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Tele Comunication

O documento aborda as redes VSAT (Very Small Aperture Terminal), destacando sua definição, tipos, vantagens e limitações. A VSAT é um sistema de comunicação que utiliza satélites para conectar estações remotas, sendo especialmente útil em áreas com infraestrutura limitada. O texto também discute a evolução dos satélites, suas categorias e a importância das bandas de frequência na transmissão de dados.

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Tele Comunication

O documento aborda as redes VSAT (Very Small Aperture Terminal), destacando sua definição, tipos, vantagens e limitações. A VSAT é um sistema de comunicação que utiliza satélites para conectar estações remotas, sendo especialmente útil em áreas com infraestrutura limitada. O texto também discute a evolução dos satélites, suas categorias e a importância das bandas de frequência na transmissão de dados.

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República de Angola

Governo provincial de Luanda


Ministério das Telecomunicação e Tecnologias de Informação
Ministério da Educação
Trabalho Colectivo de Telecomunicação
Instituto Telecomunicação (ITEL)

Docente

_______________________
Afonso Nema

Ano Letivo 20/26


Ficha Técnica
República de Angola
Governo provincial de Luanda
Ministério das Telecomunicação e Tecnologias de Informação
Ministério da Educação
Trabalho Colectivo de Telecomunicação
Instituto Telecomunicação (ITEL)

Nome Completo Nº Classificação


Agostinho da Fonseca 01
Bernardo Saraiva 05
Betiandro Mendonça 06
Dárcio Conde 07
Dorivaldo Jerónimo 09
Feliciano Mafunda 15
Hady De Carvalho 20
Heidy Castro 21
Josemar Francisco 26
Kelson Dos Santos 29
Lukeny Mvemba 32
Mesaque Nkosi 34
Venâncio Pedro 41
INDICE

Introdução ........................................................................................................................................................... 4
VSAT .................................................................................................................................................................. 4
1. Tipos de Satélites Artificiais ........................................................................................................................... 5
2. Definição de VSAT ........................................................................................................................................ 7
3. Tipos de redes VSAT...................................................................................................................................... 8
4. Vantagens e Limitações VSAT .................................................................................................................... 14
6. Exemplos de Aplicações VSAT ................................................................................................................... 14
– LNB (Low Noise Block) ....................................................................................................................... 15
Conclusão ......................................................................................................................................................... 18
Referências Bibliográficas ................................................................................................................................ 19
Introdução

VSAT
A necessidade por informação rápida e móvel guia a tendência das comunicações
contemporâneas. A recente popularização dos celulares e o desenvolvimento das redes sem fio
são dois grandes exemplos de como a mobilidade se tornou importante na vida moderna. A
questão que fica então é por que então estamos vendo as grandes capitais, cada vez mais,
cabeando com fibra ótica as suas estruturas? A resposta é muito simples. Basta olharmos todas
as características destes dois meios físicos e não somente suas vantagens e contrapormos com
as necessidades. Ambos os meios tem características muito diferente como será visto mais
adiante neste documento.

O sistema VSAT (Very Small Aperture Terminal) surgiu


na década de 90 e consolidou o espaço como mais um meio
físico para o uso das comunicações. Sua principal
característica é a necessidade de uma menor banda nos
transponders, utilização de antenas menores e, em
consequência, a utilização de mais potência no uplink e
downlink.

Uma rede VSAT é composta de um número de estações


VSAT e uma estação principal (hub station). A estação
principal dispõe de antena maior e se comunica com todas as estações VSAT remotas,
coordenando o tráfego entre elas. A estação hub também se presta como ponto de interconexão
para outras redes de comunicação.

São utilizados frequentemente em regiões remotas, onde a infra-estrutura local (cabos


metálicos, enlaces de micro-ondas ou fibra ótica) é pouco desenvolvida. Um bom exemplo para
estes casos são os telefones rurais e telefones/fax para o ramo marítimo. Apesar disto, observa-
se um aspecto importante em sua utilização. Os EUA possuem a metade de todos os terminais
VSAT existentes em todo o mundo relativamente bem distribuído pelo seu território apesar de
possuírem uma das mais avançadas redes de comunicação terrestre. Atribui-se ao fato a uma
recente tarefa desta tecnologia, a de transpassar redes terrestres com tráfego saturado que
muitas vezes limitam redes de maior velocidade.

Este documento tem como objetivo descrever as técnicas utilizadas nas redes VSAT, suas
vantagens, desvantagens e aplicações passando por uma breve descrição de como os satélites,
elo de ligação entre o início e o fim da comunicação, evoluíram e funcionam atualmente.

Apesar de tudo que foi dito, sua maior vantagem é a rápida instalação, quando o satélite já está
em órbita, e a distribuição da informação em ampla escala que esta rede é capaz de oferecer.
Exemplos de aplicações das redes VSAT serão fornecidas mais adiante bem como comparação
entre os meios de transmissão.
1. Tipos de Satélites Artificiais

O termo satélite empregado atualmente vem do latim satelles ou satellitis, que sigifica corpo
que gravita em torno de um astro de massa preponderante (dominante), em particular ao redor
de um planeta. Daí a necessidade de diferenciação inicial entre satélites naturais (corpos
celestes) e artificiais que são os engenhos construídos pelo homem.

O difícil objetivo deste item é conseguir dividir em categorias as centenas de satélites artificiais
já lançados pelo homem. Desde os satélites de órbita elíptica excêntrica, com o zenit no
hemisfério norte e órbitas de 12 horas, usados (pela série Molniya) no início da década de 60
muitos avanços ocorreram tanto na tecnologia de foguetes quanto na velocidade dos circuitos
eletrônicos e sua integração. Assim dividiremos os satélites artificiais entre as categorias
finalidade e órbita.

1) Finalidade

Dentre dessa categoria, existem os satélites militares, os científicos, navegação e os de


comunicações

Segundo consta na literatura, cerca de 75% dos satélites lançados a partir de 1957, tem
finalidades militares. Desenvolvidos com os objetivos de telecomunicação, observação, alerta
avançado, ajuda à navegação e reconhecimento, os satélites militares, em função do objetivo a
que foram concebidos, giram em diferentes altitudes e, por consequência órbita. Atualmente os
EUA possuem tecnologia de altíssima resolução espacial, como o Big Bird, que podem
identificar objetos de poucos centímetros de comprimento. Também no segmento bélico
destaca-se o Key Hole, que espionam alvos e transmitem, com uma varredura igual a da
televisão, em tempo real. Mais uma prova de que o segmento bélico é pioneiro na descoberta
de novas tecnologias é o GPS (Global Positioning System). Utilizado em sistemas de
navegação, a constelação de 16 satélites americanos fornece aos portadores de terminais a
localização acurada de onde se encontram.

Os satélites científicos englobam os meteorológicos, os de exploração do universo e os de


coletas de dados da Terra. Os meteorológicos visam a óbvia tarefa de identificação do clima,
possibilitando a prevenção de mortes por desastres naturais como furacões ou chuvas de
granizo. Já os de exploração do universo, tem seu alvo voltado justamente para a exploração
do espaço a fim de obter mais conhecimento da Terra, do sistema solar e do universo como um
todo para que, quiçá, um dia tenhamos a condição de entender um pouco mais o nosso passado
e o futuro que virá. E, o último dos satélites científicos, o de coleta de dados, que visa
elaboração de informações sobre fenômenos físicos, químicos, biológicos da superfície da
Terra e da atmosfera, através de uma gama infinita de sensores existentes.

Por fim, os satélites de comunicação que são utilizados na transmissão mundial de informações
digitais, especificamente para o mundo civil. Os satélites de comunicação podem ter acessos
múltiplos, isto é, servir simultaneamente a diversas estações terrestres de localidades ou mesmo
de países diferentes. Como será visto a seguir sua utilização não é restrita a nenhuma órbita ou
banda e é o foco deste trabalho.

2) Órbita
Existem três tipos de órbitas que um satélite pode cursar. A primeira e mais comum delas é a
geoestacionária utilizadas para fins de comunicação. Posicionados a uma altitude entre 35800
km e 36000 km, os satélites gastam 23h e 56 min para dar uma vota em torno da Terra que,
não por coincidência , é o mesmo período de rotação de nosso planeta. Neste caso a órbita é
denominada geosíncrona apenas. Se o plano da órbita se confundir com o equador, o satélite
parecerá estático a um observador terrestre, devido ao fato dos dois terem a mesma velocidade
angular e eixo de rotação. Para este caso é atribuído um nome especial, órbita geoestacionária.

Devido a este fato, é disputada a altitude referida sob a linha do equador, já que a fim de não
haver interferência entre satélites os mesmos devem estar afastados de 2 o no mínimo. Assim,
limita-se em 180 o número de satélites nesta órbita que já possui satélites de várias finalidades
como transmissão de televisão, governamental e militar. A utilização de frequências diferentes
poderia solucionar este problema diminuindo a distância entre os satélites, porém o aumento
das frequências além de ser tecnologicamente custoso por produzir equipamentos muito
específicos também é polêmico devido aos acordos interacionais de utilização das bandas de
frequências.

Nos primeiros trinta anos, os satélites de baixa órbita raramente eram usados em comunicações
devido ao fato que as antenas não mantinham a visada por muito tempo. Geralmente eram
utilizados com propósitos de sensoriamento científico ou militar durante todos estes anos.
Porém, no início da década de 90, a Motorola investiu em um projeto nomeado Iridium que
constituía em uma cadeia de 77 satélites espalhados pelo globo. Estes satélites, mais tarde
reduzidos ao número de 66, tinha o objetivo de que qualquer dispositivo portátil poderia se
comunicar diretamente com o satélite que possuísse a célula em que o dispositivo se
encontrasse, ou seja, tanto o usuário quanto à célula estariam em movimento. Tal projeto não
alcançou o sucesso esperado e atualmente tanto a Motorola quanto todas as outras empresas
que a sucederam com o mesmo tipo de ideia (Globalsat, Odyssey e Ico) continuam operando
em meio às dificuldades.

Existem também os satélites de órbita elíptica e excêntrica utilizado no início da exploração


deste segmento pela União Soviética, como dito anteriormente, com uma órbita de 12 horas.
Como a explicação de seu funcionamento é demasiadamente complicada e fora do escopo do
trabalho (atualmente quase sem uso, exceto pelo ramo militar) não será aprofundado este
tópico.

3) Bandas de frequências

O conceito de banda na classificação dos satélites envolve a faixa de frequência tanto para o
uplink (caminho percorrido pelas ondas eletromagnéticas até o satélite) quanto para o downlink
(caminho das ondas do satélite). O downlink e o uplink possuem frequências diferentes a fim
de não causar interferência mútua. Abaixo seguem uma tabela de todas as bandas encontradas
nas transmissões por satélite.
Banda P 200-400 Mhz
Banda L 1530-2700 Mhz
Banda S 2700-3500 Mhz
Banda C 3700-4200 Mhz
4400-4700 Mhz
5725-6425 Mhz

Banda X 7900-8400 Mhz


Banda Ku1 (Banda PSS) 10.7-11.75 Ghz
Banda Ku2 (Banda DBS) 11.75-12.5 Ghz
Banda Ku3 (Banda 12.5-12.75 Ghz
Telecom)
Banda Ka 17.7-21.2 Ghz
Banda K 27.5-31.0 Ghz
Um transponder em banda C tem, tipicamente, 36MHz de largura de banda, enquanto que os
de banda Ku tem tipicamente 27MHz.

Internacionalmente, a banda mais popular é a banda Ku, pois permite cursar tráfego com
antenas menores que as de banda C, devido ao fato das suas frequências serem mais altas.

Entretanto, devido ao mesmo facto, a transmissão em banda Ku é mais suscetível a interrupções


causadas pela chuva. Dessa forma a banda C é mais popular em países tropicais.

2. Definição de VSAT

A rede de comunicações VSAT (Very Small Aperture Terminal) foi idealizada no final dos
anos 80 com o objetivo inicial de integrar unidades separadas por longas distâncias, tem sido
utilizada comercialmente há dez anos. Seu nome refere-se a qualquer terminal fixo usado para
prover comunicações interativas, ou recepção apenas, sempre passando pelo satélite qualquer
transmissão terrestre até o receptor.

Tais redes são compostas de três componentes básicos: estações remotas (terminais VSAT),
uma estação máster opcional (HUB) e obviamente o satélite de retransmissão. Como será visto
mais adiante, o HUB gerencia a rede num determinado tipo topologia e tem a finalidade de
controlar o acesso pelo provedor do serviço.

De um a milhares todos os terminais VSAT de um mesmo sistema utilizam o mesmo


transponder (conjunto receptor, conversor de frequência e transmissor) e compartilham a
mesma banda.

O sistema VSAT se diferencia por usar antenas de pequeno diâmetro, menores que 2.5 m para
terminais e menores que 4 m para HUB’s e ter baixo custo. Abaixo, na figura 1, o esquema das
partes de um terminal
VSAT.
Figura 1 – Terminal VSAT

Figura 2 – IDU (Modem iDirect 3100)

Obviamente que os sinais recebidos do satélite são fracos e precisam ser amplificados sem a
introdução de ruídos, que é executado pelo módulo LNB (Low Noise Block). A amplificação e
conversão para a frequência adequada ao uplink e realizada pelo BUC (Block Up Converter),
às vezes também chamado ODU.

3. Tipos de redes VSAT


a) Tipos de rede

Várias topologias de redes, protocolos e interfaces estão disponíveis para serem implementados
em aplicações de comunicação VSAT. Como exemplo podemos citar alguns protocolos como
ATM, Frame Relay, IP, X25 e o próprio ISDN.

Redes VSAT são geralmente do tipo estrela onde existe uma central (HUB) que atua como os
contemporâneos hub’s de redes locais (par trançado). Nesta topologia um primeiro terminal
VSAT que deseja transmitir para um segundo executa os seguintes passos:

1) Transmissão VSAT1 para satélite


2) Transmissão satélite para HUB 3) Transmissão HUB
para satélite 4) Transmissão satélite VSAT2
Abaixo um esquema ilustrativo:

Figura 2 – Transmissão Estrela

No exemplo acima foi mostrada uma transmissão unidirecional, porém como dito
anteriormente, a comunicação pode ser realizada bidirecionalmente. Atualmente, a metade das
estações VSAT apenas recebe informações.

Na topologia em estrela, para uma estação VSAT se comunicar com outra estação do mesmo
tipo deve se comunicar com a estação hub e esta retransmitir o sinal para a outra estação VSAT,
ocorrendo nesse caso o fenômeno denominado de duplo salto, pois o sinal vai e volta duas
vezes do satélite.

O outro tipo de arquitetura, menos usual, é a topologia malha (mesh) onde qualquer um dos
terminais VSAT se comunica, por intermédio somente do satélite, diretamente com um ou mais
terminais. Este tipo de topologia é extremamente útil quando se deseja diminuir o tempo de
atraso de uma transmissão, já que há somente um salto entre os dois pontos.

Os satélites utilizados em ambos os tipos de arquitetura são do tipo geoestacionário. Assim,


como o satélite esta a uma altitude de 36.000 km acima do equador, dois terminais VSAT, um
do lado do outro no equador e logo abaixo do satélite, levariam 240 ms para uma transmissão
na topologia mesh. Normalmente os tempos de transmissão variam de 250 ms até 300 ms, com
um valor típico de uso a partir de 270 ms. Obviamente para um sistema VSAT com HUB este
tempo duplicaria devido aos dois saltos. Esta é uma importante característica que dificulta a
utilização do VSAT em sistemas que necessitem de tempo real, em contrapartida o custo de
transmissão independe da distância percorrida entre os pontos.

No caso das estações VSAT estarem conectando telefones públicos rurais com a rede cabeada
(PSTN), o HUB serviria de elo para a conexão. Da mesma forma acontece quando se deseja
oferecer internet a estações remotas, cada estação recebendo um IP fixo.

b) Componentes

Depois de ver as topologias de rede através de arquitetura típica, veremos alguns dos
componentes da rede. Abaixo a figura 3 que ilustra os componentes a serem explicados.
O primeiro e mais crítico componente do sistema VSAT é sem dúvida o satélite. Caso haja
algum problema nos seus painéis solares ou no controle no seu sistema de geonavegação
simplesmente não há comunicação. Como ainda não chegamos a ponto de ter um engenheiro
orbitando junto do satélite a 36000 Km de altura, fica difícil a manutenção quando ocorrem
problemas Os satélites modernos são compostos de 24 transponders cada um com largura de
banda podendo chegar até 110 Mbps. A largura de banda pode ser combinada de diversas
formas, desde que o bit rate total permaneça contido no limite do transponder.

Figura 3 – Componentes dum sistema VSAT típico de Intelsat

Os satélites podem operar em três bandas: C, Ku e Ka e dependendo da banda utilizada teremos


diferentes desvantagens.
Banda Downlink Uplink Problemas
C 3.7 – 4.2 GHz 5.92 – 6.42 GHz Interferência Terrestre
Ku 11.7 – 12.2 GHz 14.0 – 14.5 GHz Chuva
Ka 17.7 – 21.7 GHz 27.5 – 30.5 GHz Chuva
Tabela 2 – Bandas de VSAT comercial

A banda C, atualmente com menos uso, foi a primeira a ser explorada comercialmente devido
a sua cobertura ser mais ampla. Esta banda apresenta elevada interferência terrestre
dificultando principalmente a recepção, já que os links de micro-ondas operam nesta mesma
banda. A banda Ku, a mais utilizada atualmente, possui uma desvantagem natural: a chuva. A
chuva interfere nas comunicações entre o satélite e as bases terrestres porque o comprimento
de onda utilizado não consegue contornar as gotas de chuva acabando por ser absorvido pela
mesma. Para suavizar este problema duas técnicas são utilizadas atualmente. A primeira e mais
comum é aumento da potência de transmissão tanto do satélite quanto dos terminais. A outra,
que só existe em no papel, é a utilização de HUB’s adicionais e distanciados pode fazer que
somente parte da rede VSAT seja atingida por temporais (topologia estrela). A banda Ka, além
de possuir a interferência da chuva utiliza uma banda de alta faixa de frequência. Por este
motivo, os equipamentos utilizados para esta banda são muito caros e de difícil
desenvolvimento já que pequenas capacitâncias parasitas influenciam o circuito severamente.

Falando agora de componentes terrestres, um bom começo seria pelas estações VSAT.
Denominada por alguns fabricantes como IDU (indoor unit), as estações VSAT podem com
somente uma antena agrupar vários tipos de serviço para a transmissão. Podemos ver na figura
3 que uma única estação pode agrupar serviços como ATM (caixa automático), terminais
isolados que são conectados a mainframes, serviço de telefone, rede para PC e
videoconferência (considerando as ressalvas sobre o atraso).

Os tamanhos das antenas das estações estão diretamente ligados a dois fatores. O primeiro é o
foco, oferecido pelo satélite que pode ser pontual (spot), hemisférico ou global. Quando mais
concentrado, teríamos maior densidade energética para as antenas, necessitando de menores
antenas. Além disso, como o ganho da antena é dependente da frequência, teríamos antenas
maiores para menores frequências. Assim, a banda C utiliza antenas maiores que a banda Ku e
Ka.

Passando agora para o HUB, constata-se que alguns computadores estão ligados fisicamente a
esta unidade. O primeiro deles é o host, com função de fornecer a informação necessária às
estações ou conecta-las a uma rede externa. O information center é utilizado para guardar as
informações dos clientes podendo ser convertido para uma estação junto ao HUB. E, por fim,
NMS (Network Management System) utilizado pelo gerente da rede. Através do NMS pode-se
controlar os limites dos canais, o uso, a performance e o tráfego além de executar diagnósticos
e relatórios estatísticos.

c) Técnicas de Acesso

As técnicas de acesso no sistema VSAT são muitas, variando de fabricante para fabricante.
Algumas delas são o Aloha, Slot-Aloha, DAMA, TDMA, FDMA e CDMA, bem conhecidas
técnicas de múltiplo acesso. Códigos corretores como o FEC (Forward Error Correction) com
taxas de 1/2 ou 3/4 e detectores de erros são frequentemente usados nas técnicas de acesso tanto
para descongestionar o meio (quando corrigidos), quanto para identificar colisões, ambos
através de redundância. Como será visto em seguida a técnica de acesso esta intimamente
ligada com a aplicação e topologia utilizadas.

Como já explicado, o satélite usa frequências diferentes para o uplink e o downlink. Assim,
utilizando-se o Aloha, quando um dado terminal tem um quadro, ele transmite
instantaneamente, mesmo se o canal estiver sendo utilizado. O terminal “ouve” o meio e caso
seja ocupado, respeitando o tempo de atraso inerente, assume que a mensagem foi enviada com
sucesso. Caso contrário ele aguarda um tempo aleatório para retransmitir o quadro. Alguns
sistemas, reconhecem se o quadro foi devidamente transmitido por um ack vindo do HUB.

O Slotted-Aloha é uma versão melhorada do Aloha simples que tem como objetivo fazer que
as colisões se sobrepunham o máximo possível. O método utilizado foi fazer que as
transmissões dos quadros só possam ocorrer em períodos determinados. Assim, um quadro não
pode interferir com o outro que já esteja na metade de sua transmissão. Os slots são iguais
períodos de tempo e este sistema praticamente dobra a eficiência em relação ao anterior. A
sincronização se dá através do clock-master do HUB, considerando assim as diferentes
distâncias dos terminais.

O TDMA (Time Division Multiple Access) se caracteriza pela divisão no tempo do


transponder. O transponder do satélite tem a divisão no tempo dos canais. O método mais
utilizado dentro desta técnica é o TDMA-DA (Demmand Assignment) onde o HUB fica
responsável de alocar o slot para cada terminal VSAT de acordo com a transmissão
previamente requerida. TDMA é o método mais utilizado nas redes VSAT comerciais.

O conhecido FDMA (Frequency Division Multiple Access) utiliza diferentes portadoras na


transmissão dos diferentes canais possibilitando a transmissão simultânea sem prejuízo por
interferência. Assim, obtém-se para cada transponder a divisão em frequência dos canais.

Nas redes VSAT que utilizam CDMA (Code Division Multiple Access), cada terminal recebe
um número pseudo-randomico (PN) único utilizado para codificar e decodificar suas
transmissões. Vários VSAT podem transmitir simultaneamente na mesma frequência, sendo
separado na recepção pelo HUB. A transmissão do HUB também é codificada da mesma forma,
porém um único PN é atribuído ao HUB o que permite a recepção por todos os terminais. O
CDMA se caracteriza por ser um método ineficiente de se usar a capacidade do satélite, no
entanto tem grande resistência a interferências externas além de gerar menos interferência que
os outros métodos.
E, por fim, será visto o DAMA (Demand Assignement Multiple Access). Quando um terminal
VSAT deseja realizar uma transmissão, este terminal faz uma requisição de um slot no tempo
ou frequência para fazê-la. A atribuição do slot/frequência é feita pelo NMS e este somente é
liberado após a conclusão da transmissão. Esta técnica de acesso por demanda é a técnica
utilizada para os serviços de telefonia para a garantia de uma qualidade mínima. Atualmente a
EUTELSAT já disponibiliza contratos onde o pagamento é proporcional somente ao uso.

É preciso nomear os standards para transmissão de vídeo DVB-S e DVB-S2: eles incluem a a
modulação, a correição de erros e os codecs da informação. Por exemplo o DVB-S2 usado nos
terminais Evolution de iDirect inclui codificação e modulação variável VCM para optimizar a
largura de banda e se adaptar ao meio em todas as condições. Também inclui modulação e
codificação adaptativa, que permitem mudar os parâmetros rapidamente em casos de
desvanecimento do sinal.

Observa-se que em vários métodos de acesso, o HUB se faz mais necessário que apenas
gerenciamento da rede, justificando a utilização de topologia estrela. Frequentemente os
fabricantes de VSAT ressaltam que terminais em malha (mesh) necessitam de antenas maiores
e mais recursos. d) Modulação
A comunicação utilizada nos em qualquer sistema digital, é escolhida levando-se em
consideração o canal utilizado. Assim acontece com os satélites em geral, que utilizam o PSK
(suas diversas variantes) em detrimento ASK e FSK. A escolha do PSK (Phase Shifting
Keying) é óbvia para a rede VSAT. Qualquer modulação que afete a amplitude, como o QAM
e o ASK, é extremamente inadequada, já que o canal é extremamente não linear e sua atenuação
é variável com tempo. Além disso, para uma mesma energia empregada na transmissão dos
símbolos, pode-se verificar matematicamente [3] que o sistema PSK possui o menor BER(Bit
Error Rate) quando comparado ao sistema FSK. Abaixo na figura 4 uma tabela comparativa.

Figura 4 – BER comparativo PSK e FSK

Quanto ao número de símbolos e as variantes da modulação nenhuma informação das


vantagens e desvantagens é revelada pelos fabricantes dos equipamentos, porém as modulações
mais desenvolvidas são DPSK (Differntial Phase-Shift Keying), BPSK (Binary Phase-Shift
Keying), QPSK (Quadriphase-Shift Keying) e MSK (Minimum Shift Keying). Dentre elas se
destaca a QPSK, por conseguir transmitir dois bits por símbolo, o que faria os símbolos terem
fases deslocadas de π/2.

Os sistemas que modernos usam sempre que fosse possível 8PSK e até 16PSK. Sistemas de
transmissão como DVB-S2 conseguem mudar dinamicamente de modulações e codificações,
dependendo da máxima que consegue com as condições em cada momento.
4. Vantagens e Limitações VSAT
Sem dúvida que poder transmitir informações para vários usuários separados a quilômetros de
distância de uma forma tão rápida é, e continuará sendo uma vantagem sobre qualquer outro
meio de comunicação. Aplicações militares para esta tecnologia não faltam, já que guerras
sempre ocorreram e, pelos recentes fatos, continuaram ocorrendo espalhadas por todo o globo.
Porém o uso de ondas eletromagnéticas em uma transmissão, ainda mais em uma transmissão
envolvendo áreas enormes traz um ponto à discussão: a segurança. Mesmo em sistemas que
possuem os focos das antenas dos satélites pontuais, não raro são as transmissões que usam da
encriptação para garantir que somente pessoas autorizadas tenham acesso as informações
transmitidas.

Além do problema da chuva que afecta de forma diferente as diferentes bandas de transmissão,
existe ainda o problema pouco comentado de quando o satélite eclipsa o sol. Este efeito
interfere na comunicação interrompendo (uma vez por ano no período por poucos minutos com
previsão adiantada) por ser uma fonte de ondas eletromagnética bastante poderosa. Assim,
sistemas críticos que não podem ficar minutos sem comunicação não devem usar VSAT.

Um fator que se deve ressaltar é que seu BER é variável, visto que as condições climáticas
(chuvas) interferem de forma direta, já que as ondas eletromagnéticas passam os primeiros
quilômetros do seu percurso na atmosfera.

Depois de todos os problemas apresentados, vejamos as vantagens. O próximo ponto a se


levantar é a rapidez. Relatos de instalações práticas mostram que redes VSAT podem ser
implementadas e começar a operar em poucos dias. Isto se deve a uma característica importante
que os sistemas devem ter, o amadurecimento e a não utilização de um meio físico fixo. Além
de vários problemas já terem sido detectados e solucionados, o amadurecimento de uma
tecnologia traz a vantagem do custo menor. Como custo, tempo e conhecimento dos problemas
são fatores importantes em aplicações comerciais, uma comparação, analisando estes tópicos,
sempre deve ser feita entre tecnologias.

Levando-se em consideração que localidades mais distantes são sempre deixadas para segundo
plano no que diz respeito a comunicações, unidades fabris e pequenos aglomerados rurais
sempre podem contar com este meio de transmissão. Localidades insulares, de pouca
infraestrutura e veículos de mobilidade intercontinental (aviões e navios) são possíveis
candidatos a possuírem VSAT.

6. Exemplos de Aplicações VSAT


Um fabricante de hardwares para VSAT, cita como um dos seus melhores exemplos de
implementação, o caso de um conjunto financeiro na costa leste da África. As requisições para
a implementação eram que a rede pudesse suportar grandes transferências de arquivo (10Mb)
sobre informações financeiras, pudesse transmitir voz sobre IP, provesse acesso à internet e e-
mail. Assim, após o planejamento do tráfego (obviamente não informado) foi instalada a rede
VSAT para 200 terminais, onde se integrou uma rede híbrida estrela/mesh operando na banda
C. A escolha da banda utilizada foi motivada pelo custo, já que não existia links de ondas
eletromagnéticos terrestres que pudesse atrapalhar as comunicações. A utilização desta
tecnologia ocorreu devido à ineficiência da rede de telefonia local e transmissões de dados
praticamente não existentes.
Se você neste momento está pensando que isto só ocorreu porque foi na África, saiba que a
Reuters implementou um sistema financeiro semelhante disponível da América do Norte a
América do Sul. Este caso, em especial, usou a vantagem da grande abrangência que a rede
VSAT pode conter. Este caso pode ser encontrado no site da Intelsat.

Finalizando os exemplos, também fornecido pela Intelsat, temos o caso de vários locais de
extração de petróleo e gás natural, além das bases espalhadas em terra que necessitavam de
uma mais eficiente comunicação. Requerendo a união de suas redes LAN, introdução de
internet, intranet, voz e aperfeiçoamento à distância, a rede foi estabelecida utilizando DVB IP
ligando dez localidades com uma expansão previsível, segundo a Intelsat, a cem localidades.

7. Guia Instalação com modem iDirect


Antes da instalação
Ferramentas para o levantamento:

– Bússola
– Inclinômetro
– Câmera digital – Fita métrica

Pontos a ter em conta no levantamento:

– Linha de visão
– Tipo de mastro a usar (chão, parede, etc)
– Acesso ao telhado/recinto
– Rota e comprimento do cabo (IFL)
– Ponto de entrada do cabo (nunca pelo telhado, furar sempre em horizontal)
– Licença do dono
– Horas de aceso
– Condições de energia
– Licença de operação do organismo regulador
– Locação do modem
– Obras de empreitaria
– Interferências terrestres na mesma banda de trabalho.

Inventário de materiais precisos para a instalação:

– Antena
– Mastro
– Feed Horn (trombeta)
– BUC (Block Up Converter)
– Fecho do BUC (parte metálica que parafusa-se acima para lhe assegurar)
– LNB (Low Noise Block)
– Cabo TX e RX (RG6 – 30m. / RG11- 100m. /RG213 – 100m.)
– Conectores tipo F ou N (dependendo do equipamento) – Modem com
alimentador e cabo de rede

Antes de começar precisam-se os seguintes elementos:


– Arquivo de definições (Options File) e aplicativo iSite
– Dados de elevação, azimute e polarização
– Inclinômetro, bússola, multímetro
– Computador portátil
– Analisador de espectro
– Mala de ferramentas com chaves de fenda, estrela, allen, fixas, francesa, alicates, etc
– Crimpadora de cabos coaxiais com conectores extra – Ferramenta pela-cabos.
– Cabos extra, RG6, RG11, ethernet cruzado e direito, série RS-232 e convertedor série
USB
– Bridas de diversos comprimentos
– Fita cola a prova de água (Scotch)
– Lanterna com baterias sobressalientes
– BUC, LNB, Modem e alimentador sobressalientes (Opção)

Durante a instalação

A montagem estândar resume-se nos seguintes passos:

– Montagem do mastro
– Provisão de lastro ou betão
– Montagem do prato
– Montagem e instalação da trombeta (com LNB e BUC)
– Instalação e terminação dos cabos e conectores
– Apontamento (pointing) e comprovação (peaking)
– Ativação com o NOC do fornecedor
– Provas da ligação com os aplicativos que peça o cliente
– Limpar e arrumar o local
– Preencher a folha de instalação

Guia para o apontamento em 10 passos:

Para um bom apontamento da VSAT, existem apenas alguns passos críticos. Entendê-los
reduzirá o tempo necessário para encontrar e ajustar a antena.

1) Conheça as definições de azimute, elevação e polarização. Você deve tê-las antes da visita
à instalação (site survey). Utilizar a calculadora Look Angle como a de
[Link]/[Link]

2) Conheça o OFFSET look angle da antena específica que você está instalando. Um guia
rápido para algumas antenas comuns:

Patriot 1.2m: 22 graus Prodelin 1.8m: 22.3 graus


Patriot 1.8m: 22.3 graus Andrew 1.2m: 23 graus
Prodelin 1.2m: 17,3 graus Andrew 1.8m: 22.6 graus

3) Aperte bem toda a antena. As porcas de Azimute e Elevação devem estar soltas o suficiente
para explorar o céu sem problemas, mas não tão solta quanto a permitir que a antena abane.
4) Defini a Polaridade correcta. Para downlink Horizontal, zero graus será definido quando o
LNB está na posição 12:00 ou 6:00 horas. Para downlink Vertical, zero graus será definido
quando o LNB está na posição 3:00 ou 9:00 horas. Em seguida, gire a trompeta e monte
pela configuração de polaridade para o seu site. Se a configuração de polaridade for
positiva, a montagem deve rodar no sentido anti-horário. Se a definição da polaridade for
negativa, a montagem deve rodar no sentido horário. A rotação é feita segurando a trompeta
montada nas suas mãos, enquanto virada para a frente da antena.

5) Definir a elevação mais 3 graus. Subtrair o offset da antena para verdadeira elevação do
satélite, esta será a elevação real definida para sua antena. Usando um inclinômetro, definir
a elevação da antena três graus acima da elevação real. Zero graus é quando a antena está
de pé para cima olhando para o horizonte.

6) Exploração do satélite. Ligue o analisador de espectro ou o modem ao LNB. Lentamente,


mover a antena lado a lado. Movimente circularmente 45 graus em cada lado da sua bússola
posição (azimute). Se não for encontrado o satélite, baixe a elevação da antena por uma
volta da porca de ajuste da elevação e explore novamente. Continuar explorando
horizontalmente diminuindo a elevação até o satélite ser encontrado.

7) Uma vez encontrado, centralize o azimute da melhor forma possível. Apertar os parafusos
de Azimute e Elevação de montagem no mastro. Com as porcas apertadas, o apontamento
vai mudar um pouco, e o nível de potência irá cair. Ajuste enquanto esteja a apertar para
compensar isso.

8) Afinar a antena com o as porcas de aperfeiçoamento. Afinar o Azimute primeiro e, então,


a elevação, o Azimute novamente. Apertar o conjunto ao mesmo tempo que vê o sinal nível
de potência. Se o nível de potência cai, reajustar o azimute e elevação. Os níveis de potência
devem estar no nível mais elevado possível uma vez que a antena esteja completamente
apertada.

9) Confirmar que estamos no ponto mais alto empurrando ou esticando a antena suavemente
sobre a as partes direita, esquerda, superior e inferior do prato. Em cada caso, o nível de
potência deverá diminuir. Se empurrar a antena em qualquer direção aumenta o nível de
sinal, é preciso fazer outro ajuste fino nesse sentido.

10) Girar a trombeta à direita e esquerda suavemente para obter o máximo nível possível.
Conclusão
Certamente as comunicações por satélite não devem ser um mercado próspero nas grandes
populações, devido às restrições já analisadas anteriormente. A fibra óptica, já é parte
integrante dos grandes centros urbanos e seu potencial de escalabilidade é incrível. Estima-se
que apenas uma fibra, especialmente com os recursos do WDMA, tem maior largura de banda
que todos os satélites lançados se caracterizando como o melhor meio de comunicação para
tráfegos pesados.

Nas áreas isoladas e em alguns segmentos onde mobilidade, rapidez de implementação e


comunicação em massa são necessários, o VSAT continua sendo usado. Destaca-se que o
alcance a grandes distâncias, mesmo que em terrenos adversos, ainda é o grande trunfo que as
comunicações por satélite possuem. Terminais que apenas recebem informações, como os
empregados frequentemente no ramo financeiro, são utilizadores desta forma de comunicação.

A associação de links VSAT a redes já existente é, claramente, a forma mais comum de se ver
tais equipamentos. A espera por fibra óptica, mesmo em regiões próximas aos grandes centros
urbanos, pode ser longa demais, principalmente em países subdesenvolvidos.

O que deveria ter sido mais bem explorado, e que talvez em um futuro próximo o seja, são os
satélites de baixa órbita que possuem atrasos menores (da ordem de 10 ms) o que poderia
ampliar o uso das comunicações por este meio. Serviços de internet oferecidos através deste
tipo de satélite, a exemplo do projeto Teledesc, talvez possam revolucionar o mundo das
comunicações.

Atualmente já se começa falar em USAT (Ultra Small Aperture Terminal) que utilizam as
mesmas técnicas aqui comentadas, porém com antenas menores ainda, ou seja, da ordem de
um metro de diâmetro.
Atualmente a menor antena comercial existente é d
Referências Bibliográficas

[0] VSAT (Very Small Aperture Terminal) [Link]/grad/02_2/vsat


Prof. Otto Carlos Muniz Bandeira Duarte
Fabrício Lopes Leão

[1] VSAT handbook


IntelSat, 1998

[2] Redes de Computadores


Tanenbaum, S. Andrew; 5a edição; Editora Campos;
1997 pg 106-112; pg 185-193 e pg 374-380

[3] Communication Systems


Haykin, Simon; 4th edition; John Wiley & Sons; 2001
Chapter 5,6 & 8

[4] “Efeitos da chuva no desempenho de terminais VSAT na transmissão de dados por satélites
nas bandas Ku e Ka”
Alencar, Gilson et al; XIX Simpósio Brasileiro de Telecomunicações; 2001

[5] International VSAT Policy Declaration


The global VSAT forum; 1999

[6] Redes de Computadores Das LANs, MANs e WANs as Redes ATM


Soares, Luiz F. G.; Guido, Lemos; Colcher, Sérgio; 2a Edição; Editora Campus; 1995

[7] Internet via Satélite: as expectativas da comunicação em banda larga e as implicações


tecnológicas Nassif, Lilian Noronha

[8] Real Time GPS Data Transmission Using VSAT Technology Jackson, Michael E. et al

[9] Satellite-based rural telephony: effective solutions for infrastructure development Intelsat
Group

[10] [Link]

[11] [Link]

[12] [Link]

[13] [Link]

[14] [Link]

[15] [Link]/communication/vsat/

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