Módulo II
Entrando no Mundo da Eletrônica
Aula 01:
Componente de Proteção: Fusível e
Varistor.
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Componentes de Proteção
Boa parte dos equipamentos que se danificam, acontecem por
alguma variação inesperada na sua tensão ou corrente, sendo
na entrada ou saída.
Devido a isso, o fabricante sempre orienta a utilização de
componentes de proteção, sendo eles os principais:
Disjuntores, fusíveis, varistores etc.
Os dispositivos que iremos
abordar nessa aula: Fusíveis e
Varistores.
Ambos atuam como proteção
da placa eletrônica, porém
contra tipos de surtos
diferentes.
Fusível
Os fusíveis são componentes de proteção utilizados contra
sobrecorrente, curto-circuito e sobrecargas de longa duração.
Esses componentes são fabricados por um condutor de seção
reduzida (geralmente de chumbo), que se rompe quando
atinge um determinado limite de corrente por um determinado
tempo.
Os tipos de fusíveis são muito
variados, assim como suas
aplicações. Sendo eles:
➢ NH – Aplicados em
instalações elétricas
industriais, operam contra
sobrecorrente de curto-
circuito.
➢ D – Utilizado na proteção
de curto-circuito em
instalações elétricas.
Fusível
Os fusíveis sempre estarão conectados em série
(representação 1) com a placa ou dispositivo que está
protegendo. Lembre-se sempre que a corrente precisará passar
por dentro dele.
Diferente do varistor, que é o próximo componente que
iremos estudar.
Varistor
O varistor é um componente de proteção contra surto de
tensão. Geralmente é conectado na entrada, em paralelo, das
placas eletrônicas ou dispositivo.
O dispositivo de proteção 2 representa a forma de conexão do
varistor. Ele possui uma resistência que é inversamente
proporcional ao valor de tensão que é monitorado. Ou seja,
conforme a tensão ultrapassa o limite da tensão de trabalho do
varistor, sua resistência diminui até atingir um estado de
curto. Assim evitando de danificar a placa eletrônica.
Varistor
O varistor é um componente de proteção contra surto de
tensão. Geralmente é conectado na entrada, em paralelo, das
placas eletrônicas ou dispositivo.
O dispositivo de proteção 2 representa a forma de conexão do
varistor. Ele possui uma resistência que é inversamente
proporcional ao valor de tensão que é monitorada. Ou seja,
conforme a tensão ultrapassa o limite da tensão de trabalho do
varistor, sua resistência diminui até atingir um estado de
curto. Assim evitando de danificar a placa eletrônica.
Fusível e Varistor
É importante estar sempre atento aos tipos de fusíveis e de
varistores na hora da substituição.
Os fusíveis operam sempre com valores de corrente e tensão,
já os varistores levam em conta somente a tensão. O ideal, é
que na hora da substituição, faça a compra de um componente
equivalente.
Segue as simbologias de cada componente:
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Aula 02:
Funcionamento do Diodo
Semicondutor
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Materiais Semicondutores
Antes do advento do transistor, utilizava para realizar lógica
de processamento as válvulas.
▪ As válvulas tem um tamanho muito
superior as transistores de hoje.
▪ Velocidade no processamento reduzida.
Materiais Semicondutores
Com a descoberta dos semicondutores e o surgimento do
transistor, deu-se um grande salto na área da eletrônica:
Entrada ▪ Os transistores sãoSaída
menores
que as válvulas.
▪ Possuem a velocidade de
processamento superior.
▪ Possibilitou realizar lógicas
mais robustas e diminuir o
tamanho dos equipamentos.
Materiais Semicondutores
São materiais que possuem uma característica de não
conduzir e nem isolar totalmente a corrente elétrica. São as
características desses materiais que permitem a fabricação
dos principais componentes modernos, dos mais simples,
como o diodo, aos mais avançados como os circuitos
integrados.
Fonte: [Link]
Materiais Semicondutores
Dentro dos materiais semicondutores temos o silício (Si),
que é uma das principais matéria prima que os componentes
eletrônicos são fabricados.
▪ Os materiais
semicondutores encontrados
na natureza estão estáveis.
Ou seja:
Prótons = Elétrons.
▪ Para a utilização desse
material na fabricação de
componentes é inserido
impurezas.
Diodo Semicondutor
Ao inserir impurezas no material semicondutor, poderemos
obter materiais semicondutores do tipo P e N.
▪ Tipo P – são materiais que
possuem menos elétrons do
que prótons.
▪ Tipo N – são materiais que
possuem mais elétrons do
que prótons.
Diodo Semicondutor
Utilizando esses dois materiais e realizando a sua junção,
obtém-se a estrutura básica do diodo semicondutor
comum.
▪ Na região onde acontece a
união dos materiais tipo P e
tipo N chama-se junção.
▪ Essa junção gera uma
barreira de potencial de
0,7V.
Diodo Semicondutor
O diodo semicondutor é um componente polarizado. Para
realizar sua utilização é importante estar atento a essa
informação.
▪ Cátodo – material tipo N.
▪ Anodo – material tipo P.
▪ Apesar de ser polarizado, o
diodo apresenta funcionamento
distinto nas duas formas de
polarização.
Polarização do Diodo
▪ Polarização direta
(CONDUÇÃO)
▪ Nesse tipo de
polarização, o anodo do
diodo é conectado no
positivo da bateria e o
cátodo conectado no
negativo.
▪ A característica do
circuito é a condução.
Polarização do Diodo
▪ Polarização inversa
(BLOQUEIO)
▪ Nesse tipo de
polarização, o anodo do
diodo é conectado no
negativo da bateria e o
cátodo conectado no
positivo.
▪ A característica do
circuito é o
corte/bloqueio da
corrente.
Aplicação do diodo
▪ O diodo pode ser utilizado como retificador de ondas e
também como componente de proteção dos circuitos
eletrônicos.
▪ Sendo utilizado como
proteção, caso a
alimentação de entrada seja
invertida, o diodo entra e
corte impossibilitando a
queima da placa eletrônica.
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Aula 03:
Tipos de Retificação
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Tipos de Retificação
A conversão de Corrente alternada para Corrente
contínua acontece para alimentar circuitos eletrônicos
que operam somente em CC. Devido a isso, é necessário
utilizar componentes que são capazes de realizar esse
procedimento.
Tipos de Retificação
▪ Meia onda: Na retificação de meia onda utilizamos
somente um diodo e quando a tensão de entrada alterna
entre o positivo e o negativo, o diodo conduz e entra em
corte, aproveitando somente os semiciclos positivos.
▪ Nesse tipo de
retificação temos
um desperdício de
quase 50% da
tensão de entrada.
Tipos de Retificação
▪ Onda completa – Tomada central: Nesse tipo de
retificação utilizamos dois diodos, porém, precisamos
utilizar um transformador com tomada central, para
possibilitarmos apenas um diodo receba pulsos positivos
em cada ciclo.
▪ Nessa retificação
aproveitamos todos
os semiciclos da
onda.
Tipos de Retificação
▪ Onda completa – em ponte: Nessa retificação não
utilizamos transformador com tomada central, porém,
precisamos de 4 diodos para podermos aproveitar os dois
semiciclos da onda e manter uma boa eficiência de
retificação.
Tipos de Retificação
▪ Tipos de diodo: Os tipos de diodos são variados,
depende de cada até mesmo possuir um menor tempo
de resposta na aplicação. Tendo que suportar correntes
mais elevadas, tensões maiores e retificação.
Filtro
▪ Após a retificação ainda não temos uma tensão
puramente contínua, nesse momento ela ainda é uma
corrente contínua pulsante e necessita ser filtrada antes
de alimentar o restante do circuito e para isso utilizamos
o Capacitor.
Fonte Linear
Essa fonte é um dos modelos mais simples do mercado, é
composta basicamente pelos componentes que apresentei
aqui. Umas das desvantagens é que necessita de um
transformador de potência muito alta.
Os componentes que podem apresentar
defeitos são:
➢ Ponte de diodos
➢ Regulador
➢ Capacitores de filtro
Fonte Chaveada
A vantagem desse tipo de fonte é o seu tamanho. Por ter um
chaveamento de alta frequência, não necessita de um
transformador grande.
Os componentes que podem apresentar
defeitos são:
➢ Ponte de diodos
➢ Mosfet de chaveamento
➢ Capacitores de filtro
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Entrando no Mundo da Eletrônica
Aula 04:
Regulador de Tensão
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Regulador de tensão
Em fontes de alimentação de baixo consumo, normalmente
utiliza-se o diodo zener para regular a tensão de saída,
porém, quando o circuito exige uma corrente maior que o
diodo zener é capaz de fornecer podemos utilizar outros
tipos de reguladores para fornecer a corrente necessária do
circuito.
▪ Entra uma tensão
alta no pino 1 e essa
tensão sai regulada e
estável no pino 3.
Os reguladores são caracterizados por manter um tensão
fixa sobre seus terminais mesmo com a variação constante
de corrente elétrica na saída.
Regulador de tensão
Os tipos de regulador de tensão são variados, mudando o
tipo de encapsulamento, tensão de saída, de entrada e etc.
Porém, o principio de funcionamento é o mesmo.
Regulador de tensão
Uma placa eletrônica de um determinado pode necessitar
de vários níveis de tensão. Para atender toda a demanda, é
necessário utilizar os reguladores de tensão.
Regulador de tensão
Para regular a tensão também pode ser utilizado o regulador
7805, que regula a tensão de entrada para 5v na saída.
▪ Cada pino desse regulador
tem uma função:
▪ 1 - Entrada de tensão.
▪ 2 - GND.
▪ 3 - Saída de tensão
regulada.
Regulador de tensão
No mercado já existe vários módulos que são capazes de
regular a tensão. Inclusive também conseguem regular a
tensão de saída.
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Aula 05:
Realizando os Primeiros Testes em
Diodo e Ponte Retificadora
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Teste de Diodo e Ponte
Retificadora
Para testar o diodo e a ponte, iremos utilizar o auxilio de
um multímetro.
A escala que deverá ser utilizada é a do
próprio diodo, conforme indicado na
figura ao lado.
Com o auxilio das pontas de prova,
polarizar o diodo nos dois sentidos.
Teste de Diodo e Ponte
Retificadora
Na polarização direta, deverá
aparecer no display uma medida de
0,2V até 0,7V a depender do tipo de
diodo.
Na polarização inversa o diodo
entrará em estado de bloqueio, ou seja,
não irá conduzir.
Teste de Diodo e Ponte
Retificadora
Na ponte de retificação iremos fazer o mesmo teste, porém,
agora os diodos estão em um encapsulamento. Então
precisamos olhar para o esquema, identificar os pinos e
fazer o mesmo teste de diodo realizado anteriormente.
Teste de Diodo e Ponte
Retificadora
Nesse caso, iremos medir do pino negativo (-) para os dois
pinos do meio. E depois do terminal (+) para os dois pinos
do meio.
Lembrando: teste de diodo comum.
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Aula 06:
Funcionamento do Transistor
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Transistor
Os transistores são componentes do tipo bipolar que
normalmente são utilizados para fornecer corrente para
cargas de consumo maior. Na maioria das vezes atua como
mediador entre o componente de controle e a carga a ser
acionada.
▪ Nessa aplicação os
transistores são
utilizados para chavear
negativo para os
displays de 7 segmento.
Transistor
O transistor pode ser utilizado como amplificador ou
simplesmente como chave. Iremos focar na sua utilização
como chave, visto que é mais comum esta aplicação.
Na aplicação como
chave o transistor irá
fornecer corrente para
uma carga sem que seja
necessário controlar o
seu ganho.
Transistor
É importante estar atento a polarização do transistor e a
corrente máxima que o mesmo pode fornecer.
Cada transistor pode possuir
um encapsulamento
diferente, e assim pode
dificultar a polarização do
mesmo.
O transistor BC548 tem encapsulamento TO92 e seus pinos
são dispostos na sequência coletor, base e emissor.
Transistor
Tipos de encapsulamentos:
Transistor
A polarização do transistor vai depender se é PNP ou NPN.
Nesse exemplo, vamos tratar a respeito do NPN.
Esse tipo de transistor
precisa receber um pulso
positivo na base para
conduzir de coletor para
emissor, energizando a carga.
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Aula 07:
Funcionamento do Optoacoplador
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Funcionamento do LED
Antes de falarmos sobre Optoacoplador, vamos tratar sobre
o funcionamento do LED, que é um componente também
utilizado nos optoacopladores.
LED é um dos tipos mais conhecidos de diodo, embora seja
conhecido pelo termo LED, que significa diodo emissor de
luz.
Dependendo do tipo de dopagem
e do material utilizado na
junção, é possível obter luz de
diferentes cores.
Funcionamento do LED
▪ É importante observar a corrente do circuito onde o LED
está ligado, que deve ser limitada ao indicado pelo
fabricante do componente. Geralmente, em um LED
convencional de 5 mm essa corrente não ultrapassa
30mA.
▪ Dependendo do tipo de
dopagem e do material
utilizado na junção, é possível
obter luz de diferentes cores.
Funcionamento do LED
O LED é um componente polarizado, assim deve-se ficar
atento a como ele deve ser conectado no circuito.
▪ Da mesma forma como o
diodo, o LED possui Anodo
e Cátodo.
▪ Anodo: positivo – deve
receber alimentação positiva.
▪ Cátodo: negativo – deve
receber alimentação
negativa.
Funcionamento do LED
▪ O LED necessita de um resistor limitador. Esse resistor
é responsável por limitar a corrente do circuito
impedindo a queima do LED.
Display 7 segmento
O display de 7 segmente trata-se de uma espécie de
derivação da LED (Diodo Emissor de Luz), onde é
amplamente utilizada na comunicação visual de painéis,
instrumentos etc.
Display 7 segmento
A pinagem desse componente pode ser entendido conforme
apresentado na figura a seguir.
Para formarmos o número zero,
devemos ligar os segmentos: a,
b, c, d e f. Já para o número um,
devemos acionar os segmentos b
e c.
Acoplador Óptico
Os acopladores são componentes constituídos a partir do
funcionamento do LED (diodo emissor de luz) e do
transistor. O led é responsável por emitir luz e saturar o
foto transistor fazendo com que aconteça o chaveamento
entre emissor e coletor.
Ao energizarmos o LED nos pinos 1
e 2, o transistor conduz entre os pinos
4 e 5. Enviando sinal para a carga que
vez posteriormente.
Acoplador Óptico
Uma das principais funções, se não a principal, do
optoacoplador é realizar o isolamento de GND’s.
Geralmente o circuito de potência gera bastante ruido, o
que impacta diretamente no bom desempenho do circuito
de controle.
Além de ter bons filtros no
circuito, uma das medidas
que também funcionam é
isolar o GND dos circuitos.
Sendo assim, o aptoacoplador receberá um pulso do
sistema de controle no pino 1 (input), o LED irá emitir luz
na base do fototransistor, onde irá acontecer o chaveamento
de emissor para coletor sem nenhum contato físico,
impossibilitando a propagação de ruídos.
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Aula 08:
Funcionamento do MOSFET
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Funcionamento do MOSFET
MOSFET (Transistor de Efeito de Campo de Metal Óxido
Semicondutor) – É um componente que pode possuir dois
tipos: Canal P e Canal N.
A diferença está na forma com que esses componentes
serão chaveados.
Canal N: deverá receber um pulso Positivo no Gate.
Canal P: deverá receber um pulso negativo no Gate.
Funcionamento do MOSFET
Os MOSFET’s foram fabricados para operar com
frequências altas. Porém, possuem uma alta sensibilidade
no Gate, podendo ser danificado por uma simples descarga
estática.
Alguns modelos de
MOSFET’s possuem diodo
entre o D e S. Esse é o
diodo de Roda livre,
responsável por conter a
contra corrente gerada pela
carga.
Funcionamento do MOSFET
Na hora de realizar o teste, iremos medir diodo entre D e S.
A medição esperada é a mesma de um diodo comum, sendo
que geralmente quando esse diodo está danificado o
MOSFET já pode ser substituído.
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Aula 09:
Funcionamento da Fonte Chaveada
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Fonte de Alimentação Linear
Basicamente todo equipamento da atualidade possui uma
placa eletrônica. E as placas funcionam sempre em CC e
não em CA.
Devido a essa característica de operação das placas, é
necessário que exista um circuito capaz de converter CA
para CC.
A forma mais básica de converter CA para CC é utilizando
uma fonte de alimentação linear, conforme imagem acima.
Fonte de Alimentação Linear
Essas são as etapas que encontramos na retificação de uma
tensão CA para CC. O transformador que é responsável por
reduzir a tensão de 127 ou 220V para 12Vca.
No último estágio, já teremos a tensão totalmente continua
para ser utilizado em qualquer circuito eletrônico.
Fonte de Alimentação Chaveada
A fonte Chaveada possui um circuito semelhante, porém,
seu funcionamento é um pouco diferente da fonte linear.
A principal diferença está no
funcionamento do transformador
Chopper, que tem sua bobina
constantemente chaveada para gerar as
tensões no secundário.
Fonte de Alimentação Chaveada
1
3 5
2
6
1 – Retificação 4 – MOSFET do Chopper
2 – Capacitor link 5 – Diodo de Retificação
3 – Transformador Chopper 6 – Feedback
Fonte de Alimentação Chaveada
1 – Retificação
Nessa etapa recebe a tensão de entrada, ainda em CA, e faz
a retificação.
2 – Capacitor do link
O capacitor é utilizado para filtrar a tensão retificada. Para
saber a tensão no capacitor do link, basta multiplicar a
tensão de entrada em CA por 1,41.
3 - Transformador Chopper
O transformador chopper recebe os pulsos do MOSFET
gerando uma tensão induzida no secundário. Esse
transformador opera em altas frequências, o que possibilita
que seja menor.
Fonte de Alimentação Chaveada
4 – MOSFET do Chopper
Esse mosfet é responsável por estar chaveando a bobina do
chopper, e através desse chaveamento será gerado a tensão
induzida no secundário.
5 – Diodo de Retificação
Esse diodo faz a retificação da tensão induzida no
secundário.
6 – Feedback
O circuito de feedback faz o monitoramento da tensão na
saída e retorna esse sinal para o circuito da chaveamento.
Fonte de Alimentação Chaveada
Essas são as principais etapas da fonte de alimentação
chaveada.
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Aula 10:
Funcionamento do Relé
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Relé
O relé é composto por uma bobina e contatos, que pode
variar entre normalmente aberto (NA) ou normalmente
fechado (NF). A bobina é responsável por atrair os
contatos, fazendo com que ele abra ou feche, dependendo
do seu estado inicial.
Com uma pequena corrente na
bobina, os relés podem chavear
seus contatos que suportam
correntes mais elevadas.
Relé
Como é o caso dos relés automotivos ou até mesmo os que
são utilizados no setor industrial, com um pequeno pulso
vindo do controlador é capaz de partir grandes motores,
energizar cargas com um consumo alto de corrente.
Relé
As características dos relés são as mais vastas possíveis,
variando de acordo com o modelo. Cada modelo apresenta
tensão da bobina diferente, corrente que suporta maior ou
menor.
Cada aplicação exige uma
análise especifica a respeito
do modelo de relé a ser
utilizado.
Módulo II
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Aula 11:
Funcionamento das Portas Lógicas
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Portas Lógicas
As portas lógicas são componentes capazes de realizar um
variado tipo de operações utilizando apenas números
binários (0 ou 1). Em meados do século XIX, George
Boole desenvolveu um sistema matemático de análise de
lógica. Esse sistema é conhecido como álgebra de boole.
Esse sistema possui três
portas lógicas principais,
sendo elas AND, OR e NOT
e as demais são apenas
derivação dessas três.
Porta Lógica AND
A operação E, executada pela porta E, é a multiplicação
ou o produto lógico de duas ou mais variáveis binárias.
Essa operação pode ser representada da seguinte maneira:
▪ E a expressão pode
ser apresentada da
seguinte forma:
▪ Y=A. B
A lâmpada só ira acender (ser 1) se os botões A e B
estiverem apertados (forem 1).
Porta Lógica AND
Em circuitos elétricos a porta lógica AND pode ser
representada da seguinte forma:
▪ Essa porta lógica, observando
a descrição apresentada
acima, irá nos retornar a
seguinte tabela verdade.
Porta Lógica AND
Sendo assim, para verificar o bom funcionamento da porta
lógica AND, basta conferir as entradas e saídas físicas com
a tabela verdade.
▪ Exemplo:
Se tiver 1 e 1 nas entradas,
de acordo com a tabela,
deve-se ter 1 na saída. Caso o
sinal da saída seja diferente de
um, temos uma avaria na porta
lógica e ela deve ser trocada.
Porta Lógica OR
A operação OU é a soma lógica de duas ou mais
variáveis binárias. Essa operação pode ser expressa pelo
seguinte circuito:
▪ Essa operação pode
ser expressa assim:
▪ Y=A+ B
▪ Lê-se essa
expressão da
seguinte forma: a
saída Y é igual a A
ou B.
Logo a lâmpada (saída y) será 1 quando o botão A (entrada
A) for 1 ou o bõtão B (entrada B) for 1 também. Em outras
palavras, podemos ligar a lâmpada por A ou B, ou os dois
juntos.
Porta Lógica OR
Em circuitos elétricos a porta lógica OR pode ser
representada da seguinte forma:
Essa porta lógica, observando a
descrição apresentada acima, irá
nos retornar a seguinte tabela
verdade.
Porta Lógica NOT
A porta NÃO (“NOT” em inglês) é também chamada de
inversora. A porta NÃO tem apenas uma entrada e uma
saída. Essa operação pode ser representada pelo seguinte
circuito:
▪ Essa operação pode ser expressa assim:
▪ Y=Ā
Porta Lógica NOT
Em circuitos elétricos a porta lógica NOT pode ser
representada da seguinte forma:
A tabela verdade dessa porta
lógica pode ser apresentada
conforme segue.
Módulo II
Entrando no Mundo da Eletrônica
Aula 12:
Testes dos Microcontroladores
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O Microcontrolador
O microcontrolador é uma espécie de “pequeno
computador”, porém tudo num único CI. Contém memória,
periféricos, entradas e saídas etc.
É amplamente utilizado na automação de máquinas e
equipamentos devido a sua possibilidade de ser
programado.
O Microcontrolador
Uma das formas encontradas, no setor de reparos, para
verificar seu funcionamento é medindo a oscilação do
cristal.
O cristal é responsável por dar o clock para que o
microcontrolador possa funcionar de forma correta.
O Microcontrolador
O microcontrolador quando está funcionando de forma
correta, faz o cristal ficar oscilando. Então, poderíamos
medir essa oscilação por meio de um osciloscópio. Porém,
como a maioria não possui tal equipamento, podemos
medir com o auxilio de um multímetro.
Meça a tensão em cada
terminal do cristal, sendo a
referência o GND. Você
deverá encontrar uma tensão
de 0,8V a 1,4V
aproximadamente.
Se tiver esse nível de tensão,
significa que o
microcontrolador está
funcionando.
O Microcontrolador
O teste com o multímetro não é 100% eficaz, porém é uma
alternativa para quem não possui um osciloscópio.
Quando não encontrar a tensão
conforme indicado, troque o
cristal antes de condenar o
microcontrolador.