CAMPO ELETROMAGNÉTICO
As primícias do magnetismo perdem-se na história, quando se descobriu que um
pedaço de óxido de ferro natural, denominado magnetita, elevado livremente, se
orientava próximo da direção norte-sul. Este objeto dava origem a uma bússola
magnética primitiva.
No estudo do campo magnético da terra verifica-se que o polo sul é o ponto para
qual as linhas de indução convergem. Na Terra, o polo norte magnético encontra- se
próximo ao polo sul geográfico e o polo sul magnético encontra-se próximo ao polo
norte geográfico, como ilustrado na figura 1.
Figura 1 – Campo magnético da Terra
O magnetismo que vem da Terra atua como uma proteção. As linhas emitidas
pelo polo norte magnético que são direcionadas para o polo sul magnético desviam da
superfície da Terra partículas emitidas pelos ventos solares. As forças dos ventos
poderiam arrastar para o espaço a atmosfera e com isso impossibilitar a vida na Terra.
Mais tarde, foi descoberto que inúmeros outros materiais apresentavam a mesma
propriedade do magnetismo. Estes materiais assim eram conhecidos como ímãs. Os
ímãs magnetizam limalhas de ferro, a região onde se acumula a limalha é conhecida
como polo do ímã.
Os ímãs contêm polo Norte (N) por onde saem as linhas de campo e um polo sul (S) por
onde elas entram, como ilustrado na figura 2.
Figura 2– Campo magnético do imã.
Em 1819, o físico dinamarquês Hans Christian Oersted (1777-1851), foi o
primeiro cientista a constatar a deflexão sofrida pela agulha de uma bússola quando
colocada nas imediações de um fio percorrido por corrente elétrica. Esta observação
teve grande importância, pois sugeriu uma relação entre eletricidade e magnetismo. Foi
observado também que as linhas de campo em torno de um fio longo percorrido por
uma corrente elétrica, constituem-se de círculos concêntricos cujo centro é o próprio fio
condutor.
As descobertas de Oersted induziram trabalhos de outros grandes cientistas que
contribuíram no estudo das relações entre eletricidade e magnetismo. Entre os
principais nomes podem ser citados: Jean Baptiste Biot, Felix Savart, André-Marie
Ampère, Joseph Henry, Michael Faraday, Heinrich Lenz, entre outros.
1. REGRA DA MÃO DIREITA
A regra de Fleming, ou mais conhecida como “Regra da mão direita”, indica o
sentido das linhas de campo gerado por uma corrente elétrica. Como por exemplo, a
corrente que passa em um fio condutor.
Para se identificar o sentido das linhas de campo magnético através da regra da
mão direita, deve-se proceder da seguinte forma: alinha-se o polegar direito com
sentido convencional da corrente elétrica “i”, enquanto os demais dedos, ao
envolverem o condutor, indicarão o sentido do campo eletromagnético.
Note que o sentido convencional da corrente é contrário ao movimento dos elétrons.
Figura 3 – Regra da mão direita
CAMPO ELETRÔM AGNÉTICO
DESCRIÇÃO DO LABORATÓRIO
MATERIAIS NECESSÁRIOS
• Circuito elétrico;
• Bússola.
PROCEDIMENTOS
1. ANALISANDO O COMPORTAMENTO MAGNÉTICO DA BÚSSOLA
Verifique a deflexão da agulha da bússola que está no centro da mesa
2. POSICIONAMENDO A BÚSSOLA
Mova a bússola para que ela fique próxima a chave do circuito. Feche a chave
do circuito.
3. OBSERVANDO O FLUXO DA CORRENTE ELÉTRICA E O VETOR LINHA
DO CAMPO MAGNÉTICO
Utilize a função inspecionar do laboratório virtual para observar as
representações dos elétrons e do campo magnético.
4. VERIFICANDO A DEFLEXÃO DA AGULHA
Verifique a deflexão da agulha da bússola quando ela está posicionada neste
ponto em relação ao circuito.
5. REPETINDO O EXPERIMENTO
Repita os passos de 2 a 4 para todas as posições disponíveis para a bússola. Siga
para a seção “Avaliação de Resultados”, neste roteiro, e responda de acordo
com o que foi observado neste experimento.
6. AVALIANDO OS RESULTADOS
Siga para a seção “Avaliação de Resultados”, neste roteiro, e responda de acordo
com o que foi observado nos experimentos.
AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS
1. Com base nos seus conhecimentos justifique por que a bússola aponta para o
Norte geográfico sem que tenha necessidade de aplicar cargas na mesma?
2. Descreva o comportamento da agulha nas diferentes posições.
3. Descreva com base nos seus conhecimentos o comportamento da agulha
quando a chave era desativada.
4. Justifique o fenômeno ocorrido com a bússola quando se fechava o circuito.
TUTORIAL VIRTUALAB
1. ANALISANDO O COMPORTAMENTO MÁGNÉTICO DA BÚSSOLA
Você poderá movimentar a bússola e a chave para fechar ou abrir o circuito.
A bússola encontrada no centro da mesa está na sua posição inicial, apontando para o
Norte geográfico. Para visualizar a bússola de perto basta selecionar a opção de câmera
“Bússola”.
2. POSICIONANDO A BÚSSOLA
Clique com o botão esquerdo do mouse sobre bússola e então clique em uma das
posições para que a bússola seja posicionada.
Em seguida feche a chave do circuito. Clique com o botão esquerdo do mouse sobre a
chave.
3. OBSERVANDO O FLUXO E O VETOR
Observe as direções do fluxo da corrente elétrica no circuito e do vetor do campo
magnético. Para isso, acesse a opção “Inspecionar” localizado no canto superior
esquerdo da tela.
Os elétrons estão indicados em azul e o vetor do campo magnético está em amarelo,
como visto na imagem abaixo.
Você pode desativar a visualização do fluxo da corrente elétrica e do vetor do campo
magnético clicando novamente na opção “Inspecionar”.
Atenção: você pode analisar o vetor campo magnético através da regra da mão direita,
mas lembre-se que esta regra é válida para o sentido convencional de corrente e neste
experimento o fluxo de elétrons está no sentido real.
Então para aplicar corretamente a regra, aponte o seu polegar para o sentido oposto ao
do fluxo de elétrons.
4. VERIFICANDO DEFLEXÃO DA AGULHA
Verifique a posição da agulha da bússola.
Você pode utilizar a opção de câmera bússola para melhor visualização.
Observe a deflexão sofrida pela bússola.
5. REPETINDO O EXPERIMENTO
Repita os passos acima listados, posicionando a bússola nas posições restantes e analise
a deflexão sofrida pela agulha da bússola para cada posição.
6. ANALISANDO OS RESULTADOS
Siga para a seção “Avaliação de Resultados”, neste roteiro, e responda de acordo com o
que foi observado neste experimento.
LEI DA INDUÇÃO DE FARADAY
Após as evidências apresentadas no experimento de Oersted, a eletricidade e o
magnetismo passaram a ser vistos como uma só área, representando o início do
caminho percorrido para a consolidação do eletromagnetismo clássico. Nesse aspecto,
muitos físicos trouxeram efetivas contribuições para esse objetivo, sendo Michael
Faraday (1791-1867) um dos principais deles. Considerado por muitos como o maior
físico experimental do século XIX na área do eletromagnetismo, Faraday se debruçou
sobre pesquisas que buscavam elucidar as relações entre a corrente elétrica e um campo
magnético.
No ano de 1831, Faraday consegue, com sucesso, provar que campos magnéticos
variáveis no tempo têm a capacidade de induzir o surgimento de correntes elétricas em
condutores, ou seja, é possível que se obtenha uma corrente elétrica por meio de
campos magnéticos. No entanto, o trabalho de Faraday possuía algumas
inconsistências, como por exemplo, o fato de não explicar a mudança no sentido da
corrente elétrica em virtude da aproximação ou afastamento do campo magnético com
relação ao condutor. Essas inconsistências foram resolvidas dois anos depois pelo físico
alemão Heinrich Friedrich Emil Lenz (1804-1865).
1. FLUXO DO CAMPO MAGNÉTICO
Definimos o fluxo Φ de um campo magnético B através de uma superfície
fechada de área A a partir da quantidade de linhas de indução desse campo que
atravessam essa área. Portanto, quanto mais linhas atravessarem, maior será esse fluxo,
de modo que podemos representá-lo matematicamente da seguinte forma:
𝚽 = 𝑩. 𝑨. 𝒄𝒐𝒔𝜽
Onde 𝜽 é o ângulo formado entre o vetor indução magnética 𝑩 e o vetor normal N à
superfície, como podemos visualizar na Figura 1. No sistema internacional de medidas,
a unidade de fluxo é o tesla vezes metro quadrado (T.m²), ou simplesmente weber (Wb),
em homenagem ao físico alemão Wilhelm Eduard Weber (1804-1891).
Figura 1 – Fluxo das linhas de indução de um campo magnético através de uma superfície
2. VARIAÇÃO DO FLUXO DO CAMPO MAGNÉTICO E INDUÇÃO
Quando o fluxo de um campo magnético varia, surge, em virtude dessa variação,
uma espécie de tensão denominada força eletromotriz induzida. Num circuito fechado,
essa força eletromotriz induzida dará origem ao que chamamos de corrente elétrica
induzida, ou simplesmente corrente induzida. O sentido dessa corrente pode ser
estabelecido através da lei de Lenz.
3. LEI DE FARADAY
Matematicamente, a Lei de Faraday pode ser expressa pela seguinte relação:
𝚫𝚽
𝜺𝒊𝒏𝒅 = −
𝚫𝒕
Onde 𝜺𝒊𝒏𝒅 é a força eletromotriz induzida (medida em volt), 𝚫𝚽 é a variação do fluxo
do campo magnético (medido em weber) e 𝚫𝒕 é o intervalo de tempo (medido em
segundos).
4. APLICAÇÕES
A Lei de Faraday está presente em inúmeras situações do nosso cotidiano, desde
o funcionamento de um simples autofalante ou mesmo um microfone, até
transformadores de tensão, que são essenciais na manipulação de alguns circuitos
elétricos.
Figura 2 - Transformador elétrico de tensão
LEI DA INDUÇÃO DE FARADAY
DESCRIÇÃO DO LABORATÓRIO
MATERIAIS NECESSÁRIOS
• Ímã;
• Conjunto de bobinas retangulares;
• Multímetro.
PROCEDIMENTOS
1. LIGANDO O MULTÍMETRO E POSICIONANDO O ÍMÃ
Posicione o ímã para realização das medições e ligue o multímetro na escala de
200 µA.
2. PROMOVENDO A INTERAÇÃO COM O ÍMÃ LENTAMENTE
Aproxime lentamente o ímã do conjunto de bobinas retangulares e verifique a
corrente exibida no multímetro. Afaste o ímã lentamente e verifique a corrente
exibida no multímetro.
3. PROMOVENDO A INTERAÇÃO COM O ÍMÃ RAPIDAMENTE
Aproxime rapidamente o ímã do conjunto de bobinas retangulares e verifique a
corrente exibida no multímetro. Afaste o ímã rapidamente e verifique a corrente
exibida no multímetro.
4. INVERTENDO A POLARIDADE DO ÍMÃ
Inverta a polaridade do ímã, rotacionando 180 °, e repita os passos 2 e 3.
5. AVALIANDO OS RESULTADOS
Siga para a seção “Avaliação de Resultados”, neste roteiro, e responda de acordo
com o que foi observado nos experimentos.
AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS
1. De acordo com os passos realizados durante o procedimento, qual a relação
entre a rapidez da variação do fluxo magnético proveniente do ímã e a corrente
exibida no multímetro?
2. Qual foi o comportamento do campo magnético ao aproximar e afastar o ímã?
Ao inverter a polaridade do ímã, houve alguma diferença no comportamento do
campo?
TUTORIAL VIRTUALAB
1. LIGANDO O MULTÍMETRO E POSICIONANDO O ÍMÃ
Coloque o ímã na posição de medição, clicando com o botão direito do mouse sobre ele
e selecionando a opção “Posicionar para medição”.
Ligue o multímetro, clicando com o botão direito do mouse sobre ele e selecionando a
opção “Ligar em 200µA”.
2. PROMOVENDO A INTERAÇÃO COM O ÍMÃ LENTAMENTE
Aproxime lentamente o ímã do conjunto de bobinas retangulares, clicando com o botão
direito do mouse sobre ele e selecionando a opção “Aproximar lentamente”.
Verifique a corrente exibida no multímetro.
Afaste o ímã lentamente, clicando com o botão direito do mouse sobre ele e
selecionando a opção “Afastar lentamente”.
Verifique a corrente exibida no multímetro.
3. PROMOVENDO A INTERAÇÃO COM O ÍMÃ RAPIDAMENTE
Aproxime rapidamente o ímã do conjunto de bobinas retangulares, clicando com o
botão direito do mouse sobre ele e selecionando a opção “Aproximar rapidamente”.
Verifique a corrente exibida no multímetro.
Afaste o ímã rapidamente, clicando com o botão direito do mouse sobre ele e
selecionando a opção “Afastar rapidamente”.
Verifique a corrente exibida no multímetro.
4. INVERTENDO A POLARIDADE DO ÍMÃ
Inverta a polaridade do ímã, clicando com o botão direito do mouse sobre ele e
selecionando a opção “Rotacionar 180°”.
Repita os passos 2 e 3, aproximando e afastando o ímã do conjunto de bobinas
retangulares, lentamente e rapidamente.
Verifique a corrente exibida no multímetro.
5. AVALIANDO OS RESULTADOS
Siga para a seção “Avaliação de Resultados”, neste roteiro, e responda de acordo com o
que foi observado nos experimentos.
INDUÇÃO MÚTUA ENTRE DUAS
BOBINAS
1. INTRODUÇÃO
Uma valiosa aplicação das Leis de Faraday e Lenz são os transformadores de
tensão. Como o próprio nome já sugere, esses dispositivos são utilizados com a
finalidade de aumentar ou reduzir a tensão elétrica alternada. Numa linguagem mais
popular, podemos afirmar que um transformador possibilita, por exemplo, a conversão
de uma tensão nominal de 110V para 220V e vice-versa. A montagem básica de um
transformador se dá através de um núcleo ferromagnético com formato de “U” que é
envolto, em cada lado, bobinas com número de espiras diferentes. O fato desse núcleo
ser ferromagnético não é em vão, haja vista que, em meios ferromagnéticos a
permeabilidade magnética do meio é acentuada, fazendo com que a intensidade do
fluxo do campo magnético induzido nas espiras também se acentue.
De maneira prática, podemos afirmar que a bobina primária (que estará ligada à
fonte de tensão alternada que desejamos converter), uma vez conectada, produzirá um
campo magnético cujo fluxo, variável, induzirá na outra bobina, dita secundária, uma
força eletromotriz induzida. O fator de aumento ou redução da tensão se dará em
virtude da relação entre o número de espiras dessas bobinas.
Figura 1 - Transformador de tensão alternada.
2. EQUAÇÃO DO TRANSFORMADOR
Num transformador, partimos da premissa de que a variação do fluxo nas linhas
de indução no primário, numa situação ideal, é igual à do secundário, logo:
∆𝚽𝑷 = ∆𝚽𝑺
Por outro lado, aplicando a Lei de Faraday, teremos:
∆𝚽 ∆𝚽
𝑼𝑷 = 𝑵𝑷 ∆𝒕𝑷 e 𝑼𝑺 = 𝑵𝑺 ∆𝒕𝑺
Onde 𝑼𝑷 é a tensão sobre o primário, 𝑵𝑷 é o número de espiras do primário,
∆𝚽𝑷 é a variação do fluxo do campo magnético no primário, 𝑼𝑺 é a tensão induzida no
secundário, 𝑵𝑺 é o número de espiras do secundário, ∆𝚽𝑺 é a variação do fluxo do
campo magnético no secundário e ∆𝒕 é o intervalo de tempo. Desta forma, podemos
concluir a seguinte relação:
𝑼𝑷 𝑵𝑷
=
𝑼𝑺 𝑵𝑺
3. POTÊNCIA E RENDIMENTO DO TRANSFORMADOR
Para um transformador ideal, podemos inferir que a potência elétrica consumida
no primário é igual à do secundário, desse modo:
𝑷𝑷 = 𝑷𝑺
𝑼𝑷 . 𝑰𝑷 = 𝑼𝑺 . 𝑰𝑺
Onde:
𝐼𝑃 é a corrente no primário;
𝐼𝑆 é a corrente no secundário.
Caso o transformador não seja ideal, as potências do primário e do secundário
não serão iguais. Em relação ao rendimento, o definiremos com sendo a ração entre as
potências do secundário e do primário, logo:
𝑷𝑺
𝜼=
𝑷𝑷
INDUÇÃO MÚTUA ENTRE DUAS BOBINAS
DESCRIÇÃO DO LABORATÓRIO
MATERIAIS NECESSÁRIOS
• Placa de ensaio;
• Bobinas;
• Lâmpada;
• Multímetro;
• Transformador.
PROCEDIMENTOS
1. CONECTANDO OS FIOS DO TRANSFORMADOR
Conecte os fios do transformador na placa de ensaio e conecte o multímetro nos
terminais 1 e 2 da placa de ensaio. Ligue o multímetro em 200 VAC.
2. ACIONANDO O INTERRUPTOR S1
Acione o interruptor S1 e observe o nível de tensão fornecida para a bobina 1.
Desative o interruptor S1.
3. TROCANDO A CONEXÃO DO MULTÍMETRO I
Desconecte os cabos do multímetro e conecte-os nos terminais 3 e 4 da placa
de ensaio. Acione o interruptor S1 e verifique o nível de tensão exibido no
multímetro.
4. CONECTANDO A LÂMPADA
Desative o interruptor S1 e desconecte os cabos do multímetro. Conecte a
lâmpada na placa de ensaio. Conecte os cabos do multímetro em 1 e 2 e acione
o interruptor S1. Verifique a tensão no primário do transformador.
5. TROCANDO A CONEXÃO DO MULTÍMETRO II
Desative o interruptor S1 e desconecte os cabos do multímetro. Conecte os
cabos do multímetro em 3 e 4 e acione o interruptor S1. Verifique a tensão no
secundário do transformador.
6. AVALIANDO OS RESULTADOS
Siga para a seção “Avaliação de Resultados”, neste roteiro, e responda de acordo
com o que foi observado no experimento.
AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS
1. Existe diferença entre o valor exibido no multímetro com o interruptor S1 ligado
e desligado? Em caso afirmativo, qual é essa diferença e explique o motivo dela
existir.
2. Qual a tensão exibida no secundário do transformador a vazio? O transformador
montado com as bobinas 1 e 2 na placa de ensaio é do tipo elevador ou
abaixador? Justifique.
3. Dada a relação de espiras entre o primário e o secundário, qual deveria ser a
tensão exibida no multímetro caso o transformador utilizado no ensaio fosse um
transformador ideal?
4. Qual a tensão exibida no secundário do transformador com a carga (lâmpada)
conectada nele? Explique a diferença entre a tensão no secundário do
transformador a vazio e com a carga.
TUTORIAL VIRTUALAB
1. CONECTANDO OS FIOS DO TRANSFORMADOR
Conecte os fios do transformador, clicando com o botão direito do mouse sobre o
transformador e selecionando a opção “Conectar fios”.
Ligue os conectores do multímetro na placa de ensaio, clicando com o botão direito do
mouse sobre os conectores do multímetro e selecionando a opção “Ligar fios em 1 e 2”.
Ligue o multímetro, clicando sobre ele com o botão esquerdo do mouse.
2. ACIONANDO O INTERRUPTOR S1
Visualize o interruptor, acessando a câmera “Medições”. Em seguida, acione-o, clicando
sobre o mesmo com o botão esquerdo do mouse.
Observe o nível de tensão no display do multímetro, acessando a câmera “Multímetro”.
Visualize o interruptor, acessando a câmera “Medições”. Em seguida, desligue o
interruptor, clicando sobre ele com o botão esquerdo do mouse.
3. TROCANDO A CONEXÃO DO MULTÍMETRO I
Visualize a bancada, acessando a câmera “Visão geral”. Em seguida, troque a conexão
do multímetro, clicando nos conectores com o botão direito do mouse e selecionando a
opção “Ligar fios em 3 e 4”.
Visualize o interruptor, acessando a câmera “Medições”. Em seguida, acione-o, clicando
sobre ele com o botão esquerdo do mouse.
Observe o nível de tensão no display do multímetro, acessando a câmera “Multímetro”.
4. CONECTANDO A LÂMPADA
Visualize o interruptor, acessando a câmera “Medições”. Em seguida, desligue o
interruptor, clicando sobre ele com o botão esquerdo do mouse.
Visualize a bancada, acessando a câmera “Visão geral”. Em seguida, desconecte o
multímetro, clicando nos conectores com o botão direito do mouse e selecionando a
opção “Desconectar fios”.
Conecte a lâmpada, clicando sobre com o botão direito do mouse sobre ela e
selecionando a opção “Conectar fios”.
Conecte o multímetro nos terminais 1 e 2, clicando sobre os conectores com o botão
direito do mouse e selecionando a opção “Ligar fios em 1 e 2”.
Visualize o interruptor, acessando a câmera “Medições”. Em seguida, acione-o, clicando
sobre com o botão esquerdo do mouse sobre ele.
Observe o nível de tensão no display do multímetro, acessando a câmera “Multímetro”.
5. TROCANDO A CONEXÃO DO MULTÍMETRO II
Visualize o interruptor, acessando a câmera “Medições”. Em seguida, desligue-o,
clicando com o botão esquerdo do mouse sobre ele.
Visualize a bancada, acessando a câmera “Visão geral”. Em seguida, troque a conexão
do multímetro, clicando nos conectores com o botão direito do mouse e selecionando a
opção “Ligar fios em 3 e 4”.
Visualize o interruptor, acessando a câmera “Medições”. Em seguida, acione-o, clicando
com o botão esquerdo do mouse sobre ele.
Observe o nível de tensão no display do multímetro, acessando a câmera “Multímetro”.
6. AVALIANDO OS RESULTADOS
Siga para a seção “Avaliação de Resultados”, neste roteiro, e responda de acordo com o
que foi observado no experimento.