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Origem Da Ciência: Tudo "Começou" Na Astronomia

A ciência tem suas origens na busca dos povos por compreender o mundo e o universo, inicialmente através da observação e da criação de mitos. Civilizações antigas, especialmente os gregos, desempenharam um papel crucial no desenvolvimento do conhecimento científico, influenciando áreas como filosofia e astronomia. A transição do geocentrismo para o heliocentrismo marca um ponto importante na evolução do pensamento científico, desafiando crenças estabelecidas por séculos.

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Origem Da Ciência: Tudo "Começou" Na Astronomia

A ciência tem suas origens na busca dos povos por compreender o mundo e o universo, inicialmente através da observação e da criação de mitos. Civilizações antigas, especialmente os gregos, desempenharam um papel crucial no desenvolvimento do conhecimento científico, influenciando áreas como filosofia e astronomia. A transição do geocentrismo para o heliocentrismo marca um ponto importante na evolução do pensamento científico, desafiando crenças estabelecidas por séculos.

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ORIGEM DA CIÊNCIA

Tudo “começou” na Astronomia

Historicamente, a ciência tem suas raízes na difi-


culdade dos povos para compreender e explicar o mundo
em que vivem e o universo que gostam de observar. Em-
bora muitas observações tenham sido realizadas sobre os
fenômenos investigados aqui na Terra, o espaço também
foi observado.
Os povos queriam saber o que estava acontecen-
do e porquê das “coisas” acontecerem. Seu interesse nas-
ceu da preocupação e do medo, assim como a curiosidade.
Queriam sentir um certo controle de suas vidas ou, pelo
menos, ser capaz de explicar o que acontecia ao seu redor.
O conhecimento coletivo sobre o nosso ambien-
te, a Terra e o espaço, originou-se lentamente por meio
da observação e de suas observações. O Conhecimen-
to foi acumulado lentamente, em diferentes sociedades
e culturas. Às vezes, o conhecimento ficou hibernado e
redescoberto somente tempos depois.
Nos primórdios o homem tinha pouquíssima
capacidade para investigar, mas utilizava bem os seus
sentidos para perceber o que estava acontecendo ao seu
redor. Isto resultou em pessoas inventando histórias para
explicar os fenômenos para os quais não tinham conheci-
mento algum.
Podemos citar como exemplo, em alguns lares
cristãos na civilização ocidental, muitas vezes a explica-
ção dada para as crianças pequenas que tinham medo de
raios e relâmpagos foi que os anjos estavam jogando bo-
liche lá no céu.
Esta explicação não tem nada a ver com o que
está acontecendo, mas numa tempestade com relâmpa-
gos e trovões, ela dá à criança a informação reconfortan-
te, que pode usar para enfrentar o medo.
Este mesmo fenômeno pode ser visto nas civili-
zações antigas. Ele era atribuído à presença ou ações de
deuses. Um olhar mais atento sobre as civilizações an-
tigas é como os gregos revelam uma história colorida,
cheia de tais histórias sobre deuses. Todas as civilizações
têm suas crenças e mitologias (criação de histórias), expli-
cando como o Cosmos fora construído.
Veja a reportagem que fala de alguns persona-
gens da mitologia grega:

Conheça as lendas originais dos deuses que aparecem em "O


Ladrão de Raios".

"O Ladrão de Raios", adaptação cinematográfica


do primeiro volume da série Percy Jackson e os Olimpia-
nos", já exibido nos cinemas, mostra diversas divindades
e criaturas mitológicas vivendo até os dias de hoje entre
as pessoas. Mas o quanto essas personagens do filme e da
saga do filho de Poseidon variam das lendas originais das
quais nasceram? Selecionamos alguns verbetes de um dos
principais dicionários de mitologia greco-romana para
que você tire as suas próprias conclusões.”
“...O que talvez chame mais atenção aos fãs de
'Percy Jackson e os Olimpianos' é o grau de parentesco
entre as divindades. Afinal, você sabia que Zeus é irmão
de sua esposa Hera? Ou que o centauro Quíron é filho de
Cronos, portanto irmão de Zeus e Poseidon?"
Zeus - interpretado por Sean Bean: O deus maior
da mitologia grega. Ele é especialmente o deus da luz, do
céu e dos raios, mas assimila-se de um modo geral ao céu
com seus fenômenos, na tríade em que Apolo se identi-
fica com o Sol e Poseidon com o mar. Zeus era o filho
mais novo do titã Cronos e de Rea, e um dos doze deu-
ses olímpicos. [...] Dando sequência aos seus casamentos
divinos, Zeus juntou-se a Eurínome, filha de Oceano,
que teve Cárites (Graças): Agalia, Eufrosine e Tália. Com
Mnemosine (a Memória), uma Titanide, Zeus veio a ser
pai das Musas. De seu casamento com Letó, nasceram
Apolo e Artemis, e com sua irmã Deméter, Zeus teve
Perséfone. O Casamento seguinte de Zeus foi com Hera,
sua irmã. Dessa união chamada "sagrada" porque tem
um caráter definitivo, nasceram Ares, Ilítia e Hebe.
Quíron [Chiron] - interpretado por Pierce Brosman:
Um centauro famoso por seu discernimento e pela ampli-
tude de seus conhecimentos, filho de Cronos e de Fílira,
uma oceanide. Seu físico (metade homem e metade cava-
lo) devia-se à circunstância de Cronos ter-se unido a Fí-
lira metamorfoseado em cavalo. Quíron, que era imortal,
morava em uma gruta situada no sopé do monte Pelíon,
na Tessália, e se distinguia dos demais centauros por sua
benevolência com os homens. [...] Peleu correspondeu à
sua afeição confiando-lhe a criação de seu filho Aquiles.
Além de Aquiles, Quíron educou, entre outros, Asclépio,
Jason e o próprio Apolo.
Dioniso [Dionísio] - interpretado por Luke Camilleri:
Filho de Zeus e de Semele. Quando Zeus uniu-se a Seme-
le, esta pediu-lhe para aparecer-lhe com todos os seus po-
deres. Querendo ser-lhe agradável, Zeus concordou, mas
Semele, não suportando o fulgor dos raios empunhados
pelo amante, morreu fulminada. Zeus tirou imediatamen-
te o nascituro, ainda no sexto mês de gestação, das entra-
nhas de sua mãe e o enxertou em uma de suas próprias
coxas, de onde ele saiu no devido tempo. [...] Dioniso,
também chamado Baco, era considerado o deus das vi-
deiras, do vinho e do delírio místico. O culto dionisíaco
penetrou também na Itália e disseminou-se de tal forma
que no século 3 a.C. o Senado romano, preocupado com
sua licenciosidade, proibiu as celebrações dos Bacanais.
Hades - interpretado por Steve Coogan: O deus e rei
dos mortos, filho de Cronos e de de Rea, e irmão de Zeus,
de Hera, de Poseidon, de Hestia e de Deméter. Na partilha
do universo após a vitória dos deuses sobre os titãs coube
a Hades o domínio do mundo subterrâneo (o Inferno ou
Tártaro), enquanto Zeus recebia o céu e Poseidon o mar.
À semelhança de seus irmãos, Hades tinha sido engolido
por Cronos após seu nascimento, sendo expelido depois.
Na luta contra os Titãs ele usou um capacete feito pelos
Cíclopes, que tornava invisível quem o tinha.
Ares - não creditado no filme: Filho de Zeus e de

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Hera, e um dos doze deuses olímpicos. Na época ho-
mérica Ares já aparece como o deus da guerra, sedento
de sangue e ansioso por carnificinas. Com sua estatura
sobre-humana e usando couraça, lança e capacete, ele
dava gritos terríveis enquanto combatia (geralmente de
pé). Seguiam-no sempre, à guisa de escudeiros, os demô-
nios Deimos (O Temor) e Fobos (o Terror), seus filhos;
às vezes faziam também parte de seu séquito Êris (a Dis-
córdia) e Enió. Certa vez, durante uma batalha diante de
Tróia, Ares, querendo ajudar Heitor, atacou Diomedes,
que vira à sua frente; Atena, entretanto, invisível graças
ao capacete recebido por Hades, desviou a lança atirada
pelo deus e deu a Diomedes a oportunidade de feri-lo.
Todos os combatentes ouviram o grito estarrecedor do
deus, que fugiu para o Olimpo, onde o próprio Zeus cui-
dou de seu ferimento.
Perséfone - interpretada por Rosário Dawnson: Mu-
lher de Hades e deusa do inferno. Na versão mais conhe-
cida da lenda ela era filha de Zeus e Deméter. [...] Hades,
seu tio, apaixonou-se por ela ao vê-la colhendo flores
em companhia das ninfas da planície de Ena, na Sicília, e
aproveitando a ausência de Deméter raptou-a com a ajuda
de Zeus. [...] Numa solução conciliatória, Zeus, instado
por Deméter, decidiu que ela passaria parte do ano no
reino dos mortos com Hades, e a outra com sua mãe.
Cronos - não creditado no filme: Filho de Urano (o
Céu) e de Gaia (a Terra). Pertencia à raça dos titãs, a pri-
meira geração divina, anterior a Zeus e aos demais deuses
olímpicos. Cronos (o Tempo) foi o único titã a ajudar
sua mãe a vingar-se do pai, cortando-lhe os testículos;
em seguida destronou-o e tornou a confinar no Tárta-
ro seus irmãos germanos, os gigantes Hecatônqueires,
aprisionados anteriormente por Urano e libertados por
Cronos a pedido de Gaia. [...] Em sua onisciência, ele sa-
bia que seria destronado por um de suas filhos, e numa
tentativa de evitar que isso acontecesse devorou seguida-
mente, logo após o nascimento, Deméter, Hera, Hestia,
Plutão (Hades) e Poseidon. Indignada com a fúria infan-
ticida de Cronos, Rea, sentindo aproximar a hora de dar
à luz a Zeus, foi parí-lo secretamente em Dicte, na ilha
de Creta. Para enganar Cronos, envolveu uma pedra em
fraldas, como se tratasse de um recém-nascido, e o entre-
gou ao marido, que o devorou. Chegando à idade adulta
Zeus, auxiliado por Métis, filha de Oceano ou pela pró-
pria Gaia, preparou e deu a Cronos uma beberagem que
o obrigou a vomitar todos os filhos que engolira. Zeus
e seus irmãos recém-salvos entraram em guerra contra
Cronos e seus aliados, os titãs.
Mêdusa [Gôrgonas]; interpretada por Uma Thurman:
Três irmãs monstruosas - Euríale ("Caminhante a Passos
Largos"), Estenó ("Poderosa") e Mêdusa ("Rainha") - fi-
lhas de Forcis e de Cetó; eram irmãs das Graias, e por-
tanto divindades pré-olímpicas. Euríale e Estenó eram
imortais, e Medusa, chamada simplesmente de Gorgó e a
mais famosa das três, era mortal. Sua morada situava-se
nos confins do Ocidente, perto do Reino de Hades e da
terra das Hespérides. Sua aparência era terrificante; o ros-
to emoldurado por serpentes, presas semelhantes às de
um javali entre os dentes, asas de ouro e mãos de bronze.
Seu olhar era tão penetrante que petrificava quem fosse
visto de frente por elas. [...] Contava-se que Medusa teria
sido uma bela moça a princípio, orgulhosa de sua formo-
sura, principalmente de seus cabelos, a ponto de querer
rivalizar com Atena, que a metamorfoseou no monstro
hediondo com serpentes em vez de cabelos.
Poseidon - interpretado por Kevin McKidd: Um dos
deuses olímpicos, filho de Cronos e Rea e rei dos mares.
Poseidon teria sido criado pelos Telquines, demônios da
Ilha de Rodes, e por Céfira, filha de Oceano. Chegando à
idade adulta, Poseidon apaixonou-se por Halia, irmã dos
Telquines, e teve com ela seis filhos, além de uma filha
chamada Rodos, que deu nome à ilha de Rodes. Como
deus do mar, das águas correntes e dos lagos, da mes-
ma forma que Zeus era dos céus e da terra e Hades era
o deus do inferno, Poseidon provocava tempestades no
mar, comandava as ondas, abalava com seu tridente os
rochedos costeiros e fazia as fontes aparecerem. Os rios,
no entanto, não lhe estavam sujeitos. Poseidon aliou-se a
Hera e a Atena numa conspiração cujo objetivo era agrio-
lhar Zeus, mas as ameaças do gigante Briareu levaram-no
a mudar de ideia.
Atena - interpretada por Melina Kamakaredes:
Quando Métis estava na iminência de ter uma filha de
Zeus, ele, prevenido por Urano e Gaia de que se Mé-
tis desse à luz uma filha esta teria depois um filho que
lhe usurparia o trono celeste, engoliu a mulher grávida.
No momento do parto Zeus deu ordens a Hefesto para
fender-lhe a própria cabeça ao meio com um machado,
e dela saiu a deusa Atena, já adulta e armada, emitindo
um grito de guerra que abalou a terra e o próprio céu.
O nascimento singular de Atena ocorreu às margens do
lago Tritonis, na Líbia. Embora Atena tenha conservado
a virgindade, a lenda lhe atribui um filho tido com Hefes-
to em circunstâncias também singulares.
[Link]
livrariadafolha/[Link]

Por outro lado, entre os povos destas civilizações,


haviam alguns que queriam saber mais, não se contenta-
vam com informações distorcidas. Eles não aceitavam os
mitos sobre a fé ou qualquer tipo de doutrina, mas op-
taram por continuar as suas investigações e observações.
Essas pessoas queriam encontrar a verdade para que eles
pudessem entender o mundo e o universo em que viviam.
Encontramos essas pessoas entre os membros
das sociedades, muitas das quais temos conhecimento.
Coletivamente, hoje, podemos chamar essas pessoas de
cientistas, embora em sua época não podiam ter esse
título.
"Os historiadores têm uma tendência a ir sempre mais
para trás. Justificam isso por causa da crença de que não se pode
entender o que acontece em um determinado momento, sem compre-
ender o passado." (Daniel Barret - a partir de suas notas de
aula, 1995).
O estudo da Matemática e das Ciências, sobre-
tudo a Astronomia e a Física, muitas vezes, começaram
com os gregos antigos. Haviam outras civilizações an-
teriores ou que coexistiram em torno do Mediterrâneo
Oriental, que tinham um certo conhecimento destes as-
suntos. Podemos citar entre os mais famosos, os filósofos
gregos da época: Sócrates, Platão e Aristóteles. Fica uma
pergunta curiosa para discutirmos: "Qual a influência que
as outras civilizações e os seus conhecimentos, como os
egípcios, tiveram na formação do pensamento dos gran-
des filósofos gregos e dos conhecimentos e da sociedade
como um todo?"
Sua influência foi tão grande que teve um gran-
de impacto sobre a civilização ocidental: filosofia, direito,
religião (cristianismo), a ciência e todo o caminho até o
presente.
Em épocas remotas da comunidade científica,
achava-se que a Terra era o centro do Universo, ou seja,
qualquer corpo celestial movia-se em torno dela. A teoria
do geocentrísmo foi defendida por Aristóteles, e prevale-
ceu por um longo tempo.
Até o início do renascimento, a civilização oci-
dental jamais pensou que o Sol possa ser o centro do
movimento planetário (heliocentrismo). Nunca caiu no
gosto popular, embora porque a explicação de Aristóteles
de fenômenos tanto na Terra como no céu dominou o
pensamento ocidental até o Renascimento.

Heliocentrísmo

É a teoria em que o Sol está no centro do Uni-


verso. A palavra vem do grego (helios = sol e kentron =
centro). Historicamente, o heliocentrismo ia em direção
oposta ao geocentrismo, que colocava a Terra no centro.
Apesar das discussões da possibilidade do he-
liocentrismo datarem da antiguidade clássica, somente
1.800 anos mais tarde, no século XVI, que o matemático
e astrônomo polonês Nicolau Copérnicus apresentou um
modelo matemático de um sistema heliocêntrico.
Eles estavam cientes de cinco planetas conheci-
dos e acreditava que elas se moviam em caminhos com-
plicados, não tinham ainda conhecimentos de órbitas pla-
netárias.
A necessidade de explicar o seu movimento em
termos dos “caminhos complicados” foi o resultado do
complexo movimento aparente dos planetas movendo-
-se no céu. Esse movimento observado é chamado mo-
vimento aparente, o que significa o movimento visto por
um referencial aqui na Terra. Os planetas não parecem se
mover a uma velocidade constante toda noite.
Aristóteles considerava o processo de aprendiza-
gem como um de observação e de pensamento. Ele iria
estudar a situação ideal, mas ele não iria realizar a experi-
mentação. Ele acreditava que a verdade pode ser encon-
trada por meio de uma boa capacidade de raciocínio.
A experimentação não era algo que ele apoiou
em suas ideias sobre como determinar as respostas às
suas perguntas. A insinuação da dúvida e da suspeita do
método científico (o uso da experimentação e observa-
ção), ainda que a sociedade hoje, sem dúvida, tem suas
raízes na lógica aristotélica, embora algumas pessoas são
menos hábeis em raciocínio lógico do que outros e po-
dem se sentir intimidados pelo método científico, porque
não entendem como o processo é feito.
Até o início do renascimento nunca se viu uma
mudança tão radical no sentido do pensamento como
experimentação e observação. Galileo Galilei nos deu
duas importantes ferramentas que trouxeram mudanças
na forma como a Terra e o Céu foram estudados e as
conclusões alcançadas. Ele acreditava na experimentação,
incluindo a experiência teórica, que ele próprio utilizava
para investigar a queda dos corpos. Ele também usou a
matemática como uma boa ferramenta para descrever e
definir os fenômenos, algo que nenhum outro cientista
tinha feito antes.
Sócrates (470-399 a.C.), famoso filósofo grego
cujas ideias são a base para a civilização da filosofia oci-
dental, também é conhecido por seu estilo de ensino que
tem como base o diálogo entre o professor e o aluno,
utilizando a razão para a busca da verdade. Este método
é chamado de socrático.
Exercícios

1. Analise o trecho abaixo e comente sobre qual


teoria você escolheria para melhor entendimento do aluno
nas questões físicas.

“Aristóteles considerava o processo de aprendizagem


como de observação e de pensamento.“

“Até o início do renascimento nunca se viu uma mudança


tão radical no sentido do pensamento como experimen-
tação e observação. Galileo Galilei nos deu duas importan-
tes ferramentas que trouxeram mudanças na forma como a
Terra e o Céu foram estudados e as conclusões alcançadas.
Ele acreditava na experimentação, ....”

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