knowing that couldn't possibly be an illusion.
The younger Harry sat down next to his older counterpart, relieved that he had found him.
"We were looking for you." The fifteen year old informed his older self. "You were supposed to be in your room, resting."
"I couldn't sleep." The older Harry replied with a wince. The ache in his chest had woken up him.
Fifteen year old Harry could see the exhaustion on his counterpart. The bloodshot eyes, pale complexion and exhausted
looking face hid nothing.
"Alright, I guess." He answered. "As long as no other minion of Dumbledore's tries to kill me, I'll survive."
The younger boy looked away, feeling angry at both Hagrid for what he did and at Harry, for what he said.
"You're annoyed at me?" the older Harry asked, reading his expression.
"Shouldn't I be?" Harry asked in return. "You said a lot of things you shouldn't have."
"Don't you start as well." The older Harry sighed, rubbing at his head. "I've had enough from mum and dad."
"Did they have a go at you?" the younger Harry asked, not surprised if they had. They had been horribly embarrassed by
Harry's actions.
"Of course they did." The eighteen year old answered. He shook his head. "I've not been back with them for even a day
and already the arguments have started." He pinched the bridge of his nose and sighed. "It shouldn't be this hard." He
whispered miserably.
The fifteen year old just stared at his other self, feeling his heart quicken at the sight of him looking so dejected.
"Anything that's worth having doesn't come easy." The younger boy said. "I think that's particularly true when it comes to
family."
The older boy dropped his hands away from his face and looked around at the younger boy. He couldn't find anything to
say in response so settled for nodding his head. The words his fifteen year old self had spoken rang in his head and he
realised that they were very true.
"I meant what I said," The older Harry said after a few minutes of silence, "about Dumbledore. He's no better than
Voldemort."
The younger boy felt the stirring of anger in the pit of his stomach.
"Harry, please..."
"Don't fall for his tricks, Harry." The older boy interrupted. "Don't believe everything he says. He'll tell you what you want to
hear, promise you all sorts of things but all he cares about is you fulfilling that stupid prophesy!"
"Maybe I want to fulfil it," the younger Harry said. "I want to destroy Voldemort for killing my parents, for taking away my
family. Professor Dumbledore can only help me achieve that goal."
The eighteen year old Harry didn't say anything for a few minutes.
"Whatever you do, do it for your reasons." He said at last. "Don't do anything for him."
The fifteen year old nodded his head. A few moments of silence descended on the boys, leaving them to their thoughts.
"Not that I'm repeating the Headmaster's words or anything but, I wanted to say thank you," the younger Harry started,
breaking the silence. "For everything you did."
His older counterpart looked around at him, gazing at him for a moment before looking away.
"I know," fifteen year old Harry answered, "but I'm still thankful." He looked carefully at his other self before he said the
next part, "not just for bringing down Voldemort but for what you did for Sirius. You gave him back his life, his freedom. I
could never thank you enough for that."
As soon as Sirius was mentioned, eighteen year old Harry's face clouded and he dropped his gaze to the ground. The
younger Harry was watching him and noted the strange reaction. When Harry raised his head again he had his
expressionless mask in place.
"You should hear him," fifteen year old Harry said, with a smile on his face. "He's already planning on spending all of his
money. The accounts the Ministry had frozen after his imprisonment are to be given back to him. He was going on about
buying a thirty bedroom mansion to live in!" The fifteen year old shook his head. "I'm talking him out of it." He added. He
glanced back at his counterpart. "All of this is thanks to you. If you didn't force Peter to confess, Sirius would still be on the
run, unable to do as much as step one foot out the door. He owes you..."
"No he doesn't!" the older boy interrupted. "Sirius doesn't owe me anything. I only did what I had to."
"You didn't have to do anything for Sirius." The fifteen year old said, "You saved his life, gave him back his future. Don't tell
yourself you don't deserve the gratitude."
"I know exactly what I deserve," He answered, "and it's not gratitude."
The younger Harry fell silent, not knowing how to respond. A few moments of silence passed before the older Harry
spoke, his voice quiet and full of remorse.
"Everything that happened to Sirius in this universe, everything he suffered, all the pain he went through, all those years in
Azkaban; I wanted this for him." He went quiet for a moment at the confession. He looked around at his younger
counterpart. He wanted him to fully understand what he was admitting. "I wanted this to happen to him; Sirius Black sent to
Azkaban, framed for the murder of James Potter, his best friend; a murder that he hadn't committed." The words were
costing Harry a lot but he pushed them out, wanting to say it out loud. "I wanted this to be his fate and I came close to
succeeding too. I almost achieved my goal in killing my dad and framing Sirius for it." His voice had reduced to a whisper
by this point. He looked up at the fifteen year old and raised his voice, trying to sound normal again. "So you can stop
thanking me since in another world, in another universe, I wanted the same torture for Sirius."
The younger Harry didn't know what to say. His mouth had gone dry at hearing his counterpart's confession and as much
as he tried fighting it, he couldn't extinguish the fiery rage that had engulfed him at the thought of what this other Harry had
tried to do to Sirius and his dad.
"What stopped you?" he asked, wanting to know how Sirius and James survived.
"Nothing," the older boy responded, "nothing stopped me. That's the problem." He rubbed at his head, grimacing in pain
before he forced himself to continue. "I did all I could; I tricked dad and took him away from Hogwarts. I hurt him, tortured
him for almost an hour before I threw him over the edge of a cliff." The guilt that accompanied the words was so strong that
the younger Harry could almost feel it himself. He realised the day his counterpart was referring to was the memory he had
refused to see in the pensieve. He had pushed that memory away, having already been told by Damien what had
happened. He hadn't wanted to see his other dimensional self hurting his father. "Sirius saved dad, he cushioned his
fall, saved his life and consequently saved his own." The older Harry continued. "Otherwise I would have succeeded."
"Why are you telling me this?" the younger Harry asked. He knew, from talking with Damien, that his counterpart had
never discussed that day with anyone. So why was he volunteering this information to him?
The older Harry looked around at him, gazing intently at him before he answered.
"Because I want you to at least know why I did what I did for Sirius." He answered. "I don't want to be painted as a hero
because I'm the anything but one." He looked away again, his expression one of both anger and hurt. "I'm so sick of
everyone praising me! Half the time, no one knows what drives me to do the things I do. My intentions are never to serve
anyone other than me, but no one ever believes that!" he shook his head angrily, running a hand through his dark messy
locks. "I cleared Sirius' name, not because I care for him, or because he's my dad's best friend! I cleared his name
because I wanted to free myself from guilt! Because I want to be able to look at him and not remember how close I came to
ruining his life! Because I want to finally repay him for everything he did; forgiving me for torturing him, for letting Bella go,
for everything he did to help me! That's why I cleared his name, not for him but for me!"
The younger Harry looked calmly at his older counterpart. "You're not selfish, Harry, however much you tell yourself you
are." He stated simply.
"Were you not listening?" the eighteen year old asked with annoyance.
"I was and I would have believed you if I hadn't watched a lot of your memories." The younger boy said as he looked
straight at his older self. "You claim to only do things that benefit you, so when you saved Ginny's life in Hogsmeade, did
you do that for yourself?" he asked seriously. The eighteen year old didn't answer. "When you refused to kill Alice
Longbottom because you couldn't harm her unborn child, was that for yourself? What about Madame Pomfrey's children?
Did you save them from that fire for yourself?" Harry asked. "What you had planned to do to dad and Sirius
was...appalling," the fifteen year old said, "no one is denying that. But you had your reasons and in any case, you didn't
succeed in taking your revenge. That's all that matters."
The eighteen year old rubbed at his head, closing his eyes and letting out a deep breath.
"I never said it was easy." The younger Harry responded. "And it'll probably never get any easier. You'll always feel some
sort of guilt at almost killing dad and ruining Sirius' life, and maybe you deserve that guilt." Harry watched his older self
nod his head, agreeing with him. "But that doesn't mean you have to pretend that every good thing you do for them is
because of your guilt. You can admit that you did what you did because you care, for dad and for Sirius. You don't have to
pretend otherwise."
"I'm not pretending." The older Harry said at once. "It's others who pretend not to see the real me."
"The real you?" younger Harry asked with a raised eyebrow. "And what is that?"
"A dark wizard." Harry answered without emotion. "Mum and dad ignore it, Damien deals with it as best he can, Ginny
denies it but I'm the only one who accepts it." Harry said. "Of course there are those, like Fudge and Dumbledore, who
know what I'm capable of but they don't know how to contain it. Dumbledore wants to utilise me whereas Fudge wants
me destroyed."
"Just because you were taught how to do dark magic, doesn't mean you're a dark wizard." The younger Harry objected.
"I know the extent of my darkness. I used it like a weapon against Voldemort, it's what destroyed him." the older Harry
said.
"That may be the way you see it." the fifteen year old said. "But to me, it seems the opposite. You destroyed Voldemort,
not by your darkness, your hate or even desire for revenge. You destroyed him when you thought he had killed Damien. It
was your love for your brother that gave you what you needed to destroy Voldemort." The younger Harry said. "And I don't
believe love can be dark. It was your love for your family, the pain of missing out on the love of your true parents that gave
you what you needed to finish Voldemort."
The older Harry stared at his younger counterpart, wanting desperately to believe him. His explanation was much more
comforting. He thought about all the times he destroyed Voldemort's Horcruxes and he realised something. Every time he
destroyed a piece of Voldemort's soul, he had thought about someone he loved.
He had used the memory of seeing the photographs, hidden deep in his parents' room. The pictures of the loving people he
had been snatched away from. He had thought about James and Lily and how much they loved him and how he was made
to believe that they didn't care about him, just before the fiery rage consumed him and he destroyed the Horcrux before
him. He even thought about his father Voldemort, once, before he destroyed his Horcrux. He had remembered the care and
love he was shown by Voldemort and at that time Harry believed it was all lies. The last Horcrux was destroyed when Harry
thought about Bella, and how he had lost her. He loved Bella, he still loved her and it was the pain of losing someone he
loved so dearly that gave him what he needed to destroy the last Horcrux. As for Voldemort, Harry knew he did what he did
because he thought he had lost Damien.
So was it true? Did his darkness give him his power? Or was love really the driving force behind his exceptionally
powerful magic? Harry honestly didn't know.
The younger boy sat watching his older self, obviously lost in thought. He shrugged at him.
Eighteen year old Harry smiled a little and looked away. His chest was throbbing painfully and as his withdrawal got
stronger, he felt weaker.
"Now, if you're done hiding, can we go downstairs?" the fifteen year old asked.
"Of course," the younger Harry mocked, "you're not hiding. You're up here for the lovely, albeit very fabricated, city view."
"I was up here for the peace and quiet." He emphasised the words.
"Well, tough luck finding it here." The younger Harry said with a smile.
Both Harrys got to their feet. The older boy struggled a little with the simple task, making the younger Harry look worriedly
at him. Wincing at the pain in his chest and head, eighteen year old Harry straightened up.
"Maybe you should have stayed in your room." The fifteen year old said, reaching out to help steady his counterpart.
"Yeah, I'm not looking forward to all those stairs." Harry replied, willing the room to stop swaying.
"Can't," his older counterpart replied, sounding a little breathless. "It...too much...energy."
The younger Harry led his older self out of the room, keeping a tight grip on his arm. As the boys left the room, the
illusion ended and the room changed back to a dusty, dark room.
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Both Harry's had just reached the second landing when they ran into Damien. The hazel eyed boy had been checking the
rooms for his brother. He stopped mid action when he saw both Harrys come down the steps.
The older Harry stopped in his tracks too, surprised to see Damien in the middle of the landing. The fifteen year old Harry
quickly let go of his older self and for a moment just stood there in silence.
Damien didn't say anything but was visibly relieved to see his brother.
"I'm just going to...go." the fifteen year old said and left, walking quickly past Damien. He knew the brothers needed to
talk and he preferred not to be there.
Damien was staring at Harry. He saw the pale complexion, tired eyes and fatigued stance. He felt his heart jump at the
sight of his strong and powerful brother looking so worn out.
"I just, I wanted to check on you. See if you were okay." He said.
"Well, if you're fine then I better get going." He turned around to leave when Harry stopped him.
"Damy," Harry called. "How long are you going to stay mad at me?" he asked. "Just so that I know."
"No, I find it annoying, actually." Harry answered. "But I know you're going to hold a grudge so it's better that I let you get it
out of your system, before I try talking to you."
"Out of my system?" Damien asked angrily. "You're a real piece of work, you know that!?"
Harry just looked at him, head tilted to the side as he studied him.
"I would guess about four days, maybe five." He said and walked towards his room.
"You're going to stop talking to me completely, just because I sent a curse at you that wouldn't have hurt you in any way?"
he asked.
"Are you really this thick?" he asked. "You think that's why I'm mad at you?"
"No!" Damien yelled, not caring that he might wake up the portrait of Mrs Black. "No, you idiot! I'm not mad at you because
you sent a bogus killing curse my way! You already showed me that it wouldn't work!"
"So, why are you mad at me?" Harry asked, genuinely lost.
"Because you kept me in the dark!" Damien answered angrily. "You know, what you hate others doing to you!"
"Hold up," he growled. "There's a big difference in what I did to you and what happened to me!"
"In your head, maybe!" Damien replied. "You purposefully kept the truth from me. You told everyone around me but didn't
bother telling me!"
"Protect me in what way?" Damien asked. "You should know me by now, Harry! You should have known I wouldn't get
scared and run. I'm not a coward!"
"I know that!" Harry returned. "And that's why I was afraid. I didn't want you getting in the way. I needed you to be safe and
I don't regret what I did. If I had to, I'd do it a thousand times over!"
"You went to see dad, to reassure him that you were only pretending, that you weren't really with Voldemort." Damien
said. "I was in the next room, Harry. Didn't you care what I was going through? Seeing you back with Voldemort, the way
you acted..." he trailed off, not able to finish.
"Damy, look..."
"Forget it, Harry. I'm not interested." Damien said. "You just said you would do the same thing again. If you don't think
what you did was wrong, then there's no point in talking to you." Damien turned to leave.
"Don't talk to me, Harry. Just leave it." Damien replied, heading to the stairs.
The sudden change in Harry's voice made Damien stop in his tracks. Harry's voice had become breathless all of a
sudden.
Damien turned to see Harry's face rapidly lose colour. An expression of pain flitted over his features and he looked wide
eyed at Damien.
Suddenly, without warning, Harry's knees buckled under him and he fell.
"Harry!" Damien yelled and darted towards him. He caught him just before he hit the ground. Damien grabbed onto his
brother. "Harry! Harry, what's wrong?!" he asked.
Harry couldn't breathe. He gasped painfully to try and fill his lungs with air but no matter how hard he tried, he couldn't.
He began coughing, his eyes watering with the violent coughs but still he couldn't breathe properly. Harry brought his
hand away from his mouth and was stunned to see it stained red. He had coughed up blood. Damien looked on in
horror.
"Harry! Harry!" Damien's yells filled Harry's ears but he couldn't respond.
The last thing he heard was Mrs Blacks shrill screams start somewhere on the ground floor and Damien's panicked
voice still calling out his name, before he lost consciousness.
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Harry slowly came around to see the three distressed faces of his family members surrounding him. He realised that he
was lying down in a bed. Groaning, Harry tried to pull himself to sit up. James and Damien instantly helped him sit up,
while Lily looked on in worry.
"You collapsed." James answered, sitting next to him on the bed. "How do you feel now?"
Harry took a moment to figure out exactly how he was feeling. His chest felt like it was on fire and he still couldn't breathe
properly. He shook his head and brought a hand up to his forehead. It throbbed horribly.
With difficulty, he swung his legs over the side of the bed and sat up. He straightened up fully when he felt his breathing
becoming more strained. He dropped his head into his hands and tried to take in a full proper breath but found that he
couldn't.
"Right, that's it." Lily said, "We're going to the hospital." She picked up James' cloak but was intending to wrap it around
Harry.
"You can't b reathe, Harry! And you coughed up blood! You need to go to the hospital." She said, leaving no room for
argument.
Harry lifted his head up when he felt the wetness drip from his nose again.
Damien suddenly came towards him and kneeled on the ground before Harry. Gently he tilted Harry's head back so he
could see the nosebleed.
"Has that started again?" he asked as he grabbed a tissue and held it against Harry's nose.
"You didn't?" he asked. "God, mum, where have you been?" he asked.
Lily shared an ashamed look with James but neither parent said anything.
"It's...c-complicated." He answered.
"No it won't." James argued. "If anyone asks about us, we'll tell them we're under glamour under the Ministry's orders. If
they ask Fudge, which I doubt, he already knows about us and will probably tell them it's fine."
"No."
"Harry...!" James started, losing his patience. Harry's coughing cut him off.
"Poppy!" Harry managed to say, taking great big gulps of air and forcing it into his aching lungs. "Poppy!"
"I don't think she can handle this. You need to go to a hospital." She said. "You might need a procedure of some sort that
only the hospital can do."
But Harry shook his head, closing his eyes to try and deal with the agony he was in. He could feel his entire body
shudder under the grip of his fever. His chest throbbed and burned and he felt light headed with the lack of oxygen he
was getting.
Harry tried to stand up but Damien had to help him get to his feet.
"Okay," Lily relented, looking terrified at how pale Harry had become. "Hogwarts, now!"
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Poppy took Harry into the hospital wing, leaving James, Lily and Damien out in the corridor to worry endlessly. It was now
past eleven at night, so there was no danger of any student spotting them. Poppy hadn't looked the least bit surprised to
see them. Dumbledore had obviously told her about the other dimensional visitors. She had simply rushed Harry into the
hospital wing and began running diagnostic tests.
Damien couldn't sit and was pacing the corridor, his hands nervously rubbing against each other. James and Lily were
sitting down on the white benches, not speaking at all. They were too worried to say a word.
Al long last the door opened and Poppy gestured for them to come inside. As soon as the three Potters walked inside,
they searched the wing to spot Harry. There was only one bed occupied, with the white curtains still pulled around it.
Otherwise, the wing was empty.
The Potters let out breaths of relief and silently thanked God that Harry was okay.
"What was wrong with him? He was having trouble breathing." Lily asked.
"Harry was suffering from something called Pulmonary Oedema. In basic terms, his lungs were filling up with fluid. That's
why he was having trouble breathing and the reason he was bringing up blood." Poppy replied. "I've drained the fluid, so
he should be able to breathe better now. Pulmonary Oedema can happen when the body is fighting a severe infection."
She looked back at the curtained area before looking back at James. "I learned Harry is in Phase one of addiction." She
said. "He told me he's currently going through a withdrawal. It is common to be fairly unwell in the last stages of phase
one addiction, since the body starts to fight the withdrawal and it can be really intense. The Pulmonary Oedema could be
caused by this, although I have never seen it happen before."
James didn't say anything but he doubted that the cause was the withdrawal alone. It was more likely the Moratus Charm
that Harry had done that caused the withdrawal to get so intense it caused Pulmonary Oedema.
"During the examination, I noted the third degree burn on his chest." Madame Pomfrey continued. "In some extreme
cases of internal bruising, it can cause Pulmonary Oedema as well. The pressure of the internal bruise can push fluid
into the lungs. I've not been able to diagnose exactly what the cause of the Pulmonary Oedema was. It could be a
complication of his withdrawal or internal bruising or even both." She paused and looked straight at James. "I understand
you wish to have him discharged as soon as possible?"
"I would prefer it if Harry could stay, so I can monitor him. I'm concerned about his burn wound." The nurse said. "It's
almost midnight. Even if he stays the rest of the night and if all is well, he can be discharged in the morning."
"Harry won't stay. It was a mission to get him to come in the first place." Lily replied. "He's not comfortable here."
The school nurse didn't look happy but she nodded her head.
"Whatever makes the patient happy." she sighed. "I have prescribed the required salve. Please ensure that it is regularly
applied, every three to four hours. You must ensure the wound does not become septic. A wound that size, if infected,
could put him in Septic shock." She warned.
"We'll make sure it heals properly." Lily assured, silently pledging to herself that she would not move from Harry's side
until he was healed.
"Okay, here is the list of medication he requires and the salve. Once he wakes up, you are free to take him home." Poppy
said.
"Thank you Madame Pomfrey!" the Potter family gushed with gratitude.
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Harry woke up sometime at night. As soon as he opened his eyes, he knew the last of the Moratus charm had worn off.
His temporary reprieve from his withdrawal was over and he was not looking forward to suffering from the effects.
He was relieved when he found he could breathe again. But the agony coursing through his body made him groan in
anguish. He closed his eyes and tried to work his mind through it but all he could feel was pain.
"Thirsty?"
Harry jumped at the sound and peered in the darkness to see who it was. He recognised the voice a moment later.
"Damy?" he rasped.
Damien moved forward with a glass of water. In the limited light, Harry made out his brother's form, sitting in the chair
next to him. He gratefully took the offered glass.
Harry could only manage to sip the water as his throat felt awfully raw and tender.
Damien nodded as he took the glass of water from Harry and put it back on the bedside table.
"Yeah, we were waiting for you to wake up but it seemed you were too comfortable. You were out for the count."
Damien didn't know that Harry hadn't slept properly since being kidnapped by Voldemort. Harry didn't offer the information
either.
Damien looked behind him, prompting Harry to look too. Both James and Lily were sitting in chairs and both were deeply
asleep. They looked dreadfully uncomfortable.
"That's going to hurt in the morning." Damien commented, looking in particular at James' slumped form.
"Someone had to stay awake to look after you." he said. "I knew you would be thirsty when you woke up, seeing as your
fever is rocket high and I wasn't sure if you would be able to get up, to get water so, I thought I should stay up and make
sure you get a drink."
"You stayed up just to get me a something to drink?" Harry asked. "Wow, sounds like someone cares." He teased.
"Don't think that this means I'm not mad at you." Damien said, "I'm still angry." He looked down at his hands. "It's just, it's
hard to be mad at you when you're sick as a dog!"
Harry laughed which quickly turned into a painful cough. Damien was up on his feet and next to Harry in seconds. Harry
felt the water he had drank come up and he was sick. Damien cleared it with a spell, easing Harry to rest against the
pillows.
He eyed Harry furiously, who was trying to get his breath back.
"I hope it was worth it." Damien said annoyed. "The reason you cast a Moratus charm on yourself and ended up in this
state! I hope it was all worth it!"
"It was totally worth it." Harry answered back, sounding a bit breathless.
"Did you not realise how sick you could become after the Moratus Charm wears off? Why did you do it?" Damien asked.
"Yeah, I guess you really were desperate." He looked down at his hands again. "For your sake, I'm glad it all worked out."
He said in a small voice. "After everything you did and went through, at least you got him." he allowed a small smile to
grace his face. "I have to admit, you got Voldemort good."
"When he did that memory charm on me, I played along to see what exactly he wanted from me. I had already made sure
he couldn't get the prophecy but I wanted to see what else he had planned for me. At that point I hadn't intended to get him
caught, or reduce his numbers or even reveal his hideouts."
Damien wasn't expecting that as an answer. It came as a bit of a shock to him that Voldemort's downfall was arranged by
Harry because the dark wizard had tried to have him killed.
Harry closed his eyes, wincing in pain and shook his head.
"After the raid in Diagon Alley," he said in a voice that told Damien he was in extreme pain. "He tried to send me after you,
as an assignment." Harry explained, breathlessly. "He gave me an order, so I couldn't refuse it but I did anyway." Harry
clenched his teeth but it did nothing to the furious burn in his body. "That's why, I wanted you to leave. I knew that
Voldemort would order a Death Eater to do, what I had refused." He looked Damien in the eyes. "I went to see dad that
night, to ask him to take you back home. You were in Voldemort's sight and I had to get you out before he made a move on
you."
Damien could see the pain in his brother. His face had lost colour and his breathing was becoming strained again. His fists
were clenched around the bedspread so tightly his knuckles were turning white. Even then, Harry was trying to explain his
actions to him, to make him understand why he did what he did. Damien suddenly felt very foolish for holding
a grudge against him.
"Harry..." he started.
"I'm sorry," Harry panted, clearly in pain. "I'm sorry that I didn't come to you. I had to get you out! I had to keep you
safe!" Harry tried to explain. His eyes closed again as he struggled desperately to anchor his pain in some way, so he
could deal with it. "I had to get you away! I needed you to go back...!"
"Harry."
Harry felt his fist being pulled away from the bed and a warm hand clasping around it. He curled his fingers around the
hand tightly and forced his eyes to open. Damien was sitting next to him.
"Don't apologise," Damien said, cheeks tinged red with shame. His brother never apologised for anything. "All you did
was look after me. It's all you've ever done."
"That's what...big brothers do, right?" Harry asked, his chest burning in excruciating pain.
"Yeah," Damien agreed, smiling his usual trademark smile. "But it's time that I look after you, just temporarily, until you
get better."
"You're going to play big brother?" he asked, a pained smile on his face.
Harry squeezed his eyes shut. He didn't think he could take the pain much longer. He felt Damien pull down the blanket
and undo the buttons of the shirt he was wearing. Harry opened his eyes and saw Damien peel away the temporary
dressing on his chest and look at the horrid wound.
Before Harry could ask what he was doing, Damien had grabbed the large glass jar of salve and was taking out a
handful of the white cream. Gently, Damien applied the salve onto the wound.
At once a blissful cooling effect spread across Harry's chest and he relaxed at once. The pain diminished almost
completely and Harry breathed in relief.
Harry didn't answer and chose to just stay still, with his eyes closed. Somehow, he fell asleep, even before Damien had
finished applying the salve. Damien covered Harry's chest with the dressing and redid Harry's buttons, before pulling the
blanket over him. He stared at Harry's sweat soaked face and felt his heart miss a beat again.
He picked up the cloth he had been using to try and lower Harry's temperature. He had hid the cloth as soon as Harry had
stirred and woken up. He shook his head at his own childishness. He had been angry at Harry and he wanted Harry to
know it, but he loved Harry too darn much to just sit back and watch him suffer. So he was doing all he could to take care of
Harry but without the boy being aware of it.
Damien used the cloth to wipe away the sweat clinging to his brother's face before casting the cooling charm on the cloth
again and placed it on Harry's burning forehead. He was going to look after Harry until his parents woke up, even if that
meant he had to stay up all night.
Just as the thought passed his mind, he heard Lily stir. Damien quickly fell back in his seat and closed his eyes,
pretending to be asleep. He didn't want his parents to know he had been up all night, looking after Harry, either.
xxx
Harry was brought back to the Headquarters early the next morning. The seventeen year old Ginny had been beside
herself with worry. She rushed to greet the Potter family as they emerged from the floo.
"I thought you left without me!" Ginny told them. She looked at Harry and seeing the state the boy was in, she quickly
rushed to his side.
"We took him to Hogwarts, to have Poppy check him out." Lily explained to her.
Harry was led upstairs and given strict orders from Lily, to stay in bed. Harry was only too happy to oblige and gratefully
tucked himself in, falling into a fevered sleep almost at once.
James, Lily, Damien and Ginny gathered in a group to discuss their returning home.
"I don't think he should travel in this state." Lily said worriedly. "The compass pulls energy from those who use it, to fuel
the journey." She glanced back worriedly at the sleeping boy. "He needs all the energy he has to heal."
"I agree," Damien added. "I think we should stay until Harry is better. It'll only be a few days more."
"But what about the Dimensional Equilibrium?" Ginny asked. "We've already been here five days now. Can we stay for
longer?"
"I honestly don't know." James said. "No one has ever travelled to other dimensions before, and if they have it hasn't been
documented." He shrugged his shoulders. "We don't know how long we can stay without causing complications."
"Harry seems to think it's weeks if not months." Damien supplied.
The four lapsed into silence, just looking from one to the other.
xxx
Harry spent the next few days in a haze of pain. His fever continued to peak and he was barely conscious most of the
time. James, Lily, Damien and the seventeen year old Ginny all took on the responsibility of making sure Harry's burn was
treated by the salve Poppy had prescribed. Harry was unable to take and keep down any potions so his carers had to
resort to other methods to keep him comfortable.
The cold packs were charmed to stay cold and worked to temporarily bring down Harry's temperature. The salve gave
Harry a much needed reprieve from the pain of the agonising burn on his chest. Lily would spend hours kneading and
massaging Harry's aching muscles, which the fever caused.
The rest of the occupants of 12 Grimmauld Place stood back and watched in a mixture of horror and concern. The fifteen
year old Harry was initially overjoyed that his parents were staying for a few days longer but when he saw the reason why,
he wished different. He had never seen anyone so ill before. He went up to check on Harry one day and he walked in to
find Damien applying the salve on Harry's chest. The fifteen year old caught a glimpse of the burn wound. It looked so
painful; Harry could only wonder how his counterpart was dealing with it without a drop of pain relief.
Ron, Hermione and fourteen year old Ginny wanted to see how the eighteen year old counterpart of their best friend was
coping. After three days of them wanting to see him, James finally allowed them.
Ron and Hermione sat next to Harry, while the fourteen year old Ginny sat across from her older self. Harry was still
feverous and couldn't talk very much without going into a fit of coughs. Fluid continued to fill his lungs, making it harder
for Harry to breathe and every time he coughed, he would bring up pinkish fluid or blood. James had taken Harry to
Hogwarts twice in the last few days to allow Poppy to drain the fluid from his lungs.
Seventeen year old Ginny explained to Ron, Hermione and her younger self about the Moratus charm, which was to
blame for Harry's current state.
"That's terrible!" Hermione admonished Harry at once. "What were you thinking?!"
Harry, who was sitting up in his bed, rolled his eyes at her.
"You could have potentially killed yourself!" she returned. "You're having problems breathing! Do you know how
dangerous that is? If the brain is deprived of oxygen for even a few seconds, it could kill you! Or it can lead to brain
damage!" she explained.
"That's not a problem for Harry." Damien replied. He looked straight at his brother. "He needs a brain before it can be
damaged." He smirked.
The eighteen year old tilted his head to the side and glared at his brother before raising his hand and giving Damien the
middle finger.
Damien couldn't help but laugh at the expression and soon the others joined in, glad that the brothers weren't fighting
but only being playful.
Finally, after five days of agony, Harry's withdrawal died away, leaving the boy to recover. Everyone was thankful and
Lily even got a little teary with relief. By the seventh day, Harry was back on his feet and that meant, they were ready to
go home.
xxx
"I think after breakfast will be a good time." James told Lily as they prepared the small amount of belongings they had
brought with them.
The red haired woman nodded tightly and stuffed her extra pair of shoes into the small bag.
"I guess, it doesn't really matter." She looked around for her outdoor cloak and found it hanging behind the door. She
picked it up and put it carefully next to her bag.
"You're going to have to pack for the boys because they are sure to forget something." James said as he zipped up his
small bag.
"Yeah, I will. I'll make sure they get everything." She said distractedly.
"Lily," James called, sensing his wife was upset. "Are you okay?"
She turned and grabbed a dark blue top and began stuffing it into her bag.
Lily stopped and pulled the garment out, realising it was a top belonging to the fifteen year old Harry. She held the
garment in her hands but found she didn't want to let it go.
"Lily?" James walked over to her when he saw the tears in her eyes.
"Oh God, James," Lily sobbed. "I don't think I can leave him." She tightened her grip on the blue fabric and held it to her
chest. "I don't want to leave him, again!" she cried.
James took her into his arms and held her close, letting her cry into his chest.
"I know, I don't want to leave him either." He said, speaking honestly. "If I could, I would take him back with us."
"Why don't we?" Lily asked with a sniff, pulling away to speak to him. "We've been here for almost two weeks and nothing
has happened. Maybe there is no Dimensional Equilibrium! Maybe it's all theoretical but in reality it makes no difference!
We should just take Harry with us! He's our son too; we should be able to take him!"
"Lily, honey," James cut across her, trying to calm her. "You know that we can't. Harry can't come with us, even if there
is no such thing as Dimensional Equilibriums."
"Honey, he wasn't born in our world. He was born in this world. Here is where he b elongs."
"He'll always be with us, Lily. No one can take him away from our hearts. And it's not like we'll never come back here to
visit him." James said with a smile.
"We're not going to give the compass to the Minister?" Lily asked surprised.
"Honey, Diggory was never going to get the compass." James smirked.
Lily smiled brightly and turned to her packing, a lot happier now.
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In the kitchen, both Harrys were deep in talk. The fifteen year old was busy preparing breakfast, while the older Harry sat
on the worktop, watching him.
"So, you actually like doing all this work?" the eighteen year old asked as the younger Harry popped the eggs into boiling
water.
"I don't mind it." the fifteen year old answered. "It's not fair that mum and Mrs Weasley do all the cooking, all the time." He
argued. He shrugged at the look he was receiving from the other Harry. "I don't know, I guess doing it at the Dursleys got
me used to it."
"They're called chores, Harry." He corrected. "And chores are good for you; they make you into a well rounded person."
"I like being rough and sharp edged." The older Harry grinned in response.
The fifteen year old ignored him and began buttering the toast.
"Cooking isn't bad. I don't mind it." He said. "Actually, when I was younger and didn't know I was a wizard, I quite liked the
idea of becoming a chef when I was older." He smiled.
The fifteen year old put down his knife and turned to him, exasperated.
The eighteen year old just stared at his counterpart, his lips twitching to curve into a smile but he resisted. Finally he
nodded in acknowledgment.
"You win."
The fifteen year old turned back to his stack of toast and resumed his job of buttering them.
"Anyway, now that I know I'm a wizard, I can look for a more exciting career." He continued.
"Any ideas what you're going to do?" eighteen year old Harry asked.
"I like the idea of being an Auror." He glanced sideways at his counterpart and saw the glare. "Look at me like that all you
want, I'm still trying out for an Auror." He told him.
"Oh, really?" the fifteen year old asked, turning to face him. "What are you going to do?"
"Try it!" the younger one dared, but with a cheeky smile. "I'm the only one you can't defeat!" he declared.
"You are the only one to ever disarm me," he admitted, "and the only one to block me with your magic." He gave his
younger self an approving look. "You have so much potential." He complimented. "Don't ruin it by working for the Ministry!"
"What about you?" he asked. "What are you going to do with your life, with your magic?" he asked. "You have a lot of
potential, what are you going to do with it?"
The question made Harry think. What did he want to do with himself? He had a quiet few moments to himself, thinking
about what he liked doing and what he would like to do?
"Hey, Harry." The younger boy said to his older self. "Make yourself useful and go put these on the table." he handed
Harry the plate of toasts and peeled boiled eggs.
Harry sighed and jumped off the worktops, grabbing the plates.
"I may as well. Otherwise you'll claim all the credit for making breakfast."
"See!" the older Harry teased and grabbed a toast off the plate and began eating it, as he disappeared into the next
room.
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Harry and Damien were told to go upstairs and pack their belongings as soon as breakfast was over. Mrs Weasley
gathered the dishes and turned to the kitchen to wash up. She had returned to the Burrow but came every morning to
see James and Lily and the other dimensional form of her only daughter.
Ron, Hermione and Ginny had all returned to Hogwarts last week. They had said their emotional goodbyes to the
eighteen year old Harry, when he was still recovering from his horrendous withdrawal.
The younger Harry went upstairs with Damien, Harry and Ginny, to keep them company as they packed. Sirius and
Remus were eager to speak with James before he left to go back. Lily was left on her own. For a few moments she just
sat at the table, gathering her nerves to return home, without the sweet, good natured, fifteen year old Harry she had
come to love so much.
"I heard you were leaving today." He said in his usual tone, although a hint of sadness crept into his voice.
"Dumbledore informed me." Snape answered. "He has his spies hidden in various frames around the Headquarters.
They come and go between here and Hogwarts with information."
Lily realised that was how Dumbledore found out about Harry's stole my thunder comment.
"I would have told Dumbledore we were leaving." Lily said. "He doesn't have to spy on us."
"That's just how the Headmaster likes to work." He said. He looked around the room, his dark eyes narrowed. "Where's
that big headed husband of yours and his mutt?" he asked.
Snape smirked.
"There's nothing final about it. We'll be visiting every so often." She prodded Snape firmly in the chest with her finger. "So
you better watch how you're treating my son in class. Otherwise you'll have an extremely irate mother to deal with."
Snape smiled.
Lily playfully slapped him. Snape held onto her hand, gently rubbing his thumb over her hand.
"So, has everyone survived the run in with the Dark Lord?" he asked conversationally.
"Yes, thank you for asking, two weeks later!" she said with a raised eyebrow.
"And the Prince of Darkness?" Snape asked sarcastically. "How has he been?"
"Actually, it's Dark Prince!" came Harry's voice from behind him. Snape and Lily looked around at the door to see the
eighteen year old leaning against the doorframe, his smirk firmly in place. "You've got to get the name right!" he told
Snape. He straightened up and walked towards them. "And I'm fine, thank you for asking!" he added sarcastically.
The Potions master turned to face Harry, his own smirk in place.
"Well done, Mr Potter," he said in his usual condescending tone. "You're performance with the Dark Lord was award
worthy." He sneered at him. "One has to wonder where you learned such skills. We're grateful you don't perform such
acts in our company."
"You should just be grateful I didn't order you in that warehouse with the rest of the Death Eaters." Harry hissed at him as
he walked past him.
"And as thankful as I am, I have to wonder why you felt so charitable?" he asked derisively.
"Just believe that I was repaying a debt to you." He answered. He had kept Snape away from the warehouse and the
Ministry since the Snape in his world had risked life and limb to save him in Riddle Manor. And he had protected Damien.
Lily walked towards the table, picking up the spare plates to take them into the kitchen, she left the two wizards alone.
"It seems you have an interesting story to tell, Mr Potter." Snape said.
"That's unfortunate," Snape sneered. "It's not every day you meet the boy the Dark Lord brought up. You must have a very
interesting history." He twirled his wand threateningly in his hand. "It's a shame you don't feel like sharing."
Harry knew what Snape was hinting at. He knew the talented Legimens wanted to see into his memories, learn what he
could from forcefully invading his mind.
Harry smirked, crossing his arms over his chest and leaned back. He cursed silently in his mind as his chest flared up at
the action. He locked his eyes with Snape, keeping his anger tightly locked in place.
"You like to read, don't you Snape?" Harry asked in a deadly quiet voice.
Harry smirked back, unfurling his arms and stepping towards him.
"I couldn't help but notice the rather vast number of muggle books you have in your home." Harry said as he walked
towards him. "I saw your collection when I went to see Peter, who was staying with you." He iterated. "A strange hobby for
a Death Eater: to read muggle books." Harry continued, seeing the spark of anger in the dark eyes before him. "I reckoned
you were familiar with them, seeing your father was a muggle." At the mention of his father, Snape bristled but he kept
quiet. Harry smiled at the reaction. "But the thing that interested me was the subject matter of most of your books." He
came to rest in front of Snape, who by now had lost his smirk. "Tell me something, according to most scholars, which sin is
it that the seventh and most terrifying level of hell is reserved for?" Harry asked, feigning
innocence.
Snape swallowed heavily but met the darkened green eyes resolutely.
"Before you go snooping around in my past, perhaps you should revisit your own!" Harry hissed at him.
Snape felt his words die in his throat and he just stared at the boy standing before him. Harry stepped away from him,
heading for the door.
"I made good use of my time with Voldemort." Harry answered. "He had mentioned to me that he had learned only half
the prophecy and it was not from the source. It didn't take long to find out which Death Eater had run to him with
information about the prophecy."
Snape could feel his heart beating painfully fast as he stared at Harry.
"I didn't see the point of telling my mum someone she considers a best friend was responsible for betraying her to her
enemy, resulting in getting her killed."
Snape flinched at the last word. He looked up to find Harry suddenly standing before him, a dangerous gleam in his
eyes.
"I owed you a life debt, Snape, which I have repaid." Harry said in a low voice. "So if I see you anywhere near my mum
again, I'll kill you." He promised.
Snape didn't say anything and without another word to him, he moved back and left, walking out of the door.
The door from the kitchen opened and Lily came out, holding a cup of tea and a plate of biscuits.
"Where did Severus go?" she asked, glancing around the room.
Harry closed his eyes, willing them to go back to their usual bright green before he turned to smile at his mum.
"He could have stayed to say goodbye." she mumbled. "I made him tea."
"I'll have it." Harry said, taking the cup from her. "I'm always hungry." He smiled, picking up a biscuit from the plate.
Lily beamed at him. She had been worried crazy about him. He couldn't eat anything during his withdrawal which lasted
longer than usual, due to the Moratus Charm. He had a lot to make up for.
She patted him lovingly on the cheek before turning back to the kitchen.
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At last all bags were packed and the visitors were ready to return home. Everyone had gathered in the main living room
to say their goodbyes.
Dumbledore had come to say goodbye but had kept out of Harry's way. He did bid him farewell, which Harry promptly
ignored.
Just before Dumbledore took his leave, eighteen year old Harry turned to him.
"Dumbledore," he called out. "I realise I have still to say thank you to you." He admitted.
Dumbledore looked confused.
"For allowing your school nurse to treat me." Harry replied. "I know it was you who told her she could heal me. After all,
I'm not a student of Hogwarts. She could have refused to help me." Harry stared at the man he had insulted only a week
ago.
"I assure you, I did nothing. Poppy is just the type of witch who helps everyone." He said.
"Well, could you pass on my gratitude to her?" Harry asked, knowing full well Dumbledore was lying. His staff would
never do anything without his prior agreement.
Harry walked away then, but not before he saw his proud looking dad smiling at him.
The Headmaster of Hogwarts left shortly after, wanting to give the friends their privacy.
Sirius was very quiet and was just standing in the midst of the group, looking very lost. James was talking to him and
Remus and although he kept nodding, he didn't look like he was paying much attention.
Lily walked over to Sirius and hugged him tightly. Sirius took her in a crushing hug, hiding his face in her shoulder. After a
moment or two, she pulled away.
"I'm leaving my son in your care, Sirius." She said. "Promise me that you will do everything in your power to care for him
and protect him."
"I will, I promise Lily. I will die before I let anything harm him!" he promised.
"Don't do that, mate," James said, slapping a hand on his back. "Try and stay alive and look after him."
"Moony, look after Sirius." She said, half joking and half serious. "And please, please look after my Harry. I'm trusting both
of you to take care of him." She said, her eyes starting to water.
"Don't worry, Lily." Remus returned, embracing his friend again. "We'll look after him, we promise."
Lily smiled at him and turned away to hug Molly, who assured her as well that her son would be well looked after. She
turned from her and saw the fifteen year old standing next to Damien. He had the most heart breaking expression on his
face. Lily walked over to the young Harry and for a moment she could nothing but stare at him.
"Oh, Harry!" Lily hugged him, holding onto him like he was a life source. "I can't believe I'm doing this!" she sobbed as
she let go of him. "I don't want to go without you." She told him and the boy nodded his head in understanding. "But you
listen, Harry. We'll be back, we'll be back soon! Me and James will always come back to visit you." She promised.
Harry suddenly shook his head, surprising her and everyone who had been watching them.
"No," he said in a somewhat strong voice. "You won't. Don't come here again."
James broke away from Remus and Sirius and walked over to the fifteen year old Harry and his wife.
"Harry?" he asked, gently taking his arm and turning him around to face him. "Why are you saying that?"
"I can't lose you," he said in a quiet voice. "I need you to be safe and for that, you can't come here." He explained. "After
what happened, Voldemort is going to try and take revenge. If he finds out you're regularly visiting me, he'll target you."
Harry shook his head again emotionally. "I won't be responsible for you both getting hurt, not again." He said.
"You have to destroy that compass once you get back." Harry said. He turned to look at his older counterpart who was
quietly watching them. "You have to destroy it once you're home." He repeated directly to his counterpart. "You will do that,
won't you?"
"Harry, we can't leave you here and not come back to see you!" Lily cried. "How can we do that?"
"You'll figure out a way." He replied. "Never come back here, not until Voldemort is still here." He said. "It's too
dangerous."
"And how are we supposed to leave you here, in danger, and go back?" James asked.
"Come with us," Lily suddenly said. Harry looked over at her with a stunned expression. "You're right, Voldemort will want
revenge and you shouldn't be here. It's too dangerous, especially for you. Come with us, even if it's only for a week or
two." She urged. "Until things calm down."
"It'll take longer than that for things to calm down, mum." Harry responded.
"Mum, it's fine." Harry cut across her. "I'm happy here, it's where I belong." He said. "I'm needed here mum. I can't leave."
He whispered to her.
Lily didn't put up a fight then and sadly moved away from him, clearly upset. James embraced Harry, holding him close
for long minutes. He kissed the top of his head and moved away without a word.
Damien came next and hugged the fifteen year old. Wordlessly, he slipped something into Harry's hand. Pulling away
from the hazel eyed boy, Harry saw the mobile phone resting in his hand. He looked up at Damien, surprised.
"Thank you." He whispered. If he couldn't be with them, at least he could speak with them whenever he wanted. That
much was enough for him.
At last came his eighteen year old counterpart. Both Harrys just stood facing each other, neither boy saying anything. The
younger Harry offered his hand.
"Thank you, Harry. For giving me a chance to visit your world." He said.
"Why are you thanking me?" the fifteen year old asked. "What did I do?"
The older Harry smiled before answering,
"Nothing," he answered. "You've done nothing, that's what I'm grateful for."
Harry didn't understand. He looked at his counterpart questioningly. Surprising him and perhaps everyone in the room,
the older boy took one step forward and engulfed the boy in a hug. Damien watched in awe, he had never seen Harry
initiate a hug before, except maybe with Ginny, but that was different.
"Don't let go of it, Harry." The older boy whispered in his ear.
"Your innocence." Harry answered, still a whisper. "Don't ever let it go."
He moved back then and the fifteen year old saw an odd emotion flicker in the eyes of his other self. He wasn't sure what it
was. He nodded his head in answer to what his eighteen year old had said to him. Smiling, Harry walked over to meet
Remus and Sirius then.
"Again, Harry, I have to thank you." Sirius said, taking the boy into a hug. "What you did for me..."
"This must be the hundredth time you've said it, Sirius." Harry replied. "And for the hundredth time, let it go! Get over it!"
Harry smirked.
He walked over to the group, waiting for him in the middle of the room. James already had the compass in his hands.
Harry slipped his hand into Ginny's and smiled warmly at her. Lily was still looking at the fifteen year old Harry, who had
Sirius and Remus walk behind him and put a hand on each shoulder. The fifteen year old nodded encouragingly at his
dad but couldn't stop his eyes from watering, his heart beating painfully fast.
James clicked the rings into place and the compass shuddered to life. The hands started spinning and the golden light
engulfed the five of them. James, Lily, Damien and Harry kept their eyes on the fifteen year old Harry as the golden
bubble began getting brighter.
The younger Harry kept his gaze fixed on his family when they disappeared in an instant, along with the compass. Now
that they were gone, Harry let the tears fall properly. He turned around and wrapped his arms around his godfather and
let the tears come out. He had to get them out of his system.
For long minutes, Harry stayed where he was, letting the warm tears slide down his face and Sirius and Remus'
comforting words ring in his ears. Slowly, Harry pulled away and wiped a sleeve over his eyes, drying them. Sirius and
Remus led Harry out of the room. Before walking out, Harry turned back to look one last time, at the spot that his family
had been standing in only seconds ago.
"It'll be okay, Harry." Remus comforted. "They're not really gone. They'll always be with you."
The phone suddenly lit up and started ringing. Harry looked down at his hand and felt a smile tug at his lips.
Remus was right, his family wasn't gone. He would always have them with him.
He wasn't alone.
Not anymore.
xxx
And there you have it. The last chapter. The Epilogue will follow soon!!
Please review!!
*Chapter 45*: Epilogue
Disclaimer I do not own Harry Potter and everything recognisable belongs to J K Rowling.
Thanks for all your reviews. Sorry for the long wait. I hope the long chapter makes up for it. (I know Epilogues are
supposed to be short but...I couldn't help myself) Enjoy!!
Canon World
Harry let out a sigh as he walked out of the Great Hall, having finished the last of his O.W.L.S exams. He walked along
with the steady stream of students and headed for the stairs. Ron and Hermione caught up with him and were already
discussing the paper. Harry tuned out Hermione's repetition of what answers she had given and Ron's loud groans in
response.
They made their way to the common room, ready to finally rest after finishing a fortnight of their first proper wizarding
exams.
Harry found himself in front of the portrait of the Fat Lady in no time. Seamus had already given the password so the
portrait swung open, allowing access. Harry followed Ron and climbed into the common room. The trio sat in their usual
place, next to the fire.
"Bloody hell, I'm glad that's over!" Ron said, putting his feet up on the table, wearing a very tired expression.
"I don't know why so many people hate examinations. I personally find them exhilarating." She announced.
"I'm not the only one who enjoys studying." She defended. "Harry had a great time studying for his O.W.L.S, didn't you
Harry?" she asked.
Harry gave her a half heartened smile and nodded his head.
Ever since the day his family had left him to go back to their universe, Harry had fought the feelings of despair and
loneliness. He had tried to keep his mind busy so he didn't think about them. As a result, he submersed himself in his
studies, catching up on all he had missed and doing revision exercises nightly so he could sit his O.W.L.S examinations.
Hermione had, of course, helped and encouraged him to catch up on all his lessons. Professor Dumbledore had asked all
the Professors to help Harry so he could get up to date with his studies and the end result was that Harry sat all his
O.W.L.S exams and he expected to pass all of them, even if he only scraped a pass.
But now his exams were over and Harry didn't know what he could do to keep himself from thinking about his family. He
only had his friends to keep him busy.
"Well, I'm sure even Harry is glad to have the exams over and done with." Ron said.
"Just because you don't like to use your brain doesn't mean everyone is like that!" Hermione bickered.
"Guys, quit it." Harry said tiredly. "The exams are over, can we just drop it?"
Ron and Hermione looked away from each other and focused on Harry.
"You look really tired, Harry?" Hermione said. "Have you been sleeping properly?" she asked.
No matter how hard he tried, no matter how busy he kept his mind during the day, when it came to the night and Harry lay
in his bed, all he could do was think back to his time with his parents and his brother in another world. He couldn't sleep
when he thought about Potter Manor and the large Quidditch pitch in which he had played countless games with Damien
and James and sometimes Sirius. He remembered what it felt like to wake up in the morning and go downstairs into the
kitchen to see his mum cooking breakfast. He thought about all the meal times, sitting at the table with his parents and his
brother, laughing and enjoying their company. He remembered the way Lily fussed over how much food was in his plate
and complained that he didn't eat enough. He remembered the way James' eyes would sparkle with pride whenever
Harry beat him at Quidditch matches. He missed the silly and pointless gossip he shared with Damien. He even missed
the way Damien used to argue with him. He missed everything about them. All of that was gone now and no matter how
much he told himself it was for the best, he couldn't suppress the part of him that wished he could have them back.
Instinctively, Harry reached for his phone and his fingers lightly traced over the rectangular device sitting in his top pocket.
The only connection he had to his family.
"Have you spoken to them recently?" Hermione asked as she noticed this developing habit of her friend.
Harry nodded.
"Mum and dad call me, every day." He answered. "And Damien calls nearly every night." A shadow of a smile graced his
face.
"And Harry," Ron asked, whispering the name, "have you spoken to him?"
"No." he added verbally. "We don't really have much to say to each other."
"Good idea! I'm starving!" Ron said, getting up from his seat.
Ron and Hermione got up and started making their way to the portrait door. Harry kicked his bag to the side and was
about to get to his feet when they heard someone approach him.
"Hey, Harry!"
Harry looked up at the voice and saw Neville standing before him.
"How did you find the last paper?" Neville asked, sitting down next to Harry. "I thought it was okay."
Neville glanced hesitantly at Harry for a moment before leaning towards him.
"Harry, I wanted to ask you something." Neville started. "The...the boy, the one pretending to be you," he whispered quietly,
"do you know him? I mean who he really is?"
Harry was surprised that Neville was asking about the other Harry. He had spent the last few months sharing a dormitory
with him, but he never brought up the subject then.
"Yeah, I know who he is." Harry answered, playing along with the lie that the other Harry had been a fake who had come
to Hogwarts as Harry Potter to trick Voldemort.
"Will you be seeing him soon?" Neville asked quickly. "I mean over summer or something. Will you meet him again?"
Harry paused before shaking his head, his heart breaking at the thought.
"I just thought you might know him quite well, seeing as he pretended to be you and everything. I thought he might be a
good mate of yours." Neville said with a shrug.
Neville smiled.
"I wanted to ask you before but you were busy with catching up with lectures and classes and I didn't want to disturb you."
he said, looking uncomfortable. "I just...if you talk to him or if you meet him again, will you do something for me?"
Harry nodded, wondering what it was that Neville possibly wanted to say to his counterpart.
"What?"
"Just tell him, thanks, for everything." Neville said. "I won't give up and I'll continue on my own, like he showed me." At
seeing Harry's confused expression he added, "He'll know what I'm talking about." Neville grinned.
"Sure, Neville, if I talk to him, I'll pass on your message." Harry replied.
"Thanks!" Neville smiled and then got back up, heading to the stairs leading to his dormitory to drop off his bag.
Harry got up on his feet and started making his way through the busy common room heading for the door. He noted the
stares falling on him as soon as he got up. Harry had been dreading it, having to face the population of Hogwarts, dealing
with the questions they no doubt had about his doppelganger, the one who had attended in his place since the start of
term. To his relief, however, no one asked him anything to do with the other Harry, other than Neville just now. The others
stared at him, whispered about him, pointed at him like usual but no one came to him outright and asked him where he
had been and why he had been switched. Harry didn't care why the students avoided the topic, he was just grateful for it.
He already knew it was probably on the Headmaster's orders that no one harassed him.
As soon as Harry followed Ron and Hermione out of the portrait door and down the stairs, he met a group of Hufflepuff
students, on their way to the Great Hall too. The small group of seven Hufflepuff students looked up at Harry as he
approached with Ron and Hermione and instantly the staring and whispering started. Harry ignored it, like he usually did
and walked past them.
"...don't know how no one picked up on it. I mean he's totally different..."
The whispers weren't quiet enough and Harry fought down his annoyance and focused on getting to the Great Hall.
"Hey Potter!?"
Harry stopped at his name and looked around at the boy who had called to him. He recognised him as Zacharias Smith, a
Hufflepuff Quidditch player.
"Yeah?" Harry answered, his irritation apparent in his voice.
Zacharias looked around at his fellow Hufflepuff students before turning smugly at Harry.
"I heard you went into hiding," he said outright, "during your swap with that impostor." He elaborated.
Harry felt his anger bubble furiously just under the surface.
"What's it got to do with you?!" Ron asked. "Have you forgotten how he threw you out? Want a repeat performance?
Cause I'd love to send you smashing face first into the wall, Smith!"
The Hufflepuff boy coloured but he stubbornly kept his eyes glued to Ron.
"I wasn't talking to you, Weasley!" he spat. He turned to look back at Harry. "Did you and the Headmaster really come up
with that plan to fool You-Know-Who?" he asked with clear disbelief.
"Why do you want to know?" Harry asked. "It's got nothing to do with you."
"Come on, Harry. Don't bother with him." she said quietly.
"You believed he was Potter too." One of the other Hufflepuff students pointed out.
"But I knew something was up when he attacked me!" Zacharias defended. "He wandlessly blasted me across the room!
After that it was bloody obvious he wasn't Potter!" he scoffed again, "Potter's not that advanced when it comes to
magic."
Harry stopped again and turned around to look at Zacharias. Harry suddenly smiled at him.
"You're right, that should have been obvious." Harry said making the Hufflepuff boy stare back at him. "I can't do the things
he can." Harry's emerald gaze shifted to Zacharias' wand which was tucked in his robes pocket. With a sudden whooshing
sound, the wand flew from the Zacharias' pocket, straight towards Harry, who caught it just as easily as he did the golden
snitch at his Quidditch matches. Harry's fingers closed around the wand and he smiled at the awestruck expressions of the
others. "I don't know what you were thinking, believing I can do that sort of magic." Harry mocked.
Zacharias was lost for words and was just staring at Harry, his eyes flickering from his wand to Harry's face.
Harry threw the boy his wand back, which the Hufflepuff caught clumsily. Without another word, Harry turned and walked
away, Ron and Hermione hurrying behind him, wearing very large grins.
xxx
Dinner was, like usual, a feast and Harry felt comfortably full and quite sleepy. He was finishing his dessert of treacle tart
when Hermione nudged him glancing at the staff table.
"Professor Umbridge hasn't taken her eyes off you this whole time." She whispered.
Harry stole a sideways glance and saw the witch clad in pink, staring at him.
Harry had quickly learned having returned to Hogwarts just what kind of a witch Umbridge was, and he had decided just
as quickly that he disliked her. She had ignored him while teaching her class and offered no help to him when he was
catching up with lectures. Thankfully, the subject of Defence Against the Dark Arts was Harry's favourite subject and he
didn't struggle with it. But Harry knew it was also his dad's tutoring in the said subject that gave him an advantage.
"What is her problem?" Ron glowered openly at Umbridge as she continued to stare at Harry.
"It's obvious," Hermione answered. "Harry just made a fool out of the Minister and the whole Ministry." At the two boys'
confused expressions she elaborated. "The official story being that Harry and Professor Dumbledore played a trick to
fool..." she lowered her voice, "Voldemort," she raised her voice to normal again and continued, "...into revealing himself.
Since the Ministry had no idea what was going on, it makes them look foolish." Hermione shrugged as she helped herself
to dessert. "After all, it is supposed to be the Minister's job to deal with threats such as Voldemort." She whispered the
name again. "Umbridge is obviously worried about all the trouble her dear Minister Fudge is getting into because of all this.
She obviously blames Harry." She turned to the dark haired boy. "Have you heard the recent news? It seems Minister
Fudge might be replaced."
"Really?" he asked.
Hermione nodded.
"Apparently, Minister Fudge is feeling the heat now that everyone knows he ignored the warning you and Professor
Dumbledore gave last year about Voldemort returning. Now that Voldemort is substantially weakened with next to no
Death Eaters at his side, no one wants Fudge to mess up and let him get away. I heard a new Minister might be
appointed, one that can handle the situation and get Voldemort before he grows strong again."
"Rufus Scrimgeour; he's the head of the Auror Office of the Ministry of Magic. Apparently he's a man of action. He's fought
dark wizards most of his life so he's thought to be the best person to deal with this situation as he won't underestimate the
threat of Voldemort." Hermione said, sipping her pumpkin juice. "That's the gossip anyway."
"Where do you get all this information from?" Ron asked amazed and wide eyed.
Suddenly the door to the Great Hall opened and a group of blue robed Aurors entered the hall, hurrying up to the staff
table. The group of Aurors caught every eye as they made their way up to Dumbledore. The headmaster rose to his feet
at the sight and Harry saw the look of confusion on the aged wizard's face.
The Auror leading the rest came to stop in front of Dumbledore. He said something to the headmaster in a quiet voice, so
none of the students could hear him, as he pulled a scroll from his pocket and offered it. The headmaster took the scroll
and unfurled it. His eyes scanned the parchment and then his gaze lifted and went straight to Harry. The raven haired
boy felt a moment of unease wash over him as the headmaster's gaze picked him out. Were the Aurors here for him?
What had he done now?
Harry's thoughts changed the next moment when he saw Dumbledore nod his head, a strange fire in his blue eyes and he
stepped aside allowing the Aurors to move past him. The group of men went straight to the end of the table and stood
towering over the short, squat woman, dressed in a fluffy pink cardigan.
"Dolores Jane Umbridge, you are under arrest for the unauthorised use of Dementors," the Aurors said in a loud clear
voice, which reached the curious students. "You don't have to say anything in your defence as anything you say may be
used against you..."
Two Aurors stood either side of the short woman and took her wand from her as the Auror continued to read out her
rights. As soon as the Auror finished, the two Aurors took Umbridge by the arms to lead her away.
"What is this?" Umbridge asked, her voice still high and girly. Her high pitched giggle left her nervously. "There must be
mistake."
The Aurors paid her no attention and started to lead her towards the doors.
"Come with us, Miss Umbridge." An Auror said as two of them began marching her down the hall.
"This is unacceptable!" Umbridge yelled, fighting the men in vain. "Let go of me! I haven't done anything!"
"Miss Umbridge, the Ministry have uncovered evidence which reveal you instructed two Dementors to go to Little
Whinging, Surrey, London last August." the Auror replied, not breaking his stride towards the doors.
Hermione gasped out loud at the revelation, turning to look at Harry at once. Hermione had heard rumours that there was
an investigation underway, into what the Minister and those close to him had been doing last year. It was in order to
discredit the Minister, to show he wasn't fulfilling his responsibilities. The investigation must have uncovered Umbridge's
action as well, since she was the senior Undersecretary to the Minister and must have been examined as well.
Harry found he couldn't look away from the struggling witch. Hermione and Ron had told him about the Dementor attack
at Little Whinging. He couldn't believe Umbridge was the one to have sent those Dementors to target him. Umbridge
suddenly turned to look at Harry too, her eyes fixed hatefully on him.
"I was doing everyone a favour!" she yelled, trying to wrench her arms out of the strong grips. "Potter was causing too
much trouble! He had to be stopped! Desperate times call for desperate measures!" she explained, her voice betraying
her growing hysteria. "Look, you obviously don't know what you are doing! Let me speak to Cornelius, he will explain to
you that I am his Senior Undersecretary! You cannot arrest me!"
"Your arrest order has come from Minister Fudge himself." the Auror said, without even turning around to look at her.
The look of shock on Umbridge's face almost made Harry feel sorry for her.
"But...no...wait! I didn't do anything wrong! Potter had to be stopped! You have to listen to me!"
Umbridge continued to fight but her attempts were useless as the Aurors marched her out of the Great Hall and out of
Hogwarts.
xxx
The Hogwarts Express started to slow down, pulling into Platform 9 ¾ at Kings Cross station. Even as the train came to a
complete stop, Harry continued to sit in his seat, his gaze fixed on the window. Ron and Hermione quietly got up and
started to pull their trunks out of the storage compartments.
"Harry?" Hermione called, making the bespectacled boy look away from the window and around at her. "We're here." She
told him quietly.
With a sigh, Harry picked himself out of his seat and pulled out his trunk. The three students started making their way out of
the compartment, mixing with the steady stream of students that were hurrying to get off the train and to their homes. Harry
allowed the chaos and frantic rush to sweep him up and lead him out of the scarlet train.
He pushed past the students, pulling his trunk with him, as he stepped off the train. Harry waited for Ron and Hermione to
join him. Just as Ron jumped off the train, Harry saw the blond haired Slytherin push his way past the students and step
off the train as well. The grey eyes met Harry's and the Slytherin paused momentarily. Then, without a single word, or
even a malicious sneer, Draco Malfoy turned, picked up his luggage and walked away, passing Harry and Ron.
"What's gotten into him?" Ron asked as both boys watched Draco disappear into the crowd.
Harry shrugged.
"Don't know."
Draco had been strangely quiet and subdued since Harry saw him when he returned to Hogwarts a few months ago.
Harry had expected the usual bullying and taunts by the blond Slytherin and was extremely surprised to receive nothing
from him.
Hermione joined the two boys and glanced in the direction they were staring in.
"Really, you two are impossible!" she admonished. "If Malfoy does anything you hate him, if he leaves you alone, you're
still not happy!" she clicked her tongue at them. "Shame on you both!" she teased.
They picked up their luggage and headed for the brick wall, the gateway that led them to the muggle world.
"It just seems weird that Malfoy is so quiet." Harry said, explaining himself. "I would have thought he would have a
comment or two to throw my way."
"Just ignore him Harry." Hermione replied. "I've been telling you to do that for years!"
They approached the brick wall and Harry, Ron and Hermione passed through the gateway and made their way through
Kings Cross Station.
Harry slowed down, not looking forward to the journey ahead. He was heading back to Privet Drive, back to stay with his
aunt, who still hated him and was probably going to make his stay there hell as payback for whatever it was the other
Harry had done to her and the rest of the Dursleys. Harry pushed along his trolley, looking absolutely miserable. Ron
clapped a hand on his back.
"Yeah, Harry," Hermione joined in. "You only have to stay at your aunt's for a week. The rest of your summer will be with
Sirius." She consoled.
Harry sighed.
"I know but that's just the thing. I don't want to spend a week with the Dursleys. Now that I know I can stay with Sirius in
his new home, I can't bear the thought of spending seven days at Privet Drive. It's going to be murder!"
"It'll be fine." Hermione answered. "It's not a choice thing, Harry, you know that. Voldemort is still out there and he'll be
trying his hardest to get to you. You need protection and for that you have to spend at least a week at your aunt's home.
You know what Professor Dumbledore said; as long as you can call Privet Drive your home, the blood magic will protect
you."
Harry nodded his head. He knew that but that didn't make him any happier about it.
"Hey, it's still cool for me to come and stay with you and Sirius, right?" Ron asked as they pushed their way through the
crowd.
"Neither can I," Harry responded, "Sirius said it's the second biggest room in the Manor and he's decorated it in the
colours I asked for." He grinned, his face breaking into a smile for the first time that day.
"I'm just glad Sirius gave in and didn't get a thirty room mansion." Harry said. "Although, ten rooms are still a lot."
"Nah, ten rooms are fine. The Burrow has eight rooms."
"Yes, but Ron, the Burrow had eight people living in it at one time." Hermione pointed out. "Here it's just Harry and Sirius."
Harry caught sight of his uncle, standing near the doors, his usual scowl on his face as he waited for him. The sight of him
made Harry slow down. His hand instinctively went to his pocket, his fingers outlining the small rectangle resting in his
pocket.
"Did you tell your parents you're going back to your aunts?" Ron asked, seeing Harry's hand ghosting over his pocket that
held the precious phone.
"Yeah, mum was going ballistic again," Harry smiled remembering how protective his mum was. "She was actually
planning on paying aunt Petunia a visit when she came here."
"I asked her not to." Harry replied. "I didn't want to cause even more problems. I don't know how Harry treated the
Dursleys but I can guess, and that doesn't bode well for me." He shrugged at the looks he was getting from the other
two. "I didn't want mum getting involved as well. Not to mention that aunt Petunia would probably have a breakdown if
she thought her dead sister had come back to yell at her."
Hermione opened her mouth to say something but then changed her mind.
Vernon's small beady eyes finally found Harry and his expression changed as he saw the small boy pushing along his
trolley in his direction. A look of relief flashed on his face before his scowl reappeared, deepening as he raised his hand,
gesturing for Harry to hurry up.
"Take care, Harry," Hermione hugged him. "And no matter what, don't let them get to you." Her eyes glanced in Vernon's
direction. "Just keep thinking, one week, that's how long you have to tolerate them for. After that, you'll be with Sirius, in
your new home."
"Second home," Harry reminded. "Remember, that's how Professor Dumbledore wants me to think of Sirius' home."
Ron hugged Harry as well, mirroring Hermione's words and reminding him that he was going to come a few weeks from
now to spend summer with him.
Ron and Hermione saw their families waiting for them and they hurried over to them as Harry pushed his trolley towards
his waiting uncle. Vernon didn't wait for Harry to reach him and turned, heading to his car. Harry followed behind him,
wishing his one week with the Dursleys was over already.
xxx
The car pulled into the driveway of number four Privet Drive. Harry got out and pulled out his trunk and Hedwig's cage. The
journey had been a silent one and Harry didn't even look in his uncle's direction. Harry headed to the house, wanting to just
get inside as quickly as possible.
He hurried behind his uncle and as soon as the door opened, Harry rushed inside. He dropped his trunk before the
cupboard under the stairs. He knew his aunt and uncle enjoyed taking his school things and locking them in the
cupboard for the duration of summer. Harry didn't put up a fight this time and he left his trunk sitting in front of the
cupboard door before taking Hedwig's cage and going up the stairs.
His peripheral vision picked up on his aunt Petunia standing at the kitchen door watching him. He didn't give her any
notice as he trudged up the stairs. He went straight to the smallest bedroom in the house and opened the door. He
stopped dead at the sight inside.
A new bed was sitting against the far wall, along with a new mattress and new bed covers. His tatty, broken wardrobe had
been replaced with a small two door wardrobe but it looked new as well. The dull walls had been painted white and Harry
was amazed to see a new carpet as well.
Dumbfounded, Harry turned around to see both his aunt and uncle standing behind him, wearing slightly nervous
looking expressions.
"What's all this?" Harry asked, gesturing to his newly furnished and decorated room.
"Petunia and I decided that your room was, well, it needed a change." He pointed at the door. "This cost us a lot, so don't
give us any cheek about not liking it." his eyes kept darting to Harry's face and then his hand, as if expecting to see him
reach for his wand.
Harry couldn't believe what he was hearing. He looked back at the room again.
"You like it, don't you?" Petunia asked suddenly, surprising Harry. "You'll stay here now? You won't want our room, will
you?"
"What?!"
His raised voice made Petunia and Vernon nervous and they backed away a step.
"Now look here!" Vernon started, obviously trying to keep in control. "We have to come to an agreement! This is your room
and now it's just as nice as the rest of the house so you have to stay here! You can't take our room!"
Harry shook his head.
"Good, that's...that's good." Vernon stammered, nodding his head. "Well, glad that's sorted." He turned and quickly went
downstairs.
Harry watched as Petunia followed, glancing over at Harry but not saying anything to him.
Harry walked into his new room and closed the door behind him, idly noting the absence of locks on his door. He walked
over and settled Hedwig on top of the new bedside cabinet and sat down on his bed.
He rubbed at his face, still dealing with the shock of what the Dursleys had said and done. He looked around at the fresh
room. This was all obviously done in response to whatever it was his counterpart had done to them. Harry mentally kicked
himself. Why didn't he ask his other self what it was he had done to his aunt and uncle? He had learned that he had taken
over their bedroom. Harry chuckled at the thought. He could just see his older counterpart refusing to stay in this room and
forcefully taking over his aunt's room.
"This room? Are you kidding me? It's too small. I like this one! I'm staying here!"
The voice rang in his head, mimicking the tone of his other self. Harry shook his head at the thought. At least the seven
days he had to spend here wouldn't be spent sleeping on an uncomfortable bed and locked inside a dull room.
Hedwig hooted at him, making Harry get up to go over to her. He got some water for her and poured it into her tray. He
turned to get her an owl treat when he realised that the new carpet had blocked his access to the small storage space
under a loose floorboard he had, under his bed.
Getting down, under his bed, Harry tugged at the edge of the carpet. He had stored a lot of his things under the loose
floorboard. He needed them back. Harry pulled and thankfully the carpet came up easily. Harry reached over and pushed
the loose floorboard aside and dug his hand into the hole and started pulling out things he had stashed there. His fingers
came into contact with something soft and velvety. Perplexed, Harry pulled it out and saw a deep purple velvet pouch, with
a drawstring. He pulled the pouch out from under the floor and stared at it. He had never seen it before. He placed it to the
side and continued digging out his things. Once he was sure everything had been taken out of his makeshift storage, he
clicked the floorboard back into place and straightened out the carpet, rolling it smooth and tucking it in at the edges.
Harry climbed back out from under his bed and brought with him his hidden possessions and the strange velvet pouch
which clearly had something inside. Harry picked up the packet of owl treats and pulled a few out, depositing them into
Hedwig's cage so she could enjoy them. Ignoring everything else, Harry picked up the purple velvet bag and sat down on
his bed.
He pulled the string to open and peered inside. Pulling out the bulky contents Harry was surprised to find a small book
and dozens of loose parchment, some with strange drawings on them. He found a folded piece of parchment with his
name clearly written across it. He picked up the parchment and opened it.
Just a helping hand. Hopefully this might help you get even with Voldemort, without going to Dumb ledore! Just
rememb er, things might b e different in this world so research everything!
Harry.
Harry knew the note was from his counterpart, even before he read the signature at the end of the short note. The hand
writing was a dead giveaway.
Harry smiled, putting aside the letter from himself. So his counterpart didn't destroy the compass and already used it to
come back and leave this stuff for him. Harry found he was actually relieved and immensely glad that his other self hadn't
listened to him and destroyed the compass. At least this way, Harry could have a little hope that he may be able to visit his
family again, or when everything was okay and Voldemort was gone for good, his family could come to see him.
Feeling motivated, Harry studied the mass of papers left for him. These could help him destroy Voldemort? How? Harry
saw the heading 'Horcruxes' on the loose parchment sheets, which he quickly deduced were notes on the subject. He
recognised Hermione's neat writing on a few of the sheets and Professor Dumbledore's writing on the rest. He picked up
the small book and turned it over, examining it. He couldn't see anything special about the book. It looked like a
normal journal.
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AU World
The pub was already filled with people, being a Friday night, it was packed with witches and wizards having a drink to
wind down and get ready for the weekend.
Draco was sitting alone at a side table. Two drinks before him. He brought up one of the bottles, taking a sip before putting
it back down again. His back was to the door but he still heard it opening. He smiled as he heard the footsteps approaching
and without turning around, he reached over and picked up the unopened bottle. He held it up and waited, just for a few
seconds, before he felt someone take the bottle from his grip. The same person passed him and sat down on the seat
opposite, opening the offered bottle.
"Thanks." Harry said as he brought the fire whiskey up to his lips and took a swig at it.
"Sirius and Remus had come over. I couldn't get away." Harry answered.
"I didn't mean just now." Draco replied. "I meant you took your time coming back to this dimension."
Harry didn't answer right away and took another, longer gulp of his drink.
"No kidding," Draco mocked. "Has anything you've ever planned gone smoothly?"
"I didn't know the bloody compass was going to be so sensitive. I was supposed to switch back after two days." Harry
replied.
"Instead you spent seven months in another world." Draco teased. "So, how was it?" he asked taking another sip of his
fire whiskey.
"I won't be doing it again in a hurry." Harry said, shaking his head.
"Did you get up to anything interesting while you were there?" Draco asked.
"So your last seven months were a waste of time?" Draco asked.
Draco sniggered.
"Yeah, I met your reflection too." He mused, "a little overly dramatic, I must say." He commented. "But you are an
emotional mess most of the time, so no big surprise there."
"Did you learn anything from your time, reflecting?" Draco asked.
When Harry didn't offer anything else, Draco had to prompt him.
"And?"
"I realised I give myself far too little credit. I'm capable of things I never thought possible."
Draco looked confused. He knew Harry was talking about the other Harry.
"Really? He didn't look exceptionally powerful to me, quite the opposite actually."
"No, Draco, he is powerful, far more than me. He can learn and train himself to do what I can, but what he can do, I could
never."
Draco realised what powers his friend was taking about. It wasn't the magic that could be taught, it was the other magic,
the one that every person was born with but only a few could hold onto. It was the magic of purity, to be an innocent, to
possess the power of forgiveness, to have an untarnished soul.
Harry raised an eyebrow at the comment but didn't say anything. The two friends continued to talk; Harry told him
everything that happened to him and what he did to weaken the Voldemort of that world. Draco listened in silence. Harry
didn't tell him how he was tricked and trapped by Voldemort. He didn't want to mention his best friend's counterpart.
Instead he told Draco about what he had learned about Snape being the one to inform Voldemort about the prophecy.
"Do you think the same happened here?" Draco asked, surprised at the information.
"Probably," Harry answered. "I think that was why Snape offered to become a spy for Dumbledore. He wanted to make up
for it." he shook his head in disdain.
"I don't get one thing." Draco said. "Voldemort came here and attacked mother and father, took their memories so he
could use them to deal with you." He summarised. "If he saw father's memories, wouldn't he have seen that Snape was
actually a spy for the Order? I mean, father was there in the chamber with us when the Aurors ambushed the manor. He
would have seen Snape turn against him."
"Why not?"
"Because Lucius made sure that memory was taken away." Harry explained. "Voldemort never saw what happened that
day, Lucius took it away himself."
"To protect you." Harry answered. "He told me, when you were still in a coma and he came back. Lucius told me he had
taken all the steps he could to protect you. He felt it was useless since you still got hurt."
Draco was visibly shocked.
"Voldemort didn't know how his counterpart was destroyed," Harry said. "He made a point of telling me that. He figured
out what must have happened but he never saw the memory. He never saw Snape and you trick him with Damien. He
still believes Snape is loyal to him."
Draco nodded, still looking surprised at how far his father went to ensure his safety.
"About what?"
"About Lucius," Harry said. Draco looked away, his fingers toying with the bottle but not lifting it. "Did you think I wouldn't
notice he was missing?" Harry asked.
"I knew you would find out," Draco said, looking at Harry now, "I just...it's not something I look forward to telling everyone;
my father is in Azkaban serving a life sentence."
"Don't do anything, Harry. Let him be." Draco said. "I think father doesn't mind being in Azkaban. I guess, without the
Dementors, Azkaban isn't all that bad a place. Mother visits him often. Both are communicating more now than they did
when they were married." Draco said with a half smile. "I think father feels like he needs to be in Azkaban. It's his
repentance." Draco shrugged again at Harry's expression.
"I'm going to meet him." Harry said, breaking the silence. "I'll see exactly how he feels."
"Afraid not," Draco shook his head. "You have to be an immediate family member to see a prisoner of Azkaban."
Draco shook his head, a half smile on his face as he drained his drink.
xxx
James looked up from his desk at the sound of a knock at his door. Before he could say anything the door opened and
Harry walked into his quarters.
"Harry," James said happily, dropping his quill onto the stack of papers he was marking. "Come in, come in," he said
excitedly getting up from his desk and walking over to greet his son. "This is a surprise. I wasn't expecting you tonight."
"No, no, I just meant since you were here yesterday. I thought you wouldn't be back for a few days." James explained.
"I was bored. Being the only Potter in Potter manor isn't as much fun as I thought it would be."
James sat down across from Harry. He hated how quickly he had to return to Hogwarts when they got back from their two
week trip to the other dimension. He and Lily had to resume their posts as Hogwarts Professors and Damien had to return
to continue with his fifth year studies. That left Harry alone in Potter Manor but he had been visiting them regularly. At first it
was only twice in the week and the weekends but now it was almost every other night. James knew Harry missed them and
was coming to see them not only because he was bored.
"Have you had dinner yet?" James asked. They had finished dinner in the Great Hall about a half hour ago.
Harry nodded.
"Moony and Padfoot keeping you company?" James asked with a smile.
Harry smiled.
"Yeah, that's the other reason I'm here," he smirked. "I've got to get away from that pair!"
"You don't need a reason to come. I hate that you're on your own." James said honestly.
The door behind James opened, interrupting Harry. Both James and Harry looked around to see Damien hurry inside,
head lowered over a thick book in his hands.
"Dad, I give up! I can't get this..." he trailed off when he looked up from the open book and saw his brother. "Harry!" he
breathed in relief, "am I glad to see you!" he darted towards him.
"Hell, no!" Damien replied. "I've got my transfiguration practical tomorrow and I can't get this stupid spell to work!"
Damien groaned as he thrust the thick book into Harry's hands.
Harry glanced at the spell the page was detailing and then looked back up at Damien.
"No, this is O.W.L.S level transfiguration and no matter how hard I try, I can't get it to work!" Damien complained. "But
since you're here and you can do wandless transfiguration, you can help me." Damien said with a relieved smile.
James coughed loudly making Damien and Harry look over at him.
"Good for you, dad." Damien replied, before turning back to Harry.
"I think what dad is trying to say is, he could have helped you with transfiguration." Harry explained to Damien.
"Well, I came here to get help from you. But since Harry's here and he's... you know...better than you." Damien said
matter-of-factly.
"Not cool parenting, dad!" Damien muttered as he dropped onto the sofa next to Harry.
James stalked off to his desk, pretending to be insulted. He was secretly very proud of Harry and didn't mind it one bit
that Damien preferred to go to Harry instead of him.
James quickly went through the rest of his marking, rushing through his second year essays while Harry helped
Damien. Just as James was finished with his pile of marking, his door opened again and this time, Lily came inside.
"James, I just wanted to check if you..." Lily spotted both her sons on the sofa. "Harry!" she greeted happily, her eyes
lighting up at once. "I didn't know you were here." She hurried over to him, kissing him affectionately on the cheek. "Have
you been here long?" she asked, annoyed that she hadn't known of his arrival.
"Can you chat later?" Damien said, gesturing to his mum to leave. "He's helping me, very big practical exam tomorrow!"
"Which you should have been preparing for, long before now." Lily admonished.
"Mum, come on, that's not me. Why must you change me?" Damien asked with a fake hurt look.
She left her two boys and went to her husband, sitting next to him so Harry could take his time teaching Damien.
"How do you even know if the vanishing spell is going to be a part of the exam?" Lily asked Damien, as she watched
Harry demonstrate the spell.
"It's just a guess," Damien replied, "Everyone seems to think it will be in the practical." He twisted his wand in a
complicated wave and let out a triumphant hoot as the coaster he was targeting vanished. "I did it!" Damy beamed.
"Thanks, Harry!" he breathed in relief.
Harry flicked his own wand and brought back the coaster.
"Anytime," he answered. "I just need an excuse to demonstrate how poor this school is." Harry added as he put his feet
up on the coffee table. "Vanishing spells at fifth year," he shook his head, "pathetic."
"Alright, can we leave Hogwarts bashing until later?" Lily asked as she walked over to her sons. She smiled warmly at
Harry as she sat next to him. "Have you been looking after yourself?" she asked, taking his face in her hands.
"No," Harry replied with a smirk. "In the space of just 24 hours I've been completely careless."
"I know you're only being sarcastic but your face does seem thinner than last night."
"Mum," Harry groaned, "I'm fine, I'm eating, sleeping, doing everything possible to keep myself alive, so stop worrying."
"I know you can look after yourself. It's just, I hate being away from you. I want us all to be together." She smiled at him
again. "I just got you back and I'm stuck here while you're at home, by yourself."
Harry didn't say anything but a small smile came to his face, almost like he was enjoying a private joke with himself.
"You were about to tell me something before Damien came." James reminded as he came to sit next to Harry.
Harry shifted in his seat, sitting up now. He glanced at his mum and Damien before shaking his head at James.
James didn't push the subject, trusting Harry to tell him whatever it was in his own time.
xxx
James and Lily made their way to dinner after a busy day of classes. It was Friday, the last day of the second week of
exams. More than the students, James was glad it was over. He needed the time to recuperate from all the revision
lectures he had given to his fifth, sixth and seventh years.
Just as he climbed the stairs with Lily he saw the group of fifth year Gryffindors making their way into the hall. He spotted
Damien among the crowd. He smiled at his son's tired but relieved looking face.
Damien held back so he could share a few words with his parents before they went into the Great Hall.
"Hey Damy," James greeted. "So how do you feel?" he asked, referring to the end of his exams.
"Grateful," Damien replied with a sigh. "I never want to do that again!"
The three Potters were just about to walk into the hall when the sound of a door opening stopped them. They turned
around to see a very peculiar sight.
The door to the staffroom had opened and a dark haired boy walked out, followed by Dumbledore, both still deep in
conversation with each other. The boy nodded his head and looked at Dumbledore, seemingly agreeing with him.
Dumbledore offered a hand which the boy took, just for a second, before moving away from him. Dumbledore turned and
went back into the staffroom, wearing a smile. The boy turned to come face to face with the stunned looking Potters.
Harry looked mildly surprised at the sight of his family standing before him, gaping at him.
"What is going on?" Lily asked, coming over to Harry, spotting a thin file in her son's hands. "What just happened? Did
you and Dumbledore just...shake hands?" she asked.
James suddenly leaned towards Harry, eyes narrowed, studying his face carefully.
"Just checking," then added, "And don't talk about my son that way. You're not nasty."
"Let's reserve judgement until we figure out what he's done." Damien said and then turning to Harry he asked, "What did
you do?" in a condescending tone.
"I have some news." Harry started, his playful smirk coming into place. "You should be sitting down for this."
xxx
All four Potters were gathered on the sofas in James living quarters. They had asked the house elves to bring dinner to
them in the quarter and had quickly rushed through it. Harry took his time, annoying the other three.
"Alright, now tell us why you were talking with Dumbledore?" James asked, "and in a civil manner no less." He added.
Harry gave James a look before dropping his fork onto his plate.
"Actually I was exceptionally rude to him today." Harry defended. "I told him exactly how rubbish his school was."
"Alright, do you all remember that Duelling job Dumbledore offered me last year?"
"You took the job!" Damien suddenly said, looking at Harry with surprise.
"So, if you didn't take the job, what were you talking to Dumbledore about?" James asked, he had secretly thought Harry
had taken the job too.
"See, when I was in the other world, Hermione sort of blackmailed me into helping her set up this group..." Harry started.
"Yeah"
"Anyway, Hermione set up this group called DA so the students could learn Defence Against the Dark Arts." Harry
explained. "I only did it to piss off Dumbledore and Umbridge. I thought teaching a handful of students a few spells would
be easy." Harry shook his head. "Turns out, it was murder. They hardly knew how to block, never mind counter attack.
Trying to get them to use simple defensive spells was like teaching them the Unforgivables." At seeing the expressions on
his parents faces he added, "Which I didn't teach them, by the way."
"Anyway, ever since getting back I found myself wondering what it was I wanted to do with my life." Harry looked at his
family, "All of you were busy with either teaching or learning and I realised that I didn't actually mind...teaching, at least, I
didn't mind what I did with the DA. I wouldn't mind doing that full time."
Damien looked around at his parents; they looked just as lost as he felt.
"I'm sorry, but didn't you just say you didn't take the Duelling job?" Lily asked.
"That's right, I didn't take the job." Harry replied. "I did something different."
Harry smiled at them before pushing the thin file across the table, towards his parents. James took it and quickly opened it,
wearing a frown.
"It's my contract with the school board." Harry answered. "I offered them my services and they took it."
"I don't understand." Lily said, taking the file from James and scanning it quickly. "You're saying you didn't take the job but
you've signed a contract with the school board?"
Harry grinned at her confusion.
"I don't work for Dumbledore or for Hogwarts." Harry replied. "I didn't want to become a Hogwarts Professor. So I met with
the school board and offered them a deal. I'm more like an independent teacher; I have my own curriculum, my own rules,
my own standards. I don't have to report back to anyone, especially not Dumbledore."
"But why would the school board agree to something like that?" Lily asked.
"They want me to teach the students how to duel effectively." Harry said simply. "They've acknowledged their
shortcomings and they know what I have to offer. They agreed to my terms and gave a few of their own." Harry smirked.
"Not that I'm bothered with any of them."
"So you are like an independent educationalist?" James asked, trying to figure out what Harry would be termed as.
"Wouldn't it have been easier to just take the job?" Damien asked.
"No, this way, I'm my own boss. I'm not working for anyone."
"But, in reality it's the same thing." James said. "You are going to be teaching effective duelling. Whether you do it as a
Hogwarts Professor or as an independent educationalist is irrelevant. In either way, you're still teaching for Hogwarts."
"Actually, I'm not." Harry said. "There's something else that I need to tell you. You know that part of Hogwarts grounds that
leads into the Forbidden Forest, just behind the lake?"
"Harry, for God's sake," James said, shaking his head. "Explain what you're talking about."
"I bought a section of the grounds and before next term starts, there will be a small building built on it. That's where I'll be
teaching, not in Hogwarts."
"How did you manage to buy a part of Hogwarts grounds?" Damien asked in awe. "I didn't think it would be up for sale."
"Okay, awkward question," James started, "where did you get the money to buy a part of Hogwarts grounds?" He didn't
even want to guess how much a small section of Hogwarts grounds could cost. He was sure it would definitely empty
Harry's vault.
"Oh God!" Lily gasped. "You used all your money!" she shook her head. "Harry, that money in your Potter vault was
supposed to help you with your future!"
"I didn't use the money in my Potter vault." Harry said. "I've not touched my Potter inheritance."
"I think you all are forgetting that I'm the sole heir to a once very financially stable Dark Lord." Harry said.
Damien smiled at Harry's words. He looked up at his parents to see understanding in their eyes also.
"So, you're not actually teaching at Hogwarts. It's more like Hogwarts students are coming to you to learn effective
duelling." James said.
"You're starting to finally get it." Harry grinned. "I don't work for Hogwarts. Hogwarts is coming to me. "
"Why didn't you tell us you were thinking about doing all this?" Lily asked.
"I was going to say something a fortnight ago when I finalised the deal with buying the land, but I was certain the school
board was not going to agree to my terms so I held back, wanting to make sure it was happening before I said anything."
Harry nodded.
"I just signed the contract today. Dumbledore wanted to talk over a few things so that's why I was in the staff room with
him." Harry explained.
"I can't believe this is happening." Lily said, happily. "You're going to be here, teaching with us! Oh, I'm so glad you're not
away from us anymore!"
"You won't get a staff quarter, will you?" James asked, seeing the glitches in Harry's brilliant plan.
"No, since I'm not a Hogwarts professor, I don't get the perks." Harry answered.
"Where will you stay?" Damien asked. "Are you going to have to apparate back home every day?"
"It's not a problem for me." Harry shrugged. He smirked as he looked over at Lily. "But I could get a place nearer, maybe
in Hogsmeade. A nice two bedroom..."
"Forget it!" Lily was quick to say. "You're not moving out, not yet."
"Yes, but out of these eighteen years, you've only been with us for two." She fixed him with her 'no-further-argument' look.
"You're stuck with us for a little longer."
Harry sighed.
"When you do move out, can I get your room?" Damien asked hopefully.
"You got first pick. You could have taken it." James reminded.
"Yeah, but I chose the room that has windows facing the back, that way I can sneak..." Damien caught himself in time.
"Never mind, not important."
Harry chuckled.
"When I move out, you can have it." Harry said. "It's only another few months, at the most a year." He added, glancing at
Lily with a smile.
The summer break found all four Potters back at Potter Manor. Harry was busy, trying to get the necessary work done on
his newly purchased land so his building was ready in time for September.
The news of him offering a course to teach 'Effective Duelling' had spread in the wizarding world but Harry had not
expected the majority to react positively. Harry still instilled fear in most but at the same time he attracted attention and
curiosity by refusing to come under the spotlight. Many wanted to know who exactly he was and a chance to learn his
exceptional skills far outweighed any reservations they had.
Lily set down two plates for her two sons. She had already had her lunch with James while their two sons were busy
training. She called to them again, warning them to come in otherwise she was going to come out to get them.
Harry sat down across from Damien and had not even taken a bite when a blue and white bird swooped inside and
settled on Damien's shoulder.
"Hey Neelam!" Damien greeted his pet owl. "Are you hungry?"
Harry watched in barely concealed disgust as Damien fed the owl from his plate, happily passing her bits of his toast which
Neelam chewed on with vigour. When Damien offered the bird his water to drink from his own glass, Harry lost his battle to
keep quiet.
"Don't do that!" he said, grabbing the glass before Neelam could dip her beak into it.
"What?" he asked.
"Do you have to share your food and water with a bird?" Harry asked.
"I'm talking about a bird." Harry said. He shook his head as he picked up his fork. "A bird? Out of all the possible
presents he could have gotten you, he gets you a bird."
"I love that Harry got me an owl." He defended. "Neelam is great! You're just bitter because you don't have one."
"I assure you, I'm not bitter." Harry said, "I don't like birds. I'm not good with them."
"Right, because a giant serpent is no problems but birds? Oh no, birds are just too weird!" Damien said sarcastically.
"Hey, at least I could talk with Nagini! I could communicate with her." Harry defended.
"No surprises there," Harry said. "All you do is hoot and chirrup. It's no wonder you're good with birds."
Damien turned to Neelam and made odd tweeting sounds at her. Neelam just hooted once before going back to her
toast.
"I just told Neelam to clip you over the head with her extra sharp talons." Damien replied.
"Just try it!" Harry challenged, "You'll have a ball of feathers to call your pet!"
"Merlin help you, Harry, if you lay a finger on my bird!" Damien threatened.
"Boys, really?" Sirius said from beside the door. "All this energy, fighting over a bird?" He shook his head. "I tell you, it's a
sad day when a bird comes between two brothers."
Harry and Damien looked at each other before bursting into a fit of laughter. Sirius chuckled as he joined the boys at the
table.
"I was bored." Sirius replied as he sat down. "There's a game on, fancy it?" Sirius asked, directing the question to both
Harry and Damien.
"Not a clue," Sirius answered grinning. "Moony mentioned it. I thought I would ask Prongs and both of you if you wanted
to go watch it."
"Yeah." Damien nodded. Quidditch was Quidditch; Damien didn't care if it was a national game or just local teams
having a game.
"Harry?" he questioned.
Harry shrugged.
Sirius grinned.
"Great! Now I just have to convince your mum." He started to get up from his seat.
"I'm not asking her to come. I need to ask her if James can come." Sirius explained with a wink.
A small pop and Ginny suddenly appeared in the kitchen. She smiled brightly at the three wizards.
"Ginny! You're here!" Sirius greeted. "Do you fancy going to a Quidditch game?" he asked quickly getting to the point.
"Yes!" Sirius smiled. "The more people going the less chance Lily will say no."
"When is the game starting?" Damien asked, finishing his lunch and getting up to clear the table.
"About four, I think." Sirius answered. He saw Ginny lean in to whisper something to her boyfriend before kissing him
again. Sirius smirked.
"You both are so damn cute together!" he said. "I'm so glad your time apart didn't end the relationship." He gestured to
Harry with a nod, "I didn't trust him, to be honest. I thought he might have a little side thing with another cutie in that other
dimension." He smiled innocently at Harry's expression. "I know I would have!" he chuckled.
"Thanks." Harry answered dryly. "I'm so glad I'm not like you."
Sirius laughed and winked at him, showing that he was only joking. Ginny suddenly turned to look at Harry, her
expression suddenly serious.
"That reminds me," she started, "guess who I met while you were away?" she asked. Without giving Harry a chance to
answer she continued, "Amy Jackson," she looked Harry straight in the eyes, "do you know an Amy Jackson?"
"Amy Jackson?" he repeated the name, "I don't know a witch named Amy Jackson." He said.
"I never said she was a witch." Ginny said. "She's a muggle. We met her when we went for a drink with Hermione at a
muggle pub."
Harry's confused expression cleared suddenly and he smiled, a look in his eyes that told Ginny he remembered.
"Amy," Harry murmured the name, "Yeah, I remember; about 5ft 6, dark hair, blue eyes, long legs..."
"Damn, wish I knew Amy." Sirius joked. When Ginny turned to glare at him, Sirius quickly lost his smile. "I better go
and...get Prongs." He got up and quickly left.
"I thought you already had this conversation." Damien said to Ginny. He remembered the day they met Amy, how Ginny
had taken the phone and left to talk with Harry.
"I stopped myself from asking that day." Ginny looked back at Harry. "I decided I wanted to be face-to-face to have this
conversation." Harry just smiled, holding back his laughter as Ginny looked at him crossly. "So, you do remember her, a
little too well, actually." She glowered.
Harry smirked.
"Don't think you can get away with blaming your muggle alter ego!" Ginny warned.
"She wasn't my girlfriend." Harry protested. "I just met her a few times and we had a drink."
"And went dancing." Damien added. Harry turned to look at him. "Amy mentioned it." he defended.
"Fine," Damien smirked. "I don't want to witness this bloody massacre anyway." He grinned at Harry. "Come on, Neelam."
The owl hooted once and flew over to Damien, settling on his offered arm. Damien left Harry and Ginny alone.
"You should have told me, mentioned it even once, so I didn't feel like an absolute fool when I met her!" Ginny said.
"How was I supposed to know you two would meet?" Harry asked.
"How many others are there?" Ginny asked suddenly.
"Gin..."
"Why?" Harry asked. "It doesn't matter if there was one girl before you or a hundred." At Ginny's gobsmacked expression,
Harry quickly added, "It's not a hundred. I just mean that the number is irrelevant. I never had a girlfriend and neither did
Alex." Harry teased. "Amy Jackson and the rest were girls that I had fun with. It was never anything more. There was never
a relationship there."
"How could you get that from what I said?" Harry asked.
"You admitted you had fun with Amy!" Ginny repeated. "You did like her, I knew it! I knew you liked her more than me!"
"No, I never said that." Harry defended. "I don't like Amy more than you. Actually, I don't like any girl more than you."
"Come on, Ginny. You're the girl I rescued, many, many times." He said playfully, making Ginny roll her eyes. "I never did
that with Amy or the rest." Harry tilted her face up when she dropped her head. "You're the only girl I made a marriage
reference to." He said. "If that doesn't say something, I don't know what will."
Ginny smiled, ducking her head again. She finally looked up at him, her brown eyes sparkling with happiness. She
leaned forward and kissed him.
"Okay, I believe you." She whispered. "But only because of the marriage reference thing."
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When Harry and Ginny walked into the living room they were surprised to see there were visitors in Potter Manor.
Frank and Alice Longbottom smiled at Harry as he entered the room, holding Ginny's hand. They got up to greet Harry,
Frank shaking hands with him while Alice preferred to hug him.
"Neville's taken him out for the day. He was mentioning something about a Quidditch match later on or something."
Frank explained.
"Nigel loves Quidditch. Neville's taught him how to fly already." Alice added.
Harry didn't say anything but was secretly glad Neville was bringing Nigel to the same match they were going to. He
would see Nigel there.
"So, we heard the news." Frank said, bringing Harry's attention back to him. "Seems like there will be another 'Professor
Potter' at Hogwarts now!"
Harry smirked.
"Oh, you're not disowning us again, are you?" Damien asked, sarcastically.
"Not all," Harry answered, "just the youngest."
Damien pulled a face at Harry but couldn't help the grin that came almost afterwards. He loved bickering playfully with his
brother, it felt natural.
"Everyone is talking about your 'revolutionary' course to teach effective duelling." Alice said, smiling proudly at Harry. "It's
all anyone can talk about. It's the first time a course will be taught at Hogwarts that is not a part of Hogwarts standard
curriculum."
"It's going to be incredible, I already know it!" Frank beamed. "We've put Nigel's name down on the waiting list already."
"I just hope no one pulls their kids out of the class once it starts. I'm not a very patient teacher."
"Just remember the one and only golden rule; don't get mad and blow things up." Sirius said, grinning.
"It's funny, everyone keeps saying that to me." Harry defended. "It was all the school board could talk about."
"I'm sure you'll be fine." Lily comforted. "After all, your temper, as terrifying as it is, doesn't compare to mine. If the
students of Hogwarts can survive me, you will be fine."
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The Longbottom's were still at Potter manor but Harry had left them to be alone in his room. Ginny had left to go back to
the Burrow to get changed for the game and to tell Ron and the rest about the Quidditch match, so they could come as
well. Harry was supposed to be getting ready as well, as they were leaving for the game in an hour's time but Harry still
had to change. He was outside on the balcony, letting the afternoon sun glare down on him. He watched the birds,
spotting the blue and white ball that was Neelam, fly over the trees and disappear among the tall branches.
Harry turned around to see Alice standing at the glass doors. She gestured to the scenery.
"I hope you don't mind me coming up here. I just wanted to talk to you."
"Harry, you might remember I wanted to talk to you, that day in the Three Broomsticks, last years' Valentine's Day?"
"You don't have to say it. I know what you want to say." Harry said, without looking at her.
Harry turned his head, just a fraction, and glanced at her before dropping his gaze to the ground.
"You want to thank me, for saving Nigel's life." Harry said. "But you don't need to. I did what I did because I had to. Nigel
was only targeted because of me. It was up to me to save him."
Alice was quiet for a few moments and kept her gentle gaze on Harry.
"For your loss." She stated simply. "I know no one has said this to you and it's understandable why." She hesitated for a
second before looking back up at Harry, at his stunned emerald green eyes. "I remember that night, when you came with
the Death Eaters. The way you spoke about...about him and the dedication you had to him, your loyalty to the man you
called father was frightening." She smiled sadly as she continued, "I remember feeling so lost then. I was so desperate for
you to realise you were not Voldemort's son and it was only afterwards that I realised that you were in fact his son. You
were brought up by him. He was all you knew since you were a baby. To lose someone that close to you, I can only
imagine the pain."
Harry was rendered speechless. No one had showed any concern over the loss of Voldemort. Everyone was too busy
rejoicing his demise.
"You lost your father, whether or not Voldemort be worthy of that title is another matter." Alice replied. "You suffered the
loss of someone close to you." She reached out and touched his cheek. "And you above all, didn't deserve that." Alice
studied the boy carefully before she next spoke. "I know why you spared me and Frank that day. You didn't kill me when
you found out I was expecting Nigel. It was that innocent little life that was depending on me and on Frank that made you
help us." She looked at Harry sadly. "You save the innocence of others because no one was there to save yours."
Harry didn't say anything but he dropped his gaze, choosing to look away from her. He felt her warm hand clasp onto his,
making him look up at her. Alice smiled at him before letting go and walking to his door.
"Alice," Harry called, making her stop to look back at him. "Thanks." He said quietly.
Alice just smiled before turning and walking past the glass doors and out of Harry's room.
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There was a knock on Harry's door before it opened and James walked in.
"She's downstairs with your mum. Ron and Hermione came with her.
Harry grinned.
"It's quite a turnout. It's a shame we don't even know who is playing."
James shrugged.
James reached into his robes and pulled out a box. He handed it to Harry who looked perplexed. He opened the box to
find two glass vials sitting inside, a silvery white mist, not quite gas, not quite liquid swimming within them.
"Whose are they?" Harry asked, recognising he was holding someone's memories.
"What?" he asked.
"These are Lucius and Narcissa's memories of the times you were obliviated." James explained quickly. "I know that
these probably aren't even a fraction of the memories you lost at the hands of Voldemort but at least it's something."
James offered. "I know you were upset with not knowing what happened to you, especially with Narcissa." James
paused, trying to see what Harry's reaction was.
The raven haired boy just stared at the two vials before his gaze lifted and he looked at his dad.
"I wanted you to get some answers, even if it is only a few." James answered. "I meant to give you these ever since you
got back but I decided to wait until we all got back from Hogwarts.
Harry stared at his dad. He knew what that last statement meant. James had wanted to wait until everyone was home
before giving him the memories, because he didn't want Harry to be alone after watching them. Harry replaced the lid on
the box carefully and looked back up at James, not knowing how to express his sheer gratitude.
"Thanks, dad." Harry said. "I know what it must have felt like, asking Lucius for this."
"If it makes you happy, it was worth it." James turned to the door. "Come downstairs. We're leaving in about twenty
minutes."
James left, leaving Harry still holding the box. Slowly, Harry turned towards the balcony again, carrying the box with him.
Harry stood at his balcony, the wind ruffling his hair. He stood holding both vials of memories in his hands. He twirled the
two vials between his fingers, feeling the weight of the tubes in his hands. He had the answers he had wondered about
within his fingertips. The missing parts of his past, some of it was here, in his very hands.
Harry let out a breath as he placed the two vials onto the wall of the balcony. Then, he gently moved his hand forward and
tipped both vials over the edge, letting them fall over. He watched as both vials glittered in the sunlight as they fell to the
ground below and with a small tinkle, they smashed onto the ground, the glass breaking into millions of tiny shards. The
white mist of memories blossomed into a cloud before evaporating into the air.
Harry watched until nothing was left of the cloud that had been Lucius and Narcissa's memories. He pulled away from
the edge of the balcony and turned to go downstairs, only to stop at the sight of Damien, standing behind him, looking
shocked.
"What did you do?" Damien asked as he hurried over to him, peering over the edge of the balcony. "Why did you smash
the memories? I thought you wanted to know what happened in your past."
"I did," Harry answered calmly. He looked over at the ground below, where the shattered vials lay before looking back up
at Damien. "But I figure, it's time I leave the past and concentrate on my future."
Harry smiled as he slung an arm around Damy's shoulder and both brothers headed downstairs, where the rest of their
family and friends were waiting for them, to go to the Quidditch match.
THE END
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There you go; the end of 'The Dark Prince Trilogy'. Thank you so much to everyone who read and reviewed. Please review
to tell me what you thought. Cheers!!